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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (21):Diante do risco de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro, a oposição e o Centrão se articulam para aprovar o projeto que reduz as penas dos condenados de 8 de janeiro — iniciativa que pode beneficiar Bolsonaro em razão de seu estado de saúde. O programa detalha a nova ofensiva parlamentar e os bastidores das negociações no Congresso Nacional.A defesa de Bolsonaro pediu ao STF prisão domiciliar humanitária, alegando fragilidade clínica. Enquanto Nikolas Ferreira afirma que o ex-presidente pode morrer caso seja preso, Carlos Bolsonaro relata episódios de soluço e vômito.O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que Bolsonaro está fora da disputa de 2026, dizendo que “eleição é para quem está elegível”. Em aceno ao Centrão, Kassab defendeu a união em torno de nomes como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior, indicando um possível esfacelamento da direita sem a liderança direta do ex-presidente. O programa analisa a estratégia do PSD e as projeções para o futuro da direita no Brasil.Kassab também projetou um eventual quarto mandato de Lula, classificando-o como “mais progressista” e “irresponsável fiscalmente”. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rompeu de vez com o governo após a indicação de Jorge Messias ao STF e reagiu com uma “pauta-bomba” que pode custar até R$ 200 bilhões ao Planalto.Os Correios aprovaram um plano de reestruturação bilionário que prevê um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia do Tesouro Nacional, além de demissões e fechamento de agências. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, declarou que o presidente Lula conversou “com seriedade e altivez” com Donald Trump, “derrotando” Jair e Eduardo Bolsonaro. A oposição, porém, minimiza o papel do Itamaraty e sustenta que a decisão do governo norte-americano decorreu de fatores internos dos EUA.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O programa Projetos da Semana destaca as propostas apresentadas recentemente no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre o processo de análise de medidas provisórias (MPs) de abertura de crédito extraordinário, editadas pelo Executivo para fazer frente a despesas urgentes e não previstas no Orçamento. O Congresso Nacional deverá votar nos próximos dias sete MPs desse tipo ( MPV 1310/2025 , MPV 1311/2025 , MPV 1312/2025 , MPV 1316/2025 , MPV 1320/2025 , MPV 1321/2025 e MPV 1324/2025 ).
O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (19) é o presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Juliano Noman. Ao jornalista Yuri Achcar, ele fala sobre o projeto em discussão no Congresso Nacional que pretende proibir a cobrança pela bagagem de mão.Noman explicou que a criação das diferentes classes tarifárias, hoje no centro da disputa, é resultado direto da política de flexibilização de produtos, autorizada em 2017. Desde então, as empresas podem oferecer diferentes tipos de passagem no mesmo voo — com ou sem bagagem, com ou sem marcação de assento, com ou sem refeição. Essa estratégia, segundo ele, tornou-se essencial a partir de 2018, quando as companhias brasileiras passaram a competir com empresas de baixo custo que operam rotas internacionais ligadas ao Brasil.Foi nesse cenário que surgiu a tarifa básica, descrita por Noman como uma quarta opção criada para garantir competitividade. Ele frisou que é nessa modalidade, a mais barata, que não há direito à bagagem de mão no compartimento superior, mas apenas a uma mochila ou outro item pessoal, a ser colocado embaixo do assento. “O passageiro vê as quatro opções de forma muito transparente e escolhe aquela que melhor lhe convém”, destacou. “Não criou-se uma taxa específica. O que criou foi uma classe tarifária a mais, uma opção a mais para o passageiro”, acrescentou Noman.Para o presidente da Abear, o foco do debate não deveria ser restringir ou proibir o modelo, mas preservar o direito de escolha do consumidor. Ele defende que o Brasil precisa decidir qual modelo regulatório deseja: um sistema flexível, que permita ao passageiro pagar apenas pelo que consome, ou um mercado fechado, com menos opções.“O que a gente tem explicado para os parlamentares é um pouco dessa lógica. É uma discussão regulatória, se o modelo do Brasil deve ser um modelo mais flexível, que o passageiro tem quatro opções. Naquela hora e no dia que ele quer a bagagem, ele compra uma. No dia que ele não quer, ele compra outra”, comentou.Noman destacou que o principal desafio para o preço da passagem não está nas regras de bagagem, mas sim na estrutura de custos do setor. Ele lembrou que grande parte das despesas das companhias é dolarizada, citando arrendamento de aeronaves, manutenção e o próprio combustível de aviação. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, participou do 26º Congresso Nacional do Ministério Público como palestrante. O evento ocorreu entre os dias 11 a 14 de novembro no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, e contou com diversos patrocinadores. O tema do Congresso teve como tema central “O MP do Futuro: Democrático, Resolutivo e Inovador". Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Dennys Xavier comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Pra uma semana repleta de notícias quentes, nada melhor do que um sururu quentinho das Cunhãs. Pra começar, falamos das confusões em torno do projeto antifacção, ou seria "pró-facção"? Com relatoria do secretário do pré-candidato a presidente da direita Tarcísio de Freitas (governador de São Paulo), o tal Derrite, o projeto já teve quatro versões e tem, como principal característica, o enfraquecimento da atuação da Polícia Federal no enfrentamento das facções criminosas. Não conseguimos antecipar o resultado da votação do projeto (já que gravamos na segunda, dia 17), mas trazemos os pontos mais questionáveis e, acima de tudo, apontamos o uso político que infelizmente um tema tão sério está tendo no Congresso Nacional. Falando em uso político, claro que trouxemos casos bem recentes de políticos cearenses que estão passando do ponto em suas performances de machões para demonstrar que eles sim sabem como combater o crime, e não o Estado. Ainda no plano local, falamos das agressões verbais que o governador Elmano de Freitas cometeu contra uma ativista do clima na COP (cena mais do que lamentável e indefensável), contamos a briga que está se tornando cada vez mais ruidosa entre as duas principais lideranças do PL cearense, André Fernandes e Carmelo Neto (ou Carmelo Bolsonaro), e apresentamos a nova deputada cearense, professora Zuleide, que neste novembro negro assumiu o cargo na Assembleia Legislativa do Ceará, sendo a única mulher negra na Casa neste momento (e a segunda a assumir o mandato, segundo registros da Alece). E teve publi! Apresentamos, no episódio, a Brasil de Andrade Aluguel de Imóveis. Caso queira entrar em contato com a imobiliária, procure o perfil @brasildeandrade no Instagram. Para apoiar o podcast: apoia.se/ascunhaspodcast; PIX para a chave ascunhaspodcast@gmail.com; ou pelo Orelo.cc/ascunhasProdução: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
Está no ar mais um Enfim, Sexta!, podcast do Brasil de Fato MG! Confira os temas desta semana:- SUSP e PL Anti-Facção: Congresso e governo Lula disputam os rumos da segurança pública.- COP30: há chance de saírem soluções reais para a crise climática?- Privatização da Copasa: existe esperança de barrar mais esse golpe contra o povo mineiro?Este é mais um Enfim, Sexta!, com Ana Penido, professora da UFRJ, Juarez Guimarães, professor da UFMG, e o vereador de BH Bruno Pedralva. Confira!
