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Nilmar Piva Bortolotto, subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação e coordenador do Aeroporto de Santa Cruz do Sul, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a expectativa de chegada, em setembro, dos recursos da Consulta Popular destinados ao balizamento noturno do aeroporto.
Nilmar Piva Bortolotto, subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação e coordenador do Aeroporto de Santa Cruz do Sul, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a expectativa de chegada, em setembro, dos recursos da Consulta Popular destinados ao balizamento noturno do aeroporto.
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (SECTI) e da Subprocuradoria-geral de Inovação (SGIN), lançou o Sistema de Emissão de Certidão Extrajudicial, ferramenta que permite a emissão on-line de certidões sobre a existência de feitos extrajudiciais não sigilosos registrados no Sistema de Automação Judicial (SAJ/MPAC).
O convidado deste episódio é o Prof. Dr. Pedro Demo.O host desse episódio é o Prof. Dr. Gustavo Borba.Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!
Bruno Monte entrou como estagiário na CPFL em 2005 e nunca saiu. São 21 anos que passaram pela geração hidrelétrica, pela operação de parques eólicos no Ceará e pela integração de uma transmissora recém-privatizada, até chegar à diretoria de Estratégia e Inovação do grupo. Nesta conversa com Gustavo Caetano e Pedro Filizzola, ele desmonta a ideia de que setor regulado é sinônimo de setor engessado e mostra por que, na CPFL, nenhuma inovação entra em campo antes de passar pelo crivo da segurança. Que esse método funciona, o ranking da Aneel comprova: a CPFL Santa Cruz lidera há quatro anos consecutivos o índice de qualidade do fornecimento. Mas o ponto mais forte de Bruno é outro. Ele defende que parte dos projetos de inovação deve ser medida por aprendizado, não por retorno imediato. Os testes com baterias feitos há seis anos, quando armazenamento parecia distante da realidade brasileira, são exatamente o que hoje permite à empresa disputar esse mercado. Uma aula sobre o valor do aprendizado antes do retorno financeiro.
Se LIGA na UFOP - Tecnologia, inovação e mineração subterrânea: esse é o tema do novo episódio da série sobre as Ligas Acadêmicas da UFOP. Nesta edição, a Rádio UFOP conversa com Rita Pedrosa, presidente da LAIMS — Liga Acadêmica de Inovação em Mineração Subterrânea, sobre pesquisas, projetos, segurança no ambiente de subsolo e o papel da tecnologia no futuro da mineração. Já disponível na programação da Rádio UFOP e nas plataformas digitais.Ficha Técnica: Produção: Wasington Reis Edição de Texto: Wasington Reis Edição de áudio e sonoplastia:
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. O tema dessa edição foi a autorização concedida pela Anac para a realização do primeiro serviço de delivery por drone no Brasil.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. O tema dessa edição foi a autorização concedida pela Anac para a realização do primeiro serviço de delivery por drone no Brasil.
Lei amplia o acesso a tecnologias, estimula automação, gestão de dados e inovação para aumentar a produtividade no campo.
A expansão da geração distribuída, das fontes renováveis, dos sistemas de armazenamento e dos novos padrões de consumo está transformando a forma como a energia circula pelo sistema elétrico. Em uma rede cada vez mais descentralizada, digital e dinâmica, o desafio já não é apenas produzir energia, mas equilibrar oferta e demanda com segurança, eficiência e qualidade.Neste videocast, Rafael Coimbra, editor-chefe da MIT Technology Review Brasil, conversa com Letícia Dantas, diretora de Inovação do Grupo Energisa, sobre flexibilidade energética, inovação aberta e os desafios da distribuidora do futuro.A conversa mostra como o setor elétrico brasileiro passa por uma mudança estrutural. O crescimento da geração distribuída, o avanço dos consumidores que também produzem energia e a digitalização do mercado exigem novas capacidades das distribuidoras, que passam a atuar não apenas na operação da rede, mas também na coordenação de recursos energéticos distribuídos.Ao longo do episódio, são abordados mecanismos como baterias, sistemas de armazenamento, programas de resposta da demanda, tarifas inteligentes, agregadores e Virtual Power Plants. Letícia explica como essas soluções podem ajudar a deslocar consumo, reduzir congestionamentos, otimizar ativos e manter o equilíbrio do sistema em um cenário de maior complexidade.Outro ponto central é o papel da inovação aberta. A executiva apresenta o Energisa Flex Lab, laboratório de flexibilidade energética criado pelo Grupo Energisa para acelerar soluções em parceria com startups, universidades, empreendedores e empresas de diferentes países. A iniciativa recebeu 296 propostas de 13 países em sua primeira chamada, demonstrando o interesse global pelo tema.Por fim, a conversa reforça que a flexibilidade energética deixou de ser apenas uma tendência e passou a ser uma necessidade para o futuro do sistema elétrico brasileiro, abrindo caminho para redes mais inteligentes, resilientes e preparadas para novos padrões de geração e consumo.O videocast é uma produção da MIT Technology Review Brasil em parceria com o Grupo Energisa.
IV Congresso de Inovação e Empreendedorismo feminino Ações da Subsecretaria no combate ao feminicídio em Campos
No Conecta Mente de hoje, recebemos Gabriel Pereira, gerente comercial e representante da terceira geração da família fundadora do Parque Guanabara.Durante o episódio, revisitamos a história do parque, que atravessa gerações e se tornou um dos maiores símbolos de lazer e memória afetiva de Belo Horizonte. Falamos sobre sua origem como parque itinerante, sua fixação na capital mineira e os momentos de crise que quase levaram ao encerramento das atividades.Uma conversa sobre legado, empreendedorismo familiar, inovação e os desafios de manter um negócio tradicional vivo por mais de 70 anos.Instagram: @multiprosaTikTok: @multiprosaE-mail: conectamente@cdlbh.com.br
A construção de uma rede permanente de cooperação entre o setor produtivo, universidades, instituições de pesquisa e agências de fomento marcou o Encontro de Ciência, Inovação e Desenvolvimento dos Vales da Uva Goethe, promovido pela ProGoethe. A iniciativa busca ampliar a produção, fortalecer a cadeia da uva e do vinho Goethe e consolidar a região Sul de Santa Catarina como referência nacional e internacional em enoturismo e inovação. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, a presidente da ProGoethe, Patrícia Mazon, explicou que o objetivo é aproximar a comunidade científica das necessidades dos produtores, transformando demandas do setor em projetos de pesquisa e desenvolvimento. "O desenvolvimento econômico não pode estar afastado das novas tecnologias e da inovação. Hoje a sociedade acadêmica e científica possui muitas ferramentas para nos ajudar", destacou.
Gilson de Mello Soares, secretário de Administração, Tecnologia e Inovação de Encruzilhada do Sul, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o leilão de imóveis e bens do município, que tem expectativa de arrecadar mais de R$ 8 milhões.
A evolução do tratamento de sementes de milho ganhou um aliado sustentável! No episódio 352 do Mundo Agro Podcast, Pedro Neto (Incotec) detalha como a inovação sem microplásticos está revolucionando o TSI no Brasil. Entenda os desafios técnicos para proteger moléculas e sementes contra a abrasão, os avanços em fluidez para a plantabilidade perfeita e como a indústria se prepara para as exigências internacionais. Dê o play agora e fique por dentro das tecnologias que estão moldando o futuro do agronegócio!
Gilson de Mello Soares, secretário de Administração, Tecnologia e Inovação de Encruzilhada do Sul, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o leilão de imóveis e bens do município, que tem expectativa de arrecadar mais de R$ 8 milhões.
