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La Inedia y sus consecuencias(8p-t12) Por FACEBOOK: https://www.facebook.com/Nemesis-Radio-1550831935166728/ Podcast de NEMESIS RADIO: http://www.ivoox.com/podcast-podcast-nemesis-radio_sq_f1133446_1.html CANAL MISTERIOS DE IVOOX: https://www.ivoox.com/escuchar-canal-misterios-ivoox_nq_2594_1.html Canal misterios de Ivoox: https://www.facebook.com/canalmisteriosdeIvoox/ YOU TUBE: https://www.youtube.com/channel/UC7PD6Knea7eWw88rLp0vR0w E-MAIL: nemesisradiomurcia@gmail.com Por Internet a través de nuestras webs: frecuenciamurcia.es -Esta noche tendremos con nosotros a un querido amigo y colaborador del programa, Miguel Ángel Ruíz, con él hablaremos del porqué de su libro “La Destrucción Planificada de La Infancia”. -En HISTORIAS, CUENTOS Y LEYENDAS, vamos a tener a nuestro compañero, el Investigador, Escritor y Divulgador Paco López Mengüal, que en “Vida de Santos” nos narrará la Historia de “San Cosme y San Damián, los santos Médicos” -En la sección de PEQUEÑO RELATOS QUE DEJARON HUELLA EN EL MUNDO DEL MISTERIO, esta noche será el maestro Fernando Jiménez del oso el que nos hable de, “Ovnis y las Extrañas nubes” -Y terminaremos con nuestro DEBATE, con nuestros contertulios Salvador Sandoval, Alfonso Sánchez Hermosilla y Carlos Lorenzo, debatiremos sobre un interesante y más que controvertido tema, “Inedia… ¿Una peligrosa práctica de ayuno para la salud?” “El camino es largo y está a punto de comenzar… Compinches de la noche, poneos cómodos, agudizad las orejas que empezamos…” (NEMESIS RADIO NO SE HACE RESPONSABLE DE LOS COMENTARIOS DE LOS CONTERTULIOS E INVITADOS QUE PARTICIPAN EN DICHO PROGRAMA) DIRIGEN Y PRESENTAN ANTONIO PÉREZ Y JOSÉ ANTº MARTÍNEZ
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
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Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos a Dr. José Israel Ibarra González, Profesor-Investigador de Migración y Derechos Humanos de El Colegio de la Frontera Norte Unidad Nogales. Egresado del doctorado en Estudios de Migración de El Colef. Investigador invitado de Continente Móvil, para elMigranálisis, un espacio donde convergen la migración y la comunicación con un enfoque científico. Tema: Recuento de 2025y expectativas 2026 en la agenda migratoria#Uniradioinforma
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EN LA TRINCHERA con Gustavo Tubio 10-12-2025 Entrevistas a: Sebastian Halperin @SebasHalperin (Sociólogo y Politólogo, Investigador de Opinión Pública) Ricardo Alfonsín @RICALFONSIN (Político Argentino)
Sebastian Halperin @SebasHalperin (Sociólogo y Politólogo, Investigador de Opinión Pública) En La Trinchera @trinchera_en
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos al Dr. José Israel Ibarra González, Profesor-Investigador de Migración y Derechos Humanos de El Colegiode la Frontera Norte Unidad Nogales. Egresado del doctorado en Estudios deMigración de El Colef. Investigador invitado de Continente Móvil, para el Migranálisis, un espacio donde convergen la migración y la comunicación con un enfoque científico. Tema: La mitad de estadounidenses quiere mantener migración legal igual, revela encuesta AP-NORC: Hay cambios interesantes de enero a septiembre #Uniradioinforma
Jorge Geffner (Doctor en Bioquímica, Investigador Superior de CONICET) En Foco @DARIOLOPREITE
Martín Maldonado (Investigador del CONICET) Unas Cuantas Verdades @marianoobarrio
Bienestar Organizacional, de José Iván Guerrero y Mario Toledo. Es un libro que está transformando la manera en que entendemos el trabajo y a las organizaciones: una guía práctica para convertir a las empresas en espacios donde las personas realmente puedan florecer. Los autores combinan investigación sólida con casos reales de compañías que han logrado algo fundamental: hacer del bienestar una ventaja competitiva. Otro de los libros que estamos presentando hoy en el marco de FIL 2025 es “Ambientes positivos, Cómo generar confianza, aprecio y apoyo para crear una organización diversa e incluyente”. Un libro pensado para ayudar a las empresas a crear ambientes positivos donde los colaboradores realmente quieran estar. Te invitamos conocerlos en compañía de sus autores, Mario Toledo, Investigador especializado en medir el impacto de los riesgos psicosociales y de las prácticas positivas dentro de las organizaciones.; en vivo en El Expresso de las 10 desde Expo Guadalajara.
Os Primórdios dp Sindicalismo e a OIT. Com Manuel Carvalho da Silva, Sociólogo, Investigador, antigo dirigente da CGTP
Treinta y un años después de su erradicación, la peste porcina africana (PPA) ha regresado a España. Un brote detectado en jabalíes en la sierra de Barcelona ha puesto en máxima alerta a uno de los sectores ganaderos más potentes de Europa, el porcino español, que es el primer productor de la UE y el tercero del mundo. Con unas exportaciones que rozan los 9.000 millones de euros anuales, la reaparición de este virus ha suscitado una enorme preocupación económica y sanitaria.El virus de la PPA, que no afecta a los seres humanos, presenta una letalidad de casi el 100% en los cerdos, que mueren en una o dos semanas tras la infección. Así lo ha explicado el doctor en Veterinaria e investigador Nacho de Blas, en el programa 'Herrera en COPE', donde destacó su enorme resistencia: “es un virus que aguanta muy bien, puede aguantar años en carne congelada, meses en refrigerada, y en curados y embutidos puede durar incluso varios meses”.La principal hipótesis sobre la llegada ...
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Sebastian Halperin @SebasHalperin (Sociólogo y Politólogo, Investigador de Opinión Pública) En La Trinchera @trinchera_en
EN LA TRINCHERA con Gustavo Tubio 28-11-2025 Entrevista a: Sebastian Halperin @SebasHalperin (Sociólogo y Politólogo, Investigador de Opinión Pública)
¿Invasión de hormigas? En Vuelo de Regreso hablamos con Luis Calcaterra, investigador del Conicet y especialista en el estudio de especies invasivas. Con Santiago Pont Lezica y Gisela Larsen De 17 a 19 FM MILENIUM
Gustavo Prado (México, 1970), Investigador, curador, docente y especialista en tendencias, moda y cultura visual en México. Estudió Ciencias de la Cultura en el Claustro de Sor Juana y diseño en La Esmeralda; tiene una maestría en Gestión Cultural. Curador en el Centro de la Imagen (1994–2007), organizador de Fotoseptiembre, fundador de Ex-Teresa Arte Actual. Enseñó fotografía digital, fue director de carrera de diseño de moda en CEDIM (2016–2017), y actualmente es curador en el Foto Museo Cuatro Caminos. Fundador y director de Trendo.mx, agencia de análisis de tendencias; autor del libro y documental. Participa en medios como “Me lo dijo Adela” ('Trapos Trendo') y “Que Pei!”, y curó la exposición ‘Pasado de Moda' en 2024.
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Hablamos con Marcos Pérez, ingeniero e investigador de accidentes de tráfico dentro del Congreso Internacional de Investigación de Accidentes de Tráfico CESVIMAP 2025 1. Quién es Marcos Pérez y a qué se dedica • Ingeniero mecánico, reconstructor e investigador de accidentes de tráfico. • También es ponente en el Congreso de Investigación de Accidentes de Tráfico. • Trayectoria: • Empieza en el Departamento de Ingeniería Mecánica de la Universidad de Vigo. • Allí se integra en un grupo de investigación de accidentes de tráfico. • Lleva trabajando en esto desde 2001. • En 2007, al terminar su proyecto fin de carrera y finalizar el proyecto universitario, crea una empresa independiente junto con su antiguo jefe (ahora socio), centrada en: • Investigación y reconstrucción de accidentes. • Temas técnicos ligados al automóvil. 2. La “caja negra” que todos llevamos: el teléfono móvil • Idea central de su ponencia: • Además de las “cajas negras” de aviones o EDR en vehículos, todos llevamos una especie de caja negra en el bolsillo: el móvil. • Las compañías de telefonía y servicios (ej. Google) registran movimientos y ubicaciones de las personas. • La DGT ya hizo un piloto hace años usando datos de posicionamiento de móviles para estudiar movimientos de la población. • Marcos explica cómo extraer esos datos de los teléfonos y utilizarlos en: • Investigación de accidentes de tráfico. • Determinación de la posición y trayectoria de una persona. 3. Aplicación práctica: atropellos de peatones • Más allá de coches y motos, el móvil es muy útil en atropellos de peatones. • Si el peatón lleva el móvil encima (bolsillo, mochila, etc.), se pueden obtener: • Trayectoria previa (por dónde venía caminando). • Velocidad del peatón en un instante concreto, via GPS. • Si ese instante coincide o está muy próximo al momento del accidente: • Se obtiene un dato de velocidad muy fiable. • Ese dato ayuda a reconstruir qué estaba haciendo el peatón y puede aportar indicios relevantes sobre la responsabilidad en el atropello. • Importante: no sustituye a las demás pruebas, es una fuente de datos adicional. 4. Evolución de la calidad de los datos de ubicación • Antes, si se llevaba el GPS del móvil activado, se registraba un dato de localización cada segundo o casi. • Cambios recientes por normativa europea de privacidad: • Se limita la recogida y almacenamiento de datos en servidores (ej. Google). • Ahora la información se almacena mucho más en el propio móvil y menos en la nube. • El móvil tiene capacidad limitada, así que guarda menos puntos de datos. • Ejemplo personal de Marcos: • Historial de ubicaciones activado desde 2013. • Antes: el archivo ocupaba unos 2 GB. • Ahora: ocupa solo 78 MB. • Conclusión: la densidad y continuidad del dato se ha reducido mucho, lo que limita la precisión temporal para reconstrucción. 5. Especialización en automóvil: más allá de la reconstrucción “clásica” La empresa de Marcos se ha ido especializando de forma muy vertical en el automóvil: 1. Reconstrucción de accidentes de tráfico 2. Accidentes singulares / reclamaciones singulares: • Airbags que no se activan o que funcionan de forma presuntamente incorrecta. • Posibles defectos de funcionamiento de vehículos. 3. Análisis de averías en garantía: • Evaluación técnica de averías en vehículos aún en periodo de garantía. 4. Investigación de incendios en vehículos: • Investigan la causa técnica del incendio, no valoran económicamente (no hacen la peritación de daños). • Analizan incendios en vehículos y, en algunos casos, incendios en estructuras solo cuando hay un vehículo implicado. 6. Casos complejos y colaboración con Guardia Civil (UCO) • Su alta especialización en automóvil les lleva a colaborar en casos de relevancia penal y mediática: • Colaboración con la UCO de la Guardia Civil en el caso DIANA QUER: • Su empresa ayudó a identificar un vehículo a partir de imágenes. • Otros casos citados: • Caso Manuel Achavero (Badajoz). • Un caso en Valladolid que todavía no está juzgado. • También se encuentran con: • Guardarraíles (biondas) que funcionan y otros que no, • Colisiones con otros medios de transporte. • Hay temas que aún no puede detallar porque están pendientes de resolución judicial, con compromiso de explicarlos en profundidad una vez estén juzgados. Vídeo completo: https://youtu.be/ZpMOeuSaDAE?si=vBMdNQ8jbWb2S5_e
Entrevista con José Luis Ayestarán, perito e investigador de accidentes de tráfico dentro del Congreso Internacional de Investigación de Accidentes de Tráfico CESVIMAP 2025 José Luis Ayestarán • Trayectoria y vínculo con CESVIMAP y MAPFRE • Empezó en CESVIMAP en 1985, en Ávila, y luego fue destinado a Galicia por su alta siniestralidad. • Destaca que CESVIMAP fue pionero en la formación de peritos cuando no había casi normativa ni escuelas específicas, y que hoy sigue marcando el camino con crash tests, investigación y formación conjunta para peritos, policías y Guardia Civil. • Evolución de la reconstrucción de accidentes en España • Antes casi nadie se formaba de manera reglada; hoy hay universidades y posgrados (como el de la UPM) y congresos específicos. • CESVIMAP ha pasado de enseñar lo básico a impulsar investigación avanzada y ensayos reales como los crash tests del congreso. • Concepto clave: la evitabilidad del accidente • No basta con saber quién “causó” el accidente: ahora se analiza si el conductor podía haber evitado el atropello aunque el peatón lo hiciera mal. • Ejemplo: peatón cruzando por donde no debe; se estudia si el conductor circulaba correctamente y, aun así, si tuvo margen para evitar el impacto. • Protección especial a menores de 14 años (Ley 35/2015) • Menores de 14 años nunca son responsables civilmente en un atropello, aunque crucen mal. • La aseguradora debe indemnizar al 100% al menor por sus lesiones, por pura protección de la víctima. • Si el menor fallece, la indemnización a los padres se matiza porque puede haber negligencia en la vigilancia; el objetivo es proteger el futuro del niño, no “premiar” una mala actuación de los adultos. • Lógica del sistema de indemnizaciones • La cuantía no solo depende de la vida perdida, sino del impacto económico y familiar: no es lo mismo alguien sin cargas que quien mantiene a pareja, hijos y padres. • El sistema busca la indemnidad económica de la familia (que no se hunda por el accidente), copiado en buena parte de la filosofía europea. • Consorcio de Compensación de Seguros • Si el vehículo no tiene seguro, el Consorcio asume el 100% de los daños a las víctimas y luego intenta recobrarlos del responsable. • El ciudadano víctima no se queda desprotegido aunque el culpable incumpla. • Nivel de España vs. otros países • España está muy bien posicionada en investigación y reconstrucción: • ERAT / DIRAT / equipos periféricos de la Guardia Civil, • policías locales y autonómicas cada vez más formadas, • varios gabinetes privados muy potentes. • En Estados Unidos la reconstrucción es muy potente porque las consecuencias penales son enormes (muchos años de cárcel por una negligencia grave), pero en cuanto a técnica no estamos por detrás y en algunos países europeos o latinoamericanos estamos por delante. • Gabinetes privados vs. administración • Hay muchos gabinetes, pero solo unos pocos trabajan reconstrucción de forma profunda y continua (menciona que serán 3–4 en España con ese nivel). • La Guardia Civil (Escuela de Tráfico) y algunas policías autonómicas han dado un salto grande, pero en muchos ayuntamientos falta tiempo y medios: el mismo agente que hace atestados está luego regulando un paso de cebra. • Formación y esfuerzos personales • Mucha formación en ayuntamientos y cuerpos pequeños depende del amor propio del policía: cursos en su tiempo libre, pagar formación de su bolsillo, usar herramientas externas. • Su gabinete ha creado materiales de educación vial para niños y una web con cálculos de accidentes accesibles vía QR, que usan muchos policías locales como apoyo cuando no tienen software especializado.
Entrevista a Juan Carlos Linaza, especialista en investigación de incendios, dentro del Congreso Internacional de Investigación de Accidentes de Tráfico CESVIMAP 2025 1. Quién es y cómo llega a la investigación de incendios • Juan Carlos Linaza es ingeniero y lleva más de 25–26 años dedicado a la seguridad contra incendios y a la investigación de incendios y explosiones. • Empieza en la Escuela de Ingeniería, trabajando en proyectos de seguridad contra incendios. • Su carrera profesional se vincula después a aseguradoras y a la investigación de daños por incendio, lo que desemboca en investigar el “por qué, dónde y cómo” de los incendios. 2. Peso de los vehículos en su trabajo • Inicialmente su trabajo se centraba más en incendios industriales. • Desde aproximadamente 2015–2016 ha investigado más de 800 incendios en vehículos. • Ha habido años en los que solo ha investigado incendios de vehículos, lo que implica: • Muestra muy significativa. • Experiencia suficiente para distinguir patrones reales de causas. 3. Mitos y realidad: vehículos eléctricos y riesgo de incendio • Reconoce que, mediáticamente, parece que los vehículos eléctricos e híbridos se incendian “todo el rato”. • Su experiencia profesional indica que: • Ha visto pocos incendios cuya causa principal sea el sistema eléctrico de tracción (batería, etc.) de un vehículo eléctrico. • La electricidad está presente en todos los vehículos (combustión, híbridos, microhíbridos…), por lo que siempre hay componentes eléctricos implicados de algún modo. • Considera “irracional” la histeria específica contra el coche eléctrico, viniendo de alguien que ha investigado más de 800 incendios de vehículos. • Mensaje de fondo: • Todos los tipos de vehículos pueden arder. • En los eléctricos, el problema mayor está en la extinción y gestión del incendio, no en que se incendien mucho más que los de combustión. 4. Causas típicas de incendios en vehículos 4.1. Vehículos en marcha En vehículos circulando, las causas habituales incluyen: • Instalación eléctrica del vehículo: • Zonas que “sufren” más por temperatura, vibración, rozamiento, malas conexiones. • Pérdida de líquidos combustibles o inflamables: • Combustible o aceites que gotean. • Vapores que se inflaman al contactar con superficies muy calientes (por ejemplo, el escape). • Fallo por rozamiento mecánico: • Correas, poleas u otros componentes que trabajan forzados. • Sistemas de escape / post-tratamiento: • Pérdidas de estanqueidad o fugas que inciden sobre plásticos u otros materiales combustibles. • En resumen: mecánica, temperaturas elevadas y electricidad interaccionan en un abanico amplio de posibilidades. 4.2. Vehículos estacionados Distingue dos fases temporales: 1. Primeros 30–40 minutos tras aparcar • Todavía pueden producirse incendios por causas mecánicas o térmicas: • Componentes calientes. • Rozamientos residuales. 2. A partir de ese tiempo • Predominan causas: • Eléctricas: • Fallos de derivación a masa/tierra en el circuito alternador – motor de arranque – batería (los más frecuentes). • Fallos en cualquier tramo de la instalación eléctrica. • Intencionadas: • Fraude (relacionado con seguros). • Vandalismo. • Otros motivos de tipo “pirómano”. 5. Vehículos antiguos vs mantenimiento • La clave no es tanto vehículo antiguo = más incendios, sino vehículo mal mantenido = más riesgo. • Un vehículo antiguo bien mantenido: • Tiene menos probabilidad de fallo. • Además, suele tener menos complejidad electrónica y de sistemas, lo que reduce puntos potenciales de fallo. • A medida que se añaden sistemas y tecnología (aunque sean de seguridad), aumenta la complejidad global, y con ello la probabilidad de fallo en algún componente. 6. Recomendación final para los conductores Consejo sencillo y directo para evitar incendios en cualquier tipo de vehículo: • Mantenimiento correcto y periódico: • Revisiones según pauta del fabricante. • Comprobaciones realizadas por profesionales cualificados. • Mantener el vehículo en buen estado general, sin posponer: • Averías eléctricas “pequeñas”. • Pérdidas de líquidos. • Olores a quemado, plásticos recalentados o cables. Vídeo completo: https://youtu.be/ZpMOeuSaDAE?si=vBMdNQ8jbWb2S5_e
Londres ameaça restringir vistos a angolanos, se Luanda não aceitar deportações. Investigador diz que situação pode provocar conflito "diplomático e económico-financeiro". Trinta e quatro anos depois da assinatura em Lisboa, qual é hoje o peso histórico e político dos Acordos de Bicesse? África do Sul prepara-se para receber os principais atores económicos do mundo na cimeira anual do G20.
Por FACEBOOK: https://www.facebook.com/Nemesis-Radio-1550831935166728/ Podcast de NEMESIS RADIO: http://www.ivoox.com/podcast-podcast-nemesis-radio_sq_f1133446_1.html CANAL MISTERIOS DE IVOOX: https://www.ivoox.com/escuchar-canal-misterios-ivoox_nq_2594_1.html Canal misterios de Ivoox: https://www.facebook.com/canalmisteriosdeIvoox/ YOU TUBE: https://www.youtube.com/channel/UC7PD6Knea7eWw88rLp0vR0w E-MAIL: nemesisradiomurcia@gmail.com Por Internet a través de nuestras webs: frecuenciamurcia.es -Esta noche tendremos al periodista Juan Antonio Sanz, que, como “Cazador de historias de Vampiros y Vampiras, Altezas del Abismo” nos hablará del resultado de su investigación por todo el mundo, sobre el fenómeno del vampirismo en todas sus facetas. -En HISTORIAS, CUENTOS Y LEYENDAS, vamos a tener a nuestro compañero, el Investigador, Escritor y Divulgador Paco López Mengüal, que en “Vida de Santos” nos narrará la Historia de “San Vito” -Y terminaremos con nuestro DEBATE, con nuestros contertulios Ana Theysser, Karmen Soriano y Ryoko Ruíz, debatiremos sobre un interesante y más que controvertido tema, Día de Santos, ¿Vuelven los Muertos a estar con nosotros y por qué? “El camino es largo y está a punto de comenzar… Compinches de la noche, poneos cómodos, agudizad las orejas que empezamos…” (NEMESIS RADIO NO SE HACE RESPONSABLE DE LOS COMENTARIOS DE LOS CONTERTULIOS E INVITADOS QUE PARTICIPAN EN DICHO PROGRAMA) DIRIGEN Y PRESENTAN ANTONIO PÉREZ Y JOSÉ ANTº MARTÍNEZ
Protagonizan Ágora: Diego Gutiérrez, Premio Nacional de Informática (Sociedad Científica Española de Informática), Ana Serrano, que ha conseguido una Starting Grant (ERC) y cuenta con numerosos premios prestigiosos, y una de las últimas incorporaciones talentosas al grupo, Julia Guerrero, que ha sido galardonada con el Premio SCIE-ZONTA-SNGULAR y es además una de las doctorandas más brillantes del mundo en el ámbito de la Informática Grafica. Todos pertenecen, junto a otros colegas brillantes como Belén Masiá o Adrián Jarabo, al mismo grupo de Investigación, el Graphic and Imagine Lab (I3A, Universidad de Zaragoza). Merecen, como poco, un programa entero.
El Juicio Investigador by La Voz de la Esperanza
Javier Martin Reyes, Investigador del Instituto de investigaciones jurídicas de la UNAM
La novela gráfica de Sara Varon, está inspirada en la eutanasia del perro de la autora y el sentimiento de que aunque era lo mejor para el animal, ella siente que lo abandona y necesita contar su historia. Ésta sirve de inspiración para la película animada, Mi amigo Robot. La película "recurre a los animales antropomorfos que funcionan muy bien en el mundo de la fábula, porque en la fábula, la identificación es más fácil cuando no es un humano que se pueda parecer a nosotros”, dice Pablo Berger, director de la cinta. Cuenta la historia de Dog, un perro solitario que vive en NY que decide adquirir un Robot. La cinta habla acerca de la memoria, la amistad y las segundas oportunidades.Durante el Bazar Especializado para animales, en la colonia Nonoalco, habrá venta de productos además de pláticas y dos funciones del "mystery experience", es decir un juego de rol, en el cual se aprende a ser Investigador forense por un día, cuenta Paco Colmenares, director, de Best Friend. La MVZ Adriana Díaz, comparte la triste experiencia, de apenas hace unas semanas, de la muerte de su perro por torsión gástrica. "No se sabe muy bien qué pasa, si no se podría frenar esta patología, pero básicamente esto se debe a una disbiosis, un cambio en las bacterias productoras de gas”, dice Díaz. Se producen más de lo normal por lo que se infla el abdomen lo que provoca el cierre del estomago y del píloro con lo que el estomago gira en su propio eje. En la segunda parte de la plática con la abogada Susana Ramírez, explica que "el tribunal Superior, dio el fallo por unanimidad para impedir la venta de animales vivos en los mercados públicos. Lo dieron bajo el argumento de que fueron violados los derechos fundamentales de los animales y que hubo omisión de todas y cada una de las autoridades responsables", explica Ramírez, del despacho Va por sus Derechos. Pese a que la ley prohibe la venta de animales, en la misma, unos artículos más abajo dice que "se regula la venta de especies no humanas siempre y cuando se tengan en buenas condiciones de salud, sin maltrato y que se entregue un certificado de salud por un veterinario que debe estar en la planta del comercio”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Juan Jesús “Tito” Garza Onofre, Investigador del Instituto de investigaciones jurídicas de la UNAM
Jorge Luis Vazquez Aguirre, Investigador en Ciencias Atmosféricas Universidad Veracruzana y miembro de la red de desastres asociados a Fenómenos hidrometeorologicos y Climáticos
Un nuevo 808 Radio en Radio Castilla-La Mancha que nos descubre las últimas creaciones de Dj Seinfeld junto a Confidence Man, Paul Kalkbrenner o Roman Flügel entre muchos otros. Pone en marcha el Generador de Ideas junto al investigador del Museo Nacional de Ciencias Naturales del e Investigador afiliado de la Fundación Centro de Investigación en Enfermedades Neurológicas Emiliano Bruner y Salvana está Al Habla presentando su álbum debut: “Reversia”. La Lista I: BeatLove - I feel your dancing Paul Kalkbrenner - DREAMING ON [Columbia/B1] Adhémar - The Oak Tree [Oslated] Moteka VS Alae - Flax Seeds [After O'Clock] MONOKRØM (AT) - Parallel Code [Xelima] Al Habla: Salvana pres. “Reversia”. La Lista II: Salvana – Metamorfina [Intromúsica] Katatonic Silentio - Coral Reflections [A Walking Contradiction] Romain FX - Musique De Maison [Sound Of Vast] Fur Voice - It's Over [Mutabor] Eusebeia - By the Light of the Moon [Livity Sound] niev - Not A [Nein Records] ཬɷԾㅍ ꉺლ༽༼இ•̛)ྀ◞ ༎ຶ ლ༽இ•̛)ྀ◞☼⃝◞⊖◟☼⃝ ◉፨∷▲∵⣎⡇ ⃝͢ oOo▲༎ຶ ༽ৣৢ؞ৢ؞ؙؖ⁽⁾ا⦁⁾⁽ؙۜؖء؞ૣ࿆˜☼⃝◞⊖◟☼⃝ ◉፨∷▲∵⣎⡇ ⃝͢ La Lista III: Shinedoe - Stand Up [MTM] Sara Miller - Odyssey [Permanent Vacation] The Grid - Floatation (Prins Thomas Remix) [Is It Balearic? Recordings] PVAS - Boba [Kapsela Records] HOTPRETTY - FA925 [Belters 4U] DJ Seinfeld & Confidence Man - The Right [Ninja Tune] Generador de Ideas: Emiliano Bruner, el futuro de un cíborg. La Lista IV: Efdemin - Signal to Noise [Ostgut Ton] Z.I.P.P.O / Lake Haze - Modular Processed Data (Mixed) [Fides] Dj Ali - Polar [Global Pulse] Baxter Dury - Allbarone (Parrot & Cocker Too Remix) [Heavenly Recordings] Klint - Remote [Planet Rhythm] Roman Flugel - Shameless [Phonica] Jordan Boyd - THE 1
Entrevista Martín Alesina - Economista e investigador de CERES by En Perspectiva
El presupuesto: la mejor opción.
Investigador, assistente social, é filho de dois ativistas e, talvez por isso, o seu lado mais solidário se tenha evidenciado e tenha feito disso o seu percurso profissional. Acompanha e ajuda quem tem uma voz menos visível.
El 15 de mayo de 2025 hablamos aquí de la fundación “Akram Loubad” impulsada por el prestigioso cardiólogo catalán de origen palestino, Akram Loubad, cuya misión será proporcionar atención cardiológica en Gaza. Y 141 días después, estamos a la espera de la respuesta de Hamás al plan propuesto por Estados Unidos mientras Israel bloquea la ciudad de Gaza, siguen asesinando a civiles. Hablamos con Akram Loubad. Hace 15 días por el día Mundial del Alzheimer, nos acercarnos brevemente a como funciona la memoria. Hoy lo retomamos hablando de memoria y estilo de vida con Nazaret Castellanos. Lo del cambio climático es una realidad que no se puede cuestionar. Durante este mes de septiembre distintos investigadores y científicos están estudiando los glaciares del Pirineo para descubrir como se comporta el clima y estudiar sus variaciones. Hablamos con Jesús Revuelto es Investigador del Instituto Pirenaico de Ecología, concretamente del grupo Cryopyr, especializado en el seguimiento de glaciares,nieve y permafrost.
