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O Antagonista
“O partido não estará em oposição ao governo”, diz Bivar, sobre União Brasil

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jan 1, 2023 0:53


Luciano Bivar, presidente nacional do União Brasil, afirmou há pouco que o partido não fará oposição ao governo. Para tentar atrair o partido do ex-ministro Sergio Moro, Lula entregou duas pastas à sigla: Comunicações e Turismo. “Estamos apoiando tudo o que for bom para o país. Temos dois ministros integrando a Esplanada dos Ministérios. Não tem demonstração mais explícita do que isso. Primeiro o reconhecimento do presidente ao União Brasil e a certeza que nós estamos juntos”, afirmou Bivar. Questionado se parte do partido poderia fazer oposição ao governo, Bivar disse que a sigla não fará oposição. “O partido não estará em oposição ao governo. Isso eu posso te afiançar”, acrescentou. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Convidado
São Tomé e Príncipe: O processo de esclarecimento está "viciado na origem"

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 9:19


Rafael Branco, ex-primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, sublinha que o processo de esclarecimento dos acontecimentos está "viciado na origem". O ex-presidente do MLSTP-PSD critica ainda a posição do seu partido face à gravidade do sucedido. A 25 de Novembro quatro suspeitos de terem atacado o quartel militar de São Tomé e Príncipe foram torturados e mortos. Imagens e vídeos publicados nas redes sociais mostram o envolvimento dos militares nos actos.  Até o momento a justiça são-tomense constituiu 17 arguidos no processo que investiga a suposta tentativa de golpe de Estado. Todavia, no processo aberto por violação de direitos humanos, traduzido na tortura e morte de quatro suspeitos, ainda não foram feitas detençoes, interrogatorios ou prisões preventivas. Questionado sobre este vazio no processo de violação de direitos humanos, o Ministro da Defesa de São Tomé e Príncipe, Jorge Amado, não comentou a situação, sublinhando que o processo se encontra “em segredo de justiça". Para Rafael Branco, ex-primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe entre 2008 e 2010, os militares não estão acima do poder judicial, todavia "estão protegidos”. “A análise que faço é que eles [militares] estão protegidos. Porque, de outra maneira, num Estado de direito democrático, os militares obedecem ao poder civil. Quem orienta a política de defesa e segurança é o poder civil.  Se perante factos comprovados que há um envolvimento dos militares nas execuções era normal, expectável, que todos envolvidos, todos suspeitos de envolvimento, todos que directa ou indirectamente participaram, todos os que assistiram fossem objecto de um tratamento, primeiramente, disciplinar e, depois, um processo normal de justiça.  O próprio ex-Chefe de Estado Maior [Olinto Paquete] já declarou que foi enganado, foi traído, portanto foi traído por quem? Ele foi traído pelas pessoas que estavam abaixo ou que partilhavam o comando com ele. Portanto, em qualquer país quando há um acidente de viação que é grave, muitas vezes, não têm responsabilidade directa, mas enquanto responsáveis máximos eles demitem-se, pedem a demissão ou são suspensos. Aquilo a que assistimos é que nada disto aconteceu e se não acontece é porque há protecção. Mais, há decisões de um outro órgão de soberania, que são os tribunais, que decide num sentido em relação aos detidos, que deveriam ir para a cadeia normal e estão num quartel.  Acha que isto acontece porque os militares estão acima? Não é porque eles estão acima [do poder], é porque estão a ser claramente protegidos. E isso levanta muitas outras questões em relação a tudo o que se passou no dia 25 [de Novembro].” Mas também levanta questões em relação a tudo o que se vier a passar no seguimento do esclarecimento cabal dos acontecimentos? “Certamente. Como cidadão são-tomense não tenho expectativas boas em relação a este processo. Ele está viciado na origem. Quanto mais tempo passa sobre medidas que são normais em qualquer país para identificar, afastar o culpado, responsabilizá-los, mais difícil se torna o esclarecimento desse facto. Estamos a acentuar um sentido de impunidade que pode comprometer todo o nosso futuro e pode abrir portas a actos semelhantes. Daí que era importante que, como sociedade, fôssemos mais activos, mais consequentes e mais coerentes no tratamento disto. A questão da impunidade que se está a desenhar preocupa-me bastante.” Essa impunidade pode abrir as portas, precisamente, a um estado anárquico? "Em algumas sociedades, a anarquia pode até ser um instrumento de reforço de poder.  Quando se criam situações em que as ameaças às pessoas e às instituições são claras, justifica-se com uma grande propensão para utilizar meios cada vez mais musculados e autoritários para controlar a situação. São casos estudados em estados como o nosso: frágeis e vulneráveis. O principal agente que ameaça a segurança dos indivíduos é o Estado e os seus órgãos. E na nossa sociedade quem tem poder de fazer mal é o Estado.  Eu esperava reacções mais enérgicas da comunidade internacional, no sentido de dizer que isso precisa de ser esclarecido, precisa ser totalmente esclarecido.  Essa zona cinzenta em que estamos não é benéfica. Sou daqueles que acha que a comunidade internacional tem uma responsabilidade de proteger, respeitando a soberania do país, mas há instrumentos pacíficos de prevenção que já deviam ter sido activados." O facto de no âmbito do processo de violação de direitos humanos não haver interrogados nem detidos e, inclusive, como o representante regional do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos na África Central disse, esta terça-feira em entrevista à RFI, essas pessoas que são facilmente identificáveis nos vídeos ainda continuarem em pleno exercício de funções, faz crer que efectivamente… “Não escolha a palavra, esses serviços estão a ser protegidos. Nalguns casos há promoções. Pessoas que estiveram directa ou indirectamente envolvidas nisso foram promovidas ou mantidas nos seus postos.  Se elas continuam nas posições de chefia, se os próprios detidos estão no quartel, não têm acesso a uma defesa que permita que eles falem de maneira livre porque há sempre um militar, como é que acha que isto pode ter um esclarecimento?  Isto são instrumentos de protecção de quem perpetrou esses actos. Está-se a proteger quem perpetrou esses actos." Foi líder do MLSTP-PSD, foi primeiro-ministro, foi também candidato no último congresso à liderança do MLSTP-PSD, actual partido na oposição. Eleição interna essa que perdeu para o actual líder do partido Jorge Bom Jesus. O seu partido não deveria ter uma posição mais vigorosa em relação a estes acontecimentos? “Sim, e o facto de me ter candidatado, depois de me ter afastado [da vida política] diz muito sobre o que eu penso sobre essa liderança. O MLSTP não tem uma liderança efectiva e não está à altura desse acontecimento.  Há uma frase de que eu gosto: "muitas vezes olharmos para a floresta só a pensar na lenha para a nossa fogueira''. Há muitos jogos de interesse particulares, numa situação em que o interesse geral nacional é que devia estar acima.  Qual é o interesse nacional que está aqui? É defender que isso seja completamente esclarecido e que os responsáveis por esses actos sejam responsabilizados em termos do enquadramento jurídico nacional. Francamente acho que a oposição não está a fazer tudo, começa pela própria análise que não é suficientemente profunda e a partir daí todas as outras acções subsequentes são de ocasião, não estão articuladas numa estratégia de defesa do interesse nacional.” Jorge dos Bom Jesus devia estar no país?  “Devia estar no país e estando fora devia estar muito mais activo. Estamos, enquanto oposição, muito aquém das nossas responsabilidades.”

O Antagonista
Cortes do Papo - Lula confirma ex-senador como futuro presidente do BNDES

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 13, 2022 15:31


Lula acaba de anunciou o nome de Aloizio Mercadante (foto) como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) durante seu futuro mandato, a partir de 1º de janeiro. "Ouvi boato que Mercadante seria presidente do BNDES. Não é mais boato. Quero dizer que o Mercadante será o presidente do BNDES", disse Lula, sob aplausos. "Precisamos de alguém que pense em desenvolvimento, inovação tecnológica, para que esse país volte a gerar empregos. E para dizer ao mundo inteiro que quiser vir para cá, que venha. Nosso país voltará a ser respeitado." Antes, ele falou contra as privatizações. "Vão acabar as privatizações neste país. Já privatizaram quase tudo, mas isso vai acabar". O anúncio foi o único do petista durante a cerimônia de encerramento dos trabalhos do gabinete de transição, nesta terça-feira (13) em Brasília. Era esperado que o discurso apresentasse o nome de novos ministros, o que não aconteceu. No entanto, para que o nome de Mercadante seja aprovado no BNDES, o governo eleito tem de alterar a Lei das Estatais para voltar a permitir a indicação de políticos para os cargos de diretoria e conselhos de administração. Questionado nesta semana sobre o tema, ele disse desconhecer a discussão. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista  

Convidado
São Tomé e Príncipe: FONG alerta para "situação perigosa” e critica “secretismo” dos funerais

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 11, 2022 9:10


Quinze dias após o ataque ao quartel, a Justiça de São Tomé e Príncipe tem em curso dois processos para tentar apurar a verdade dos factos. Eduardo Elba, secretário permanente da FONG, alerta para "situação perigosa” que se passou e critica o “secretismo total” à volta da forma como as autoridades procederam aos funerais das quatro vítimas mortais. Quinze dias após o ataque ao quartel, a Justiça de São Tomé e Príncipe tem em curso dois processos para tentar apurar a verdade dos factos. Um que visa esclarecer a tentativa de golpe de Estado e outro a violação dos direitos humanos, com o homicídio e tortura de quatro suspeitos. Eduardo Elba, secretário permanente da FONG, Federação de Organizações Não Governamentais em São Tomé e Príncipe, alerta para "situação perigosa” que se passou no país, critica o “secretismo” à volta da forma como as autoridades procederam aos funerais das quatro vítimas mortais e sugere que o dia 25 de Novembro passe a ser doravante o dia nacional dos direitos humanos. “Ao ver as imagens [das agressões] criou-nos um grande espanto porque não pensávamos que a situação teria evoluído a ponto de haver casos de mortes e mortes em formato de tortura, de ofensas e por aí fora. A partir daí levantou-nos muitas questões. Reagimos com um comunicado a lamentar as duas situações: a intentona golpista e a forma como foram brutalmente maltratados e levados à morte. Apelamos que houvesse um um inquérito independente internacional, porque entendemos que o estado de São Tomé não estava à altura, de sozinho, o fazer e, ao mesmo tempo, apelamos no sentido de haver identificação dos culpados, materiais e morais, e a respectiva responsabilização.  Finalmente sugerimos que, a nível das estruturas públicas, se concebesse o dia 25 de Novembro como sendo o dia nacional dos direitos humanos. É uma situação perigosa, porque pode abrir um precedente a outros tantos episódios tristes que esperemos que não venha a acontecer.” Eduardo Elba, secretário permanente da FONG, critica o "secretismo total” que existiu à volta das cerimónias fúnebres as quatro vítimas mortais do ataque ao quartel: “Não sei como é que esse dossier foi gerido, essa articulação com os familiares. O certo é que foi mais uma surpresa para a população. Se calhar também pela própria família. Porque o que me pareceu é que o funeral ocorreu no secretismo total. Algumas pessoas, em número reduzido, estiveram no funeral, mas um funeral “disfarçado”. Algo que não deveria ter acontecido. O primeiro mal já tinha acontecido, mas podia-se dentro desse contexto, com alguma articulação com os familiares, se permitirem que acompanhassem a despedida dos entes queridos.” Questionado sobre as possíveis motivações destes jovens que, supostamente, tentaram atacar o quartel-militar do Morro, Eduardo Elba sublinha que num país caracterizado por falta de emprego e muitos problemas sociais, os jovens podem ser facilmente aliciados, todavia acrescenta que só "loucura" poderia arrastar quatro indivíduos, civis, desarmados para um assalto ao quartel: “não consigo agora desmistificar as motivações, mas temos um país caracterizado por falta de emprego jovem, com muitos problemas sociais. Por aí, podem ser facilmente aliciados, não é? Arrastados para esse tipo de situação, mas não consigo, de facto, encontrar motivações. Porque, para já, esta tentativa de quatro indivíduos assaltarem um quartel só pode ser gente louca. Tinha de ser alguém muito, muito frustrada, numa situação de desespero total para correr um risco destes.”

