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Convidado
Legislativas em Cabo Verde: PTS defende economia azul e descentralização

Convidado

Play Episode Listen Later May 8, 2026 10:00


Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS  defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Expo Favela 2026: criadores apresentam novidades da moda circular

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 5:03


Entre os dias 27 e 29 de março, o Museu do Amanhã recebeu a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, evento que busca dar destaque a empreendedores e artistas das comunidades. No setor de moda, o reaproveitamento criativo foi protagonista, transformando o que seria lixo em peças de alto padrão. A reportagem traz as iniciativas de Anna Oliveira (@atelieannaoliv), Silvinha Oliveira (@retalhoscariocas) e Patrícia Nunes (@pathy.jeans), que provam a potência da economia circular nas periferias.Reportagem: Maria Clara TorresEdição: Thiago Kropf

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
Equipes apresentam atualizações para Miami e ordem do jogo pode mudar | EM PONTO #892

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 56:09


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre as atualizações que as equipes estão preparando nos seus carros para o GP de Miami. No segundo bloco o assunto é a McLaren, com Zak Brown bancando Stella na chefia do time, explicando a posição de Lambiase e entrevistas de Piastri e Norris. E mais: Herta explica acordo frustrado com Alpha Tauri, Wolff critica comparações entre Antonelli e Senna, Verstappen compara 5º título com Le Mans.

Cultura
Fios do agreste: irmãs Petuba apresentam arte da memória em exposição em Paris

