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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou uma queda de seis pontos percentuais na intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL). O ministro do STF atendeu a um pedido dos advogados do Partido Liberal e determinou a suspensão da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda na intenção de voto do filho de Bolsonaro em segundo turno contra o presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de outubro. Nunes Marques entendeu que há “suspeitas de indução ao eleitor” nas perguntas formuladas pelo instituto. A decisão monocrática tem validade imediata e foi colocada na pauta do TSE desta terça-feira, 9, para referendo dos demais integrantes da Corte, a pedido do ministro. Eles poderão mantê-la ou derrubá-la. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
El gobernador de la ciudad insta a los residentes a permanecer en sus casas por primera vez desde el comienzo de la guerra.
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que aborda os Temas 60, 589 e 923 dos recursos repetitivos, julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).Os precedentes definem que, quando há ações coletivas ou macro-lides em curso, as ações individuais relacionadas devem ficar suspensas até o trânsito em julgado das coletivas, garantindo uniformidade de decisões, efetividade da jurisdição e racionalização de recursos judiciais.No episódio, o jornalista Thiago Gomide conversa com o desembargador do Tribunal Regional Federal da 6ª Região Edilson Vitorelli, que explica os fundamentos das decisões, analisa exemplos práticos, como casos de contaminação ambiental em Adrianópolis-PR e ações sobre piso salarial, e discute os impactos dessas teses para magistrados, advogados e partes no sistema de Justiça. O podcast também destaca a importância da suspensão para evitar decisões conflitantes e consolidar a aplicação da jurisprudência em demandas que se repetem em diferentes tribunais brasileiros.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
TRAIL RUNNING EN PAGO POR VISIÓN: Precedentes y una alternativa, por Mayayo.https://go.ivoox.com/rf/174097110El desembarco del pago por visión en el trail running, con Zegama Aizkorri 2026 como primer gran caso mediático, ha abierto un debate de fondo que va mucho más allá de una simple retransmisión deportiva. Durante más de veinte años, las carreras de montaña crecieron como un deporte abierto, accesible y comunitario, donde cualquiera podía seguir en directo pruebas como Zegama, UTMB o Sierre-Zinal desde cualquier rincón del mundo sin barreras económicas. Ahora, con producciones audiovisuales cada vez más caras y profesionalizadas, algunas organizaciones empiezan a explorar modelos cerrados o híbridos buscando nuevos ingresos, pero eso obliga a preguntarse qué precio puede pagar el deporte por ese cambio.Los precedentes en otros deportes muestran que el pago por visión puede multiplicar ingresos directos, pero también suele traer una caída inmediata de audiencias y una pérdida de exposición pública. El fútbol, MotoGP, Fórmula 1 o incluso el ciclismo han vivido antes ese tránsito, con resultados económicos positivos para algunos actores pero también con impactos claros sobre patrocinadores, seguimiento popular y capacidad de captar nuevas generaciones. Las carreras de montaña siempre han vivido de su cercanía entre élites, corredores populares y una comunidad muy activa en abierto, pero afronta ahora esa misma encrucijada con cifras de audiencia ya relevantes en pruebas como Zegama o UTMB.La gran cuestión no es si el trail puede ganar dinero cobrando por verlo, sino qué modelo de deporte quiere ser en el futuro. Porque aquí no hablamos solo de televisión, sino del alma de unas carreras que nacieron abiertas, mezclando afición y corredores en la montaña, con un acceso libre que ayudó a construir su identidad global. El reto ahora será encontrar un equilibrio entre rentabilizar el espectáculo y no romper precisamente aquello que hizo grande a este deporte desde sus orígenes.Sergio Garasa Mayayo#carrerasdemontaña #radiotrailConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-trail-carreras-de-montana-mayayo--4373839/support.
