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It's my last radio show, and I am overjoyed and grateful that I get to spend it the way it began, with my friend and show co-founder Shana Falana. To formally reintroduce you, she is a songwriter, performer, and community architect originally from San Francisco, based in the Hudson Valley since 2008. For over 25 years, Shana has merged music and public service—bringing 12-step meetings into jails and institutions throughout Ulster County, helping coordinate the early years of O+ Festival, and co-founding the I Want What SHE Has radio show on Radio Kingston. She is the founder and creative force behind The Goddess Party, a performance collective uplifting women through music, ritual, and radical joy, with sold-out shows at Opus 40, Old Dutch Church, and Basilica Hudson. Her artistic and social practice centers on amplifying women in their perimenopausal and menopausal years, increasing the visibility of aging women on stage and reshaping cultural narratives about power, beauty, and relevance after fifty. She is the creator and showrunner of a scripted television series inspired by The Goddess Party, expanding its story from live performance into narrative television. Shana is someone who as a friend I've witnessed move through the life cycle of different projects and life experiences with apparent ease. I'm someone who struggles to let go and perhaps holds on a bit too long, but she talks about what endings are like for her and how she navigates them. We get to hear about the beginning and evolution of The Goddess Party, the challenges, highlights, and what's to come. As much of her current work relates to thriving in an older woman's body, Shana shares her experience of navigating illness and perimenopause and offers many resources that have supported her along the way, always following her intuition. Here are the books Shana mentioned - Wise Power, Hagitude, Mother Hunger You can find her here ->> instagram / spotify / apple music / And stay tuned to The Goddess Party's Instagram account for more details about the upcoming March 27th benefit concert they are participating in at Levon Helm Studios. My previous show on The Goddess Party can be found here! Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org. Our show music is from Shana Falana! Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org ** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IT http://iwantwhatshehas.org/podcast ITUNES | SPOTIFY ITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2 SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCA Follow: INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/ FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
A Escola de Limodre acolle este sábado unha nova edición do Festival FELICIA POP de Inverno, unha cita imprescindible para os amantes do pop e a música alternativa. O evento arrancará ás 22.00 horas cun cartel encabezado por Ray Brandes & The Wyld Gooms e a banda Latigazo Cervikal, que prometen unha noite vibrante e cargada de electricidade. A sesión completarase con pinchadas para alongar a festa ata ben entrada a madrugada. Organizado pola Asociación Cultural Felicia e coa colaboración do Concello de Fene e a Asociación Veciñal de Limodre, o festival consolida a súa aposta por dinamizar a escena musical local en pleno inverno.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (16): A escola de samba Acadêmicos de Niterói, fez uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) na Sapucaí no último domingo (15). Com o enredo "Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a escola gerou polêmica e críticas da oposição, que aponta suposta propaganda eleitoral antecipada. Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à presidência, utilizou suas redes sociais para dizer que vai protocolar uma ação contra o desfile e que a escola fez ataques pessoais contra o pai dele. A Polícia Civil de São Paulo recuperou mais de 60 celulares na operação de Carnaval 2026 neste último domingo (16). Dessa vez os agentes foram ainda mais criativos e se fantasiaram de turma do Chaves para capturar os criminosos. O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, solicitará uma audiência com Mendonça logo após o Carnaval. O objetivo do Congresso é ter acesso à quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O Festival da Primavera, que marca o início do Ano Novo Chinês, começou oficialmente. Este ano é regido pelo Cavalo, o sétimo animal do zodíaco chinês, que tradicionalmente simboliza alta energia, inteligência, um espírito livre e independente, além de rapidez e superação. A repórter Bruna Milan detalha que as festividades duram cerca de 40 dias, gerando a maior migração humana do planeta: as autoridades esperam mais de 9,5 bilhões de viagens inter-regionais no período. O filme 'O Agente Secreto', longa que conta com o ator brasileiro Wagner Moura, não para de empilhar estatuetas. A produção acaba de vencer a categoria de Melhor Filme Internacional no Independent Spirit Awards, importante premiação independente nos Estados Unidos. O Carnaval de rua de São Paulo provou mais uma vez o seu poder de atração! Direto da Rua 13 de Maio, na Bela Vista, David de Tarso vestiu a camisa da folia (e os óculos escuros) para mostrar o clima do tradicional bloco 'Os Esfarrapados'. O ex-BBB Eliezer gerou polêmica nas redes sociais ao reclamar dos altos valores que sua família vem gastando com supermercado. Em um vídeo, o influenciador revela que as contas mensais para encher a despensa chegam a bater a marca de R$ 18 a R$ 20 mil. A banca discutiu sobre a situação. O clima de Carnaval toma conta do país, mas a festa também exige atenção redobrada com a segurança financeira, especialmente com a ação de golpistas no meio da multidão. Para ajudar a população a se proteger, o Morning Show conversa com o especialista em segurança da informação, Luiz Henrique Barbosa. Entre as estratégias de defesa, o apresentador Fernando destaca uma dica inusitada e valiosa: o uso de papel alumínio junto ao cartão de crédito para bloquear pagamentos por aproximação acidentais ou fraudulentos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Estão abertas as inscrições para o chamamento público do III Festival de Teatro Verônica Moreno, promovido pelo Imaginário Cultural. O edital vai selecionar espetáculos para compor a programação do festival, que acontece em abril, no Complexo Cultural Samambaia e em escolas públicas.