Construir uma marca forte vai muito além de desenvolver um bom produto. É preciso criar experiências memoráveis, entender profundamente o cliente, inovar continuamente e tomar decisões baseadas em dados. Neste episódio do Performa Q. Pod. na CBN, recebemos Raul Matos, CEO e fundador da Biscoitê, e Raphael Mazon, multifranqueado Biscoitê, para uma conversa sobre empreendedorismo, franquias, branding, inovação e como a tecnologia está transformando o varejo. Ao longo da conversa, Raul compartilha a trajetória da Biscoitê, mostrando como a marca evoluiu ao transformar biscoitos em experiências e conexões emocionais, apostando em diferenciação, qualidade e identidade forte. Raphael traz a visão prática das franquias, destacando a importância de cultura, atendimento e execução para manter a consistência da marca. O episódio também aborda o papel da tecnologia, dados e inteligência artificial na aceleração da inovação e na tomada de decisões, além de discutir temas como branding, storytelling, experiência do cliente e expansão, reforçando que o sucesso está em unir estratégia, emoção e tecnologia para gerar valor real ao cliente.
De Cabeça: Marketing Digital | Empreendedorismo | Vendas Online
Eficiência não é fazer mais. É fazer o que realmente gera resultado.Neste episódio do SinceroCast, Antonio Minarro — conselheiro, mentor e ex-COO da Toledo do Brasil — compartilha, de forma direta, os erros que travam empresas no dia a dia: liderança distante da operação, processos ignorados e uma cultura que valoriza esforço acima de entrega.00:00 Sua empresa está ocupada ou produtiva?01:20 O choque cultural: Brasil vs EUA na execução03:10 O maior erro das empresas (não é processo)06:00 Liderança desconectada da operação09:30 Conselheiro vs executivo: quem decide?13:00 CEOs que sabotam a própria empresa17:30 O erro fatal dos donos de empresa21:30 Empresas familiares e sucessão mal feita26:30 O perigo de ignorar a operação30:00 Produtividade: o que realmente gera resultado34:30 Inovação que não gera dinheiro é inútil39:00 Empresas fingem que inovam (e não inovam)43:30 Esforço não paga conta48:00 Você está se enganando (a verdade final)52:00 Como sair do ciclo de improdutividade55:00 Encerramento e reflexões finaisUma conversa prática, sem teoria vazia, para quem quer melhorar a forma como trabalha — e não apenas trabalhar mais.Nossos hosts Ricardo Dalbosco (Autor Best-Seller e Head de Educação na eKyte) e Eric Menau (Corporate Project Manager na eKyte) conversam sobre indicadores de performance e o que realmente funciona no mundo corporativo.Se você busca elevar o nível da sua gestão e entender a mecânica por trás das empresas que dominam seus setores, este episódio é indispensável.Convidado | Antonio Minarro: / antonio-minarro-coo-chief-operation-office... Host | Ricardo Dalbosco: / ricardo-dalbosco-marketing-personal-brandi... Host | Eric Menau: https://www.linkedin.com/in/ericmenau...
Algumas das luas de Júpiter e Saturno têm sido objetos de interesse da astrobiologia há tempos. Novas missões estão a caminho para explorar alguns desses satélites e procurar condições de habitabilidade que podem estar em grandes oceanos debaixo da superfície. Aqui na Terra, o estudo de organismos que vivem e se reproduzem em ambientes considerados extremos, os extremófilos, pode ajudar a entender como a vida pode se adaptar a condições de temperatura extremamente baixa, entre outros estressores. Para tratar do tema, o repórter Danilo Albergaria conversou com as pesquisadoras Amanda Bendia e Maria Eduarda Nascimento, ambas do Instituto Oceanográfico da USP, Rosaly Lopes, da NASA e Douglas Galante, do Instituto de Geociências, também da USP. Este é o terceiro episódio de uma série produzida pelo Danilo, com apoio do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. _________________ Roteiro Danilo: Nos dois primeiros episódios do podcast Oxigênio dedicados à astrobiologia, falamos da busca por vida em exoplanetas e em Marte. Desde os anos 60, Marte foi o objeto que mais capturou as atenções dos cientistas interessados em entender se a vida pode ter surgido e persistido em outros lugares do sistema solar. Mas esse panorama tem mudado nas últimas décadas. Desde as missões Galileo e Cassini, algumas das luas que orbitam Júpiter e Saturno entraram no rol de mundos com potencial de oferecer condições habitáveis à vida como a conhecemos. Novas missões espaciais estão a caminho ou em fase final de preparação para explorar algumas das luas dos gigantes gasosos. Entre os seus objetivos está entender melhor as potenciais condições de habitabilidade nos grandes oceanos debaixo da superfície dessas luas – ou seja, os cientistas querem saber se esses lugares oferecem condições suficientes para que seres vivos sobrevivam. Nesse episódio, eu entrevistei quatro cientistas que trabalham direta ou indiretamente com isso. Com eles, vamos explorar o que sabemos – e o que ainda não sabemos – sobre as luas geladas do sistema solar. Será que pode existir vida nesses lugares? É isso o que muita gente que pesquisa astrobiologia quer saber. [Vinheta] Danilo: Algumas das missões mais importantes da exploração espacial do presente e do futuro próximo estão destinadas às luas de Júpiter e Saturno. Vamos falar primeiro das que vão explorar a vizinhança de Júpiter. A sonda JUICE, acrônimo para “explorador das luas geladas de Júpiter” em inglês, foi lançada pela ESA (a agência espacial europeia) em 2023 para explorar Ganimedes, Calisto e Europa, três das quatro luas de Júpiter chamadas de galileanas. O quarteto foi observado pela primeira vez há mais de 400 anos por Galileu Galilei. A não ser pela nossa própria Lua, nenhuma lua do sistema solar é visível a olho nu. Galileu foi o primeiro a observar as luas de Júpiter usando um telescópio, invenção recente que tinha sido aprimorada por ele. As luas galileanas de Júpiter são relativamente grandes. Embora ainda sejam objetos bem menores do que a Terra, Ganimedes e Calisto são um pouco maiores do que a nossa Lua, enquanto a Europa é um pouco menor. A quarta lua, a Io – um verdadeiro inferno vulcânico, e que não estava no radar de estudos da missão de 2023 como as demais, é praticamente do mesmo tamanho da nossa Lua. A JUICE está a caminho do sistema joviano, ou seja, Júpiter e suas luas, mas ainda se encontra na vizinhança da Terra. Ela deve se aproximar de novo de nós para pegar embalo com a gravidade do nosso planeta, que vai estilingar a sonda para o sistema solar externo. A JUICE deve chegar aos arredores de Júpiter em julho de 2031. Outra sonda, a Europa Clipper, da NASA, foi lançada em outubro de 2024 para investigar, como o nome sugere, a lua Europa, a mais interessante das luas de Júpiter. A estilingada da Europa Clipper, ao passar perto da Terra, vai acontecer um pouco depois da passagem da JUICE – vai ser em dezembro de 2026, mas a Clipper deve chegar antes à vizinhança de Júpiter, em abril de 2030. A Clipper vai orbitar Júpiter e passar bem pertinho da superfície de Europa umas 50 vezes. Além das duas missões ocidentais, a China está planejando lançar uma sonda em 2029 para chegar a Júpiter em 2035 e explorar as luas Calisto e Ganimedes. Por que tanto interesse nessas grandes luas de Júpiter? Como eu já indiquei no começo do episódio, existem muitos indícios e evidências indiretas de que Europa, Calisto e Ganimedes têm enormes oceanos debaixo de uma espessa superfície gelada. A estimativa é de que cada uma dessas três luas tenha corpos de água líquida maiores do que todos os oceanos terrestres. Conversei sobre isso com o Douglas Galante, professor do Instituto de Geociências da USP e um dos pioneiros da astrobiologia no Brasil – ele é vice-coordenador do AstroLab, da USP, o primeiro laboratório dedicado à pesquisa em astrobiologia no país, fundado em 2011 por Douglas, pelo químico Fabio Rodrigues, atual coordenador do laboratório, e pelo Ivan Paulino-Lima, que hoje é pesquisador na NASA. Douglas: Uma coisa sempre interessante quando a gente pensa nessas luas geladas que eu sempre falo é que a gente adora falar que a Terra é o planeta água, algo que ficou popularizado, e a gente esquece de pensar que nessas luas de Júpiter e Saturno a gente tem mais água do que aqui na Terra. É em cada uma delas. Então a gente é muito presunçoso. Europa, os modelos mostram que ela pode ter um oceano de 100 quilômetros de profundidade. A gente não consegue imaginar o que são 100 quilômetros. O ponto mais profundo aqui na Terra, da Fossa das Marinas, são 11 quilômetros. Imagina 10 vezes mais. Danilo: Ganimedes, a maior lua de todo o sistema solar, deve ter um oceano seis vezes maior do que todos os oceanos da Terra combinados. Mas esses enormes corpos de água líquida não estão na superfície das luas, e sim debaixo de superfícies congeladas que podem chegar a centenas de quilômetros de espessura. Júpiter está cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra, e o frio a essa distância do Sol impossibilita a existência de água líquida na superfície das luas. O Douglas chamou a atenção para o fato de que essas luas estendem possível habitabilidade para além da região em que a Terra orbita, mais próxima do Sol e que permite água líquida na superfície. Douglas: Mas o que eu acho super interessante, que eu sempre coloco, é que as luas dão um indicativo de habitabilidade que é maior do que a gente conhecia. Quando a gente olha os conceitos de habitabilidade tradicionais, que definem a zona de habitabilidade estelar, que é a presença de água líquida na superfície, as luas são ambientes crípticos que obtêm energia para manutenção da água líquida a partir da interação gravitacional com seus planetas hospedeiros. Danilo: Ok, mas se a superfície é gelada demais para ter água líquida, como esses oceanos podem existir? A explicação é a seguinte: o decaimento radioativo dos elementos que formam o núcleo das luas gera calor considerável de forma mais ou menos constante, parecido com o que acontece com o núcleo da Terra. Mas isso é só parte da explicação. Entra, então, o chamado “aquecimento de maré”. Conforme a lua se desloca na órbita do planeta gigante, a atração gravitacional do planeta não é uniforme: como a órbita não é circular, mas elíptica (ou “ovalada”), as luas às vezes estão um pouco mais perto e às vezes um pouco mais longe do planeta. Isso produz um efeito de “estica e puxa” que estica e comprime a lua, e isso gera calor entre as suas camadas internas. Também entra aí o fato de que as órbitas de Ganimedes, Io e Europa estão em ressonância, ou seja, enquanto a Io completa uma volta, a Europa completa duas, e a Ganimedes, quatro, o que aumenta a excentricidade de suas órbitas (ou seja, estica um pouco a elipse). Nesse processo, a própria variação na distância entre as luas gera uma interação gravitacional que contribui para o efeito de aquecimento de maré. Além disso, a provável presença de sais nos oceanos faz com que o ponto de congelamento diminua, mantendo a água em estado líquido. A JUICE e a Europa Clipper serão importantes para entender melhor as superfícies das luas e colher dados indiretos que indiquem algumas características desses oceanos, incluindo informações sobre se eles oferecem condições habitáveis para a vida como a conhecemos. Água líquida é uma das condições necessárias. Mas como os cientistas vão fazer para saber o que mais pode haver nesses oceanos? [Música] Danilo: Para entender como os cientistas vão fazer para saber mais sobre as luas geladas, eu conversei com a Rosaly Lopes, que é diretora de ciências planetárias do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ela teve atuação importante na missão Galileo, que explorou as luas de Júpiter entre 1995 e 2003. Rosaly: Eu trabalhei na missão Galileo e a missão Galileo foi que descobriu que a Ganimedes e a Europa tinham oceanos de água líquida debaixo de uma crosta de gelo, principalmente Europa. Aí o pessoal fica muito entusiasmado porque Europa, nós sabemos que tem calor no interior, tem sinais de criovulcanismo, criovulcanismo é o vulcanismo que traz essa água líquida do interior para a superfície. E são três coisas essenciais para existir vida, vida como a nossa: água, energia, como calor, como vulcanismo, e material orgânico. Nós não sabemos muito sobre o material orgânico em Europa. Sabemos mais em Encélado e Titã, por exemplo. Eu também trabalhei na missão Cassini. Mas a missão que está indo agora para a Europa vai estudar justamente os depósitos da superfície para ver se é material orgânico ou não. Danilo: Encélado e Titã são luas de Saturno, e a Cassini foi a missão da NASA que explorou o sistema saturniano entre 2004 e 2017. Vamos falar delas daqui a pouco. Por ora, o que a Rosaly falou sobre possível criovulcanismo (ou vulcanismo gelado) em Europa é importante porque pode ser um dos mecanismos pelos quais parte do oceano do interior poderia ser expelida em enormes plumas de vapor de água e gelo. Não é algo completamente diferente de vulcões expelindo o magma do manto terrestre para a superfície. A Europa Clipper carrega instrumentos capazes de fazer medições que vão ser usadas para distinguir se essas plumas contêm material vindo do oceano profundo ou de pequenos reservatórios mais próximos da superfície. As pistas de criovulcanismo na superfície incluem anomalias de temperatura em determinadas regiões – mais quentes do que o esperado – além da presença de características que lembram fluxos de erupções ou de derretimento de geleiras aqui na Terra. Aliás, junto com a ausência de crateras de impacto de grande porte, isso indica que a superfície de Europa é jovem, devendo ter entre 50 e 100 milhões de anos. Em comparação, a superfície de Marte e da nossa Lua, formadas há bilhões de anos, tem muitas dessas grandes crateras, o que indica que a superfície não se renova. Ao examinar a superfície de Europa com a Clipper, os cientistas vão poder fazer inferências sobre seu interior. Mas a sonda não vai pousar na superfície da lua. Em vez disso, ela vai orbitar Júpiter e fazer 44 rasantes sobre Europa. Douglas: Na verdade, ela não vai nem orbitar a Lua, ela vai ficar fazendo flybys em volta da Lua, vai fazer rasantes na Lua, e quando ela faz esses rasantes, ela faz uma série de imagens de alta resolução, faz medidas espectroscópicas para medir a composição, mas ela não vai, de fato, acessar diretamente o potencial oceano líquido que existe ali debaixo. E daí todo mundo pergunta, mas porque a gente não simplesmente pousa na superfície da Lua, faz um furo, mede a água e vê o que tem ali e pega um atum europeano, sei lá. Então isso é uma coisa complicada, porque o oceano de Europa tem 100 km de profundidade. A crosta, a gente fala que é uma crosta fina, mas fina, de 10 km de espessura. A gente tem que lembrar que as calotas polares aqui no nosso planeta têm de 4 a 4,5 quilômetros de profundidade. Danilo: Pesquisadores estão explorando a potencial habitabilidade de oceanos de subsuperfície das luas analisando os seres vivos encontrados em condições muito adversas, extremas. A Amanda Bendia é professora do Instituto Oceanográfico da USP e coordenadora do ExtreMar, o Laboratório de Extremófilos Marinhos do instituto. Extremófilos são microrganismos capazes de viver em condições extremas e a Amanda é especialista em extremófilos marinhos de ilhas vulcânicas da Antártida. Lá existem fumarolas submarinas habitadas por micróbios adaptados a um ambiente com variação extrema de temperatura. Ela destaca o problema de conceber como microrganismos poderiam se adaptar às pressões muito altas que o oceano de Europa deve ter. Amanda: Aqui na Terra, falando de extremófilos, a gente já encontrou vida nos mais extremos possíveis, desde a profundidade máxima do oceano até a mais alta atmosfera. Só que a profundidade máxima do nosso oceano é perto de 11 quilômetros, que fica naquela região das fossas marianas. Em Europa, é estimado que o ponto mais fundo seja ali perto de 100 quilômetros, então é 10 vezes quase mais profundo do que a nossa maior profundidade. Então, é um desafio a gente tentar entender como uma forma de vida ali poderia sobreviver a uma alta pressão como essa. Danilo: A Maria Eduarda Nascimento é doutoranda orientada pela Amanda, também no Instituto Oceanográfico da USP. A pesquisa dela envolve criar modelos computacionais para entender como possíveis comunidades de microrganismos poderiam subsistir no interior de oceanos de subsuperfície de luas geladas por meio de quimiolitoautotrofia – que é um nome sofisticado para descrever como alguns micróbios aqui na Terra se alimentam de compostos inorgânicos – como minerais e rochas – sem precisar de oxigênio e da luz do Sol. Os oceanos das luas geladas podem estar em contato com um interior quente e isso, dependendo dos elementos e compostos disponíveis, pode sustentar vida microbiana quimiolitoautotrófica. A gente vai falar disso daqui a pouco, porque a Maria também conversou comigo sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Maria: Ela tem o REASON, que é um radar para ver o quão grande é essa crosta de gelo e a estrutura. Ele tem um magnetômetro que é pela deformação no campo magnético que a gente sabe que tem um oceano, que a água salgada do mar acaba mexendo nesse campo eletromagnético, que a gente sabe que os elétrons da água salgada criam essa deformação no campo. Então a gente tem esse, que daí vai dizer quanto profundo é, vai dizer quão realmente muito profundo é. Qual é a salinidade? Vai ter um espectrômetro de massa também na Europa Clipper, então vai analisar esses gases na atmosfera por espectrometria. Danilo: A Clipper não vai ter como procurar diretamente por sinais de vida, buscando bioassinaturas, mas vai ser capaz de colher dados que vão poder indicar se o oceano é habitável ou não. Morando há décadas nos Estados Unidos, a Rosaly fala das bioassinaturas no inglês, biosignatures. Ela também falou sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Rosaly: Tem um que nós chamamos MASPEX, que é um espectrômetro de massa. Ele vai poder analisar gases perto de Europa. Se tiver pluma trazendo material do interior, isso vai ser uma beleza. Se não tiver pluma, aí depende de quanto material deve ter saído do interior. Também tem um Surface Dust Analyzer, que pode analisar partículas de poeira, dust é poeira. E existem sempre em todos os planetas e luas pequenos impactos de micrometeoritos e que estão colocando para fora partículas da superfície de Europa. Então, esse instrumento vai analisar a composição dessas partículas. E também, se tiver pluma no interior, colocando material para a superfície, também esse instrumento vai ser muito importante. Nós vamos saber, por exemplo, mais sobre a espessura da crosta de gelo, se tem plumas trazendo material do interior para a superfície, se tem depósitos dentro da crosta de gelo que são, digamos, líquidos, que em vez de estar abaixo no oceano, estão mais perto da superfície. Está saindo algum material e nós sabemos que tem composição e cor diferente em umas regiões que chamam de Chaos Terrains, regiões caóticas, onde mais material veio do interior. E poder analisar a composição desse material, se tem material orgânico ou não. Então, [a sonda] vai também nos dizer muito mais sobre a lua Europa. Mas não é uma missão para detectar a vida, nem biosignature. Danilo: Diferentemente da Clipper, a JUICE (lançada pela ESA, a agência espacial europeia) não vai prospectar somente Europa, mas também Ganimedes e Calisto. Na verdade, o foco principal da missão da agência espacial europeia é a maior lua de todo o sistema solar, Ganimedes, a única que tem campo magnético próprio. A sonda vai orbitar essa grande lua, mirando entender sua estrutura interna, buscando mais informações sobre a extensão de sua crosta gelada, o volume de seu oceano, e caracterizar seu campo magnético. A sonda também vai fazer rasantes sobre Europa e Calisto para identificar locais mais interessantes para o pouso de futuras missões. O objetivo declarado da missão é entender as condições de habitabilidade oferecidas pelas três luas jovianas. Mas, claro, as luas de Júpiter não são as únicas que interessam para a astrobiologia. [Música] Danilo: Orbitando Saturno estão dois mundos que vêm chamando a atenção dos pesquisadores interessados na busca por vida fora da Terra há décadas: Titã e Encélado. Titã é a maior lua de Saturno – no sistema solar, ela só é menor do que a Ganimedes. Vamos falar de Titã daqui a pouco. Encélado é uma lua pequena – ela ainda tem tamanho mais do que suficiente para, com a própria gravidade, ter se tornado um objeto redondo, mas tem 15% do diâmetro da nossa Lua. A superfície dela, congelada, quase inteiramente branca com detalhes azulados, foi observada de perto pela primeira vez em 1980 e 81 quando as sondas Voyager visitaram o sistema saturniano. Se já era intrigante, Encélado se tornou um dos objetos mais interessantes do sistema solar com os indícios de que ela, também, possui um oceano de subsuperfície. A sonda Cassini, que começou a explorar o sistema de Saturno em 2004, observou Encélado ejetando plumas de materiais que devem compor esse oceano. Em três oportunidades, em 2008, 2012 e 2015, a Cassini deu rasantes – a uns 50 quilômetros de distância da superfície de Encélado – passando pelas plumas para analisar o que tinha ali. A Rosaly, que trabalhou na missão, falou um pouco sobre os achados. Rosaly: Encélado, o que é muito interessante é que esse líquido está em contato direto com o interior, a crosta do interior, porque foram detectados sais na pluma. Então, quer dizer que esse material está vindo direto do oceano. E nós sabemos que o oceano está em contato com o interior, que tem material orgânico também, sílica. Então, esse material está vindo direto do oceano até a superfície e você pode, digamos, colher esse material, voar pela pluma e colher o material. Danilo: Com a Cassini, descobrimos indícios de que o oceano de Encélado tem materiais orgânicos e os seis elementos químicos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Eu também pedi para a Amanda explorar um pouco mais o que sabemos do oceano de Encélado a partir das plumas. Ela vai mencionar algo muito importante: as fontes hidrotermais. Amanda: lá em Encélado é legal que tem umas plumas que são ejetadas em direção à superfície. E aí a Cassini passou de rasante nessas plumas que ficam geralmente ali no Polo Sul, de Encélado, e detectaram partículas de sílica. Esse tipo de partícula só poderia ser formado em temperaturas altas. Então, eles começaram aí uma discussão de que teriam fontes hidrotermais no fundo do oceano de Encélado. Isso é muito entusiasmante, porque a vida aqui na Terra, uma das grandes hipóteses, que é uma das mais aceitas pela comunidade científica, é que a vida teria se originado em fontes hidrotermais do oceano primitivo da Terra. Porque tem todos esses componentes químicos que geram um gradiente químico. A vida poderia obter energia, produzir energia a partir desse gradiente. Danilo: Até a década de 1970 ninguém sabia da existência das fontes hidrotermais no fundo dos oceanos terrestres. A crosta terrestre tem fissuras. Quando essas fissuras estão no assoalho oceânico, a água entra em contato com o magma próximo, o que gera verdadeiras chaminés, fumarolas. Nessas fontes, na escuridão do fundo oceânico, ecossistemas inteiros existem graças a microrganismos que conseguem produzir sua própria matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas, como compostos de enxofre, nitrogênio e ferro. A Amanda e a Maria falaram um pouco deles. Amanda: Tem não só micro-organismos bem específicos desses ambientes, mas até animais associados, porque os microrganismos sustentam a vida nesses locais, porque eles fazem um tipo de metabolismo que chama quimiossíntese. Que é um tipo de metabolismo que a gente tem todas as evidências de que era o metabolismo das primeiras formas de vida que existiram aqui. Eles conseguem obter energia a partir desses compostos químicos à base de enxofre, por exemplo. E aí, a partir dessa energia, eles conseguem fixar o CO2, que nem as plantas fazem a partir da luz. Fixam CO2 para produzir as moléculas orgânicas, eles conseguem, a partir da energia dessas rochas, desses compostos inorgânicos, fixar esse carbono e produzir, sintetizar essas moléculas orgânicas, então são produtores primários do fundo do oceano que sustentam a vida nesse oceano profundo. Então essas fontes hidrotermais são como se fossem oásis para essa vida de ambiente extremo em mar profundo. Maria: Eles estão lá respirando nitrogênio, respirando ferro, outros elementos. Então eles demonstram que essas similaridades, considerando o tempo também, por exemplo, Enceladus acredita que esse oceano esteja mais ou menos presente há um bilhão de anos, é tempo para a vida conseguir se adaptar a esse ambiente. Então, é plausível imaginar que se a gente tem um substrato quimiossintético, como por exemplo para a nossa vida aqui nas fontes hidrotermais, é plausível a gente imaginar que nesses outros mundos, onde existem essas condições alienígenas parecidas com o que a gente tem aqui, também exista vida. Danilo: Além disso, o metano está entre os materiais orgânicos detectados em Encélado. Isso é mais um motivo para entusiasmo com o potencial de habitabilidade do oceano de Encélado. Amanda: Mas o legal do metano é que eles viram que provavelmente naquela camada fria de gelo tem clatrato de metano nas fissuras. Porque tem vários modelos que mostram a formação desse tipo de clatrato de metano, que são moléculas de metano que em volta tem moléculas de água congeladas, resumindo. E aqui na Terra a gente tem condições de oceano profundo e de subsuperfície pela alta pressão. Em temperatura baixa, a gente também tem hidrato de metano, que é abundante em algumas regiões de mar profundo, em subsuperfície. E aí, aqui na Terra, a gente tem nessas regiões de subsuperfície, eventualmente esse clatrato de metano pode vir mais em direção à superfície e exsudar esse metano. E a gente tem uma rica diversidade de arqueias que conseguem utilizar esse metano, arqueias e bactérias também, mas a gente vê que tem especificamente arqueias que conseguem metabolizar esse metano, consumir esse metano, são chamadas de metanotróficas. E aí é um grupo que hoje a gente já sabe que está espalhado na Terra, em todas as regiões de exsudação de metano, e que é muito adaptado a conseguir… Utilizar esse metano para obter energia nesses ambientes. Então a gente sabe que o metano também é um indicativo superlegal como uma fonte de energia para um possível metabolismo metanotrófico. [Música] Danilo: Eu não consigo decidir qual dessas luas é a mais interessante, mas eu sei que primeira a ter despertado minha curiosidade desde que li o livro Pálido Ponto Azul, do astrônomo Carl Sagan, é Titã. Então, vamos, finalmente, falar dela, a maior lua de Saturno. Titã foi observada pela primeira vez pelo astrônomo holandês Christian Huygens, com um telescópio que ele mesmo projetou, em 1655. Essa, que é a segunda maior lua do sistema solar, tem uma característica muito peculiar: Titã tem uma atmosfera muito espessa, e é tão densa que a pressão atmosférica em sua superfície é 50% maior do que a da Terra. Quando a sonda Voyager 1 passou pelo sistema saturniano em 1980, pela primeira vez os seres humanos puderam ver que a atmosfera de Titã oculta a superfície no espectro da luz visível. A Voyager também conseguiu caracterizar a atmosfera, composta principalmente de nitrogênio, com traços de metano e a presença de algo que vem semeando a imaginação de muita gente: moléculas orgânicas complexas. A sonda Cassini levou consigo um módulo nomeado em homenagem ao Christian Huygens. Quando a Cassini chegou perto de Titã, ela soltou a Huygens em direção à lua. Em janeiro de 2005, a Huygens desceu pela atmosfera muito densa de Titã, abriu um paraquedas e pousou. Por pouco mais de uma hora, a Huygens conseguiu fazer imagens da superfície, confirmando uma suspeita antiga dos astrônomos: como a Terra, Titã tem líquido estável na superfície. Mas não é água. Com temperatura média por volta de 180 graus Celsius negativos, a superfície de Titã tem lagos de hidrocarbonetos, ou seja, matéria orgânica. São lagos de metano e etano em estado líquido. Chove metano em Titã. Como? O Douglas explica. Douglas: Nessas temperaturas, o etano e o metano que fazem a atmosfera já conseguem ser condensados. Todo mundo já viu aqui um botijão de cozinha, de butano, butano propano, que dentro do botijão o gás está líquido. Você abre a torneirinha ali, a mangueira, sai líquido. E ele prontamente, quando chega na atmosfera, ele expande e forma gás. Então, quando você comprime gases, eles podem condensar e se tornar líquidos. Eles mudam de fase. A mesma coisa acontece lá. Com a alta pressão lá, a pressão é duas vezes a pressão aqui da Terra. E baixa temperatura, eles condensam, formam líquido. Então, ela tem oceanos, rios, lagos de metano e etano. E lentamente esse metano e etano vão evaporando, indo para a atmosfera. Na alta atmosfera eles se condensam de novo e formam nuvens. E essas nuvens podem chover ou nevar metano e etano. Então você tem um ciclo hidrológico, metanológico, completo de ciclagem de metano e etano na superfície. Danilo: Quando esse material orgânico abundante em Titã interage com a radiação ultravioleta do Sol, ela forma polímeros orgânicos – moléculas compostas de cadeias muito extensas de carbono e hidrogênio. O Sagan deu o nome de tolinas para essas macromoléculas orgânicas muito abundantes em Titã. Douglas: Além disso, tem essas tolinas que formam hidrocarbonetos mais complexos. Por isso que normalmente o próprio [Carl] Sagan dizia isso: Titã pode não ser o melhor lugar para a vida como a gente conhece, mas pode existir alguma coisa de vida como a gente não conhece. Acima de tudo ela é um excelente laboratório de química prebiótica, porque você tem esse monte de moléculas orgânicas se formando, se complexificando e interagindo que pode dar os primeiros passos. Então grande parte das missões para ir para Titã ou para estudar Titã estão relacionadas com essa parte de química prebiótica. Esse é o principal argumento. Mas a própria missão que talvez vá em 2028, a Dragonfly, ela tem a proposta de procurar as duas coisas, de procurar resquícios, presença de água líquida, porque existe alguma água na