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Sheinbaum rechaza posibilidad de intervención de EU en México No hay lesionados tras descarrilamiento de tren en NogalesAvianca y Latam reanudan vuelos al Caribe Más información en nuestro Podcast
Quizá hablar sea la última forma de generosidad que nos queda. Por eso, empezamos el año charlando con Xavier Guillén. El hasta ahora poeta debuta en la narrativa con El arte de hablar (Ediciones del viento), novela en la que aboga por la conversación amigable e ironiza sobre la charlatanería de los gurús del emprendimiento y la pseudoespiritualidad.Luego, Javier Lostalé nos recomienda varios poemarios que podemos pedir a los Reyes Magos: Cara de crimen (Ed. Espasa), el nuevo libro del joven nicaragüense William González Guevara, que se mira aquí en el espejo del apátrida, Jardín cerrado (Ed. Devenir), un poemario de Carlos García Mera que invita al recogimiento, y Balada (Ed. Espasa), la nueva entrega de Pere Gimferrer, que se concreta en un único y largo poema donde vuelven a estar presentes su torrente imaginativo, su capacidad para la sinestesia y su inmenso bagaje cultural.Continuamos escribiendo la carta a los Reyes Magos con la ayuda de Ignacio Elguero, que añade estas sugerencias: Los nuevos (Ed.Destino), el regreso a la novela del prestigioso escritor argentino Pedro Mairal, Poesía (Ed. Pre-Textos), antología de Jomi García Ascot, uno de los principales poetas del exilio español en México, El nombre del padre (Ed. Lumen), libro en el que la escritora francesa Vanessa Springora explora el tema de la identidad a partir de un escabroso descubrimiento relacionado con su abuelo y El hechizo de Lily Dahl, la nueva novela de Siri Husvedt.Además, Sergio C Fanjul pone sobre la mesa algunos de los títulos que han marcado la temporada literaria y que también se prestan a ser regalados. Entre las novelas destacan El desván de las musas dormidas (Ed. Acantilado), de Fulgencio Argüelles, Estival (Ed. Sexto Piso), de Guillermo Aguirre, Comerás flores (Ed. Libros del Asteroide), de Lucía Solla Sobral, Casas Limpias (Ed. Temas de hoy), de María Agúndez y Mil cosas (Ed. Anagrama), de Juan Tallón. En cuanto a ensayos, sugiere Nadie me esperaba aquí (Ed. anagrama), de Noelia Ramírez y Nacionalismo (Ed. Crítica), de Eric Storm. También algunos libros inclasificables como Niño parabólico (Ed. Periférica), de Constantino Molina, Artefactos importantes y propiedades personales de la colección de Lenore Doolan y Harold Morris incluidos libros, ropa y joyas (Ed. Comisura), de Leanne Shapton y la enciclopedia ilustrada The Book.Terminamos de redactar nuestra carta a los Reyes Magos con Mariano Peyrou, que añade sus recomendaciones de última hora a nuestra lista: Un fulgor habitado (Ed. Liliputienses), volumen de Silvia Terrón en el que se recopilan los tres poemarios que ha publicado con algunos textos inéditos, Los pájaros y el tiempo (Ed. La máquina de Nubes), un libro de aforismos y ocurrencias de Carlos Conchillo y El undécimo mandamiento (Ed. Diputación de Huelva), poemario de Antonio Pérez Río que propone otra forma de relacionarnos con la memoria de los que se han muerto.Escuchar audio
Atienden caso de gusano barrenador en Edomex Rolando, el primer bebé nacido en el ISSSTE este 2026China impone impuesto a anticonceptivosMás información en nuestro podcast
¡Tomelo en cuenta! Desde septiembre Naucalpan reactivo multas Se mantiene tope de 24 pesos por litro a gasolina regularContinúa búsqueda de náufragos españoles en IndonesiaMás información en nuestro podcast
Terroríficos, bienvenidos a una nueva dosis de relatos crudos y sin censura! En este episodio de Hablemos de Terror, les presento dos testimonios escalofriantes que exploran el lado más oscuro de las leyendas mexicanas.No se trata de cuentos de fantasmas comunes, sino de fenómenos que la gente vive en la realidad, lejos de la ficción de Hollywood.PARTE 1: El Relevo de la Llorona (El Ciclo de la Pena) El primer relato, "La Candidata," nos llega de un suscriptor que presenció en un barrio antiguo de Coyoacán el fenómeno de alistamiento de la Llorona. Descubre por qué el famoso lamento de la mujer que perdió a sus hijos no es un fantasma, sino un castigo que busca activamente a su reemplazo. Escucha la escalofriante advertencia de una abuela y el perturbador encuentro en Periférico donde el dolor se transfiere de una mujer marcada a una