O Festival de Clermont-Ferrand, vitrine mundial da produção de curtas-metragens, entra na sua reta final com a divulgação dos primeiros prêmios concedidos por parceiros do evento. Entre os títulos já anunciados, o curta “O Rio de Janeiro Continua Lindo”, do cineasta suíço-brasileiro Felipe Casanova, foi escolhido como melhor documentário pelo júri da plataforma Tënk. O filme se organiza em torno da carta de uma mãe ao filho morto, ambientada durante o Carnaval carioca, e entrelaça luto, violência policial de Estado e celebração popular. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand Nas seleções oficiais do festival, “O Rio de Janeiro Continua Lindo” concorre na mostra Labo, dedicada às obras mais inovadoras. Outros três curtas brasileiros estão na disputa: “Frutafizz”, de Kauan Okuma Bueno, selecionado para a competição internacional; “Mira”, de Daniella Saba, e “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli, ambos na mostra de filmes com produção francesa. Os vencedores serão anunciados neste sábado (7). Casanova mudou-se para a Suíça com a família quando tinha 9 anos e estudou cinema na Bélgica. Ele contou à RFI que o filme nasceu de uma intuição inicial e de uma decisão simples: filmar o Carnaval carioca em Super 8. “Para ser sincero, eu não sabia que ia ser um filme sobre violência policial. É o primeiro filme que eu faço no Brasil. Eu tinha vontade de ir com a câmera e filmar e decidi que ia ser durante o Carnaval.” O ponto de partida dramático – a carta de uma mãe para um filho ausente – já estava nos esboços iniciais. “Eu tinha uma intuição de um filme-carta, de uma mãe que trabalha durante o Carnaval e escreve para o filho que talvez esteja festejando num bloco que a gente nunca vê. Já tinha essa ideia de ausência. Eu sabia que ia ser uma coisa social, mas não fazia ideia que ia ser sobre violência policial.” Do filme-carta ao impacto da história de Bruna A virada surgiu quando o diretor encontrou as ambulantes Ilma e Bruna. “A Bruna me contou a história dela, falando que perdeu o filho assassinado em 2018 pela Polícia Militar. Fiquei muito tocado e chocado. Eu sabia que isso acontecia sempre, mas nunca tinha conversado com uma mãe que perdeu o filho assim”, relata o cineasta. Bruna mostrou ao diretor as cartas que escrevia ao filho, assim como de outras mães, e a roupa que usou no desfile da Portela em 2024, que convidou 16 mães que perderam seus filhos para “a violência de Estado”. Filmado em Super 8 e construído como documentário, o curta articula presente e passado ao trabalhar com imagens de arquivo da ditadura militar. Para Casanova, essa ponte histórica é central: “É uma situação que é de hoje, mas também é de ontem, de 20, 30, 100 anos atrás. Uma mãe preta que perde seu filho é uma coisa que está presente há muito tempo.” O uso do arquivo, explica, dá forma a uma “carta atemporal” e convoca “os fantasmas da nossa sociedade”: “Essa violência policial de hoje acho que é uma herança que vem da ditadura militar.” O Carnaval aparece como contraponto simbólico. “O Carnaval também tem todas essas camadas da história brasileira – da colonização, do tempo dos escravos –, ele carrega tudo isso. O samba vem da tristeza”, lembra o diretor, citando Vinícius de Moraes. “Um bom samba é uma forma de oração. Acho que o samba traz essa energia, essa luta. Vamos transformar isso em outra coisa, e o filme carrega essa identidade.” “Frutafizz” na competição internacional Em seu primeiro curta-metragem profissional, “Frutafizz”, Kauan Okuma Bueno narra a viagem de dois colegas pelo interior de São Paulo, explorando memória e pertencimento. Selecionado para a competição internacional de Clermont-Ferrand após vencer o Kikito de melhor curta em Gramado, o filme chega ao público francês carregado da emoção do diretor. “Me sinto muito lisonjeado, não só na parte de distribuição, mas desde sempre – como foi feito esse projeto. Significa para mim trazer um recorte da cultura brasileira para pessoas que não têm tanto acesso ou que não consomem tanto do Brasil.” Kauan destaca o caráter coletivo da obra. “É um filme que foi se moldando com o processo, a partir da memória de todo mundo que estava ali – amigos, veteranos, professores. Gosto de parafrasear o Adirley Queiroz: ‘Da nossa memória, fabulamos nós mesmos'. O filme abraça muito essa ideia.” O título surge de um refrigerante da infância do protagonista. “Ele não sabe dizer o gosto porque o gosto não importa de fato. O que importa é o que aquilo representa. Nós somos feitos de histórias incompletas e a gente tenta preencher isso com sentimento e valor.” Anthony França Brown, roteirista do curta, reforça o caráter plural da criação: “Hoje em dia, para você fazer um filme, tem que estar envolvido em todas as áreas. São recortes de memórias e experiências de várias pessoas que fazem parte desse coletivo que foi o roteiro.”
No episódio de hoje, saiba mais sobre o Festival de Pequi, que reúne diversos produtos e receitas preparadas com o fruto. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Madeira O Festival is the main topic, but there are also news, Riccardo Rancan as guest and some big silly season news !In other words; a lot good to listen to!Enjoy!To get the best orienteering equipment, go to Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/with the code: "IvarNat20", you will get 20% off!To get the premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)Maderia Orienteering in January!https://mom.camadeira.com/ To get the best orienteering trainings, check out: O-Portugal.ptShoes for running on trails, flat and terrain:https://scantrade.no/merker/scott-l%C3%B8p/sko
2026 is up on us!But we have the overall winner in WC 2025 - Max Peter Bejmer - as guest! Good talk where he gives us some nice news.Summing up some running races from the new years eve and looking forward to Madeira O Festival with a talk to the technical director for the event - Tiago Aires!Also looking ahead for the orienteering highlights in 2026!Enjoy!To get the best orienteering equipment, go to Noname webshop: https://webshop.nonamesport.com/en/with the code: "IvarNat20", you will get 20% off!To get the premium at Livelox, use: "2XIVAR" (both capital letter and small caps works)Maderia Orienteering Festival 9-11th of January!https://www.madeiraorienteering.com/enHigh quality WRE races in the start of 2026!Friday: Night Sprint, Saturday: Middle + Sprint WRE, Sunday: Middle WREAlso a good package of trainings.To get the best orienteering trainings, check out: O-Portugal.ptShoes for running on trails, flat and terrain:https://scantrade.no/merker/scott-l%C3%B8p/sko
O Festival de Cinema Francês do Brasil 2025 começou na última quinta-feira, 27, marcando o começo de uma nova etapa para o evento, agora em sua 16ª edição e sob o nome oficial que substitui o antigo Varilux. A programação segue até o dia 10 de dezembro, levando ao público uma seleção atual de filmes e talentos do cinema francês contemporâneo. Até lá, diversas cidades recebem sessões especiais, pré-estreias e títulos inéditos. O Festival de Cinema Francês do Brasil 2025 ocupa o país de ponta a ponta, chegando a capitais e cidades de todas as regiões - de Manaus, no Norte, a Porto Alegre, no Sul, passando por Recife, no Nordeste, além de diversos outros centros espalhados pelo Sudeste e Centro-Oeste.Com sessões simultâneas e títulos inéditos circulando em mais de 60 municípios, é fácil encontrar uma sala perto de você. Aliás, para conferir os horários, escolher a cidade e garantir seus ingressos, basta clicar no link oficial do festival.E para celebrar essa festa, não poderia ser diferente: neste episódio do podcast Papo de Cinema, Robledo Milani e Victor Hugo Furtado falam sobre o Festival de Cinema Francês do Brasil 2025.
A Eloy deulle por facer de corresponsal e foise a Maniños, Fene a cubrir o #Rlc Podcast festival 2025, celebrado no edificio da Asociación Cultural Recreativa e Deportiva O Pote (bo nome, por certo). O mellor, que puido desvirtualizar a xente maja do Podgalego. O peor, que foi tarde e opina sen saber, como facemos noutras ocasións, por outra parte. Nas súas propias palabras, tamén atoparedes ao Rama más punk, e Noé fala de contactos dunha vida anterior a ter un podcast. Música: "34 Ghosts I-IV", de Nine Inch Nails. CC BY-NC-SA. Nada Orixinal Curtas 003: Nada Orixinal desde O Pote © 2024 by Eloy Tembrás, Javier Ramalleira, Noé Ramalleira is licensed under CC BY-NC-SA 4.0 A páxina do festival https://festivaldepodcast.gal A maioría do resto dos podcasts podédelos atopar en podgalego https://podgalego.agora.gal (e senón, deberían!)
