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João Costa (PS) desvaloriza sondagens e pede mobilização dos eleitores. Já Patrícia Almeida (Chega) diz que o crescimento de Ventura vem da proximidade às populações afetadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com o país entre cheias e dúvidas, a campanha arrasta-se. Governo falha na mensagem, candidatos medem forças e eleitores bocejam: entre abstenção e protesto, a decisão pode fugir às previsões.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa semana e meia, a vantagem de António José Seguro para André Ventura caiu de 40 para 34 pontos percentuais, nada que pareça, porém, colocar em causa a vitória do antigo líder socialista no próximo domingo. A sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica para o PÚBLICO, RTP e Antena 1, atribui 67% das intenções de voto a Seguro e 33% a Ventura — o primeiro perde três pontos e o segundo sobe outros três face ao inquérito divulgado a 23 de Janeiro. A análise à última sondagem antes das eleições presidenciais é feita no Soundbite por Ana Sá Lopes e Helena Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira volta das eleições presidenciais confirmou tendências que vinham a ser ensaiadas nas legislativas, mas libertaram-nas de uma disciplina partidária que parece cada vez mais artificial. O que saiu da primeira volta foi uma fragmentação da direita, voto útil à esquerda, normalização da extrema-direita e um eleitorado cada vez mais solto, mais tardio nas decisões e menos fiel às siglas. Pela primeira vez em cinquenta anos, os candidatos apoiados por PS e PSD não chegam a conquistar metade do eleitorado. O centro político, que durante décadas estruturou a democracia portuguesa, já não organiza o voto como organizava. A direita estilhaçou-se, o PSD perdeu capacidade de hegemonia no seu próprio campo, o Chega deixou de ser tabu para uma parte relevante do eleitorado conservador e o espaço político do PS surge, para muitos, menos como projeto político do que como garante de estabilidade. Outras coisas mostram-se mais estáveis do que se pensava: ser socialista não é, final, estigma eterno e a independência partidária não chega para ganhar eleições. Para perceber o que mudou na sociologia do voto, no sistema partidário e nos próprios limites da análise eleitoral, conversamos com Pedro Magalhães, uma visita assídua do Perguntar Não Ofende, nos balanços eleitorais. Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, doutorado pela Ohio State University, antigo diretor do Centro de Sondagens da Universidade Católica, tem estudado ao longo das últimas décadas o comportamento eleitoral, opinião pública e sistemas políticos comparado e é uma das vozes mais consistentes na leitura dos ciclos políticos portugueses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Abrunhosa (PS) diz que António José Seguro vai ser o mais prejudicado se houver subida da abstenção. Patrícia Almeida (Chega) antevê que André Ventura tenha pelo menos 30% dos votos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pela primeira vez em muitos anos de programa, o 'Expresso da Meia-Noite' é sobre uma segunda volta nas presidenciais. Depois de António José Seguro não conseguir reunir a maioria dos votos necessária para assegurar a presidência, dia 8 de fevereiro os portugueses voltam às urnas para escolher entre o candidato socialista e André Ventura. Mas, antes de se tomar a decisão, temos ainda um debate único entre os dois candidatos, em simultâneo nas três televisões SIC, RTP e TV, e dez dias de campanha eleitoral pela frente. Neste episódio, vamos discutir se já está tudo decidido, se a campanha ainda pode mudar muita coisa, se a abstenção vai ou não vai ser maior e como é que se vão cruzar os eleitores numa eleição que era não é completamente surpreendente, mas que há uns meses ninguém achava que seria o desfecho da primeira volta. Para nos prepararmos para a segunda volta, convidámos Teresa Nogueira Pinto, professora de Ciência Política, Pedro Gomes Sanches, comentador da SIC, António Gomes, diretor geral da GfK e o Miguel Guedes, consultor de comunicação. A moderação foi de Ricardo Costa e Ângela Silva. Ouça aqui o programa em podcast, transmitido a 24 de janeiro na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa segunda volta que opõe o socialismo democrático ao "trumpismo" antiglobalista, parecem restar poucas dúvidas sobre para que lado pende a larga maioria do eleitorado, havendo nesta fase apenas 5% de indecisos. A sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica aponta para uma vitória clara de António José Seguro, com 70% das intenções de voto, na segunda volta das presidenciais, mais do dobro dos 30% estimados para André Ventura. Se Seguro atingir o patamar dos 70%, poderá bater o recorde percentual alguma vez alcançado em presidenciais: os 70,4% com que, numa primeira volta disputada por quatro candidatos, Mário Soares foi reeleito para um segundo mandato em Belém, bem como os mais de 60% registados por Marcelo Rebelo de Sousa em 2021.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os eleitores estão indecisos, depois de uma campanha em as sondagens ditaram as mudanças de estratégia dos candidatos. Numa altura em que a Europa está muito frágil, que desafios enfrentará o novo PR?See omnystudio.com/listener for privacy information.
André Ventura em primeiro ou em segundo lugar e Gouveia a Melo está a afundar-se lentamente. Marques Mendes recebe balão de oxigénio e Seguro percebe que tudo muda de o dia para o outro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tudo está dividido, mas uma campanha sem sondagens na última semana seria regressar à idade da pedra. Seguro vai subindo pouco a pouco e está em condições de ir à segunda volta. Foi arte do candidato?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os candidatos perdem o bom senso e optam por ataques pessoais e pela luta na lama para se distanciarem dos seus opositores. E a acusação de assédio sexual destruiu a candidatura de Cotrim?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As sondagens mudam os votos? A rua já não serve de barómetro? Os anti-sistema perderam mesmo fôlego? Cotrim anulou o seu momento com a contradição de segunda-feira? A primeira volta das presidenciais estão à beira do fim com cinco candidatos e nervos à flor da pele.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estarão ou não as sondagens a influenciar o voto e a fabricar vencedores e derrotados?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tido, durante muito tempo, como um sólido candidato a vencer as presidenciais, foi da euforia à depressão em poucos dias. Mas continua a acreditar que é possível e fala sobre o que tem sentido na rua.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com o dia de eleições a chegar, é obviamente tempo de pôr fato e gravata. Pedro recebe mais uma vez o jornalista relaxado João Marinheiro para debaterem os tempos de hoje em dia: o desconforto de usar fato, irritação com vídeos de AI, a captura de Maduro, o despedimento de Amorim, o relapso de Nuno Markl e as eleições mais loucas dos últimos anos em Portugal.(00:00) Intro(00:23) Fazer podcast de facto(00:58) É ok não cumprir dress code em casamentos?(04:08) PTM continua a dar o pulo(05:20) Sensação de que o tempo está a passar demasiado rápido(07:49) Recordar ida de PTM a CNN(08:58) Despedimento de Ruben Amorim(12:55) Para onde irá Ruben Amorim?(14:16) Captura de Nicolas Maduro(18:44) Análise de fotografia do momento de captura de Maduro(21:10) Vídeos em AI irritam João Marinheiro(25:59) Markl faz 20 posts após anunciar detox digital(36:23) Boletins de voto com candidatos excluídos(41:11) Campanhas eleitorais(42:32) O efeito das sondagens e a sua fiabilidade(48:31) Previsões de Marinheiro para a 2ª volta(49:47) Como acompanhar todos os debates eleitorais?(52:54) Votómetro Presidenciais 2026(57:13) Presença dos candidatos no TikTok(01:02:20) Altura de Luís Marques Mendes condiciona?(01:06:33) Moderar debates eleitorais(01:07:20) Sondagens e não saber no que votar(01:09:53) Carlos Daniel, melhor jornalista em Portugal(01:11:38) Candidatos que não têm o que é preciso(01:18:11) Marinheiro usa aliança de casamento na mão direita(01:19:23) Presença dos media no TikTok e YouTube(01:22:58) Resoluções de ano novo(01:23:38) Contexto para PTM regressar à CNN(01:27:04) Transição de ask para watch.tm(01:30:12) Previsões para as presidenciais
A uma semana do desfecho das eleições presidenciais em Portugal, o cenário político revela-se inédito e imprevisível. Neste episódio do Expresso da Meia-Noite, António Gomes, diretor-geral da GFK Metris, Maria João Avillez e Miguel Morgado, comentadores SIC, e Henrique Monteiro, jornalista e ex-diretor do Expresso, reúnem-se para uma análise detalhada das dinâmicas eleitorais, estratégias de campanha e desafios enfrentados pelos principais candidatos. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Picoto (Pitagórica), António Gomes (GfK Metris), António Salvador (Intercampus) e João António (Cesop / Católica) foram os convidados especiais desta Vichyssoise a meio da corrida para BelémSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a entrada na campanha, e com todos os debates já realizados, as sondagens confirmam que há cinco candidatos para as duas vagas da segunda volta. Sobram várias perguntas que só terão resposta no dia 18 de Janeiro: a má performance de Gouveia e Melo nos debates terá sido suficiente para o tirar da segunda volta? A suspeição sobre a facilitação de negócios na Abreu terá prejudicado irremediavelmente as hipóteses de Marques Mendes? A arte de não se comprometer pode levar António José Seguro às urnas a 8 de fevereiro? O ar leve e solto de Cotrim de Figueiredo pode fazer dele a estrela da primeira volta? A capacidade de levar os fiéis do Chega a todas as peregrinações vai levar Ventura à segunda volta? Neste episódio, conversamos com a jornalista e comentadora da SIC Angela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em vez de desvalorizar a sondagem que o põe em quinto lugar, Marques Mendes afirmou: "Se houver grande dispersão corro o risco de perder". E alguém quer ser o advogado de José Sócrates?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Linhas Vermelhas, Cecília Meireles e Miguel Prata Roque analisam os debates presidenciais, destacando a importância do confronto de ideias e a forma como os candidatos apresentam as suas propostas ao eleitorado. Discutem a influência dos debates na formação da opinião pública e os desafios enfrentados pelos candidatos na comunicação das suas mensagens. Ambos sublinham a necessidade de clareza, transparência e substância nas intervenções, alertando para os limites do formato atual e a urgência de promover debates mais informativos e construtivos para o fortalecimento da democracia. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dez militares da GNR, um agente da PSP e vários civis foram detidos na terça-feira, suspeitos de escravizarem e explorarem o trabalho de imigrantes ilegais. A maioria dos suspeitos manteve-se em silêncio no tribunal. O Governo vai criar uma Comissão de Combate à Fraude no SNS e escolheu o juiz Carlos Alexandre para a liderar. Numa sondagem do ICS/ISCTE feita para o Expresso e a SIC, Henrique Gouveia e Melo e André Ventura surgem como os favoritos a passar à segunda volta nas eleições presidenciais. Marques Mendes surgem em terceiro lugar, mas em empate técnico com os outros dois candidatos, numa altura em que ainda há uma grande percentagem de indecisos. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 27 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A polémica em torno da mais recente sondagem com acusações de enviesamento, dúvidas sobre tendências e a análise de quem interpreta melhor o clima político do país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público andou a escutar António Costa durante dois anos e não notificou o tribunal. Soube-se agora, cinco anos depois, que parte destas escutas já deviam ter sido validadas. Esta semana, no podcast 'Eixo do Mal', o MP que volta a atacar, as escolhas e companhias de Cristiano Ronaldo e, para terminar, tudo o que os debates e sondagens nos dizem sobre a escolha dos portugueses para o futuro Presidente da República. Ouça aqui os comentários de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes aos temas que marcam a atualidade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todos os políticos desvalorizam as sondagens que não lhes são muito favoráveis, mas a verdade é que elas valem alguma coisa. E, afinal, isto é ou não é o Bangladesh?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cristina Rodrigues (CH) está confiante de que André Ventura chega à 2ª volta. Jorge Miguel Teixeira (IL) aposta fichas nos indecisos. Bernardino Soares (PCP) relativiza resultados das sondagens.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duarte Marques diz que não se pode pôr em causa a independência de Marques Mendes. Carlos Carreiras recusa "piscar de olhos" de Gouveia e Melo à esquerda. Álvaro Beleza entende que Seguro pode ser PR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À porta das eleições autárquicas, as sondagens indicam que várias das principais Câmaras Municipais vão ser muito disputadas. O PS luta para manter a Associação Nacional de Municípios, o PSD procura ultrapassar os socialistas e é previsível que o Chega consiga estabelecer-se em vários pontos do país. Os resultados podem obrigar que linhas vermelhas sejam quebradas, para que a governação autárquica não fique paralisada. Vão PS e Chega ter de se aceitar em alguns municípios do país? O PCP vai conseguir manter a sua implementação autárquica? No Expresso da Meia-Noite em podcast, Ângela Silva e Bernardo Ferrão recebem António Gomes, diretor-geral da GfK Metris, os comentadores SIC Nuno Ramos de Almeida e Miguel Morgado e o diretor-adjunto do Expresso David Dinis. O programa foi emitido na SIC Notícias a 10 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sem grandes surpresas, a vitória na corrida autárquica pela Câmara do Porto será decidida entre o ex-ministro social-democrata Pedro Duarte e o antigo ministro socialista Manuel Pizarro, que surgem taco a taco na sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop), ainda que com uma muito ligeira vantagem do candidato da coligação “O Porto Somos Nós” (PSD/CDS/IL). De resto, além de não se perspectivar qualquer maioria absoluta de uma só candidatura, apenas o Chega tem eleição garantida. Neste Soundbite Série Autárquicas 2025, a análise de Ana Sá Lopes e Helena Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os debates arrancaram, as sondagens prometem lutas disputadas. Neste episódio, analisamos o arranque da última eleição do ano — que se multiplica por 308 concelhos. Houve debate com os candidatos ao Porto, também já em Lisboa. As sondagens publicadas em Lisboa, Porto, Sintra, Faro, mas também em Gaia e Setúbal indicam vantagens curtas e algumas possíveis surpresas. A dias do arranque da campanha oficial, fazemos um ponto de situação. Com Eunice Lourenço, Paula Varela e Margarida Coutinho e moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
André Ventura deve ser escolhido, nesta sexta-feira, como candidato com o apoio do Chega às presidenciais. Isto acontece no mesmo dia em que o Diário de Notícias dá, pela primeira vez, um partido que não o PSD ou o PS à frente nas sondagens. No barómetro feito pela Aximage, o Chega reúne 26,8% das intenções de voto, contra 25,9% da coligação PSD/CDS e 23,6% do Partido Socialista. O que muda depois deste dado? Da noite passada fica também a auto-exclusão de Rui Moreira da corrida a Belém.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao contrário dos outros partidos, os escândalos do Chega dão força e mais ainda na corrida a Belém. Terá André Ventura capacidade de governar o país?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da câmara de Lisboa lidera as intenções de voto na capital, cinco pontos à frente da candidata da coligação PS-Livre-BE, na sondagem ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC. Carlos Moedas também lidera em todas as categorias de perceções sobre qualidades pessoais em relação a Alexandra Leitão. A socialista ainda tem hipóteses ou são favas contadas para o social-democrata? Em Lisboa, o seguro morreu de velho... Os comentários deste episódio são de Rita Dinis e Margarida Coutinho, jornalistas do Expresso e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vìtor Matos. A sonoplastia é de João Martins e Salomé Rita, e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O coordenador do Radar das Sondagens do Observador regista que AD está na frente de forma "sólida" há um mês. Mas avisa que maioria AD-IL é um cenário que nunca foi “seriamente” considerado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal teve três legislativas em quatro anos, duas delas no espaço de apenas doze meses. Num país habituado à estabilidade, vivemos agora em ciclos curtos e marcados por cansaço político e desconfiança nas instituições. A polarização cresce e os eleitores parecem votar mais por reação do que por convicção. Neste cenário, forças como o Chega crescem apesar dos escândalos, e os jovens mostram sinais de radicalização e desconexão com a política tradicional. Ao mesmo tempo, as sondagens multiplicam-se, mas será que nos dizem o que realmente importa? A personalização da política, o voto estratégico, a fidelidade geracional e o desejo de estabilidade são apenas algumas das variáveis difíceis de medir. Diferenças metodológicas e a dificuldade em recolher dados fiáveis tornam a leitura mais complexa. Neste episódio, falamos com António Gomes, diretor-geral da GfK-Metris e especialista com três décadas de experiência em estudos de opinião. Uma conversa para perceber os limites e as potencialidades das sondagens numa democracia fatigada. Capítulos: (02:54) Eleições e desconfiança nas instituições(06:11) Voto estratégico e dinâmicas eleitorais(09:08) A imagem dos líderes e mobilização eleitoral(12:06) O impacto dos escândalos na opinião pública(14:57) Campanhas eleitorais e proximidade com o eleitor(17:58) A polarização e o voto útil(21:05) Expectativas e realidade nas eleições(32:05) Desconforto e identidade política(34:57) Expectativas e imagem do líder(38:21) Imigração e economia no voto(40:47) Avaliação do Governo e expectativas(42:13) A imigração e o debate político(46:11) Escândalos e a reação do eleitorado(51:02) O eleitorado do Chega e a lógica anti-sistema(54:49) Impacto do Passos Coelho e voto dos mais velhos(57:27) Diferenças de género no voto jovem(58:07) A influência das redes sociais nas eleições(01:01:09) A nova dinâmica do voto feminino(01:04:01) A fragmentação da esquerda e suas consequências(01:08:12) A fiabilidade das sondagens e métodos de pesquisa(01:19:19) O impacto do voto na última horaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Finalizados os debates, seguem-se, agora, duas semanas de reflexões, sondagens, dúvidas e decisões. No dia 18 de maio, os eleitores dirigem-se às urnas para decidir, novamente, quem preferem para governar. Uma desforra do PS? Ou uma ênfase na confiança dos eleitores no governo liderado por Luís Montenegro? O que mostram as sondagens a 15 dias da decisão final? Ouça o Expresso da Meia-noite em versão podcast com David Diniz, Ana Gomes, Alexandre Poço e António Gomes, emitido na SIC Notícias a 2 de maio.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Embalado por algumas sondagens, Rui Rocha espera um resultado “reforçado” para a Iniciativa Liberal (IL). Promete que será exigente nas dimensões “programática” e da “credibilidade” para integrar um eventual Governo com a AD e admite que uma vitória de Luís Montenegro não acabará com as dúvidas sobre o caso da empresa familiar Spinumviva, pelo que “é óbvio que terá sempre de haver uma conversa que esclareça” o que falta esclarecer antes de a IL poder fazer um acordo de governação. Nesse cenário, espera também ter mais pastas do que o CDS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A actualização da declaração de interesses do primeiro-ministro no Portal da Transparência voltou a colocar em destaque o caso da empresa familiar de Luís Montenegro. O conhecimento de mais sete empresas clientes da Spinumviva fez aumentar o escrutínio sobre a relação dessas empresas com o Estado. O PSD procurou desviar o debate para a fonte da notícia, insinuando que teria sido um deputado do PS. Neste caso, como em todos os outros, os jornalistas não revelam as suas fontes. Um deputado do PSD sugeriu que a PJ deveria verificar os telemóveis dos deputados que tiveram acesso à informação. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares compara Montenegro e Pedro Nuno à luz do debate nas TV's. Diz que o líder do PS venceu o frente a frente, mas critica a estratégica económica: “filho de empresário, parece que tem alguma coisa contra as empresas”, já sobre o PM refere que voltou a “enterrar-se” no caso Spinumviva. O apagão e as reações mereceram várias criticas: “no aproveitamento politico estiveram todos mal”See omnystudio.com/listener for privacy information.
A generalidade dos líderes políticos portugueses comentou a morte do Papa Francisco e é por aí que começa a conversa na sessão semana da Comissão Política. Depois segue para a averiguação preventiva que implica Pedro Nuno Santos e que foi conhecida na semana passada e para a sondagem SIC- Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eurico Brilhante Dias no rescaldo da Comissão Nacional do PS. Sousa Pinto fará falta na AR, mas nunca foi excluído da listas. Sondagens não estão a favor do PS, mas os resultados são "razoáveis".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na semana em que a sondagem SIC e Expresso trouxe ânimo extra à coligação, Luís Montenegro diz-se mais encorajado e a mesma AD apostou num contra-ataque comunicacional. Mas a documentação revelada ao Jornal Observador sobre a Spinumviva foi criticada pelo líder do PS por ser uma "espécie de comissão privada de inquérito" que não mata o tema. Também Pedro Nuno não terá ficado indiferente à sondagem e diz que o Governo e a oposição, metade-metade, são culpados pela crise. Que caminho vai então seguir a campanha? Para refletir o Expresso da Meia-Noite convidou Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, Marina Gonçalves, deputada do Partido Socialista e ex-ministra da Habitação, Sebastião Bugalho, eurodeputado do PSD, e o Bruno Gonçalves, eurodeputado do Partido Socialista. Ouça aqui o programa emitido a 21 de março na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares comenta as conversas do Presidente dos EUA com Putin e Zelensky. Considera que Trump não conseguiu ultrapassar as "linhas vermelhas" de Putin, mas ainda terá de o fazer, com custos para a Ucrânia, porque é o protagonista do "único processo de paz em curso". Condena ainda o regresso dos ataques em Gaza: "só terminam quando Israel conseguir uma solução final" e analisa as sondagens pré-legislativas em que "ninguém sai beneficiado"See omnystudio.com/listener for privacy information.
As sondagens, os cenários e o mundo lá fora em análise no Eixo do Mal em podcast, hoje com Daniel Oliveira, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes. A primeira sondagem após a queda do Governo coloca a AD na frente, com 20% das intenções de voto, seguida pelo PS com 15%. No entanto, o dado mais marcante é a elevada percentagem de indecisos, que atinge um recorde de 39%. O PS de Pedro Nuno Santos não parece beneficiar da crise política, enquanto a responsabilidade pela situação está dividida: 37% culpam o Governo, e 37% apontam a oposição. O Chega surge em terceiro lugar, com 9%, seguido da IL com 4%. CDU, Livre e BE aparecem apenas com 1%, e outros partidos, como o PAN, tiveram menções residuais. A sondagem, conduzida pelo ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC entre 12 e 17 de março, reflete o impacto imediato da crise, mas a campanha eleitoral poderá alterar o cenário nos próximos dois meses, com o Eixo do Mal sempre presente. Emissão de 20 de março, na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O debate político atual em Portugal gira em torno das eleições presidenciais. Gouveia e Melo entra bem no eleitorado do PSD, tem bons números para um estreante, mas Marques Mendes também está bem posicionado. Mariana Vieira da Silva, deputada do Partido Socialista e ex-ministra, Duarte Marques, deputado do PSD, Ascenso Simões, militante do PS e comentador SIC, e Manuel Magalhães de Silva, advogado e ex-conselheiro do Presidente da República Jorge Sampaio, discutem as candidaturas e as expectativas para os candidatos, bem como o papel dos militares na política, os desafios enfrentados pelo Partido Socialista na escolha de candidatos e ainda o misterioso caso da pen encontrada no gabinete de Vitor Escária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sondagem ICS/ISCTE mostra que, entre os candidatos com apoio partidário, André Ventura é o único a fidelizar o eleitorado. Gouveia e Melo mantém-se como favorito, não parece haver diferença entre António José Seguro e António Vitorino e Marques Mendes é apenas o quarto nas intenções de voto. Neste episódio, conversamos com os jornalistas do Expresso Rita Dinis e João Pedro Henriques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sondagem ICS/ISCTE para a SIC e o Expresso mostram um governo com uma nota melhor que o anterior com o mesmo tempo de vida, mas ligeiramente negativa. O primeiro-ministro tem uma nota de 5,1 em 10, apenas quatro décimas acima do líder da oposição. O estudo de opinião olha também para a forma como os portugueses veem a imigração. Nas intenções de voto, basicamente repete-se o resultado de Março. Neste episódio, conversamos com David Dinis, director-adjunto do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa reunião especial da Comissão Política ao vivo no Podfest, com os comissários residentes Eunice Lourenço e Vítor Matos, e a moderação de David Dinis, começamos por analisar as sondagens que colocam o almirante Gouveia e Melo na frente para a corrida a Belém. Com António José Seguro à espreita, Ferro Rodrigues abriu a porta às primárias no PS, mas Pedro Nuno Santos diz que ainda não é o momento. É expectável uma segunda volta e os candidatos vão continuar a posicionar-se. Mas até ser eleito o novo chefe de Estado, podemos falar das autárquicas? Ouça a análise dos comissários.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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