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A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público revelou a existência de uma lista onde estavam quase duas centenas de pessoas que o grupo de extrema-direita Movimento Armilar Lusitano (MAL) considera traidores. Ninguém foi avisado, porque as autoridades de investigação consideraram já não haver perigo, com o desmantelamento do MAL. Mas dois dos arguidos que fizeram a lista aguardam julgamento em liberdade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A diáspora guineense enviou uma carta ao Presidente francês, Emmanuel Macron, pedindo a retirada da Legião de Honra atribuída a Umaro Sissoco Embaló, alegando que o mandato do antigo Presidente da Guiné-Bissau foi marcado por violações da Constituição, repressão política e enfraquecimento das instituições democráticas. Braima Mané, economista e um dos mais de 50 signatários da iniciativa, afirma que a manutenção da condecoração contradiz os valores da democracia, dos direitos humanos e do Estado de direito que a França diz defender. O que é que pretendem com esta iniciativa? Pretendemos alertar as autoridades francesas para o facto de Umaro Sissoco Embaló não reunir as condições morais e políticas compatíveis com uma distinção como a Legião de Honra. Consideramos que a sua actuação política foi contrária aos valores que esta condecoração simboliza. É por essa razão que consideram que uma pessoa com este percurso não deve continuar a ser detentora da Legião de Honra francesa? Exactamente. Não é uma carta contra a pessoa de Umaro Sissoco Embaló; é uma carta em defesa de um princípio. Como guineenses, aspiramos ao programa maior sonhado por Amílcar Cabral, que ainda não se concretizou porque certas pessoas continuam a bloquear o processo de democratização da Guiné-Bissau. É necessário consolidar as instituições para, depois, lançar o país num verdadeiro processo de desenvolvimento. Entendemos que não se pode premiar quem viola esses princípios. Na carta falam de uma deriva autoritária. Quais são os acontecimentos mais graves que demonstram essa degradação do Estado de direito na Guiné-Bissau nos últimos anos? Entre 2020 e 2026, Umaro Sissoco Embaló manteve-se no poder para além do limite constitucional. Desde que assumiu funções, registaram-se episódios recorrentes de perseguição e até de tortura de activistas, adversários políticos e deputados. Assistimos também à captura de instituições da República, nomeadamente do Supremo Tribunal de Justiça. Todas as instituições passaram a servir exclusivamente os seus interesses. Nas últimas eleições, por exemplo, o candidato da plataforma PAI-Terra Ranka- Domingos Simões Pereira- foi impedido de se candidatar às eleições presidenciais sem qualquer fundamento legal. Existem ainda relatos e imagens de pessoas torturadas e até assassinadas. Temos também o episódio recente do alegado golpe de Estado, que consideramos ter sido um simulacro destinado a evitar a transferência do poder e a rejeitar a lógica democrática. Os seis anos de Sissoco Embaló demonstram comportamentos que não são aceitáveis numa democracia. No caso concreto da Guiné-Bissau, o país e o povo foram sequestrados por uma organização criminosa que se apresenta como força política, mas que, do nosso ponto de vista, não o é. Tudo isto acontece com a conivência de sectores militares. Não se trata apenas de uma questão política. Como avalia a situação de Domingos Simões Pereira e o impacto que ela tem na democracia do país? O engenheiro Domingos Simões Pereira, goste-se ou não da sua orientação política, destaca-se como uma das figuras com maior apego à democracia. Apresenta-se a eleições, vence eleições, mas não o deixam governar. Isto acontece porque sabem que, se lhe permitirem governar um mandato completo, a situação da Guiné-Bissau poderá mudar. A Guiné-Bissau é um dos poucos países em desenvolvimento que reúne praticamente todas as condições para prosperar, mas não o consegue porque está sequestrado. As pessoas que tentam concretizar o ideal de Amílcar Cabral e um projecto de desenvolvimento para o país acabam sistematicamente bloqueadas e impedidas de avançar. A carta refere alegadas irregularidades nas eleições presidenciais de 2025. Que elementos sustentam essas acusações? As irregularidades ocorreram a dois níveis. Antes das eleições, o Supremo Tribunal de Justiça, que é a mais alta instância judicial do país, não decidiu as candidaturas com base na lei. Esse foi, justamente, o