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Mário Mourão (UGT) rejeita falta de vontade de negociar, mas acusa executivo de continuar com o pacote laboral. Armindo Monteiro (CIP) lamenta ausência da UGT e defende que negociação é prioridade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A UGT afirmou esta quarta-feira “lamentar” a divulgação de uma reunião de concertação social marcada para esta quarta-feira pela ministra do Trabalho e dedicada à legislação laboral, após esta estrutura sindical ter mostrado indisponibilidade nesta data por questões de agenda. A reunião acabou por ser adiada depois dos patrões terem recusado reunir com a ministra sem a UGT. Fica também, das últimas horas, uma leitura nas entrelinhas: se não houver acordo para o pacote laboral é pouco provável que o lugar de Maria do Rosário Palma Ramalho se mantenha no cargo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As novas medidas fiscais para a habitação receberam luz verde dos deputados. A aposta do Executivo passa por reduzir impostos a senhorios e construção para estimular mais casas no mercadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo de Santa Catarina anunciou a liberação de mais de R$ 14 milhões para fortalecer a infraestrutura e as ações de prevenção de desastres em municípios da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC). A maior parte dos recursos, cerca de R$ 12 milhões, será destinada à instalação de kits de pontes e cabeceiras em Içara, Lauro Müller, Nova Veneza, Orleans, Treviso e Urussanga. Ao todo, serão implantados 35 kits de pontes, com investimento de R$ 10,4 milhões, além de 11 cabeceiras, com aporte de R$ 1,4 milhão. Para Treviso, o governo também autorizou R$ 250 mil para obras de desassoreamento no Rio Mãe Luzia e mais R$ 500 mil para a aquisição de um caminhão-pipa, com convênio firmado durante o evento de anúncio dos investimentos. O prefeito de Treviso, Luciano Miotelli, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta quarta-feira (11) e destacou a importância dos recursos para o município.
Convidados: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper; e Joel Pinheiro da Fonseca, filósofo, economista, comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Os projetos de lei que preveem reajustes e benefícios para servidores da Câmara e do Senado foram aprovados em caráter de urgência e em votação simbólica, na terça-feira (3). Nos textos, um conjunto de benesses que contempla aumentos salariais programados até 2029, um dia de folga a cada três dias trabalhados – folgas estas que podem ser convertidas em dinheiro – e gratificações por desempenho chegam a até 100% do salário. Na prática, isso pode até dobrar a remuneração e estourar o teto constitucional do funcionalismo, hoje em R$ 46.366. Nesta quinta (5), houve reação. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar suspendendo os chamados "penduricalhos" ilegais nos três Poderes da República, e determinou um prazo de 60 dias para a revisão dessas verbas. Na decisão, ele citou o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone” como exemplos de que essas indenizações vêm sendo usadas para “turbinar salários”. Em entrevista a Natuza Nery, a cientista política Beatriz Rey, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper, comenta o impacto desse pacote nas contas públicas (quase R$ 800 milhões no Orçamento de 2026) e avalia o efeito simbólico desse gasto. Natuza conversa também com o filósofo e economista Joel Pinheiro da Fonseca. Comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo, Joel analisa o cenário político que permitiu um grande acordo no Congresso para aprovar os reajustes.
Avaliação sobre 10 Anos das metas climáticas do Acordo de Paris realça prioridades, tendências e necessidades; balanço cita ganhos do Pacote de Belém; sugestões incluem aproveitar novas tecnologias digitais e inteligência artificial na implementação.