Javier Martin Reyes, Investigador del Instituto de investigaciones jurídicas de la UNAM
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La ABC cancela el programa del cómico Jimmy Kimmel por los comentarios del cómico sobre Charlie Kirk.José Antonio Guerrero, investigador de hematología y oncología ha vuelto a España en bicicleta desde Cambridge
VIII Bienvenidos, lunáticos, a este viaje tan especial… el programa número 200 de La Llamada de la Luna. Han sido muchas las sendas recorridas, muchas las preguntas lanzadas al vacío, esperando algún eco en la penumbra. Y hoy, en este episodio tan señalado, regresan aquellos que, con su voz, su mirada y su curiosidad, han arrojado luz sobre lo desconocido: investigadores, periodistas y testigos que han compartido con nosotros la aventura del misterio. No es un programa cualquiera. Es el número 200. Una reunión de voces, de saberes y de interrogantes que todavía resuenan en la oscuridad. Cada emisión ha sido un paso hacia lo inexplicable. Cada palabra, una pequeña llave que abre puertas veladas. Y hoy, esas puertas suman doscientas. Doscientas huellas que hemos dejado juntos en el tiempo. Cada uno de nuestros invitados ha sido, de verdad, una “puerta abierta” al misterio, un faro que ilumina lo desconocido y nos permite asomarnos a mundos insólitos. Sus pasiones, su conocimiento y su experiencia han dejado huella en la historia del misterio en España, Europa y en definitiva, en el mundo. Contamos con la presencia de reconocidos investigadores, periodistas,magos, diseñadores, directores, escritores, productores y divulgadores del misterio. Estos son nuestros invitados de hoy… Pablo Villarrubia – Doctor en Ciencias de la información la Universidad Complutense de Madrid. Combina los reportajes que publica periódicamente con nuevos libros y sus colaboraciones en distintos medios de comunicación, sea prensa, radio o televisión para España y Brasil. Actualmente es reportero-guionista del programa Cuarto Milenio de Iker Jiménez. Javier Arríes – Licenciado en Ciencias Físicas por la UNIVERSIDAD Complutense de Madrid en la especialidad de Física de la Tierra y del Cosmos. Apasionado desde joven por la ciencia y lo mágico, ha dedicado más de cuarenta años a investigar lo insólito, publicando seis libros y numerosos artículos, además de colaborar en radio y mantener una sección en Una Noche en el Laberinto de RNE. José Luis Hernández Garvi – Escritor y divulgador histórico. Como tal, sus artículos aparecen habitualmente en las páginas de revistas como Historia de Iberia Vieja, Muy Historia o Revista Española de Historia Militar. También colabora en varios medios de comunicación y son destacadas sus apariciones televisivas en el programa «Cuarto Milenio», en Cuatro TV. En su faceta como ensayista es autor de los libros Episodios ocultos del franquismo o Glorias y miserias imperiales, entre otros y galardonado con más de 30 premios. Félix Friaza – Investigador y “curioso por defecto” especializado en casos paranormales. Conocido por sus estudios sobre la “Plaza de los Aparecidos” en Albacete, caso que ha abordado en programas de radio del misterio. Director del podcast “La Academia de los Nocturnos” John Dee – Apasionado por el misterio, crea el pódcast Incognito File, en el que comparte investigaciones nutridas de la prensa anglosajona y en colaboración con otros divulgadores del género. Esa misma inquietud lo lleva a dar el salto a la escritura de la mano de la editorial Guante Blanco, donde publica dos obras: “Los cuervos de Amityville”, en la que aborda uno de los episodios más oscuros y enigmáticos del terror contemporáneo, y una segunda obra que consolida su voz dentro del panorama literario del misterio “Sasquatch, la tribu de los hombres peludos de las montañas”. Javier Resines – Periodista especializado en Criptozoología y Criptobotánica, lleva casi cuatro décadas dedicado a la investigación y divulgación del fenómeno de los animales no reconocidos por la ciencia oficial, con especial interés en la casuística española. Es autor de “Círculo de Buscadores”- un ensayo novelado sobre los críptidos más interesantes que podrían poblar nuestro planeta- y colaborador habitual de diversas revistas y programas de radio y TV nacionales e internacionales. Dirige los blogs Criptozoología en España y Criptobotánica. Colaborador en el podcast Academia de los Nocturnos con la sección “Caminando entre Monstruos”. José Antonio Caravaca – Es uno de los ufólogos más reconocidos de la actualidad. Ha publicado más de un millar de artículos, colaborado en revistas especializadas como Año Cero / Enigmas y El Ojo Crítico, y participa en documentales y programas de televisión como Cuarto Milenio. En 2015 sus investigaciones sobre las diapositivas de Roswell tuvieron gran repercusión internacional. Es especialmente conocido por su «Teoría de la Distorsión», una propuesta innovadora que ha abierto un intenso debate en la ufología y cuyos artículos han sido traducidos a numerosos idiomas. Carlos Bustos – director y presentador del podcast El Centinela del Misterio (Metropolitan Radio). En sus episodios aborda temas de misterio, lo oculto y lo sobrenatural, así como crónica negra e insólita. Ricardo Sánchez – director de Dragón Marketing y Comunicación y director creativo, conocido por su trabajo como Risconegro, tanto en el mundo editorial como en la aplicación de arte y tecnología, la realidad aumentada y el Big Data para eventos y exposiciones. Es licenciado en Bellas Artes y cuenta con una MBA, especializándose en ilustración para la divulgación histórica y en dirección de proyectos de creatividad, arte y tecnología. Colaborador habitual en programas de radio y televisión en temas de misterio e historia. Marcos Carrasco – Pintor, ilustrador digital y director artístico, licenciado en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid. Ha expuesto en ciudades de Europa, Estados Unidos, China y en numerosos puntos de España, con obras presentes en colecciones privadas y museos como la Biblioteca Nacional de Madrid y el Museo Miguel Hernández de Elche. Combina su trabajo pictórico con la ilustración digital, colaborando con destacados directores de cine y publicidad. Forma parte del equipo La Escóbula de la Brújula. Mercedes Pullman - Nieta de exiliados españoles en la URSS, se licenció en Filología Rusa antes de emigrar a España, donde amplió su formación con los estudios de Trabajo Social y una licenciatura en Antropología Social y Cultural en la UNED. Su labor profesional combina la ayuda social con la investigación, siendo la antropología su verdadera pasión. Actualmente es vicepresidenta de la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares, directora de la revista digital Antropología y Tradiciones Populares y del programa de radio Encuentros cercanos con Mercedes Pullman. Juanjo Sánchez-Oro – Historiador, licenciado en Historia Medieval por la Universidad Complutense de Madrid y miembro del Centro de Estudios Mirobrigenses, perteneciente a la Confederación Española de Centros de Estudios Locales (CECEL) vinculada al Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) Con más de dos décadas de investigación, se ha especializado en el estudio crítico de las creencias científicas, religiosas y sobrenaturales a lo largo de la historia. Sus trabajos abordan mitos arqueológicos, los orígenes sociales del espiritismo y la evolución de la parapsicología, entre otros fenómenos. Es autor de dos libros y numerosos artículos publicados en revistas académicas y de divulgación sobre historia local y de las mentalidades. Colabora habitualmente en prensa especializada y en programas de radio como La Rosa de los Vientos (Onda Cero), Dimensión Límite (EsRadio) y Tras los límites. David Cuevas – Periodista licenciado por la Universidad Complutense de Madrid, cuenta con más de veinticinco años de trayectoria en radio y podcast colaborando en programas como La Sombra del Espejo, Somos Series y El Dragón Invisible. Es autor de numerosos libros, entre ellos Dossier de lo insólito e Inexplicado, y coordinador del ensayo benéfico Hay otros mundos, pero están en este. Actualmente dirige el podcast Expediente DL y ejerce como redactor jefe de la revista El Ojo Crítico, participando también en medios escritos de alcance nacional como El Español y El Mundo. Luis Boyano –licenciado en Psicología y especializado en Psicología Pedagógica, combina su formación académica con una amplia trayectoria artística en interpretación, clown, pantomima y magia. Ha trabajado en televisión como actor, mago y presentador. En su faceta más reciente, Luis Boyano presenta La cabina de los espíritus, una versión renovada del clásico acto espiritista, junto a su colaboradora Karla. El espectáculo combina efectos tradicionales con innovaciones actuales, invitando al público a participar activamente, y ha sido reconocido con premios nacionales e internacionales de magia. Juan Antonio Sanz – Periodista y especialista universitario en Historia Militar y Servicios de Inteligencia, ha trabajado como reportero y corresponsal en países como España, Rusia, Corea del Sur, Japón, Uruguay, Bolivia y Cuba. Su pasión por el folclore, la historia y los viajes lo ha llevado a recorrer los Andes, la Amazonía y la Ruta de la Seda en busca de leyendas y mitos. En su libro Vampiros, príncipes del abismo refleja los resultados de sus investigaciones sobre el vampirismo, tras un exhaustivo trabajo de campo que lo llevó desde Grecia y Rumanía hasta Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos. Recientemente ha publicado Vampiras, princesas del abismo, donde amplía su investigación sobre el vampirismo femenino, recorriendo Grecia, Rumanía, Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos para rastrear leyendas y mitos, consolidándose como un referente en el estudio de lo sobrenatural. Jorge Rivera – Inquieto por naturaleza, se ha formado en dirección de escena y dramaturgia en la ESAD de Málaga, completando además estudios de investigación en Creatividad (Psicología y Educación) y un Máster en Economía de la Experiencia. Su trabajo se centra en la comunicación, el respeto y el desarrollo de las personas, tanto a nivel individual como en grandes grupos. Además de su faceta artística, ha trabajado como jefe técnico, gestor cultural, traductor y en diversos otros roles, combinando su pasión por el arte con la formación y el trabajo con equipos humanos. En el año 2000, Jorge Rivera rodó el cortometraje Un golpe definitivo en el enigmático Cortijo Jurado, donde el equipo vivió sucesos extraños como accidentes, incendios, enfermedades repentinas y la desaparición de un actor, lo que alimentó la leyenda de que el cortijo estaba maldito. Veinte años después, documentó esta experiencia en Imborrable, donde revisita los hechos, entrevista al equipo y expertos, y ofrece una mirada crítica y reflexiva sobre lo ocurrido. Raúl Ferrero Licenciado en Derecho por la Universidad de Valencia y titulado como corredor de seguros, compagina su trabajo con la afición por el mundo del misterio, del folklore popular y la España mágica. Es autor del libro Brujas, sabias y malditas, ensayo histórico sobre el mundo de la brujería, publicado en la editorial Guante Blanco. En la editorial Almuzara ha publicado los siguientes ensayos: Oficios, mágicos y ocultos, Autómatas y cabezas parlantes y Valencia Hereje. Asimismo, participa en diferentes medios de comunicación y prensa escrita en la divulgación del misterio. Juanca Romero – Emprendedor y defensor de los valores de la comunicación, acumula más de tres décadas de trayectoria en medios, especialmente en radio, donde dirige proyectos como Onda Universal Canarias y la revista digital DeMisterios. Su pasión por la comunicación lo ha llevado a promover la enseñanza de la oratoria en las aulas y a desarrollar iniciativas vinculadas al misterio, como Rutas Misteriosas, el podcast, del que es presentador y delegado de la empresa en Tenerife. Colaborador habitual en medios de comunicación y autor de siete libros, ha sido reconocido con el Premio al Mérito Profesional 2024 y es miembro de instituciones como la Real Sociedad Económica Amigos del País de Tenerife y la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares. Óscar Fábrega y Raquel Berenguel – Licenciado en Humanidades y apasionado de la filosofía, la antropología y la historia, ha desarrollado una amplia trayectoria como escritor, articulista y bloguero, destacando su página Pa lo que hemos quedao y sus colaboraciones en medios como Más Allá, Muy Historia, Clío Historia, Enigmas, El Ojo Crítico y El 8º Sabio. Junto a Raquel Berenguel, Licenciada en Humanidades y doctora en Prehistoria e Historia Antigua, dirige el programa de radio Tempus Fugit en Candil Radio y coordina proyectos relacionados con personajes singulares de la historia, como Homo Insolitus. Es autor de numerosas obras, entre ellas Prohibido excavar en este pueblo, Pongamos que hablo de Jesús, Compendium Rhedae: 100 años de Rennes-le-Château, ¿Son reales? Reliquias de Cristo, La Magdalena: verdades y mentiras, Dios ha vuelto, Eso no estaba en mi libro de historia de los cátaros y A propósito de Poe. La última obra de Raquel es Historia 3una Histeria. Cosas de Brujas. Cristian Puig – Desde temprana edad mostró un profundo interés por el misterio y los sucesos aparentemente inexplicables. A los 18 años se alistó en el ejército y, a los 23, ingresó en el Cuerpo Nacional de Policía, donde ha desarrollado gran parte de su carrera en el ámbito de la Policía Judicial, especializándose en investigación. Ha colaborado en la revista especializada El Ojo Crítico y se define como un profesional polifacético, con inquietudes que abarcan la investigación, los viajes y el deporte, especialmente las artes marciales. Tras la pista del misterio es su primer libro, fruto de su experiencia y pasión por lo desconocido. Gustavo Doménech – Investigador y escritor, autor de varios títulos, entre los que destacan Los héroes de Hueva, Salmon Enterprise y Rompiendo el silencio. Anomalías a mi alrededor. Su labor de investigación actualmente se centra en el estudio de fenómenos ufológicos, analizando patrones de avistamientos, recopilando testimonios y explorando diversas teorías sobre su origen y naturaleza. No es raro encontrarlo en programas como Clave 45, donde comparte sus investigaciones sobre experiencias anómalas y patrones OVNI. Además, ha realizado traducciones de manuales de artes marciales al español, publicado un manual sobre escuelas con influencias del Hakko Ryu Jujutsu y un libro sobre el Mimawari y Shingen Gumi. Enrique de Vicente – Periodista, escritor e investigador español especializado en misterio, fenómenos paranormales y ciencias ocultas. Fundador de Año/Cero y autor de numerosos libros, participa en programas de televisión como Cuarto Milenio y Horizonte. Actualmente continúa su labor divulgativa a través de su canal de YouTube, compartiendo conferencias, entrevistas y análisis sobre fenómenos. Manuel Carballal, nace en La Coruña, España, en 1967. Diplomado en Teología por el Instituto Teológico Compostelano (Santiago de Compostela) y en Criminología por la Universidad de Santiago de Compostela y la Escuela Catalana de Criminología. Su especialidad: la criminalidad asociada a las creencias. Es colaborador en medios de prensa, radio y televisión, centrándose en temas como sectas, fenómenos paranormales, ocultismo, servicios secretos, etc. Viajes de investigación: ha realizado trabajo de campo en diversos países de África, Asia y América, conviviendo con chamanes, practicantes de religiones populares, médiums, santeros... Algunas de las líneas que más ha explorado: Fenómenos paranormales, ovnis, posesiones, fenómenos inexplicables, Ocultismo, esoterismo, creencias populares. Investiga fraudes esotéricos, prácticas ocultistas, colecciones de casos de creencias dudosas o rituales. Criminalidad asociada a las creencias: delitos relacionados con sectas, prácticas fraudulentas, homicidios o suicidios vinculados a creencias extremas o rituales. Investigación de personajes polémicos, por ejemplo un estudio biográfico-investigativo sobre Carlos Castaneda. Algunos de sus libros más conocidos: Los Peligros del Ocultismo: Crimen, delito y misterio. Los Expedientes Secretos: el Cesid, el control de las creencias y los fenómenos inexplicables. El Secreto de los Dioses Investigación PSI: Una historia de la parapsicología científica universitaria. La vida secreta de Carlos Castaneda Y mi mayor gratitud a Lola Velasco, por su trabajo tras bambalinas y los años de verdadera amistad – Directora del programa de radio La Gata Cristy en Onda Capital, Sevilla, y copresentadora del podcast Academia de los Nocturnos, donde se exploran enigmas históricos, leyendas urbanas, casos inexplicables y entrevistas del panorama literario actual. Desde lo más profundo, quiero darles las gracias. Gracias por compartir su tiempo, su entusiasmo, su curiosidad… por enseñarnos que detrás de cada historia siempre hay algo que merece ser explorado. Sus investigaciones y su vocación divulgativa han dado sentido a este viaje que emprendimos juntos. Doscientas noches escuchando voces que nos guían, que nos inspiran, que nos emocionan y que nos hacen cuestionar lo cotidiano… Hoy celebramos juntos este aniversario, este programa 200, como un homenaje al misterio que nos une y nos invita a seguir buscando, siempre, más allá de lo evidente. HAZTE MECENAS: No dejes que La Biblioteca cierre nunca sus puertas. Suscríbete en iVoox o en tu Plataforma preferida y comparte. Gracias a nuestros MECENAS, sin ustedes esto no sería posible. Canal Telegram: https://t.me/LaLamadaDeLaLuna YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCEOtdbbriLqUfBtjs_wtEHw Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Luis Zambrano, Investigador del Instituto de Biología de la UNAM
Juan Jesús “Tito” Garza Onofre, Investigador del Instituto de investigaciones jurídicas de la UNAM
Javier Martin Reyes, Investigador del Instituto de investigaciones jurídicas de la UNAM