Podcasts about andr ventura

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Best podcasts about andr ventura

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Latest podcast episodes about andr ventura

Fora do Baralho
André Ventura é o novo timoneiro da classe operária?

Fora do Baralho

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 35:17


O Chega chumbou a proposta de reforma laboral e será que é o grande novo defensor dos trabalhadores? E o PSD, em véspera de congresso, percebeu o que leva aconteceu? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Antena Aberta
Aproximação AD/ Chega na legislação laboral.

Antena Aberta

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 47:50


O Parlamento vota hoje a nova lei laboral e tudo aponta para a aprovação com os votos do Chega. O Chega não assume formalmente o sentido de voto, mas o líder André Ventura referiu-se a uma vitória dos trabalhadores e reivindica ganhos em férias, turnos e direitos parentais. Esta lei melhora a vida de quem trabalha ou abre a porta a mais precariedade? Que leitura faz desta aproximação entre Governo e Chega? E no seu dia-a-dia: o que espera que mude com esta reforma laboral? O que espera do papel do Presidente da República?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“André Ventura está a preparar-se para aprovar o pacote laboral sem nenhuma cedência”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 19:23


O acordo entre os EUA e o Irão deixa Donald Trump numa posição de derrota clamorosa. Daniel Oliveira considera que “o Irão cedeu apenas na vaidade de Trump”, com o Estreito de Ormuz a regressar ao estado anterior à guerra sem garantias sobre mísseis balísticos ou o financiamento do Hezbollah. Em Portugal, Luís Montenegro e André Ventura ainda não chegaram a acordo quanto à reforma laboral. Daniel Oliveira viu no líder do Chega uma enorme excitação para viabilizar “o maior ataque feito aos trabalhadores desde a Troika”. Francisco da Silva defende que o Chega segue um teatro negocial semelhante ao da Geringonça, conseguindo ganhos de causa simbólicos sem travar o essencial da reforma. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Antena Aberta
Pode haver entendimento entre Governo e Chega no pacote laboral?

Antena Aberta

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 44:55


Antena Aberta Hoje há reunião decisiva entre Luís Montenegro e André Ventura sobre a alteração à lei laboral e o desfecho pode ditar o rumo político das próximas semanas. O Chega admite abertura para negociar mas coloca condições claras: quer calendarizar o inicio do processo para baixar a idade da reforma, reforçar a proteção de quem trabalha por turnos e em horas extraordinárias, acabar com reformas vitalícias e impor limites às pensões mais elevadas. Ventura não fecha a porta ao processo parlamentar, mas deixa dúvidas: haverá acordo ou confronto já na votação na generalidade? 800 22 01 01 22 33 999 56.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E o vencedor é...
André Ventura vira o disco e toca o mesmo?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 28:57


Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatáriosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
E o vencedor é... André Ventura vira o disco e toca o mesmo?

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 28:57


Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatáriosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Conversas à quinta - Observador
Fora do Baralho. Passos Coelho quer destronar André Ventura? — Ouvintes

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 9:24


Jorge Fernandes responde a ouvintes sobre possíveis explicações para as críticas de Passos Coelho e avalia o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fora do Baralho
Passos Coelho quer destronar André Ventura? — Ouvintes

Fora do Baralho

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 9:24


Jorge Fernandes responde a ouvintes sobre possíveis explicações para as críticas de Passos Coelho e avalia o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Hora da Verdade
Alexandre Poço critica Chega na lei laboral: "Não podemos ter posições postiças"

Renascença - Hora da Verdade

Play Episode Listen Later May 28, 2026 21:55


O PSD ainda não atirou a toalha ao chão na reforma laboral e confia que, passados os "vendavais" no posicionamento do Chega sobre o tema, ainda seja possível aprovar uma nova lei do trabalho. Em entrevista à Renascença e ao Público, Alexandre Poço, vice-presidente do PSD e da bancada parlamentar do partido, não adianta que cedências concretas poderão ser feitas na negociação, mas deixa o aviso: "Não podemos sacrificar as nossas convicções no altar do diálogo." Pelo meio, critica o partido de André Ventura citando Pedro Passos Coelho: "Não podemos ter posições postiças."

Zuga Podcast
ANDRÉ VENTURA ENTREVISTADO EM DIRETO!

Zuga Podcast

Play Episode Listen Later May 25, 2026 76:17


No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Linhas Vermelhas
Miguel Prata Roque: “André Ventura tornou-se uma paródia nacional”

Linhas Vermelhas

Play Episode Listen Later May 12, 2026 22:04


A lei da nacionalidade está novamente em foco. André Ventura sugere que “os portugueses têm o direito de decidir”, levantando a hipótese de um referendo. Passará a estratégia do partido Chega por insistir em trazer os contornos desta lei para a agenda? Tendo em mente que não estão reunidas as condições para ser criado um referendo, que tipo de mobilização o líder do Chega pretende? Ouça a análise de Miguel Prata Roque e de a Cecilia Meireles na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 11 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
E o vencedor é... PSD deu baile ao Chega? A nova vida de André Ventura

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later May 10, 2026 25:26


O partido social democrata limpou as inconstitucionalidades e tirou o tapete ao líder do Chega. E ainda, o isolamento do PCP e o juiz "exibicionista" que defende negacionistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E o vencedor é...
PSD deu baile ao Chega? A nova vida de André Ventura

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later May 10, 2026 25:26


O partido social democrata limpou as inconstitucionalidades e tirou o tapete ao líder do Chega. E ainda, o isolamento do PCP e o juiz "exibicionista" que defende negacionistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
11h José Luís Carneiro acusa André Ventura de servir de muleta do governo

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 9, 2026 8:19


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E o vencedor é...
André Ventura quer atrair os jovens com a reforma?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later May 9, 2026 19:06


A proposta do Chega para as pensões é tratada como "demagogia pura" e um "disparate" financeiro. E ainda, a questão se os Vistos Gold dão passaporte e nacionalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
E o vencedor é... André Ventura quer atrair os jovens com a reforma?

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later May 9, 2026 19:06


A proposta do Chega para as pensões é tratada como "demagogia pura" e um "disparate" financeiro. E ainda, a questão se os Vistos Gold dão passaporte e nacionalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
Daniel Oliveira: “Fiquei a saber que André Ventura é a favor de violadores, se estiverem fardados”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later May 6, 2026 22:21


Problemas de segurança ou problemas de autoridade? Enquanto episódios de violência policial contra vulneráveis se repetem, a interrogação sobre as questões de segurança em Portugal voltam a vir para cima da mesa do debate pela mão do líder do partido Chega, André Ventura. Mas, afinal, qual o real problema em causa? Ausência de escrutínio, abuso de poder e a disseminação da falsa ideia de cidadãos de primeira e de segunda. Qual ou quais as medidas adequadas para encarar estes problemas dentro das forças de segurança? Ouça o comentário de Daniel Oliveira e de Francisco Mendes da Silva na versão podcast do programa Antes pelo Contrário, emitido na SIC Notícias a 5 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
20h André Ventura acusa o Ministro de contribuir para sentimento antipolícia

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 5, 2026 10:29


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Ideias Feitas
Ventura e o socialismo de oportunidade

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later May 4, 2026 6:20


Alberto Gonçalves comenta a posição de André Ventura e do Chega sobre o pacote laboral e a idade da reformaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

E o vencedor é...
André Ventura é um socialista disfarçado?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 27:50


Num debate quinzenal sem vencedores, Ventura mostrou que escolhe sempre o que um governo socialista escolheria a nível económico. E José Luís Carneiro e Montenegro repetem discursos de há cinco anos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Mortes no trânsito da Austrália aumentaram 20,9% desde 2021 | Notícias 27 de abril

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 9:48


Notícias do dia: Mortes no trânsito da Austrália aumentaram 20,9% desde 2021, e entidade pede um programa-piloto para investigações. Autoridades dizem que Trump era o alvo dos tiros no Jantar dos Correspondentes na Casa Branca. Austrália investirá AUD$ 1.2 bi na produção de veículos militares Bushmaster e Hawkei. Australiano George Pittar surpreende Gabriel Medina e é campeão do WLS em Margaret River. Em Portugal, deputados acusam André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene sobre a Revolução dos Cravos.

Ideias Feitas
PREC: Pacheco Revolucionário Em Curso

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 5:41


Alberto Gonçalves comenta o debate entre Pacheco Pereira e André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zuga Podcast
ANDRÉ VENTURA VS PACHECO PEREIRA | DEBATE EM DIRETO

Zuga Podcast

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 104:09


No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Zuga Podcast

No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Zuga Podcast

No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Portugalex
Rebentou um vulcão sob André Ventura

Portugalex

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 2:46


Tempo de Antena da Sociedade Protetora de Comentadores Políticos.

Ideias Feitas
"Chicão" não pinta a cara de vergonha

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:42


Alberto Gonçalves comenta os comentários de Francisco Rodrigues dos Santos sobre André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Cortes do Papo - Gilmar Mendes celebra vitória de socialista em Portugal

O Antagonista

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 13:56


O ministro Gilmar Mendes, do STF, celebrou a vitória do socialista António José Seguro em Portugal e a derrota do candidato do Chega, André Ventura.Em postagem no X, o decano da Suprema Corte afirmou que o resultado "reafirma a tradição democrática de Portugal e a solidez de seus mecanismos institucionais de alternância de poder".Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 09/02/2026 | 1ª EDIÇÃO: Carnaval em SP / Eleições presidenciais em Portugal | 2ª EDIÇÃO: Tumulto em megablocos de SP

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 302:02


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (09): O Carnaval de 2026 deve impulsionar o turismo em São Paulo, com expectativa de que cerca de 4,7 milhões de pessoas circulem por destinos em todo o estado ao longo do feriado. A projeção foi divulgada pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo. Policiais fantasiados de caça-fantasmas prendem dupla por furto de celulares na Consolação. Agentes disfarçados da Polícia Civil prenderam um homem e uma mulher suspeitos de furtar celulares durante um bloco de pré-Carnaval na Rua da Consolação, no centro de São Paulo, neste domingo (08). A ação ocorreu em meio à grande concentração de foliões na região. António José Seguro, de 63 anos, foi eleito presidente de Portugal após derrotar o candidato de direita André Ventura nas eleições realizadas neste domingo (08). Durante a campanha, Seguro se apresentou como uma “opção segura” para liderar o país e defender a estabilidade política e institucional. A posse está marcada para o dia 9 de março. As últimas eleições no Brasil ajudam a compreender o cenário que começa a se desenhar para a disputa presidencial de 2026. Os pleitos mais recentes foram marcados por forte polarização política, formação de alianças estratégicas e uso intenso das redes sociais como principal ferramenta de mobilização e embate eleitoral. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, cancelou a reunião marcada para 12 de fevereiro que discutiria a criação de um novo Código de Ética para os ministros da Corte. O encontro foi retirado da agenda sem nova data definida e deve ser remarcado apenas após o Carnaval. Nos bastidores, a proposta de um Código de Ética gerou resistências e contrariou ministros que já avaliavam a hipótese de não comparecer. A CPMI do INSS ouve nesta segunda-feira (09) o empresário Paulo Camisotti e o deputado estadual do Maranhão Edson Araújo (PSB). Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso por suspeita de envolvimento na fraude dos descontos ilegais em aposentadorias e pensões. Segundo as investigações, empresas ligadas à família teriam sido usadas para lavar valores retirados indevidamente de beneficiários. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), optou por não comparecer a uma agenda no Instituto Butantan, nesta segunda-feira (09), ao lado do presidente Lula (PT). Segundo o Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio será representado pelo secretário de Saúde, Eleuses Paiva. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, classificando o espetáculo como um dos piores de todos os tempos. Em seu perfil na plataforma Truth Social, o republicano disse que tratou-se de “um dos piores” espetáculos “de todos os tempos” e de um “tapa na cara” dos EUA. Condenada a 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores e cúmplice de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell participa por videoconferência de uma audiência fechada no Congresso dos Estados Unidos. A expectativa é que ela invoque o direito ao silêncio garantido pela Quinta Emenda da Constituição americana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

ECO Insider
Especial Presidenciais

ECO Insider

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 36:11


António José Seguir ganhou as eleições e vai ser o novo Presidente da República. E logo com uma votação recorde, de quase 3,5 milhões de eleitores. O que vai ser Seguro em Belém? Saber-se rapidamente, com uma crise governativa, a pressão do Chega e o aproveitamento do PS. Mas há mistérios novos: Montenegro, André Ventura e um terceiro, que vai andar por aí

Expresso - Comissão Política
“Parece que André Ventura quer forçar Luís Montenegro a governar com ele”: a análise de Eunice Lourenço em direto da redação do Expresso

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 15:19


António José Seguro foi eleito o novo Presidente da República, na segunda volta das eleições presidenciais. No fim da noite eleitoral, Eunice Lourenço, editora de Política do Expresso, analisa o resultado em direto da redação para as redes sociais do jornal, com Pedro Miguel Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
Eleições mostram que nem tudo beneficia André Ventura

Explicador

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:10


Marcadas por tempestade e receios de abstenção, resultados contrariam previsões: Ventura não cresce nas zonas afetadas e Seguro vence com recorde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
“André Ventura mobiliza sobretudo contra ele, o que ainda é uma extraordinária notícia”: ouça o comentário de Daniel Oliveira na Grande Noite Presidenciais SIC

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:25


Com 3239 de 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira analisa a derrota de André Ventura e a estratégia de Luís Montenegro nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“André Ventura mobiliza sobretudo contra ele, o que ainda é uma extraordinária notícia”: ouça o comentário de Daniel Oliveira na Grande Noite Presidenciais SIC

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:25


Com 3239 de 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira analisa a derrota de André Ventura e a estratégia de Luís Montenegro nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Il Mondo
In Portogallo anche i conservatori sono contro il candidato presidente di estrema destra. Cosa vedere alle Olimpiadi di Milano Cortina.

Il Mondo

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 21:18


Al ballottaggio si sfidano il candidato socialista António José Seguro e il leader dell'estrema destra André Ventura. Con Simone Tulumello, ricercatore, da Lisbona.Oggi si aprono i Giochi olimpici invernali di Milano Cortina, con la cerimonia inaugurale in programma allo stadio San Siro. Per le prossime due settimane vedrà atleti provenienti da tutto il mondo impegnati nelle discipline sulla neve e sul ghiaccio. Con Nicola Sbetti, storico dello sportOggi parliamo anche di:Film • Hamnet di Chloe ZhaoCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan ZentiCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Sexta-feira, 6 de fevereiro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 10:52


André Ventura pede adiamento da segunda volta da eleição presidencial em Portugal, mas Marcelo Rebelo de Sousa nega e diz que 'a lei é clara'. Presidente do Banco Central Australiano afirma que inflação não deve ficar abaixo de 3% antes de 2028. Homem de Maryborough (QLD) foi autuado sob a acusação de 596 crimes relacionados a abuso infantil. No Brasil, Lula defende fim da jornada 6x1 e governo prepara projeto de lei para mudança.

Accents d'Europe
L'extrême droite au second tour de la présidentielle portugaise

Accents d'Europe

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 19:30


C'est un scrutin présidentiel en tous points atypique qui se tient, en cette fin de semaine, au Portugal. Pour la première fois, depuis la chute de la dictature en 1974, un candidat d'extrême droite est au deuxième tour face au leader socialiste Antonio José Seguro.   Le parti populiste radical Chega qui a fait son entrée sur la scène politique, il y a à peine 7 ans, a obtenu 20% des voix lors des dernières législatives. Et son leader André Ventura fustige aussi bien l'immigration que la corruption, les gitans ou je cite « la culture marxiste ». Les sondages l'annoncent loin derrière son adversaire, 33% contre presque 67% mais dans le pays, une résistance tranquille contre ses idées clivantes s'organise. Reportage dans une grande ville proche de la capitale, signé Marie-Line Darcy.     La revue de presse européenne et sonore de Franceline Beretti Les millions de pages de documents de l'affaire Epstein, publié par le ministère de la Justice américaine n'en finissent pas d'éclabousser les plus grands noms de la scène internationale. Et l'on comprend que le prédateur sexuel mort en prison proposait non seulement de la prostitution, mais avait construit un réseau d'influence qui allait jusqu'en Europe, et jusque dans les cercles du pouvoir.    Dénoncer ICE Un influenceur irlandais a pris la tête du combat contre ICE la police fédérale chargée de contrôler l'immigration, mise en cause dans la mort de deux citoyens américains à Minneapolis. Washington dénonce désormais l'activité du jeune homme qui veut exposer les agents fédéraux sur le net... les explications, depuis Dublin, de notre correspondante Clémence Pénard.     La distribution d'eau à la peine au Royaume-Uni Rien ne va plus dans le service de distribution de l'eau au Royaume-Uni. Le service a été privatisé et fonctionne désormais avec un opérateur unique par région. Le gouvernement travailliste écarte la possibilité d'une renationalisation, mais promet une réforme en profondeur tant la qualité des prestations laisse à désirer. Qualité de l'eau, mais aussi distribution perturbée par de nombreux incidents... À Londres, Marie Billon a pu constater à quel point le service est défaillant.  

Accents d'Europe
L'extrême droite au second tour de la présidentielle portugaise

Accents d'Europe

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 19:30


C'est un scrutin présidentiel en tous points atypique qui se tient, en cette fin de semaine, au Portugal. Pour la première fois, depuis la chute de la dictature en 1974, un candidat d'extrême droite est au deuxième tour face au leader socialiste Antonio José Seguro.   Le parti populiste radical Chega qui a fait son entrée sur la scène politique, il y a à peine 7 ans, a obtenu 20% des voix lors des dernières législatives. Et son leader André Ventura fustige aussi bien l'immigration que la corruption, les gitans ou je cite « la culture marxiste ». Les sondages l'annoncent loin derrière son adversaire, 33% contre presque 67% mais dans le pays, une résistance tranquille contre ses idées clivantes s'organise. Reportage dans une grande ville proche de la capitale, signé Marie-Line Darcy.     La revue de presse européenne et sonore de Franceline Beretti Les millions de pages de documents de l'affaire Epstein, publié par le ministère de la Justice américaine n'en finissent pas d'éclabousser les plus grands noms de la scène internationale. Et l'on comprend que le prédateur sexuel mort en prison proposait non seulement de la prostitution, mais avait construit un réseau d'influence qui allait jusqu'en Europe, et jusque dans les cercles du pouvoir.    Dénoncer ICE Un influenceur irlandais a pris la tête du combat contre ICE la police fédérale chargée de contrôler l'immigration, mise en cause dans la mort de deux citoyens américains à Minneapolis. Washington dénonce désormais l'activité du jeune homme qui veut exposer les agents fédéraux sur le net... les explications, depuis Dublin, de notre correspondante Clémence Pénard.     La distribution d'eau à la peine au Royaume-Uni Rien ne va plus dans le service de distribution de l'eau au Royaume-Uni. Le service a été privatisé et fonctionne désormais avec un opérateur unique par région. Le gouvernement travailliste écarte la possibilité d'une renationalisation, mais promet une réforme en profondeur tant la qualité des prestations laisse à désirer. Qualité de l'eau, mais aussi distribution perturbée par de nombreux incidents... À Londres, Marie Billon a pu constater à quel point le service est défaillant.  

Expresso - Expresso da Manhã
Eleitores do PSD dizem “não é não” a André Ventura, mas ele cresce e está à frente de Seguro no eleitorado de direita

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 15:09


A sondagem da ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC antecipa uma vitória folgada para António José Seguro, que ganha a André Ventura até no eleitorado mais jovem. Mas a corrida do líder do Chega é pela liderança da direita e aí, apesar de todos os apoios a Seguro, há um empate técnico com ligeira vantagem (43-41) para Ventura. Para ler a sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Portugal prepara-se para a vitória de António Seguro na eleição presidencial

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 3:56


Com apoio da esquerda e da direita clássica, o socialista surge em todas as pesquisas de opinião com intenções de voto à volta dos 70%, valor que é recorde em eleições portuguesas. O adversário da ultra-direita, André Ventura, aparece à volta dos 30%.

Expresso - Eixo do Mal
Vem aí mais um debate entre António José Seguro e André Ventura: oiça em podcast

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 0:27


António José Seguro e André Ventura vão debater na próxima terça-feira, dia 27, no único frente-a-frente televisivo da campanha para a segunda volta das eleições presidenciais, marcadas para 8 de fevereiro. O debate começa às 20h30, tem 75 minutos de duração, será transmitido em simultâneo pela SIC, TVI e RTP, e também poderá ouvir logo a seguir em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zuga Podcast
Militantes Chega NÃO QUEREM André Ventura como Presidente da República!

Zuga Podcast

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 75:39


Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 254 - Presidenciais 2026 (1ª volta), Sexo Homossexual em Primatas & KPop Demon Hunters

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 31:23


O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO QUARTO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever

24H Pujadas - Les partis pris
Les Partis Pris : "Ce bon vieux 49.3…", "Impôts des riches, rétablissons la vérité !" et "Portugal, l'extrême droite au second tour"

24H Pujadas - Les partis pris

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 21:47


C'est fait, Sébastien Lecornu, le Premier ministre, a indiqué ce lundi le point d'atterrissage pour l'adoption du budget. Il a choisi le bon vieux 49.3 qu'il s'est interdit d'utiliser au moment de sa rentrée en fonction. Ruth Elkrief pense que c'était une forme de scénario écrit d'avance, mais on a joué les prolongations. "Parmi les personnes les plus fortunées, des milliers ont un revenu fiscal de référence de zéro et ne paient pas d'impôt sur le revenu". Cette déclaration d'Eric Lombard a provoqué beaucoup de débats. Mais selon Pascal Perri, à un moment ou à un autre, dans la vie économique, tout revenu est fiscalisé. On pensait que la péninsule ibérique était épargnée par la poussée de l'extrême droite, mais André Ventura est au second tour de la présidentielle portugaise. Il est peu probable qu'il gagne, mais Abnousse Shalmani estime qu'il s'agit quand même d'une victoire symbolique. Du lundi au vendredi, à partir de 18h, David Pujadas apporte toute son expertise pour analyser l'actualité du jour avec pédagogie.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

watch.tm
Programas com sobrinha & ilações sobre eleições | #131

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Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 64:20


Em dia de eleições, os politólogos Pedro e Inês reúnem-se para resumir e tirar últimas ilações sobre os principais candidatos à presidência. Além disso, Inês faz anos e recebe um presente da equipa. Pedro aproveita para contar que é o cliente ideal de lavagens de carro, que é fã de kiwi gold e que é um bom tio por fazer programas com a sua sobrinha (que é uma pessoa de 7 anos).(00:00) Intro(00:23) Polémica de Cotrim(01:16) Close friends de instagram são assim tão close?(04:05) Fazer anos no mesmo dia que André Ventura(07:00) Que outras personalidades fazem anos dia 15 de janeiro?(08:20) Como é o dia de anos de Inês Rogeiro?(09:28) Chakall é mesmo chef ou é scam?(10:58) PTM foi ver Luís de Matos com sobrinha Kika(16:02) Timidez de crianças deve ou não ser contrariada?(20:59) Ir lavar o carro e ser aldrabado(26:53) Kiwi gold é GOAT(30:57) Inês revela que teve crush por Cavaco Silva(33:19) João Póvoa Marinheiro lançou a polémica de Cotrim?(34:30) Marques Mendes perdeu centímetros na campanha?(36:01) Silêncio de Seguro foi benéfico(37:57) Seguro é um bom sticker de WhatsApp(39:26) Felicidade de Gouveia e Melo a fazer rafting(40:33) Marques Mendes faz agachamentos sem necessidade(41:27) Cotrim usa qualquer pretexto para andar de mota(43:27) Que figuras públicas apoiam Cotrim?(48:04) Apelo excessivo ao voto é deprimente(50:55) Previsões de Inês Rogeiro sobre presidenciais(52:00) PTM traz teste de rapidez em leitura(50:47) PTM e Inês jogam connections(01:01:34) Que figura pública fará humor de stories no dia das eleições?

Reportage International
Présidentielle au Portugal : les affiches du parti d'extrême droite Chega divisent l'opinion à la veille du scrutin

Reportage International

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 2:29


Les Portugais sont appelés aux urnes ce dimanche 18 janvier 2026 pour élire leur président. Pour la première fois depuis plus de 50 ans et l'arrivée de la démocratie, un candidat d'extrême droite est en bonne position. André Ventura, leader du Chega, a pourtant été au cœur d'un énorme scandale lors de la précampagne en fin d'année dernière. De notre correspondante à Lisbonne, Aux ronds-points des villes portugaises, les grands panneaux politiques ne passent pas inaperçus au moment des élections. À la fin de 2025, ce sont les affiches d'André Ventura, candidat du parti d'extrême droite Chega, qui ont provoqué un énorme scandale. On y lisait des slogans visant les minorités du Portugal, tels que «  Ici, ce n'est pas le Bangladesh » ou encore « Les Tziganes doivent respecter la loi ».  Des formules jugées inacceptables par Nuno, rencontré au Rato : « C'est offensant. Le Portugal n'est pas un pays raciste et ne l'a jamais été. Ce candidat fait émerger ce qu'il y a de pire dans la société. Nous sommes un pays d'émigrés ; on ne peut pas s'opposer aux immigrés. » Face à l'impact violent des provocations d'André Ventura, de nombreux citoyens ont spontanément écrit aux autorités pour protester. Comme. Ana Luisa Rodrigues : « Il est essentiel que nous fassions entendre notre voix en tant que citoyens pour dire que ce discours ne mène nulle part, qu'il nourrit la haine et porte atteinte au bien-être de la société. Chacun a désormais pleinement conscience de l'impact de ce discours de haine permanent. » Slogans racistes Les 465 plaintes citoyennes ont été adressées à la Commission nationale des élections. Mais c'est au tribunal que tout s'est joué. La plateforme des droits des Tziganes, partie civile, a gagné le procès contre Chega. Paulo Domingos, dirigeant de la plateforme : « Le tribunal a été très clair : il a estimé que les affiches comportant les slogans en question dépassaient le cadre de la critique politique pour entrer dans celui du racisme. Cette décision a eu un impact symbolique, social et politique considérable. » André Ventura a dû retirer sa propagande. Cependant, sa stratégie a fonctionné. Rodrigo Viana de Freitas, directeur de l'agence de communication Central Information : « La stratégie consiste à instaurer une tension maîtrisée en s'appuyant sur un discours de victimisation, du type : " On nous oblige à retirer les affiches pour nous réduire au silence. Nous ne nous laisserons pas faire". En réalité, une partie de l'électorat de Chega aspire précisément à la rupture ». André Ventura a réussi à se positionner dans le peloton des cinq candidats susceptibles de se placer pour un second tour. La fracture semble se préciser, il n'y a jamais eu autant d'indécision au Portugal. À lire aussiPortugal: la droite au pouvoir remporte les élections municipales et les villes de Lisbonne et Porto

Conversas à quinta - Observador
O Bom, o Mau e o Vilão. Quando for grande, Jorge Pinto quer ser um André Ventura

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 9:30


André Ventura (que venceu o debate), Jorge Pinto (que perdeu o debate) e o final da manifestação (que deixou uma imagem de desordem) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Extremamente Desagradável
Parrachita já não pode dizer nada

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 13:34


Joana Marques lê mais um dos seus textos na rádio. Este fala da deputada Maria Vieira e da sua adoração por machos, em especial o macho André Ventura.