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As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026. "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.
No solo aprendemos gracias a Fernando Ortuño que mientras que la superficie del sol está a unos 5.000 grados su atmósfera alcanza los 3 millones de grados, sino que descubrimos por qué y cómo se ha llegado al hallazgo.
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3. Caldas le mide la temperatura a los efectos del fenómeno de El Niño. será más intenso a partir de septiembre. Regional by LA PATRIA
A Organização Meteorológica Mundial avisa que a onda de calor na Europa ainda continua e já matou mais de 1300 pessoas. O balanço final vai ser feito depois do verão e os números vão subir. Por cá, o país vai ser assolado pelas temperaturas elevadas novamente na próxima semana, desta vez em todo o território, e a ministra da Saúde mostra-se preocupada com os efeitos de mais esta onda. Neste episódio, conversamos com o climatologista do IPMA Ricardo Deus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A França enfrenta uma intensa vaga de calor, com temperaturas acima dos 40 graus em várias cidades. Mais de 800 escolas encerraram portas e as autoridades recomendam à população que evite deslocações desnecessárias, privilegiando o teletrabalho sempre que possível. As dificuldades em manter os edifícios frescos durante episódios de calor extremo voltam a expor as fragilidades de uma parte significativa do parque imobiliário francês, alerta Emmanuel Lourenço, engenheiro civil e perito qualificado em desempenho térmico. O parque imobiliário está preparado para lidar com temperaturas cada vez mais elevadas? De um modo geral, considera-se que uma parte significativa do parque imobiliário, em particular os edifícios construídos antes de 2008, não está plenamente preparada para responder ao aumento progressivo das temperaturas exteriores sem recurso a sistemas de climatização. Esta realidade decorre, em grande medida, do enquadramento regulamentar vigente à data da sua construção. Com a implementação do Sistema de Certificação Energética passou a existir requisitos mínimos mais exigentes ao nível do desempenho térmico dos edifícios. Este enquadramento normativo implicou a adopção de soluções de construção mais eficientes, nomeadamente ao nível do isolamento térmico, da envolvente opaca, da qualidade dos envidraçados e do controlo das trocas térmicas com o exterior. Assim, os edifícios construídos antes desse período tendem a apresentar um comportamento térmico menos eficiente, sendo mais susceptíveis aos ganhos de calor no Verão e às perdas térmicas no Inverno. Como consequência, registam-se maiores níveis de desconforto térmico no interior das habitações. Ou seja, nos períodos mais quentes a casa torna-se excessivamente quente e, nos períodos mais frios, excessivamente fria… Exactamente. Isso afecta a qualidade dos espaços interiores e o bem-estar dos ocupantes. Além disso, conduz a um aumento do consumo energético, uma vez que obriga à utilização permanente de sistemas de climatização, quer para arrefecimento no Verão, quer para aquecimento no Inverno. De que forma é possível alcançar um equilíbrio na construção, ou seja, utilizar materiais que funcionem tanto no Verão como no Inverno? Todos os materiais podem ser adequados para ambas as estações. A questão fundamental reside na forma como são integrados no projecto. Nos edifícios novos, esse equilíbrio deve ser assegurado desde a fase de concepção. Nos edifícios mais antigos, é necessário estudar cada caso individualmente, identificando oportunidades de melhoria que permitam reduzir a dependência dos sistemas de climatização. É essencial adoptar uma abordagem integrada e criteriosa. Deve ser considerada a orientação solar do edifício, o tipo de utilização prevista, a selecção dos vidros e as respectivas propriedades térmicas, bem como o tipo de isolamento e as soluções arquitectónicas adoptadas. Por exemplo, grandes superfícies envidraçadas orientadas a sul podem representar uma vantagem durante o Inverno, aproveitando os ganhos solares para aquecer naturalmente os espaços interiores. No entanto, durante o Verão, podem originar um sobreaquecimento significativo se não forem devidamente protegidas. Por isso, é indispensável uma articulação eficaz entre arquitectura e engenharia. Nem sempre é um processo simples, mas tem-se assistido a uma evolução muito positiva nesta área. Qual é o custo de não adaptar o parque imobiliário às temperaturas extremas? O custo pode ser muito elevado. Em alguns edifícios, a adaptação é particularmente complexa devido a características arquitectónicas específicas, condicionantes