O Festival de Cinema Italiano no Brasil 2025 já está a todo vapor! A 20ª edição do evento que traz o melhor do audiovisual feito na Velha Bota segue até o dia 29 de novembro em todo o país, totalmente gratuito e em formato híbrido - presencial em mais de 100 salas e também com filmes online que podem ser assistidos no site do festival.Desde sua criação, o evento - organizado pela Câmara de Comércio Italiana de São Paulo (ITALCAM), em parceria com a Embaixada da Itália, se tornou uma das principais vitrines para o público brasileiro acompanhar a força e a diversidade da cinematografia da Velha Bota, servindo como um verdadeiro elo entre as tradições do cinema italiano e o olhar contemporâneo de novos realizadores.Nesse episódio, Robledo Milani e Erica Bernardini (diretora e curadora do evento) falam sobre Festival de Cinema Italiano no Brasil 2025. Dê o play e divirta-se!
Guto Valadares trabalha com iluminação cênica há mais de 20 anos, tendo projetado, executado, coordenado e operado iluminação para bandas brasilienses de baile como a banda Squema 6, Terminal Zero entre outras. Fez peças de teatro como Nós no Bambu (com Marcelo Augusto) e shows diversos de pequeno a grande porte. Desenhou iluminação para eventos corporativos como o Vende Sicoob 2022 ,Troféu Fidelidade Sicoob e Prêmio Fieto de Inovação 2022 em Palmas-TO. Atua como iluminador cênico na Empresa Brasil de Comunicação, a EBC, onde é concursado desde 2012. Atualmente também, realiza operação de iluminação e painel de LED para a banda Rock Beats e Banda Mensana, ambas de Brasília.O Porão do Rock é muito mais do que um festival de música. Ele é um marco cultural de Brasília e um dos maiores eventos de rock independente da América Latina. Criado em 1998, o festival já reuniu mais de 1.000 bandas e atraiu um público superior a 1 milhão de pessoas ao longo de sua história.3 palcos para mais de 30 shows;Lounge e praça de alimentação com opções diversas;Praça de Esportes Urbanos, incluindo pista de skate, parkour, escalada e slackline.Ficha Técnica:Guto Valadares:Projeto de luz dos palcos, espaços comuns de publico e FOH ; Coordenação da equipe de iluminaçãoMariana Brandão:FOH palco 2Denner Alves:FOH Palco 3Moises:Operação de luz da Pista dos palcos 1 e 2Caio Maciel:Apoio e Operação de luz da Pista dos palcos 1 , 2 e pista de SkateJoao Vitor AndriottiOperação de luz da pista de SkateMarcel PapaCoordenação Técnica geralSite/Rede social do trabalho: https://poraodorock.com.br/o-festival/ /@poraodorock /https://www.youtube.com/@poraodorockoficialGênero: Show
Today Marielena Ferrer and I are coming off a big weekend supporting the O+ Festival. We talk about the highlights from our perspectives including how the community shows up to help make all the magic happen.Then a little Tarot talk inspired by Nikki Fogerty's weekly report on the Queen of Disks and Five of Swords.Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
From October 10 through 12, Kingston, New York will once again host the O+ Festival - now celebrating its 15th anniversary. This unique gathering began in 2010 with a bold exchange: artists and musicians offered their talents in return for healthcare services.This year's festival features performances by Kool Keith, the Fiery Furnaces, and an appearance by author Jonathan Lethem. For three days, the city transforms into a vibrant creative commons, with murals, concerts, and installations filling public spaces, galleries, and clubs.
Confira as notícias mais importantes do mundo do cinema neste dia 23 de setembro!Baywatch está de volta em um novo reboot!Filmes brasileiros representam o país em premiações na Espanha.O Festival do Rio terá sessões gratuitas de séries na tela grande.Para mais detalhes e outras notícias, acesse meu site (hugomontaldi.com.br). E não deixe de conferir também a review que fiz sobre o documentário Picasso, Um Rebelde em Paris aqui no canal!
Mais uma vez a familia medina entrega um festival... normalsiga @jovensidososcast
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro edição de número 58, além da tradicional exibição de filmes, apresenta também um espaço para o debate sobre políticas públicas de fomento e regulação do audiovisual no país.Confira os detalhes com o jornalista Júlio Camargo
Hoje falo sobre o Elevador da Glória e comédia, falo sobre hambúrgueres e falo sobre o assassinato do Charlie Kirk... só temas levas, portanto...——————————————————00:00 - Introdução01:36 - Elevador da Glória e comédia09:01 - O Festival dos Hambúrgueres...13:11 - Charlie Kirk e a beira do precipício22:25 - Conclusão——————————————————PODCAST HELFIMED:Podem ouvir e subscrever nos links:iTunes: https://goo.gl/A3KJErSpotify: https://goo.gl/Pe2W9oAnchor: https://anchor.fm/helfimedStitcher: http://bit.ly/2Ou3T1bE podem encontrar em outros players e agregadores de podcasts.
O líder do Chega criticou, nas redes sociais, Marcelo Rebelo de Sousa por, alegadamente, ir à Alemanha a um festival de hambúrgeres, mas a palavra alemã "bürger" significava "cidadão" e não "hambúrguer". O Chega tinha votado contra a viagem oficial do Presidente da República à Alemanha para participar no Festival da Cidadania, mostrando a alegada razão para o voto em mais um acto de desinformação de André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cátia de França fala sobre sua expectativa para o show no Coala Festival ao lado de Josyara e Juliana Linhares no dia 07 de setembro no Memorial da América Latina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eliza Swann, also known as Emerald, is a writer, artist, alchemist and scholar based in New York. Swann's formative years cultivated a deep interest in the intertwined studies of mysticism and fine art, which remain central to their work as both artist and educator. Swann received a BA in Painting from the San Francisco Art Institute (2004) and an MFA from Central St. Martins in London (2012). Additionally, Swann is an initiate in Gnostic and Hermetic orders, has studied Vedic cosmology with Dr. Vagsish Shastri, trained in mindfulness meditation at the Insight Meditation Society, and studied herbalism and gardening under the guidance of their witch aunt. These studies inform their expansive approach to esoteric and ecological practices.Swann teaches art and mysticism as a unified practice and, in 2014, founded Golden Dome, an artist-in-residence program rooted in queer intersectional mysticism. Since its inception, Golden Dome has expanded to offer nationwide exhibitions, residencies, publications, and educational programming. Swann is currently faculty at Pratt Institute, where they teach “The Alchemical Imagination”, a course they created to introduce alchemical concepts to contemporary creative practice. In 2025, Swann transitioned from directing Golden Dome to launch a new initiative: Emerald School, which explores alchemy as a living, transdisciplinary practice.As a visual artist, Swann has exhibited internationally, most recently at the University of California Santa Cruz and the Feminist Center for Creative Work in Los Angeles. They are the author of The Anatomy of the Aura, Green Mary, and The Alchemical Imagination, and have contributed to numerous publications. Their work has been supported by PEN America, the Foundation for Contemporary Art, the Author's League Fund, the Los Angeles Department of Cultural Affairs, the Pratt Faculty Development Fund, the Feminist Center for Creative Work, the Hemera Fellowship for Contemplative Practice, and the Wassaic Project.Today Eliza shares about their roots, literally, the gardens of their aunt and a return to them after living and traveling beyond. We talk about alchemy and how it folds many disciplines, prayer, devotion, poetry, intuition... into its being. Eliza recalls teachers both direct and indirect and what they're work surfaced. We discuss grief and how alchemy has supported them in navigating both the personal and the global. The Emerald School is the container for their work where they guide folks through the stages of alchemy including a freeing of self and specialty, to move into deeper collaboration with all. "The school becomes a crucible: a space where diverse elements converge, disciplinary boundaries blur, and new ways of knowing can take shape."We talk about their upcoming 9 week online course, "The Alchemical Imagination," Sept. 14-Nov. 16, and their upcoming offering as a part of the O+ Festival, "The Star Inside: Alchemy and the Power of Plants" and why mugwort became a part of the conversation.Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
Anetha grandi dans un univers sonore électro, minimal et new-wave, un solide terreau pour se lancer, ses études dʹarchitecture mises de côté dans le game de la techno quʹelle découvre une nuit dans un club de Berlin. Trance, hard house, hyperpop, drum ʹnʹ bass, dans ses prods et dans ses mixes la française fait feu de tout bois. On la retrouve au Paléo, été 2025.
On pourrait résumer son parcours en 4 mots : Proxima, le label quʹelle a co-fondé pour mettre en avant la scène locale Motel Campo : le club où elle est résidente Genève : cʹest là quʹelle a eut ses premières dates en rave. Ajoutons : le Paléo en 2025, Audrey Danza y était. Et on a tout capté!
Faire la fête, mixer dans des raves underground, assister aux fashion weeks, HiTech nʹa au fond quʹune envie : sauver la club Culture. Mélange de ghettotech, de Miami Bass et de Chicago footwork, le son de ce trio venu de Detroit est une bombe atomique. On les retrouve comme si on y était au Paléo en juillet dernier.
O Festival de Cinema de Gramado encerrou sua 53ª edição com a cerimônia de entrega dos principais Kikitos. O grande destaque da noite foi o filme do diretor Bruno Bini, Cinco Tipos de Medo, que recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Brasileiro.A Praia do Fim do Mundo | Uma obra de arte no cinema | CríticaO longa de ação ainda recebeu os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Montagem e Melhor Ator Coadjuvante, para Xamã.A entrega do Kikito foi feita pelo ator Roberto Birindelli, que trabalhou com o diretor Bruno Bini no filme Loop. Roberto ainda leu a Carta de Gramado sobre a regulamentação do streaming.“Que alegria poder entregar o primeiro de vários e merecidos Kikitos para o filme do Bruno Bini! Grande parceiro. Passamos por vários festivais lançando o Loop, longa anterior dele que participei”, declara Birindelli.Você irá assistir Cinco Tipos de Medo?— Veja as principais ofertas da Amazon aqui
Anelis Assumpção fala sobre a expectativa para o show que fará, com a participação de Lazzo Matumbi, no Coala Festival no dia 07 de setembro no Memorial da América Latina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A bailarina e coreógrafa brasileira Vânia Vaneau apresentou a peça “Nébula” no Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac, em França, que decorreu de 20 a 23 de Agosto. “Nébula” sugere que a dança pode ser um “ritual de cura” contra a fatalidade climática, algures entre rituais animistas e pés assentes na terra. É em plena floresta que um círculo de terra queimada serve de cenário para “Nébula”. A peça de Vânia Vaneau e da companhia Arrangement Provisoire inspira-se de uma paisagem pós-apocalíptica para imaginar “uma alternativa, outro tipo de tempo, de atenção e de sensibilidade". Num ritmo lento e contemplativo, a intérprete avança pelo espaço decorado de carvão, rochas vulcânicas e lentes reflectoras. Em conversa com a RFI, a coreógrafa contou que “a peça começou a ser pensada num momento de uma fatalidade climática” e perante “uma impressão de que já é tarde demais”. Porém, a dança pode ser um “ritual de cura” capaz de “inventar um futuro novo” através de uma “força mais feminina e de valores mais animistas” que respeitem a natureza. RFI: Que paisagem é esta que escolheu para fazer esta peça? Vânia Vaneau, Coreógrafa: “Esta peça vem-se inserir numa paisagem natural, num bosque. Aqui nós estamos num bosque e a versão exterior da peça - porque também tem uma versão para o palco, para o teatro - foi pensada para este tipo de espaço de floresta, de paisagens às vezes também vulcânicas porque a paisagem cenográfica da peça é uma paisagem carbonizada e queimada que começa com carvão, com pedras vulcânicas e, pouco a pouco, ela vai-se iluminando com materiais reflexivos, como espelhos, e logo com cores, com pedras preciosas, flores. Essa paisagem vai-se tornando vida, se reanimando pela actividade do corpo, que vai activando esse espaço e dando vida a forças e entidades um pouco invisíveis e que estariam sendo destruídas já. Então, é reconectar com o que está vivo.” Como é que surgiu a ideia de fazer a peça e até que ponto é também um alerta político para a necessidade de proteger a natureza? “A peça começou a ser pensada num momento de uma fatalidade climática, uma impressão de que já é tarde demais. Mas o que fazer depois? Depois desse fim? Se já há uma destruição da natureza, o que podemos imaginar depois? É uma peça que tenta projectar também um futuro possível, inventar um futuro novo através de uma força mais feminina, mais intuitiva, de valores mais animistas que consideram uma horizontalidade do humano com o que não é humano. Isso é totalmente oposto às formas de poderes e à mentalidade política que a gente vive já há muitos anos, muito masculina, consumista, com poderes muito autoritários e que estão principalmente preocupados em produzir, mesmo se for para destruir todas as fontes naturais que fazem da gente seres vivos como os outros.” É uma peça ecofeminista que também faz pensar no Brasil e nas tragédias ecológicas que o Brasil tem vindo a viver? “O começo da pesquisa foi justamente em 2019, quando teve fogos muito grandes na Amazónia, criminais, pela política de Bolsonaro. Então era uma resposta, buscar uma alternativa. Não vim criticar ou denunciar isso, mas propor uma alternativa, outro tipo de presença, outro tipo de qualidade de tempo, de atenção, de sensibilidade, que é realmente mais ligado ao feminino. E também porque eu sou uma mulher e eu estou actuando na peça, mas eu acho que além de homem e mulher, é mais essa fonte, potência feminina mesmo.” Há uma escrita coreográfica baseada em formas da natureza. Há uma atenção particular aos objectos e àquilo que está em palco, entre aspas, aqui na floresta. Como é que se prepara e se opera esse diálogo entre o humano e o não humano? “Para mim, é um diálogo mesmo. Os objectos, os materiais, são na maior parte orgânicos, mas também tem materiais que levam mais para esse lado mais futurista de olhar o futuro. Tem lentes, tem fornos solares, mas são objectos que levam a olhar para mais longe, para o espaço, para o cosmos. Para mim é um diálogo. Eu dou vida para os materiais, eles dão vida para mim e a gente está no mesmo nível. Eu, o espaço, a paisagem onde a gente se encontra e esses materiais e os elementos. Porque nesse caso, estando aqui fora, tem o vento, tem chuva, tem ruídos, tem folhas.” A peça talvez comece com um lado mais sombrio, mas não é sombria, pelo contrário, dá esperança? “Foi uma maneira de não ter medo de olhar para o escuro, de olhar através da catástrofe, olhar para a destruição e encontrar maneiras de curar. É quase como um ritual de cura. Essa peça tem essa possibilidade de cura, de recolocar os pedaços, de transformar o corpo, transformar a paisagem, a natureza. Então, acho que sim, que tem uma esperança.” O Brasil é o pulmão do planeta. O Festival de Aurillac quis mostrar o pulmão da criação brasileira. Como é que vê este festival e o facto de o Brasil trazer peças que apontam para essa urgência ecológica? “É a primeira vez que eu venho neste festival e estou muito feliz de fazer parte deste programa brasileiro porque eu desenvolvi o meu trabalho muito na Europa, mas eu sinto-me ligada ao Brasil e acho muito importante esse tipo de ponte, de intercâmbio. Eu acho que uma cultura tem muito para aprender da outra. Eu considero isto um encontro de culturas e fico muito feliz quando as duas se encontram ou aqui ou lá, mas que tem essas duas polaridades porque são realidades também de criação e realidades políticas muito diferentes, mas que actualmente se encontram com as mesmas dificuldades também. O perigo de a cultura de ter cada vez menos ajudas e valorização, no Brasil, já existe há muito tempo. Aqui também tem esse perigo e acho que uns têm que aprender dos outros, como resistir, como continuar criando, como inventar outras maneiras.” A Vânia Vaneau vive em França. Quer contar-nos um pouco do seu percurso? “Eu vivo na Europa desde os 17 anos. O meu trabalho sempre é influenciado, alimentado pelas minhas raízes brasileiras. Para mim, é uma maneira de me reconectar a essa fonte criativa que, para mim, se situa em boa parte no Brasil. Se eu aprendi e desenvolvi a minha linguagem na Europa, estive na Bélgica, estudei na P.A.R.T.S., trabalhei com companhias como Maguy Marin vários anos, Christian Rizzo. Criámos a companhia Arrangement Provisoire com Jordi Galí, que é um artista catalão, e a gente colabora também em outros projectos pedagógicos e de pesquisa.”
O espectáculo “Quando Quebra Queima”, da companhia brasileira “ColectivA Ocupação”, levou as revoltas estudantis de São Paulo, em 2015, para um liceu francês e para as ruas do Festival Internacional de Teatro de Rua de Aurillac. Palavras de ordem, dança, canto e música mostraram uma “dança-luta”, uma “coreografia de protesto” e um “coro combate” que reactivaram protestos de ontem e ecoaram com revoltas de hoje. A companhia levou “as ruas para dentro da cena e tornou a rua numa cena”, nas palavras da encenadora Martha Kiss Perrone. O público também participou e repetiu slogans numa ocupação colectiva e festiva do espaço público e do teatro. Tudo começa no pátio de um liceu, na cidade que acolhe o Festival de Teatro de Rua de Aurillac. O público é convidado a ocupar as cadeiras que existem e a distribuírem-se pelo espaço onde vao interagir com os intérpretes. Esses recordam tempos que viveram durante as ocupações estudantis de 2015 em São Paulo, no Brasil, e falam de injustiças sociais de então e que perduram. Os actores-bailarinos-manifestantes mobilizam dança, canto, música, correm, saltam barreiras, exibem fotografias, fazem os espectadores repetir palavras de ordem e incitam-nos a ocupar o espaço político que o teatro também comporta. A peça desenrola-se num liceu, mas acaba invadindo as ruas da cidade, numa grande manifestação colectiva, festiva e poética. Martha Kiss Perrone, encenadora de “Quando Quebra Queima”, esteve à conversa com a RFI no final da peça. RFI: Como descreve “Quando Quebra Queima”? Martha Kiss Perrone, Encenadora de "Quando Quebra Queima” : “A gente desenvolveu algumas novas ideias e vocabulários sobre teatro. Esse espetáculo é uma dança-luta que é uma coreografia de manifestação, que é um coro combate. Então, é um espetáculo onde a gente não representa uma luta, mas a gente é, em si, uma manifestação, uma luta, uma festa. É uma feitura de teatro que desloca o que aconteceu nas ruas para dentro da cena e torna a cena numa rua.” Há a pretensão de também revolucionar, de certa forma, o teatro? “Sim. A ideia da ocupação que, em 2015, aconteceu dentro das escolas, ela também acontece dentro da linguagem. Então, a própria linguagem das artes cénicas, do teatro, da dança e tudo o que envolve as artes performativas também é ocupada e transformada por essa luta.” Como é que se transforma em dramaturgia essas lutas que habitualmente estão nas ruas? “Primeiro, a dramaturgia nasce da experiência. Ela nasce dessas pessoas, desses secundaristas que hoje são artistas, e das vivências deles. São atores, performers, dançarinos que são autores da dramaturgia. Ela não está baseada somente na palavra, mas primeiro numa experiência política e depois numa experiência poética que é sobretudo elaborada e criada pelos artistas em cena.” A peça é co-criada com o público? Há essa intenção de trazer o público para dentro do palco? “Sim. Num primeiro momento, num processo de criação, ela nasce através das experiências pessoais, biográficas e que são coletivas. Num segundo momento, quando a gente recebe o público, elas são transformadas. Então, não é um espetáculo para o público, mas é um espetáculo com o público. Ele também é convidado a fazer parte dessa manifestação. Tanto é que esta noite a gente pôde ver isso, o público mais do que interagiu, ele também é sujeito da história. Ele também se sente muito livre para se manifestar, para falar, para dançar e também agir.” Sentiu-se um lado extremamente político e politizado, que contagiou o público. O objectivo também é esse? “Sim, mas não é só um objetivo, é um estado de vida onde a política é feita de corpo, de subjectividade, de jogo, de conexão com o outro. Então, ela não é uma ideia, mas é uma poética da relação, como diz o Glissant. Em termos de denúncias e de utopias e poéticas, quais são as principais linhas de força do espectáculo? “As linhas de força deste espectáculo, eu acho que é uma pergunta que a gente faz no final. A última fala do espectáculo é “o que nós devemos fazer agora”. Então, não é tanto uma resposta, mas uma pergunta. As linhas de força, sem dúvida, estão na colectividade, no encontro e no entendimento dessa experiência que nasceu na rua e que esta política é feita a partir de uma ideia, de uma política do encantamento, de uma política de festa, de uma política de alteridade, de uma política horizontal, autónoma e, sobretudo, em aliança com a alteridade do outro e o outro e o público.” Há temáticas que estão muito presentes, por exemplo, a valorização dos corpos negros, a valorização das heranças indígenas… Tudo isso também está muito presente. Também há uma vontade de denunciar tudo aquilo que foi alvo de uma tentativa de silenciamento? “A gente não costuma usar muito a palavra denunciar, apesar de ela ser muito justa e legítima. É uma manifestação na medida em que as pessoas e as artistas que estão em cena, essas são as ancestralidades delas. Então, também existe um lugar que, ao falar disso, não é falar mais somente de um lugar da dor, da tragédia e do silenciamento, mas um lugar também de vitória.” Como aconteceu toda a escolha da música, por exemplo, já que tem uma componente muito forte em termos de música, com música brasileira, música francesa, música electrónica. Aliás, em cena, está escrito “Funk não é crime”. Como é que foi essa escolha? "Tudo é música para nós. Tudo começa com a música. Isso tem a ver sobretudo, com a experiência afro-indígena e diaspórica do Brasil, onde a música é, vamos dizer, a nossa escrita também. É uma forma de viver a música que não nasce como um conceito, mas como uma pulsão de vida. E a música neste espetáculo nasceu como uma necessidade em conjunto. Ela é também uma personagem e nasce não como uma ideia, mas como uma pulsão. Durante a criação, durante os ensaios, essas músicas elas eram o “start” para a gente criar uma cena, muitas vezes ela nasce muito antes da palavra.” Porque é que escolheu terminar a peça nas ruas aqui no Festival de Teatro de Rua de Aurillac? “Esse espectáculo teve a sua estreia em 2018 e, desde o início, a gente tinha um entendimento que ele já terminaria na rua, que é o lugar onde ele começou. Então, ao longo desses anos, nós sempre terminamos na rua e muitas vezes nós bloqueamos a rua. Então, a gente estreou no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. A gente apresentou na Avenida Paulista e nós bloqueámos a Paulista. A gente apresentou em Londres e bloqueou uma rua de Londres e hoje em Aurillac é como uma continuação. As ruas mudam, mas a nossa relação sempre é encontrar a origem de onde começou este espetáculo.” O Festival de Aurillac é de teatro de rua. Tem uma simbologia especial para vocês estarem num festival de teatro de rua que devolve esse lugar ao teatro? “Sem dúvida. Foi muito importante para a gente a apresentação desta noite porque este espectáculo nós não fazíamos há muito tempo e estar num festival que é de teatro de rua é como retomar a nossa terra, retomar as origens que produziram este espectáculo. E isso está muito presente. O público é completamente diferente de um público de teatro, de sala. A gente sentiu. A gente está muito emocionada porque é um público muito activo, que fala, que se posiciona. A rua também não é só o espaço público fora, mas a rua é um estado, é um jeito de ser. A gente também trouxe a rua para dentro do espectáculo. Foi muito emocionante. E talvez a gente precise sempre de retomar esse lugar que é a rua.” E devolvê-la ao teatro? “E devolvê-la ao teatro. Ocupar a rua e a rua entrar no teatro. Ocupar o teatro.”
Kelly, PG e Gabriel Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
Senadores americanos da oposição acusaram Donald Trump de abuso de poder na ameaça ao Brasil. A uma semana do início do tarifaço, empresários recorrem a férias coletivas para evitar prejuízo, e exportadores mantêm centenas de contêineres parados em portos brasileiros. Repórteres do JN explicam o que são os minerais estratégicos que levantaram a cobiça dos Estados Unidos. Com chuva abaixo da média, as contas de luz ficam mais caras em agosto. Israel anunciou que vai voltar a permitir o lançamento de comida por aviões em Gaza, mas especialistas em ajuda humanitária dizem que não será suficiente para os mais de dois milhões de palestinos. O Theatro Municipal do Rio reuniu uma multidão para o velório de Preta Gil. O Festival de Joinville reproduziu num museu os bastidores dos espetáculos de dança.
Foi vez da Jeje ficar doente, mas tempos a companhia do Max Fernandes que, dentre outras coisas, é redator no no Game Design Hub, para falarmos do Festival Jogatório 2025.Participantes:Max FernandesHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - Sobre o Festival Jogatório 202527:00 - Subversive Memories45:00 - Cidadão de SP Simulator 251:00 - Love Sick Cats1:01:00 - Pimbolas1:09:00 - Artius1:17:00 - Le Fol1:21:00 - Robo Gal1:30:00 - Folk LorestsVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Integrando o Ano do Intercâmbio e da Amizade Brasil-Japão, o evento contou com programação de música, dança, gastronomia, artesanato, performances, realidade virtual, exposições e oficinas
La DJ et productrice Rosa Pagano secoue la scène Drum'n'bass suisse. Cette infatigable artiste est la parfaite ambassadrice du genre dans notre pays avec sa série de soirées Subset dont elle est résidente. Rosa prêche la vibrante parole de la bass music de Zürich à Berne, en passant par la Lake Parade et très prochainement Paléo. Car c'est sur la Plaine de l'Asse, le samedi 26 juillet, que Rosa Pagano disséminera bangers et good vibes aux côtés de la crème du moment, Charlie Tee et Flava D. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Ga voor de shownotes en het transcript naar https://www.damnhoney.nl/aflevering-228DAMN, HONEY wordt gemaakt door Marie Lotte Hagen en Nydia van VoorthuizenDeze aflevering wordt gesponsord door O Festival en Careibu: Kom naar het O. Festival for Opera, Music, Theatre. We mogen 20% korting weggeven op een voorstelling naar keuze op de eerste zaterdag van het festival, 24 mei. Ga voor tickets en het programma naar o-festival.nl en gebruik de code DAMNHONEY.Breng ook wat gezelschap en word maatje voor een senior of kind uit jouw buurt! Ga naar ikwordmaatje.com en bekijk hoe makkelijk jij impact kan maken!editwerk: Daniël van de Poppe jingles: Lucas de Gier website: Liesbeth Smit DAMN, HONEY is onderdeel van Dag & Nacht Media. Heb je interesse om te adverteren in deze podcast? Neem dan contact op met Dag en Nacht Media via adverteren@dagennacht.nlZie het privacybeleid op https://art19.com/privacy en de privacyverklaring van Californië op https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Ga voor de shownotes en het transcript naar damnhoney.nl/aflevering-227DAMN, HONEY wordt gemaakt door Marie Lotte Hagen en Nydia van Voorthuizen:Deze aflevering wordt gesponsord door O Festival, NordVPN en Saily: Kom naar het O. Festival for Opera, Music, Theatre. We mogen 20% korting weggeven op een voorstelling naar keuze op de eerste zaterdag van het festival, 24 mei. Ga voor tickets en het programma naar o-festival.nl en gebruik de code DAMNHONEY voor de korting. Profiteer nu van de exclusieve NordVPN-deal met mega korting en 4 maanden extra via nordvpn.com/DamnHoney. Probeer zonder risico met de 30 dagen geld-terug-garantie!Ontvang 15% korting op Saily databundels! Gebruik de code DAMNHONEY (aan elkaar) bij het afrekenen. Download de Saily-app of ga naar saily.com/damnhoney.editwerk: Daniël van de Poppe jingles: Lucas de Gier website: Liesbeth Smit DAMN, HONEY is onderdeel van Dag & Nacht Media. Heb je interesse om te adverteren in deze podcast? Neem dan contact op met Dag en Nacht Media via adverteren@dagennacht.nlZie het privacybeleid op https://art19.com/privacy en de privacyverklaring van Californië op https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO VIGÉSIMO TERCEIRO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Nesta edição do podcast cinematório café, nós levamos você à 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Saiba como foi participar do mais tradicional festival de cinema do país e confira nossa opinião sobre os principais filmes premiados. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Realizado no histórico Cine Brasília, o 57º Festival de Brasília contou com a presença de mais de 30 mil pessoas ao longo de sua programação, que exibiu 79 produções, entre longas e curtas-metragens, de 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Com direção geral de Sara Rocha e direção artística de Eduardo Valente, o evento contou ainda com debates, rodadas de negócios, tenda gastronômica, oficinas e outras atividades. No podcast, você sabe mais sobre como o festival é estruturado e acompanha nossos comentários sobre alguns destaques da programação, incluindo o documentário "Apocalipse nos Trópicos", de Petra Costa, e filmes premiados na Mostra Competitiva Nacional, que teve como principais vencedores os longas "Salomé" e "Suçuarana" (confira a lista completa). O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.
O Narrativas é um programa que aborda os principais temas da atualidade sobre o aspecto do fato, das narrativas da direita e da esquerda e da opinião da colunista Madeleine Lacsko. O programa vai ao ar de segunda a sexta às 17h. Leia a coluna de Madeleine Lacsko no Antagonista. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 13, traz uma entrevista com o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil). O programa também fala sobre o ‘Janjapalooza', o ‘namoro online' de Bolsonaro e Valdemar Costa Neto e os novos anúncios de Donald Trump sobre seu governo.Você também pode assistir ao Papo Antagonista com a apresentação de Felipe Moura Brasil na BM&C, nos canais de TV 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
On this month's installment of Spirituality and Politics with Marielena Ferrer, we share our favorite moments of the O+ Festival and gratitude for those who helped to make it happen.Then Marielena and I discuss "The One" archetype that I mentioned a few weeks ago. It's one of Kim Kran's Archetypes that delves into nonduality, one love and unus mundus.Don't forget the Full Moon this Thursday!Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
https://beercast.com.br/wp-content/uploads/2024/10/BC_583_Podcast-Develon-FCB-Camboriu.mp3 2025 promete ser um ano especial para a Cerveja no Brasil. Neste programa entrevistei Develon da Rocha que me contou como a ABLUTEC vai realizar o Festival Brasileiro da Cerveja em Balneário Camboriú, de 12 a 15 de março de 2025, com centenas de cervejarias, mais de 1 mil rótulos e 120 estilos. Na Semana da Cerveja também acontecerão a Comenda da Cerveja Brasileira, o CBC Brasil - Concurso Brasileiro de Cervejas, o Conib - Congresso Internacional da Cerveja e a Feira Brasileira da Cerveja. Venha ouvir e entender como tudo isso funcionará! Procure por "Beercast Brasil" no seu app de música favorito. Ouvir no Spotify Ouvir no Apple Podcasts Ouvir na Amazon Music Ouvir no Deezer Seja Patrono do Beercast contribuindo a partir de R$10,00 por mês. Links: Ingressos FBC Balneário Camboriú 2025 Instagram FBC 2025 Entre em contato com o Beercast e acompanhe nossas mídias sociais: contato@beercast.com.br : Mande suas degustações, garrafadas, críticas, elogios e sugestões. Instagram Beercast Brasil Fanpage Beercast Brasil no Facebook Feed do Beercast (assine nosso feed)
Holly Troy is an artist, writer, teacher and musician, whose work explores forms for “deep play.” Her passion is to create positive transformation through imagination, movement, pranayama, co-creation, and playful embodiment.Holly envisions a world where people have the tools and resources to be their authentic selves as conscious creators contributing to a renaissance of human potential that uplifts all of humanity and every being on the planet.Holly came of age as a musician on the Lower East Side, New York City in the 80s and 90s. She earned her yoga teaching certificate from Sivananda Yoga Vedanta Center in 1996. She holds a degree in Creative Writing and Studio Art from Hunter College. Her painting has been the subject of solo shows in the USA and is held in private collections across the US, Europe and Australia. She is based in upstate New York.You should also know that she hails from an illustrious lineage of fortune tellers, yogis, folk healers, troubadours and poets of the fine and mystical arts. Shape-shifting Tantric Siren of the Lunar Mysteries, she surfs the ebbs and flows of the multiverse on the Pure Sound of Creation. Her alchemy is Sacred Folly — revolutionary transformation through Love, deep play, Beauty, and music.She believes creativity, love, kindness, radical authenticity, and self-care are imperative for a just and sustainable world.She's leading a workshop this weekend, I am Divine Love, as a part of the O+ Festival on Sunday, at the Good Work Institute at 4:30pm.Today Holly shared the background in developing this workshop and what to expect. We talk about the themes of Love, true self, play, fun, and presence, and Holly shares about her lineage and how she became who she is now, someone who is forever exploring and choosing to see the world through love and play."There's going to be pain in life but suffering is optional..."Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
In this episode, we chat with Lara Hope and Jesse Scherer about the O+ Festival, coming up October 11-13 in Kingston, where their mission is to exchange the art of medicine for the medicine of art. Hear all about the origin story of O+ (which also sounds like the beginning of a joke), their unique model to provide healthcare for all, and their incredible initiative to expand services beyond the festival with a year-round clinic. Find out more, get involved, and get details about the festival at www.opositivefestival.org. They can also be found on Instagram and Facebook. Our Westchester Valley Girl, Danielle, gives us the lowdown on block party season in the Rivertowns on our 411 of Westchester segment. Check out the Sleepy Hollow Street Fair and the Ferry Festa in Dobbs Ferry, both on Saturday, October 5th, and the Rivertowns Chamber of Commerce Halloween Block Party on Friday, October 18th in Irvington. Our Capital District Valley Girl, Rebecca, will make your mouth water describing the stick-to-your-ribs and other authentic New York deli fare from Gershon's Deli & Catering in Schenectady. Thanks for listening! To help support The Valley Girls, please follow our podcast from our show page, leave a rating and review, and please spread the word and share our podcast with others. We really appreciate your support! To stay up to date and for more content you can find us at valleygirlspodcast.com, at instagram.com/ValleyGirlsPodNY, at YouTube.com/@ValleyGirlsPodcast, and starting this season check out the Newsletter and Pod Squad tab on our website to sign up for our e-mail newsletter and join our new Facebook Group so you never miss a thing! All links can also be found in our Instagram bio. Episode music by Robert Burke Warren entitled Painting a Vast Blue Sky can be found at robertburkewarren.bandcamp.com/track/painting-a-vast-blue-sky.
NeeNee Rushie grew up in Jamaica where her mom and her 3 sisters raised her. She's always been very touched by music and songs from a very early age. She sang in church and school choirs since the 4th grade- when she discovered that she had a talent for singing and performing.NeeNee moved to NY in 2003 and went to college in New Paltz in 2005 where she met the original drummer and Rob (their current bass and musical director) that same year. The band would form in a couple of years. Since then, they have released 5 full length studio albums, a couple live EPs, performed all over the country and experienced countless strange and unforgettable moments. The band has had some line up changes over the years. Some wonderful musicians have come and gone. Rob, Chas and NeeNee are original members. Guthrie, Manuel, Roger and Ryan have been on board for several years now. The band operates like a family. They play reggae-ish, ska-ish, world-ish grooves, sprinkled with some soul-ish nuggets.When NeeNee became a mother, their strategy changed from playing tons of shows, to being more picky about the shows they play. She realized that she was going to have to make the same or stronger impact, but by playing less shows. NeeNee's daughter really regenerated a new love for the band in her. Her daughter has taken a major interest in the band and their music, and that has given NeeNee a new perspective. She's never felt more passionate about the band and is feeling prouder of what they have done, and more confident about what they are working on.https://www.bigtakeoverband.com/On today's show NeeNee shares about her childhood and the music that she was surrounded by while living in Jamaica and what it was like leaving her home and her mama. We talk about her process for writing and collaborating with the band, being a woman in a male dominated industry, and listen to a few songs and hear what they mean to NeeNee. Of course, we also talk about motherhood, how that's impacted her and the band, and how they are evolving as a result. They have two local shows coming up. First up is at The Falcon on September 28th and then The Linda in Albany on October 26th.Here's the Tarot reading that I shared from Nikki Foggerty. "I bring love and compassion to myself and embrace all the possibilities that lie ahead.. "We listened to a song from Amber Rubarth who will be a guest on the show Sept. 9th. She's also playing this benefit...Neighbors for Neighbors on September 14th supporting People's Place and the O+ Festival.Here's a link to today's playlist.Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
Pela segunda semana seguida temos coisas a falar de eventos de games que rolaram por aqui. Desta vez falamos do Festival Jogatório, que teve sua segunda edição no início de julho. Na companhia do Lucas Toso, o responsável pelo Controles Voadores, a gente conversou sobre o evento em si e o que jogamos por lá.Participantes:Lucas TosoJessica PinheiroHeitor De PaolaAssuntos abordados:07:00 - O festival Jogatório28:00 - Gurei35:00 - Astercys40:00 - Heavenstrafer44:00 - Lo Fi Console51:00 - BloodBoarderz54:00 - Roadout1:00:00 - Lipsync Killers 1:09:00 - Silva1:13:00 - Green Memories1:19:00 - Reality Rash e The Posthumous Investigation1:23:00 - Jogatório além dos gamesVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Jo Shuman is a mental health nurse, in the field for 30 years. She has worked in several settings: Community Mental Health Clinics; Substance Abuse Programs; a State Prison; and has spent the last 10 years working for the Ulster County Mobile Mental Health Team. She just completed a year long program through Psychedelics Today called Vital: Psychedelic Therapies and Integration. She has been a volunteer for the Restorative Justice 180 Program for 10 years and marvels at the growth she has witnessed in the youth it serves. She is a life long activist and has experienced the power of civil disobedience and getting into good trouble. She is also a proud mother of four in a blended family and grandmother of 8.Today we get to learn about Jo and her beautiful life, from fighting back against racist behavior in junior high, to protecting the land and humans from uranium mining and the danger in the transport of nuclear weapons, she's been a long time activist who is really lead by her heart in all she does. We learn about her work and why she's taken on such impactful roles, what she's learned about humans and relating with others, and how we can better take care of ourselves and others. Our conversation goes philosophically deep into many of the issues that Jo has been involved with in her work, and she shares her insight eloquently. If you'd like to connect with Jo as a resource in any of the subjects she discussed, please reach out and I will connect you. You can also find her on Instagram.She's beginning a monthly gathering for folks who have had a psychedelic or non-ordinary state experience in conjunction with the O+ Festival on July 9th. RSVP if you'd like to be a part of it.Today's show was engineered by Ian Seda from Radiokingston.org.Our show music is from Shana Falana!Feel free to email me, say hello: she@iwantwhatshehas.org** Please: SUBSCRIBE to the pod and leave a REVIEW wherever you are listening, it helps other users FIND IThttp://iwantwhatshehas.org/podcastITUNES | SPOTIFYITUNES: https://itunes.apple.com/us/podcast/i-want-what-she-has/id1451648361?mt=2SPOTIFY:https://open.spotify.com/show/77pmJwS2q9vTywz7Uhiyff?si=G2eYCjLjT3KltgdfA6XXCAFollow:INSTAGRAM * https://www.instagram.com/iwantwhatshehaspodcast/FACEBOOK * https://www.facebook.com/iwantwhatshehaspodcast
O Papo Antagonista desta terça-feira, 18, analisa as novas declarações de Lula sobre ‘saidinhas', Roberto Campos Neto, aborto e taxa da blusinha.O programa também fala a respeito da hipocrisia do STF em relação ao monitoramento de redes sociais.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br