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Pablo Lemus pide extremar precauciones por lluvias Colectivas bloquean Reforma por aniversario de la GlorietaCuba implementa 89% de reformas económicasMás información en nuestro Podcast#grc
Claudia Sheinbaum cerró su gira nacional por su segundo informe de gobierno con un acto en el Zócalo de la CDMX; destacó la soberanía, la libertad y los programas sociales.Miles de personas marcharon este sábado en la Ciudad de México para seguir exigiendo justicia a 12 años de la desaparición de los 43 estudiantes de Ayotzinapa.En España también hubo una mega protesta: miles de personas salieron a las calles a protestar por cambios al próximo decreto de vivienda tras el caso de desalojo de Maricarmen.Donald Trump rechazó la propuesta de Irán para reabrir el estrecho de Ormuz en un plazo de siete días.Para enterarte de más noticias, suscríbete aquí a nuestro newsletter y síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como Te lo cuento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
#ElGranMusical | Jorge Peñafiel. Trata de personas y migrantes. ¿Qué reformas son necesarias? by FM Mundo 98.1
El otoño llega cargadito de novedades, destacando las reformas legislativas y que se han marcado muchas fechas de examen. Este es un resumen en 1', pero si te registras gratis en OpositaTest te enterarás cada día de las novedades que haya en tu oposición ➡️ https://www.opositatest.com/registro/ Últimas novedades en las oposiciones En septiembre se han anunciado nuevas fechas de examen: 28 de septiembre: Policía Local de Galicia 17 de octubre: Mossos d'Esquadra 8 de noviembre: Auxiliar del SERGAS 14 de noviembre: Celador del SERGAS 12 de diciembre: Auxiliar de la Universidad de Alcalá Y recuerda que se aproximan las pruebas de los Cuerpos de Justicia del próximo 3 de octubre. También ha habido las siguientes novedades: Nuevas convocatorias: 85 plazas de Auxiliar Administrativo en el Ayuntamiento de Zaragoza Oferta de Empleo Público del Ayuntamiento de Sevilla, que incluye 100 plazas de Policía Local y 22 de Auxiliar Reformas legislativas: La Resolución de 16 de septiembre de 2026, del Congreso de los Diputados derogó el Real Decreto-ley 21/2026, de 25 de agosto Reglamento (UE) 2026/2108 del Parlamento Europeo y del Consejo de 16 de septiembre de 2026, que ha modificado los temarios de Guardia Civil, Agente de Hacienda y Correos Ayudas económicas para la futura convocatoria de Administrativo de Catalunya, que ofrece la propia Generalitat Enlaces de interés Prueba test gratis de oposiciones
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Federico y el equipo de La Mañana comentan las principales noticias, centradas en las reformas en la educación catalana prometidas por Salvador Illa.
Há duas décadas que o futuro da Segurança Social é apresentado como uma ameaça iminente, mas as previsões sobre o momento em que o sistema entraria em défice têm sido sucessivamente adiadas. Entre excedentes acumulados e um Fundo de Estabilização que se aproxima dos 50 mil milhões de euros, José António Vieira da Silva analisa a distância entre o alarme sobre a sustentabilidade das pensões e a evolução efetiva das contas. Responsável pela reforma da Segurança Social de 2007, o ex-ministro socialista revisita quase duas décadas de evolução do modelo português e apresenta a sua leitura sobre os desafios que se colocam às próximas gerações. A conversa procura responder a uma questão central: se a Segurança Social precisa efetivamente de uma transformação estrutural e, em caso afirmativo, que consequências pode ter para quem hoje trabalha e desconta para a sua futura pensão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro em São Tomé e Príncipe está lançada desde 12 de Setembro. Neste âmbito, acompanhamos este período pré-eleitoral, dando a palavra às formações candidatas à governação. Nesta segunda-feira, ouvimos Levy Nazaré, líder e cabeça de lista do Movimento Basta, na oposição. Rosto conhecido da vida política são-tomense por ter ocupado vários cargos, Levy Nazaré defende uma política de saúde preventiva, um investimento nas fontes de energia sustentáveis e reformas institucionais. RFI: Qual é o programa do ‘Movimento Basta'? Levy Nazaré: Primeiro, acima de tudo, é preciso um consenso nacional para se alterar a Constituição, mas não no sentido de criar um novo regime presidencialista. São reformas constitucionais que ajudam ao melhor funcionamento das próprias instituições do Estado. Mas para isso, é preciso consenso político. Nós também temos a reforma da Assembleia Nacional pela dimensão da Assembleia. Com 55 deputados, penso eu que hoje não se justifica termos tantos deputados. É preciso profissionalizar de facto a Assembleia Nacional, reduzindo o número de deputados, dar as condições necessárias para órgãos de soberania, melhorar os salários. A questão da mobilidade dos deputados, para que haja maior produtividade, nós propomos reduzir para 25 ou 30 deputados, não mais. Há a questão da reforma da Justiça. Também já se falou muito da reforma da Justiça, que é um cancro para o nosso desenvolvimento. Eu defendo sempre que a Justiça tem um papel muito importante a desempenhar para o São Tomé e Príncipe que se pretende, um São Tomé e Príncipe mais desenvolvido, mais justo, mais equitativo. Não pode ter a nossa justiça tão lenta, tão burocratizada, tão politizada como nos últimos tempos nós fomos assistindo. Nós precisamos de apoio dos nossos parceiros para permitir que haja uma cooperação a nível da Justiça, de modo que venham magistrados nos ajudar aqui ditar o direito. Não é para sempre e de uma forma transitória. Estabelece-se no espaço de cinco a dez anos, de forma que venham magistrados para um ou dois anos, porque eles não são de cá, eles não conhecem as pessoas, eles não têm relações familiares numa sociedade tão pequena. Para não entrar no vício, não pode durar muito tempo: dois anos, depois vem outro e assim sucessivamente. Por isso, essa é uma das propostas que nós temos. Não podemos ser só para umas coisas e outras coisas, não sermos soberanos. RFI: Nestes últimos meses, o país foi submetido a alguma pressão devido aos cortes de energia, tornando de facto esta questão, uma questão crucial. Quais são os vossos planos? Levy Nazaré: Aquilo que os nossos parceiros do Banco Mundial e não só, os nossos parceiros de Bretton Woods, têm sempre nos proposto. É essa a solução. Nós temos que renovar a nossa fonte energética. Não podemos continuar com energia a diesel, com geradores permanentemente. Esse tipo de energia também está dependente das variações do preço dos combustíveis no mercado internacional. Até há casos mesmo, como sabe, de ruptura de combustíveis por algum tempo na nossa sociedade. Logo, é preciso investir nas energias renováveis. Já há um processo a decorrer para a energia com painéis solares, mas também temos condições para energia eólica. Nem toda a energia tem de ser energia limpa, mas coadjuvado também com alguns geradores, caso haja um ou outro problema. RFI: Falou de energias limpas. Isto é uma transição para a questão ambiental. Há também uma expectativa internacional relativamente a São Tomé e Príncipe, que nestes últimos anos foi reconhecida, nomeadamente pela sua qualidade natural pela UNESCO. O que é que se pretende relativamente à questão ambiental em São Tomé e Príncipe? Levy Nazaré: Todo o território nacional já é património da Biosfera, como sabe. É transformar esse património num exemplo para o mundo e termos políticas de desenvolvimento sustentável e que esse desenvolvimento não venha pôr em causa as nossas condições de fauna e flora. Só que temos também de ter a capacidade de dizer aos nossos parceiros "ok, nós não podemos mais continuar, por exemplo, a desflorestação, a tirar areias nas praias para a construção. Então nós precisamos de ajuda nesse sentido'. Mas o grande problema que o país tem hoje é como tratar os resíduos. Nós importamos muito plástico. Há muito lixo. E como é que nós vamos transformar esses resíduos em fonte de energia e tornar a ilha mais limpa, mais consentânea com todas as políticas ambientais? Quer a ilha de São Tomé, quer a ilha do Príncipe estão a passos gigantes rumo a uma economia de turismo sustentável. Daí os desafios que nós também temos nessa área de tratamento dos resíduos. RFI: Relativamente também à questão do acesso à saúde. Isso é uma questão que é universal. Como tornar a saúde mais acessível a todos? Levy Nazaré: Temos que direccionar a nossa política de saúde acima de tudo, numa saúde preventiva. Estamos com uma política de saúde mais curativa, isto é, quando acontece os problemas, as pessoas já estão doentes, já estão enfermas, já estão hospitalizadas e nós agora temos que encontrar formas para curar essas pessoas, logo, direccionarmos a nossa política para uma saúde preventiva. Logo, eu aproveito já para falar da questão de água potável, porque muitas das nossas doenças são de origem hídrica, não havendo água potável para toda a população, para melhorar a questão do imunização da população, faz com que possamos diminuir os custos e os problemas que nós temos na saúde. É um desafio grande, mas tudo isso também tem a ver com o próprio desenvolvimento do país. Para nós, temos condições para construir o tal hospital de referência que tanto se fala também aqui, entrando também o turismo. O nosso Sistema Nacional de Saúde hoje não é consentâneo com o turismo que se pretende, o desenvolvimento do turismo que se preconiza. Logo, temos que criar todas as condições para termos um sistema Nacional de Saúde que dê resposta não só a toda a população nacional, em primeiro lugar, mas todos aqueles que nos visitam também. Também começar a formar técnicos especializados, não só médicos, como enfermeiros em todas as áreas de especialidade que o país precisa. Tem acontecido, já agora, não só nesta área, mas em todas. Mas já que estamos a falar de saúde, muitos enfermeiros, muitos técnicos de saúde, por questões que o país atravessa, têm emigrado, logo é preciso criar uma política para reter os nossos quadros, não só de saúde, como todas as áreas. Dar-lhes formação, termos mais técnicos especializados para darmos resposta aos desafios que o país enfrenta e que há-de enfrentar no futuro. RFI: Como financiar todas estas medidas que está a propor? Levy Nazaré: No nosso programa, também falámos da política fiscal. Primeiro, é preciso uma política fiscal que seja mais abrangente possível e não apenas ficar circunscrita ao sector formal. Nós temos uma informalidade muito grande na nossa economia. É preciso políticas tributárias específicas para massificar a tributação com taxas únicas para todo o sector informal. É preciso trazer o sector informal para sector formal. Baixar a taxa de imposto que nós temos, também uma política fiscal que não ajuda o surgimento de novos empresários ou aqueles que já estão no mercado para desenvolver. É preciso dar mais atenção àquelas pessoas que decidam enveredar por esse caminho que é do empresariado. É preciso um esforço interno, reduzir as despesas públicas. Melhor gestão das nossas finanças e dos apoios que nós recebemos. O combate à corrupção. É preciso investir na agricultura. Nós não temos terra suficiente para ter uma agricultura competitiva, mas nós temos uma marca que é a marca, o nome 'São Tomé e Príncipe'. Logo, desenvolver uma agricultura doméstica para abastecer o mercado interno, depois uma agricultura de transformação para exportação, mas exportar já produtos 'gourmet'. Já está a começar. Há pequenas células. E também direccionado para o mar, porque em vez de nós termos acordos de cooperação com a União Europeia, com o Japão, a China e outros países, de pesca nos nossos mares e que nós nem temos capacidade de controlo desta mesma pesca, porque não pedir apoios para termos aqui internamente pequenas empresas de transformação de pescado, como acontece com alguns países como Cabo Verde, que eu sei. Logo, todas essas políticas são políticas que poderão ajudar a encontrarmos formas de financiar esse desenvolvimento de que se falou. É preciso trabalharmos também mais. Nós temos um horário de trabalho da função pública, por exemplo, que não é compatível com as exigências do mundo moderno hoje. Mas tudo isso também, tem a ver com a própria reforma da nossa administração pública, que também faz parte do nosso programa.
Pedro Passos Coelho avisa Montenegro que o tempo se esgota e exige reformas. Enquanto o país acumula estudos sem fim, continuamos todos a ferver na panela à espera que os bloqueios se resolvam de vez.See omnystudio.com/listener for privacy information.
NotiMundo al Día - Carlos Cueva - Luz verde a las reformas a la Ley de Tránsito by FM Mundo 98.1
¿Sabes qué significa “quien mucho abarca poco aprieta”? ¿O “cuando las barbas de tu vecino veas cortar, pon las tuyas a remojar”?En este vídeo vamos a aprender 11 refranes españoles que utilizamos en España y que contienen auténticas lecciones sobre la vida, las relaciones, el trabajo, las decisiones y la forma de enfrentarnos a los problemas.Pero no vamos a limitarnos a decir qué significa cada refrán. Te voy a explicar cómo lo utilizamos los españoles en situaciones reales, con ejemplos y bastante vocabulario coloquial por el camino. ;)Si te gusta el episodio, ¡no olvides dejarnos 5 estrellitas y un comentario! :)
NotiMundo Estelar - Napoleón Cabrera, Asamblea aprueba reformas a la Ley de Tránsito, ¿qué dice el sector? by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Valentina Centeno, Reformas a la Ley de Tránsito, ¿qué plantea? by FM Mundo 98.1
UNAM contabiliza 63 reformas a la Constitución desde 2018 Ebrard revisa con funcionario de EE. UU. agenda comercialNepal declara al cambio climático amenaza para su seguridad nacionalMás información en nuestro podcast #grc
Luego de presentar su segundo informe de gobierno, la presidenta Claudia Sheinbaum reveló que, en el próximo paquete económico, que entregará el 8 de septiembre, enviará una serie de reformas para apoyar a las micro y pequeñas empresas, así como a la economía digital. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Higinio Martínez promete diálogo al frente del SenadoRosa Icela pide a Morena cerrar filas por reformasEE.UU. ataca plataformas de misiles en OrmuzMás información en nuestro Podcast#grc
Morena alista reformas prioritarias de Sheinbaum Lluvias y tormentas eléctricas llegan al Valle de MéxicoInundación arrasa con parte del Gran Cañón en Arizona EE.UU.Más información en nuestro podcast#grc
El analista revisa las propuestas de Morena sobre nuevas reglas electorales, el debate por la inteligencia artificial y los alcances de la soberanía en la agenda política nacional.
En este libro Pablo tendrá que corregir, reformar y exhortar fuertemente. Pero antes, se tenía que afirmar a los hermanos de Corinto, que eran fuertemente amados.
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), esteve ao vivo no Meio-Dia em Brasília para falar sobre a tramitação da PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1.O relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), pretende manter o texto aprovado pela Câmara para evitar que a proposta volte aos deputados e busca votar a matéria na CCJ em 2 de setembro.Alencar comenta o pedido de audiências públicas de Eduardo Braga (MDB-AM), a possibilidade de tramitação em calendário especial e como pretende conduzir a sessão entre governo e oposição.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #PEC6x1 #FimDaEscala6x1 #DireitosTrabalhistas #PoliticaBrasil #Noticias #Economia #CongressoNacional #Escala6x1 #Trabalho #Atualidades
1877 - AULA - As Reformas Litúrgicas e o Cardeal Antonelli - Alexandre Sandor
En el capítulo 1.187 de este miércoles 26 de agosto, @TomiCarrio les comenta sobre las dos pulseadas que librará, en paralelo, el gobierno de Milei. Además, el menú de instrumentos para la licitación y los resultados de GGAL. [Patrocinado por Neix] Inteligencia financiera para una mirada integral del mercado. Conocé más en neix.com.ar Suscribíte sin costo al newsletter de Bloomberg Línea Argentina: https://www.bloomberglinea.com/newsletter/
Cecília Meireles e Miguel Prata Roque debatem os desenvolvimentos nas polémicas em torno de Luís Neves e o que esperar do caso nos próximos tempos, bem como a decisão do Governo de não avançar com uma reforma estrutural da Segurança Social. Em discussão estão as taxas de substituição, a extinção progressiva da Caixa Geral de Aposentações e a sustentabilidade futura das pensões. Ouça este episódio do Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 24 de agosto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Las reformas del NDIS ya fueron aprobadas por el Senado australiano. Analizamos con Carolina Castelblanco, directora de Horizons, los principales cambios al plan, el impacto en las personas con discapacidad, la financiación de los apoyos y las nuevas medidas contra el fraude.Escucha SBS Spanish| Australia en español por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST).Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTube.Explora nuestra extensa colección de podcasts: https://www.sbs.com.au/audio/spanishSuscríbete a YouTube y síguenos en Facebook e Instagram.
NotiMundo al Día - Germánico Maya - Judicatura hace observaciones a reformas de la Función Judicial by FM Mundo 98.1
En mayo de 2012, Enrique Peña Nieto defendió en televisión nacional la llegada del llamado "Nuevo PRI" presumiendo a figuras jóvenes como Javier Duarte, Roberto Borge y César Duarte. Años después, todos terminarían en prisión y esa confesión televisiva se convertiría en la crónica del colapso del priismo.En este análisis a profundidad, desglosamos la trayectoria, ascenso y caída del último presidente del PRI: desde el poder del Grupo Atlacomulco y la represión en Atenco, pasando por el Pacto por México, Ayotzinapa, la Casa Blanca y La Estafa Maestra, hasta el exilio en Madrid y el cambio de régimen en 2018.¿Fue Peña Nieto el modernizador incomprendido o el sepulturero de su propio partido?Déjanos tu opinión en la caja de comentarios. No olvides suscribirte, activar la campana de notificaciones y compartir este video para más análisis y periodismo independiente.---
Daniel Muñoz repasa con Leticia Vaquero toda la actualidad económica centrada en el articulo de José María Rotellar en Libre Mercado.
Já que muito se fala em reformas estruturais, um ouvinte lançou-nos este desafio: olhar para a História de Portugal e analisar as reformas que maior impacto tiveram no país. Nós escolhemos três delasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Editorial: O abandono das reformas microeconômicas
A atuação do STF e as propostas de reformas no Judiciário dominaram a sabatina promovida pelo portal O Antagonista com os presidenciáveis. Analisamos o posicionamento dos candidatos e as repercussões.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Cuba abre varios sectores de su economía a los capitales privados: gasolineras, farmacias, hogares de ancianos e importadoras de vehículos podrán aceptar ahora dinero de inversionistas privados, un giro importante en la historia económica del país. El Parlamento cubano ha dado luz verde a un paquete de reformas para fomentar la apertura económica. Sin embargo, expertos debaten si estas medidas son suficientes o si representan simples "parches" ante una crisis estructural agravada por las sanciones de EE. UU. En un intento por frenar la profunda crisis económica y energética que asfixia a la isla, el Parlamento de Cuba ha aprobado una batería de 176 medidas. Entre las reformas más destacadas se encuentra la autorización para que más de 15,000 pequeñas y medianas empresas (pymes) inicien sus actividades, un movimiento que busca dinamizar el mercado interno. Para Ricardo Torres, economista de Horizonte Cubano, estas medidas representan un giro necesario. Torres destaca la eliminación de restricciones en actividades profesionales y técnicas, así como los incentivos en el sector energético. "Es un cambio importante y positivo que elimina trabas innecesarias para el desarrollo del país", afirma el experto, subrayando que cualquier avance en materia de energía es vital en el contexto actual. No obstante, Torres señala un obstáculo crítico: la falta de capital. A pesar de la resiliencia y creatividad del sector privado doméstico, la movilización de recursos a gran escala sigue siendo una tarea casi imposible debido a las limitaciones financieras internas y externas. ¿Reformas reales o medidas desesperadas? Desde una perspectiva más escéptica, Jorge Duany, académico de la Universidad de Florida, considera que estas reformas son un "esfuerzo desesperado". Según Duany, las medidas no atacan el núcleo del problema: el modelo de planificación centralizada. "No se introducen cambios sustanciales al modelo económico", advierte Duany. El académico sostiene que, sin un estado de derecho sólido y una reforma estructural profunda, estas medidas se quedan en simples "parches" que difícilmente podrán contener la debacle económica. El factor externo: Sanciones y presión política El clima de inversión se ve enturbiado por la política de "máxima presión" de la administración de Donald Trump. El incremento de las sanciones estadounidenses y el bloqueo energético han generado una gran inseguridad jurídica, ahuyentando a inversores extranjeros. Empresas de sectores estratégicos como el turismo y la minería —muchas de ellas con capital español— se han visto obligadas a abandonar la isla o han visto dificultadas sus operaciones. Esta presión externa, sumada a las deficiencias estructurales del país, mantiene a la economía cubana en una situación de vulnerabilidad extrema, al borde del colapso.
Cuba abre varios sectores de su economía a los capitales privados: gasolineras, farmacias, hogares de ancianos e importadoras de vehículos podrán aceptar ahora dinero de inversionistas privados, un giro importante en la historia económica del país. El Parlamento cubano ha dado luz verde a un paquete de reformas para fomentar la apertura económica. Sin embargo, expertos debaten si estas medidas son suficientes o si representan simples "parches" ante una crisis estructural agravada por las sanciones de EE. UU. En un intento por frenar la profunda crisis económica y energética que asfixia a la isla, el Parlamento de Cuba ha aprobado una batería de 176 medidas. Entre las reformas más destacadas se encuentra la autorización para que más de 15,000 pequeñas y medianas empresas (pymes) inicien sus actividades, un movimiento que busca dinamizar el mercado interno. Para Ricardo Torres, economista de Horizonte Cubano, estas medidas representan un giro necesario. Torres destaca la eliminación de restricciones en actividades profesionales y técnicas, así como los incentivos en el sector energético. "Es un cambio importante y positivo que elimina trabas innecesarias para el desarrollo del país", afirma el experto, subrayando que cualquier avance en materia de energía es vital en el contexto actual. No obstante, Torres señala un obstáculo crítico: la falta de capital. A pesar de la resiliencia y creatividad del sector privado doméstico, la movilización de recursos a gran escala sigue siendo una tarea casi imposible debido a las limitaciones financieras internas y externas. ¿Reformas reales o medidas desesperadas? Desde una perspectiva más escéptica, Jorge Duany, académico de la Universidad de Florida, considera que estas reformas son un "esfuerzo desesperado". Según Duany, las medidas no atacan el núcleo del problema: el modelo de planificación centralizada. "No se introducen cambios sustanciales al modelo económico", advierte Duany. El académico sostiene que, sin un estado de derecho sólido y una reforma estructural profunda, estas medidas se quedan en simples "parches" que difícilmente podrán contener la debacle económica. El factor externo: Sanciones y presión política El clima de inversión se ve enturbiado por la política de "máxima presión" de la administración de Donald Trump. El incremento de las sanciones estadounidenses y el bloqueo energético han generado una gran inseguridad jurídica, ahuyentando a inversores extranjeros. Empresas de sectores estratégicos como el turismo y la minería —muchas de ellas con capital español— se han visto obligadas a abandonar la isla o han visto dificultadas sus operaciones. Esta presión externa, sumada a las deficiencias estructurales del país, mantiene a la economía cubana en una situación de vulnerabilidad extrema, al borde del colapso.
Nesta edição, analisamos como quase metade do Brasil já pergunta para a Inteligência Artificial antes de comprar, revelando a ascensão do GEO (otimização para mecanismos generativos) e a urgência de estruturar o conteúdo das marcas para os assistentes virtuais. Mostramos também que o brasileiro não tem mais um supermercado fixo, mas uma estratégia, combinando atacarejo, hipermercados e lojas de bairro de acordo com a missão de compra.Destacamos que o iFood virou uma verdadeira gôndola para o varejo alimentar, registrando alta de 34% em pedidos e mostrando que 73% das buscas usam termos genéricos, o que abre um espaço gigantesco para experimentação de novas marcas. Por fim, explicamos por que o mercado está preferindo reformar lojas antigas em vez de abrir novas unidades, fugindo dos juros altos e melhorando a operação sem grandes riscos.Entre os destaques:
380 mil pruebas de alcoholemia durante justa mundialista Senadores de EE.UU. piden reformas al ICE tras tiroteosMás información en nuestro Podcast#grc
Samsung registró ganancias récord, pero no logró cumplir con las elevadas expectativas generadas por el auge de los chips para inteligencia artificial; Petróleo sube por reporte de ataque en Ormuz; despliegue de tropas en Sinaloa no frena el fentanilo; Jim Wyss, quien cubre el Caribe para Bloomberg News, comenta el programa de reformas económicas en Cuba. Daybreak América Latina, las noticias diarias de mercados del mundo y la región, de lunes a viernes.Newsletter Cinco cosas: https://bloom.bg/42Gu4pGLinkedin: https://www.linkedin.com/company/bloomberg-en-espanol/Youtube: https://www.youtube.com/BloombergEspanolWhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFVFoWKAwEg9Fdhml1lTikTok: https://www.tiktok.com/@bloombergenespanolX: https://twitter.com/BBGenEspanolProducción: Eduardo Thomson y Paola Vega TorreSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Boletín 23/06/26: Las polémicas reformas fiscales del gobierno federal están a punto de convertirse en ley después de que el partido de los Verdes acordara apoyar la legislación del Partido Laborista en el Senado.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíEn redes: síguenos en Facebook e Instagram.
1. Siguen las pugnas en el PNP: Domenech vs Negrón Reichard; TRS vs mucha gente, Miguel Romero vs. AAA y la gobernadora JGP cada día con peor imagen. ¿Qué pasa en el PNP? Lo converso con el historiador y politólogo estadista, Mario Ramos.2. Siguen muchos municipios sin agua, pero el gobierno no quiere hablar de la crisis.3. Sigue el alcalde de Camuy destruyendo el ambiente y no habla con la prensa de la construcción ilegal. Damos seguimiento a la noticia que iniciamos la semana pasada y el alcalde Gabriel Hernadnez no nada cara mientras que informe del DRNA señala que construcción es ilegal.4. Cuba, contra el reloj. Reformas, la muerte de un comandante histórico y la incógnita de que pasará en el mes de julio ante las amenazas, el bloqueo extendido y la del gobierno de TrumpEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. X61 – 610 AM en Patillas5. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste6. WPAB 550 AM - Ponce7. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico8. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentarioUna vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
Bancos privados, inversión extranjera y nuevas empresas. El régimen cubano anuncia reformas económicas sin cambios políticos. Expertos cuestionan las garantías legales.
¿Qué implica este nuevo liderazgo para el futuro del banco central más importante del mundo? Análisis del economista Mathías Consolandich.