nueva víctima. Este es el lado más oscuro del mito.PARTE 2: La Carga Perdida (El Espíritu del Trailero) El segundo testimonio es de un trailero de la vieja guardia, Héctor, que en medio de una densa neblina en la sierra poblana, se detiene por una silla de ruedas abandonada. Lo que recoge en su camión es una carga invisible que se niega a dejarlo ir. El llanto de un niño y la voz susurrante que lo llama "Papi" lo llevarán a entender que a veces, los espíritus de la carretera no buscan asustar, sino usar a los vivos para completar su agonía.Este es un relato que te hará dudar la próxima vez que te detengas en la carretera.Recuerda suscribirte a Hablemos de Terror y activar la campanita para no perderte estos encuentros con la oscuridad. ¿Tienes una historia que contar?Mándame tu relato por correo o mensaje de voz a: tuhistoria@hablemosdeterror.com#HablemosDeTerror #llorona #HistoriasReales #RelatosDeTerror #trailerosConviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/hablemos-de-terror--4269158/support.
2025 será lembrado como um marco para a cultura brasileira. Entre as celebrações do Brasil na França, que selaram 200 anos de relações diplomáticas, o país ocupou palcos globais e conquistou prêmios históricos: do Oscar à Palma de Ouro, passando pelo Leão de Prata, uma presença massiva no Festival de Avignon e homenagens literárias. A arte nacional reafirmou sua força e diversidade, enquanto nos despedimos de ícones que moldaram gerações, como Lô Borges, Jards Macalé e Sebastião Salgado. O ano da temporada cultural cruzada entre Brasil e França instaurou um deslocamento silencioso e profundo: narrativas vindas das bordas — do corpo insurgente, das florestas e viadutos, das memórias insistentes — tomaram o centro dos palcos e telas. Em vez de grandiloquência, um pulso firme: o país se viu e se deixou ver, de Hollywood à Amazônia, de Veneza a Madureira. Em janeiro, Fernanda Torres ergueu o Globo de Ouro por Ainda Estou Aqui, e o gesto abriu a temporada com um aviso ao mundo, mostrando uma história brasileira que reivindica lugar sem pedir licença. Leia tambémFernanda Torres faz história para o cinema brasileiro nos Globos de Ouro Cinema: o país que lembra e resiste Em fevereiro, a Berlinale se tingiu de azul profundo com O Último Azul, de Gabriel Mascaro, que recebeu o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri e ainda dois prêmios paralelos. “É muito bonito. A gente passou por um ano muito especial do Ainda Estou Aqui, percorrendo o mundo, que traz o primeiro Oscar para o Brasil”, disse ele à RFI. “Quando a gente achou que era um episódio isolado, aí vem O Último Azul no Festival de Berlim e ganha o Urso de Prata, um grande prêmio do júri. E quando a gente ensaiou que talvez pudesse ter mais um acidente de percurso, aí vem O Agente Secreto e confirma nossa força no Festival de Cannes. É um ano muito lindo para o cinema brasileiro.” Leia também“Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro”, diz Walter Salles ao lançar o filme “Ainda estou aqui” em Biarritz Março assentou a realidade sobre o sonho: Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, tornou-se o primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional. Salles falou do cerne ético e histórico da obra: “Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro. Isso, pra mim, sempre esteve bastante claro enquanto documentarista”. E recordou o processo: “Nesse filme, que a gente começou a fazer em 2017, ou seja, antes daquela virada que, eu confesso, eu não esperava, de 2018 para 2022, o presente começou a se tornar muito próximo daquele daquele passado que a gente estava retratando no filme, ou queria retratar no filme. Isso nos mostrou o quanto a democracia é uma matéria frágil.” Em maio, Cannes registrou o Brasil no alto de um dos festivais mais prestigiados do cinema mundial: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, levou a Palma de Ouro de direção, e Wagner Moura foi consagrado como melhor ator. Mendonça nomeou a natureza política do gesto: “Eu acredito que o agente secreto é uma crônica em longa-metragem de um momento da história do Brasil que eu pessoalmente ainda lembro, porque eu era uma criança. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que tem muita pesquisa histórica.” O diretor sublinhou a ética do real: “No momento em que as coisas estão ao contrário, se você diz que a água é molhada, você se torna um resistente. Eu gosto muito também dessa ideia. Eu acho que a resistência muitas vezes é você manter o olhar na realidade”. Leia também“O Agente Secreto” é um filme “absolutamente brasileiro”, define Wagner Moura em Cannes Moura devolveu o espelho ao público: “Eu acho muito importante que o público fora do Brasil veja aquilo, mas acho mais importante ainda que nós, brasileiros, nos vejamos. Eu não consigo entender ainda a lógica de quem não acha que o governo devia apoiar a cultura.” Em setembro, o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2026; em dezembro, vieram três indicações ao Globo de Ouro, incluindo melhor ator. O Agente Secreto foi também incluído nas shortlists da Academia Norte-Americana para o Oscar, figurando entre os 15 pré-selecionados (pré-indicados), inclusive na categoria de Melhor Filme Internacional para a cerimônia de 2026, avançando para a fase final de votação antes da lista oficial de indicados. Teatro e literatura: corpo, escrita e viadutos Enquanto o cinema redesenhava mapas, o teatro afirmava o corpo como arquivo e ferida. Em julho, Carolina Bianchi recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza, reconhecimento que a situou no epicentro da dança e performance contemporâneas. Bianchi celebrou e definiu o alcance: “Foi uma felicidade tremenda e uma sensação de surpresa inigualável ganhar um prêmio como o Leão de Prata. Acho que é um prêmio que reconhece não só a minha trajetória, mas também uma trajetória coletiva com a minha companhia Cara de Cavalo.” Leia tambémFestival de Avignon: 'A Noiva e o Boa Noite Cinderela', ou como explodir no próprio corpo as fronteiras do teatro Segundo ela, trata-se de "um caminho de mais de dez anos, vindo de uma cena completamente independente no Brasil". Desde 2023, ela se apresenta na Europa com os dois primeiros capítulos da trilogia Cadela Força. "Acho que o prêmio também reconhece esse trabalho continuado, esse trabalho coletivo continuado, de um espetáculo que mistura muitas linguagens dentro da linguagem teatral para falar sobre traumas, sobre a relação com a história da arte, com a violência, com a violência poética, e amparado na escritura, na literatura. Então, é uma alegria enorme, profunda, e é bonito ver essa história sendo reconhecida dessa maneira.” Leia tambémTeatro brasileiro é homenageado no Festival de Avignon, o maior evento de artes cênicas do mundo No Festival de Avignon, na França, na mostra paralela do maior evento cênico do mundo, Zahy Tentehar — primeira atriz indígena a receber o Prêmio Shell — estrelou Azira'i – Um Musical de Memórias, dirigido por Duda Rios. Rios descreveu o choque poético de migração de público e contexto: “As pessoas aplaudem muito, se emocionam. A gente fica muito feliz, porque tem um contexto do espetáculo que, para um público brasileiro, a gente não imaginava essa internacionalização do espetáculo. Mas a gente vê que ele chega da mesma maneira, com a mesma potência. As pessoas estão se emocionando, se comovendo, rindo menos do que no Brasil, mas elas se comovem e se conectam com o espetáculo.” Leia tambémFlup celebra diáspora negra e traz literatura como 'aquilombamento' para 'reencantar' o debate decolonial Na literatura, o viaduto de Madureira recebeu a Flup — Festa Literária das Periferias — com uma homenagem à Conceição Evaristo, cujo conceito de “escrevivência” reorganiza a forma de narrar o cotidiano negro e periférico. Evaristo falou à RFI de direito e de encontro, direto do Rio de Janeiro: “A mensagem que eu deixaria primeiro é pensar a literatura como um direito. Cada vez mais também se conectar um com o outro para a gente perceber o aspecto coletivo das nossas histórias, sem anular a nossa individualidade.” Despedidas e heranças Leia tambémLô Borges, o menino da esquina que virou música: artista deixa legado que ultrapassou fronteiras O ano também nos cobrou liturgias da ausência. Lô Borges e Jards Macalé partiram, e a música brasileira reconheceu a orfandade de gerações que aprenderam a pensar o país pelo acorde. Na fotografia, a França recebeu a retrospectiva monumental de Sebastião Salgado, nas Franciscaines, em Deauville — uma cartografia de quatro décadas de mundo. Leia tambémJards Macalé volta à Europa para celebrar 50 anos de seu disco de estreia com turnê por 7 países Antes de falecer, em maio, Salgado, diante da plateia e muito emocionado, foi ao núcleo de seu método, na