A 56a. legislatura da Câmara dos Deputados atualizou o livro digital “Como se fazem as leis”, como uma iniciativa de tornar mais acessíveis temas importantes para o exercício da cidadania. Nossa reportagem se baseou neste texto para resumir as etapas de tramitação de um projeto de lei e também ouviu José Paulo Martins, professor de Ciências Políticas da Universidade Federal Fluminense (UFF). Ele comentou especialmente como o lobby se articula entre a teoria e a prática do Congresso Nacional.Reportagem: Lara MansurEdição: Gabriel Savelli
No 3 em 1 desta quinta-feira (13), o destaque foi uma pesquisa Genial/Quaest que revela que 59% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deveria tentar a reeleição, enquanto 38% defendem que ele dispute um novo mandato. Sobre Jair Bolsonaro (PL), 67% acham que o ex-presidente deve abrir mão da candidatura e apoiar outro nome, contra 26% que defendem sua manutenção na corrida presidencial. O presidente Lula (PT) pediu empenho para aprovar a PEC da Segurança e a versão original do PL Antifacção, mas líderes do Centro na Câmara afirmam que o relator, Guilherme Derrite (Progressistas), está “disposto a alterações” no texto. Reportagem: Victoria Abel. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan durante a COP30, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), afirmou que a “Amazônia é o paracetamol do mundo” e reforçou que a crise climática é “antes de mais nada, uma crise de saúde”. Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi preso nesta quinta-feira (13) na Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga descontos ilegais em aposentadorias e pensões. O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, afirmou que a PF prendeu o núcleo principal do esquema. Reportagem: Lucas Martins. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, discutem em Washington a negociação do tarifaço. O chanceler reforçou que o Brasil já enviou uma proposta formal ao governo norte-americano. Reportagem: Eliseu Caetano. Nos bastidores, uma comissão do Congresso Nacional discute a liberação de R$ 3 milhões em “emenda panetone” por parlamentar. A ministra Gleisi Hoffmann (PT), porém, negou qualquer acerto nesse sentido. Reportagem: Janaína Camelo. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desconversou sobre uma possível candidatura presidencial em 2026, em meio a negociações sobre sua eventual filiação ao PL. Reportagem: Julia Fermino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (12) é o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo. Ao jornalista Thiago Nolasco, ele fala sobre o projeto de lei em discussão no Congresso Nacional que trata de medidas de combate às facções criminosas, o chamado PL Antifacção. Durante a entrevista, Sarrubbo fez críticas à forma como o texto foi alterado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), lamentou o abandono do projeto original elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e apontou quais medidas, na sua visão, são realmente eficazes no enfrentamento ao crime organizado.Segundo Sarrubbo, o texto apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública foi construído ao longo de mais de um ano, com ampla participação das forças do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública) — incluindo comandantes-gerais de Polícias Militares, chefes de Polícia Civil, Ministério Público e representantes da sociedade civil. Para o secretário, todo esse trabalho técnico e articulado “foi simplesmente destruído na largada”.Entre as principais críticas, Sarrubbo destacou o que considera o grande defeito do projeto atual: a junção entre o PL Antifacção e a reforma da lei antiterrorismo. Ele avaliou que equiparar facções criminosas ao terrorismo “não traz uma vírgula a mais” de eficiência prática. “Chamar de terrorismo [a facção criminosa] não traz nada de novo para aquele cidadão que está na ponta”, afirmou.O secretário também se opôs ao foco do texto no aumento de penas, que podem chegar a 40 anos de prisão. Para ele, essa é uma resposta imediata e populista, mas ineficaz.Apesar das críticas, o secretário reconheceu aspectos positivos no texto em debate. Segundo ele, o projeto preserva algumas medidas originalmente propostas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, como novas medidas cautelares, a possibilidade de intervenção em empresas usadas para lavagem de dinheiro e a criação de pessoas jurídicas fictícias para fins investigativos.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
No 3 em 1 desta quarta-feira (12), o destaque foi a pesquisa Genial/Quaest, que aponta que 73% dos brasileiros defendem que facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho sejam tratadas legalmente como grupos terroristas. O deputado Guilherme Derrite (PL-SP) recuou em pontos polêmicos do PL Antifacção, após críticas da Polícia Federal (PF) e do Planalto. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) acusou o Congresso Nacional de ter “roubado” o projeto. A declaração, feita em agenda no Nordeste, ocorre enquanto parlamentares discutem a aprovação da proposta, que passou a ser chamada de “Marco Legal do Combate ao Crime Organizado”. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite (PL-SP), almoçaram com governadores para discutir os próximos passos do texto. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) reforçou o efetivo da COP30, em Belém (PA), com o envio de mais 30 agentes para garantir a segurança da conferência do clima. Durante a sabatina no Senado para a Procuradoria-Geral da República (PGR), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atacou o subprocurador Paulo Gonet, acusando-o de “envergonhar o Ministério Público” por ser um nome de consenso do governo Lula. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completou 100 dias em prisão domiciliar, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O STF também derrubou a proibição e liberou o serviço de mototáxi em São Paulo, decisão que segue a legislação federal e autoriza o funcionamento do modal na capital — onde já é permitido em mais de 2 mil municípios. O presidente do Banco Central (BC) afirmou que o governo Lula deu “comando legal” para a inflação subir ao não conter os gastos públicos. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou a redução das tarifas de importação sobre café e banana, medida que pode beneficiar o agronegócio brasileiro e sinaliza possível negociação do tarifaço com o Brasil. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos discute a tramitação do Projeto de Lei (PL) antifacção no Congresso Nacional brasileiro e as polêmicas que o cercam, especialmente a proposta de classificar organizações criminosas como terroristas.
O procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, participou, nesta terça-feira, 11, da 9ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG). O encontro foi realizado em Brasília, durante o XXVI Congresso Nacional do Ministério Público.
Dedicaremos nossa página ao "Projeto 2026: de Confúcio à Égide Docente", visando nas próximas eleições formar a maior bancada de professores da história, no Congresso Nacional e Assembleias Legislativas. Estarei aqui dando meu apoio, divulgação e orientações.Esse projeto é apartidário e laico, mas voltado à defesa da Educação e dos Professores, pois acreditamos que essa será a única maneira e uma das últimas chances de melhorar nosso país.Professor só vota em Professor. Quem defende a educação não vota em partido que é a favor da sua mercantilização!Apoio e doações (PIX): (11) 96415.7094
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a omissão do Congresso Nacional em instituir o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF), e essa decisão é destaque do podcast Supremo na Semana.O episódio também aborda o começo do julgamento dos recursos (embargos de declaração) do ex-presidente Jair Bolsonaro e integrantes do seu governo contra a condenação na AP 2668 (Núcleo 1) por tentativa de golpe de Estado, imposta pela Primeira Turma em setembro, e a análise em curso no Plenário do STF sobre a aplicação do Estatuto da Pessoa Idosa a contratos de planos de saúde assinados antes de sua entrada em vigor.O episódio 171 é apresentado por Mariana Brasil, analista de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
No 3 em 1 desta sexta-feira (07), o destaque foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu, durante a Cúpula dos Líderes da COP30 em Belém (Pará), que o lucro do petróleo seja usado na transição energética. O líder brasileiro afirmou que é “tempo de diversificar nossas matrizes energéticas”. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), e o do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil), também participaram da Cúpula do Clima. Motta destacou o papel do Parlamento na pauta ambiental, enquanto Alcolumbre falou sobre os avanços no Amapá. Reportagem: Lucas Martins. O presidente da França, Emmanuel Macron, disse durante a COP30, em Belém (Pará), estar otimista sobre o acordo Mercosul–União Europeia. Reportagem: Luca Bassani. STF forma maioria para negar recurso e manter condenação de Bolsonaro. Primeiro voto foi do relator Alexandre de Moraes, que foi acompanhado pelos magistrados Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Reportagem: Janaína Camelo. Líderes do Congresso Nacional consideram o Projeto de Lei (PL) Antifacção uma “jogada de alto risco” do governo Lula (PT). O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL), é o mais cotado para ser o relator da proposta na Câmara dos Deputados. Reportagem: Victoria Abel. Representantes de autoescolas se reuniram com o deputado Arthur Lira (PP) pedindo apoio contra o fim das aulas obrigatórias para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A proposta é de autoria do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), adversário político de Lira em Alagoas. Reportagem: Victoria Abel. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (07): Os recursos das defesas de Jair Bolsonaro (PL) e outros seis condenados pelo núcleo crucial de tentativa de golpe de Estado começam a ser votados nesta sexta-feira (07) no Supremo Tribunal Federal (STF). Reportagem: Janaina Camelo. A CPMI do INSS aprovou um pedido de proteção ao vice-presidente da comissão. O deputado Duarte Júnior (PSB) foi alvo de ameaças feitas pelo deputado estadual Edson Araújo (PSB), que é vice-presidente de uma confederação que recebeu recursos de aposentados e pensionistas. Reportagem: Rany Veloso. Em depoimento à CPMI do INSS, o ex-ministro da Previdência Onyx Lorenzoni (PL) admitiu ter recebido doação de campanha de um investigado por descontos ilegais de benefícios, mas negou qualquer ligação com as fraudes. Mais uma vez, a reunião da comissão foi marcada por bate-boca e momentos tensos. Reportagem: Lucas Martins. O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu por maioria a omissão do Congresso Nacional em regulamentar imposto sobre grandes fortunas. A Corte, porém, não estabeleceu prazo para o parlamento cumprir a decisão. Reportagem: Janaina Camelo. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) se reuniu com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, para discutir estratégias e próximos passos da negociação comercial com os Estados Unidos. Reportagem: Lucas Martins. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (06) a proibição do uso de drones por facções criminosas. Reportagem: Rany Veloso. O julgamento do maior caso de corrupção na história da Argentina começou e tem como acusada principal a ex-presidente Cristina Kirchner (Unión por la Patria), que já está em prisão domiciliar por outro caso de administração fraudulenta. Reportagem: Eliseu Caetano. De acordo com o secretário de Defesa dos Estados Unidos, o Exército realizou outro ataque contra uma embarcação no Caribe, matando três pessoas. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Quantia arrecadada até agora é de quase R$ 30 bilhões. Bolsa de Valores sobe novamente e bate novo recorde. Alckmin discute com presidente da CNI propostas para negociação com EUA. STF determina omissão do Congresso Nacional sobre imposto de grandes fortunas. Ministro da Justiça, Lewandowski discute segurança com secretários nordestinos. Governador do Rio de Janeiro anuncia novas operações contra o crime organizado.
Esta Semana em África fica marcada pela campanha eleitoral na Guiné-Bissau para as eleições presidenciais do próximo dia 23 de Novembro onde Fernando Dias da Costa, passou a contar com o apoio de Domingos Simões Pereira, cuja candidatura foi rejeitada pelo Supremo Tribunal de Justiça. Destaques ainda para o o impacto das manifestações pós-eleitorais em Moçambique que continua a ser sentido um ano depois e ainda sobre o Congresso Nacional de Reconciliação que terminou ontém em Luanda. Domingos Simões Pereira, presidente do partido PAIGC, explica que perante a supressão quase total dos direitos fundamentais, não há sacrifício que não possa ser consentido” para “combater a tentativa de impor tiranias no país... Na Guiné-Bissau o Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento, Fodé Caramba Sanhá, disse estar preocupado com os sinais de militarização da campanha eleitoral. Num balanço dos primeiros dias da campanha, Fodé Sanhá considerou que é normal apelar ao voto, mas que já não será aceitável que alguns candidatos façam permanentemente referências aos militares como forma de mobilizar o voto... Em Moçambique a actualidade fica marcada com o impacto das manifestações pós-eleitorais em Moçambique que continua a ser sentido um ano depois. João Almeida jovem de 27 anos saiu à rua, a 23 de Novembro de 2024, na Matola, nas imediações de Maputo, para se juntar a um grupo de manifestantes para pedir "uma mudança" no país. Durante o protesto, o jovem de 27 anos foi atingido na perna esquerda por um tiro da Unidade de Intervenção Rápida, foi levado para o hospital da Machava, onde só recebeu tratamento ao fim de duas horas a derramar sangue, acabando por ser amputado. Ainda em Moçambique a oposição criticou, esta semana, a participação do chefe de Estado, Daniel Chapo, na tomada de posse de Samia Suluhu Hassam para um novo mandato como Presidente da Tanzânia. Daniel Chapo justificou fazê-lo em nome da relação histórica entre os dois países. Atenções centradas igualmente para Luanda, em Angola, onde decorreu nesta semana que passou o Congresso Nacional de Reconciliação organizado pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe, que tem como finalidade a promoção da paz e da inclusão, e estabelecer um compromisso nacional para os próximos 50 anos, depois de analisadas as lições dos anos de liberdade conquistados desde 11 de novembro de 1975. O Presidente angolano, João Lourenço, esteve ausente do certame por sobreposição de agenda de Estado. Dom José Manuel Imbamba, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Principe, organizadora do congresso considerou que o encontro é um espaço privilegiado para o diálogo à volta do projecto da construção de uma Angola reconciliada.
