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As roças de São Tomé e Príncipe fazem parte desde o final de julho da lista de Património da Humanidade, uma classificação atribuída pela UNESCO. Um conjunto de seis roças nas duas ilhas é agora protegido, obedecendo a critérios de conservação e proporcionando "uma oportunidade única" ao arquipélago para continuar o desenvolvimento sustentável. No fim de Julho, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) declarou seis roças de São Tomé e Príncipe como Património Mundial da Humanidade. A distinção abrange as roças Sundy e Belo Monte, na ilha do Príncipe, e as roças Água Izé, Diogo Vaz, Monte Café e São João, na ilha de São Tomé. Esta classificação das antigas plantações agrícolas coloniais portuguesas no arquipélago junta-se à classificação da ilha do Príncipe, em 2012, como reserva da Biosfera, assim como a recente classificação, em 2025, da globalidade da ilha de São Tomé, nomeadamente a floresta do Ôbo, também como reserva da Biosfera. Uma união entre a natureza e o passado colonial que são "uma oportunidade única" para o país, como explica a investigadora e professora universitária Nazaré Ceita em entrevista à RFI. "Não acredito que a UNESCO possa fazer investimentos [financeiros], mas há parceiros de desenvolvimento. Há a possibilidade agora com esta abertura de encontrar novos parceiros que possam ajudar a ter uma visão mais clara daquilo que se pode fazer, financiar e tornar rentáveis as roças, com uma visão de conjunto daquilo que se pode fazer. Tem que se ter em conta a última classificação também de todo o espaço de São Tomé e Príncipe, como reserva da Biosfera. Eu acho que é uma oportunidade única que se tem de facto que aproveitar, englobando as roças nessa dinâmica a que já está exposto São Tomé e Príncipe", explicou a académica. Até 2035, as seis roças apresentaram à UNESCO projectos para conservar, melhorar e divulgar o seu papel histórico e o seu lugar na memória colectiva da escravatura no Atlântico, mas também projectos de desenvolvimento sustentável ligados ao turismo e às artes. Para Nazaré Ceita, que em 2025 publicou o seu livro "De Serviçais a Funcionárias Rurais" sobre o papel das mulheres na vida profissional em São Tomé e Príncipe, não devem ficar esquecidas as populações das roças, com muitas pessoas a viverem de forma precária em comunidades criadas há mais de um século. "Eu até acho que muitos elementos dessa população terão receitas para tornar rentáveis, tornar visíveis a sua forma de ser e de estar. É preciso aproveitar algumas das estruturas já existentes das roças. Essas populações, inclusivamente, conhecem os esgotos, onde estão as águas, com a sua indicação, podem resolver alguns problemas básicos que existem. Recorde-se, por exemplo a Roça Agostinho Neto, que não entrou no conjunto de roças classificadas, mas é a única roça que tinha, por exemplo, uma central eléctrica, independente da rede que alimenta o país. Então é preciso estudar o que essa população tem para oferecer e porque o saber, a memória está também neles. Não se pode ostracizar pensando apenas as soluções de cima", concluiu a investigadora.
Única oportunidade de ver um eclipse do sol total em mais de 200 anos, melhor no Parque Natural de Montesinho. Confederação sindical no Luxemburgo pede ao governo que reconsidere acesso de emigrantes a médico de família.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você provavelmente já jogou dinheiro no lixo sem perceber.Uma embalagem de shampoo, perfume, maquiagem ou outro produto descartada no lugar errado pode perder completamente a possibilidade de reciclagem. E esse é apenas o começo de uma gigantesca cadeia econômica que a maioria dos brasileiros nunca enxerga.Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem Fábio Brasiliano, Diretor Executivo de Desenvolvimento Sustentável da ABIHPEC, para entender como sustentabilidade, reciclagem e logística reversa funcionam na prática — e por que ESG também precisa fazer sentido economicamente para as empresas.Falamos sobre:• ESG, greenwashing e sustentabilidade nas empresas• Por que sustentabilidade precisa gerar resultado• Os milhares de lixões ainda existentes no Brasil• Como separar o lixo corretamente em casa• O que acontece depois que o caminhão da coleta leva seus recicláveis• O papel das cooperativas e dos catadores• Como funciona a logística reversa• Reciclagem de plástico, vidro, papel e alumínio• Economia circular e novas embalagens• O custo da inovação sustentável para a indústria• Como lixo pode gerar emprego, renda e novos negócios• O que Brasil, Japão, Europa e Estados Unidos fazem diferente• O futuro da reciclagem brasileira até 2040 e 2050Uma conversa sobre sustentabilidade, mas principalmente sobre economia, incentivos, negócios e responsabilidade.Porque, como diz Fábio durante o episódio: ESG também é sobre grana.
