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Para que servem as políticas económicas ambientais? Quais os seus custos e benefícios? A economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram as ferramentas de que dispomos para reduzir o impacto da ação humana sobre o planeta.Todos nos preocupamos com as alterações climáticas, mas até que ponto estamos dispostos a pagar impostos ambientais? Será que temos noção do valor carbónico incorporado em tudo o que consumimos?Neste episódio, a dupla de Economia navega pelos principais instrumentos das políticas ambientais da atualidade – da regulamentação aos incentivos económicos.Sabe o que é a neutralidade carbónica? E qual a diferença entre reduzir emissões e remover gases com efeito de estufa?Ao longo da conversa, descubra ainda quais os subsídios com impacto ambiental positivo, como funciona o mercado das licenças transacionáveis e porque é que devemos taxar o carbono que consumimos. No fim, acompanhe a reflexão sobre um dos grandes desafios económicos da política climática: a fuga do carbono para países menos regulamentados.Para ficar a par da importância das políticas climáticas, não perca este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISSutton e Saha, «Os riscos e as oportunidades da agenda da UE para o comércio verde» (FFMS, 2025)Gouveia e Carvalho, «Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action» (WP202513, Banco de Portugal 2025) Orçamento Fundo Ambiental para 2025 https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/5401-2025-917582164Stechemesser et al. «Climate policies that achieved major emission reductions: Global evidence from two decades» (Science 385, 884-892, 2024) van den Bergh and Botzen, «Assessing Criticisms of Carbon Pricing», International Review of Environmental and Resource Economics: Vol. 18: No. 3, pp 315-384. (2024)Programa «Incentiva + TP»Agência Portuguesa do AmbienteEuropean CommissionWorld BankBIOSCatarina Roseta PalmaProfessora associada de Economia no ISCTE-IUL, onde foi diretora da Sustentabilidade. Tem trabalhado na área do ambiente, incluindo a gestão de recursos hídricos, a energia e outros temas da sustentabilidade. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio.
Maria Lúcia Amaral deixou de ser ministra da Administração Interna após Marcelo Rebelo de Sousa ter aceite o seu pedido de demissão, por considerar não reunir já as condições pessoais e políticas para o cargo. Entre a demissão e os resultados eleitorais, Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva fazem a análise semanal no Antes Pelo Contrário em podcast. Luís Montenegro assumirá transitoriamente a pasta, decisão que levanta dúvidas sobre uma possível remodelação governamental. O pedido partiu do primeiro-ministro e terá sido apresentado no final da semana passada, sendo que a ministra já dava sinais de querer sair. Amaral estava politicamente fragilizada após fortes críticas à gestão das respostas à tempestade “Kristin” e, antes disso, aos incêndios do último verão, sendo apontada uma desadequação de perfil para a dimensão política da função. A demissão surge também após apelos públicos, incluindo de Gouveia e Melo. Sai ao fim de menos de oito meses no Governo, marcando a terceira mudança na Administração Interna na era Montenegro. O Antes Pelo Contrário foi emitido a 10 de fevereiro na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O almirante critica a gestão feita após a tempestade e acusa o governo. Toca em pontos essenciais e parece dizer: "Eu quero mandar e se eu mandasse não era assim". E as acusações da Câmara de Almada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O líder parlamentar da IL diz que Maria Lúcia Amaral não tem capacidade de comunicação, nem espírito de liderança para o cargo. Considera que o ex-almirante reúne algumas competências para a função.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marcelo Rebelo de Sousa aceitou o pedido de demissão da até aqui ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que lhe foi proposto pelo primeiro-ministro após a jurista ter entendido "já não ter as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo". Já Gouveia e Melo, na SIC, diz não estar à procura de emprego, mas também "não diz que não ao país". Haverá convite de Luís Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gouveia e Melo era o favorito, depois Marques Mendes e ambos ficaram pelo caminho. Seguro estava abaixo dos 10% e é quem vai rumar a Belém. E Ventura tem de se contentar com a liderança da direita?See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
Moderação no álcool está na moda… ou a gente finalmente começou a falar do que sempre evitou?Neste episódio do Surra de Lúpulo, a Lud conversa com Anna, criadora do perfil Tem gente que não bebe, para ir além dos extremos entre abstinência total e “tá tudo sob controle”.O papo passa por identidade, pressão social, saúde mental, cultura do exagero, eventos open bar, o famoso “beber pra socializar” e o vazio que aparece quando o álcool deixa de ser muleta.Falamos sobre o incômodo de reduzir, o medo de perder pertencimento, a dificuldade de explicar limites e, principalmente, sobre o enorme espaço que existe entre beber tudo e não beber nada, um lugar pouco discutido, mas vivido por muita gente.É um episódio honesto, desconfortável em alguns momentos, acolhedor em outros, e necessário para quem bebe, trabalha com bebida ou simplesmente quer entender melhor a própria relação com o álcool.
O governo falhou no alerta e na gestão da crise da Tempestade Kristin. É, visto de fora, a análise de Begoña Iñiguez e Olivier Bonamici que sugerem Gouveia e Melo como a personalidade indicada para coordenar a resposta do Estado. Neste Visto de Fora, um olhar sobre as propostas de diferentes europeus para limitar o acesso de menores a redes sociais, a "necessidade de responsabilizar os milionários das redes" e a ideia de que proibir até "pode ser um caminho para regular", concluem.
António Tavares, antigo apoiante de Gouveia e Melo, admite apoiar Seguro na segunda volta. Já José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, não admite em quem vota, mas critica candidatura de Ventura. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Moreira, mandatário de Marques Mendes, admite que não teve de pensar muito para anunciar apoio ao candidato do PS. Carlos Carreiras diz que apoia Seguro por estar mais próximo de Gouveia e Melo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ventura e Seguro já preparam as “armas" para a "guerra” da segunda volta, Cotrim “lambe feridas” por ter “morrido na praia”. Já Gouveia e Melo e Marques Mendes "choram" a derrota abismal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Seguro e Ventura (que passaram à segunda volta), Gouveia e Melo (que afinal é igual aos outros políticos) e Montenegro (que levou um aviso sério) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Que conclusão se pode tirar de Montenegro não apelar ao voto em qualquer um dos candidatos que passou à 2ª volta? Ventura é o novo homem representante da direita? Os valores da abstenção são indicadores de algo? O governo voltou a estar a prazo? O Chega está a comer o PSD e terá, na 2ª volta, o seu resultado máximo? Gouveia e Melo seguirá o exemplo de Catarina Martins apelando ao voto em Seguro na 2ª volta?
Em dia de eleições, os politólogos Pedro e Inês reúnem-se para resumir e tirar últimas ilações sobre os principais candidatos à presidência. Além disso, Inês faz anos e recebe um presente da equipa. Pedro aproveita para contar que é o cliente ideal de lavagens de carro, que é fã de kiwi gold e que é um bom tio por fazer programas com a sua sobrinha (que é uma pessoa de 7 anos).(00:00) Intro(00:23) Polémica de Cotrim(01:16) Close friends de instagram são assim tão close?(04:05) Fazer anos no mesmo dia que André Ventura(07:00) Que outras personalidades fazem anos dia 15 de janeiro?(08:20) Como é o dia de anos de Inês Rogeiro?(09:28) Chakall é mesmo chef ou é scam?(10:58) PTM foi ver Luís de Matos com sobrinha Kika(16:02) Timidez de crianças deve ou não ser contrariada?(20:59) Ir lavar o carro e ser aldrabado(26:53) Kiwi gold é GOAT(30:57) Inês revela que teve crush por Cavaco Silva(33:19) João Póvoa Marinheiro lançou a polémica de Cotrim?(34:30) Marques Mendes perdeu centímetros na campanha?(36:01) Silêncio de Seguro foi benéfico(37:57) Seguro é um bom sticker de WhatsApp(39:26) Felicidade de Gouveia e Melo a fazer rafting(40:33) Marques Mendes faz agachamentos sem necessidade(41:27) Cotrim usa qualquer pretexto para andar de mota(43:27) Que figuras públicas apoiam Cotrim?(48:04) Apelo excessivo ao voto é deprimente(50:55) Previsões de Inês Rogeiro sobre presidenciais(52:00) PTM traz teste de rapidez em leitura(50:47) PTM e Inês jogam connections(01:01:34) Que figura pública fará humor de stories no dia das eleições?
NORD: Get 4 months extra on a 2 year plan here: https://nordvpn.com/attwood It's risk free with Nord's 30 day money-back guarantee! In this livestream, attorney Robert Gouveia, Esq. joins us to break down the unsealed Ghislaine Maxwell indictment and the recently released Epstein-related files now circulating publicly.
Mesmo à porta das eleições presidenciais, o panorama dos favoritos mudou. Seguro subiu, Marques Mendes desceu e a campanha de Cotrim poderá ter implodido. Ventura, continua à frente, Gouveia e Melo ainda sonha em chegar à segunda volta. Para lá do caminho para Belém, uma passagem pelo que se passa no Irão. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 15 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas derradeiras horas da campanha presidencial, os candidatos procuram um dos lugares na segunda volta. O alegado caso de assédio de João Cotrim de Figueiredo continua a marcar a agenda. Quem parte na frente na reta final de campanha? Pedro Delgado Alves acredita que Cotrim “perdeu potencialmente mais votos com declarações sobre Ventura”, José Eduardo Martins considera que foi uma “campanha particularmente violenta, cheio de lama desde o princípio.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 15 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
André Ventura em primeiro ou em segundo lugar e Gouveia a Melo está a afundar-se lentamente. Marques Mendes recebe balão de oxigénio e Seguro percebe que tudo muda de o dia para o outro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Cotrim Figueiredo foi da euforia à depressão em 48 horas. Luís Marques Mendes vai-se agarrando à luzinha ao fundo do túnel. Gouveia e Melo acredita que há uma maioria silenciosa que o vai elegerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A sondagem da Universidade Católica, para o Público e RTP, confirma que há três candidatos destacados na corrida às duas vagas para a segunda volta das eleições presidenciais. A tendência de queda tanto de Marques Mendes como de Gouveia e Melo deixa estes dois candidatos, na última semana de campanha, a nove pontos percentuais do segundo lugar. Conversamos com o director adjunto do Expresso David Dinis, para tentar perceber como chegamos aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As entrevistas com os candidatos à Presidência da República estão quase a chegar ao fim.
Cotrim tenta recuperar e pega no tema da saúde. Sem grandes percalços, Seguro e Gouveia e Melo apontam ao governo. António Filipe resiste. Uma sopa bem quentinha para reconfortar quem precisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta campanha o sucesso é um local de risco: primeiro foi Gouveia e Melo a cair, depois Marques Mendes e agora resta saber se a subida de Cotrim será afetada pela acusação de assédio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como as campanhas de António José Seguro, Marques Mendes, André Ventura e Gouveia e Melo se preparam para enfrentar a última semana de estrada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Queimadas em Victória fazem a primeira vítima humana fatal, e norte do estado deve enfrentar incêndios pelas próximas semanas. NSW dá poderes aos conselhos locais para fechar locais de cultos que promovam o ódio. Em Portugal, Seguro, Cotrim, Ventura e Gouveia estão em empate técnico nas sondagens para presidente. Brasil recicla 90% dos pneus, divulga Ibama.
Maduro caiu, mas a ditadura venezuelana mantém-se. Aliás, a repressão policial aumentou. Trump anunciou a nova era do petróleo, não a da liberdade. Voltámos à diplomacia da canhoneira. Enquanto isso, a chamada “tracking poll” diária está a dominar as percepções eleitorais na corrida presidencial. Com Marques Mendes em queda, o último debate televisivo reavivou o conflito que o opõe a Gouveia e Melo; um confronto a que não faltaram acusações de “ordinarice”. A roubar protagonismo à campanha eleitoral, o momento crítico na saúde (urgências entupidas, mortes por falta de resposta do INEM) pode ser também um calcanhar de Aquiles para o candidato apoiado pelo Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marques Mendes cola, António José Seguro evita, Gouveia e Melo afasta-se e Ventura gravita. Como os candidatos presidenciais se posicionam face ao governo perante as polémicas na saúde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a entrada na campanha, e com todos os debates já realizados, as sondagens confirmam que há cinco candidatos para as duas vagas da segunda volta. Sobram várias perguntas que só terão resposta no dia 18 de Janeiro: a má performance de Gouveia e Melo nos debates terá sido suficiente para o tirar da segunda volta? A suspeição sobre a facilitação de negócios na Abreu terá prejudicado irremediavelmente as hipóteses de Marques Mendes? A arte de não se comprometer pode levar António José Seguro às urnas a 8 de fevereiro? O ar leve e solto de Cotrim de Figueiredo pode fazer dele a estrela da primeira volta? A capacidade de levar os fiéis do Chega a todas as peregrinações vai levar Ventura à segunda volta? Neste episódio, conversamos com a jornalista e comentadora da SIC Angela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marques Mendes tropeçou e foi vê-lo a falar em derrota. Seguro sorri, Cotrim rejubila, Ventura aguarda, Gouveia e Melo vai sonhando. A primeira sondagem da campanha baralhou tudo (ainda mais).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Primeiro-ministro apareceu, virou campanha de pernas para o ar e Mendes tornou-se pinhata humana. As reações de Ventura, Gouveia e Melo e Cotrim numa Vichyssoise especial com o Observador na estrada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuno Gouveia, especialista em política americana, diz que se um membro é uma ameaça aos outros a aliança da NATO deixa de existir. Acusa também países europeus de não reagirem às ameaças à GronelândiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode of SleepTech Talk, we explore how patient involvement is reshaping the diagnosis and treatment of obstructive sleep apnea (OSA).Our guest, Chris Gouveia, MD, is a sleep apnea surgeon and otolaryngologist with training at NIH, Northwestern, and Stanford, currently practicing at Kaiser Permanente.Dr. Gouveia shares why involving patients more deeply in their diagnosis and therapy leads to better outcomes — and how offering multiple treatment pathways can dramatically improve the patient journey.We also take a forward-looking view at the future of sleep medicine, including how OSA diagnosis and therapy are evolving beyond a one-size-fits-all approach.⭐ In this episode, we discuss:Why patient engagement is critical in sleep apnea careHow shared decision-making improves adherence and outcomesExpanding therapy options beyond traditional CPAPThe role of surgery, technology, and personalized care in OSAWhat the future holds for sleep apnea diagnosis and treatmentDr. Gouveia is also the author of Night Shift, a Substack focused on sleep health and medicine, where he explores clinical insights and evolving trends in sleep care.This episode is essential listening for clinicians, sleep professionals, and patients who want to understand where sleep apnea care is headed next.ABOUT SLEEPTECH TALKSleepTech Talk brings together leaders in sleep medicine, technology, and innovation to explore the tools and trends shaping the future of sleep health.Catch the show on most podcast platforms or on YouTubewww.youtube.com/@sleeptechtalk A huge thanks to our sponsors:Medbridge Healthcare : For Job Opportunities with MedBridge Healthcare visit: https://medbridgehealthcare.com/careers/Fisher & Paykel Healthcare Discover how F&P full-face masks have led millions of people to a great night's sleep at https://www.fphcare.com/curiosityhttps://www.fphcare.com/us/homecare/sleep-apnea/React Health https://www.reacthealth.com/More resources for clinicians can be found at Sleep Review Magazine https://sleepreviewmag.com/Don't forget to Like, Share, and Comment! Subscribe to SleepTech Talk for more insights into sleep apnea, CPAP therapy, and innovations shaping the future of sleep care.Whether you're a sleep professional or a healthcare innovator, this episode explores the intersection of technology, patient care, and sleep medicine.Learn more about the show at https://www.sleeptechtalk.com/thetechroomCredits:Audio/ Video: Diego R Mannikarote; Music: Pierce G MannikaroteHosts: J. Emerson Kerr, Robert Miller, Gerald George MannikaroteCopyright: ⓒ 2025 SleepTech Talk ProductionsEpisode 114The views and opinions expressed by guests on SleepTech Talk are their own and do not necessarily reflect those of the podcast hosts or SleepTech Talk as a whole. This podcast is intended for educational and informational purposes only and should not be considered medical advice. Listeners are encouraged to consult with a qualified healthcare professional for any medical concerns or questions.Sleep apnea, obstructive sleep apnea, oral sleep appliance, inspire, surgery, sleep surgery, CPAP, AI, Artificial Intelligence
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 12 de novembro de 2025.] No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a greve geral que aí vem, sobre as trapalhadas na campanha de Gouveia e Melo e sobre a importância da recente polémica com a BBC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode, we talk with Dr. Kyle Wiley, Assistant Professor of Sociology & Anthropology at the University of Texas at El Paso, about how social and traumatic stressors during pregnancy become biologically embedded and shape maternal and infant health. Kyle shares his path into biological anthropology and discusses his biosocial research on perinatal health disparities in the United States and Brazil. We explore his work on interpersonal violence during pregnancy in São Paulo, Brazil, focusing on how trauma affects maternal and infant cortisol regulation and what this means for fetal programming and intergenerational health. We also discuss his recent research on pica among Latina pregnant women, which takes a novel approach by examining stress hormones and inflammation rather than micronutrient deficiencies. The episode closes with a look at Kyle's new faculty role at UTEP, his current projects, and how he maintains work–life balance as an early-career scholar. ------------------------------ Find the work discussed in this episode: Wiley, K. S., Gouveia, G., Camilo, C., Euclydes, V., Panter-Brick, C., Matijasevich, A., Ferraro, A. A., Fracolli, L. A., Chiesa, A. M., Miguel, E. C., Polanczyk, G. V., & Brentani, H. (2025). A Preliminary Investigation of Associations Between Traumatic Events Experienced During Pregnancy and Salivary Diurnal Cortisol Levels of Brazilian Adolescent Mothers and Infants. American Journal of Human Biology, 37(2), e70004. https://doi.org/10.1002/ajhb.70004 Kwon, D., Knorr, D. A., Wiley, K. S., Young, S. L., & Fox, M. M. (2024). Association of pica with cortisol and inflammation among Latina pregnant women. American Journal of Human Biology, 36(5), e24025. https://doi.org/10.1002/ajhb.24025 ------------------------------ Contact Dr. Wylie: kwiley@utep.edu ------------------------------ Contact the Sausage of Science Podcast and Human Biology Association: Facebook: facebook.com/groups/humanbiologyassociation/, Website: humbio.org, Twitter: @HumBioAssoc Chris Lynn, Host Website: cdlynn.people.ua.edu/, E-mail: cdlynn@ua.edu, Twitter:@Chris_Ly Courtney Manthey, Co-Host, Website: holylaetoli.com/ E-mail: cmanthey@uccs.edu, Twitter: @HolyLaetoli Cristina Gildee, SoS Co-Producer, HBA Junior Fellow Website: cristinagildee.com, E-mail: cgildee@uw.edu,
Os debates acabaram, animados pelas sondagens, baralhados por suspeitas e insinuações. Mas, afinal, quem é que ficou mais próximo da segunda volta? Os 28 duelos das presidenciais terminaram com um confronto duro entre Marques Mendes e Gouveia e Melo, deixando ainda mais baralhada uma corrida que já ninguém sabe se é a três, quatro ou cinco por um lugar na segunda ronda. Nesta Comissão Política, à beira do Natal, fazemos um balanço e contas e perspetivamos a campanha que se segue. Os comentários são de Lia Pereira, Liliana Valente e Vítor Matos, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Tomás Delfim e de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Moreira diz que Gouveia e Melo foi "industriado" pelas pessoas que rodeiam a sua campanha. António Tavares, apesar de apoiante, não concordou com a estratégia do almirante no debate.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os dois candidatos, Marques Mendes e Gouveia e Melo perceberam que um deles pode não ir à segunda volta? Nível e temas dos 28 debates fazem jus ao mais alto cargo da Nação?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sondagem do ICS/ISCTE, feita para o Expresso e SIC, mostra André Ventura na frente, com Marques Mendes e Gouveia e Melo empatados no seu encalço. Com as três candidaturas dentro da margem de erro, mantém-se em aberto quem passará a uma eventual segunda volta. Seguro ainda espreita a possibilidade de ser um dos escolhidos pelos eleitores e Cotrim Figueiredo foi o que mais subiu. A jornalista Cláudia Monarca Almeida fez a leitura desta sondagem para a edição deste fim-de-semana do Expresso e é com ela que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O antigo chefe da Casa Civil de Mário Soares diz que Gouveia e Melo é um flop. E diz que Marques Mendes, tal como Vitorino, não deve ser Presidente por ser um "facilitador de negócios".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro (que adiou a regionalização), o ex-Presidente da Guiné Bissau (que se tem cruzado com Portugal) e Gouveia e Melo (que avança e recua sobre a maçonaria) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi uma espécie guerra de alecrim e manjerona, mas com cravos e rosas; a floricultura tomou conta do parlamento no 25 de Novembro. Em simultâneo, houve quem assinalasse os dez anos da geringonça: Pedro Nuno Santos ensaiou um meia-culpa. Na frente presidencial tivemos definições sui generis do conceito de sentido de Estado e um candidato incomodado com uma pergunta óbvia. Sócrates embaraçou Gouveia e Melo com o seu apoio e o governo indignou Sócrates com a nomeação do juiz Carlos Alexandre para vedor da corrupção no SNS. Enquanto isso, Trump e Putin voltaram a unir-se pela paz… do cemitério ucraniano.See omnystudio.com/listener for privacy information.