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Cinco anos da Cátedra Josué de Castro: ciência e informação sobre ultraprocessados
A relação dos consumidores com o álcool está a mudar e a indústria das bebidas procura adaptar-se. Onde vai o sector encontrar crescimento? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Margarida CardosoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A relação dos consumidores com o álcool está a mudar e a indústria das bebidas procura adaptar-se. Onde vai o sector encontrar crescimento? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Margarida CardosoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Autoridade Tributária alterou as regras de avaliação dos parques eólicos e solares, que passam a ser considerados como um todo para efeitos de IMI, incluindo os equipamentos e as infraestruturas necessários à produção de eletricidade See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
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ILPF contribui para a conservação dos recursos naturais e a redução das emissões de carbono'
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
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Nesta edição especial do Agrolink News, o diretor de Marketing de Seedcare e Biológicos da Syngenta no Brasil, Aimar Pedrini, explica como os bioinsumos vêm transformando a agricultura e ampliando as possibilidades de manejo nas lavouras. A entrevista aborda a evolução do mercado de soluções biológicas, a integração entre tecnologias químicas e biológicas, a importância da microbiologia do solo e os benefícios do novo AVAKITT NEO para aumentar a absorção de água e nutrientes, contribuindo para uma agricultura mais produtiva, eficiente e sustentável.
Enquanto muitos acreditam que o maior desafio do agronegócio está no clima ou nos preços das commodities, Giuliano Francischini mostra que o verdadeiro diferencial está na mudança de mentalidade do fazendeiro, transformando-se em um empresário rural. Nesta conversa, você vai entender: • Como transformar uma fazenda em empresa. • Por que sustentabilidade gera lucro. • Como a geopolítica influencia o produtor rural. • Os maiores erros de gestão nas propriedades. • Como formar equipes de alta performance. • O futuro da cana e do agronegócio brasileiro. Um episódio para produtores, sucessores, gestores e empresários do agro que querem construir negócios preparados para as próximas gerações. Capítulos 00:00 O produtor que escolheu pensar diferente03:02 O que realmente diferencia um empresário rural08:08 O agro é sustentável? A resposta surpreende12:36 "Ninguém acorda querendo destruir o planeta"18:22 A pergunta era sobre cana...19:02 ...mas a resposta foi sobre geopolítica24:40 O produtor precisa virar empresário?28:51 O erro de economizar onde não deveria29:24 Sustentabilidade dá lucro?31:16 "Tem gente tão pobre que só tem dinheiro"32:25 Como formar equipes com senso de dono39:11 Antes de liderar, aprenda a fazer39:57 "O terno valoriza o campo"41:21 O desastre climático que atingiu 100% da fazenda42:47 O maior destruidor de produtividade44:30 O que a Disney ensina para o agro50:34 Como preparar a próxima geração51:17 A herança que um avô deixou ao neto58:32 O conselho para o Juliano de 20 anos59:12 A bola de cristal para o mercado da cana1:00:14 Onde encontrar Giuliano FrancischiniSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada de hoje é Karina Kapazi, que construiu sua trajetória no encontro entre o rigor da governança e a complexidade das relações humanas. Há mais de duas décadas na Kapazi, empresa familiar, atua com Governança Corporativa, Sustentabilidade, Compliance e Gestão de Pessoas, dedicando especial atenção aos desafios da sucessão e do comportamento nas organizações. Formada em Direito, estuda Governança, ESG e Análise Transacional. É autora do livro Trem, pesquisadora, mentora voluntária, mãe e corredora de rua. Sua jornada parte de uma convicção: empresas são feitas de pessoas, pessoas são feitas de histórias, e nenhuma estrutura permanece sólida sem consciência, ética e humanidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada de hoje é Karina Kapazi, que construiu sua trajetória no encontro entre o rigor da governança e a complexidade das relações humanas. Há mais de duas décadas na Kapazi, empresa familiar, atua com Governança Corporativa, Sustentabilidade, Compliance e Gestão de Pessoas, dedicando especial atenção aos desafios da sucessão e do comportamento nas organizações. Formada em Direito, estuda Governança, ESG e Análise Transacional. É autora do livro Trem, pesquisadora, mentora voluntária, mãe e corredora de rua. Sua jornada parte de uma convicção: empresas são feitas de pessoas, pessoas são feitas de histórias, e nenhuma estrutura permanece sólida sem consciência, ética e humanidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