O Dia dos Pais é no próximo domingo (9) e o tema escolhido para falar sobre este dia é a saúde do homem, pois muitas vezes os homens têm dificuldade em falar sobre esse assunto. O médico urologista Osei Akuamoa Júnior é o convidado do Conexão Senado para conversar sobre o tema e refletir sobre os preconceitos e mitos que o envolvem. Ele destaca a importância de consultas regulares e outros cuidados com a saúde masculina.
Palavra do Dia Hoje - A Oportunidade Parece Ser Boa, Mas A Resposta Certa vem Da Parte de Deus!
Chicago não tem tendência definida, segundo analista, e produtor brasileiro vive de momentos. Oportunidade para disponível continua.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
A inteligência artificial promete transformar a forma como trabalhamos, mas os seus efeitos não são iguais para todos. O economista João Duarte explica quais são as profissões que se tornaram mais produtivas com a IA, quais as funções que estão mais expostas à automação e porque é que o uso destes sistemas pode beneficiar mais um trabalhador menos qualificado do que um especialista.Partindo da evidência de que a IA permite produzir mais com menos pessoas, levantam-se outras questões: como gerir o risco de concentração de riqueza e o aumento das desigualdades? Teremos no futuro empresas multimilionárias geridas por uma única pessoa — ou essa realidade já começou?A dupla explica ainda por que motivos o uso da IA se mantém invisível na economia e debruça-se sobre o cenário (provável) de a produtividade descer antes de subir verticalmente.Por fim, olhamos para Portugal. Que riscos e oportunidades se colocam ao crescimento e à competitividade do país? Será que a IA nos vai permitir dar um salto produtivo?Para saber se a IA é uma aliada ou uma ameaça à nossa produtividade, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISArlindo Oliveira, «A Inteligência Artificial Generativa» (Ensaios da Fundação n.º 146, FFMS, 2025). Ethan Mollick, «Co-inteligência» (Ideias de Ler, 2024; original Co-Intelligence, Portfolio/Penguin, 2024)Daron Acemoglu & Simon Johnson, «Poder e Progresso» (Temas e Debates, 2024; original Power and Progress, 2023)Stanford HAI, «AI Index Report» (edição 2026)BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.
TORNE-SE MEMBRO DO M3 CLUB: https://store.mmakers.com.br/m3-club-cmm12/SE VOCÊ QUER ENTENDER MELHOR OS BENEFÍCIOS DO M3 CLUB, FALE COM NOSSOS ATENDENTES: https://wa.me/5511943234235?text=Quero%20saber%20mais%20sobre%20o%20M3%20Club!O investidor brasileiro desistiu da Bolsa justamente antes de uma possível mudança de ciclo?Nesta reunião especial do M3Club de portas abertas, Thiago Salomão e Matheus Soares recebem Christian Keleti, da AlphaKey, e João Braga, da Encore Asset Management, para uma conversa profunda sobre Bolsa brasileira, ações, juros, fluxo estrangeiro e os riscos que ainda podem mudar o mercado.Ao longo do episódio, os gestores discutem o que pode destravar a B3, como identificar empresas realmente baratas, quais erros mais prejudicam o investidor pessoa física e como profissionais do mercado constroem, questionam e abandonam suas teses de investimento.Você vai entender:-O que pode provocar uma mudança de ciclo na Bolsa brasileira-Por que tantos investidores abandonaram as ações-Como separar uma oportunidade de uma armadilha de valuation-Quais riscos ainda preocupam os gestores-Como juros e fluxo estrangeiro afetam a B3-Como gestores profissionais analisam empresas-Por que boas decisões dependem de confronto de ideias-Como funcionam as discussões e encontros do M3ClubEsta conversa não representa recomendação de compra ou venda de ativos. Todo investimento envolve riscos e deve ser avaliado de acordo com seus objetivos e perfil.
ESG, mudanças climáticas, agricultura de baixo carbono e os desafios do produtor diante das novas exigências do mercado.
Por Pr. Ricardo Pinudo. | https://bbcst.net/R9696N
Por Pr. Ricardo Pinudo. | https://bbcst.net/R9696N
"Nos anos 90, a TV Globo tinha um programa chamado "Você Decide".A ideia era simples e meio mágica: a história chegava a um ponto crítico, parava no meio da encruzilhada e o público escolhia o final. A vida suspensa por alguns minutos, esperando a votação decidir se o personagem seria salvo ou condenado, se o casal ficaria junto ou separado, se a verdade apareceria ou seria enterrada. "_Áudio artigo da coluna de Fred Gelli para a Fast Company Brasil: https://fastcompanybrasil.com/coluna/em-2046-a-humanidade-chegou-a-marte-numa-sexta-feira/Ficha Técnica: Narração: Fred Gelli / Trilha Original, Captação, Edição de áudio: Felipe Habib - Oitooto estúdio / Comunicação, Mkt e Marca: Luiza Magalhães, Bruno Cesar e Marcelo Cândido / Assessoria: Flávia Nakamura / Fast Company Brasil: Mari Castro.
