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Capital of Angola

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Luanda

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DW em Português para África | Deutsche Welle
6 de Março de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 19:59


Irão: Moçambicanos e angolanos pedem neutralidade de Maputo e Luanda. Maputo já terá manifestado solidariedade aos Emirados Árabes Unidos. Há crise na FNLA: militantes acusam a liderança de falta de transparência.

Semana em África
África à espera do impacto da guerra no Médio Oriente

Semana em África

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 9:25


Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma.  O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”

Reverend Ben Cooper's Podcast
Matthew 11:28 — Jesus, Lift the Weight From My Spirit Tonight and Give My Soul the Deep Rest It Has Needed All Day -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 4:55 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningMatthew 11:28 — Jesus, Lift the Weight From My Spirit Tonight and Give My Soul the Deep Rest It Has Needed All Day Live from Salvador, Brazil • Faro, Portugal • Luanda, Angola • Chimoio, Mozambique • Miami, USA • London, England descanso profundo • alma leve • rendição emocional deep rest • lightened soul • emotional surrender Matthew 11:28 (NIV): “Come to Me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest.” Psalm 62:1 (NIV): “Truly my soul finds rest in God; my salvation comes from Him.” Jesus, as night begins to settle over Salvador, Luanda, Miami, London, Chimoio, and across Brazil, Latin America, Europe, and the world, we come bringing every burden that aches within the spirit. Tonight we ask for descanso profundo—deep, holy rest that reaches into the hidden places of the heart. Where the day has left its marks, bring cura suave. Where the mind is tired, bring alma leve. Where emotions feel tangled, bring rendição emocional, the surrender that frees the soul. Jesus, eu venho a Ti. Jesús, vengo a Ti. Jesus, I come to You. In every language, in every nation, the call is the same: “Give my soul rest.” Let Your voice quiet the inner noise that tries to rise as evening settles. Let Your gentleness replace the weight of the day. Let Your nearness slow the breathing of the weary heart. Draw, tonight, on the entire arc of Your promises—the hope of the madrugada, the renewal of dawn, the clarity of the morning hours, the strength of midday, the reassurance of the evening. Let every prayer we have carried from Cycle 1 to Cycle 16 rise again here: Psalm 91 protection, Isaiah 41 courage, Romans 8 assurance, Psalm 121 help, Isaiah 43 presence, Psalm 23 rest, Psalm 130 waiting, and Romans 15 hope. Let the full back library breathe into this moment. Jesus, bring rest where worry still lingers. Bring calm where fear still whispers. Bring peace where exhaustion remains. Remind every listener that You hold the evening, You hold the night, and You hold the heart. Give us rest, Senhor. Give us rest, Señor. Give us rest, Lord. Matthew 11 prayer, descanso profundo devotional, alma leve oração, Jesús dame descanso, Brazilian Portuguese prayer, Latin American devotional, evening rest prayer, oração noturna Jesus, Spanish Portuguese Christian meditation, rendição emocional, peaceful night scripture, alma cansada Jesus Matthew 11:28 • descanso profundo • alma leve • rendição emocional • Jesús dame descanso • Brazilian Portuguese devotional • Latin American prayer • evening rest meditation • alma cansada Jesus • oração da noiteSupport the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Março de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 19:59


Legado de Hélder Pitta Gróz na PGR angolana divide opiniões. Cabo Verde quer apostar mais nas suas potencialidades turísticas. Guerra entre Israel, Estados Unidos e Irão entra no sexto dia, sem sinais de abrandamento.

ArteDebater
ARTE & AGENDA | com Rafaela Pavin que vive a personagem Luanda, em O Agente Secreto

ArteDebater

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 32:23


Rafaela Pavin é Relações Públicas de formação, Cultural Manager, foi idealizadora do Cinematógrafo Cineclube, de Passo Fundo (RS), trabalhou em assessorias de imprensa e de conteúdo do Estado, como a Pauta Assessoria de Conteúdo.  

Reverend Ben Cooper's Podcast
Psalm 91:1 — Jesus, Cover My Midnight Hours With Your Shelter and Push Back Every Fear That Tries to Rise in the Dark -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:03 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:1 — Jesus, Cover My Midnight Hours With Your Shelter and Push Back Every Fear That Tries to Rise in the Dark. Live From London, England São Paulo • Porto • Luanda • Praia • Mendoza Themes: sombra protetora • descanso seguro • coragem na madrugada protective shadow • safe rest • courage in the night Psalm 91:1 (NIV): “He who dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” Luke 10:19 (NIV): “…I have given you authority… to overcome all the power of the enemy.” Jesus, as this new cycle opens and the midnight hour settles around us, we stand beneath Your shelter, beneath that sombra protetora where fear loses its voice. The night often brings its own weight—quiet worries, rising shadows, thoughts that wander into places we do not want to revisit. Yet Your Word says that those who dwell in Your presence, those who stay near Your heart, find descanso seguro, a safe rest deeper than anything the world can offer. Tonight we draw near. We rest in the truth that You have given us autoridade espiritual, authority to stand, authority to resist fear, authority to declare peace over our own hearts. Push back every shadow that tries to rise. Silence the voice of dread. Bring coragem na madrugada, courage in the midnight hour, into every listener in São Paulo, Porto, Luanda, Praia, Mendoza, and across the nations where this prayer moves. Jesus, we trust that Your presence is a shadow that covers, protects, and steadies the restless soul. Let the heart that lies awake find softness again. Let the mind that spins find stillness again. Let the person who feels alone discover Your nearness—tão perto, tão presente—so near, so present, so faithful. Where fear has tried to grip, break it. Where worry has tried to rise, calm it. Where the enemy has whispered lies, silence them with Your truth. Tonight, Jesus, wrap us in the gentle strength of Your shadow. Hold us, steady us, and carry us into deep, renewing rest. midnight prayer, Psalm 91 devotional, oração da meia-noite, proteção espiritual, descanso seguro, fear at night, Brazilian devotional prayer psalm 91, midnight prayer, fear, protection, rest, spiritual authority, devotional, brazil, portugal, latin america Support the Ministry Now reaching 184 countries and 2,968 cities worldwide Support this listener-funded ministry for just £3 per month at GlobalBlendRadio.com and help us keep Daily Prayer moving across the nations.Support the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
Matthew 11:28 — Jesus, Draw Me Into Your Rest Tonight and Lift the Weariness That Still Lives in My Spirit -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:39 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningMatthew 11:28 — Jesus, Draw Me Into Your Rest Tonight and Lift the Weariness That Still Lives in My Spirit Live from London, England Salvador • Faro • Luanda • Chimoio • Miami Themes: descanso profundo • alma leve • entrega emocional deep rest • lightened soul • emotional surrender Psalm 62:1 (NIV): “Truly my soul finds rest in God; my salvation comes from Him.” Matthew 11:28 (NIV): “Come to Me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest.” Jesus, in this quiet 8PM hour when the day begins to release its final breath, we turn our hearts toward Your presence. The pace has slowed, the noise has softened, yet inside many carry a hidden weariness. But You invite us to come — not performing, not striving, simply arriving as we are. You offer descanso profundo, the deep rest that reaches into the places no one else sees. For every listener from Salvador to Faro, from Luanda to Chimoio, and across the world tonight, let alma leve settle over them — a lightening of the soul after a long day. Lift the tension held in the shoulders, the heaviness carried in the chest, the thoughts that refuse to quiet themselves. Let Your rest steady the mind and loosen the emotional weight that has gathered hour after hour. Your Word says our souls find rest in God alone, and tonight we yield to that truth. Where exhaustion runs deep, breathe strength. Where confusion lingers, bring clarity. Where disappointment has settled, place renewed hope. And where emotions feel tangled, bring entrega emocional — the grace to release what we cannot carry and place it fully in Your hands. Jesus, draw me closer than the worries that try to linger. Pull me into the quiet of Your presence. Let Your rest settle over my spirit, covering every strained place, every tired thought, every burden I have tried to hold alone. Tonight, Jesus, give me Your rest. matthew 11 devotional, descanso profundo, alma leve, entrega emocional, brazilian devotional, 8pm prayer, evening rest matthew 11, rest, evening prayer, devotional, brazil, portugal, latin america Support the Ministry: Now reaching 184 countries and 2,968 cities worldwide. Support this listener-funded ministry for just £3 per month at GlobalBlendRadio.com and help us keep Daily Prayer moving across the nations.Support the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 27:1 — Jesus, Be My Light in the Midnight Hour and Push Back Every Shadow That Tries to Settle Over My Heart -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 3:50 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningPsalm 27:1 (NIV): “The Lord is my light and my salvation—whom shall I fear?” John 1:5 (NIV): “The light shines in the darkness, and the darkness has not overcome it.” Recorded live here with Reverend Ben Cooper — DailyPrayer.uk Ao vivo aqui com o Reverendo Ben Cooper, diretamente de Londres, Inglaterra São Paulo (Brasil) • Porto (Portugal) • Luanda (Angola) • Praia (Cabo Verde) • Mendoza (Argentina) paz profunda • luz na madrugada • esperança firme • coragem silenciosa deep peace • midnight light • steady hope • quiet courage Jesus, in these first quiet moments of a new day, I come to You with a heart that still feels the weight of yesterday and the shadows that sometimes cling to the edges of my thinking. Your Word declares that You are my light and my salvation, and because of that truth, I do not need to fear the darkness or the unknown. As midnight settles around me, let Your presence settle within me. Illuminate every place where worry tries to live, every memory that unsettles, every thought that rises without permission. Let Your light be stronger than every shadow. In this still hour, remind me that darkness never wins. Your light is undefeated. Your peace is not fragile. Your strength is not distant. You are here, fully present, fully aware, fully able. Teach my heart to breathe deeply again, to release what I cannot hold, and to rest in what You alone sustain. Where my emotions feel louder than my faith, speak Your calm. Where fear whispers its lies, speak Your truth. Where uncertainty stirs discomfort, speak Your promise: You are with me, and You will not let me fall. Jesus, hold my heart steady in this midnight hour. Let Your hope rise quietly within me, like the first faint outline of dawn before the sun appears. Lift the heaviness that comes from fatigue, pressure, or overthinking. Cover me with the peace that does not ask me to perform, achieve, or solve — only to trust. Let this moment reset the rhythm of my soul so that tomorrow meets a heart anchored, not shaken. And as the world sleeps, let Your light rest upon every listener across the nations — in São Paulo, Porto, Luanda, Praia, Mendoza, and every city connected to this prayer. Bring comfort to those awake in distress, healing to those carrying unseen strain, and rest to those who feel stretched thin. Jesus, be our light tonight, and let Your peace carry us all the way through the darkness until morning comes. Amen. midnight peace, psalm 27, overcoming fear, jesus my light, emotional surrender, night anxiety prayer, brazil devotional, dailyprayer.uk, reverend ben cooper, christian night prayer, quiet courage, hope in darkness Prayer, Christian Devotional, Midnight Prayer, Fear and Faith, Psalm 27, Brazilian Devotional, Spiritual Peace, Night Reflection, Daily Prayer Movement Now reaching 184 countries Support the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Isaiah 40:31 — Jesus, Renew My Strength Tonight and Lift My Spirit Above the Weight of This Day”

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 4:25 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningIsaiah 40:31 (NIV): “…those who hope in the Lord will renew their strength. They will soar on wings like eagles…” Matthew 11:28 (NIV): “Come to Me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest.” Recorded live here with Reverend Ben Cooper — DailyPrayer.uk Ao vivo aqui com o Reverendo Ben Cooper de Londres, Inglaterra São Paulo (Brasil) • Porto Alegre (Brasil) • Sevilla (Espanha) • Luanda (Angola) • Toronto (Canadá) renovo espiritual • descanso profundo • força renovada • esperança ativa spiritual renewal • deep rest • renewed strength • active hope Jesus, as we move into the evening hours and the world around us starts to quieten, I bring You every part of this day that has drained, stretched, or weighed on my heart. Your Word promises that those who hope in You will renew their strength — renovar as forças — and tonight, I open my spirit to that promise. You see the tiredness behind the smile, the emotional weight behind the responsibilities, and the quiet exhaustion behind the moments no one else noticed. Lift my heart above the heaviness and breathe renovo espiritual into every part of me. Evening is where the emotional truth rises. Weariness speaks louder. Reflection becomes clearer. And sometimes, worry begins to wander into the places we hoped it wouldn't. But Jesus, You meet me here, in this nighttime honesty, calling me with the words, Venid a mí los cansados, “Come to Me, all who are weary.” Bring descanso profundo — deep rest — to my anxious thoughts. Calm the storms that gathered through the day. Let Your nearness become the gentle weight that settles my mind. Jesus, renew the strength of every listener joining tonight from São Paulo, Porto Alegre, Sevilla, Luanda, Toronto, and every city where hearts feel tired at this hour. Lift them. Restore them. Fill them with força renovada — renewed strength — to face tomorrow with a calmer spirit and a steadier heart. Let their hope move from theory to practice, from idea to experience — esperança ativa, a hope that rises even when circumstances have not yet changed. As darkness settles, let Your light fall gently upon every home, every family, every burdened heart. Lift the emotional weight of this day. Replace weariness with stillness, uncertainty with trust, and heaviness with peace. Jesus, renew our strength tonight and carry us into tomorrow with Your sustaining love. Amen. isaiah 40 devotional, evening strength prayer, renovo espiritual oração, descanso profundo, força renovada, esperança ativa, brazil night devotional, reverend ben cooper, dailyprayer.uk Prayer, Christian Devotional, Isaiah 40, Evening Renewal, Strength and Rest, Brazilian Devotional, Spanish Devotional, Daily Prayer Movement Now reaching 184 countries and 2,968 cities worldwide.Support the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
Psalm 91:1 — Jesus, Hold My Heart in the Quiet of Midnight and Cover Me With the Peace I Cannot Give Myself - @1567 - Daily Devotional Podcast

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 3:40 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:1 — Jesus, Hold My Heart in the Quiet of Midnight and Cover Me With the Peace I Cannot Give Myself Live from England — DailyPrayer.uk with Reverend Ben Cooper Ao vivo de Londres, Inglaterra para São Paulo (Brasil) • Porto (Portugal) • Luanda (Angola) • Praia (Cabo Verde) • Mendoza (Argentina) Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:27 (NIV): “Peace I leave with you; My peace I give you…” Midnight carries its own kind of honesty. The noise of the day has faded, the world falls quiet, and we are left alone with our thoughts, our fears, our longings, and the weight we never found words for. Yet it is precisely here, in this gentle stillness, that Scripture opens a doorway: rest in the shadow of the Almighty. Not by striving. Not by performing. Simply by dwelling—by turning the heart toward the One who already holds us. Father, tonight we bring the parts of ourselves that feel unsettled. The thoughts that loop. The anxieties that whisper. The emotions that surface only when darkness arrives. Jesus, You speak Your peace into places we cannot calm on our own. You offer shelter when our strength runs thin, and You cover us with a love that outlasts every thought that rises against us. As midnight settles over São Paulo, Porto, Luanda, Praia, Mendoza—and across countless unseen rooms—you are present in every breath. You meet the exhausted parent, the restless heart, the lonely soul, the grieving mind, the one who hides their fear behind today's smile. You hold each one with a gentleness that does not break. Tonight we choose surrender. Tonight we choose stillness. Tonight we choose Your peace. Let Your shadow be our rest. Let Your presence be our quiet shelter. Let Your love steady the deep places within us that no one else sees. And as we lay down, may Your peace—Your real peace—guard our hearts and minds until morning comes. midnight prayer, Psalm 91, peace in anxiety, rest in God, emotional surrender, Brazilian devotional, noite tranquila, DailyPrayer.uk, quiet shelter, Christian night prayerSupport the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 91:15 — Jesus, Hear My Cry Tonight and Calm the Storm That Still Moves Beneath My Quiet Moments” - @1573 - Daily Devotional Podcast

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 5:00 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:15 — Jesus, Hear My Cry Tonight and Calm the Storm That Still Moves Beneath My Quiet Moments” Live from England — DailyPrayer.uk with Reverend Ben Cooper Ao vivo de Londres, Inglaterra para Salvador (Brasil) • Faro (Portugal) • Luanda (Angola) • Chimoio (Moçambique) • Miami (Estados Unidos) Psalm 91:15 (NIV): “He will call on Me, and I will answer him; I will be with him in trouble…” 1 Peter 5:10 (NIV): “The God of all grace… will Himself restore you…” Evening is when the storm inside us becomes more honest. The world slows, rooms grow quieter, and the noise we carried through the day loses its disguise. What we managed to hold back in conversations, what we tucked beneath productivity or smiles, rises again in the stillness. But here, Jesus meets us with a promise stronger than our trembling: When you call on Me, I answer. When trouble presses in, I am with you. When your heart feels worn thin, I restore you. Father, as Salvador begins its evening rhythm, as Faro dims into gentle light, as Luanda breathes out the weight of the day, as Chimoio settles, as Miami begins to soften into dusk, You draw close to every cry that has stayed unspoken. You hear the silent ache. You see the emotional storm beneath outward calm. You understand the pressure behind a quiet face. And Your grace is not distant—it moves toward us, carrying restoration with it. Jesus, calm the storm that still moves beneath our quiet moments. Calm the thoughts that surge without warning. Calm the fear that never learned to rest. Calm the heaviness that sits low in the heart even when our words feel steady. And speak into us the truth that our cry is never lost, never ignored, never beneath Your compassion. Restore what the day has drained. Restore the courage that feels thinned. Restore the tenderness we hide to survive. Restore the hope that sinks when evening comes. And restore the sense of nearness that anchors us when darkness grows heavier. Let tonight become not a battle, but a settling. Not a moment of overwhelm, but a moment of presence. Let Your peace quiet the storm. Let Your grace lift the heart. Let Your answer be the comfort we rest in, even before the circumstances change. For when we cry to You, Jesus, You do not hesitate. You are with us. You restore us. You hold us through every unseen storm. night prayer, Psalm 91 comfort, emotional storm, restoring grace, Brazilian devotional, tempestade interior, paz profunda, DailyPrayer.ukSupport the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 91:15 — Jesus, Hear My Cry Tonight and Bring Peace to the Storm Within Me”

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 4:20 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:15 — Jesus, Hear My Cry Tonight and Bring Peace to the Storm Within Me” Psalm 91:15 (NIV): “He will call on Me, and I will answer him…” Hebrews 4:16 (NIV): “Let us then approach God's throne of grace with confidence…” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Salvador (Brasil) • Faro (Portugal) • Luanda (Angola) • Chimoio (Moçambique) • Miami (Estados Unidos) Live from London, England to Salvador, Faro, Luanda, Chimoio, Miami angústia noturna • clamor da alma • graça que responde • paz interior night anguish • cry of the soul • answering grace • inner peace Jesus, as night unfolds around me and the world grows quieter, the movements inside my heart feel louder. Some worries rise without warning. Some questions return even when I thought they had settled. Some emotions swirl like an unseen storm. “Eu clamo ao Senhor, e Ele me responde.” Let this truth echo through the places that feel unsettled. You hear me when I call. You draw near when my voice trembles. You understand even the cries I cannot put into words. Hold my spirit gently tonight, Jesus, and calm what feels restless within me. Your word invites me to come with confidence to the throne of grace. “Posso me aproximar do Teu trono com confiança.” Not because I feel strong, but because You welcome me in weakness, uncertainty, and fear. When my thoughts tighten, loosen them with Your peace. When my heart feels heavy, lift it with Your nearness. When my emotions rise like waves, speak stillness over them. A Tua graça me envolve e me sustenta. Let this evening become a place where Your peace settles deeper than any anxiety. Jesus, I bring You the storm within—the tension, the questions, the fragile places. Breathe calm into what feels chaotic. Let Your voice be louder than fear and Your presence stronger than the storms that move inside me. Restore clarity where confusion has taken hold. Bring peace where unrest has grown. Wrap my heart in the gentle strength of Your love, and remind me that You answer when I call. Let this night become a resting place for my soul, and let Your peace shape the hours ahead. Jesus, hear my cry. Calm my storm. Surround me with peace. oração da noite, paz interior, graça que responde, clamor da alma, Psalm 91 peace, Brazil devotional, evening prayer oração da noite, paz interior, graça que responde, clamor da alma, Psalm 91 peace, Brazil devotional, Jesus calm my stormSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Convidado
Angola: “Quem detém o poder está mais preocupado com o património do que com a vida do cidadão”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:12


A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 91:1 — Jesus, Quiet My Spirit Tonight and Let Your Shadow Become My Rest”

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 3:40 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:1 — Jesus, Quiet My Spirit Tonight and Let Your Shadow Become My Rest” Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:1 (NIV): “Do not let your hearts be troubled. You believe in God; believe also in Me.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para São Paulo (Brasil) • Faro (Portugal) • Luanda (Angola) • Praia (Cabo Verde) • Mendoza (Argentina) Live from London, England to São Paulo, Faro, Luanda, Praia, Mendoza descanso profundo • sombra protetora • paz suave • alma tranquila deep rest • protective shadow • gentle peace • quieted soul Jesus, as night settles around me and the pace of the day finally slows, I come before You with everything still moving inside my heart. Some thoughts are loud, others are soft, and some I cannot easily name. Yet Your promise speaks clearly into this hour: “Quem habita no esconderijo do Altíssimo descansará à sombra do Onipotente.” Tonight, I ask You to draw me beneath that shadow. Let Your presence calm the places within me that feel unsettled, restless, or uncertain. Quiet the noise that lingers even when the world outside grows still. Your words in John lift gently over my spirit: “Do not let your hearts be troubled.” Jesus, I offer You the troubled places now. I release the heaviness, the racing thoughts, the silent fears. A Tua presença é a minha paz suave. Let this truth take root in the deepest part of me. Where anxiety has built walls, bring Your peace. Where the day has taken strength, pour rest back into me. Where questions remain unanswered, remind me that You are already in tomorrow. As this night deepens, wrap me in Your protective shadow. Protect my rest from worry. Guard my heart from the echoes of the day. Lift every concern that tries to rise when everything else is quiet. Teach my breath to slow. Teach my thoughts to settle. Teach my heart to trust You again in the quiet of this hour. Jesus, let Your nearness become the comfort I lean into. Let Your peace move softly through my spirit. Let Your love steady me until morning. Tonight, I rest in You. I rest under Your shadow. I rest in Your peace that holds me through the night and into the dawn. oração da noite, descanso profundo, Jesus minha paz, sombra protetora, Psalm 91 night prayer, Brazil devotional, quiet rest prayer  Psalm 91 night prayer, oração da noite, Jesus minha paz, descanso profundo, quiet rest prayer, Brazil devotion, gentle peaceSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 91:1 — Jesus, Let Your Stillness Settle Over My Night and Bring Rest to My Restless Spirit” -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 4:00 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:1 — Jesus, Let Your Stillness Settle Over My Night and Bring Rest to My Restless Spirit” Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:18 (NIV) “I will not leave you as orphans; I will come to you.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para São Paulo (Brasil) • Porto (Portugal) • Luanda (Angola) • Praia (Cabo Verde) • Córdoba (Argentina) Live from London, England to São Paulo, Porto, Luanda, Praia, Córdoba oração da noite • descanso profundo • presença de Jesus • alma tranquila night prayer • deep rest • presence of Jesus • quieted soul Tonight, Jesus, I come to You carrying the weight that has followed me through this day, the noise inside that refuses to settle, the faint ache that rests behind every thought. You speak of a shelter, a shadow, a place where tired hearts can breathe again. “Quem habita no esconderijo do Altíssimo descansa.” These words settle over me like soft night air, reminding me that even here, even now, I am not alone in the quiet hours. There is a stillness You give that is different from the world's stillness, a peace that enters the places I cannot reach on my own. Lord, bring that “paz suave” into my soul tonight. Calm this restless rhythm within me and let Your nearness silence the fears that try to rise. Jesus, You promised, “I will come to you,” and tonight I hold onto that promise. Let Your presence move through the shadows of this hour and draw my spirit into Your rest. “Descanso profundo” — deep rest — is what my heart is longing for. As I breathe slowly, I ask You to steady my thoughts, settle my emotions, and help me release every burden I am gripping too tightly. Wrap me beneath Your wings and let the quiet of Your love soften the edges of this day. And as this night deepens, let Your stillness guide my breathing, Your peace shape my thoughts, and Your gentleness carry me into a new beginning when morning comes. “Jesus, fica comigo esta noite.” Jesus, stay with me tonight, and let Your rest become the atmosphere of my soul.night prayer, Psalm 91, rest in Jesus, peace for the anxious heart, quiet presence, Portuguese devotion, Brazil worshipnight prayer, Psalm 91, rest, devotional, Brazil, Portuguese Christian prayer, quietness, Jesus peaceSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Reverend Ben Cooper's Podcast
Psalm 91:1 — Jesus, Hold My Night Steady and Let Your Quiet Peace Settle Over My Mind - @1523 - Daily Devotional Podcast.

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Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 3:45 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:1 — Jesus, Hold My Night Steady and Let Your Quiet Peace Settle Over My Mind Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:27 (NIV): “Peace I leave with you; My peace I give you.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para São Paulo (Brasil) • Lisboa (Portugal) • Luanda (Angola) • Praia (Cabo Verde) • Mendoza (Argentina) Live from London, England to São Paulo, Lisbon, Luanda, Praia, Mendoza oração da noite • descanso profundo • sombra protetora • paz suave de Jesus night prayer • deep rest • protective shadow • gentle peace of Jesus In this quiet midnight hour, Jesus, I come to You carrying the weight of a day that has not fully let go of my mind. As I step into this prayer, I pray that Your shadow — tua sombra protetora — would settle over me like a gentle covering. You see the thoughts that move restlessly through the night and You know the places within me that long for stillness. Jesus, bring that stillness now. Let paz suave de Jesus rest upon my spirit, calming what feels unsettled and softening every anxious edge. You promise that when we dwell in Your shelter, rest becomes possible again, so I step beneath Your covering and breathe deeply, trusting that Your presence steadies me. In these night moments, when distraction fades and the heart becomes honest, meet me with Your reassurance. Let Your peace — tua paz que acalma — fill every unsettled space and remind me that I do not face the night alone. Jesus, breathe rest into the places where worry rises, calm into the thoughts that run ahead of tomorrow, and comfort into the fears I may not even have words for. Tonight, I yield my thoughts, my heartbeat, my inner world to You. Wrap me in the safety of Your presence and let Your stillness guide me into rest. Que o Senhor traga descanso profundo — deep, restoring rest — over my mind and spirit. Hold this night steady around me and hold my heart steady within it. Jesus, quiet the night inside my soul. Amen. oração da noite • descanso da alma • paz de Jesus • refúgio espiritual night prayer • rest of the soul • peace of Jesus • spiritual refuge night prayer, Psalm 91 devotional, midnight prayer, peace of Jesus, Portuguese Christian prayer, Brazil worship devotional, spiritual rest, emotional healing prayer, Christian night meditationSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

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“Psalm 91:1 — Jesus, Quiet My Night and Settle the Restlessness Moving Through My Mind” - @1514 - Daily Devotional Podcast.

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 3:33 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:1 — Jesus, Quiet My Night and Settle the Restlessness Moving Through My Mind” Live from London, England to São Paulo, Lisbon, Praia, Luanda, Lima oração da noite • descanso da alma • sombra protetora • paz suave de Jesus night prayer • soul rest • protective shadow • gentle peace of Jesus Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:1 (NIV): “Do not let your hearts be troubled. You believe in God; believe also in Me.” As this midnight hour settles over Brazil, Portugal, Angola, Mozambique, Cape Verde, Peru, and the places listening quietly in the night, Jesus, we come to You with the thoughts that don't switch off and the worries that sit heavily on the mind. Some nights feel too restless, too crowded with noise that doesn't belong to the heart, and yet You speak of a shelter, a place of shadowed peace where rest begins to breathe again. Tonight, Jesus, quiet the human mind and lift the anxieties that shape themselves in the dark. Let every listener feel the gentleness of Your presence, not as something distant but as a stillness that settles slowly, like evening air across a tired soul. Where fear tries to take shape, bring calm. Where unease has lingered, bring a soft reassurance that the night is held by You. For those who lie awake in São Paulo or Lisbon or Praia, for those listening from Luanda or Lima, let Your nearness become the steadying truth that carries them until morning comes. And in this moment of prayer, Jesus, let the shadow of the Almighty become more than words on a page — let it become the place where fear loosens, where burdens soften, and where the weary find rest. Stay close to every person who needs a quiet mind and a sheltered heart tonight. In the peace of Your presence, let the night be calm again. night prayer • fear at midnight • emotional rest • shadow of the Almighty • Jesus brings peace Psalm 91, Brazil Prayer, Night Peace, Christian Encouragement, Midnight DevotionalSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

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Psalm 91:1 — Jesus, Quiet My Night and Cover My Mind With the Peace I Cannot Find Alone - @1505 - Daily Devotional Podcast.

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Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 3:30 Transcription Available


Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:1 — Jesus, Quiet My Night and Cover My Mind With the Peace I Cannot Find Alone Psalm 91:1 (NIV): “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” John 14:27 (NIV): “Peace I leave with you; My peace I give you… Do not let your hearts be troubled and do not be afraid.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para São Paulo (Brasil) • Lisboa (Portugal) • Luanda (Angola) • Maputo (Moçambique) • Buenos Aires (Argentina) Live from London, England to São Paulo, Lisbon, Luanda, Maputo, Buenos Aires oração da noite • descanso profundo • sombra protetora • paz de Jesus night prayer • deep rest • protective shadow • peace of Jesus Tonight, Jesus, I step quietly into Your presence, carrying the thoughts, worries and emotions that have followed me through the day. As the night settles across Brazil, Portugal, Angola, Mozambique, Argentina, the USA and India, I ask You to help my heart rest beneath the shadow of Your care. In the darkness, when the mind searches for answers and the soul feels stretched, You remind me that real rest is found only in the shelter of the Almighty. I bring You the turbulence within me, the noise in my thoughts, the pressure behind my breathing, and I ask that You would gently quieten every part of me that feels unsettled. Jesus, Your peace is not distant; it is near, steady and constant. Tonight I welcome Your peace into the places where fear tries to rise, where exhaustion weighs heavily, and where unanswered questions feel too large to carry alone. Let Your calming presence soften the strain that presses against my mind. Let Your shadow become my refuge. Let Your voice quiet the anxieties that try to speak more loudly than Your promises. As many across Brazil and the Portuguese-speaking world search for comfort in the late hours, I pray that this moment becomes a doorway into stillness. Teach my heart to breathe slowly again. Lift the emotional heaviness that has gathered throughout the day. Let Your nearness settle over me like a warm covering, bringing safety where there has been tension and rest where there has been unrest. Jesus, hold me through the midnight hour. Watch over my home, my family and the people I love. Guide me as I surrender every burden into Your hands. And as I lie down, let Your shadow become the place where my soul finds deep, renewing peace. In You, Jesus, my night is quiet, my thoughts are steadied and my heart is restored.  Brazil prayer, oração da noite, Psalm 91 devotSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Africa Aware
Can the African Union withstand fractures to multilateralism?

Africa Aware

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 22:08


Mahamoud Ali Youssouf and Amb. Selma Malika Haddadi assumed the leadership of the African Union (AU) at last year's 38th Ordinary Session of the African Union Assembly – ushering what many saw a moment of renewed hope and leadership reset. The AU, however, enters 2026 on uncertain ground. Conflicts are intensifying across several regions; while showing signs of resilience economic prospects remain fragile; and political settlements in a number of countries are under strain. All this is unfolding against the backdrop of shifting global priorities and waning international attention on Africa.  In this episode, Chatham House Africa Programme associate fellow, Professor Carlos Lopes, reflects on what lies ahead for the AU, the tests facing its leadership, and how Africa can navigate through changes in the global order.  Related content: Africa Aware: Strengthening African-led peace and security initiatives The AU–EU summit in Luanda must mark a strategic reset of relations Africa Aware: What the African Union's G20 membership means for Africa

Invité Afrique
RDC-Rwanda: «Toute idée qui vise à ramener la paix n'arrange pas le président Kagame»

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 13:27


Le président congolais Félix Tshisekedi vient d'achever une longue tournée dans une demi-douzaine de pays, effectuant une offensive diplomatique et politique, des États-Unis aux Émirats arabes unis, en passant par l'Angola et le Togo. Guerre dans le Kivu, dialogue intercongolais, crise avec le Rwanda, minerais critiques... Kinshasa a plusieurs dossiers brûlants sur la table. Pour aborder ces sujets, le porte-parole du gouvernement de la République démocratique du Congo, Patrick Muyaya, est notre Grand Invité Afrique ce matin. Il répond aux questions de Sidy Yansané.  RFI : Depuis le début de l'année, le président Félix Tshisekedi multiplie les déplacements : Togo, Congo, France, les Émirats, les États-Unis et puis l'Angola pour finir cette grosse tournée. Qu'en est-il ressorti de concret à la fois sur les plans diplomatique, économique et surtout sécuritaire ? Patrick Muyaya : La plus récente visite, celle en Angola, c'était évidemment pour passer en revue la question de l'évolution du processus de paix. Et il y avait évidemment la question du dialogue intercongolais. Ensuite, la visite aux Émirats, là aussi, il s'agissait de mettre les dispositifs en place d'un partenariat stratégique, car les Émirats arabes unis et la République démocratique du Congo ont des intérêts en commun à construire et à partager. Pour revenir maintenant sur la visite à Washington, une visite historique, si je peux me permettre, en termes de partenariat stratégique RDC-États-Unis, nous avons eu la première réunion du comité directeur conjoint. Il y a aussi eu ce sommet sur les minerais critiques. Le président Tshisekedi a réussi à inscrire la République démocratique du Congo au cœur du débat sur la transition énergétique, faisait de notre pays un atout pour régler les problèmes de l'humanité. Revenons à l'Angola, puisqu'à la suite de la visite du président Tshisekedi, on a confié à Luanda un nouveau mandat : créer les conditions d'un dialogue intercongolais en parlant à toutes les parties. Qu'espérez-vous du président João Lourenço, ex-médiateur dans la crise rwando-congolaise, dans ce nouveau rôle ? Il va faire une forme de pré-consultation des différentes parties. Mais comme notre président de la République l'a dit et redit, le dialogue entre Congolais se tiendra en République démocratique du Congo. Et ce dialogue, j'insiste là-dessus, ne consacrera aucune forme d'impunité, parce que c'est l'impunité dont bénéficient certains acteurs qui est à la base de la répétitivité des conflits que nous déplorons dans la partie est du pays. Parlons de l'un de ces acteurs. RFI a révélé que, en décembre dernier, l'ancien président Joseph Kabila, condamné à mort pour trahison et crimes de guerre par la justice congolaise, avait été reçu à Luanda par la présidence angolaise. Kinshasa est-elle prête à dialoguer avec cet acteur congolais-là ? Dans le dialogue que nous devons avoir, nous avons un point principal : l'agression. Lorsque vous regardez les prises de position et les attitudes du président honoraire, il est évident qu'il est complice de l'agression parce qu'il est difficile d'imaginer que c'est lui qui a combattu par le passé le M23. Puis, dans une tribune publique, brisant de longues années de silence, il dit soutenir et justifier le combat du M23. Il y a des gestes qu'il n'aurait jamais dû poser. Tout dépendra évidemment du rapport que, le moment venu, le président Lourenço fera de ses différentes consultations, notamment avec celui que vous avez cité. Malgré l'accord signé à Washington, et aussi l'accord-cadre de Doha et ses protocoles censés être appliqués, les violences perdurent sur le terrain. Que manque-t-il pour que, au moins, il y ait un cessez-le-feu ? Il manque de la volonté du côté du Rwanda, car il est évident que toute idée visant à ramener la paix dans cette partie de notre pays n'arrange pas le président Paul Kagame, qui est aussi derrière ces faux prétextes d'extermination ou de ciblage des populations banyamulenge. Il y a un autre prétexte qu'il utilise, celui de la présence des FDLR (Forces démocratiques de libération du Rwanda, mouvement sanctionné par l'ONU et considéré comme génocidaire par Kigali, NDLR). Je pense que, au terme de tous ces processus, le Rwanda ne viendra plus recycler ces prétextes, d'autant qu'il est censé régler ces problèmes en ce moment. Vous êtes porte-parole du gouvernement et ministre de la Communication. Vous insistez beaucoup sur certains termes, qualifiant le président Paul Kagame de « père du M23 » avec qui il entretient « une relation diabolique ». Peut-on vraiment parler d'effort de paix quand, des deux côtés rwandais et congolais, il y a des termes extrêmement forts pour désigner l'adversaire et la personne avec laquelle on doit négocier ? Nous qualifions Kagame et le M23 de relation père-fils à raison. Qui a créé le M23 ? Qui arme le M23 ? Qui conduit les opérations du M23 ? Il y a des rapports du groupe d'experts des Nations unies qui le disent de manière régulière. Donc cette filiation existe bel et bien. La frontière avec le Burundi est toujours fermée. Des habitants d'Uvira se sont réfugiés au Burundi, fuyant les combats. Avez-vous des informations concernant l'ouverture prochaine d'une frontière et une stabilisation d'Uvira ? Le gouvernement travaille déjà sur un plan de restauration de l'autorité de l'État, qui va permettre un retour progressif de nos populations qui sont à Uvira, pour revenir en sécurité là où ils doivent être. Et de ce point de vue, il y a une évolution, après la dernière réunion au Qatar. Jean-Pierre Lacroix, secrétaire général adjoint de l'ONU chargé des opérations de maintien de la paix, séjourne actuellement à Kinshasa pour voir dans quelle mesure on peut mettre en place le mécanisme de cessez-le-feu qui pourra, s'il est mis en place et surtout s'il est respecté, contribuer au retour des populations qui sont parties se réfugier au Burundi voisin.

Convidado
Reunião com Félix Tshisekedi em Luanda: "Angola é um mediador nato do conflito da RDC"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 15:36


O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.

Nuus
Namibië herverbind hom tot Luanda-ooreenkoms

Nuus

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 0:40


Namibië het homself herverbind tot die Luanda-ooreenkoms, 'n raamwerk vir die ontwikkeling van 'n verenigde Afrika-strategie vir die bevordering van natuurlike diamante. Die myneminister, Modestus Amutse, het aan die kantlyn van die 2026 mynbou indaba in Kaapstad gesê Namibië sal voortgaan om in noue vennootskap met mede-Afrika-diamantproduserende lande, De Beers, globale diamantsentrums en die Natuurlike Diamantraad, saam te werk.

The Best of the Money Show
Can the Luanda Accord still save the natural diamond market?

The Best of the Money Show

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 8:17 Transcription Available


Stephen Grootes speaks to David Van Wyk, mining analyst about the progress of the Luanda Accord since it was signed last year, a landmark agreement by major diamond-producing countries and industry bodies to jointly fund global marketing for natural diamonds. However, progress has been slow, with funding commitments lagging and implementation delays raising questions about the effectiveness of the agreement and its implications for diamond dependent economies in Africa. The Money Show is a podcast hosted by well-known journalist and radio presenter, Stephen Grootes. He explores the latest economic trends, business developments, investment opportunities, and personal finance strategies. Each episode features engaging conversations with top newsmakers, industry experts, financial advisors, entrepreneurs, and politicians, offering you thought-provoking insights to navigate the ever-changing financial landscape.    Thank you for listening to a podcast from The Money Show Listen live Primedia+ weekdays from 18:00 and 20:00 (SA Time) to The Money Show with Stephen Grootes broadcast on 702 https://buff.ly/gk3y0Kj and CapeTalk https://buff.ly/NnFM3Nk For more from the show, go to https://buff.ly/7QpH0jY or find all the catch-up podcasts here https://buff.ly/PlhvUVe Subscribe to The Money Show Daily Newsletter and the Weekly Business Wrap here https://buff.ly/v5mfetc The Money Show is brought to you by Absa     Follow us on social media   702 on Facebook: https://www.facebook.com/TalkRadio702 702 on TikTok: https://www.tiktok.com/@talkradio702 702 on Instagram: https://www.instagram.com/talkradio702/ 702 on X: https://x.com/CapeTalk 702 on YouTube: https://www.youtube.com/@radio702   CapeTalk on Facebook: https://www.facebook.com/CapeTalk CapeTalk on TikTok: https://www.tiktok.com/@capetalk CapeTalk on Instagram: https://www.instagram.com/ CapeTalk on X: https://x.com/Radio702 CapeTalk on YouTube: https://www.youtube.com/@CapeTalk567 See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Relatório mundial denuncia abusos de direitos humanos em Angola e Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 9:42


O relatório da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos a nível mundial, em 2025, aponta uma série de abusos em Angola e Moçambique. Sheila Nhancale, investigadora no departamento africano da Human Rights Watch, alerta que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola, com, por exemplo, abusos policiais e limitações à liberdade de reunião e de imprensa. Por outro lado, “a situação continua preocupante em Moçambique” devido à  insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, feminicídios e repressão dos protestos pós-eleitorais. Foi publicado, esta quarta-feira, o relatório anual da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos em mais de 100 países e regiões, incluindo Estados africanos, americanos, asiáticos, europeus e do Médio Oriente, bem como organizações regionais como a União Africana e a União Europeia. Neste programa, olhamos apenas para Angola e Moçambique, os dois países que estuda Sheila Nhancale, investigadora na Human Rights Watch. “Os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola No capítulo dedicado a Angola, a Human Rights Watch aponta que a polícia recorreu, em 2025, ao uso excessivo da força, em alguns casos letal, para dispersar protestos, bem como a detenções arbitrárias de manifestantes, activistas e jornalistas. Em entrevista à RFI, Sheila Nhancale confirmou que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados nesse país”. “Nós constatámos que as forças de segurança angolanas continuaram a não respeitar os direitos dos cidadãos, limitando o direito à liberdade de reunião e à liberdade de imprensa. Mantiveram cidadãos presos por longos períodos sem julgamentos justos, sem acusações claras e específicas. Nós reportámos e verificámos que os direitos das crianças em Angola também são um problema que deve ser abordado, para além da insegurança alimentar”, declarou a investigadora. Sheila Nhancale lembra, também, o que aconteceu em Julho de 2025, quando a polícia usou força excessiva e ilegal contra manifestantes, na sequência da greve dos taxistas e do aumento do preço dos combustíveis.   “Em Julho de 2025, o Estado angolano decidiu cortar os subsídios aos combustíveis. Como consequência, teve aumentos de cerca de 300% em termos de compra de combustível em Angola, o que gerou protestos ao nível nacional, em que os taxistas decidiram fazer greves de protestos contra esta subida de preços. Aquilo que inicialmente era um protesto pacífico passou a ser marcado por violência, principalmente da polícia, contra os grevistas. Cerca de 30 pessoas foram mortas, durante esse período, a tiro maioritariamente pela polícia. Então, notamos que houve uso desnecessário e excessivo da força e também de armas contra cidadãos angolanos para limitar um direito - que é consagrado na Constituição da República de Angola e também em instrumentos internacionais - que é o direito à reunião e manifestação”, explica. Por outro lado, é referido que, em Fevereiro, a polícia deteve um correspondente da Deutsche Welle, bem como outras pessoas, incluindo dois deputados da oposição, durante uma marcha contra o assassínio de idosas na província do Kwanza Norte. Em Março, foram detidas dez mulheres durante uma manifestação contra a violência de género, em Luanda. No que toca à liberdade de imprensa, o relatório assinala que, em Setembro, um tribunal de Luanda suspendeu uma greve nos órgãos de comunicação social estatais e que, em Agosto, o Serviço de Investigação Criminal deteve dois jornalistas no âmbito de um processo relacionado com terrorismo que envolvia dois cidadãos russos, acusando-os de crimes como a partilha de “informação falsa” nas redes sociais, sem fornecer detalhes. Outro caso ocorreu em Maio quando a RTP denunciou a expulsão da sua equipa que se preparava para cobrir um evento na Presidência da República, em Luanda. A HRW aponta ainda o não cumprimento do direito a um julgamento justo, referindo que 198 pessoas condenadas em 2024 por alegada participação em protestos a favor da autonomia regional continuavam, em Setembro de 2025, detidas à espera de decisões sobre os seus recursos. Outro aspecto mencionado é o recrudescimento das tensões no enclave de Cabinda, onde confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), em Maio, provocaram a morte de, pelo menos, seis civis.   “A situação continua preocupante em Moçambique” Em Moçambique, a ONG afirma que os direitos humanos foram, em 2025, afectados pela insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, pelos feminicídios, repressão dos protestos pós-eleitorais, sequestros e tentativas de assassínio a jornalistas e activistas sociais. No fundo, “a situação continua preocupante” em Moçambique, resume a investigadora Sheila Nhancale. “A situação continua preocupante, com conflitos armados no norte do país a serem efectuados simultaneamente em Cabo Delgado e Nampula, com mais de 100.000 pessoas deslocadas nesse período e que foram colocadas numa situação completamente desumana em centros de acolhimento, sem produtos suficientes para toda a gente que lá estava. A maioria da população que se encontrava nestes centros de deslocamento são crianças, colocando-as em uma situação também de risco de violação sexual durante o período em que estiveram ou estão nestes centros de reassentamento”, explica. Por outro lado, acrescenta a investigadora, “várias crianças continuaram a ser usadas pelos terroristas para carregarem cargas” e “algumas foram obrigadas a fazer parte dos grupos que atacam as comunidades”, considerando que “a resposta do Estado tem sido insuficiente para travar essa violência contra crianças e mulheres em contexto do conflito em Cabo Delgado”. A pesquisadora moçambicana acrescenta que se notaram “vários ataques contra defensores de direitos humanos” e exemplifica com a morte de Arlindo Chissale, lembrando que “há relatos de que as pessoas que o obrigaram a se deslocar da sua comunidade eram homens fardados com roupas militares”. Outra denúncia de peso é a da violência pós-eleitoral, acrescenta a investigadora, notando que “cerca de 400 pessoas foram mortas pela polícia durante esse período de protestos pós-eleitorais” e referindo que “vários relatórios nacionais e internacionais dão conta de que estas eleições não foram, de facto, justas e transparentes e que as pessoas saíram de suas casas para protestar contra eleições fraudulentas”. “Como resposta, a polícia reagiu com muita violência, causando a morte de cerca de 400 pessoas no país”, recorda. Também alarmante é a situação dos feminicídios em Moçambique porque, diz a investigadora, “há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”. “A situação do feminicídio é muito preocupante porque, a cada dia que passa, há relatos de mulheres encontradas mortas e não há nenhum tipo de resposta para o que aconteceu. Todos os dias, praticamente, acordamos com uma notícia de que uma mulher foi morta na zona Centro e Sul, que é onde nós mais verificamos esse tipo de casos. As mulheres morrem e nada é explicado sobre as circunstâncias da morte. Ninguém é responsabilizado por esses casos, então, isso é algo que deve mudar porque se as coisas continuarem assim, sem qualquer tipo de investigação eficaz, tende a piorar, porque há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”, afirma.   HRW denuncia “desfasamento entre discurso e acção da União Africana” A Human Rights Watch também considerou que, apesar do compromisso com os direitos humanos, o balanço do ano revela “um desfasamento entre discurso e acção da União Africana”. “Nós estamos numa situação em que a Comissão Africana tem estado a emitir ‘statements', mas nós precisamos de uma União Africana que seja mais eficaz em termos de acção em relação aos Estados, para que estes sejam responsabilizados pela falta de proteção dos direitos humanos da população. Então, é importante que estes organismos internacionais sejam, de facto, organismos ou instituições ou instrumentos de pressão para que os países-membros cumpram com as suas obrigações em relação aos direitos humanos”, explica Sheila Nhancale. No relatório da ONU, pode ler-se que o Conselho de Paz e Segurança e a Comissão Africana dos Direitos da União Africana enfrentaram novos testes à sua credibilidade na resposta a abusos cometidos em conflitos no Sudão (que enfrenta a crise humanitária mais grave no mundo devido à guerra civil dos últimos três anos), no leste da República Democrática do Congo e no Sahel.

Revue de presse Afrique
À la Une : insécurité constante et brouillard diplomatique dans l'est de la RDC

Revue de presse Afrique

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 4:08


L'aéroport stratégique de Kisangani, grande ville du nord-est de la RDC, a été ciblé ce week-end par une attaque de drones kamikazes. Huit d'entre eux ont pu être abattus. L'attaque n'a pas été revendiquée mais les autorités locales accusent le M23 et Kigali d'en être à l'origine. Que cherchent le Rwanda et le mouvement rebelle ? Pour Ledjely à Conakry, « loin de chercher une véritable désescalade, ils semblent plutôt engagés dans une stratégie visant à affaiblir méthodiquement les capacités militaires du camp adverse. Le choix de cibler l'aéroport de Kisangani n'a, à cet égard, rien d'anodin. Cette infrastructure constitue un maillon stratégique essentiel dans le dispositif de riposte des autorités congolaises. C'est notamment depuis cette plateforme que décollent les aéronefs et les avions de chasse utilisés par les forces armées de la RDC pour frapper les positions tenues par les rebelles soutenus par le Rwanda. » Et « le fait qu'un mouvement rebelle soit en mesure de se procurer et de déployer des drones kamikazes est très inquiétant, souligne encore Ledjely. Cette évolution marque un saut qualitatif préoccupant dans l'arsenal du M23 et révèle l'ampleur des soutiens dont il bénéficie. Elle en dit long sur les ambitions de l'ennemi auquel le président Félix Tshisekedi est confronté et sur la complexité croissante du conflit. » Le retour de la diplomatie continentale ? Sur le plan diplomatique, « c'est le grand flou », s'exclame Afrikarabia. « Aux abonnés absents depuis l'échec des processus de paix de Nairobi et Luanda, l'Union africaine et l'Angola font de nouveau entendre leur voix dans la crise congolaise. » Pour le site spécialisé sur la RDC, « ce retour de l'Afrique dans le conflit qui secoue l'Est de la RDC signe d'abord les échecs des processus de paix de Washington entre la RDC et le Rwanda, et de celui de Doha entre le gouvernement congolais et les rebelles de l'AFC/M23. La situation militaire s'est largement dégradée sur le terrain avec la prise d'Uvira par la rébellion en décembre, même si le M23 s'est récemment retiré de la deuxième ville du Sud-Kivu. Le come-back de l'Angola et de l'Union africaine sonne aussi comme un retour à la case départ. Dos au mur et sans solution militaire, constate Afrikarabia, Félix Tshisekedi a donc décidé de relancer ses “frères africains“ pour tenter de peser à nouveau sur les rebelles et leur soutien rwandais. » Contrats tous azimuts ! Le président congolais qui joue également les VRP, « avec dans ses valises de juteux contrats miniers. » C'est ce que relève Aujourd'hui à Ouagadougou. « Première escale hier : les Emirats Arabes Unis, avec un contrat sur l'exploitation d'or. Et deuxième séjour aux États-Unis demain pour ressusciter l'accord mort-né de décembre dernier qui devait faire taire les armes. » Et pour réactiver les contrats miniers qui allaient de pair… En effet, à Washington, Félix Tshisekedi devrait retrouver ses homologues kenyan et guinéen pour un sommet sur les ressources stratégiques. L'ogre américain… Commentaire du quotidien Le Pays, toujours au Burkina Faso : « la présence de pays africains à ce sommet de Washington est bien la preuve que dans la “merde“, il y a aussi de bonnes choses à tirer (référence à la fameuse phrase de Donald Trump qualifiant les nations du continent de “pays de merde“). Et ce n'est pas Donald Trump qui dira le contraire, poursuit le quotidien burkinabé. Lui qui conditionne son aide à la sécurisation de l'Est de la RDC, contre une facilité d'accès de son pays aux minerais rares de ce vaste pays d'Afrique centrale. » Reste à savoir maintenant, pointe encore Le Pays, « si la RDC, le Kenya et la Guinée sauront défendre leurs intérêts devant l'ogre américain. La question est d'autant plus fondée que l'Afrique a souvent souffert du déséquilibre des accords dans ses rapports de coopération avec les pays occidentaux. Et quand, dans le meilleur des cas, le continent noir ne se retrouve pas avec la portion congrue du gâteau, c'est souvent pour assister, impuissant, au pillage de ses ressources naturelles par les grandes puissances. » En tout cas, pour en revenir à la RDC, cette tournée de Félix Tshikekedi aux Emirats Arabes Unis et aux États-Unis, « montre sa volonté de transformer le conflit à l'Est en une lutte pour la souveraineté économique. » C'est ce que souligne Afrik.com : « en renforçant les liens directs avec les destinations finales de ses richesses naturelles, le pouvoir congolais mise sur la diplomatie commerciale. L'objectif, pointe le site panafricain, est d'affaiblir les réseaux de financement des groupes armés. Cette stratégie vise aussi à stabiliser durablement les frontières tout en développant l'économie nationale. »

Revue de presse Afrique
À la Une : insécurité constante et brouillard diplomatique dans l'est de la RDC

Revue de presse Afrique

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 4:08


L'aéroport stratégique de Kisangani, grande ville du nord-est de la RDC, a été ciblé ce week-end par une attaque de drones kamikazes. Huit d'entre eux ont pu être abattus. L'attaque n'a pas été revendiquée mais les autorités locales accusent le M23 et Kigali d'en être à l'origine. Que cherchent le Rwanda et le mouvement rebelle ? Pour Ledjely à Conakry, « loin de chercher une véritable désescalade, ils semblent plutôt engagés dans une stratégie visant à affaiblir méthodiquement les capacités militaires du camp adverse. Le choix de cibler l'aéroport de Kisangani n'a, à cet égard, rien d'anodin. Cette infrastructure constitue un maillon stratégique essentiel dans le dispositif de riposte des autorités congolaises. C'est notamment depuis cette plateforme que décollent les aéronefs et les avions de chasse utilisés par les forces armées de la RDC pour frapper les positions tenues par les rebelles soutenus par le Rwanda. » Et « le fait qu'un mouvement rebelle soit en mesure de se procurer et de déployer des drones kamikazes est très inquiétant, souligne encore Ledjely. Cette évolution marque un saut qualitatif préoccupant dans l'arsenal du M23 et révèle l'ampleur des soutiens dont il bénéficie. Elle en dit long sur les ambitions de l'ennemi auquel le président Félix Tshisekedi est confronté et sur la complexité croissante du conflit. » Le retour de la diplomatie continentale ? Sur le plan diplomatique, « c'est le grand flou », s'exclame Afrikarabia. « Aux abonnés absents depuis l'échec des processus de paix de Nairobi et Luanda, l'Union africaine et l'Angola font de nouveau entendre leur voix dans la crise congolaise. » Pour le site spécialisé sur la RDC, « ce retour de l'Afrique dans le conflit qui secoue l'Est de la RDC signe d'abord les échecs des processus de paix de Washington entre la RDC et le Rwanda, et de celui de Doha entre le gouvernement congolais et les rebelles de l'AFC/M23. La situation militaire s'est largement dégradée sur le terrain avec la prise d'Uvira par la rébellion en décembre, même si le M23 s'est récemment retiré de la deuxième ville du Sud-Kivu. Le come-back de l'Angola et de l'Union africaine sonne aussi comme un retour à la case départ. Dos au mur et sans solution militaire, constate Afrikarabia, Félix Tshisekedi a donc décidé de relancer ses “frères africains“ pour tenter de peser à nouveau sur les rebelles et leur soutien rwandais. » Contrats tous azimuts ! Le président congolais qui joue également les VRP, « avec dans ses valises de juteux contrats miniers. » C'est ce que relève Aujourd'hui à Ouagadougou. « Première escale hier : les Emirats Arabes Unis, avec un contrat sur l'exploitation d'or. Et deuxième séjour aux États-Unis demain pour ressusciter l'accord mort-né de décembre dernier qui devait faire taire les armes. » Et pour réactiver les contrats miniers qui allaient de pair… En effet, à Washington, Félix Tshisekedi devrait retrouver ses homologues kenyan et guinéen pour un sommet sur les ressources stratégiques. L'ogre américain… Commentaire du quotidien Le Pays, toujours au Burkina Faso : « la présence de pays africains à ce sommet de Washington est bien la preuve que dans la “merde“, il y a aussi de bonnes choses à tirer (référence à la fameuse phrase de Donald Trump qualifiant les nations du continent de “pays de merde“). Et ce n'est pas Donald Trump qui dira le contraire, poursuit le quotidien burkinabé. Lui qui conditionne son aide à la sécurisation de l'Est de la RDC, contre une facilité d'accès de son pays aux minerais rares de ce vaste pays d'Afrique centrale. » Reste à savoir maintenant, pointe encore Le Pays, « si la RDC, le Kenya et la Guinée sauront défendre leurs intérêts devant l'ogre américain. La question est d'autant plus fondée que l'Afrique a souvent souffert du déséquilibre des accords dans ses rapports de coopération avec les pays occidentaux. Et quand, dans le meilleur des cas, le continent noir ne se retrouve pas avec la portion congrue du gâteau, c'est souvent pour assister, impuissant, au pillage de ses ressources naturelles par les grandes puissances. » En tout cas, pour en revenir à la RDC, cette tournée de Félix Tshikekedi aux Emirats Arabes Unis et aux États-Unis, « montre sa volonté de transformer le conflit à l'Est en une lutte pour la souveraineté économique. » C'est ce que souligne Afrik.com : « en renforçant les liens directs avec les destinations finales de ses richesses naturelles, le pouvoir congolais mise sur la diplomatie commerciale. L'objectif, pointe le site panafricain, est d'affaiblir les réseaux de financement des groupes armés. Cette stratégie vise aussi à stabiliser durablement les frontières tout en développant l'économie nationale. »

Revue de presse Afrique
À la Une: après une année noire dans l'est de la RDC, une inflexion diplomatique?

Revue de presse Afrique

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 3:38


« L'année 2025 avait très mal débuté pour la RDC, relate Jeune Afrique : fin janvier, Goma, ville stratégique et chef-lieu de la province du Nord-Kivu, était prise par l'AFC/M23. À la mi-février, c'est Bukavu, chef-lieu du Sud-Kivu, qui tombait. Et cette année 2025 s'est achevée de la pire des manières : la chute d'Uvira le 10 décembre, quelques jours seulement après la signature à Washington d'un accord de paix entre la RDC et le Rwanda. Un revers pour Donald Trump, qui s'était largement autocongratulé d'avoir “rétabli la paix“ dans la région. » D'ailleurs, « sur le front diplomatique, poursuit Jeune Afrique, cette année 2025 avait d'abord fait naître plusieurs espoirs. Trois processus de paix se sont succédé, se chevauchant parfois : ceux de Luanda, de Doha et de Washington. Tous ont en commun d'avoir, pour l'instant, échoué. » Les avancées des troupes de l'AFC/M23 dans l'est de la RDC n'auraient pas été possibles sans le soutien actif du Rwanda. Un soutien prouvé et documenté depuis des années par des dizaines de rapports onusiens. Le Rwanda reconnait sa participation à une coordination sécuritaire avec l'AFC/M23 Jeudi dernier, surprise : l'ambassadrice du Rwanda à Washington Mathilde Mukantabana publie sur le site de l'ambassade un document dans lequel elle reconnait implicitement l'engagement du Rwanda auprès du M23, avec notamment cette phrase : « Le Rwanda participe effectivement à une coordination sécuritaire avec l'AFC/M23. » Commentaire du site d'information Afrik.com : « L'expression est suffisamment floue pour laisser place à des marges d'interprétation, mais suffisamment explicite pour engager une responsabilité politique. Elle peut inclure : des échanges de renseignements, une synchronisation tactique sur le terrain, un appui logistique direct, voire une coordination opérationnelle. Dans tous les cas, il s'agit d'une interaction structurée avec un acteur armé non étatique opérant sur le territoire d'un État souverain. Cela pose un problème fondamental au regard du droit international et des résolutions du Conseil de sécurité des Nations unies. » Et Afrik.com de s'interroger : « À travers ce document, Kigali pense recréer un climat de confiance. Mais avec qui ? Les États-Unis ? Le M23 ? Ou la communauté internationale ? Ce tournant constitue-t-il une tentative de reprise du contrôle du récit international ? Plutôt que de subir des révélations successives, le Rwanda chercherait ainsi à encadrer son implication en la justifiant par des impératifs sécuritaires. Cette forme d'admission assumée suffira-t-elle à infléchir la courbe du récit ? Rien n'est moins sûr. » Trop tard ? « Pourquoi ce changement de pied et pourquoi aujourd'hui ? », s'interroge écho le site spécialisé sur la RDC Afrikarabia : « Depuis l'arrivée du médiateur américain dans le conflit congolais, Kigali, sous le flot des critiques, marche sur des œufs. (…) Dos au mur, le Rwanda cherche à proposer un nouveau récit “dans la transparence“ de ses combats à l'est de la RDC. Kigali tente ainsi d'imposer au grand jour une stratégie de “légitime défense préventive“. Mais les arguments avancés sont connus depuis bien longtemps : menace FDLR, persécutions des Tutsis congolais, risques d'infiltrations transfrontalières… » Et Afrikarabia de s'interroger à nouveau : « Ce nouveau discours de “transparence“ et de “confiance“ présenté par l'ambassadrice rwandaise fera-t-il mouche ? Et surtout, n'arrive-t-il pas trop tard, après des années de déni ? Il n'est pas sûr que ce nouveau narratif tempère les positions de Washington. La sous-secrétaire d'État adjointe au Bureau des affaires africaines, Sarah Troutman a été très claire devant la Chambre des représentants : “ceux qui menacent la paix seront tenus pour responsables“. À bon entendeur… »

Invité Afrique
Un an après la prise de Goma: «Les ressources naturelles sont le carburant de cette guerre»

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 11:30


Un an après la bataille de Goma, quelle est la réalité du contrôle exercé sur la ville par l'AFC/M23, soutenu par Kigali ? Comment le groupe AFC/M23 se finance-t-il ? Et quelles perspectives de paix, alors que les initiatives diplomatiques — qui se multiplient — n'ont que peu d'effet sur le terrain ? Zobel Behalal, expert senior à l'Initiative mondiale contre le crime organisé transnational et ancien membre du panel d'experts des Nations unies sur la RDC, répond aux questions de Florence Morice. RFI : Il y a un an, lors de la chute de Goma, beaucoup d'analystes affirmaient que le M23 n'avait pas les moyens de gouverner la ville. Un an plus tard, peut-on dire que l'on s'était trompé ? Zobel Behalal : Oui, évidemment, on s'était trompé il y a un an. Parce qu'aujourd'hui, le mouvement non seulement contrôle la ville, mais il a étendu son pouvoir sur d'autres territoires, et notamment sur la province du Sud-Kivu. De quelle manière est-ce qu'il contrôle la ville, concrètement ? Le M23, toujours soutenu massivement par le Rwanda, a installé une administration parallèle avec des gouverneurs qui ont été nommés dans les provinces du Sud et du Nord-Kivu, des administrateurs du territoire. Il a installé un système de taxation assez bien huilé. Le M23 contrôle également des territoires stratégiques de production minière, qui sont une source d'enrichissement assez considérable pour lui. Et ensuite, ce qu'il faut noter, c'est que le M23 contrôle cinq postes frontaliers stratégiques, notamment avec le Rwanda et l'Ouganda. Comment le M23 finance-t-il cette administration parallèle ? Essentiellement par ces taxes et le contrôle des ressources minières ? On a vu une nomenclature des taxes assez bien élaborée par le mouvement, qui concerne aussi bien le mariage, le transfert d'un corps, que la traversée d'une frontière, l'exploitation d'un site minier. Donc ça couvre vraiment toute l'activité économique et sociale des territoires sous son contrôle et cela rapporte énormément d'argent au mouvement. Il faut aussi comprendre que le M23 ne dépense pas beaucoup d'argent pour ses troupes. Les soldats, pour la plupart, sont très peu payés, ils reçoivent un entretien journalier pour leur nutrition, donc ceux-ci se sucrent sur le dos de la population et l'essentiel de l'argent collecté par le M23 va dans les poches de ses cadres politiques et militaires. Avant la chute de Goma, le M23 contrôlait déjà d'importants sites miniers. C'était le cas, par exemple, de Rubaya. Qu'est-ce qui a changé depuis un an ? Est-ce qu'ils ont mis la main sur de nouveaux sites stratégiques ? Depuis la chute de Goma, le M23 a étendu son contrôle sur des sites miniers, notamment dans la province du Sud-Kivu, des sites miniers de production d'or et de ce qu'on appelle la wolframite, ce qui constitue des sources de revenus importantes pour le mouvement. Il a continué à maintenir son contrôle sur les routes d'exportation des minerais de coltan exploités à Rubaya vers le Rwanda. Donc tout cet argent rentre dans les caisses du mouvement, mais profite surtout aux cadres politiques, aux cadres militaires et évidemment aux pays qui soutiennent le M23. Quels sont les pays qui bénéficient de ces ressources ? On a suffisamment d'informations et de preuves pour attester du soutien massif du Rwanda vis-à-vis du M23 et on sait que ce soutien rapporte énormément d'argent au Rwanda. Les statistiques du Rwanda d'exportation du coltan sur la période de janvier à juin 2025 sont 200 % supérieures à ce que c'était à la même période en 2024. Et on sait aussi qu'il y a des pays qui profitent de manière passive de la présence du M23, notamment les flux commerciaux et économiques entre le M23 et le Congo et l'Ouganda. Il y a également des pays un peu plus lointains, comme le Kenya et la Tanzanie. Prenons un exemple, celui du commerce du carburant. Aujourd'hui, à Goma, le carburant est sous le contrôle des proches du général Makenga, qui est le chef militaire du M23, et ses proches ont un monopole sur l'importation du carburant qui vient de pays comme le Kenya. Donc ça enrichit des réseaux qui, de manière passive ou indirecte, contribuent à financer le mouvement et profitent également de cette économie illicite. Depuis un an, les initiatives diplomatiques se multiplient, mais on a le sentiment qu'elles ont peu d'effet sur le terrain. Pour quelle raison, selon vous ? Il y a eu une forte mobilisation diplomatique qui est appréciable. Mais ce qu'on constate aujourd'hui, c'est qu'il y a un élément qui structure cette guerre, il y a un élément qui constitue son carburant, c'est l'exploitation des ressources naturelles. Donc l'angle mort des principaux processus de paix, c'est qu'ils ne prennent pas suffisamment en compte cet aspect qui pourtant représente un moyen de pression sur les différents acteurs pour les obliger à se mettre autour de la table pour discuter. Mais le processus de Washington et l'accord-cadre qui a été signé en fin d'année dernière aux États-Unis prétend justement placer cette dimension économique et l'organisation économique régionale au cœur des discussions. Autant on se félicite du fait que les Américains aient mis sur la table cette dimension économique, autant on reste encore sur notre faim sur les mesures concrètes qui vont véritablement résoudre le problème dans sa profondeur. On a plutôt l'impression que ce processus pourrait représenter une prime à l'ambition expansionniste de certaines parties. Il pourrait représenter une source d'enrichissement des réseaux criminels préexistants. Donc il faut commencer par créer des conditions pour que ces personnes n'accèdent plus à ces ressources naturelles. Et c'est l'angle mort, comme je le disais, de ces processus de paix. Donc le M23, et ? Le M23, les pays voisins comme le Rwanda… Et il faut reconnaître aussi que, aujourd'hui, dans l'exploitation illicite des ressources naturelles, les réseaux criminels se recrutent au sein de l'élite politique, sécuritaire de tous les pays, y compris du Congo. On n'a pas d'éléments qui nous permettent de dire aujourd'hui que ces élites au Congo, au Rwanda et dans les autres pays, ne continueront pas à tirer les ficelles lorsque ces contrats seront appliqués. Tout récemment, l'Angola, qui semblait sorti des processus de négociation, a relancé des consultations et plaide pour un dialogue national. Est-ce que cette nouvelle initiative de Luanda est porteuse d'espoir selon vous ? L'initiative angolaise est potentiellement une évolution positive, car si la crise du M23 s'inscrit dans une dynamique géo-criminelle, où des États instrumentalisent le crime transnational organisé à des fins économiques et financières, il faut reconnaître que cette crise prospère aussi parce qu'elle s'ancre dans des faiblesses structurelles profondes que seuls les Congolais eux-mêmes ont la capacité et le devoir de traiter. Donc un dialogue intercongolais, qui va discuter du partage des richesses, de la forme de l'État, de comment faire nation, de la lutte contre l'impunité, me semble bienvenu. À lire aussiRDC: à Rubaya, des mines stratégiques au cœur de la guerre, toujours contrôlées par le M23 

Afrique Économie
Infrastructures, commerce, emploi: l'Afrique mise sur les corridors intégrés

Afrique Économie

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 2:28


Construire des écosystèmes économiques durables, développer les industries, les transports et les opportunités d'emploi tout en misant sur la collaboration entre les pays : les projets de corridors intégrés fleurissent sur le continent. Bâtis autour d'axes de circulation, ce sont bien plus que de simples infrastructures destinées à exporter des matières premières, mais plutôt la promesse d'un développement économique qui profite au plus grand nombre.  De notre envoyée spéciale à Luanda, L'autoroute Abidjan-Lagos, qui doit relier sur plus de 1 000 kilomètres cinq mégapoles d'Afrique de l'Ouest, est un exemple des grands projets de corridors qui se multiplient sur le continent. Ces grands travaux ont pour but de stimuler le développement économique et industriel, ainsi que le commerce entre les pays. Pour Amine Idriss Adoum, directeur en charge des infrastructures à l'agence de développement de l'Union africaine, cela représente un changement de paradigme : « Aujourd'hui, si vous regardez le commerce transfrontalier ou le commerce intra-africain, c'est à peu près 15 %, ce qui est extrêmement bas par rapport au reste du monde. Pendant longtemps, nous avons fait l'erreur de croire que les projets de transport doivent servir uniquement pour exporter. Nous sommes en train de montrer que la mobilité a un véritable impact économique. » La mobilité pour encourager l'intégration nationale, une ambition qui nécessite de la part des pays concernés de gros efforts d'harmonisation des politiques et de gouvernance. C'est même « le principal défi » pour Pedro Pinto, PDG de Dominio Capital, une entreprise liée à la logistique du secteur pétrolier : « La plupart de ces investisseurs craignent que la situation d'un pays donné ne change radicalement d'ici trois, quatre ou cinq ans. » Le corridor de Lobito, un modèle Avec des objectifs économiques et sociaux multiples, les corridors intégrés sont des projets très ambitieux, qui appellent des investissements massifs. Cette dimension supplémentaire demande le soutien des investisseurs et partenaires. « Ce sont des projets d'éducation, de santé, qui sont plus complexes que faire purement des infrastructures, estime Sergio Oliete, en charge des transports à la Commission européenne. Si on veut faire bien les projets, ils sont plus complexes et plus coûteux. »  Déjà bien avancé, le corridor de Lobito, qui doit permettre de relier les régions minières de la Zambie et de la RDC à la façade atlantique de l'Angola, est souvent érigé en modèle de ces nouveaux corridors intégrés. Le long de la ligne ferroviaire sont prévus la création de zones économiques spéciales, l'extension de la couverture du réseau mobile ou encore le développement du secteur agricole. À lire aussiAngola: les États-Unis accordent un prêt pour moderniser le tronçon angolais du corridor de Lobito

Appels sur l'actualité
[Vos questions] RDC : pourquoi l'Angola relance-t-elle sa médiation ?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur des poursuites juridiques à l'encontre de la Birmanie, l'envoi de soldats européens au Groenland et la peine de mort requise pour l'ancien président sud-coréen. RDC : pourquoi l'Angola relance-t-elle sa médiation ?    Face à la persistance des violences dans l'est de la RDC, Joao Lourenço semble de nouveau vouloir jouer un rôle dans la résolution du conflit dans l'Est de la RDC. Ces dernières semaines, le président angolais a multiplié les contacts avec de nombreux acteurs de la crise congolaise. Comment expliquer ce retour alors qu'en mars 2025, Luanda avait annoncé son retrait des discussions ? La nouvelle médiation angolaise peut-elle changer la donne sur le terrain ? Avec Patient Ligodi, journaliste au service Afrique de RFI.      Justice internationale : pourquoi la Gambie poursuit-elle la Birmanie ?     Depuis lundi (12 janvier 2026), la Birmanie comparaît devant la Cour internationale de justice, accusée par la Gambie de génocide à l'encontre des Rohingyas. La procédure concerne les violences commises depuis 2017 contre cette minorité musulmane, marquées par des exactions de masse et des déplacements forcés. Pourquoi est-ce la Gambie qui porte ce dossier devant la CIJ ? En cas de condamnation, que risque la Birmanie ?  Avec Stéphanie Maupas, correspondante de RFI à La Haye.      Groenland : que sait-on de la mission militaire européenne ?       Face aux menaces de Donald Trump de conquérir le Groenland « d'une manière ou d'une autre », le Danemark a renforcé sa présence militaire sur ce territoire arctique. Dans la foulée, la Suède, l'Allemagne, la Norvège et la France ont annoncé participer à une mission militaire européenne sur l'île. L'Europe a-t-elle les moyens de répliquer en cas d'annexion du territoire danois ? Avec Mikaa Blugeon-Mered, chercheur senior en géopolitique de la transition énergétique, spécialiste des Pôles et de l'hydrogène, à l'Université du Québec à Trois-Rivières et chargé d'enseignement Pôles-Énergies-Climat à l'École de Guerre.     Corée du Sud : l'ancien président sera-t-il condamné à la peine capitale ? Accusé d'avoir tenté d'imposer la loi martiale en décembre 2024 dans le but de rester au pouvoir, l'ex-président Yoon Suk-yeol doit rendre des comptes devant la justice. Au cours de son procès très suivi, le parquet a requis la peine de mort. Le verdict sera rendu le 19 février 2026. Comment expliquer une peine aussi lourde ? L'ancien président peut-il faire recours ?   Avec Jean-Louis Margolin, historien de l'Asie orientale moderne et contemporaine. Auteur de « L'autre Seconde Guerre mondiale : 1937-1945 : Asie-Pacifique, de Nankin à Hiroshima » (éditions Perrin).

Invité Afrique
Sommet sur la RDC à Lomé: «Cette rencontre peut aider à une clarification des rôles», dit Christian Moleka

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 7:25


C'est à Lomé, au Togo, que va se tenir, après-demain samedi, un nouveau sommet sur la RDC. En effet, le président Faure Gnassingbé a été désigné par l'Union africaine pour faire la médiation dans cette crise meurtrière. Autour du chef de l'État togolais, on attend de nombreux ministres africains des Affaires étrangères et les envoyés spéciaux des États-Unis et du Qatar. Ce sommet pourra-t-il empêcher une nouvelle offensive sur le terrain du M23 et de son allié rwandais ? Christian Moleka est le coordinateur de la Dynamique des politologues du Congo, la DYPOL. En ligne de Kinshasa, il répond à Christophe Boisbouvier RFI : Christian Moleka, ce sommet de Lomé ce 17 janvier 2026, est-ce qu'il peut en sortir quelque chose ? Christian Moleka : il peut en sortir une tentative de coordination des initiatives de médiation qui sont aujourd'hui à la fois africaines et internationales, qatariennes et américaines. Le Togo, qui représente l'Union africaine de la médiation, a depuis 2025 lancé l'initiative qui a pris du temps à s'implémenter. Et donc, il y a une nécessité de tenter de redonner sens à l'initiative, à la fois africaine, mais de coordonner également avec ce qu'il s'est fait à Doha et à Washington. Et donc, la rencontre peut aider à une clarification des rôles, redonner à l'Union africaine probablement une dynamique de dialogue interne et peut-être une dynamique régionale qui prendra en compte les autres acteurs comme l'Ouganda et le Burundi, qui n'ont jamais été pris en compte afin qu'elle ne marche pas, je dirais, sur les plates-bandes de Doha et de Washington. Avant ce sommet, le Congolais Félix Tshisekedi a fait plusieurs déplacements. Il est allé voir le Togolais Faure Gnassingbé à Lomé. Il est allé aussi rencontrer l'Angolais Joao Lourenço à Luanda. Le président angolais lui aurait fait des propositions intéressantes. De quoi pourrait-il s'agir ? Il peut s'agir de la volonté de relancer un dialogue interne, un dialogue national interne congolais. L'Angola qui aujourd'hui voit une rébellion qui peut s'étendre vers le Katanga et donc remettre en question les intérêts économiques du corridor de Lobito, a besoin d'un minimum de stabilité. Et donc, un processus de dialogue interne peut naître de la démarche angolaise. Parce que Kinshasa a refusé à ce jour de prendre l'initiative des évêques, notamment la démarche du pacte social. Et donc, une initiative angolaise qui porterait sur le dialogue national inclusif peut, pour Kinshasa, être un plan de rechange contre la dynamique interne portée par les évêques. Sur le fond du dossier, il y a une paix artificielle qui a été signée le 4 décembre à Washington par les présidents du Congo et du Rwanda en présence de Donald Trump. Mais quelques jours plus tard, les rebelles du M23 et leurs alliés rwandais se sont emparés de la ville d'Uvira, au Sud-Kivu. Qu'est-ce qu'il faut en déduire ? Il faut en déduire que le M23, qui reste l'acteur militaire souterrain, ne se sent pas lié par le processus de Washington et qu'on a un processus de Doha qui, à ce jour, est quelque peu en panne, puisqu'il ne marche pas. Et sans une complémentarité Doha-Washington, il sera très difficile d'avoir sur le terrain des solutions définitives tant que la donne M23 ne sera pas prise en compte. Et donc, la reprise des armes pour le M23, c'est un levier de pression pour pousser Kinshasa à revenir à la table de négociations et à entériner également Doha. Alors, après la prise d'Uvira au Sud-Kivu, le secrétaire d'État américain Marco Rubio a déclaré que c'était une claire violation de l'accord de Washington et que les États-Unis y répondraient. Sous-entendu, il y aurait des sanctions contre le Rwanda. Mais depuis un mois, les Américains n'ont pris aucune mesure. Qu'est-ce que cela vous inspire ? On peut penser déjà qu'il y a une pression sur l'administration américaine pour que les sanctions ne soient pas prises. À Kinshasa, on a pointé du doigt, sans le dire à haute voix, le Qatar, pour que des sanctions ne soient pas prises directement vis-à-vis du Rwanda. Mais on a également une administration américaine qui est, à ce jour, portée par d'autres crises et une attention de moins en moins tournée sur cette question congolaise, avec la dynamique qu'on a au Venezuela, mais également au Moyen-Orient avec l'Iran. Et vous pensez donc que pour les autorités congolaises, peut-être aussi pour les autorités burundaises, le Qatar fait pression sur les États-Unis pour qu'il n'y ait pas de sanctions contre le Rwanda ? Effectivement, je crois que pour Kinshasa et le Burundi, la lecture est très claire : le Qatar a certainement dû peser sur la décision américaine pour ne pas sanctionner le Rwanda. Il y a des enjeux économiques derrière. Le Qatar a énormément investi au Rwanda et donc des sanctions toucheraient aux intérêts également économiques du Qatar. Comment voyez-vous les jours à venir, d'ici la fin de ce mois sur le terrain ? Un enlisement ou peut-être une nouvelle offensive militaire de la part des rebelles du M23 et de leurs alliés rwandais ? Le M23 est en mode observation aujourd'hui. Après la pression américaine sur Uvira, ils laisseront passer la pression. Mais chaque partie s'organise militairement et construit un narratif pour justifier la suite des combats qui pourrait s'étendre cette fois-ci vers le Katanga. L'une des stratégies du Congolais Félix Tshisekedi, c'est d'obtenir un clair soutien des États-Unis contre le Rwanda. Est-ce que cette stratégie peut marcher ou non ? Les États-Unis, pour l'instant, se sont intéressés aux minerais du Congo et ont besoin d'un minimum de stabilité pour faire le partenariat économique. Et donc, c'est un levier sur lequel Kinshasa peut appuyer. Le vrai défi, c'est que vous avez un médiateur américain imprévisible qui est à la fois sur beaucoup de chantiers - le Venezuela, l'Iran, le Groenland - et qui, à un moment donné, sera lui-même enlisé dans une politique intérieure avec les élections de midterm qui viennent. Donc, 2026 peut être une année où la tension américaine sur la crise congolaise peut être réduite. Et donc, à ce moment-là, Kinshasa perdra ce levier américain d'intérêt stratégique sur le conflit. À lire aussiTogo: le président congolais à Lomé avant une réunion de haut-niveau sur la crise dans l'est de la RDC À lire aussiCrise dans l'est de la RDC: comment l'Angola veut revenir au centre du jeu diplomatique

Eco d'ici Eco d'ailleurs
Europe - Afrique : vers une nouvelle relation économique ?

Eco d'ici Eco d'ailleurs

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 65:09


Dans un monde marqué par les tensions géopolitiques, la fragmentation économique et la montée de nouvelles puissances, la relation entre l'Europe et l'Afrique est à un tournant. Longtemps structurée autour de l'aide au développement, elle cherche aujourd'hui à évoluer vers un véritable partenariat fondé sur l'investissement, la co-construction et la création de valeur locale. C'est l'un des grands enjeux débattus lors du dernier sommet Union européenne – Union africaine, organisé à Luanda, en Angola. NOS INVITÉS

Éco d'ici éco d'ailleurs
Europe - Afrique : vers une nouvelle relation économique ?

Éco d'ici éco d'ailleurs

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 65:09


Dans un monde marqué par les tensions géopolitiques, la fragmentation économique et la montée de nouvelles puissances, la relation entre l'Europe et l'Afrique est à un tournant. Longtemps structurée autour de l'aide au développement, elle cherche aujourd'hui à évoluer vers un véritable partenariat fondé sur l'investissement, la co-construction et la création de valeur locale. C'est l'un des grands enjeux débattus lors du dernier sommet Union européenne – Union africaine, organisé à Luanda, en Angola. NOS INVITÉS

Semana em África
Semana marcada por tensões políticas e sociais na África lusófona

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 8:08


A Guiné-Bissau voltou a dominar a actualidade africana esta semana, após a libertação de figuras políticas e da sociedade civil detidas na sequência do golpe militar de Novembro de 2025, num contexto ainda marcado por contestação social, enquanto São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique e a República Democrática do Congo enfrentam desenvolvimentos políticos e judiciais relevantes. Na Guiné-Bissau, foram libertados o jurista e activista Augusto Nansambé, os dirigentes do PAIGC Octávio Lopes e Marciano Indi, bem como o responsável do PRS Roberto Mbesba, todos detidos após o golpe militar de 26 de Novembro de 2025. A informação foi confirmada à RFI pelo advogado Vaiton Gomes Barbosa. Entretanto, é esperada no país uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que integra, entre outras personalidades, os Presidentes da Serra Leoa e do Senegal. A sociedade civil, através do Pacto Social, solicitou um encontro com a delegação para expor a situação política e social do país desde a tomada do poder pelo Alto Comando Militar. Segundo Sabino Gomes Júnior, signatário do Pacto Social, o objectivo é dar a conhecer à missão regional os desenvolvimentos ocorridos no país após o golpe. Ainda na Guiné-Bissau, a alegada morte de um jovem provocada por militares desencadeou uma onda de indignação popular. Centenas de jovens e mulheres saíram às ruas de Bissau para exigir justiça, numa manifestação que acabou por ser travada pela polícia. O Ministério Público prepara-se agora para levar a julgamento os dois militares acusados no caso. Em São Tomé e Príncipe, a escala do navio de assalto anfíbio russo Alexander Otrakovskiy, durante o fim-de-semana, gerou polémica política. A Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, acusa o Presidente da República e o Governo de terem autorizado a entrada e o transbordo de mercadorias de um navio de guerra russo sem o conhecimento nem a aprovação do Parlamento. As autoridades são-tomenses ainda não reagiram publicamente às acusações. O país enfrenta igualmente dificuldades no sector da educação, onde mais de 300 profissionais não docentes trabalham há vários anos sem remuneração. O Governo reconhece irregularidades no recrutamento, admite sanções aos responsáveis e garante estar a procurar soluções para regularizar a situação laboral. Em Cabo Verde, a partir de 21 de Janeiro, os cidadãos que solicitarem visto para viajar para os Estados Unidos, por motivos de turismo ou negócios, poderão ser obrigados a pagar uma caução de até 15 mil dólares. Cabo Verde passou a integrar a lista de 38 países abrangidos por esta medida, que se estende igualmente a Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, ficando Moçambique de fora. Já em Moçambique, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a libertação imediata do cidadão turco Emre Çınar, detido na semana passada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). As autoridades não avançaram detalhes sobre os fundamentos da detenção nem sobre eventuais acusações. Por fim, na República Democrática do Congo, o Presidente Félix Tshisekedi manifestou-se favorável a um cessar-fogo “imediato e incondicional” no leste do país, durante um encontro realizado em Luanda, na sequência de um apelo do Presidente angolano João Lourenço, actual presidente em exercício da União Africana.

DW em Português para África | Deutsche Welle
24 de Dezembro de 2025 - Programa Especial

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 20:00


Programa Especial: 48 horas com o Presidente alemão - uma corrida diplomática em Luanda e no Corredor do Lobito.

Livros que amamos - histórias para crianças
Série Religiões: Luanda no terreiro

Livros que amamos - histórias para crianças

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 7:48


Esse mês eu vou trazer 9 livros que vão levar vcs a um passeio por aspectos de algumas das religiões com mais praticantes no mundo e no Brasil: catolicismo, protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Atualmente, mais do que nunca, o mundo precisa de tolerância, empatia e respeito a diversidade religiosa. Continuando o especial desse mês de dezembro, hoje nosso passeio pelas religiões do mundo mergulha no candomblé, que assim como a umbanda é uma importante religião afro-brasileira. A principal diferença entre elas é que o Candomblé é uma religião de matriz africana que cultua apenas os Orixás de forma mais pura, enquanto a Umbanda é um sincretismo brasileiro que mistura elementos africanos, católicos, indígenas e espíritas, e cultua tanto os Orixás quanto as entidades (como Pretos-Velhos e Caboclos). Além disso, o Candomblé usa o jogo de búzios para consultas, já na Umbanda, as consultas são feitas diretamente com as entidades que se manifestam através da incorporação. O livro de hoje é o Luanda no terreiro, escrito e ilustrado por Marcelo D'Salete e publicado pela editora Companhia das Letrinhas. Luanda está animada para a festa no terreiro. Toda a comunidade está envolvida nos preparativos para o xirê, e ela não poderia ficar de fora. Com a lista de itens nas mãos, parte para a loja do seu Beto para comprar inhame, dendê e feijão. Porém, durante o caminho, ela nota algo diferente. “Será que alguém está me seguindo?”, a menina pensa. Mais adiante, percebe que seu pressentimento era real: quem a seguia era Edu. Ele acompanhava a menina durante o trajeto e, assim que teve a oportunidade, disse tudo o que pensava sobre a religião dela. Desse momento em diante, Luanda mostra para Edu que é possível vencer o preconceito com respeito e acolhimento, e convida todos os leitores para conhecer um pouquinho mais sobre as religiões de matriz africana.Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/4rXNXnUEsse livro trouxe um aspecto do candomblé, importante religião afro-brasileira. Daqui a 3 dias sai mais um episodio, dessa vez sobre o espiritismo, não percam! Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

DW em Português para África | Deutsche Welle
28 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 19:59


Militares nomeiam novo primeiro-ministro após golpe. PAIGC denuncia interrupção do processo eleitoral e violação da Constituição. Continuam as reações a nível internacional ao golpe na Guiné-Bissau. Congresso da UNITA arranca em Luanda com foco na vitória em 2027.

Invité Afrique
RDC-Rwanda: «Il y a des violations permanentes du cessez-le-feu par l'armée congolaise»

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 8:42


Y aura-t-il une rencontre Kagame-Tshisekedi à Washington d'ici Noël ? Rien n'est moins sûr. « Il n'y aura la paix dans l'est du Congo que si les génocidaires FDLR sont neutralisés », affirme sur RFI le ministre rwandais des Affaires étrangères, Olivier Nduhungirehe, qui déplore le manque de volonté politique de Kinshasa pour lancer cette opération. Le ministre précise qu'une telle neutralisation des FDLR « ouvrira la voie à la levée des mesures de défense du Rwanda » au Congo. En ligne de Luanda, où il vient d'assister au septième sommet Afrique-Europe, le chef de la diplomatie rwandaise répond aux questions de Christophe Boisbouvier. RFI : Où en sont les discussions entre votre pays et la République démocratique du Congo en vue d'une signature de la paix à Washington ?   Olivier Nduhungirehe : La paix a déjà été signée le 27 juin à Washington. À Washington, les discussions de mise en œuvre se déroulent, il y a des progrès. Mais notre problème, c'est qu'il y a des violations permanentes du cessez-le-feu par l'armée congolaise.   Alors ce que tout le monde attend, c'est une rencontre à Washington entre le président Kagame et le président Tshisekedi. Quand est-ce qu'elle aura lieu ?   Elle aura lieu dans quelques jours. Mais le problème, c'est qu'il y a des bombardements quotidiens de la part des avions de chasse et des drones d'attaque de l'armée congolaise, non seulement contre des positions de l'AFC/M23, ce qui est bien sûr en violation du cessez-le-feu, mais aussi, ce qui est plus grave, contre les villages Banyamulenge, ces Tutsi congolais du Sud Kivu, dans un contexte de montée des discours de haine.   Alors, ce que disent les autorités congolaises, notamment par la voix de Patrick Muyaya, c'était sur RFI il y a quelques jours, c'est qu'il n'y aura de véritable paix que quand vous aurez renoncé à vos mesures de défense sur le territoire congolais…  Et bien Patrick Muyaya devrait lire l'Accord de paix de Washington. Il n'y aura de paix que si les FDLR, les génocidaires FDLR qui sont soutenus, financés par Kinshasa et qui sont même intégrés dans l'armée, sont neutralisés, comme l'exige le Conops, le concept des opérations, qui a été signé dans le cadre de l'accord de paix de Washington. Et c'est la neutralisation de ces génocidaires FDLR, soutenus par Kinshasa, qui ouvrira la voie à la levée des mesures rwandaises de défense.   Les autorités congolaises disent que le désarmement des FDLR a commencé…  Mais on ne le voit pas, sauf si c'est dans une réalité parallèle. Les FDLR n'ont pas été neutralisés, comme cela est exigé par l'Accord de paix de Washington. Il y a eu, il vous souviendra, ce communiqué des FARDC qui a appelé les FDLR à déposer les armes. Et puis après il y a eu un communiqué des FDLR qui a prétendu qu'elles sont prêtes à déposer les armes au camp de la Monusco, mais qu'elles en sont empêchées par le M23. Et puis récemment, vous avez vu cette interview du porte-parole des FDLR qui a dit qu'elles ne déposeront jamais les armes, qu'elles vont se battre jusqu'au bout. Et donc les FDLR sont toujours soutenues par Kinshasa. Rien ne se fera sans qu'il y ait la bonne foi et la volonté politique de Kinshasa sur cette question des FDLR puisqu'on en parle depuis longtemps, mais à l'heure où on vous parle, les FDLR sont toujours intégrées dans l'armée congolaise. Elles sont toujours soutenues par Kinshasa.   Mais franchement, la cartographie du déploiement des FDLR par les autorités congolaises, ce n'est pas la preuve que celles-ci sont de bonne foi ?  Mais l'accord de paix de Washington parle de neutralisation des FDLR. C'est ce qui doit se passer. Ce n'est pas une cartographie, ce ne sont pas des communiqués, des appels à déposer les armes. C'est la neutralisation effective des FDLR. Et jusqu'à présent, on ne voit pas de neutralisation de ces génocidaires FDLR depuis le 27 juin qu'on a signé cet accord. Ça fait plus de cinq mois.   Et si demain la neutralisation commence réellement, est-ce que vous, vous vous engagez à renoncer aux mesures de défense que vous avez prises sur le territoire congolais ?   C'est dans l'Accord de paix de Washington. L'aspect sécuritaire parle de neutralisation des FDLR et de levée de mesures rwandaises de défense. Donc, si les FDLR sont neutralisées, le Rwanda va lever ses mesures de défense.   Et ce serait l'affaire de quelques semaines, cela pourrait permettre un accord définitif d'ici Noël ?  Je ne sais pas. Il y a un chronogramme qui est dans le Conops, les 90 jours. Mais de toute façon, il faut toujours la volonté politique de neutraliser ces FDLR. Et puis on va voir bien sûr quand et comment ça se fera. Mais sans volonté politique, rien ne se fera.   Pendant ce sommet Afrique-Europe de Luanda, la ministre congolaise des Affaires étrangères a demandé à l'Union européenne d'adopter de nouvelles sanctions contre votre pays. Quelle est votre réaction ?   Oui. Ma collègue Thérèse Kayikwamba Wagner ne fait que ça depuis février. Elle demande toujours des sanctions contre le Rwanda. Mais maintenant, on est fin novembre. Un accord de paix est passé par là. C'est quand même assez curieux que ma collègue congolaise demande des sanctions contre un pays avec qui on a signé un accord de paix. J'étais avec elle le 27 juin pour signer cet accord. Au lieu de mettre en œuvre cet accord, elle demande toujours des sanctions contre le Rwanda. Et puis, s'il y a des sanctions à demander, pourquoi ne demanderait-on pas des sanctions contre ceux qui affament des populations Banyamulenge et ceux qui bombardent ces populations, ceux qui collaborent avec un mouvement génocidaire et ceux qui répandent des discours de haine à travers les groupes Wazalendo qu'on a créés. Donc, à jouer à ce petit jeu de sanctions, je pense qu'on n'en sortirait pas. Il y a des accords qu'on a signés, à la RDC de les mettre en œuvre au lieu d'aller partout sans arrêt demander des sanctions.    À lire aussiRDC-Rwanda: le processus, conduit en partie par Washington, doit déboucher sur la signature de trois accords

DW em Português para África | Deutsche Welle
26 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 20:00


ONG angolanas acusam UE de priorizar interesses económicos em vez dos direitos humanos e democracia na cimeira de Luanda. Três anos após o assalto ao quartel das Forças Armadas em São Tomé, famíliares de quatro civis mortos por alegados militares ainda aguardam por justiça. Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reúnem-se hoje para discutir o plano de paz para a Ucrânia.

Revue de presse Afrique
À la Une: le sommet Union africaine-Union européenne, ou comment passer des paroles aux actes

Revue de presse Afrique

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 4:08


« Dans les couloirs du 7e sommet Union africaine-Union européenne, qui s'est ouvert hier à Luanda, un même leitmotiv revient, pointe Ledjely en Guinée : sortir des grandes déclarations, dépasser les promesses ambitieuses mais rarement concrétisées, et passer enfin aux actes. C'est le principal chagrin formulé par l'Afrique à l'égard de l'Europe. À la différence de la Chine, qui construit des routes, des ponts et des bâtiments, l'Union européenne a multiplié longtemps les engagements sans toujours leur donner corps ». Alors, poursuit Ledjely , « les projections les plus réalistes laissent entrevoir un scénario dans lequel les Européens, s'alignent progressivement sur les pratiques russes et chinoises, pourraient mettre entre parenthèses leurs discours sur la démocratie ou les droits humains, pour se concentrer exclusivement sur les enjeux commerciaux et économiques. Un schéma qui, à première vue, pourrait sembler plus respectueux de la souveraineté africaine. Mais il ne sera viable, prévient le site guinéen, que si les dirigeants africains se montrent à la hauteur des responsabilités qui leur incombent ». Vers un « partenariat mutuellement fructueux » ? Aujourd'hui à Ouagadougou renchérit : « au cours de ce sommet de Luanda, on va encore entendre des grands oraux qui sonnent bien aux oreilles, des incantations, mais quid des vrais actes qui vont dans le sens du bon… sens. Et assurément, cette grande-messe a besoin d'une mue véritable. (…) Les sommets UE-UA ne peuvent plus se contenter des sentiers convenus et des discours de l'eau de robinet ! » En tout cas, pointe Le Pays , toujours au Burkina, « on espère que les discussions (à Luanda) empreintes de sincérité dans une volonté de promouvoir un partenariat mutuellement fructueux. C'est dire l'enjeu de ce sommet qui vise à renforcer le partenariat traditionnel entre les deux entités continentales pour en faire un partenariat beaucoup plus stratégique. Une relation dans laquelle il revient au continent noir de savoir se hisser à la hauteur de son alter ego pour traiter avec lui sur un pied d'égalité. Ce qui appelle aussi à des responsabilités plus grandes en paraissant moins un simple bénéficiaire qu'en s'affichant comme un acteur à part entière de son propre développement ». Mali : Ras Bath devant les juges À la Une également, l'ouverture ce mardi du procès de Ras Bath à Bamako. En prison depuis plus de deux ans, le chroniqueur de l'émission Grand dossier et porte-parole du Collectif pour la défense de la République, est accusé d'atteinte au crédit de l'État et d'association de malfaiteurs. « Tous les regards seront tournés vers la Cour d'Appel de Bamako ce mardi », s'exclame Maliweb. En effet, précise le site MaliActu , « les poursuites judiciaires qui visent l'activiste et cette période de détention préventive de plus de deux ans soulèvent des questions cruciales sur l'état des libertés et de la justice dans le pays. L'enjeu de cette procédure est immense, non seulement pour la trajectoire personnelle de Ras Bath, mais aussi pour son rôle d'acteur influent sur la scène politique et médiatique . (…) Dans un contexte de fortes tensions sociales et politiques, ce procès a acquis une dimension symbolique qui ne peut être ignorée, relève encore MaliActu. (…) Il est perçu comme un indicateur de la marge de manœuvre accordée à la liberté d'expression au Mali ». Les concours Mini-miss et monsieur au Kenya Enfin à lire dans Le Monde Afrique ce reportage sur le succès des concours de mini-miss et mister au Kenya… « Des compétitions qui attirent chaque année plus d'enfants, âgés de 3 à 17 ans. Des filles en grande majorité, mais quelques garçons sont également présents ». Des enfants qui défilent comme des mannequins, qui dansent, qui récitent des poésies. Tous sont déjà très actifs sur les réseaux sociaux. Comme la jeune « Ella, 9 ans, qui poste en ligne des projets scolaires » et qui « a livré dimanche dernier au dernier concours national des mini-miss et mister une performance de danse qui a enflammé la salle du théâtre. "J'adore être sur la scène. Ça peut-être fatiguant mais ça me donne de l'énergie", sourit la jeune fille(…).  Beaucoup de parents kényans voient dans ces concours un avenir possible pour leur progéniture  », explique Le Monde Afrique . Il faut dire qu'au Kenya les emplois manquent, précise le journal. Le taux de chômage éviterait les 20%. Et de plus en plus de jeunes se tournent vers l'étranger.

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 20:00


ONG guineenses denunciam tentativas de viciação de resultados eleitorais. Famílias em Cabo Delgado, norte de Moçambique denunciam sequestros atribuídos a insurgentes. Termina hoje a cimeira União Africana-União Europeia que decorre em Luanda, capital de Angola.

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Novembro de 2025 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 20:00


Cidadãos da Guiné-Bissau esperam por resultado das eleições. Observadores dizem que o candidato presidencial Fernando Costa poderá vencer, sem precisar de segunda volta. Em Angola, destaque para o segundo e último dia da Cimeira União Africana-União Europeia. Europa e África querem reforçar a cooperação e facilitar aos africanos o acesso a créditos para o financiamento e projetos comuns.

Journal en français facile
Ouverture du sommet UA - UE de Luanda / Ukraine: les Européens saluent un nouvel élan des discussions / Mali: le Niger livre 82 citernes de carburant...

Journal en français facile

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 10:00


Le Journal en français facile du lundi 24 novembre 2025, 17 h 00 à Paris. ► EXERCICE Comprendre un extrait du journal | Jimmy Cliff, une légende du reggae | niveau A2 (exercice + PDF)Retrouvez votre épisode avec la transcription synchronisée et des exercices pédagogiques pour progresser en français : http://rfi.my/CDAv.A

Habari za UN
Dunia inabadilika kwa kiwango cha kutisha - Guterres Katibu aonya kwenye mkutano wa AU–EU

Habari za UN

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 3:01


Katibu Mkuu wa Umoja wa Mataifa António Guterres leo ametoa ujumbe mzito kwenye Mkutano wa Muungano wa Afrika AU na Muungano wa Ulaya EU, unaofanyika mjini Luanda, Angola akionya kuwa dunia “inabadilika kwa kiwango cha kutisha,” huku janga la tabianchi, ukosefu wa usawa na mvutano wa kimataifa vikichochea misukosuko mipya duniani . Flora Nducha na taarifa zaidi

Habari za UN
24 NOVEMBA 2025

Habari za UN

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 11:32


Hii leo jaridani tunaangazia hali ya maendeleo na mabadiliko ya tabianchi barani Afrika, mashindano ya mpira wa miguu yanayofahamiaka kama Hope Championship kwa watu waliokatwa viungo katika Gaza na ukatili wa kijinsia.Katibu Mkuu wa Umoja wa Mataifa António Guterres leo ametoa ujumbe mzito kwenye Mkutano wa Muungano wa Afrika AU na Muungano wa Ulaya EU, unaofanyika mjini Luanda, Angola akionya kuwa dunia “inabadilika kwa kiwango cha kutisha,” huku janga la tabianchi, ukosefu wa usawa na mvutano wa kimataifa vikichochea misukosuko mipya duniani.Tukielekea katika siku ya kimataifa ya kutokomeza ukatili dhidi ya wanawake hapo kesho Novemba 25 leo tunakupeleka Kenya kwake Geradline Ndayisenga, raia kutoka Jamhuri ya Kidemokrasia ya Congo, (DRC) ambaye sasa anaishi ukimbizini kwenye eneo la Kitengela, Kaunti ya Kajiado nchini humo, anasema kama si usaidizi wa ushauri wa nasaha alioupata kutoka shirika la kiraia la Forum for Women Development, Democracy and Justice, FODDAJ nchini humo, basi hajui maisha yake  yangalikuwa vipi.Mashindano ya mpira wa miguu yanayofahamiaka kama Hope Championship kwa watu waliokatwa viungo katika Ukanda wa Gaza yamemalizika majuzi baada ya siku nne mfululizo za michuano. Mashindano haya yanaandaliwa na Chama cha Soka cha Watu Waliokatwa Viungo cha Palestina kama sehemu ya juhudi za kuwasaidia majeruhi na kuthibitisha ushiriki wao endelevu katika shughuli rasmi za michezo.Mwenyeji wako ni Sabrina Said, karibu!

DW em Português para África | Deutsche Welle
24 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 20:00


Guineenses aguardam pelos resultados das eleições presidenciais e legislativas. Arranca hoje, em Luanda, a cimeira União Africana-União Europeia. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido!

Radio foot internationale
Matches amicaux : deux nations africaines pour le Brésil

Radio foot internationale

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 48:30


Au sommaire de Radio Foot internationale à 16h10-21h10 T.U. : - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. ; - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. ; - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. Le Sénégal à Londres samedi, la Tunisie à Lille mardi. L'occasion de se régler, entre sélections déjà qualifiées, à quelques mois du tournoi mondial. Le dernier affrontement entre Seleção et Lions de la Teranga avait été remporté par ces derniers à Lisbonne (4-2). Que valent les Auriverdes d'Ancelotti ? Des 26 appelés, quels seront les 18 retenus au final, Neymar en fera-t-il partie ? Le «Ney» s'agaçe avec Santos, qui lutte pour le maintien. A-t-il passé son apogée ? - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. Une affiche de gala plutôt onéreuse ! La presse évoque 12 millions d'euros dépensés par la fédération alors que le pays traverse une crise sociale. Messi sera du voyage mais temporise pour ce qui est du Mondial. Ils ne seront pas tous à Luanda pour affronter les Palancas Negras de Patrice Beaumelle. Molina, Montiel, G.Simeone, Mastantuono, Alvarez, Dibu Martinez ou encore Paredes forfaits. L'ex du PSG et de la Roma s'est adjugé le Superclásico avec Boca Juniors (2-0), dans une Bombonera bouillante où les Millonarios n'ont pas été inspirés. - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. Les 2 qualifiés se retrouveront dimanche, le vainqueur prendra un ticket pour... un autre barrage (intercontinental) en mars prochain. Quels favoris ? Les Super Eagles ont effectué une campagne de qualification poussive, le Cameroun a sous-performé dans le groupe D. Léopards et Panthères ont-ils les griffes plus acérées ? - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. Antoine grognet a rencontré Arnaud. Ce supporteur des Bleus se dit «impacté», pas victime. Jusqu'alors, son seul traumatisme s'appelait Séville 82. Présent au Stade de France avec ses 2 fils et des amis lors de France-Allemagne il y a 10 ans, il a vu l'allégresse du match basculer, lorsque Paris est devenu le théâtre des premiers attentats jihadistes. Avec Annie Gasnier, Éric Frosio (en direct du Brésil), Dominique Sévérac et Hervé Penot. -- Technique/réalisation : Laurent Salerno - David Fintzel/Pierre Guérin.

Radio Foot Internationale
Matches amicaux : deux nations africaines pour le Brésil

Radio Foot Internationale

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 48:30


Au sommaire de Radio Foot internationale à 16h10-21h10 T.U. : - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. ; - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. ; - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. - Après des nations asiatiques en octobre (et une défaite face au Japon), le Brésil affronte 2 sélections africaines. Le Sénégal à Londres samedi, la Tunisie à Lille mardi. L'occasion de se régler, entre sélections déjà qualifiées, à quelques mois du tournoi mondial. Le dernier affrontement entre Seleção et Lions de la Teranga avait été remporté par ces derniers à Lisbonne (4-2). Que valent les Auriverdes d'Ancelotti ? Des 26 appelés, quels seront les 18 retenus au final, Neymar en fera-t-il partie ? Le «Ney» s'agaçe avec Santos, qui lutte pour le maintien. A-t-il passé son apogée ? - Du pain et des jeux. L'Angola accueille les champions du monde argentins dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance. Une affiche de gala plutôt onéreuse ! La presse évoque 12 millions d'euros dépensés par la fédération alors que le pays traverse une crise sociale. Messi sera du voyage mais temporise pour ce qui est du Mondial. Ils ne seront pas tous à Luanda pour affronter les Palancas Negras de Patrice Beaumelle. Molina, Montiel, G.Simeone, Mastantuono, Alvarez, Dibu Martinez ou encore Paredes forfaits. L'ex du PSG et de la Roma s'est adjugé le Superclásico avec Boca Juniors (2-0), dans une Bombonera bouillante où les Millonarios n'ont pas été inspirés. - Ils sont quatre, il n'en restera qu'un ! Nigeria/Gabon et RDC/Cameroun, 2 matches délocalisés à Rabat. Les 2 qualifiés se retrouveront dimanche, le vainqueur prendra un ticket pour... un autre barrage (intercontinental) en mars prochain. Quels favoris ? Les Super Eagles ont effectué une campagne de qualification poussive, le Cameroun a sous-performé dans le groupe D. Léopards et Panthères ont-ils les griffes plus acérées ? - Veille de match pour la France (contre l'Ukraine) dans un contexte pesant. Antoine grognet a rencontré Arnaud. Ce supporteur des Bleus se dit «impacté», pas victime. Jusqu'alors, son seul traumatisme s'appelait Séville 82. Présent au Stade de France avec ses 2 fils et des amis lors de France-Allemagne il y a 10 ans, il a vu l'allégresse du match basculer, lorsque Paris est devenu le théâtre des premiers attentats jihadistes. Avec Annie Gasnier, Éric Frosio (en direct du Brésil), Dominique Sévérac et Hervé Penot. -- Technique/réalisation : Laurent Salerno - David Fintzel/Pierre Guérin.

New Books Network
Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:19


After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network

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Claudia Gastrow, "The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda" (UNC Press Books, 2024)

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After centuries of colonial rule, the end of Angola's three-decade civil war in 2002 provided an irresistible opportunity for the government to reimagine the Luanda cityscape. Awash with petrodollars cultivated through strategic foreign relationships, President José Eduardo dos Santos rolled out a national reconstruction program that sought to transform Angola's capital into what he considered to be a modern, world-class metropolis. Until funds dried up in 2014, the program—in conjunction with sweeping private investments in real estate—involved mass demolitions of vernacular architecture to make way for high-rise buildings, large-scale housing projects, and commercial centers. The program thus underestimated the values enshrined in the materials and designs of Luanda's existing “informally” constructed neighborhoods, or musseques. The Aesthetics of Belonging: Indigenous Urbanism and City Building in Oil-Boom Luanda (University of North Carolina Press, 2024) explores the political significance of aesthetics in the remaking of the city. Dr. Claudia Gastrow's archival and ethnographic work, which includes interviews with city planners, architects, nonprofit leaders, and urban dwellers, shows how government infrastructure projects and foreign-inspired designs came to embody displacement and exclusion for many. This, Dr. Gastrow argues, catalyzed a countermovement, an aesthetic dissent rooted in critically reframing informal urbanism as Indigenous—a move that enabled the possibility of recognizing the political potential of informal settlements as spaces that produce belonging. This interview was conducted by Dr. Miranda Melcher whose book focuses on post-conflict military integration, understanding treaty negotiation and implementation in civil war contexts, with qualitative analysis of the Angolan and Mozambican civil wars. You can find Miranda's interviews on New Books with Miranda Melcher, wherever you get your podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network