Cultura

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 5:23


Entre tecidos, bordados e pequenas bonecas de pano, a obra das irmãs Petuba, do agreste de Alagoas, chega a Paris como um convite à travessia estética, cultural e simbólica. Em exposição no centro cultural Halle Saint-Pierre, no bairro de Montmartre, o trabalho das artistas brasileiras confronta categorias europeias como “arte bruta” e propõe um deslocamento de olhar: da racionalidade à imaginação, da padronização à singularidade, da escassez material à abundância criativa. A presença das artistas no circuito europeu nasceu de um encontro inesperado. “Toda essa exposição começa por um curador de arte bruta que visitou a nossa galeria no Rio para conhecer os trabalhos”, conta Isabela Carpena, pesquisadora e diretora da galeria carioca Nau Cultural, especializada em arte popular brasileira. O contato com o curador abriu “uma porta totalmente nova”, diz, ao colocá-los diante de conceitos “completamente diferentes dos nossos”. Foi nesse diálogo que o trabalho das irmãs Petuba chamou atenção imediata. Ainda assim, ela relativiza as classificações: “Na nossa galeria, a gente está num limite entre naïf, folk art e arte bruta, porque há várias nuances entre essas categorias”. Entre categorias europeias e identidade brasileira Se na França o enquadramento tende a passar pela arte naïf ou bruta, no Brasil a leitura é outra. “Lá a gente traz esse conceito de arte popular”, explica Felipe Pithan, que dirige a galeria junto com Carpena. “São pessoas do povo, trabalhadores, muitas vezes de locais afastados, que não passam por formação formal. É uma educação cultural transmitida dentro das comunidades.” Para ele, o trabalho das irmãs Petuba expressa algo mais profundo. “É uma arte que traz o espírito do povo mesmo.” Nos painéis, diz, estão presentes memórias das tradições artesanais do Nordeste: “Os potes de barro feitos à mão, o cordel cantado”. Mais do que representação, trata-se de um gesto de preservação. “Há uma preocupação muito grande em compartilhar e eternizar essa memória.” Essa dimensão ganha ainda mais força no contraste com o presente. “Num mundo em que tudo é acelerado e padronizado, vejo esse trabalho como um convite a valorizar outro tempo, outra forma de viver e produzir”, afirma Pithan. Do sertão à capital francesa: uma travessia estética Levar essa produção a Paris, no entanto, não é um gesto neutro para os organizadores. “Certamente é um desafio”, reconhece Felipe. “Aqui a gente vê uma cidade com cores muito similares. Quando você entra e vê esse multicolor, isso põe em xeque a própria forma como a cidade se constrói.” Ele levanta uma dúvida que atravessa a recepção da exposição: “Será que o parisiense vai entrar aqui e achar que isso é uma arte válida?” Para o pesquisador, o impacto está justamente nesse deslocamento. “A gente propõe isso como uma travessia. A pessoa tem que sair de uma margem e ir para outra.” Essa travessia também passa pela recusa de certos rótulos. “A arte delas não se vê como periferia”, afirma. “É o agreste, o Nordeste, a cultura delas no centro da imagem.” Ao fazer isso, ele acredita que o trabalho desafia “valores mais convencionais” do circuito europeu. Viagem e "apaixonamento" O encontro com as artistas foi resultado de uma longa jornada. Em 2019, pouco antes da pandemia, Isabela e Felipe percorreram mais de 8 mil quilômetros pelo Nordeste em uma Kombi, em busca de núcleos de arte popular. “As irmãs Petuba eram um sonho antigo”, lembra Isabela. “A gente conhecia o trabalho por livros.” Quando finalmente chegaram até elas, o impacto foi imediato. “Ficamos completamente apaixonados”, diz. “É um suporte totalmente singular, um trabalho autêntico, cheio de camadas e significados.” Felipe reforça que o encantamento ultrapassou a obra. “Foi um apaixonamento não só pela arte, mas pela personalidade. As três são figuras únicas. Vai demorar para nascer outras iguais.”  Técnica, memória e invenção A singularidade do trabalho começa pelo processo criativo. “Elas são muito intuitivas, não planejam”, explica Isabela Carpena. “Vão construindo a paisagem a partir do encontro com os materiais.” Os tecidos variam – seda, brim, malha – e recebem bordados que “pontilham” as imagens. Um dos elementos mais marcantes são as pequenas bonecas de pano, que criam relevo nas obras, segundo a também pesquisadora de arte popular brasileira. “Elas têm uma conexão direta com a vida das artistas, porque a mãe produzia essas bonecas e elas brincavam com elas”, diz Isabela. “Os quadros têm muitas camadas de memória.” Essa memória aparece tanto no conteúdo quanto na técnica. “A própria forma como elas inventaram essa estética já é uma composição de memórias”, afirma. Arte como resistência e imaginação Do ponto de vista técnico, Felipe Pithan descreve o trabalho como “costuras aplicadas”, feitas a partir de retalhos. Mas insiste que o essencial está em outro lugar. “A imagem é sempre aquilo que elas querem. Elas não se submetem a outros imaginários.” Esse imaginário é profundamente enraizado no território. “É o Nordeste, o agreste, esse emaranhado cultural formado por mouros, ibéricos, ciganos, povos originários e afrodiáspóricos”, explica. “O agreste é uma encruzilhada cultural.” Nesse sentido, a obra das irmãs Petuba também é política, segundo os diretores da Nau Cultural. “É um projeto que combate o apagamento dessas narrativas”, afirma Felipe. “Uma fronte contra um mundo de desencantamento.” Ao revisitar a memória pela arte, ele conclui, o trabalho transforma o documental em algo vivo: “ganha ares de ficção, é renovado pela imaginação”. "Reencantamento" Para a Nau Cultural, levar esse trabalho ao exterior também é um gesto consciente. “A gente tem uma pegada decolonial ao fazer uma exposição assim, de trazer essa arte viva brasileira”, diz Isabela. “É o que move o nosso trabalho.” Ela vê nesse movimento uma resposta histórica. “Todo esse processo colonial apagou, maltratou, tirou o poder de muitos povos. Agora é o momento de trazer esses povos de volta. Esses frutos rebrotaram – parecia que a árvore tinha morrido, mas não morreu.” No caso das irmãs Petuba, esse gesto aparece na própria obra. “O trabalho delas é um manifesto decolonial”, afirma. “A região onde vivem ficou muito mais tempo isolada da globalização. A modernidade chegou tarde, e ainda está chegando lentamente.” Isso permitiu a preservação de múltiplas matrizes culturais. “A gente consegue enxergar ali um Brasil pré-colonial, até medieval”, diz. “É um grande caldeirão cultural que o Nordeste representa, uma realidade singular, de outro tempo.” Felipe Pithan recorre a um poema para sintetizar essa perspectiva. Ele cita Nego Bispo: “Quando nós falamos tagarelando e escrevemos mal ortografado, quando nós cantamos desafinando e dançamos descompassado, quando nós estamos borrando e desenhamos enviesado, não é porque estamos errando, é porque não fomos colonizados.”