TRAIL RUNNING EN PAGO POR VISIÓN: Precedentes y una alternativa, por Mayayo. El desembarco del pago por visión en el trail running, con Zegama Aizkorri 2026 como primer gran caso mediático, ha abierto un debate de fondo que va mucho más allá de una simple retransmisión deportiva. Durante más de veinte años, las carreras de montaña crecieron como un deporte abierto, accesible y comunitario, donde cualquiera podía seguir en directo pruebas como Zegama, UTMB o Sierre-Zinal desde cualquier rincón del mundo sin barreras económicas. Ahora, con producciones audiovisuales cada vez más caras y profesionalizadas, algunas organizaciones empiezan a explorar modelos cerrados o híbridos buscando nuevos ingresos, pero eso obliga a preguntarse qué precio puede pagar el deporte por ese cambio. Los precedentes en otros deportes muestran que el pago por visión puede multiplicar ingresos directos, pero también suele traer una caída inmediata de audiencias y una pérdida de exposición pública. El fútbol, MotoGP, Fórmula 1 o incluso el ciclismo han vivido antes ese tránsito, con resultados económicos positivos para algunos actores pero también con impactos claros sobre patrocinadores, seguimiento popular y capacidad de captar nuevas generaciones. Las carreras de montaña siempre han vivido de su cercanía entre élites, corredores populares y una comunidad muy activa en abierto, pero afronta ahora esa misma encrucijada con cifras de audiencia ya relevantes en pruebas como Zegama o UTMB. La gran cuestión no es si el trail puede ganar dinero cobrando por verlo, sino qué modelo de deporte quiere ser en el futuro. Porque aquí no hablamos solo de televisión, sino del alma de unas carreras que nacieron abiertas, mezclando afición y corredores en la montaña, con un acceso libre que ayudó a construir su identidad global. El reto ahora será encontrar un equilibrio entre rentabilizar el espectáculo y no romper precisamente aquello que hizo grande a este deporte desde sus orígenes. Sergio Garasa Mayayo #carrerasdemontaña #radiotrail
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que aborda o Tema 1.299 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), fixado pela Primeira Seção sob o rito dos recursos repetitivos.O precedente definiu que se aplica o óbice da Súmula 343 do Supremo Tribunal Federal às ações rescisórias propostas com fundamento em violação literal de lei quando se pretende desconstituir decisão transitada em julgado em contexto de interpretação controvertida nos tribunais. Com isso, o STJ reafirmou que a ação rescisória não pode ser utilizada para adequar decisões definitivas a entendimentos jurisprudenciais firmados posteriormente, mesmo quando a tese posterior tenha sido estabelecida em julgamento repetitivo.A controvérsia analisada pelo tribunal envolveu o reajuste de 28,86% incidente sobre a Retribuição Adicional Variável (RAV), paga a auditores fiscais da Receita Federal, e a possibilidade de compensação desse percentual com reposicionamentos funcionais previstos na Lei 8.627/1993. As ações rescisórias buscavam desconstituir decisões que haviam transitado em julgado antes da pacificação da matéria pelo STJ em 2013.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, o professor e advogado Osmar Mendes Paixão explica os fundamentos do precedente, analisa a relação entre coisa julgada e precedentes qualificados e comenta os impactos práticos da decisão para o uso da ação rescisória no sistema processual brasileiro.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
A cerca de 40 dias do início da Copa do Mundo de futebol, a participação do Irã no torneio voltou a expor tensões diplomáticas no cenário internacional. Nesta semana, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmaram que a seleção iraniana estará presente na competição, apesar das controvérsias geopolíticas que envolvem o país. Durante um congresso da FIFA realizado em Vancouver, no Canadá, Gianni Infantino foi direto ao confirmar a presença da seleção iraniana no Mundial: “Quero confirmar que o Irã participará da Copa do Mundo”, declarou o presidente da FIFA. “E, é claro”, acrescentou, “o Irã jogará nos Estados Unidos”. Pouco depois, questionado por jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, o presidente norte-americano, Donald Trump, respondeu em tom irônico, citando diretamente o dirigente da FIFA: “Se o Gianni disse isso, então estou de acordo”. Para analisar o contexto político por trás desses anúncios, a reportagem da RFI ouviu Raphaël Le Magoariec, doutor em Geopolítica pela Universidade de Tours, na França, e especialista em Oriente Médio. Segundo ele, Donald Trump foi colocado “diante de um fato consumado” e se mostra incomodado com a postura da FIFA, que tenta se afastar das disputas geopolíticas, especialmente em um momento de forte tensão na região. “O presidente