POPULARITY
Com voto favorável da relatora, senadora Soraya Thronicke (União-MS), o projeto (PL 6.913/2017, na origem) foi aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) em outubro de 2021 e seguiu para apreciação em Plenário
A senadora Soraya Thronicke (União-MS) fala sobre expectativas para a nova legislatura, representatividade feminina no Congresso Nacional e sobre o pleito pela CPI dos Atos Antidemocráticos. Ex-candidata à presidência da República, a parlamentar também comenta a perspectiva de presidir a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária no Senado. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
O Senado Federal tem hoje 15 mulheres entre os 81 parlamentares. Apesar de ser muito pouco proporcionalmente, este número é um recorde histórico de presença feminina na Casa. O número de mulheres foi ampliado — de 11 para 15 — com a chegada de quatro suplentes, que entraram no lugar de senadores eleitos que assumiram ministérios. Mesmo assim, nenhuma das senadoras conquistou algum cargo na Mesa Diretora. Em nome da bancada feminina, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) propôs, no início do mês, que fosse desarquivada a PEC38/2015, que torna obrigatória a eleição de ao menos uma mulher para as mesas diretoras do Senado e da Câmara. Para voltar a tramitar no Senado, a PEC precisa dos votos de um terço dos parlamentares até o dia 2 de abril. Neste episódio, trazemos os relatos das senadoras Augusta Brito (PT-CE), Dorinha Seabra (União-TO), Eliziane Gama (PSD-MA) e Soraya Thronicke (União-MS). Para falar sobre a PEC, sobre a composição da bancada feminina no Senado, e sobre a representação feminina na política brasileira, convidamos a repórter de política do Estadão, Adriana Ferraz. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela ForteSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) ingressou há pouco com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. No pedido de liminar, a parlamentar argumenta que o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi omisso "ao postergar de forma injustificada de seu do dever de processamento e consequente instalação de CPI.” Como mostramos nesta semana, a parlamentar avaliava acionar o STF em virtude da letargia de Rodrigo Pacheco sobre a CPI. O requerimento da parlamentar foi protocolado após os atos de 8 de janeiro e conta com 38 assinaturas – onze a mais do que o mínimo necessário. O relator que irá analisar o pedido de liminar no STF é o ministro Gilmar Mendes. As assinaturas, entretanto, foram coletadas em janeiro, ainda na legislação anterior. Por isso, existem parlamentares que defendem a nulidade dos apoios. Segundo o regimento interno do Senado, os trabalhos das CPIs não podem ser prorrogados em legislaturas subsequentes; contudo, o texto não aborda coleta de assinaturas para pedidos de investigação não instaurados. A própria senadora pretende consultar a Secretaria-Geral da Mesa para checar se essas assinaturas podem ser reaproveitadas na legislatura atual. “Com efeito, do que se extrai do dispositivo constitucional invocado, a quantidade mínima de requerentes para instauração da CPI é de um terço, ou seja, 27 senadores, quantidade já superada com ampla margem. Ocorre que, decorrido mais de trinta e nove dias, dos quais dezesseis dias após a reeleição do presidente do Senado Federal, este não deu qualquer andamento ao requerimento de instalação da CPI, sendo sequer lido até o presente momento”, argumenta a parlamentar. No pedido, a senadora recorre ao recente precedente em que o STF determinou a instalação da “CPI da Pandemia da Covid”, após os autores do requerimento – senadores Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Jorge Kajuru (PSB-GO) – também acionarem a Suprema Corte. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) afirmou que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos atos do 8 de Janeiro, se aberta, deve durar 130 dias.“Nós precisamos ter tempo para averiguar tudo. Principalmente as responsabilidades civis e criminais de financiadores e também de quem está orquestrando, orientando esses atos antidemocráticos”, disse a senadora, autora do pedido de CPI.Em entrevista ao Poder360, Thronicke afirmou que a comissão deve colher as informações e fazer as oitivas de depoimentos com imparcialidade, sem “palco político” e sem revanchismo.“Isso é muito importante deixar claro. Eu sou muito pragmática. Não tem intenção nenhuma. Isso aqui não é um revanchismo, não é nada disso e eu vou deixar isso muito claro”, declarou.