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Em França, milhares de pessoas foram autorizadas a regressar, esta segunda-feira, às localidades mais afectadas pelo mega incêndio que lavrou durante cerca de dez dias na província de Gironde, no sudoeste de França. As autoridades anunciaram que o fogo está controlado, depois de ter obrigado à retirada de cerca de 220 mil pessoas e consumido cerca de 42 mil hectares. Este é o incêndio florestal mais grave em França desde 1949, num verão que está a ser marcado por outros mega incêndios noutras regiões de França e também noutros países, especialmente no sul da Europa. O que fazer perante um cenário que se pode tornar norma e que tem vindo a ser antecipado pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas? Para conversarmos sobre o tema convidámos Francisco Ferreira, presidente da ONG ambiental ZERO e director do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade da Universidade Nova de Lisboa. RFI: Por que é que os incêndios em França têm sido tão intensos este verão? Francisco Ferreira, Presidente da ONG ambiental “ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável” e director do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade da Universidade Nova de Lisboa: “Não podemos atribuir apenas a uma causa, mas sim a um conjunto de circunstâncias, um pouco como tiveram lugar em Junho e em Outubro de 2017 em Portugal, com uma enorme área ardida. Do ponto de vista da meteorologia, estamos a falar de umas características muito próprias que habitualmente são identificadas como 30-30-30, ou seja, 30% ou menos de humidade relativa, mais de 30 graus Celsius e velocidades de ventos superiores a 30 quilómetros por hora. São realmente circunstâncias que levam a uma enorme secura da vegetação, vegetação essa que com um historial de um clima que teve fases em que levou ao desenvolvimento de vegetação, nomeadamente rasteira, e depois a períodos de seca, com as ondas de calor que tiveram lugar, proporcionaram uma extensão muito rápida dos incêndios. Por outro lado, também, sem dúvida alguma, o local em causa. Estamos a falar de florestas de pinhal, de uma monocultura com uma enorme quantidade de combustível que, face às circunstâncias meteorológicas e climáticas, entraram naquilo que nós chamamos um ciclo positivo, em que um incêndio passa para um mega incêndio que se propaga com grandes velocidades, onde o vento também acaba depois, pela dinâmica do próprio incêndio, a ter um comportamento irregular e incontrolável do ponto de vista da previsão, com uma extensão e um impacto absolutamente brutais e incontroláveis.” Este “mega incêndio” na região de Gironde está a durar há mais de dez dias e só agora é que estão a deixar a população voltar para casa. O que é que explica que este mega incêndio tenha durado tanto tempo? “O problema é que quando nós temos esta mistura de muito combustível presente, circunstâncias meteorológicas que levam a que o incêndio possa ter um desenvolvimento muito maior que o normal, questões de ordenamento do território também a ajudar e quando se sabe também que tudo isto é resultado de um agravamento causado pelas alterações climáticas, ou seja, as alterações climáticas não são o aspecto decisivo, mas são sim uma agravante destes incêndios, que estamos a ter na Europa um conjunto de circunstâncias que levam a que estejamos com temperaturas muito elevadas e baixa humidade relativa, obviamente, estes incêndios tornam-se incontroláveis e a própria noção de criação de cumulonimbus que são nuvens de desenvolvimento vertical, ou seja, quando nós temos o ar a subir muito rapidamente, uma enorme deslocação vertical, se eu tiver também neste movimento da formação destas nuvens um incêndio no seu interior, digamos assim, isso leva àquelas línguas de fogo que são visíveis e que obviamente representam ainda um maior factor de descontrolo do incêndio em termos de previsibilidade e de extensão daquilo que pode vir a acontecer. O que é facto é que estes incêndios que temos assistido em vários locais, na proximidade de Madrid, na proximidade de Bordéus, também aconteceram em Portugal, no Pinhal de Leiria, em Setembro de 2017, na zona de Pedrógão Grande, em Junho de 2017, são resultado de um conjunto de circunstâncias. As ignições também são importantes. Em França, sabemos que nove em cada dez incêndios têm a ver com uma origem