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Vindo num shadow drop depois de um dos State of Play mais hypados de todos os tempos, God of War: Sons of Sparta prometeu trazer as origens de Kratos e seu irmão, Deimos em um jogo 2D estilo Metroidvania. Porém, o lançamento surpresa revelou um jogo pouco polido, abaixo das exigências dos fãs da saga. Tivemos também o fechamento da Bluepoint Games, um dos estúdios mais queridos para remasterizações. E o que a PlayStation Studios estava fazendo com eles?De última hora: comentamos a saída de Sarah Bond e a aposentadoria de Phil Spencer. Nova CEO assumiu a chefia do Xbox. O que vem por aí?Vem conferir no Flow Games News de hoje!
Inês de Medeiros, presidente da Câmara Almada, explica que a derrocada na Costa da Caparica, esta madrugada, ainda é uma consequência do mau tempo e faz um balanço do número total de desalojados. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal está há mais de duas semanas sob um verdadeiro comboio de tempestades, responsável por pelo menos 16 mortos. As sucessivas depressões levaram à declaração de situação de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia em milhares de habitações, isolaram populações e causaram inundações generalizadas. O presidente da associação ZERO, Francisco Ferreira, reconhece que nenhum país está preparado para fenómenos desta natureza e alerta para a urgência de repensar as políticas de ordenamento do território em Portugal. Portugal está há mais de duas semanas sobre um verdadeiro comboio de tempestades, responsáveis pela morte de pelo -16 pessoas. A que sez devem estes fenómenos climáticos e serão mais frequentes no futuro? Há uma circunstância particular que levou a estes comboios de tempestades a passarem sucessivamente por Portugal. O Anticiclone dos Açores encontra-se mais a sul do que é habitual e, por isso, um conjunto de frentes e depressões tem atravessado o território português, quando normalmente passam mais a norte. Isto também pode estar relacionado com a temperatura, devido ao aquecimento global: o Polo Norte está a aquecer mais rapidamente do que o Equador, e essa divisão entre a zona mais fria e o anticiclone dos Açores, essa diferença de temperaturas e essa barreira que habitualmente existe, já não está a funcionar tão bem. Assim, a zona mais fria, ou essa “barreira”, acaba por descer mais para sul. Vindo mais para sul, o anticiclone dos Açores também se posiciona mais a sul e, consequentemente, Portugal é apanhado por essas tempestades que habitualmente atingem mais o Reino Unido e a França, e não tanto estas latitudes mais baixas de Portugal e Espanha, durante o inverno. As sucessivas tempestades levaram à declaração de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia a milhares de pessoas, isolaram populações e causaram inundações generalizadas, um verdadeiro cenário de destruição. O país não está preparado para este tipo de fenómenos? Não. Note-se que nenhum país está absolutamente preparado para este tipo de fenómenos, porque as infraestruturas são sempre dimensionadas para determinada velocidade do vento e para determinada precipitação, eventualmente para um ou outro pico, e não para uma continuidade tão intensa. Outra característica que também se verificou é que estas tempestades se moveram mais lentamente e, portanto, o vento, que chegou a atingir mais de 200 quilómetros por hora nalguns locais onde foi medido, foi relativamente persistente ao longo de meia hora ou mesmo uma hora. Assim, o grau de destruição foi muito mais elevado, incluindo em várias florestas e, principalmente, em cidades, com deslizamentos de terra, quer em zonas urbanas, quer sobretudo em zonas rurais. As consequências foram, portanto, muito grandes. E irão continuar a acontecer. O que é que tem falhado nas políticas governamentais, nomeadamente de ordenamento do território? Em primeiro lugar, quando implementámos muitas destas infraestruturas, não as dimensionámos