superfície, mas normalmente na forma de gelo, ela vai buscar esse gelo e buscar por eventuais sinais de vida como a gente conhece, vida baseada em célula, coisas que a gente conhece. Danilo: A Dragonfly é uma missão da NASA em fase final de preparação. É uma espécie de drone do tamanho de um carro pequeno que vai explorar Titã. Deve até mesmo ser capaz de fazer pequenos voos pela atmosfera da lua. O lançamento da Dragonfly está previsto para julho de 2028 e a ela deve chegar em Titã em 2034. O que ela poderia encontrar lá, que seja de interesse astrobiológico? Será que Titã não poderia ter algum tipo de vida muito diferente da terrestre, com um maquinário bioquímico diferente? Douglas: A gente não conhece nada aqui na Terra que viva e que tenha metabolismo nessas temperaturas baixas, mas é cogitado. A Dragonfly também vai procurar por indícios de vida como a gente não conhece, algum desequilíbrio químico, alguma bioassinatura termodinâmica que possa indicar algum tipo de vida como a gente não conhece. Danilo: Procurar pelo tipo de vida que a gente conhece, a terrestre, já é um desafio – se é que algo do tipo da vida terrestre existe fora da Terra. Um desafio ainda maior é procurar por vida como a gente não conhece. Tem muita coisa que a gente não sabe sobre a própria vida terrestre – como ela surgiu, por exemplo. Mas isso é o que sabemos que não sabemos – em outras palavras: é o desconhecido conhecido. Quando falamos em vida como não conhecemos, deve haver um espaço ainda maior de possibilidades que ignoramos e que nem sequer conseguimos conceber. É uma forma de ignorância dupla: nem sequer sabemos o que não sabemos. No próximo episódio, vamos voltar para a nossa vizinhança do sistema solar e olhar para um planeta gêmeo da Terra: Vênus. Ambos têm praticamente o mesmo tamanho, mas Vênus é um verdadeiro inferno, com uma superfície quente a ponto de derreter chumbo. Seria possível haver qualquer coisa viva lá? Na superfície, muito provavelmente não. Mas nas nuvens mais altas, a temperatura é bem mais amena. Em 2020, cientistas alegaram ter detectado fosfina, que aqui na Terra é produzida por seres vivos, uma possível bioassinatura nas nuvens altas de Vênus. Isso reacendeu o interesse astrobiológico no nosso vizinho infernal e novas missões estão em desenvolvimento para explorar a atmosfera ultradensa de Vênus. A pesquisa, o roteiro, a produção e a narração foram feitas por mim, Danilo Albergaria. A revisão do episódio foi da Simone Pallone, coordenadora do Oxigênio. A edição de áudio é do Guilherme Lopes, aluno do curso de Midialogia e estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa, a Cocen. As vinhetas do Oxigênio foram criadas por Elias Mendez. Este podcast foi produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, para divulgação do projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se gostou deste episódio, indique para seus amigos e amigas. [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
Com uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo, o Brasil reúne condições para ocupar uma posição de destaque na transição energética global. Para transformar esse potencial em desenvolvimento econômico, no entanto, será necessário ampliar os investimentos em inovação, fortalecer o ecossistema de startups e ampliar a colaboração entre setor privado, terceiro setor e poder público. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Hudson Mendonça, sócio da Grown Capital Partners, e Armando Winter, CEO da Energy Hub Ventures, discutem como o capital de risco, o empreendedorismo e a inovação podem acelerar a descarbonização e posicionar o Brasil como referência em energia limpa. Este podcast é uma produção do Estadão Blue Studio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
HORTI RESENHA #149 - Esquadrão Psilídeo: manejo integrado e inovação no controle do psilídeo na citricultura
O novo episódio do Programa de Quinta mergulha em um tema importante para o futuro do nosso setor: biomateriais na moda: O Brasil está pronto para escalar essas inovações? Para responder a essa pergunta, recebi o pesquisador e biodesigner Junior Costa, que trouxe insights valiosos dessa revolução sustentável.A discussão do tema se torna ainda mais urgente quando olhamos para o nosso potencial: embora o Brasil detenha 20% da biodiversidade do planeta, ainda enfrentamos desafios técnicos complexos para transformar essa riqueza natural em vantagem competitiva industrial.Durante o nosso bate-papo, Junior detalhou os gargalos de engenharia e infraestrutura que impedem que as inovações saiam dos centros de pesquisa e alcancem, com viabilidade econômica, o chão de fábrica das grandes tecelagens. Mais do que tecnologia, ele reforça que a transição para o biodesign exige uma nova mentalidade coletiva — unindo o olhar dos criativos, a coragem dos empresários e o apoio estratégico do governo.Mais do que um debate técnico, este episódio é um guia essencial para quem deseja liderar o mercado de moda com consciência e inovação.
Nesta edição do Economia & Negócios, José Inácio Pilar e Patricia Chaccur recebem Andrea Janér, fundadora e CEO da Oxygen, plataforma de inteligência estratégica especializada em tendências, inovação e transformação dos negócios.Após uma nova imersão na China, Andrea compartilha o que viu no principal polo de inovação do mundo, explica como o país está redefinindo tecnologia, consumo e indústria e analisa quais mudanças devem chegar às empresas brasileiras nos próximos anos.A conversa aborda o mercado de carros elétricos, o foco em carros voadores, empresas totalmente robotizadas, inteligência artificial, mercado de luxo, planejamento de longo prazo, liderança, cultura organizacional e os desafios de distinguir modismos das transformações que realmente mudam os negócios.Temas abordados:como separar hype de tendências reais.curadoria de informação como vantagem competitiva.as transformações recentes da China.planos quinquenais e estratégia chinesa.tecnologias que já fazem parte do cotidiano chinês.a ascensão da China com suas grifes de luxo.o que empresas brasileiras podem aprender com a China.a reação dos Estados Unidos e Europa ao avanço chinês.inovação, cultura e mudança de mentalidade nas empresas.liderança e métricas de sucesso.Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #china #inovacao #estrategia #tecnologia #economia #superpotencia #negocios #mercado #geopolitica #futuro #inteligenciaartificial #ciencia #desenvolvimento #historia #industria #lideranca #tendencias #globalizacao #analise #podcast
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. O tema dessa edição foi como a IA está recriando pessoas mortas.
No novo episódio do Juridcast, Leandro Ramos recebe Gabriel Bdni para uma conversa sobre uma das palavras mais repetidas do mercado jurídico e, ao mesmo tempo, uma das menos compreendidas: inovação. Gabriel diferencia inovação incremental, adjacente e disruptiva, comenta o peso do autoconhecimento antes de olhar para o cliente, discute a evolução dos modelos de cobrança rumo à geração de valor e propõe a pergunta desconfortável que todo escritório deveria responder antes de investir um real em inovação: qual é o seu propósito e onde você quer chegar?Uma conversa sobre inovação de verdade, estratégia e o que separa mudar de apenas parecer moderno.Quer entender o que a sua banca realmente chama de inovação? Ouça o episódio completo.Conheça o convidado: Gabriel Charaf Bdine | LinkedIn
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. O tema dessa edição foi como a IA está recriando pessoas mortas.
Aldo RebeloEscritor, jornalista e político, Aldo Rebelo é um dos palmeirenses mais conhecidos do Brasil. Ao longo da carreira política, Aldo foi Ministro do Esporte, Ministro da Defesa do Brasil e Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação.Além disso, Rebelo foi escritor do livro Palmeiras x Corinthians 1945: O jogo vermelho.Ao seu lado, está Jota Christianini um dos maiores historiadores e protetores da memória alviverde.Formado em Advocacia pela FMU, atuo como jornalista esportivo e pesquisador, chegando a comandar o departamento de História Alviverde e até hoje é conselheiro do clube.-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Verde e Branco Mania - Cupom: PODPORCO10 - Compre produtos oficiais do Palmeiras com desconto do Podporco!https://verdebrancomania.com.br/produto/linha-puma/linha-puma-202526/camisa-i-palmeiras-2025-26-torcedorhttps://verdebrancomania.com.br/produto/linha-puma/linha-202627/camisa-i-palmeiras-2026-27-jogador----------------------------------------------------------------------------------------------------------------Remessa Online - Transferências internacionais e câmbio feitos por quem entendeA Remessa Online é a mais nova parceira do Podporco, a melhor ponte para você enviar o seu dinheiro do Brasil para o exterior ou do exterior para o Brasil.Faça a sua simulação: https://www.remessaonline.com.brCupom: PODPORCO ------------------------------------------------------------------------------------------------------Pátria Cidadania - A sua cidadania italiana nunca esteve tão próxima!https://lp.patriacidadania.com.br/podporco------------------------------------------------------------------------------------------------------------NUV Energiahttps://link.nuvenergia.com.br/api/og/podporcoBaixe o APP da NUV, contrate o serviço para economizar na sua conta de energia e ainda ganhe uma camisa oficial do Verdão!Cupom: PODNUV
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/f2bff94f85O Brasil virou dois países dentro do mesmo mapa. De um lado, 55% da população não consegue guardar um único centavo. Do outro, uma nova geração já deixou a inteligência artificial escolher onde botar o dinheiro. Mesma economia, mesmos bancos, dois mundos que mal se enxergam.Pra entender esse abismo, Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, senta com os Economistas e abre os dados completos da 9ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, a maior radiografia do bolso do brasileiro, feita em parceria com o Datafolha e quase 6 mil pessoas ouvidas.O elo IA + cripto: quem usa IA pra investir tem quase 3x mais criptomoeda na carteira que o investidor médioA barreira dos 55%: o que o estresse financeiro revela sobre a dificuldade real de poupar hoje (82% dos mais estressados não guardaram nada em 2025)A morte do conselheiro tradicional e a algoritmização das decisões de investimentoA poupança perdendo o trono enquanto o brasileiro descobre renda fixa e criptoO tamanho do rombo da aposentadoria: 60% acham que vão viver do INSS, mas 93% dos já aposentados de fato dependem dele#anbima #bolsa #brasil #investimentos #inss
A transição energética deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar um tema estratégico, capaz de influenciar investimentos, inovação e competitividade entre países. Nesse contexto, iniciativas que aproximam empresas, investidores, universidades, startups e governos ganham importância para acelerar projetos e transformar oportunidades em soluções concretas. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, o CEO do Energy Summit, Hudson Mendonça, explica como o evento evoluiu para se consolidar como uma plataforma de negócios e inovação voltada ao setor de energia. No episódio, ele analisa o potencial do Brasil para liderar a nova economia de baixo carbono, os desafios para atrair investimentos de longo prazo e as tendências que devem moldar o futuro do setor. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falamos com a engenheira aeroespacial, distinguida com o prémio de Jovem Empreendedora nos Prémios Alumni Técnico e prémio europeu de Inovadora em Ascensão, atribuído pelo Conselho Europeu para a Inovação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Inteligência Artificial tem dominado as discussões sobre inovação, mas é a qualidade do dado que determina o sucesso ou o fracasso de qualquer iniciativa.Neste episódio do Performa Q. Pod. na CBN, recebemos Gabriel Vernalha, Executivo de Governança de Dados, Analytics, IA e Inovação, para uma conversa sobre como os avanços da tecnologia estão transformando a forma como empresas inovam, tomam decisões e geram valor.Ao longo da conversa, Gabriel mostra como a governança de dados é essencial para garantir qualidade, confiabilidade e escalar o uso de Inteligência Artificial nas empresas. Ele também destaca aplicações práticas da IA na saúde, com ganhos em eficiência, apoio aos profissionais e melhoria da experiência do paciente. Por fim, reforça a importância de integrar dados, tecnologia e estratégia para criar soluções inteligentes que gerem valor de forma simples e eficaz.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Subprocuradoria-Geral de Governança Institucional, da Subprocuradoria-Geral de Inovação e da Ouvidoria-Geral, realizou, na tarde desta quarta-feira, 1º de julho, uma reunião com membros e servidores da Promotoria de Justiça de Cruzeiro do Sul.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Subprocuradoria-Geral de Inovação, anunciou nesta sexta-feira, 3, por videoconferência, a equipe campeã da etapa do interior do estado da Copa de Prompts 2026. A competição é voltada ao desenvolvimento de prompts, comandos e instruções utilizados para orientar ferramentas de inteligência artificial. A equipe Seringueiros, de Xapuri, conquistou o primeiro lugar na disputa, enquanto a equipe Balsa FC, de Cruzeiro do Sul, ficou com a segunda colocação.
O evento acontecerá entre os dias 16 e 18 de agosto, no Sheraton Grand Rio Hotel & Resort - Leblon - Rio de Janeiro. Participe! Conheça todos os detalhes em: https://2026congresso.abpi.org.br/
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. O tema dessa edição foi sobre a avaliação da Comissão Europeia de que o Facebook e o Instagram possuem um design considerado viciante.
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No episódio de hoje, recebo Pr. Filipe Coelho, diretor do History Makers na América do Sul e fundador do InPeace, uma das maiores plataformas tecnológicas para igrejas do mundo.
Painel – Inovação em Consórcio : O portfólio de LIBRA Julio Leite | Petrobras Samuel Cunha | TotalEnergies Mariana Tiengo | Shell Vinicius Machado | Petrobras --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos
Como uma força de vendas que passava 80% do tempo apenas tirando pedidos virou protagonista do crescimento da PepsiCo? Neste episódio, recebemos Francini Cristelo, CIO e Líder de Business Transformation da PepsiCo. Ela conta o que mudou quando a IA entrou para amplificar o trabalho das pessoas e por que o resultado não veio da ferramenta, mas da forma como a empresa preparou o caminho até ela. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:IA aplicada;Força de vendas;Transformação de negócio;Adoção de IA;Reskilling;Cultura de erro;Inovação aberta;Escala de pilotos.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #inteligenciaartificial
Erin Hodson is a healthcare leader with deep experience spanning nursing, case management, and revenue cycle leadership at Inova. In this episode, she shares her journey from bedside care to executive leadership and what drew her into the complex world of revenue cycle, payer dynamics, and healthcare operations. Her perspective is especially compelling because she bridges clinical empathy with systems-level thinking, making the conversation both practical and eye-opening. Rev101: https://payhip.com/RevCycle101
Antonio Enache nu este primul om la care să te gândești când cauți soluțiile de care avem nevoie pentru sănătate. Experiența lui este masivă în domeniul fitnessului, dar nu bănuiam că este atât de pasionat de longevitate. Pentru că domeniul este de frontieră, am căutat în experiența lui idei noi despre care trebuie să începem o discuție când discutăm despre lucrurile care ne pot face bine. Am abordat această conversație cu mintea deschisă, dar fără convingeri. Nu sunt încă pregătit pentru toate aceste concepte. Unele ne vor trece testul timpului și altele nu. Indiferent ce ne rezervă viitorul, vreau să sper că am adus ceva folositor cu acest interviu. Îi sunt recunoscător lui Antonio că este provocator și curajos și nu se teme să contrazică normele, chiar dacă asta înseamnă doar să pornim o discuție mai mare despre Longevitate IGDLCC înseamnă Informații Gratis despre Lucruri care Costă! Totul ne costă dar mai ales timpul așa că am făcut această serie pentru a mă informa și educa alături de invitați din domeniile mele de interes. Te invit alături de mine în această călătorie. Mi-am propus să mă facă mai informat și mai adaptat la schimbările care vin. Sper să o facă și pentru tine.
Quando a empresa começa a gerar resultados positivos, surge uma nova etapa do desafio empreendedor: saber o que fazer com o dinheiro que sobra. Guardar, reinvestir, proteger o patrimônio ou buscar novas oportunidades? A gestão financeira vai muito além de controlar entradas e saídas — ela envolve decisões estratégicas para garantir crescimento sustentável e segurança para o negócio. Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, o podcast da Vero, vamos falar sobre educação financeira avançada, investimentos para empresas, alocação de capital e os caminhos para transformar o lucro em novas oportunidades. Para essa conversa, recebemos Emanuelle Smaniotto, especialista em Finanças, Educação e Inovação, cofundadora e diretora do Instituto Inova e da Alba Advisors, além de consultora de Cultura de Inovação no SENAI RS; e Felipe Feijó, economista, MBA pela Universidade de Chicago e sócio-diretor financeiro do Grupo Ável, especialista em alta gestão financeira e estratégias de investimento. Ao longo do episódio, eles compartilham insights sobre como o empreendedor pode tomar decisões mais inteligentes com os recursos disponíveis, equilibrando crescimento, proteção patrimonial e visão de longo prazo. Um conteúdo essencial para quem quer transformar resultados financeiros em valor para o futuro da empresa. Vivendo e Empreendendo: informação, estratégia e inspiração para quem faz o negócio acontecer.
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/qual-era-a-cara-de-cesar-a Why These 100-Year-Old Photographs Look Impossibly Modern | Sotheby's https://youtu.be/Zzaek6f8ru0?si=_D-2XAyY4dMApk8u Controversy Erupts over Expansion of Universe: Nobel Prize Awarded in Error? https://youtu.be/xeFaOY2UCEk?si=YjHKRTRIbArjkacd How Christianity Went Viral https://unchartedterritories.tomaspueyo.com/p/how-christianity-went-viral The Beards and Hairstyles of the Roman Emperors https://youtu.be/ppcvH80bd20?si=HPmM7Woy7mA2kiAl What did Julius Caesar really look like? https://youtu.be/CeH3-RoOOYI?si=NNLxTIl0Y0uzonGN Julius Caesar – Andrea di Pietro di Marco Ferrucci – ca. 1512–14 https://www.metmuseum.org/art/collection/search/192717 (via chatGPT) Jesus Mission Focused on Jews https://chatgpt.com/share/6a3ace60-93fc-83e9-9bd6-67efe962721e a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
Neste quarto episódio especial do Afya News, o Dr. Gustavo e o Dr. Guilherme Rodrigues conduzem uma conversa essencial sobre as principais atualizações que estão transformando a cardiologia mundial. Para aprofundar o debate, recebemos o Dr. Eduardo Lapa, médico cardiologista e fundador do Cardiopapers. O foco central deste videocast é desmistificar as novidades do Congresso ACC, explorando desde o impacto prático no tratamento das dislipidemias em consultório até as inovações em procedimentos complexos e a realidade do acesso a essas terapias na saúde pública e privada.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia, com Pós Doutorado em Ecologia, Hugo Fernandes. Só vem! >> OUÇA (80min 01s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Hugo Fernandes é biólogo, professor da Universidade Estadual do Ceará, possui pós-doutorado em Ecologia e é mestre e doutor em Zoologia. Desde 2022, é sócio e Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais, empresa de consultoria com atuação em mais de 20 estados do país. Pertence ao corpo docente de programas de pós-graduação da UFC, PUC e Universidade do Carbono. Faz parte do programa executivo do European Institute of Innovation for Sustainability e integrou a delegação brasileira em duas Conferências das Partes da ONU (COP16 Biodiversidade e COP30 Clima). Foi membro do Programa Cientista Chefe junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (SEMA), onde coordenou a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada do Ceará. Além disso, faz parte do corpo de especialistas que elabora a lista vermelha nacional de roedores e felinos silvestres junto ao ICMBio. Como comunicador, foi um dos pioneiros da divulgação científica ambiental na internet brasileira, duas vezes TEDx speaker, apresentador de TV (SBT Ceará), colunista de ciência da Band News FM e assinou textos científicos para veículos como HuffPost New York, Folha de S. Paulo, Piauí e Veja. Pela sua atuação, já recebeu homenagens do Governo do Estado do Ceará, da Assembleia Legislativa do Ceará e do Conselho Federal de Biologia, no Senado Federal. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9647959713613299 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Debate da Super Manhã: Recentemente, os Estados Unidos anunciaram a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse posicionamento reacende uma discussão que o Brasil evita enfrentar: afinal, o que define o terrorismo? No debate desta quinta-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o posicionamento do governo americano em relação às facções brasileiras, as consequências políticas dessa decisão, a soberania nacional e as relações diplomáticas entre os dois países diante da ofensiva americana. Participam o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE), Armando Nascimento; a advogada especialista em Direito Criminal, doutora em Processo Penal pela PUC/SP, presidente da Comissão Nacional de Direito Penal do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Carolina Amorim; e o estudioso do modelo de Segurança Pública da Colômbia, Idealizador e ex-gestor da Rede Compaz do Recife, Murilo Cavalcanti.
In this episode of Dean's Chat, Drs. Jeffrey Jensen and Johanna Richey welcome two third-year residents from the Inova Health System podiatric residency program: Hozaifa Anjum, an alumna of the Arizona College of Podiatric Medicine, and Gregory Rose from the New York College of Podiatric Medicine. The conversation offers an inside look into one of the nation's premier residency programs while also highlighting the personal journeys that led both residents into podiatric medicine. The discussion centers heavily on residency training, externships, and the transition from medical school to surgical practice. Hozaifa and Greg provide thoughtful advice for students preparing for clerkships, emphasizing humility, enthusiasm, personal accountability, and the importance of balancing confidence with professionalism. Both residents stress that success during externships is less about grades or class rank and more about work ethic, reliability, curiosity, and engagement. They also reflect on how quickly residency passes and encourage students to actively document cases, study surgical approaches, and develop habits of reflection early in training.Listeners also gain a detailed overview of the Inova residency structure, including inpatient management, surgical exposure, orthopedic trauma rotations, overnight call responsibilities, and the program's strong academic culture. The residents highlight the breadth of surgical experience available at Inova, ranging from minimally invasive procedures to complex reconstructions and trauma care, as well as the program's emphasis on evidence-based medicine, cadaver labs, research, and multidisciplinary training. Particularly impactful are their stories about orthopedic trauma call at the Level I trauma center at Inova Fairfax Hospital, where residents manage high-acuity cases and gain significant hands-on experience.As the episode concludes, both residents discuss their next career steps. Hozaifa will pursue advanced fellowship training with Dr. Brian Burgess (a pripor guest on Dean's chat Ep.320), while Greg will remain at Inova as a faculty attending, continuing his passion for education and residency mentorship. Throughout the conversation, both express deep gratitude for the mentorship, investment, and guidance they received from the Inova faculty and reflect on how residency has shaped not only their surgical skills but also their professional identities. This episode provides invaluable insight for podiatry students preparing for externships and residency while showcasing the culture, rigor, and mentorship that define high-level surgical training
CLIQUE AQUI E FAÇA SUA PRÉ-MATRÍCULA PARA O LEGADO (16 produtos pelo preço de 1)Abra sua conta na Coinbase, uma das exchanges de cripto mais seguras do mundo, e ganhe R$50 em BTC na sua primeira compra de R$1.000Há exatos 16 anos, em 22 de maio de 2010, o programador Laszlo Hanyecz fez história ao realizar a primeira transação comercial com Bitcoin: 10.000 BTC por duas pizzas.Na época, valiam cerca de US$ 41. Hoje, valem milhões de dólares — um dos lanches mais caros (e simbólicos) de todos os tempos.Naquele momento, poucos imaginavam que aquela moeda digital, então sem valor em dólar, se tornaria o epicentro de uma transformação global.Desde então, o Bitcoin evoluiu de uma ideia marginal para um ativo acompanhado por empresas, fundos, bancos e até governos que discutem incluí-lo em suas reservas estratégicas.Mais do que a criptomoeda mais negociada do mundo, o Bitcoin passou a representar uma nova forma de pensar dinheiro, soberania, escassez e sistema financeiro.Agora, 16 anos depois da compra das pizzas por Laszlo Hanyecz, o mercado vive mais um momento decisivo. Após cair mais de 50% em relação ao seu topo histórico, o setor se recuperou mais uma vez — mas será que ainda é cedo para acreditar em um novo ciclo de alta?Estamos diante do início de uma nova fase para o mercado cripto ou apenas de mais um movimento temporário antes de uma correção maior?Quais narrativas ganharam força nos últimos meses?Como sobreviver ao inverno cripto?E o que mudou neste ciclo, agora que o Bitcoin convive com ETFs, maior participação institucional e a ascensão de novas narrativas dentro do mercado?Além disso, as stablecoins cresceram silenciosamente e hoje movimentam volumes que rivalizam com gigantes do sistema financeiro tradicional. Estamos vendo apenas uma evolução do dólar digital ou o início de uma transformação mais profunda nos meios de pagamento globais?Para discutir essas e outras questões, receberemos Felipe Sant'Anna e Matheus Moura para o episódio nº 299 do Podcast Os Sócios.Hosts: Bruno Perini (@bruno_perini) e Malu Perini (@maluperini)Convidados: Felipe Sant'Anna (@felipether) e Matheus Moura