mecanismo utilizado para afastar o principal adversário político de Sissoco Embaló. O próprio Sissoco Embaló não esperava que Fernandes Dias da Costa vencesse as eleições. No entanto, venceu, em grande medida graças ao apoio de Domingos Simões Pereira e da sua plataforma política. Pela primeira vez na jovem democracia guineense, um candidato venceu as eleições presidenciais à primeira volta. Toda a gente sabia o que estava a acontecer. Estiveram presentes observadores internacionais, representantes da União Africana e da CPLP. As eleições na Guiné-Bissau apresentam um paradoxo: são normalmente processos tranquilos, transparentes e civilizados. O povo aderiu a um projecto político e eles sabem que perderam. O problema é que dispõem das armas e têm utilizado esse poder para impedir a concretização da vontade popular. O que aconteceu a Domingos Simões Pereira não tem sustentação legal. Não se trata de uma detenção judicial; trata-se de um sequestro. São homens armados que actuam sob orientação de Sissoco Embaló, a partir do estrangeiro, com o objectivo de neutralizar ou afastar Domingos Simões Pereira da cena política. Como explica a reacção da comunidade internacional perante esta situação? É inegável que existe uma certa fadiga por parte da comunidade internacional relativamente à situação da Guiné-Bissau. A CEDEAO, na sua configuração actual, não tem capacidade nem credibilidade suficientes para resolver o problema. A própria organização atravessa dificuldades, agravadas pelo afastamento dos três países do Sahel. Tudo isto contribuiu para uma certa normalização da crise guineense. Foi criado um Conselho Nacional de Transição e adoptada uma nova Constituição sob o silêncio, ou até alguma conivência, da comunidade internacional? Sim. E isso não se aplica apenas às organizações africanas. Refiro-me também à União Africana, à CPLP e, em particular, a Portugal e ao Brasil, que deveriam desempenhar um papel mais activo junto das restantes organizações internacionais, nomeadamente da União Europeia. Existe uma preocupante indiferença. O maior perigo é o risco de resignação colectiva. Essas organizações acabam por dialogar com entidades que consideramos ilegais e inconstitucionais. Quem integra esse Conselho Nacional de Transição? Militares e sectores derrotados nas últimas eleições. Trata-se, no fundo, de um conselho dos derrotados. Quanto à nova Constituição, entendemos que foi encomendada por Sissoco Embaló quando este já exercia funções à margem da Constituição vigente. A elaboração constitucional é uma competência que pertence aos deputados. O objectivo é, mais uma vez, neutralizar os opositores, nomeadamente Domingos Simões Pereira, regressar triunfalmente à Guiné-Bissau, participar no simulacro eleitoral previsto para Dezembro e consolidar definitivamente um regime autocrático. É também por causa desse receio que enviam esta carta? O objectivo principal desta carta é demonstrar que a conduta e as práticas de Umaro Sissoco Embaló não são compatíveis com os valores de honra que a França procura representar. Mas existem também dois objectivos complementares. O primeiro é alertar a comunidade internacional para a gravidade da situação na Guiné-Bissau. O segundo é chamar a atenção para a necessidade de actuar antes das eleições. Se a situação continuar a deteriorar-se, existe o risco de uma escalada da violência. A eurodeputada portuguesa do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, pediu sanções contra a Guiné-Bissau. O que esperam dessa iniciativa? O Parlamento Europeu aprovou uma resolução, por larga maioria, condenando aquilo que considera ter sido um golpe e recomendando à Comissão Europeia a adopção de medidas, incluindo sanções. Contudo, nada aconteceu até agora. As sanções podem ser instrumentos muito eficazes. Essas pessoas dependem da possibilidade de viajar e de manter relações internacionais para procurarem afirmar alguma legitimidade. Além disso, existem mecanismos de financiamento que devem ser revistos. É necessário limitar todas essas fontes de apoio. Já receberam alguma resposta do Presidente francês a esta carta? Ainda não recebemos qualquer resposta. Estamos a aguardar. Gostaria de acrescentar que não ficaremos por aqui. Pretendemos dirigir iniciativas semelhantes às autoridades de Cabo Verde, uma vez que aquele país também condecorou Umaro Sissoco Embaló com a Medalha Amílcar Cabral. Tencionamos igualmente desenvolver diligências junto das autoridades portuguesas.
O social-democrata Duarte Pacheco e a socialista Mariana Vieira da Silva comentam a proposta de Prestação Social Única (PSU), os entendimentos entre PSD e o Chega e as mais recentes declarações de Pedro Passos Coelho. A eurodeputada Catarina Martins junta-se depois ao painel para debater o possível fim da guerra no Irão e o eventual foco renovado na questão da Ucrânia.
In this episode of Partnerships Unraveled, we sit down with Catarina Martins, Global Channel Marketing Director at Schneider Electric, to unpack what strong marketing looks like when the route to market is anything but direct. Drawing on experience across Samsung, Google, and now global channel marketing at Schneider, Catarina shares why good marketing is still built on the same fundamentals, even when the buyer journey becomes more complex.For channel professionals, this conversation gets practical fast. We explore her three-part framework for effective marketing: know your audience deeply, tell a brand story people want to believe in, and communicate it consistently in the right moments and channels. We also get into one of the hardest parts of channel marketing: proving impact. Catarina breaks down how to measure awareness and conversion more intelligently, how to connect marketing activity to sales outcomes without perfect data, and why the right signals matter more than chasing complete visibility.We also dig into digital partner engagement in traditional industries. Catarina explains why digital adoption does not happen by pushing tools, but by building experiences partners actually want to return to. From meaningful rewards to tiered loyalty and simple user journeys, she shares how brands can turn partner programs into something that feels less like a system and more like a club worth joining. She closes with a sharp view on where B2B marketing is heading next, and why the brands that win will create real-world moments people remember, not just more content people scroll past._________________________Learn more about Channext
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco analisam a resposta técnica e política à catástrofe provocada pela tempestade Kristin na zona Centro do país. No plano europeu, a eurodeputada Catarina Martins junta-se à reflexão sobre os mecanismos europeus de ajudas a situações de catástrofe, as opções do Governo de Lisboa e as alegadas inflexibilidades de Bruxelas sobre prazos no Programa de Recuperação e Resiliência.
Alberto Gonçalves comenta a abstenção de Catarina Martins na condenação dos massacres no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma cola poderosíssima. Consegue colar do mesmo lado da barricada políticos tão distantes como Paulo Portas e Cavaco e Catarina Martins ou António Filipe. E um debate ainda pode mudar as eleições?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Que conclusão se pode tirar de Montenegro não apelar ao voto em qualquer um dos candidatos que passou à 2ª volta? Ventura é o novo homem representante da direita? Os valores da abstenção são indicadores de algo? O governo voltou a estar a prazo? O Chega está a comer o PSD e terá, na 2ª volta, o seu resultado máximo? Gouveia e Melo seguirá o exemplo de Catarina Martins apelando ao voto em Seguro na 2ª volta?
Candidata apoiada pelo BE admite que teve um resultado abaixo do que esperava, declara apoio a António José Seguro e realça que "hecatombe de Marques Mendes é hecatombe do Governo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
As sondagens mudam os votos? A rua já não serve de barómetro? Os anti-sistema perderam mesmo fôlego? Cotrim anulou o seu momento com a contradição de segunda-feira? A primeira volta das presidenciais estão à beira do fim com cinco candidatos e nervos à flor da pele.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Continuamos na jornada presidencial com Catarina Martins.
Jorge Pinto não falou com ninguém e por isso fica. Catarina Martins queria falar ao telefone. António Filipe não desiste. Ainda assim, António José Seguro aposta na concentração dos votos da esquerda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O apelo ao voto de Luís Montenegro em Luís Marques Mendes não caiu bem a Henrique Gouveia e Melo e a João Cotrim Figueiredo. No segundo dia da campanha às presidenciais, o almirante na reserva disse ter ouvido com "desagrado" as declarações do primeiro-ministro e o antigo líder dos liberais considerou que mostram "fraqueza". O nome de Passos Coelho voltou a entrar na campanha, com André Ventura a admitir que ficaria honrado se tivesse o apoio do antigo chefe do executivo e Catarina Martins a acusar a maioria dos candidatos de serem seus "herdeiros".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O primeiro episódio do ano é a solo, como habitual. Pedro, claramente mais maduro este ano (o episódio foi gravado em 2025) conta-nos as 25 aprendizagens mais importantes que teve precisamente em 2025. Antes disso, passa-se com um tweet escandaloso de Rui Rocha, com as mentiras da banda Os Vizinhos no tik tok e com pessoas que não estão a par do próximo filme de Timothee Chalamet.(00:00) Intro(00:23) Voltar a fazer 1º. episódio do ano sozinho(00:59) Review de previsões feitas no ano passado(03:46) Discurso de Montenegro e tiktoks de Catarina Martins parecem AI(06:26) Rui Rocha invoca Esgaio, injustamente, em tweet(09:54) “Os Vizinhos” mentem escandolasamente no tiktok(12:15) Hype para ver "Marty Supreme"(17:24) 25 coisas que PTM aprendeu em 2025(18:00) Ganha-se sempre vida a viajar(20:17) Não se pode relativizar a importância do sono(22:44) Museus são bons sítios para visitar, trabalhar e consumir(25:36) Vale a pena ter iniciativa(27:49) Saber desenhar não significa saber pintar(29:04) Correr é difícil(30:19) Ler também é difícil, mas compensa(33:24) Anotar tudo ajuda a manter objetivos(34:38) Estamos doentes com o screen time(36:27) Andar sempre com caderno e caneta no carro(37:16) Fumar deve ser evitado quando desnecessário(38:16) Se te baterem no carro, não vás viajar(38:57) Fazeres o que te preenche tira-te da nuvem(42:12) Sauna, banho de gelo e ostras liga muito bem(43:51) Compensa sempre comprar fast track(45:52) Não se descobre nada no tiktok às 2h da manhã que compense ficar acordado até essa hora(46:52) Deve-se programar almoços para dias que sabemos que vamos estar de ressaca(48:34) A pior sensação é ficar na expectativa(51:03) Não é preciso levar temas preparados para o psicólogo(52:37) Não é fácil ter um podcast(56:48) Ser 110% honesto compensa(58:28) Jogar futebol é muito perigoso(1:00:13) Dá prazer transmitir conhecimento(1:02:05) Apanhar sol depois de treinar é um dos maiores prazeres que existem(1:03:09) Amanhã Não Está Certo(1:04:21) PTM recomenda escrevermos diariamente o que aprendemos no dia(1:06:13) PTM x FORA está com desconto
André Ventura, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, João Cotrim de Figueiredo, Jorge Pinto, Henrique Gouveia e Melo e Marques Mendes confrontaram ideias no Debate da Rádio, antes do arranque da campanha para a Presidência da República. Uma emissão especial que juntou as rádios Renascença, Antena 1, Observador e TSF.
Dos 14 nomes, apenas 11 serão válidos para votar. Apesar das tentativas para reverter a situação por parte dos candidatos, os boletins de voto para as eleições presidenciais 2026 irão incluir três nomes que não foram elegíveis e, como tal, todos os votos contabilizados serão nulos. Há assim 11 candidatos às eleições presidenciais: Gouveia e Melo, Marques Mendes, António Filipe, Catarina Martins, António José Seguro, Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto, Cotrim Figueiredo, André Ventura e Manuel João Vieira. Que influência esta lacuna no sistema pode ter nos resultados eleitorais? Ouça o comentário de João Almeida e de Miguel Prata Roque na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 29 de dezembro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Martins Seguro, assim aparecerá nos boletins de voto, foi candidato muito antes de o ser. Malquerido por muitos dos seus camaradas, apoiado por tantos outros, tornou-se, perante a ausência de outras alternativas no espaço socialista, na escolha inevitável do PS. O mal-estar tem mais de uma década, mas nem assim ficou enterrado num passado traumático. Apresenta-se como um candidato para lá dos partidos, apesar de ser, como Marques Mendes, Cotrim de Figueiredo e Catarina Martins, ex-líder partidário. Além disso, foi secretário-geral da JS, deputado, eurodeputado, ministro e secretário de Estado. A diferença é que está, de facto, afastado da vida partidária há muito tempo. Apresentou-se acima do estatuto que lhe deu visibilidade e, talvez por isso, hesitou dizer que é de esquerda e socialista e recebeu de braços abertos apoios de passistas. O ex-secretário-geral socialista é o convidado deste episódio do Perguntar Não Ofende.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marisa Matias fala numa tentativa forçada de colar Catarina Martins ao euroceticismo. Tomás Cardoso Pereira entende que Jorge Pinto é europeísta e que a ex-coordenadora do BE é mais crítica da UE.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi a primeira entrevista aos candidatos presidenciais na RDPI. CASA no Luxemburgo apoia mais de 10 mil pessoas por ano e festeja Natal. Fundação Nova Era distribuí cabazes de natal. Edição Paula Machado
Debate entre Luís Marques Mendes e Catarina Martins fica marcado por um consenso: a remuneração em Portugal é um dos principais problemas. As análises de Rui Moreira e Isabel Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana recebemos a candidata presidencial Catarina Martins e a conversa versou sobre a NATO, a lei da nacionalidade, o pacote laboral, o Chega e temas económicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Batalha entre sindicatos e governo com indicadores a mostrar que afinal o impacto não foi mínimo. E ainda, a Ucrânia de Catarina Martins a derrotar a simpatia de António Filipe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro (que teve uma ajudinha), Catarina Martins e António Filipe (que concordam em tudo) e Luís Montenegro (que insiste numa fantasia) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Gomes afirma que foi "absurdo" ver Catarina Martins a tentar colar o adversário à direita e que o Bloco não precisa disso. Marisa Matias garante que o passado impede Seguro de unir a esquerda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ex-líder do Bloco quis debater o passado e Seguro foi incapaz de se libertar disso. PCP está em modo sonso e acha que eleitores são burros. Salário mínimo de 1600 euros? É um leilão de Montenegro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marisa Matias, apoiante de Catarina Martins, acredita que o consenso sobre a reforma da justiça está perto. Liliana Reis, apoiante de Cotrim, subscreve e diz que se estende a outros partidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Catarina Martins daria posse a Ventura como primeiro-ministro se Chega tivesse maioria. Diz que Seguro não é candidato de esquerda. E que "autoridade moral" não chega para esquerda recuperar votos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Catarina Martins (que venceu o debate), João Cotrim Figueiredo (que perdeu o debate) e o procurador-geral da República (que fugiu dos jornalistas) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O inquérito publicado pelo Expresso e SIC reduziu a três os candidatos com hipóteses fortes de ir à segunda volta e acentuou as pressões para desistências, à esquerda e à direita. Olhando para os números, identificamos os duelos decisivos que faltam. Virão a tempo? Esta Comissão Política conta com comentários de Eunice Lourenço, João Pedro Henriques e Vítor Matos, tendo moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e Tomás Delfim, ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paula Cosme Pinto e Fernando Negrão analisam o debate entre Gouveia e Melo e Catarina Martins. A campanha "pouco presidencial", a "falta de experiência" e as "incógnitas" em relação ao almirante.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidenciais: Alargamento do aborto? "Questões constitucionais estão resolvidas", diz Catarina Martins
Começaram os debates televisivos para as eleições presidenciais. No total serão 28 confrontos emitidos em sinal aberto. O primeiro debate colocou frente a frente António José Seguro e André Ventura, ficando evidente para Daniel Oliveira considera que “Ventura consegue impor a ausência de regras”. Francisco Mendes da Silva acredita que “o melhor antídoto para Ventura pode ser deixá-lo fazer as figuras que está a fazer”, apontando para algum cansaço perante o líder do Chega. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 18 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A caminho das presidenciais, Ângela Silva escreve na revista do Expresso um ensaio político sobre o caráter decisivo das próximas eleições. Há quatro candidatos para duas vagas, numa segunda volta unanimemente esperada. Os dois maiores partidos da democracia, que deram ao país os últimos quatro chefes de Estado, apresentam candidatos que não entusiasmam (Marques Mendes e António José Seguro) e, do outro lado, há um candidato (André Ventura) contra o sistema e outro (Gouveia e Melo) vindo de fora do sistema partidário. E há quatro candidatos dos partidos mais pequenos. O que está em causa? O alinhamento direita-esquerda ainda fará sentido? Poderá haver desistências?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta as afirmações da candidata presidencial Catarina Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este domingo, o secretário-geral e o presidente do PS vão defender, na Comissão Nacional — órgão máximo entre congressos —, que o partido deve apoiar a candidatura presidencial do ex-líder António José Seguro. A decisão não é pacífica e o debate fica mais difícil ao saber-se que há um grupo de pessoas à direita, conotadas com o passismo, que consideram Seguro o melhor dos candidatos para assumir a chefia do Estado. Neste episódio, conversamos com a jornalista Rita Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As próximas eleições são presidenciais, mas ainda faltam três meses para lá chegar. Ontem, Luís Marques Mendes anunciou Rui Moreira como mandatário nacional, que faz contraponto ao mandatário de Gouveia e Melo, que é Rui Rio. O PS vai anunciar o apoio a António José Seguro; o Chega volta com André Ventura; Cotrim Figueiredo está de novo em jogo pela IL; o PCP vai a votos com António Filipe e Catarina Martins é outra vez aposta do Bloco. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC Pedro Marques Lopes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após ter dito que seria “mau sinal” se fosse candidato à Presidência da República, André Ventura apresentou oficialmente a candidatura. Apesar de assumir o objetivo de “consolidar o fim do bipartidarismo” e “abalar o sistema”, a candidatura torna evidente a falta de quadros do Chega? Francisco Mendes da Silva afirma que André Ventura “é viciado em eleições”, porque tem conseguido capitalizar o descontentamento. Daniel Oliveira considera “inevitável” a candidatura, devido à rejeição de Gouveia e Melo e ao “culto do chefe”. Oiça a análise dos comentadores SIC no Antes Pelo Contrário em podcast. Emitido na SIC Notícias a 16 de setembro. Clique aqui para ver a versão em vídeo deste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ainda estamos a caminho das autárquicas, mas esta semana falamos de presidenciais, que romperam na atualidade nacional e, sobretudo, na realidade política com os novos anúncios. Catarina Martins anunciou que vai ser candidata e Rui Moreira terminou com o suspense para declarar o contrário. Hoje, é também a noite em que André Ventura decide se avança ou não. Para debater as presidenciais, o 'Expresso da Meia-Noite' convidou a jornalista Ana Sá Lopes, o ex-conselheiro jurídico e constitucionalista Carlos Morais, o comentador da SIC Pedro Gomes Sanches e o subdiretor do mesmo canal Martim Silva. Ouça aqui o programa emitido a 13 de setembro na SIC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pela primeira vez um ex-presidente brasileiro foi condenado judicialmente por envolvimento numa conspiração para derrubar a democracia. A maioria dos juízes do Supremo Tribunal Federal votou a favor da condenação de Jair Bolsonaro. Condenado a 27 anos e três meses, é culpado de vários crimes, entre os quais golpe de Estado. Em Portugal, a corrida a Belém volta a baralhar-se com a entrada de Catarina Martins, antiga líder do Bloco de Esquerda. Ouça a análise de Pedro Delgado Alves e José Eduardo Martins no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 11 de setembro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A ex-líder do BE está disposta a rumar a Belém e já garantiu que a confirmação da candidatura está para "muito breve". É mais uma peça do puzzle presidencial. E em Portugal, tudo se trata ao balcão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Momento, a Catarina Martins fala-nos de como as relações afetivas passam também a ser relações patrimoniais quando nos casamos ou vivemos em união de facto. Regular de forma informada e intencional as relações patrimoniais é um passo crucial para vivermos casamentos mais conscientes. A Catarina é Notária há 15 anos, num Cartório em Amarante. Realizada na sua profissão, a Catarina partilha connosco a sua experiência e conhecimento, na área dos casamentos e separações. Um lado muito pragmático, mas nem por isso menos apaixonante…Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Se não ouviste o episódio completo, podes fazê-lo, porque este foi mesmo só um momento…#140 Catarina Martins: Contratualizar o Amor? O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify ou no nosso canal do Youtube. Para saberes mais sobre nós:. na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ . nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente; e. adquire o nosso livro nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livrodirectamente na editora ou em qualquer outra livraria física ou online
Catarina Martins considera uma loucura a averiguação prévia a Pedro Nuno Santos ter vindo a público. Paulo Núncio critica PNS por não ter tido cuidado a comentar a averiguação prévia a Montenegro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Catarina Martins acredita que o Livre é incoerente sobre a NATO. Já Patrícia Gonçalves relembra que o Livre tem sido criticado pelo Bloco de Esquerda por causa das posições sobre a União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.