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retomada

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ONU News
Líder da ONU pede fim dos ataques entre Estados Unidos e Irã

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 1:31


Retomada das ofensivas paralisou novamente a navegação no Estreito de Ormuz e elevou o preço da energia; governo norte-americano afirmou ter atingido cerca de 140 alvos; Irã lançou mísseis e drones contra seis países vizinhos. 

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 10/07/2026 – OTAN, Irã, Ucrânia, Cuba, Sul Global, calor recorde e saúde na ONU

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 20:58


Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 2:14


NESTA EDIÇÃO. Novo aumento do preço do barril deixa incerto o futuro da retirada dos subsídios aos combustíveis no Brasil e amplia a pressão entre governo e agronegócio. Rússia veta exportações de diesel. Petrobras associa subsidiária de biodiesel à Abiove. Gasmig avalia rede para levar biometano ao Triângulo Mineiro. *Locução gerada por IA

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Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 2:15


CBN Vitória - Entrevistas
Entenda como está o projeto de retomada do Trem das Montanhas

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 18:49


O projeto de retomada do Trem das Montanhas Capixabas ganhou um novo impulso recentemente. Durante reunião realizada, no último dia 10, em Brasília, o ministro dos Transportes, George Santoro, informou que a cessão da antiga Ferrovia Leopoldina ao governo do Espírito Santo deverá ser formalizada ainda neste mês, etapa considerada fundamental para viabilizar projetos turísticos e de desenvolvimento ao longo do trecho ferroviário histórico. Em entrevista à CBN Vitória, o prefeito de Viana, Wanderson Bueno, que acompanha as negociações, fala sobre o assunto.

Governo do Estado de São Paulo
Esper Kallas - A vacinação poderá ser retomada

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 0:36


Dr. Esper Kallas - Diretor do Instituto Butantan - Dúvidas sobre a vacina da Dengue

Resumão Diário
JN: Ancelotti convoca Neymar e mais 25 jogadores para a Copa; sobe o número de mortos por ebola no Congo; Trump suspende retomada de ataques no Irã

Resumão Diário

Play Episode Listen Later May 19, 2026 7:04


Carlo Ancelotti convocou a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. São 26 jogadores em busca do hexa. O técnico anunciou Neymar, o nome mais aguardado. O atacante do Santos vai disputar o quarto Mundial na carreira. O JN acompanhou a festa das famílias dos jogadores e recebeu o técnico da Seleção no estúdio para uma entrevista especial. Subiu o número de mortos por ebola na República Democrática do Congo. Com desaprovação recorde nos Estados Unidos, Donald Trump suspendeu a retomada dos ataques contra o Irã. A Justiça americana impôs uma derrota a Elon Musk na batalha pela OpenAI.

TV 247
Bom dia 247_ Lula inicia retomada e Flávio Bolsonaro entra em declínio _11_5_26_

TV 247

Play Episode Listen Later May 11, 2026 209:57


Bom dia 247_ Lula inicia retomada e Flávio Bolsonaro entra em declínio _11_5_26_ by TV 247

Noticiário Nacional
17h Já foi retomada a circulação de comboios na linha do Norte

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 8, 2026 13:03


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Podcasts epbr
Petrobras amplia retomada na Bacia de Campos I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 4:24


NESTA EDIÇÃO. Com a compra de mais um ativo na Bacia de Campos, Petrobras caminha com plano de retomada na região. Preço do barril de petróleo volta a subir após fracasso de tentativas de negociações entre EUA e Irã. Casa Branca avalia proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. MME publica diretrizes para as janelas de acesso à rede elétrica. Como foi a articulação pró-biocombustíveis do governo e empresários brasileiros na Feira de Hannover, na Alemanha. ***Locução gerada por IA

Genial Podcast

Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.

Podcast MiranteFM 96,1
PLUGADO #472 - Retomada do Trem das Onze com lançamento do videoclipe de Deixa Levar

Podcast MiranteFM 96,1

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 23:35


Será lançado nesta quinta-feira (24/4), às 21, no Lampiões Boteco, no Centro Histórico de São Luís, o videoclipe "Deixa Levar" do grupo de samba Trem das Onze. A produção marca um momento histórico de retomada das atividades do grupo, reunindo samba de partido alto autoral e uma estética audiovisual enraizada na boemia do centro de São Luís.

Notícias MP
MPAC oficia Prefeitura de Rio Branco sobre paralisação e medidas para retomada do transporte coletivo

Notícias MP

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 1:08


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor, encaminhou ofício à Prefeitura de Rio Branco solicitando informações acerca da paralisação total da frota de ônibus do transporte coletivo, ocorrida nesta terça-feira, 22.

ONU News
ONU pede retomada de negociações para acabar com crise no Oriente Médio

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 1:55


Secretário-geral, António Guterres, disse a jornalistas que é “altamente provável” que EUA e Irã reiniciem diálogo; ele pediu extensão do cessar-fogo e liberdade de navegação, inclusive no Estreito de Ormuz; segundo ele, encontro diplomático entre Israel e Líbano é oportunidade para mudança de postura.  

CBN Vitória - Entrevistas
Iphan autoriza retomada das obras de revitalização no Centro de Vitória

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 19:42


A obra de revitalização de ruas no Centro de Vitória, iniciada pela prefeitura em março deste ano e paralisada após determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será retomada a partir desta terça-feira (07). A garantia foi dada pelo superintendente do órgão, Joubert Jantorno Filho, em entrevista à CBN Vitória. O Iphan havia notificou a administração municipal no dia 20 de março e determinado o embargo das obras de requalificação da Sete de Setembro e Gama Rosa. A determinação para paralisar as obras, segundo o Instituto, teria sido motivada pela ausência da documentação necessária para a análise prévia de impactos ao patrimônio cultural, considerando que as intervenções ocorrem em área com bens protegidos e com potencial ocorrência de achados arqueológicos.

Notícias MP
MPAC assegura retomada do Conservatório Musical do Juruá

Notícias MP

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 0:57


O procurador-geral de Justiça Oswaldo D' Albuquerque Lima Neto anunciou, neste domingo, 29, que o Conservatório Musical do Juruá em Cruzeiro do Sul será retomado em parceria com a Procuradoria-Geral do Estado (PGE).Idealizado pelo promotor de Justiça Iverson Bueno em 2016 e institucionalizado em 2017, no segundo mandato do atual procurador-geral de Justiça, o Conservatório visa transformar realidades, oferecendo oportunidades por meio da música e incentivando o desenvolvimento pessoal e cultural de jovens carentes do Vale do Juruá.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Fim da pressão sobre os preços da arroba não significa retomada de alta para o boi, alerta analista

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 15:12


Incertezas com a guerra e maior oferta de animais com fim da safra sinalizam viés baixista para arroba

Notícias Agrícolas - Podcasts
Retomada do movimento de alta da arroba é questão de tempo, B3 já voltou a se recuperar

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 51:34


No quadro POTENCIAL DAS RAÇAS - os resultados de mais uma prova de avaliação de desempenho da raça Santa Gertrudis e a evolução em eficiência alimentar e carne de qualidade

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
27 de fevereiro - Epagri fortalece a retomada da cafeicultura no Litoral Sul de SC

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 10:29


O café faz parte da história de Santa Catarina, está no nosso brasão, na nossa bandeira e, principalmente, na memória de muitas famílias do campo. E agora, essa cultura que marcou gerações volta a ganhar força no Litoral Sul do Estado. Ao longo de 2025, a Epagri realizou uma série de ações para fortalecer a cadeia produtiva do café, com cursos, assistência técnica e integração com a pesquisa científica. Sobre esse trabalho, a gente conversa agora com o engenheiro agrônomo Filipe Espíndola, extensionista da Epagri, que acompanha de perto esse movimento de retomada da cafeicultura na região. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Notícias Agrícolas - Podcasts
Retomada das premiações nas corridas de cavalo tende a incentivar criação de animais