Uma emenda aprovada no Congresso Nacional garantirá a continuidade da cadeia produtiva do carvão mineral nacional, trazendo alívio e estabilidade para o setor energético do Sul de Santa Catarina e de outros estados produtores. A Emenda nº 37, anexada à Medida Provisória 1304/2025, assegura a contratação de todas as usinas termelétricas a carvão até o ano de 2040. A proposta é de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC) e foi aprovada após ampla discussão na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Com a medida, o setor carbonífero — que é estratégico para a geração de energia e para a economia regional — ganha previsibilidade e segurança jurídica. A prorrogação do funcionamento das termelétricas também deve garantir manutenção de empregos e investimentos na cadeia produtiva, que envolve milhares de trabalhadores no Sul catarinense. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias nesta sexta-feira (7), o presidente da Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS), Fernando Zancan, destacou que a aprovação da emenda representa um marco para o futuro do carvão brasileiro. Com a nova legislação, o governo federal deverá agora regulamentar a contratação das usinas e definir as diretrizes para o uso responsável do carvão mineral, equilibrando desenvolvimento econômico e compromisso ambiental.
No 3 em 1 desta quinta-feira (06), o destaque foi o discurso do presidente Lula (PT), que pediu o fim do uso de petróleo durante a Cúpula dos Líderes da COP30. A fala do líder brasileiro ocorre enquanto o governo federal defende a exploração na Foz do Amazonas. Em paralelo, os preços abusivos da alimentação, como empada a R$ 40 e água a R$ 25, chamaram a atenção no evento. Reportagem: Bruno Pinheiro. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), falou sobre o fundo de florestas tropicais durante a COP30 e disse esperar arrecadar US$ 10 bilhões. Haddad também celebrou o avanço, afirmando que “pela primeira vez numa COP, um instrumento de solução de problemas ambientais pode efetivamente sair do papel”. Mariana Grilli analisou o anúncio da Noruega de US$ 3 bilhões para o fundo de florestas tropicais, feito durante a COP30. A comentarista também falou sobre as tentativas do agronegócio e do governo federal de estabelecerem um Plano Clima. Durante a COP30, o presidente Lula (PT) pediu a troca de conflitos pela urgência climática. O líder brasileiro afirmou que as guerras atuais drenam recursos de mitigação que poderiam ser aplicados na causa ambiental. A ministra Gleisi Hoffmann (PT) declarou que o governo é “terminantemente contra” equiparar facções a terrorismo. A fala ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), sinalizar que pode unir o conteúdo do PL Antiterrorismo com o PL Antifacção. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), desconsiderou a necessidade de uma lei antiterrorismo, classificando o debate como “excesso de politização”. O magistrado afirmou que o combate deve ocorrer nos padrões normais da legislação. Reportagem: Janaína Camelo. A reforma do Imposto de Renda, aprovada pelo Congresso Nacional, vai ampliar a isenção sobre o 13º salário. A proposta mantém o desconto separado, mas a mudança no valor da isenção passa a valer apenas em 2026. Reportagem: Julia Fermino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Arranca hoje, em Angola, o Congresso Nacional da Reconciliação, sem presença de João Lourenço. Presidente alemão visita hoje o corredor de Lobito. Em Moçambique, ativista crítica informe anual do Provedor da Justiça.
NESTA EDIÇÃO. Finalizar Angra 3 é mais vantajoso que abandonar obra, conclui BNDES. Congresso Nacional terá reunião de líderes para definir o modelo para a tramitação das medidas provisórias do setor elétrico. Mais uma chinesa estreia na geração renovável no Brasil Polícia Civil do Piauí faz operação contra crimes em combustíveis. Entrada de brasileiras no E&P argentino é tendência. ***locução gerada por IA
Não é de hoje que a violência rende votos, tanto que temos até uma "bancada da bala" no Congresso Nacional. Porém, tudo indica que o combate às facções vai ser o tema central das campanhas do próximo ano, com muitas acusações mútuas entre oposição e governo. Falamos deste tema, a partir dos desdobramentos após a carnificina no Rio de Janeiro na semana passada, que terminou com 121 mortes. Mesmo acontecendo no Rio, o caso gerou muitos efeitos no Ceará e vai influenciar ainda mais as campanhas do próximo ano, como analisa o publicitário e cientista de dados Renato Ribeiro ao longo do programa. Demos também um giro nas últimas novidades políticas do Estado: Ciro no PSDB, Roberto Cláudio (quase) no União Brasil, apoios de integrantes do União Brasil à reeleição de Elmano, entre otras cositas más. É um daqueles episódios clássicos, com as três cunhãs tricotando, opinando e te deixando mais bem informado sobre a política nacional e do Ceará. Bora ouvir? Para apoiar o podcast: apoia.se/ascunhaspodcast; PIX para a chave ascunhaspodcast@gmail.com; ou pelo Orelo.cc/ascunhasProdução: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (1º): O governador Cláudio Castro (PL) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, vão se reunir na próxima segunda-feira (3) no Centro Integrado de Comando e Controle, no Rio de Janeiro, para discutir os desdobramentos da megaoperação que resultou em 121 mortos. Reportagem: Rodrigo Viga. Uma nova pesquisa Datafolha ouviu pouco mais de 600 pessoas sobre a operação nas comunidades da Penha e do Alemão. Segundo o levantamento, 56% dos entrevistados aprovaram a ação — 38% totalmente e 18% parcialmente —, enquanto 39% reprovaram — 27% discordaram totalmente e 12% parcialmente. Reportagem: Rodrigo Viga. O cientista político Paulo Niccoli Ramirez analisou os reflexos das recentes operações contra facções criminosas no cenário das eleições de 2026. Ele destacou que a segurança pública segue sendo o “calcanhar de Aquiles do governo Lula”. O advogado e especialista em segurança pública Fernando Capano comentou o novo projeto antifacção assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e enviado ao Congresso Nacional. A proposta amplia o poder do Estado e das forças policiais, com penas que podem chegar a 30 anos. Para Capano, trata-se de “uma iniciativa que parece positiva”. A crise entre os Estados Unidos e a Venezuela tem gerado preocupação e elevado a tensão na região do Caribe. O governo de Trinidad e Tobago determinou o retorno imediato de todas as suas tropas aos quartéis. O sistema de monitoramento Smartsampa identificou um foragido da Justiça na região da 25 de Março, em São Paulo. Ele é apontado como chefe de uma quadrilha de hackers especializada em fraudes em concursos públicos, com movimentação de cerca de R$ 70 milhões em golpes digitais. O criminoso havia fugido de uma operação no Rio de Janeiro. Reportagem: Danúbia Braga. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta sexta-feira (31), o destaque foi a divulgação da lista de mortos na megaoperação do Rio de Janeiro. A Cúpula de Segurança identificou 99 nomes, dos quais 78 possuíam histórico criminal. No total, 121 pessoas morreram no confronto, que durou mais de 15 horas e é considerado o mais letal da história do país. Reportagem: Rodrigo Viga. O ex-presidente Michel Temer (MDB) comentou a megaoperação no Rio e afirmou que “não é contra” uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Ele também defendeu a recriação do Ministério da Segurança Pública. Reportagem: Daniel Lian. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um novo projeto de lei antifacção, que propõe medidas de combate ao crime organizado e será enviado ao Congresso Nacional para votação nos próximos dias. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defendeu a “asfixia financeira” como forma de combate ao crime organizado, citando a Operação Fronteira, e pediu a aprovação de regras contra o devedor contumaz. Reportagem: Julia Fermino. O governador Cláudio Castro (PL) afirmou que não receberá o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Palácio Guanabara para a audiência sobre a megaoperação. Segundo ele, o encontro ocorrerá no Centro de Comando. Reportagem: Rodrigo Viga. Uma pesquisa do AtlasIntel revelou que 55,2% da população aprova a megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortos, e 55,9% defendem que novas ações semelhantes sejam realizadas. Os comentaristas analisaram os índices divulgados no levantamento. Informações exclusivas da Jovem Pan indicam que os Estados Unidos podem iniciar uma incursão na Venezuela. Militares teriam recebido um alerta para a evacuação de familiares e aliados, mas o presidente Donald Trump negou a informação. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Texto, no entanto, tem problemas para avançar no Congresso Nacional e sofre resistência nas duas Casas.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Após mais de vinte e quatro horas de silêncio, Lula se pronunciou na noite de quarta-feira, 29, sobre a megaoperação no Rio contra o Comando Vermelho.O petista afirmou no X:“Me reuni hoje pela manhã com ministros do meu governo e determinei ao ministro da Justiça e ao diretor-geral da Polícia Federal que fossem ao Rio para encontro com o governador.Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando drogas e violência pelas cidades. Precisamos de um trabalho coordenado que atinja a espinha dorsal do tráfico sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco. Foi exatamente o que fizemos em agosto na maior operação contra o crime organizado da história do país, que chegou ao coração financeiro de uma grande quadrilha envolvida em venda de drogas, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro.Com a aprovação da PEC da Segurança, que encaminhamos ao Congresso Nacional, vamos garantir que as diferentes forças policiais atuem de maneira conjunta no enfrentamento às facções criminosas.”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A gente fala tanto do Centrão, do quanto o governo federal fica refém de negociações quase impossíveis com esse grupo de partidos políticos no Congresso Nacional, que chegou a hora de recebermos um integrante dessa ala. E recebemos um dos deputados federais mais influentes na atual legislativa, Danilo Forte (União-CE). Ele já passou por vários partidos, entre eles siglas tipicamente de esquerda, como o PCdoB e o PSB, e mais recentemente começou a marchar para a centro-direita. Nesta conversa, perguntamos sobre essas mudanças pessoais e sobre os posicionamentos dele e do centrão, que tem se alinhado muito mais com o bolsonarismo do que com os interesses da população. E abordamos PEC da bandidagem, falta de apoio do centrão para aprovar taxação de bets e fintechs, o avanço do crime organizado na política. Claro que também tratamos da política cearense, com a possibilidade cada vez mais certa de termos a candidatura de Ciro Gomes (PSDB-CE) ao Governo do Ceará, representando uma grande parte da direita. Pense na entrevista que rendeu e que revelou muita coisa, pra gente entender melhor a mentalidade e os argumentos da turma que hoje domina as casas legislativas no país. Bora ouvir? Para apoiar o podcast: apoia.se/ascunhaspodcast; PIX para a chave ascunhaspodcast@gmail.com; ou pelo Orelo.cc/ascunhasProdução: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
Da Serra da Barriga ao Congresso Nacional, Lélia Gonzalez chega ao topo de sua luta no fim dos anos 1980. Mas enquanto conquista vitórias históricas, o corpo começa a cobrar o preço de décadas de luta.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com
A anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reacendeu um debate central sobre os limites da Constituição e o papel do Congresso Nacional. Afinal, crimes contra a democracia podem ser perdoados? Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa documentos históricos, decisões judiciais e o texto constitucional para responder a essa pergunta que divide o país.
Fernando Alvim recebeu quem de direito para falar sobre carne, produção e até mesmo, apanhados do youtube.
Presidente angolano não vai participar do Congresso Nacional da Reconciliação devido a compromissos de Estado. Eleições na Guiné-Bissau sem PAI-Terra Ranka não serão credíveis, alerta advogado. A União Europeia e os EUA aprovam mais sanções contra a Rússia para pressionar o Kremlin.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (21):Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmam que o foco do governo em 2025 é garantir a reeleição em 2026. A estratégia do Palácio do Planalto inclui o uso de programas sociais e medidas populares para impulsionar a imagem do presidente.O governo Lula ameaçou bloquear a liberação de emendas parlamentares para forçar o Congresso Nacional a aprovar a Medida Provisória (MP) que aumenta impostos.O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados preparam uma ofensiva contra o governo no Congresso, após a derrota da “MP Taxa Tudo”. A estratégia da oposição é barrar todas as pautas prioritárias do Planalto, como forma de retaliação ao aumento de impostos e à alegada perseguição política contra o ex-presidente.O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), celebrou o avanço da direita na América Latina com a posse do presidente da Bolívia, Rodrigo Paz.O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, elevou a tensão com os Estados Unidos ao acusar Donald Trump de planejar um golpe em seu país. A declaração foi uma resposta direta ao norte-americano, que chamou Petro de “líder do tráfico de drogas” e cortou ajuda financeira à Colômbia.O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o grupo terrorista Hamas caso o grupo não cumpra os termos do acordo de paz com Israel. A fala ocorreu em meio às negociações de paz no Oriente Médio e à guerra entre Ucrânia e Rússia.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Alexandre Ostrowiecki é administrador pela FGV, com MBA no Insper, Economia pela Universidade de Jerusalém e OPM pela universidade de Harvard. É sócio controlador e chairman da Multilaser, fabricante de eletroeletrônicos e fundador do portal Ranking dos Políticos, que avalia parlamentares do Congresso Nacional. Além disso, é conselheiro no museu da imaginação de São Paulo, na escola Alef Peretz e na Casa do Saber.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre críticas que Luiz Inácio Lula da Silva fez ao Congresso Nacional quando disse que ele “nunca teve o baixo nível como tem agora”. Lula disse que o que ele chamou de “extrema-direita que se elegeu em 2022 é o que existe de pior”. A crítica foi feita ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante evento de comemoração do dia dos professores no Rio de Janeiro. Motta não esboçou reação, seja de concordância ou discordância. As críticas também ocorrem em um momento em que há a possibilidade de judicialização de diversos temas no Supremo Tribunal Federal, como a medida provisória do IOF, questões tributárias, orçamentárias e de regulação ambiental. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Leonardo Cruz e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente o Congresso Nacional, afirmando que o Legislativo “nunca teve a qualidade de baixo nível que tem agora”. A declaração, direcionada à extrema-direita eleita em 2022, gerou forte reação da oposição e aumentou o desgaste na relação entre os Poderes. Enquanto aliados tentam conter a crise, o presidente da Câmara preferiu evitar polêmicas, mas saiu em defesa dos parlamentares. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O Tribunal de Contas da União aceitou o recurso da Advocacia-Geral da União e suspendeu a exigência de que o governo federal busque o déficit zero em 2025. A decisão monocrática do ministro Benjamin Zymler representa alívio para o Executivo, evitando, ao menos temporariamente, o risco de bloqueio adicional de até R$ 31 bilhões no Orçamento deste ano. Reportagem: Igor Damasceno. O deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou a senadora Tereza Cristina em suas redes sociais, afirmando que ela atua em prol dos “interesses dos grandes capitais”. As declarações foram feitas em resposta a comentários da congressista sobre a disputa presidencial de 2026. Reportagem: Beatriz Manfredini. O presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de promoverem “golpes de Estado da CIA” após Donald Trump confirmar que autorizou operações secretas da agência na Venezuela. Segundo o New York Times, as missões incluíam ações letais contra o governo venezuelano. Trump confirmou que havia dado autorizações para missões na Venezuela, mas se recusou a responder a uma pergunta sobre se os agentes de inteligência receberam permissão para eliminar Maduro. Reportagem: Pedro Tritto. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, sugeriu uma pausa mais longa nas altas tarifas sobre produtos chineses, em troca de Pequim adiar seu plano recentemente anunciado de impor limites mais rígidos às terras-raras. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 15 , fala sobre a reação do Centrão à exoneração em massa de deputados que votaram contra o governo federal na MP que taxava fundos e investimentos e como o governo Lula vai reagir a essa contraofensiva da ala fisiológica do Congresso Nacional.Além disso, o programa também aborda os bastidores da futura indicação do próximo ministro do Supremo Tribunal Federal pelo presidente Lula e do lobby da Corte para tentar emplacar um aliado no Tribunal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Sejam bem-vindos a mais uma Semana em África. A actualidade desta semana ficou marcada por novos desenvolvimentos em Cabo Delgado, no extremo norte de Moçambique, onde se caminha para atingir um novo recorde de violência ainda este ano. As Nações Unidas falam em 519 ataques até ao final de agosto, em comparação com 448 em 2022. Em comunicado, o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, dá conta de que a maioria dos incidentes são ataques de grupos armados contra civis, ataques estes que incluem a utilização de explosivos improvisados. De acordo com o mesmo organismo, desde agosto, mais de 20 mil pessoas foram obrigadas a fugir desta província, incluindo mais de 10 mil crianças. A violência levou mesmo os Médicos Sem Fronteiras a anunciar a suspensão temporária das suas actividades na vila e nas localidades do distrito de Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado. A organização justifica a decisão devido ao agravamento da violência e apela a que a segurança de civis e dos trabalhadores humanitários seja assegurada. A presidente cessante da organização "Continuadores de Moçambique", Isaura Nyusi, lamentou esta situação, em entrevista à RFI. “Os ataques terroristas perpetrados na província de Cabo Delgado causaram deslocações das populações com impacto negativo na vida das criancas e adolescentes privando-os dos seus direitos e deveres incluindo o de estudar e de cuidados de saúde”, rematou. Apesar desta instabilidade, o Presidente da República considera que estão criadas todas as condições de segurança para a retoma do projecto da Total em Palma, na província de Cabo Delgado. A garantia foi deixada na cerimónia de assinatura, em Maputo, da decisão final de investimento do Coral norte FNLG com a italiana ENI, projecto com funcionamento previsto para 2029 e, onde se prevê mais de 23 mil milhões de dólares em receitas fiscais e o assegurar de 800 milhões de dólares em contratos para empresas moçambicanas só nos primeiros seis anos. Daniel Chapo afirmou que a decisão final de investimento entre os operadores da Área 4 da bacia do Rovuma e o Governo abre "uma janela de esperança para os moçambicanos". "O Coral Norte é mais do que um projecto de gás. É um passo em direcção à independência económica de Moçambique, ao fortalecimento da nossa resiliência enquanto moçambicanos, unidos do Rovuma ao Maputo", declarou o Presidente moçambicano. O chefe de Estado assegurou ainda que a retirada das forças ruandesas acontecerá após a fase de desenvolvimento do projecto de gás e da formação de militares moçambicanos para o combate ao terrorismo. “Afirmamos que estão reunidas condições para o levantamento da força maior e aguardamos, em breve, o pronunciamento da concessionária da Área 1, projecto Mozambique LNG, sobre esta matéria”, terminou. Angola vai realizar Congresso Nacional de Reconciliação Angola vai realizar, na primeira semana de Novembro, o Congresso Nacional de Reconciliação, uma iniciativa da Conferência Episcopal. O Presidente angolano já confirmou a sua presença neste evento, que antecede os 50 anos da independência. Para a Igreja Católica, nomeadamente, na voz de José Manuel Imbamba, Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, a reconciliação seria a “peça fundamental” para o país. "Para nós é a peça fundamental e isto é um processo que nós devemos construir juntos, sem exclusão, sem rotulações, sem esta tendência da política do militante que nós estamos a levar a cabo, que está a nos colocar de costas viradas uns contra os outros e, sobretudo, nos focarmos na política da cidadania. É isto que nós desejamos e é esta Angola que nós queremos", começou por referir. O responsável acredita que é tempo de deixar de viver do passado inglório. "Basta de estarmos sempre a viver do passado inglório que nós carregamos ainda. E então há a necessidade de fazermos este exorcismo nacional, este exorcismo das consciências, esse exorcismo dos políticos", salientou ainda, em entrevista à RFI. Cabo Verde é o novo "destino sexual" para as cidadãs espanholas Cabo Verde é o “novo destino sexual” para as cidadãs espanholas. Quem o diz é o jornal “El Español”, que revelou, esta semana, que existem mulheres que viajam para as ilhas do Sal e de São Vicente à procura de sexo com homens jovens. O presidente da Associação dos Guias de Turismo de São Vicente, Ruben Moreira, já reagiu e afirmou à RFI que, em São Vicente, não existe turismo sexual, sublinhando que os turistas que visitam o país, vêm à procura das paisagens e gastronomia. “O turismo sexual não existe aqui em São Vicente, até porque, quando as pessoas vêm, independentemente da nacionalidade, o que fazemos é mostrar-lhes o que temos de mais interessante e bonito sobre a nossa história, a nossa cultura e tudo o que as traz aqui: as nossas paisagens, a gastronomia e tudo o que elas ou eles também possam encontrar aqui em Mindelo, em Cabo Verde, de forma geral. Eu não acredito que o turismo sexual seja algo para se levar a sério em Cabo Verde. Acredito, sinceramente, do meu ponto de vista, que pode haver um ou outro caso pontual, mas não existe em Cabo Verde da forma como está a ser retratado na imprensa internacional”, disse o presidente da Associação dos Guias de Turismo de São Vicente, Rúben Moreira. Apesar dos nossos esforços, não foi possível ouvir, até ao momento, a reacção do Instituto Nacional do Turismo sobre o fenómeno de turismo sexual no arquipélago apontado pelo jornal "El Español". Em Cabo Verde, o sector do turismo bateu novos recordes em 2024, dados do Instituto do Turismo de Cabo Verde deram conta de que cerca de 1,2 milhões de turistas visitaram o arquipélago no ano passado. Geração Z: da Ásia a África alastram os protestos juvenis Para terminar, falamos-lhe ainda sobre um tema que está a marcar a actualidade dos últimos dias. Vários países do mundo, nomeadamente, na Ásia e África que têm sido palco de protestos levados a cabo pela chamada geração Z. É o caso de Marrocos ou de Madagáscar. Grupos de jovens têm contestado a governação de uma série de países e conseguido até, em alguns casos, concessões do poder, por exemplo as marchas estudantis em Timor Leste ou os protestos em Madagáscar. A chamada "Geração Z" refere-se a pessoas nascidas nos finais da década de 90 do século passado e no início dos anos 2010, do século XXI. Jovens que estão inconformados com a gestão dos seus países e têm saído à rua. Foi o caso nesta terça-feira nas maiores cidades marroquinas com apelos de centenas de jovens à reforma da educação e à melhoria dos serviços de saúde pública. Era já o quarto protesto do género, com registo de confrontos entre manifestantes e forças da ordem, num movimento sem líder declarado.O governo em comunicado na noite passada afirmava perceber as reivindicações e estar pronto a responder de forma positiva. Já em Madagáscar, apesar da demissão do governo, os protestos também sob a batuta da dita geração Z prosseguiram nesta terça. Os jovens querem agora a demissão do chefe de Estado, Andry Rajoelina e apelam à solidariedade dos mais velhos, da geração X, nascidos nos anos 60, para que venham engrossar as fileiras do movimento. O símbolo da revolta desta geração Z tem sido um pirata, o herói "One Piece" dos livros japoneses de banda desenhada "manga". Em Madagáscar, o movimento conseguiu já a demissão do ministro da energia, e depois, mesmo, de todo o executivo, mas continua a sair à rua, apesar das desculpas do Presidente pela gestão política do país, apelando a que este também seja afastado dos desígnios nacionais. Protestos idênticos também se registaram numa série de países asiáticos como o Nepal ou a Indonésia ou, mesmo, em Timor Leste de estudantes, inconformados com a forma como o país é gerido. Neste território lusófono, o parlamento voltou atrás em relação a regalias de deputados e da classe dirigente, incluindo a compra de carros topo de gama e pensões vitalícias para parlamentares e ex-titulares de órgãos de soberania.
No 3 em 1 desta segunda-feira (29), o destaque foi a posse do ministro Edson Fachin como novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A cerimônia em Brasília reuniu os chefes dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). O ministro Alexandre de Moraes assumiu a vice-presidência da Corte. eportagem: Janaína Camelo. Líderes do Congresso Nacional avaliaram que a chegada de Fachin à presidência do STF pode contribuir para a melhora na relação entre os Poderes. Segundo parlamentares, o perfil do ministro é considerado mais discreto e aberto ao diálogo, o que pode reduzir a tensão institucional. Reportagem: Victoria Abel. Os comentaristas também analisaram a declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que disse esperar que o novo presidente do Supremo traga “equilíbrio” à Corte. Tudo isso e muito mais, você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta terça-feira (30), o destaque foi a declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que afirmou não ser errado o Congresso Nacional alterar parâmetros e reduzir as penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Reportagem de Janaína Camelo. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump podem conversar por telefone antes de um encontro presencial. Segundo o assessor Celso Amorim, a reunião deve ocorrer na Malásia, durante a cúpula da ASEAN. O telefonema serviria para antecipar a negociação sobre o tarifaço. Reportagem de André Anelli. A Polícia Federal abriu investigação sobre os casos de bebidas contaminadas por metanol em São Paulo, que já resultaram em cinco mortes confirmadas e 17 casos suspeitos. A Vigilância Sanitária interditou um bar na região dos Jardins, apontado como um dos locais envolvidos. Informações podem ser repassadas pelo Disque-Denúncia 181. Reportagem de Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais, você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (25): O deputado federal Rodrigo Valadares (União Brasil-SE) afirmou que a direita está mobilizada para aprovar uma anistia ampla e irrestrita. Em visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o parlamentar discutiu o tema e destacou que o movimento tem força dentro do Congresso Nacional. Reportagem: Bruno Pinheiro. O relator do projeto de anistia, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou que a proposta contemplará o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele destacou que o objetivo é criar um texto de consenso que beneficie todos os envolvidos, sem deixar ninguém de fora. O parlamentar vem realizando reuniões com diferentes bancadas na Câmara para discutir o tema. Reportagem: Rany Veloso. A CPMI que apura fraudes em aposentadorias do INSS deve ouvir nesta quinta-feira (25) Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Preso desde o dia 12 de setembro, ele decidiu comparecer após familiares e sócios terem sido convocados. Reportagem: Victoria Abel. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve convidar o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para acompanhar sua reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Cristiano Beraldo e Cristiano Vilela comentaram. Reportagem: Igor Damasceno. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Debate da Super Manhã: Como forma de ampliar a proteção de parlamentares contra investigações e processos criminais e civis, a PEC da Blindagem foi aprovada na Câmara dos Deputados na última terça-feira (16) causando grande repercussão popular, com manifestações e protestos nas capitais brasileiras realizados nesse domingo (21). No debate desta segunda-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a repercussão da votação dos deputados federais, os obstáculos para a aprovação no Senado Federal, o andamento no Congresso Nacional e as atualizações da PEC da Blindagem. Participam os senadores Fernando Dueire (MDB), Humberto Costa (PT) e Teresa Leitão (PT).
A multidão que saiu às ruas no domingo, deixou claro que a população está de olho nas ações do Congresso Nacional e exige que os parlamentares voltem suas atenções para a pauta do povo, como a redução da jornada de trabalho com o fim da escala 6X1, isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Sonoras:
Debate da Super Manhã: Para especialistas e setores da sociedade civil, a PEC da Blindagem é apontada como um retrocesso no combate à corrupção e à impunidade. Cabe agora ao Congresso Nacional decidir se irá atender aos interesses públicos ou a autoproteção parlamentar. No debate desta segunda-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a PEC da blindagem, o que prevê a proposta, o andamento no Poder Legislativo brasileiro e a proteção as autoridades públicas. Participam a deputada federal, Maria Arraes (Solidariedade), o cientista político e advogado especialista em Direito Eleitoral, Felipe Ferreira Lima, e a cientista política, Priscila Lapa.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (14): O debate sobre a anistia a Jair Bolsonaro (PL), após sua condenação pelo STF, tem dividido o Congresso Nacional. A oposição pressiona pela aprovação de um projeto que beneficie o ex-presidente e seus aliados, enquanto a base governista considera a medida um risco político e tenta frear seu avanço. Reportagem: Misael Mainetti Uma pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (13), aponta que 54% dos brasileiros são contra o Congresso aprovar uma anistia para livrar Bolsonaro da condenação por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Já 39% defendem a proposta, enquanto 2% se dizem indiferentes e 4% não souberam opinar. Comentário: Diogo da Luz Essas e outras notícias você acompanha nesta edição do Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A condenação de Jair Bolsonaro pelo STF gerou forte repercussão política. Enquanto petistas comemoraram a decisão, bolsonaristas afirmam que o julgamento dará ainda mais força ao projeto de anistia em tramitação no Congresso Nacional.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (12): A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) avalia os próximos passos após a condenação pela tentativa de golpe, mas já adiantou que vai recorrer da decisão do STF. Especialistas discutem a possibilidade de embargos infringentes, embora o jurista Gustavo Forte antecipe que a “porta está quase fechada” para esse cenário. Reportagem: Matheus Dias. A decisão movimentou o Brasil e gerou reações de parlamentares nas redes sociais. Nikolas Ferreira (PL) criticou a falta de imparcialidade no julgamento, enquanto Luciano Zucco (PL) afirmou que a oposição não vai se intimidar e seguirá em defesa da anistia no Congresso Nacional. Reportagem: Lucas Martins Com isso, o objetivo da oposição é pautar o projeto de anistia no Congresso. O Partido Liberal tenta que a matéria tenha a urgência e o mérito votados já na próxima semana, embora ainda não exista texto definido nem relator escolhido. Essas e outras notícias você acompanha nesta edição do Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 08, Carlos Andreazza comenta sobre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que adotou tom mais duro ao discursar no 7 de Setembro e disse que manifestação dá força à anistia no Congresso Nacional. Ele disse que o tom do seu discurso na Avenida Paulista durante o ato pela anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reflete o sentimento popular. Tarcísio criticou abertamente o STF e disse que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes” e que não irá aceitar a “ditadura de um Poder sobre o outro”. As declarações marcam uma mudança de postura do chefe do Executivo paulista, que normalmente evita criticar diretamente o Supremo, o que já lhe rendeu diversas críticas de bolsonaristas no passado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu nestaquarta-feira, 27, que a Casa discuta e vote a PEC da blindagem — também conhecida como PEC das prerrogativas. Segundo Motta, o texto não representa "retaliação" ou "reação" ao Judiciário. O texto restringe a prisão em flagrante dos parlamentares aos casos de crimes inafiançáveis citados pela Constituição e proíbe a prisão cautelar de congressistas por decisão monocrática.Outras medidas previstas pelo texto original são a proibição do afastamento judicial cautelarde membro do Congresso Nacional e o impedimento de que os parlamentares sejam responsabilizados civil ou penalmente por suas opiniões, palavras e votos.Felipe Moura Brasil, Dennys Xavier e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br