Convidado
São Tomé e Príncipe: “Espero que os peritos internacionais façam o seu trabalho sem receios”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 10, 2022 9:51


Delfim Neves diz que os acontecimentos de 25 de Novembro não passaram de “uma tramóia montada para matar pessoas” que desta vez “deixou rastos” mas da próxima vai primar pelo “desaparecimento”. O ex-Presidente da Assembleia Nacional da São Tomé e Príncipe espera que os “peritos internacionais no terreno façam o seu trabalho sem qualquer receio”.  Delfim Neves, deputado do Movimento Basta, diz que os acontecimentos de 25 de Novembro não passaram de um “fait-divers”, “uma tramóia montada para matar pessoas” que desta vez “deixou rastos” mas da próxima vai primar pelo “desaparecimento”. É por isso que a contestação ao ataque ao quartel-militar é superior na diáspora, “internamente as pessoas estão com medo” garante o ex-Presidente da Assembleia Nacional da São Tomé e Príncipe. O antigo líder do PCD espera ainda que os “peritos internacionais no terreno façam o seu trabalho sem qualquer receio”.  Ao microfone da RFI, Delfim Neves relembrou o que se passou a 25 de Novembro e as diferentes etapas da sua detenção, primeiro no quartel-militar depois nas instalações da Polícia Judiciária, até ter sido colocado em liberdade sob Termo de Identidade de Residência (TIR) a 29 de Novembro. Uma detenção que acusa de arbitrária, sem notificação ou “voz de detenção” e num total desrespeito pela sua imunidade parlamentar. O deputado do Basta garante não ter sofrido violência física, nem no quartel nem na PJ, todavia fala em “violência psicológica”, primeiramente no quartel quando se apercebeu que estaria “no corredor da morte” ao ser informado das “mortes dos outros indivíduos". Nas instalações da Polícia Judiciária “era a agressão a alguém que está sentado numa cadeira, não sabe de nada, para ir à casa de banho tem de ir acompanhado de um militar com armas nas mãos. Não é possível dizer que estava em situação regular.” Durante o período de detenção, o antigo líder do PCD, a recuperar de uma intervenção cirúrgica e sem acesso à medicação regular, acabou por ter “problemas de hipertensão, porque não estava a comer a glicemia baixou e, por estar muito tempo sentado, o local da cirurgia começou a doer, além dos pés inchados.” Mesmo com relatório médico e requerimento dos advogados, Delfim Neves queixa-se de que o seu quadro clínico não foi tido em conta pelos procuradores, que se limitaram a juntar a documentação aos actos para análise da juíza de instrução criminal. Colocado em liberdade sob Termo de Identidade de Residência (TIR) a 29 de Novembro, foi no regresso a casa que se inteirou dos acontecimentos e das diferentes intervenções dos actores políticos e militares do país e conclui que “havia uma montagem, uma tramóia, um esquema maquiavélico combinado para matar pessoas, especificamente Delfim Neves e Arlécio [Costa].”  O ex-Presidente da Assembleia Nacional acusa o actual chefe de Estado de "cinismo e maldade”. Na primeira declaração sobre os ataque ao quartel do Morro, Carlos Vila Nova afirmou tratar-se "claramente de uma tentativa de subversão da ordem constitucional”, apelou à necessidade de investigação dos acontecimentos para que “se clarifiquem as motivações, os actos e as razões de tais práticas por pessoas que não se conforma em não serem eleitas, serem escolhidas e a respeitaram o que é a manifestação popular através do voto.” Delfim Neves refuta as acusações e diz que contestou os resultados eleitorais nas devidas instâncias, “mesmo doente” veio de Portugal a São Tomé dar “posse ao presidente eleito” e acrescenta que desde essa altura que a "relação institucional entre o Presidente da República e o Presidente da Assembleia foi excelente.” É por tudo isto que o político são-tomense sublinha que “a única coisa que falhou neste plano maquiavélico é a vida de Delfim Neves”.  Questionado sobre quem poderia ganhar com o seu desaparecimento físico ou político, o ex-presidente da Assembleia é peremptório: "Há quem ganhe, há quem goste de não ser incomodado politicamente, quer auto-estrada, não quer obstáculos”.  O deputado do Movimento Basta, diz que os acontecimentos de 25 de Novembro não passaram “uma tramóia montada para matar pessoas” que desta vez “deixou rastos” mas da próxima vai primar pelo “desaparecimento”. É por isso que a contestação ao ataque ao quartel-militar é superior na diáspora, “internamente as pessoas estão com medo” garante o ex-Presidente da Assembleia Nacional da São Tomé e Príncipe. O antigo líder do PCD espera ainda que os “peritos internacionais no terreno façam o seu trabalho sem qualquer receio”. 

O Antagonista
Lula diz não crer em "problemas" com PEC na Câmara

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 9, 2022 1:09


Ao anunciar os primeiros nomes da equipe ministerial, Lula (PT) defendeu a PEC da Gastança e disse que fará "quantas conversas forem necessárias" pela aprovação do texto. "Eu já ouvi boato que a PEC terá problema na Câmara... Eu farei quantas conversas forem necessárias para que a PEC seja aprovada na Câmara como foi aprovada de forma extraordinária no Senado", disse o presidente, na coletiva que indicou os primeiros nomes de seu gabinete. A indicação dos nomes da Casa Civil e da Fazenda eram cobrados para acelerar as negociações em torno da PEC. Questionado sobre a influência do julgamento da constitucionalidade das emendas de relator pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na tramitação da PEC, o petista disse que é favorável às emendas, desde que não sejam secretas. "Pra mim não tem nenhum problema, todo mundo sabe o que eu penso de emenda parlamentar (...) emenda de deputado é uma coisa importante, o que não precisa é ser secreta", disse. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Olavo Tem Razão
Olavo é questionado por Weintraub sobre o PT - Por Olavo de Carvalho

Olavo Tem Razão

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 18:21


Olavo é questionado por Weintraub sobre o PT

O Antagonista
Cortes do Papo - Transição discute imposto sindical e CPMF, mas “repaginados'

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 16:02


O grupo responsável pelos temas trabalhistas no governo de transição se prepara para concretizar um plano da oposição petista ao governo de Jair Bolsonaro: pedir o arquivamento da PEC 32/2020, da reforma administrativa no setor público.  O deputado Rogério Correia (PT-MG; foto) disse a jornalistas, nesta terça-feira (29), que a questão é central para o grupo de trabalho. "Queremos retirar de debate a PEC 32, da deforma administrativa", disse Correia. "Queremos retomar o debate sobre o que é o serviço público no Brasil e, com isso, formaríamos uma mesa de negociação envolvendo os mais diversos setores." O deputado disse ainda que, hoje, o Ministério do Trabalho "está com a estrutura completamente dilapidada" e que a atuação a partir do próximo governo "é de fato renascer o ministério". Questionado sobre a possível volta de um imposto sindical, Correia disse ser contra, como já havia indicado o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. "Imposto sindical acho que há um consenso que não [volte]", disse o parlamentar. "Porque a forma mais democrática é a assembleia dos trabalhadores deliberar o quanto eles querem contribuir. Isso eu acho que é o mais democrático". Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
“Tudo que pode parecer protesto no Catar será questionado”, diz Roberta Abdanur | Meio-Dia em Brasília

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 18:47


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Convidado
Moçambique: "Ainda vivemos dentro de uma sociedade colonial"

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 9:41


Moçambique continua a recorrer a investimento estrangeiro, uma dependência que existe "por causa dos nossos erros", lembra o historiador moçambicano. António Sopa recorda que "depois da independência houve uma grande solidariedade e as pessoas tentaram ultrapassar uma serie de barreiras". "O silêncio e o desconhecimento internacional foi a grande arma de António Salazar. Só nos anos 50 é que se começa a falar das colonias portuguesa, mas até lá era o silêncio absoluto", lembra o historiador. Depois da primeira Grande Guerra e das eleições portuguesas, de Norton de Matos e de Humberto Delgado começa-se a falar do império português. "Um dos homens de Humberto Delgado, o seu secretário, Simões de Figueiredo, que fugiu de Moçambique, escreveu um dos primeiros livros sobre a denúncia do que era o império colonial português. Esta foi uma das grandes armas que ele utilizou. Nos anos 50, o regime colonial começa a entrar em decadência", sublinha o historiador moçambicano, António Sopa. Um dos exemplos da aliança do Estado colonial português ao capital internacional é a companhia de Moçambique, uma companhia que liderou a exploração colonial em Manica e Sofala entre 1892 e 1942. "Grande parte do país, até aos anos 40, estava entregue a empresas estrangeiras. Estas empresas eternizaram-se depois da independência", lembra o historiador. A maioria das infra-estruturas moçambicanas do século XX são criadas por Portugal, mas liderandas por capital estrangeiro. "Depois da primeira Guerra, Portugal não tem capital. Alguns dos projectos nas áreas dos portos e caminhos-de-ferro fazem parte do plano norte-americano Marshall", recorda o historiador. A Inglaterra teve sempre um papel activo do ponto de vista económico e político. "Interessava à Inglaterra manter um poder que aderisse às suas ideias, um país frágil, como era o caso de Portugal, em vez de ter a Alemanha ou a França", recorda. A “corrida ao gás” por parte das potências ocidentais, no meio de uma crise energética, representa uma falsa promessa de desenvolvimento para África, afirmaram os activistas e peritos da COP27. O Senegal e a República Democrática do Congo descobriram, recentemente, recursos de petróleo e gás que suscitam esperanças de riqueza. Moçambique está a tentar desenvolver um projecto de gás natural liquefeito gigante. A França continua a apostar em parcerias, não só em Moçambique, mas também noutras zonas em África, dado os interesses da França nos recursos energéticos no continente. Emmanuel Macron "está a tentar mudar a imagem da França em África", descreve o historiador. "Os ismos (de neocolonialismo) estão todos esbatidos. Tem que ver com a situação em que os países se encontram do ponto de vista económico e político", defende. Questionado sobre a dependência que Moçambique continua a ter em relação a ajudas externas, o historiador lembra, ainda, que a dependência existe "por causa dos nossos erros", defendendo  que "bem ou mal, nós tínhamos uma estrutura económica que funcionava, mas com a independência destruímos essa estrutura. Depois da independência tivemos em guerra constante e isso destruiu toda a estrutura económica, mas também destruiu a cabeça das pessoas". "Há uma grande desconfiança entre as pessoas, as pessoas tratam-se mal. Depois da independência houve uma grande solidariedade e as pessoas tentarem ultrapassar uma serie de barreiras, mas hoje vivemos ainda dentro de uma sociedade colonial. Não vejo grandes diferenças, até do ponto de vista geográfico. Se olharmos para o mapa da cidade, não conseguimos ultrapassar isso e nem sei se existe vontade para um dia ultrapassar", concluiu o historiador moçambicano.