ocasião, em entrevista exclusiva à RFI: “Você só fotografa com a sua herança, com tudo que está dentro de você. As minhas fotografias têm céus dramáticos, carregados. Isso vem de onde eu nasci, vem da chegada da época de chuva, naquelas montanhas de Minas Gerais, em que meu pai me levava para a montanha mais alta da nossa fazenda para festejar as nuvens incríveis. Para ver o raio de sol passar através dessas nuvens, ver a chuva caindo. Aquelas imagens ficaram em mim, e o dia que eu comecei a fotografar, elas já estavam aí. Naquela fração de segundo, aquele milésimo de segundo que eu aperto, é a minha herança que está fotografando.” Leia tambémRetrospectiva na França celebra 40 anos de trabalho do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado
Peso se mantiene con racha positiva ante el dólar Sheinbaum se reúne con Jane Fraser, presidenta ejecutiva de Citi Desalojan el sur de California ante amenazas de lluvias
Conocimos la experiencia de colegas antropólogos que laboran en espacios no tradicionales de su profesión. A través, de dos libros «Trayectorias antropológicas desde los saberes periféricos» los colegas reproducen saberes antropológicos a partir de autoetnografías y autobiografías, además de contarnos su experiencia en las aulas y en las prácticas de campo. Es un muy interesante y rescatable de ejercicio lo que ha hecho Nora y los compañeros de la UAM Iztapalapa.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (17) acompanhe a aula sobre "Cultura Periférica e Resistência" com Argentina Castro, poeta e cronista.
Originalmente exibido em 12.02.2024. O tema do programa de hoje é ‘Políticas sobre Drogas e Territórios Periféricos'. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Yasmine Saboya conversa com o Secretário Nacional de Periferias, Guilherme Simões; e a Secretária Nacional de Políticas de Drogas, Marta Machado. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO YASMINE SABOYA// PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA// EDIÇÃO MELISSA TEIXEIRA// DIREÇÃO DE TV BRN-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA//CINEGRAFISTA RAFAEL ASSUNÇÃO//ASSISTENTE DE CAMERA EDUARDO PAGANINI//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA//COLORISTA DANIEL NEVES //FIGURINO ROBERTA FERREIRA//ASSISTENTE DE PRODUÇÃO THAINÁ MATHIAS//MTION DESIGN JEFFERSON ARCANJO//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHÔA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM- HUR MACHADO// COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
N502 - EASD 2025 - Semaglutida: Reduz amputações em pacientes com doença vascular periférica - Fernando Valente e Luis Canani by SBD
N429 - ADA 2025 - Semaglutida 1.0: mais qualidade de vida na doença arterial periférica! - João Paulo Iazigi e Fernando Valente by SBD
Hoy vamos a meternos en un tema que suele sonar lejano, casi de mesa de estrategas militares, pero que en realidad atraviesa nuestra vida cotidiana: la geopolítica.Detrás de esa palabra aparecen nombres como Ratzel, Kjellén, Haushofer, los padres de la geopolítica clásica europea, que pensaron el Estado como un organismo vivo, que necesita territorio, recursos y “espacio vital”. Esa tradición, lo sabemos, terminó muchas veces al servicio de proyectos imperiales.Pero hoy queremos mirar esa historia desde el sur, desde nuestra orilla del mundo. Y ahí aparece la figura que nos convoca: Alberto Methol Ferré, pensador uruguayo, cristiano, latinoamericanista, que toma ese lenguaje de la geopolítica… y lo da vuelta.Methol no piensa cómo expandir un imperio, sino cómo un continente periférico, fragmentado y endeudado, puede convertirse en sujeto histórico. Habla de Estados continentales, de pueblos-continente, de una Patria Grande que deje de ser patio trasero de otros. Y lo hace siempre cruzando geografía, historia, economía y fe.¿Cómo se piensa el mundo cuando uno está en la periferia… y no en el centro del mapa?Este libro presenta a Alberto Methol Ferré como un “pensador global latinoamericano”: un uruguayo que pensó la historia del mundo, la Iglesia y América Latina desde la periferia, pero con ambición universal.Los compiladores –Andres Rivarola, Ramiro Podetti y Francisco Sánchez– ordenan sus textos y lo rodean de estudios introductorios para mostrar tres dimensiones claves: su geopolítica de los Estados continentales, su visión histórica global y su latinoamericanismo cristiano.
Tratamiento gratuito para colitis ulcerosa y Crohn en CDMX UNICH abrirá nueva maestría y doctorado en 2026Tradición capitalina: devoción al “Señor del Veneno”Más información en nuestro podcast
El coste medio del menú del día es de 14,20€, según un informe de la Confederación Nacional de Hostelería de España. El precio ha subido un 1,5% con respecto al año anterior, pero un 21% más que hace una década. Analizamos qué hay detrás de esta oferta gastronómica con el agricultor Marcos Garcés, la ganadera Ana Corredoira y el pescador Manolo Presas.
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Římští vinaři u Ochridského jezera: Výzkumy v Severní Makedonii (4:34) – Historické souvislosti: Státy jako organismy (21:39) – Poslední mamuti z Wrangelova ostrova (27:20)Všechny díly podcastu Planetárium můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Luis Herrero entrevista a Miguel Pita, doctor en Genética y Biología Celular, y autor del libro de la editorial Periférica.
Neste episódio do podcast Mulheres Reais, a conversa foi sobre um tema urgente: a crise de saúde mental que atravessa o Brasil e o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que uma em cada oito pessoas convive com algum transtorno mental — e, segundo a convidada do episódio, Tide Setúbal, psicóloga, psicanalista e coordenadora do programa Saúde Mental e Territórios Periféricos, essa realidade é ainda mais dura quando se olha para quem vive nas periferias urbanas. “A saúde mental não é solta no espaço. Ela está ligada ao modo como vivemos — à renda, ao tempo de deslocamento, à moradia, às relações familiares, à cor da pele, ao gênero, à solidão e à falta de lazer”, afirma. Para Tide, os fatores estruturais da vida cotidiana são determinantes no adoecimento psíquico. Mulheres sobrecarregadas, mães solo, pessoas negras e moradores de regiões periféricas enfrentam pressões múltiplas e, muitas vezes, não encontram acolhimento adequado na rede pública. Segundo a especialista, há um cenário alarmante: os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) estão lotados, especialmente nas regiões mais vulneráveis. “Há CAPS que deveriam atender 300 pessoas por mês e hoje cuidam de mil”, relata. Nas UBSs, o quadro é semelhante — e em muitos casos, o atendimento é feito por uma “meia psicóloga”, profissional que se divide entre duas unidades. Para tentar suprir essa carência, Tide Setubal coordena o projeto Territórios Clínicos, que apoia iniciativas locais e clínicas comunitárias nas periferias de São Paulo. O grupo também mapeou serviços públicos e sociais que oferecem atendimento psicológico gratuito ou de baixo custo, disponíveis no site do instituto que leva o nome de sua avó, a Fundação Tide Setúbal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Catas de carne, porras de peso, cursos de pastoreo... y cuando llega el día grande: la subasta de sementales. Valentina Rojo e Isabel Bolaños se adentran en un mundo en extinción: el de las ferias ganaderas.
En esta nueva entrega de #Cartagrafías Laura Piñero nos cuenta la historia del aventurero de 16 años Everett Ruess que desapareció sin dejar rastro tras recorrer durante cuatro años las tierras del oeste americano y dejó constancia de su viaje en unas cartas que publica en España la editorial "Periférica" con el título "Una belleza insoportable".
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta sexta-feira (31/10), acompanhe a reapresentação da roda de conversa com o tema: “Vozes coletivas: Comunicação popular como ferramenta feminista nas periferias.Participam:Geralda da Cunha - Mestre em EducaçãoDivina Jordão - Educadora e RadialistaSandra Sena - MediaçãoO programa 'TV Elas Por Elas' aborda os desafios enfrentados pelas mulheres no mundo contemporâneo, focando na preparação e formação das mulheres para a disputa política.
Tormenta tropical Melissa deja fuertes lluvias en Haití Exigen al Congreso de Edomex prohibir corridas de toros y peleas de gallos
El ciclo escolar no está en riesgo: Sheinbaum Bloqueo parcial en Periférico Norte por operativo policialNetanyahu defiende continuidad de la guerra en GazaMás información en nuestro podcast
ISSSTE instala centros de atención médica en Álamo Volcadura de tráiler provoca congestionamiento en Periférico NorteTrump afirma que EU atacó submarino con drogas en el CaribeMás información en nuestro podcas
¡Toma precauciones! Esta noche cierre parcial en Periférico NorteLa Cruz Roja de Veracruz recibe donativos Jóvenes y sindicatos marchan en Perú Más información en nuestro Podcast
Diez días de ausencia, sin respuesta de las autoridades, condujeron a la madre de Kimberly a cerrar la lateral del Periférico, a la altura del parque Naucalli, durante 15 largas horas.
IMSS-Bienestar traslada 18 toneladas de ayuda a VeracruzMuere jóven en una secundaria de Iztapalapa Detienen a Nazario “N” líder delictivo en Jalisco y Puebla
El sonido de máquinas ordeñadoras, el olor a purín o el canto de los gallos... patrimonio sensorial del mundo rural que, en Asturias, intentan proteger mediante un proyecto de ley. Conversamos con los abogados impulsores de esta iniciativa, Ignacio y Marina Arias, y analizamos sus implicaciones con el agricultor Marcos Garcés, la ganadera Ana Corredoira y el pescador Manolo Presas.
Traemos al programa instrumentos que no son habituales del flamenco clásico como la armónica, el vibráfono, la trompeta o el bajo eléctrico de la mano de Antonio Serrano, Marc Miralta, Tino di Geraldo, Jerry González, Juanfe Pérez o Pepe Bao. Escuchamos también lo nuevo de Riqueni para comenzar y Mercé para terminar. Escuchar audio
El índice de perfusión periférica (PPI) es una medida no invasiva que refleja la relación entre el flujo sanguíneo pulsátil y el flujo sanguíneo no pulsátil en los tejidos periféricos. En términos simples, permite valorar la calidad de la perfusión sanguínea en áreas distales, como los dedos de las manos. Su medición es rápida y sencilla, ya que se obtiene a través de sensores de oxímetro de pulso avanzados que calculan esta relación y ofrecen un valor numérico. En el contexto del shock séptico, donde la perfusión tisular se ve comprometida a pesar de que los parámetros macro-hemodinámicos (como la presión sanguínea) puedan estar dentro de rangos aceptables, el PPI se convierte en una herramienta innovadora. Permite evaluar directamente el estado microcirculatorio, clave en la supervivencia del paciente crítico. El artículo publicado en The American Journal of Emergency Medicine (Yılmaz et al., 2025) ofrece evidencia de que usar el índice de perfusión periférica para guiar la resucitación del paciente en shock séptico mejora la supervivencia y acelera la depuración del lactato, en comparación con las estrategias tradicionales basadas únicamente en la presión arterial media (MAP). Tabla de Contenido Resumen del Estudio: PPI vs. Manejo Estándar Resultados clave: Implicaciones Clínicas: Cambiando el Paradigma en Sepsis Relación con la Formación Profesional: Cursos Clave en ECCtrainings a) Critical Care Transport b) Emergency Nursing c) Critical Care Nursing Casos Clínicos: Aplicación del PPI en la Práctica Beneficios de Integrar el PPI en Protocolos El Riesgo de No Adoptar el PPI Transformación Profesional: Del Conocimiento a la Acción Conclusión Referencia (APA) Resumen del Estudio: PPI vs. Manejo Estándar El estudio, diseñado como un ensayo clínico prospectivo y controlado, incluyó 200 pacientes divididos en dos grupos: manejo estándar vs. manejo guiado por PPI. Grupo control: manejo basado en guías tradicionales (SSC), con objetivo de mantener la MAP ≥ 65 mmHg. Grupo experimental: manejo basado en el índice de perfusión periférica para guiar la resucitación del paciente en shock séptico. Los pacientes con PPI
Volvemos a estar en la semana de los premios Nobel, y como siempre en La Brújula os vamos a contar los tres galardones de ciencias. Este año el de Medicina o Fisiología ha sido para los estadounidenses Mary Brunkow y Fred Ramsdell y el japonés Shimon Sakaguchi, por sus descubrimientos “sobre la tolerancia inmunitaria periférica”. O lo que es lo mismo: por descubrir uno de los mecanismos que evitan que el sistema inmunitario ataque a nuestro propio cuerpo. En la sección de hoy os contamos por qué el sistema inmune puede "equivocarse" y atacar a las células del cuerpo, y cómo son esos mecanismos de seguridad que evitan que esto ocurra. Si queréis aprender más sobre cómo funciona el sistema inmunitario podéis repasar algunos episodios anteriores de La Brújula en los que hablamos del tema. Os recomiendo que busquéis los capítulos s01e32, s05e26, s08e04 y s09e39. Este programa se emitió originalmente el 6 de octubre de 2025. Podéis escuchar el resto de audios de La Brújula en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Tribunal Electoral revisará investigación contra seis consejeros del INE Detienen a “El Coyote”, presunto líder criminal en TabascoInvestigan presunta negligencia médica por muerte de una bebé en PueblaMás información en nuestro podcast
'El sueño del jaguar' de Miguel Bonnefoy (Libros del asteroide) ha sido galardonada con el Gran Premio de Novela de la Academia Francesa y el Premio Femina 2024 . El autor francés, de origen chileno venezolano, nos cuenta la verdad de la familia materna y de la Venezuela de los últimos cien años a través de un realismo mágico que por momentos da la sensación que lees a Gabriel García Márquez. Es un novela brutal como la ha calificado nuestro bibliotecario Antonio Martínez Asensio. Miguel Bonnefoy que ha sido el invitado de nuestra biblioteca , además de su novela, nos ha donado 'Un puente sobre el Drina' de Ivo Andric (De Bolsillo) que nos lleva al mítico puente bosnio que separa dos culturas, la musulmana y la cristiana. También tuvimos novedades de la mano del empleado Pepe Rubio: 'Días en la historia del silencio' de Merethe Lindstrom (Errata Naturae) y 'Buenos Aires, libro de mitos' de Jorge Carrión (Tintablanca) . Pascual Donate, el empleado que rescata libros abandonados en la redacción de la SER, recuperó para nuestras estanterías 'Nuestras primeras veces" de Nicolás Teyssandier (Periférica) y finalmente Antonio Martínez Asensio nos contó en tres minutos 'La línea de sombra' de Joseph Conrad (alianza) y nos dejó además el libro que contará en su programa 'Un libro, una hora' : 'Tormento' de Benito Pérez Galdós ( Alianza). Completaron la lista de donaciones , como todos los viernes, los oyentes con: 'Crónicas' Bob Dylan (Malpaso) e 'Hijos del ancho mundo' Abraham Verghese (Salamandra)
El Dr. Héctor Dourron es cirujano vascular certificado en el Centro Vascular Hamilton en Dalton, Georgia, y Chatsworth, Georgia.Para obtener más información sobre el Centro Vascular Hamilton, llame al 706-259-3336 (Dalton, Georgia) o al 706-686-8090 (Chatsworth, Georgia), o visite VitruvianHealth.com/vascular.Este programa no pretende diagnosticar ni tratar enfermedades ni reemplazar la atención médica profesional. Consulte a su profesional de la salud si tiene algún problema de salud.
30 de septiembre es el último día para que verifiquen los autos con engomado rosa Sheinbaum destaca coordinación con el Gobierno de JaliscoAseguran 8 áreas de almacenamiento de precursores químicos en SinaloaMás información en nuestro podcast
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (24) acompanhe a aula sobre “Mulheres do hip-hop e a cultura periférica”, com a cantora Andréa Félix.