humana directa, seja ela por negligência ou criminosa.” Falou na monocultura do pinheiro, que é um tipo de vegetação mais inflamável. Como é que agora deve ser feita a reflorestação para não cometer os mesmos erros? “Talvez aqui o Pinhal de Leiria seja um exemplo que Portugal pode apresentar para França e para o resto da Europa porque nós tivemos realmente mais de 500.000 hectares ardidos, no total, no país em 2017 e no ano passado ainda tivemos 250.000 hectares de área ardida. Ora bem, como é que a recuperação ou reabilitação ou reflorestação tem sido feita? Acima de tudo, através da diversidade que nós conseguimos impor à paisagem, ou seja, não é retirar o pinheiro, mas é olhar para o ordenamento do território como um mosaico, um mosaico que tem diferentes espécies, umas que podem ser muito importantes do ponto de vista da sua produção - árvores para madeira, para outros fins - mas também com vegetação autóctone com maior resistência ao fogo, zonas agrícolas, ou seja, o truque está em eu não ter uma ocupação com base numa única espécie e contínua - mesmo que tenha alguns espaços para corredores para permitir atrasar a propagação do fogo e o seu combate, mas que se têm revelado insuficientes. Portanto, o truque está realmente na gestão florestal, nesta lógica de diversidade e de mosaico que poderão permitir atrasar a propagação, permitir o controlo da parte dos bombeiros e, acima de tudo, até garantir uma paisagem mais resiliente. O fogo faz parte das características do Mediterrâneo e de zonas de França, como Bordéus e outras, mas o problema é que nós temos uma paisagem que foi fortemente humanizada, assumindo um risco de incêndio que nos últimos anos tem vindo a aumentar e, portanto, nos obriga também a repensar a paisagem.” Tendo em conta as ondas de calor, as alterações climáticas, a sobreocupação humana da própria paisagem, os incêndios extremos vão tornar-se uma norma em França e no Sul da Europa? “É isso que o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas tem vindo a dizer nos seus últimos relatórios, claramente identificando Península Ibérica, a França, a Grécia, a Turquia e a Itália como países onde os incêndios farão parte, infelizmente, de uma realidade com um clima diferente, mas onde as alterações climáticas são um dos factores e não apenas o único. O que é facto é que é um drama enorme para o próprio clima porque o clima está a aquecer porque temos mais dióxido de carbono na atmosfera e as florestas são precisamente onde nós conseguimos captar e armazenar este dióxido de carbono. Cada vez que temos um incêndio, nós estamos a recolocar esse dióxido de carbono, que estava armazenado, na atmosfera, para além, obviamente, de todos os prejuízos, sejam eles directamente em vidas humanas, seja para os bens, seja para a poluição do ar, que afecta também não apenas as zonas circundantes, mas zonas bem distantes, como vimos há poucas semanas no caso dos grandes incêndios rurais do Canadá.” Falámos na prevenção, mas no que toca à gestão da crise, a França teve de recorrer a meios aéreos europeus, incluindo de Portugal, para combater o mega incêndio do distrito de Gironde. A França está preparada para este tipo de incêndios? “Eu acho que nenhum país da Europa está preparado para este tipo de incêndios e nem deve estar, entre aspas, porque nós temos que ter um equilíbrio, eu diria até uma predominância dos investimentos na prevenção e não tanto no combate. O que é facto é que o mecanismo europeu procura dar esta resposta para que cada país - às vezes, alguns com dimensão pequena, como Portugal - não tenha que ter um conjunto de meios que tem custos enormes, como são os meios aéreos, e que possamos usar entre os vários países europeus - e também no caso de Portugal, recorrendo a Marrocos - este tipo de resposta coordenada.”
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
Estão abertas as inscrições para a edição de 2026 do Prêmio Biguá de Sustentabilidade, iniciativa da Rede Gazeta que reconhece e dá visibilidade a projetos voltados para a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável em todo o Espírito Santo. Com o tema "Todos 100% Presentes", a campanha deste ano reforça a importância da união e do engajamento coletivo para fortalecer a resiliência climática.A premiação contempla iniciativas em cinco categorias — produtores rurais, poder público, instituições de ensino, empresas e sociedade civil —, abrangendo projetos que gerem impactos socioambientais positivos e sirvam de exemplo para outras comunidades.Os interessados poderão realizar as inscrições até o dia 06 de setembro no site agazeta.com.br/premiobigua.
Os cooperados da Cresol Encostas da Serra Geral têm um compromisso importante nesta quinta-feira (30). A partir das 19h, será realizada, de forma totalmente on-line, a Assembleia Geral de Núcleo 2026, que terá como principal pauta a proposta de união entre a Cresol Encostas da Serra Geral e a cooperativa Cresol 13 de Maio. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, a gerente da agência de Lauro Müller, Rosi Nunes, e a coordenadora do Quadro Social e Sustentabilidade da cooperativa, Regiane de Farias, explicaram que a decisão será tomada exclusivamente pelos cooperados e representa um novo passo no processo de fortalecimento do sistema cooperativo. Segundo Rosi Nunes, a assembleia é um momento de participação efetiva dos associados nas decisões da cooperativa. "Hoje, às 19 horas, através da assembleia totalmente on-line, os cooperados poderão acompanhar, pela fala do presidente, o que a cooperativa pretende com essa junção das duas cooperativas", destacou. Regiane de Farias ressaltou que um dos grandes diferenciais do cooperativismo é justamente a gestão democrática. "As decisões são tomadas com os cooperados. Eles vão poder olhar essa proposta e dizer: 'isso é bom' ou 'isso não faz sentido para a gente'. Eles é que aprovam ou não essa decisão", afirmou. A coordenadora explicou que o processo de incorporação não é novidade dentro do sistema Cresol. A cooperativa já passou por outras integrações ao longo dos últimos anos e esse movimento acompanha uma tendência nacional entre instituições financeiras cooperativas. "Nos últimos dez anos, mais de 250 cooperativas de crédito fizeram esse movimento de se juntar para ficarem maiores e mais fortes", observou. De acordo com as entrevistadas, a união permitirá ampliar significativamente a área de atuação da Cresol em Santa Catarina. Atualmente, a cooperativa possui espaço para expansão em apenas mais um município. Com a incorporação da Cresol 13 de Maio, a área de abrangência passará para cerca de 83 municípios, abrindo novas possibilidades de instalação de agências em cidades da região. Regiane explicou que a medida também atende às exigências regulatórias do Banco Central e fortalece a sustentabilidade da cooperativa. "É um movimento de fortalecimento. Quanto mais agências e municípios uma cooperativa atende, mais forte ela fica. Somar forças é um dos princípios do cooperativismo", enfatizou. Além da expansão territorial, Rosi Nunes destacou que o fortalecimento da cooperativa gera benefícios diretos para as comunidades onde atua. Ela lembrou que parte dos resultados financeiros retorna para os municípios por meio de ações sociais e apoio a entidades beneficentes. "A Cresol tem isso na essência: fortalecer o município. Mais do que lucro, nós falamos em resultado. E esse resultado volta para a comunidade através das pessoas e das entidades", afirmou. A gerente revelou ainda que somente neste ano a cooperativa está destinando aproximadamente R$ 300 mil para instituições sem fins lucrativos por meio do Fundo Social. "Não se mensura apenas pelo dinheiro, mas pelo bem que essas entidades fazem para a comunidade", completou. A assembleia será realizada pela plataforma Assemblex. Para participar, basta acessar o link encaminhado pela cooperativa, informar o CPF e responder uma pergunta de confirmação cadastral. Durante a transmissão, os cooperados poderão acompanhar as apresentações, esclarecer dúvidas e registrar o voto favorável ou contrário à proposta. Regiane reforçou o convite para que todos os associados participem. "Se tiverem dúvidas, perguntem. Esse é o processo democrático em que a gente acredita. É um processo participativo, e a decisão está nas mãos dos cooperados."
O Movimento Plástico Transforma mostra que sustentabilidade também pode ser aprendida de forma leve e divertida. Em parceria com o SESI Lab, a iniciativa promove atividades interativas que aproximam crianças e famílias dos conceitos de reciclagem, descarte correto e economia circular do plástico.
Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Giovanna Curty, Diretora Adjunta de Comunicação e Sustentabilidade da Light, sobre como a energia se conecta à cultura, ao desenvolvimento econômico, à inovação e à inclusão social no Rio de Janeiro.A conversa parte da trajetória centenária da Light para mostrar como a chegada da eletricidade ajudou a transformar a vida urbana e a impulsionar manifestações culturais cariocas. Giovanna relembra que a expansão da iluminação pública e dos bondes contribuiu para o crescimento da vida noturna, das rodas de samba e da ocupação cultural da cidade, reforçando que a energia vai muito além do serviço que chega às residências.O episódio também aborda a importância de construir vínculos entre empresas, comunidades e territórios. Entre as iniciativas apresentadas estão a Orquestra Light da Rocinha, projetos de cinema, música e empreendedorismo, além de ações desenvolvidas a partir da escuta das vocações econômicas das comunidades.Giovanna detalha ainda o processo de transformação interna vivido pela Light, com foco na recuperação do orgulho dos colaboradores, no fortalecimento da cultura organizacional e na reconstrução da confiança na empresa. Para ela, cada profissional é parte da reputação da companhia e da experiência oferecida à população.A conversa avança para os desafios da infraestrutura elétrica diante do crescimento dos data centers, da inteligência artificial e de novas demandas por energia. Com um amplo plano de investimentos, a Light busca ampliar a resiliência e a qualidade da rede, preparando o Rio de Janeiro para receber novos projetos e voltar a crescer.O episódio também aprofunda a discussão sobre tarifa social, furto de energia e inclusão energética nas comunidades. Giovanna defende que políticas públicas precisam considerar as diferentes realidades climáticas, urbanas e sociais do país, permitindo que mais pessoas sejam formalmente integradas ao sistema elétrico e tenham acesso a um serviço de qualidade.Ao final, a conversa reforça que desafios dessa magnitude não podem ser resolvidos por uma única empresa ou instituição. Eles exigem colaboração entre governo, iniciativa privada, sociedade civil e comunidades.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo aborda a relevância do Dia Mundial da Proteção dos Manguezais e os alertas sobre a perda desse ecossistema vital. Conhecidos como berçários da vida marinha, os manguezais são cruciais para a reprodução de peixes, crustáceos e moluscos, sustentando a pesca artesanal e a biodiversidade costeira.Além de abrigar espécies emblemáticas — como o caranguejo-uçá e diferentes tipos de mangue adaptados à água salobra —, o ambiente desempenha um papel fundamental no combate ao aquecimento global. Por meio da retenção do chamado "carbono azul", o solo e a vegetação dos manguezais capturam grandes volumes de CO2, funcionando como uma barreira natural contra as mudanças climáticas.Por que esses ecossistemas continuam ameaçados e como podemos garantir sua preservação? O comentarista detalha o cenário e os desafios de conservação.
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
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ESG, mudanças climáticas, agricultura de baixo carbono e os desafios do produtor diante das novas exigências do mercado.
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A agricultura familiar é um modo de vida e produção agropecuária em que pequenos produtores rurais, sendo que mais da metade do grupo fazem parte da mesma família, são responsáveis pela mão de obra, gestão do trabalho e dos recursos. Trata-se de uma forma de produção de alimentos muito importante para o nosso país de uma forma geral, tendo em vista que ela pode envolver a sustentabilidade, a segurança alimentar e o desenvolvimento social. Para marcar o Dia Internacional da Agricultura Familiar, celebrado em 25 de julho, e para saber mais detalhes sobre a importância desse trabalho, conversamos com a professora do Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente e do Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Biomas Tropicais da UFOP, Maria Cristina Teixeira Braga Messias. Ficha TécnicaProdução: Giovanna ÁvilaEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Convidada: Anna Raquel (Tecnóloga em Gestão ambiental, Doutora em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Mestra em Ciências e Tecnologias Ambientais e Licenciada em Geografia e Ciências da Natureza)
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Nesta edição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”, o comentarista Marco Bravo traz um alerta! Quando enviamos uma mensagem, armazenamos uma fotografia, assistimos a um vídeo ou fazemos uma pergunta a uma inteligência artificial, parece que tudo acontece em uma “nuvem” invisível. Entretanto, essa nuvem possui endereço, paredes, equipamentos e milhares de servidores funcionando durante 24 horas por dia. Os ‘data centers', explica o comentarista, são grandes instalações destinadas a armazenar, processar e transmitir dados. São fundamentais para bancos, hospitais, governos, redes sociais, serviços de streaming, comércio eletrônico e sistemas de inteligência artificial. Contudo, quanto maior a capacidade de processamento, maiores tendem a ser o consumo de eletricidade e a geração de calor.
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TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/f2bff94f85O Brasil virou dois países dentro do mesmo mapa. De um lado, 55% da população não consegue guardar um único centavo. Do outro, uma nova geração já deixou a inteligência artificial escolher onde botar o dinheiro. Mesma economia, mesmos bancos, dois mundos que mal se enxergam.Pra entender esse abismo, Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, senta com os Economistas e abre os dados completos da 9ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, a maior radiografia do bolso do brasileiro, feita em parceria com o Datafolha e quase 6 mil pessoas ouvidas.O elo IA + cripto: quem usa IA pra investir tem quase 3x mais criptomoeda na carteira que o investidor médioA barreira dos 55%: o que o estresse financeiro revela sobre a dificuldade real de poupar hoje (82% dos mais estressados não guardaram nada em 2025)A morte do conselheiro tradicional e a algoritmização das decisões de investimentoA poupança perdendo o trono enquanto o brasileiro descobre renda fixa e criptoO tamanho do rombo da aposentadoria: 60% acham que vão viver do INSS, mas 93% dos já aposentados de fato dependem dele#anbima #bolsa #brasil #investimentos #inss
O Flamengo entrou em rota de colisão com empresários após confirmar que busca renegociar e reprogramar pagamentos de comissões pactuadas até o fim de 2026.A Associação Brasileira dos Agentes de Futebol levou o caso à ANRESF, a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol, pedindo que os agentes sejam incluídos no sistema de fair play financeiro criado pela CBF.Neste vídeo, analisamos se o caso pode ser chamado de calote, pedalada ou renegociação forçada, mas também discutimos o outro lado da história: os percentuais de comissão pagos em negociações recentes do Flamengo.Segundo dados citados por Walter Monteiro, em 18 negociações entre 2022 e 2024, apenas quatro ficaram abaixo de 10%, a média foi de 18,63% e houve comissão de 26,5% do valor do negócio. O caso Gerson também entra nessa discussão, com valores que mostram como a intermediação pode pesar na conta final de uma operação.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
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Dificuldade de ações concretas para a transição agroalimentar e falta de financiamento e de decisões concretas nas questões climáticas marcam a reunião
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Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/01-07-2026Nesta quarta-feira, analisamos a incorporação de novos agentes de IA na linha oncológica, alertas de farmacovigilância da agência nacional e debates sobre sustentabilidade profissional. Abordamos o HemaGuide, um sistema de inteligência artificial voltado para a hematologia oncológica que organiza dados clínicos não estruturados e gera recomendações baseadas em mais de 2 mil casos reais. Detalhamos a determinação da Anvisa para suspensão e recolhimento de lotes específicos de antimicrobianos injetáveis e solução fisiológica devido a desvios de qualidade. Por fim, trazemos no Radar o posicionamento da Associação Médica Americana sobre os desafios econômicos e burocráticos que impactam a rotina e a sustentabilidade da prática médica. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Gravado durante o Agro Supply Summit, em Cuiabá, este episódio discute como eficiência, tecnologia, conectividade, capacitação de pessoas e sustentabilidade estão redefinindo a competitividade do agronegócio. A conversa passa por mecanização, uso de dados, disponibilidade de máquinas, conservação com plásticos de alta performance, redução de perdas e os desafios reais da operação no campo. Um conteúdo prático para quem atua em supply chain, suprimentos, manutenção, produção agrícola e gestão no agro, e quer entender o que realmente faz diferença no resultado. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio é uma parceria com o Agro Supply Summit! O Agro Supply Summit é o maior evento da cadeia de suprimentos da agroindústria do Brasil, reunindo executivos, gestores, empresas e grandes players para discutir inovação, tecnologia, estratégia e competitividade no agro. Com foco em networking e conteúdo de alto nível, o evento conecta indústria, tecnologia e agronegócio para debater supply chain, eficiência operacional, gestão e o futuro da cadeia agroindustrial. Agro Supply Summit: conexões estratégicas que movem o agro. Site: https://agrosupplysummit.