Ciência
Itália: transplante de fígado inédito com recurso a dadora com mais de 100 anos

Ciência

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 9:22


Em Itália, uma equipa médica do Hospital Universitário de Pisa, conseguiu transplantar com sucesso, um fígado proveniente de uma dadora com mais de 100 anos. É a primeira vez na história, que um fígado provém de uma pessoa centenária. Em entrevista à RFI, João Santos Coelho, membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Transplantação e cirurgião sénior do centro Hepato-bilio-pancreático e Transplantação no Centro Hospitalar Universitário Central de Lisboa, defende que este passo se trata de um avanço gradual por parte da ciência, com o objectivo de diversificar cada vez mais o leque de dadores disponíveis. "É um avançar progressivo na utilização de fígados marginais. Em todos os centros, a evolução tem sido dramática em termos da utilização de fígados marginais, ou seja, fígados um pouco fora dos critérios que habitualmente utilizamos. Como é sabido, em todo o mundo, há efectivamente uma procura sistemática de todas as formas para podermos aumentar o pólo de dadores porque não temos dadores para todos os doentes que gostaríamos de transplantar e muitos deles acabam por falecer em lista activa", começou por referir o nosso entrevistado. João Santos Coelho reconhece que esta procura pela diversificação de dadores tem vindo a acontecer ao longo dos anos e recorda que, no início da transplantação, em Portugal, no final dos anos 90, início dos anos 2000, o dador era homem, na casa dos 40 anos, e, geralmente, alguém que tinha sido vítima de um acidente de viação. "Nos dias actuais, a caracterização dos dadores fixa-se nos 63 anos, em média, e são pessoas que foram vítimas de acidentes vasculares cerebrais, na sua maioria", explicou. Esta pesquisa e procura por mais dadores levou a que se utilizem fígados com mais idade, nos processos de transplantação, conforme recordou o cirurgião sénior. "No nosso hospital é muito frequente utilizarmos dadores com 80 anos e já transplantámos, inclusivamente, um dador de quase 90 anos. Aqui não é tanto a idade cronológica que conta", salientou. Questionado sobre se o tempo de vida útil do órgão não é, de certo modo reduzido, pelo facto de, neste caso, se tratar de uma dadora centenária, João Santos Coelho é peremptório: o fígado está "programado" para funcionar até aos 150 anos. "Nós verificamos isso nos longos sobreviventes. Temos sobreviventes com 30 anos, que, neste momento, foram transplantados com fígados de 60/70 anos que, neste momento, têm um fígado a funcionar com mais de 100 anos", explicou ainda. João Santos Coelho entende, por isso, que este feito mostra o avanço eficaz e gradual que tem sido feito nos últimos anos na área da medicina. O profissional da área da saúde falou depois, à margem da entrevista, de dois cenários possíveis que considera que, a médio/longo prazo, poderão revolucionar a área da transplantação do fígado: em primeiro lugar, a transplantação de um fígado geneticamente modificado, proveniente de porcos e, em segundo, o fígado artificial, feito em laboratório, com recurso a células da própria pessoa. Ouça a entrevista completa aqui:

O Antagonista
"Está acontecendo um movimento muito forte nas casernas. Questão de horas, dias...", diz ministro do TCU

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 8:30


Em áudio enviado hoje cedo a um grupo de amigos e vazado à imprensa, o ministro do TCU Augusto Nardes faz uma análise da conjuntura política e diz que "está acontecendo um movimento muito forte nas casernas". "Acho que é questão de horas, dias. No máximo, uma semana ou duas, ou talvez menos do que isso, que vai acontecer um desenlace bastante forte na nação." Segundo ele, o resultado é imprevisível. "Demoramos, mas felizmente acordamos. O que vai acontecer agora? (...) Vamos perder? Sim, vamos perder alguma coisa, mas a situação para o futuro da nação poderá se desencadear de forma positiva." Nardes também comenta sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Ao se referir aos petistas, diz que o processo "desmontou de certa forma essas estruturas que eles conseguiram remontar agora baseado na estrutura que tinha já ficado, que foi muito longa". O TCU teria encontrado R$ 340 bilhões em irregularidades. "E tudo se mostra que vai acontecer novamente. Tudo muito nebuloso em relação ao futuro do país (...) Nunca aceitaram o diálogo, eles foram para um confronto. E agora é um confronto decisivo. Eles vão vir para um confronto que nós todos sabemos quais são as consequências." Nardes, que se tornou bem próximo de Jair Bolsonaro, fala também da erisipela do presidente e diz que ele "não está bem", mas espera ter "condições de enfrentar o que irá acontecer". Na avaliação feita pelo ministro no áudio, o único jeito de evitar o movimento é a "capitulação por parte de alguns integrantes importantes". "Eu não posso falar muito. Sim, tenho muitas informações, queria passar para ti, para o teu time do agro, que eu conheço todos os líderes", diz o ministro. Questionado por amigos, Nardes disse que apenas estava manifestando sua preocupação com o cenário. A O Antagonista, ele negou apoiar um golpe militar. "Não existe da minha parte intenção nenhuma e nem poder para golpe." Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Convidado
COP 27: Angola apresentou projectos no sector da energia

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 8:56


Angola apresentou na COP 27, a decorrer em Sharm el Sheikh, Egipto, uma série de iniciativas nacionais tendentes a contribuir para o esforço global de combate às alterações climáticas. Sobre as “Perdas e danos”, Giza Gaspar Martins, coordenador da delegação técnica de Angola na COP 27, reconheceu a dificuldade do assunto. Na recta final da COP 27, a RFI entrevistou Giza Gaspar Martins, coordenador da delegação técnica de Angola na Cimeira do Clima. Numa altura em que se equaciona o prolongamento do encontro devido a divergências entre países do Norte e países do Sul, o representante angolano sublinha que "lidar com as alterações climáticas requer, de todas as partes sacrifícios, requer vontade fundamentalmente política de alterar modelos de desenvolvimento, estruturas económicas, que têm um impacto inclusive na força de trabalho dos países.  Não é uma opção não termos um acordo na 27ª conferência das partes sobre como é que vamos efectivamente operacionalizar o acordo de Paris. Esperamos que sejam todos capazes de estar à altura daquilo que se espera, daquilo que o mundo espera da conferência das partes, da COP 27. Sem, naturalmente, esquecer que as decisões têm de salvaguardar os princípios da convenção, nomeadamente do princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.  Precisamos de reconhecer que existem estados que têm responsabilidades acrescidas, pela sua responsabilidade histórica em matéria de emissões, mas também pela sua capacidade em matéria de recursos técnicos e recursos financeiros, dos quais nós designamos, colectivamente, como as ferramentas para as alterações climáticas, que precisam de ser partilhadas para permitir que se possa então lidar com este fenómeno, com a urgência que as suas causas e os seus efeitos exigem.” Questionado sobre o dossier das “Perdas e danos”, o coordenador angolano reconheceu a dificuldade do assunto: “É uma questão politicamente difícil pois tem subjacente a possibilidade de criar mecanismos de compensação e, por essa razão, torna-se um tema difícil do ponto de vista político de ser de ser resolvido. Estamos satisfeitos que exista um reconhecimento de que existem situações em que haverá e em alguns casos já existe a perda definitiva irreversível de um habitat. Precisamos de ter em conta que em alguns casos a perda permanente não acontece instantaneamente, ou seja, é algo que vai acontecendo. Naturalmente que durante as conferências das partes espera-se que no seu culminar se tomem decisões que resolvam de forma definitiva determinados temas. Receio que este não seja um destes temas.  Angola naturalmente que apoia a identificação de opções de resolução para lidar com o tema das perdas permanentes, quer sejam perdas instantâneas de um único evento ou aquelas que vão acontecendo ao longo do tempo.” Giza Gaspar Martins traçou ainda os objectivos da delegação angolana na Cimeira do Clima: “O nosso grande objectivo durante essa COP foi naturalmente participar na operacionalização do Acordo de Paris. Há um conjunto de normas, procedimentos e regras para a completa operacionalização do Acordo de Paris que não ficaram concluídas no âmbito da COP 26 que decorreu o ano passado em Glasgow.  Também, como lema desta COP assim o dita “juntos pela implementação”, apresentámos aquelas que são as nossas iniciativas tendentes a contribuir para o esforço global de combate às causas e adaptação aos efeitos das alterações climáticas.  Nessa conformidade, trouxemos sectores que apresentaram projectos em curso e alguns perspectivados sobretudo para o sector da energia. A nossa contribuição nacionalmente determinada, tem uma base muito específica na produção de energia eléctrica. Então, trouxemos a empresa pública de geração de energia, a PRODEL, e a SONANGOL que é a empresa petrolífera nacional angolana que também está a desencadear um esforço de descarbonização da sua produção e, também, de compensação de emissões investindo em projectos de energias renováveis.  Trouxemos também uma iniciativa que tem a ver com o hidrogénio verde, em fase de estudo e de planificação por parte da nossa petrolífera que foi partilhada durante a conferência das partes e depois trouxemos a nossa estratégia nacional da biodiversidade.”

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
PL não deve ter candidato à presidência da Assembleia Legislativa de SC

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Nov 9, 2022 17:00


Cotado para ser líder do futuro governo estadual de Jorginho Mello na Assembleia Legislativa, o deputado e atual líder da bancada do PL , Ivan Naatz também deve coordenar o processo de articulação entre os liberais e outras bancadas partidárias para a busca de um consenso em torno da eleição do futuro presidente da Casa. Entre a futura maior bancada para 2023, a do PL, e o governador eleito, Jorginho Mello , já parece haver uma definição que o partido não deve ter candidato à presidência para buscar a futura governabilidade . “O momento agora é de construir um bloco de apoio ao próximo governo. Não é o momento do nosso partido ter a presidência da Assembleia, a presidência será entregue a esse grupo que nos ajudará a governar Santa Catarina. Estamos conversando agora com todos os partidos no sentido de constituir uma bancada que possa dar sustentação à governabilidade do Jorginho Mello. A política é feita de gestos e nós queremos mostrar aos demais partidos que queremos governar com várias mãos, com a ajuda de todos. Vamos conversar para entregar o comando da assembleia para um parceiro político”, comentou Naatz durante entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta quarta-feira, dia 9. Questionado sobre quem seriam os possíveis parceiros políticos que poderiam assumir a presidência da Alesc, o deputado citou o nome dos colegas de parlamento Julio Garcia (PSD), Mauro de Nadal (MDB) e José Milton Scheffer (PP). Ouça abaixo a entrevista completa:

Em directo da redacção
Eleições em Israel "são um referendo à figura de Netanyahu" – Henrique Cymerman

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 5:29


Os israelitas foram chamados às urnas nesta terça-feira para eleger um novo parlamento, a quinta vez em pouco mais de três anos e meio. O cenário de incerteza monopoliza as expectativas de cada partido, que deverão lutar até ao último voto tendo em vista a formação de um novo governo. Benjamin Netanyahu, ex-chefe de governo e líder do bloco conservador Likud tenta chegar ao poder pela terceira vez, após ter dirigido o país de 1996 a 1999 e depois de 2009 a 2021. “Bibi”, que também enfrenta um processo judicial por alegada corrupção, terá pela frente o líder centrista Yair Lapid, que por sua vez espera manter a sua posição na chefia de Israel. Em entrevista à RFI o professor e jornalista em Israel, Henrique Cymerman, começa por explicar o que o que está em causa nestas eleições é sobretudo um referendo à figura de Benjamin Netanyahu. "Acho que o que está em causa nestas quintas eleições em três anos e meio e quem sabe se não haverá sextas é a figura de Benjamin Netanyahu. Israel vive um paradoxo enorme hoje em dia que é que por um lado tem um dos maiores crescimentos económicos mundiais, entre sete e oito por cento, e ao mesmo tempo tem uma debilidade política enorme devido ao sistema eleitoral proporcional que se mantém desde a criação do Estado e que não permite ou dificulta enormemente a formação de coligações. é como um vidro partido que se vai partindo cada vez mais. Então o que está em jogo aqui eleições uma vez mais, talvez pela última vez, são uma espécie de referendo sobre a figura de Benjamin Netanyahu, o homem o conservador que governou Israel durante quinze anos e que agora é líder da oposição e ainda por cima está a ser julgado por corrupção. Então é uma espécie de referendo entre o bloco pro-Bibi e o bloco anti-Bibi que actualmente governou Israel no último ano e que está presidido por um homem bastante mais jovem, centrista e mais pragmático Yair Lapid." O professor também explicou que a estabilidade da política em Israel dependerá da eleição de hoje e que o "empate crónico" entre os dois favoritos os levará a lutar até ao último voto. “Tudo depende do que acontecer hoje porque se ninguém conseguir 61 deputados dos 120 e mesmo assim é uma coligação débil a que se formaria como resultado disso. Vamos ver novas eleições no mês de Abril do ano que vem. Ou seja, vamos ver se Yair Lapid, o centrista um ex-jornalista, continuando como primeiro-ministro até lá e haveria novas eleições. Se Netanyahu consegue formar governo ou consegue ter 61, e está perto disso. Os dois no fundo estão perto disso porque há um empate crónico quase '60 a 60', mas se Netanyahu conseguisse surpreender e eu penso que existe uma possibilidade que isso aconteça, ele aí poderia tentar formar governo e paralelamente ao julgamento dele, que me parece que é uma das suas primeiras prioridades, mas é um governo que seria bastante problemático na medida em que seria uma coligação com a extrema-direita que hoje em dia se transforma nesta, nova situação política, no terceiro partido provavelmente de Itamar Ben Gvir e Bezalel Smotrich, um partido ultranacionalista que seria parte da coligação de Netanyahu conjuntamente com os ultraortodoxos. Ou seja, Netanyahu seria a esquerda dessa coligação. é a única que realmente está à volta dele e que lhe poderia apoiar, mas claro tudo vai ser decidido hoje, eu acho por umas dezenas de milhares de votos, e penso que os resultados não se vão conhecer até dentro de 24 a 48 horas porque cada voto aqui vai contar.” Questionado sobre o eventual impacto geopolítico desta eleição, Henrique Cymerman falou a respeito dos acordos de Abraão e da Palestina, e disse que neste momento os países árabes e os Estados Unidos estão a seguir atentamente os desdobramentos destas eleições. Ouça aqui a entrevista com o professor Henrique Cymerman na íntegra.

O Antagonista
Cortes do Papo - Quem tem medo dos evangélicos?

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 21, 2022 2:01


Frequentador de um templo da Assembleia de Deus em um bairro de classe média de São Paulo, Gutierres Fernandes Siqueira (foto), de 33 anos, já escreveu quatro livros sobre teologia evangélica, diz a Crusoé. Quem Tem Medo dos Evangélicos? (Mundo Cristão) é diferente. Trata-se de um ensaio de leitura fluída, que procura desfazer preconceitos sobre a religião para aqueles que a observam de fora – mas também tece críticas, especialmente à maneira como os evangélicos têm se relacionado com a política. Questionado em entrevista à Crusoé se acredita que Deus escolhe os governantes terrenos, como dizem muitos líderes evangélicos, Gutierres respondeu: "Esse é um discurso perigoso, um discurso autoritário, que tem origem numa leitura distorcida do texto bíblico. Na Bíblia, o governante ungido por Deus é aquele que aponta para Cristo. Por isso está dito que Jesus é o 'novo Abraão' ou o 'novo Davi'. Ao ungir esses homens como líderes de seu povo, Deus se revelou na história humana, apontando para a chegada futura de Cristo. Se você acredita que qualquer governante é um escolhido de Deus, você não entendeu nada da sua própria teologia. Você é um fiel que precisa se reeducar." LEIA A ENTREVISTA COMPLETA AQUI; assine a Crusoé e apoie o jornalismo independente. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Notícia no Seu Tempo
Defesa diz que só vai revelar relatório sobre urnas após o 2º turno

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Oct 20, 2022 8:52


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta quinta-feira (20/10/22): Em resposta à cobrança do ministro Alexandre de Moraes, o Ministério da Defesa informou ontem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que só entregará um relatório com informações sobre seu trabalho de fiscalização do processo eleitoral num prazo de até 30 dias após o segundo turno das eleições. Moraes havia dado até hoje para os militares apresentarem relatório de auditoria das urnas eletrônicas. A Defesa sustenta que divulgar um documento parcial, referente à primeira rodada da disputa, pode resultar em inconsistência. Questionado sobre o assunto, ontem, o presidente Jair Bolsonaro desconversou. E mais: Política: Lula divulga carta a evangélicos, fala em liberdade de culto e acena com cargos  Economia: Ex-presidente da Fiesp lidera rebelião contra o atual por ‘gestão ideológica' Internacional: Putin declara lei marcial em quatro regiões anexadas da Ucrânia Metrópole: Amazônia tem quase 40% de extração de madeira ilegal, diz estudo Esportes: Nos pênaltis, Flamengo acaba com sonho do Corinthians e fatura o tetraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

JE Notícias
Acordo de Rendimentos é positivo, mas carece de "ambição ao nível estrutural", diz Marques Mendes | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Oct 10, 2022 0:54


Questionado sobre as expectativas em relação ao OE2023, o social-democrata adianta que ainda se conhece pouco para além do cenário macroeconómico. "Vai ser o orçamento de maior incerteza em toda a democracia por causa da guerra na Europa", disse.

Através da Bíblia
João 21.1-25 - Jesus ressuscitado, Pedro é questionado sobre o seu amor por Jesus

Através da Bíblia

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 23:13


Episódio com o tema "Jesus ressuscitado, Pedro é questionado sobre o seu amor por Jesus"Apresentação: Itamir Neves. Texto Bíblico: João 21.1-25 Neste episódio, estamos diante do último capítulo do Evangelho de João. Vamos estudar os seus 25 versos que nos apresentam 3 parágrafos bem distintos. Acompanhe.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Jair Bolsonaro: "Não tenho nada desabonador para criticar Sergio Moro ou Dallagnol"

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 2:15


Jair Bolsonaro e Sergio Moro estão juntos mais uma vez. Dois anos e meio após o ex-juiz deixar o governo acusando o presidente de tentar interferir nos trabalhos da Polícia Federal, os dois se unem contra Lula no segundo turno. “Está superado tudo, é daqui para a frente”, resumiu Bolsonaro. O presidente confirmou, durante entrevista coletiva concedida ao lado do governador reeleito do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que conversou com Moro por telefone após o primeiro turno. “Ele mesmo, quando chegou aqui, como ministro, não tinha nenhuma experiência política. Talvez isso tenha contribuído para alguns deslizes. Hoje em dia, o passado faz parte do passado”, disse o presidente. “Nós dois sabemos dos riscos que o Brasil corre com a possível volta da esquerda”, disse Bolsonaro, ao explicar o apoio de Moro, completando: “Não tenho nada desabonador para criticar Sergio Moro ou [o ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato Deltan] Dallagnol, muito pelo contrário”. Dallagnol, que se elegeu deputado pelo Paraná no domingo, também declarou apoio a Bolsonaro no segundo turno. Questionado sobre a reaproximação com Moro, Bolsonaro falou em “evolução”. “Todos nós evoluímos, eu mesmo errei no passado em alguns pontos. E a gente evolui, para o bem do nosso Brasil”, disse. Segundo ele, “Moro será um grande senador, assim como o senhor Dallagnol”, enquanto deputado. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Cortes do Papo - Lula no Canal Rural: "Ninguém vai proibir que o dono de uma fazenda tenha uma arma"

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 23, 2022 3:09


Em uma tentativa de acenar ao agronegócio, Lula (foto) deu ao Canal Rural nesta quarta-feira (21) uma entrevista em que se disse a favor da posse de armamento em áreas rurais, apesar de defender o controle de armas. "Meu pai era caçador no Guarujá, ele tinha arma em casa. Ninguém vai proibir que o dono de uma fazenda tenha uma, duas armas", declarou o petista. "Agora, se ele tiver 20 não é mais uma arma para defesa. 30 pior ainda. É apenas o bom senso." O ex-presidente prometeu mudar decretos armamentistas propostos no governo de Jair Bolsonaro "discutindo com a sociedade". Questionado sobre a proximidade do PT com o MST, Lula alegou que "pouquíssimas terras produtivas foram invadidas no país" e que atualmente o "comportamento do sem-terra é muito diferente e muito mais maduro. Eles viraram um setor altamente produtivo". Também afirmou que sua eventual volta ao governo representará paz no campo. MST paz e amor e Lula armamentista: por essa vocês não esperavam. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Em directo da redacção
Moçambique: “congresso não vai servir para resolver problemas estruturantes” da Frelimo