RW notícias - fique sempre bem informado
Trinta por cento das câmeras de PM's do Rio apresentam falhas

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 2:36


Segundo levantamento da própria corporação, de janeiro de 2025 a janeiro de 2026, 4 mil e 700 das 15 e 300 câmeras apresentaram falta de gravações.

Artes
Katia Guerreiro: "Quero dar asas à minha criatividade, porque preciso muito dela para ser feliz"

Artes

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 28:58


No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!

Sou Futebolês
#1066 - REFORÇOS SE APRESENTAM | NADA DE FOLGA NO LEÃO | 17/02/2025

Sou Futebolês

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 54:19


Jussie Cunha, Renato Manso e Caio Costa falam sobre TUDO do futebol cearense e MUITO MAIS. Anderson Azevedo nas reportagens.

Ideias Feitas
PSD e PS apresentam: "PIDE: O Regresso"

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 6:06


Alberto Gonçalves comenta o diploma que impede o acesso de menores de 16 às redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: Em acareação, dono do Master e ex-presidente do BRB apresentam versões diferentes sobre venda de carteiras; Toffoli admite possibilidade de caso sair do STF

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 5:28


O ministro Dias Toffoli se manifestou publicamente sobre o caso Master, admitiu a possibilidade de enviar o processo para a primeira instância e afirmou que vai tomar essa decisão depois das investigações. Toffoli retirou o sigilo dos vídeos com os depoimentos à Polícia Federal. Num dos trechos, Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB apresentaram versões divergentes sobre as carteiras vendidas ao Banco de Brasília. O Banco Central faz uma investigação interna para apurar o caso Master. Um comandante de Israel afirmou que 70 mil palestinos foram mortos durante a guerra em Gaza. Chegou ao Rio Lucas Paquetá, a contratação mais cara da história do futebol brasileiro. Astrônomos descobriram um planeta do tamanho da Terra e potencialmente habitável; ele tem um nome difícil e ficava a 146 anos-luz de distância.

Fica a Dica
Fica a Dica - Nando Reis e Paula Toller apresentam Festival da Flor

Fica a Dica

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 1:21


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Notícias MP
MPAC e parceiros apresentam resultados de projeto voltado à redução de suspensões cirúrgicas

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 1:30


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Saúde, participou, na manhã desta terça-feira, 9, na Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), de uma coletiva de imprensa para apresentação das medidas e dos resultados alcançados com o Projeto SUS – Tempo é Vida.

Noticiário Nacional
2h Presidenciais. Dois candidatos excluídos apresentam queixa

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 8:42


Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja e milho verão apresentam bom desenvolvimento em Santa Catarina

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 5:08


Áreas do cereal já estão pendoando e plantio da oleaginosa estava sendo finalizado na resteva de trigo

Nutrição, exercício e saúde
Estratégias de Jejum para Emagrecimento e Performance: Funcionam?

Nutrição, exercício e saúde

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 18:42


Continuamos com a Dra. Mayara Ferrari, Nutricionista da Clínica MOVE, para conversar sobre as estratégias de jejum para emagrecimento e performance. Será que elas funcionam? Apresentam algum risco? Qual o benefício esperado? Quem pode ou não se submeter a ele?Não perca esse episódio incrível desse podcast, que é uma realização da Clínica MOVE!#jejum #emagrecimento #menopause #drapatriciacamposferraz #nutricaoexercicioesaude #nutripatriciacampos #clinica_move #nutricionista #ciclismo

Radioagência
Especialistas em crimes virtuais contra crianças e adolescentes apresentam sugestões para melhorar o combate a esses abusos

Radioagência

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025


Jornal Seara
VEREADORES APRESENTAM PROJETO PARA RESTABELECER SESSÕES PRESENCIAIS

Jornal Seara

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 113:12


Vereadores apresentam projeto para restabelecer sessões presenciais; criminosos cearenses foram alvos em megaoperação no Rio de Janeiro; professor contratado para aplicação de prova é preso por assediar aluno de 15 anos.

Resumão Diário
JN: Lula diz que Brasil e EUA devem fechar 'um bom acordo'; defesas dos réus do núcleo crucial da trama golpista apresentam recursos

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 5:16


O presidente Lula fez um balanço do encontro com Donald Trump e afirmou que os dois países devem fechar um bom acordo. Já o americano disse que não sabe se algo vai acontecer. Depois da vitória política na eleição parlamentar, o presidente argentino Javier Milei anunciou que vai negociar reformas com governadores. As defesas dos réus do núcleo crucial da trama golpista apresentaram recursos à condenação na Primeira Turma do STF. Bancos adotaram regras mais rigorosas para impedir fraudes e golpes e devem identificar e fechar contas suspeitas. Esperança e meio ambiente: na estreia de uma série de reportagens, nossos repórteres visitaram fazendas que estão reflorestando trechos da Mata Atlântica e a aldeia indígena que está renascendo junto com a floresta.

Radioagência
Participantes apresentam sugestões para garantir direitos de criança e adolescentes em evento na Câmara

Radioagência

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025


Radioagência
Representantes das organizações dos direitos humanos apresentam dados sobre a Violência contra defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil

Radioagência

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025


Volta ao mundo em 180 segundos
30/09: Trump e Netanyahu apresentam plano de paz para Gaza | Maduro prepara estado de exceção contra ataque dos EUA | No Marrocos, jovens lideram protestos contra corrupção e má gestão do governo

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 6:21


Plano de paz para Gaza prevê cessar-fogo imediato, libertação de reféns em até 72 horas, soltura de quase 2 milprisioneiros palestinos, destruição da infraestrutura do Hamas e envio de uma força internacional para garantir a segurança em Gaza. E mais:- Em protestos no fim de semana, jovens marroquinos pedem melhores serviços públicos, investimentos em saúde e educação e o fim da corrupção- Poderes especiais daria a Maduro a chance de mobilizar tropas, controlar gastos fora do orçamento, ocupar instalações estratégicas como petroquímicas e até fechar fronteiras- Nova proposta da Lei dos Estrangeiros prevê que imigrantes podem solicitar a vinda de cônjuges e filhos após um ano de residência legal, em vez de dois. Em casos com filhos menores, o direito é imediato Vote no Mundo em 180 Segundos clicando aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Noticiário Nacional
23h Plano de paz para Gaza: EUA apresentam 20 pontos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 9:45


JORNAL DA RECORD
03/09/2025 | 4ª Edição: Advogados de Bolsonaro e de três ex-ministros apresentam defesas no segundo dia de julgamento no STF

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 12:53


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Comitiva com mais de 100 empresários participa de encontros nos Estados Unidos para discutir tarifaço. Mais da metade da população acha que a corrupção é o maior problema do Brasil e que o governo Lula faz um combate melhor do que o governo Bolsonaro fez. O presidente americano Donald Trump pediu à Suprema Corte que mantenha as tarifas de emergência, depois de duas derrotas em tribunais inferiores. A comissão europeia apresentou a versão final do acordo comercial com o Mercosul. E ainda: O Banco Central rejeitou a compra de 58% do capital total do Banco Master pelo Banco de Brasília, o BRB.

Radioagência
Debatedores apresentam sugestões a projeto que traz diretrizes para provas digitais em investigações

Radioagência

Play Episode Listen Later Jul 8, 2025


ONU News
Brasil e Espanha apresentam, em conferência da ONU, proposta de “taxação dos super ricos"

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 1, 2025 3:37


Iniciativa quer cobrar mais transparência e responsabilidade do 1% mais rico do mundo, que detém mais riqueza que 95% de toda a população mundial; objetivo é combater desigualdade crescente no mundo; secretário-geral assistente da ONU comenta compromissos assumidos em conferência sobre financiamento. 

Jorge Borges
O Império Português: Uma Jornada Global Interativa

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jun 22, 2025 6:03


As fontes fornecem uma visão abrangente do Império Português, descrevendo-o como o primeiro e mais duradouro império verdadeiramente global, que existiu de 1415 a 1999. Explorando as nove principais ex-colónias, os textos detalham as suas contribuições económicas, culturais e estratégicas para a riqueza e influência de Portugal. Apresentam a cronologia das independências, desde o Brasil em 1822 até à descolonização africana nos anos 70 e Macau em 1999. Por fim, salientam o legado contemporâneo do império, manifestado na língua portuguesa e na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Radioagência
Representantes de servidores e do setor privado apresentam sugestões para a reforma administrativa

Radioagência

Play Episode Listen Later Jun 17, 2025


Love the Problem
Ep. 250 - Design Organizacional: Foco na estrutura ou foco em resultado?

Love the Problem

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 41:55


Neste episódio Flor, Lucas, Raphael e Carlos (CFC) discutem a falha de transformar empresas pelo organograma sem resolver dores reais do cliente. Frequentemente, buscam um "desenho perfeito" sem clareza do problema.Apresentam-se quatro orientações organizacionais: especialização, produto/serviço, jornada do cliente e propósito. Sinais de mudanças equivocadas incluem pressão externa, resistência em repensar papéis, ou paixão por soluções (IA) sem estrutura adequada....Design organizacional vai além de mover pessoas, abrangendo cultura, governança e estratégia. Transformações bem-sucedidas exigem liderança engajada e resultados claros. Se interessou?Solta o Play!

Rádio PT
BOLETIM | Candidatos à presidência do PT apresentam propostas em primeiro debate

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 5:33


Edinho Silva, Romênio Pereira, Rui Falcão e Valter Pomar apresentaram suas ideias,  responderam questionamentos sobre suas ações caso sejam eleitos e levaram até os militantes suas pretensões em relação a gestão, alinhamento com o governo Lula e ações para combater a extrema direita. Sonoras:

O Antagonista
Deputados apresentam nova versão do PL da Anistia

O Antagonista

Play Episode Listen Later May 27, 2025 15:06


Aliados de Jair Bolsonaro acreditam que novo texto será mais fácil de ser acatado em plenário.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.    Não espere mais, assine agora e garanta 2 anos com 30% OFF - últimos dias.   2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30 Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora:  meio-dia ( https://bit.ly/promo2anos-meiodia)   (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção válida só até o dia 31/05 

A Incubadora
#055 - Episódio 55: Journal Club 35 - Especial Cuidado Canguru

A Incubadora

Play Episode Listen Later May 25, 2025 60:51


Send us a text Evidências científicas sobre o cuidado canguruNeste episódio especial do Podcast A Incubadora, as apresentadoras Mariana e Marôla trazem uma revisão das evidências científicas mais recentes que sustentam o cuidado canguru como uma intervenção essencial e baseada em evidências no cuidado ao recém-nascido prematuro ou de baixo peso. Apresentam recomendações globais, efeitos fisiológicos, impacto sobre a sobrevivência e a robustez das evidências reunidas em revisões sistemáticas e meta-análises.Se você atua na neonatologia e quer compreender o embasamento científico por trás dessa prática transformadora, este episódio é para você!Links para os artigos:New World Health Organization recommendations for care of preterm or low birth weight infants: health policy https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37753445/Immediate “Kangaroo Mother Care” and Survival of Infants with Low Birth Weight  https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2026486The effects of kangaroo mother care on physiological parameters of premature neonates in neonatal intensive care unit: A systematic review https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37149436/Kangaroo mother care for preterm or low birth weight infants: a systematic review and meta-analysis https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37277198/#cuidadocanguru #prematuridade #neonatologia #podcastneonatal #mãecanguru #contatopeleapele  Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org

Radioagência
Governos apresentam balanço de ações pós-tragédia no RS, em meio a contestações de empresários

Radioagência

Play Episode Listen Later May 7, 2025


Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Tempo e Memória em Marcel Proust. Oiça aqui o quarto episódio do podcast Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Apr 16, 2025 54:59


Neste episódio sobre o tempo e a memória em Marcel Proust, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira revoltam-se contra certos urinóis, examinam a representação do vomitado na arte medieval e celebram a popularidade da expectoração lusitana no estrangeiro. Apresentam argumentos irrefutáveis que põem em causa tanto a sabedoria do rei Salomão como a de Cristóvão Colombo. Penitenciam-se por tratarem o ChatGPT com rispidez e depois comparam o segundo filme do Top Gun com o primeiro filme do Top Gun. No fim, recordam um sketch em que o Messias experimenta vários recursos estilísticos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SOMMA Insight
Bolsas apresentam novo dia de perdas. Mercados elevam as chances de um recessão global esse ano. China anuncia tarifas de retaliação aos EUA.

SOMMA Insight

Play Episode Listen Later Apr 4, 2025 7:36


Bolsas apresentam novo dia de perdas. Mercados elevam as chances de um recessão global esse ano. China anuncia tarifas de retaliação aos EUA.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Regiões brasileiras apresentam condições diferentes para o desenvolvimento da soja

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 6, 2025 43:15


Lavouras em Ipiranga do Norte/MT e Guarda-Mor/MG têm boas chuvas e desenvolvimento positivo, região de Campo Mourão/PR apresenta condições distintas na soja e Tapes/RS tem áreas com perdas por granizo e outras com seca prejudicando

O Antagonista
Eleições 2024: Rio de Janeiro e Belo Horizonte apresentam estabilidade em pesquisa

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 18, 2024 15:13


Segundo o levantamento, o prefeito Eduardo Paes (PSD) ainda lidera a corrida eleitoral na capital fluminense com folga, com 57% das intenções de voto, mas sua vantagem diminuiu. Ramagem aparece com 18%, seguido por Tarcísio Motta (PSOL), com 4%.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo.  Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa  Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.  Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.   https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...   Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Noticiário Nacional
9h Pessoas apresentam cada vez menos queixas à PSP, diz sindicato

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 23, 2024 13:46


LivresCast
TAXAÇÃO DE IMPORTADOS, “PRIVATIZAÇÃO” DAS PRAIAS E MAIS | LivresCast

LivresCast

Play Episode Listen Later Jun 7, 2024 45:51


A nova temporada do LivresCast chegou… E já desmentindo fake news. No episódio dessa semana, explicamos a verdade por trás da PEC que “privatiza” as praias, falamos sobre os bastidores da aprovação no Senado da taxação de compras internacionais de até US$ 50, e muito mais. Apresentam esta edição: – Mano Ferreira, jornalista e diretor […]

Resumão Diário
JN: Trump ataca Biden e juiz após condenação; EUA e Israel apresentam proposta de cessar-fogo em Gaza

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 1, 2024 5:21


O dia seguinte de um julgamento histórico. Em um discurso com jeito de campanha e sem apresentar provas, o ex-presidente americano Donald Trump questionou a condenação e atacou o rival dele nas eleições de novembro, Joe Biden. Israel e Estados Unidos apresentaram uma nova proposta de acordo de paz para a faixa de Gaza. No Rio Grande do Sul, bombas de alta capacidade começaram drenar a água no Aeroporto Salgado Filho. E o jogador da seleção Lucas Paquetá comentou a denúncia por suposto envolvimento com apostas esportivas na Inglaterra.

Noticiário Nacional
07h. Arranca hoje a nova legislatura e deputados apresentam-se

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 26, 2024 14:36


Rádio Gaúcha
Timeline Gaúcha - 20/12/2023

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Dec 20, 2023 41:39


Pedro Verissimo e Marmota Jazz (Leonardo Bittencourt no piano e André Mendonça no baixo) // Apresentam show especial de Natal nesta sexta-feira em Porto Alegre ... Ator e criador do perfil Malhassaum, Dig Verardi, fala da apresentação de Uma Comédia Irréverentchy no POA Comedy Club, vida no RJ e sucesso nas redes

Rádio Gaúcha
Ator e criador do perfil Malhassaum, Dig Verardi - 20/12/2023

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Dec 20, 2023 32:25


Ator e criador do perfil Malhassaum, Dig Verardi. Fala da apresentação de Uma Comédia Irréverentchy no POA Comedy Club, vida no RJ e sucesso nas redes /// Pedro Verissimo e Marmota Jazz (Leonardo Bittencourt no piano e André Mendonça no baixo) Apresentam show especial de Natal nesta sexta-feira em Porto Alegre

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
Os chefs do futuro apresentam-se no dia em que a Adivinha da Joana fala de comida

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Nov 3, 2023 22:19


O Antagonista
Parlamentares da CPI apresentam notícia crime contra Lawand

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 4, 2023 1:35


Ser Antagonista é fiscalizar o poder.  Aqui você encontra, em nossos programas, os bastidores do poder e análises exclusivas.  Assine o combo O Antagonista + Crusoé  https://bit.ly/assineoantagonista Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail:  assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site:  https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Colunistas Eldorado Estadão
Põe na Conta: Deputados apresentam diretrizes da Reforma Tributária

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jun 7, 2023 14:06


Adriana Fernandes repercute os principais acontecimentos econômicos na coluna Põe na Conta, no Jornal Eldorado, de 2ª, 4ª e 6ª, às 7h35.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DIÁRIO DE BORDO
#437 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Mariana Jaspe

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 30:26


Aqui segue a nossa série de episódios sobre a série Flordelis - Questiona ou Adora com Mariana Jaspe

DIÁRIO DE BORDO
#436 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Gustavo Mello e Adriana Gaspar

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 30:58


Aqui segue a nossa série de episódios sobre a série Flordelis - Questiona ou Adora com Gustavo Mello e Adriana Gaspar

DIÁRIO DE BORDO
#431 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Mabê Bonafé e Pathy dos Reis

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 35:58


Aqui segue a nossa série de episódios sobre o documentário do Globoplay: Flordelis - Questiona ou Adora. Hoje, recebendo Mabê Bonafé e Pathy dos Reis

DIÁRIO DE BORDO
#432 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Leila Germano

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 26:42


Aqui segue a nossa série de episódios sobre o documentário do Globoplay: Flordelis - Questiona ou Adora. Hoje, recebendo Leila Germano

DIÁRIO DE BORDO
#425 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Thiago Prado e Carolina Heringer

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 44:13


Chegou o dia de divulgar o nosso projeto especial: estamos fazendo o novo podcast do Globoplay que acompanha a docusérie Flordelis - Questiona ou Adora. Recebemos muita gente legal e importante pro caso. Nessa Sexta-feira, temos a presença de Thiago Prado e Carolina Heringer, do Jornal O Globo

DIÁRIO DE BORDO
#426 - Diário de Bordo e Globoplay apresentam: Flordelis - Questiona ou Adora | com Tchulim

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 29:38


Aqui segue a nossa série de episódios sobre a docusérie do Globoplay Flordelis - Questiona ou Adora. Hoje, recebendo nossa grande amiga Tchulim pra um papo super importante.