americano foi colocado diante de um fato consumado e, sobretudo, ele está muito incomodado com o discurso da FIFA, que deseja, como vimos na última quinta-feira (30), sair da geopolítica, especialmente desta geopolítica regional do Oriente Médio, que está atualmente pegando fogo”. Interesses da FIFA acima dos conflitos internacionais Le Magoariec lembra que Gianni Infantino tentou, durante a assembleia da FIFA, aproximar os presidentes das federações israelense e palestina, em uma tentativa de mediação simbólica. “Vemos claramente que o presidente da FIFA, que atribuiu o primeiro Prêmio da Paz da FIFA a Trump em dezembro, está incomodado com os desdobramentos e com toda a política de Donald Trump no Oriente Médio atualmente”. Para o especialista, a iniciativa não teve sucesso, mas revela ambições políticas do dirigente máximo do futebol mundial. “Não funcionou, mas vemos muito bem que ele está tentando; podemos até nos perguntar se ele não tem vontade de obter ele próprio o Prêmio Nobel da Paz”, sugere. Le Magoariec destaca ainda que, para Infantino, os interesses financeiros da instituição têm prioridade sobre os conflitos internacionais. “Para ele, o que conta é o lucro e enriquecer cada vez mais a FIFA. Portanto, todas as rivalidades geopolíticas devem silenciar para que o lucro prevaleça. Essa é a realidade dele”, opina. Futebol e poder político no Irã De acordo com o especialista, Gianni Infantino insiste em assumir um papel político no cenário internacional. Nesse contexto, o futebol iraniano não pode ser dissociado do poder político, nem dentro do Irã nem em outros países do Oriente Médio e do Golfo Pérsico. Raphaël Le Magoariec lembra que a seleção representa oficialmente a República Islâmica do Irã e que a estrutura esportiva está diretamente ligada ao regime, já que “a federação iraniana é dirigida por Mehdi Taj, um ex-membro da Guarda Revolucionária”, detalha o especialista. Segundo ele, o esporte é utilizado como instrumento simbólico de controle social. “É preciso compreender que o futebol, a luta ou o voleibol são para o Irã elementos simbólicos de controle social.” Esse vínculo entre esporte e política não é exclusivo do Irã, afirma Le Magoariec. “Mesmo em outros países da região, nos países do Golfo Pérsico, não está dissociado da política e faz parte do simbolismo do poder, da encenação da potência e do controle social.” Le Magoariec cita ainda declarações do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que demonstrou preocupação com a composição da delegação iraniana que viajará aos Estados Unidos. “Foi por isso que Marco Rubio insistiu que o problema não eram os jogadores, mas sim a delegação. É preciso ver quem fará parte da delegação que irá viajar. É isso que causa preocupação”. Onde o Irã vai jogar? Apesar da confirmação da presença do Irã no Mundial, permanece a dúvida sobre os locais dos jogos da seleção. O Irã está no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia, com partidas previstas para Los Angeles e Seattle. Para Raphaël Le Magoariec, uma alternativa seria transferir os jogos para outro país-sede da Copa, como México ou Canadá. “Essa é realmente a solução: que sejam deslocados para outro país. Sabendo que o Irã deveria jogar especialmente em Los Angeles, onde vive a maior comunidade iraniana nos Estados Unidos.” O especialista ressalta, no entanto, que a seleção iraniana não conta com apoio unânime da diáspora. Segundo ele, “uma parte da diáspora é contra esta seleção”. Precedentes e riscos de contestação Le Magoariec lembra que a Copa do Mundo de 2022, no Catar, ocorreu após a morte da jovem Mahsa Amini, detida pela polícia da moralidade iraniana por supostamente não usar o hijab de forma adequada. Na ocasião, muitos torcedores iranianos vaiaram a própria seleção, vista como representante do regime. Para o especialista, a FIFA não demonstra a mesma preocupação neste novo Mundial. “A FIFA tentou organizar os jogos em locais onde houvesse muitos torcedores, mas existe essa questão da contestação, pois grande parte da diáspora vê a seleção hoje como a seleção da Guarda Revolucionária”. Casos recentes, como a desistência da delegação iraniana de participar do congresso da FIFA no Canadá, alegando problemas migratórios, reforçam como a Copa do Mundo que se aproxima segue profundamente marcada pela geopolítica.
Lamine Yamal hizo saltar las alarmas este pasado miércoles en el partido ante el Celta. Provocó y anotó el penalti que le dio el 1-0 a los suyos, pero se retiró lesionado apenas un instante después. El Barça ha confirmado este jueves que Yamal sufre una rotura en el bíceps femoral izquierdo, y Santi Ovalle detalla para la SER que se trata de un grado dos y que, por lo tanto, el internacional español estará entre cuatro y seis semanas de baja. Todo esto, con el Mundial en el horizonte más próximo.
En este vídeo analizamos a fondo lo que he decidido titular como "la estafa de los nuevos Premium". Un fenómeno que se ha vuelto descaradamente evidente tras la crisis de los microchips y la pandemia de 2020. Los fabricantes han aprendido una lección peligrosa para el bolsillo del consumidor: es mucho más rentable vender menos unidades, pero a un precio mucho más alto. Mucho más alto. Históricamente, las marcas generalistas como Citroën, Fiat, Hyundai o Seat vivían de la economía de escala: fabricar millones de coches con un margen de beneficio pequeño por unidad. Sin embargo, el paradigma ha cambiado radicalmente en 2024 y 2025. Grupos como Stellantis o Mercedes-Benz reportan beneficios récord a pesar de vender menos volumen. El "truco" consiste en disfrazar modelos básicos como vehículos de alta gama mediante equipamiento superficial y estrategias de marketing "aspiracional". El triunfo del maquillaje sobre la ingeniería El concepto de lujo ha mutado de forma preocupante. Ya no se busca la sofisticación técnica, el ajuste milimétrico o la durabilidad mecánica, sino el impacto visual inmediato. Las marcas están sustituyendo a los ingenieros de chasis por expertos en "estilo de vida". Te venden una "experiencia vital conectada" para que dejes de preguntar por el tipo de motor o si el eje trasero es multibrazo. Hoy, el lujo se mide en pulgadas de pantalla y en la cantidad de colores disponibles para la luz ambiental. Genealogía de plataformas: El esqueleto compartido Uno de los puntos clave de este ahorro de costes invisible es el uso de las plataformas modulares. Son, básicamente, un mecano gigante. Tomemos como ejemplo la plataforma MQB del Grupo Volkswagen: es la base tanto para un Skoda Fabia de precio contenido como para un Audi TT o un VW Arteon que triplican su coste. Pagas un sobreprecio enorme por la "piel", pero el esqueleto es exactamente el mismo que el del coche de tu vecino. Lo mismo ocurre con la plataforma CMP / STLA Small de Stellantis. Es la base del Peugeot 208, el Opel Corsa, el Jeep Avenger y el nuevo Lancia Ypsilon. Si quitamos la carrocería, serían indistinguibles. Cinco marcas, cinco precios distintos, pero una sola alma técnica. Incluso marcas como BMW han sacrificado su ADN, abandonando la propulsión trasera en sus modelos de acceso para compartir la plataforma UKL con Mini. El resultado es que un Serie 1 actual tiene más en común con un Mini Countryman que con las legendarias "máquinas de conducir" que forjaron la leyenda de la marca bávara. El "truco" de lo aspiracional y los motores compartidos Las marcas han popularizado el término "aspiracional" como un sustituto descafeinado de "Premium". Analizamos casos flagrantes donde el maquillaje intenta justificar precios desorbitados: -Cupra: Un éxito de marketing que logra que pagues miles de euros extra por un Seat León con pintura mate y detalles en color cobre. Mecánicamente, es el mismo coche con más "postureo". -DS Automobiles: Bajo el cuero con costuras de diamante de un DS 7, a menudo late un motor 1.2 PureTech de tres cilindros que podrías encontrar en una furgoneta de reparto. -Alpine: El espectacular A110 utiliza mandos de luces y satélites de audio de un Renault Clio IV en un coche que ronda los 75.000 euros. La pérdida de identidad llega hasta el corazón del vehículo. Hoy, el emblema en el capó no garantiza una mecánica exclusiva. El polémico motor 1.3 de gasolina desarrollado entre Mercedes y Renault (bloque M282) lo monta desde un humilde Dacia Duster hasta un Mercedes Clase A. Mercedes afirma que ellos "lo ponen a punto", pero el bloque de hierro es el mismo. ¿Pagarías por un reloj suizo de lujo si supieras que su maquinaria es un cuarzo básico? China y la obsolescencia digital La irrupción de los fabricantes chinos ha terminado de poner en evidencia a las marcas tradicionales. Marcas como Zeekr u Omoda ofrecen interiores con doble acristalamiento y procesadores de última generación a precio de generalista europeo. Han entendido que el cliente actual valora más un "gadget" que un motor. Un ejemplo brillante de marketing es llamar "piel vegana" a la polipiel sintética de toda la vida para que parezca un avance ecológico y exclusivo. Precedentes históricos: El pecado original Aunque aprovechar piezas viene de lejos, antes era una anécdota de ingeniería. Desde el De Tomaso Pantera con pilotos de Alfa Romeo hasta el Lamborghini Diablo, que usaba los faros de un Nissan 300ZX tapados con una moldura de carbono. Incluso el Jaguar XJ220, el coche más rápido de su época, utilizaba los retrovisores de un Citroën CX por pura eficiencia aerodinámica. La diferencia es que antes se hacía para mejorar el rendimiento o por economía de escala en piezas secundarias; hoy se hace para maximizar el beneficio disfrazando la mediocridad.
Advogado-Geral da União Adjunto e Procurador da Fazenda Nacional, com trajetória construída nos principais espaços estratégicos da PGFN e atuação direta nas cortes superiores.Mestre, doutor e pós-doutor em Direito, com produção acadêmica sólida em precedentes, coisa julgada e segurança jurídica.Professor e líder de pesquisa, com formação que conecta Brasil, Espanha e Estados Unidos.Uma combinação rara de atuação institucional de alto nível com profundidade teórica.Conteúdo técnico, denso e absolutamente atual.
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que aborda o Tema 1.201, julgado pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ).O precedente fixou teses sobre a aplicação da multa prevista no artigo 1.021, § 4º, do Código de Processo Civil, nos casos em que o agravo interno é interposto contra decisão fundamentada em precedente qualificado do STJ ou do Supremo Tribunal Federal. A Corte definiu que a multa pode ser aplicada mesmo quando o recurso é apresentado com o objetivo de exaurir a instância ordinária para viabilizar recurso especial ou extraordinário. Por outro lado, estabeleceu que a sanção não é cabível quando houver alegação fundamentada de distinção ou superação do precedente, ou quando a decisão agravada estiver amparada em julgado de tribunal de segundo grau.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, a advogada da União Ana Karenina analisa os fundamentos do julgamento, explica como a decisão equilibra o dever de observância dos precedentes com o direito de recorrer e detalha os reflexos práticos do Tema 1.201 para a atuação da advocacia e para a consolidação do modelo de precedentes previsto no Código de Processo Civil.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
'Hora 14' es el informativo líder del mediodía. Cada tarde a las 14:00 de lunes a domingo, la actualidad de la mañana en la Cadena SER. Dirigido por Javier Casal.
Natalia Luna advierte que el conflicto puede llevar a una "repricing del riesgo geopolítico" en el mercado energético mundial.
El exministro de Relaciones Exteriores de Michelle Bachelet, José Miguel Insulza, analizó el retiro del apoyo del Gobierno a la candidatura de la expresidenta a la secretaría general de las Naciones Unidas. Además, abordó el alza de los combustibles que comenzará a regir a partir de este jueves.
Invitado: José Omar Hernández SalgadoModera: Luis Pereda TrejoQue las y los participantes comprendan la función, estructura y evolución del sistema de precedentes judiciales en México, particularmente a partir de la reforma constitucional de 2021, y desarrollen habilidades prácticas para identificar, analizar e invocar precedentes de la Suprema Corte de Justicia de la Nación de manera estratégica en el ejercicio litigioso.Temario:1. Precedentes judiciales: ¿para qué sirven? a. Legitimidad b. Rendición de cuentas2. Los precedentes judiciales en nuestro sistema jurídico a. Brevísima historia del SJF b. Creación y consolidación de nuestro sistema de precedentes: las tesis c. El sistema de precedentes en controversias constitucionales y acciones de inconstitucionalidad. d. La reforma constitucional de 2021 y sus pendientes.3. Estado actual de nuestro sistema de precedentes. a. La práctica del precedente en la SCJN. b. Problemas y propuestas para mejorar los sistemas de precedentes.4. Los sistemas de búsqueda de la SCJN. a. Tips de búsqueda. b. Limitantes.Dirigido a: litigantes, académicos, investigadores, pasantes de derecho, estudiantes y público en general.
ESPAÑA corre RIESGO de Una CRISIS INMOBILIARIA Sin Precedentes, programa con Chesco Guillén y Josean Paunero. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Ynbal Adda, director general de Elim Seguridad Privada Intramuros, habló sobre seguridad privada para el Mundial 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Terminar con el racismo y la xenofobia no es algo que se consiga de la noche a la mañana. De hecho, es prácticamente imposible que se erradiquen completamente. Hay seres mononeuronales inasequibles al desaliento y que son irrecuperables. De la misma forma, hay que tener cuidado con los aliados coyunturales, esos que se suman hoy porque convuene, pero que mañana te pegarán la puñalada trapera por la espalda. Min. 01 Seg. 53 – Intro Min. 07 Seg. 57 - Un problema que hay que cortar de raíz Min. 17 Seg. 30 - Si te sancionan, te hacen más grande Min. 26 Seg. 51 – Unos aliados poco fiables Min. 35 Seg. 19 - Hay que dar un paso más allá Min. 42 Seg. 42 - La otra versión de la historia Min. 48 Seg. 31 - Precedentes que, supuestamente, nos hicieron mejores Min. 55 Seg. 34 - Empatía de casi todo el mundo Min. 60 Seg. 27 - Un baile poco edificante Min. 65 Seg. 24 - Un partido industrial y un gran problema Min. 71 Seg. 09 - Despedida Crosby, Stills Nash & Young (Chicago, IL 27/08/1974) Helpless Almost Cut My Hair Wooden Ships Teach Your Cjildren Johnny's Garden Love The One You're With The Lee Shore Star Of Bethlehem Southbound Train Immigration Man Our House Molly Tuttle & Golden Highway - Crooked Tree (Nashville, TN 28/03/2022)
El novio de Kerstin G. está acusado de dejarla desprotegida y agotada cerca de la cumbre durante una tormenta de nieve.
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que discute o julgamento do Tema 1.273 dos recursos repetitivos, recentemente finalizado pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ).A tese firmada estabelece que o prazo decadencial de 120 dias não se aplica ao mandado de segurança cuja causa de pedir consista na impugnação de obrigações tributárias que se renovam periodicamente, como tributos mensais, trimestrais ou anuais.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, o professor de direito processual civil Rodrigo Nery explica os fundamentos da decisão unânime do colegiado, que reforçou o caráter preventivo do mandado de segurança nesse contexto a partir do entendimento de que o receio jurídico se renova continuamente a cada novo fato gerador.Podcast Rádio Decidendi é produzido pela Secretaria de Comunicação Social em parceria com o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas (Nugepnac) do STJ. Com entrevistas e debates sobre temas definidos à luz dos recursos repetitivos e outras questões relacionadas ao sistema de precedentes, o podcast semanal pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
Rádio Decidendi explica por que resoluções da ANEEL não podem fundamentar recurso ao STJJá está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que analisa o julgamento do Tema 1.346 dos recursos repetitivos, concluído pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ).A tese firmada define que não é admissível recurso especial baseado em resoluções da ANEEL, por se tratarem de normas infralegais, ou seja, regras que não possuem o mesmo status jurídico de uma lei federal. A decisão reforça que o STJ não pode apreciar casos em que a suposta ofensa à legislação federal ocorre apenas de forma reflexa, dependendo antes da interpretação de atos regulamentares.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, a assessora do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes do STJ Flávia Mendes Mascarenhas Góes detalha os limites dessa tese, os impactos sobre a atuação da ANEEL, os reflexos na sistemática de precedentes e as mudanças práticas para advogados, tribunais e concessionárias.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
En Mercado Abierto, Rocío Arviza conversa con Aurelio García del Barrio sobre la situación actual de Bulgaria, el último país en adoptar el euro. Se analiza la crisis política marcada por la dimisión del presidente Rumen Radev y el impacto de la inestabilidad en la economía búlgara.
El iPhone 17 está sorprendiendo a todo el mundo: incluido a China, que está consiguiendo llevar a Apple como una de las marcas más vendidas en el país. Pedro Aznar (https://www.instagram.com/pedroaznar/) charla con Álvaro García (https://x.com/AlvaroGarciaM_) tambien sobre el iPhone Air, su concepto y su futuro este mismo año, así como los cambios en los ciclos de lanzamiento si los de Cupertino pretenden lanzar un plegable tambien este 2026. Nos ponemos al dia con Creator Studio, hablando sobre para quien es (y para quien no), el auge de los móviles simples para aquellos que buscan desconexión (spoiler: también puedes convertir tu iPhone en uno si quieres) y las idas y venidas de la Isla Dinámica en los iPhone 18 Pro, que vendrá con alguna novedad este año.
En la madrugada del sábado Caracas fue el escenario de la operación "Absolute Resolve", una incursión ejecutada por los Delta Force que capturaron a Nicolás Maduro y a su esposa, Cilia Flores. Tras pasar por la base de Guantánamo, el dictador aterrizó a última hora de la tarde en Nueva York custodiado por la DEA. En estos momentos Maduro se encuentra recluido en el Centro de Detención Metropolitano de Nueva York, donde recaen sobre él cuatro cargos muy graves que podrían acarrearle cadena perpetua. Tras el éxito de la operación, Donald Trump compareció en Mar-a-Lago para anunciar un giro político sorprendente. Rompiendo con su tradicional retórica aislacionista, el presidente aseguró que Estados Unidos asumirá el gobierno de Venezuela de manera indefinida hasta garantizar una transición adecuada. Este plan incluye la toma de control de la industria petrolera y la reconstrucción de una infraestructura que describió como podrida. Aunque Trump presentó la intervención como un acto benévolo para facilitar el regreso de millones de exiliados, su estrategia de construcción nacional plantea serios interrogantes sobre la viabilidad de gobernar un país de 26 millones de habitantes sin un gran despliegue de tropas terrestres. Esta postura contrasta con el tipo de intervenciones previas de su segundo mandato, que hasta ahora habían sido ataques aéreos quirúrgicos en países como Irak, Siria o Irán. Lo de Venezuela, en cambio, se perfila como un esfuerzo de ocupación prolongado, algo que trae a la memoria precedentes muy cercanos en el tiempo como Afganistán o Irak, donde las promesas de estabilidad democrática terminaron en procesos largos y accidentados con resultados cuestionables o abiertamente desastrosos. Son muchos ahora los que tratan de enmarcar la operación como un "Panamá 2.0", en referencia a la invasión de 1989 para capturar a Manuel Noriega. Pero es una comparación un tanto inexacta. Venezuela es doce veces más grande que Panamá y posee una geografía inmensamente más compleja. Mientras que en 1989 Estados Unidos operaba desde sus propias bases dentro del canal con miles de efectivos ya desplegados, en la Venezuela de 2026 debe empezar sin bases, sin jurisdicción propia y sin siquiera una embajada abierta. Además, la potencial resistencia es significativamente mayor: frente a los 15.000 efectivos de Noriega, Venezuela cuenta con un ejército profesional de 120.000 miembros y una milicia civil armada que podría activar una insurgencia de guerrilla urbana y terrorismo. El éxito de esta ambiciosa apuesta dependerá de la capacidad de Trump para transformar esta intervención en una política de Estado que cuente con el apoyo generalizado de los venezolanos y trascienda a su propio mandato. Aunque la justificación petrolera parece algo más material que puramente estratégico ya que EEUU es autosuficiente en ese aspecto, la verdadera ganancia reside en la estabilidad regional y la expulsión de la influencia de China en Hispanoamérica. Si el nuevo gobierno tutelado logra estabilizar la economía y restaurar la democracia, no solo se pondrá fin a décadas de fracaso del socialismo del siglo XXI, sino que se enviará un mensaje de disuasión definitivo a otros regímenes autoritarios, dejando de paso a la camarilla castrista en Cuba en una situación de aislamiento terminal. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:55 Venezuela después de Maduro 35:01 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 37:05 Precedentes de Maduro 44:46 La legalidad de la operación 52:18 La doctrina Donroe · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #maduro #trump Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No primeiro “Estadão Analisa” do ano Carlos Andreazza comenta sobre a captura do presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, na madrugada do sábado, 3 de janeiro, pelos Estados Unidos numa ação militar jamais vista no continente americano. A Venezuela informou que os bombardeios atingiram também a população civil. Ao menos quatro localidades venezuelanas teriam sido atacadas por militares americanos: além da capital Caracas, foram alvejadas La Guaira, Miranda e Aragua. No dia anterior, Maduro tinha afirmado estar pronto para negociar com os Estados Unidos sobre combate a narcotráfico. Trump recrudescia cada vez mais o cerco à Venezuela nos dias anteriores ao ataque. A Casa Branca havia aplicado sanções a empresas e frotas ligadas ao setor petrolífero do país sulaemericano. E o governo americano vinha destruindo barcos supostamente ligados ao narcotráfico no Caribe e em território venezuelano. A operação para prender Maduro foi deflagrada na madrugada de sábado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 10, Carlos Andreazza comenta sobre a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que reduz as penas de envolvidos nos ataques do 8 de Janeiro e que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta agora vai tramitar no Senado. A aprovação do chamado projeto de lei da Dosimetria se deu por um placar de 291 a 148 na madrugada desta quarta-feira, 10. O resultado foi proclamado às 2h27. O texto “concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política” ocorridas entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor a lei. O prazo extenso compreende desde os acampamentos golpistas erguidos a partir da derrota eleitoral de Bolsonaro e a insurreição que culminou nos ataques aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Juan Pablo Polvorinos repasa la actualidad centrada en los ataques del Gobierno a la independencia judicial tras la condena del fiscal general.
Sin mencionar directamente a Rusia, el gobierno polaco atribuyó la acción a servicios de inteligencia extranjeros.
En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Arturo Espinosa Silis, consultor y director del Laboratorio Electoral, mencionó todo sobre la intención de Morena de empatar la revocación de mandato con las elecciones intermedias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El sociólogo Douglas Massey ha visitado Las mañanas de RNE con Juan Ramón Lucas a pocas horas de recibir el Premio Princesa de Asturias de las Ciencias sociales, algo que, ha asegurado, le servirá como plataforma para que sus estudios puedan "llegar a más gente". De origen finlandés y residente en Estados Unidos, Massey, estudia el fenómeno migratorio en la frontera de ese país con México, y ha asegurado que las recientes deportaciones masivas ordenadas por el Gobierno de Trump al respecto son "espantosas" y "no están apoyadas por la mayoría de la población de Estados Unidos". Preocupado por la deriva racista en ese país, el sociólogo ha puesto varios ejemplos y ha manifestado la dificultad para poner coto a "las violaciones constitucionales que Trump está haciendo", señalando a los propios políticos que "están dormidos" para "confrontar lo que Trumo está haciendo". Además, ha admitido que no sabe "las consecuencias que tendrán las entrevistas" y críticas que está haciendo cuando vuelva a su país de residencia. Respecto al futuro, Massey ha asegurado que "los intentos de parar los flujos de migrantes no van a funcionar" y, por eso, es "mejor aceptarlo y usarlo en beneficio de los países", aprovechando sus conocimientos y mano de obra "para avanzar".Escuchar audio
Nieves Concostrina habla de las distintas crisis migratorias que se han producido a lo largo de la historia.
Nieves Concostrina habla de las distintas crisis migratorias que se han producido a lo largo de la historia.
Nieves Concostrina habla de las distintas crisis migratorias que se han producido a lo largo de la historia.
Ana Laura Magaloni, Coordinadora del Observatorio IBERO sobre el Sistema de Justicia
Hay tres heridos y los bomberos han tenido que rescatar a personas que quedaron atrapadas por el derrumbe de unas rocas sobre un hotel. Las lluvias soprendieron a los alumnos ya en los centros y las clases fueron suspendidas. La lerta enviada a los teléfonos móviles llegó cuando las calles ya estaban inundadas. En Valencia hoy se retiran los avisos por lluvias. La novedad allí es la decisión de la jueza de investigar las muertes de 37 personas dependientes que pidieron un servició de teleasistencia a la Generalitat y que nunca fueron ayudadas ni avisadas.
Entre las principales causas de negación de visas, en un 80 o 90%, está la falta de genuinidad del aplicante como estudiante en Australia. El tribunal de apelación se toma entre 14 a 18 meses para emitir una resolución definitiva.
Analizamos junto a Isabel Vega y Javier Bañuelos, periodistas de la Cadena SER, y José Precedo, periodista de El diario.es y colaborador de Hora 25 la decisión del juez del Supremo de sentar en el banquillo al fiscal general del Estado y pedirle una fianza de 150.000 euros para asegurar las responsabilidades económicas en caso de condena
Antón Meana nos cuenta la última hora sobre el caso Laporte, que intenta resolver su fichaje por el Athletic Club para no quedarse sin jugar hasta el próximo mes de enero.
* Sheinbaum pide nombres de sobornados por el Mayo Zambada* Acoso contra periodistas llega a niveles sin precedentes* Chepo Pérez regresa a las pistas con Cadillac
Leticia Vaquero analiza con Javier Santacruz y Gustavo Martínez la guerra abierta entre el presidente de Estados Unidos y la Reserva Federal.
Isaac Hernández, bailarín mexicano
#ElGranMusical | Hugo Espín. Castración química en debate legalidad, alcance y precedentes internacionales by FM Mundo 98.1
¡En un operativo sin precedentes, autoridades federales y estatales aseguraron en Coahuila nada más y nada menos que 129 carrotanques con más de 15 millones de litros de huachicol!See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Con Trump los sectores anticubanos han alcanzado una influencia sin precedentes”: el vicecanciller cubano habla de la relación con EE.UU., las deportaciones y los ataques de Israel en Irán y Gaza
Las noticias que debes conocer esta tarde, con Aimar Bretos
Las noticias que debes conocer esta tarde, con Aimar Bretos
Federico comenta toda la actualidad del corazón con Isabel González, Beatriz Cortázar y Pérez Gimeno.
En esta ocasión hablamos sobre el regreso de Oasis, ¿por qué se odian los hermanos Gallagher? y los conciertos en Caracas. Además conversamos sobre las actitudes de rockstar y el rechazo de Chappell Roan a sus fans. Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes y contenido extra los martes). También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 100 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Escúchanos en Spotify https://open.spotify.com/show/4xOM98A8Es30eGevw6tYwe?si=QwORHX8BTMyzKxJOa9_oZQ&dl_branch=1 Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 3:30 Daniel probando cosas 4:02 El regreso de Oasis 8:10 Precedentes históricos 11:23 Los hermanos Gallagher 13:38 ¿Por qué se odian? 17:48 Mala suerte en Caracas 19:48 Artistas en México 21:20 Venezuela para las bandas anglosajonas 27:52 Britney Spears en la Simón Bolívar 29:12 El efecto Oasis y otras leyendas 32:22 Las generaciones y la música 34:29 Los conciertos en México 35:34 Millennials vs. Gen Z 36:50 ¿Chappell Roan odia a sus fans? 40:15 Diferencia entre límites y odio 41:39 Fanaticada tóxica 43:35 Opiniones funables de Gallagher 47:18 Odiar a tu hermano 49:15 Actitudes de rockstar Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices