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Capital of Angola

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Luanda

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Convidado
A distância entre a promessa da independência e a vida dos angolanos

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 19:00


Cinquenta anos depois do 11 de Novembro de 1975, Angola entra na segunda metade do seu primeiro século de independência com mais perguntas do que certezas. As celebrações ficaram para trás. Permanece uma interrogação sobre a liberdade, a justiça e o dia-a-dia de um país onde a promessa da independência continua distante da vida de muitos angolanos. A data redonda trouxe celebrações, discursos e retrospectivas, mas ficou uma inquietação nova, mais crítica, que atravessa gerações. É nesse silêncio que se mede hoje a distância entre a promessa da independência e a vida concreta dos angolanos. Uma distância que, para a jornalista Diana Andringa, continua marcada por memórias de afecto, de choque e de pertença: “A mais forte é certamente o sítio onde eu nasci… o Dundo, que eu costumo dizer que é a minha pátria.” Diana Andringa nunca esqueceu que a liberdade angolana começou também no seu próprio confronto com o Estado Novo. “Ter sido julgada no Tribunal Plenário por apoiar a independência de Angola… poder dizer à frente daqueles juízes que sim, eu apoio a independência, a luta armada”, recorda. Por isso, mesmo longe de Luanda, o 11 de Novembro foi vivido como ruptura íntima: “Foi sobretudo o arrear da bandeira portuguesa e subir a bandeira angolana. Uma pessoa, em princípio, não se esquece.” Essa primeira sensação de emancipação ainda a acompanha. “De repente, a liberdade. O ser livre… mesmo quando as coisas não correm muito bem.” Mas depressa a ideia se torna mais áspera: “Ser livre hoje em Angola é… não ser uma colónia de um determinado país”, diz, antes de reconhecer outras dependências, mais difusas e contemporâneas: “Ficas colonizado pelas grandes companhias, pelos grandes interesses económicos, tal como noutros países.” Ainda assim, insiste numa conquista irredutível: “És angolano. Isto quer dizer alguma coisa.” Mas é também aqui que surge a sua frase mais amarga, repetida como síntese de desilusão histórica: “Não foi isto que nós combinámos.” O que estava prometido, afirma, era “uma Angola igual para todos, com justiça social, sem corrupção”. Hoje, a sua inquietação desloca-se para formas mais subtis de controlo. “A censura que mete mais medo é aquela que vem de dentro de nós”, afirma. E identifica na precariedade o maior inimigo do jornalismo: “Um jornalista precário não é livre… no dia seguinte está na rua. Isso limita a liberdade dele e a de toda a sociedade.” No balanço destes 50 anos, permanece uma ferida difícil de aceitar: “Custa-me… por aceitar”, confessa, perante um país onde convivem “elites muito ricas e gente a passar fome”. Ainda assim, mantém o desejo íntimo de pertença: “Gostava que me dessem os papéis… era para morrer angolana também, que é o que eu sou.” E reivindica uma identidade dupla que muitos continuam a estranhar: “As pessoas têm duas pátrias.” No plano político, o historiador Eugénio Costa Almeida lembra que Angola chega ao meio século com “instituições frágeis, desigualdade persistente” e uma juventude “muito mais consciente e crítica”, que já não aceita explicações históricas para problemas presentes. A ausência de um “contrato social” e o desgaste das promessas repetidas tornam-se evidentes num país onde a informalidade domina e a confiança é escassa. Sem ignorar o peso da história, recorda que Angola viveu “problemas políticos muito graves” e uma longa guerra civil, factores que marcaram profundamente o Estado e a sociedade. Ainda assim, considera que isso não explica tudo. Nota, por exemplo, que o país “felizmente nunca passou por um golpe de Estado”, ao contrário de outros contextos africanos, o que torna mais evidente a frustração perante o ritmo lento das transformações. O passado colonial surge frequentemente no debate político, mas de forma selectiva. “Quando convém, sim, o passado é usado para justificar o presente”, afirma, sublinhando que essa prática não é exclusiva de Angola, apontando que muitas vezes a população “come e cala”, seja por cansaço, seja por uma memória curta convenientemente explorada. Da análise política de Justino Pinto de Andrade surge o diagnóstico mais severo: Angola vive “um sistema multipartidário”, mas não uma democracia plena. A ausência de alternância, a confusão estrutural entre Estado e partido e as “restrições e constrangimentos” à oposição revelam, na sua leitura, um regime onde a pluralidade existe, mas não é garantida. “Alguém tem que lutar”, afirma, para que a liberdade deixe de ser apenas um princípio constitucional e passe a ser experiência do dia-a-dia. Para o político e analista angolano Justino Pinto de Andrade, o ponto de partida do debate político em Angola está viciado. “É exagerado falar-se em democracia angolana”, afirma. Na sua leitura, a democracia pressupõe condições que continuam ausentes. “Há um conjunto de condimentos que faltam muito”, observa, referindo a inexistência plena de “liberdade de escolha, de opinião, de expressão” e de circulação das forças políticas. O quadro actual é, assim, o de um processo incompleto, que “não me parece que esteja concluído em Angola”. A inexistência de alternância no poder é, para Justino Pinto de Andrade, o sinal mais evidente dessa falha estrutural. “As democracias caracterizam-se por haver alternância. Aqui nunca houve”, recorda, sublinhando que o país vive “há 50 anos com a mesma força política”, determinada a manter-se no poder “por todos os meios”. Cinquenta anos depois, Angola parece viver entre duas forças: a da memória fundadora e a da urgência presente. A da liberdade proclamada e a da liberdade por conquistar. A da identidade afirmada e a do país que talvez ainda esteja por inventar. No fim, permanece uma pergunta que, como disse Diana Andringa,“por que é que eles quiseram ser independentes?” A resposta, talvez, continua por cumprir: “Acho que o sonho de todos nós é sermos independentes.”

DW em Português para África | Deutsche Welle
24 de Dezembro de 2025 - Programa Especial

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 20:00


Programa Especial: 48 horas com o Presidente alemão - uma corrida diplomática em Luanda e no Corredor do Lobito.

Livros que amamos - histórias para crianças
Série Religiões: Luanda no terreiro

Livros que amamos - histórias para crianças

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 7:48


Esse mês eu vou trazer 9 livros que vão levar vcs a um passeio por aspectos de algumas das religiões com mais praticantes no mundo e no Brasil: catolicismo, protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Atualmente, mais do que nunca, o mundo precisa de tolerância, empatia e respeito a diversidade religiosa. Continuando o especial desse mês de dezembro, hoje nosso passeio pelas religiões do mundo mergulha no candomblé, que assim como a umbanda é uma importante religião afro-brasileira. A principal diferença entre elas é que o Candomblé é uma religião de matriz africana que cultua apenas os Orixás de forma mais pura, enquanto a Umbanda é um sincretismo brasileiro que mistura elementos africanos, católicos, indígenas e espíritas, e cultua tanto os Orixás quanto as entidades (como Pretos-Velhos e Caboclos). Além disso, o Candomblé usa o jogo de búzios para consultas, já na Umbanda, as consultas são feitas diretamente com as entidades que se manifestam através da incorporação. O livro de hoje é o Luanda no terreiro, escrito e ilustrado por Marcelo D'Salete e publicado pela editora Companhia das Letrinhas. Luanda está animada para a festa no terreiro. Toda a comunidade está envolvida nos preparativos para o xirê, e ela não poderia ficar de fora. Com a lista de itens nas mãos, parte para a loja do seu Beto para comprar inhame, dendê e feijão. Porém, durante o caminho, ela nota algo diferente. “Será que alguém está me seguindo?”, a menina pensa. Mais adiante, percebe que seu pressentimento era real: quem a seguia era Edu. Ele acompanhava a menina durante o trajeto e, assim que teve a oportunidade, disse tudo o que pensava sobre a religião dela. Desse momento em diante, Luanda mostra para Edu que é possível vencer o preconceito com respeito e acolhimento, e convida todos os leitores para conhecer um pouquinho mais sobre as religiões de matriz africana.Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/4rXNXnUEsse livro trouxe um aspecto do candomblé, importante religião afro-brasileira. Daqui a 3 dias sai mais um episodio, dessa vez sobre o espiritismo, não percam! Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Kreisky Forum Talks
25 YEARS OF STRATEGIC PARTNERSHIP IN TURBULENT TIMES - Africa-Europe relations and the Austrian Africa Strategy

Kreisky Forum Talks

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 86:03


Geert Laporte, Miriam Mukalazi, Robert Zischg, Philomena Apiko, Georg Krenn, Jamie Just, Stephan Scholz25 YEARS OF STRATEGIC PARTNERSHIP IN TURBULENT TIMESAfrica-Europe relations and the Austrian Africa Strategy Twenty-five years have passed since the establishment of the EU–Africa Partnership at the first summit in Cairo, and seventeen years since the adoption of the historic Joint Africa–Europe Strategy in Lisbon in 2007, whose preamble says “Africa and Europe are bound together by history, culture, geography and a common future, as well as by a community of values – respect for human rights, freedom, equality, solidarity, justice, the rule of law and democracy.”Since then, the partnership has faced many tensions around diverging priorities like migration policies, vaccine distribution among others. The Russian invasion of Ukraine and the Israel–Hamas war have further exposed geopolitical rifts, and Brexit and the decline of French influence in West Africa have weakened Europe's traditional position on the continent and African scholars and policymakers continue to question the notion of a “partnership of equals” as long as power asymmetries, colonial legacies and the full historical context remain insufficiently addressed.Today, Europe is challenged to engage as a genuine partner with a more self-confident Africa — an Africa that increasingly pursues its own interests and has strategic alternatives with China, India, Russia, or the Gulf states, in view of the new geopolitical and economic realities, the EU has a renewed interest to reach out to Africa with its emerging markets, trading and investment opportunities. According to EU President Antonio Costa, the 7th AU–EU Summit, held in Luanda on November 24–25 was set “strengthen cooperation in key areas such as economic integration, trade and investment, green transition, digitalization, migration, peace and security, multilateralism, and human development”.The Austrian Foreign Minister Meinl-Reisinger also emphasized that Africa is a continent of opportunity, marked by enormous economic potential and a dynamic young population and the new Austrian Africa Strategy, recently announced by the Austrian government, shall follow similar priorities.The event shall analyze the major achievements, potentials and challenges of the current AU – EU partnership, discuss the main results of the summit in Luanda from different point of views and explore how the priorities and modalities of the upcoming Austrian Africa Strategy could contribute to embolden a renewed partnership among equals.  ModeratorMiriam Mukalazi, Africa Policy Programme, VIDCKey noteGeert Laporte, Senior Associate of ECDPM, former Director of the European Think Tanks GroupAU-EU Summits-25 years of strategic partnership in turbulent times: What are the majors achievements, potentials and challenges of the current AU – EU partnership?DiscussantsRobert Zischg, Head of Department for Sub-Sahara Africa and the African Union, Austrian Federal Ministry for European and Internationals AffairsPhilomena Apiko, Policy Analyst on AU-EU relations, ECPDMJaimie Just, African European Civil Society Engagement Platform (CSEP/Concord)Georg Krenn, Austrian Commercial Counsellor & Head of ADVANTAGE AUSTRIA CairoStefan Scholz, design. Head of Department for Sub-Sahara Africa and the African Union, Austrian Federal Ministry for European and Internationals AffairsIn cooperation with the ⁠Vienna Institute for International Dialogue and Cooperation (VIDC)⁠

Ciência
Rede Lusófona para o Clima visa fortalecer cooperação climática entre países de língua portuguesa

Ciência

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 12:28


Foi oficialmente lançada em Novembro, à margem da COP30, a Rede Lusófona para o Clima, uma iniciativa conjunta da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, que pretende criar um espaço de cooperação entre países lusófonos na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A primeira fase da rede foca-se em África, mas a ambição é estender a acção a toda a lusofonia, incluindo Brasil e Timor-Leste.   De acordo com o comunicado de lançamento, a iniciativa assinala a criação de uma nova aliança destinada a fortalecer a cooperação climática entre os países de língua portuguesa. A Rede Lusófona para o Clima nasce com o propósito de promover a acção climática conjunta entre organizações da sociedade civil, jovens líderes, activistas e representantes comunitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de outros territórios lusófonos. O objectivo é reforçar a presença e a influência das vozes lusófonas nos processos globais de decisão sobre o clima, incentivando o diálogo, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções sustentáveis alicerçadas em laços culturais e linguísticos comuns. “Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?” foi o ponto de partida para o debate que contou com a participação de Miguel de Barros director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola e em representação das organizações fundadoras, Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), e José Luís Monteiro, da Oikos (Portugal). Miguel de Barros, director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), destacou a urgência da cooperação: “Esta iniciativa é muito importante se tomarmos em consideração que só no ano passado nós tivemos cerca de 18% da população africana em situação de pobreza climática. Isso significa mudanças estruturais no sistema produtivo, no acesso à terra, na segurança alimentar, mas também provoca uma incidência muito forte na migração juvenil das zonas rurais, atendendo às dificuldades de inserção na agricultura familiar. A ausência de modernização da agricultura familiar tem levado a uma certa reconfiguração do espaço das cidades, com maior concentração, sobretudo nas zonas urbanas.” O investigador guineense sublinhou ainda os desafios da erosão costeira, da salinização dos campos agrícolas e da falta de tecnologias adaptadas: “As fragilidades existentes fazem com que esta oportunidade de lançamento da rede nos permita trabalhar numa perspectiva de harmonização de políticas públicas, detecção da variabilidade climática e adaptação às transformações, promovendo simultaneamente a transição energética e a educação para o clima.” Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), a acção climática deve ser integrada e inclusiva: “Em Portugal temos de garantir que as políticas climáticas conseguem atingir os seus objectivos em termos de adaptação e mitigação. A responsabilidade é muito maior, porque somos um país desenvolvido, com excesso de emissões em vários sectores. Além disso, a CPLP é uma comunidade com uma elevada percentagem de áreas classificadas como Reserva da Biosfera, o que nos dá potencial para trabalhar nas várias linhas da biodiversidade, terrestre e oceânica.” Francisco Ferreira enfatizou ainda a importância do financiamento: “O financiamento deve ser uma prioridade. Temos apoiado Portugal, como ZERO, na negociação da dívida e na conversão da dívida em projectos climáticos em cada um dos países. É preciso que isso se expanda para além de Cabo Verde, que é o único institucionalizado. Já se falou em São Tomé e Príncipe, mas é necessário que haja financiamento de forma ampla, não apenas pelo sistema público, mas também pelo privado.” Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), abordou a vulnerabilidade de Moçambique aos fenómenos climáticos extremos: “Moçambique é um dos países mais afectados pelos eventos climáticos extremos, principalmente os ciclones, que acabam resultando em cheias e secas. Pelo menos dois ciclones afectam o país por ano, o que compromete a capacidade de resposta a este desafio. O país é extremamente vulnerável devido à forma como a terra é usada, à ocupação e às infra-estruturas. A maior parte da nossa população são crianças e jovens, e este grupo é particularmente afectado pelos eventos climáticos extremos. Um dos principais desafios na nossa participação nos espaços de debate climático é a língua, o que limita a nossa capacidade de intervenção.” Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola, descreveu a situação no seu país: “Províncias como Cunene, Huíla e Namibe enfrentam a pior seca dos últimos 40 anos, com consequências graves para a vida das populações. A actividade económica destas regiões depende da produção de gado em massa. Sem vegetação e água, o gado morre. Isto força as populações a abandonarem as zonas rurais, aumentando a pressão sobre Luanda, que foi projectada para 500.000 pessoas e hoje acolhe cerca de 9 milhões. Vemos com bons olhos o lançamento da Rede Lusófona, que permite agir em bloco e comunicar com maior clareza na nossa própria língua.” Miguel de Barros acrescentou, ainda, que a rede deve focar-se na justiça climática e apoio a grupos vulneráveis: “Numa primeira instância, a própria rede tem de ser capaz de trazer esse diálogo na forma como quer estar e quer se posicionar. E nesse campo há duas perspectivas que, para mim são essenciais: a questão da responsabilização dos países emissores e, ao mesmo tempo, uma abordagem para a justiça climática; outra questão, que para mim é estrutural, é que, por exemplo, no caso africano, mais de 64% da mão-de-obra na agricultura familiar depende das mulheres. E quando vamos olhar o impacto das mudanças climáticas dos últimos cinco anos, há uma projecção de perda de pelo menos de 34% da mão-de-obra na agricultura, afectando sobretudo as mulheres. Então, devemos olhar por uma perspectiva de como é que a rede traz uma abordagem sobre os grupos vulneráveis, em particular as mulheres, permitindo, por um lado, salvaguardar os grandes biomas, mas também toda a transição ecológica em termos de emprego, educação, profissionalização e criação de colectivos.” José Luís Monteiro, da Oikos, reforçou a dimensão prática do projecto: “A rede existe para produzir resultados concretos, não apenas declarações. Queremos apoiar projectos, formação e formas de dar escala ao trabalho das comunidades dos PALOP”.

JACOBIN Podcast
In Afrika sieht Europa alt aus neben China – von Bafta Sarbo

JACOBIN Podcast

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 13:47 Transcription Available


Der EU-Afrika-Gipfel hat gezeigt: Europa beansprucht noch immer ein Vorrecht auf Afrika. Doch die entstehende multipolare Ordnung verbessert die Verhandlungsposition der afrikanischen Länder – und sie denken nicht daran, von Partnern wie China abzulassen. Artikel vom 7. Dezember 2025: https://jacobin.de/artikel/afrika-eu-china-kolonialismus-multipolaritaet Seit 2011 veröffentlicht JACOBIN täglich Kommentare und Analysen zu Politik und Gesellschaft, seit 2020 auch in deutscher Sprache. Die besten Beiträge gibt es als Audioformat zum Nachhören. Nur dank der Unterstützung von Magazin-Abonnentinnen und Abonnenten können wir unsere Arbeit machen, mehr Menschen erreichen und kostenlose Audio-Inhalte wie diesen produzieren. Und wenn Du schon ein Abo hast und mehr tun möchtest, kannst Du gerne auch etwas regelmäßig an uns spenden via www.jacobin.de/podcast. Zu unseren anderen Kanälen: Instagram: www.instagram.com/jacobinmag_de X: www.twitter.com/jacobinmag_de YouTube: www.youtube.com/c/JacobinMagazin Webseite: www.jacobin.de

Partida de Xadrez
É África neste momento a melhor oportunidade para a Europa?

Partida de Xadrez

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 44:01


Neste episódio analisamos as relações entre Europa e África, continente que centrou as atenções há poucas semanas com a reunião do G20 na África do Sul e a cimeira União Europeia-União Africana em Luanda. Gonçalo Moura Martins e António Ramalho salientam a importância que este continente vai ter ao nível dos recursos naturais e da demografia e apontam caminhos para ultrapassar os atuais problemas.

AviaDev Insight Africa
359. Fortifying African Airlines: Pathways to Financial Health with Raphael Haddad, President, Jetcraft Commercial

AviaDev Insight Africa

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 29:52


Subscribe to our mailing list to never miss another episode and stay up to date with event news: https://www.aviadev.com/keep-me-updated This episode was recorded Tuesday 2nd December on location in Luanda, Angola, during the 57th AFRAA AGA. Join Jon Howell, Founder and CEO of AviaDev Africa, as he sits down with Raphael Haddad, President of Jetcraft Commercial, to discuss fleet growth, financing, and the future of African connectivity. Raphael shares his insights on supply chain challenges, risk perception, airline financing, and the impact of Nigeria signing the Cape Town Convention. They also explore trends in aircraft acquisition, leasing, and fleet composition for the next decade.  Find out more about Jetcraft Commercial Listen to the previous interview from Feb 2025 Listen to the interview from December 2023

Afrique Économie
Afrique: comment compenser le déficit de financement des infrastructures ?

Afrique Économie

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 2:30


Sur le continent, le défi des infrastructures est immense. L'Afrique accuse dans ce domaine un déficit de financement de plus de 100 milliards de dollars par an. Un déficit d'autant plus difficile à combler que les pays donateurs diminuent leur participation. Sur le continent, de plus en plus d'acteurs appellent à l'augmentation des financements africains, pour réduire la dépendance extérieure. De notre correspondante à Luanda,  Alors que de nombreux pays occidentaux ont réduit cette année leur enveloppe dédiée à l'aide au développement, les pays africains doivent plus que jamais repenser leur mode de financement des infrastructures. Un défi mais aussi une opportunité. « Ce sont les aides qui ont diminué, ce qui est une très bonne chose, parce que c'est de la dette, juge Amine Idriss Adoum, directeur en charge des infrastructures à l'agence de développement de l'Union africaine-NEPAD. Nous croyons de plus en plus que l'Afrique ne peut pas se développer avec de l'argent qui vient de l'extérieur. L'Afrique doit se développer avec un financement qui est domestique. » À lire aussiL'Afrique doit-elle renoncer à l'aide publique au développement ? Mobiliser le financement domestique Ce financement domestique existe, mais il reste difficile à mobiliser pour les projets locaux. « Nous accusons souvent les pays étrangers, les médias internationaux de parler du risque en Afrique. Mais nous devons faire le premier pas nous-mêmes, estime l'économiste. Nous avons environ 4 000 milliards de dollars d'actifs qui appartiennent à nos différents fonds de pension, à nos fonds souverains, etc. Et, malheureusement, ces actifs ne sont pas investis en Afrique dans des activités productives », déplore-t-il. Pour attirer les investisseurs privés, il est nécessaire de rendre les projets d'infrastructures plus attractifs car le continent souffre d'une perception de risque élevé. « Un problème fondamental pour le financement des infrastructures en Afrique, c'est le coût très élevé du capital, explique Federico Bonaglia, directeur adjoint du centre de développement de l'OCDE. Pour réduire ce coût du capital, il faut que les projets soient bien ficelés. » Rendre les projets bancables Une priorité donc pour rassurer les investisseurs, y compris ceux du continent : avoir des projets bancables. Nombre d'entre eux, comme les projets hydroélectriques dans le bassin du Congo, le plus notable étant le barrage du grand Inga, sont en effet enlisés depuis des années. Notamment à cause de problèmes de gouvernance. « Si vous devez investir dans la production d'électricité, vous devez être sûr qu'il y a quelqu'un qui va acheter cette électricité, souligne Federico Bonaglia. Et ceci touche à des sujets tels que la gouvernance d'entreprise. Un exemple qui a réussi, c'est l'Egypte avec l'énergie solaire. Parce qu'ils ont travaillé sur ces questions, justement, de gouvernance d'entreprise et de qui va racheter derrière l'énergie qui sera produite. » Au sommet de Luanda, l'Alliance des institutions financières multilatérales africaines, a sélectionné avec le NEPAD, l'agence de développement de l'UA, onze projets prioritaires, avec un objectif de financement d'un montant initial de 1,5 milliard de dollars. Parmi eux : une liaison maritime entre les îles des Comores ou encore une voie ferrée entre le Tchad et le Cameroun. À lire aussiBanque africaine de développement: le nouveau président invite à «changer de paradigme» face aux défis du continent  

Danwatch undersøger
Syd for Sahara: Hvad vil EU i Afrika?

Danwatch undersøger

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 36:27


I sidste uge rejste afrikanske og europæiske statsledere til Angolas hovedstad Luanda for at deltage i det syvende topmøde mellem EU og Den Afrikanske Union. Syd for Sahara var på plads og mødte den danske ambassadør i Etiopien og ved Den Afrikanske Union, Sune Krogstrup, til en snak om EU's (og Danmarks) Afrika-politik. 

The POWER Business Show
Africa Segment: Reflecting on the AU-EU Summit

The POWER Business Show

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 26:31


On the Africa Segment, Tehillah Niselow spoke to Sandile Swana, a political analyst, reflecting on the AU-EU Summit, which was held in Luanda, Angola, from 24 to 25 November.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
28 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 19:59


Militares nomeiam novo primeiro-ministro após golpe. PAIGC denuncia interrupção do processo eleitoral e violação da Constituição. Continuam as reações a nível internacional ao golpe na Guiné-Bissau. Congresso da UNITA arranca em Luanda com foco na vitória em 2027.

Invité Afrique
RDC-Rwanda: «Il y a des violations permanentes du cessez-le-feu par l'armée congolaise»

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 8:42


Y aura-t-il une rencontre Kagame-Tshisekedi à Washington d'ici Noël ? Rien n'est moins sûr. « Il n'y aura la paix dans l'est du Congo que si les génocidaires FDLR sont neutralisés », affirme sur RFI le ministre rwandais des Affaires étrangères, Olivier Nduhungirehe, qui déplore le manque de volonté politique de Kinshasa pour lancer cette opération. Le ministre précise qu'une telle neutralisation des FDLR « ouvrira la voie à la levée des mesures de défense du Rwanda » au Congo. En ligne de Luanda, où il vient d'assister au septième sommet Afrique-Europe, le chef de la diplomatie rwandaise répond aux questions de Christophe Boisbouvier. RFI : Où en sont les discussions entre votre pays et la République démocratique du Congo en vue d'une signature de la paix à Washington ?   Olivier Nduhungirehe : La paix a déjà été signée le 27 juin à Washington. À Washington, les discussions de mise en œuvre se déroulent, il y a des progrès. Mais notre problème, c'est qu'il y a des violations permanentes du cessez-le-feu par l'armée congolaise.   Alors ce que tout le monde attend, c'est une rencontre à Washington entre le président Kagame et le président Tshisekedi. Quand est-ce qu'elle aura lieu ?   Elle aura lieu dans quelques jours. Mais le problème, c'est qu'il y a des bombardements quotidiens de la part des avions de chasse et des drones d'attaque de l'armée congolaise, non seulement contre des positions de l'AFC/M23, ce qui est bien sûr en violation du cessez-le-feu, mais aussi, ce qui est plus grave, contre les villages Banyamulenge, ces Tutsi congolais du Sud Kivu, dans un contexte de montée des discours de haine.   Alors, ce que disent les autorités congolaises, notamment par la voix de Patrick Muyaya, c'était sur RFI il y a quelques jours, c'est qu'il n'y aura de véritable paix que quand vous aurez renoncé à vos mesures de défense sur le territoire congolais…  Et bien Patrick Muyaya devrait lire l'Accord de paix de Washington. Il n'y aura de paix que si les FDLR, les génocidaires FDLR qui sont soutenus, financés par Kinshasa et qui sont même intégrés dans l'armée, sont neutralisés, comme l'exige le Conops, le concept des opérations, qui a été signé dans le cadre de l'accord de paix de Washington. Et c'est la neutralisation de ces génocidaires FDLR, soutenus par Kinshasa, qui ouvrira la voie à la levée des mesures rwandaises de défense.   Les autorités congolaises disent que le désarmement des FDLR a commencé…  Mais on ne le voit pas, sauf si c'est dans une réalité parallèle. Les FDLR n'ont pas été neutralisés, comme cela est exigé par l'Accord de paix de Washington. Il y a eu, il vous souviendra, ce communiqué des FARDC qui a appelé les FDLR à déposer les armes. Et puis après il y a eu un communiqué des FDLR qui a prétendu qu'elles sont prêtes à déposer les armes au camp de la Monusco, mais qu'elles en sont empêchées par le M23. Et puis récemment, vous avez vu cette interview du porte-parole des FDLR qui a dit qu'elles ne déposeront jamais les armes, qu'elles vont se battre jusqu'au bout. Et donc les FDLR sont toujours soutenues par Kinshasa. Rien ne se fera sans qu'il y ait la bonne foi et la volonté politique de Kinshasa sur cette question des FDLR puisqu'on en parle depuis longtemps, mais à l'heure où on vous parle, les FDLR sont toujours intégrées dans l'armée congolaise. Elles sont toujours soutenues par Kinshasa.   Mais franchement, la cartographie du déploiement des FDLR par les autorités congolaises, ce n'est pas la preuve que celles-ci sont de bonne foi ?  Mais l'accord de paix de Washington parle de neutralisation des FDLR. C'est ce qui doit se passer. Ce n'est pas une cartographie, ce ne sont pas des communiqués, des appels à déposer les armes. C'est la neutralisation effective des FDLR. Et jusqu'à présent, on ne voit pas de neutralisation de ces génocidaires FDLR depuis le 27 juin qu'on a signé cet accord. Ça fait plus de cinq mois.   Et si demain la neutralisation commence réellement, est-ce que vous, vous vous engagez à renoncer aux mesures de défense que vous avez prises sur le territoire congolais ?   C'est dans l'Accord de paix de Washington. L'aspect sécuritaire parle de neutralisation des FDLR et de levée de mesures rwandaises de défense. Donc, si les FDLR sont neutralisées, le Rwanda va lever ses mesures de défense.   Et ce serait l'affaire de quelques semaines, cela pourrait permettre un accord définitif d'ici Noël ?  Je ne sais pas. Il y a un chronogramme qui est dans le Conops, les 90 jours. Mais de toute façon, il faut toujours la volonté politique de neutraliser ces FDLR. Et puis on va voir bien sûr quand et comment ça se fera. Mais sans volonté politique, rien ne se fera.   Pendant ce sommet Afrique-Europe de Luanda, la ministre congolaise des Affaires étrangères a demandé à l'Union européenne d'adopter de nouvelles sanctions contre votre pays. Quelle est votre réaction ?   Oui. Ma collègue Thérèse Kayikwamba Wagner ne fait que ça depuis février. Elle demande toujours des sanctions contre le Rwanda. Mais maintenant, on est fin novembre. Un accord de paix est passé par là. C'est quand même assez curieux que ma collègue congolaise demande des sanctions contre un pays avec qui on a signé un accord de paix. J'étais avec elle le 27 juin pour signer cet accord. Au lieu de mettre en œuvre cet accord, elle demande toujours des sanctions contre le Rwanda. Et puis, s'il y a des sanctions à demander, pourquoi ne demanderait-on pas des sanctions contre ceux qui affament des populations Banyamulenge et ceux qui bombardent ces populations, ceux qui collaborent avec un mouvement génocidaire et ceux qui répandent des discours de haine à travers les groupes Wazalendo qu'on a créés. Donc, à jouer à ce petit jeu de sanctions, je pense qu'on n'en sortirait pas. Il y a des accords qu'on a signés, à la RDC de les mettre en œuvre au lieu d'aller partout sans arrêt demander des sanctions.    À lire aussiRDC-Rwanda: le processus, conduit en partie par Washington, doit déboucher sur la signature de trois accords

DW em Português para África | Deutsche Welle
26 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 20:00


ONG angolanas acusam UE de priorizar interesses económicos em vez dos direitos humanos e democracia na cimeira de Luanda. Três anos após o assalto ao quartel das Forças Armadas em São Tomé, famíliares de quatro civis mortos por alegados militares ainda aguardam por justiça. Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reúnem-se hoje para discutir o plano de paz para a Ucrânia.

VOV - Sự kiện và Bàn luận
Vấn đề quốc tế - Trang mới cho quan hệ châu Âu - châu Phi

VOV - Sự kiện và Bàn luận

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 7:03


VOV1 - Trong một nỗ lực nhằm hâm nóng quan hệ và tái lập đà phát triển, Hội nghị thượng đỉnh Liên minh châu Phi (AU) - Liên minh châu Âu (EU) lần thứ 7 vừa diễn ra trong 2 ngày 24 và 25/11 tại thủ đô Luanda của Angola.

Revue de presse Afrique
À la Une: le sommet Union africaine-Union européenne, ou comment passer des paroles aux actes

Revue de presse Afrique

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 4:08


« Dans les couloirs du 7e sommet Union africaine-Union européenne, qui s'est ouvert hier à Luanda, un même leitmotiv revient, pointe Ledjely en Guinée : sortir des grandes déclarations, dépasser les promesses ambitieuses mais rarement concrétisées, et passer enfin aux actes. C'est le principal chagrin formulé par l'Afrique à l'égard de l'Europe. À la différence de la Chine, qui construit des routes, des ponts et des bâtiments, l'Union européenne a multiplié longtemps les engagements sans toujours leur donner corps ». Alors, poursuit Ledjely , « les projections les plus réalistes laissent entrevoir un scénario dans lequel les Européens, s'alignent progressivement sur les pratiques russes et chinoises, pourraient mettre entre parenthèses leurs discours sur la démocratie ou les droits humains, pour se concentrer exclusivement sur les enjeux commerciaux et économiques. Un schéma qui, à première vue, pourrait sembler plus respectueux de la souveraineté africaine. Mais il ne sera viable, prévient le site guinéen, que si les dirigeants africains se montrent à la hauteur des responsabilités qui leur incombent ». Vers un « partenariat mutuellement fructueux » ? Aujourd'hui à Ouagadougou renchérit : « au cours de ce sommet de Luanda, on va encore entendre des grands oraux qui sonnent bien aux oreilles, des incantations, mais quid des vrais actes qui vont dans le sens du bon… sens. Et assurément, cette grande-messe a besoin d'une mue véritable. (…) Les sommets UE-UA ne peuvent plus se contenter des sentiers convenus et des discours de l'eau de robinet ! » En tout cas, pointe Le Pays , toujours au Burkina, « on espère que les discussions (à Luanda) empreintes de sincérité dans une volonté de promouvoir un partenariat mutuellement fructueux. C'est dire l'enjeu de ce sommet qui vise à renforcer le partenariat traditionnel entre les deux entités continentales pour en faire un partenariat beaucoup plus stratégique. Une relation dans laquelle il revient au continent noir de savoir se hisser à la hauteur de son alter ego pour traiter avec lui sur un pied d'égalité. Ce qui appelle aussi à des responsabilités plus grandes en paraissant moins un simple bénéficiaire qu'en s'affichant comme un acteur à part entière de son propre développement ». Mali : Ras Bath devant les juges À la Une également, l'ouverture ce mardi du procès de Ras Bath à Bamako. En prison depuis plus de deux ans, le chroniqueur de l'émission Grand dossier et porte-parole du Collectif pour la défense de la République, est accusé d'atteinte au crédit de l'État et d'association de malfaiteurs. « Tous les regards seront tournés vers la Cour d'Appel de Bamako ce mardi », s'exclame Maliweb. En effet, précise le site MaliActu , « les poursuites judiciaires qui visent l'activiste et cette période de détention préventive de plus de deux ans soulèvent des questions cruciales sur l'état des libertés et de la justice dans le pays. L'enjeu de cette procédure est immense, non seulement pour la trajectoire personnelle de Ras Bath, mais aussi pour son rôle d'acteur influent sur la scène politique et médiatique . (…) Dans un contexte de fortes tensions sociales et politiques, ce procès a acquis une dimension symbolique qui ne peut être ignorée, relève encore MaliActu. (…) Il est perçu comme un indicateur de la marge de manœuvre accordée à la liberté d'expression au Mali ». Les concours Mini-miss et monsieur au Kenya Enfin à lire dans Le Monde Afrique ce reportage sur le succès des concours de mini-miss et mister au Kenya… « Des compétitions qui attirent chaque année plus d'enfants, âgés de 3 à 17 ans. Des filles en grande majorité, mais quelques garçons sont également présents ». Des enfants qui défilent comme des mannequins, qui dansent, qui récitent des poésies. Tous sont déjà très actifs sur les réseaux sociaux. Comme la jeune « Ella, 9 ans, qui poste en ligne des projets scolaires » et qui « a livré dimanche dernier au dernier concours national des mini-miss et mister une performance de danse qui a enflammé la salle du théâtre. "J'adore être sur la scène. Ça peut-être fatiguant mais ça me donne de l'énergie", sourit la jeune fille(…).  Beaucoup de parents kényans voient dans ces concours un avenir possible pour leur progéniture  », explique Le Monde Afrique . Il faut dire qu'au Kenya les emplois manquent, précise le journal. Le taux de chômage éviterait les 20%. Et de plus en plus de jeunes se tournent vers l'étranger.

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

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Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 20:00


ONG guineenses denunciam tentativas de viciação de resultados eleitorais. Famílias em Cabo Delgado, norte de Moçambique denunciam sequestros atribuídos a insurgentes. Termina hoje a cimeira União Africana-União Europeia que decorre em Luanda, capital de Angola.

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Novembro de 2025 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 20:00


Cidadãos da Guiné-Bissau esperam por resultado das eleições. Observadores dizem que o candidato presidencial Fernando Costa poderá vencer, sem precisar de segunda volta. Em Angola, destaque para o segundo e último dia da Cimeira União Africana-União Europeia. Europa e África querem reforçar a cooperação e facilitar aos africanos o acesso a créditos para o financiamento e projetos comuns.

VOV - Sự kiện và Bàn luận
Sự kiện quốc tế - Thượng đỉnh Liên minh châu Âu (EU) - Liên minh châu Phi (AU): Tái lập quan hệ cùng phát triển

VOV - Sự kiện và Bàn luận

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 9:46


VOV1 - Trong hai ngày 24-25/11, Hội nghị thượng đỉnh Liên minh châu Phi (AU) - Liên minh châu Âu (EU) lần thứ 7 diễn ra tại thủ đô Luanda của Angola.

Journal en français facile
Ouverture du sommet UA - UE de Luanda / Ukraine: les Européens saluent un nouvel élan des discussions / Mali: le Niger livre 82 citernes de carburant...

Journal en français facile

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 10:00


Le Journal en français facile du lundi 24 novembre 2025, 17 h 00 à Paris. ► EXERCICE Comprendre un extrait du journal | Jimmy Cliff, une légende du reggae | niveau A2 (exercice + PDF)Retrouvez votre épisode avec la transcription synchronisée et des exercices pédagogiques pour progresser en français : http://rfi.my/CDAv.A

Habari za UN
Dunia inabadilika kwa kiwango cha kutisha - Guterres Katibu aonya kwenye mkutano wa AU–EU

Habari za UN

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 3:01


Katibu Mkuu wa Umoja wa Mataifa António Guterres leo ametoa ujumbe mzito kwenye Mkutano wa Muungano wa Afrika AU na Muungano wa Ulaya EU, unaofanyika mjini Luanda, Angola akionya kuwa dunia “inabadilika kwa kiwango cha kutisha,” huku janga la tabianchi, ukosefu wa usawa na mvutano wa kimataifa vikichochea misukosuko mipya duniani . Flora Nducha na taarifa zaidi

Habari za UN
24 NOVEMBA 2025

Habari za UN

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 11:32


Hii leo jaridani tunaangazia hali ya maendeleo na mabadiliko ya tabianchi barani Afrika, mashindano ya mpira wa miguu yanayofahamiaka kama Hope Championship kwa watu waliokatwa viungo katika Gaza na ukatili wa kijinsia.Katibu Mkuu wa Umoja wa Mataifa António Guterres leo ametoa ujumbe mzito kwenye Mkutano wa Muungano wa Afrika AU na Muungano wa Ulaya EU, unaofanyika mjini Luanda, Angola akionya kuwa dunia “inabadilika kwa kiwango cha kutisha,” huku janga la tabianchi, ukosefu wa usawa na mvutano wa kimataifa vikichochea misukosuko mipya duniani.Tukielekea katika siku ya kimataifa ya kutokomeza ukatili dhidi ya wanawake hapo kesho Novemba 25 leo tunakupeleka Kenya kwake Geradline Ndayisenga, raia kutoka Jamhuri ya Kidemokrasia ya Congo, (DRC) ambaye sasa anaishi ukimbizini kwenye eneo la Kitengela, Kaunti ya Kajiado nchini humo, anasema kama si usaidizi wa ushauri wa nasaha alioupata kutoka shirika la kiraia la Forum for Women Development, Democracy and Justice, FODDAJ nchini humo, basi hajui maisha yake  yangalikuwa vipi.Mashindano ya mpira wa miguu yanayofahamiaka kama Hope Championship kwa watu waliokatwa viungo katika Ukanda wa Gaza yamemalizika majuzi baada ya siku nne mfululizo za michuano. Mashindano haya yanaandaliwa na Chama cha Soka cha Watu Waliokatwa Viungo cha Palestina kama sehemu ya juhudi za kuwasaidia majeruhi na kuthibitisha ushiriki wao endelevu katika shughuli rasmi za michezo.Mwenyeji wako ni Sabrina Said, karibu!

DW em Português para África | Deutsche Welle
24 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 20:00


Guineenses aguardam pelos resultados das eleições presidenciais e legislativas. Arranca hoje, em Luanda, a cimeira União Africana-União Europeia. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido!

DW em Português para África | Deutsche Welle
20 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 20:00


Londres ameaça restringir vistos a angolanos, se Luanda não aceitar deportações. Investigador diz que situação pode provocar conflito "diplomático e económico-financeiro". Trinta e quatro anos depois da assinatura em Lisboa, qual é hoje o peso histórico e político dos Acordos de Bicesse? África do Sul prepara-se para receber os principais atores económicos do mundo na cimeira anual do G20.

DW em Português para África | Deutsche Welle
14 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 19:28


Chegou o dia do Angola vs. Argentina. E no mesmo país, o Governo corta o orçamento previsto para a merenda escolar, para o próximo ano, e os encarregados de educação se contestam a medida. Em Moçambique, A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação afirma que o país vive um momento de estabilidade.

Semana em África
Comemorações dos 50 anos da independência de Angola

Semana em África

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 7:51


Na edição desta semana destacamos as comemorações do 50.º aniversário da independência de Angola, da presença da Interpol em Moçambique para uma operação de combate a vários fenómenos criminais. Um olhar ainda sobre a seca severa que se vide neste país. A campanha eleitoral na Guiné-Bissau está marcada pelos ataques pessoais entre os candidatos. Em Cabo Verde para além da discussão no Parlamento do Orçamento vamos dar-lhe conta ainda da entrega por parte da UE de dois barcos semi-rígidos. Uma efeméride marcou a actualidade no continente africano esta semana. No passado dia 11 de Novembro, Angola comemorou os cinquenta anos da sua independência. Ao longo desta semana a RFI fez o diagnóstico do país, um olhar sobre o passado, o presente e os anseios em relação ao futuro... são cinco episódios especiais e que pode ouvir aqui. No discurso proferido durante as comemorações do 50.º aniversário da independência, na Praça da República, em Luanda, o presidente angolano João Lourenço disse estar “ciente de que há ainda muito por fazer no país”. Mas o dia de comemorações dos 50 anos da independência de Angola ficou marcado pela concentração de vários defensores dos direitos humanos que através da voz da activista Yared Bumba consideram que o país “está em total desgraça”.   Na actualidade moçambicana destacamos esta semana a seca severa que se faz sentir em três distritos da província de Gaza, no Sul do país, devido à escassez de chuvas. Uma situação que resulta do fenómeno El Niño, e que afecta pouco mais de 19 mil pessoas e que é considerada “grave” pelo porta-voz do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres INGD, Bonifácio Cardoso. Ainda em Moçambique o Ministro do Interior, Paulo Chachine, confirmou a presença de agentes da Interpol numa operação no país. O responsável ministerial refere que “esta missão visa o combate a vários fenómenos criminais, nomeadamente o tráfico de seres humanos, tráfico de drogas e imigração ilegal”.   Na Guiné-Bissau, esta semana, a campanha eleitoral para as legislativas e presidenciais ficou marcada pela intensificação do contacto com os eleitores por parte dos principais candidatos à presidência... e os ataques pessoais entre eles começaram a ouvir-se.   Em Cabo Verde o governo prometeu, no Parlamento, um orçamento do Estado para 2026 com “estabilidade macroeconómica e atenção social”. A proposta de orçamento para 2026 esteve em discussão na semana passada e prevê um crescimento de 6% e uma taxa de desemprego de 7,3%. Para o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, “este orçamento tem como objectivo colocar as pessoas no centro da acção governativa”. A actualidade cabo-verdiana ficou marcada pela entrega por parte da União Europeia de dois barcos semi-rígidos para ajudar o país no combate a pirataria, o tráfico ilícito, a pesca ilegal e outras ameaças transnacionais. A entrega acontece no âmbito do projecto de Apoio à Segurança Marítima Integrada da África Ocidental, financiado pela União Europeia em 10 milhões de euros e foi considerado pela Ministra de Estado e da Defesa Nacional, Janine Lélis, “um passo significativo no reforço da segurança marítima”.

Radio foot internationale
Matches amicaux : deux nations africaines pour le Brésil

Radio foot internationale

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 48:30


Au sommaire de Radio Foot internationale à 16h10-21h10 T.U. : - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. ; - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. ; - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. Le Sénégal à Londres samedi, la Tunisie à Lille mardi. L'occasion de se régler, entre sélections déjà qualifiées, à quelques mois du tournoi mondial. Le dernier affrontement entre Seleção et Lions de la Teranga avait été remporté par ces derniers à Lisbonne (4-2). Que valent les Auriverdes d'Ancelotti ? Des 26 appelés, quels seront les 18 retenus au final, Neymar en fera-t-il partie ? Le «Ney» s'agaçe avec Santos, qui lutte pour le maintien. A-t-il passé son apogée ? - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. Une affiche de gala plutôt onéreuse ! La presse évoque 12 millions d'euros dépensés par la fédération alors que le pays traverse une crise sociale. Messi sera du voyage mais temporise pour ce qui est du Mondial. Ils ne seront pas tous à Luanda pour affronter les Palancas Negras de Patrice Beaumelle. Molina, Montiel, G.Simeone, Mastantuono, Alvarez, Dibu Martinez ou encore Paredes forfaits. L'ex du PSG et de la Roma s'est adjugé le Superclásico avec Boca Juniors (2-0), dans une Bombonera bouillante où les Millonarios n'ont pas été inspirés. - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. Les 2 qualifiés se retrouveront dimanche, le vainqueur prendra un ticket pour... un autre barrage (intercontinental) en mars prochain. Quels favoris ? Les Super Eagles ont effectué une campagne de qualification poussive, le Cameroun a sous-performé dans le groupe D. Léopards et Panthères ont-ils les griffes plus acérées ? - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. Antoine grognet a rencontré Arnaud. Ce supporteur des Bleus se dit «impacté», pas victime. Jusqu'alors, son seul traumatisme s'appelait Séville 82. Présent au Stade de France avec ses 2 fils et des amis lors de France-Allemagne il y a 10 ans, il a vu l'allégresse du match basculer, lorsque Paris est devenu le théâtre des premiers attentats jihadistes. Avec Annie Gasnier, Éric Frosio (en direct du Brésil), Dominique Sévérac et Hervé Penot. -- Technique/réalisation : Laurent Salerno - David Fintzel/Pierre Guérin.

Radio Foot Internationale
Matches amicaux : deux nations africaines pour le Brésil

Radio Foot Internationale

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 48:30


Au sommaire de Radio Foot internationale à 16h10-21h10 T.U. : - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. ; - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. ; - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. Le Sénégal à Londres samedi, la Tunisie à Lille mardi. L'occasion de se régler, entre sélections déjà qualifiées, à quelques mois du tournoi mondial. Le dernier affrontement entre Seleção et Lions de la Teranga avait été remporté par ces derniers à Lisbonne (4-2). Que valent les Auriverdes d'Ancelotti ? Des 26 appelés, quels seront les 18 retenus au final, Neymar en fera-t-il partie ? Le «Ney» s'agaçe avec Santos, qui lutte pour le maintien. A-t-il passé son apogée ? - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. Une affiche de gala plutôt onéreuse ! La presse évoque 12 millions d'euros dépensés par la fédération alors que le pays traverse une crise sociale. Messi sera du voyage mais temporise pour ce qui est du Mondial. Ils ne seront pas tous à Luanda pour affronter les Palancas Negras de Patrice Beaumelle. Molina, Montiel, G.Simeone, Mastantuono, Alvarez, Dibu Martinez ou encore Paredes forfaits. L'ex du PSG et de la Roma s'est adjugé le Superclásico avec Boca Juniors (2-0), dans une Bombonera bouillante où les Millonarios n'ont pas été inspirés. - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. Les 2 qualifiés se retrouveront dimanche, le vainqueur prendra un ticket pour... un autre barrage (intercontinental) en mars prochain. Quels favoris ? Les Super Eagles ont effectué une campagne de qualification poussive, le Cameroun a sous-performé dans le groupe D. Léopards et Panthères ont-ils les griffes plus acérées ? - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. Antoine grognet a rencontré Arnaud. Ce supporteur des Bleus se dit «impacté», pas victime. Jusqu'alors, son seul traumatisme s'appelait Séville 82. Présent au Stade de France avec ses 2 fils et des amis lors de France-Allemagne il y a 10 ans, il a vu l'allégresse du match basculer, lorsque Paris est devenu le théâtre des premiers attentats jihadistes. Avec Annie Gasnier, Éric Frosio (en direct du Brésil), Dominique Sévérac et Hervé Penot. -- Technique/réalisation : Laurent Salerno - David Fintzel/Pierre Guérin.

DW em Português para África | Deutsche Welle
11 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 20:00


Há 50 anos, Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. À DW, analistas consideram que o país continuará com os meus problemas e com mais custos. Em Moçambique, os professores ameaçam boicotar os exames finais do ensino público, se o Governo não pagar as horas extraordinárias dos últimos 3 anos. Fique a saber como o Gana está a reduzir a sua pegada de carbono com soluções indígenas.

DW em Português para África | Deutsche Welle
11 de Novembro de 2025 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 19:59


Dez mil convidados e 45 delegações estrangeiras assistiram hoje, em Luanda, ao ato central das comemorações do 50.º aniversário da independência de Angola. Manifestação de jovens contestatários reprimida pela polícia angolana. Moçambique registou poucos progressos na prevenção da tortura e de maus-tratos nas cadeias nos últimos dez anos.

DW em Português para África | Deutsche Welle
10 de Novembro de 2025 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 19:59


Lula da Silva, abre Conferência do Clima “COP 30”, em Belém, Brasil. Angola: Detidos três cidadãos durante uma reunião pacífica que antecede os protestos agendados para esta terça-feira, dia da independência. A 13 dias das eleições na Guiné-Bissau, tem sido notada uma fraca presença feminina.

Alta Definição
Bonga: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 44:46


Bonga foi o primeiro artista africano a conquistar um disco de ouro e de platina em Portugal. Neste episódio de ‘Alta Definição’, recorda a infância em Angola que moldou a sua música e o levou ao sucesso internacional. Conta que o som fazia parte do seu quotidiano — em casa, com o pai a tocar acordeão e concertina, ou nas ruas, onde a alegria se espalhava em batuques improvisados. “Se não somos nós a pôr música, é o vizinho. Até pedimos para aumentar. Ao contrário do que acontece cá nas europas, onde chamam a polícia”, diz logo na abertura da entrevista. A falta de música não foi a única coisa que Bonga estranhou nas “europas”. “Quando cheguei a Portugal, quis ir embora no dia seguinte. Senti que era cada um por si, as pessoas não falavam, na rua ninguém se cumprimentava”, desabafa. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, o músico partilha várias confidências sobre a dureza de ser imigrante. Esteve também na Holanda, onde lavou pratos e fez biscates, e em França, onde finalmente começou a gravar as suas primeiras músicas com reconhecimento. Bonga fala ainda da força dos laços familiares, da busca por justiça social e do orgulho em ser pai e avô. “A coisa mais importante que podemos passar aos nossos filhos é uma vivência verdadeira, com disciplina. Mas não é a regra da escola, da igreja, da política ou do vício. É aquele swing, aquilo que sentes”, garante. Sobre a companheira mais nova, com quem recentemente teve gémeos, reforça que, para si, mais do que a idade, “o que interessa é o respeito e o carinho”. No final do programa, depois de revisitar toda a sua história de vida, deixa um pedido para quando chegar a sua hora: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria.” Conheça aqui a sua história com a versão podcast do programa ‘Alta Definição’. Este episódio foi emitido a 8 de novembro na SIC e a sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Accents du monde
COP30: Antonio Guterres, secrétaire général des Nations unies dénonce une «faillite morale»

Accents du monde

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 19:30


Ce qui fait la Une de l'actualité, c'est la COP 30 c'est-à-dire le sommet des chefs d'État et de gouvernement à Belém (Brésil). Le secrétaire général des Nations unies, António Guterres y participe, bien sûr, et a dénoncé une «faillite morale» des dirigeants mondiaux, reconnaissant l'échec collectif à limiter le réchauffement à 1,5 °C... l'objectif central de l'Accord de Paris. Il a rappelé que l'humanité dispose désormais des outils nécessaires pour agir, grâce à la progression rapide des énergies renouvelables. Avec LE Thu Hang de la rédaction vietnamienne : le Vietnam veut rendre plus visible et imposer au monde le rôle du secrétaire général du Parti communiste vietnamien en tant que (le vrai) chef d'État Ligia Anjos pour la rédaction en brésilien : le 11 novembre 1975 à Luanda, un homme, poète et médecin, montait sur une tribune improvisée. Il s'appelle Agostinho Neto.   Ksenia Jornoklé de la rédaction ukrainienne : Kiev a officiellement autorisé l'exportation contrôlée de certains types d'armement.

Semana em África
Guiné-Bissau em plena campanha eleitoral preocupada com discursos de ódio e divisão

Semana em África

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 7:33


Esta Semana em África fica marcada pela campanha eleitoral na Guiné-Bissau para as eleições presidenciais do próximo dia 23 de Novembro onde Fernando Dias da Costa, passou a contar com o apoio de Domingos Simões Pereira, cuja candidatura foi rejeitada pelo Supremo Tribunal de Justiça. Destaques ainda para o o impacto das manifestações pós-eleitorais em Moçambique que continua a ser sentido um ano depois e ainda sobre o Congresso Nacional de Reconciliação que terminou ontém em Luanda. Domingos Simões Pereira, presidente do partido PAIGC, explica que perante a supressão quase total dos direitos fundamentais, não há sacrifício que não possa ser consentido” para “combater a tentativa de impor tiranias no país... Na Guiné-Bissau o Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento, Fodé Caramba Sanhá, disse estar preocupado com os sinais de militarização da campanha eleitoral. Num balanço dos primeiros dias da campanha, Fodé Sanhá considerou que é normal apelar ao voto, mas que já não será aceitável que alguns candidatos façam permanentemente referências aos militares como forma de mobilizar o voto... Em Moçambique a actualidade fica marcada com o impacto das manifestações pós-eleitorais em Moçambique que continua a ser sentido um ano depois. João Almeida jovem de 27 anos saiu à rua, a 23 de Novembro de 2024, na Matola, nas imediações de Maputo, para se juntar a um grupo de manifestantes para pedir "uma mudança" no país. Durante o protesto, o jovem de 27 anos foi atingido na perna esquerda por um tiro da Unidade de Intervenção Rápida, foi levado para o hospital da Machava, onde só recebeu tratamento ao fim de duas horas a derramar sangue, acabando por ser amputado. Ainda em Moçambique a oposição criticou, esta semana, a participação do chefe de Estado, Daniel Chapo, na tomada de posse de Samia Suluhu Hassam para um novo mandato como Presidente da Tanzânia. Daniel Chapo justificou fazê-lo em nome da relação histórica entre os dois países. Atenções centradas igualmente para Luanda, em Angola, onde decorreu nesta semana que passou o Congresso Nacional de Reconciliação organizado pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe, que tem como finalidade a promoção da paz e da inclusão, e estabelecer um compromisso nacional para os próximos 50 anos, depois de analisadas as lições dos anos de liberdade conquistados desde 11 de novembro de 1975. O Presidente angolano, João Lourenço, esteve ausente do certame por sobreposição de agenda de Estado. Dom José Manuel Imbamba, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Principe, organizadora do congresso considerou que o encontro é um espaço privilegiado para o diálogo à volta do projecto da construção de uma Angola reconciliada.

DW em Português para África | Deutsche Welle
6 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 19:59


Vamos à boleia de comboio no Corredor do Lobito para acompanhar os últimos passos do Presidente alemão em Angola. Analistas angolanos esperam que o novo Juiz-Presidente do Supremo Tribunal restaure a credibilidade da justiça. Porta-voz do PAIGC comenta à DW a discordância que se vive dentro do partido. Ativista Gangsta apela aos que assistirem ao Angola x Argentina a manifestarem-se.

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 19:28


MPLA cada vez menos tolerante a vozes críticas à liderança do partido, afirmam analistas. Vamos em direto até Luanda onde João Lourenço encontrou-se hoje com o Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier. Em Portugal, nova lei de estrangeiros torna mais difícil a vida dos imigrantes. E no futebol, termina esta noite a 4ª jornada da Liga dos Campeões.

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 20:00


Nova lei de estrangeiros torna a vida de imigrantes mais difícil em Portugal. Presidente alemão chegou ontem à Angola. E a vida volta gradualmente à normalidade na Tanzania após protestos violentos.

New Books Network
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:19


After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network

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Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:19


After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network

New Books in African Studies
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

New Books in African Studies

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:19


After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/african-studies

New Books in Anthropology
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/anthropology

New Books in Anthropology
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/anthropology

New Books in Architecture
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/architecture

New Books in Sociology
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/sociology

UNC Press Presents Podcast
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

UNC Press Presents Podcast

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts.

New Books in Urban Studies
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

The Moscow Murders and More
Gone But Not Forgotten: Ben Padilla

The Moscow Murders and More

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 11:23 Transcription Available


On May 25, 2003, at Luanda's Quatro de Fevereiro Airport in Angola, a Boeing 727 with tail number N844AA mysteriously took off without clearance, piloted by Ben Padilla—a seasoned aviation mechanic, flight engineer, and private pilot—and another unidentified individual. The plane, originally a commercial airliner converted to cargo use, was undergoing maintenance when it suddenly taxied down the runway and vanished into the skies over the Atlantic Ocean, leaving behind no trace. Despite international search efforts involving the FBI, CIA, and various aviation authorities, no concrete leads or evidence ever surfaced, fueling countless theories ranging from financial theft and clandestine operations to possible terrorist involvement. Padilla's family believes he was coerced into the incident, while others speculate on his possible involvement. The mystery of the missing Boeing 727 and Ben Padilla remains one of aviation's most perplexing cases, with neither the man nor the massive aircraft ever found, raising questions about how such a disappearance could occur in the age of modern surveillance.(commercial at 8:27)to contact me:bobbycapucci@protonmail.comBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-moscow-murders-and-more--5852883/support.

DW em Português para África | Deutsche Welle
22 de Outubro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 20:00


José Mário Vaz lidera boletim das presidenciais na Guiné-Bissau. Domingos Simões Pereira fica fora. Tribunal Provincial de Luanda condenou a três anos e seis meses de prisão Gelson Quintas, conhecido como "Man Genas". Na Assembleia da República de Moçambique, o ministro da Defesa garante que Cabo Delgado é "viável".

DW em Português para África | Deutsche Welle
17 de Outubro de 2025 - Jornal da Manhã

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Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 20:00


Angola eleita a membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU para o período de 2026 a 2028. Julgamento do general Kopelipa, expõe fissuras profundas no sistema judicial angolano. Donald Trump reúne-se hoje com Zelensky. Em duas semanas, será a vez de Putin, para discutir caminhos para a paz na Ucrânia.

DW em Português para África | Deutsche Welle
15 de Outubro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 20:00


Presidente angolano, João Lourenço discursa hoje no Parlamento sobre o estado da nação. Governador de Nampula reconhece quebra de confiança dos empresários locais em relação ao governo por causa de dívidas. África do Sul pode descriminalizar o trabalho sexual.