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 9:05


Nova diretoria do Jockey Club /SP quer revitalizar o turfe com apoio aos criadores

Notícias Agrícolas - Podcasts
Preços do leite ao produtor podem volta a subir ainda em março , alerta Stonex

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 12:31


Retomada do equilíbrio entre oferta e demanda cria cenário mais favorável para os preços

Ouvi na Bloomberg Línea
A retomada turbulenta dos IPOs brasileiros

Ouvi na Bloomberg Línea

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:21


Estratégia das Marcas | Marcelo Lyra, vice-presidente de RI, ESG e Comunicação da Acelen Renováveis apresenta o plantio da macaúba no Centro de Tecnologia Agripark, com foco em genética das sementes e sustentabilidade em áreas degradadas. Entrevista completa: #Patrocinado

Resumo da Semana
Retomada de trabalhos legislativos; aprovação do programa Gás do Povo; e lançamento de pacto nacional contra o feminicídio

Resumo da Semana

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026


Debate da Super Manhã
A retomada do setor alimentício

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 53:16


Debate da Super Manhã: O aumento da atividade, a reorganização dos negócios e novas estratégias de produção e venda de alimentos. A retomada do setor de alimentação reaquece a economia impulsionando empresários e empreendedores com adaptações diante do novo cenário de consumo. No debate desta quarta-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a recuperação econômica do setor alimentício, os principais indicadores dessa cenário, os obstáculos que ainda persistem e a implantação da nova cesta básica nacional. Participam a presidente do Conselho Regional de Economia de Pernambuco(Corecon/PE), Keynis Souto, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Pernambuco (Abrasel em PE), Tony Sousa, e a especialista em Varejo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Valdenice Ferreira.

Teletime
02/02/26 | Retomada das atividades no Congresso | Telcomp vs. Fistel | Acessibilidade ampliada

Teletime

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 19:12


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Retomada dos negócios traz liquidez para o mercado do boi e mais clareza para cotação da arroba

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 21:35


Cenário é favorável para os preços apesar de incertezas após divulgação de cotas para exportação

O Antagonista
Toffoli determina retomada de investigações sobre o Banco Master

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 11:22


Ministro do STF autoriza retomada de investigações sobre o Banco Master; mas decisão não representa fim da blindagem Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Rádio Novelo Apresenta
A nova geração

Rádio Novelo Apresenta

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 63:58


Conversas entre o presente e o futuro. No primeiro ato: crianças indígenas crescendo, uma batalha após a outra. Por Vitor Hugo Brandalise. No segundo ato: um poema e um crime. Por Victor Manoel. A história "A ocupação" é a terceira da série especial “A Retomada”, apoiada pelo Pulitzer Center, sobre direitos indígenas no Brasil. As outras histórias da série foram publicadas nos episódios “A Volta de Goreth Suruí” e “Ritos", em setembro e outubro de 2025, no Rádio Novelo Apresenta. A história "Cartas para Chico" teve apoio do iCS, o Instituto Clima e Sociedade. Além de ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, os membros do Clube da Novelo tem acesso a uma newsletter especial, e a eventos com membros da nossa equipe . Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo feita só pra membros. Assine em ⁠⁠⁠⁠radionovelo.com.br/clube⁠⁠⁠ Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: direitos indígenas; infância; educação escolar indígena; Pará; COP 30; Carta ao Jovem do Futuro. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícias Agrícolas - Podcasts
Os sinais do mercado do boi que indicam retomada da alta da arroba

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 63:15


No quadro PROTEÍNAS ANIMAIS – destaque para a polêmica sobre classificação da tilápia como espécie invasora no Brasil . No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE – como entender a pecuária intensiva de alta rendimento