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Sep 23, 2022 17:22


De hoje até quarta-feira, a Frelimo, partido no poder em Moçambique, reúne-se para o seu 12.º Congresso. O actual líder, Filipe Nyusi, é o único candidato anunciado à presidência do partido. O encontro vai ainda servir para eleger os novos órgãos sociais: Comité Central, Comissão Política e Comité de Verificação. Arrancou esta sexta-feira na Matola, arredores de Maputo, o 12.º Congresso da Frelimo. O encontro contar com a participação de cerca de 1.500 delegados. No discurso de abertura, o presidente da Frelimo e actual chefe de Estado moçambicano apelou para que os debates se afastem de uma "agenda" de divisão e se foquem em resolver os problemas do país: "Apelamos a todos para conduzirmos os debates dentro da nossa agenda, agenda que nos une e não na agenda que nos pode dividir". Filipe Nyusi foi eleito pela primeira vez como líder da Frelimo pelo Comité Central do partido em 29 de Março de 2015. A Frelimo reúne-se até quarta-feira, o actual líder é o único candidato anunciado à presidência. Depois do congresso, passará pelos novos órgãos escolher o candidato às eleições presidenciais de Outubro de 2024. Em entrevista à RFI, Régio Conrado, investigador do Centro Estudos Africanos da Universidade de Bordéus, sublinhou que em vez de discutir as verdadeiras problemáticas do país ou de “resolver os problemas estruturantes do partido”, este congresso vai servir para as diferentes alas da Frelimo medirem forças e lutarem pela influência e pelos postos dos novos órgãos sociais do partido:  “Este congresso vai ser da tentativa de pacificação das diferentes facções que estão neste momento em conflito dentro do partido pelo controlo dos principais órgãos do partido. O controlo dos principais órgãos do partido significa uma grande capacidade de influência sobre a dinâmica de funcionamento do Estado e, por consequência, da distribuição dos diferentes recursos, que é o que me parece ser mais interessante para essas elites.” O investigador defende que o encontro “deveria ser um lugar de discussão sobre as principais opções de desenvolvimento para Moçambique e discutir, de facto, as fragilidades internas do partido Frelimo e a desconexão que tem com um povo, a corrupção endémica que é estrutural dentro do partido e a degradação da imagem que o partido tem hoje dentro das populações moçambicanas.” Além disso, “também deveria ser um aspecto profundamente importante, uma reflexão crítica sobre os comportamentos desviantes, sobre a absurdidade dos comportamentos das oligarquias que estão sendo formadas dentro do partido que depois têm implicações desastrosas, na forma como é que os recursos dos Estados são distribuídos e geridos. Tudo isto deveria ser objecto de discussão, mas não vai ser, exactamente porque isto deveria trazer mais conflitos com as diferentes alas, todas elas estão envolvidas em negociatas, em práticas que lesam os diferentes interesses do Estado”. Régio Conrado acrescenta que este congresso vai “ser fundamentalmente um processo de legitimação das posições previamente tomadas, uma tentativa de reconciliação estratégica. O que significa que é muito provável que as diferentes alas se acordem na ocupação de determinadas posições, para equilibrar aquilo que são os sentimentos e ressentimentos existentes entre estes diferentes grupos, mas também a distribuição de cadeiras, de postos, de posições, de recursos, em função do peso de cada uma das alas.” Questionado sobre um possível terceiro mandato presidencial do Filipe Nyusi e uma eventual revisão constitucional, o investigador do Centro Estudos Africanos da Universidade de Bordéus, refere que “a questão do terceiro mandato é profundamente complexa, por um lado, porque a economia política da distribuição de poder, no contexto de Moçambique, que passou não necessariamente a ser baseada no critério da eficácia, de eficiência, da credibilidade profissional e técnica do indivíduo que deveria chegar ao poder, mas, sobretudo, passou a ser na base da distribuição de poder em função das regiões.  O segundo ponto que é fundamental é que há uma grande oposição da sociedade civil em relação à possibilidade de um terceiro mandato, exactamente porque isto abriria, de facto, um precedente.  Mas o que eu posso dizer e de informações seguras, é que determinados sectores dentro do aparelho securitário, do aparelho da defesa, do aparelho até governamental e da administração pública, e determinados grupos dentro do partido, estão profundamente interessados em que o Presidente Nyusi se mantenha como timoneiro do país em 2024, portanto, como candidato. E tem que ver também com a consolidação daquilo que são as suas estruturas de acumulação primitiva do capital. O quarto fundamento que é profundamente importante para compreender o contexto de Moçambique, é o medo que existe no interior do partido Frelimo, caso o Presidente Nyusi não siga para o terceiro mandato. Isto vai ter implicações estruturais sobre alguns indivíduos que estão metidos em múltiplas práticas corrosivas, práticas corruptivas. Então, se entra uma pessoa diferente significa que estes aspectos podem ser levantados. Depois sabemos também que a questão do terceiro mandato em si, não é o objecto fundamental de discussão, objecto fundamental de discussão é o que é que isto vai significar em termos de controlo dos recursos que vêem aí e como é que isto pode ser depois utilizado como elemento de ajuste contas. Porque não estamos a discutir sobre modelo de desenvolvimento, nem se o Presidente Nyusi vai ser capaz de desenvolver Moçambique, não. O problema é se vai conseguir controlar e manter os interesses destes grupos.” Régio Conrado conclui que neste momento as clivagens dentro da Frelimo são de tal ordem que “não existe uma figura que possa ser considerada como capaz de se impor de forma quase total a possível candidato às presidenciais de 2024. As clivagens são tantas, os ódios são tantos, as desconfianças são tantas que nenhum indivíduo pode colocar-se como capaz de fazer confluir os diferentes interesses.”

O Antagonista
“Paulista” Tarcísio esquece local de votação em São José dos Campos

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 0:31


Em entrevista à TV Vanguarda, nesta quinta-feira (22), Tarcísio de Freitas não soube responder onde ficava seu local de votação na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Questionado sobre sua mudança de domicílio eleitoral, o candidato ao governo de São Paulo pelo Republicanos disse que tinha um grande vínculo afetivo com a cidade, mas não soube dizer onde votava. A falta de resposta de Tarcísio já está sendo explorada por seus adversários nas redes sociais. NO Twitter, Rodrigo Garcia compartilhou o vídeo dizendo ser “a primeira vez que o ex-ministro da Infraestrutura vota no estado. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Cortes do Talks - Ministros de Dilma conspiraram a mando de Lula durante o impeachment, diz Ciro Gomes

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 0:46


Ciro Gomes, o candidato do PDT à Presidência da República, disse há pouco que Lula teve uma atitude contrária à governabilidade em diversos governos depois da redemocratização - e isso passou inclusive pelo impeachment de sua sucessora, Dilma Rousseff. O pedetista é o segundo convidado do Claudio Dantas Talks, podcast de O Antagonista. Ele disse que, nos momentos finais do impeachment em 2016, teria tentado ajudar a então presidente Dilma Rousseff a manter-se no cargo. Segundo Ciro, houve "traidores" no meio do caminho. "Jaques Wagner, José Eduardo Cardoso e Aloizio Mercadante estavam claramente a mando do Lula já desestabilizando a Dilma. Nada daquilo que eu sugeri foi sequer tentado", disse o candidato. Questionado sobre que medidas seriam essas, ele disse que a principal seria uma reunião com governadores de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para oferecer a renegociação da dívida dos estados. " Só aí já tirava um terço dos votos [do impeachment]", continuou. "Lula virou o grande encosto da vida brasileira, mas não é de agora", disse o cearense. Ele declarou que a articulação contra a governabilidade viria desde o governo Tancredo e passaria pelo jogo do PT durante o impeachment de Fernando Collor, em 1992. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Cortes do Talks - Discurso lulista sobre volta ao fascismo com vitória de Bolsonaro é fake news, diz Ciro

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 0:53


O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, classificou como fake news há pouco no podcast Claudio Talks de O Antagonista a tentativa lulista de se colocar como a única solução política para enfrentar o atual chefe do Poder Executivo. Questionado sobre a maior fake news das eleições, Gomes foi enfático: “O delírio golpista de Bolsonaro imediatamente apropriado pelo Lula, que é espertíssimo, dizendo: ‘Me eleja com casca e tudo. Não pergunte de onde eu roubei, não pergunte por que que eu roubei, não pergunte por que eu fiz muito mais muito mais pelos bancos do que pelos pobres, não me perguntei por que que eu nomeei a Dilma, não pergunte por que eu fiz conchavo com Geraldo Alckmin porque o fascismo vai ganhar”, disse. “Então, o Bolsonaro sinaliza na aberração de comportamento patológico de que tem capacidade de fazer um golpe que jamais teve, e o Lula, espertamente, pega e diz: ‘Olha, está vendo, se não me engolir com casca e tudo, eu primeiro e único, vai vir o fascismo no Brasil'”, complementou. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Brasil-Mundo
Com fechamento de seções eleitorais, brasileiros na Itália fretam até ônibus para poder votar

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 8:57


Nestas eleições presidenciais de outubro, os eleitores brasileiros no exterior são mais numerosos e enfrentam mais dificuldades para poder votar. O Tribunal Superior Eleitoral revelou que houve um crescimento forte do eleitorado brasileiro no exterior, em comparação à 2018. Em 2022, serão 697.078 eleitores aptos a votar fora do país, 40% a mais que há quatro anos. No entanto, o Itamaraty reduziu a quantidade de seções eleitorais fora do Brasil. Gina Marques, correspondente da RFI em Roma Há eleitores brasileiros domiciliados nos cinco continentes, mas os países com maior número de votantes são: Estados Unidos (108.624), Japão (30.671), Portugal (30.431), Itália (20.972) e Alemanha (17.555). Nas eleições presidenciais há quatro anos, foram abertas 33 seções de votação em municípios diferentes das cidades onde estão sediadas as Embaixadas e Consulados brasileiros. Segundo o Itamaraty, isso serviu para “facilitar a cidadãos que residem em localidades distantes das sedes das repartições diplomáticas ou consulares o exercício de seus direitos cívicos”. Das 33 seções 'fora da sede' realizadas em 2018, 22 foram abertas pela primeira vez. Brasileiros na Itália Segundo o Instituto Nacional de Estatística Italiana (ISTAT), 50.666 brasileiros residem na Itália (dados de janeiro de 2021). A maioria (13.977) vive da região da Lombardia, no norte, onde está a cidade de Milão. Em segundo lugar está a região do Lácio, onde fica a capital Roma, que conta com 6.117 residentes brasileiros. Seguem o Vêneto (5.628), o Piemonte (4.896), Emilia Romagna (4.012) e a Toscana (3.852). A decisão do governo do Brasil de reduzir as seções eleitorais no exterior causa transtornos para muitos brasileiros que vivem na Itália. Este ano no país serão mantidas as sessões de votação nas duas sedes de jurisdições consulares, respectivamente em Milão, no norte, e em Roma, no centro do país. No entanto, foram suspensos outros dois locais de votação, um na cidade de Mestre/Veneza e o outro em Florença. Essas duas sessões fazem parte da daquelas que foram abertas pela primeira vez para as eleições presidenciais de 2018. Questionado pela RFI sobre o motivo que levou o governo brasileiro a reduzir os locais de votação no exterior, o Consulado do Brasil em Roma respondeu que “a decisão foi tomada pelo Cartório eleitoral do Exterior, em Brasília, e comunicada ao Ministério das Relações Exteriores”. A pergunta sobre quanto custa organizar seções eleitorais em Roma e Milão, o Consulado em Roma afirmou que “a informação está centralizada no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília”. A resolução prejudica os brasileiros que vivem no Vêneto e na Toscana, regiões do nordeste e centro do país com grande concentração de eleitores que antes contavam com locais de votação mais próximos. O mineiro Edson Silvério Cruz, 51 anos, vive na Itália desde o ano 2000. Ele mora em Florença, na região central da Toscana, e trabalha em uma agência de viagens e turismo. No setor turístico, domingo é um intenso dia de trabalho. “Para a gente conseguir tirar neste dia uma licença de folga não é fácil, entendeu? E tentar justificar isso para nossos chefes, é bem constrangedor.” diz Edson. Despesa por conta do cidadão À RFI, o Consulado do Brasil em Roma informou que: “Durante as eleições presidenciais, as cidades de Milão e Roma terão cada uma um único local de votação com diversas urnas. A jurisdição de Milão cuida das oito regiões do norte e a de Roma é responsável pelas 12 regiões do centro e do sul do país”. Os brasileiros que vivem distantes de Milão ou Roma têm que viajar pagando as próprias despesas para poder votar. Nas redes sociais, muitos eleitores brasileiros na Itália protestam contra a falta de auxílio dos consulados para o transporte até a seção de votação. Alguns estão organizando grupos para fretar ônibus e reduzir o custo da viagem para poder votar. É o caso dos brasileiros que vivem na Toscana. No ônibus fretado de Florença para Roma, cada passagem de ida e volta custa € 26, cerca de R$ 150. O preço é bem mais barato, considerando que só a passagem de ida e volta de trem custa cerca de € 90, quase R$ 500. Edson vai viajar de Florença para capital italiana no ônibus fretado pelos brasileiros. A distância entre as duas cidades é de 275 km, portanto 550 km ida e volta. Ele faz as contas: “Se não fosse essa possibilidade de o grupo de brasileiros ter organizado os ônibus para Roma, não sei se eu poderia ir votar. Além do valor da passagem de trem, é preciso passar quase um dia em Roma. Portanto, você tem que almoçar e que lanchar. Isso significa que a despesa de ida e volta de trem custaria mais de € 100, uns R$ 600. Isso tudo do meu bolso. Sem contar que, se eu não obtiver a licença para me ausentar, não serei remunerado pelo dia de trabalho”. Segundo Edson, o governo deveria ter mantido a seção de votação em Florença para facilitar milhares de eleitores brasileiros. “Quando me comunicaram, me senti como se eu tivesse sido deixado de lado. É como se eu não fosse um cidadão brasileiro também. Eu não vejo nada de mais trazer a urna para Florença, como foi em 2018. Nas eleições passadas tivemos a oportunidade de votar aqui.” Abstenção por motivos financeiros A professora Nair Aparecida Pires, 56 anos, vive na Itália desde 1994 e mora na cidade de Treviso, na região Vêneto, no nordeste do país. Segundo ela, o que está acontecendo é um desrespeito com o eleitor que já tinha transferido o título para Veneza/Mestre. “Na verdade, o consulado tinha orientado e aconselhava que a gente fizesse a transferência do título para Veneza. Agora o que resulta é que as pessoas daqui transferiram o título a seção eleitoral de Veneza, mas vão ter que votar em Milão. Isso acarreta o desgaste físico e financeiro. Porque não é pertinho e é muita despesa” explica a professora. Segundo ela, muitos brasileiros não vão votar por motivos financeiros. “Tenho dois filhos que votariam, mas a viagem de três pessoas da mesma família do Vêneto para Milão só com o objetivo de votar é uma despesa alta demais. Portanto, sou a única da família que vai votar. Tenho amigas brasileiras na mesma situação.” Direito e dever do voto Nair lembra que no Brasil expressar a preferência por um candidato através do voto é um direito, mas votar é obrigatório, portanto um dever. “O Brasil é um país democrático, porém o voto no Brasil não é tão democrático. O voto não é só um direito, é um dever. Portanto, sendo dever, as autoridades competentes têm a obrigação e fazer com que o cidadão tenha facilidade para poder votar. Porque é um dever, é uma obrigação.” A professora ressalta que é possível justificar a ausência do voto, mas muitas pessoas querem votar e não têm condições. Segundo ela, pode ser uma supressão do direito. “Dificultar a votação significa impedir o direito do cidadão de expressar sua escolha por um candidato. Portanto, a supressão de um direito democrático. Essa é a minha opinião e também de tantos brasileiros com quem eu tenho conversado.” “Medo de represálias” Junto com um grupo de brasileiros indignados com a redução das seções de votação na Itália, Nair lançou uma campanha na internet pedindo que a situação seja repensada e que as instituições levem em conta, em nome da inclusão, as mais diversas situações familiares e as despesas de viagem.  “A petição foi feita com o objetivo de ajudar a comunidade brasileira. Não foi com o objetivo de favorecer nenhum e nem outro candidato. Porque não é questão de partido, é questão de direito, direito e dever de voto. É para poder ajudar a comunidade a resolver as dificuldades, para poder participar desse momento cívico”, insiste.  Segundo a professora, muitos brasileiros não participaram da iniciativa porque temem represálias. “Muitas vezes as pessoas ficam com medo de assinar a petição. Muitos brasileiros que vivem aqui dizem que temem que a assinatura possa comprometê-los pessoalmente e que seus familiares possam sofrer represálias. Eles dizem: 'sabe como é, a gente está vivendo um momento tão difícil no Brasil'". Nair lamenta profundamente o temor dos brasileiros de se manifestar. “É terrível porque se nós vivemos em democracia não temos que ter medo de manifestar a nossa opinião. Sobretudo quando a nossa opinião vai ao encontro de um exercício cívico. O primeiro muro que temos que abater é o medo de falar, o medo de assinar uma petição. Não podemos ter medo de se manifestar e de pretender dos nossos governantes, dos nossos representantes, o que é o direito do povo. E também para que eles escutem a voz do povo, que veja as dificuldades do povo. Porque eles estão trabalhando para nós, não o contrário”.

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Cortes do Papo - Ciro Gomes: "Se você deixar, o PT bate sua carteira"

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Play Episode Listen Later Sep 20, 2022 2:17


Ciro Gomes (à esquerda na foto) voltou a criticar o PT nessa segunda-feira (19). Em entrevista ao Programa do Ratinho, exibido no SBT, o candidato do PDT ao Planalto disse que "até os termos de esquerda foram roubados" pelo Partido dos Trabalhadores. "Aliás, se você deixar, o PT bate sua carteira. Tem umas exceções? Tem", prosseguiu Ciro. O pedetista também disse, mais uma vez, que Lula "está prometendo picanha e cerveja para o povo e mentindo". "O povo brasileiro, indignado com o mais devastador escândalo de corrupção e com a mais grave crise econômica da nossa história, elegeu Bolsonaro. Será que é razoável agora, decepcionado com Bolsonaro, votar no Lula, um dos maiores responsáveis por essa tragédia? Precisamos desarmar essa bomba!", acrescentou Ciro. Questionado sobre seu posicionamento político, o pedetista definiu seu projeto como de "centro-esquerda". Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Cortes do Papo - Economista do PT não explica de onde Lula vai tirar dinheiro

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Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 7:33


O economista Guilherme Mello, coordenador do Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas/Economia do PT, se reuniu ontem à noite com economistas dos principais bancos do país, na sede da Febraban. No encontro, foi questionado sobre as diretrizes econômicas de um eventual governo Lula e como pretende conciliar responsabilidade fiscal com gastos públicos. Mello deu poucos detalhes sobre o plano de governo. Disse que o PT quer dar "previsibilidade e transparência no orçamento" e que, pessoalmente, defende "uma regra de gastos combinada com uma regra de resultados". As regras, porém, ainda serão construídas. Defendeu a reforma tributária, "desonerando consumo e aumentando renda". Não foi explícito sobre carga tributária, mas deu a entender que não aumentaria. Mas falou que é inevitável gastar mais no primeiro ano, principalmente com o Auxílio Brasil. O equilíbrio das contas será buscado apenas no longo prazo. Chamou atenção quando insistiu na fórmula vencida de usar investimento público para promover crescimento econômico. Falou da necessidade de financiar a indústria com dinheiro mais barato e citou o BNDES como grande pilar dessa política. Questionado sobre como o Tesouro financiaria tais projetos, não respondeu. No geral, os economistas dos bancos não gostaram do diagnóstico de Mello sobre a economia hoje. Ele pareceu ignorar que é preciso arrumar a parte fiscal para que os juros caiam e deu a entender que um novo governo Lula vai acabar subsidiando financiamento para setores errados de novo, sem conseguir promover crescimento sustentável. 2023 já está precificado. O problema vem depois.   Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Jair Bolsonaro ataca Lula em conversa com crianças: "O sem dedinho faz mal"

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Play Episode Listen Later Sep 8, 2022 0:42


Após cancelar a ida ao Congresso para participar da cerimônia 200 anos da Independência do Brasil nesta manhã, Jair Bolsonaro se reuniu hoje no Palácio do Planalto com crianças e defensores do homeschooling. Questionado por uma criança se ele gosta de ser presidente, Bolsonaro respondeu que cumpre uma "missão". O chefe do Executivo também afirmou que a esquerda está "sempre mentindo" sobre a história e voltou a criticar Lula, sem citá-lo nominalmente. "Muitas escolas públicas, para ensinar errado as crianças, como se o certo, o bondoso, o caridoso, né, aquele que quer o bem do próximo é o pessoal pintado de vermelho. Pintado de vermelho que faz o bem para vocês é só o Papai Noel. Aquele outro de vermelhinho, com chifrinho, faz o mal. Ou sem dedinho também faz o mal." Após a conversa, as crianças foram levadas por Bolsonaro à parte externa da residência oficial, para conhecer piscina e o lago do Alvorada. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Jair Bolsonaro acredita que família sofrerá operação da polícia após denúncia sobre imóveis