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil/MS) disse hoje já ter 47 assinaturas – 20 acima do mínimo necessário – para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os ataques terroristas de bolsonaristas no último domingo, em Brasília. Segundo ela, os parlamentares que deram aval à proposta pertencem a oito partidos “de diferentes ideologias”. Em entrevista à Rádio Eldorado, Soraya ressaltou que, embora a comissão somente possa ser instalada a partir de fevereiro, quando haverá a troca de um terço do Senado, 33 dos 47 senadores que apoiam a CPI permanecerão na Casa na próxima legislatura. “Não tem como deixar isso pra depois. Principalmente sobre o financiamento e a autoria intelectual dessa tentativa de golpe no nosso país”, afirmou. Questionada sobre a hipótese de o ex-presidente Jair Bolsonaro ter envolvimento na tentativa de golpe, Soraya Thronicke disse que tudo deve ser investigado. “Não posso afirmar nada, mas se o que eles pediam era intervenção militar com Bosonaro no poder era nítido quem ganha com isso. Está um tanto difícil tirar o Bolsonaro da cena”, enfatizou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vamos agora à entrevista do dia, com Denise Campos de Toledo.
Ao chegar ao Congresso Nacional para a posse de Lula (PT) neste domingo (1º), a senadora Soraya Thronicke (União-MS) disse que pretende trabalhar de forma independente e fazer "uma oposição racional" ao futuro governo. A parlamentar sul mato-grossense foi candidata à presidência da república nas eleições de 2022, fazendo oposição tanto a Lula quanto ao ex-presidente Jair Bolsonaro. "Eu gostaria que o brasil tivesse superado a polarização, mas ao mesmo tempo hoje eu estou aqui comemorando com todos os brasileiros que a democracia venceu", afirmou a senadora à jornalistas. Contudo, Soraya enfatizou a necessidade de a população estar atenta ao combate à corrupção, que, segundo ela, foi esvaziado no governo Bolsonaro. "Acho que o Brasil pode, em um futuro, ter algo melhor e sem o histórico de corrupção que existiu no governo PT". A senadora ainda disse ter sido surpreendida positivamente pela equipe ministerial indicada por Lula. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Durante um novo embate com Padre Kelmon (PTB), a senadora Soraya Thronicke (União Brasil) disse, no debate na Globo, que o religioso “não tem proposta” e que ele “nem estuda, nem trabalha”. “Quero aproveitar para mostrar que [o senhor] não tem proposta, que só tem xingamento. Eu não mandei o senhor para o inferno. Eu perguntei se o senhor não tinha medo de ir para o inferno, porque o senhor não disse se deu alguma extrema-unção”, disse a parlamentar. No primeiro bloco do debate, Soraya havia questionado se Kelmon não tinha vergonha de não ter dado extrema-unção a vítimas de Covid ao longo da pandemia. “O senhor está aparecendo mais o seu candidato [Jair Bolsonaro]. Quem é ‘nem, nem'. Nem estuda, nem trabalha. O senhor não deu extrema-unção porque é um padre de festa junina”, acrescentou. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
SEXTA, 30/09/2022: A Globo realizou ontem o último debate entre os candidatos e candidatas à presidência antes da eleição. Participaram do debate corujão os cabeças de chapa dos partidos que têm pelo menos 5 deputados federais. Por essa regra, foram excluídas Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Leo Péricles (UP) e Eymael (DC). Estavam dentro dos estúdios da emissora no Rio de Janeiro Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Felipe d'Avila (Novo), Kelmon Souza, o padre fake, (PTB), Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil). Do lado de fora, debaixo de chuva, Leo