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A CGTP fala numa adesão em massa, já o Governo refere-se ao mesmo tema com o termo residual. Contra o pacote laboral, uma nova greve geral fez-se sentir um pouco por todo o país, ficando até marcada por uma manifestação que resultou em desacatos com as forças de autoridade. Qual foi, afinal, a real adesão dos portugueses à greve? Em cima da mesa de debates está também os contornos da nova prestação apresentada por Montenegro (a PSU) e o, provável, encontro entre os Presidentes em Guerra, Zelensky e Putin.Ouça o comentário de Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 4 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Especialistas analisam a greve e a crise na representação sindical. No Parlamento, o Chega alinha-se com a CGTP contra a reforma laboral e o PCP procura uma prova de vida perante a baixa adesão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje há greve geral da CGTP, mas olhando para o que já foram os sindicatos só pode dizer-se que tradição já não é o que era. Mesmo as greves são cada vez mais previsíveis e apenas no sector públicoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Há nova greve geral da CGTP, mas o contexto mudou: menos sindicalização, maior peso do setor público e protestos previsíveis. Que papel têm hoje os sindicatos face à sua relevância no passado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto a CGTP ensaia uma "prova de vida" nas ruas, André Ventura retira da cartola reformas aos 65 e contas mágicas com a Grécia no horizonte. Entre drones que enganam, o debate laboral é um circo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre o "achómetro" dos sindicatos e o gelo do Governo, a ministra corre para os microfones para não perder o palco e a CGTP celebra um "sucesso" invisível no setor privado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tiago Oliveira acusa Luís Montenegro de "arrogância" por manter pacote laboral. O secretário-geral da CGTP faz primeiro balanço dos impactos da greve e perspetiva grande adesão dos trabalhadores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando a CGTP e a UGT fizeram greve geral conjunta em dezembro, pela primeira vez em doze anos, parecia que o movimento sindical português tinha percebido que ir dividido para esta luta levaria a derrota certa. Hoje, com uma proposta que alarga a precariedade, permite despedir sem reintegrar, entrega aos patrões o poder sobre o tempo do trabalhador e fragiliza a negociação coletiva já entregue no Parlamento, a CGTP convocou uma greve geral, sozinha, para 3 de junho. O destino da reforma laboral depende, ao que parece, de negociações com o Chega, um partido volúvel, mas sensível à pressão da rua. Uma greve que corra pior do que a anterior diz a Ventura que pode aprovar. Um partido que hoje diz ser contra esta proposta pode negociar três dias de férias e chamar a isso uma vitória para os trabalhadores. A CGTP foi sistematicamente excluída de um processo negocial conduzido à margem da Concertação Social. Foi recebida em corredores enquanto os outros negociavam em salas e chegou à única reunião formal sem sequer ter recebido a proposta em cima da mesa. Tem razão em não esperar muito de um processo negocial que pareceu ser, grande parte do tempo, uma encenação. A pergunta é se com menos sindicatos a aderir, os trabalhadores desgastados com a perda do dia da última greve, pode conseguir mais pressão quando tanto precisa dela. Numa altura em que nunca foi tão necessária a unidade, nunca foi tão evidente a divisão. Na semana passada conversámos com Mário Mourão, esta semana o convidado é Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP-IN. Para falarmos do pacote laboral e da greve geral de 3 junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de uma greve geral conjunta e de longos nove meses de negociação, que muitos viram como encenação do governo, da UGT ou dos dois, não houve acordo para alteração da lei laboral. Alterações que o governo apresenta como fundamentais para o aumento da produtividade e dos salários, apesar de nenhuma evidência empírica indicar que o enquadramento da lei é relevante para esses dois objetivos. Uma negociação em que, de um lado, havia linhas vermelhas e do outro havia traves mestras. E que, tendo sempre como ponto de partida a perda de direitos dos trabalhadores, sem qualquer ganho relevante, o ponto de chegada nunca poderia ser equilibrado. Mesmo assim, a UGT manteve-se nele, até depois da ministra. De forma unilateral, ter excluído a CGTP, e mais nenhum parceiro social, do processo. Chegado ao fim, Rosário da Palma Ramalho concluiu que, afinal, aquele com quem tinha estado a negociar durante nove meses representava muito poucos trabalhadores. Agora, o diploma segue para onde, na realidade, o governo sempre desejou que seguisse: uma negociação com o Chega, o mais volúvel dos partidos. Sendo volúvel, também é o mais sensível à pressão da rua. E, apesar dessa fragilidade, é neste preciso momento que as duas centrais sindicais resolvem dividir-se. Uma porque marcou uma greve geral sem esperar e coordenar com a outra, outra porque está à espera de uma negociação parlamentar, em vez de a condicionar. É o que se chama “morrer na praia”. Para falarmos deste processo e, acima de tudo, por ser o que mais interessa às pessoas, do que podem mudar numa legislação laboral que, segundo todos os estudos de opinião, tem a rejeição da larga maioria dos portugueses, recebemos Mário Mourão, secretário-geral da UGT.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O título resume a dúvida irónica de um ouvinte quando ouviu o secretário-geral da central sindical dizer: "Portugal tem de vender muitos pastéis de nata para poder comprar comboios". See omnystudio.com/listener for privacy information.
O título resume a dúvida irónica de um ouvinte quando ouviu o secretário-geral da central sindical dizer: "Portugal tem de vender muitos pastéis de nata para poder comprar comboios". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Xi Jinping podia ter puxado os galões e citado o soft power de Confúcio ou então o mais aguerrido Sun Tzu, mas escolheu evocar, perante Trump, evocar o general e historiador grego Tucídides, que, a propósito da Guerra do Peloponeso, afirmou que a guerra foi inevitável porque a potência estabelecida, Esparta, se sentiu ameaçada pela potência emergente, Atenas. Terá Trump percebido o recado? Por cá, sem acordo na concertação social, o pacote laboral vai até à Assembleia da República e o governo vai ter de procurar entendimentos, com o Chega à espreita. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 14 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o pacote laboral avança para negociação parlamentar após o impasse na concertação social, o Governo tenta encontrar margem de acordo com o Chega, num xadrez político onde férias e banco de horas surgem como possíveis moedas de troca. José Eduardo Martins considera que “não há outro remédio senão negociar” com um partido que “quer sempre o impossível”, Pedro Delgado Alves defende que o Chega age por puro oportunismo, “navegando a crista da onda” sem convicções profundas. No caso das torturas na esquadra do Rato, o ministro da Administração Interna é elogiado pela sua gestão, mas o debate potestativo marcado pelo Chega gera críticas: para José Eduardo Martins, o partido tentou “branquear os polícias criminosos” num movimento preocupante para a democracia. No Reino Unido, as eleições autárquicas agravam a crise do governo de Keir Starmer, com o Reform UK, de Nigel Farage, a vencer no País de Gales após 27 anos de domínio trabalhista. Pedro Delgado Alves alerta que o fim de linha para o primeiro-ministro britânico não significa necessariamente o fim do governo nem eleições antecipadas. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 14 de maio. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, considera negativa a proposta de reforma laboral por esta manter muito do que era o projeto inicial.E diz que vai condenar os partidos que a viabilizem. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Tribunal Constitucional chumbou por unanimidade o decreto que previa a perda de nacionalidade como pena acessória para quem comete crimes graves. Francisco Mendes da Silva considera que “contestar a legitimidade do Tribunal Constitucional é a coisa mais grave que se está a passar”, enquanto Daniel Oliveira alerta que a “forma mais fácil de negar princípios fundamentais” é usar exemplos de crimes horrendos para os contornar. André Ventura propõe um referendo sobre o tema, mas os comentadores são unânimes: o líder do Chega sabe que a iniciativa é inviável e serve apenas para criar ruído mediático numa altura em que o partido se prepara para viabilizar o pacote laboral. Sobre a legislação laboral, Daniel Oliveira critica a estratégia do governo e do Chega, defendendo que “reduzir a negociação coletiva não aumenta os salários”, e considera que só uma greve geral unida entre CGTP e UGT poderá travar a aprovação da lei. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CGTP entregou ontem um pré-aviso de greve geral contra as alterações à lei laboral, depois de as negociações com os parceiros sociais terminarem sem acordo. Análise de Clara Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sem entendimento no pacote laboral, a CGTP, que foi posta de parte nas negociações, avança para uma greve-geral. Saiba o que está em causaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Concertação social termina sem acordo. Ministra do Trabalho avança com projeto de lei para o Parlamento. UGT ainda vai decidir se adere à greve geral marcada pela CGTP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Armindo Monteiro (CIP) lamenta decisão da CGTP numa altura em que negociações ainda decorrem. Tiago Oliveira (CGTP) frisa que linhas vermelhas da intersindical mantém-se inalteradas no documento. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Secretário Geral da central sindical diz que é preciso derrotar o pacote laboral. Tiago Oliveira espera que outros sindicatos se juntem ao protesto tal como aconteceu com a greve geral de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o conflito entre os EUA e o Irão se prolonga sem fim à vista, Donald Trump admite uma guerra de desgaste e descarta o uso de armas nucleares. Em Portugal, o regresso de Pedro Nuno Santos ao Parlamento agita o PS numa fase delicada da oposição. José Eduardo Martins considera que o ex-líder socialista segue “uma estratégia de ir contra a parede”, Pedro Delgado Alves defende que “o bom senso é fundamental para toda a gente” num momento difícil para o partido. No pacote laboral, a ministra passa a bola à Assembleia da República após o chumbo na concertação social. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 23 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O secretário-geral da CGTP acusa o Governo de não ter lucidez por continuar a tentar levar a cabo as alterações à legislação laboral. Tiago Oliveira considera que nada mudou ao longo destes meses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Os patrões têm estado presentes nas reuniões com a ministra do trabalho. Já a CGTP tem sido deixada à porta sem cartão de entrada. Partidos "destroem sonhos" a PS, mas há promessa de novo provedor?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CGTP foi convocada para a reunião de concertação social de amanhã, mas o secretário-geral, Tiago Oliveira, queixa-se de não ter recebido a última versão das alterações ao código do trabalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há um cessar-fogo periclitante no Médio Oriente e já todos percebemos que Trump nunca leu “A Arte da Guerra”, se é que alguma vez leu algum livro. Por outro lado, o Irão descobriu que a grande arma não é a atómica — é o Estreito de Ormuz. Por cá, ainda não existe acordo na legislação laboral entre sindicatos e governo. Na Hungria, as eleições de domingo podem ditar o fim do domínio de Orbán. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 9 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A UGT reuniu o secretariado que, por unanimidade, decidiu rejeitar a proposta de alteração à lei laboral defendida pelo governo. A central sindical manifesta a vontade de prosseguir as negociações, mas é no Parlamento que tudo será decidido. Vamos voltar a ter uma greve geral? Para avaliar o momento político em que a UGT voltou a recusar a proposta do governo, conversamos com Cátia Mateus, a jornalista do Expresso que acompanha as questão laborais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ministra da Saúde (que falou sobre partos em ambulâncias), o líder do PS (que quer recuperar a CGTP) e a Justiça (que ontem arranjou quatro advogados a Sócrates) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem que tentaram entrar na reunião dos patrões com a ministra do trabalho, mas desta vez ninguém quis nada com a CGTP. E ainda, as regras de justiça que afastam os três partidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro (que avisou a Vinci), o Parlamento (que não toma decisões importantes) e a CGTP (que quis fazer um número) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A UGT salientou o tom positivo no retomar das negociação com o governo, sobre a lei laboral. Ainda não há acordo à vista, mas foram dados passos nesse sentido. A CGTP não pôde participar na reunião, apesar de ter tentado, depois de não ter sido convocada pela ministra do Trabalho. António José Seguro tem feito pressão para que todos se voltem a sentar à mesa e cheguem a um acordo. Será que o novo Presidente da República vai conseguir influenciar positivamente as negociações? Ouça a análise de Cecília Meireles e Miguel Prata Roque no Linhas Vermelhas em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A CGTP já disse que mesmo não tendo sido convidada, vai estar presente na reunião com a ministra do trabalho “dê por onde der”. E ainda, a reforma (esperada) de Mário Centeno. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A economia portuguesa parece melhor vista de fora do que de dentro? E por que razão a América de Donald Trump detesta tanto a União Europeia? Em dia de greve geral e em época de gripe, o Eixo do Mal teve Ângelo Correia e Cecília Meireles em substituição de Daniel Oliveira e Clara Ferreira Alves. Governo e CIP dizem que adesão à greve foi mínima (entre 0% a 10%) e que “a economia real” funcionou, mas os Sindicatos apontam mais de 80% de participação. CGTP fala em 3 milhões de trabalhadores; UGT ameaça nova paralisação nos próximos meses. A greve, que contesta o anteprojeto de revisão da legislação laboral em debate na Concertação Social, foi o tema de abertura de um Eixo de Mal gravado no dia da paralisação. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As duas centrais sindicais, UGT e CGTP, convocaram para hoje uma greve geral em protesto pela intenção do governo de alterar significativamente a legislação laboral. Neste episódio, revisitamos as principais medidas do ante-projecto apresentado pela ministra do Trabalho aos parceiros sociais, olhamos para as cedências que já foram feitas e arriscamos tirar uma conclusão. A conversa fez-se ontem, quarta-feira, com a jornalista Cátia Mateus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saúde, Educação e Transportes devem sofrer as maiores perturbações. Ainda há espaço para o diálogo? CIP, CGTP, Fectrans, Fenprof e Administradores Hospitalares antecipam impacto do protesto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sócrates conquistou mais vinte dias. A juíza acabou por ter de lhe dar tempo para procurar advogado. E daqui a pouco mete-se o Natal e a Passagem de Ano. O Procurador-Geral da República afirmou que o processo “Influencer” ainda não avançou porque haveria um recurso a empatá-lo no Tribunal da Relação. Resposta da Relação: não temos cá recurso nenhum. Parece que foi resolvido em Setembro e ninguém avisou o PGR. Enquanto isso, UGT e CGTP convocaram uma greve geral. Montenegro acusa as centrais sindicais de estarem ao serviço dos interesses de PS e PCP. Se quiser ver o pacote laboral aprovado no parlamento só lhe resta o Chega. E Chega não se compromete esperando para ver em que param as modas. Jiga-jogas tácticas na semana em que o giga-ministro Matias prometeu giga-fábricas em Sines e uma liderança portuguesa da inteligência artificial a nível mundial. Giga-sonhemos, então.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como chegámos a mais uma greve geral? O que leva UGT e CGTP a unirem-se? Como explicar que o PGR não consiga esclarecer o que acontece ou não na Operação Influencer?
Num semana de assombramentos, o Conselho Geral da UGT decidiu, por unanimidade, avançar para uma greve geral, em conjunto com a CGTP, marcada para 11 de dezembro. Isto apesar de o processo negocial do pacote laboral, na Concertação Social, não ter terminado. Mas parece que as negociações bateram de frente num muro inflexível do governo. Esta será a quarta greve geral em Portugal desde o 25 de abril. Todas por causa de alterações às leis laborais. No caso Epstein, foram reveladas novas mensagens que mostram que Trump está afinal mais envolvido do que tem admitido. A operação Influencer atormenta o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, que deu informações incorretas sobre um acórdão que já está fechado. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 13 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.