para estes eventos. Não nos preparámos para eles porque achávamos que não iriam acontecer, ou melhor, que a probabilidade de acontecerem era extremamente reduzida. Já percebemos que não é assim, porque temos um clima realmente em mudança. E esse é, eu diria, o principal factor de aprendizagem. Depois do que aconteceu, percebemos que temos de nos adaptar a um clima em mudança e, portanto, não vale a pena continuarmos a cometer os mesmos erros, ocupando zonas de arribas quando os deslizamentos de terra são cada vez mais óbvios e frequentes. Determinadas estruturas, como estradas, não estão no local certo ou não têm o tipo de construção adequado para resistirem aos movimentos de terras que ocorreram com tanta chuva. Para além disso, tivemos incêndios que levaram a uma maior erosão. As águas que correm são completamente barrentas e um recurso tão importante como o solo está a esvair-se muito mais do que devia em direcção aos oceanos. É normal termos cheias. É até importante termos grandes caudais em alguns rios e em determinados troços, porque também alimentam as praias e contribuem para a produtividade costeira. Mas aqui exagerámos, à custa da colocação de edifícios e de outras estruturas em locais vulneráveis. Temos também práticas agrícolas e florestais que aumentaram muito a vulnerabilidade do território. A floresta também foi fustigada. Que lições é que devemos tirar desta situação relativamente às espécies que estão plantadas na nossa floresta? As espécies autóctones também sofreram, mas o que é facto é que, em muitos locais, foram as monoculturas, ou seja, as plantações -quer de eucalipto quer de pinheiro -que foram pura e simplesmente derrubadas ou ficaram todas inclinadas. Portanto, temos de aprender que não podemos ter estas plantações a funcionar como uma barreira tão compacta perante o vento. Precisamos de diversificar as espécies, conciliando as autóctones com aquelas que também dão algum rendimento às populações, mesmo sendo espécies exóticas, como é o caso do eucalipto. Ou seja, no terreno, uma massa contínua de árvores já percebemos que não é solução, nem para os incêndios nem para ocorrências de vento muito forte como estas. Quais é que são as prioridades neste momento? Eu diria que há prioridades de muito curto prazo, que passam por mobilizar muitos, provavelmente alguns milhares de milhões, para lidar com os danos, quer em zonas urbanas quer em zonas rurais, consolidar terrenos e reparar muitas das construções afectadas. A rede eléctrica também foi fortemente atingida. Foram várias centenas de postes de média e alta tensão que sofreram danos. Agora, o mais importante é que, nesta reparação que vamos fazer, tenhamos em conta que este é o novo normal em que estamos a viver e que não vale a pena repetir os mesmos erros do passado. É uma conversa difícil e complicada, porque há zonas onde as pessoas tiveram inundações nas suas casas, como é o caso de Alcácer do Sal, junto ao rio Sado. Isso é algo que poderá voltar a acontecer. Portanto, se calhar temos mesmo de repensar como deve ser feita a ocupação deste tipo de zonas. Repensar a política de ordenamento do território? Sim. E, por isso, em termos de adaptação climática, note-se que todos os municípios deveriam já ter planos de acção neste domínio, bem como uma articulação à escala regional. É fundamental ter essa visão para não estarmos a fazer mais do mesmo e depois voltarmos a ter o mesmo tipo de prejuízo. Todos os investimentos que agora fizermos -desde enterrar algumas linhas eléctricas, em vez de manter linhas aéreas, até ao tipo de construção que continuamos muitas vezes a fazer em locais errados -são decisivos. Tudo isso exige um olhar já numa perspectiva de médio e longo prazo, para que, numa próxima situação, os prejuízos não sejam tão elevados. Tempestades desta natureza vão continuar a acontecer.
Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista. A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.
O bobsled brasileiro chega ao maior palco do esporte mundial, os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, sustentado por dois pilares fundamentais: experiência e resiliência. Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam mais do que a busca por resultados – são símbolos de uma modalidade construída com sacrifício, identidade e espírito coletivo. Luciana Quaresma, especial para a RFI em Milão Quando a convocação olímpica foi confirmada, Bindilatti sentiu o impacto de quem já percorreu esse caminho diversas vezes. Aos 46 anos, ele vai disputar sua sexta edição de Jogos Olímpicos, um feito raro no esporte brasileiro – ainda mais em uma modalidade de inverno. “Passa um filme na cabeça. Representar o Brasil é um prazer imenso, e ter essa oportunidade pela sexta vez é algo para poucos”, afirma. Mais do que a longevidade, chama atenção a forma como ele chega a este ciclo olímpico. Em plena alta performance, Bindilatti garante estar na melhor condição da carreira. “Eu sempre me preparei para os Jogos Olímpicos, mas especificamente para esse, chego melhor do que nos outros. Isso prova que idade é apenas um número.” Liderança dentro e fora do trenó Hoje, Bindilatti exerce um papel central no time. Ao longo dos anos, acumulou conhecimento técnico e estratégico que transformou sua função: além de atleta, tornou-se mentor das novas gerações. “Antes, até aprender como mexer no trenó, fazer ajustes, pilotar, era muito mais difícil. Hoje, pela nossa expertise, os atletas aprendem muito mais rápido. Eu consigo ajudar não só na parte física e técnica, mas também na mental”, explica. Essa liderança se reflete na formação do futuro da equipe. Um dos exemplos é Gustavo Ferreira, jovem atleta convocado para acompanhar o grupo em Milão-Cortina, já pensando no ciclo olímpico de 2030. “A ideia é ele sentir o peso de um Jogos Olímpicos agora, para chegar muito mais maduro no próximo ciclo.” Davidson: a batalha interior e a identidade brasileira Do outro lado do trenó, Davidson de Souza , conhecido como Boka, chega a mais uma Olimpíada com a bagagem de quem conhece o bobsled em seus limites físicos, mentais e emocionais. São 12 anos dedicados à modalidade, marcados por transições, quedas e reconstruções. No imaginário do atleta, a cena da largada se repete como um ritual: o corpo em tensão máxima, a explosão muscular antes da descida. “Nada está acabado”, resume. Vindo do atletismo, Davidson faz parte da geração que ajudou a construir o bobsled brasileiro a partir da migração de atletas de esportes individuais para uma modalidade coletiva, que exige precisão absoluta e confiança mútua. “O bobsled me fez crescer muito como pessoa. Conviver com o time, treinar, viajar e viver juntos ensina coisas que vão além do esporte”, afirma. Um acidente, um retorno e a vaga olímpica A classificação para Milão-Cortina carrega um peso especial para Davidson. Um ano antes da convocação, ele sofreu um grave acidente, no qual fraturou o fêmur e rompeu quatro músculos da perna. A lesão quase encerrou sua trajetória no esporte. O retorno exigiu resiliência diária, física e mental. “Foi uma trajetória gigantesca até chegar aqui.” Mesmo com passaporte canadense, Davidson não abre mão da própria identidade. “Eu sou brasileiro e vou morrer brasileiro. Representar o Brasil é uma honra imensa.” Velocidade, risco e controle mental No bobsled, as descidas podem chegar a 150 km/h. Quedas e acidentes fazem parte da modalidade, mas não interferem no foco da equipe. “O nível mental que a gente tem hoje é muito alto. Nada nos tira do foco”, garante Davidson. Treinos e competições em St. Moritz, na Suíça, consolidaram a confiança do grupo para enfrentar qualquer cenário em Cortina d'Ampezzo. Para Bindilatti, o suporte familiar é a base que sustenta a carreira. Casado e pai de duas crianças – uma filha de 7 anos e um filho de 10 –, ele admite que a distância pesa, mas é compensada pela parceria e pela tecnologia. “O que me move é o amor e o suporte da minha família. Isso me permite fazer o que me propus da melhor forma possível.” Pensando no legado, ele também idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton no Brasil, com foco no alto rendimento e no impacto social. O projeto chegou a iniciar obras em São Caetano, mas hoje aguarda recursos para ser concluído. “É uma forma de devolver tudo o que o esporte me deu, formando novos atletas e dando oportunidades.” Fora das pistas, cultura e música O bobsled também moldou a identidade de Davidson fora da pista. Artista e compositor, ele é o autor do hino do bobsled brasileiro, criado a partir das vivências com o time. A música segue presente na preparação dos atletas até hoje. “Saber que isso motiva alguém a se dedicar um pouco mais é sensacional”, diz ele. Às vésperas de Milão-Cortina 2026, Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam gerações, histórias e trajetórias distintas, unidas por um mesmo propósito: levar o Brasil ao gelo com dignidade, competitividade e identidade. Entre experiência e superação, liderança e pertencimento, o bobsled brasileiro chega à Olimpíada sustentado por atletas que transformaram um esporte improvável em projeto de vida – e em símbolo de resiliência olímpica.
Nesta edição do CBN Na Sua Casa, o assunto em destaque com a comentarista Lucy Mizael é sugestão da ouvinte Suzana. Ela pergunta. "Quero uma receita para mau cheiro no ralo do banheiro. Moro em apartamento alto, mas, de vez em quando, vem esse cheiro", questiona. Tarefa dada, a comentarista explica. Vamos às explicações!
Paola continua com o Multiverso Expresso, seu drops diário de Multiverso. Aqui ela fala sobre alguns lançamentos nos Cinemas que serão sucesso garantido.
Paola continua com o Multiverso Expresso, seu drops diário de Multiverso. Aqui ela fala sobre alguns lançamentos no streaming que teremos em breve.
Algo novo está vindo com Pr. Ricardo Capler by Pr Ricardo Capler
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa convida o ouvinte a parar e refletir sobre a chegada de 2026. Entre vida pessoal, família, trabalho, fé, futebol, política nacional e os rumos de Londrina, ele provoca perguntas diretas sobre escolhas, mudanças e responsabilidades para o novo ano. Um comentário leve pra começar o ano pensando no amanhã.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #AnoNovo #Reflexao #2026 #Londrina #Politica #Vida #PaiquereFM989 #TVP #PaiquereFMNews
Joana Amaral Dias, psicóloga e figura marcante do panorama político português, entra na corrida a Belém com o objetivo de dar voz aos que se sentem excluídos do sistema. A candidata, que disputou as eleições europeias em 2024 e as legislativas em 2025 pela Aliança Democrática Nacional, é a protagonista de hoje desta série de entrevistas, onde apresenta a sua visão para 2026 sob o lema “pão, paz e liberdade”.Nesta entrevista, exploramos o impacto do seu lema na construção de uma candidatura que se assume como unipessoal e que pretende transformar o descontentamento social em participação ativa. Questionamos como pretende resolver as fragilidades estruturais do SNS, nomeadamente na obstetrícia, qual a sua estratégia para travar a emigração jovem perante os baixos salários e a crise na habitação, e de que forma um Presidente da República pode utilizar a sua magistratura de influência para combater a corrupção e projetar a identidade de Portugal no mundo.Acompanha tudo no Youtube do E2, no Spotify da ESCSFM e em formato escrito no Website da ESCS Magazine.
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo I do Advento A | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 29 de Novembro de 2025.Isaías 2,1-5; Romanos 13,11-14 e Mateus 24,37-44.Instagram© Fred Hersch, Open Book (Palmetto Records, 2017) – And so It Goes (original de Billy Joel, 1989)© Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near FarAntónio Pedro Monteiro
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 04/11
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
Olá, torcida de Seattle! Mais um episódio do podcast Seahawks Brasil, trazendo tudo sobre a franquia de Seattle pra você! Lucas Castro e Helton comentam. Revisão da semana 7 Desempenho ataque: Mais uma noite estrelar de JSN novamente Desempenho defensivo: Linha defensiva segue brilhando e sem titulares na secundária Campanha: 5-2 em segundo na divisão e na briga por playoff Trade Deadline vindo: O que esperar ? Semana 8: Bye Week - recuperar lesionados e esperar a segunda metade da temporada Acompanhe muito mais sobre o Seattle Seahawks no X/Twitter @PodSeahawksBR Edição: Lucas CastroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Vindo de grande atuação na Indonésia, com direito à vitória - sua terceira na temporada 2025 - pela Moto2, o brasileiro Diogo Moreira foi confirmado como titular da LCR na MotoGP 2026, quando a classe rainha retorna ao País, com o GP do Brasil agendado como segunda etapa do próximo campeonato, em Goiânia. Repórteres do Motorsport.com, Erick Gabriel (@erickjornalista), Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) explicam todos os detalhes!
Devocional 2025: Tudo Para Ele (Oswald Chambers)---Adquira um exemplar para acompanhar conosco:▸ E-Book: https://a.co/d/gEO1HGZ▸ Capa comum: https://a.co/d/6QCDR1V▸ Capa dura: https://a.co/d/07C0TDj▸ Capa luxo: https://a.co/d/60F62FB
Mesmo em meio aos duros decretos de punição vindos do Senhor, a sua graça de manifesta e Ele faz promessas maravilhosas, não apenas para o povo de Judá, mas que nos trazem esperança até os dias de hoje.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 333 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/j-0OVx7tZL8
Mensagem gravada em 13/07/2025 Pastor ToninhoA Igreja: A voz de Deus na terra. Atos 21:10-13 NVI[10] Depois de passarmos ali vários dias, desceu da Judeia um profeta chamado Ágabo. [11] Vindo ao nosso encontro, tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas próprias mãos e pés, disse: “Assim diz o Espírito Santo: ‘Desta maneira os judeus amarrarão o dono deste cinto em Jerusalém e o entregarão aos gentios' ”. [12] Quando ouvimos isso, nós e o povo dali rogamos a Paulo que não subisse para Jerusalém. [13] Então Paulo respondeu: “Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”.https://bible.com/bible/129/act.21.10-13.NVIAtos 11:27-30 NVI[27] Naqueles dias alguns profetas desceram de Jerusalém para Antioquia. [28] Um deles, Ágabo, levantou-se e pelo Espírito predisse que uma grande fome sobreviria a todo o mundo romano, o que aconteceu durante o reinado de Cláudio. [29] Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judeia. [30] E o fizeram, enviando suas ofertas aos presbíteros pelas mãos de Barnabé e Saulo.https://bible.com/bible/129/act.11.27-30.NVIJoel 2:28-29 NVI[28] “E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões. [29] Até sobre os servos e as servas derramarei do meu Espírito naqueles dias.https://bible.com/bible/129/jol.2.28-29.NVIAtos 2:1-4 NVI[1] Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar. [2] De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. [3] E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. [4] Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava.https://bible.com/bible/129/act.2.1-4.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine --Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4----Culto online todos os domingos no YouTube!
Os viticultores do Douro rumam amanhã a Lisboa, exigem urgentes para travar uma crise que está a pôr em causa o futuro da produção. E da região demarcada.
Chama-se Sónia, mas no mundo artístico é conhecida como Libra. Rapper e compositora portuguesa, move-se entre o conscious RAP e o R & B, explora temas como identidade, resiliência e empoderamento feminino. Neste episódio, conta-nos o seu percurso na música, a importância das suas vivências no processo criativo e apresenta o álbum de estreia “Everyone's First Breath”. Ao vivo, podes ver a Libra em Lisboa no NOS Alive, dia 10 de julho, e no Porto no Maracujália, dia 12 de julho. Uma entrevista conduzida por Beatriz Santos e Inês Pereira, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Durante a formação estelar, milhões de objetos são lançados pelo espaço, formado por detritos até planetas inteiros, e alguns acabam cruzando ou sendo capturados por outros sistemas. Estima-se que cerca de 50 milhões desses visitantes passem pelo nosso Sistema Solar anualmente, mas só conseguimos identificar três até hoje. Entre eles, o famoso 'Oumuamua. O Vera C. Rubin, promete mudar isso, rastreando até 70 objetos interestelares por ano com precisão inédita. Afinal, cada estrela tem sua própria assinatura química. E se um desses objetos for algo construído, não criado?
O 11º Índice de Saúde Sustentável, da Nova-IMS, é o ponto de partida para uma conferência em parceria do Expresso com a ABBVIE, esta manhã no CCB, e neste episódio conversamos com o coordenador desse estudo, professor Pedro Simões Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mundinho dos realitys brasileiros movimentado! Tá vindo aí a primeira temporada do Chef de Alto Nível na Globo; The Traitors ganhará versão brasileira; The Voice vai para o SBT e segunda temporada do Drag Race Brasil chegando em breve! Falamos de tudo isso e um pouco mais! Vem ouvir para concordar - ou não - com a gente! ;)Redes Sociais: Instagram (@xtrapodcast, @ricardolscosta, @laurabaps e @antoniosabenca), Twitter: (@xtrapodcastbr, @rapidoricardo, @laurabaptista e @antoniosabenca) e BlueSky (@xtrapodcast)E-mail para contato: xtrapodcast@gmail.com
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Neste episódio do Raízes do Agro, recebemos Artur Toledo Cota, pecuarista, consultor e comunicador, para uma conversa sobre sua jornada inusitada no agronegócio. Vindo de um background urbano e com formação em biomedicina, Artur compartilha como sua visão externa e experiência em gestão e empreendedorismo foram cruciais para profissionalizar a propriedade rural de sua família. Ele aborda os desafios de lidar com a informalidade e a resistência às mudanças no campo, destacando a importância da comunicação eficaz, da estruturação empresarial das fazendas e da valorização das pessoas. Artur reforça que a organização e a eficiência são pilares para a prosperidade no setor, independentemente do tamanho da operação, e aposta no conhecimento e no esforço individual como chaves para transformar a realidade do agronegócio brasileiro. Este episódio foi gravado na Agrishow, a maior feira do agronegócio da América Latina, diretamente do estande do Grupo Piccin. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Grupo Piccin! O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Artur Toledo CotaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Raízes do Agro, recebemos Artur Toledo Cota, pecuarista, consultor e comunicador, para uma conversa sobre sua jornada inusitada no agronegócio. Vindo de um background urbano e com formação em biomedicina, Artur compartilha como sua visão externa e experiência em gestão e empreendedorismo foram cruciais para profissionalizar a propriedade rural de sua família. Ele aborda os desafios de lidar com a informalidade e a resistência às mudanças no campo, destacando a importância da comunicação eficaz, da estruturação empresarial das fazendas e da valorização das pessoas. Artur reforça que a organização e a eficiência são pilares para a prosperidade no setor, independentemente do tamanho da operação, e aposta no conhecimento e no esforço individual como chaves para transformar a realidade do agronegócio brasileiro. Este episódio foi gravado na Agrishow, a maior feira do agronegócio da América Latina, diretamente do estande do Grupo Piccin. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Grupo Piccin! O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Artur Toledo CotaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Comunidade Mamede no Banco Inter! Cashback em Uber e Ifood: http://bit.ly/4buQ6hC30 DIAS DE SALA AO VIVO INTERNACIONAL GRATUITOS - OPERE COM UM TRADER PROFISSIONAL: https://qrco.de/bg2fTlEle largou tudo. Vendeu a moto. Apostou o que tinha. E virou o jogo com disciplina, estudo e coragem. Neste episódio, conheça a jornada real de quem saiu do corre das ruas como motoboy, passou pela dureza de empreender, enfrentou a pandemia sem grana e mesmo assim não desistiu do mercado financeiro. Com humildade, estratégia e resiliência, Danilo construiu sua consistência no day trade, operando com responsabilidade e propósito.Aprenda com quem:- Usou o gráfico como ferramenta de mudança de vida- Venceu sem atalhos, sem fórmulas mágicas, apenas com trabalho duro- Transformou disciplina e foco em resultado — mesmo operando com pouco capital no começoVocê vai se ver nessa história. Porque o mercado é pra quem insiste. Não pra quem desiste.AnfitriãoVasco Mamede - Instagram: @vascomamedeTiktok: ostraderspodcastConvidado:Danilo Martins - Instagram: @danilo_timegrande - Youtube: @danilotimegrande2962
Algo novo vindo do céu - Júlia Manzoni by IDE
O nome de Michael Bloomberg se mistura com o próprio mercado financeiro. Quem tem interesse em investir em ações ou acompanha o mundo de negócios provavelmente já ouviu dele com alguma frequência. Um dos principais terminais de informações financeiras do mercado carrega seu sobrenome.Vindo de uma família de classe média, Bloomberg fez fortuna com seu sucesso como empreendedor ao montar a Bloomberg L.P., o que viabilizou o financiamento de dezenas de projetos de saúde, educação e inovação por meio de sua fundação filantrópica.Mas o mundo dos negócios não era suficiente e o empresário decidiu entrar para a política – e em grande estilo. Concorreu e ganhou três mandatos consecutivos como prefeito de Nova York, o primeiro deles meses após o ataque de 11 de setembro. Por essas razões, é a história dele que vai ser contada no episódio de hoje. Meu nome é Mari Amaro, e eu sou a roteirista e apresentadora deste episódio. E este aqui é o Do Zero ao Topo, o podcast que conta as histórias dos homens e mulheres por trás das grandes empresas do Brasil e do mundo. Mas este aqui não é um episódio tradicional. Você está ouvindo ao Do Zero ao Topo - Personalidades - a nossa edição que conta as histórias dos grandes inovadores.Para saber mais da história de Michael Bloomberg, acesse: https://www.infomoney.com.br/perfil/michael-bloomberg/
Abertura do Vietnã , visita técnica do Japão e guerra comercial EUA X China fortalecem exportações do Brasil
Abertura do Vietnã , visita técnica do Japão e guerra comercial EUA X China fortalecem exportações do Brasil
Hideo Kojima fez a sua mágica de novo: o diretor de Death Stranding 2 editou pessoalmente o trailer que revelou a data de lançamento do jogo e, surpresa, os dez minutos mostram o que há de melhor e mais sofisticado no mundo dos jogos. Esta semana também tivemos os rumores sobre a chegada de um Xbox portátil ainda em 2025 e do console da nova geração em 2027. Mas já?O Flow Games News de hoje está imperdível! Vem com a gente!
Clique aqui e conheça o Podcast Refúgio das SombrasInstagram: @refugiodassombras.cast-----Não importa o que aconteça, NÃO olhe para fora
ASSINE ANEWSLETTER DO CRITICÓPOLIS: SE INSCREVA NO PODCASTTUDO ACONTECE TANTO!Siga o XdC noInstagram |Bluesky |ThreadsNeste episódio de O X do Controle News, Guilherme Dias e PH Lutti Lippe reportam e discutem as principais notícias da semana no mundo dos games.Em pauta: o Nintendo Switch cada vez mais perto de se tornar o videogame mais vendido de todos os tempos, a EA revelando os planos para o futuro de Battlefield, a Sony dando esperanças pra malucos, um dossiê completo das tretas da Warner Bros. Games, e muito mais.MARCAÇÕES DE TEMPO(0:00:00) - Abertura(0:08:55) - Nintendo Switch ultrapassa 150 milhões em vendas(0:15:04) - EA revela plataforma de testes para o próximo Battlefield(0:22:51) - Sony derruba projetos de fãs de Bloodborne(0:30:14) - OFERECIMENTO CRITICÓPOLIS(0:33:49) - Football Manager 25 é cancelado(0:38:38) - Tretas na Warner Bros. Games(0:58:45) - Rapidinhas(1:04:19) - EncerramentoSeja apoiador |YouTube |Twitter |Instagram |Tik TokNossas plataformasContato:contato@xdocontrole.comCRÉDITOS:Apresentação: Guilherme Dias e PH Lutti LippeRoteiro: PH Lutti LippeEdição: Gabriel SalesThumbnail: Lucas G. FerreiraMusic from #Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/fass/the-streetLicense code: 9M8Q46F5MY77CTSB
Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin Twitter: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com
Vindo de Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, Felipe Kot subiu aos palcos em 2017 nas noites de Open-Mic do Season One. Considerado uma revelação do stand-up comedy com seu estilo único de contar histórias e prender a atenção da plateia, sempre prepara um final surpreendente. Seja nosso apoiador: apoia.se/esquizofrenoias
Leitura bíblica do dia: Mateus 15:12-20 Plano de leitura anual: Isaías 5-6; Efésios 1; A missão de resgate Operação Arca de Noé foi um pesadelo para a Sociedade Nassau para a prevenção da crueldade contra os animais. Após receber reclamações sobre o barulho e o cheiro terrível vindo de uma certa casa, os resgatadores entraram nesse local e removeram mais de 400 animais que sofriam maus-tratos. Talvez não tenhamos centenas de animais em condições imundas, mas Jesus disse que podemos ter ações e pensamentos maus e pecaminosos em nosso coração que precisem ser expostos e removidos. Ao ensinar aos Seus discípulos o que torna uma pessoa limpa e impura, Jesus lhes disse que não são as mãos sujas ou o que “passa pelo estômago” que contaminam uma pessoa, mas o que vem do coração maligno (Mateus 15:17-19). O mau odor do nosso coração acabará transbordando de nossa vida. Jesus citou exemplos de ações e pensamentos maus que saem “do coração” (v.19). Nenhuma quantidade de atividades e rituais religiosos externos pode limpá-lo. Precisamos de Deus para transformar o nosso coração. Permitamos que Jesus tenha acesso à miséria do nosso coração e deixemos que Ele remova o que está causando o mau odor. À medida que Cristo descobrir o que vem do nosso coração, Ele nos ajudará a alinhar as nossas palavras e ações aos Seus desejos, e o aroma de nossa vida o agradará. Por: Marvin Williams
Leitura bíblica do dia: Mateus 15:12-20 Plano de leitura anual: Isaías 5-6; Efésios 1; Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A missão de resgate Operação Arca de Noé foi um pesadelo para a Sociedade Nassau para a prevenção da crueldade contra os animais. Após receber reclamações sobre o barulho e o cheiro terrível vindo de uma certa casa, os resgatadores entraram nesse local e removeram mais de 400 animais que sofriam maus-tratos. Talvez não tenhamos centenas de animais em condições imundas, mas Jesus disse que podemos ter ações e pensamentos maus e pecaminosos em nosso coração que precisem ser expostos e removidos. Ao ensinar aos Seus discípulos o que torna uma pessoa limpa e impura, Jesus lhes disse que não são as mãos sujas ou o que “passa pelo estômago” que contaminam uma pessoa, mas o que vem do coração maligno (Mateus 15:17-19). O mau odor do nosso coração acabará transbordando de nossa vida. Jesus citou exemplos de ações e pensamentos maus que saem “do coração” (v.19). Nenhuma quantidade de atividades e rituais religiosos externos pode limpá-lo. Precisamos de Deus para transformar o nosso coração. Permitamos que Jesus tenha acesso à miséria do nosso coração e deixemos que Ele remova o que está causando o mau odor. À medida que Cristo descobrir o que vem do nosso coração, Ele nos ajudará a alinhar as nossas palavras e ações aos Seus desejos, e o aroma de nossa vida o agradará. Por: Marvin Williams
Bem-vindos de volta, queridos ouvintes! Vindo aqui fechar o mês de Julho, após muito absorver sobre essa segunda parte da terceira temporada de Bridgerton, as senhoritas Bennet e Woodhouse finalmente estão prontas para expressar seu - o título já diz tudo, certo? - descontentamento com o andar da segunda parte. Ana continua sem acreditar que a Netflix entregou um presente de aniversário meia boca... Quem mais quer rever Rainha Charlotte?
Existe um caminho e um segredo para o sucesso em 2024. Através desse desafio com toda certeza você alcançará. "Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei... dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda... não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite..." Josué 1:7,8
Por Pr. Eduardo Pena. https://bbcst.net/V8740 | João 1:29
#461 - Canções do Reino! - O Rei está Vindo - JB Carvalho by JB Carvalho