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Convidado
“Silence” faz bater um coração histórico do Festival de Avignon

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 11:34


O espectáculo “Silence”, da compositora e percussionista Lucie Antunes e da coreógrafa Mathilde Monnier, transformou um espaço icónico do Festival de Avignon, a histórica Pedreira de Boulbon, numa pista de dança com a forma de um disco de vinil, onde tudo é pulsação, ritmo, escuta e movimento. Entre concerto, transe coreográfico e ritual colectivo, a peça é uma experiência sensorial e percussiva, protagonizada por três músicos e sete bailarinos que são as notas dessa energia hipnótica em plena natureza. Entre os intérpretes, está a portuguesa Carolina Passos Sousa com quem falámos sobre o espectáculo. RFI: Como é que nos descreve o espectáculo “Silence” e o que se vive em palco? Carolina Passos Sousa, Bailarina e actriz: “Este espectáculo, para nós, é mesmo uma viagem. É uma tentativa de transmitir este transe e estes estados alterados de consciência que nós tentámos durante o processo procurar, sejam eles através de movimentos, de estados, de olhares. É dançar com música ao vivo. É realmente uma coisa completamente diferente e aqui, neste espaço, parece uma espécie de ritual. Portanto, é, sim, uma viagem que começa e é este movimento que nós fazemos, sempre muito circular, que também nos dá esta sensação de 'loop' e de transe. É uma experiência super boa e é mesmo fixe fazer. O processo foi muito especial." Porquê? “Porque eu nunca tinha trabalhado com músicos assim e esta co-criação entre a Mathilde [Monnier] e a Lucie [Antunes] foi uma coisa que nós tivemos que dosear e perceber como é que poderíamos trabalhar, porque trabalhar dança é uma coisa e trabalhar a música é outro ritmo. Trabalhar os dois ao mesmo tempo, sem ser um concerto, sem ser um espectáculo de dança, é outra coisa. Então, tivemos que tentar perceber como é que nós podíamos encaixar e dialogar entre estes dois universos que muito têm a ver, mas que nem sempre estão directamente ligados no palco.” Aqui os bailarinos também são músicos, também cantam, também tocam. “Tentamos. Isto foi também um trabalho muito com a Lucie, que é incrível, super aberta à improvisação. Ela até prefere, muitas vezes, trabalhar com músicos não tão experientes e, portanto, havia toda uma abertura dos músicos. É inacreditável. Ela tinha uma base já feita e convidava-nos através desta poesia, porque há um livro de poesia feito pela Laura Vazquez, que foi a Lucie que pediu para ela fazer uns poemas sobre o silêncio. Através disto, numa forma super livre, no estúdio dela, ela convidava pessoas e amigos para lerem textos, os que quiséssemos, através das músicas que ela já tinha mais ou menos composto e assim surgiu todo o álbum. Foi assim que ela trabalhou.” Também há um álbum de Lucie Antunes, chamado “Silence”, que acaba de ser lançado. Tal como no espectáculo, a Carolina está no álbum? “Estou. Estou. Estamos todos, entre vozes, há um texto que eu digo também. Foi mesmo um trabalho muito, muito mágico no estúdio com ela, em que tudo vale, nada é um erro.” Aqui na Pedreira de Boulbon, com esta acústica, também é mágico… “Claro e é mesmo um privilégio poder estar aqui. Este espaço é mesmo incrível, até para o som. E o facto de também de ser assim uma espécie de disco de vinil e ter público trifrontal muda completamente a perspectiva que nós temos e é mesmo incrível! O espaço e Avignon e todo o festival, toda esta febre, esta vila que se transforma em coração do teatro.” A Carolina lê dois textos. Que textos são? “São esses tais textos do livro da Laura Vasquez, que foi uma encomenda que fizeram para o projecto, para o disco.” Num deles diz que “não há demasiado silêncio”. “Sim.” Chamar “silêncio” a este espectáculo parece um paradoxo. É um silêncio que é um estrondo, não é? “Sim. Na peça nunca há ou raramente há silêncio. Mas nós também não sabemos o que é. Pode ser a morte depois do transe, o silêncio pode ser muita coisa, mas nós nunca, em momento algum, estamos completamente em silêncio. Ou estamos a respirar, ou o nosso corpo está a funcionar, o coração está a bater. Nunca há silêncio verdadeiramente. Portanto, a ideia de silêncio também não sabemos ao certo o que é, mas claramente aqui é uma abertura a pensar nisso e no ritmo que também que levamos hoje em dia. No segundo texto que eu digo também se fala muito disso, nós não temos tempo para sequer ouvir os pássaros. Estamos sempre conectados.” Durante o processo criativo, foi a música que compôs a coreografia ou foi a coreografia que ajudou a criar a música? “As duas coisas. A Mathilde veio com uma ideia muito concreta de várias qualidades do movimento nestes estados alterados de consciência. O que é que poderá ser? Pode ser uma coisa repetitiva, pode ser uma coisa a ondular, uma coisa de ‘loop', da repetição. E através destas palavras, nós começámos a trabalhar e depois a Lucie criava as músicas, enviava à Mathilde e nós ouvíamos. E foi sempre assim. Um trabalho de partilha através da música e a dança, portanto, os dois estavam sempre juntos. Elas estavam sempre em comunicação e quando íamos para os ensaios tínhamos o material da Mathilde e o material da Lucie.” Como foi trabalhar novamente com a Mathilde Monnier, com quem já trabalhou, nomeadamente, em “Black Lights”, uma peça que também esteve no Festival de Avignon? “É muito especial. Eu comecei a dançar com a Mathilde. Eu sou actriz, fiz um estágio com a Mathilde e a meio do estágio ela pediu-me para dançar e para fazer as improvisações e acabei por trabalhar com ela já lá vão cinco anos. É sempre muito especial porque em todos os projectos há sempre abertura também para haver um lado teatral. No ‘Black Lights' havia muito isso. Aqui também penso que há. E este tipo de trabalho também me interessa muito. Um trabalho que não é só dança, não é só teatro. Eu sempre gostei muito de dançar e quis sempre explorar esta parte do movimento e trabalhar com ela. É fantástico a liberdade total. Tudo é possível. Ela ouve, é um processo de muita escuta. E ela tem sempre assim, umas ideias super diferentes a cada projecto. É uma coisa que não tem nada a ver com o projecto anterior. O anterior era a violência que as mulheres sofrem, seja ela assédio, seja ela coisas mínimas que estão intrínsecas na sociedade. E do nada estamos a fazer esta peça ‘Silence', que no início, quando ela me convidou, eu achei super interessante. Ela disse-me que ia fazer um ponto entre a primeira peça que fez, que é ‘Extasis', há 40 anos, que falava sobre drogas. O mote foi esse, sobre estados alterados de consciência, e queria fazer outra vez uma reflexão sobre esses estados alterados de consciência. No início, a peça chamava-se ‘Mushrooms' e era sempre assim, esta ponte com a primeira peça que ela fez, que acho que foi apresentada aqui em Avignon. Depois é sempre assim, uma criação vai sempre evoluindo e vai sempre mudando e agora chama-se ‘Silence'. Mas achei muito interessante trazer esta esta primeira peça dela 40 anos depois.” A Carolina já esteve em Avignon, conhece bem o director do Festival de Avignon, Tiago Rodrigues, com quem trabalhou em “Catarina e a beleza de matar fascistas”. Sente-se em casa, em Avignon? “Sim, sim. Sinto-me em casa aqui, é verdade. Acho que é um sítio em que todas as pessoas podem sentir-se em casa, apesar do calor! É mesmo o sítio onde toda a gente é convidada, toda a gente é bem-vinda e não há qualquer julgamento. E os espectáculos, a programação é incrível e há conversas, há todo um movimento de colectivo que me faz sentir super em casa aqui.” [O espectáculo "Silence" pode ser visto até dia 8 de Julho no Festival de Avignon.]

Ciência
A evolução das bactérias e o desafio da resistência aos antibióticos

Ciência

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 9:10


O director de investigação no Instituto Pasteur, em Paris, o cientista português Eduardo Rocha, dedica-se ao estudo da evolução bacteriana, da diversidade genética e dos mecanismos que permitem às bactérias trocar informação genética entre si. Um trabalho fundamental para compreender um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea: a resistência aos antibióticos. Entrevista realizada por Taíssa Stivanin. A investigação começa quase sempre pela leitura do genoma. Ou melhor, pela leitura de milhares de genomas. "As nossas análises, em geral, começam com a sequenciação de um genoma, ou de muitos genomas. As pessoas fazem amostragem de bactérias ou de elementos móveis que estão no ambiente, nos hospitais ou dentro dos indivíduos - nós temos muitas bactérias no nosso intestino. Depois sequencia-se o genoma, isto é, identifica-se a sequência de nucleótidos no ADN que vai estabelecer, por exemplo, os genes que estão presentes no genoma e quando vão ser expressos. É preciso perceber que o genoma de uma bactéria típica é um texto grande. Pode ter quatro milhões de letras, um milhão ou dez milhões, depende das bactérias. E é um texto escrito com um alfabeto de quatro letras, os quatro nucleótidos. O nosso objectivo é compreender o que está escrito nesse texto: identificar que genes estão presentes, que elementos regulam a sua presença e a sua expressão. E sobretudo compará-los para perceber como é que as bactérias evoluíram no passado e como poderão evoluir no futuro." O foco da equipa está precisamente nessa capacidade das bactérias para evoluírem. Uma evolução que, ao contrário do que acontece nos organismos mais complexos, pode ser observada em tempo real. "Tentamos perceber como é que as bactérias se adaptam. Elas conseguem adaptar-se muito rapidamente. Temos a ideia dos processos evolutivos como algo muito lento, mas nas bactérias, em parte porque se conseguem dividir muito rapidamente, estes processos podem ser extremamente rápidos, tão rápidos que os podemos observar no laboratório. Podemos fazer experiências em que vemos a evolução da bactéria. Em poucos dias, ela pode tornar-se resistente a antibióticos, perder virulência ou aumentar a virulência. E como agora podemos sequenciar genomas muito facilmente, conseguimos traçar exactamente quais foram as modificações nos genomas que levaram ao resultado final." Durante muito tempo, os cientistas pensaram que a evolução bacteriana resultava sobretudo de pequenas mutações. Mas a realidade revelou-se bastante mais complexa. "Se continuarmos na analogia do texto, é um bocado tentar perceber como é que as palavras mudaram. O que percebemos nos últimos vinte anos é que muitas das mudanças nos genomas não são pequenas mutações, não são palavras que mudaram. Na realidade, são frases, parágrafos ou até secções inteiras que mudaram completamente. Isso acontece porque as bactérias têm a capacidade de trocar genes com outras bactérias, adquirir genes de outras bactérias. E isso permite-lhes evoluir rapidamente. É isso que explica que há setenta anos praticamente todas as bactérias com as quais convivíamos fossem susceptíveis aos antibióticos e que hoje existam bactérias resistentes a quase todos os antibióticos conhecidos. Foram adquirindo estes genes e isso permitiu-lhes evoluir muitíssimo mais rápido." No Instituto Pasteur, a equipa de Eduardo Rocha procura reproduzir e observar estes fenómenos em condições controladas. Mas nem toda a investigação acontece em laboratório. Uma parte importante do trabalho passa pela análise de amostras recolhidas em hospitais ou em estudos clínicos. Um dos projectos recentes acompanhou pessoas saudáveis sujeitas a tratamento antibiótico. “Publicámos um estudo feito num hospital em França com vinte e duas pessoas saudáveis que tomavam dois tipos de antibióticos. Seguimos essas pessoas ao longo de vários meses para perceber o que acontecia à flora intestinal depois do tratamento. Porque ao tomarmos antibióticos, perturbamos as bactérias que estão na nossa flora intestinal e demora um certo tempo até o equilíbrio se voltar a estabelecer.” O estudo tinha uma aplicação clínica directa, mas permitiu também aprofundar uma questão central para o trabalho da equipa: o papel dos chamados elementos genéticos móveis. "Um dos aspectos que nos interessava era compreender como é que os elementos móveis das bactérias reagiam à presença de antibióticos. As bactérias tendem a transferir genes entre si e isso permite-lhes adaptar-se a novos desafios ou aproveitar novas oportunidades. Mas para que o ADN passe de um genoma para outro existem, na maior parte dos casos, elementos genéticos móveis que fazem essa transferência. É aí que se concentra actualmente a nossa equipa. Porque são esses elementos que vão determinar a capacidade das bactérias para se adaptarem. Mas também têm um lado egoísta. Cada vez que se replicam ou se transferem, impõem um custo à bactéria. Em alguns casos, esse custo pode mesmo levar à morte da bactéria. Existe portanto um equilíbrio delicado entre os benefícios que trazem e os custos que impõem." Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias. Outros constroem pontes entre células vizinhas. Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias, outros constroem pontes entre células vizinhas. E nos últimos anos, os investigadores descobriram ainda um novo nível de complexidade. "Percebemos que existe todo um zoológico de elementos móveis que utilizam outros elementos móveis para se transferirem. Temos agora duas camadas de complexidade: elementos móveis que utilizam a bactéria e elementos móveis que utilizam os elementos móveis que utilizam a bactéria. Estabelece-se uma relação a três entre a bactéria, o elemento móvel autónomo e um segundo tipo de elemento móvel que vai jogar com os outros dois elementos para se transferir. Mas o que nós constatámos é que muitos dos genes de resistência aos antibióticos estão neste segundo tipo de elementos móveis. Uma vez chegados à bactéria, são muito pouco custosos. Isso permite que a bactéria mantenha durante muito tempo os genes de resistência. É uma das razões pelas quais a resistência aos antibióticos não desaparece simplesmente quando deixamos de tomar os medicamentos. A resistência ficou estabilizada na bactéria."

Saúde
Choro de dor dos bebês sensibiliza homens e mulheres da mesma maneira, mostra estudo francês

Saúde

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 7:32


Uma pesquisa recente publicada na revista científica Pain mostra que a reação ao choro de dor dos bebês depende mais da empatia do indivíduo do que do gênero. Durante o experimento, realizado no Hospital Universitário de Saint-Étienne, no sudeste do país, a equipe do neurocientista francês Camille Fauchon, do Inserm (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França), utilizou uma base de áudios, gravados em casa pelos próprios pais ou em hospitais. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O estudo coletou o choro de cerca de 20 crianças, entre meninos e meninas, entre 2018 e 2019. As gravações foram feitas, por exemplo, quando os bebês tomavam vacina ou durante os primeiros banhos, uma situação potencialmente estressante. Ao todo, 80 homens e mulheres, com ou sem filhos, participaram da pesquisa e foram submetidos a exames de ressonância magnética funcional (fMRI) enquanto ouviam os áudios. Os participantes permaneceram cerca de uma hora dentro do aparelho, ouvindo choros de bebês que não conheciam. "Tentamos identificar as áreas cerebrais relacionadas a esse aprendizado e verificar se existiam diferenças relevantes entre os pais e as mães", explica o cientista francês. O objetivo dos exames de imagem era comparar como os participantes reagiam aos sons dos choros dos recém-nascidos. Os choros de dor utilizados na pesquisa têm uma “marca” característica que ativa certas regiões cerebrais. “Durante a ressonância magnética, fizemos essa comparação com os pais, as mães, os homens com ou sem filhos e as mulheres com ou sem filhos. Nosso objetivo era identificar quais circuitos 'despertam' quando ouvimos esses sons.” Essa escuta ativou um grande conjunto de estruturas no cérebro dos participantes, sem grandes diferenças, diz o neurocientista. O fator determinante é o tempo dedicado aos cuidados com a criança, um aprendizado que é construído no dia a dia com o bebê. A inclusão de pais e mães no estudo, diz Camille Fauchon, é inédita, embora pesquisas anteriores, de 2017, já tenham mostrado que ambos são igualmente capazes de reconhecer o choro de seus filhos. Por que nosso cérebro é tão sensível ao choro de um bebê? A natureza é sábia, explica o pesquisador: em termos acústicos, esse choro rouco típico dos bebês, quase aversivo, é feito para despertar a atenção dos adultos, que vão agir para acalmar o desconforto ou a dor da criança. "Isso é bastante lógico. Vivemos em grupo, criamos nossos filhos coletivamente e temos empatia uns pelos outros. Por isso, todos somos capazes de reconhecer esse choro." A parentalidade, ou o contato diário com o recém-nascido, contribui para especializar um circuito cerebral já presente em todos os indivíduos, tornando-o mais sensível e rápido na interpretação desses sinais, reitera Camille Fauchon. Em primeiro lugar, entra em ação o sistema auditivo, localizado nos lobos temporais, responsável por decodificar os sons. Na sequência, são ativadas regiões ligadas à empatia, sobretudo nas áreas frontoparietais. Essas áreas permitem integrar as informações e se colocar no lugar do outro para compreender, no caso, que se trata de um bebê em sofrimento. O cérebro também reage emocionalmente. Estruturas como a amígdala cerebral e a chamada ínsula anterior entram em funcionamento, gerando uma resposta afetiva ao choro, ao mesmo tempo em que contribuem para regular essa emoção. Outra rede importante é a chamada "vigilância parental". Ela envolve regiões subcorticais e límbicas antigas, como o núcleo caudado, relacionadas à orientação da atenção e à iniciativa de cuidado. Empatia é essencial O nível de empatia individual desempenha um papel central na reação dos adultos e vai condicionar essa resposta. "Quanto mais empatia temos, maior será a ativação de certas estruturas cerebrais diante do choro de um bebê", acrescenta o cientista francês. A conclusão é que, de uma forma geral, homens e mulheres possuem a mesma base neural para interpretar o choro de um bebê. A experiência de contato com esses choros leva à especialização de certos circuitos neurais, independentemente do gênero. Os dados reforçam a importância da plasticidade cerebral, definida como a capacidade de o cérebro se modificar ao longo do tempo em função das experiências e características individuais. A próxima etapa, explica o pesquisador, é estudar a reação cerebral ao choro de bebês conhecidos e descobrir se, de fato, essa familiaridade influencia a capacidade de identificar se há dor ou incômodo.

Falando de História
#124 A Primeira República Portuguesa (1910-1926)

Falando de História

Play Episode Listen Later May 18, 2026 63:52


Neste episódio especial falamos com Maria Alice Samara, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sobre a Primeira República Portuguesa. Tentamos compreender como se desenvolveu o republicanismo em Portugal, como caiu o regime monárquico, e como evoluiu o regime republicano até à sua queda, a 28 de Maio de 1926.Sugestões de leitura:1. Maria Alice Samara - 1910. Tinta da China, 20192. Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo (coords) - História da Primeira República Portuguesa. Tinta da China, 2021.3. Fernando Catroga - O Republicanismo em Portugal. Casa das Letras, 2010 (2º ed).-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Carolina Batista, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Liam Brockey, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Mensagens do Meeting Point
24 Num piscar de olhos

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later May 14, 2026 1:56


Devocional 1 Tessalonicenses Não impeçam a ação do Espírito. 1 Tessalonicenses 5.19 Triste figura a nossa quando travamos o mover do Espírito. Tal se deve porque o nosso primeiro impulso é quase sempre tomar o Seu lugar. Tentamos arredá-l'O das Suas funções antes que percamos o controle sobre as rédeas da nossa vida. E a questão é mesmo essa, a caminhada cristã passa por abdicar, em Seu favor, de manobrar os cordelinhos da nossa existência. Somos rápidos a chegar-nos à frente para (re)agir pelos nossos próprios meios, mas parcos em sabedoria para esperar n'Ele. Se observarmos bem as nossas “soluções”, boa parte das vezes, não são mais do que meras precipitações. Cerceamos a Sua acção quando chamamos a nós as decisões sem O consultar, nem atender aos Seus sussurros. Abafar ou extinguir a Sua voz é fecharmo-nos ao toque sobrenatural e teimar viver segundo a carne. Aí, estamos entregues a nós mesmos e, consequentemente, não se pode antever um futuro risonho. Escolhamos antes arrepiar caminho e começar a dar-Lhe ouvidos. Não O impeçamos, jamais, de nos orientar, animar, consolar, relembrar ou corrigir. Haja prontidão de coração para balbuciar em permanência: Vem, Santo Espírito, és tão bem-vindo na minha vida! - Jónatas Figueiredo

Saúde
'Trabalhadores' e 'exploradores': estudo mostra como a divisão do trabalho se estabelece em um grupo

Saúde

Play Episode Listen Later May 12, 2026 7:07


Como os membros de um grupo assumem diferentes papéis sociais e por que alguns tendem a explorar e se beneficiar do esforço alheio? Essas questões foram levantadas pelo cientista francês Philippe Faure em seu último estudo, publicado recentemente na revista científica Nature. Faure é diretor do Laboratório de Plasticidade do Cérebro do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica), localizado no 5º distrito da capital francesa. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris A experiência foi realizada com camundongos geneticamente idênticos do biotério da Escola Superior de Física e Química Industriais de Paris (ESPCI). Os resultados mostraram que quando os animais precisam se organizar espontaneamente para obter comida, alguns indivíduos assumem o papel de “produtores”, “exploradores” ou “acumuladores”.   “A ideia da pesquisa é tentar entender como esses papéis sociais são definidos entre os animais. Temos a tendência de acreditar, por exemplo, que o camundongo que lidera o grupo será o mais forte ou o de maior porte físico. O que demonstramos é que, mesmo entre indivíduos geneticamente idênticos, que vivem nas mesmas condições, alguns trabalham, enquanto outros se aproveitam. Tentamos entender por que isso acontece e por que esse comportamento se mantém com o tempo.”  Para obter a ração disponível na gaiola, os camundongos deviam pressionar uma alavanca, que liberava a comida dentro de um recipiente. Enquanto alguns animais realizavam a tarefa para obter a ração, outros apenas esperavam o alimento cair na tigela. Os animais foram colocados na gaiola em grupos de três. À medida que a comunidade se estruturava, diferentes equilíbrios de cooperação se estabeleciam: alguns camundongos chegaram a criar, por exemplo, um estoque disponível para o consumo coletivo.  “Quando fazemos essa experiência com camundongos geneticamente idênticos, percebemos que as fêmeas tendem a estabelecer uma organização social baseada no acúmulo e na recuperação progressiva da comida", diz o cientista. O interessante, destaca o neurocientista, é que esses papéis não estavam pré‑determinados e foram se construindo ao longo das interações. A atividade neuronal dos animais, que compartilharam as experiências na mesma gaiola, foi registrada de forma contínua por câmeras ao longo de várias semanas. Ela mostrou que nos camundongos trabalhadores, o circuito dopaminérgico é ativado quando eles apertam a alavanca. A dopamina é o neurotransmissor associado à recompensa, à motivação e à tomada de decisões.   Já nos animais que apenas consomem o alimento sem esforço, o pico ocorre quando eles comem, mas principalmente quando observam outro membro do grupo pressionar a alavanca — ou seja, trabalhar por eles.  “Eles consolidaram um esquema mental baseado na obtenção da recompensa quando outro animal pressiona a alavanca. Temos claramente uma definição dos papéis em função das diferenças indicadas pelos sistemas dopaminérgicos durante a atividade”, explica o pesquisador. Machos competitivos, fêmeas cooperativas Outra conclusão da pesquisa é que grupos formados apenas por machos tendem a se organizar em papéis complementares e mais competitivos, enquanto as fêmeas adotam comportamentos mais homogêneos e cooperativos. "Alguns machos apertam a alavanca e buscam a comida, e outros permanecem ao lado de onde o alimento cai e não ‘trabalham'”, exemplifica Phippe.  As trajetórias comportamentais se ajustam e se estabilizam, mas esse equilíbrio pode ser rompido, diz, se três animais “exploradores”, por exemplo, forem colocados juntos na mesma gaiola. “Isso vai gerar instabilidade, porque obviamente alguém precisa trabalhar para obter comida.”  Diferentes configurações foram testadas. “Assim, podemos ver que a divisão dos papéis depende da história, do ambiente e de com quem estamos no grupo. Não é algo pré‑determinado ou pré‑definido.”  Os pesquisadores também realizaram experimentos neurofisiológicos. Eles aumentaram a atividade dopaminérgica no cérebro dos machos antes de introduzi‑los na gaiola e observaram que eles se tornavam mais cooperativos e menos exploradores na obtenção de alimento, comportamento similar ao das fêmeas.  Essas conclusões podem ser aplicadas ao mundo humano? “Não podemos transpor diretamente esses resultados para os seres humanos, porque há aspectos muito mais complexos em jogo. Mas existem algumas regras fundamentais semelhantes", observa o cientista. "Um grupo não pode ter vários líderes. Se há quatro líderes potenciais, apenas um acabará ocupando essa posição — não necessariamente o mais competente. Pode ser por acaso ou em função das circunstâncias. Esses elementos são semelhantes entre humanos e camundongos: são dinâmicos.” 

Saúde
Como a transferência de genes explica a resistência bacteriana?

Saúde

Play Episode Listen Later May 5, 2026 4:28


Diretor de pesquisa no Instituto Pasteur, em Paris, o cientista português Eduardo Rocha estuda a evolução, a diversidade genética e a transferência de genes entre as bactérias. Esses mecanismos moleculares sofisticados são essenciais para compreender e buscar soluções para a resistência aos antibióticos. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Segundo o pesquisador, os micróbios adquirem essa capacidade a um custo biológico muito baixo, o que contribui para a estabilização da resistência a longo prazo. Essas análises, explica Rocha, são feitas a partir de dados de sequenciamento genético, que permitem o estudo detalhado dos genes presentes nos microrganismos.  O cientista compara o genoma de uma bactéria típica a um texto complexo, escrito com um alfabeto formado pelas quatro letras correspondentes às bases nitrogenadas que compõem a molécula de DNA: adenina, citosina, guanina e timina.  “Nosso objetivo é decodificar esse texto e entender quais genes estão presentes no genoma, quais elementos regulam a presença desses genes e a expressão deles. Podemos comparar genomas e verificar como as bactérias evoluem, como evoluíram no passado e tentar prever como vão evoluir no futuro.”  Compreender esse processo ajuda a explicar como elementos genéticos móveis permitem a transferência de genes de resistência. “Nosso foco é a evolução das bactérias por várias razões. Do ponto de vista clínico, algumas causam doenças e muitas são resistentes aos antibióticos. Além disso, muitas vivem em nosso corpo e contribuem para a nossa boa saúde. Tentamos entender como elas se adaptam — e essa adaptação ocorre muito rapidamente.”  Segundo ele, essa evolução acelerada pode ser observada em experiências de laboratório e em análises de amostras clínicas. “Podemos realizar experimentos e constatar que, em poucos dias, bactérias se tornam resistentes aos antibióticos, perdem ou ganham virulência. Como hoje é possível conhecer os genomas com facilidade, conseguimos rastrear as modificações genéticas que levam a esses resultados.”  No laboratório do Instituto Pasteur, a equipe cultiva bactérias em concentrações progressivamente maiores de antibióticos e, em seguida, sequencia o genoma das sobreviventes para entender os mecanismos que levaram à resistência.  Genes móveis  Os cientistas buscam mapear essas alterações no genoma. “As bactérias, em especial, têm a capacidade de trocar genes com outras bactérias, de adquirir genes externos. Há 70 anos, todas as bactérias com as quais convivemos eram sensíveis aos antibióticos. Hoje, existem bactérias resistentes a quase todos os antibióticos em uso no hospital, resultado da aquisição progressiva desses genes, o que permite uma evolução rápida.”  A equipe também analisa amostras de pacientes e de pessoas saudáveis. Em um dos estudos, os pesquisadores acompanharam a flora intestinal de voluntários durante seis meses após um tratamento com antibióticos, para entender as reações e modificações, que variaram de acordo com certos fatores. “É preciso enxergar o intestino como um ecossistema formado por diferentes bactérias. Cada pessoa terá um ecossistema distinto, influenciado pela genética, pela dieta e pelos hábitos.”  No ano passado, Eduardo Rocha recebeu a medalha de prata do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica) por seus trabalhos sobre elementos genéticos móveis. Esses elementos, que estão no centro de sua pesquisa, podem ser descritos como “parasitas” das bactérias, capazes de transportar genes de uma célula a outra, contribuindo para a evolução desses microrganismos.  O funcionamento dessas transferências gênicas é particularmente relevante quando as bactérias envolvidas são patogênicas e podem evoluir para formas mais virulentas. O pesquisador identificou uma espécie de cadeia hierárquica de relações funcionais entre esses elementos genéticos móveis. “Ao acompanhar a evolução desses elementos e dos genes de resistência, é possível observar, do ponto de vista epidemiológico, como a resistência se dissemina na população e no ambiente hospitalar”, conclui. 

3x9? 27
[27_os nomes] Ibrahima e Amets - "Miñan" - Episódio Especial

3x9? 27

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 80:27


Há um ano, no dia 27 de abril de 2025, a Isabel trouxe um livro ao episódio de dia 27 chamado “Hermanito”. Nesse episódio contou-nos o que significou esse livro para ela e como achava importante que o livro fosse lido e conhecido. Surgiu aí uma corrente, em que dois ou três exemplares do “Hermanito” passaram de mão em mão entre ouvintes do podcast e isso gerou conversas e gerou movimento e gerou impacto, e a Isabel percebeu que o “Hermanito” tinha mesmo força em quem o lia, era mesmo preciso que as pessoas conhecessem o Ibrahima. Um ano depois, a MEERU, associação da qual a Isabel é co-fundadora, e da qual já falou noutros episódios do nosso podcast, juntou-se com a Flaneur, uma editora e livraria independente no Porto, e tornaram realidade esse sonho de ter o Hermanito em Português. Foi lançado em Braga e no Porto, e os dois autores, o Amets e o Ibrahima estiveram presentes.Este é um episódio de podcast especial. Tentamos trazer-vos um bocadinho do que foram essas duas noites. O mais especial: pudemos ouvir a voz do Amets, pudemos ouvir a voz do Ibrahima. Pudemos conhecer a voz que contou a história e as mãos que a escreveram. Pudemos ouvir falar desta amizade que nasceu entre os dois.Um ano depois de trazermos aqui o Hermanito, hoje trazemos o Miñan - Irmãozinho.20 Abril: Capela Imaculada - Braga Apresentação por Rui Santiago cssr e Rui Marques21 Abril: Capela Perpétuo - PortoApresentação por Pe. Nuno Tovar de Lemos sj e José Luís GonçalvesCom a presença e participação de Ibrahima Balde e Amets Arzallus em ambas as sessões.

Falando de História
#122 O Golfo Pérsico na História

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 41:02


Neste episódio falamos do Golfo Pérsico ao longo da História. Tentamos perceber qual a sua importância, que produtos por aí passavam, e como evoluiu a sua relação com o mundo nos últimos 500 anos.Sugestões de leitura1. Allen James Fromherz - The Center of the World: A Global History of the Persian Gulf from the Stone Age to the Present. University of California Press, 2024.2. Lawrence G. Potter (ed) - The Persian Gulf in History. Palgrave Macmillan, 2009.3. João Teles e Cunha - Olha da grande Pérsia o império nobre: relações entre Portugal e a Pérsia na Idade Moderna (1507-1750). Secretaria de Estado da Cultura / Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 2014.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Pop Up
A ficção dos outros manda na nossa vida real?

Pop Up

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 41:51


É possível conhecer alguém pelos filmes e séries que vê? Os protagonistas da atualidade são pessoas ou personagens? E qual a verdade da internet? Tentamos encontrar respostas neste episódio do Pop Up.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“O líder dos EUA foi manipulado por Netanyahu. Tentamos encontrar um génio em Trump, é possível que seja mesmo o que parece: um idiota”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 21:09


Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva analisaram os desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente, enquanto persistia a ameaça de um ataque feroz dos EUA ao Irão, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 7 de abril. Entretanto, Donald Trump anunciou um acordo para suspender durante duas semanas os bombardeamentos. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Falando de História
#121 O Condestável Nuno Álvares Pereira (1360-1431)

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 86:13


Neste episódio especial falamos com João Gouveia Monteiro, Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, sobre a vida do condestável Nuno Álvares Pereira. Tentamos compreender em que meio nasceu e cresceu, como chegou à posição de destaque na corte portuguesa, o seu percurso militar e a sua religiosidade.Sugestões de leitura:1. João Gouveia Monteiro - Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, Senhor Feudal, Santo. Manuscrito, 2017.2. Aires A. do Nascimento - Nuno de Santa Maria: Fragmentos de Memória Persistente. Associação Regina Mundi dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária Portuguesa, 2010.3. Maria de Lurdes Rosa - “A religião no século: vivências e devoções dos leigos”. In História Religiosa de Portugal, dir. Carlos Moreira Azevedo. Vol. I: “Formação e limites da Cristandade”. Coord. Ana Maria Jorge, Ana Maria Rodrigues. Lisboa: Círculo de Leitores, 2000, p. 423‑508.4. Maria de Lourdes Rosa - “A santidade no Portugal medieval: narrativas e trajectos de vida”, Lusitania Sacra, 13-14, 2001, 369-450.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Falando de História
#120 As cheias do rio Mondego

Falando de História

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 40:51


Neste episódio falamos da história das cheias do rio Mondego, desde a Idade Média. Tentamos compreender as suas causas, como evoluíram, e o impacto na cidade de Coimbra e na região do Baixo Mondego.Sugestões de leitura1. Alfredo Fernandes Martins - O esforço do homem na bacia do Mondego: Ensaio Geográfico. Coimbra, 1940. Disponível online: https://monographs.uc.pt/iuc/catalog/book/4882. Rui Sanches - O problema secular do Mondego e a sua resolução. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 1996.3. Jorge de Alarcão - As pontes de Coimbra que se afogaram no rio. Ordem dos Engenheiros da Região Centro, 2012.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠. Music by rediskasound from Pixabay.Edição de Marco António.

Eu Quero Ver o Filme
Episódio 133 - O Escondido (1987)

Eu Quero Ver o Filme

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 95:08


Essa semana exploramos esta verdadeira pérola dos filmes B da década de 80, O Escondido. Tentamos descobrir quem é o escondido entre nós e se este filme realmente merece ser reavaliado ou se deveria continuar... escondido.

DioCast - The Open Way of Thinking
Tentamos parar, mas o Linux nos puxou de volta!

DioCast - The Open Way of Thinking

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 65:45


Férias. A palavra soa como desligar tudo, sair do ritmo e dar um tempo da rotina. Mas quem vive cercado por tecnologia sabe que a promessa nem sempre se cumpre do jeito esperado. O trabalho até pausa, mas a curiosidade… essa costuma ficar ligada.E esse é um dos assuntos que vamos abordar no primeiro episódio do Diocast da temporada 2026 - a conversa gira em torno de como foi esse período de pausa e do que acabou surgindo quando a pressão diminuiu. A ideia não é discutir férias perfeitas, mas o que acontece quando se tenta parar — e descobre que nem tudo desliga junto.Este primeiro episódio da temporada 2026 funciona como um reencontro. Uma conversa leve sobre tentar desacelerar, falhar um pouco nisso e perceber que até essas falhas ajudam a enxergar o futuro com mais clareza.Se você também tentou parar, mas acabou sendo puxado de volta pela tecnologia — ou pelo Linux — esse episódio provavelmente vai soar familiar.--https://diolinux.com.br/podcast/tentamos-parar-o-linux-nos-puxou.html

Saúde
Experiências negativas vividas na maternidade podem influenciar depressão pós-parto

Saúde

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 6:56


Estudo feito por pesquisadoras francesas mostra que o comportamento da equipe médica considerado inadequado pelas pacientes, antes e depois do parto, pode estar relacionado ao aparecimento da doença. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris A depressão pós-parto atinge cerca de 2 em cada 10 mulheres na França e 25% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Tristeza persistente, dificuldade para criar vínculo com o bebê recém-nascido, falta de apetite, distúrbios do sono, cansaço e problemas de concentração são alguns dos sinais que devem alertar as mães. Esse risco aumenta em função de fatores ambientais, como gravidez difícil, isolamento ou más condições de vida, mas também está relacionado ao atendimento no hospital durante e após o parto. É o que mostra um estudo inédito divulgado em novembro, conduzido pelas cientistas francesas Marianne Jacques, do Inserm (Instituto Nacional de Pesquisa Médica), enfermeira obstetra no hospital Erdre e Loire, na região centro-oeste da França, e Camille Le Ray, professora de ginecologia e obstetrícia na maternidade parisiense de Port Royal, no 6º distrito da capital. As duas pesquisadoras analisaram como experiências negativas vivenciadas nas maternidades francesas influenciaram o aparecimento da depressão pós-parto. A pesquisa, publicada em novembro na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, também propõe medidas para prevenir o transtorno psíquico nas mães. Segundo o estudo, cerca de 25% das mães seriam afetadas pelo transtorno. A conclusão é baseada em uma análise de dados recolhidos dois meses após o parto de um grupo de pacientes, que participou de uma pesquisa nacional perinatal, em 2021. “Essas pesquisas nacionais são realizadas há mais de 30 anos, a cada cinco ou seis anos. Elas incluem, durante uma semana, todas as mulheres que deram à luz e aceitaram participar, em toda a França”, diz Marianne. “A última edição é de março de 2021 e contou com a participação de mais de 12 mil mulheres. A novidade é que as participantes responderam a um novo questionário dois meses após o parto”. Nesse questionário, 1.888 mulheres relataram gestos, observações e práticas da equipe médica e hospitalar que, por diferentes razões, geraram desconforto ou mal-estar durante e após o parto. Outra série de perguntas propostas pelas pesquisadoras oito semanas após o nascimento do bebê, relacionadas exclusivamente à depressão pós-parto, revelou que 17% das mães tinham sintomas da síndrome. Há mais de dez anos trabalhando em um hospital, a cientista francesa vive na prática as eventuais dificuldades enfrentadas pelas gestantes e suas famílias. “Tentamos manter nossa atividade clínica o máximo possível, já que nossas pesquisas são baseadas nessa experiência. O objetivo, justamente, é poder aplicá-las de forma prática para beneficiar as mulheres e as famílias.” 'Senti a dor do corte' Sophie, 45 anos, teve um parto normal há 11 anos em uma maternidade parisiense. Quando as contrações ficaram muito fortes, recebeu anestesia. “A anestesia só funcionou de um lado, eu senti muita dor. Avisei o anestesista e a equipe, mas o parto continuou”, conta. A francesa Dadi integra a Associação Femmes Africaines de la Plaine (Mulheres Africanas da Plaine), localizada em Saint-Denis, perto de Paris. Ela relatou à repórter Charlie Dupiot, do programa Priorité Santé da RFI, o trauma vivido após uma episiotomia — uma incisão feita na região do períneo, entre a vagina e o ânus, para ampliar o canal de parto e facilitar a saída do bebê. A anestesia não fez efeito e Dadi sentiu o corte e a sutura. “Três semanas depois, o corte ainda não tinha cicatrizado. Foi traumatizante para mim, eu não podia me sentar, eram dores muito fortes.” Apesar de o estudo não detalhar os problemas que envolvem individualmente as situações que incomodaram as mulheres ouvidas na pesquisa, como foi o caso de Sophie e Dadi, obter essas informações é uma das metas da equipe de pesquisadoras. “Não sabemos o que está por trás desses depoimentos e não é o objetivo desse tipo de estudo. Mas, para sabermos mais a respeito, estamos organizando outras pesquisas que vão nos ajudar a entender, de maneira mais detalhada, quais são os comportamentos apontados como inapropriados pelas mulheres e citados com mais frequência.” Para isso, a equipe utilizará outra coorte, ou grupo de pacientes que já tiveram depressão diagnosticada. “Vamos solicitar às pacientes que tiveram depressão pós-parto que tentem se lembrar de como foi o parto e o período na maternidade. A ideia é entender melhor a interação com os profissionais de saúde que as atenderam.” A cientista francesa explicou que algumas hipóteses explicam essa relação: certos gestos ou cuidados médicos no hospital podem dar às mulheres, explica, uma sensação de “desumanização, desvalorização e perda de confiança em si mesmas”. Novas pesquisas “Também temos hipóteses endocrinológicas e hormonais, mas temos poucos dados para corroborá-las. Por isso, temos outros projetos de pesquisa com esse objetivo: tentar entender a fisiopatologia desse fenômeno e ir um pouco mais longe”, diz Marianne Jacques. A relação causa-efeito entre a experiência das mulheres e a depressão após o parto apontada nos estudos epidemiológicos deve ser vista com cautela, lembra Marianne Jacques, mas não pode ser negada. “Em todo caso, ainda que os cuidados médicos inapropriados não tivessem consequências desfavoráveis, sabemos que isso é uma realidade, que isso acontece, e é necessário adotar estratégias para fazer com que esses gestos ou comportamentos inadequados diminuam.”

Ocupa o Teu Lugar
episódio 65 - como mudar a nossa identidade usando a neurociência

Ocupa o Teu Lugar

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 21:34


Para veres o passo a passo que te damos, assiste ao episódio no https://youtu.be/Ce85d90GtEYEstamos com inscrições abertas para a Rave em janeiro. Depois voltamos a fechar a comunidade. https://siddhi.pt/pages/a-ravePS: pedimos desculpa pela velocidade de gravação, foi um erro de exportação bem como a ausência de música. Tentamos corrigir mas ficou pior. 

Altamont
Top Altamont 2025 - INTERNACIONAL

Altamont

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 70:14


Chega ao fim mais um ano musical e bem que gostamos de fazer contas e compilar listas. Tentamos identificar tendências e padrões, mas a verdade é que isso é cada vez mais dificil nos dias de hoje. Vivemos numa altura em que nunca houve tanta música nova, mas também nunca houve tanta música igual. Em pleno auge do streaming, estudos comprovam que a música que se faz está cada vez mais a seguir as mesmas regras, o mesmo formato, a mesma estrutura de intro-verso-refrão, dentro do mesmo espectro. Depois o algoritmo faz o resto, ajudando a disseminar música que soe mais familiar e, naturalmente, a penalizar quem ouse fazer diferente, sair da norma, dar primazia à criação em vez do bolso cheio. Será que ainda é possível arriscar? Veremos, mais à frente, na lista dos 20 discos preferidos para os membros da redacção Altamont, uma redacção composta por quase 30 pessoas de várias gerações e com uma palete de gostos bastante diversa. Cada um escolheu os seus 10 discos do ano e, ao todo, foram citados 150 discos diferentes. Nesta compilação dos 20 mais votados, encontramos saudáveis regressos de veteranos com mais de 30 anos de carreira, alguns nomes fortes do hip hop, guitarras no feminino, jovens a carregar a chama rock e algumas vozes imemoriais, que nos abalaram os sentidos. Em 2025 devíamos tirar mais fotos mas pronto, aqui fica o nosso retrato do ano!

Viracasacas Podcast
#462 "Problemas no Paraíso" - com Caio Almendra

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 99:00


Saudações pessoas!O Vira dessa semana vem comentar algo que está - ...aparentemente...- estranho pelas bandas lá de cima: o que uma leva inteira de filmes que têm como mote a denúncia de uma estrutura social apodrecida, uma confusão coletiva em termos de senso de cidadania, uma série de hipocrisias violentas e uma descrença ao mesmo tempo nos setores públicos e privados/corporativos pode nos dizer sobre como anda a auto-percepção estadunidense nesse meio de década e especialmente após a ascensão de Trump II? Tentamos responder com base em comentários (e spoilers!, sim, aceita que dói menos!) sobre algumas obras marcantes que estão 'em cartaz'. Conosco, e cheio de teorias, Caio Almendra.  ****Quer garantir estilo, conforto, versatilidade e peças ‘curinga' que te colocam na estica e bem entrosado, do café na esquina à reunião mais formal, passando pelo passeio ou pela descontração?Já sabe: é INSIDER na cabeça. Ou melhor, da cabeça aos pés!  Vai de cupom VIRACASACAS e aproveite os descontos incríveis! #insiderstoreEntre na COMUNIDADE INSIDER do Whatsapp e garanta informações quentes sobre as promoções relâmpago dessa Black Friday. Fique sabendo de tudo e de muitas flash promos! Use o link abaixo, e cadastre-se  Comunidade Insider Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe Abal Outro apresentador: Gabriel Divan  Apresentador que está em missão secreta: Carapanã Capas que vocês adoram: Gui Toscan Edição de Áudio que nunca falha: Ingrid Dutra A Mestra dos Instagrams: Dani Boscatto Música de abertura: Dog Fast by mobigratis

Crie Sua Realidade
Entenda a Vida e Pare de Sofrer

Crie Sua Realidade

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 17:12


Grande parte do nosso sofrimento nasce de uma ilusão: a de que temos controle.Tentamos prever o futuro, segurar o que é transitório e lutar contra a realidade como ela se apresenta.​Imagine que a vida é um oceano vasto e imprevisível, e você é um pequeno barquinho. As ondas, as tempestades e as calmarias são inevitáveis.O sofrimento não vem do mar agitado, mas da sua tentativa exaustiva de remar contra a maré ou de querer controlar a direção do vento.​Neste vídeo, vamos ter uma conversa franca sobre a natureza incontrolável da existência. Vamos explorar como parar de brigar com a realidade e aprender a navegar com mais sabedoria.​O que você verá neste episódio:​A Metáfora do Barco: Por que aceitar a imprevisibilidade é o primeiro passo para a paz.​A Raiz do Sofrimento: Como a resistência ao que "é" cria a nossa dor.​A Meditação: Não como uma fuga mística, mas como uma ferramenta prática e essencial para estabilizar sua mente quando o mar da vida fica agitado.​Se você está cansado de se sentir à deriva e quer encontrar um centro de estabilidade em meio ao caos, este vídeo é para você.​

Eu Quero Ver o Filme
Episódio 130 - À Beira da Loucura (1995)

Eu Quero Ver o Filme

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 101:08


Abrimos os livros de terror e nos deparamos com esse clássico da decada de 90, À Beira da Loucura. Explorando o tortuoso mundo fictício dentro do mundo fictício do filme. Tentamos descobrir o paradeiro do misterioso escritor Sutter Cane e encontramos este que talvez seja um dos filmes mais divertidos do gênero.

MellonCast
MellonCast ESPECIAL - Drops do Sorteio da Copa do Mundo 2026

MellonCast

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 162:26


SIM, SIM, SIM: Mais um DROPS ESPECIAL sobre a COPA DO MUNDO 2026! No episódio de hoje, Sérgio Leandro, Samuel Nani, Carol Perruso e Arion comentam o sorteio que definiu os grupos da COPA DO MUNDO 2026. Tentamos prever (e entender) o que vai acontecer no maior evento esportivo do planeta. Quais as chances das principais seleções? O Brasil vai longe ou "vai ser grande o chorô-rô"? Acompanhe a nossa análise totalmente fora da descompromissada com a realidade e com alta dose de ACHISMO!

Cultura
‘O Império do Sono': museu parisiense traz exposição sobre os complexos mistérios do ato de dormir

Cultura

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 4:54


Na encruzilhada da psicanálise e da arte, de mitos e ciência, o museu Marmottan Monet, em Paris, apresenta uma exposição que é, ao mesmo tempo, pictórica e científica sobre um dos maiores enigmas da humanidade: o sono. Patrícia Moribe, em Paris A mostra no museu Marmottan Monet aborda a vasta simbologia da alegoria do sono, cobrindo um período iconográfico amplo, mas com ênfase principal nos séculos XIX e XX, períodos de grandes transformações no imaginário sobre o sono, especialmente com o advento da psicanálise. “O objetivo foi mostrar uma visão muito ampla e diversificada da representação do sono e do que o sono induz — ou seja, o sonho, os pesadelos e tudo o que fez com que, no século XX, o sono se tornasse um tema de estudo científico”, explica a curadora Sylvie Carlier, diretora das coleções do museu, a Isabelle Chenu, da RFI. De iluminuras a esculturas de marfim e madeira de séculos passados, a exposição segue até o século 20. São 130 peças, incluindo obras de mestres como Rembrandt, Ingres, Delacroix, Courbet, Rodin, Monet, Munch, Picasso e outros. "Eu achei a exposição muito interessante, com tantos artistas diferentes. O quadro que mais me marcou foi 'El sueño', de Goya, em que mostra uma personagem feminina, entregue ao sono como uma criança nos braços seguros dos pais", diz a jornalista e escritora Mazé Torquatto, que visitou a exposição em Paris. A escolha do nome da exposição, “O Império do Sono”, foi deliberada, como diz a co-curadora Laura Bossi, neurologista e especialista em história da ciência, em depoimento a Isabelle Chenu. “Existem vários reinos no sono: o reino do sono tranquilo, o reino do pesadelo, o sono perturbado, e assim por diante. Assim, quisemos mostrar que isso é complexo. O sono é muitas vezes também ambíguo, porque há o sono que pode lembrar a morte ou o amor”. “Ao mesmo tempo, ‘o Império' é também o domínio sobre nós mesmos”, acrescenta Bossi. “Não temos o poder de nos subtrair ao sono, de deixar de dormir. É uma doce necessidade, digamos. A privação de sono é uma verdadeira tortura, e há doenças genéticas raras em que as pessoas que não conseguem dormir morrem. Tentamos, portanto, mostrar todas essas diferentes facetas na exposição.” Mitologia e dualidade: sono e morte Um dos núcleos centrais da mostra explora a profunda e íntima relação entre o sono e a morte, um tema que remonta à mitologia grega, com Hipnos, o deus do sono, e Tânatos, o deus da morte, que são irmãos gêmeos da noite. “Hipnos é tido como o mais doce dos deuses, mas, ao mesmo tempo, é o irmão da morte”, observa Bossi. A ambivalência do sono, entre descanso e repouso eterno, é representada por artistas que pintaram seus entes queridos após a morte, como no quadro em que Claude Monet retrata Camille, sua primeira mulher. O sono também é abordado como um refúgio. A iconografia sacra e bíblica é explorada, incluindo a “dormição da Virgem”, que é o estado transitório antes da Assunção de Maria, e a questão do sono dos apóstolos no Monte das Oliveiras, explica Carlier. Erotismo e sonhos: o abandono do corpo O estado de abandono provocado pelo repouso permitiu a pintores e escultores representar frequentemente mulheres adormecidas e nuas. Esse motivo é a essência da seção dedicada ao sono erótico, uma “tradição pictórica que remonta à Antiguidade”, explica a curadora Sylvie Carlier. Embora o interesse científico pelo sono seja antigo, com os médicos gregos da Antiguidade já tendo identificado a insônia, a ciência moderna começou a se interessar pelo sonho no final do século XIX, com a obra seminal de Freud, A Interpretação dos Sonhos. Contudo, a medicina baseada em registros científicos para identificar as diferentes fases do sono data dos anos 1970. Outras temáticas abordadas incluem o sono perturbado, com quadros retratando pesadelos e sonambulismo.  Museu Marmottan Monet O museu Marmottan Monet foi estabelecido em um palacete parisiense, originalmente comprado em 1882 por Jules Marmottan. Seu filho, Paul Marmottan, que renunciou à carreira de alto funcionário após herdar uma fortuna considerável em 1883, dedicou-se à história e arte, amealhando a coleção que daria origem ao museu. O Marmottan recebeu muitas doações de obras de Monet, inclusive “Impressão, sol nascente”, quadro seminal do movimento impressionista. Uma sala especial é dedicada a Monet, que teve seu nome acrescentado ao de Marmottan, no que hoje é o museu Marmottan Monet. A exposição "O Império do Sono" fica em cartaz no museu Marmottan Monet até 1 de março de 2026.

Budejo
#236. A autoestima do pernambucano (com Gil Luiz Mendes)

Budejo

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 39:46


Sim, nós ainda estamos sob efeito da cultura pernambucana. Como você reparou? Hoje trouxemos nosso amigo Gil Luiz Mendes pra falar sobre a goga do pernambucano. Tentamos descobrir se tem alguma coisa na água, se é por acaso ou fruto de muito trabalho duro que tanta coisa massa saia de lá. CRÉDITOS:PARTICIPANTES: Luan Alencar, Pedro Philippe e Gil Luiz MendesEDIÇÃO: Luan AlencarTRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.

Convidado
Magistrados e membros da Comissão Nacional de Eleições libertados na Guiné-Bissau

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 5:38


Na Guiné-Bissau, os tribunais estão encerrados, com cinco magistrados a serem libertados hoje, assim como o presidente da Comissão Nacional de Eleições e outros membros do seu secretariado. Falta agora conhecer o paradeiro do Procurador-Geral da República que ainda se encontra desaparecido. Na Guiné-Bissau, os cinco magistrados detidos pelo Alto Comando Militar já foram libertados, assim como o presidente da Comissão Nacional de Eleições e os membros do secretariado executivo desta instituição, segundo disse Januário Correia, bastonário da Ordem dos Advogados, em entrevista à RFI. "Pude confirmar que efectivamente já estão livres os colegas magistrados do Ministério Público, os cinco magistrados. E ainda hoje de manhã pude falar com o presidente da CNE. E confirma-se que também já se encontra livre conjuntamente com os seus membros do Secretariado Executivo, então presos, quiçá, até ontem", disse o bastonário. Continua agora por apurar o paradeiro do Procurador-Geral da República, numa altura em que ainda há pessoas detidas pelos militares e os prazos legais para as detenções provisórias já foram altamente ultrapassados, já que os tribunais não estão actualmente a funcionar. "Os serviços estão a funcionar, nomeadamente os bancos, alguns escritórios e uma parte do serviço público. É pena que os tribunais ainda continuam cancelados por uma questão de segurança. Aliás, até esta semana, os magistrados estavam detidos ou sequestrados. Naturalmente não têm condições para pôr a funcionar os tribunais. E, neste momento, ninguém sabe também do paradeiro do Procurador-Geral da República. Tentamos também perguntar ali, acolá. Ninguém sabe dizer. É que isso tem vindo a criar transtornos enorme a nível do funcionamento do serviço público, dos tribunais", indicou. Para o bastonário, esta instabilidade política e a falta de divulgação dos resultados das eleições só vai contribuir para o agravamento dos problemas no país, especialmente em sectores já fragilizados como a justiça. "Faço aqui um vibrante apelo ao Alto Comando Militar, no sentido de não pensarmos no hoje e esquecer o amanhã. Porque na verdade, o que nós estamos a fazer prejudica de certa forma o futuro dos nossos filhos. Trata-se do presente e do futuro dos nossos filhos. Portanto, não faz qualquer sentido. A Guiné-Bissau não pode continuar nesse ciclo de instabilidade que tem sido a causa principal dos atrasos registados no nosso país em todos os sectores, basta pensar na Justiça", concluiu.

Vida em França
Diáspora saiu à rua em Paris: “Chega de farsas na Guiné-Bissau”

Vida em França

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 11:28


A diáspora guineense em Paris voltou às ruas para denunciar o que considera um “golpe de Estado encenado”, exigir transparência eleitoral e pedir a libertação de detidos políticos. Entre críticas à repressão, denúncias de violência e acusações de manipulação dos resultados, os manifestantes afirmam que a Guiné-Bissau vive “uma farsa impossível de aceitar” e apelam ao “resgate democrático” do país. A diáspora guineense em França voltou a manifestar-se este domingo, 30 de Novembro, em Paris, exigindo transparência eleitoral, o fim das perseguições políticas e a libertação imediata dos detidos resultantes do que muitos consideram ser “um golpe de Estado encenado” na Guiné-Bissau. A concentração revelou uma erosão da confiança entre o Estado guineense e os seus cidadãos no exterior, já habituados a denunciar ciclos de instabilidade que parecem não ter fim. Entre os participantes esteve o artista plástico Nú Barreto, que descreveu a situação no país como “um drama repetido que já ninguém consegue justificar”. Para ele, “os factos recentes são do conhecimento do mundo inteiro” e traduzem-se numa “encenação do golpe de Estado que não faz sentido algum”. O artista reforçou: “Tentamos compreender, mas não há forma de explicar esta farsa.” Acrescentou ainda que os acontecimentos representam “razões pertinentes para que a Guiné-Bissau coloque em cima da mesa o seu futuro e acabe com estas práticas de golpes constantes que não levam a sociedade a lado nenhum”. A manifestação  tem origens profundas, Segundo Nú Barreto, as acusações de falta de transparência e repressão “não são práticas recentes”, embora nos últimos anos tudo se tenha agravado. “Sempre se praticou isto”, afirmou. “Só que nestes últimos cinco anos, desde a presidência de Sissoco Embaló, tem sido exagerado.” O artista recorda que, após as eleições, “o próprio Presidente avisava que ia prender determinadas pessoas e isso acabava por acontecer”, mencionando os casos de Domingos Simões Pereira, Geraldo Martins e Agnelo Regala. “Hoje vemos pessoas detidas sem razão nenhuma”, lamentou, acrescentando que a diáspora exige “a soltura dos prisioneiros políticos e a restauração da democracia”. Para Nú Barreto, o alegado golpe deu ao mundo “a oportunidade de compreender quem é quem dentro deste processo todo”. Entre os manifestantes estava também Rosantina Ramos, emigrada em Paris há quarenta anos, que se mostrou indignada com o rumo político no país. “O Dr. Fernando Dias venceu as eleições com a ajuda de Domingos Simões Pereira, mas o ex-Presidente não quis aceitar a derrota”, afirma. Para Rosantina Ramos, “aquele golpe de Estado não era golpe nenhum”, mas sim uma manobra para “não aceitar o resultado”. A razão que a levou à rua é clara: “Saímos para pedir a liberdade de todos, não só de Domingos, mas de todos os presos.” Rosantina Ramos diz acompanhar a situação “muitíssimo mal”, denunciando que “estão a sequestrar pessoas, a maltratar, a espancar. Aquilo está muitíssimo mal, muitíssimo mal.” Também presente no protesto, Francisco de Sousa Graça, presidente do PAIGC em França, considera que a crise actual expôs “um problema estrutural entre o Estado e a diáspora”, motivado por anos de desconfiança e repressão. Para o dirigente, os acontecimentos recentes representam “um golpe inventado para interromper o processo eleitoral”. Francisco de Sousa Graça explica: “O próprio Presidente dizia que estava a ser alvo de um golpe enquanto tinha um telefone e dava entrevistas. Isso nunca acontece em nenhuma parte do mundo.” Acrescentou que “ele anunciou o golpe antes dos militares o anunciarem”, algo que para si demonstra “um plano preparado de antemão”. O dirigente recorda ainda episódios anteriores: “Em 2019 queimaram-se as urnas para impedir a contagem dos votos. Nunca se conseguiu recontar nada porque as urnas já tinham sido incendiadas.” Para Francisco Sousa Graça, a repetição de episódios semelhantes revela uma estratégia política continuada: “É o mesmo cenário de sempre, com várias invenções de golpes de Estado. Durante o mandato houve pelo menos quatro.” Denuncia igualmente que “esta é uma ditadura feita em conluio com a cúpula militar”, sublinhando que “os militares não querem sair porque têm negócios muito lucrativos”. Francisco de Sousa Graça destacou ainda que a repressão também atinge a diáspora: “Quando Sissoco veio cá, colegas nossos foram maltratados. Muitos foram para o hospital.” Para ele, a relação com o Estado guineense deteriorou-se ao ponto de a comunidade no estrangeiro se sentir directamente ameaçada: “Isso mostra que a repressão não está só no país; é um comportamento que ultrapassa fronteiras.” Nú Barreto partilha desta preocupação e acrescenta que a comunidade internacional, embora pressionada a reagir, não deve ser encarada como a solução principal. “Não estamos à espera da comunidade internacional”, afirmou. “O próprio Embaló mostrou a sua faceta e a comunidade internacional não precisa de muita ginástica para perceber que o que ele fez é flagrante.” Apesar disso, acredita que “desta vez a posição internacional poderá ser positiva”, mas insiste que “deverá ser o povo guineense a encontrar uma solução para pôr fim a este tipo de prática”. A manifestação em Paris tornou evidente a frustração da diáspora, que se vê cada vez mais como guardiã da vigilância democrática num país mergulhado em crises institucionais. Entre apelos à libertação de detidos, denúncias de violência, acusações de manipulação eleitoral e exigências de responsabilização, o protesto representou um alerta para a comunidade internacional e para as autoridades de Bissau.

Falando de História
#113 Um viajante neerlandês no império português na Ásia: Jan Huygen van Linschoten (1563-1611)

Falando de História

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 39:49


Neste episódio falamos do viajante neerlandês Jan Huygen van Linschoten (1563-1611), que publicou uma extensa descrição do império português na Ásia. Tentamos perceber o seu percurso, como obteve as suas informações e a importância da sua obra na expansão colonial dos Países Baixos.Sugestões de leitura:1. Itinerário, viagem ou navegação de Jan Huygen van Linschoten para as Índias Orientais ou Portuguesas. Ed. Arie Pos e Rui Manuel Loureiro. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1997.2. Nuno Vila-Santa - "A Spy or a Go-between? Jan Huygen van Linschoten, the Itinerario and the Rise of Dutch Overseas Expansion (1583–1611)" in Knowledge Exchanges Between Portugal and Europe. Routledge, 2025. Disponível online: https://www.jstor.org/stable/jj.16148238.9-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Artes
Pedro Santos encerra ciclo de 'Terças em Música' com guitarra a solo

Artes

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 9:53


Pedro Santos, 23 anos, estreia-se em Paris com um concerto a solo que cruza fado, barroco e contemporaneidade, elevando a guitarra de instrumento acompanhante a presença solista. Entre risco e intimidade, afirma uma identidade própria. O concerto encerra o ciclo Terças em Música na Casa de Portugal André Gouveia, da Cidade Universitária de Paris. Para o seu primeiro concerto em Paris, Pedro Santos, vinte e três anos, apresenta-se com uma guitarra que parece transportar várias camadas de tempo. Diz querer "oferecer ao público o concerto que eu próprio gostaria de ouvir se nunca tivesse escutado guitarra clássica". É a partir desta ideia, quase um pacto, que constrói o programa que encerra, esta terça-feira, o ciclo Terças em Música, na Casa de Portugal, André Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O jovem músico confessa ter desejado "depôr a coroa e tentar ir ao encontro do público", consciente das limitações e da delicadeza particular do seu instrumento. A guitarra surge aqui a solo, despojada "a solo, exactamente", insiste, assumindo um papel que exige transcender a natureza tradicionalmente acompanhante do instrumento. "É um desafio imenso", reconhece. "Tentamos elevar um instrumento nascido para acompanhar a um papel inteiramente solista". Esta exposição produz uma relação mais íntima, quase confidencial: "O resultado é muito diferente daquele que se obtém com outros instrumentos. Muito mais íntimo, diria mesmo, profundamente íntimo." Nesta intimidade, nascem tensões. Para Pedro Santos, tocar a solo implica risco: "Tomo riscos na minha interpretação, por vezes talvez desnecessários, mas que contribuem verdadeiramente para o resultado final". Não se trata, porém, de ousadias gratuitas: "Não vejo isto como risco, mas como uma inevitabilidade". Elevar a guitarra, afirma, exige precisamente "esta paixão da interpretação". No centro, está o público, "gosto imenso de tocar em público justamente porque sinto esse risco", admite. A presença de quem escuta altera o próprio acto musical: "Sinto que não estou a tocar sozinho; estou a tocar com o público." E a diferença, diz, é profunda quando comparada com a experiência de concursos, salas de aula, apresentações institucionais. Nesses contextos, sente-se por vezes como quem "joga contra uma equipa". Em concerto, deseja o contrário: "Gostaria que o público estivesse a jogar na minha equipa." A formação de Pedro Santos atravessa várias geografias: Leiria, Vigo e Weimar. Leiria é o ponto de partida: "É a minha casa, onde criei relações musicais extraordinárias." Vigo foi apenas uma breve paragem no início do percurso académico. Weimar tornou-se espaço de criação, o lugar onde, pela primeira vez, pôde perguntar: "que é que eu quero criar?" É deste retorno às raízes que nasce a ideia de integrar o fado no seu próximo álbum, depois de reencontrar repertórios antigos e de reclamar uma identidade musical própria. Esse cruzamento revela-se também no diálogo entre épocas. Para o guitarrista português, a música contemporânea recorda que "o risco é necessário", mesmo quando se aborda repertório romântico ou barroco. Assume não ser um intérprete "historicamente correcto" e interroga o próprio conceito: "O que significa ser historicamente correcto? São sonhos que fazemos sobre o que se tocava na época. Não estivemos lá." É esta liberdade que orienta o primeiro disco Alma – Seele, onde procura aproximar Bach e o fado: "uma tarefa complicada, um cruzamento que não se vê todos os dias". Neste primeiro álbum a solo, procura pontos de contacto entre tradição e experimentação: "Admiro profundamente a música barroca e creio que ela respira admiravelmente na guitarra", afirma. Ao mesmo tempo, deseja "elevar o fado ao repertório de um concerto solista". A intenção artística é clara: conciliar admiração pela tradição e uma adaptabilidade viva, porosa. Pedro Santos deseja que o público leve consigo uma sensação de comunhão: "O público precisa de poder desfrutar da música", afirma. Cada espectador, diz, procura "um momento bem partilhado", e ele vê-se sobretudo como mediador dessa experiência: "No fundo, estou ali apenas para servir o público."

Somos Luzeiro
#286 - Check-UP: Corações Divididos - João Eduardo Lima

Somos Luzeiro

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 55:35


Nossa cultura nos ensina a "compartimentar" a vida.Uma pessoa no trabalho, outra com a família e talvez outra quando ninguém está olhando. Com isso, temos a tendência de querer os benefícios de uma vida com propósito, mas sem muita "interferência" em nossas finanças, relacionamentos ou ambições pessoais. Tentamos negociar, querendo o melhor dos dois mundos, mas muitas vezes acabamos nos sentindo divididos e frustrados. É possível ser corajoso e comprometido ao mesmo tempo?Na terceira parte da nossa série "Check-up", analisamos o diagnóstico surpreendente de Jesus para uma comunidade que vivia exatamente esse dilema: corajosa em público, mas que estava se autodestruindo por dentro. Eles não negavam o nome de Jesus, mas negociavam os valores dEle para se encaixar na cultura.A mensagem de Jesus para eles foi direta e desafiadora: é "Tudo ou Nada". Se você já se sentiu dividido ou se perguntou por que "seguir seu coração" às vezes parece dar tão errado, esta mensagem é para você.Ouça agora o novo episódio.VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/XKnw7NYyo_EPara acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro

Somos Luzeiro
#285 - Check-UP: Tudo Ou Nada - João Eduardo Lima

Somos Luzeiro

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 56:42


Nossa cultura nos ensina a "compartimentar" a vida: uma pessoa no trabalho, outra com a família e talvez outra quando ninguém está olhando. Com isso, temos a tendência de querer os benefícios de uma vida com propósito, mas sem muita "interferência" em nossas finanças, relacionamentos ou ambições pessoais. Tentamos negociar, querendo o melhor dos dois mundos, mas muitas vezes acabamos nos sentindo divididos e frustrados. É possível ser corajoso e comprometido ao mesmo tempo?Na terceira parte da nossa série "Check-up", analisamos o diagnóstico surpreendente de Jesus para uma comunidade que vivia exatamente esse dilema: corajosa em público, mas que estava se autodestruindo por dentro. Eles não negavam o nome de Jesus, mas negociavam os valores dEle para se encaixar na cultura.A mensagem de Jesus para eles foi direta e desafiadora: é "Tudo ou Nada". Se você já se sentiu dividido ou se perguntou por que "seguir seu coração" às vezes parece dar tão errado, esta mensagem é para você.Ouça agora o novo episódio.VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/hb8-Mexhby8Para acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro

Arauto Repórter UNISC
Todos nós carregamos partes que preferimos não ver

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 2:35


Todos nós carregamos partes que preferimos não ver — raiva, medo, dor, ressentimento, fragilidade. Tentamos escondê-las, mas o que é reprimido não desaparece, apenas muda de forma. Quando não olhamos para dentro, projetamos essas sombras nos outros: o que nos irrita neles revela algo que negamos em nós.Reconhecer isso é um ato de coragem e crescimento. Acolher nossas sombras não é fraqueza, é maturidade emocional significa compreender o que cada sentimento tenta nos mostrar. Ao nos responsabilizarmos por nós mesmos, o outro deixa de ser inimigo e passa a ser apenas humano, como nós.Somente quando paramos de fugir de quem somos encontramos leveza e autenticidade. Ninguém transforma o que não reconhece — e é ao aceitar nossas partes mais profundas que começamos, de fato, a nos libertar.

Assunto Nosso
Todos nós carregamos partes que preferimos não ver

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 2:35


Todos nós carregamos partes que preferimos não ver — raiva, medo, dor, ressentimento, fragilidade. Tentamos escondê-las, mas o que é reprimido não desaparece, apenas muda de forma. Quando não olhamos para dentro, projetamos essas sombras nos outros: o que nos irrita neles revela algo que negamos em nós.Reconhecer isso é um ato de coragem e crescimento. Acolher nossas sombras não é fraqueza, é maturidade emocional significa compreender o que cada sentimento tenta nos mostrar. Ao nos responsabilizarmos por nós mesmos, o outro deixa de ser inimigo e passa a ser apenas humano, como nós.Somente quando paramos de fugir de quem somos encontramos leveza e autenticidade. Ninguém transforma o que não reconhece — e é ao aceitar nossas partes mais profundas que começamos, de fato, a nos libertar.

Reportagem Observador
Chega? “Tentamos cumprir objetivos independentemente dos cartazes”

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 2:03


Luís Montenegro celebra “dia marcante” com aprovação da lei da nacionalidade. Explica que ser português “não é conveniência” e afasta desconforto com votos do Chega. Vem aí uma nova lei para retornar imigrantes que “não cumpram a lei”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Falando de História
#111 A História da Arqueologia

Falando de História

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 52:03


Neste episódio especial falamos com Pedro Correia Silva, arqueólogo e professor de História, sobre a história da Arqueologia enquanto ciência. Tentamos perceber qual a sua origem, a forma como evoluiu, a sua implantação em Portugal e ainda a forma como pode ser combatida a pseudo-arqueologia.Sugestões de leitura:1. Nuno Ferreira Bicho - Manual de Arqueologia Pré-Histórica. Edições70, 2011, 2ª edição. 2. Jorge de Alarcão - Para uma conciliação das arqueologias. Edições Afrontamento, 2006.3. C.W. Ceram - Deuses,Túmulos e Sábios. Cavalo de Ferro, 2015.4. Pedro Correia Silva – Escavar o Passado. Uma breve história da Arqueologia. Gradiva, 2025.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Manuel Prates, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Jose Carlos Bicudo, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Falando de História
#110 A história do conflito Israelo-Palestiniano

Falando de História

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 75:40


Neste episódio debruçamo-nos sobre a história do conflito entre Israel e a Palestina. Tentamos compreender as suas origens, como evoluiu ao longo do século XX, e como chegou à situação actual.Sugestões de leitura:1. Ilan Pappé - Israel VS Palestina. A mais breve história do conflito. Ideias de Ler, 20252. Rashid Khalidi - Palestina: uma biografia. Cem anos de guerra e resistência. Ideias de Ler, 2022.3. Pierre Blanc e Jean-Paul Chagnollaud - Atlas do Médio Oriente. Guerra e Paz, 2024.4. Documentário 'No Other Land', realização de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham, e Rachel Szor, 2024.5. Resolução da International Association of Genocide Scholars sobre a situação em Gaza - https://genocidescholars.org/wp-content/uploads/2025/08/IAGS-Resolution-on-Gaza-FINAL.pdf-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Manuel Prates, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Jose Carlos Bicudo, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa; Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Diogo Camoes, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Falando de História
#108 As viagens marítimas chinesas de Zheng He (1405-1433)

Falando de História

Play Episode Listen Later Jul 28, 2025 32:05


Neste episódio falamos das famosas viagens marítimas chinesas de Zheng He, entre 1405-1433. Tentamos compreender o contexto político da China Ming, os objectivos destas navegações, por onde passaram e que impacto tiveram no espaço do Índico-Pacífico.Sugestões de leitura1. José Manuel Malhão Pereira e Jin Guo Ping - Navegações Chinesas no Século XV. Realidade e Ficção. Academia de Marinha, 2006, disponível online: https://tinyurl.com/AdM-ZhengHe;2. Geoff Wade - “Engaging the South: Ming China and Southeast Asia in the Fifteenth Century”, Journal of the Economic and Social History of the Orient, Vol. 51, No. 4 (2008), pp. 578-638.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Cláudio Batista, Joana Figueira, Bruno Ricardo Neves Figueira, Isabel Yglesias de Oliveira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Manuel Prates, Miguel Vidal, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Diogo Camoes, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vanessa Alexandra Pereira, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Falando de História
#107 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - parte 6: o Holocausto

Falando de História

Play Episode Listen Later Jul 14, 2025 68:10


Neste episódio encerramos a nossa série especial sobre a Segunda Guerra Mundial, com um último episódio sobre um dos assuntos mais dramático deste conflito: o Holocausto. Para isso, falamos com Cláudia Ninhos, investigadora do Instituto de História Contemporânea da FCSH - Universidade Nova de Lisboa. Tentamos compreender quais as causas, como foi organizado, que impactos teve e como se relembra este genocídio, entre outras questões.Sugestões de leitura:Ian Kershaw - Hitler - Uma Biografia. Dom Quixote, 2009.Nikolaus Wachsmann - KL: A História dos Campos de Concentração Nazis. Dom Quixote, 2015.Wendy Lower - As Fúrias de Hitler - Mulheres Nazis nos Campos do Holocausto. Casa das Letras, 2024.Sugestões de filmes:O filho de Saul (Saul fia), r. László Nemes, 2015.A Zona de Interesse (The Zone of Interest), r. Jonathan Glazer, 2023.A Conferência (Die Wannseekonferenz), r. Matti Geschonneck, 2022.Negação (Denial), r. Mick Jackson, 2005.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Rosa, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Manuel Prates, Miguel Vidal, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Luís Miguel Couto, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com).

Falando de História
#104 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - parte 3: a Ásia e o Pacífico

Falando de História

Play Episode Listen Later May 26, 2025 52:46


Neste episódio continuamos a nossa série sobre a Segunda Guerra Mundial, mas mudamos de cenário para o outro lado do mundo: a Ásia e o Pacífico. Tentamos compreender a política imperial japonesa, e como avançou agressivamente pelo espaço asiático. Analisamos a resposta dos Aliados, especialmente dos EUA, e de campanhas e batalhas como Midway, Guadalcanal, Iwo Jima, entre outras, até às duas bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, a invasão soviética da Manchúria e a rendição do Japão, a 2 de Setembro de 1945.Sugestões de leitura1. Olivier Wieviorka – História Total da Segunda Guerra Mundial. Crítica, 2024.2. Martin Gilbert – A Segunda Guerra Mundial. D. Quixote, 2009.3. Antony Beevor – A Segunda Guerra Mundial. Bertrand Editora, 2018.4. Martin Gilbert - Atlas Histórico da Segunda Guerra Mundial. Clube do Autor, 2025.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Carlos Castro, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Falando de História
#102 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - parte 1: causas

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 28, 2025 37:40


No primeiro episódio desta série especial sobre a Segunda Guerra Mundial, olhamos para as suas causas. Tentamos compreender o contexto internacional e as origens que levaram a um dos maiores conflitos da história.Sugestões de leitura1. Eric Hobsbawm - A Era dos Extremos. A História do século XX (1914-1991). Presença, 2017.2. René Rémond - Introdução à história do nosso tempo: do Antigo Regime aos nossos dias. Gradiva, 1994.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Carlos Castro, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Peter, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Falando de História
#101 Os Ciganos em Portugal (sécs. XVI-XVIII)

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 7, 2025 59:42


Neste episódio especial falamos com Francisco Mangas, investigador do Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória da Universidade do Porto, sobre a história da comunidade Cigana em Portugal, no período moderno. Tentamos perceber qual a sua origem, quando chegou, porque foi discriminada e qual o seu papel na sociedade do seu tempo. Sugestões de leitura: 1. Carlos Santos Sousa - Os Maias. Retrato Sociológico de uma Família Cigana Portuguesa (1827-1957). Editora Mundos Sociais, 2013.2. Otto Rosenberg - A Lente de Aumento. Os Ciganos no Holocausto. Âncora Editora, 2001.3. Francisco Mangas - A Outra Minoria. Uma história dos Ciganos portugueses durante a Época Moderna. Tese de doutoramento apresentada à FLUP, 2024. Disponível online: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/159228-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Carlos Castro, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Chambel, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Peter, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠Edição de Marco António.

Trip FM
Falamos com um sobrevivente do desastre dos Andes

Trip FM

Play Episode Listen Later Mar 28, 2025


Mais de 50 anos depois da queda do voo da Força Aérea Uruguaia na Cordilheira dos Andes, Antonio Vizintín conta com sobreviveu à tragédia “Apesar de tanto ter entrado em contato com a morte nos Andes, a morte de minha esposa foi um golpe duro, me abalou muito mais. Mas a vida segue, não podemos nos deixar prender por esses momentos. Se na montanha não nos permitimos chorar porque isso nos destruiria, aqui também não podíamos”. A frase de Antonio Vizintín, o Tintin, mostra a força que marcou sua trajetória como um dos sobreviventes do famoso acidente aéreo nos Andes. Em outubro de 1972, um erro causou a queda de um avião da Força Aérea Uruguaia no meio da Cordilheira dos Andes. Durante 72 dias, os 28 sobreviventes lutaram pela vida em condições extremas, tomando decisões impensáveis para sobreviver, como se alimentar da carne de seus companheiros falecidos. “Quebramos um tabu religioso, um tabu humano, mas era uma decisão de vida ou morte. Ou nos alimentávamos e sobrevivíamos, ou não nos alimentávamos e morríamos. Foi uma decisão tomada a 3600 metros de altura, com muito frio, muita fome e uma imensa vontade de continuar vivos", conta. Em 1992, vinte anos depois da tragédia, Paulo Lima se encontrou pela primeira vez com Tintin, na época com 38 anos, para uma entrevista que estampou as páginas da Trip. Agora, eles voltam a conversar no Trip FM. Além de relembrar os momentos mais marcantes daquela experiência, o uruguaio compartilha as lições de vida que carregou nos últimos 50 anos.“Não foi por acaso que saímos da montanha. Houve muito raciocínio, planejamento, cálculo, estratégia. Foi a inteligência humana, e não o acaso, que nos permitiu sobreviver", afirma. “As pessoas acham que essa é uma história de sucesso, mas, na verdade, é uma história de muitos fracassos. Tentamos muitas expedições, falhamos, mas ganhamos experiência e aplicamos na tentativa seguinte. Assim é a vida: fracassar, aprender e evoluir”. Você pode conferir esse papo no play aqui em cima ou no Spotify do Trip FM. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/03/67e6ea6f4eccb/antonio-vinzitin-tintin-acidente-aviao-andes-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Reprodução; LEGEND=Em outubro de 1972, por causa de uma falha humana, um avião da Força Aérea Uruguaia perdeu altitude e acabou se chocando contra a Cordilheira dos Andes; ALT_TEXT=Em outubro de 1972, por causa de uma falha humana, um avião da Força Aérea Uruguaia perdeu altitude e acabou se chocando contra a Cordilheira dos Andes] Trip. Depois de viver o que viveu, como você lidou emocionalmente com a perda da sua esposa, anos depois? Antonio Vizintín. A morte de minha esposa foi um golpe muito duro para mim e para meus filhos. Foi uma época muito difícil, em que eu chorava na ducha para que ninguém me visse. Apesar de estar em contato com a morte na montanha, essa perda me atingiu muito mais. A vida parecia ir bem ao lado da família e, de repente, tudo muda. Foi um golpe muito duro, mas a vida segue. Não podemos nos deixar prender por esses momentos, precisamos seguir em frente. O que foi mais difícil durante a experiência na montanha? O frio foi o maior desafio. Foram 72 dias enfrentando temperaturas extremamente baixas, chegando a -40 graus. A necessidade de comer e sobreviver superava qualquer outro pensamento. Nossa sobrevivência dependia da nossa capacidade de lidar com essas adversidades extremas. Como foi o momento em que decidiram se alimentar dos corpos dos companheiros? Foi uma decisão muito difícil, pois rompemos um grande tabu, tanto religioso quanto humano. Mas era uma questão de vida ou morte. Ou nos alimentávamos e sobrevivíamos, ou morríamos. A decisão foi tomada a 3.600 metros de altura, com muito frio e muita fome. Era uma decisão de sobrevivência. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/03/67e6ead1dfa8c/antonio-vinzitin-tintin-acidente-aviao-andes-trip-fm-mh2.jpg; CREDITS=Reprodução; LEGEND=Por 72 dias, os 28 sobreviventes foram obrigados a improvisar pela vida e recorrer à carne de seus companheiros mortos.; ALT_TEXT=Por 72 dias, os 28 sobreviventes foram obrigados a improvisar pela vida e recorrer à carne de seus companheiros mortos.] Em algum momento você voltou a acreditar que Deus estava com vocês na montanha? No início, eu não entendia onde estava aquele Deus todo-poderoso que todos falam. Era difícil compreender por que estávamos passando por tudo aquilo. Para mim, parecia que Deus nos havia abandonado. A minha fé foi abalada profundamente durante aquele tempo. Quais foram os principais fatores que permitiram a sobrevivência do grupo? Nossa sobrevivência foi resultado de muito raciocínio, cálculo e planejamento. Criamos uma logística, nos mantivemos disciplinados e sacrificialmente nos dedicamos uns aos outros. Cada um fez o que podia para ajudar. Foi a inteligência humana e a disciplina que nos permitiram sair vivos dessa situação. Você disse que essa é uma história de fracassos. Qual foi o maior aprendizado que tirou dos fracassos? O maior aprendizado que tiramos dos fracassos foi que precisamos aprender com os erros. Tentamos várias expedições e falhamos em todas, mas cada falha nos ensinou algo novo, algo que aplicamos nas tentativas seguintes. O fracasso é uma parte do processo de aprendizagem. Só assim é possível evoluir e chegar ao sucesso. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/03/67e6eaede900e/antonio-vinzitin-tintin-acidente-aviao-andes-trip-fm-mh3.jpg; CREDITS=Reprodução; LEGEND="Éramos 45 pessoas no total e logo na queda morreram 17 companheiros, restando 28. Durante nossa luta na neve, aos poucos foram morrendo outros. No final, sobraram só 16 de nós com vida."; ALT_TEXT="Éramos 45 pessoas no total e logo na queda morreram 17 companheiros, restando 28. Durante nossa luta na neve, aos poucos foram morrendo outros. No final, sobraram só 16 de nós com vida."] Como a experiência na montanha mudou sua visão sobre o que realmente importa na vida? Quando tudo parece perdido, você começa a dar valor às pequenas coisas: uma ducha quente, um prato de comida, um copo de água. E, principalmente, momentos com as pessoas que amamos. Nunca sabemos quando será o último abraço ou o último beijo. Essas pequenas coisas, que muitas vezes negligenciamos, são as que realmente importam.

Falando de História
#95 História da doçaria portuguesa

Falando de História

Play Episode Listen Later Dec 16, 2024 75:39


Neste episódio especial, falamos com João Pedro Gomes, investigador do Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação em Turismo (CiTUR) e do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, sobre a história da doçaria portuguesa. Tentamos compreender qual a importância dos doces desde a Antiguidade, como é que estes evoluem ao longo do tempo, qual a relevância do açúcar produzido no Atlântico, e se é verdade que os doces têm origem nos conventos. Sugestões de leitura: 1. João Pedro Gomes - Doçaria Portuguesa - Das origens ao século XVIII. Lisboa: Booksfactory, 2024. 2. Isabel Drumond Braga - Sabores e segredos: receituários conventuais portugueses da Época Moderna. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2015, disponível online: https://digitalis.uc.pt/item/54525.  3. Stuart B. Schwartz (ed) - Tropical Babylons. Sugar and the Making of the Atlantic World, 1450-1680. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2004. ----- Obrigado aos patronos do podcast: André Silva, Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Pedro Matias; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luisa Meireles, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Castro, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Diogo Martins, Fábio Videira Santos, Filipe Paula, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Vitor Couto. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠ Edição de Marco António.

DioCast - The Open Way of Thinking
As coisas que tentamos esconder, agora reveladas

DioCast - The Open Way of Thinking

Play Episode Listen Later Dec 12, 2024 46:44


Estamos chegando ao final de mais uma temporada do Diocast e queremos aproveitar essa oportunidade para compartilhar com vocês alguns detalhes da produção de nossos conteúdos aqui no Diolinux Labs. A cada temporada, o Diocast se fortalece graças à interação com nossa incrível comunidade. E é justamente por isso que decidimos abrir as portas dos bastidores e te mostrar como tudo acontece por aqui. Neste episódio, vamos falar sobre a importância dos comentários da nossa audiência na definição de novas pautas, como isso influencia no processo de seleção de temas para o canal e também, vamos comentar sobre alguns de nossos vídeos mais populares. Se você é daqueles que acompanha a gente desde sempre e quer saber tudo sobre como as coisas funcionam por aqui, ou se você simplesmente curtiu a ideia de conhecer um pouco mais sobre o mundo da produção de conteúdo, esse podcast é para você! Em 2025, o Diolinux Labs e o Diocast continuarão focados em aprimorar a qualidade de nossos conteúdos. Além disso, temos diversos projetos em desenvolvimento que prometem trazer ainda mais novidades e interação com a nossa comunidade. --- ✅ Teste o Zoho Workplace gratuitamente - https://zoho.to/teste-dezembro --- Deixe seu comentário, ele pode ser lido no próximo programa. https://diolinux.com.br/podcast/bastidores-do-diolinux-labs.html

Falando de História
#93 A caça às bruxas (sécs. XV-XVIII)

Falando de História

Play Episode Listen Later Nov 18, 2024 44:21


Neste episódio falamos de um dos fenómenos mais violentos e impactantes do período tardo-medieval e moderno: a caça às bruxas. Tentamos compreender, por exemplo, o que foi, como evoluiu, onde se deu, quantas bruxas foram condenadas à morte e quem eram estas mulheres. Sugestões de leitura 1. Brian P. Levack - The Witch-Hunt in Early Modern Europe. Routledge, 2016, 4ª edição. 2. José Pedro Paiva - Bruxaria e superstição num país sem caça às bruxas, 1600-1774. Editorial Notícias, 1997. ----- Obrigado aos patronos do podcast: André Silva, Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Pedro Matias; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luisa Meireles, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, André Silva, António Farelo, Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Castro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Vitor Couto. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠ Edição de Marco António. Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Falando de História
#92 Pobreza e marginalidade no Portugal medieval

Falando de História

Play Episode Listen Later Nov 4, 2024 51:51


Neste episódio especial, falamos com Ana Rita Rocha, investigadora do Instituto de História Contemporânea e do Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa, sobre a pobreza e a marginalidade na Idade Média portuguesa. Tentamos compreender, por exemplo, que instituições existiam para assistir os pobres e os marginais, qual o papel do rei, do poder local e da igreja, e quais as fontes para estudar este tema. Sugestões de leitura 1. Maria José Pimenta Ferro Tavares - Pobreza e morte em Portugal na Idade Média. Lisboa: Presença, 1989. 2. Edite Martins Alberto, Rodrigo Banha da Silva e André Teixeira (eds) - O Hospital Real de Todos-os-Santos: Lisboa e a Saúde. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa / Santa Casa da Misericórdia, 2021. 3. Ana Rita Rocha - A assistência em Coimbra na Idade Média: dimensão urbana, religiosa e socioeconómica (séculos XII a XVI). Coimbra: tese de doutoramento apresentada à FLUC, 2019. Disponível online: https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/88788 ----- Obrigado aos patronos do podcast: André Silva, Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Pedro Matias; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, André Silva, António Farelo, António Silva, Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Castro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Vitor Couto. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠ Edição de Marco António. Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Falando de História
#90 D. João de Castro e o império português na Ásia (1545-1548)

Falando de História

Play Episode Listen Later Oct 7, 2024 44:22


Neste episódio falamos do fidalgo D. João de Castro e do seu governo do Estado da Índia, entre 1545-1548. Tentamos compreender a sua importância na história do império português na Ásia, e quais os principais momentos desta governação. Sugestões de leitura 1. António Borges Coelho - O vice-rei Dom João de Castro. Lisboa: Caminho, 2003. 2. Roger Lee de Jesus - A Governação do "Estado da Índia" por D. João de Castro (1545-1548) na Estratégia Imperial de D. João III. Coimbra: tese de doutoramento apresentada à FLUC, 2021, disponível online: https://hdl.handle.net/10316/95201 ---- Obrigado aos patronos do podcast: André Silva, Andrea Barbosa, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Pedro Matias; Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Daniel Murta, David Fernandes, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Vera Costa; Adriana Vazão, André Abrantes, André Chambel, André Marques, André Silva, António Farelo, António Silva , Beatriz Oliveira, Bruno Luis, Carlos Castro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Filipe Paula, Gn, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Pedro Cardoso, Pedro L, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Silva, tope steffi, Vitor Couto. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, ⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0⁠ Edição de Marco António. Apoio técnico: 366 Ideias (366ideias@gmail.com)

Trivela
Meiocampo #49 O que explica o fracasso da Seleção na Copa América?

Trivela

Play Episode Listen Later Jul 8, 2024 64:52


O Brasil está eliminado na Copa América, mais uma vez nas quartas de final. Desta vez, diante do Uruguai, em mais uma atuação ruim do time comandado por Dorival Júnior. O que explica esse fracasso? Quais os principais problemas desta geração? O que pode ser feito para melhorar? E qual é o futuro da Seleção? Tentamos responder essas e outras perguntas nesta edição, coincidentemente gravada no décimo aniversário do 7 a 1!SEJA MEMBRO DO MEIOCAMPO! Agora você pode ser membro do nosso podcast e apoiar o projeto! Além disso, os membros do plano San Mamés em diante terão vídeos exclusivos diariamente na Euro!Vá em youtube.com/meiocampo e clique em “Seja membro”. Venha fazer parte e nos ajude a crescer!

Mau Acompanhado
Mau Falado 102 - O documentário (não oficial) de Davi (e Mani)

Mau Acompanhado

Play Episode Listen Later Apr 25, 2024 138:54


É a semana dos fins de casais, depois do fim de Gracyanne Barbosa e do cantor Belo após 15 anos de relacionamento, testemunhamos o conturbado fim do casal Davi (campeão do BBB 24) e Mani. Por que será que acabou? Dinheiro, fama, empresários, seguidores no Instagram? Tentamos entender o porquê dessa separação tão repentina. Prêmio iBest

Vortex
Vortex 26 - Regras da etiqueta genética e pelados que buscam amor

Vortex

Play Episode Listen Later Mar 27, 2024 69:09


Hoje revelamos a data do 1º Pousando no Vortex! Preparem seus currículos do amor! Também discutimos grandes assuntos como: Você tiraria a roupa na TV pra conhecer seu crush? Existem regras de etiqueta genética quando o amor está no ar? É mais difícil ser feliz quando você conheceu seu amor num app? Tentamos responder pelo menos uma dessas perguntas na versão amigável do Vortex 26 (esse episódio tem uma versão proibidona que vai para o cofre do Vortex)Acesse o link do Vortex e ganhe 15% de desconto na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/promocao/vortex   Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiucha Convidados: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePe  Príncipe Vidane. Instagram: @principevidane | Twitter/X: @principevidane | Twitch: twitch.tv/principevidane | Vocês também podem escutar o Vidane nos podcasts Dentro da Minha Cabeça, Mau Acompanhado e Pelada na Net  Links comentados no episódio: Naked Attraction: o reality de namoro para pelados: https://www.max.com/br/pt/shows/naked-attraction/7763c6ba-6237-4018-9e65-929ce18838b3 Casais que se conhecem em aplicativos de namoro são menos felizes no casamento: https://nypost.com/2023/10/03/couples-who-meet-on-dating-apps-are-less-happy-in-marriages-study/ A geração Z está abrindo mão dos apps de relacionamento: https://time.com/6836033/gen-z-ditching-dating-apps/ Gêmeos idênticos se casam com gêmeos idênticos e têm bebês que são irmãos biológicos: https://www.unilad.com/news/us-news/twins-marry-family-children-siblings-126640-20240322 Queremos engravidar juntas': gêmeas que namoram gêmeos fazem sucesso: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/17/queremos-engravidar-juntas-gemeas-que-namoram-gemeos-fazem-sucesso.htm   ===  Produção: Thyara Castro Edição: Joel Suke Ilustração da capa: Brann SousaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Séries no bar
s05e02 - o lançamento do Max, O Regime, Xogum e outras séries

Séries no bar

Play Episode Listen Later Mar 12, 2024 35:46


Tentamos desvendar o grande mistério por trás da retirada do nome da HBO do streaming que agora chama só Max, falamos da nova série da Kate Winslet, O Regime (Max), do lançamento de Xogum (Star+), da desgraça que virou Bom Dia Veronica (Netflix) e ainda tecemos importantíssimos comentários sobre Avatar, Um Dia (Netflix), O Amor e outro mistérios (Star+) e outros mistérios mais.