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El audio comienza con un homenaje a Manolo de la Calva, del Dúo Dinámico, cuya muerte evoca recuerdos de su música y su papel durante la pandemia, especialmente con "Resistiré". Se destaca su legado y el talento del grupo. Posteriormente, el locutor critica la visión anticuada sobre el reconocimiento de la juventud, ejemplificado con Jennifer Lawrence y el Premio Donostia. Aborda la falta de apoyo a la juventud en España (formación, vivienda, empleo) y los problemas del sistema de pensiones, comparando la situación con propuestas de otros países. También se discuten las causas de los incendios forestales, incluyendo la falta de apoyo al sector primario y el despoblamiento rural. El inicio del curso político muestra una polarización sin consenso, y se critica la actitud de ciertos políticos. La visita de los Reyes a las zonas quemadas se percibe como un consuelo. Finalmente, se aborda el debate sobre el reparto de menores no acompañados, señalando la falta de solidaridad de algunas ...
Oro Por Você 02879 – 11 de agosto de 2025 Pai, eu quero sempre obedecer à Tua vontade, os Teus mandamentos e fazer o que […]
¿Sabe usted cómo resistir a Satanás cuando le tienta?
Para poder resistir al diablo, debemos ser obedientes y sumisos en todos los aspectos de la vida.
Luis Arrieta nos dice cómo resistir con inteligencia
Luis Arrieta nos dice cómo resistir con inteligencia
Diante do tarifaço de Trump, União Europeia e Brasil reagiram de formas distintas – e o saldo político revela que atualmente os símbolos parecem importar mais do que indicadores econômicos. Thomás Zicman de Barros, analista político Ainda no primeiro mandato de Donald Trump, durante uma sessão de fotos, o famoso fotógrafo Platon perguntou ao presidente: “Como o senhor faz para navegar nas tormentas da política americana?”. “Eu sou a tormenta”, respondeu ele. A frase, um tanto cinematográfica, sintetiza como poucas o espírito disruptivo de diversos líderes populistas. Trump não se vê como alguém que responde aos ventos da história, mas como o próprio vendaval. Ele não joga segundo as regras, mas busca reescrevê-las. Seu estilo político é o da disrupção permanente, da ameaça constante, da teatralização do conflito como método de governo. A recente imposição de tarifas alfandegárias escancarou novamente essa forma de agir. Em um mundo já tensionado por múltiplas guerras e por uma reorganização geopolítica profunda, Trump retorna ao centro do palco como força desestabilizadora. Sua política comercial não responde à racionalidade econômica. Sua principal vítima são os consumidores americanos, que pagarão a conta. Trump também aprofunda a crise da hegemonia americana, dilapidando a confiança que por um século marcou o domínio dos EUA no cenário global. Mas suas ações obedecem à lógica do espetáculo. Tarifar, para ele, é antes de tudo um gesto simbólico: contra a fraqueza americana, marcar território, humilhar parceiros, fazer da imprevisibilidade uma arma. Como apontava Max Weber, o carisma – especialmente o carisma que pretende instaurar um mundo novo – se opõe à rotina, às formas automáticas e estáveis de reprodução social. Ainda assim, Trump está longe de ser onipotente. Seus recuos frequentes – mesmo quando precedidos por ameaças radicais – revelam que seu poder depende mais da intimidação do que da imposição duradoura. A pergunta que se impõe, então, é como responder a esse tipo de poder. E, na semana que passou, vimos o contraste entre as reações da União Europeia e do Brasil. Liderança europeia contestada Do lado europeu, diante do anúncio inicial de 30% de tarifas, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apressou-se em buscar uma negociação. Na semana passada, reuniu-se com Trump no campo de golfe de Turnberry, na Escócia, onde ele anunciaria pessoalmente o novo acordo com tarifas reduzidas a 15%. Uma redução de danos depois do choque inicial, mas que deixou sequelas políticas. Von der Leyen foi criticada, sobretudo na França, onde tanto o presidente Emmanuel Macron quanto o premiê François Bayrou denunciaram a capitulação. Não se trata apenas do teor das tarifas, mas daquilo que se comunica ao mundo: a Europa – que já depende dos Estados Unidos para sua segurança militar – parece incapaz de se contrapor aos caprichos de Trump, que impunemente cria o caos nas práticas do comércio internacional. O Brasil, por sua vez, respondeu de forma distinta. Embora mantenha déficits comerciais com os Estados Unidos, foi alvo de uma retaliação ainda mais dura, com a ameaça de tarifas de até 50%. Mas os motivos ultrapassavam o campo econômico: a medida foi alimentada por pressões da extrema direita brasileira, em especial de membros da família Bolsonaro, que atuam nos bastidores em Washington para atacar as instituições do país. A ofensiva contou ainda com o apoio de setores das Big Techs, contrários a iniciativas de regulação em curso no Brasil. O alvo principal era o Supremo Tribunal Federal – sobretudo o ministro Alexandre de Moraes, que viria a ser sancionado sob a chamada lei Magnitsky. O episódio incluiu o cancelamento de vistos de magistrados e declarações públicas contra o Judiciário brasileiro. Apesar da pressão, o governo Lula não cedeu. E mesmo com os canais de negociação direta inicialmente fechados, viu os EUA recuarem, anunciando que quase metade dos produtos brasileiros seria isenta das taxas adicionais. Mais do que isso, na última sexta-feira, Trump – até então irredutível – afirmou estar aberto a conversar com Lula. O impacto negativo das tarifas deve, portanto, ser mais modesto do que o inicialmente previsto — embora continue real e relevante. Mas o saldo político foi inequivocamente positivo. Trump, ao vincular as tarifas ao bolsonarismo e às críticas ao sistema judicial brasileiro, permitiu que o governo Lula se apresentasse como alvo de uma ingerência externa indevida – e a extrema direita brasileira, ao endossar as acusações trumpistas, apenas reforçou esse discurso. Leia tambémRelação entre EUA e Brasil vive pior momento em dois séculos após tarifaço de Trump, diz Le Figaro Brasil se fortalece O contraste com a Europa é eloquente. Enquanto Von der Leyen buscou acomodação e foi criticada internamente, Lula sustentou uma posição firme e ampliou seu capital político. A altivez brasileira, ainda que em condições mais desfavoráveis, produziu um resultado simbólico mais forte. O episódio ilustra uma mudança mais ampla. Durante décadas, foi lugar-comum entre cientistas políticos associar a aprovação de governos à evolução dos indicadores econômicos. É claro que a economia importa, mas as dinâmicas políticas recentes mostram que, em muitos momentos, os símbolos podem pesar mais do que a carteira. Diante das tarifas de Trump, o Brasil talvez saia comercialmente mais prejudicado do que a União Europeia. Politicamente, no entanto, o governo e as instituições brasileiras ganham força, enquanto a liderança europeia se vê contestada.
As diferenças das ações de acordo da União Europeia e do Brasil com os EUA.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a atriz e encenadora Sara Carinhas começa por desmistificar a ideia de ser uma benção ou maldição ser filha de duas grandes figuras das artes. E revela como foi comovente acompanhar de perto os ensaios do novo solo ‘O Salvado’ da sua mãe, a bailarina e coreógrafa Olga Roriz. E como, aos 70 anos, a progenitora deu-lhe horizonte e ensinamentos sobre o que pode um corpo. Depois, Sara procura dar a sua receita infalível para respondermos e resistirmos neste mundo, com tantos desafios e atentados à liberdade e à democracia. A meio do episódio, Sara Carinhas partilha as músicas que a acompanham, lê um poema de Ana Luísa Amaral, e um texto seu escrito em resposta a esse. No final, revela o projeto de uma vida que está a preparar com Elsa, a sua companheira. E abre um pouco o livro da vida serena que o casal tem atualmente no Ribatejo e do que vem aí. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Emisión del lunes 28 de julio de 2025 Donald Trump y la presidenta de la Comisión Europea, Ursula von der Leyen, anunciaron el domingo pasado un acuerdo comercial entre Estados Unidos y la Unión Europea (UE) que evitó que estallara una guerra arancelaria entre ambos. Después de conocer sus términos es evidente que es un pacto profundamente desigual, impuesto por la fuerza de los hechos y las amenazas del presidente estadounidense. La UE cedió casi todo; Trump consiguió casi todo. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com www.radioformula.mx
Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalComo resistir ao desejo pecaminosoPela fé, Moisés... [desprezou os] prazeres transitórios do pecado... porque contemplava o galardão. (Hebreus 11.24-26)A fé não se contenta com “prazeres transitórios”. Ela é ávida por alegria. E a Palavra de Deus diz: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16.11). Assim, a fé não será desviada para o pecado. Ela não desistirá tão facilmente em sua busca pelo máximo da alegria.A função da Palavra de Deus é alimentar o apetite da fé por Deus. E, ao fazer isso, ela afasta meu coração do sabor enganoso da luxúria.À princípio, a luxúria começa a me enganar fazendo-me sentir que eu realmente perderia alguma grande satisfação se eu seguisse o caminho da pureza. Mas, então, eu pego a espada do Espírito e começo a lutar.• Eu li que é melhor arrancar os meus olhos do que cobiçar (Mateus 5.29).• Eu li que se eu pensar sobre coisas que são puras, amáveis e de boa fama, a paz de Deus estará comigo (Filipenses 4.8-9).• Eu li que fixar a mente na carne traz morte, mas fixar a mente no Espírito traz vida e paz (Romanos 8.6).• Eu li que a luxúria guerreia contra minha alma (1 Pedro 2.11), e que os prazeres dessa vida sufocam a vida do Espírito (Lucas 8.14).• Porém, o melhor de tudo é que eu li que Deus nenhum bem sonega aos que andam retamente (Salmo 84.11), e que os puros de coração verão a Deus (Mateus 5.8).Enquanto oro para que minha fé se satisfaça com a vida e a paz de Deus, a espada do Espírito remove o açúcar do veneno da luxúria. Eu vejo o veneno como ele é. E pela graça de Deus, seu poder sedutor é quebrado.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 20 de Julho de 2025 às 10h, com a pregação baseada em 1 Pedro 5.8-11 (NVI). Título: Vigiar e resistir (Jackson Willian). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Dios nos capacita para la "batalla" de la vida, usando el concepto de "Jehová Sabaot" (Señor de los Ejércitos) para ilustrar la naturaleza guerrera de Dios. Las pruebas y dificultades son parte de un entrenamiento divino que nos permite resistir sin quebrarnos. Es importante una conexión espiritual profunda para manejar las bendiciones y superar la oposición, así como la necesidad de reabrir "pozos" de alegría y paz que el enemigo intenta cerrar.
Kokoroko son uno de los colectivos que están alimentando la vibrante escena UK jazz que en los últimos años nos ha regalado algunos de los discos más interesantes. Después del éxito de su primer trabajo y el reconocimiento generalizado de su proyecto, regresan con un segundo disco, 'Tuff Times Never Last', una colección de canciones enérgicas que hablan de perseverar. Un mensaje esperanzador que nos recuerda cómo, muchas veces, lo más bonito nace precisamente de los momentos difíciles.Playlist:Kokoroko - Just Can't WaitPino Palladino, Blake Mills - TakaErykah Badu, The Alchemist - Next To YouNaliyah - BelezaErika de Casier - DelusionalNilüfer Yanya - KneelJohn Glacier - Fly with MeTwo Shell - beeepSOPHIE - BIPPBarry Can't Swim - DifferentChicks on Speed - SynthesizeGelli Haha - SpitWet Leg - CPRGetdown Services - Eat Quiche, Sleep, RepeatSorry - JetplaneKNEECAP, Mozey - THE RECAPEscuchar audio
Valdoviño se prepara para vivir este sábado 12 de julio una noche cargada de música y energía con la celebración de la cuarta edición del LagoFest, que tendrá lugar en la pista deportiva anexa al parque de Lago a partir de las 21:30 horas y hasta bien entrada la madrugada. Rosa Couce, presidenta de la Asociación Cultural y Recreativa de Vecinos de Lago —entidad promotora del festival—, Ha estado hoy en Radio Voz Ferrol El cartel de esta edición destaca por la variedad y calidad de sus propuestas musicales. Abrirá la noche The Bandidos, con potentes versiones de grandes clásicos del rock. A continuación, será el turno de Los Fabulosos Weekend, una banda músico-vocal formada por veteranos músicos de Santiago y con la participación del reconocido actor y cantante Manuel Manquiña. Su repertorio incluye versiones de temas míticos como "Happy Together", "Mony Mony" o "Summer in the City", además de composiciones propias, todo ello con espectaculares arreglos vocales a cuatro voces. La tercera actuación será la de MU2, banda tributo a U2 que, gracias al apoyo del Concello a través de la red cultural de la Diputación, ofrecerá un homenaje fiel y vibrante al legendario grupo irlandés, con himnos como "With or Without You", "Sunday Bloody Sunday" o "Beautiful Day". Cerrará la velada Los Alcántara, formación ferrolana que pondrá el broche final con versiones de grandes éxitos del pop nacional de los años 60 y 70. Canciones como "Mi gran noche", "Resistiré" o "Cuéntame" animarán al público a cantar y bailar en un ambiente festivo y nostálgico. El LagoFest se consolida así como una cita imprescindible en el calendario cultural de Valdoviño, justo en la antesala de sus fiestas patronales, y promete una noche inolvidable para todos los asistentes.
Una interesante reflexión que nos recuerda que podemos confiar en que Dios etsá con nosotros a pesar de las cirxunstancias.
Uma semana depois de ter sido alvo de ataque racista, Carla Barreto diz estar preocupada mas promete não desistir do mandato. SEC Emídio Sousa regista preocupações da comunidade portuguesa em Paris. Edição Susana Barros
Meditación sobre el Evangelio del miércoles de la XIII semana del Tiempo Ordinario. Los milagros y la fe. La expulsión de demonios. El diablo es real. Pero Jesús más fuerte. No hay nada en común entre un hijo de Dios y el diablo. Resistir sus insinuaciones.
"La Reflexión: Debes Resistir, en ti está la calma" La Última Estación #13 La Última Estación, el rincón donde el tren del misterio desacelera y nos permite mirar por la ventana del alma. Soy José Paredes, y esta noche, mientras las agujas del reloj acarician la madrugada, quiero invitarlos a reflexionar sobre las tormentas emocionales que todos enfrentamos, esas tempestades que rugen en nuestro interior y que, aunque nos sacuden, también nos moldean. La vida, queridos oyentes, es como un viaje en este tren nuestro: a veces cruza paisajes de luz, pero otras veces se adentra en túneles oscuros. ¿Quién no ha sentido el peso de un bolsillo vacío, cuando el dinero no llega y los sueños parecen escaparse como vagones descarrilados? ¿Quién no ha conocido el vacío que deja un adiós, ya sea por la muerte de un ser querido o el eco de una separación que aún resuena? Estas tormentas —la ansiedad de las deudas, el duelo que corta el aliento, el desamor que nos hace dudar de nosotros mismos— son parte del trayecto. Pero, como todo buen viajero sabe, no se trata de evitar la lluvia, sino de aprender a danzar bajo ella. Accede a todo nuestro contenido exclusivo apoyando el podcast a través del siguiente enlace: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=6b635ba6a54f97bbd521a44d5dd7cd77 👁🗨Por ello te leemos en comentarios👁🗨 M E D I A N O C H E PRODUCCIONES ¿Qué opinas sobre esto? 👇Escríbenos 👇. Dirige y Presenta: José Paredes Tlf / +34 600 088391 Web: https://www.expresodemedianoche.com/ Correo electrónico: Contacto@expresodemedianoche.com Youtube: Expreso Live https://www.youtube.com/channel/UCV9PdMmFZKQz5v71zyz7T8Q Instagram: https://www.instagram.com/expresomedia/?hl=es TikTok: https://www.tiktok.com/@expresomedia?_t=8qXFWPTez56&_r=1 Discord: https://discord.gg/F3jrvp77SC Twitter: https://www.google.com/url?q=https://twitter.com/expresomedia%3Flang%3Des&sa=U&sqi=2&ved=2ahUKEwis_pDY3Y2JAxVoh_0HHZ4IAfIQFnoECBEQAQ&usg=AOvVaw0BKuKGistxpW6KywXmNjnj Facebook: https://www.facebook.com/Expresomedia Telegram: https://t.me/expresodemedianoche Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No Conversa Humanista de hoje, recebemos Nina Fola, batuqueira e doutoranda em Sociologia, e Padre Kauê Antonioli, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes. Juntos, eles debatem os novos hábitos religiosos dos brasileiros. A partir dos dados do Censo de Religiões do IBGE de 2022 e de relatos pessoais marcados pela fé, o episódio investiga o que significa crer em uma sociedade onde a vivência comunitária se desloca, cada vez mais, para o plano digital.
Nos 50 anos da independência de Cabo Verde, a RFI publica e difunde várias reportagens sobre este tema. Neste quarto episódio, fomos à procura de pessoas que se dedicaram à luta na clandestinidade, algo que continua a ser uma das frentes menos visíveis na luta de libertação de Cabo Verde. Para conhecermos o trabalho feito nas ilhas, mas também na diáspora, as técnicas para ludibriar a polícia política, assim como as experiências daqueles que a PIDE prendeu nos "cárceres do Império", conversámos com Óscar Duarte, Gil Querido Varela, António Pedro da Rosa, Marline Barbosa Almeida, Adão Rocha e Manuel Faustino. Foi no ano 2000, na cidade da Praia, que os Tubarões Azuis conquistaram a X Edição da Taça Amílcar Cabral, talvez a mais importante vitória da selecção de Cabo Verde. A prova, com o nome do líder da luta pela independência, foi conquistada quando os jogadores eram treinados por Óscar Duarte, um nome que ficou conhecido no futebol português nos finais da década de 70: foi campeão pelo FC Porto em 1979 e chegou a vestir a camisola das Quinas no Parque dos Príncipes, em Paris, em 1978. Antes disso, Óscar Duarte tinha travado uma outra luta, a da libertação de Cabo Verde, o que o levou a estar preso quase dois anos no campo de São Nicolau em Angola, depois de ter passado pelo Tarrafal, da ilha de Santiago, e por Caxias, em Portugal. “Era das piores prisões que havia na era colonial. Quando a pessoa - para eles - cometesse qualquer erro, surravam nas pessoas. A mim também me bateram. Eu sou técnico agrícola e ao trabalhar na agricultura, se tirasse qualquer produto da agricultura batiam-me. Utilizavam esses dois utensílios: palmatória e chicote. Sabe o que é uma pessoa levar às vezes 200 palmatoadas na mão? Quando a mão incha, as veias ficam ensanguentadas. E batiam no rabo com a palmatória. Portanto, houve muita gente que morreu assim. Eu, durante o tempo que lá estive, uma vez houve um problema qualquer e - como era uma prisão natural, não havia prisão lá dentro - eu estive quase três meses numa cela com cinco palmos de comprido, três de largo. Eu sentava-me, esticava a perna e ocupava aquilo tudo. Era sempre escuro, onde fazia as minhas necessidades é que tinha de abrir a torneira também para beber e havia uma refeição por dia”, conta. Essa cela era a “frigideira durante o verão” e “frigorífico na época de cacimbo que é o frio”. “Durante esse tempo que estive na frigideira ou no frigorífico, era uma refeição por dia. Era só o pequeno almoço, fuba, um bocadinho de amendoim e uma chávena de café preto. Depois a pessoa ia perdendo peso. Houve muita gente que foi à loucura. Eu aguentei, mas houve muita gente que morreu por lá. E depois havia uma outra agravante, que era que quando iam buscar uma pessoa à noite, dificilmente apareciam. Matavam-nas”, recorda Óscar Duarte. Era preciso resistir para sobreviver. Resistir à "frigideira" ou "frigorífico", aos espancamentos, à fome, aos trabalhos forçados, à loucura. Óscar Duarte viu muita gente morrer. Um dia, um prisioneiro que tinha tentado fugir foi crucificado para todos verem. Mas Óscar Duarte resistiu. A dada altura, foi transferido do Campo de São Nicolau para o Campo da Foz do Cunene e também aí continuou a resistir e até a jogar à bola, entre lacraus, cobras e jacarés. “Tínhamos de trabalhar todos os dias, era deserto e tal, a temperatura era quase de 50 graus. Hoje, abríamos vala, amanhã tapávamos. Cortávamos pedra, depois arrumávamos. Só para ocupar tempo. Era um castigo. E depois tínhamos muito receio porque não tínhamos sequer uma aspirina, um vidro de álcool. Nada disso. E havia lá muito lacrau, se o lacrau picar uma pessoa é terrível porque tem veneno. Havia lacrau, havia cobras, havia tudo isso. Havia lá um rio e nós fizemos lá alguma agricultura com o limo do rio, misturámos com a terra e tirávamos sempre qualquer coisa. Às vezes íamos para o rio jogar a nossa bola e jacarés com quatro metros e tal! Uma pessoa se se distrai, até podia ser apanhado pelo jacaré!”, lembra. Criado em 1962, o Campo de Recuperação de São Nicolau situava-se num território desértico no litoral angolano, a norte da então Moçâmedes (Namibe). Para lá eram enviados guerrilheiros suspeitos de actividades subversivas, por vezes acompanhados da família. Em 1964, estavam lá presas 651 pessoas. Em 1972, eram 1.123 prisioneiros. Óscar Duarte foi desterrado para lá por fazer parte da rede clandestina de militantes do PAIGC em Cabo Verde. “Eu fui para São Nicolau porque tínhamos um núcleo e trabalhávamos na clandestinidade. Na altura, a PIDE tinha a coisa muito bem controlada e por cada informação que a pessoa desse, eles pagavam 500 escudos. E nessa altura já era algum dinheiro. Deitámos uns panfletos em São Vicente e houve um indivíduo que pertencia ao nosso núcleo, que foi deitar panfletos no cinema, foi apanhado e depois torturaram-no. Inclusive ele falou-nos de um alicate nos testículos. Portanto, ele teve que 'cantar', teve que dizer tudo”, acrescenta. Óscar foi preso na cidade da Praia e submetido a tortura nos interrogatórios: uma semana virado para uma parede sem dormir e a ter alucinações da mãe a chorar. No Tarrafal da ilha de Santiago, em Cabo Verde, também era preciso resistir. Numa primeira fase, entre 1936 e 1956, ali estiveram presos portugueses que contestavam o regime fascista e o local ficou conhecido como “Campo da Morte Lenta”. Em 1962, passou a chamar-se “Campo de Trabalho de Chão Bom” e foi então que se tornou na cadeia de militantes nacionalistas de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Em Cabo Verde, a luta na clandestinidade começou a ser forjada, em 1959, por nomes como Abílio Duarte, do PAIGC, e José Leitão da Graça, ligado ao partido UPICV, que são obrigados a deixar o país devido à polícia política. Depois, vários militantes do PAIGC fizeram trabalho político para mobilizar a população em torno da causa independentista e para criar um ambiente favorável ao desembarque no arquipélago de guerrilheiros armados. Isso acabaria por não acontecer, mas foi minuciosamente preparado. A polícia política portuguesa também não permitiu o desenvolvimento da rede clandestina porque foi prendendo, ao longo do tempo, vários dos responsáveis nas ilhas. Foi o caso de Carlos Lineu Miranda, Fernando dos Reis Tavares, Jaime Schofield, Luís Fonseca e vários outros. Gil Querido Varela foi preso em 1968, interrogado e torturado pela polícia no Plateau, transferido para a Cadeia Civil da Praia e entra no Tarrafal em Abril de 1970. Sai em Janeiro de 71. Era suspeito de prática de “crime contra a segurança interior e exterior do Estado”. Gil Querido Varela era militante do PAIGC e fazia a luta política na clandestinidade. “Nós trabalhávamos, visitávamos amigos. Eu, por exemplo, ia à Ribeira da Barca, aproveitava no momento em que estava trabalhando no campo e lá ia fazer o trabalho político, [dizer] que devíamos entrar no PAIGC para libertar a terra. Quem já tinha visto a fome de 1947 - que eu vi uma parte - não ficava sem fazer nada. Vi crianças morrerem de fome, com o corpo inflamado de fome. Mães com crianças mortas nas costas que não tiravam para poderem achar esmola. Os colonialistas troçando da fome do povo. Eu já estava farto deles e entrei rápido no PAIGC. Quem viu aquela fome era impossível não lutar. Só quem não tem sentimento”, afirma Gil Querido Varela, aos 90 anos, enquanto nos mostra o Tarrafal ao lado do camarada António Pedro da Rosa, de 76 anos. O amigo, António Pedro da Rosa, também lutava na clandestinidade e foi detido em Agosto de 1970, interrogado e torturado, transferido para a Cadeia Civil da Praia e enviado para o Tarrafal em Fevereiro de 1971, de onde saiu a 1 de Maio de 1974. “A luta na clandestinidade nós fazíamos da seguinte forma: Eu tinha um colega, Ivo Pereira, que trazia sempre jornais, panfletos e líamos para os rapazes colegas. E tínhamos um livro também que era “Luta Armada”, líamos e explicávamos a alguns rapazes sobre esta situação. Por isso é que fazíamos este trabalho na clandestinidade, através de panfletos e livros que íamos estudar com os rapazes colegas. Íamos sentar aqui num sítio qualquer porque também já sabíamos que havia alguns rapazes que eram informantes da PIDE, porque cada informação que eles levavam para a PIDE eram 500 escudos e 500 escudos na altura era muito dinheiro. Por isso fizemos todo esse trabalho, mas com muito cuidado”, recorda António Pedro da Rosa, na biblioteca do campo de concentração do Tarrafal que vai ser candidato a Património Mundial da UNESCO. Voltaremos ao Tarrafal guiados por Gil Querido Varela e António Pedro da Rosa no oitavo episódio desta série, mas concentremo-nos, por agora, na luta clandestina que se fazia em Cabo Verde. Havia quem fingisse ser namorada de um dos presos do Tarrafal para levar mensagens do exterior. Foi o que fez Marline Barbosa Almeida que trabalhava na célula clandestina do PAIGC na Praia, criada em 1968, sob direcção de Jorge Querido, o coordenador das actividades clandestinas do PAIGC em Cabo Verde, entre 1968 e 1974. Foi assim que ela conseguiu levar para a prisão informação e mensagens, incluindo dentro de tubos de pasta dos dentes. “Nós tínhamos alguns guardas, conseguíamos conversar, então mandávamos bilhetes através de pastas de dentes que nós abríamos com aquela dobrinha. Então nós tirávamos a maioria da pasta, metíamos as informações num plástico, tornávamos a meter lá e mandávamos. Depois, o director da cadeia era cunhado da minha irmã e sabia no que é que eu andava. Mas como ele era católico, presumidamente democrata, eu arranjei “namoro” com um dos presos. E ia lá e nós éramos obrigados a ir com ele assistir à missa e depois eu ia ver o meu noivo. Foi assim que nós tínhamos informações do que se passava na cadeia e transmitíamos informações aos presos”, recorda. Além da pasta de dentes, as mensagens também circularam dentro de bíblias, acrescenta Marline, quando conversa com a RFI em sua casa, na cidade da Praia. “Houve até um caso interessante de um angolano que tinha sido liberto. Eu tinha ido à praia e ao regressar a casa, eu vi-o a sair da igreja do Nazareno com uma Bíblia na mão. Ele dirigiu-se a minha casa e eu estava precisamente a entrar. ‘É a senhora fulana de tal?' ‘Sim.' ‘Eu sou fulano de tal, saí do Tarrafal ontem e vim com mensagens dos seus amigos. E eu ‘Sim, sim, como é que eles estão? Há muito que não os vejo', enrolando porque eu não sabia quem era. Até que ele abriu a Bíblia, descolou as páginas, tirou o bilhete do Carlos Tavares e mostrou-me para certificar que era uma pessoa de confiança”, recorda. Marline Barbosa Almeida chegou a ser presa e a sofrer tortura. A luta na clandestinidade “era um trabalho difícil” porque “numa ilha não havia onde fugir, não há mato, não há onde esconder”. Por isso, serviam-se de “festas, bailes, piqueniques” para trocar informações e atrair mais pessoas para a causa. Depois, procuravam dar informações à sede do PAIGC, em Conacri, sobre as condições dos presos no Tarrafal. No livro “O PAIGC perante o dilema cabo-verdiano [1959-1974]”, o historiador José Augusto Pereira conta que a PIDE/DGS instalou-se em Cabo Verde em 1959 com a criação da subdelegação da cidade da Praia. Em 1961, são criados os postos da PIDE no Mindelo e no aeroporto do Sal. Em 1965 o posto de Chão Bom, na vila de Tarrafal, em Santiago, em 1968 o posto de São Filipe na ilha do Fogo. Teria 33 efectivos em 1973. Em 1974 a cidade da Praia albergava a sede da DGS e no resto da ilha haviam postos em Santa Catarina e Tarrafal. Depois, havia postos nas ilhas de São Vicente, Sal, Santo Antão, Fogo e Boa Vista. Um dos principais golpes da PIDE/DGS acabaria por ser a detenção de Jorge Querido em Janeiro de 1974, depois de anos a fintar a apertada vigilância da polícia política. O elemento básico da luta clandestina eram as células, cada uma tinha um responsável e o conjunto de responsáveis formava uma secção. Por sua vez, os responsáveis de secção formavam um sector e os responsáveis de sector formavam zonas. O trabalho político clandestino em Cabo Verde consistia em fazer agitação política e em capitalizar em prol da causa nacionalista todas as carências, como a pobreza, a fome e as injustiças sentidas pela população. Por outro lado, havia que acicatar o espírito de revolta, predispor as massas para o apoio a acções armadas, recolher e enviar informação para a direcção do PAIGC em Conacri e dar apoio logístico aos guerrilheiros nacionalistas quando se desse o desembarque no arquipélago. O que não viria a acontecer, como já explicámos noutros episódios desta série de reportagens. Havia, ainda, mobilização junto da diáspora cabo-verdiana. Adão Rocha fazia parte do grupo de Lovaina, na Bélgica, e o trabalho político era também essencial. “Tínhamos várias frentes de luta. A frente diplomática, que Amílcar Cabral prezava muito, ele achava que era uma parte importante da luta mesmo. Ele mesmo se distinguiu como um exímio diplomata. No fundo, era tentar contactar as autoridades dessa zona e sensibilizá-las para a justeza da luta de libertação das ex-colónias e, particularmente de Cabo Verde e da Guiné-Bissau. Também tínhamos uma frente de apoios, mobilização para a luta, o que se conseguia através de organizações não governamentais ali dessa zona, da Bélgica e também da Holanda, que na altura apoiavam as lutas de libertação. Também alguns governos, poucos, já apoiaram a luta ainda antes da independência. Tínhamos, ainda, a frente de divulgação da luta junto da sociedade europeia para sensibilizá-la mais uma vez sobre a questão da repressão colonial, a questão do fascismo em Portugal e criar um ambiente propício para que os seus governos também tivessem uma posição mais favorável em relação à luta. Mas o essencial da nossa luta prendia-se com a mobilização das comunidades emigradas”, conta. Na conversa com a RFI na Fundação Amílcar Cabral, na Praia, onde é membro do Conselho de Administração, Adão Rocha destaca que é preciso que a juventude saiba que, naquela altura, em muitos países, várias pessoas abandonaram os estudos para se juntarem à luta armada ou clandestina. Em Portugal, também havia luta clandestina e a cantiga também foi uma arma para os cabo-verdianos. Manuel Faustino era estudante de medicina em Coimbra quando compôs a primeira música, “Ca bo ba pa tropa”, em 1968, que era um apelo à fuga ao serviço militar. Em 1973, é lançado o LP “Música Cabo-Verdiana-Protesto e Luta”, gravado na Holanda e editado pelo PAIGC, em que aparece outra composição de Manuel Faustino. Chamava-se “Nho Queiton” e era uma denúncia directa à política de Marcello Caetano e à miséria no arquipélago. “Nho Queiton era uma referência a Marcello Caetano que tinha feito uma viagem a Cabo Verde e, então, era uma música que denunciava os propósitos políticos, demagógicos da visita dele. A visita dele inscrevia-se num contexto de tentar seduzir as pessoas, tentar aparecer como um rosto diferente de Salazar. E essa música que vem nesse ‘Long Play' era uma denúncia dessa visita, tentando desmascarar, dizendo que era uma manobra política que serve para nada e que a solução aos problemas era a independência”, conta Manuel Faustino, lembrando que o seu nome não aparece no disco “senão ia preso”. A historiadora Ângela Benoliel Coutinho, autora de “Os Dirigentes do PAIGC: da fundação à ruptura: 1956-1980” admite que tenham havido algumas centenas de pessoas na luta clandestina, mas diz que é preciso um centro de pesquisa histórica sobre Cabo Verde para se poder estudar todas as temáticas da história contemporânea do país. “Há uma Associação dos Combatentes pela Liberdade da Pátria em Cabo Verde, que tem várias pessoas inscritas. Portanto, serão centenas. Pelas entrevistas que tenho feito, tenho presente o facto de que há pessoas que participaram e alguns até que tiveram um papel importante em dados momentos e não se inscreveram nessa associação. Já pude ter essa conversa com alguns dirigentes e penso que terão sido - entre os que integraram as células - algumas centenas. E depois há todo este apoio por parte da população, não só em Cabo Verde”, sublinha. Em Cabo Verde, em Portugal, na Guiné-Bissau, em Angola, mas também na Bélgica, na Holanda, no Senegal e noutros países para além das fronteiras do então Império Colonial Português, foram muitos os militantes e nacionalistas que lutaram na clandestinidade. Um número ainda não calculado de pessoas foram presas, torturadas e mortas, depois de perseguidas pela PIDE/DGS. Porém, mais de meio século depois, a acção na clandestinidade continua a ser uma das frentes menos visíveis na luta pela independência de Cabo Verde. Se quiser aprofundar este assunto, pode ouvir aqui as entrevistas integrais feitas aos diferentes convidados.
🔴 Como cada año, en Municipio24 brindamos nuestro espacio para la expresión y también nos sumamos a la conmemoración del Mes del Orgullo LGBT+. Este podcast especial reúne voces diversas de nuestra comunidad que comparten lo que a veces cuesta decir: su identidad, sus luchas, sus miedos, sus sueños… y su orgullo. 🌈 No es un episodio para cumplir, es una conversación real y necesaria. Hablamos de identidad, religión, familia, amor, discriminación, marchas, aliados, doble moral… y lo que significa resistir desde Loreto.
Rafa Latorre reflexiona en su monólogo sobre las estrategias del presidente del Gobierno para desviar la atención de los escándalo del PSOE y sobre las palabras del jefe del Ejecutivo a la OTAN por el gasto en defensa
La Terracita TBP – Episodio 5x01 Ignatius Farray y su hijo Javier se sientan en Team Barça Podcast para hablar de barcelonismo generacional, Johan Cruyff, errores, filosofía culé y el nuevo Mundial de Clubes. Un episodio diferente, íntimo y divertido sobre el Barça y la vida, con humor, memoria y pasión blaugrana. Ideal para fans del FC Barcelona que buscan otro tipo de pódcast. ⏰ BLOQUES DEL EPISODIO: (00:00) Intro veraniega de Juanma (01:10) Sintonía + Presentación (4:57) Pista 1 del Jugador Escondido (5:56) Primera parte de la charla con Ignatius Farray y su hijo Javier (30:09) Comentario de Gus sobre Joan García (32:15) Segunda parte de la charla con Ignatius y Javier (50:06) Pista 2 del Jugador Escondido (50:43) Pack de Verano culé: las elecciones de Ignatius y Javier (1:18:57) Análisis del Mundial de Clubes con Gerard (1:25:08) Llamada “ficticia” a Miami con Maldini sobre el Mundial de Clubes (1:42:56) Cierre ⸻ Contenido exclusivo y apoyo: • Hazte socio en Patreon: Accede a Club TBP teambarca.com/patreon • Fan en iVoox: Disfruta del podcast sin publicidad por solo 1,49€/mes • Invítanos un café en Ko-fi ☕️: ko-fi.com/teambarcapod Participa con nosotros: • Kickbase Challenge: go.kickbase.com/teambarcaprod_podcast • Fantasy Biwenger: bit.ly/LigaFantasyTBP • Encuesta TBP: ¡Danos tu opinión! bit.ly/EncuestaTBP Tienda oficial: Consigue tu merch favorito en teambarca.com/tienda Conecta con la comunidad: X: @TeamBarcaPod Twitch: teambarcapod Telegram: bit.ly/ChatTBP Discord: bit.ly/DiscordTBP Contacto: oyentes@teambarca.com Música: 'De la Nada' de Jere 'Estiro' de Hijo Terco Búfalo Gris 'Duele la herida' de DE LA MATTA Y base musical cortesía de www.jamendo.com
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, a análise da jornalista Teresa de Sousa e do investigador Carlos Gaspar centrou-se na vitória do candidato conservador Karol Nawrocki, apoiado pelo partido ultranacionalista Lei e Justiça, na segunda volta das eleições presidenciais na Polónia. Com esta escolha, sublinha o investigador do IPRI-NOVA, o quinto maior país da União Europeia abandona o papel de destaque que tem vindo a assumir, sob a liderança do primeiro-ministro Donald Tusk, na “coligação central” que pode “resistir ao imperialismo russo e reconstruir a defesa europeia”, e que inclui Alemanha, França e, em certa medida, o Reino Unido. Carlos Gaspar diz mesmo que a Polónia perdeu uma “oportunidade irrepetível de estar no centro” do “directório europeu” que vai decidir o futuro a médio prazo da segurança da Europa. Da Polónia passámos para a vizinha Ucrânia e para o plano de condições “inaceitáveis” apresentadas pelo Kremlin para acabar com o conflito no país que a Rússia invadiu em 2022. Nesse contexto, Teresa de Sousa salienta a eficácia dos complexos e surpreendentes ataques militares levados a cabo pelos serviços secretos ucranianos em vários pontos da Rússia, a milhares de quilómetros da linha da frente, que, assegura, “humilharam” o país de Vladimir Putin, principalmente na sua dimensão de “relações públicas”. Por fim, Carlos Gaspar analisa a eleição do liberal Lee Jae-myung para a presidência da Coreia do Sul, país que o investigador diz estar, a par da Polónia, na “linha da frente” do conflito na Ucrânia, uma vez que a Coreia do Norte, com quem Seul ainda está tecnicamente em guerra, é o único país estrangeiro que tem soldados a combater ao lado da Rússia no território ucraniano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elege-se hoje o novo Presidente da AR, iniciando uma legislatura que traz muitas novidades. Dez partidos no Parlamento e uma maioria constitucional sem o PS. Fica a dúvida: Vamos aguentar quatro anos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elege-se hoje o novo Presidente da AR, iniciando uma legislatura que traz muitas novidades. Dez partidos no Parlamento e uma maioria constitucional sem o PS. Fica a dúvida: Vamos aguentar quatro anos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que, neste momento, não há alternativa ao decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado pela equipe econômica na semana passada. Haddad afirmou que foi convidado pelos presidentes das duas Casas para explicar a necessidade do decreto que elevou o IOF e os impactos que uma eventual revogação poderia causar no funcionamento da máquina pública. "O cerco se fechou; Câmara e Senado já deixaram claro que não vão aprovar este aumento. A sensação que se tem é de que o ministro está tentando resistir, mas é uma questão de tempo para recuar e derrubar esta proposta. Ou seja: derrota do Governo e, particularmente, dele. Lula também está sendo pressionado pelos presidentes do Legislativo, que estão avisando que nos últimos 25 isso não aconteceu, mas que o Congresso pode derrubar uma medida do Executivo. Quando Motta e Alcolumbre falam nesse tom significa que a coisa está decidida nas Casas", conta Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que, neste momento, não há alternativa ao decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado pela equipe econômica na semana passada. Haddad afirmou que foi convidado pelos presidentes das duas Casas para explicar a necessidade do decreto que elevou o IOF e os impactos que uma eventual revogação poderia causar no funcionamento da máquina pública. "O cerco se fechou; Câmara e Senado já deixaram claro que não vão aprovar este aumento. A sensação que se tem é de que o ministro está tentando resistir, mas é uma questão de tempo para recuar e derrubar esta proposta. Ou seja: derrota do Governo e, particularmente, dele. Lula também está sendo pressionado pelos presidentes do Legislativo, que estão avisando que nos últimos 25 isso não aconteceu, mas que o Congresso pode derrubar uma medida do Executivo. Quando Motta e Alcolumbre falam nesse tom significa que a coisa está decidida nas Casas", conta Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy quiero hacer una pausa para hablarte de algo que, honestamente, me ha tenido pensando mucho. Este episodio será más bien una invitación: a mirar de otra forma, a escuchar distinto, a quedarte en esas conversaciones que a veces incomodan, pero que nos hacen más humanos. Desde que soy mamá, algo cambió en mí. No porque todas tengamos que ser madres, sino porque el acto de maternar —como verbo, como acción colectiva— me enseña todos los días a sostener, a cuidar, a ser compasiva incluso en medio de la incertidumbre. Este episodio es un recordatorio: que quizás lo que más necesitamos no es más control ni más respuestas, sino más humanidad. Espero que lo escuches, que lo sientas, y que si resuena contigo, lo compartas con alguien más.
En este monólogo especial, Laura abre el episodio celebrando el cuarto aniversario de Baraja Eso, compartiendo una mirada íntima sobre la migración, la identidad y la vulnerabilidad como acto de resistencia. A partir de una reciente experiencia personal, Laura reflexiona sobre la importancia de agradecer, de sostenerse en la comunidad y de seguir apostando por el arte como medio de transformación, y comparte cómo las crisis pueden ser puntos de quiebre, pero también de renacimiento, y nos recuerda que la paciencia, la autenticidad y la gratitud son clave para caminar con propósito en medio de la incertidumbre.Este episodio es una celebración de 4 años de conversaciones, del arte como refugio, y de la capacidad humana para reinventarse desde el amor propio y colectivo.¡Continuemos la conversación en Instagram! Síguenos en @mslauragomez y @barajaesopodcast.¿Te gustó el episodio?Si te gustó déjame un rating ★★★★★ y un comentario.
Bob Pop vuelve a visitarnos en Madrid para resolver todas las dudas de los oyentes sobre la vida, así en general. En la Dupla, repasamos junto a Galder Reguera y Rafa Cabeleira todo lo que ha dejado la semana en lo futbolístico. Desde el último capítulo de La Liga a la final de Champions femenina. Nuestro artesano, Pablo Ortiz de Zárate nos trae la historia de "Handala", un personaje gráfico símbolo de la resistencia palestina. Cerramos el programa intentando desenmarañar el siguiente mito: "Los refranes siempre tienen razón", ¿verdad o mito?
Bob Pop vuelve a visitarnos en Madrid para resolver todas las dudas de los oyentes sobre la vida, así en general. En la Dupla, repasamos junto a Galder Reguera y Rafa Cabeleira todo lo que ha dejado la semana en lo futbolístico. Desde el último capítulo de La Liga a la final de Champions femenina. Nuestro artesano, Pablo Ortiz de Zárate nos trae la historia de "Handala", un personaje gráfico símbolo de la resistencia palestina. Cerramos el programa intentando desenmarañar el siguiente mito: "Los refranes siempre tienen razón", ¿verdad o mito?
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En caída libre, López Portillo ordenó la construcción del buque escuela en los astilleros Celaya de Bilbao, en España, que inició el 24 de julio de aquel 1981 y fue botado allá un año después.
——Mantente conectado Si quieres saber más de la Iglesia Manantial de Dios visita nuestro sitio web http://www.manantialdedios.com y nuestro canal oficial en YouTube http://www.youtube.com/ManantialdeDiosTVFacebook: https://www.facebook.com/manantialdediosInstagram: https://www.instagram.com/manantialdediosTwitter: https://twitter.com/ManantialDiosRecuerda usar nuestro hashtag #ManantialdeDios
Los culturetas celebran el 2 de mayo hablando de las guerrillas y la resistencia a las tropas de ocupación francesas, a partir del libro ‘Guerrilla. Una historia nueva de la Guerra de Independencia' de Antonio J. Carrasco Álvarez (Desperta Ferro Ediciones). Con Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Isabel Vázquez y Sergio del Molino.
Los culturetas celebran el 2 de mayo hablando de las guerrillas y la resistencia a las tropas de ocupación francesas, a partir del libro ‘Guerrilla. Una historia nueva de la Guerra de Independencia' de Antonio J. Carrasco Álvarez (Desperta Ferro Ediciones). Con Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Isabel Vázquez y Sergio del Molino.
“Resistir en EE.UU. es un acto de mucha valentía”: la cantante franco-chilena Ana Tijoux habla de su nuevo álbum, el exilio de su familia, Palestina y la búsqueda de la alegría en la distopía mundial
¡Llegamos al episodio número 500 de Viajo en Moto! Han pasado quince años desde que arrancó esta aventura sonora sobre dos ruedas, y para celebrarlo me pongo un poco nostálgico: hago repaso de todo lo vivido en estos 500 programas y reflexiono sobre cómo han cambiado los viajes… y la manera de contarlos. En esta ocasión charlo con Alicia Sornosa sobre la evolución del mundo viajero en estos años, la transformación de los medios, de las redes sociales y del propio espíritu viajero. También cruzamos medio mundo para hablar con el Búfalo, que nos atiende desde Mozambique, y recuperamos un pedacito de la historia de los grandes viajeros con una selección de fragmentos de la entrevista que le hice a Abdullah Omidvar en 2016, uno de los pioneros del viaje en moto. Gracias por acompañarme durante estos 500 episodios. ¡Vamos a por muchos más! ⸻ ️ Patrocinan este episodio: Asador de Nozana Casa Pipo Estoy de Ruta Atlantis Moto Motorbeach Viajes
Europa atraviesa un momento decisivo frente a un mundo cada vez más fragmentado. La amenaza militar de Rusia, la creciente guerra comercial con EE. UU. y el pulso geopolítico con China evidencian un nuevo (des)orden global que exige respuestas coordinadas. Mientras líderes europeos como Sánchez, Macron y Meloni buscan alianzas en solitario con potencias como China y EE. UU., surgen dudas sobre la coherencia de la estrategia común europea.Escuchar audio
Más de 11 mil mdp en la construcción de puentes y distribuidores viales en 11 estados del paísPor cambio de uso de suelo Profepa clausura dos predios en el Edomex Venezuela anuncia reducción de la jornada laboral en organismos públicosMás información en nuestro Podcast
¡Bienvenidos a una presentación especial! Este episodio es una grabación de "Narrar para resistir: El cómic puertorriqueño como testimonio y transformación". La charla se celebró el jueves, 6 de Marzo de 2025 en la Colección de las Artes y Música en la Biblioteca Lázaro en la UPR de Río Piedras.Los artistas invitados fueron:Yvonne Alexandra (Insta: @ya_ilustra)Pedro "Castor" Lugo (Insta: @castorillo)Rosa Colón Guerra (Insta: @sodapopcomics)Pueden seguir a la colección en Insta: @cam.uprrp ¡Gracias por escuchar!----------Apóyanos en Patreon y recibe dos episodios extra al mes:https://www.patreon.com/join/desmenuz...Síguenos en:Facebook https://www.facebook.com/desmenuzandopodTwitter https://twitter.com/desmenuzandopodInstagram https://www.instagram.com/desmenuzando/Y en nuestras cuentas personales:Rosa Colon https://linktr.ee/sodapopcomicsMario Alegre https://linktr.ee/marioalegre
En NEGRAS, conversamos con Mariluz Franco Ortiz y Zaira Rivera Casellas sobre la Cuarta Edición de la Cumbre Afro. Con el lema Recordar es resistir: los saberes afros importan, la Cumbre honra a Alfonso Arturo Schomburg y celebra la diversidad de saberes afros.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez
¿Usas a menudo las palabras aguantar y compensar? ¿Crees que tu deber es mantenerte en situaciones o junto a personas aunque no estés del todo a gusto? ¿Crees que cambiar de opinión o de camino es un signo de debilidad? Si has respondido afirmativamente a una o a varias de estas preguntas, este episodio es para ti.Mi descubrimiento de esta semana es el libro “El momento en que todo cambió” de Douglas Kennedy. Puedes descargarte aquí el audio con los dos ejercicios que me sirven para retomar las riendas de la vida: https://www.lasclavesdesol.com/audiotraining-gratuito/?source=spotifyEncuentras mis libros aquí: https://www.lasclavesdesol.com/tienda/ Puedes suscribirte a mi Newsletter #TresMinutos y recibir una reflexión en forma de artículo breve cada sábado: https://lasclavesdesol.substack.com/ Me encuentras en @lasclavesdesol y en lasclavesdesol.com
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Vivemos em um mundo onde cada clique e cada palavra podem ser monitorados, trocando privacidade por conveniência. O totalitarismo digital avança silenciosamente, enquanto assistentes virtuais, aplicativos e algoritmos moldam nossas decisões. Mas a tecnologia não é neutra: regimes autoritários mostram como dados podem ser armas de controle. Resistir começa com a consciência, exigindo transparência e educando para questionar. A liberdade digital está em jogo. A escolha é sua: agir agora ou ceder ao controle total?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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