Notícias Agrícolas - Podcasts
Boi na B3 se aproxima de patamar de preços que sugere retomada das altas

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 12:27


Especialista lembra que valores entre R$317 e R$318 por arroba motivaram alta nos preços em momentos anteriores

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja sobe forte em Chicago com otimismo pela retomada dos serviços americanos; Frigoríficos fora das compras com poucas movimentações da arroba

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 22:59


Fernando Ulrich
Brasil anão diplomático; crise no RJ decidirá eleições?; Ibovespa histórico 150 mil

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 35:40


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Nesse episódio…01:15 - Brasil perdeu com acordo EUA–China?05:03 - Reservas de US$340 bi impedem destruição do real em 2–3 anos?07:18 - Agenda anti-imigração do Trump já está precificada na bolsa americana?09:50 - Crise de segurança pode afetar investimentos no Brasil?13:08 - Ainda há espaço de alta para a bolsa argentina?14:47 - Retomada de liquidez do Fed já começou?16:47 - Ouro e bolsa em máximas ao mesmo tempo: o que isso indica?18:28 - Milei vai iniciar privatizações?19:14 - Por que a Argentina ainda não liberou o câmbio/dolarizou?21:34 - A alta em IA (Nvidia) é bolha?22:03 - Quando o dashboard da OBTC3 estará disponível?22:22 - A OBTC3 vai oferecer curso sobre Bitcoin?22:42 - Qual é o múltiplo MNAV atual da OranjeBTC?23:24 - Houve falha de estratégia no IPO da OranjeBTC?26:29 - Você zerou a posição em CCJ?28:34 - Ouro subiu muito: é hora de realizar?29:14 - Vídeo sobre o aumento do spread entre SOFR e FFR no canal?29:36 - Em que fase do ciclo econômico estamos?30:45 - Como seriam os EUA sem Bretton Woods/petrodólares?31:32 - Stablecoins e seu impacto na inflação americana.32:06 - Morando em Portugal, invisto na Europa, Brasil ou EUA?32:37 - Vale a pena migrar para os EUA hoje?34:07 - Quem é o GOAT do tênis?

Notícias Agrícolas - Podcasts
Volta das chuvas permite retomada do plantio da soja no Vale do Araguaia/MT

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 10:06


Chuvas seguem muito localizadas, o que ainda dificulta os trabalhos

STF Oficial
#EP167 - Supremo na Semana

STF Oficial

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 48:28


O anúncio da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso na sessão plenária da quinta-feira (9/10) é destaque no episódio 167.Outros temas da semana foram os julgamentos sobre a alteração de área de parque nacional no Pará para construção da Ferrogrão e a retomada da análise sobre a aplicação do Estatuto do Idoso nos planos de saúde.Fique por dentro também da decisão que fixou prazo para edição de lei prevista na Constituição e o encerramento da ação sobre políticas de saúde indígena.E o nosso podcast está aberto à sua participação. Envie comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br

revista piauí
O lobby do tigrinho, a retomada de Lula e a química com Trump

revista piauí

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 59:39


Episódio postado em 10 de outubro de 2025. No Foro de Teresina desta semana, o mais recente levantamento da pesquisa Quaest revela que Lula vive o melhor momento do mandato, reduziu a rejeição e consolidou apoio até entre ministros do centrão. No segundo bloco, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros comentam o avanço do presidente nas simulações eleitorais e a crise na direita com Bolsonaro em prisão domiciliar e Eduardo sob investigação. O trio ainda trata da conversa entre Lula e Donald Trump, que sinaliza uma reaproximação diplomática e possíveis encontros futuros. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:00 2º bloco: 23:06 3º bloco: 39:48 Kinder Ovo: 54:32 Correio Elegante: 56:11 Créditos: 58:35 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft82 Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira, Carolina Moraes e Mari Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Gilberto Porcidônio Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda

Rádio Novelo Apresenta
A volta de Goreth Suruí

Rádio Novelo Apresenta

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 64:41


Um alerta: esse episódio contém descrições de violências de vários tipos. Em meados dos anos 60, uma menina indígena foi raptada no meio da floresta amazônica, no Sudeste do Pará. Ela passou a viver com uma família de coletores de castanhas e, aos poucos, teve de deixar de lado a língua, os costumes, a origem. Mas ela sentia que, um dia, ela ia voltar. E isso de fato aconteceu: depois de décadas vivendo entre pessoas não-indígenas, ela finalmente conseguiu voltar pra sua aldeia. Só que não demorou a entender que não ia ser um retorno simples: nem pra ela, nem pra etnia que estava recebendo ela de volta. Por Vitor Hugo Brandalise. Essa é a segunda história da série especial “A Retomada”, apoiada pelo Pulitzer Center, sobre direitos indígenas no Brasil. A primeira história da série foi publicada em setembro de 2025, no episódio “Ritos", do Rádio Novelo Apresenta. Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: Suruí-Aikewara, direitos indígenas, Pará, identidade cultural, rapto, vingança, retorno Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícias Agrícolas - Podcasts
Diminui pressão dos frigoríficos sobre arroba e mercado já sinaliza retomada das altas

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 10:40


Mas cuidado com o otimismo, reação nos preços da arroba pode ser mais lenta que o esperado

Notícias Agrícolas - Podcasts
Mercado brasileiro de soja tem semana bastante difícil, mas com chances de melhora

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 29:21


Retenciones zeradas por três dias na Argentina trouxeram bastante produto ao mercado e deixaram marcas severas nos preços. Retomada pode acontecer no Brasil, que volta a ser o foco, inclusive de Chicago.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Bom Dia Agro 09/09/2025 - Retomada do julgamento de Bolsonaro, colheita de milho nos EUA e plantio da soja no BR

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 50:11


Com a participação de Rogério Coimbra, professor da UFMT-Sinop.

Rádio Novelo Apresenta

Gritos, música e letra. No primeiro ato: as meninas Puyanawa não paravam de gritar, e o cacique resolveu ouvir. Por Lia Beltrão. No segundo ato: a música mais popular do mundo e como ela se tornou a mais popular do Brasil. Por Vinicius Luiz. A história "A retomada Puyanawa" faz parte da série especial “A Retomada”, apoiada pelo Pulitzer Center, sobre direitos indígenas no Brasil. Novas histórias sobre esse tema serão publicadas no Apresenta ao longo dos próximos meses. A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep145 Nosso parceiro ⁠Instituto Devive ⁠é uma organização sem fins lucrativos comprometida com a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. Cuide-se bem e acompanhe esse trabalho pelo Instagram ⁠@institutodevive⁠. Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Palavras-chave: Puyanawa, direitos indígenas, Acre, Mâncio Lima, ayahuasca, rituais, Ashaninka, Happy Birthday, Parabéns, Bertha Celeste Homem de Mello, Almirante, Henrique Foréis Domingues, Pedro Paulo Malta Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Podcasts epbr
Gabriela Aguilar, da Excelerate Energy e Pablo Campana, da Pluspetrol | Videocast gas week #004

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 53:43


O gás argentino já cruzou a fronteira e volta a ganhar força no verão. Neste episódio do videocast gas week, André Ramalho, editor da agência eixos, recebe Pablo Campana, gerente da unidade Brasil da Pluspetrol, e Gabriela Aguilar, VP da Excelerate Energy para a América do Sul, para discutir: - Retomada das exportações sazonais a partir de outubro e perspectivas de volumes (3 a 4 milhões de m³/d); - Revisão do preço mínimo argentino (impacto esperado e distorções para a arbitragem); gargalos e investimentos em infraestrutura (US$ 2 bi) e as rotas mais viáveis (Paraguai, Uruguaiana, Bolívia); - Papel do GNL (segurança energética, small scale, leilões de capacidade) e complementaridade com a hidroeletricidade; - Efeitos da política boliviana (trânsito e tarifas da YPFB); - Expansão da Pluspetrol em Vaca Muerta (La Calera com 15 a 17 milhões m³/d e Bajo del Choique) - Operações da Excelerate no Brasil (FSRUs na Baía de Guanabara e na Bahia, projeto de reliquefação para reduzir emissões e recuperar boil-off); - Referência de preço hoje (~US$ 7/MMBTU na fronteira).

Notícias Agrícolas - Podcasts
Preparação para demanda de começo de mês pode ajudar na retomada do movimento de alta da arroba do boi

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 44:01


No quadro NA PONTA DO LÁPIS, os resultados parciais do Confina Brasil, projeto da Scot Consultoria que avalia as novidades do confinamento brasileiro. No quadro MANEJO EFICIENTE, a importância de um bom manejo nutricional e uso de suplementos no período seco do ano.

Notícia no Seu Tempo
Retomada da Argentina ajuda Brasil ante ‘tarifaço' de Trump

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 21, 2025 8:16


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (21/07/2025): Enquanto a guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos só esquenta, a Argentina ajuda a trazer alívio para a balança comercial brasileira. No primeiro semestre deste ano, nossas exportações para o vizinho somaram US$ 9,12 bilhões, aumento de 55,4% em relação a 2024. Entre janeiro e junho, segundo o Ministério da Indústria, Desenvolvimento, Comércio e Serviços, os argentinos responderam por 5,5% das exportações do Brasil, atrás somente de China, com 28,7%, e EUA, com 12,1%. Os números da Anfavea servem para ilustrar o bom momento: 60% das vendas de veículos brasileiros tiveram como destino a Argentina, maior patamar desde 2018. Sob Javier Milei, cujas medidas provocaram dura recessão, a economia voltou a crescer e o peso se valorizou, o que torna atrativa a compra de produtos de outros países. E mais: Política: Governo Lula decide cobrar ‘pedágio’ das emendas PIX com ‘taxa’ de 1% Internacional: Briga de Milei com vice expõe choque entre libertários e nacionalistas Metrópole: Arquibancada cai e deixa 60 feridos em rodeio em Eldorado Luto na música: Morre Preta Gil, cantora que comoveu o País em sua luta contra o câncerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Alô, Ciência?
Nós na Evolução | 6. Em clima de mudança

Alô, Ciência?

Play Episode Listen Later Jul 9, 2025 51:27


Alô, alô! Como as mudanças climáticas vão alterar (e estão alterando) a Evolução das espécies? A Evolução é um processo em curso, mas demorado. Será que a taxa de mudanças de uma geração para a outra é tão rápida quanto as mudanças do clima que estamos causando? Algumas espécies de animais e plantas já estão respondendo a essas alterações. Nesse episódio mostraremos como libélulas, leões, crustáceos, plantas, bactérias e fungos estão reagindo ao aumento de temperatura média da atmosfera. Algum estão aguentando, porém até quando? Outros, estão se beneficiando. Porém, estes podem afetar a saúde da humanidade. Por isso, também vamos abordar as consequências sociais da crise climática. Nesse último episódio da temporada "Nós na Evolução", o time se juntou! Amanda Guedes, Camila Beraldo, Mariana Inglez e Lucas Andrade se unem em um estilo entre o narrativo e o conversado. Ao longo da série estudamos muitos assuntos que, quando juntos em uma mesa de conversa, viram complexos e trazer respostas mais consistentes. Ouça agora esse episódio para entender como será nosso futuro e como podemos reagir às mudanças climáticas globais. Assuntos abordados: 00:00 - Série Fallout seria possível?04:01 - Conversa: vai dar tempo de evoluir?06:29 - Pensando no futuro da Evolução10:40 - Libélulas e leões15:33 - Planctons pressionados pelo calor21:50 - Microorganismos nesse cenário25:26 - Escaladores da extinção: migração de plantas31:41 - Consequências sociais34:09 - Ansiedade Climática e parte da solução36:09 - É tempo de Retomada!40:45 - Medidas práticas45:25 - Mensagem final da temporada Referências e links As mudanças climáticas já estão forçando os lagartos, insetos e outras espécies a evoluir – e a maioria não consegue acompanhar (The Conversation) Mudança Climática: do aquecimento da Terra ao colápso ecológico (Jornal Nexo) Evolução Assistida: pesquisadores aceleram evolução de espécies de corais para preservá-las (Revista Exame) (Artigo científico aqui) Site com dados sobre desmatamento e uso do solo no Brasil (Map Biomas) Libélulas escuras estão se tornando mais pálidas absorver menos calor da radiação solar (PNAS) Pés de mostarda estão florescendo mais cedo, aproveitando a água do derretimento do gelo (The Royal Society Publishing) Lagartos estão tornando-se mais tolerantes ao frio, lidar com as temperaturas extremas (The Royal Society Publishing) Uma pesquisa que estudou 19 espécies e aves e mamíferos, como corujas e veados, avaliando se eles evoluem em velocidade suficiente (Nature Communications) Um estudo feito com copepodes (parte do zooplancton) avaliou a capacidade deles gerarem mutações que aumentam sua tolerância à temperatura. (The Royal Society Publishing) Dentro dos animais que têm mais chances, ainda assim, a adaptação tem um custo (Springer Nature) Insetos: Meta-análise revela plasticidade fraca, mas generalizada, nos limites térmicos dos insetos (Nature Communications) Escaladores da Extinção: como aves tropicais estão migrando para as montanhas (mas isso tem um limite) (PNAS) Plantas também escalam (Science Magazine) Quando uma mudança climática ultrapassará a evolução adaptativa? (Wiley reviews) Estudos sobre as origens dos animais árticos podem nos dar novas ideias de como agir com as atuais mudanças climáticas e proteger essas espécies. (Universidade de Bournemouth) Reações futuras da planta Arabidopsis thaliana ao clima (Nature) Seleção sexual, temperatura e juba de leões (Science Magazine)

Rádio PT
BOLETIM | Lula defende integração com o Caribe e anuncia retomada de ações

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 3:22


O presidente brasileiro defendeu a necessidade de fortalecer laços entre o Brasil e os países do Caribe. Na reunião da Cúpula Brasil-Caribe, ele anunciou ações para restabelecer as relações diplomáticas com a região, bem como as trocas comerciais que caíram 30% desde 2010. Sonoras:

ONU News
Desespero e ansiedade marcam retomada da distribuição de comida em Gaza

ONU News

Play Episode Listen Later May 23, 2025 1:57


Algumas padarias já estão em funcionamento no sul e no centro do território; caminhões da ONU foram saqueados enquanto tentavam abastecer esses locais; Programa Mundial de Alimentos pede rotas mais seguras, agilidade nas aprovações e fim da proibição para distribuição de cestas básicas. 

ONU News
Guterres cita obstáculos chocantes na retomada da distribuição de ajuda em Gaza

ONU News

Play Episode Listen Later May 23, 2025 2:11


Secretário-geral menciona cotas rigorosas, atrasos e proibições que limitam assistência em “momento mais cruel”; caminhões do Programa Mundial de Alimentos foram saqueados e agência pede rotas mais seguras. 

ONU News
Israel autoriza retomada temporária de ajuda humanitária em Gaza

ONU News

Play Episode Listen Later May 19, 2025 2:16


Nove caminhões da ONU obtiveram autorização para entrar no local nesta segunda-feira; chefe humanitário elogiou decisão e agradeceu concordância de Israel em utilizar mecanismos existentes; ele pediu que não haja ataques em áreas e horários de entrega de ajuda.