patrimoniais ou limitações financeiras. Tomando um exemplo extremo, não faria sentido aplicar um sistema conhecido como “capoto” - nas paredes exteriores de um castelo histórico. Nesses casos, é necessário recorrer a soluções alternativas, normalmente pelo interior, embora nem sempre seja possível eliminar completamente as pontes térmicas. A reabilitação térmica dos edifícios é um processo complexo, mas que tem vindo a ser concretizado com sucesso em muitas situações. No entanto, a componente financeira continua frequentemente a ser o principal factor de decisão. Como devem ser pensadas as novas construções para responder às ondas de calor, que, segundo os especialistas, serão cada vez mais frequentes? No actual contexto das alterações climáticas, as novas construções devem ser concebidas com base em princípios de elevada eficiência energética e resiliência térmica, de forma a responder adequadamente a fenómenos extremos, como as ondas de calor. O Sistema de Certificação Energética tem desempenhado um papel importante na melhoria do desempenho dos edifícios, promovendo a adopção de soluções construtivas mais eficientes. Estas passam pela utilização de isolamento térmico de maior qualidade, materiais com melhor comportamento face às variações de temperatura e técnicas construtivas adequadas. Naturalmente, as soluções variam de país para país, em função das condições climáticas locais. No entanto, o objectivo é sempre o mesmo: assegurar melhores condições de conforto térmico interior, reduzindo a dependência dos sistemas de climatização, tanto no Verão como no Inverno. Esta semana, em França, as autoridades decidiram encerrar escolas e privilegiar o teletrabalho porque alguns edifícios não oferecem condições para acolher pessoas durante o calor extremo. Que soluções existem para arrefecer edifícios já construídos? Existem dois tipos de soluções: passivas e activas. As soluções passivas exigem uma análise detalhada de cada edifício e incluem intervenções como a melhoria do isolamento térmico, a substituição de elementos construtivos e a optimização do desempenho da envolvente. As soluções activas são normalmente mais rápidas de implementar e, em alguns casos, menos dispendiosas. Incluem sistemas de climatização, ventilação mecânica e outros equipamentos destinados a controlar a temperatura interior. Em França, muitos edifícios foram concebidos sobretudo para responder às necessidades de aquecimento durante o Inverno. É comum encontrar sistemas de aquecimento em edifícios antigos e recentes. No entanto, muitos desses edifícios não dispõem de sistemas adequados para arrefecer os espaços interiores durante os períodos de calor intenso. No futuro, deverão ser privilegiadas construções próximas de espaços verdes? Começam a surgir jardins em coberturas e edifícios. Poderá essa ser uma das soluções? Sem dúvida. Os espaços verdes contribuem para a redução da temperatura nas zonas urbanas e ajudam a mitigar o efeito de ilha de calor. É importante que as cidades integrem cada vez mais áreas verdes distribuídas pelos diferentes bairros, e não apenas concentradas em alguns grandes parques. A substituição de superfícies impermeáveis, como o betão e o asfalto, por solos permeáveis e vegetação favorece a evapotranspiração, um processo natural que contribui para o arrefecimento do ambiente. As coberturas ajardinadas são também uma solução interessante. Além de melhorarem o conforto térmico do edifício, ajudam a reduzir a necessidade de utilização de sistemas de climatização. Naturalmente, implicam um investimento adicional, sobretudo ao nível estrutural, devido ao peso acrescido. No entanto, quando analisamos o ciclo de vida útil do edifício e os benefícios a longo prazo, trata-se de uma solução que pode revelar-se bastante vantajosa.
La palabra del día es "temperatura".
Governo admite acionar o nível de alerta por causa da onda de calor que está a chegar. A partir de domingo, haverá uma subida acentuada das temperaturas máximas e mínimas. As mínimas poderão vir a estar bem acima dos 20 graus, aumentado os riscos para a saúde. Neste episódio, conversamos com Duarte Costa, comentador da SIC, especialista em alterações climáticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Super El Niño intensidade pode ser a maior já registrada.
Najgorętszy Mundial w historii. Jak temperatura wpłynie na piłkarzy? Podczas tegorocznych Mistrzostw Świata piłkarze będą narażeni na negatywny wpływ warunków atmosferycznych. Stadiony położone są w upalnych dolinach i wilgotnych górach. Dr Kamil Leziak, klimatolog z Wydziału Geografii i Studiów Regionalnych UW, przewiduje, że te niesprzyjające warunki mogą odbić się na formie piłkarzy. Rozmowę prowadzi Kuba Łasicki.
Acompanhe a análise meteorológica completa da Rural Clima sobre os sistemas que avançam pelo país nesta quinzena. Entenda os impactos da formação de um ciclone extratropical na Região Sul, o risco abrangente de tempestades com queda de granizo entre o Paraná e São Paulo e o avanço de uma forte massa de ar polar que promete derrubar as temperaturas, trazendo mínimas críticas de até 2°C e acendendo o sinal de alerta para os produtores de algodão no Mato Grosso. Assista para planejar o manejo da sua lavoura e se antecipar aos eventos severos no campo. Acesse nosso link para saber mais e acompanhar as atualizações diárias. Assista por tópicos:0:30 – Primeiro sistema de instabilidade e previsão de chuvas irregulares no Sul e no Paraguai.1:08 – Formação de ciclone extratropical e previsão de chuvas mais organizadas e volumosas.1:49 – Alerta de tempo severo e chuvas expressivas entre o Paraná e São Paulo.2:10 – Condições de chuva na região central do país (Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Mato Grosso).3:11 – Mapa de alerta e riscos de quedas de granizo abrangentes no Sul e Sudeste.4:43 – Avanço de forte massa de ar polar e previsão de queda brusca nas temperaturas.5:06 – Previsão de mínimas críticas (entre 2 °C e 4 °C) no Sul e monitoramento no Paraguai.5:37 – Abrangência do ar frio no Sudeste e Centro-Oeste e impacto no algodão em Mato Grosso.✅ Conheça nossas soluções:https://ihara.com.br/produtos/#IHARA #Agricultura #Agronegócio #BoletimDoClima #PrevisãoDoTempo #BoletimMeteorológico #Agro #Chuva #Soja #MilhoBem-vindo(a) ao canal da IHARA!Desde 1965, a IHARA trabalha ao lado do agricultor. Com mais de 80 produtos no portfólio para atender mais de 100 culturas diferentes, temos como propósito solucionar o dia a dia do agricultor no campo e contribuir com o progresso da agricultura brasileira. Aqui no canal, você vai encontrar muitos conteúdos de qualidade, produzidos em parceria com grandes especialistas do mercado, para ajudar você em seus desafios.Tags: IHARA, Agricultura, Agronegócio, Boletim do clima, Previsão do tempo, Boletim meteorológico, Agro, Chuva, Safra 2025/26
Hoy No Circula aplica para holograma 2 Amanece fresco el Valle de MéxicoRescatan a cinco mineros atrapados en LaosMás información en nuestro podcast #grc
Fernando Martín se enfrenta a uno de los peores momentos del año: "Empieza la batalla por las temperaturas en la oficina"
En este episodio sobre la Fusión Nuclear he invitado al investigador Carlos Hidalgo, doctor en Física, director del Laboratorio Nacional de Fusión Nuclear del CIEMAT (Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas) en Madrid. Carlos Hidalgo hace hincapié en que la Fusión Nuclear es una fuente de energía masiva, segura y sostenible con el medio ambiente. Su desarrollo ya es un hecho en el laboratorio, pero falta trasladarlo de forma eficiente a la sociedad. Actualmente este desarrollo tiene una importancia geoestratégica vital. Carlos Hidalgo coordina la “Agenda Estratégica de Investigación e Innovación de Fusión en Europa”. Les recomiendo su libro de divulgación “Fusión Nuclear para la Sociedad : sueños y belleza de la imperfección en la ciencia”, que explora los principios físicos básicos de la fusión nuclear, así como los obstáculos científicos y tecnológicos que deben superarse para que se convierta en la fuente energética del futuro.1:00 Inicios. Interés por la física e importancia del educador. Tesis sobre antimateria. 8:00 Definición de la Fusión Nuclear versus Fisión Nuclear. Einstein. E=m.c2 12:00 La Fusión Nuclear es la energía de las estrellas. Hans Bethe.19:00 La Fusión Nuclear ya es una realidad en el laboratorio21:00 Como se genera la Fusión Nuclear. 29:15 Temperatura a 100 millones de grados. Hidrogeno. Deuterio. Tritio. 31:00 Generación de Tritio in situ a partir del Litio.37:00 Ventajas de la Fusión Nuclear: Masiva, Segura y Sostenible 42:00 Importancia geoestratégica. 49:00 Europa apuesta por la Fusión Nuclear. Inversión público-privada54:00 Desventajas de las diversas Fuentes de Energía1:00:00 La Belleza de la Imperfección 1:04:00 Momentos Eureka. Anillos de Jupiter1:07:00 Investigación en España1:10:00 Mis Aficiones: Arte (música)1:11:30 Libros: Todos los de Philip Roth
A Epagri/Ciram detectou recordes de temperatura na água do mar no sul da ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. Para explicar o significado dessa informação, conversamos com o pesquisador Luis Hamilton P. Garbossa, do Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Cedap).>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Estael Sias destaca predomínio de tempo seco e mudanças pontuais com chegada de frente fria
Granizada deja inundaciones y caos vial en Toluca Estudiantes de la UAEM entregan instalaciones del campus Chamilpa Perú repatriará a 18 ciudadanos reclutados para la guerra en Ucrania Más información en nuestro podcast#grc
Iztapalapa aplicará Ley Seca durante celebraciones de mayo Refuerzan revisiones al transporte público en la CDMXAlta demanda genera retrasos en Tren Suburbano hacia el AIFAMás información en nuestro podcast#grc
Mordeduras de araña en NL aumentan hasta un 240% CDMX entrega becas a universitarios para transporte Trump advierte posible escalada contra Irán Más información en nuestro podcast#grc
Esto es HistoCast. No es Esparta pero casi. Vamos con la segunda parte del ciclo de episodios sobre las consecuencias de una guerra atómica. Nos cuenta las apocalípticas consecuencias @metbeni asistido por @goyix_salduero.Presentación de BenitoSecciones Historia: - Guerra nuclear - 8:12 - Cenizas - 42:18 - Temperatura - 1:04:15 - Precipitación - 1:26:58 - Capa de ozono - 1:42:28 - Alimentos - 1:55:27 - Conclusiones - 2:06:55 - Bibliografía - 2:49:18
Prevén lluvias fuertes y vientos en el Valle de México Dictan prisión preventiva por posesión de fentanilo en SinaloaAlemania endurece control de viajes por servicio militarMás información en nuestro podcast #grc
Balnearios del Edomex reciben visitantes en Semana SantaLluvias podrían sorprender este sábadoRecorte histórico a la NASA en puertaMás información en nuestro Podcast#grc
Arrivano le prime celle solari basate sulla tecnologia Black Diamond, nella quale un sottilissimo strato di diamante nero artificiale funge da catodo. Sono state messe a punto dall’Istituto di Struttura della Materia del CNR e hanno la capacità di funzionare a temperature comprese tra 325 °C e 625 °C, del tutto impossibili per la tecnologia fotovoltaica tradizionale che perde efficienza surriscaldandosi. Le celle solari al diamante hanno il comportamento opposto, e questo le renderebbe perfette per quelle applicazioni in cui la luce del sole viene concentrata. Potenzialmente, il fotovoltaico ad alta temperatura permetterebbe di aumentare moltissimo l’efficienza nello sfruttamento dell’energia solare, grazie a una sorta di doppia produzione, fotovoltaica e termodinamica nello stesso tempo. L’innovazione è stata descritta sulla rivista Joule e la raccontiamo con l'aiuto di Daniele Trucchi, dirigente di ricerca dell'Istituto di Struttura della Materia del CNR e direttore del DiaTHEMA Lab.
Se espera caída de nieve o aguanieve en el Nevado de Toluca Guerrero supera 92% de ocupación hotelera Israel lanza operaciones terrestres en Líbano Más información en nuestro podcast
Frente frío 41 llega con fuertes vientos y tolvaneras al norte del país Temperatura de 28 grados, rachas de viento y lluvias este domingo en la ZMVMAbsuelven al único detenido por el asesinato del activista Samir FloresMás información en nuestro podcast
Habrá ambiente cálido con una máxima de 27 °C en CDMX. Eurojazz celebra 29 años con conciertos gratuitos Más información en nuestro podcast
El ingeniero civil Eduardo Parodi, magíster en gestión de riesgos naturales, informó sobre la detección de una anomalía térmica en la superficie del mar peruano confirma la existencia de un fenómeno de El Niño Costero en desarrollo. Anotó que todavía no es posible determinar su duración.
Czego naprawdę potrzebują nasze wiosenne rozsady? Jakiej pielęgnacji, uwagi i zabiegów, by wyrosły na silne, zdrowe rośliny gotowe do wysadzenia w gruncie lub szklarni?W tym odcinku krok po kroku przeprowadzimy Was przez cały proces produkcji rozsady – od momentu wysiewu aż po hartowanie. Naszą rozmowę podzieliliśmy na osiem praktycznych części:Pojemniki – tacki, multiplaty i doniczki do siewu oraz pikowania. Co wybrać i dlaczego wielkość ma znaczenie?Podłoże – jakie będzie najlepsze do kiełkowania, a jakie do dalszej uprawy? Kiedy warto je wzbogacić i czym?Woda – podlewanie od góry czy od dołu? Jak nie przelać i nie przesuszyć młodych roślin?Światło – kiedy nasiona potrzebują światła do kiełkowania, a kiedy jego nadmiar może zaszkodzić?Temperatura – optymalna do kiełkowania i ta właściwa do dalszej produkcji rozsady. Dlaczego to nie zawsze to samo?Nawożenie – kiedy zacząć dokarmianie i czym? Sypki obornik, humus, wyciągi z alg morskich i inne naturalne wsparcie dla młodych roślin.Ochrona – jak radzić sobie z ziemiórkami i chorobami grzybowymi bez paniki i bez chemicznej przesady?Hartowanie – jak przygotować rozsadę na spotkanie z prawdziwą wiosną. Bo z rozsadą jest trochę jak z dzieckiem – trzeba ją stopniowo przyzwyczaić do świata.Jeśli chcecie uniknąć wyciągniętych, bladych siewek i niepowodzeń na starcie sezonu, ten odcinek pomoże Wam uporządkować wiedzę i zadbać o każdy etap produkcji rozsady.Rozmawiają Katarzyna Bellingham i Jacek NaliwajekPolecane linki (reklama):Miniszklarenka do wysiewu: https://bit.ly/47BDR0IMultiplaty do siewu: https://bit.ly/3ZAEZAkSito do przesiewania podłoża: https://bit.ly/3TXyTrVKonewka o drobnym sicie: https://bit.ly/472hgdPWłókno kokosowe do siewu: https://bit.ly/423g6h1Algi morskie do nawożenia rozsady: https://bit.ly/4kwMi4BSadzeniaki ziemniaków: https://bit.ly/4aKYWutWarzywa nasiona: https://bit.ly/40A5ynbKwiaty nasiona: https://bit.ly/3UZ7sMRZioła nasiona: https://bit.ly/41RPf6kAkcesoria do wysiewu: https://bit.ly/3NK7dFTSklep Katarzyny Bellingham: https://kasiabellinghamsklep.pl/Nasze KSIĄŻKI Z AUTOGRAFEM!„Dobry rok w ogrodzie” Katarzyna Bellingham: https://allegro.pl/uzytkownik/kitty908Książka „Plan na warzywnik" Jacek Naliwajek: https://bit.ly/4imTaQHPolecane książki:Książka „Plan na warzywnik" Jacek Naliwajek: https://bit.ly/4imTaQHE-book „Plan na warzywnik": https://bit.ly/3EwJSDi„Dobry rok w ogrodzie” Katarzyna Bellingham: https://bit.ly/437mup8Ekologiczny Poradnik Księżycowy na 2026 rok: https://bit.ly/4mZalcQWięcej książek ogrodniczych znajdziesz w naszej Księgarni: https://kasiabellinghamsklep.pl/kategoria-produktu/ksiegarnia/Newsletter: https://naturalnieoogrodach.pl/Strona internetowa: https://naturalnieoogrodach.pl/Kontakt: naturalnieoogrodach@gmail.comPodcastu możesz też słuchać na aplikacjach mobilnych:�� Spotify: https://spoti.fi/2IT0uXP�� Apple Podcasts: https://apple.co/2VN51RHZajrzyj do nas: FB: https://www.facebook.com/Naturalnie-o-ogrodach-803749476630224/IN: https://instagram.com/naturalnie.o.ogrodach/Co to za kanał „Naturalnie o ogrodach”?Opowiadamy o ogrodach naturalnych, ekologicznych, pożytecznych, wiejskich, miejskich i angielskich. Propagujemy i zachęcamy do uprawiania ogrodów ekologicznie, w zgodzie z naturą, bez chemii.#naturalnieoogrodach
L'italiano ama metterci alla prova con parole che sembrano gemelle ma sono cugine lontane. In questo articolo imparerete a distinguere e utilizzare correttamente 14 coppie di parole italiane che creano spesso confusione tra gli stranieri che studiano la nostra lingua.Padroneggiare queste distinzioni vi farà parlare italiano in modo più naturale e preciso, e vi eviterà qualche figuraccia imbarazzante! 30 Parole che Creano Confusione in Italiano 1. VIAGGIO - GITA Cominciamo con viaggio e gita, due parole legate al tema degli spostamenti. Entrambe significano che vi muovete da qualche parte, ma c'è una bella differenza! VIAGGIO si riferisce a uno spostamento generalmente lungo, che può durare diversi giorni o addirittura settimane. È un termine più formale e generico. Pensate a un viaggio come a qualcosa di importante, magari con valigie, prenotazioni d'hotel. GITA, invece, indica un'escursione breve, solitamente di un solo giorno, spesso con scopo ricreativo o educativo. La gita è sempre qualcosa di leggero e piacevole! Differenze Chiave tra Viaggio e Gita Il viaggio è lungo, la gita è breve Il viaggio può essere per lavoro o piacere, la gita è quasi sempre per divertimento Si dice "viaggio d'affari", ma "gita scolastica" Aspetto economico: un viaggio richiede generalmente un budget più alto con hotel, voli, ristoranti, mentre una gita è più economica Pianificazione: il viaggio richiede pianificazione anticipata (prenotazioni, itinerari), la gita può essere anche spontanea, decisa all'ultimo momento Bagagli: per un viaggio servono valigie pesanti e tanti vestiti, per una gita basta uno zaino leggero! Esempi pratici di utilizzo Viaggio: "Quest'estate farò un viaggio in Giappone di tre settimane." "Il viaggio in treno da Roma a Milano dura circa 3 ore." Gita: "Domenica organizziamo una gita al lago con i bambini." "La scuola ha organizzato una gita al museo di arte moderna." 2. TERRA - SUOLO - PAVIMENTO Ecco tre parole che si riferiscono tutte a "quello che calpestiamo", ma con differenze importanti! Preparatevi, perché qui le cose si fanno interessanti. TERRA indica il pianeta Terra, il terreno naturale fatto di rocce, sabbia, erba, o anche il suolo su cui si coltiva. È la parola più generale e versatile. SUOLO è un termine più tecnico e formale che si riferisce alla superficie terrestre o al terreno, soprattutto in contesti scientifici, agricoli o geografici. PAVIMENTO è la superficie artificiale che si trova all'interno degli edifici, fatta di piastrelle, legno, marmo e via dicendo. Come Distinguere Terra, Suolo e Pavimento Terra = naturale, all'esterno Suolo = termine tecnico per il terreno Pavimento = artificiale, all'interno Contesto d'uso: "Terra" si usa anche in tante espressioni idiomatiche come "avere i piedi per terra" (essere realisti), "cadere a terra", "toccare terra", mentre "suolo" e "pavimento" non hanno questi usi figurati Pulizia: Solo il pavimento si "lava" o "pulisce" con il mocio! La terra e il suolo non si puliscono (semmai si pulisce qualcosa "dal" pavimento) Esempi pratici di utilizzo Terra: "Gli astronauti sono tornati sulla Terra dopo sei mesi nello spazio." "Il bambino gioca con la terra in giardino." "Devi essere più realista e avere i piedi per terra!" (Espressione idiomatica!) Suolo: "Il suolo di questa regione è molto fertile e adatto alla coltivazione del grano." Pavimento: "Ho pulito il pavimento della cucina con il mocio." "Attento! Ho appena lavato il pavimento, è ancora bagnato!" 3. MURO - PARETE Queste due parole possono sembrare sinonimi perfetti, ma non lo sono! È una delle distinzioni che confondono anche qualche italiano, quindi non sentitevi male. MURO è una struttura esterna, spessa e robusta, fatta generalmente di mattoni, pietra o cemento. I muri separano edifici diversi o delimitano spazi esterni. Pensate ai muri come a qualcosa di solido e massiccio, difficile da buttare giù! PARETE è una struttura interna, più sottile, che divide le stanze all'interno di un edificio. Le pareti sono generalmente intonacate e dipinte, magari di un bel colore che avete scelto con cura. Differenze Fondamentali tra Muro e Parete Muro = esterno, spesso, strutturale Parete = interna, più sottile, divisoria Funzione strutturale: il muro è quasi sempre portante, cioè sostiene il peso dell'edificio, mentre la parete può essere solo divisoria, non strutturale Materiale: i muri sono sempre in muratura solida (mattoni, pietra, cemento), le pareti interne possono essere anche in cartongesso o altri materiali leggeri Demolizione: abbattere un muro richiede permessi edilizi perché è strutturale, spostare una parete divisoria è molto più semplice e spesso non serve nemmeno il permesso! Esempi pratici di utilizzo Muro: "Il muro di cinta del giardino è alto tre metri." "Il muro di Berlino fu abbattuto nel 1989." "Prima di abbattere quel muro, devi chiedere il permesso al comune perché è portante." Parete: "Voglio appendere questo quadro alla parete del soggiorno." "Le pareti di questa casa sono sottili, si sente tutto dai vicini!" 4. CONGELARE - SURGELARE Entrambe queste parole hanno a che fare con il freddo estremo, ma attenzione: NON sono intercambiabili! CONGELARE significa portare qualcosa a una temperatura molto bassa fino a quando diventa ghiaccio o si solidifica. Si usa anche in senso figurato quando avete così tanto freddo che vi sentite trasformare in un ghiacciolo umano! SURGELARE è un processo industriale specifico che porta gli alimenti a temperature bassissime molto rapidamente per conservarli a lungo mantenendo qualità e nutrienti. I prodotti surgelati sono quelli che trovate al supermercato nel reparto freezer. Differenze Principali tra Congelare e Surgelare Congelare = processo generico, può essere casalingo (anche voi stessi quando fa freddo) Surgelare = processo industriale specifico per alimenti (quello professionale) Temperatura: la surgelazione raggiunge temperature molto più basse (almeno -18°C) e molto rapidamente, mentre il congelamento casalingo è più lento e può essere meno freddo Cristalli di ghiaccio: la surgelazione rapida crea cristalli di ghiaccio molto più piccoli che preservano meglio la struttura, il sapore e i nutrienti dell'alimento. Il congelamento lento crea cristalli più grandi che possono danneggiare le cellule del cibo Uso casalingo vs industriale: a casa, nel vostro freezer, voi "congelate" gli alimenti. In fabbrica, con macchinari speciali, si "surgela" Esempi pratici di utilizzo Congelare: "L'acqua della fontana si è congelata a causa del freddo." "Sto congelando! Possiamo accendere il riscaldamento?" "Ho congelato gli avanzi della cena nel freezer." (Processo casalingo) Surgelare: "I piselli surgelati mantengono meglio le vitamine di quelli in scatola." "Quando faccio la spesa, compro sempre verdure surgelate perché sono più comode e durano di più." 5. SENTIRE - ASCOLTARE Qui abbiamo una distinzione fondamentale tra un'azione passiva e una attiva! È un po' come la differenza tra guardare passivamente la TV e veramente prestare attenzione a quello che succede. SENTIRE è un verbo che indica la percezione involontaria di suoni attraverso l'orecchio. Non richiede concentrazione o volontà. ASCOLTARE significa prestare attenzione volontariamente a qualcosa che si sente. Richiede concentrazione e interesse. È quello che fate quando mettete le cuffie e vi concentrate sulla vostra canzone preferita. Differenze Essenziali tra Sentire e Ascoltare Sentire = passivo, involontario Ascoltare = attivo, volontario Con altri sensi: "Sentire" si usa anche per l'olfatto ("sento un buon profumo di caffè"), il gusto ("sento un sapore strano") e le sensazioni fisiche ("sento caldo", "sento freddo", "sento dolore"). "Ascoltare" invece funziona SOLO con l'udito! Attenzione paradossale: potete ascoltare anche senza sentire bene (se il volume è troppo basso o c'è rumore), oppure sentire senza ascoltare (quando qualcuno vi parla ma voi state ignorando volontariamente quello che dice) Espressioni comuni: si dice "sentirsi male/bene" per indicare uno stato fisico o emotivo, ma non si dice mai "ascoltarsi male"! Altre espressioni possono essere: "sentire la mancanza di qualcuno", "non sentirsi apprezzato" Esempi pratici di utilizzo Sentire: "Ho sentito un rumore strano in giardino." "Sento la musica dei vicini, è troppo alta!" (La percepisco, anche se preferirei non farlo) "Sento un profumo delizioso! Cosa stai cucinando?" (Olfatto) "Non mi sento bene, ho mal di testa." (Stato fisico) Ascoltare: "Ogni sera ascolto un podcast in italiano per migliorare la lingua." "Ascoltami quando ti parlo!" "Ti ascolto, dimmi tutto!" (Sto prestando attenzione volontariamente) 6. SCONTRINO - RICEVUTA - FATTURA I documenti fiscali italiani rappresentano una delle aree più complesse della lingua, creando confusione anche tra i parlanti nativi. Comprendere le differenze tra questi tre termini è fondamentale per gestire correttamente le transazioni commerciali e amministrative. Vediamo le distinzioni nel dettaglio. SCONTRINO è il documento fiscale che ricevete quando fate un acquisto in un negozio, bar o ristorante. Viene stampato dalla cassa e contiene informazioni minime: prezzo, data, nome del negozio. RICEVUTA è un documento più dettagliato dello scontrino, che conferma il pagamento in modo più formale. Contiene più informazioni e può essere chiesta specificatamente quando lo scontrino non basta. FATTURA è il documento fiscale più completo e formale, obbligatorio per le aziende e i professionisti. Contiene tutti i dati fiscali del venditore e del compratore (nome, cognome, indirizzo,
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El chef e influencer Eduardo Siverio, más conocido en redes sociales como 'Mi alter Edu', ha desvelado en la sección de 'A Ciegas' del programa 'Herrera en COPE' el gesto fundamental que muchos omiten al beber café solo y que impide disfrutarlo correctamente. El hostelero, que acumula más de dos millones de seguidores, se dedica a revalorizar la hostelería y a formar tanto a camareros como a clientes a través de sus populares vídeos.El gesto obligatorio para disfrutar de un buen café no es otro que removerlo. Según ha explicado Siverio, no hacerlo es un error capital. "Si realmente quieres disfrutar del café, deberías removerlo. Es obligatorio integrar los aceites que encuentran en la emulsión de la superficie con el resto", afirma. De esta forma, se combinan todos los aromas y matices que un buen café merece, algo que no se consigue si la crema se queda en la parte superior sin mezclarse.Siverio también ha repasado algunos de los errores más comunes a la hora de ...
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Puntata 597 con Valeria e Marco ai microfoni e Giuliana in esterna. In apertura, Valeria parla di un articolo che ha analizzato sistematicamente la mobilità di 100 tipi diversi di lipidi.In esterna Giuliana intervista Donato Giovannelli per parlare di organismi estremofili. Dopo ben DUE barze, Marco ci parla di cosa vuol dire nuova fisica e perché tutti la cercano pur non trovandola.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.
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Happy New Year, and happy new national final season! We've got two quality national finals to talk about, and lots of great songs to add to our playlists. Plus, one of Dimitry's all-time faves shows up as an interval act, and another one shows up twice. Jeremy can't take the tease of Zjerm, Dimitry's a certified Adio-phile, and Oscar goes to bat for his weird pop girlies from both countries. Watch Festivali i Këngës 64 here: https://www.youtube.com/watch?v=ZXSet3X1Ie0Watch MonteSong 2025 here: https://www.youtube.com/watch?v=1ns8bSR07JgThe sign language interpreter imposter: https://www.youtube.com/watch?v=LvNPKwz4GhwThis week's companion playlist: https://open.spotify.com/playlist/4nax0FRRKGu2J4HaivPHkx The Eurovangelists are Jeremy Bent, Oscar Montoya and Dimitry Pompée.The theme was arranged and recorded by Cody McCorry and Faye Fadem, and the logo was designed by Tom Deja.Production support for this show was provided by the Maximum Fun network.The show is edited by Jeremy Bent with audio mixing help was courtesy of Shane O'Connell.Find Eurovangelists on social media as @eurovangelists on Instagram and @eurovangelists.com on Bluesky, or send us an email at eurovangelists@gmail.com. Head to https://maxfunstore.com/collections/eurovangelists for Eurovangelists merch. Also follow the Eurovangelists account on Spotify and check out our playlists of Eurovision hits, competitors in upcoming national finals, and companion playlists to every single episode, including this one!
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In this episode of Carioca Connection, Alexia and Foster tackle the often confusing topic of when to use “ser” and “estar” in Brazilian Portuguese. They break down these essential verbs with easy examples, helping you understand the subtle yet important differences between them. By imagining “ser” and “estar” as two very different siblings, you'll grasp their usage in describing permanent and temporary states. This episode is filled with practical tips and real-life scenarios that will simplify your learning process.E agora em português…