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/agrosupplysummit INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidados: Luiz Piccinin e Lucas BossoEdição: Will OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como tratar a Sustentabilidade como requisito de grandes projetos?Neste episódio do Capital Projects Podcast eu converso com a Natascha Schmitt, advogada com atuação em infraestrutura, PPPs, regulação, sustentabilidade e litígios de alta complexidade, sócia da Carneiro Sampaio e Schmitt Advogados, além de host do SustenTalks. Com uma visão técnica, pragmática e sem romantização da agenda ESG, Natascha traz uma leitura muito importante sobre como sustentabilidade deixou de ser apenas um tema de relatório corporativo para se tornar requisito de investimento, governança, financiamento, resiliência e criação de valor em projetos de capital.E mais: a falta de bons projetos com critérios e indicadores claros de Sustentabilidade tem causado a perda de bons investimentos. Por outro lado, isso gera muitas OPORTUNIDADES!Dê um play e vamos juntos!Não deixem de seguir também o SustenTalks: https://www.youtube.com/@SustenTalks O Capital Projects Podcast tem o apoio da Stecla Engenharia. Saiba como a Stecla pode trazer mais resultados para os seus empreendimentos em: www.stecla.com.br NOVO SITE NO AR! Agora você encontra todas as informações sobre o Podcast, as Newsletters, os cursos e mentorias no meu novo site! Acesse: www.andrechoma.com.br Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkNão deixe de ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios pelo nosso grupo VIP no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp O Capital Projects Podcast está completando 5 anos!!! Muito obrigado pela sua companhia nessa jornada!
Estela Sanseverino explica os efeitos e desafios do uso de grãos comestíveis para humanos na ração de animais em confinamento
Como transformar a variabilidade da cadeia reversa em operações controláveis? Neste episódio, recebemos Marcelo Kotaki, CIO da Multilixo, que revela como a empresa transformou o "caos" da logística reversa em operações controladas e previsíveis. Ele compartilha os desafios únicos da gestão de resíduos, desde a complexidade das embalagens em constante mudança até o desenvolvimento de tecnologias proprietárias que garantem controle total sobre a cadeia. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Economia circular;Sensores ópticos;IoT industrial;Automação inteligente;Logística reversa;Visão computacional;Previsibilidade operacional;Sustentabilidade corporativa.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #eficienciaoperacional
A Casa Civil confirmou ao Congresso que os gastos diretos com a COP30 ultrapassaram R$ 860 milhões, valor que não se traduziu em qualquer repercussão positiva para o governo federal.O evento ficou marcado por falhas estruturais, crises de organização e pela suspeita de favorecimento a uma empresa espanhola com contratos milionários. Levantamos o balanço real do que foi — e do que não foi — entregue pelo maior evento climático realizado no Brasil.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #COP30 #FracassoCOP30 #CriseClimatica #DinheiroPublico #Desperdicio #MeioAmbiente #PoliticaBrasil #Economia #Escandalo #GestaoPublica #Investigacao #Sustentabilidade #Crise #Numeros #Brasil #MeioAmbiente #Governo #Transparencia #Alerta #PodcastBrasil
Dinheiro foi gasto para tentar minimizar problemas detectados em Belém com a falta de hospedagem na capital do Pará.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #politica #cop30 #lula #gastos #cruzeiros #belém #orçamento #navios #meioambiente #economia #governo #noticias #sustentabilidade #investimento #onu #amazonia #hospedagem #bastidores #podcast #transparência
A tecnologia passa por um momento de maior responsabilidade técnica. Sustentabilidade deixa de ser apenas um valor institucional e passa a influenciar diretamente decisões de arquitetura, operação e infraestrutura. Green IT surge como um conjunto de práticas focadas em eficiência, redução de desperdícios, melhor uso de recursos computacionais e impacto operacional mais consciente. Neste programa, vamos discutir como Green IT se aplica na prática ao desenvolvimento e à operação de produtos digitais. A conversa aborda decisões técnicas como dimensionamento de infraestrutura, arquitetura de sistemas, localização dos dados e escolha do provedor de nuvem, além de como a Magalu Cloud se posiciona como uma nuvem alinhada ao uso eficiente de recursos no contexto brasileiro. Magalu Cloud Conheça a Magalu Cloud: https://jovemnerd.short.gy/magalucloud ARTE DA VITRINE: Randall Random EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices