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O seu nome confunde-se com a história da música portuguesa. A celebrar 55 anos de carreira, Carlos Alberto Moniz é esta semana convidado do Posto Emissor. A conversa passou pelos tempos em que tocou com José Afonso ou Carlos Paredes, deteve-se no multigeracional ‘Vamos Fazer Amigos Entre os Animais’, canção do programa de televisão “Arca de Noé”, e num episódio peculiar com Hugh Grant e terminou na IA… nas marchas populares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1997, Hollywood reuniu uma cobra gigante, um elenco estrelado e um roteiro completamente sem noção em uma produção inusitada que resultou em um clássico do cinema noventista: Anaconda. No RdMCast dessa semana nossa bancada se aventura pela floresta amazônica para revisitar essa franquia bizarra que reúne répteis enormes, orquídeas sangrentas, atuações duvidosas, personagens desprovidos de qualquer inteligência e filmes que ficam cada vez mais inacreditáveis. Entre efeitos visuais que envelhecerem como leite, Jon Voight interpretando um paraguaio e Selton Mello roubando a cena no novo reboot metalinguístico, embarque conosco por essa jornada que celebra uma franquia que personifica o lema “é tão ruim que fica boa” e suas cobras gigantescas que roubaram o coração dos fãs de horror.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Thiago Natário e Gabriel Braga.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Anaconda (1997)Anaconda 2: A Caçada pela Orquídea Selvagem (2004)Anaconda 3 (2008)Anaconda 4 (2009)Pânico no Lago: Projeto Anaconda (2015)Anaconda (2024)Anaconda (2025)Anaconda: The Writer's Cut (livro, 2014)Citações off topic:Sniper – O Atirador (1993)O Especialista (1994)Selena (1997)Penetras Bons de Bico (2005)King Kong (1993)O Tesouro da Sierra Madre (1948)Ilha da Fantasia (1977–1984)O Mensageiro (1997)A Colônia (1997)Mortal Kombat (1995)A Casa do Espanto (1985)O Peso do Talento (2022)Trovão Tropical (2008)Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #284 – Animais no HorrorRdMCast #480 – Trilogia A MúmiaSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Desde os anos 1990, fatores como a atividade humana, a poluição e as mudanças do clima amputaram o planeta de 40% dos seus estoques naturais. No começo do ano, um relatório do IPBES, a plataforma intergovernamental da ONU para a biodiversidade, alertou sobre os riscos desse declínio de seres vivos para a economia mundial e a estabilidade financeira. O desaparecimento progressivo de plantas, animais, insetos, moluscos e micróbios gera um efeito dominó na agricultura e nas cadeias de valor que, para muitos países, representam a maior parte do PIB. Ao mesmo tempo, essa erosão em curso eleva os custos de produção – em outras palavras, riqueza que deixa de ser gerada, à altura de US$ 2,7 trilhões por ano até 2030, avaliou o Banco Mundial em 2021. Novos estudos apontam que os dois efeitos combinados já teriam resultado em um prejuízo de 20% do PIB mundial, adverte o biólogo Marc-André Selosse, professor e pesquisador do Museu de História Natural de Paris. Autor de diversas obras, ele acaba de publicar De la biodiversité comme un humanisme ("A biodiversidade como humanismo", em tradução livre), no qual detalha o alto custo da degradação da natureza e defende que preservar a natureza significa proteger o ser humano. “Na produção de groselha na Borgonha, por exemplo, a polinização é crucial. Só que as populações de insetos nessas áreas caíram 98% nos últimos 40 anos, então os produtores criam pequenas abelhas solitárias altamente eficazes, nos arbustos da groselha. Desta forma, eles conseguem impulsionar a produção, dobrando ou até quadruplicando, mas precisam manter essas colônias de abelhas, que custam caro”, cita o professor francês. “O que quero dizer é que, às vezes, conseguimos aplicar 'soluções rápidas', mas estamos começando a sobrecarregar o sistema com encargos secundários, simplesmente porque não podemos mais contar com as funções que a biodiversidade naturalmente proporcionaria.” Dependência da natureza que os homens destroem Selosse evoca um recente relatório das agências de segurança interna e externa britânicas, no qual o MI5 e o MI6 constatam que os danos aos ecossistemas considerados essenciais para o equilíbrio do planeta – da Amazônia às florestas boreais, dos manguezais aos recifes de corais – são uma ameaça direta à segurança alimentar no Reino Unido, que importa 40% do que consome. Alimentos, água, fertilidade dos solos, qualidade do ar são serviços ambientais proporcionados pela natureza, mas que a interferência humana está colocando em risco. Em abril, um estudo realizado pela seguradora Swiss Re apontou que 55% do PIB mundial depende de uma biodiversidade “saudável”. “Existem espécies de grupos de seres vivos que são bem catalogados, como plantas ou animais, nos quais vemos a diversidade despencar. Já perdemos 5% das espécies de vertebrados, 7% das espécies de moluscos. Estamos vendo o processo acontecer”, afirma, em entrevista ao programa C'est pas du Vent, da RFI. “Perdemos um pouco menos de plantas, mas estima-se que desde que o homem apareceu na Terra, a velocidade de extinção dos animais aumentou em pelo menos 5 mil vezes. A de plantas, 500 vezes. Estes são dados que temos.” Perda de diversidade genética ameaça a sobrevivência Selosse chama a atenção para alguns casos: 80% dos insetos desapareceram em 30 anos, o número de pássaros na Europa caiu 30% em 15 anos e o de morcegos, em igual proporção, em ainda menos tempo, apenas uma década. O pesquisador salienta os riscos dessa perda de populações para a sobrevivência dos seres vivos. O desaparecimento de indivíduos leva à redução progressiva da diversidade genética de cada espécie, que hoje já é de pelo menos 10%. “Isso é preocupante porque é nesta diversidade genética que se encontram os indivíduos que possivelmente estarão adaptados às condições de amanhã: quando um novo agrotóxico começar a ser usado, quando o clima estiver um grau mais quente ou quando a concentração de microplásticos subir, quem vai conseguir sobreviver?”, salienta. “É a adaptabilidade das espécies que está em jogo. A perda de diversidade genética representa um enfraquecimento das espécies. Ela anuncia a ampliação do mecanismo de extinção, que por enquanto ainda é limitado a entre 5 e 10%”, indica o cientista. A entrevista completa de Marc-André Selosse à RFI pode ser ouvida aqui, em francês.
Raphael Galo da A7 capital diz que não tem boi pronto para abate e a tendência é de uma contínua redução na oferta de confinamento e no abate de fêmeas; final do ano teremos arroba com forte alta
Exportações de carne bovina recuam 27% na primeira semana julho em comparação com junho e já sinalizam impacto do fim das cotas chinesas
Dinheiro perdido poderia ser utilizado na reposição, reduzindo custo e risco da recomposição do rebanho
Para Itaú BBA os animais de confinamento, fim de safra e a presença, ainda significativa, de fêmeas nas escalas de abate serão suficientes para atender mercado com demanda enxuta nos próximos 90 dias
Será que os animais conseguem prever terremotos? Estudos analisaram o comportamento de mais de 130 espécies durante 160 terremotos e a conclusão é mais complexa do que muita gente acredita. Segundo o site de verificação de fatos espanhol Newtral, após cada terremoto circulam nas redes sociais vídeos de elefantes fugindo em manada, pássaros invadindo cidades ou cães uivando de forma insistente, acompanhados de mensagens que afirmam que esses comportamentos ocorrem pouco antes do tremor. Será verdade? Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo explica.
Uma partilha vulnerável do Markl, para que ninguém se sinta sozinho
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad aborda os novos desdobramentos envolvendo a vereadora Anne Moraes, que além de responder a um processo de cassação na Câmara Municipal, agora também enfrenta denúncias do Ministério Público relacionadas à gestão da Associação Defensora dos Animais de Londrina. Ele destaca a gravidade das acusações e faz uma reflexão sobre a responsabilidade de quem administra recursos de entidades que dependem da confiança e da contribuição da sociedade.#Londrina #AnneMoraes #MinistérioPúblico #Política #Justiça
No quadro POTENCIAL DAS RAÇAS a seleção genética do Bonsmara no Brasil e o potencial de agregação de valor ao rebanho nacional . No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , o uso da IA na pecuária já é uma realidade, mas criadores precisam se preparar para garantir resultados eficientes
Eficiência dos resultados passa pela boa gestão da propriedade, com nutrição adequada, manejo antiestresse e cuidados fitossanitários
Eficiência dos resultados passa pela boa gestão da propriedade, com nutrição adequada, manejo antiestresse e cuidados fitossanitários
Já está em vigor a lei que passa a enquadrar o exercício ilegal da medicina veterinária no Código Penal. A medida prevê pena de seis meses a dois anos de prisão para quem atuar como médico-veterinário sem a devida habilitação profissional, além de multa quando houver obtenção de vantagem financeira. O que muda na fiscalização e na punição desses casos? Como a nova legislação pode ajudar a proteger os animais e a saúde pública? E de que forma os tutores podem confirmar se um profissional está regularmente registrado para exercer a profissão? Para falar sobre o assunto, o JR 15 Minutos recebe Fernando Zacchi, médico-veterinário e assessor técnico do Conselho Federal de Medicina Veterinária.
Aumento da circulação de animais, pessoas e produtos impulsiona propagação de doenças entre regiões do mundo; as patologias representam riscos para a segurança alimentar, o comércio e os meios de subsistência.
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Estamos ON! com mais um CienciON. Neste episódio do CienciON, recebemos o professor Anselmo Nogueira, pesquisador da Universidade Federal do ABC, para uma conversa fascinante sobre as relações entre plantas e animais. As plantas realmente precisam dos animais? E os animais precisam das plantas? Neste episódio do CienciON Podcast, exploramos as relações surpreendentes entre plantas, formigas, abelhas e muitos outros organismos. Nem toda formiga é uma inimiga. E as plantas estão longe de ser seres passivos.Ouça agora no Spotify e descubra como a natureza é feita de alianças, conflitos e negociações invisíveis.Referências:● https://serrapilheira.org/pesquisadores/anselmo-nogueira/● https://www.ufabc.edu.br/ensino/docentes/anselmo-nogueira● https://agencia.fapesp.br/formigas-defendem-plantas-de-herbivoros-mas-podem-atrapalhar-polinizacao/55497CienciON#116: Plantas vs Animais - Ficha CatalográficaRoteiro de: Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Convidados: Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC)Edição de áudio/vídeo: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João PauloMantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC). com suporte de IA generativa (Gemini) para renderização a partir deesboço original.Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.
O encontro entre moradores e animais silvestres tem se tornado cada vez mais frequente nas cidades. Nesse cenário, a prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), lançou o projeto "Coexistir: Educação Ambiental para a coexistência entre humanos e fauna silvestre em áreas urbanas". De acordo com informações da administração municipal, "a proposta nasce de uma realidade cada vez mais presente nas cidades: o avanço da ocupação urbana sobre áreas naturais e fragmentos de Mata Atlântica aproxima humanos e animais como aves, mamíferos e répteis. Em muitos casos, o desconhecimento gera medo, manejo inadequado, acidentes, atropelamentos, ataques por animais domésticos e outros conflitos que poderiam ser evitados com informação e orientação correta", informa.
Boletim: Polícia Civil cumpre mandado contra mulher investigada por maus-tratos a animais na Capital by Governo do Estado de São Paulo
Bezerro que colheu Paulo Núncio adivinha resultados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Norma endurece multas por crueldade, abandono e reincidência. As multas podem variar de R$ 3 mil a R$ 50 mil por animal.
Não tenham pássaros em casa, por amor da santa.
O Fala Carlão apresenta uma cobertura para o Canal do Boi direto do MineralTech, palco dedicado à pesquisa e ao avanço da nutrição mineral na pecuária. John Arthington, Chefe do Departamento de Ciências Animais da Universidade da Flórida, falou sobre sua trajetória e o prêmio recebido da ASBRAM. Thiago Acedo, Head de Marketing Ruminantes Latam da dsm-firmenich, destacou o evento como espaço onde pesquisa e mercado se encontram. John Doyle, consultor internacional, trouxe uma perspectiva inusitada: o que a nutrição animal pode aprender com a nutrição humana. Confira essa conversa direto de um dos principais encontros da nutrição mineral mundial.
O novo episódio do podcast traz um bate-papo dos jornalistas João Guedes e Eduarda Demeneck com o deputado Marcius Machado (PL), autor da lei que criou multa a partir de R$ 20 mil para quem caça animais silvestres nativos em Santa Catarina.
Em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, nesta quinta-feira, 21 de maio, a médica veterinária e inspetora da Inspetoria de Defesa Agropecuária de Getúlio Vargas, Joline Dalla Vecchia, revelou preocupação com a baixa adesão dos produtores locais à Declaração Anual de Rebanho. Passado mais da metade do cronograma (iniciado em 1.º de abril e com encerramento marcado para 30 de junho), a média de conformidade nos quatro municípios da região de atuação está em apenas 40%.
Especialista aponta procedimentos que vão desde a contenção e bem estar dos animais à segurança e eficiência do processo de vacinação
Comuns nas redes sociais, os vídeos engraçadinhos de animais silvestres como gorilas, leopardos, cobras ou periquitos podem parecer mero entretenimento, mas escondem um impulso significativo ao tráfico internacional de espécies. Muitos usuários não têm consciência de que cada curtida estimula ainda mais a comercialização de bichos selvagens, inclusive a ilegal. Com foco no público europeu, um dos principais consumidores desse mercado, a organização Fundo Internacional para a Proteção dos Animais (IFAW) lançou uma campanha de conscientização sobre o impacto dos “likes” nos posts que colocam em cena espécies exóticas em ambientes domésticos. Em muitos casos, os animais são coagidos a reproduzir comportamentos humanos, em busca de mais audiência. “Esse tipo de conteúdo banaliza a criação de animais selvagens, retratando-os como animais de estimação, quando, na realidade, eles não são nada adequados para viver em cativeiro, em ambiente doméstico”, explica a diretora de campanhas Mia Crnojevic. “Os algoritmos dão mais visibilidade a esse tipo de conteúdo e aumentam a demanda, porque eliminam um tabu. As pessoas veem e pensam: 'Nossa, que fofo, eu adoraria ter um desses em casa também'.” Os mais visados são répteis, tartarugas e pássaros, segundo a ONG. O maior perigo é que, ao ver um post, é quase impossível saber se os animais exibidos foram obtidos conforme a regulamentação internacional ou se são simplesmente ilegais. As redes sociais servem de plataforma de compra e venda, em transações cuja fiscalização é falha. "Os posts conectam compradores e vendedores com apenas alguns cliques, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Em teoria, esse comércio deveria ser regulamentado, mas no ambiente virtual, os controles são difíceis", lamenta. "As autoridades policiais precisariam de muito mais recursos para conseguir reprimir esse 'mercado cinza', como chamamos, no qual às vezes as coisas são legais e e às vezes, não, dependendo dos certificados e da documentação." Europeus estão entre os principais compradores Entre março e dezembro de 2025, a organização denunciou 118 posts considerados suspeitos em cinco plataformas digitais, e 75% das publicações foram apagadas. Em seu relatório, a IFAW salienta o papel dos países europeus nessa cadeia. Muitas espécies protegidas nos seus países de origem – principalmente na África, América Latina e Ásia –, mas que ainda não estão inscritas na lista da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cides), acabam sendo importadas legalmente por clientes da Europa. Assim, por mais que 82% dos europeus entrevistados para a pesquisa considerem o tráfico de espécies silvestres "um grave problema mundial", 64 milhões de animais exóticos vivem no continente, em ambientes domésticos. "As pessoas sempre tendem a apontar o dedo para os outros, mas a verdade é que sim, fazemos parte dessa cadeia. Temos demanda por esse tipo de animais, e é essa demanda, muitas vezes menosprezada, que impulsiona o tráfico de espécies", salienta Crnojevic. "Isso tem levado populações selvagens, como a do periquito-do-gabão, a serem dizimadas. Esses animais não têm absolutamente nada a fazer aqui na Europa." Campanha no Brasil O problema mobiliza as autoridades ambientais no Brasil, de onde partem espécies como tartarugas, rãs e aranhas-tarântulas, vendidas na Europa. No ano ano passado, o Ibama e a organização WWF Brasil lançaram a campanha "Se não é livre, eu não curto", para alertar os brasileiros sobre os riscos de conteúdos envolvendo bichos silvestres. O tráfico de animais é considerado o terceiro maior crime de contrabando do mundo, atrás dos de drogas e de de armas. Em 2023, mais de 30 mil bichos silvestres resgatados pelo Ibama foram soltos na natureza, após passarem por reabilitação. As aves, como as araras, são as maiores vítimas: representaram 60% dos animais traficados do país.
Analista alerta para período nebuloso de preços da arroba do boi entre maio e agosto
Confira o Fechamento de Mercado desta quinta- feira (30)
Incerteza com fim das cotas chinesas, B3 despencando, maior oferta de fêmeas com estação de monta e diminuição da qualidade das pastagens estão entre os fatores de pressão para as vendas
No quadro DEMANDA EM FOCO , embriões zebuínos brasileiros estão ganhando o mundo e ajustando genética do rebanho mundial.No MANEJO EFICIENTE , os cuidados com a pneumonia bovina, doença invisível e transmissível que pode tirar o lucro do confinamento
Nesta terça-feira, o boletim destaca alertas de segurança e mudanças estruturais no acesso e na pesquisa clínica, começando pela decisão da Anvisa de suspender imediatamente a venda de um xarope após a identificação de riscos de arritmias cardíacas graves. Analisamos o impacto da nova legislação na Virgínia (EUA) que limita o custo da insulina e dispositivos de monitorização a 35 dólares, um marco na acessibilidade e adesão ao tratamento do diabetes. Por fim, abordamos no Radar as metas atingidas pela FDA na redução de testes em animais, impulsionada pelo uso de inteligência artificial e modelos computacionais para prever a segurança de novos fármacos.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/28-04-2026
O ajuste da lotação continua entre os principais erros do pecuarista na hora de se preparar para o período seco
O método consiste na separação de partículas fecais por granulometria, utilizando um conjunto de três peneiras
No quadro RELAÇÃO DE TROCA , os números mostram bom momento para troca boi X bezerro, mas atenção às estratégias de preparação dos animais, alerta Scot Consultoria
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LuisaMell #Lula #Janja #Paca #ChurrascoDePaca #CausaAnimal #ProteçãoAnimal #DireitosDosAnimais #Polêmica #Bastidores #Notícias #Brasil #MeioAmbiente #Ativismo #Debate #Repercussão #AnimaisSilvestres #CrimeAmbiental #Fiscalização #Urgente
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , a possibilidade de aumentar a receita com a conversão de dejetos e resíduos em biometano
O vídeo da primeira-dama Janja preparando e servindo carne de paca ao presidente Lula gravado no último fim de semana, segue repercutindo nas redes sociais.Ativista dos direitos dos animais, Luisa Mell publicou um vídeo para criticar Janja. Segundo Luisa, o vídeo da primeira-dama “é de uma irresponsabilidade inacreditável”. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LuisaMell #Janja #Páscoa #CausaAnimal #Polêmica #Paca #MeioAmbiente #GovernoLula #Ativismo #Noticias #Brasil #Viral #PrimeiraDama #ProteçãoAnimal #DireitoDosAnimais
No quadro DEMANDA EM FOCO , os resultados de uma pesquisa para saber o que pensa o brasileiro sobre a carne bovina produzida no país ; no quadro PROTEÍNAS ANIMAIS , o dilema dos piscicultores mineiros que estão expandindo a produção de tilápias ao mesmo tempo que concorrem com a importação do Vietnã
A vida delas é viajar: as espécies migratórias percorrem milhares de quilômetros entre continentes em busca de alimento, água, locais de reprodução ou condições climáticas adequadas. Mas as intervenções humanas na natureza e as mudanças do clima ameaçam sua sobrevivência. Algumas populações, como os peixes de água doce, sofreram um declínio de 81% nos últimos 50 anos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Nesta semana, o Brasil recebe mais de 130 países para a 15ª Conferência da ONU sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres. O evento acontece no emblemático Pantanal, a maior planície alagável do planeta e um dos principais refúgios de biodiversidade do país. Menos badalada que as Conferências do Clima, esta COP15 tem o desafio de proteger os corredores migratórios desses animais, que desconhecem fronteiras. Em outras palavras, de nada adianta um país garantir o trânsito das espécies se, no país vizinho, elas não encontrarem um ambiente equilibrado e seguro para seguir seu caminho. Nas Américas, são três principais rotas: a do Atlântico, a do Pacífico e a Central. “A gente precisa entender que não pode trabalhar sozinho. As aves, assim como toda a biodiversidade migratória, não reconhecem fronteiras de países: elas passam por todos eles e acabam nos conectando”, observou Raquel Carvalho, gerente do Programa Aves Limícolas da organização SAVE Brasil. “O que a COP nos mostra é o sentimento de conexão que as aves nos proporcionam. Se a gente não cuidar de cada ponto desses de parada, elas não conseguem fechar seus ciclos.” Declínio em alta No começo de março, a ONU revelou um relatório preocupante: 49% das espécies migratórias estão em declínio, 5% a mais do que há dois anos. Elas são vítimas de alterações de seus habitats, das mudanças climáticas, da caça e da pesca. À luz dos avanços do conhecimento científico sobre migrações, um dos objetivos da conferência é atualizar as duas listas de espécies protegidas pela Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias, em vigor desde 1979. Uma se refere aos animais ameaçados de extinção e a segunda inclui os que precisam de cuidados dos países para serem preservados. “Discutir essa lista é muito importante, porque, ao classificar uma espécie ou ajustar essa lista, você está definindo prioridades de atuação”, explicou o presidente da conferência, João Paulo Capobianco, em coletiva de imprensa em Campo Grande. “O segundo ponto importante são as ações consertadas. Se há uma espécie X que passa por 10 países, esses 10 países precisam definir como vão atuar, de forma integrada, para que essa espécie sobreviva. São propostas já aprovadas em outras convenções e que agora serão analisadas”, detalhou. Falcão-peregrino, toninha, baleia jubarte O Brasil, país megadiverso, possui o segundo maior número de espécies de aves do mundo, e 126 passam pelo território brasileiro em suas rotas migratórias, como o falcão-peregrino. Nos mares e rios, não é diferente: são centenas de peixes e mamíferos, como a toninha, o menor golfinho registrado, que migra entre o Brasil, o Uruguai e a Argentina, e as baleias-jubarte, que encontram em Abrolhos o local ideal para se reproduzir. Outro desafio é garantir que o licenciamento ambiental de grandes obras de infraestrutura leve em consideração as rotas de passagem de animais. Ainda restam lacunas importantes de conhecimento. “Se vai se licenciar algum empreendimento, como uma barragem ou hidrelétrica que vá impactar áreas úmidas, por exemplo, ele tem que passar por todo um protocolo já estabelecido. O Brasil tem uma legislação muito boa sobre isso, mas precisamos conhecer o mapeamento das áreas importantes para essas espécies migratórias”, frisou Carvalho. Ampliação de Unidades de Conservação A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, salientou que, no âmbito da negociação entre os países, o gargalo do financiamento continua sendo um desafio. “A comunidade internacional tem dificuldade em relação ao financiamento, seja para o clima, para a biodiversidade, contra a desertificação ou para as espécies migratórias”, ressaltou. “A gente tem acordos internacionais de aportes de recursos para enfrentar esses graves problemas ambientais, mas eles, infelizmente, não foram cumpridos”, disse Marina. A COP15 também representa uma oportunidade para o país ampliar, no plano doméstico, as medidas de proteção desses animais. Na abertura do evento, no domingo (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a criação ou ampliação de três Unidades de Conservação: a de Córrego dos Vales, no Cerrado de Minas Gerais, a do Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense e a da Estação Ecológica de Taiamã, no Mato Grosso. A conferência se encerra nesta sexta-feira (27). O Brasil exercerá por três anos a presidência do evento, até a COP16.
Em uma era de automação e robótica, ainda existem certos trabalhos especializados que somente um animal pode desempenhar.
Valor nutricional e aumento da oferta estão entre os fatores de elevação do consumo de DDG
Animais de estimação, um quadro que não é seu (é meu!) e bolos!
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.
O episódio de violência contra o cachorro comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, mobilizou manifestações de norte a sul do país neste fim de semana. Nos atos, o pedido era o mesmo: justiça para os agressores que atacaram e mataram Orelha no início de janeiro. A polícia de Santa Catarina apura se o crime foi cometido por um grupo de adolescentes, e a investigação aborda até suspeitas de coação e ameaça a testemunhas. Orelha se tornou um símbolo de uma violência que cresce rapidamente no Brasil: o Conselho Nacional de Justiça diz que foram quase 5 mil casos de agressão a animais em 2024, um salto de 1.400% em comparação com 2021. A punição prevista em lei para quem maltrata cães e gatos chega a, no máximo, 5 anos de detenção, mas a maioria dos agressores é punida com medidas mais brandas. É o que explica Carlos Frederico Ramos de Jesus em entrevista a Natuza Nery. Carlos, que é coordenador do Grupo de Estudos de Ética e Direito Animal na USP e autor do livro “Entre Pessoas e Coisas: o Status Moral-Jurídico dos Animais”, analisa as mais recentes mudanças no ordenamento jurídico brasileiro em relação aos animais domésticos e ensina o que fazer para denunciar casos de violência.
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci e Maria Scodeler recebem o ambientalista, protetor dos animais e delegado-chefe da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, Guilherme Dias.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas:https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas.Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade.Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundadae esclarecedora sobre o mundo atual.Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativashttps://bit.ly/narrativasoaSiga O Antagonista no X:https://x.com/o_antagonistaAcompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br