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 1:08


Jair Bolsonaro foi sabatinado nesta terça-feira (6) pela Jovem Pan. Questionado sobre a denúncia de compra de imóveis com dinheiro vivo envolvendo sua família, o presidente falou sem interrupção por 10 minutos, e chamou de golpe baixo a reportagem que revelou a compra de mais de uma centena de imóveis desde os anos 1990. "Covardia por parte da Folha/UOL, de ficar sete meses investigando para um mês antes da eleição apresentar isso", definiu Bolsonaro. "Vem pra cima de mim como se tivesse um 'propinoduto'." Ele se defendeu dizendo que o dinheiro das operações não seria "da Odebrecht", e que os jornalistas não indicaram "porventura quantos imóveis eles [os parentes de Bolsonaro] venderam". No entanto, o presidente acredita que os efeitos da matéria ainda serão sentidos nas próximas semanas. "Só falta semana que vem fazerem busca e apreensão na casa de parentes meus no Vale do Ribeira- e tenho quase certeza que vão fazer busca e apreensão para falar 'olha, é uma família de corruptos'", completou o presidente. Quando questionado novamente pela jornalista Amanda Klein sobre a origem do dinheiro, Bolsonaro chamou as acusações de "levianas" e respondeu: "Você é casada com uma pessoa que vota em mim. Não sei como é teu convívio na sua casa com ele, mas eu não tenho nada a ver com isso." Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Jair Bolsonaro deixa entrevista ao ser questionado sobre apelido "Tchutchuca do Centrão"

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Play Episode Listen Later Aug 30, 2022 0:53


Jair Bolsonaro (foto) abandonou hoje uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre sua proximidade com o Centrão. Após participar de evento em Brasília, o presidente foi perguntado sobre um eventual constrangimento em relação à participação de alguns políticos em seu governo. Ele respondeu que é necessário ter apoio do Congresso para conseguir a aprovação de projetos. Em seguida, um repórter mencionou que o apelido "tchutchuca do Centrão" surgiu justamente por causa dessa relação com parlamentares. "Tchutchuca do Centrão? Você não tem classe para fazer uma pergunta? Quem é tchutchuca do Centrão? Me apontem ministérios entregues para políticos", respondeu o presidente nesta terça. Na sequência, um jornalista perguntou se o Ministério da Cidadania não teria sido entregue ao Centrão, com João Roma, que estava no Republicanos e se filiou ao PL. "O João Roma? Tenente do Exército, botei o João Roma lá. Fez um bom trabalho. Tereza Cristina [na Agricultura]", afirmou Bolsonaro. Depois de o repórter insistir na pergunta sobre a indicação do Republicanos para a pasta, Bolsonaro deixou o local: "Não dá para conversar com vocês", disse. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Lula: “você acha que o mensalão é pior do que o orçamento secreto?"

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Play Episode Listen Later Aug 26, 2022 1:18


Questionado sobre uma possível aliança com o Centrão durante sabatina do Jornal Nacional nesta quinta-feira (25), Lula chamou o Orçamento Secreto de "excrecência", e relativizou o escândalo do governo Bolsonaro com o Mensalão, o grande esquema de corrupção no seu primeiro mandato. "Você acha que o mensalão que tanto se falou é mais grave que o Orçamento Secreto?", questionou Bolsonaro. Ele disse que o desenho atual do Orçamento "não é moeda de troca, é usurpação de poder da presidência da República". Ele também criticou a inatividade de Jair Bolsonaro. “Bolsonaro não manda nada. Ele é refém do Centrão”, continuou. "O Bolsonaro sequer cuida do Orçamento, quem libera orçamento é o [Arthur] Lira. O ministro liga pra ele [Arthur Lira], não para o presidente da República", disse. "O Bolsonaro parece um bobo da corte, não controla o Orçamento." Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Lula não se compromete com lista tríplice para escolha de PGR: “Nome do MP está na lama”

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Play Episode Listen Later Aug 26, 2022 1:03


Lula engrossou as críticas ao Ministério Público durante sua sabatina no Jornal Nacional, nesta quinta-feira (25). O petista evitou dizer se seguirá a lista tríplice para indicação ao chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR) para "deixar todo mundo com uma pulguinha atrás da orelha". Ele se mostrou rancoroso com a Lava Jato. "Respeito muito o MP", disse, falando sobre a ação dos investigadores durante a Lava Jato. "Mas eles jogam o nome do MP na lama, porque houve muitos equívocos e muitas aberrações." Questionado se este seria o caso de manter o suspense, ele disse que o caso não será de indicação política. "Não quero um procurador leal a mim. Quero um procurador leal ao país. À instituição", continuou. Ele negou-se a responder, quando perguntado pela segunda vez, sobre como iria combater casos de corrupções que eventualmente aparecesse em seu governo. Em seu lugar, o petista alfinetou a ação de Jair Bolsonaro contra órgãos governamentais. "Eu poderia ter escolhido um procurador-engavetador", disse Lula a Jornal Nacional. "Sabe aquele procurador que nenhum processo vai pra frente? Eu poderia ter escolhido, mas eu escolhi da lista tríplice." Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Questionado sobre governabilidade, Ciro pede voto para deputados "com compromisso" com ele

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Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 1:33


Em entrevista ao Jornal Nacional nesta terça-feira (23), Ciro Gomes respondeu uma pergunta sobre governabilidade pedindo voto para deputados que tenham "compromisso" com ele. "Elejam deputados que tenham compromissos comigo. Não só do PDT. É com eles que eu sou democraticamente obrigado a negociar. Prometo negociar em cima da mesa, sem o toma lá dá cá", disse. O pedetista, em resposta anterior, havia defendido o uso de plebiscitos como mecanismo para aprovar legislação sem precisar do apoio do Legislativo. Ele afirmou que plebiscitos são comuns em governos da Europa ocidental, e não apenas em ditaduras latino-americanas, como  Venezuela, citada pela apresentadora do JN, Renata Vasconcellos, em sua pergunta. "Eu acho o regime da Venezuela abominável, então é muito clara a minha distinção com esse populismo sul-americano que o PT replica aqui. É uma tentativa de se libertar o Brasil de uma crise que corrompeu a presidência da República", disse o candidato. Essa "crise" à qual Ciro se referiu é o chamado presidencialismo de coalizão, que, segundo ele, compromete o governo federal desde a gestão Collor, no início da década de 1990. Ele também propôs renegociar dívidas de estados e municípios, com o intuito de angariar apoio de governadores e prefeitos para compensar em eventuais conflitos com o Congresso. Ainda na entrevista, Ciro prometeu apresentar ao Legislativo todas as reformas para o seu governo nos seus primeiros seis meses de mandato. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

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Ao que tudo indica, questões com Moraes estão pacificadas, diz Bolsonaro

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 23, 2022 0:57


A primeira pergunta na sabatina de Jair Bolsonaro no Jornal Nacional foi sobre as ameaças do presidente às urnas e à democracia. Questionado sobre sua postura beligerante quanto ao Judiciário e às urnas eletrônicas, Bolsonaro buscou desmerecer a pergunta. "Cê não tá falando a verdade quando fala em xingar", disse Bolsonaro. "É uma fake news da sua parte." Questionado por William Bonner qual é sua intenção ao chamar um ministro de canalha, Bolsonaro disse que "quem vem sendo perseguido por um ministro sou eu. Em uma investigação ilegal".  Ele ainda citou que, após a posse de Alexandre de Moraes na seman passada, ambos tiveram uma postura amistosa um ao outro. Sobre as tensão criada por Bolsonaro contra Moraes, o presidente disse no JN que, "ao que tudo indica, está pacificado." Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista  

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"Você está me estimulando a ser ditador", diz Bolsonaro sobre aliança com Centrão

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 23, 2022 1:15


Bolsonaro segue em sua sabatina no Jornal Nacional nesta segunda-feira (22). Questionado sobre a aliança com o Centrão, ele ironizou o apresentador, dizendo que William Bonner a governar sem o Congresso. "Você está me estimulando a ser ditador",  disse Bolsonaro ao apresentador. Questionado se o eleitor deveria acreditar no Bolsonaro que era contra o Centrão das eleições de 2018, ou no presidente que hoje integra o Partido Liberal, integrante do bloco fisiológico, e que chegou a dizer que sempre pertencera ao Centrão, ele se esquivou de responder. "No meu tempo não era Centrão, não existia Centrão", disse. Bolsonaro também se referiu ao Centrão como "partidos de centro", grupo ao qual haviam dado um apelido pejorativo. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista  

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“Números da economia são fantásticos”, diz Bolsonaro ao JN

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 23, 2022 1:28


Questionado durante a sabatina do JN sobre a crise econômica nacional, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil vive uma deflação e que o país tem índices “fantásticos” em comparação com o resto do mundo. "Vivemos em um país com uma deflação. A taxa de desemprego tem caído. Os números da economia são fantásticos, se comparados ao resto do mundo. Pretendemos continuar com a política tocada desde 2019, com reformas, como a da Previdência, e a lei da liberdade econômica. A grande reforma da economia foi feita em 2019. Em 2020 e 2021, tivemos saldo positivo de quase 3 milhões de empregos. É sinal da competência da equipe econômica", disse o presidente da República. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista  

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Presidente do PROS diz em áudio vazado ter pagado irmã de desembargador

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 0:29


O novo presidente nacional do PROS, Marcus Holanda (foto), foi gravado em um áudio onde diz ter depositado dinheiro para Raquel Costa Ribeiro, advogada e irmã do desembargador Diaulas Costa Ribeiro - responsável pelo julgamento que o colocou na presidência do partido. O acordo faria parte de um pagamento milionário para uma sentença favorável a ele. O áudio, obtido pela Folha de S. Paulo, mostra que Marcus guardava  negociação como um segredo. "Ninguém sabe, nem o Amauri [provavelmente Amauri Pinho, advogado e vice-presidente do PROS] sabe, ninguém sabe. Eu nunca falei e nem vou falar", ele diz. Questionado por uma interlocutora se ele pagou a irmã do desembargador, ele diz: "Ela recebeu sim, picado."  Em um vídeo publicado pelo PROS da Bahia no YouTube, Marcus fala sobre o comando do partido - e inclui um pedaço do voto do desembargador Diaulas Ribeiro. "Declaro que Marcus Vinicius Chaves de Holanda é o presidente do diretório nacional do Partido Republicano da Ordem Social", diz textualmente o desembargador. Marcus foi recolocado no comando do partido na manhã desta quinta, após uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) retirar o fundador do partido, Eurípedes Junior, do cargo. Eurípedes e Marcus lutam pelo comando do partido criado em 2013, e que hoje tem dois senadores e quatro deputados. A disputa influencia as eleições de 2022: aliados de Marcus tentam lançar Pablo Marçal à Presidente da República, enquanto Eurípedes quer bloquear o assunto e alinhar a legenda a Lula. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Bolsonaro diz que Fux deveria ser investigado por defender urnas eletrônicas

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 1:13


Jair Bolsonaro (foto) afirmou nesta terça (2), em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, que o presidente do STF, Luiz Fux, deveria ser investigado no inquérito das fake news por defender as urnas eletrônicas. Questionado sobre o discurso que o ministro fez ontem na abertura do segundo semestre do Judiciário, o presidente da República disse: "Prezado Fux, qual sistema do mundo adota o nosso sistema eleitoral? Que maravilha de sistema é esse que ninguém quer? Então, com todo respeito ao Fux — de vez em quando trocamos umas palavras, ele é chefe de poder –, no mínimo, para ser educado, é equivocado (ao defender o sistema eleitoral) ou é uma fake news. Fux deveria estar respondendo no inquérito do Alexandre de Moraes, se fosse um inquérito sério e não essa mentira." Como mostramos, Fux afirmou nessa segunda (1) que o sistema eleitoral do Brasil é um dos mais confiáveis do mundo. Ainda durante a entrevista,  Bolsonaro chamou o ministro Luís Roberto Barroso de "criminoso".  Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Abertura de Mercado
BC pode encerrar ciclo de alta da Selic nesta quarta, mas otimismo do mercado com juros começa a ser questionado

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 20:05


A semana começa com o mercado questionando o nível do otimismo demonstrado com a sinalização de que o Fed vai abandonar o aumento agressivo das taxas de juros nos EUA, apesar de inflação recorde no país. Balanços das big techs e das maiores petrolíferas do mundo também impulsionaram Wall Street, que encerrou julho em alta, o maior ganho mensal desde 2020.  Apresentado por Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  

O Antagonista
Bolsonaro defende “apuração paralela” e evita falar se entregará a faixa presidencial

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 22, 2022 1:31


O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta sexta-feira (22) que quer as Forças Armadas trabalhando em uma "apuração paralela" dos votos eleitorais, algo sem precedentes e que contraria a função das forças previstas na Constituição. Questionado por jornalistas sobre aceitar ou não o resultado das eleições, ele também voltou a desconversar. "Nós temos muito tempo pela frente", disse Bolsonaro, durante uma visita a um posto de gasolina. Em seguida, ele ironizou: "Eu vou dar golpe em mim mesmo, é isso? Eu vou dar autogolpe?"  Ele voltou a repetir parte da cantilena de que Exército, Marinha e Aeronáutica foram convidadas a participar das discussões, e que "as Forças Armadas estavam quietinhas, e o ministro Barroso os convidou". Questionado pela imprensa se passaria a faixa, Bolsonaro chamou de "vergonha"  a pergunta: "Você está louca para que eu diga não, né? Quer uma manchete né?" Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
CORTES DO PAPO: Zelensky critica neutralidade de Bolsonaro na guerra

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 20, 2022 12:59


Em entrevista divulgada pelo Jornal Nacional nesta terça-feira (19), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou a "neutralidade" de Jair Bolsonaro diante da invasão de seu país pelas tropas da Rússia. Zelensky relatou sua conversa telefônica com o brasileiro na última segunda-feira (18), a primeira desde o início da guerra, em fevereiro: "Sou grato a ele por essa conversa". "Eu não apoio a posição dele [Bolsonaro] de neutralidade", prosseguiu o presidente ucraniano. "Vamos pensar sobre a Segunda Guerra Mundial. Muitos líderes ficaram neutros num primeiro momento", prosseguiu Zelensky, acrescentando que essa postura ajudou o fascismo a se expandir na Europa. O ucraniano também criticou pretensões a "mediar" o conflito. "Mediador de quê? A guerra não é entre Ucrânia e Rússia, é entre a Rússia e o povo ucraniano". Zelensky afirmou ainda ter dito a Bolsonaro: "Preciso de uma posição do Brasil". "Temos o mesmo sentimento", continuou ele, referindo-se aos povos brasileiro e ucraniano. "Só queremos viver e respeitar as leis, trabalhar e alimentar nossos filhos; isso nos faz humanos." O presidente agradeceu pelo apoio da mídia, mas insistiu na necessidade de que Bolsonaro tomasse posição. Questionado sobre o que o presidente brasileiro respondeu, Zelensky afirmou: "Ele me disse que apoia a soberania e a integridade terriotrial da Ucrânia. Quero acreditar nisso". A entrevista do presidente à correspondente da Globo em Washington, Raquel Krähenbühl, foi sua primeira a um veículo de imprensa da América Latina. Segundo a emissora, sua íntegra irá ao ar no Fantástico no próximo domingo, 24. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

No pé do ouvido
'O que eu tenho a ver?', diz Bolsonaro sobre morte de petista

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Jul 12, 2022 24:11


Questionado por jornalistas nesta segunda-feira, 11, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se posicionou sobre o assassinato do petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu. Ele teve a festa de aniversário invadida e foi morto a tiros  pelo policial penal Jorge Guaranho, apoiador de Bolsonaro. "O que eu tenho a ver?", disse o presidente sobre o caso.

O Assunto
ESPECIAL: Renata Lo Prete entrevista André Janones

O Assunto

Play Episode Listen Later Jul 11, 2022 93:57


Pré-candidato pelo Avante, o deputado federal por MG anuncia que, caso assuma a Presidência, irá implementar um programa de transferência de renda emergencial para atender à população mais pobre, seguindo os mesmos critérios do extinto Bolsa Família e ao custo de até R$ 400 bilhões anuais: “é o meio mais confiável de buscar a justiça social”. Para financiar esta que é sua principal bandeira eleitoral, ele acrescenta a necessidade de uma “verdadeira reforma tributária” que inclua taxação de lucros e dividendos, imposto sobre grandes fortunas e redução de subsídios. Para Janones, o Brasil vive uma “falsa polarização” entre dois candidatos com altos índices de rejeição, mas adianta que, caso não esteja no 2º turno, estará “do lado oposto ao do atual presidente, ao lado da democracia”. Questionado sobre a PEC Kamikaze, o pré-candidato diz que nem Jair Bolsonaro nem o Congresso deixam claro que os benefícios a serem ampliados acabam no fim de 2022. Aos 38 anos, André Janones concorre pela 1ª vez à Presidência. O Assunto apresentou a primeira rodada de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. O encontro de 1h30 de duração foi transmitido ao vivo pelo g1 na tarde da segunda-feira (11) e publicado na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados os cinco pré-candidatos com melhor pontuação na pesquisa Datafolha do dia 26 de maio. A campanha do presidente Jair Bolsonaro, do PL, não chegou a enviar representante ao sorteio da ordem. A do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enviou. Nenhuma das duas confirmou presença até a data-limite, 3 de junho. Ciro Gomes (PDT) foi entrevistado em 13 de junho, e Simone Tebet (MDB) em 20 de junho.

O Antagonista
Sachsida diz que não pode interferir em política de preços da Petrobras

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 21, 2022 0:43


O Ministério de Minas e Energia, Adolfo Sachsida (foto), defendeu nesta terça-feira (21) que o governo não tem capacidade de interferir na política de preços da Petrobras. Falando para deputados na Comissão de Minas e Energia, o economista disse que esta não é uma atribuição do governo há pelo menos 20 anos, quando foi adotada a liberdade de preços no setor. “Eu entendo que muitos dos senhores são cobrados pela população, porque é difícil para a população entender por que o governo não interfere no preço dos combustíveis. E aqui eu preciso ser claro: não é possível interferir no preço dos combustíveis”, disse o ministro. Questionado sobre o papel do MME na atual crise de combustíveis, Sachsida disse que o ao governo cabe meramente escolher os membros do conselho administrativo da Petrobras, e que a indicação de Caio Paes de Andrade à presidência da estatal reflete um novo momento dentro do setor. “Com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, eu achei que era o momento de preparar a Petrobras para um cenário de mais competição – e, em um cenário de mais competição, eu acho adequado a troca do presidente”, disse o ministro, “para levar essa experiência importante de competição e de valorização da marca.” Para o futuro próximo, MME projeta que o preço médio do diesel caia dos atuais R$7,64 para R$6,94, caso um pacote de medidas tributárias sobre os combustíveis seja aprovada em definitivo pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O preço da gasolina pode cair, no melhor dos cenários, do atual patamar de R$7,39 para R$ 5,77. Os dados foram apresentados durante audiência pública nesta terça-feira (21). Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Bolsonaro diz que "estudará" graça a Allan dos Santos

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 15, 2022 1:01


Jair Bolsonaro disse em conversa com jornalistas na segunda-feira (13) que “vai mandar estudar” a possibilidade de conceder a graça presidencial ao blogueiro bolsonarista Allan dos Santos (foto), hoje foragido nos EUA após ter prisão decretada em outubro, no inquérito das milícias digitais. Questionado por um jornalista sobre conceder graça ao blogueiro, Bolsonaro disse: “Já que você está propondo aí, eu vou mandar estudar. E, você pode ver, a minha graça é prevista. Quando lá atrás deram indulto para um montão de gente por corrupção, ninguém falou nada”. A declaração foi dada menos de dois meses após o presidente decretar indulto a Daniel Silveira, em 21 de abril, após o deputado ter sido condenado pelo STF por estimular atos antidemocráticos e atacar instituições do Estado. Silveira foi citado pelo presidente. “No caso do Daniel, já falei para vocês: eu não queria, em sendo do Supremo, receber aquelas criticas que ele fez. Agora, a pena para isso não é a prisão, muito menos nove anos de cadeia, começar em regime fechado, cassar o mandato, inelegibilidade, multa, pelo amor de Deus”, disse Bolsonaro. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
CORTES DO PAPO: Ciro Gomes: "Eu e Simone mandamos uns 'zaps' um para o outro"

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 4, 2022 2:18


Em entrevista a Claudio Dantas no Papo Antagonista, o pré-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, revelou nesta sexta-feira (3) que mantém contato com a também pré-candidata à presidência Simone Tebet, do MDB. Questionado sobre uma possível articulação, ele demonstrou que ambos se mantém em diálogo constante. "Aqui e acolá, eu e a senadora Simone mandamos um zapzinho um com o outro", disse Ciro gomes a Cláudio Dantas no Papo Antagonista. "Mas não é nada de entendimento ou de acordo." Ciro defendeu que o debate nas eleições tenha de ser sobre crise econômica e de governo pela qual o Brasil passa - e isso poderia contar com a visão da senadora, desde que o MDB fosse mais claro sobre até onde irá a sua campanha e o apoio dos seus líderes partidários. "A rigor, eu não sei o que a senadora Simone pensa de todos esses gravíssimos assuntos do país", afirmou. "Acho que ela é uma boa pessoa, e nunca deixei de dizer isso - mas para mim ela é uma grande incógnita, assim como o que ela pensa para o Brasil." Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista