Medication of the stimulant class
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12h CIP quer levar reforma laboral de volta à Concertação SocialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Quando a CGTP e a UGT fizeram greve geral conjunta em dezembro, pela primeira vez em doze anos, parecia que o movimento sindical português tinha percebido que ir dividido para esta luta levaria a derrota certa. Hoje, com uma proposta que alarga a precariedade, permite despedir sem reintegrar, entrega aos patrões o poder sobre o tempo do trabalhador e fragiliza a negociação coletiva já entregue no Parlamento, a CGTP convocou uma greve geral, sozinha, para 3 de junho. O destino da reforma laboral depende, ao que parece, de negociações com o Chega, um partido volúvel, mas sensível à pressão da rua. Uma greve que corra pior do que a anterior diz a Ventura que pode aprovar. Um partido que hoje diz ser contra esta proposta pode negociar três dias de férias e chamar a isso uma vitória para os trabalhadores. A CGTP foi sistematicamente excluída de um processo negocial conduzido à margem da Concertação Social. Foi recebida em corredores enquanto os outros negociavam em salas e chegou à única reunião formal sem sequer ter recebido a proposta em cima da mesa. Tem razão em não esperar muito de um processo negocial que pareceu ser, grande parte do tempo, uma encenação. A pergunta é se com menos sindicatos a aderir, os trabalhadores desgastados com a perda do dia da última greve, pode conseguir mais pressão quando tanto precisa dela. Numa altura em que nunca foi tão necessária a unidade, nunca foi tão evidente a divisão. Na semana passada conversámos com Mário Mourão, esta semana o convidado é Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP-IN. Para falarmos do pacote laboral e da greve geral de 3 junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Não houve acordo na Concertação Social e agora o Governo enfrenta uma nova greve geral e um Parlamento pouco acolhedor. Não houve luz verde do Tribunal Constitucional e a mudança na lei da nacionalidade ficou a meio, com uma ajuda do Presidente da República que impôs uma condição. Não houve ainda reforma do SNS, mas a ministra voltou a prometer uma parte dela na última semana, recebendo mais críticas do setor. Afinal, este Governo será mesmo reformista? Ou não consegue ou não está ser capaz? E ainda vai a tempo? Este episódio tem comentários de Martim Silva, Eunice Lourenço e Rita Dinis. A moderação é de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há troca de tiros, mas o cessar-fogo continua em vigor, garante Donald Trump. Até porque Marco Rubio já deu por terminada a operação Fúria Épica. Trump anunciou também a suspensão do projecto de escoltar petroleiro pelo estreito de Ormuz. A ideia durou dois dias. Mais demoradas mas igualmente infrutíferas foram, por cá, as reuniões da Concertação Social. Sem acordo, a proposta do governo para alterar a lei laboral vai agora ser discutida no Parlamento. Ao que tudo indica para ser chumbada. O Chega exigiu como moeda de troca para a aprovação uma diminuição da idade da reforma. Com isso conseguiu indispor boa parte da direita e até Passos Coelho reagiu à ideia de Ventura com rispidez. Ríspido foi também o presidente do Chega relativamente ao ministro da administração interna. Luís Neves não esteve com eufemismos na condenação dos casos de tortura por parte de polícias em duas esquadras de Lisboa, ao que o Ventura considerou que o ministro fomenta uma atitude anti-polícia. Porquê? Por dizer que comportamentos de bandido por parte de homens fardados é intolerável.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falhou o acordo na Concertação Social. O que travou a reforma laboral e pode ela sobreviver no Parlamento? Análise com Marina Ferreira e Rui Pedro Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não houve luz verde na Concertação Social, a UGT continuou na sua intransigência, pelo que a reforma laboral segue para o Parlamento sem acordo e numa altura em que o Chega faz exigências irrealistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Após nove meses, as negociações do pacote laboral terminaram sem acordo entre os parceiros sociais. O fim do processo foi anunciado pela ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, no final da reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, acusando a UGT de “intransigência” e responsabilizando-a pelo desfecho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de meses de reuniões, o impasse nas leis laborais continua. Entre trocas de papéis e falta de propostas, o processo parece morto à nascença e segue agora para um novo drama no parlamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Concertação social termina sem acordo. Ministra do Trabalho avança com projeto de lei para o Parlamento. UGT ainda vai decidir se adere à greve geral marcada pela CGTP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, sindicatos, patrões e o Governo voltam a sentar-se à mesa para aquela que é suposto ser a última reunião em sede de Concertação Social para discutir a Lei Laboral. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) mostrou-se, nesta quarta-feira, disponível para aceitar as propostas da UGT relacionadas com o outsourcing, o banco de horas individual, a reintegração de trabalhadores após despedimento ilícito ou a formação contínua, numa última tentativa para um acordo na Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) em torno do pacote laboral. Ao mesmo tempo, Passos Coelho mostra-se preocupado com a condição do Chega para aprovar a reforma laboral: baixar a idade da reforma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco antecipam a última ronda de negociações na Concertação Social sobre a Lei Laboral e analisam a promulgação da Lei da Nacionalidade pelo Presidente da República. Noutro plano, os convidados do "Casa Comum" comentam as detenções de agentes da PSP suspeitos de alegados atos de tortura sobre imigrantes em Lisboa e reajam ao recente relatório sobre a rede SIRESP. No plano europeu, os comentadores da Renascença fazem o balanço do primeiro ano de Friedrich Merz como chanceler alemão e comentam ainda os ataques verbais dirigidos por Donald Trump ao Papa Leão XIV.
Já tivemos várias, vamos ver se é mesmo a última semana decisiva. Há nova reunião da Concertação Social para encerrar as negociações. E na dúvida, ameaça-se com uma Comissão Parlamentar de Inquérito?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escolhido por Seguro para coordenar Pacto na Saúde, Adalberto Campos Fernandes acredita que conseguirá promover consensos. Avisa que, sem acordo, legislação laboral pode "ficar como está". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista à Renascença e ao Público, João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços, avisa que já não há margem para negociar a Lei Laboral. Critica o “documento amplo” apresentado pelo Governo, o “ruído mediático” e o “preconceito ideológico e político de todas as partes”, que têm impedido um entendimento na Concertação Social.
O Governo volta a sentar?se à mesa da Concertação Social no dia 7 de maio, numa reunião que a ministra do Trabalho classifica como decisiva. Estamos perante uma verdadeira tentativa de compromisso ou apenas a gestão política de um desacordo anunciado? Como avalia a posição do Governo e da UGT?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ministra convocou uma nova reunião da Concertação Social para 7 de maio. Faz sentido insistir e fazer mais uma reunião sobre este tema? Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco analisam os últimos desenvolvimentos sobre a lei laboral e comentam as mais recentes decisões sobre a representação partidária nos órgãos externos do Parlamento. No plano europeu, reagem às eleições legislativas na Hungria e olham para a economia europeia à luz das previsões globais do FMI .
Governo recebe parceiros na segunda-feira. Confederação do Comércio e Serviços lembra "experiência histórica" e assegura que um acordo da Concertação Social pode ajudar a "desbloquear barreiras".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dr. Tommy Wood discusses evidence that stimulants can help people with ADHD but may worsen complex cognitive performance in non-ADHD users despite feeling more focused. He outlines an ideal brain-health day centered on consistent sleep opportunity, morning caffeine timed to protect sleep, nutrient-dense meals (protein, B vitamins, omega-3s, fiber, antioxidants), frequent movement to break up sedentary time, and structured exercise including cardio, resistance training, HIIT (notably Norwegian 4x4), and open-skill sports for added cognitive benefits. He emphasizes bright morning light and darkness at night for circadian strength, notes optic-flow/nature exposure as helpful but not required, and says electrolytes/salt needs are individual. The conversation covers cognitive decline and bioenergetics/mitochondria, critiques "type 3 diabetes" as oversimplified, reviews mixed evidence for ketones, and addresses supplements (omega-3s, vitamin D, saffron, creatine, polyphenols). Screens can help or harm depending on use and what they displace. Wood promotes his book, "The Stimulated Mind," out March 24. Dr. Tommy Wood is a physician-scientist and brain health expert who helps people better understand how to improve cognition, protect memory, and reduce long-term dementia risk. With a focus on exercise, sleep, nutrition, and brain energetics, he explores the practical habits that support focus, processing speed, recovery, and healthy cognitive aging. Dr. Wood is known for translating complex neuroscience into clear, actionable advice, while challenging oversimplified ideas around stimulants, supplements, and modern brain optimization. Through his research, speaking, and new book The Stimulated Mind, Dr. Wood teaches people how to create the right conditions for better brain function across the lifespan. His work empowers listeners to think of brain health as something trainable—shaped by movement, sleep, learning, and the quality of the inputs we give our minds every day. Books & Main Episode Resources The Stimulated Mind Official book page: https://www.drtommywood.com/stimulated-mind Publisher page: https://www.penguinrandomhouse.com/books/751292/the-stimulated-mind-by-dr-tommy-wood/ Dr. Tommy Wood Official website: https://www.drtommywood.com/ Instagram: https://www.instagram.com/drtommywood/ Podcasts, People & Platforms The Diary of a CEO Official show page: https://stevenbartlett.com/doac/ Joe Rogan Experience Official site: https://www.joerogan.com/ Spotify show page: https://open.spotify.com/show/4rOoJ6Egrf8K2IrywzwOMk Dr. Rhonda Patrick / FoundMyFitness Official site: https://www.foundmyfitness.com/ About Dr. Rhonda Patrick: https://www.foundmyfitness.com/about-dr-rhonda-patrick Medications & Prescription Drugs Mentioned Provigil (modafinil) DailyMed label: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=e16c26ad-7bc2-d155-3a5d-da83ad6492c8 Vyvanse (lisdexamfetamine) DailyMed label: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=704e4378-ca83-445c-8b45-3cfa51c1ecad Concerta (methylphenidate) Official prescribing info: https://www.jnjlabels.com/package-insert/product-monograph/prescribing-information/CONCERTA-pi.pdf Adderall DailyMed label: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=f22635fe-821d-4cde-aa12-419f8b53db81 Adderall XR DailyMed label: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=aff45863-ffe1-4d4f-8acf-c7081512a6c0 Aricept (donepezil) FDA label: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2018/020690s042,021720s014,022568s011lbl.pdf Hydration / Electrolytes LMNT Official site: https://drinklmnt.com/ Research, Labs & Studies Mentioned COSMOS Trial Official site: https://cosmostrial.org/ ClinicalTrials.gov: https://clinicaltrials.gov/study/NCT03035201 Institute for Human and Machine Cognition (IHMC) Official site: https://www.ihmc.us/ Jonathan Little Lab (UBC) Faculty page: https://hes.ok.ubc.ca/about/contact/jonathan-little/ Lab site: https://emil.ok.ubc.ca/ Show Notes 00:00 Stimulants Backfire 00:56 Plan Sleep First 02:33 Caffeine Timing 04:24 Brain Food Basics 05:12 Move All Day 06:00 Workouts That Help 07:26 Social Connection Matters 08:36 Sunlight Optic Flow Hydration 13:31 Exercise Types Compared 16:02 HIIT Lactate Brain Boost 18:18 Open Skill Sports 21:45 ADHD Meds Long Term 26:51 Which Med Is Best 27:59 Cognitive Decline Energy 28:27 Brain Energy Risk Factors 29:04 Stimulus Drives Brain Health 30:57 Type Three Diabetes Debate 33:42 Ketones and Cognition 37:13 Mitochondria and Decline 38:42 Omega Three Practical Dosing 41:45 Vitamin D and Dementia Risk 43:13 Saffron Hype Check 45:03 Creatine for the Brain 50:28 Polyphenols Diet vs Pills 52:41 Screens AI and Brain Use 55:31 Book Plug and Wrap Up The Hart2Heart podcast is hosted by family physician Dr. Michael Hart, who is dedicated to cutting through the noise and uncovering the most effective strategies for optimizing health, longevity, and peak performance. This podcast dives deep into evidence-based approaches to hormone balance, peptides, sleep optimization, nutrition, psychedelics, supplements, exercise protocols, leveraging sunlight, and de-prescribing pharmaceuticals — using medications only when absolutely necessary. Beyond health science, we explore the intersection of public health and politics, exposing how policy decisions shape our health landscape and what actionable steps people can take to reclaim control over their well-being. Guests range from out-of-the-box thinking physicians such as Dr. Casey Means (author of "Good Energy") and Dr. Roger Sehult (Medcram lectures) to public health experts such as Dr. Jay Bhattacharya (Director of the National Institutes of Health (NIH) and Dr. Marty Mckary (Commissioner of the Food and Drug Administration (FDA) and high-profile names such as Zuby and Mark Sisson (Primal Blueprint and Primal Kitchen). If you're ready to take control of your health and performance, this podcast is for you.We cut through the jargon and deliver practical, no-BS advice that you can implement in your daily life, empowering you to make positive changes for your well-being. Connect with Dr. Mike Hart Instagram: @drmikehart Twitter: @drmikehart Facebook: @drmikehart
O governo veio corrigir o tiro, depois de ter marcado uma reunião da Concertação Social (CS) para o dia da posse do Presidente da República e ter permitido que a negociação fosse dada como terminada. Montenegro pode voltar a envolver-se nas negociações para as tentar salvar. O Presidente Seguro já tinha avisado que veta politicamente se lhe apresentarem um pacote legislativo sem acordo na CS. O ex-primeiro-ministro Passos Coelho já tinha desafiado o governo a levar o anteprojecto ao Parlamento para obrigar os partidos a assumirem uma posição. Não está fácil. Neste episódio, conversamos com Cátia Mateus, jornalista do Expresso que acompanha as questões laborais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro tomou posse como Presidente da República. O sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa tem já em mãos o tema da revisão da lei laboral. O governo de Luís Montenegro não chegou a acordo em concertação social e as negociações chegaram a um impasse. Conseguirá Seguro influenciar o governo, patrões e UGT a chegaram a um acordo? A análise de Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 11 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Se o Presidente da República não conseguir, mais ninguém conseguirá. Seguro apela a um esforço adicional e todos os protagonistas se mostraram disponíveis. E os ministros mandam menos do que se pensa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma. O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”
Dans cet épisode de Datestable, on reçoit l'irrésistible et brillante Maude Landry — douce, drôle, lumineuse… et brutalement honnête quand il est question d'amour. On plonge dans ses pires dates, ses anciens patterns amoureux et ce que ça prend pour bâtir une relation saine.
Governo, patrões e UGT voltaram a negociar a alterações ao Código do Trabalho, mas as posições continuam distantes e o acordo parece cada vez mais difícil. A poucos dias de uma reunião decisiva da Concertação Social, as partes admitem que o diploma pode avançar para o Parlamento sem consenso. Se assim for, o que fará o novo Presidente da República? See omnystudio.com/listener for privacy information.
A economia portuguesa parece melhor vista de fora do que de dentro? E por que razão a América de Donald Trump detesta tanto a União Europeia? Em dia de greve geral e em época de gripe, o Eixo do Mal teve Ângelo Correia e Cecília Meireles em substituição de Daniel Oliveira e Clara Ferreira Alves. Governo e CIP dizem que adesão à greve foi mínima (entre 0% a 10%) e que “a economia real” funcionou, mas os Sindicatos apontam mais de 80% de participação. CGTP fala em 3 milhões de trabalhadores; UGT ameaça nova paralisação nos próximos meses. A greve, que contesta o anteprojeto de revisão da legislação laboral em debate na Concertação Social, foi o tema de abertura de um Eixo de Mal gravado no dia da paralisação. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mateo berichtet von gesundheitlichen Problemen, neuen Medikamenten, Schlafentzug und dicken Barschen in Holland.Mehr Podcast hier: https://www.patreon.com/mateogudenrathshowTickets zur Tour hier: https://www.mateogudenrath.ch/#tickets
Num semana de assombramentos, o Conselho Geral da UGT decidiu, por unanimidade, avançar para uma greve geral, em conjunto com a CGTP, marcada para 11 de dezembro. Isto apesar de o processo negocial do pacote laboral, na Concertação Social, não ter terminado. Mas parece que as negociações bateram de frente num muro inflexível do governo. Esta será a quarta greve geral em Portugal desde o 25 de abril. Todas por causa de alterações às leis laborais. No caso Epstein, foram reveladas novas mensagens que mostram que Trump está afinal mais envolvido do que tem admitido. A operação Influencer atormenta o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, que deu informações incorretas sobre um acórdão que já está fechado. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 13 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo aprovou em Conselho de Ministros um anteprojecto para alterar mais de 100 artigos do Código Laboral e já o apresentou na Concertação Social. O processo começou agora e vai terminar na Assembleia da República, onde o executivo tem de garantir apoio maioritário. AD e Chega voltarão a fazer o caminho de mãos dadas? Neste episódio, conversamos com a jornalista Cátia Mateus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episode 192: ADHD Treatment. Jordan Redden (MSIV) explains the treatment of ADHD. Dr. Bustamante adds input about pharmacologic and non-pharmacologic treatments. Dr. Arreaza shares the how stimulants were discovered as the treatment for ADHD. Written by Jordan Redden, MSIV, Ross University School of Medicine. Comments and edits by Isabelo Bustamante, MD, and Hector Arreaza, MD. You are listening to Rio Bravo qWeek Podcast, your weekly dose of knowledge brought to you by the Rio Bravo Family Medicine Residency Program from Bakersfield, California, a UCLA-affiliated program sponsored by Clinica Sierra Vista, Let Us Be Your Healthcare Home. This podcast was created for educational purposes only. Visit your primary care provider for additional medical advice.Introduction.ADHD is a chronic neurodevelopmental condition characterized by inattention, impulsivity, and/or hyperactivity. While it's often diagnosed in childhood, symptoms can persist well in adulthood. The treatment for ADHD is multifaceted. It often includes medication, behavioral therapy, environmental modifications, and sometimes educational interventions which are especially effective in younger patients. Ongoing evaluation is needed during treatment. Treatment needs adjustments over time.Starting with medications: Stimulants are the most well-studied and effective pharmacologic treatment for ADHD. These include methylphenidate-based medications such as Ritalin, Concerta, and Focalin, and amphetamine-based options, like Adderall, Vyvanse, and Dexedrine. Discovery of stimulants for ADHD> Dr. Charles Bradley discovered stimulants as the treatment for ADHD around 1937. ADHD did not have a name at that time, but it was known that some children had behavioral problems related to poor attention and inability to control their impulses, but they were still intelligent. Dr. Bradley was a psychiatrist who was working in the Bradley Hospital (Rhode Island), he was studying these children and, as part of his experiments, they developed severe headaches. He gave “Benzedrine” (a decongestant) to his pediatric patients to treat severe headaches, and he discovered that Benzedrine improved academic performance and interest in school and improved disruptive behavior in some children.How do stimulants work.Stimulants work primarily by increasing dopamine and norepinephrine levels in the brain, which helps improve focus, attention span, and impulse control. They typically show a rapid onset of action and can lead to noticeable improvements within the first few days of use. Dosing is individualized and should start low with gradual titration. Side effects can include reduced appetite, insomnia, headaches, increased heart rate, and emotional lability.Types of stimulants. Stimulants come as short acting and long acting. They can come as a tablet, liquid, patch, or orally disintegrating tablet. After the discovery of Benzedrine as a possible treatment for ADHD, more research was done over the years, and Ritalin became the first FDA-approved medication for ADHD (1955). The list of medications may seem overwhelming, but there are only two types of stimulants used to treat ADHD: methylphenidate and amphetamine. Long-acting stimulant medications are often preferred for their consistent symptom control and lower potential for misuse. Vyvanse (lis-dexa-mfetamine) is a widely used long-acting amphetamine-based option. As a prodrug, it remains inactive until metabolized in the body, which results in a smoother onset and offset of action and may reduce the risk of abuse. This extended duration of effect can help patients maintain focus and regulate impulses throughout the day without the peaks and crashes sometimes seen with shorter-acting formulations. Of note, Vyvanse is also approved for Binge Eating Disorder. Many of these medications are Schedule II controlled substances, so to prescribe them you need a DEA license. Other long-acting options include Concerta, an extended-release methylphenidate, as well as extended-release versions of Adderall and Focalin. These are especially helpful for school-aged children who benefit from once-daily dosing, and for adults who need sustained attention during work or academic activities. The choice between short- and long-acting stimulants depends on individual response, side effect tolerance, and daily routine.For patients who cannot tolerate stimulants, or for those with contraindications such as a history of substance misuse or certain cardiac conditions, non-stimulant medications are an alternative. One of the most used is atomoxetine, which inhibits the presynaptic norepinephrine transporter (NET). This leads to increased levels of norepinephrine (and to a lesser extent dopamine). Guanfacine or clonidine are alpha-2A adrenergic receptor agonists that lead to reduced sympathetic outflow and enhanced prefrontal cortical function, improving attention and impulse control. These alpha agonists are particularly useful in younger children with significant hyperactivity or sleep disturbances.Non-pharmacologic treatments.Behavioral therapy before age 6 is the first choice, after that, medications are more effective than BH only, and as adults again you use CBT.Medication is often just one part of a broader treatment plan. Behavioral therapy, especially in children, plays a critical role. Parent-training programs, positive reinforcement systems, and structured routines can significantly improve functioning. And for adolescents and adults, cognitive-behavioral therapy (CBT) is particularly helpful. CBT can address issues like procrastination, time management, emotional regulation, and self-esteem which are areas that medication doesn't always touch.Using medications for ADHD can be faced with resistance by parents, and even children. There is stigma and misconceptions about mental health, there may be concerns about side effects, fear of addiction, negative past experiences, and some parents prefer to treat ADHD the “natural” way without medications or only with supplements. All those concerns are valid. Starting a medication for ADHD is the first line of treatment in children who are 6 years and older, but it requires a shared decision with parents and patients. Cardiac side effects are possible with stimulants. EKG may be needed before starting stimulants, but it is not required. Get a personal and family cardiac history, including a solid ROS. Benefits include control of current condition and treating comorbid conditions.The presentation of ADHD changes as the person goes through different stages of life. For example, you may have severe hyperactivity in your school years, but that hyperactivity improves during adolescence and impulsivity worsens. It varies among sexes too. Women tend to present as inattentive, and men tend to be more hyperactive. ADHD is often underdiagnosed in adults, yet it can significantly impact job performance, relationships, and mental health. In adults, we often use long-acting stimulants to minimize the potential for misuse. And psychotherapy, particularly CBT or executive functioning coaching, can be life-changing when combined with pharmacologic treatment. There are several populations where treatment must be tailored carefully such as pregnant patients, individuals with co-occurring anxiety or depression, and those with a history of substance use. For example, atomoxetine may be preferred in patients with a history of substance misuse. And in children with coexisting oppositional defiant disorder, combined behavioral and pharmacologic therapy is usually more effective than either approach alone.Comorbid conditions.Depression and anxiety can be comorbid, and they can also mimic ADHD. Consult your DSM-5 to clarify what you are treating, ADHD vs depression/anxiety.Treatment goes beyond the clinic. For school-aged children, we often work closely with schools to implement 504 plans or Individualized Education Programs (IEPs) that provide classroom accommodations. Adults may also benefit from workplace strategies like structured schedules, noise-reducing headphones, or even coaching support. Ongoing monitoring is absolutely essential. We assess side effects of medication, adherence, and symptom control. ***In children, we also monitor growth and sleep patterns. We often use validated rating scales, like the Vanderbilt questionnaire for children 6–12 (collect answers from two settings) or Conners questionnaires (collect from clinician, parents and teachers), to track progress. And shared decision-making with patients and families is key throughout the treatment process.To summarize, ADHD is a chronic but manageable condition. Effective treatment usually involves a combination of medication and behavioral interventions, tailored to the individual's needs. And early diagnosis and treatment can significantly improve quality of life academically, socially, and emotionally.Even without trying, every night you go to bed a little wiser. Thanks for listening to Rio Bravo qWeek Podcast. We want to hear from you, send us an email at RioBravoqWeek@clinicasierravista.org, or visit our website riobravofmrp.org/qweek. See you next week! _____________________References:American Psychiatric Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 5th ed., text rev. (DSM-5-TR). Washington, DC: American Psychiatric Association; 2022. CHADD (Children and Adults with Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder). Understanding ADHD. Accessed May 2025. https://chadd.org National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Attention Deficit Hyperactivity Disorder: Diagnosis and Management. NICE guideline [NG87]. Updated March 2018. Accessed May 2025. https://www.nice.org.uk/guidance/ng87 Pliszka SR; AACAP Work Group on Quality Issues. Practice parameter for the assessment and treatment of children and adolescents with attention-deficit/hyperactivity disorder. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. 2007;46(7):894–921. doi:10.1097/chi.0b013e318054e724 Subcommittee on Children and Adolescents with Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder, Steering Committee on Quality Improvement and Management. Clinical practice guideline for the diagnosis, evaluation, and treatment of attention-deficit/hyperactivity disorder in children and adolescents. Pediatrics. 2019;144(4):e20192528. doi:10.1542/peds.2019-2528 Texas Children's Hospital. ADHD Provider Toolkit. Baylor College of Medicine. Accessed May 2025. https://www.bcm.edu Wolraich ML, Hagan JF Jr, Allan C, et al. Attention deficit hyperactivity disorder in children and adolescents: Overview of treatment and prognosis. UpToDate. Published 2024. Accessed May 2025.https://www.uptodate.comThe History of ADHD and Its Treatments, https://www.additudemag.com/history-of-adhd/Theme song, Works All The Time by Dominik Schwarzer, YouTube ID: CUBDNERZU8HXUHBS, purchased from https://www.premiumbeat.com/.
Nesta edição da Semana em África, o destaque foi dado nomeadamente à Republica Democrática do Congo e ao bailado diplomático para obter um cessar-fogo no leste do seu território onde os rebeldes do M23, apoiados pelas tropas ruandesas, tomaram o controlo de partes substanciais do Norte e do Sul Kivu. Na passada terça-feira, estavam previstas conversações directas entre o executivo congolês e representantes do M23 em Luanda, no âmbito da mediação do Presidente Angolano. Contudo, a poucas horas do encontro, os M23 cancelaram a sua participação. Paralelamente, no próprio dia em que deviam decorrer as negociações de Luanda, os Presidentes da RDC e do Ruanda mantiveram um encontro directo no Qatar, sobre o qual nada filtrou. Mantido secreto até ao fim, este frente-a-frente apanhou Angola de surpresa. Para além de expressar estranheza pelo facto de esta reunião ter sido organizada “sem consentimento” do mediador da crise no leste da RDC, Luanda lamentou, ainda, o facto de Félix Tshisekedi e Paul Kagamé terem negociado uma possível trégua fora da agenda da União Africana.Esta semana ficou igualmente marcada pela tomada de posse nesta sexta-feira da primeira mulher Presidente da Namíbia. Netumbo Nandi-Ndaitwah foi investida aos 72 anos, perante numerosos Presidentes e chefes do governo regionais, nomeadamente o Chefe de Estado de Angola, bem como o da África do Sul. A tomada de posse da nova Presidente, pilar da Swapo, partido da luta de libertação, coincidiu com a data do 35° aniversário da independência deste país outrora ocupado pela África do Sul.Paralelamente, no Sudão, estes últimos dias foram marcados por lutas particularmente renhidas. Nesta sexta-feira, o exército anunciou ter retomado o controlo do palácio presidencial em Cartum que estava nas mãos das Forças de Apoio Rápido há mais de dois anos, ou seja, praticamente desde o começo da guerra civil.Em Moçambique, esta semana teve novamente o selo da violência. Uma manifestação no passado dia 18 de Março na zona da Casa Branca, nas imediações da capital, foi reprimida pela polícia com o balanço de pelo menos um morto, o que gerou revolta no seio da população.Acusada uma vez mais de ter usado balas reais contra os manifestantes, a polícia disse ter actuado em conformidade com a lei. No mesmo sentido, o Ministério do Interior garantiu que no caso de agentes terem ultrapassado as suas prerrogativas, eles seriam sancionados. O Presidente da República, Daniel Chapo, por seu turno, disse na quinta-feira que os promotores das manifestações estavam "bem identificados".Também na actualidade moçambicana, o projecto de exploração de gás natural liquefeito da francesa TotalEnergies obteve um empréstimo de 4,7 mil milhões de Dólares do banco EXIM, agência oficial americana de crédito para a exportação. O projecto em causa, bloqueado desde 2021 devido aos ataques terroristas no norte de Moçambique, tem vindo a ser contestado não apenas devido aos efeitos nefastos sobre o meio ambiente, mas também devido aos abusos que segundo ONGs foram cometidos contra a população local pelas forças de segurança que protegem o recinto da TotalEnergies. Neste sentido, o anúncio deste empréstimo não deixou de ser denunciado por ambientalistas.Esta semana ficou igualmente marcada pela decisão americana de estabelecer uma lista de 43 países africanos cujos cidadãos vão sofrer restrições de entrada nos Estados Unidos. Entre os países que ainda têm hipótese de reverter a situação pelo diálogo com Washington no prazo de 60 dias, figuram Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. No caso deste último país, a chefe da diplomacia são-tomense, Ilza Amado Vaz, confirmou ter recebido pedidos de esclarecimentos americanos, embora não tivesse sido notificada oficialmente da inserção do arquipélago nessa lista. Também algo surpreendido com esta decisão americana, o Primeiro Ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva descartou, no entanto, eventuais motivos políticos.Noutro quadrante, na Guiné-Bissau, a Frente Popular e o Espaço de Concertação das Organizações da Sociedade Civil que junta cerca de 50 organizações não-governamentais dirigiram na segunda-feira uma carta ao Presidente Francês Emmanuel Macron em que o acusam de branquear o “regime ditatorial” do chefe de Estado da Guiné-Bissau, ao manter relações de proximidade e ao apoiar Umaro Sissoco Embaló a quem se referem como "ex-Presidente".Recorde-se que o chefe de Estado cumpriu cinco anos no poder no passado dia 27 de Fevereiro, facto pelo qual a oposição e ONG sustentam que segundo a Constituição ele já não é Presidente. Este último que alega terminar o seu mandato no dia 4 de Setembro, quinto aniversário da data em que o Supremo Tribunal o proclamou Presidente, marcou recentemente eleições gerais para 23 de Novembro de 2025.
Send Me a Message! In this episode of The Dysregulated Podcast, I take a look at the all-too-familiar "Dexy Blues"—the wave of anxiety and depression that hits when stimulant medications like Vyvanse and dexamphetamine start to wear off. I share my experience with these emotional crashes, how my prescription had to be adjusted to soften the blow, and some quick tips to help avoid those tough afternoons. I also reflect on my friends' experiences, how these medications affect her differently and showing how reactions to even the same drugs can vary from person to person. If you're on ADHD meds, I think you'll really relate to this one!----Follow my journey living with mental illness and the hard-fought lessons learned along the way. Lived experience is the driving force of this podcast, and through this lens, my stories are told. This is a raw, honest, and authentic account of how multiple psychological disorders have shaped my past and continue to influence my future.Support the showTo support the show, CLICK HEREYou can follow me on Instagram: @elliot.t.waters
Ciao and Welcome to Life in Lucca with Andrea…My guest today is Diana Stidl. Diana is of German origin and lived in the States for many years before making Lucca her permanent home. Listeners to this podcast will know that there is always something happening in Lucca, and you can guarantee, if it's worth attending, Diana will be there, and, as a consequence, you are always guaranteed an interesting conversation when you are in her company. So, I was delighted when Diana agreed to be interviewed… Diana's RecommendationsTrattoria Gigi… Piazzo del Carmine, 7Nonna Clara… Via Santa Croce, 71H&G Lounge… Via San Giorgio, 36Restaurant Mecanate… Via del Fosso, 94Gelateria Momo… Via della Fratta, 11Gelateria Piero… Via Roma, 25Pasticceria Stella… Traversa II Via Pisana, 50 Sant'AnnaPasticceria Tiffany... Via Gaetano Luporini, 1054Bar Fuori Controllo… Via Santa Croce, 94Inside the WallsWalk the WallsAnfiteatro… just off Via FillungoClimb the Guinigi Tower… Via Guinigi, 29Palazzo Pfanner… Via degli Asili, 33Palazzo Mandi… Via Galli Tassi, 43Take in an evening concertA guided tour… resident tour guide Paola Moschini see S1 Ep2Outside the WallsVilla Reale… Via Fraga Alta, 2, MarliaNottolini Viaduct… Via Tempietto, 388Tour of the Carrera Marble cavesLotus Lake… MassarosaPietrasantaViareggioFavourite Italian Word/PhraseMeravigliosa… wonderfulIn boco al lupo… good luck… respond with ‘crepe'… to seal the luck! Connect with DianaEmail: dianainbellaitalia@gmail.comSubscribe, Follow, Review, DonateI self-fund this podcast, so if you enjoy listening, I would be ever so grateful if you could visit the Ko-Fi supporter webpage ko-fi/lifeinlucca and DONATE the equivalent of a gelato or two, as this helps me to produce further episodes. You could also hit the SUBSCRIBE or FOLLOW button now so that each new episode will appear, as if by magic, in your podcast library. And, if you've a little time to spare, please do leave a REVIEW. Website: https://shows.acast.com/lifeinlucawithandreaE:mail: lifeinlucca@hotmail.com Instagram: andreas_life_in_lucca Twitter: @mountains46 Ko-fi: ko-fi/lifeinluccaGrapevine MagazineDiscount Code: GVLIFE10Website: www.luccagrapevine.comClick Subscriptions > Grapevine on-line… complete the online formOur Italian JourneyWebsite: https://ouritalianjourney.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Join us as we discuss methylphenidate for the treatment of ADHD. This includes medications such as Ritalin, Concerta, Jornay, Daytrana, and Quillichew!
In this episode, Tudor, Bob Schwartz, and Michelle Sarkisian discuss the dangers of overprescribing medications, especially to children. Bob shares his harrowing experience with Concerta, which led to acute psychosis and long-term neurological damage. The group criticizes the medical community's lack of informed consent and the pharmaceutical industry's influence on institutions. They explore the connection between medication and mass shootings, emphasizing the need for accountability and legal action against irresponsible prescription practices. The Tudor Dixon Podcast is part of the Clay Travis & Buck Sexton Podcast Network - new episodes debut every Monday, Wednesday, & Friday. For more information visit TudorDixonPodcast.comFollow Clay & Buck on YouTube: https://www.youtube.com/c/clayandbuckSee omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode, Tudor, Bob Schwartz, and Michelle Sarkisian discuss the dangers of overprescribing medications, especially to children. Bob shares his harrowing experience with Concerta, which led to acute psychosis and long-term neurological damage. The group criticizes the medical community's lack of informed consent and the pharmaceutical industry's influence on institutions. They explore the connection between medication and mass shootings, emphasizing the need for accountability and legal action against irresponsible prescription practices. The Tudor Dixon Podcast is part of the Clay Travis & Buck Sexton Podcast Network - new episodes debut every Monday, Wednesday, & Friday. For more information visit TudorDixonPodcast.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode, Tudor, Bob Schwartz, and Michelle Sarkisian discuss the dangers of overprescribing medications, especially to children. Bob shares his harrowing experience with Concerta, which led to acute psychosis and long-term neurological damage. The group criticizes the medical community's lack of informed consent and the pharmaceutical industry's influence on institutions. They explore the connection between medication and mass shootings, emphasizing the need for accountability and legal action against irresponsible prescription practices. The Tudor Dixon Podcast is part of the Clay Travis & Buck Sexton Podcast Network - new episodes debut every Monday, Wednesday, & Friday. For more information visit TudorDixonPodcast.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.