POPULARITY
Categories
Joe Kittinger fue un coronel de la Fuerza Aérea de EE.UU. que el 16 de agosto de 1960 saltó en paracaídas desde un globo estratosférico a 102.800 pies (unos 31.300 metros) como parte del proyecto Excelsior III, estableciendo récords de mayor altitud, caída libre más larga y mayor velocidad alcanzada por un humano en la atmósfera. Su muerte fue anunciada por la Asociación de Paracaidistas de los Estados Unidos el 9 de diciembre de 2022, a los 94 años.
La galerie AFIKARIS propose la deuxième exposition personnelle de l'artiste camerounais Hervé Yamguen. « Nos géographies intimes » propose un ensemble de dessins, peintures, sculptures en bronze et masques en bois qui interroge notre manière d'habiter le monde. L'artiste autodidacte, Hervé Yamguen a développé une pratique éclectique, touchant à des domaines tels que l'écriture, les arts plastiques, la performance et la conception de scénographies théâtrales. Son art vise à transcender le quotidien, à dépasser la réalité tangible pour explorer des sphères plus vastes de l'existence. Hervé Yamguen, artiste plasticien camerounais, était l'invité de Nathalie Amar sur RFI. L'exposition « Nos géographies intimes » est à retrouver à la galerie Afikaris à Paris jusqu'au 31 octobre 2026. ► Chronique : Saison 1 Épisode 1 Jessica Taieb nous présente la série brésilienne « Révèle-toi ! ». Une toute nouvelle télénovela diffusée sur les chaines Globo et Novelas+ depuis le 28 août 2026. On y suit Leona, une jeune femme qui tente de se reconstruire après un drame personnel et devient nounou au sein d'une riche famille, un travail qui va complètement bouleverser sa vie. L'occasion de revenir également sur l'impact que les télénovelas brésiliennes continuent à avoir dans le monde. À écouter aussiLe monde en séries télés ► Reportage Fanny Imbert nous emmène visiter l'exposition « Avant que tout ne disparaisse. Faire l'inventaire du quotidien » à la Galerie Person Paris. ► Playlist du jour Esele Mulema Moam - Los Camaroes Mao Sidibé – Amina Yé.
La galerie AFIKARIS propose la deuxième exposition personnelle de l'artiste camerounais Hervé Yamguen. « Nos géographies intimes » propose un ensemble de dessins, peintures, sculptures en bronze et masques en bois qui interroge notre manière d'habiter le monde. L'artiste autodidacte, Hervé Yamguen a développé une pratique éclectique, touchant à des domaines tels que l'écriture, les arts plastiques, la performance et la conception de scénographies théâtrales. Son art vise à transcender le quotidien, à dépasser la réalité tangible pour explorer des sphères plus vastes de l'existence. Hervé Yamguen, artiste plasticien camerounais, était l'invité de Nathalie Amar sur RFI. L'exposition « Nos géographies intimes » est à retrouver à la galerie Afikaris à Paris jusqu'au 31 octobre 2026. ► Chronique : Saison 1 Épisode 1 Jessica Taieb nous présente la série brésilienne « Révèle-toi ! ». Une toute nouvelle télénovela diffusée sur les chaines Globo et Novelas+ depuis le 28 août 2026. On y suit Leona, une jeune femme qui tente de se reconstruire après un drame personnel et devient nounou au sein d'une riche famille, un travail qui va complètement bouleverser sa vie. L'occasion de revenir également sur l'impact que les télénovelas brésiliennes continuent à avoir dans le monde. À écouter aussiLe monde en séries télés ► Reportage Fanny Imbert nous emmène visiter l'exposition « Avant que tout ne disparaisse. Faire l'inventaire du quotidien » à la Galerie Person Paris. ► Playlist du jour Esele Mulema Moam - Los Camaroes Mao Sidibé – Amina Yé.
No episódio de hoje, mergulhamos nas polêmicas de precificação da Big Tech, brigas jurídicas do audiovisual, o marketing de mitologias no fast-food e a experiência de marca no maior festival de música do mundo. Confira os destaques:
Cinestesia Podcast começando e hoje é dia de fazer aquela RETROSPECTIVA completa do mundo do cinema! Neste episódio do Cinestesia, vamos relembrar os principais acontecimentos de 2025 e olhar para tudo o que VEM POR AÍ EM 2026. Passamos pelo TGA 2025, pelos filmes esquecidos do ano, pelo Oscar 2025 e suas grandes vitórias, além dos indicados, vencedores e dos grandes esnobados que ficaram de fora.Também vamos discutir o que esperar do Oscar 2026, passando pelos favoritos, possíveis vencedores e as produções que podem surpreender. E claro, não poderiam faltar os destaques do Globo de Ouro e do Framboesa de Ouro 2026.● Acompanhe o nosso Canal no YouTube: / @ocanalcinestesiaoficial● Acompanhe nosso Podcast: open.spotify.com/show/2LGrQOu71DqC6nnSKUxvxd● Acompanhe nosso Twitter: x.com/CanalCinestesiaContato Profissional: davicinestesiaprofissional@gmail.com
Pinterest Marketing Masterclass https://globoarte.gumroad.com/l/PinterestmarketingmasterclassGet Holiday sales MASTERCLASS at 20% now, coupon code -"new20"https://globoarte.gumroad.com/l/holidaysalesmasterclassGet Skyrocket your sales MASTERCLASS at 20% now, coupon code -"new20"https://globoarte.gumroad.com/l/SkyrocketyoursalesmasterclassGRAB THE ZAZZLE SHOP WORKBOOK NOW https://globoarte.gumroad.com/l/ZazzleworkbookGet the Zazzle Designer Dashboard Masterclass- https://globoarte.gumroad.com/l/DesigndashboardmasterclassGet the Zazzle Ambassador Program Sales Masterclass-https://globoarte.gumroad.com/l/AmbsalemasterclassGet the Zazzle Ultimate bundle herehttps://globoarte.gumroad.com/l/ZazzlebundleTeepublic course-https://globoarte.gumroad.com/l/teepubliccourseTPT course-https://globoarte.gumroad.com/I/tptcourseGlobo Arte art supply store https://globoarte.company.siteGet The Ultimate POD bundle herehttps://globoarte.gumroad.com/l/PodbundleGet the 40 PNG illustration bundlehttps://payhip.com/b/1bBoKGet the Marketing tips for Creatives ebook here https://globoarte.gumroad.com/l/MarketingtipsGet the ways to make money book-https://globoarte.gumroad.com/l/moneybookGet the Zazzle ebook here-https://globoarte.gumroad.com/l/ZazzleebookGRAB TIME MANAGEMENT/BIZ MANAGING PLANNER https://globoarte.gumroad.com/l/BizmanageplannerJoin Discord Channel private free community- https://discord.gg/DQx6e7bTyC
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Os acontecimentos mais quentes do mundo dos games reunidos em um só lugar. Neste episódio passamos pelos principais destaques da semana; Anúncios, lançamentos, polêmicas e tudo aquilo que movimentou a indústria nos últimos dias.De novidades inesperadas a discussões importantes, aqui você fica por dentro do que realmente importa, sem enrolação e com aquele olhar crítico que você já conhece.Se você quer se manter atualizado sem precisar garimpar informação por aí, esse episódio é pra você.Aperte start e vem com a gente.Redes Sociais:
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
O Motorsport.com traz uma grande entrevista diretamente do Autódromo de Interlagos, palco de mais uma etapa da Porsche Cup Brasil. Antonella Bassani é uma das grandes atrações da categoria e falou com exclusividade com Isa Fernandes (@isamfer_) e Livia Veiga (@liiv.andrade).
Neste episódio, reagimos à não entrevista de Lula na Globo, debatemos a normalização do discurso extremista pela imprensa durante a campanha, falamos sobre o prejudicado Flávio Bolsonaro, as pautas transformadas em moeda eleitoral e as ações do governo contra TikTok e Discord. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Kassab diz que Centrão está com Lula e que chance de Flávio Bolsonaro ser eleito é 'zero' Vaiado em São Januário, Flávio Bolsonaro deixa estádio sem falar com a imprensa PL aposta em Nikolas para eleger até 20 deputados em Minas TSE recebe 5 mil denúncias de irregularidades eleitorais nos 10 primeiros dias de campanha EXCLUSIVO: 9 candidatos disputam as eleições de 2026 com mandados de prisão em aberto Por unanimidade, TRE-SP mantém inelegibilidade de Pablo Marçal até 2032 Lindbergh, Freixo e Diego Quaquá se unem como puxadores de votos do partido na TV Sem Lula, Flávio e Zema, candidatos fazem primeiro debate à Presidência No Dia do Soldado, Lula defende investimentos em Defesa para 'proteger território e riquezas' 'Vocês vão parar no tempo? Não sou eu que tenho que prestar conta, é o Lula', diz Flávio Bolsonaro Contrato para Dark Horse foi assinado depois de repasse de Vorcaro a fundo Na mira da PF, 'Dark Horse' tem registro concedido pela Ancine Discord diz que suspendeu lives no Brasil após decisão da ANPD Crimes online, falha em moderação e falta de acordo: por que o Discord foi processado em R$ 500 milhões pelo governo ANPD multa TikTok em R$ 153,7 milhões por falhas na proteção de menores Lula liga para Trump, defende negociação e diz que alegações dos EUA para tarifaço são 'infundadas' Governo não espera solução rápida para tarifaço, mesmo com a volta das negociações com os EUA Fim da 6x1: Aziz mantém relatório com mesmo teor de texto aprovado pela Câmara para acelerar votação no Senado Congresso antecipa comissão da MP da taxa das blusinhas após reunião de Lula, Alcolumbre e Motta Lula diz que Marcola errou ao pedir dinheiro a lobista, que filho vai pagar se cometeu ilícitos
Pinterest Marketing Masterclass https://globoarte.gumroad.com/l/PinterestmarketingmasterclassGet Holiday sales MASTERCLASS at 20% now, coupon code -"new20"https://globoarte.gumroad.com/l/holidaysalesmasterclassGet Skyrocket your sales MASTERCLASS at 20% now, coupon code -"new20"https://globoarte.gumroad.com/l/SkyrocketyoursalesmasterclassGRAB THE ZAZZLE SHOP WORKBOOK NOW https://globoarte.gumroad.com/l/ZazzleworkbookGet the Zazzle Designer Dashboard Masterclass- https://globoarte.gumroad.com/l/DesigndashboardmasterclassGet the Zazzle Ambassador Program Sales Masterclass-https://globoarte.gumroad.com/l/AmbsalemasterclassGet the Zazzle Ultimate bundle herehttps://globoarte.gumroad.com/l/ZazzlebundleTeepublic course-https://globoarte.gumroad.com/l/teepubliccourseTPT course-https://globoarte.gumroad.com/I/tptcourseGlobo Arte art supply store https://globoarte.company.siteGet The Ultimate POD bundle herehttps://globoarte.gumroad.com/l/PodbundleGet the 40 PNG illustration bundlehttps://payhip.com/b/1bBoKGet the Marketing tips for Creatives ebook here https://globoarte.gumroad.com/l/MarketingtipsGet the ways to make money book-https://globoarte.gumroad.com/l/moneybookGet the Zazzle ebook here-https://globoarte.gumroad.com/l/ZazzleebookGRAB TIME MANAGEMENT/BIZ MANAGING PLANNER https://globoarte.gumroad.com/l/BizmanageplannerJoin Discord Channel private free community- https://discord.gg/DQx6e7bTyC
Aos 40 anos e com 34 deles dedicados à atuação, Nathalia Dill fala ao Trip FM sobre viver a misteriosa Francesca ao lado de Tony Ramos na novela das 9, os 15 anos de duração e o fim do contrato que manteve com a Globo, a relação sem estardalhaço que cultiva com as redes sociais e o medo do futuro que sente ao ver a filha, de 5 anos, crescer num mundo virado do avesso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista à TV Globo, que seu filho Fábio Luís Lula da Silva responderá como qualquer cidadão caso sejam comprovados atos ilícitos nas investigações da Polícia Federal sobre suspeitas de corrupção e tráfico de influência.Lula disse que não pretende interferir nas apurações ou promover trocas de delegados e afirmou que as informações divulgadas até agora tratam de ilações, sem provas concretas de uso de dinheiro público ou acusações formais.Durante a entrevista, o presidente também falou sobre conversas atribuídas ao filho e à lobista Roberta Luchsinger, a quem classificou como “pilantra”. Lula afirmou não ter proximidade com ela, embora existam registros públicos de fotos da lobista ao lado do presidente e da primeira-dama Janja entre 2018 e 2023.
O programa Meio-Dia em Brasília desta quinta-feira, 27, fala sobre a sabatina do candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, e as repercussões das propostas e da entrevista.Além disso, o jornal também aborda o acordo entre Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre para acelerar a tramitação da MP que acaba com a taxa das blusinhas e fala sobre o pedido de investigação, por parte da defesa de Luís Fábio Lula da Silva, o Lulinha, de trechos dos inquéritos da Polícia Federal sobre o escândalo do INSS.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #renansantos #globo #bombanuclear #polemica #viral #mbl #noticias #politica #entrevista #debate #emalta #podcast #audio #brasil #repercussao #tendencias #opiniao #analise #conteudo #youtube
Rodolfo Borges, Wilson Lima e Ricardo Kertzman analisam trecho a trecho o desempenho de Renan Santos (Missão) na sabatina do Jornal Nacional.Da defesa da bomba atômica como projeto de soberania inspirada em Enéas ao discurso do "banho de sangue" na segurança pública nos moldes de Bukele, os comentaristas destacam por que Renan foi melhor na forma que Caiado e Zema, mas esbarra no conteúdo.O time do Antagonista disseca ainda o paradoxo da estratégia: quanto mais o candidato aparece com tom radical, mais alimenta rejeição no eleitorado independente.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #renansantos #jn #jornalnacional #globo #entrevista #politica #analise #desempenho #comunicacao #debate #critica #repercussao #podcast #audio #viral #tendencia #mbl #opiniao #midia #estrategia
Zema propõe ajuste fiscal para baixar juros a 6%, sem detalhar medidas, e defende anistia para condenados do 8 de janeiro. Veja o que é #FATO e o que é #FAKE na entrevista de Romeu Zema à Globo. Ronaldo Caiado participa de entrevista da Globo nesta terça-feira; saiba como assistir. EUA preparam maior revogação em massa de vistos da história, com até 200 mil estrangeiros afetados. Free flow: veja o passo a passo para consultar e pagar pedágio eletrônico no app CNH do Brasil. 'Fechar a torneira': como funcionam os tratamentos experimentais que Lito busca para tentar frear doença rara. Eclipse lunar 'quase' total vai encobrir a Lua de quinta para sexta; fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil.
A Braskem entrou com pedido de recuperação extrajudicial. Uma das maiores petroquímicas do mundo precisa renegociar uma dívida de R$ 56 bilhões. O presidente Donald Trump anunciou novas sanções contra grupos financeiros do Irã. O Reino Unido compartilhou tecnologia pra Ucrânia produzir os próprios mísseis. O aplicativo da CNH passa a exibir as passagens de veículos em pedágios eletrônicos. O INSS deixou de exigir a biometria facial para beneficiários obterem empréstimo consignado. Começa nesta segunda-feira (24) a série de entrevistas ao vivo da Globo com os candidatos à Presidência da República. Renata Vasconcellos e César Tralli recebem nos Estúdios Globo Romeu Zema, do Novo.
Presidenciáveis querem Brasil próximo da Ásia e EUA, fortalecer o Mercosul e deixar o Brics; veja propostas para política externa. Romeu Zema participa nesta segunda de série de entrevistas da Globo com candidatos a presidente; saiba como assistir. Dentista relata ao 'Fantástico' agressões que sofreu do marido, empresário da Faria Lima. Campanha nacional coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas; veja como participar. Em primeira aparição, Lito faz apelo urgente por tratamento experimental: 'Cada minuto importa'.
The Healthcare Challenge for 20% of Americans who prefer languages other than English On this episode host Tom Foley invites Dipak Patel, CEO of Globo, a healthcare interpretation company to dicuss language barriers and access to healthcare. There is a need for language services across all patient touchpoints, not just during clinical visits and the role of AI in interpretation should complement human interpreters rather than replace them, particularly for clinical conversations. Meeting language barriers can also bring financial benefits to health systems with reduced readmissions and length of stays. To stream our Station live 24/7 visit www.HealthcareNOWRadio.com or ask your Smart Device to “….Play Healthcare NOW Radio”. Find all of our network podcasts on your favorite podcast platforms and be sure to subscribe and like us. Learn more at www.healthcarenowradio.com/listen
No Desculpa Alguma Coisa desta semana, Tati Bernardi recebe o ator Jaffar Bambirra. Ele compartilha detalhes sobre sua trajetória na Globo, a parceria com Chay Suede em Mania de Você e abre o coração sobre o luto pela mãe e o relacionamento com a atriz Gabz.
Ecco il secondo episodio della serie speciale di Globo, quando ad agosto cerchiamo di staccarci momentaneamente dall'attualità per adottare uno sguardo un po' più ampio e un po' diverso sul mondo. Questa è una puntata in cui cercheremo di capire che cosa significa tornare, guardando questo fenomeno da punti di vista diversi. Con Alessandro Vanoli, storico e scrittore. Leggi I racconti del ritorno di Alessandro Vanoli I consigli di Alessandro Vanoli – L'assedio e il ritorno di Franco Ferrucci – Il ritorno di Martin Guerre di Natalie Zemon Davis – Space Oddity di David Bowie Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
El 17 de agosto de 1978, el globo Double Eagle II completó la primera travesía transatlántica exitosa en globo tripulado, tras despegar desde Maine, Estados Unidos. Ben Abruzzo, Maxie Anderson y Larry Newman aterrizaron cerca de Miserey, Francia, después de 137 horas y 6 minutos de vuelo.
#ElGranMusical | Jorge Eduardo Carrera. Quinta edición del Festival Internacional del Globo by FM Mundo 98.1
Ministros do TSE se reúnem nesta quinta e avaliam proibição do uso de deepfake na campanha eleitoral. Flávio Bolsonaro publica diplomas de graduação, MBA e especialização após revelação sobre curso de pós que ele não fez. Senado aprova projeto que reduz preço do combustível; texto amplia gastos fora do teto em 2026 e prevê ajuste fiscal em 2027. Discord admite falha em sistema de alerta em live que vitimou menina de 13 anos. Luis Roberto volta às transmissões esportivas após ficar afastado para cuidar da saúde: 'Chance de recomeçar'.
No Desculpa Alguma Coisa desta semana, Tati Bernardi entrevista a humorista Bruna Louise, que revela detalhes dos bastidores de sua participação na Globo e discute o machismo no cenário da comédia nacional. A humorista também compartilha a origem das piadas sobre sua irmã e os desafios da carreira.
Ecco il primo episodio della serie estiva di Globo, quando ad agosto cerchiamo di staccarci momentaneamente dall'attualità per adottare uno sguardo un po' più ampio e un po' diverso sul mondo. Questa è una puntata in cui cercheremo di capire che cosa significa partire, guardando questo fenomeno da punti di vista diversi. Con Francesca Mannocchi, giornalista e scrittrice. I consigli di Francesca Mannocchi– Il ritorno di Hisham Matar– Il film Miracolo a Le Havre– Il film La battaglia di Algeri Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Podcast Motorsport.com chega com tudo em sua 399ª edição, com um convidado mais do que especial. Nicolas Costa repassou a temporada 2026 da F1 e deu um depoimento surpreendente sobre sua carreira. O programa foi apresentado por Erick Gabriel (@erickjornalista) com a participação de Guilherme Longo (@gglongo).
g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, foi entrevistado nesta sexta-feira (7). Candidato pelo PSD, Ronaldo Caiado afirmou que, caso seja eleito, vai anistiar as pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. “É uma medida que tem o sentido de pacificar o país”, afirmou. Ele disse também que pretende encaminhar ao Congresso propostas de reformas administrativa e política e de revisão de alguns pontos da reforma tributária: ele avalia que o momento é de “urgência” e promete apresentar essas propostas já no primeiro dia de um eventual governo, além de discutir a necessidade de uma nova reforma, a da Previdência. No campo da segurança pública, o ex-governador de Goiás pretende propor a criação de uma polícia comum para os países da América do Sul, como uma forma de combater o crime organizado transnacional: “É a mesma coisa que a Europa fez. Eu quero ter uma polícia que possa transitar [pelos dez países que fazem fronteira com o Brasil]”. Aos 76 anos, Ronaldo Caiado concorre à Presidência pela segunda vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de sexta-feira (7) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, na quinta-feira (6). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, foi entrevistado nesta quinta-feira (6). Candidato pelo partido Novo, Romeu Zema afirmou que, caso fosse presidente do país, retaliaria os Estados Unidos diante das tarifas impostas ao Brasil: “Certamente [iria retaliar]. E vou falar: ‘Pera aí. Tudo tem limites'”. Chamou também Donald Trump, presidente americano, de “imprevisível” e “fanfarrão”. No campo da economia, prometeu que tentará promover um “choque” na área fiscal e privatizar “tudo”: “A começar pela Petrobras. Vamos fazer uma reforma administrativa e uma reforma previdenciária", afirmou. Zema também disse que se inspira no modelo de segurança adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mas rejeitou aplicar no Brasil medidas implementadas pelo salvadorenho, como prisões baseadas em denúncias anônimas e prisões sem mandados. O ex-governador de Minas Gerais também afirmou ter ficado "surpreso e decepcionado" com as suspeitas de fraudes em licenciamentos ambientais investigadas durante a gestão dele. Aos 61 anos, Romeu Zema concorre à Presidência pela primeira vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de quinta-feira (6) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, será entrevistado na sexta-feira (7). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
Incidencia de despojo se ha mantenido estable desde 2019: Bertha Alcalde Economía mexicana se recupera: Concanaco-Servytur No te pierdas la quinta edición del Festival Internacional del Globo en Ecuador #grc
g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado nesta quarta-feira (5). Candidato pelo partido Missão, Renan Santos afirmou que, caso seja eleito presidente, não cumprirá decisões monocráticas do STF: "Se o Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão ilegal, decisão ilegal não se cumpre. Ponto". Ele também disse que aceitaria negociar e compor seu eventual governo com o Centrão, mas reforçou o uso do termo “parasitas” para chamar parlamentares que integram o bloco. Renan buscou explicar um dos slogans de sua campanha e disse que a frase “prendeu, matou” pode ter interpretação confusa, mas que se trata de um recado político de que irá enfrentar de maneira “dura” o crime – ele falou mais uma vez que sua inspiração nesta pauta é o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mas ponderou a necessidade de adaptar o bukelismo à realidade brasileira: “Eu não sou Bukele”, afirmou. Na economia, o candidato afirmou que o Brasil vive um “drama fiscal” e propôs medidas como a desindexação do salário-mínimo com a Previdência. Aos 42 anos, Renan Santos concorre à Presidência pela primeira vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de quarta-feira (5) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, será entrevistado na quinta-feira (6). Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, na sexta-feira (7). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
Integrou a sala de roteiro das séries “Justiça 2” (Globo), “Os Quatro da Candelária” (Netflix), “Vermelho Sangue” (Globo) e “Jogada de Risco” (Globo). É autor do drama político “Baile de Máscaras” (TV Cultura), da série histórica “A Revolta dos Malês” (SESC TV) e da animação infantil “Billy e Catarina” (TVCOM). Atualmente trabalha na adaptação de … Continue lendo "Primeiro Tratamento – João Ademir – # 383"
A Copa do Mundo de 2026 terminou, mas os impactos dela para a indústria do esporte estão apenas começando.Neste episódio do Invite, recebemos Rafael Plastina, CEO da Sport Track, e Ivan Ballester, presidente da Kids League, para analisar os principais movimentos que marcaram o torneio e discutir o que muda para a CBF, patrocinadores, emissoras, plataformas e marcas no ciclo até a Copa do Mundo de 2030.Entre os temas abordados estão a reconstrução da imagem da Seleção Brasileira após a eliminação, a relação entre a CBF e seus patrocinadores, a disputa pela atenção entre Globo, CazéTV, SBT e plataformas digitais, o crescimento do consumo em TVs conectadas, o futuro dos direitos de transmissão, a mensuração do retorno para patrocinadores, o impacto comercial das pausas de hidratação, a expansão para 48 seleções e as tendências que devem moldar a próxima Copa do Mundo.
NotiMundo Estelar - Mario Pazmiño, ¿Puede Ecuador frenar el efecto globo del crimen organizado en la región? by FM Mundo 98.1
Convidado: Ariel Palacios, correspondente da Globo e da GloboNews para América Latina. Nesta segunda-feira (3), o Brasil completa uma semana sem representação diplomática na Argentina. O embaixador em Buenos Aires, Julio Bitelli, foi convocado às pressas para voltar a Brasília e, neste período, já teve três reuniões com Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores. Esse gesto é raro e tem um significado claro: sinaliza que a relação entre os dois países entrou em crise. O estopim foi a participação do presidente argentino, Javier Milei, na convenção do PL que lançou Flávio Bolsonaro candidato à Presidência. Na ocasião, Milei chamou o presidente Lula de "presidiário" e o ministro do STF Alexandre de Moraes de "lixo careca". Já a crise com o Paraguai nasceu da declaração de Lula: o presidente disse que o país vizinho invadiu o Brasil e que isso levou à declaração da Guerra do Paraguai – o embaixador brasileiro em Assunção foi chamado para dar explicações ao governo do presidente Santiago Peña. Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista o jornalista Ariel Palacios, que fala diretamente de Buenos Aires. Ariel recorda o histórico diplomático entre os países da Tríplice Fronteira e explica o que levou à atual crise entre Brasil e os governos da Argentina e do Paraguai – analisa também a afinidade ideológica dos dois presidentes e de outros governantes da região.
Di recente vi siete accorti che molti vostri amici hanno fatto un viaggio in Cina? Vedete un sacco di contenuti cinesi sui social? Non siete i soli. Con Lucrezia Goldin, sinologa e giornalista di Sky Tg24. I consigli di Lucrezia Goldin – Esplorare l'app cinese Xiaohongshu – Il videogioco Black Myth: Wukong – Attention Factory: The Story of TikTok and China's ByteDance di Matthew Brennan La puntata di Globo sul cibo cinese, con Fuchsia Dunlop Sul Post – L'economia della Cina va bene o va male? – Andare in Cina per vedere il futuro – L'ossessione dei social per “massimizzare” le cose Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Priscila Sztejnman é atriz, roteirista e escritora. Como roteirista, trabalhou na Globo por mais de 10 anos. Assinou o filme “O Natal Perfeito”; a novela “Malhação Transformação”. Como colaboradora, integrou a novela “Malhação- Intensa”, de Rosane Svartman e Gloria Barreto; o programa “Na Moral”. Também escreveu e dirigiu o curta documentário “Agora eu sou Estamira”, que … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Priscila Sztejnman – # 381"
O Podcast Motorsport.com traz um convidado mais do que especial: Felipe Giaffone. O piloto, empresário e comentarista do Grupo Globo traz suas impressões sobre a atual temporada da F1, não deixando pergunta sem resposta.O programa foi apresentado por Erick Gabriel (@erickjornalista) e teve a participação de Guilherme Longo (@gglongo), ambos repórteres do Motorsport.com.
Você provavelmente já ouviu que o Brasil sofre com a desigualdade de renda. Mas e se a desigualdade mais perigosa for outra? Uma pesquisa da Globo e da Quaest traz um dado que desmonta várias certezas e levanta uma pergunta incômoda: por que algumas pessoas conseguem construir um enorme repertório mesmo com pouco dinheiro, enquanto outras, cercadas de informação, permanecem intelectualmente pobres? Talvez o problema não seja falta de acesso. Talvez seja aquilo a que escolhemos prestar atenção.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você provavelmente já ouviu que o Brasil sofre com a desigualdade de renda. Mas e se a desigualdade mais perigosa for outra? Uma pesquisa da Globo e da Quaest traz um dado que desmonta várias certezas e levanta uma pergunta incômoda: por que algumas pessoas conseguem construir um enorme repertório mesmo com pouco dinheiro, enquanto outras, cercadas de informação, permanecem intelectualmente pobres? Talvez o problema não seja falta de acesso. Talvez seja aquilo a que escolhemos prestar atenção.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Link para o À Mesa: https://www.lucianopires.com.br/amesa/a-mesa-instagram?utm_source=Podcast&utm_medium=CafeBrasil&utm_campaign=Amesa O episódio parte de uma pergunta simples e desconfortável: e se o maior problema do nosso tempo não fosse a falta de informação, mas a falta de atenção? A partir da pesquisa Cultura no Espelho, da Globo e Quaest, investigamos a epidemia da subnutrição intelectual e mostramos como algoritmos, distrações e entretenimento permanente moldam nossa forma de pensar. Um convite para recuperar o controle da própria mente e fortalecer o repertório antes que alguém pense por você.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o Congresso derrubava Dilma Rousseff, a Globo levava ao forno a campanha ‘Agro, a indústria-riqueza do Brasil'. Este episódio do Prato Cheio é sobre o (des)aniversário de dez anos da série que foi um divisor de águas para a maior emissora de TV do país. Analisamos o impacto sobre a construção do agro no imaginário nacional. E os riscos que a corporação de mídia correu. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
No Braincast 640, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Hiago Vinícius e Rafael Grostein discutem a disputa entre CazéTV, Globo, YouTube, creators e o futuro da transmissão esportiva. A Copa do Mundo 2026 virou também uma batalha de plataformas, linguagens e hábitos: live, chat, react, repórter fã, delay, anteninha, QR code, bets, anúncios em excesso e todos os jogos disponíveis em poucos cliques. A pergunta não é só quem transmite melhor. É o que muda na experiência de assistir futebol quando o jogo vira comunidade, entretenimento, mídia, publicidade e produto digital ao mesmo tempo. 05:40 PAUTA 01:14:25 QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!
Esta semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho entram de vez no clima da Copa do Mundo. Falamos sobre adisputa entre CazéTV e Globo na cobertura do torneio, tamanho que o YouTube conquistou na transmissão de eventos esportivos e por uma discussão sobre como a Copa mudou ao longo dos anos. Também falamos sobre o momento impressionante de Messi, relembramos Copas antigas, histórias, tradições e toda a nostalgia que só o maior evento do futebol consegue despertar. Um Happy Hour para quem entra no modo Copa a cada quatro anos.Esse é mais um podcast da nossa série Happy Hour!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em 99vidas.com.br/bonusAcompanhe o 99Vidas:➡️ Site | Instagram | Twitter | Youtube
En un bus rumbo a la frontera entre Brasil, Paraguay y Argentina. Un tipo misterioso a solo dos asientosECDQEMSD podcast episodio 6334 En la Triple FronteraConducen: El Pirata y El Sr. Lagartija https://canaltrans.comNoticias del Mundo: México ganó todo! - Doble Terremoto en Venezuela - La gira de Milei - Buenos Aires congelada - Maru y la CIA - Cepeda acepta - Illinois y los tornados - Agua cálida en Marte - El record de Toy Story 5Historias Desintegradas: De Rio a Ciudad del Este - Todo muy sospechoso - Pasillos peligrosos - Encerrado en el baño - Salvando al mundo - Mascotas diferenciales - Más definiciones para un tapecil - El pez Globo y el Botete - Grandes áreas de opera - Los autores italianos - El chisme se pone bueno - Gente de marEn Caso De Que El Mundo Se Desintegre - Podcast no tiene publicidad, sponsors ni organizaciones que aporten para mantenerlo al aire. Solo el sistema cooperativo de los que aportan a través de las suscripciones hacen posible que todo esto siga siendo una realidad. Gracias Dragones Dorados!!NO AI: ECDQEMSD Podcast no utiliza ninguna inteligencia artificial de manera directa para su realización. Diseño, guionado, música, edición y voces son de nuestra completa intervención humana.