Péricles protestava contra a regra que exclui candidatos de partidos sem representação na Câmara.O debate foi mediado por William Bonner, apresentador do Jornal Nacional, começou às 22h30 e terminou quase às 2h da manhã. O programa foi jogado para um horário insalubre que inviabilizou que muita gente assistisse o confronto. Isso é quase um boicote da maior emissora do país à democracia e à política, já que a mesma TV muda com facilidade sua programação para encaixar transmissões de jogos de futebol. Mas o debate que eles mesmos chamam de "o mais importante da história democrática brasileira" foi jogado para a madrugada para não atrapalhar o final da novela das nove. Coisas do Brasil.Também é uma coisa muito brasileira que o único representante religioso na disputa seja falso. O padre Kelmon, candidato laranja do PTB para apoiar Bolsonaro, não é padre. Ele foi colocado no debate para atacar Lula e atingiu o objetivo de tirar o ex-presidente do sério. E conseguiu o objetivo. Lula se irritou com as falas dele e houve bate boca. O apresentador teve que interromper.Porém, ele também irritou o apresentador do debate. Bonner chamou a atenção do padre fake várias vezes porque ele insistia em falar enquanto o outro candidato estava falando.Mesmo com a chamada de atenção, o candidato laranja de Bolsonaro continuou interrompendo. Bonner não escondeu a irritação por ter que chamar a atenção do candidato bagunceiro mais uma vez.Mas essa era a função do falso padre e ele cumpriu a missão do chefe muito bem. Kelman entrou no lugar de Roberto Jefferson, que era o laranja original, mas foi impedido de concorrer porque está preso em casa. Assim, o sacerdote de Taubaté se materializou no debate para o desconforto geral, menos de Bolsonaro. A candidata lacradora Soraya Thronicke se atrapalhou até para chamá-lo pelo nome quando decidiu perguntar para quantas pessoas ele deu a extrema unção durante a pandemia de covid-19.Após ser chamada de esquerdista pelo "candidato padre", ela reagiu à falta de resposta. O padre fake não disse para quantas pessoas teria dado a extrema unção e, para a candidata do União Brasil, isso aconteceu por um motivo muito simples.Ainda no quesito humor do debate, outro momento que arrancou risada dos presentes foi quando a senadora Simone Tebet chamou a candidata Soraya de "Bolsonara".Lula e Bolsonaro travaram um embate duro logo no primeiro bloco. Foram seis pedidos de direito de resposta concedidos aos dois. No primeiro, Lula listou os escândalos de corrupção do governo Bolsonaro. No seguinte, repetiu a promessa que vai conquistar muito voto de fofoqueiros por aí.Ao todo, foram 19 pedidos de direito de resposta, quando o candidato se sente ofendido pessoalmente. Lula pediu 6, levou 4, todos contra Bolsonaro. Bolsonaro pediu 9, levou 4. Levou também uma bronca de Bonner.Ciro Gomes iniciou o debate e escolheu perguntar para Lula. No terceiro bloco, escolheu perguntar para Bolsonaro. Lula e Bolsonaro não se enfrentaram diretamente, fora dos direitos de resposta. Apenas Bolsonaro teve a chance de escolher Lula, mas fugiu.Tebet foi suave nas críticas a Lula e dura nos ataques a Bolsonaro. Soraya escolheu o padre fake como alvo principal. Ciro Gomes tomou uma invertida de Lula na primeira pergunta e passou o resto do debate apagado. Luiz Felipe D'Ávila também não conseguiu ser relevante. SAIBA MAIS: https://primeiro.cafe/APOIE: https://apoia.se/primeirocafe
A TV Globo realizou, na virada desta quinta para sexta-feira (30/9), o último debate antes do 1º turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (2/10). Participaram Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe D'ávila (Novo) e Padre Kelmon (PTB).
A candidata à Presidência Soraya Thronicke (União Brasil) errou o nome do concorrente Padre Kelmon (PTB) durante o debate na TV Globo nesta quinta-feira (29). A situação foi tema de memes e piadas na internet logo após a exibição ao vivo. Ficha técnica: Roteiro e locução: Mariana Passuello Captação de som: Gilberto Pereira Edição de som: Luiza Lobo Coordenação: Carolina Marasco
O destaque da edição de hoje, 30, foi, tivemos ontem o último debate à presidência da República no segundo turno, na rede globo de televisão. Foram quatro blocos, com sete candidatos e a duração foi de 3 horas. Vamos ver a repercussão nas pesquisas de hoje. O levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (30) traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47,1% dos votos válidos no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 40,0%. O primeiro turno das eleições está marcado para este domingo (2). Na sequência, aparecem a senadora Simone Tebet (MDB), com 6,3%, e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), com 5,2%. Soraya Thronicke (União Brasil) tem 0,6%; Felipe D'Avila (Novo), 0,4%; Padre Kelmon (PTB) e Vera Lúcia (PSTU), 0,2% cada; Eymael (DC), 0,1%. Já o levantamento Brasmarket divulgado, também hoje, mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) na frente da disputa presidencial. De acordo com a pesquisa estimulada (quando os nomes são apresentados ao entrevistado), o presidente tem 45,4% das intenções de voto. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em seguida, com 30,9%. Ciro Gomes, do PDT, aparece na terceira posição, com 6,2% das intenções de voto. Simone Tebet (MDB) está em quarto, com 5,2%. Em seguida, aparecem Soraya Thronicke (União), com 0,8%; e Felipe D'Ávila (Novo), 0,3%; os demais registraram menos de 0,1%. Votos brancos e nulos chegam a 2,6% e indecisos, 8,3%. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jovem-pan-maring/message
Os candidatos à presidência da República se enfrentam na noite desta quinta-feira no último debate na televisão. Participam do encontro na TV Globo Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Felipe D'Ávila (NOVO), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Padre Kelmon (PTB).
A TV Globo promove nesta quinta-feira, dia 29, o debate entre candidatos à Presidência da República, mediado pelo jornalista William Bonner. Participam do debate os candidatos Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Luiz Felipe D'Ávila (Novo), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Padre Kelmon (PTB). Seguindo a lei eleitoral, foram convidados os candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional de, no mínimo, cinco parlamentares e sem impedimento na Justiça, seja eleitoral ou comum.
O Ipec (ex-Ibope) acaba de divulgar sua mais nova pesquisa presidencial. Segundo o instituto, Lula (PT, na foto) abriu 17 pontos de vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL, na foto). O petista oscilou um ponto para cima desde o levantamento anterior, divulgado em 19 de setembro, e agora aparece com 48%; o presidente manteve os mesmos 31%. Ciro Gomes (PDT) oscilou um ponto para baixo e agora tem 6%; Simone Tebet (MDB) manteve seus 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) e Luiz Felipe D'Avila (Novo) aparecem com 1%; os demais candidatos não pontuaram. Há ainda 4% de brancos/nulos e 4% de indecisos. Contando só os votos válidos, Lula obtém 52% contra 34% de Bolsonaro; isso significa que, dentro da margem de erro, o petista mantém chances de vencer em primeiro turno. O Ipec ouviu 3.008 pessoas entre os dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta terça-feira (27/09/22): Pesquisa Ipec realizada domingo e ontem aponta que, a 5 dias do 1.º turno, Lula mantém a liderança da disputa pelo Palácio do Planalto com 48% das intenções de voto, ante 31% de Jair Bolsonaro (PL). Nos votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Lula tem 52% e Bolsonaro, 36%, com possibilidade de o petista vencer no 1.º turno. A margem de erro é de dois pontos porcentuais. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) têm 6 e 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d'Avila (Novo) têm 1%. E mais: Economia: Crise global e eleições levam dólar a R$ 5,38 e fazem Bolsa recuar 2,3% Política: Fundo eleitoral e orçamento secreto minam movimentos de renovação Internacional: Guerra da Ucrânia é o primeiro teste da coalizão de direita vencedora na Itália Metrópole: Clínicas ameaçam reduzir serviços de diálise no SUS Especial Mobilidade: Como tornar as cidades mais seguras para as mulheres?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 22 e 26 de setembro e divulgado nesta terça-feira, 27, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para as eleições presidenciais que ocorrerão no próximo domingo. De acordo com o levantamento, o petista tem 42,7% da preferência do eleitorado contra 36,4% do atual mandatário e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL). O candidato do Partido dos Trabalhadores atingiu o maior percentual de intenções de voto desde o mês de junho e acumula alta nas três últimas semanas. Já o presidente Bolsonaro estacionou na casa dos 36,4% em três dos últimos quatro levantamentos. Na exceção, a alta foi de 0,1 ponto percentual. Ciro Gomes (PDT), que disputa sua quarta eleição à presidência da República, que nas últimas oito pesquisas oscilava na casa dos 7% das intenções de voto, caiu quase 2 pontos percentuais e chegou aos 5,6% da preferência do eleitorado enquanto Simone Tebet (MDB), pela primeira vez, atingiu os 5%. Os dois candidatos encontram-se empatados tecnicamente. Já os demais postulantes à cadeira do Executivo federal - Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe D'Ávila (Novo), Leo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Vera Lúcia (PSTU), Constituinte Eymael (DC) e Sofia Manzano (PCB) - obtiveram menos de 1% das intenções de voto. Não souberam ou não responderam à pesquisa somaram 4,6% dos participantes, enquanto outros 4,6% votariam branco ou nulo. Em um eventual cenário de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o instituto Paraná Pesquisas divulgou que o petista seria eleito o próximo presidente da República por 48% contra 40,4%. Realizada em 160 municípios distribuídos em 26 Estados e no Distrito Federal através de entrevistas pessoais, o levantamento conta com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jovem-pan-maring/message
Pedro Venceslau analisa os números da nova pesquisa Ipec sobre a corrida eleitoral para a presidência da República divulgada nesta segunda-feira (26). A seis dias das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança com 48% das intenções de voto ante 31% o presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa para o Palácio do Planalto segundo a nova pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira, 26. De acordo com o levantameto, o petista tem 52% dos votos válidos, com possibilidade de vencer o pleito no primeiro turno. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) aparecem em seguida com 6% e 5%, respectivamente. Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d'Avila (Novo) têm 1%. Vera Lúcia (PSTU), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB), Eymael (DC) não pontuaram. Brancos e nulos somam 4%, e 4% não sabem ou não responderam.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama das expectativas sobre o debate presidencial que reunirá candidatos da corrida ao Planalto e será exibido pela CNN neste sábado (24 de setembro), a partir das 18h15. Foram convidados para o debate os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe D'Avila (Novo) e Padre Kelmon (PTB). Os sete presidenciáveis são os únicos cujos partidos têm, no mínimo, cinco deputados federais. Serão quatro blocos, com duração total de cerca de duas horas. Em dois blocos, os candidatos se enfrentam diretamente e, nos demais, respondem a perguntas de jornalistas dos veículos que organizam o encontro na TV em parceria com a CNN: SBT, Estadão/ Rádio Eldorado, Veja, Terra e NovaBrasilFM. Para descrever a importância do debate para a corrida eleitoral e o que esperar da estratégia dos candidatos, participam deste episódio o cientista político Adriano Oliveira, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e o analista de política da CNN Caio Junqueira. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
Entre os eleitores do Rio de Janeiro, a disputa pela Presidência da República está tecnicamente empatada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), mostra a pesquisa EXAME/IDEIA divulgada nesta quinta-feira, 22. O petista tem 41% das intenções de voto no estado, enquanto o presidente tem 39%. Os números são da pesquisa estimulada, quando o entrevistador cita quais candidatos estão concorrendo. Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 8%, e Simone Tebet (MDB), com 4%. Felipe D'Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Eymael (DC), Léo Péricles (UP) e Soraya Thronicke (União Brasil) têm 1% das intenções de voto cada, no RJ. Os outros candidatos não pontuaram.
Os candidatos Ciro Gomes (PDT) e Soraya Thronicke (União Brasil) pediram nesta terça, ao Tribunal Superior Eleitoral, que proíba a campanha do presidente Jair Bolsonaro de usar imagens do discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em seu pronunciamento, Bolsonaro repetiu declarações já checadas sobre o endividamento da Petrobras, meio ambiente e economia. Bolsonaro aproveitou o discurso na ONU para citar ações como a criação do Auxílio Brasil; a redução de impostos que levou à queda do preço dos combustíveis; e privatizações de empresas estatais. "Foi um discurso de despedida, um balanço de seu governo, de seu ponto de vista. Ele perdeu esses dias todos de campanha no Brasil para fazer campanha no exterior e não reverte votos com isso, nem a favor nem contra, não mexe na Eleição", opina Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os candidatos Ciro Gomes (PDT) e Soraya Thronicke (União Brasil) pediram nesta terça, ao Tribunal Superior Eleitoral, que proíba a campanha do presidente Jair Bolsonaro de usar imagens do discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em seu pronunciamento, Bolsonaro repetiu declarações já checadas sobre o endividamento da Petrobras, meio ambiente e economia. Bolsonaro aproveitou o discurso na ONU para citar ações como a criação do Auxílio Brasil; a redução de impostos que levou à queda do preço dos combustíveis; e privatizações de empresas estatais. "Foi um discurso de despedida, um balanço de seu governo, de seu ponto de vista. Ele perdeu esses dias todos de campanha no Brasil para fazer campanha no exterior e não reverte votos com isso, nem a favor nem contra, não mexe na Eleição", opina Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este colégio de aproximadamente 2 milhões de eleitores, sétimo menor do país, é a base de duas candidatas à Presidência da República: Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil). “Fato histórico” para um Estado implantado há pouco mais de quatro décadas, observa Daniel Miranda, professor da UFMS. Berço também de dois nomes que despontaram na cena nacional em anos recentes e agora buscam a vaga ao Senado: os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), esta na liderança das pesquisas. “Ela tem amplo arco de alianças e apoio do agronegócio”, afirma o cientista político. Em conversa com Renata Lo Prete, ele explica as características da única disputa equilibrada para o governo entre os Estados da região Centro-Oeste. O ex-ocupante do cargo André Puccinelli (MDB) lidera, acompanhado mais ou menos de perto por um segundo pelotão em que aparecem Marquinhos Trad (PSD), Rose Modesto (União Brasil) e Eduardo Riedel (PSDB). Em patamar um pouco inferior está Capitão Contar (PRTB) -que, assim como Riedel, apresenta-se como candidato de Jair Bolsonaro. Tanto Puccinelli quanto os outros três mais bem colocados representam, segundo Miranda, “o retorno dos profissionais da política”, em inversão da onda antissistema que varreu o país em 2018. Digna de nota também é a ausência da esquerda do quadro de candidaturas competitivas - o PT, que governou o Estado de 1999 a 2006, é inexpressivo agora. Apesar disso, a liderança de Bolsonaro sobre Lula é estreita entre os sul-matogrossenses.
Jair Bolsonaro (foto) encerrou uma entrevista após ser questionado sobre o uso eleitoral de sua viagem a Londres, para acompanhar o funeral da rainha Elizabeth II. Irritado com a pergunta, o presidente da República e candidato à reeleição afirmou: "Você acha que vim aqui fazer política? Pelo amor de Deus, não vou te responder não. Pelo amor de Deus, não tem uma pergunta decente? Compara o Brasil com os Estados Unidos, com o resto do mundo. Faça uma pergunta decente." Após a declaração, na saída da casa do embaixador do Brasil no Reino Unido, Bolsonaro virou as costas e deixou o local. Como mostramos, Soraya Thronicke (União Brasil) e Lula (PT) acionaram o TSE para que o presidente seja proibido de usar imagens da viagem em campanha eleitoral. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Levantamento feito pelo instituto Brasmarket a pedido da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro aponta Jair Bolsonaro (PL) na liderança na disputa pela Presidência da República. Segundo a pesquisa, ele teria 43,5% das intenções de voto se as eleições fossem hoje contra 30,5% do ex-presidente Lula, uma diferença de 13 pontos percentuais às vésperas do primeiro turno. Em relação aos primeiros colocados, os dados divulgados pelo Brasmarket são totalmente diferentes de outros institutos de pesquisa. Dafatolha, Ipec (ex-Ibope) e BTG/FSP mostram Lula na dianteira. Segundo a sondagem, o pedetista Ciro Gomes aparece em terceiro com 7,6% das intenções de voto e Simone Tebet (MDB) em quarto, com 4,6%. Soraya Thronicke (União), Felipe D'Ávila (NOVO), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP) e Vera Batista (PSTU) têm menos de 1%. Segundo o Brasmarket, a pesquisa foi realizada entre 10 e 14 de setembro deste ano, ouviu 2,4 mil pessoas em 504 cidades brasileiras. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. Todas as entrevistas foram realizadas por telefone. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Levantamento BTG/FSB divulgado hoje sobre a disputa ao Planalto mostra Lula (PT) com 41% das intenções e Jair Bolsonaro (PL) com 35% no primeiro turno. No levantamento anterior, publicado na semana passada, o petista tinha 42%, contra 34% do atual presidente República. Ou seja, a diferença entre os dois caiu de 8 pontos percentuais para 6. Terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT) oscilou de 8% para 9%, enquanto Simone Tebet (MDB) passou de 6% para 7%. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, o pedetista e a emedebista estão tecnicamente empatados. Felipe D'Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) aparecem com 1%. Os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somam 2%, enquanto os indecisos representam 1%. A pesquisa realizou 2 mil entrevistas por telefone entre 9 a 11 de setembro e está registrada no TSE sob o número BR-06321/2022. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Pesquisa BTG/FSB divulgada nesta segunda mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% das intenções de voto, ante 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL). Simone Tebet (MDB) tem 7% e empata na margem de erro com Ciro Gomes (PDT), que tem 9%. Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d'Avila (Novo) têm 1% cada. Um cortejo acompanhado por milhares de pessoas levou hoje o corpo da rainha Elizabeth II para a Catedral de Saint Giles, em Edimburgo, capital da Escócia. No local, foi realizada uma missa em homenagem à monarca, morta na última quinta-feira, aos 96 anos. A cerimônia religiosa contou com a presença do rei Charles III e de outros membros da família real britânica. E mais: o aumento do número de voos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e a suspeita de corrupção na venda de Neymar do Santos para o Barcelona. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 12, no “Eldorado Expresso”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ipec (ex-Ibope) divulgou na noite desta segunda-feira (5) sua nova pesquisa presidencial. Ela mostra estabilidade das intenções de voto em Lula (PT, foto), o primeiro colocado, e em Jair Bolsonaro (PL, foto), o segundo. O petista manteve os mesmos 44% da pesquisa anterior do instituto, divulgada uma semana atrás, em 29 de agosto. O atual presidente, por sua vez, oscilou negativamente um ponto (dentro da margem de erro), de 32% para 31%. Ciro Gomes (PDT) oscilou positivamente um ponto e agora tem 8%; Simone Tebet (MDB) também oscilou um ponto para cima e ficou com 4%. Luiz Felipe D'Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) aparecem com 1%; os demais não pontuaram. Há, ainda, 6% dos entrevistados que declaram voto em branco ou nulo e 5% de indecisos. Contando apenas os votos válidos (sem brancos e nulos), Lula fica com 50%, o que deixa a decisão em primeiro turno dentro da margem de erro —é preciso ter 50% mais um dos votos para que um candidato vença sem precisar de segundo turno. Nesse cálculo, Bolsonaro tem 35%. O Ipec ouviu 2.512 eleitores em 158 municípios brasileiros, entre os dias 2 e 4 de setembro. A margem de erro da sua pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Nesta edição especial do WW, William Waack entrevista a candidata à Presidência da República pelo União Brasil, Soraya Thronicke.
Nesta edição especial do WW, William Waack entrevista a candidata à Presidência da República pelo União Brasil, Soraya Thronicke.
A polícia argentina prendeu um homem que tentou atirar contra a vice-presidente Cristina Kirchner na porta da casa dela na noite desta quinta-feira, 1º, em Buenos Aires. O suspeito foi identificado pelo jornal Clarín como um brasileiro de 35 anos. Um vídeo registra o momento em que um homem aponta a arma para a vice-presidente e rapidamente é detido. "A Argentina era uma pérola do Cone Sul e agora está afundada em crise econômica, política e social pela sucessão de erros que os governantes vêm comentendo ao longo do tempo - inclusive o casal Kirchner. Reagir assim é inacreditável. No Brasil, isso reflete o medo", diz Cantanhêde. Pesquisa Folha/Globo/Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 1º, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 45% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 32%. Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9%; e Simone Tebet (MDB), com 5%. Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe D'Avila (Novo) e Pablo Marçal (Pros) empatam com 1%. "Lula bateu no teto de subida nas pesquisas e Bolsonaro, apesar de tudo, está empacado. A expectativa de vitória de Lula no primeiro turno vai se tornando um sonho de verão", opina Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A polícia argentina prendeu um homem que tentou atirar contra a vice-presidente Cristina Kirchner na porta da casa dela na noite desta quinta-feira, 1º, em Buenos Aires. O suspeito foi identificado pelo jornal Clarín como um brasileiro de 35 anos. Um vídeo registra o momento em que um homem aponta a arma para a vice-presidente e rapidamente é detido. "A Argentina era uma pérola do Cone Sul e agora está afundada em crise econômica, política e social pela sucessão de erros que os governantes vêm comentendo ao longo do tempo - inclusive o casal Kirchner. Reagir assim é inacreditável. No Brasil, isso reflete o medo", diz Cantanhêde. Pesquisa Folha/Globo/Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 1º, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 45% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 32%. Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9%; e Simone Tebet (MDB), com 5%. Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe D'Avila (Novo) e Pablo Marçal (Pros) empatam com 1%. "Lula bateu no teto de subida nas pesquisas e Bolsonaro, apesar de tudo, está empacado. A expectativa de vitória de Lula no primeiro turno vai se tornando um sonho de verão", opina Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A exatamente um mês da realização do primeiro turno das Eleições de 2022, a corrida entre os presidenciáveis fica cada vez mais intensa. No último domingo (28), os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe D'Avila (NOVO) e Soraya Thronicke (União Brasil) participaram do primeiro debate presidencial televisionado. O encontro já começou a refletir no cenário eleitoral, e esse é um dos temas analisados neste episódio. Participam do bate-papo dessa semana nossos consultores Carlos Müller, Érico Oyama, Fernanda César e Raquel Alves. Além de analisarem os principais momentos do debate e o desempenho dos candidatos, nossos especialistas comentam também a repercussão do encontro e os impactos nas estratégias de campanha. Os principais colocados nas pesquisas de intenção de votos, o Presidente Bolsonaro e Lula, tiveram participações razoáveis. Entretanto, em um determinado momento, Bolsonaro fez críticas a uma jornalista, e acabou virando alvo dos outros participantes e dos expectadores nas redes. Os candidatos Simone Tebet e Ciro Gomes foram os candidatos com citações mais positivas, na avaliação da Band, uma das organizadoras do debate. Segundo um levantamento qualitativo do Datafolha, para 43% dos eleitores indecisos, a candidata do MDB foi a melhor debatedora. Ciro Gomes foi bem avaliado por 22% dos entrevistados, enquanto Lula e Bolsonaro tiveram 10% das menções cada. Nossos consultores avaliam também as pesquisas eleitorais e as mudanças no cenário. Nos bastidores, as equipes de Lula e Bolsonaro avaliam as próximas participações, já que o desempenho de ambos não gerou muitos resultados. Além disso, nossos consultores comentam também as últimas atividades no Congresso Nacional. Nas últimas semanas, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal se concentraram em votar as medidas provisórias que corriam risco de perder o prazo de validade antes das Eleições de 2022. Os parlamentares evitaram votar pautas mais sensíveis, já que grande parte tentará reeleição ou concorrerá a novos pleitos. Dentre os projetos votados, destacam-se a Medida Provisória 1118, que dispõe sobre o ICMS sobre combustíveis, na Câmara dos Deputados, e a aprovação no Senado do Projeto de Lei que derruba o Rol Taxativo da Agência Nacional da Saúde (ANS). Confira todos os destaques neste episódio!
Na edição desta segunda, o jornalista Felipe Moura Brasil analisa o primeiro debate presidencial televisionado, ocorrido neste domingo, 28, que contou com as participações dos primeiros colocados nas recentes pesquisas de intenção de voto: Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe D'Ávila (Novo) e Soraya Thronicke(União Brasil). O colunista discute os principais temas que rondam o noticiário político do País, de segunda a sexta, às 07h35, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Beatriz Bulla analisa o resultado da pesquisa Datafolha sobre a corrida eleitoral pela presidência da República divulgada na quinta-feira (19). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto, seguido pelo candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro, com 7%. Em quarto, Simone Tebet (MDB) soma 2%. Vera Lúcia (PSTU) tem 1%. Felipe D'Ávila (Novo), José Maria Eymael (DC), Soraya Thronicke (União Brasil), Sofia Manzano (PCB), Pablo Marçal (Pros) e Léo Péricles (UP) não pontuaram.See omnystudio.com/listener for privacy information.