¡Prepárate! Este viernes es el Segundo Simulacro Nacional en CDMX Conoce la nueva Ruta del 85 en Turibús: historia del sismo de 1985 Más información en nuestro Podcast
Afores logran plusvalías históricas en agosto Brugada lanza programa para reconocer y redistribuir el trabajo de cuidadosEl agave, riqueza endémica de MéxicoMás información en nuestro podcast
Entérate en NoticentroArreglarán en 72 horas escurrimiento en Periférico Sur Morelos es el nombre de mas de 6 mil colonias y calles en MéxicoTrump acusa a Venezuela de enviar pandilleros a EUMás información en nuestro podcast
Nuevo sistema de transporte rápido en Periférico Norte, Edomex Prevén 48 frentes fríos de septiembre a mayo: ConaguaObesidad infantil supera al bajo peso en niños en el mundo: UnicefMás información en nuestro podcast
Más de 830 mil duranguenses reciben apoyos del Bienestar: Sheinbaum BCS avanza en desalojar agua tras paso del ciclón Lorena Siguen trabajos por socavón en Periférico OrienteMás información en nuestro Podcast
Lorena podría retrasar vuelos desde CDMX al noroeste, el AICM pide estar atentosPapa León XIV recibe al Presidente de Israel y pide paz urgente en GazaMás información en nuestro Podcast
Copred listo para recibir denuncias por negar renta a familias con hijos o mascotas FGR recupera equipos robados de CFE y desmantela narcolaboratorio en BCPapa León XIV condena violencia armada tras ataque en escuela de EUMás información en nuestro podcast
'Sexto piso', fue junto a Impedimenta, Libros del Asteroide, Barataria, Global Rhythm, Nórdica y Periférica Premio Nacional a la Mejor Labor Editorial Cultural 2008. Un reconocimiento del Ministerio de cultura por "su irrupción innovadora en el panorama editorial, que desde la iniciativa individual y desde distintos puntos de España, han sabido vincular edición, distribución y librería en torno al proyecto Contexto."Además, en los últimos años, los recomendadores de lecturas en redes como Youtube, Instagram, y, especialmente, Tiktok, se están convirtiendo en las nuevas listas del New York times o Sunday Times. Ellos leen, reseñan y recomiendan. Dando alcance mundial a publicaciones que, de otra forma, los lectores, y editoriales, no hubieran dado con ellas. Es el caso de 'Quicksilver' del género 'romantasy', una mezcla entre literatura romántica y fantástica muy de moda y que se ha convertido en fenómo mundial. En nuestro país ya lo devoraban incluso antes de su publicación el paso abril. Su autora, Calli Hart, pasó por Madrid durante la feria del libro y aprovechando la ocasión, habló con ella nuestra compañera Cristina del Casar.
Pamela Marques es una diseñadora e investigadora brasilera. Ella nos cuenta sobre su investigación sobre el diseño como producción de vida en América Latina. Hablamos de los imaginarios de nuestra región. Nos explicó que es el diseño periférico espontáneo, y porque entenderlo es una forma de traer al aula de diseño una educación política. Hablamos de las Leyendas de Miguel Asturias. Esta entrevista es parte de las listas: Investigación en diseño, Educación en diseño, Brasil y diseño, Política y diseño. Pamela nos recomienda: Lélia GonzalezRodolfo Kusch Darcy Ribeiro Sociología de la imagen de Silvia Rivera CusicanquiSocial design education in Brazil de Gustavo Cossio
Ênio Macedo e Joanne Alves convidam Eduarda Guedes e Mariana Tourinho, R2 CM do HCMFMUSP, para discutir sobre 7 armadilhas na Doença arterial periférica (DAP), antiga DAOP.1. Não reconhecer manifestações clínicas iniciais 2. Valorizar somente o exame físico e não realizar o ITB 3. Solicitar exame de imagem no diagnóstico4. Focar apenas no tratamento farmacológico5. Não usar os tratamentos farmacológicos disponíveis6. Não reconhecer o momento de indicar revascularização7. Não reconhecer isquemia de membro agudaReferências: 1. https://www.tadeclinicagem.com.br/guia/324/doenca-arterial-obstrutiva-periferica-diretriz-ahaacc-2024/2. Gornik, Heather L et al. “2024 ACC/AHA/AACVPR/APMA/ABC/SCAI/SVM/SVN/SVS/SIR/VESS Guideline for the Management of Lower Extremity Peripheral Artery Disease: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Joint Committee on Clinical Practice Guidelines.” Circulation vol. 149,24 (2024): e1313-e1410. doi:10.1161/CIR.00000000000012513. Khan, Nadia A et al. “Does the clinical examination predict lower extremity peripheral arterial disease?.” JAMA vol. 295,5 (2006): 536-46. doi:10.1001/jama.295.5.5364. Londero, Louise S et al. “Pulse palpation is an effective method for population-based screening to exclude peripheral arterial disease.” Journal of vascular surgery vol. 63,5 (2016): 1305-10. doi:10.1016/j.jvs.2015.11.044
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