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL É A MAIOR OPORTUNIDADE DA NOSSA GERAÇÃO PARA GANHAR DINHEIRO? Neste novo episódio de Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Marcio Appel, sócio-fundador e CEO da Adam Capital, um gestor fora da curva para uma conversa sobre os grandes temas que devem mover os mercados nos próximos anos: inteligência artificial, dólar, Estados Unidos, China, juros, inflação e Brasil. Ao longo do episódio, Appel explica por que acredita que a IA ainda está no começo de uma revolução econômica capaz de multiplicar produtividade, lucros e valor de mercado, discute a força estrutural da economia americana e argumenta que o mercado continua fazendo a pergunta errada ao comparar EUA e China. Conheça as apostas de um gestor sem medo de entrar em polêmicas - e que tem um faro único para oportunidades!
Empreender é pensar no presente, mas também preparar o futuro. Depois de organizar o fluxo de caixa e ver o negócio começar a dar lucro, surge uma pergunta importante: o que fazer com esse dinheiro? Deixá-lo parado na conta pode significar perder oportunidades e até poder de compra ao longo do tempo. Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, o podcast da Vero, vamos falar sobre reserva de oportunidade, investimentos para empresas e planejamento financeiro para quem empreende. Você vai entender como transformar recursos disponíveis em uma estratégia de crescimento, além de descobrir por que cuidar do futuro financeiro do empreendedor é tão importante quanto cuidar da saúde do próprio negócio. Para essa conversa, recebemos Sandra Belloli, professora da Escola de Negócios da PUCRS e doutora em Ciências Contábeis, e Gabriela Boniatti, gerente comercial da Rio Grande Seguros e Previdência, especialista em previdência e estratégias de planejamento financeiro. Ao longo do episódio, as convidadas explicam como construir uma reserva para aproveitar oportunidades de mercado, proteger a empresa de imprevistos e planejar uma aposentadoria com mais tranquilidade, mesmo sem os mecanismos tradicionais de quem trabalha com carteira assinada. Um episódio indispensável para quem deseja fazer escolhas financeiras mais inteligentes, fortalecer o patrimônio da empresa e construir um futuro mais seguro para o negócio e para a vida. Vivendo e Empreendendo: informação, estratégia e inspiração para quem faz o negócio acontecer.
Nesta 5ª, Chicago fechou no vermelho, mas ainda próxima dos US$ 12 por bushel. Com dólar em alta, mercado ainda oferece oportunidades.
Há seis anos, Jorge Jesus sentou-se pela primeira vez para falar da sua vida — não do futebol, mas da vida. Hoje, o homem que nasceu na Amadora, que saltava pela janela do primeiro andar agarrado a um poste de luz para ir jogar à bola, que vendia cobre e metal antes do amanhecer para ter dinheiro no bolso, senta-se agora no lugar mais alto do futebol português: selecionador nacional. Com Cristiano Ronaldo como elefante na sala — e como eventual trunfo ou dilema — o mesmo miúdo a quem chamavam "o Russo" ou "Lourinho" vai agora tentar escrever o capítulo mais ambicioso de uma carreira construída entre Felgueiras e o Rio de Janeiro, entre o Belenenses e o Benfica, entre o Sporting e o Al-Nassr, onde treinou o melhor marcador de todos os tempos e o homem que elevou a dimensão portuguesa a outro patamar: “O próprio Ronaldo, no princípio da sua carreira, disse que ia ser um dos melhores jogadores do mundo. E é. E foi. Eu sei que sou um dos melhores. Não sou eu que digo — são os jogadores que trabalham comigo.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O espectáculo de dança contemporânea “Kairós”, de Maria Pinho e Charline Nolin, é uma tentativa de “agarrar uma oportunidade que muda a vida” das personagens, contam as autoras. Em grego, a isso chama-se "Kaïros" e é o que este duo coreográfico procura em palco, partindo de um sofá que evoca o quotidiano e os instantes familiares em que o tempo parece suspenso, mas é cheio de vida. Entre dança contemporânea, hip-hop e acrobacia, as duas intérpretes desenham o movimento no espaço, com humor e muita cumplicidade, como dois corpos que se contagiam numa correia de transmissão de poesia e afectos. A peça Kairós está no Festival Off Avignon até 24 de Julho e fomos vê-la e conhecer as intérpretes no Théâtre Golovine, em Avignon. RFI: Do que fala a vossa peça “Kairós”? Maria Pinho, Artista: “O Kairós fala precisamente de um conceito grego que fala do momento oportuno, em que se cria uma atmosfera oportuna, para agarrar uma oportunidade que muda a vida dos dois personagens, com acrobacia, com a dança, com o teatro e com todo o ambiente de uma sala-de-estar.” Como nasceu a ideia de fazerem este espectáculo? Charline Nolin, Artista: “Começámos a trabalhar juntas porque tínhamos coisas em comum, coisas artísticas e queríamos fazer coisas juntas. E depois encontrámos esta palavra e o projecto nasceu desta palavra, Kairós.” Como é que se transcreve para a dança, para o movimento, para a acrobacia, este conceito tão filosófico e poético de Kairós? Maria Pinho: “Começámos através dos jogos e de instruções em que era: ‘Ok, vamos, vamos pôr uma regra no jogo que é desta vez vamos criar toda uma sequência em que não nos podemos tocar'. A segunda era: ‘Só nos podemos tocar em ângulos diferentes, ângulo recto, ângulo raso, diferente, como se fosse um Tetris. Então, foi um bocado daí que nasceu, a partir de jogos e de regras que nos fomos dando. Daí apareceram várias imagens que gostámos imenso e decidimos guardá-las.” A imagem do cubo mágico ou cubo Rubik também entrou nesse jogo de imaginação e criação? Charline Nolin: “Sim, sim porque gostamos muito dessa imagem, desse jogo e transpor para a dança é uma coisa fixe porque com os corpos também se pode encaixar.” Maria Pinho: “Cada vez que há um movimento no cubo mágico, há sempre outras mil possibilidades que acontecem. Então, foi um bocadinho que nos inspirou: 'Vamos experimentar. Tu propões isto. Eu proponho isto'. E é sempre um jogo de propostas até aparecerem várias imagens e opções.” Em termos de dramaturgia, o sofá e o candeeiro desempenham o papel de uma personagem? Maria Pinho: "O sofá e o candeeiro aparecem porque realmente começámos no nosso sofá, na nossa casa e também somos muito caseiras e pensámos: como é que vamos transportar um sofá para onde quer que seja? Até que surgiu a ideia de encontrar um sofá insuflável e uma lâmpada que se pode dobrar e ser teletransportada. O mais fácil possível.” Há dança, circo, acrobacia. Querem-nos falar de todas essas influências que vos ajudaram a escrever a peça? Charline Nolin: “Sim, porque fizemos a escola de circo, com a especialidade de acrobacia, mas temos esta coisa em comum que a dança faz parte integrante da nossa prática. Para a Maria foi o hip-hop, o break e o krump que apareceu na sua prática artística. Para mim foi a dança contemporânea e a contorcionismo. E então queríamos fazer um combo de todas estas partes artísticas.” E a música? Como foi a escolha? Maria Pinho: “Houve muitas das coreografias que foram criadas através da música. Por exemplo, a última coreografia em que nós chamamos o monstro - porque tem vários braços - tem um ritmo muito específico, em que nós decidimos adaptar-nos à música através do corpo. E depois foi ao contrário. Na primeira coreografia, primeiro queríamos a coreografia e depois é que fomos buscando músicas com ritmo ou assim um bocado longas também. Foi mais uma escolha musical da Charline porque ela tem um gosto muito aprimorado.” O jogo que vocês levam para palco parece que assenta na cumplicidade, na complementaridade, na brincadeira, no jogo, no riso. Esta peça é uma história de amor? Maria Pinho: “Sim, pode ser. Pode ser uma amizade entre duas pessoas. Pode ser uma relação amorosa, pode ser uma irmandade.” Charline Nolin: “O que gostamos é que o público pode ver o que quiseres. Então, nós fazemos o espectáculo e o público sai do espectáculo com a sua interpretação." E vocês, qual é que é o vosso momento Kairós? Esta participação no Festival de Avignon é esse momento? Charline Nolin: “Eu acho que podemos ter também vários Kairós na vida e o início deste espectáculo foi obviamente um.” Maria Pinho: “Sim, sim. Para mim, o momento Kairós foi ter proposto à Charline: ‘Olha, tenho uma ideia. Queres fazer esta criação? Bora fazer uma criação juntas.' E para mim foi esse momento Kairós de ter a coragem de lhe propor e que ela tenha dito: ‘Ok, também não sei o que vai dar, bora com isso, e surge este momento.” Este é o primeiro espectáculo da companhia. Querem falar-nos um pouco da companhia e deste risco e aventura de trazer uma peça a Avignon? Charline Nolin: “Sim, a companhia é muito jovem porque começámos a trabalhar juntas em 2024 e agora Avignon. Era um risco, mas eu acho que temos uma equipa muito, muito sólida e ajuda muito para atravessar esta aventura de Avignon.” Maria Pinho: “Nós tivemos a oportunidade de nos candidatar a uma ‘open call' que foi a Santa Maria da Feira e Centro Cultural de Paredes de Coura que a produziram para a noite do Circo de 2024. Tínhamos a mentoria do João Paulo Santos, nós mandámos a candidatura, eles gostaram do projecto, aceitaram e, em troca, havia uma co-produção e tínhamos por volta de umas quatro semanas para criar o espectáculo para fazer uma estreia oficial na Noite do Circo de 2024, em Novembro. A partir daí parece que todos foram momentos Kairós que foram surgindo ao longo da criação, ao longo da estreia. Foi um bocado aí também, o facto de termos tido um apoio de Portugal que nos fez: ‘Bora!' Estamos super agradecidas por isso.” E as expectativas? O que é que esperam que Avignon vos traga ou já está a trazer? Charline Nolin: “Uma tournée internacional!” [Risos] Maria Pinho: “Estás a brincar, mas é verdade. Nós gostávamos de poder alcançar muito mais países e muito mais públicos. Não só latinos, como também internacionais. Poder ir à América Latina, potencialmente, porque é um espectáculo muito acessível para toda a gente e temos uma proposta muito fácil de leitura e de acessibilidade, em que propomos às pessoas de ter um momento de introspecção, dizer quando é que foi aquele momento em que eu tive coragem de fazer alguma coisa ou de reviver memórias para voltar a ter essa coragem quando parece tudo um bocado já feito.” Em relação ao vosso percurso, gostava de conhecer e saber se é a vossa primeira vez em Avignon. Charline Nolin: “Como projecto pessoal, como um projecto da Companhia Fika, com a nossa criação, é a primeira vez que fazemos Avignon, mas já fizemos com outras companhias, mas só como intérpretes. Então, é muito diferente porque tem coisas que não imaginava. É que para fazer encher a sala todos os dias e também para fazer vir profissionais, programadores, é muito stress, mas é uma experiência muito fixe. O Kairós é como um bebé, é o nosso bebé, e queremos fazer o Kairós crescer. Sabemos que é uma grande oportunidade para isso e estou contente.” Maria Pinho: “Sim, eu também estou super contente. Já tínhamos feito o festival como intérpretes de outras companhias e foi aí que comecei a dizer: ‘Ah, ok, isto pode ser também interessante, com um projecto pessoal' e este ano decidimos vir para o festival. Sim, foi um risco, desde Dezembro que andávamos a pensar e organizar. Eu vinha um bocado com medo, mas desde o início que tivemos uma equipa que nos acolheu bastante, o Théâtre Golovine, então tornou-se tudo muito mais fácil.”
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Sebrae e PBH lançam a 2ª edição do Concurso da Confeitaria e Quitanda Mineira de BH. Saiba mais no episódio de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inação diplomática europeia perante o conflito é vista como uma falha na defesa do direito internacional. Ainda, a questão nuclear iraniana volta a dominar a agenda global.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Benazira Djoco, empresária e refugiada de Guiné-Bissau; Silvia Caironi, fundadora e presidente da ONG Aventura de Construir; e Paulo Illes, fundador do Fórum Social Mundial de Migrações, ex-coordenador de política migratória do Ministério da Justiça e Segurança Pública e presidente da ONG Sem Fronteiras. Num momento em que parte do mundo ergue barreiras contra o fluxo migratório, a Copa do Mundo está mostrando que nações se constroem com pluralidade. Algumas das seleções mais fortes do Mundial são formadas a partir da imigração: na França, 20 dos 26 jogadores são filhos de pessoas que não nasceram no país; na Holanda, metade; na Inglaterra e na Alemanha, um terço; no Canadá, são mais de 70%. O acolhimento a quem vem de fora mostra resultados nos campos, mas gera ainda mais impactos positivos na sociedade e até na economia: 5% da força de trabalho global, hoje, vem de trabalhadores que migram. No Brasil, a maioria dos imigrantes e refugiados encontra oportunidades no empreendedorismo: 70% seguem este caminho e, dentro deste universo, quase metade já tem empresas que geram mais empregos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois profissionais que trabalham diretamente com migrantes e refugiados. Primeiro, Silvia Caironi explica por que eles encontram um caminho sólido no empreendedorismo. Depois, Paulo Illes analisa os fluxos globais de migração e diz o que o Brasil pode fazer para aproveitar o potencial dessas pessoas. Participa também a refugiada Benazira Djoco, empresária que veio de Guiné-Bissau para o Brasil aos 16 anos.
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#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (19/06/26):➡️ O El Niño vai mudar o inverno? Entenda!➡️ Soja atinge maior valor em 5 meses. O que puxa o mercado?➡️ Austrália atinge 100% da cota de exportação para a China. Oportunidade para o Brasil?*Kellen Severo, jornalista Agro
Quando a oposição se torna oportunidade - A igreja em movimento (Atos 21.27-22.21 // Pr. Cristiano Gaspar
Acesse o presente que o Reinaldo fala no vídeo: DFLIX por 30 dias grátis ➡️ https://cupom.dflix.com.br/?code=DESENROLA-26O governo anunciou uma nova linha de crédito para motoristas de aplicativo e taxistas financiarem veículos novos com condições facilitadas. Mas será que essa oportunidade pode realmente ajudar a construir uma vida melhor ou pode se transformar em mais uma dívida difícil de sustentar?Neste vídeo, criado em parceria com Marlon Luz, Reinaldo Domingos explica como avaliar essa nova modalidade de crédito de forma consciente, especialmente para quem está endividado, negativado ou tentando reorganizar a vida financeira. Entenda quando o financiamento pode acelerar seus objetivos e quando ele pode aumentar a pressão financeira sobre você e sua família.A verdadeira transformação não começa no crédito. Começa na Educação Financeira, no planejamento e na consciência sobre o uso do dinheiro.Conheça a DFLIX, o primeiro streaming de Educação Financeira do Brasil: https://dflix.com.br/
Qual é a receita para ter uma ideia milionária? Aqui no Do Zero ao Topo já conversamos com centenas de empreendedores. Então organizamos, a várias mãos, uma jornada especial: a Trilha, uma nova série do Do Zero ao Topo para ajudar você a destravar esse plano de começar a empreender. No primeiro episódio da Trilha, mostramos como olhar para a sua realidade, identificar dores do mercado, observar tendências e testar se uma ideia tem chance de virar negócio.
Uma feira realizada no Instituto Cervantes, em Botafogo, recebeu estudantes brasileiros e universidades espanholas para uma conversa sobre intercâmbio. Há ofertas regulares para mobilidades no país e diversas instituições brasileiras são conveniadas. O ano letivo europeu começa em setembro e a UFRJ também pode ser uma ponte para quem quer viver essa experiência. Saiba mais na notícia e também nos sites www.internacional.ufrj.br e www.sepie.es.Reportagem: Luisa FerreiraEdição: Thiago Kropf
Mercado fechou pregão desta 3ª feira de lado na CBOT, com fatores só de pressão ainda sobre os futuros. Espera pelo USDA renova cautela entre os players.
Para cada não, uma oportunidade de amá-lo - Pra. Ana Paula Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A reitora da Universidade Católica, uma das novas conselheiras de Estado indicadas pelo Presidente da República, defende pactos de regime em mais áreas do que a Saúde. Sobre os jovens, diz que “tirá-los da bolha é cada vez mais difícil”.
https://hackmart.com.brhttps://renanlevinski.com.br (Curso de agentes de ia)Temas de todos os meus episódios
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
A guerra no Oriente Médio reforça a importância de se repensar a precificação do gás natural no mercado interno, para reduzir a exposição a indicadores externos e a riscos geopolíticos, defende Pedro Teixeira, vice-presidente da Ternium Brasil. Ele sugere a indexação do gás nacional aos custos de produção do gás no Brasil; detalha os planos da siderúrgica de aumentar o seu consumo de 200 mil para 1 milhão de m³/dia, substituindo carvão mineral e reduzindo emissões, mas explica como preço do gás ainda trava a competitividade da indústria nacional. O executivo também analisa ainda os dois anos da Ternium no mercado livre de gás, as barreiras para o gás argentino e a necessidade de criar uma categoria de grande consumidor com tarifas diferenciadas de transporte e distribuição. Uma visão estratégica do maior consumidor industrial do Rio. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 00:54 Apresentação e trajetória pessoal de Pedro Teixeira 03:25 Dois anos de operação da Ternium no mercado livre de gás 05:28 Plano de elevar consumo de 200 mil para 1 milhão de metros cúbicos 06:54 Preço do gás é barreira para substituir carvão mineral 08:36 Defesa de tarifa diferenciada para grande consumidor industrial 10:45 Economia de 15% com migração ao mercado livre 11:48 Gestão de portfólio prioriza contratos de médio e longo prazo 13:39 Participação em entidades para avanço regulatório do gás 15:11 Impacto da guerra no Oriente Médio sobre preço do gás no Brasil 17:38 Crítica à indexação do gás brasileiro ao mercado internacional 18:42 Defesa de indexador vinculado ao custo de produção nacional 20:58 Visão sobre leilão do gás da União como sinalização política 22:53 Experiência como off-taker de biometano no aterro de Seropédica 26:24 Abertura para apoiar novos projetos de biometano como âncora 28:07 Gás natural como alavanca para descarbonização da siderurgia 30:17 Desindustrialização do Brasil preocupa setor industrial 32:10 Gás como item prioritário do custo Brasil a ser reduzido 33:55 Avanços do mercado livre de gás nos últimos cinco anos 36:42 Defesa de priorizar gás para indústria, não só para térmicas 37:36 Transparência como ponto central da revisão tarifária 39:40 Oportunidade do gás argentino para ampliar oferta de molécula 41:38 Desafio da sazonalidade para viabilizar infraestrutura 42:31 Potencial de consórcios de consumo (clusters) para importação 45:08 Proposta de tarifa diferenciada para projetos de descarbonização 45:54 Considerações finais da Ternium e encerramento #gasnatural #siderurgia #industria
ABRA SUA CONTA NO MERCADO BITCOIN! INVISTA R$100 E GANHE R$50 COM O CUPOM ECONOMISTAS - https://finc.ly/6ca642af66O Bitcoin saiu dos US$ 120 mil e voltou pros US$ 60 mil em poucos meses. E agora? O ciclo de 4 anos morreu? A grande onda institucional já chegou ou ainda estamos no começo de tudo?Neste episódio, Ricardo Figueiredo e Thales recebem Fabrício Tota, vice-presidente de negócios cripto do Mercado Bitcoin, maior plataforma de criptoativos da América Latina, com mais de 25 anos de mercado financeiro e atuação em cripto desde 2018. Ele lidera o time de research do MB, é membro do conselho da BRL1 (primeira stablecoin lastreada em reais)Conversamos sobre o que realmente move o preço do Bitcoin em 2026, o impacto do governo Trump no mercado cripto, a nova regulação brasileira que entra em vigor em outubro e vai redesenhar o setor, e por que tem mais brasileiro investindo em cripto do que em ações hoje.Tota explica como funciona o crédito com Bitcoin de garantia a partir de 1,69% ao mês, a renda fixa digital com taxas de até 18% ao ano, a tokenização de ativos reais (de precatórios a direitos econômicos de jogadores como Neymar e Yuri Alberto), e o futuro da tokenização de ações com a NASDAQ entrando no jogo.Se você quer entender o mercado cripto de verdade, longe do hype e do achismo, esse episódio é obrigatório.O que você vai aprender neste episódio:O paradoxo do Bitcoin: nasceu contra o sistema financeiro, hoje depende delePor que o ciclo de 4 anos pode ter acabado de vezComo o Trump virou o principal driver de preço do Bitcoin (pro bem e pro mal)Por que a grande onda institucional ainda não chegouO que muda com a nova regulação cripto no Brasil em outubro de 2026Como o Banco Central subiu a régua e vai reduzir o número de exchanges no paísCrédito com Bitcoin de garantia: como funciona, taxa e prazosRenda fixa digital: o que é, como funciona e quais os riscos reaisTokenização de ativos reais (RWA) e o futuro das ações tokenizadasPor que stablecoins viraram o maior case de uso cripto fora o BitcoinAbra sua conta no Mercado Bitcoin com cupom ECONOMISTAS:Taxa zero nas primeiras 48 horas + cashback de até R$ 50 no primeiro investimento.ABRA SUA CONTA NO MERCADO BITCOIN! INVISTA R$100 E GANHE R$50 COM O CUPOM ECONOMISTAS - https://finc.ly/6ca642af66Capítulos:00:00 Abertura e oferecimento Mercado Bitcoin02:30 Quem é Fabrício Tota04:15 O paradoxo do Bitcoin: cripto e sistema financeiro tradicional08:40 Por que o MB sempre apostou na institucionalização12:20 Tem mais brasileiro em cripto do que em ações15:00 A grande onda institucional ainda não chegou19:30 Como o macro voltou a dominar o preço do Bitcoin23:45 Trump: o verdadeiro responsável pelo bull market de 202428:10 Por que o Bitcoin caiu dos US$ 120 mil pros US$ 60 mil32:00 O que Trump entregou (e o que ainda falta entregar)35:20 Regulação cripto no Brasil: o que muda em outubro de 202640:15 Por que poucos players vão sobreviver à nova regulação44:30 Os 4 produtos do Mercado Bitcoin46:50 Crédito com Bitcoin de garantia: taxa, prazo e como funciona52:40 Liquidação, chamada de margem e Joesley Day no mercado cripto56:20 Renda fixa digital: a origem nos precatórios em 2019#bitcoin #btc #mercadobitcoin
O antigo ministro da Economia e atual CEO da Brisa, António Pires de Lima, realça a importância de aumentar a competitividade da lesgislação laboral e dá como exemplo o norte da Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oportunidade otimista segue para o óleo, enquanto que farelo deve sofre pressão baixista por oferta Argentina e recuperação para o grão vai depender do apetite Chinês
Alberto Gonçalves comenta a posição de André Ventura e do Chega sobre o pacote laboral e a idade da reformaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Empiricus+: uma só assinatura, inúmeras oportunidades de investimento - https://emprc.us/KDNnEn As small caps ficaram para trás, e isso não é novidade. Desde 2020, enquanto o Ibovespa subiu mais de 50%, enquanto esse segmento acumulou perdas de 18% no mesmo período. Mas agora, parece que esse cenário pode virar. No mercado preditivo, investidores já apostam em uma alta de 11% no preço do ETF de small caps da bolsa, até o fim de maio. Diante desse cenário, a pergunta que fica é: Estamos diante de uma oportunidade real ou apenas de mais uma expectativa que pode não se concretizar? Neste episódio do Empiricus Podca$t, Paula Comassetto conversa com Ruy Hungria e Marlon Scatolin sobre:- Por que as small caps ficaram para trás;- O que pode destravar esse movimento;- Se o rali já começou ou ainda não;- E como o investidor pode se posicionar.Assista até o final para conferir o quadro “Trade em 1 minuto”, com ideias práticas de investimento baseadas nesse cenário.
Investimento imobiliário nunca mais será visto da mesma forma depois deste episódio. Descubra como a economia compartilhada, a inovação e novos modelos de negócio estão transformando o mercado imobiliário e criando oportunidades que a maioria das pessoas ainda não enxerga.
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Rodrigo Chernhak, sócio da TAB e fundador do B2B Creators Club, para uma conversa sobre como estruturar social selling no LinkedIn e transformar conteúdo em pipeline real de vendas no B2B.Ao longo do episódio, Rodrigo compartilha aprendizados práticos sobre como usar o LinkedIn como canal de aquisição, indo muito além de posts e engajamento. A conversa explora desde os erros mais comuns, como métricas de vaidade e viralização fora do ICP, até frameworks estruturados para gerar demanda com founder-led growth, incluindo definição de ICP, criação de listas, estratégia de conteúdo (Hero, Hub e Help) e execução de social selling com conexões, comentários e DMs. Também aborda como integrar essas interações ao CRM e transformar relacionamento em receita previsível.
Crise no petróleo abre espaço para renováveis — e o campo brasileiro pode sair na frente. Entrevista: José Guilherme Nogueira/ CEO Orplana
Com todos os lançamentos Apple que rolaram nas ultimas semanas , nada mais justo do que trocarmos uma ideia sobre quando é o melhor momento para partir para algo novo, sempre levando em conta os 3 pilares de decisão: Necessidade; Oportunidade; Comodidade.Segue no Insta: www.instagram.com/applelogiasUm abraço, tchau!
A indústria de games está passando por uma transformação silenciosa e preocupante. Cada vez mais, jogos são avaliados pelo desempenho imediato, com pouco espaço para evolução ao longo do tempo. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a gente discute o que especialistas já estão chamando de “TikTokficação” dos games: um cenário em que títulos precisam viralizar no lançamento para sobreviver. A conversa traz reflexões sobre o impacto dos investidores nas decisões dos estúdios, a pressão por resultados rápidos e o que isso significa para o futuro da criatividade na indústria. Você também vai conferir: Oportunidade na área de tecnologia com inscrições abertas, YouTube quer sua ajuda para identificar vídeos feitos por IA e WhatsApp testa solução para acabar com barulho nas chamadas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, André Magalhães e Viviane França, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No vídeo de hoje, analisamos o polêmico IPO da SpaceX, que planeja abrir capital em 2026 com um valuation de $1,75 trilhão. Exploramos os pilares de receita como a Starlink e a recente aquisição da xAI, que gera debates sobre queima de caixa. Discutimos a possível manipulação do índice Nasdaq 100 para favorecer a listagem e os novos planos de Elon Musk para uma cidade na Lua. Vale a pena investir ou é armadilha?
Miguel Baumgartner diz que Israel vê guerra com o Irão como forma de se manter grande potência da região. Afirma que os Estados Unidos podem querer sair do conflito por razões políticas e económicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sua chance de falar português com um nativo! Mais um episódio onde Olavo e Letícia abrem espaço para estudantes de português praticarem e aplicarem seus conhecimentos em c=uma conversa super interessante.Nossa metodologia para quem quer falar um português de alto nível:Teste 2 dias grátis
No vídeo de hoje analisamos as teses do Marcelo Lopez, da L2 Capital, que envolve petróleo, platina e uma assimetria ignorada pelo mercado. Discutimos por que a narrativa dominante sobre energia e transição pode estar distorcendo preços e expectativas e exploramos a relação entre oferta, demanda e decisões políticas que afetam diretamente esses ativos.
O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 10: O destino dos “trens da oportunidade” Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão.No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann e Luiza MiguezProdução Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre PotascheffGravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo NeumannGerente - Luiza Miguez Desenvolvimento e Aquisição - Claudia EstevesAquisição - Camila LemeCoordenação - Giovana GarcezProdução - Fernando Schaer e Tim WarnerEstagiária de conteúdo - Ingrid Felix Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike CharzukLíder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals