POPULARITY
Categories
Produção e Apresentação: Ricardo Gonça
Esta semana, as atenções estiveram voltadas para o Campeonato Africano das Nações que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e decorre até 18 de Janeiro. Neste programa, também repomos as reportagens de Natal feitas pelos nossos correspondentes na Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e marcadas pelas dificuldades económicas e pelas preocupações políticas. Bem vindos a esta Semana em África, marcada pelo arranque do CAN, Campeonato Africano das Nações, que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e que decorre até 18 de Janeiro. Angola e Moçambique são as únicas seleções lusófonas presentes. Na segunda-feira, Angola perdeu no seu jogo de estreia frente à África do Sul por 2-1 e, na terça-feira, Moçambique foi derrotado pela campeã Costa do Marfim por 1-0. Esta sexta-feira, Angola enfrentou o Zimbabué e não foi além do empate a uma bola, um resultado que complica as contas dos Palancas Negras. Este domingo os Mambas vão jogar contra o Gabão. Esta foi também a semana de Natal, marcada por muita preocupação quanto ao clima político na Guiné-Bissau. No domingo à noite, Vladimir Deuna, dirigente do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), foi agredido na sua residência por um grupo de homens armados e encapuzados. Na terça-feira, a Liga Guineense dos Direitos Humanos denunciou a invasão da sua sede, a Casa dos Direitos, em Bissau, por agentes policiais, depois de uma vigília para reclamar a libertação dos presos políticos na Guiné-Bissau. De acordo com Bubacar Turé, presidente da Liga, dois funcionários da organização foram espancados e tiveram que receber tratamento médico. Ainda na terça-feira, a junta militar que tomou o poder a 26 de Novembro e que interrompeu todo o processo eleitoral, libertou seis pessoas ligadas à oposição, mas Domingos Simões Pereira, Octávio Lopes e outras figuras destacadas continuam presas. Também o candidato da oposição Fernando Dias, que reclama a vitória nas presidenciais, continua refugiado junto da embaixada da Nigéria, que lhe concedeu asilo. Em Moçambique, o Presidente Daniel Chapo indultou 22 pessoas que tinham sido condenadas por terem participado nas manifestações pós-eleitorais de 2024. Porém, mais de 2.700 - das 7.200 que na altura foram detidas - continuam presas por terem participado nos protestos, de acordo com a plataforma eleitoral Decide. Recordo que 411 pessoas morreram na repressão pós-eleitoral, segundo dados da plataforma Decide. Quanto à festa de Natal, Orfeu Lisboa mostrou-nos os preparativos para aquela que é considerada como dia da família em Moçambique. Em Angola, as celebrações foram novamente condicionadas pelas dificuldades económicas da população, como nos contou Avelino Miguel. O fraco poder de compra também condicionou as festas em São Tomé e Príncipe, como nos lembrou Maximino Carlos. Fomos, ainda, até à ilha de São Vicente, em Cabo Verde, onde Odair Santos nos falou sobre as comemorações de Natal.
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
#espiritismo #espirita #doutrinaespirita | ► Demais episódios deste estudo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rOl6-HMsoyM2MbXo_0V-tkn | ► Acesso gratuito às obras fundamentais espíritas em PDF: https://classroom.google.com/c/NDU4Nzg4MDg4NzQy?cjc=llduno7 | ► Seja membro deste canal e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join | Produzido por Evandro Oliva (https://www.evandrooliva.com)
O Papo Antagonista desta terça-feira, 23, exibe entrevistas com a jornalista Leda Negale, que contou detalhes sobre sua trajetória e rotina, e a vereadora Janaina Paschoal (PP-SP), que falou a respeito da Frente Parlamentar em defesa do Movimento dos Artistas Livres e as ofensas que sofreu recentemente em um evento LGBT.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8393SALVINI ASSOLTO: RESTANO I DANNI DI UN PROCESSO POLITICO di Ruben Razzante L'assoluzione definitiva di Matteo Salvini nel processo Open Arms, sancita dalla Cassazione con il rigetto del ricorso della Procura di Palermo, chiude formalmente una delle vicende giudiziarie e politiche più controverse degli ultimi anni, ma lascia aperte molte domande sul rapporto tra giustizia e politica e sui danni, materiali e immateriali, che un'inchiesta può produrre anche quando si conclude con un nulla di fatto.Tutto inizia nell'estate del 2019, tra l'1 e il 20 agosto, quando la nave della Ong spagnola Open Arms soccorre migranti in acque libiche e chiede l'autorizzazione a sbarcare in Italia. Matteo Salvini è allora vicepremier e ministro dell'Interno del governo Lega-M5s e applica la linea dei porti chiusi già sperimentata nei mesi precedenti, ritenendo che la gestione degli sbarchi non possa essere lasciata alle Ong e che debba coinvolgere l'Unione europea.UNA VICENDA GROTTESCA DI USO POLITICO DELLA MAGISTRATURAIl divieto di sbarco non è una decisione solitaria: il 2 agosto 2019 viene firmato un decreto interministeriale anche dal ministro delle Infrastrutture Danilo Toninelli e dal ministro della Difesa Elisabetta Trenta, entrambi esponenti del Movimento 5 Stelle, mentre a Palazzo Chigi siede Giuseppe Conte. Nonostante ciò, la vicenda si trasforma rapidamente in un caso giudiziario. Il 19 novembre 2019 Salvini viene iscritto nel registro degli indagati con l'accusa di sequestro di persona aggravato, per aver impedito lo sbarco dei migranti, e da quel momento inizia un lungo calvario durato 2.220 giorni, con una spada di Damocle sulla testa e la richiesta finale, da parte della Procura, di sei anni di carcere.Nel frattempo il quadro politico cambia radicalmente: pochi giorni dopo il braccio di ferro su Open Arms cade il governo gialloverde, nasce l'esecutivo giallorosso e Giuseppe Conte diventa il punto di riferimento di una nuova maggioranza progressista. Il Movimento 5 Stelle, che al governo aveva sostenuto compatto la linea di Salvini sugli sbarchi, il 30 luglio 2020 vota in Senato a favore dell'autorizzazione a procedere contro il leader leghista, di fatto scaricando l'ex alleato. Conte e Toninelli prendono le distanze: il primo parla di una lettera inviata a Salvini per chiedere almeno lo sbarco dei minori, il secondo sostiene che Salvini volesse "monetizzare" politicamente la crisi avendo già deciso di far cadere il governo. Si arriva così al processo a Palermo, con tre anni di dibattimento, ventiquattro udienze in primo grado, oltre quarantacinque testimoni ascoltati, continui viaggi in Sicilia di un ex vicepremier sotto scorta, con costi pubblici rilevanti per la sicurezza e per l'intero apparato giudiziario.Il tribunale assolve Salvini perché il fatto non sussiste e la Cassazione conferma definitivamente l'assoluzione, chiudendo un procedimento che, dal punto di vista penale, si rivela infondato.IL TRACOLLO DELLA LEGAResta però il dato politico: dal 2019 a oggi la Lega è passata dal 34,3% delle elezioni europee all'8,97% delle ultime consultazioni europee e, se le cause di questo calo sono molteplici, è difficile negare che l'inchiesta Open Arms abbia rappresentato uno spartiacque nella parabola di Salvini, condizionandone l'azione politica, l'immagine pubblica e la capacità di incidere nel dibattito nazionale. Per sei anni Salvini è stato di fatto in ostaggio dei Pm, con un'accusa gravissima che si è dissolta solo al termine dell'iter giudiziario, mentre nel frattempo il danno politico, mediatico ed elettorale si è prodotto ed è ormai irreversibile. È qui che si innesta una riflessione più ampia e delicata: quando un'inchiesta appare fortemente politicizzata e interviene a gamba tesa su scelte che sono eminentemente politiche, il rischio per la democrazia è evidente.La magistratura svolge un ruolo fondamentale di garanzia, ma proprio per questo deve essere percepita come imparziale, distante da qualsiasi retropensiero ideologico, capace di applicare la legge senza trasformarsi in un attore del confronto politico. La fiducia dei cittadini nelle toghe è un pilastro dello Stato di diritto e si fonda sulla certezza che la libertà personale sia nelle mani di chi giudica secondo le norme e non secondo l'opportunità o l'appartenenza. Nel caso Open Arms, l'assoluzione definitiva pone una domanda che va oltre Salvini e la Lega: chi risarcisce sei anni di indagini, processi, tensioni istituzionali e danni politici? Chi paga per il tempo, le risorse pubbliche e il logoramento di un leader e di un partito poi riconosciuti innocenti? Sono interrogativi scomodi ma inevitabili, perché senza una riflessione seria su questi effetti collaterali il rischio è che la giustizia, anche quando arriva alla verità, lasci dietro di sé macerie che nessuna sentenza potrà mai riparare.
Conflicts over water are human-caused events with socio-political and economic causes. From Brazil's Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) to environmental activists in Pittsburgh, people are coming together to fight for control of their water. In Global Solidarities against water grabbing: Without water, we have nothing, Caitlin Schroerer examines how movements are communicating and organizing against water privatization and other forms of water grabbing, and explores how movements engage with and learn from each other. Water is at the heart of this book, but Global solidarities against water grabbing is as much about collective struggle and popular organization as it is about water. Based on extensive fieldwork with two movements fighting against water privatization, the book uses anticolonial and feminist research methods to show how global communications and organizing are occurring around water and how Global North movements are engaging with and learning from the Global South and vice versa. Michael O. Johnston, Ph.D. is an Associate Professor of Sociology at William Penn University, where he specializes in the cultural and interpretive study of space, behavior, and identity. His scholarship examines how designed environments shape social interaction, connectedness, and moral life across diverse settings. He is the author of The Social Construction of a Cultural Spectacle: Floatzilla (Lexington Books, 2023) and Community Media Representations of Place and Identity at Tug Fest: Reconstructing the Mississippi River (Lexington Books, 2022). His current research projects include ethnographic studies of escape rooms as emotion-structured environments, the use of urban aesthetics in rural downtown districts, and the lived experience of belongingness among college and university students. To learn more about his work, visit his personal website, Google Scholar profile, or connect with him on Bluesky (@professorjohnst.bsky.social) or Twitter/X (@ProfessorJohnst). He can also be reached directly by email. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
Conflicts over water are human-caused events with socio-political and economic causes. From Brazil's Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) to environmental activists in Pittsburgh, people are coming together to fight for control of their water. In Global Solidarities against water grabbing: Without water, we have nothing, Caitlin Schroerer examines how movements are communicating and organizing against water privatization and other forms of water grabbing, and explores how movements engage with and learn from each other. Water is at the heart of this book, but Global solidarities against water grabbing is as much about collective struggle and popular organization as it is about water. Based on extensive fieldwork with two movements fighting against water privatization, the book uses anticolonial and feminist research methods to show how global communications and organizing are occurring around water and how Global North movements are engaging with and learning from the Global South and vice versa. Michael O. Johnston, Ph.D. is an Associate Professor of Sociology at William Penn University, where he specializes in the cultural and interpretive study of space, behavior, and identity. His scholarship examines how designed environments shape social interaction, connectedness, and moral life across diverse settings. He is the author of The Social Construction of a Cultural Spectacle: Floatzilla (Lexington Books, 2023) and Community Media Representations of Place and Identity at Tug Fest: Reconstructing the Mississippi River (Lexington Books, 2022). His current research projects include ethnographic studies of escape rooms as emotion-structured environments, the use of urban aesthetics in rural downtown districts, and the lived experience of belongingness among college and university students. To learn more about his work, visit his personal website, Google Scholar profile, or connect with him on Bluesky (@professorjohnst.bsky.social) or Twitter/X (@ProfessorJohnst). He can also be reached directly by email. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/world-affairs
Conflicts over water are human-caused events with socio-political and economic causes. From Brazil's Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) to environmental activists in Pittsburgh, people are coming together to fight for control of their water. In Global Solidarities against water grabbing: Without water, we have nothing, Caitlin Schroerer examines how movements are communicating and organizing against water privatization and other forms of water grabbing, and explores how movements engage with and learn from each other. Water is at the heart of this book, but Global solidarities against water grabbing is as much about collective struggle and popular organization as it is about water. Based on extensive fieldwork with two movements fighting against water privatization, the book uses anticolonial and feminist research methods to show how global communications and organizing are occurring around water and how Global North movements are engaging with and learning from the Global South and vice versa. Michael O. Johnston, Ph.D. is an Associate Professor of Sociology at William Penn University, where he specializes in the cultural and interpretive study of space, behavior, and identity. His scholarship examines how designed environments shape social interaction, connectedness, and moral life across diverse settings. He is the author of The Social Construction of a Cultural Spectacle: Floatzilla (Lexington Books, 2023) and Community Media Representations of Place and Identity at Tug Fest: Reconstructing the Mississippi River (Lexington Books, 2022). His current research projects include ethnographic studies of escape rooms as emotion-structured environments, the use of urban aesthetics in rural downtown districts, and the lived experience of belongingness among college and university students. To learn more about his work, visit his personal website, Google Scholar profile, or connect with him on Bluesky (@professorjohnst.bsky.social) or Twitter/X (@ProfessorJohnst). He can also be reached directly by email. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/environmental-studies
Conflicts over water are human-caused events with socio-political and economic causes. From Brazil's Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) to environmental activists in Pittsburgh, people are coming together to fight for control of their water. In Global Solidarities against water grabbing: Without water, we have nothing, Caitlin Schroerer examines how movements are communicating and organizing against water privatization and other forms of water grabbing, and explores how movements engage with and learn from each other. Water is at the heart of this book, but Global solidarities against water grabbing is as much about collective struggle and popular organization as it is about water. Based on extensive fieldwork with two movements fighting against water privatization, the book uses anticolonial and feminist research methods to show how global communications and organizing are occurring around water and how Global North movements are engaging with and learning from the Global South and vice versa. Michael O. Johnston, Ph.D. is an Associate Professor of Sociology at William Penn University, where he specializes in the cultural and interpretive study of space, behavior, and identity. His scholarship examines how designed environments shape social interaction, connectedness, and moral life across diverse settings. He is the author of The Social Construction of a Cultural Spectacle: Floatzilla (Lexington Books, 2023) and Community Media Representations of Place and Identity at Tug Fest: Reconstructing the Mississippi River (Lexington Books, 2022). His current research projects include ethnographic studies of escape rooms as emotion-structured environments, the use of urban aesthetics in rural downtown districts, and the lived experience of belongingness among college and university students. To learn more about his work, visit his personal website, Google Scholar profile, or connect with him on Bluesky (@professorjohnst.bsky.social) or Twitter/X (@ProfessorJohnst). He can also be reached directly by email. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/sociology
Conflicts over water are human-caused events with socio-political and economic causes. From Brazil's Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) to environmental activists in Pittsburgh, people are coming together to fight for control of their water. In Global Solidarities against water grabbing: Without water, we have nothing, Caitlin Schroerer examines how movements are communicating and organizing against water privatization and other forms of water grabbing, and explores how movements engage with and learn from each other. Water is at the heart of this book, but Global solidarities against water grabbing is as much about collective struggle and popular organization as it is about water. Based on extensive fieldwork with two movements fighting against water privatization, the book uses anticolonial and feminist research methods to show how global communications and organizing are occurring around water and how Global North movements are engaging with and learning from the Global South and vice versa. Michael O. Johnston, Ph.D. is an Associate Professor of Sociology at William Penn University, where he specializes in the cultural and interpretive study of space, behavior, and identity. His scholarship examines how designed environments shape social interaction, connectedness, and moral life across diverse settings. He is the author of The Social Construction of a Cultural Spectacle: Floatzilla (Lexington Books, 2023) and Community Media Representations of Place and Identity at Tug Fest: Reconstructing the Mississippi River (Lexington Books, 2022). His current research projects include ethnographic studies of escape rooms as emotion-structured environments, the use of urban aesthetics in rural downtown districts, and the lived experience of belongingness among college and university students. To learn more about his work, visit his personal website, Google Scholar profile, or connect with him on Bluesky (@professorjohnst.bsky.social) or Twitter/X (@ProfessorJohnst). He can also be reached directly by email. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/politics-and-polemics
In questa puntata di We Are The Net mi fermo a parlare con Serena Alaimo, doula dell'anima e custode dei riti di passaggio. È una conversazione che non corre.Con me ci sarà anche Anita Woodspell.Parliamo di corpo, cicli, trasformazione, nascita e cambiamento. Di quei momenti della vita che non chiedono soluzioni rapide, ma presenza, ascolto e accompagnamento. Serena lavora proprio lì: nei passaggi.Là dove qualcosa finisce e qualcos'altro sta per iniziare.Un sapere antico, fatto di ritualità, natura e relazione, che oggi torna a interrogarci in un mondo sempre più veloce, performante e disincarnato.Questa puntata è un invito a rallentare.A ricordarci che non tutto può essere spiegato, ottimizzato o risolto.Alcune cose vanno semplicemente attraversate. Un dialogo tra visibile e invisibile, tra umano e simbolico, tra rete e radici.*****************We are the Net: un podcast su società, culture, filosofie, digital marketing, tecnologie e spiritualità.Ideato e condotto da Fabio Mattis alias lo Sciamano Digitale———————-☑️ Entra nel canale Telegram https://t.me/wearethenet
Breno Altman entrevista João Pedro Stedile - Programa 20 Minutos
Produção e Apresentação: Ricardo Gonça
Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos.Heloisa Lyra BulcãoCenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria CarmenÉ cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra CarvalhoÉ diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC.De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes.É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).Cyntia CarlaFigurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora. É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal.Roustang CarrilhoÉ multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação.Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.
Abbonati a questo canale per accedere ai vantaggi: https://www.youtube.com/c/koinsquare/joinTra nuovi massimi, decisioni macroeconomiche e notizie che muovono i mercati, il mondo crypto resta al centro dell'attenzione. In questa sessione AMA parliamo di Bitcoin, Ethereum e altcoin, analizzando gli ultimi eventi economici e finanziari che influenzano il settore.
Neste episódio especial, trazemos uma mesa redonda gravada ao vivo durante o curso Saúde e Performance no Futebol, reunindo fisioterapeutas, médicos e profissionais do alto rendimento para uma discussão profunda e prática sobre prevenção, reabilitação e tomada de decisão no futebol.A conversa parte de um ponto central: prevenção é possibilidade ou realidade no futebol? A partir disso, avançamos no debate por temas como entorses de tornozelo negligenciadas, critérios de decisão clínica, reabilitação que devolve função e performance, integração entre áreas e gestão de departamentos de saúde no esporte.➡️ Este episódio traz experiência prática de campo, reflexões reais do alto rendimento e exemplos concretos de como erros pequenos hoje podem gerar grandes problemas no futuro, ou como decisões bem conduzidas podem mudar completamente o cenário de um clube.
Speciale dalla fiera Più libri più liberi, per raccontare come cultura, libri e progetti contribuiscono a costruire una UE più inclusiva e partecipata.
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
A graça que nos levanta do pó - A igreja em movimento (Atos 14.19-20) // Pr. Cristiano Gaspar
Un viaggio nella visione coreografica di Alessandra Ruggeri, tra tecniche urbane e contemporanee, identità in trasformazione e sperimentazione condivisa con i danzatori del Misanga Dance Company. Oggi ai microfoni di Unica Radio abbiamo avuto il piacere di incontrare Alessandra Ruggeri, coreografa e direttrice artistica della Misanga Dance Company, ospite al FIND 2025. In occasione dell'evento, Ruggeri terrà una Masterclass di Urban Fusion venerdì 21 novembre, dalle 12 alle 14, presso la Scuola di Danza Assunta Pittaluga. Un percorso aperto a danzatori di ogni stile, dedicato alla fusione tra tecniche urbane e contemporanee. La stessa sera, a Sa Manifattura , Ruggeri porterà in scena Hà-Bi-Tùs, un lavoro che indaga l'identità e il rapporto tra corpi ereditati e costruiti, selezionato per la Vetrina della Giovane Danza d'Autore – Network Anticorpi XL 2024. Urban Fusion: libertà, contaminazione e linguaggi che si incontrano Per Ruggeri, fondere linguaggi urbani e contemporanei significa aprire uno spazio di libertà comunicativa. Grazie alla padronanza delle tecniche, il corpo diventa un canale capace di raccontare molto più del semplice gesto: un vero linguaggio coreografico, personale e in continua trasformazione. L'Urban Fusion permette di superare i limiti degli stili codificati, attingendo alle peculiarità di ogni tecnica per ricreare ogni volta nuove possibilità espressive. Il suo lavoro di ricerca sul movimento parte sempre dalle caratteristiche dei danzatori: con professionisti si parte dalla tecnica per poi stravolgerla, con amatori o attori si lavora su sensazioni, immagini, gesti istintivi. L'obiettivo è guidare ciascuno verso una fisicità autentica, contaminata ma coerente. Hà-Bi-Tùs: il corpo come abito, radice e trasformazione Hà-Bi-Tùs nasce da una riflessione sul corpo come luogo di eredità e costruzione. L'opera prende ispirazione dal concetto di “indossare panni non nostri”: abitudini, comportamenti, strutture sociali che diventano una seconda pelle. La scenografia – un patchwork di abiti personali delle danzatrici Anya e Kyda Pozza – diventa metafora delle identità che accumuliamo. Essere selezionati dal Network Anticorpi XL ha rappresentato per Ruggeri e il collettivo un momento cruciale: una vetrina nazionale che ha permesso allo spettacolo di viaggiare e trovare nuovo pubblico, consolidando un progetto già maturo. Comunità, visioni e ciò che resta al pubblico Come direttrice artistica della Misanga Dance Company, Ruggeri cerca nei danzatori unicità, consapevolezza e desiderio di ricerca. La fusione tra mondi urbani e contemporanei genera un linguaggio condiviso, interdipendente, vivo. Al pubblico di Hà-Bi-Tùs Ruggeri augura di portare con sé un frammento personale, un ricordo o una sensazione che dialoghi con il racconto scenico, ai partecipanti della masterclass, invece, la speranza è quella di ritrovare energia, curiosità e libertà dal giudizio, per abitare davvero il proprio corpo.
WGalileo è una serie formata da 10 podcast sulla vita, le scoperte e le dispute di Galileo Galilei.Prodotta da Associazione Culturale Atelier APSScritta e realizzata da Alan Zamboni.Sound design: Matteo d'Alessandro.Per chi volesse info sul libro “L'atomo sfuggente” questo è il link al sito della casa editrice: https://www.mondadori.it/libri/latomo-sfuggente-alan-zamboni/Il romanzo è disponibile in tutte le librerie e gli store onlinePer sostenerci: https://associazioneatelier.it/Per sostenere il progetto dedicato alla scienza a Berlino:https://associazioneatelier.it/in10cities/Per contatti: Atelier AssociazionePer donare ad Atelier APS (iscritta al RUNTS - terzo settore) il 5 per mille: CF = 98181440177
Produção e Apresentação: Ricardo Gonça
Texto de autoria de Bruno Pitanga, Doutor em neuroimunologia, neurocientista, professor universitário e palestrante.Pra viver melhor, não se preocupe, se ocupe.Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.Não se desespere, espere.Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.Não se indisponha, disponha.Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.Não se canse, descanse.Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.Não menospreze, preze.Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes.Não se incomode, acomode.Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.Não desconfie, confie.Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.Não se torture, ature.Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.Não pressione, impressione.Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.Não crie discórdia, crie concordia.Concordia entre nações, concordia entre pessoas, concordia pessoal.Não maltrate, trate bem.Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.Não se sobrecarregue, recarregue.Recarregue suas forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.Não atrapalhe, trabalhe.Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.Não conspire, inspire.Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.Não se apavore, ore.Ore a Deus! Somente assim viveremos dias melhores.
Texto de autoria de Bruno Pitanga, Doutor em neuroimunologia, neurocientista, professor universitário e palestrante.Pra viver melhor, não se preocupe, se ocupe.Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.Não se desespere, espere.Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.Não se indisponha, disponha.Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.Não se canse, descanse.Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.Não menospreze, preze.Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes.Não se incomode, acomode.Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.Não desconfie, confie.Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.Não se torture, ature.Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.Não pressione, impressione.Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.Não crie discórdia, crie concordia.Concordia entre nações, concordia entre pessoas, concordia pessoal.Não maltrate, trate bem.Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.Não se sobrecarregue, recarregue.Recarregue suas forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.Não atrapalhe, trabalhe.Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.Não conspire, inspire.Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.Não se apavore, ore.Ore a Deus! Somente assim viveremos dias melhores.
Hugo Costeira, ex-presidente do OSI, considera que os desacatos foram provocados por um movimento anárquico e informal. Espera ainda que a Justiça não lide de forma "conivente" com este caso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Do processo de industrialização aos processos atuais, entenda mais sobre a migração interna no País
L'infortunio alla Fisep di via Edison questa mattina attorno alle 8. L'uomo è stato ricoverato con un trauma cranico all'ospedale di Arzignano. Ancora in fase di accertamento le cause di quanto accaduto.
"Estruturação do futebol de mulheres" é o tema da terceira rodada do ciclo de leitura do grupo CEPCOM (Crítica da Economia Política da Comunicação) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para fundamentação teórica do projeto de iniciação científica (Pibic/UFAL-2025-2026) "Os problemas da espacialização, da estruturação e da mercantilização do futebol de mulheres no Brasil: Análise exploratória da cobertura midiática e das receitas da União Desportiva Alagoana na Série A2 do Campeonato Brasileiro (2021-2024)".Este episódio discute dois artigos publicados na Revista Movimento: "Mulheres e futebol no Brasil: descontinuidades, resistências e resiliências" (Goellner, 2021) e "Desenvolvimento do futebol de mulheres no Brasil: impacto das regulamentações na participação, desempenho e liderança esportiva" (Barreira et al., 2025). Os textos foram apresentados, respectivamente, por Marcela Carvalho (estudante de Jornallismo) e Ítalo Lins (estudante de Psicologia), com comentários do orientador do projeto, prof. Anderson Santos, do jornalista Alberto Oliveira e do estudante de Jornalismo Eduardo Filipe.ReferênciasBARREIRA, J. et al. Desenvolvimento do futebol de mulheres no brasil: impacto das regulamentações na participação, desempenho e liderança esportiva. Movimento, Porto Alegre, v. 31, e31028, 2025. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.144366.GOELLNER, S. V. Mulheres e futebol no Brasil: descontinuidades, resistências e resiliências. Movimento, Porto Alegre, v. 27, e27001, p. 1-14, 2021. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.110157.
Movimento Espírita Internacional - Bruno Tavares com Elsa Rossi, Cesar Perri & Charles Kempf
Quando a multidão procura salvadores errados - A igreja em movimento (Atos 14.8-18) // Pr. Cristiano Gaspar
Neste episódio, falamos sobre o pé do boleiro, uma das regiões mais negligenciadas na avaliação funcional e, ao mesmo tempo, uma das mais sobrecarregadas no futebol.Discutimos a relação entre calçados apertados, perda sensorial, compensações proximais, sobrecarga do arco plantar e tendões, e os principais mecanismos associados a lesões como fascite plantar, tendinopatias, metatarsalgia e fraturas por estresse. Você não pode perder!
"La prova del movimento della Terra" è una serie di podcast che racconta il periodo in cui Foucault riuscì a concepire un meccanismo che desse una prova diretta della rotazione del nostro pianeta.Prodotta dall'Ass. Culturale Atelier. Scritta e realizzata da Alan Zamboni. Sound design: Matteo D'Alessandro.Per chi volesse info sul libro “L'atomo sfuggente” questo è il link al sito della casa editrice: https://www.mondadori.it/libri/latomo-sfuggente-alan-zamboni/Il romanzo è disponibile in tutte le librerie e gli store onlinePer sostenerci: https://associazioneatelier.it/Per sostenere il progetto dedicato alla scienza a Berlino: https://associazioneatelier.it/in10cities/Per contatti: associazioneatelier@gmail.comPer donare ad Atelier APS (iscritta al RUNTS - terzo settore) il 5 per mille: CF = 98181440177
Produção e Apresentação: Ricardo Gonça
O episódio desta semana investiga um dos momentos mais transformadores da nossa história audiovisual: o surgimento do Cinema Novo. Em meio a um Brasil marcado por contrastes profundos — modernização acelerada de um lado, desigualdade social e instabilidade política do outro — o movimento nasceu como um rompimento radical com o cinema comercial que dominava a época.Em um primeiro momento revisitamos o contexto cultural que moldou essa revolução cinematográfica. Enquanto as chanchadas reproduziam fórmulas estrangeiras e escapistas, jovens cineastas começaram a rejeitar essa superficialidade. Inspirados pelo Neorrealismo Italiano e pela Nouvelle Vague Francesa, buscaram criar um cinema crítico, político e genuinamente brasileiro, que encarasse de frente a pobreza, a violência, a fome e a cultura popular.Rafael Arinelli recebe Fernando Machado e Wesley Fernandes para discutir como Glauber Rocha, com sua proposta de “estética da fome”, e outros nomes fundamentais transformaram a precariedade em linguagem e identidade do Cinema Novo. O trio também aborda as tensões internas do movimento — como a célebre disputa entre Glauber Rocha e Anselmo Duarte — e o impacto devastador da Ditadura Militar, cuja censura forçou rupturas, exílios e mudanças de rota.Por fim, o episódio reflete sobre a herança monumental deixada pelo Cinema Novo. Mesmo com vida curta, o movimento estabeleceu bases estéticas e políticas que definem até hoje a noção de cinema de autor no Brasil. Uma conversa essencial para compreender como a arte cinematográfica brasileira se reinventou ao olhar diretamente para sua própria realidade.• 04m32: Pauta Principal• 1h08m27: Plano Detalhe• 1h22m48: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fernando): Álbum: HASOS - Baco Exu do Blues• (Wesley): Filme: Marighella• (Wesley): Filme: O Suspeito da Rua Arlington• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
Em entrevista ao Papo Antagonista nesta quinta-feira, 4, Renan Santos, fundador do MBL e do partido Missão, falou sobre os próximos passos da sigla e do afastamento de Cristiano Beraldo do movimento. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Siga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Eduardo GoesDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
: Altas mais consistentes da arroba ficam para 2026, projeta Cepea
Fernando Alvim mudou de estúdio, seguiu até à Rádio Movimento para descobrir um mundo dedicado a Fernando Pessoa.
Acaban de dejarnos la cantante y actriz italiana Ornella Vanoni y el compositor, cantante y guitarrista brasileño Jards Macalé. Recordamos al artista carioca con grabaciones de 'Para ver as meninas' y 'Luz negra' (del disco '4 batutas e um coringa'), 'Vampiro de Copacabana', 'Buraco da consolação' y 'Obstáculos' (del disco 'Besta fera'), 'Movimento dos barcos y 'Vapor barato' (del disco 'O que eu faço é música') y 'Um abraço do João' (del disco de Joyce Moreno 'O mar é mulher'). Y a la artista milanesa en 'Io che amo solo te' y 'E penso a te', en adaptaciones al italiano de canciones de Roberto Carlos como 'L appuntamento' (Sentado à beira do caminho) o 'Se fosse vero' (Você não sabe') y con Vinicius de Moraes y Toquinho ('Samba della rosa', 'La voglia, la pazzia', 'Senza paura'). Escuchar audio
Um panorama direto sobre como a New Left americana e as mudanças econômicas trazidas pela China reconfiguraram a direita nos EUA — do legado Reagan–Friedman ao MAGA/America First. O vídeo aborda: a virada cultural nas universidades, o debate “woke” x valores tradicionais, imigração, desindustrialização, tarifas, e o novo arranjo do Partido Republicano sob Donald Trump. Também compara EUA e Europa, discute os impactos do ingresso da China na OMC, o papel do bipartidarismo e por que a política americana “mudou de eixo” desde o pós-Guerra Fria. __________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 19, comenta o avanço do PL Antifacção na Câmara, o climão no STF após a fala de André Mendonça sobre ativismo judicial e o vídeo do deputado estadual petista Renato Freitas brigando na rua.Além disso, o programa traz uma entrevista com a vereadora Janaina Paschoal (PP-SP) sobre a instalação da Frente Parlamentar em defesa do Movimento dos Artistas Livres, na Câmara de São Paulo.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 19, Madeleine Lacsko e Duda Teixeira entrevistaram a vereadora Janaina Paschoal (PP-SP). Ela falou sobre a Frente Parlamentar em defesa do Movimento dos Artistas Livres, as ofensas que sofreu recentemente em um evento LGBT, segurança pública, entre outros temas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Concorrentes diretos do Brasil ficam com tarifa zerada e passam a ser ainda mais competitivos. Tratativas agora precisam se dar, principalmente, pelo governo brasileiro.
Os povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e movimentos sociais do mundo inteiro marcaram a história das Conferência do Clima da ONU nesta quarta-feira (12). Em um protesto inédito em forma de barqueata, com 200 embarcações pelo rio Guamá, eles denunciaram uma COP que não reflete as demandas das populações mais vulneráveis, na linha de frente das mudanças climáticas. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém A manifestação no rio deu a largada para a Cúpula dos Povos: durante cinco dias, os cerca de 5 mil participantes trarão para o debate as próprias soluções para o enfrentamento do aquecimento global, como a agroecologia e a agricultura familiar. Muitos questionam um dos focos das negociações diplomáticas da conferência: a transição energética para uma economia de baixo carbono. Elaine da Silva Barros, do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), veio do Maranhão e teme que a busca por minérios importantes para a eletrificação, como alumínio, cobalto e lítio, aumente ainda mais a pressão sobre os territórios amazônicos. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, explica. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumenta. A indígena Jéssica Cumaruara também era uma das passageiras da Caravana da Resposta, um barco que navegou mais de 3 mil quilômetros até chegar à capital paraense para o protesto. A embarcação percorreu o chamado corredor da soja, de Sinop, no Mato Grosso, até Belém do Pará, trazendo cerca de 40 movimentos sociais ou povos originários. "Para quem é a COP? Eles falam muito em transição energética, energia limpa, mas é do jeito deles”, aponta. "Não nos consultam, não se reúnem com a gente para falar sobre ela. Queremos que sejam verdadeiros, que falem sobre os benefícios, mas também sobre os impactos." Impactos socioambientais de hidrelétricas O Movimento dos Atingidos por Barragens estava lá para abordar os impactos ambientais e sociais sentidos há bastante tempo pela produção de eletricidade no país, por hidrelétricas. "Infelizmente o que tratam de energia limpa, para nós, não tem nada de limpo. A transição energética só é possível se houver uma mudança radical das estruturas e do modelo energético no Brasil, que explora, invade territórios, alaga territórios e viola direitos humanos”, afirma Fred Vieira, da coordenação da entidade no Pará. Para Jéssica, a maior preocupação é proteger o rio Tapajós do projeto de hidrovia do governo federal. A obra prevê dragagem para facilitar a navegação para o escoamento da produção de grãos e minérios entre Itaituba e Santarém, no Pará. "O presidente Lula privatizou o nosso rio, quer transformar o nosso rio em rota para o agronegócio, e isso nós não vamos aceitar. Queremos o rio livre”, disse. “Ele já está sendo contaminado pelo garimpo ilegal, pelo mercúrio. Quando destroem e contaminam o nosso rio, também estão nos matando.” O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira de outro rio, o Amazonas. Ele vê o governo federal “refém” de um Congresso dominado pelo agronegócio e as mineradoras. "As grandes indústrias estão se instalando dos nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que sobrevivem da pesca. E são esses empreendimentos, as barragens, as mineradoras, que estão causando o aquecimento global”, acusa. Participação indígena recorde, mas ainda insuficiente Para os povos indígenas, o enfrentamento do aquecimento global passa por mais demarcação de terras. A gente precisa que os governos, principalmente de outros países, ouçam isso da gente. A demarcação é o mais importante porque ali a gente vai viver em paz, conforme a nossa cultura”, salienta Bepmoroi Metuktire, neto do cacique Raoni e membro da juventude caiapó. "Nós somos os guardiões da floresta. Ela é tudo para nós”, frisa. Nunca uma COP teve tantos indígenas registrados – são 300 apenas na delegação brasileira. Mas, para eles, não é suficiente: eles reivindicam um assento especial nas negociações oficiais. Também exigem ser consultados sobre qualquer projeto que envolta as suas terras, aponta Raquel Mura, do povo indígena Mura Autazes, do Amazonas. "Estar aqui é mostrar a Amazônia para o mundo e dizer assim: ouve a nossa voz, não destrói a floresta porque a gente está aqui. Existem pessoas aqui”, ressalta. "A nossa proposta é que o nosso presidente olhe mais para os povos indígenas, porque por mais que ele tenha ajudado a diminuir o desmatamento, ele simplesmente liberou a exploração de petróleo na foz do Amazonas. Isso é muito indignante porque vai afetar a Amazônia toda – e não só a Amazônia, o mundo", complementa. A Cúpula dos Povos vai reunir em Belém, até domingo, cerca de 1,2 mil entidades de 62 países. Na COP30, o principal espaço para a sociedade civil é a zona verde. Na área azul, reservada às negociações oficiais, integrantes de organizações podem ser cadastrados como observadores do processo.
Adaptação de migrantes necessita de abertura, infraestrutura e “respeito ao luto”
Movimento de alta já começou em algumas regiões pecuárias do Brasil e logo chega em SP
Il rocambolesco furto al Louvre Paul Biya, presidente eterno Movimento 5 Stelle, il partito personale di Giuseppe Conte? La Festa del Cinema di Roma Torino, capitale italiana dell'intelligenza artificiale
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam a saída de Daniel Paulista do comando técnico do Sport. Movimento já era o esperado? Demorou? Foi antecipado? E agora qual caminho a direção rubro negra deve tomar para a sequência final da Série A. Vem conferir isso e muito mais com a turma. […]