POPULARITY
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O prazo para a regularização do título de eleitor termina nesta quarta-feira, 6 de maio. Diante da aproximaçao das eleições, grupos de pessoas idosas lançaram uma iniciativa que incentiva eleitores com mais de 70 anos a votarem: é o movimento Voto70 Mais . A jornalista Ana Beatriz Santos entrevistou Eliana Graça e Maria Isabel de Carvalho sobre a importância da participação cidadã desse grupo de pessoas. Acompanhe.
Na faixa das pessoas acima de 60 anos, o percentual de cidadãos aptos a votar aumentou 74% nos últimos 16 anos, enquanto o índice de todas as faixas etárias cresceu 15%.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais de cinco milhões de eleitores precisam regularizar o título para poder votar nas eleições deste ano. O prazo para emitir ou regularizar o documento, cadastrar a biometria ou transferir o domicílio eleitoral termina em um mês, no dia 6 de maio. Para resolver as pendências, o eleitor pode procurar o cartório eleitoral mais próximo ou acessar o serviço eletrônico disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral. O primeiro turno das eleições acontece no dia 4 de outubro. O segundo turno, quando necessário, no dia 25 de outubro. E ainda: Artemis II encara fase decisiva com passagem pelo lado oculto da Lua.
Neste episódio da Comissão Política, debatemos a queda na popularidade do Governo, segundo a sondagem ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC, que cai mesmo entre eleitores e simpatizantes do PSD. O que é que isso quer dizer, num momento em que a vida ainda se vai tornar mais difícil com o aumento do preço dos combustíveis? Outra interrogação que debatemos tem a ver com a eventual escolha de um juiz indicado pelo Chega para o Tribunal Constitucional: é um perigo para a democracia, é a democracia a funcionar, ou é um prenúncio de uma revisão constitucional? Os comentários são de Liliana Valente, coordenadora da secção de política do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pesquisas recentes sugerem que uma parte crescente do eleitorado LGBTQ+ francês se aproxima da extrema direita. O fenômeno do homonacionalismo mostra como lutas emancipatórias podem ser capturadas por projetos políticos excludentes. Thomás Zicman de Barros, analista político Segundo uma pesquisa recente, cerca de 32% dos eleitores LGBTQ+ declarariam preferência por partidos de extrema direita – um crescimento de dez pontos em quatro anos. Estudos extraoficiais sugerem inclusive que o grupo parlamentar com maior número de homossexuais seria precisamente o partido lepenista. Sébastien Chenu, que ocupa uma das vice-presidências da Assembleia Nacional, e Jean-Philippe Tanguy, vice-presidente do grupo parlamentar, são os rostos assumidos e conhecidos. Mas há outros. O homonacionalismo é um fenômeno intrigante e, sobretudo, preocupante. É verdade que houve homossexuais de extrema direita na história, como Ernst Röhm. Mas esses casos sempre foram exceções. Durante décadas, a extrema direita foi marcada por um discurso abertamente homofóbico. Como não ficar encafifado ao lembrar que, apenas dez ou quinze anos atrás, Jean-Marie Le Pen denunciava a “degeneração” que representaria a homossexualidade, associando-a às mais diversas doenças? Mesmo sua filha Marine atacava um pretenso “lobby gay”, e prometia abolir o casamento igualitário, visto como um atentado contra a família tradicional. Nos últimos anos, contudo, ocorreu uma inflexão. E uma inflexão veloz. O que vemos é, por um lado, a normalização da extrema direita, que nesse processo procura parecer menos extremista em temas societais. E, por outro, uma certa normalização da própria homossexualidade. O curioso é que essas duas normalizações são problemáticas. À primeira vista, isso pode soar estranho. A maioria das pessoas provavelmente concorda que a normalização da extrema direita é preocupante, porque faz avançar ideias retrógradas, reforçando hierarquias sociais e diversas formas de violência. Mas como dizer que a normalização da homossexualidade também pode ser problemática? É evidente que a discriminação contra homossexuais é abjeta e deve ser combatida com todas as forças. Por isso, alguns podem ver essa incorporação de homossexuais pela extrema direita como um sinal positivo. “Vejam só, até a extrema direita se curvou aos novos tempos”, alguém poderia pensar. No final das contas, talvez não fossem tão intolerantes assim. Normalização problemática Mas não nos enganemos. A extrema direita continua profundamente homofóbica. E mesmo quando parece tolerar a homossexualidade, essa tolerância serve para reforçar outras discriminações. Há homossexuais que expressam posições transfóbicas. Mas talvez essas não sejam sequer as principais vítimas desse fenômeno. Na França, o discurso homonacionalista costuma afirmar, de forma estereotipada e racista, que os imigrantes seriam o verdadeiro perigo para as comunidades LGBTQ+, para as mulheres ou para os judeus. É nesse sentido que a normalização da homossexualidade é problemática. A “normalização” de que falo aqui é aquela que impõe uma norma. É aquela que retira da homossexualidade seu potencial transgressor e emancipador. Em vez disso, ela funde certos homossexuais ao campo dos dominantes. Apaga sua dimensão subalterna e instrumentaliza a luta contra a discriminação para justificar novas discriminações contra outros grupos. Em outras palavras, alguns chutam a escada depois de subir. Foram “higienizados” e, desde que mantenham a discrição, passam a ser parcialmente aceitos. Agora querem fazer parte da ordem que antes os excluía. Radicalidade neutralizada Vale lembrar que a sigla LGBTQ+ contém a letra Q, de queer. Queer designa aquilo que não se encaixa, aquilo cuja própria existência desafia as normas e questiona formas de dominação. Nesse sentido, o homonacionalismo é profundamente anti-queer. Ele abandona a dimensão contra-hegemônica e emancipatória do movimento. A radicalidade transformadora que caracterizou tantas lutas LGBTQ+ acaba neutralizada. É curioso notar que essa aproximação da extrema direita com a homossexualidade apresenta analogias com sua aproximação com certas figuras de origem judaica, personificada na França por nomes como Éric Zemmour ou Sarah Knafo. Vindos de grupos discriminados, eles transformam identidades historicamente abertas e plurais em instrumentos de afirmação identitária e de supremacia de uma branquitude recém-adquirida. Em todos esses casos, parece que nada se aprende com a história. O sentido do “nunca mais” é deturpado. O “nunca mais” não pode significar “nunca mais comigo”. “Nunca mais” precisa significar “nunca mais para ninguém”. Alguém poderia perguntar: então homossexuais não podem ser de extrema direita? Evidentemente, cada um faz suas escolhas políticas. Mas há algo aqui que soa como uma traição. Uma traição ao espírito transgressor que marcou historicamente a luta e a experiência homossexual como modo de vida desviante, que não se encaixa nas normas dominantes. É como se alguns quisessem sair do campo dos danados da terra para se colocar, agora, no campo dos algozes.
A população não está disposta a abdicar do direito de voto... mesmo que seja necessário ir de barco. Com Seguro como presidente muito vai mudar: a ginjinha do Barreiro nunca mais será a mesma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O longuíssimo comboio de tempestades está quase a passar. Deixou um rasto de destruição que será difícil de esquecer. Que o diga a ex-ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que se demitiu literalmente no olho do furacão. Algumas horas depois, um segmento da A1 desaparecia no rio Mondego. O primeiro-ministro assumiu a pasta temporariamente. Em Belém, Luís Montenegro vai passar a encontrar António José Seguro, eleito Presidente da República como o político português mais votado de sempre. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 12 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
6 de maio é o prazo finalpara ficar em dia com a Justiça Eleitoral.
O Presidente eleito entrou a marcar terreno junto do governo, exigindo resultados, a começar nos apoios às vítimas do comboio de tempestades, mas a cobrar de forma igual a todos os partidos a quem os portugueses não perdoarão que não se aproveite a estabilidade política. Ventura saiu a defender que os portugueses o colocaram no caminho para governar este país e a garantir que isso vai acontecer em breve. A instabilidade que Ventura pretende criar vai, por certo, esbarrar na vontade do primeiro-ministro e do Presidente eleito de levar esta legislatura até ao fim. Para fazer a leitura dos resultados destas presidenciais, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 2456 de 3259 freguesias apuradas, a primeira reação de Clara Ferreira Alves à vitória de António José Seguro sobre André Ventura, na segunda volta das eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3120 de 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves, Miguel Morgado, António Vitorino e João Cotrim de Figueiredo analisam o resultado de André Ventura nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No domingo há eleições. O país vai escolher o futuro Presidente da República, mesmo com um dos candidatos a dizer que “ninguém está com cabeça para votos”. Apesar do alarme, apenas três concelhos decidiram adiar a votação devido ao estado de calamidade. A campanha eleitoral foi atropelada pelo comboio de tempestades que se abateu sobre o país. Uma intempérie que lançou o debate sobre a prontidão e a capacidade de resposta do governo nas zonas mais afectadas. A ministra da Administração Interna diz que estamos todos a aprender. Resistirá, depois da tormenta, ao período de estágio?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Teresa Leal Coelho, porta-voz da CNE, admite o cenário caso os concelhos que pediram adiamento - Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã - não reúnam condições de voto no dia 15 de fevereiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Costa (PS) desvaloriza sondagens e pede mobilização dos eleitores. Já Patrícia Almeida (Chega) diz que o crescimento de Ventura vem da proximidade às populações afetadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De passagem por Faro, único distrito em que Ventura o superou, António José Seguro contou com o apoio e presença de membros de candidaturas adversárias na primeira volta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Empresa portuguesa em França oferece transporte até ao local da votação, para a segunda volta das presidenciais, no próximo domingo. Pode ser fraude eleitoral, denúncia foi feita pela candidatura de António José Seguro.
A sondagem da ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC antecipa uma vitória folgada para António José Seguro, que ganha a André Ventura até no eleitorado mais jovem. Mas a corrida do líder do Chega é pela liderança da direita e aí, apesar de todos os apoios a Seguro, há um empate técnico com ligeira vantagem (43-41) para Ventura. Para ler a sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha presidencial continua, rumo à segunda volta do dia 8 de fevereiro. António José Seguro surge destacado nas sondagens e tem reunido apoios da esquerda à direita. André Ventura segue a estratégia de “fazer-se de vítima.” Pedro Delgado Alves lembra que, mesmo se o líder do Chega levasse a candidatura a Belém seriamente, continuaria“ a ter as opiniões que tem e a querer mudar o registo da república democrática que temos desde 1976”, José Eduardo Martins afirma que há pessoas que ajudam “Ventura a fazer-se de vítima.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 29 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O tribunal regional eleitoral de Pernambuco vai promover um grande mutirão, nos dias 29, 30 e 31 de janeiro, nos pontos de atendimento em todo estado. Eles estarão em horário ampliado para receber as eleitoras e eleitores que precisam cadastrar a sua digital, tirar o primeiro título, entre outros serviços, para agilizar o processo de identificação dos eleitores no dia 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições gerais 2026. para saber como participar do mutirão do TRE-PE, Neneo de Carvalho, âncora da Rádio Folha 96,7FM, conversou com o diretor-geral do TRE-PE, Orson Lemos. Acompanhe!
André Ventura e António José Seguro vou estar frente a frente na segunda volta das eleições presidenciais. Com vários apoios a Seguro a surgirem da direita, Ventura aproveitou para sugerir que todos estão contra ele num “tacho de interesses” do sistema. Pedro Delgado Alves reforça que é importante “não confundir a legitimidade de uma pessoa pelos votos que lhe foram dados, com o que a própria pessoa diz e não esconde sobre o que quer fazer com esses votos”, José Eduardo Martins considera que “o PSD tem a obrigação histórica de ser uma barragem ao Chega, até para sobreviver.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 22 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O serviço Senado Verifica já se prepara para enfrentar o aumento da desinformação em ano eleitoral. Em 2025, o canal quase dobrou o número de atendimentos em relação ao ano anterior e passou a receber mais pedidos relacionados a conteúdos manipulados com uso de inteligência artificial, como vídeos e áudios falsos. Além da checagem de informações, o Senado Verifica também aposta na educação midiática para ajudar o cidadão a identificar notícias falsas, navegar com mais segurança no ambiente digital e tomar decisões informadas nas eleições. Acompanhe a entrevista com a chefe do serviço Senado Verifica, Sara Reis.
Montenegro voltou ontem à campanha para tentar segurar os eleitores do PSD pois os números de Mendes continuam fracos. Mas será que ainda existe esse “eleitorado natural” laranjinha de que falou o PM?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todos reconhecem as dificuldades do voto presencial. Voto por correspondência nas presidencais, voto digital em segunraça são algumas das propostas. PALCUS: curos herança portuguesa. Edição Paula Machado.
António José Seguro soma apoios com uma campanha à antiga e sem invenções. Do outro lado, Cotrim entra numa deriva de campanha suja e Marques Mendes numa montanha-russa emocional. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Associação Também Somos Portugueses defende que portugueses recenseados no estrangeiro deviam receber email com informação sobre formas de voto, a cada eleição. Edição Isabel Gaspar Dias
No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O jovem seminarista de Mem Martins tornou-se no líder do segundo maior partido no Parlamento e tem mais poder do que nunca. Agora, André Ventura volta a ser candidato presidencial. Numa metamorfose constante, sente o vento da opinião pública e radicaliza ainda mais o discurso para a frase dos “três salazares”, faz cartazes polémicos para gerar ruído, ataca Belém com um tom e uma agenda mais parecida aos congéneres europeus da direita radical. Quem vota em André Ventura? O que é verdadeiramente o Chega? No que pode transformar-se o país, se chegar ao poder?Neste episódio extra do podcast Entre Deus e o Diabo, fazemos um debate: a cientista política Marina Costa Lobo traça o perfil dos eleitores, o jornalista Miguel Carvalho, autor do best-seller “Por Dentro do Chega”, conta o que é o partido, e David Dinis, que lançou o livro “Como proteger a democracia”, projeta um futuro controlado por André Ventura. A narração e a moderação é de Vítor Matos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A decisão do governo dos Estados Unidos de retirar a taxa de 10% sobre as importações agrícolas repercutiu no Brasil, que é o maior produtor de café do mundo e o segundo maior produtor de carne bovina, atrás apenas dos próprios americanos. Os setores comemoram a retirada da tarifa de 10%, mas a outra sobretaxa de 40% imposta em agosto continua valendo. E ainda: Polícia Federal indiciou nesta sexta-feira (14) o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida pelo crime de importunação sexual. Eleitores do Chile vão às urnas neste domingo (16) para escolher o presidente do país.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) denunciou o que seria uma intensa pressão e conspiração exercida contra seu pai, Jair Bolsonaro.Segundo ele, o "regime" está com o tempo acabando e utiliza táticas de intimidação, incluindo pedidos urgentes de encontros com figuras como Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro. A pressão máxima incluiria uma barganha:Bolsonaro deve apoiar o candidato do establishment em troca de promessas de "uma vida boa no presídio", citando inclusive reportagens sobre sua possível cela como forma de ameaça."Nunca foi tão fácil se manter bem informado! Conheça nossos planos de assinatura” https://bit.ly/planos-oa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Despesismo? Em Moçambique, recorrentes viagens do Presidente Daniel Chapo geram críticas. Em Angola já arrancou a campanha eleitoral dos candidatos à presidência da UNITA. Na Tanzânia os eleitores são chamados a votar nas eleições gerais.
A Argentina estava a ficar sem dólares, essenciais para a estratégia de controlar a inflação de Javier Millei muito dependente de um cambio em que o peso está sobrevalorizado. Donald Trump recebeu o presidente argentino e prometeu 20 mil milhões de dólares para comprar pesos, mas só se os eleitores votarem no partido de Millei, nas legislativas de 26 de Outubro. Para analisar a economia argentina, conversamos com o professor do ISEG João Duque que é também comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta impasse sobre Celso Sabino, falas de Gilmar Mendes, Sergio Moro réu por piada, e investigações sobre Odebrecht no exterior.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos apresenta esta sexta-feira um estudo da autoria dos investigadores João Cancela, da NOVA, e José Santana Pereira, do ISCTE, que procura desenhar o perfil do abstencionista português, ao mesmo tempo que mostra que há um sobrerrecenseamento a empolar os números da abstenção. Neste episódio, conversamos com João Cancela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a privatização da RTP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estou farto de política, por isso juntei alguns amigos para falar sobre a vida. Bom Partido é uma minissérie de sete conversas com os líderes dos partidos que vão a votos nestas Legislativas. Estreia-se no Domingo, 4 de maio, no YouTube, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos. Também disponível em podcast, em parceria com o Expresso e a Sic Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estou farto de política, por isso juntei alguns amigos para falar sobre a vida. Bom Partido é uma minissérie de sete conversas com os líderes dos partidos que vão a votos nestas Legislativas. Estreia-se no Domingo, 4 de maio, no YouTube, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos. Também disponível em podcast, em parceria com o Expresso e a Sic Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carolina, de Byron Bay e Augusto, de Brisbane, falam como é vier com HIV na Austrália, do diagnóstico a uma vida feliz e produtiva, reportagem de Felippe Canale. A história dos partidos políticos australianos: Nationals e Greens. Eleitores brasileiros e portugueses na Austrália falam sobre os assuntos mais importantes para eles nessas eleições. Portugal: legislativas de 18 de maio levantam questões sobre o controle da migração.
Imigração, moradia, custo de vida e medicare, nossa enquete com eleitores brasileiros e portugueses na Austrália e o os assuntos mais importantes para eles nessas eleições.
Eleitores brasileiros e portugueses na Austrália falam sobre os assuntos mais importantes para eles nessas eleições para Primeiro Ministro do país. Saiba mais sobre os partidos Trabalhista e o Liberal. Na Austrália, uma em cada quatro mulheres já foi vítima de violência doméstica por parte de um parceiro íntimo, cerca de 90% sofreram de abuso financeiro. Confira as principais notícias do dia.
Um terço dos eleitores do país são “nem Lula, nem Bolsonaro”. o grupo é formado majoritariamente por mulheres e por pessoas com renda intermediária, de acordo com cruzamento de dados feito pela Quaest a pedido do jornal O Globo.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
Em campanha eleitoral em Sydney, Petter Dutton fala de investimento em infraestrutura enquanto Anthony Albanese fala de benefícios para pequenas empresas. Comissão Eleitoral pede que australianos votem pessoalmente, mas caso não possam, que se atentem ao prazo para votar pelo correio. Eleitores que ainda precisam se registrar tem só até 7 de abril. Corte Constitucional da Coreia do Sul destitui presidente do país, Yook Suk Yeol. Trump diz que 'tudo vai bem' após pior queda em um dia nas bolsas americanas desde 2020. Polícia investiga homens que teriam levado armas de fogo carregadas ao MCG em Melbourne em jogo da AFL nessa quinta-feira.
Venâncio Mondlane defende processo contra Estado angolano. Entre polémica sobre marcação das eleições, na Guiné-Bissau decorre inscrição de novos eleitores. SADC retira tropas destacadas no leste da RDC enquanto rebeldes do M23 avançam no terreno.
Eleitores alemães foram às urnas neste domingo, 23, para escolher o novo governo. Saiu vitoriosa a aliança formada pela União Democrata Cristã e pela União Social Cristã,liderada pelo futuro chanceler do país Friedrich Merz. A coligação teve 28,6% dos votose conquistou 208 assentos no Bundestag, o Parlamento do país.Merz defende a necessidade de tornar a Europa mais independente das pressões impostaspelo governo dos Estados Unidos.O possível chanceler afirmou que não fará aliança com o partido Alternativa para aAlemanha (AfD), que em segundo lugar com 20,8% dos votos.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* Assine agora: https://registre.oantagonista.com.br/?plano=combo&tipo=24%20meses (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual (R$ 191,04 a vista ou R$ 214,92 parcelado 12x) e nos pacotes avulsos anuais de O Antagonista ou Crusoé (R$ 151,98 à vista ou R$ 169,80 parcelado 12x). | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas. Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
“É a economia, idiota”. A frase do estrategista da campanha eleitoral vencedora de Bill Clinton na eleição presidencial de 1992 entrou para a história ao resumir o que motiva o voto dos americanos. Na disputa de agora, entre Donald Trump e Kamala Harris, a máxima ainda vale e pode servir aos dois lados. Para os democratas, os bons resultados macroeconômicos justificam o voto em Kamala. Para os republicanos, Trump é o cara que pode resolver os desafios da inflação e da perda de empregos industriais. E o que está em jogo para muitos eleitores é que a vida ficou mais difícil e a realização do “sonho americano”, onde todos têm direito a bons trabalhos, casa própria e boa capacidade de consumo, beira o impossível. É isso o que viu in loco Felipe Santana, correspondente da TV Globo nos Estados Unidos. Ele compõe uma equipe de jornalistas que está cruzando os estados de Minnesota, Wisconsin, Illinois, Michigan, Ohio, Pensilvânia e a capital Washington, para investigar o que pensa e o que quer o eleitor americano. Diretamente de um motorhome, em Chicago, ele conta a Natuza Nery o que descobriu sobre as queixas da população que vive nessa região, conhecida como Cinturão da Ferrugem, sobre a economia, os direitos reprodutivos e a imigração.