NESTA EDIÇÃO. Pacote do Congresso contra crimes nos combustíveis corre risco de escorregar para 2027. Petroleira do Kwait estreia no pré-sal brasileiro com compra de fatia de projeto da Shell na Bacia de Santos. Mercado na expectativa de projeto de lei para garantir incentivos a data centers. ***Locução gerada por IA
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (04/02/2026): O Congresso aprovou no primeiro dia de votações após o recesso um pacote de medidas que amplia a remuneração e bônus de servidores do Legislativo e cria cargos no Executivo. Serão 16,3 mil novos postos de trabalho na pasta da Educação e 1,5 mil em Gestão e Inovação. O impacto é estimado em R$ 5,3 bilhões em 2026. Já as gratificações para servidores do Legislativo vão custar cerca de R$ 800 milhões. Os reajustes vão à sanção presidencial. Na Câmara e no Senado, projeto concede a servidor um dia de licença para cada três dias trabalhados, com possibilidade de recebimento em dinheiro. Também serão concedidos reajustes salariais para as carreiras de analista legislativo, técnico legislativo, secretários parlamentares e cargos comissionados, em todos os níveis. E mais: Política: MP Militar pede a perda de patente de Bolsonaro e de mais quatro oficiais Economia: Ex-presidente do Rioprevidência é preso pela PF após voltar dos EUA Internacional: EUA afirmam ter abatido drone do Irã que se aproximou de porta-aviões Metrópole: Roubo de casa no Morumbi acaba em morte de ladrão na Faria LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26 by Governo do Estado de São Paulo
Ações do Casa Paulista, maior programa habitacional da história do estado, incluem início imediato de novas construções e melhorias em 251 cidades e projetos integrados a eixos ferroviários
Ações do Casa Paulista, maior programa habitacional da história do estado, incluem início imediato de novas construções e melhorias em 251 cidades e projetos integrados a eixos ferroviários
Discurso: Sec Marcelo Branco (Habitação) | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26 by Governo do Estado de São Paulo
Marcelo Cardinale Branco - Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação
O Governo aprovou um novo pacote de medidas para a mobilidade, com forte aposta na ferrovia, na alta velocidade e no reforço da segurança dos transportes. Mas o que muda, afinal, com a chamada “Mobilidade 2.0”? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A CGTP convocou, para 28 de fevereiro, uma nova manifestação contra o pacote laboral. Análise de Clara Teixeira.
As tarifas prometem punir países “injustos”, mas quem paga é o consumidor americano. O custo se dilui nos preços, pesa mais sobre os mais pobres e mantém a sensação de vida cara. Thiago de Aragão, analista político No contexto da economia americana de 2025, o novo pacote tarifário funciona, na prática, como um imposto invisível sobre o consumo. Ele é apresentado ao público como uma cobrança sobre países “injustos” ou empresas estrangeiras, mas a mecânica é bem mais simples e menos glamourosa: tarifas entram na estrutura de custos das importações e, direta ou indiretamente, acabam embutidas no preço que o consumidor paga na loja ou no comércio eletrônico. Em vez de aparecer numa linha separada, como imposto de renda ou imposto sobre vendas, esse custo se dilui na etiqueta, o que torna politicamente mais fácil aumentá-lo e muito mais difícil para o eleitor perceber quanto está desembolsando. Do ponto de vista da inflação, o impacto não é explosivo, mas é relevante. As estimativas disponíveis convergem para um efeito de alguns décimos de ponto na inflação anual e, mais importante, para um nível de preços permanentemente mais alto do que num cenário sem tarifas. A inflação pode até desacelerar depois que o choque inicial se esgota e o banco central reage com juros, mas os preços não voltam para trás; o que muda é apenas a velocidade com que continuam subindo. Para quem acompanha o debate de longe, isso pode parecer detalhe técnico; para quem vive de salário, significa algo bem concreto: o aumento de preços acumula ao longo do tempo, enquanto o salário real patina. Esse efeito se concentra sobretudo em bens, como eletroeletrônicos, vestuário, parte dos alimentos processados e itens domésticos em geral, justamente porque são segmentos mais expostos a importações ou a insumos importados. Empresas com poder de mercado repassam boa parte da tarifa ao consumidor; as menores, com menos margem, ficam entre repassar e perder volume, ou segurar preço e sacrificar lucro. Em ambos os casos, o custo está em algum lugar da cadeia, e quase nunca é absorvido por países estrangeiros, como sugere a retórica política. Trata-se de uma combinação de preços mais altos para famílias e compressão de margens para certos negócios domésticos. Peso recai mais sobre famílias de baixa renda A dimensão distributiva é talvez a mais incômoda. Famílias de baixa renda gastam proporcionalmente muito mais em bens essenciais como comida, roupas, transporte básico e utilidades domésticas do que em serviços e lazer sofisticado. Quando tarifas encarecem exatamente esses itens, o resultado é regressivo: quem está na base da pirâmide entrega uma fatia maior da renda para o mesmo carrinho de compras, enquanto quem está no topo tem mais capacidade de absorver o aumento ou substituí-lo por alternativas. Na prática, o país está trocando um sistema tributário minimamente progressivo por um imposto indireto que pesa mais sobre quem tem menos, mas sem assumir isso de forma transparente. Há ainda o efeito sobre a sensação geral de bem-estar econômico. Mesmo que o impacto das tarifas na inflação agregada pareça moderado nos modelos, ele se soma a outros choques, como energia, habitação e crédito caro, num ambiente em que o crescimento do produto interno bruto é ligeiramente mais baixo do que poderia ser. A combinação de crescimento mediado, produtividade fraca e preços persistentemente mais altos gera o que muitos americanos descrevem como uma espécie de estagnação com carestia: não é uma crise aguda, mas um incômodo constante, a sensação de que tudo está um pouco mais caro e a vida um pouco mais apertada. Paradoxo político Esse quadro reforça o paradoxo político do “America First”. A narrativa oficial promete proteger o trabalhador americano, resgatar empregos industriais e fazer o resto do mundo pagar o preço dessa virada nacionalista. A realidade empiricamente observável, pelo menos até aqui, é menos heroica: alguns ganhos pontuais de receita fiscal, impactos limitados sobre retorno de fábricas ao território americano e uma conta difusa que recai, em grande medida, sobre o custo de vida do próprio eleitorado doméstico. Tarifas podem, sim, ter papel tático em disputas geopolíticas ou em setores estratégicos específicos; o problema é transformá-las em política econômica de primeira linha, quase permanente, sem um plano articulado de competitividade, inovação e qualificação que vá além da retórica. A questão que sobra, portanto, não é apenas se as tarifas funcionam em termos de relações comerciais, mas se a sociedade está confortável com o trade-off embutido: menos comércio e menos eficiência em troca de uma sensação de proteção, ao custo de salários reais comprimidos e de um imposto disfarçado nas prateleiras. Em última instância, o eleitor que apoia aumentos tarifários em nome de soberania econômica precisa saber que a conta desse projeto não é abstrata: ela aparece, mês a mês, na fatura do cartão, no supermercado, na loja de roupas e na prestação de cada bem durável comprado a prazo.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 20/12 a 26/12.☕ Café Código FontePrograme sua xícara para o sabor certo!https://cafe.codigofonte.com.br
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Referências do EpisódioNPM Package With 56K Downloads Caught Stealing WhatsApp Messages작전명 아르테미스: HWP 기반 DLL 사이드 로딩 공격 분석Zscaler Threat Hunting Catches Evasive SideWinder APT CampaignTracing a Paper Werewolf campaign through AI-generated decoys and Excel XLLsRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Neste episódio analisamos a decisão da Comissão Europeia nas metas para o fim dos motores a combustão. A indústria automóvel foi sempre muito crítica das políticas de Bruxelas para o setor, incluindo o limite de 2035 para o fim da produção de veículos movidos a gasolina ou gasóleo. Após anos de adoção tímida de elétricos pela população e ao mesmo tempo uma entrada em força de marcas chinesas, a Europa recua. Na segunda parte olhamos para outro tema europeu: o pacote para a habitação. Com Paulo Ribeiro Pinto e Paulo Moutinho numa edição de Hugo Neutel. “A Soma dos Dias” regressa em janeiro.
No Antes Pelo Contrário em podcast, com José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves, a análise e debate sobre o impacto da greve geral na negociação do novo pacote laboral. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O tom foi definido pelo próprio primeiro-ministro e pelo ministro da Presidência no decorrer da greve geral desta quinta-feira, tendo ficando imortalizado no título de um artigo publicado no portal do Governo: “Greve geral – o país está a trabalhar”. No dia seguinte à paralisação, os governantes continuam a relativizar os impactos. O Governo não soube ler o país na questão do pacote laboral? See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo de São Paulo assinou 13 convênios e inaugurou 15 obras que visam fortalecer a infraestrutura e aumentar a segurança da população em várias regiões do Estado de São Paulo na última segunda-feira (dia 1º). As ações fizeram parte do lançamento do plano SP Sempre Alerta – Operação Chuvas, que também entregou viaturas, caminhões-pipas e equipamentos para a Defesa Civil.
Greve Geral dia 11 de Dezembro; Portugal participa na Eurovisão 2026 (?); Trump recebe prémio da paz da FIFA (?); Netflix compra Warner Bros. e HBO; homossexualidade no desporto.
NESTA EDIÇÃO. Ajuda das receitas do setor de petróleo às contas do governo este ano vai ficar abaixo do previsto. Fitch reduz projeções para preço do barril em 2026 e 2027. Geração solar domina expansão do sistema elétrico brasileiro em novembro. União Europeia lança terceiro leilão de hidrogênio, incluindo gás natural. ***Locução gerada por IA
O programa desta semana conta com o regresso de Joana Stichini Vilela, que apresenta uma irritação que se tem vindo a 'prolongar no tempo' - "palavras invasoras": "No outro dia coloquei uma meia de leite para a minha filha e ela disse que estava a beber um latte. Fiquei em choque. Esta coisa é realmente perigosa". Luana do Bem regressa ao tópico dos presentes para reclamar com quem se queixa que a própria é "muito difícil de dar prendas". José de Pina aborda o tema do Pacote Laboral e recorda a greve geral convocada: "Vai ser o teste do algodão para se perceber se os portugueses são mansos ou não". Já Luís Pedro Nunes fala sobre a eleição da palavra do ano e o 'rage bait' em si. Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 5 de dezembro, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
João Ferreira e Ângelo Correia analisam o debate entre Gouveia e Melo e António Filipe. Da discussão ucraniana ao pacote laboral, as discordâncias, tal como no debate de ontem, marcaram a análise.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Referências do EpisódioTwo Years, 17K Downloads: The NPM Malware That Tried to Gaslight Security ScannersCISA Adds One Known Exploited Vulnerability to Catalog[REPORT] Falhas de segurança em versões do ScadaBRAPT36 Python Based ELF Malware Targeting Indian Government EntitiesThor vs. Silver Fox – Uncovering and Defeating a Sophisticated ValleyRat CampaignRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
A COP30 aprovou no sábado (22) o Pacote de Belém, seu acordo final. O compromisso trouxe avanços na agenda de adaptação e transição justa, mas decepcionou por não ter uma linguagem forte contra as principais causas da mudança climática: o desmatamento e os combustíveis fósseis. O Durma com Essa desta quarta-feira (26) recupera os principais eventos da conferência do clima, que o Nexo acompanhou de perto, em Belém, e explica: o que marcou a COP30? E o que fica para a COP31? O programa desta semana tem também Carolina Alves fazendo o balanço do Inesc sobre a COP30 e Manuela Nogueira falando sobre mulheres em cargos públicos de decisão. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Quer entender por que a COP30 pode cair na sua prova do CACD? Este episódio do Atualiza e Revisa é a sua revisão estratégica sobre a Conferência do Clima da ONU realizada em Belém do Pará. A COP30 encerrou com o Pacote de Belém, um conjunto de 29 decisões que marca a transição das promessas para a implementação do Acordo de Paris. Aqui você vai descobrir: ✔ O que foi decidido: financiamento triplicado até 2035, Meta Global de Adaptação com 59 indicadores, Decisão Mutirão (Acelerador Global + Missão Belém 1,5°C), Plano de Ação de Gênero e mecanismo de transição justa. ✔ O que ficou de fora: roteiro para combustíveis fósseis e as controvérsias que dividiram países. ✔ Como isso se conecta com Política Internacional, Direito Internacional, Geografia e Economia no edital do CACD. ✔ Números-chave para memorizar: 29 decisões, 59 indicadores, 122 NDCs, triplicar financiamento até 2035. ✔ Iniciativas estratégicas: RAIZ (restauração produtiva com co-investimento) e Plano de Saúde de Belém (US$ 300 milhões para sistemas resilientes).
Episódio postado em 21 de novembro de 2025. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam a aprovação do texto-base do PL Antifacção, que saiu da Câmara reescrito pelo secretário de Segurança de São Paulo Guilherme Derrite com penas ampliadas e uma estrutura criticada pela PF e pelo próprio governo. No segundo bloco, o trio discute a reta final da contagem regressiva para a prisão de Jair Bolsonaro, com o acórdão publicado, prazos correndo e movimentos políticos para tentar evitar a Papuda. E no terceiro bloco, conversam com Bernardo Esteves, de Belém, sobre a reta final da COP30, os impasses nos indicadores de adaptação e o esforço do Brasil para costurar o Pacote de Belém. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:21 2º bloco: 27:02 3º bloco: 39:52 Kinder Ovo: 51:55 Momento Cabeção: 53:04 Correio Elegante: 58:28 Créditos: 01:02:26 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft88 Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira, Carolina Moraes e Mari Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Gilberto Porcidônio Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
BILHETES ARRAIAL:https://ticketline.sapo.pt/evento/-arraial-vitor-sa-99200?fromTopList=1BILHETES DOUBLES: https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-doubles-97629BILHETES LABS:https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa
Fala galera, segue aqui o episódio da semana, bons sustos!
Revoltados com cortes de cargos, integrantes de partidos como União Brasil e PP defendem retaliar o governo federal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Com a participação de Élcio Bento, analista da Safras & Mercado.
Pacote tecnológico deve ser reduzido em muitas lavouras do estado
Convidado: Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV A chamada PEC da Blindagem voltou à pauta da Câmara após o acordo para que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) retomasse a cadeira dele, tomada por deputados da oposição em um motim no início do mês. Junto com o texto que blinda políticos, também está em discussão sobre o fim do foro privilegiado e o projeto que cria novas regras para que partidos entrem com ações no Supremo. Nesta quarta-feira (27), Motta afirmou que a discussão em torno do texto é um “direito do Congresso” e tem como objetivo dar maior “independência” à atividade parlamentar. Até o fim da noite da quarta-feira, o texto ainda estava em aberto e não havia consenso para a votação. Na prática, a PEC da Blindagem pode dificultar investigações sobre parlamentares, como explica o cientista político Cláudio Couto em conversa com Natuza Nery neste episódio. “A gente vai criar uma oligarquia que pode ficar de costas para a sociedade”, avalia o professor da FGV. Cláudio explica também como uma combinação de fatores fez com que o pacote de propostas avançasse neste momento no Congresso, às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF.
Pacote informa usuários sobre atividades de saúde mental que devem ser levadas a cabo e que decisões priorizar com base em financiamentos disponíveis; lista de indicadores avalia alcance e impacto das medidas.
Presidente da Câmara de Trancoso elogia medidas e destaca apoio aos agricultores. Presidente da Câmara de S. João da Pesqueira avisa que é preciso mais prevenção. Autarcas pedem "rapidez e agilidade".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Lula anunciou uma medida provisória que cria uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para empresas brasileiras afetadas pela sobretaxa de 50% imposta pelos Estados Unidos no governo Trump. O mercado reagiu positivamente, mas o pacote ainda precisa de ajustes para atingir todos os setores impactados.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a obstrução das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado por parlamentares bolsonaristas que decidiram rasgar o Regimento de ambas as Casas, afrontar a Constituição e manchar a história do Congresso fazendo-o refém de uma chantagem. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam o pacote de reforços preparados no Flamengo e os altos valores gastos pelos clubes mais ricos do país em contratações, a crise no Corinthians com direito a protestos, os problemas de Atlético-MG e Vasco, além da rodada do Brasileirão
Alexandre Garcia comenta pacote de corte de gastos e impostos nos EUA, fake news do PT em favor de mais imposto, cúpula esvaziada dos Brics e ataque hacker ao sistema financeiro.
Medidas como uma possível revogação de medida provisória é vista como reação à decisão de Lula de ir ao STF contra o fim do IOF petista.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Alexandre Garcia comenta novo pacote de Fernando Haddad, falas de Lula sobre Rússia e guerra na Ucrânia, e reação de Gustavo Petro a atentado contra pré-candidato na Colômbia.