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É mais fácil querermos as coisas prontas do que participarmos no processo de construção.Claro que, quando lemos esse breve relatório que Lucas – o autor do livro de Atos – faz acerca daquela comunidade seguidora de Jesus, que estava emergindo e se destacando da religião judaica, ficamos encantados com os resultados ou os efeitos que são apontados:• Estavam unidos de coração e alma/mente• Sobre todos eles havia abundante graça• Não havia necessitados entre elesQuem não quer conviver com um povo assim?!• Unido• Cheio da graça de Deus• Que supre as necessidades de todosMas é importante observar que Lucas está mostrando uma comunidade onde o evangelho alcançou o coração das pessoas, e isso levou aquele grupo de pessoas a prezar pelo relacionamento com Deus e a investir por valorizar no relacionamento com o próximo. Isso faz dessa passagem uma das mais completas descrições da vida da igreja no Novo Testamento.O texto apresenta uma espécie de relação causa e efeito, uma sequência em que determinadas atitudes da igreja estão associadas a determinados frutos colhidos por ela.Por isso, não podemos desejar os frutos sem a disposição de esboçarmos as mesmas atitudes ou nos empenharmos nas mesmas práticas.Para Lucas, a Igreja era (e deve ser) uma comunidade em movimento e, por conta disso, mostra que certas práticas produziam determinados frutos visíveis na vida da igreja.Se queremos os mesmos efeitos notados na Igreja primitiva, precisamos focar e nos esforçar por praticar aquilo que causa tais efeitos.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #juntossomosmaisfortes
Manipuladores têm grande dificuldade de construir relacionamentos sinceros. No final, até o relacionamento com Deus pode ser prejudicado por conta dessa atitude.Veja o que diz o Salmo 78 nos versos 27 a 29: "Também fez chover sobre eles carne como poeira e aves numerosas como a areia do mar. Fez com que caíssem no meio do arraial deles, ao redor de suas tendas. Então comeram e se fartaram a valer; pois lhes fez o que desejavam."O povo de Deus ficou cativo no Egito. Eles pediram socorro, e Deus os socorreu! Tiveram que caminhar no deserto e acabou o pão, Deus enviou o maná. Sentiram desejo de comer carne e Deus enviou aves em número impossível de contar. Estavam felizes, mas a razão era simples: Deus fazia a vontade deles. Mas quando as coisas saíam diferente do que esperavam, eles reclamaram, questionaram, blasfemaram. Ou seja, o relacionamento com Deus só servia quando atendia ao que eles queriam.Esse é um exemplo típico de manipulação.O lado manipulador não quer ceder, e por isso não há relacionamento que dê certo.Nem sempre Deus fará o que você quer e isso é maravilhoso, sabia? Ame ainda mais o Senhor quando Ele te diz não, afinal, Ele sabe o que é melhor pra você. Cuidado pra não querer manipular tudo, inclusive Deus.
Há uma fotografia tirada em 2014 pelo fotógrafo Gijsbert van der Wal que nunca deixou de circular nas conversas sobre tecnologia e educação. Mostra um grupo de jovens sentados em frente a «A Ronda da Noite», de Rembrandt, no Rijksmuseum de Amesterdão — todos com os olhos fixos nos telemóveis. A imagem tornou-se num símbolo quase perfeito do que os educadores mais temem: a indiferença das novas gerações perante tudo o que não caiba num ecrã. Acontece, porém, que a história não era bem essa. Os jovens naquela sala não estavam a jogar nem nas redes sociais. Estavam a usar a aplicação interactiva do próprio museu para aprofundar o que tinham acabado de ver. A realidade, uma vez mais, era mais complexa do que o símbolo.É a partir desta tensão — entre o que parece e o que é, entre o medo que os adultos projectam nas tecnologias e o que os jovens realmente fazem com elas — que Luís Caldas de Oliveira, professor do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, estrutura um argumento publicado recentemente no jornal SOL. O texto merece atenção precisamente porque não cede à tentação fácil de culpar a tecnologia por tudo, nem tampouco de a absolver de tudo.
Apostado em fazer do mundo um lugar melhor, projeto a projeto, Pedro Queirós, aventureiro humanitário, cumpre sonhos impossíveis como correr 100 maratonas em 100 dias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estavam com saudade da gente? Pois bem, nós também estávamos e viemos no primeiro episódio da nossa DÉCIMA TEMPORADA passar a limpo todos os movimentos de elenco que rolaram durante a offseason: Free Agency, Draft e possíveis novas contratações.E É CLARO... TÁ TODO MUNDO AQUI EMPOLGADO COM O JOGO DO RIO DE JANEIRO!!!!! Seja torcedor de elite e financie este podcast através do apoia.se ou também pelo PicPay Assinaturas! Fazendo seu cadastro no picpay com o cupom YF8O, você ganha de volta RS10,00 Você também pode colaborar fazendo uma doação através do PIX: casadocorvobr@gmail.com Entre em contato conosco através das nossas redes sociais: Meta: @casadocorvobrDemais redes: @CasaDoCorvo ENTRE NO NOSSO SERVIDOR DO DISCORD E FAÇA PARTE DA COMUNIDADE MAIS ELITE DE TODAS!See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: EFÉSIOS 2:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 15–16; JOÃO 3:1-18 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Muitos anos atrás, a cidade de Nova Iorque lançou uma campanha publicitária, “Fique seguro. Fique parado!”, para educar pessoas sobre como manter a calma e ficar seguro quando preso em um elevador. Especialistas relataram que alguns passageiros presos morreram ao tentar forçar a abertura das portas do elevador ou sair por outro meio. O melhor plano de ação é usar o botão de alarme para pedir ajuda e aguar dar a chegada dos socorristas. O apóstolo Paulo apresentou um tipo muito diferente de plano de resgate, um para ajudar os que estão presos na força do pecado. Ele lembrou aos efésios de seu total desamparo espiritual, estando verdadeiramente “mortos por causa de […] seus muitos pecados” (EFÉSIOS 2:1). Estavam presos, obedecendo ao diabo (v.2) e recusando-se a se submeterem a Deus. Isso resultou em eles serem alvo da ira de Deus. Mas Ele não os deixou presos na escuridão espiritual. E aqueles que creem em Jesus, escreveu o apóstolo, “pela graça […] são salvos” (vv.5,8). Atender à iniciativa de resgate de Deus resulta em fé. E a fé significa que desistiremos de tentar salvar a nós mesmos e clamaremos por Jesus para nos resgatar. Pela graça de Deus, ser resgatado da armadilha do pecado não vem de nós. É “uma dádiva de Deus” somente por meio de Jesus (v.8). Por: MARVIN WILLIAMS
A direita criticou o PCP por ter faltado à sessão com o presidente do Parlamento ucraniano e Paula Santos lembrou o tempo da União Soviética.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos checando notificações, respondendo mensagens, consumindo conteúdo sem parar. Estamos sempre online, mas raramente presentes. Fisicamente ao lado das pessoas que amamos, mas mentalmente a quilômetros de distância. A tecnologia nos conectou com o mundo inteiro, mas nos desconectou de quem está ao nosso lado e da presença de Deus.A história dos discípulos no caminho de Emaús nos ensina algo profundo: Jesus estava caminhando ao lado deles, mas eles não O reconheceram. Estavam tão distraídos pela tristeza, pelas expectativas frustradas, pelas conversas intermináveis sobre o que havia acontecido, que perderam quem estava presente. Só quando pararam, sentaram-se à mesa, quebraram o pão juntos e quando estiveram verdadeiramente presentes seus olhos se abriram e reconheceram Jesus. Nesta mensagem final, vamos aprender que presença é mais importanteque conexão, e que Deus se revela a quem está disposto a parar e realmente estar ali.
Uma garrafa de champanhe vendida por 2 mil reais não custou nem perto disso para ser produzida. Marx e Adam Smith achavam que o valor vinha do trabalho. Estavam errados.No século XIX, um economista britânico chamado William Jevons mudou para sempre a forma como entendemos o valor das coisas — e, de quebra, como entendemos nossas próprias decisões.A ideia dele, a "utilidade marginal", é uma das mais poderosas da história da economia.Neste episódio da série A História do Dinheiro, a gente explica como Jevons e Alfred Marshall construíram o modelo que domina a economia até hoje: oferta, demanda, concorrência perfeita e o famoso "homem econômico racional". Uma teoria elegante, poderosa — e que alguns consideram perigosamente simplificada.
TEMPO DE REFLETIR 01738 – 18 de abril de 2026 Hebreus 3:13 – Encorajem-se uns aos outros todos os dias durante o tempo que se chama hoje. A Escola Fundamental anunciou a apresentação de uma peça e Tiago se apresentou voluntariamente para ser um dos personagens. A mãe temia que ele não fosse escolhido. No dia em que distribuíram os papéis dos personagens, ela foi buscá-lo com medo de que ele estivesse desapontado. Quando Tiago viu a mãe, correu para ela e, com os olhos brilhando de empolgação, disse: “Adivinha, mãe! Fui escolhido para bater palmas e torcer!” Diz Carlos Drummond de Andrade em uma pequena crônica intitulada “Torcida por você”: “Mesmo antes de nascer já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe e o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito. Daí em diante, continuaram torcendo.” E termina dizendo: “Muita gente ainda torce por você.” É verdade. Quem não tem um torcedor? Não estou falando de times que têm torcedores fanáticos que, com buzinas, bandeiras e gritos de guerra, acompanham o time em todos os jogos. Estou me referindo a alguém que acredita e torce por nós, e grita: “Vamos! É isso aí! Você vai conseguir!” Quem já não sentiu ânimo quando ouviu a voz de incentivo dos amigos, dos pais, dos professores e chefes? O senso de que temos valor diante de outros é muito importante para nós. Significa que não estamos sozinhos! Encorajar é estar lado a lado, ter confiança na habilidade da pessoa para fazer alguma coisa; é quase empurrá-la para uma decisão. Há determinados momentos na vida em que desejamos que apareça alguém que dê esse empurrão na gente, em algum projeto que estamos empreendendo, para que saibamos que não estamos sozinhos. É assim que se colocam diante das pessoas expectativas bonitas e animadoras como as dos pais diante dos filhos, professores diante de estudantes, patrões diante de empregados, treinadores diante de jogadores e médicos diante dos pacientes. Essas expectativas capacitam as pessoas além de suas fragilidades e imperfeições para uma mudança de comportamento. Por meio de nossa companhia, escutando, demonstrando hospitalidade, orando, dando um abraço, enviando uma mensagem pelo whatsapp e estando presentes, podemos dizer que estamos “torcendo” por alguém. A quem você pode animar hoje, dizendo: “Estou torcendo por você”? Faça isso hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por aqueles que nos incentivam e, mais do que tudo: obrigado pela força e o poder que vem do Alto, o Teu incentivo. Louvamos-Te em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Naquele tempo, 1 Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2 Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. 3 Simão Pedro disse a eles: "Eu vou pescar". Eles disseram: "Também vamos contigo". Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4 Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5 Então Jesus disse: "Moços, tendes alguma coisa para comer?" Responderam: "Não". 6 Jesus disse-lhes: "Lançai a rede à direita da barca, e achareis". Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7 Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor!" Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. 8 Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9 Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10 Jesus disse-lhes: "Trazei alguns dos peixes que apanhastes". 11 Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12 Jesus disse-lhes: "Vinde comer". Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13 Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14 Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.
Homilia Padre Kennedy da Silva, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 21,1-14Naquele tempo,Jesus apareceu de novo aos discípulos,à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim:Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus.Simão Pedro disse a eles: "Eu vou pescar".Eles disseram: "Também vamos contigo".Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite.Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus.Então Jesus disse: "Moços, tendes alguma coisa para comer?"Responderam: "Não".Jesus disse-lhes: "Lançai a rede à direita da barca, e achareis".Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes.Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor!"Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar.Os outros discípulos vieram com a barca,arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra,mas somente a cerca de cem metros.Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão.Jesus disse-lhes: "Trazei alguns dos peixes que apanhastes".Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes;e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.Jesus disse-lhes: "Vinde comer".Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntarquem era ele, pois sabiam que era o Senhor.Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles.E fez a mesma coisa com o peixe.Esta foi a terceira vez que Jesus,ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. Palavra da Salvação.
Estavam todos à espera deste, não mintam
Naquele tempo, 8 as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. 9 De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: "Alegrai-vos!" As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10 Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão". 11 Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12 Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13 dizendo-lhes: "Dizei que os discípulos dele foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. 14 Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis". 15 Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se entre os judeus, até ao dia de hoje.
Homilia Padre Fábio Vanderlei, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,8-15Naquele tempo,as mulheres partiram depressa do sepulcro.Estavam com medo, mas correram com grande alegria,para dar a notícia aos discípulos.De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse:"Alegrai-vos!"As mulheres aproximaram-se,e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo.Ide anunciar aos meus irmãosque se dirijam para a Galileia.Lá eles me verão".Quando as mulheres partiram,alguns guardas do túmulo foram à cidade,e comunicaram aos sumos sacerdotestudo o que havia acontecido.Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos,e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados,dizendo-lhes:"Dizei que os discípulos dele foram durante a noitee roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis.Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos.Não vos preocupeis".Os soldados pegaram o dinheiro,e agiram de acordo com as instruções recebidas.E assim, o boato espalhou-se entre os judeus,até ao dia de hoje.Palavra da Salvação.
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,8-15Naquele tempo,8as mulheres partiram depressa do sepulcro.Estavam com medo, mas correram com grande alegria,para dar a notícia aos discípulos.9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse:"Alegrai-vos!"As mulheres aproximaram-se,e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.10Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo.Ide anunciar aos meus irmãosque se dirijam para a Galileia.Lá eles me verão".11Quando as mulheres partiram,alguns guardas do túmulo foram à cidade,e comunicaram aos sumos sacerdotestudo o que havia acontecido.12Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos,e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados,13dizendo-lhes:"Dizei que os discípulos dele foram durante a noitee roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis.14Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos.Não vos preocupeis".15Os soldados pegaram o dinheiro,e agiram de acordo com as instruções recebidas.E assim, o boato espalhou-se entre os judeus,até ao dia de hoje.Palavra da Salvação.
Maria ficou junto ao túmulo da parte de fora, a chorar. Entretanto, inclinou-se para dentro e viu dois anjos vestidos de branco. Estavam sentados no sítio onde tinha sido colocado o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntaram-lhe: «Mulher, por que estás a chorar?» E ela disse-lhes: «Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram.» Logo a seguir, voltou-se para trás e viu Jesus de pé mas não sabia que era ele. Perguntou-lhe Jesus: «Mulher, por que estás a chorar? Quem é que procuras?» Ela pensava que era o homem encarregado da propriedade e disse-lhe: «Se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste que eu vou lá buscá-lo.» Jesus chamou-a: «Maria!» Ela, voltando-se, exclamou em hebraico: «Rabuni!» (palavra que quer dizer «meu Mestre»). E Jesus disse-lhe: «Não me toques porque ainda não voltei para o meu Pai. Vai ter com os meus irmãos e dá-lhes este recado: eu volto para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus.» Maria Madalena foi dar a notícia aos discípulos e dizia: «Eu vi o Senhor!» E contou-lhes o que ele lhe tinha dito. João 20:11-18 O domingo de Páscoa chegou! Esta é, por excelência, a manhã da libertação! Hoje celebra-se a passagem da morte para a vida! Jesus ainda me pergunta actualmente porque choro. Interroga-me sobre quem procuro. Insiste em chamar-me pelo nome e revela-Se pessoalmente a mim. Faz exactamente o mesmo contigo. E mais, impele-me a mim e também a ti a partilhar com outros: "Eu vi o Senhor!" Façamo-nos ao Caminho e falemos de Jesus à boca cheia!... - jónatas figueiredo
1Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. 2De repente, houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. 3Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. 4Os guardas ficaram com tanto medo do anjo, que tremeram, e ficaram como mortos.5Então o anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. 6Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava. 7Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.8As mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos.9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!”As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”.
Homilia Padre Vagner de Souza, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,1-10*lDepois do sábado,ao amanhecer do primeiro dia da semana,Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.De repente, houve um grande tremor de terra:o anjo do Senhor desceu do céue, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela.Sua aparência era como um relâmpago,e suas vestes eram brancas como a neve.Os guardas ficaram com tanto medo do anjo,que tremeram, e ficaram como mortos.Então o anjo disse às mulheres:"Não tenhais medo!Sei que procurais Jesus, que foi crucificado.Ele não está aqui!Ressuscitou, como havia dito!Vinde ver o lugar em que ele estava.Ide depressa contar aos discípulosque ele ressuscitou dos mortos,e que vai à vossa frente para a Galileia.Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos".As mulheres partiram depressa do sepulcro.Estavam com medo, mas correram com grande alegria,para dar a notícia aos discípulos.De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse:'Alegrai-vos!' As mulheres aproximaram-se,e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo.Ide anunciar aos meus irmãosque se dirijam para a Galiléia.Lá eles me verão".Palavra da Salvação.
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,1-101Depois do sábado,ao amanhecer do primeiro dia da semana,Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.2De repente, houve um grande tremor de terra:o anjo do Senhor desceu do céue, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela.3Sua aparência era como um relâmpago,e suas vestes eram brancas como a neve.4Os guardas ficaram com tanto medo do anjo,que tremeram, e ficaram como mortos.5Então o anjo disse às mulheres:"Não tenhais medo!Sei que procurais Jesus, que foi crucificado.6Ele não está aqui!Ressuscitou, como havia dito!Vinde ver o lugar em que ele estava.7Ide depressa contar aos discípulosque ele ressuscitou dos mortos,e que vai à vossa frente para a Galileia.Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos".8As mulheres partiram depressa do sepulcro.Estavam com medo, mas correram com grande alegria,para dar a notícia aos discípulos.9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse:'Alegrai-vos!' As mulheres aproximaram-se,e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.10Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo.Ide anunciar aos meus irmãosque se dirijam para a Galiléia.Lá eles me verão".Palavra da Salvação.
1 Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2 Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3 Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4 levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5 Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. 6 Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: "Senhor, tu me lavas os pés?" bRespondeu Jesus: "Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás". 8 Disse-lhe Pedro: "Tu nunca me lavarás os pés!" Mas Jesus respondeu: "Se eu não te lavar, não terás parte comigo". 9 Simão Pedro disse: "Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça". 10 Jesus respondeu: "Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos". 11 Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: "Nem todos estais limpos". 12 Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: "Compreendeis o que acabo de fazer? 13 Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14 Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15 Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz".
CEO e ex-sócio do Grupo Fictor são alvos de operação da PF sobre fraudes bancárias. Amostras furtadas na Unicamp estavam em laboratório com maior nível de biossegurança do Brasil. 9% dos estudantes brasileiros de 13 a 17 anos dizem ter sido forçados a ter relações sexuais. Como deputadas Duda Salabert e Erika Hilton tiveram fotos incluídas em álbum de suspeitas de crime. Tradutor de ‘corporativês' viraliza ao converter textos em linguagem de LinkedIn.
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Em tempos que talvez nem possam ser outra coisa senão uma pura efabulação, um desvio, uma desordem dessas para as quais nos viramos quando os sonhos se põem a lutar contra o mundo, chegávamos a um desses textos onde parecia que o intuito, todo o esforço em que alguém se empenhou, passava por “escrever páginas e páginas, enchê-las de pedras, de erva, de floresta, de céus, de movimentos das pessoas na rua, de vozes, de casas, do passado, do hoje, de quadros, de estátuas, de rios e de ondas e de copos e de frascos e de gesso branco no meu ateliê e de nuvens, criança deitada na liberdade…” (Alberto Giacometti). Seria um modo de um tipo vestir o mundo como uma segunda pele, resvalar consistentemente entre as coisas, ser de tal modo substantivo que deixava de se considerar um indivíduo. A solidão estava dispersa, absorta. Mas agora que os poetas também se consideram personagens essenciais da beleza publicitária, talvez até mais no momento em que se julgam separados da restante massa de gente, apenas vinculados a uma suposta autonomia das formas artísticas, regulando-se por outras leis num mundo que se encontra em todos os seus aspectos prostituído, é bom lembrar aquilo que notou Barthes, vincando como toda a publicidade dos produtos de beleza se baseia numa espécie de representação épica da intimidade. Num tempo em que os indivíduos se vêem transformados em seres abstractos, o modo como cada um enfatiza a sua realidade íntima, engrandecendo-a para costurar a mitologia patética de si mesmo, é assim que o discurso consegue alcançar a superfície, andar a par dessa superfície viva que é a pele, onde se organizam as miragens galopantes deste tempo, um discurso inteiramente absorvido pelas aparências, por fazer funcionar essa ordem de representações. Seres que são coisas, mas sem qualquer substância. Talvez por isso, naquele breve romance com esse título, Perec diz-nos que o inimigo passou a ser invisível… “Ou melhor, estava neles, tinha-os apodrecido, gangrenado, destruído. Eram os tansos da história. Pequenos seres dóceis, reflexos fiéis de um mundo que escarnecia deles. Estavam enterrados até ao pescoço num bolo de que nunca teriam mais do que migalhas.” Não damos já com esse orgulho dos monstros, que caíam nas zonas mais inesperadas “para revelar a entristecidos burgueses que a sua vida de todos os dias tem de raspão assassinos sedutores, ardilosamente guindados até ao seu sono, que eles atravessam por uma qualquer escada de serviço que não rangeu, armada em cúmplice” (Genet), e isto de modo a fazer explodir de aurora as sugestões dos seus crimes, como segredos entre os quais a língua se recompõe e parece respirar de novo, fazendo-se entender por gestos de tal modo vivos, e encarniçados, que parecem a um tempo absurdamente espontâneos e longamente premeditados. A partir de um certo momento o mal é a única forma de clareza que nos resta, e tem do seu lado toda a razão, toda essa razão que foi votada a uma existência clandestina por aqueles que quiseram livrar-se das suas próprias consciências. Bataille diz-nos que o interesse da obra de Genet não se deve à sua força poética, mas ao ensinamento que resulta das suas fraquezas. “Existe nos escritos de Genet qualquer coisa de frágil, de frio, de friável, que não detém necessariamente a admiração, mas que suspende a harmonia. A harmonia, o próprio Genet a recusaria, se por um erro indefensável lha quiséssemos aplicar. Esta comunicação que se esquiva, quando o jogo literário faz dela a exigência, pode deixar uma sensação de fingimento, e pouco importa se o sentimento de uma falta nos reenvia à consciência da fulguração que é a comunicação autêntica. Na depressão, resultante destas trocas insuficientes, em que se mantém uma divisória embaciada que nos separa, leitores, daquele autor, tenho a seguinte certeza: a humanidade não é feita de seres isolados, mas de uma comunicação entre eles; jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros: estamos mergulhados na comunicação, encontramo-nos reduzidos a essa comunicação incessante da qual, mesmo no fundo da solidão sentimos a ausência, enquanto sugestão de múltiplas possibilidades, como a espera de um momento em que ela se resolve num grito que outros ouvem. Porque a existência humana apenas é em nós, nesses pontos em que periodicamente se estabelece, linguagem gritada, espasmo cruel, riso louco, onde a harmonia nasce de uma consciência enfim partilhada da impenetrabilidade de nós mesmos e do mundo.” E se algum dos ditos ‘poetas' nos segue, convinha que fixasse pelo menos isto, para nunca o esquecer: “jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros…, jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros”. Mas, hoje, tudo parece invertido, como se submetido a uma radiância de astros de luto, de tal modo que mesmo o desejo e o prazer estão novamente inscritos no quadro das formas de profanação e degradação íntima, por todo o lado vemos essa pressão de uma moral que se impõe em todos os aspectos da vida e leva a que as relações sexuais sejam “tematizadas como práticas altamente problemáticas, traumatizantes, das quais se arrisca sempre, ao aventurar-se nelas, sair-se ferido e, portanto, em relação às quais seria preciso estabelecer os processos necessários para poder obter uma reparação” (Geoffroy de Lagasnerie). Neste episódio entrelaçámos uma série de fios das conversas que vimos mantendo, e contámos com os impulsos e as sugestões de Maria Leonor Figueiredo, que além de ter desenvolvido estudos no campo literário e artístico, mantém desde há muito um compromisso com as lutas políticas deste tempo, e assinou na rede anticapitalista um conjunto de intervenções importantes sobre tantos destes temas. Em “a nova (des)ordem sexual: consentimento, trauma e identidade”, refere que, se falar mais sobre trauma trouxe conquistas inegáveis, e deu legitimidade a experiências antes silenciadas, criando novas formas de reconhecimento, por outro lado, também trouxe uma armadilha, que se prende com a transformação do trauma em identidade política. “A centralidade do trauma é também sintoma de uma época que transformou o sofrimento em capital simbólico e, portanto, em poder. Neste contexto, o espaço político tende a organizar-se em torno da competição por reconhecimento individual. O trauma deixa de ser uma experiência que exige transformação colectiva e passa a ser um selo de autenticidade.” Neste momento parece decisivo assinalar que, num esforço para compreender a metamorfose contemporânea das questões sexuais, não podemos perder de vista como, até há algumas décadas, esteve em campo uma forma de pensar a sexualidade como força de desestabilização, como energia capaz de corroer instituições, códigos e hierarquias. Em Barthes, o amor aparecia como um discurso marginal, uma fala que não encontrava lugar na linguagem dominante, e em Foucault, a sexualidade era inseparável das redes de poder que a produzem, classificam e administram, mas, depois da orgia, Baudrillard foi dos primeiros a dar-se conta de que o desejo começava já a dissolver-se numa cada vez mais acelerada e indiferente circulação de signos. O recuo actual não consiste, como tantas vezes se repete, num simples retorno à moral conservadora clássica, a um reconvir do puritanismo. O que se verifica é algo mais subtil: uma transformação da própria lógica da libertação sexual em dispositivo de controlo. A partir dos anos 60 e 70, a esquerda ocidental assumiu a descriminalização, a despatologização, a ampliação dos direitos sexuais como parte integrante do seu horizonte emancipatório. O combate contra a repressão jurídica e médica — contra a polícia dos corpos, contra o tribunal das perversões — era inseparável de uma crítica mais ampla ao capitalismo disciplinar. Mas, como mostrou Foucault, a sexualidade nunca foi apenas aquilo que o poder reprime, mas passava também por aquilo que o poder produz, organiza, incentiva a confessar. O paradoxo instala-se quando a energia crítica que denunciava a vigilância se converte ela própria em instância vigilante. A esquerda, que outrora suspeitava das categorias fixas e das identidades rígidas, passou a investir numa taxonomia minuciosa das posições subjectivas, numa ontologia de micro-identidades que exigem reconhecimento permanente. O gesto que visava libertar o desejo de normas opressivas transformou-se, assim, num gesto de reinscrição normativa: o comportamento desviante deixa de ser perseguido em nome da moral religiosa ou familiar, mas passa a sê-lo em nome de uma moral da protecção, da segurança, do dano potencial. A linguagem do pecado vê-se substituída pela linguagem do trauma e a figura do pecador pela do agressor, enquanto a denúncia pública, a exclusão simbólica, a penalização social, passam a engendrar uma nova forma de recriminação e regulação punitiva. Não se trata de negar a existência real de abusos ou violências, mas de observar como o campo sexual, que fora pensado como laboratório de liberdade, se converteu em campo privilegiado de policiamento discursivo. E se a suspeita generalizada se instala como norma, a ambiguidade, que foi sempre constitutiva do desejo e da busca pelo prazer, bem como o jogo de sedução, que sempre comportou risco e assimetria, são submetidos a protocolos quase administrativos. Neste ponto, Baudrillard ajuda-nos a compreender esta mutação, notando como a sexualidade contemporânea não tem sido tanto reprimida como hiperexposta, saturada de imagens, convertida em espectáculo permanente. A pornografia deixa de ser marginal e infiltra-se na publicidade, na moda, na política. O erotismo, que supõe distância, espera, segredo, é absorvido pela transparência obscena de uma visibilidade total. Ora, quanto mais visível se torna o sexo, mais rarefeito se torna o desejo. A proliferação de signos sexuais não intensifica a experiência, mas, pelo contrário, neutraliza-a. A esquerda, que deveria ter articulado uma crítica a esta mercantilização integral, preferiu muitas vezes alinhar com uma ética da exposição e da denúncia que coincide, paradoxalmente, com a lógica capitalista da transparência e da gestão de riscos. Se tudo deve ser explicitado, nomeado, regulado, é porque tudo deve ser integrado num sistema de cálculo. A sexualidade, que outrora escapava à contabilidade, passa a ser quantificada em consentimentos, protocolos, declarações prévias. E se ainda quisermos falar de amor, se nos atrevermos a isso, podemos virar-nos para Erich Fromm, que nos desafiou a pensar o amor como arte, sublinhando como este sentimento, guindado a uma razão idealizadora, implica desde logo sair do narcisismo, reconhecer a alteridade irredutível do outro. Ora, o que se observa hoje é uma derrota dessa dimensão exigente: sacrificado à lógica do consumo, o amor vende seja o que for, adapta-se, estende-se como justificação para que sejam reinvindicados todos os caprichos e apetites. O amor que foi sempre difícil, hoje conta com a conveniência e o infinito desdobramento das aplicações de encontros, algoritmos de compatibilidade, mercados de afinidades, beneficiando dos modelos preditivos para nos proteger dos nossos erros e fornecer uma escolha optimizada. E, com isto, o outro surge já como mero elemento de validação, como aquele ser-espelhar que deve confirmar, consolidar a narrativa que temos sobre nós próprios. A ideia de ser transformado pelo outro, de ser compelido a um radical desvio face a si mesmo, e ao contexto, esse perigo ou vertigem já nem se colocam. Nos seus fragmentos sobre o discurso amoroso, Barthes mostrava como o amante fala numa língua minoritária, desajustada, vulnerável. Hoje, essa vulnerabilidade é frequentemente lida como fraqueza, dependência, falha de autonomia. A cultura contemporânea exalta a auto-suficiência, a gestão emocional, o empoderamento individual. O amor, que implica risco de perda e exposição ao sofrimento, torna-se ameaça à integridade narcísica, sendo de preferir a circulação incessante de experiências breves, intercambiáveis, as dinâmicas poliamorosas, onde a substituição rápida protege contra o investimento profundo. Com tudo isto, o puritanismo contemporâneo não se funda já na proibição do prazer, mas na sua gestão e programação até dissolver o desejo pelo outro e focalizar cada vez mais na relação que o indivíduo mantém consigo mesmo, na sua capacidade de satisfazer as suas projecções e de se auto-validar. A sexualidade já não pode, assim, representar qualquer efeito transgressivo, uma vez que passou a estar pautada pela proliferação jurídica. Assim, os aparelhos de vigilância conseguem delimitar o aceitável, estigmatizar o excesso, sancionar o desvio. Ao reivindicar protecção absoluta, segurança total, reconhecimento permanente, temos vindo a permitir o reforço de uma ordem normativa infinitamente minudente, em que cada relação é enquadrada de antemão reconhecendo um potencial litígio, tomando-se cada gesto como susceptível de ser entendido como uma agressão, e devendo estar submetido ao escrutínio moral público. Aos poucos, o desejo retrai-se ou converte-se em cálculo, preferindo-se cada vez mais o semelhante, o compatível, o previsível. O outro é convocado para legitimar uma imagem de si que já está pronta. Entre o puritanismo progressista e o hedonismo administrado, o amor torna-se ele mesmo a fachada para uma indústria de produtos culturais e experiências programadas. E a esquerda, ao abandonar a crítica radical das formas de poder que atravessam o desejo, assiste e promove esta lógica de controlo que domina no mesmo sentido todo o espectro político.
Na Golegã, a última semana deixou marcas visíveis e outras, menos óbvias, mas igualmente pesadas: estradas cortadas, serviços condicionados, equipamentos municipais danificados e o dia-a-dia mudou. Ao mesmo tempo, o concelho viu adiada a votação da segunda volta das eleições presidenciais, para dia 15 de Fevereiro. Rui Xavier, membro da Assembleia Municipal da Golegã, vive na região há cerca de um ano e meio. Não é natural do concelho, mas fala já com a atenção de quem aprendeu a ler o terreno, os ritmos do rio e os sinais que circulam entre vizinhos. “Aqui é um sítio que tradicionalmente teve e tem muitas cheias”, começa por explicar. E, no entanto, sublinha que desta vez houve um elemento novo: “Em relação à tempestade de vento, chuva, as pessoas mais velhas dizem que não têm memória de uma tempestade deste género.” Apesar do impacto, Rui Xavier faz questão de relativizar a gravidade local face ao resto do país. “Aqui, embora tenha sido razoável em algumas empresas e com a destruição de parte de árvores, ainda assim não tem comparação com o que aconteceu, por exemplo, no epicentro, ali em Leiria e noutras zonas do país.” O prejuízo mais evidente, diz, está na sede do concelho. E aponta casos concretos: “As piscinas municipais têm uma área muito grande envidraçada. Uma parede toda em vidro foi completamente destruída.” O problema, explica, vai além do custo. “Vamos ver o tempo que agora vai demorar a recuperar-se aquele equipamento que é um dos centros da comunidade.” E enumera, com precisão, o que está em causa: “É um sítio onde têm aulas os miúdos das escolas. Há, para além da unidade escolar para pessoas idosas, natação livre.” Ele próprio usa o espaço: “Eu faço muito regularmente lá.” Para Rui Xavier, a dimensão do dano não é apenas material: é logística, social e comunitária. “A recuperação não é só uma questão de dinheiro, é mesmo uma questão agora logística.” Luz intermitente e água a subir Nas freguesias do Pombalinho e da Azinhaga, onde vive, o impacto foi mais contido. “Houve falta de luz durante as primeiras 48 horas na sede do concelho, portanto na vila da Golegã.” Já ali, diz, o cenário foi diferente: “Aqui onde nós estamos, que é o Pombalinho e a Azinhaga, ela foi sendo intermitente. Mas nunca houve um período, creio que mais do que algumas 6 horas, em que tivéssemos estado sem energia.” O concelho vive encostado à água e isso molda tudo. “Nós estamos muito próximos do rio Tejo e aqui, no caso de Pombalinho e Azinhaga, do rio Almonda.” Quando chove a sério, o que acontece é quase previsível: “Sempre que há chuvas mais intensas, o caudal do rio aumenta.” A estrada cortada que muda a vida: 8kms passam a 30kms A consequência mais pesada, sublinha, não foi a destruição de casas, foi a interrupção do movimento. “A estrada que liga a Golegã, a Azinhaga e vice-versa (…) é muito comum ficar cortada.” Mas desta vez, insiste, a duração surpreendeu: “Desta vez ficou cortada e ainda está cortada durante muito mais dias.” E é aqui que o dia-a-dia se encarece. “O caminho entre a Azinhaga e a Golegã são à volta de 8 km.” Agora, diz, a realidade é outra: “Tenho vizinhos, amigos, que estão a fazer 20, 25, 30kms.” Rui Xavier chama-lhe pelo nome certo: impacto económico. “O impacto económico na vida das pessoas é muito grande.” Mesmo sem “um grande impacto no edificado”, a factura chega de outra forma: “A possibilidade de deslocação ou haver uma deslocação que de repente passa a ser três vezes maior.” E remata: “Os valores que as pessoas dispendem nessas deslocações têm um impacto muito grande nas contas do fim do mês.” A forma como estas comunidades vivem a cheia é, para quem chega de fora, quase desconcertante. Rui Xavier reconhece-o: “Eu estou cá há pouco tempo e vou aprendendo.” Mudou-se de Lisboa com a mulher, por gosto e por escolha. Mas, diz, uma preocupação esteve sempre presente: “Sabendo que há cheias regulares nesta zona, estávamos num sítio em que a água facilmente cá chegasse.” A surpresa veio depois: “Percebemos a forma como as pessoas lidam com o caudal a aumentar e a transbordar.” Porque aqui, ao contrário do que se vê na televisão, a água não é apenas medo: é também fertilidade e continuidade. “Tudo aqui à volta, a grande fertilidade dos solos depende em muito de ciclicamente serem alagados.” E aponta a paisagem por trás da sua casa como exemplo. “A água, como nós vemos aqui na parte de trás da minha casa, desde que mantenha estes níveis, é quase uma coisa óptima e uma bênção.” Cita, sem romantizar, o que ouve dos mais velhos: “As pessoas mais velhas dizem mesmo isto: ‘Assim tá óptimo.'” E a condição é clara: “Desde que não tenha impacto na casa das pessoas e que não suba muito mais.” A memória agrícola é antiga. “Uma das pessoas mais velhas disse-me (…) que isto era fantástico, porque aqui há umas décadas (…) se o ano fosse mais ou menos seco (…) alagavam os campos através de valas.” Um saber acumulado, transmitido e adaptado: “Todo esse conhecimento acumulado mantém-se.” Para Rui Xavier, a palavra-chave é relação: “Há uma relação muito mais simbiótica com a natureza e até com a proximidade da água.” “A lei da gravidade cumpre-se" Hoje existem réguas hidrométricas, alertas, Protecção Civil e medições em tempo real. Rui Xavier reconhece: “A informação flui de uma maneira que não tem comparação com há décadas atrás.” E elogia o papel local: “As juntas de freguesia tiveram um trabalho muito importante em manter a população informada.” Mas há outra camada, mais antiga, mais humana, mais exacta do que parece: a leitura do território. “As pessoas aqui têm um conhecimento empírico disso, de observação, muitas vezes baseadas em marcos de construção.” Conta um episódio que vale por um tratado de geografia local. A estrada que liga o Pombalinho a Mate Miranda foi cortada por precaução. Rui Xavier falava com o vizinho Manuel, 90 anos, que viveu todas as grandes cheias do século passado e deste século, em 2013. A resposta do homem foi imediata: “Eles cortaram a estrada por precaução, mas ainda se passa lá.” E como é que se sabe? Rui Xavier explica o critério: “Para as pessoas da idade dele, é ter água acima do joelho ou na cintura.” A razão é simples: “Porque já não dá para passar de bicicleta, porque é assim que as pessoas se deslocavam aqui durante décadas.” E continua, “O Manel ainda hoje, com 90 anos, todos os dias anda de bicicleta.” O momento culmina numa frase que Rui Xavier repete com admiração: “Para não passar na estrada de Mate Miranda, a água tem que chegar aqui a este poste.” E depois a conclusão perfeita: “A lei da gravidade cumpre-se. E a água é autonivelante.” O conhecimento do terreno, diz, é tão profundo que dispensa deslocações. “Sabem que quando isto acontece aqui tem implicações ali e não precisam de ir lá sequer ver. Têm a certeza.” Voto adiado para domingo, 15 de Fevereiro No meio deste cenário, o adiamento da votação na segunda volta das presidenciais deixou frustração e um debate inevitável. Rui Xavier não esconde a sua posição: “Eu preferia ter podido votar este domingo” E acrescenta: “As condições climatéricas estão razoáveis e acho que seria possível votarmos.” Ainda assim, não aponta o dedo. “Compreendo que as autoridades tenham avaliado com antecedência e tenham avaliado o risco.” E lembra que a sucessão de tempestades foi imprevisível: “Estavam anunciadas estas outras, embora não me agrade não poder votar, eu compreendo essa precaução.” A frase que usa é rara na política portuguesa, como ele próprio nota: “Parece uma coisa nada portuguesa, mas vale prevenir.” A garantia que o tranquiliza é simples: “Eu sei que vou votar no próximo domingo (…) e que o meu voto também conta.” E deixa um apelo directo à participação: “Acho que é uma obrigação a nossa voz também ser ouvida.” Rui Xavier admite o incómodo, mas recusa dramatismos: “Não é o ideal, mas é o possível.” E insiste na ideia central: segurança primeiro. “Pôs-se em prioridade a possibilidade das pessoas poderem votar em segurança e o processo ser mais razoável.” O concelho, lembra, está em situação de calamidade. E faz um exercício concreto: “Imaginemos que estas últimas 24 horas tinham sido realmente muito fustigadoras.” Estradas cortadas, comboios interrompidos, pessoas a deslocarem-se de fora para votar: “Isso não era muito razoável.” No fim, regressa à mesma lógica que viu nos cortes de estrada e nos avisos de cheia: precaução. “Compreendo que uma estrada seja cortada quando há pouca água a passar por cima, mas que ainda assim é um risco para a população.” A Golegã, como tantas vezes, volta a ser um território entre dois movimentos: o da água que sobe e o do país que tenta avançar. Aqui, as cheias são antigas — e a democracia, por uma semana, ficou à espera.
António José Seguro será o novo Presidente da República: terá cerca de 70% dos votos, projeções dão André Ventura entre 27% e 33%. Às 20h20, com 2754 das 3259 freguesias apuradas, Ricardo Costa e Bernardo Ferrão fazem uma primeira análise dos resultados da segunda volta das presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando começam a receber fotografias, por Whatsapp, os antigos alunos da escola de yoga de Lisboa percebem finalmente o que aconteceu às dezenas de colegas que ao longo dos anos viram a desaparecer do ashram. Não estavam em retiros de silêncio nem a fazer voluntariado noutras escolas. O trabalho que estas mulheres estavam a fazer em nome do guru, incomunicáveis, presas em países estrangeiros, sem documentos e sem receber dinheiro em troca, era outro. Estavam num chat de sexo pela internet. O guru é Gregorian Bivolaru. Começou a ensinar yoga em Bucareste, na Roménia, em 1971, ainda durante a ditadura comunista de Nicolae Ceaușescu. E continua a fazê-lo, mesmo quando as aulas da modalidade são proibidas. Depois de o regime cair, funda o MISA, Movimento para a Integração Espiritual no Absoluto, abre escolas e ashrams em todo o país e expande-se para o estrangeiro. Assume-se como guia espiritual e acumula milhares de alunos e seguidores. Que, por ele, vão aceitar fazer as coisas mais inimagináveis. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando começam a receber fotografias, por Whatsapp, os antigos alunos da escola de yoga de Lisboa percebem finalmente o que aconteceu às dezenas de colegas que ao longo dos anos viram a desaparecer do ashram. Não estavam em retiros de silêncio nem a fazer voluntariado noutras escolas. O trabalho que estas mulheres estavam a fazer em nome do guru, incomunicáveis, presas em países estrangeiros, sem documentos e sem receber dinheiro em troca, era outro. Estavam num chat de sexo pela internet. O guru é Gregorian Bivolaru. Começou a ensinar yoga em Bucareste, na Roménia, em 1971, ainda durante a ditadura comunista de Nicolae Ceaușescu. E continua a fazê-lo, mesmo quando as aulas da modalidade são proibidas. Depois de o regime cair, funda o MISA, Movimento para a Integração Espiritual no Absoluto, abre escolas e ashrams em todo o país e expande-se para o estrangeiro. Assume-se como guia espiritual e acumula milhares de alunos e seguidores. Que, por ele, vão aceitar fazer as coisas mais inimagináveis. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando começam a receber fotografias, por Whatsapp, os antigos alunos da escola de yoga de Lisboa percebem finalmente o que aconteceu às dezenas de colegas que ao longo dos anos viram a desaparecer do ashram. Não estavam em retiros de silêncio nem a fazer voluntariado noutras escolas. O trabalho que estas mulheres estavam a fazer em nome do guru, incomunicáveis, presas em países estrangeiros, sem documentos e sem receber dinheiro em troca, era outro. Estavam num chat de sexo pela internet. O guru é Gregorian Bivolaru. Começou a ensinar yoga em Bucareste, na Roménia, em 1971, ainda durante a ditadura comunista de Nicolae Ceaușescu. E continua a fazê-lo, mesmo quando as aulas da modalidade são proibidas. Depois de o regime cair, funda o MISA, Movimento para a Integração Espiritual no Absoluto, abre escolas e ashrams em todo o país e expande-se para o estrangeiro. Assume-se como guia espiritual e acumula milhares de alunos e seguidores. Que, por ele, vão aceitar fazer as coisas mais inimagináveis. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre João Vitor, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 4,12-23Ao saber que João tinha sido preso,Jesus voltou para a Galileia.Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum,que fica às margens do mar da Galileia,no território de Zabulon e Neftali,para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar,região do outro lado do rio Jordão,Galileia dos pagãos!O povo que vivia nas trevas viu uma grande luze para os que viviam na região escura da mortebrilhou uma luz".Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo:"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos:Simão, chamado Pedro, e seu irmão André.Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores.Jesus disse a eles: "Segui-me,e eu farei de vós pescadores de homens".Eles, imediatamente deixaram as redes e o seguiram.Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos:Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João.Estavam na barca com seu pai Zebedeuconsertando as redes.Jesus os chamou.Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai,e o seguiram.Jesus andava por toda a Galileia,ensinando em suas sinagogas,pregando o Evangelho do Reinoe curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.Palavra da Salvação.
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 4,12-2312Ao saber que João tinha sido preso,Jesus voltou para a Galileia.13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum,que fica às margens do mar da Galileia,14no território de Zabulon e Neftali,para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:15"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar,região do outro lado do rio Jordão,Galileia dos pagãos!16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luze para os que viviam na região escura da mortebrilhou uma luz".17Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo:"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".18Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia,viu dois irmãos:Simão, chamado Pedro, e seu irmão André.Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores.19Jesus disse a eles: "Segui-me,e eu farei de vós pescadores de homens".20Eles, imediatamente deixaram as redes e o seguiram.21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos:Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João.Estavam na barca com seu pai Zebedeuconsertando as redes.Jesus os chamou.22Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai,e o seguiram.23Jesus andava por toda a Galileia,ensinando em suas sinagogas,pregando o Evangelho do Reinoe curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.Palavra da Salvação.
Subscreve o canal para não perderes um episódio todas as terças.Instagram - https://www.instagram.com/solverde.pt/X - https://x.com/solverdeptTikTok - https://www.tiktok.com/@solverde.ptVasco Elvas - https://www.instagram.com/vascoelvasTomás da Cunha - https://x.com/tomasrdacunhaTiago Almeida - https://www.instagram.com/tiago.aalmeida/Produção - Setlist:Nuno PiresVasco Assis TeixeiraRealização:Pedro BessaDiogo RodriguesPós-Produção:Who Cried Wolf00:00 - Euforia Gonçalo Guedes01:30 - Código Jogo Solverde.pt02:07 - Mau perder 03:44 - Costinha chama a atenção a Figo05:50 - Jorge Costa capitão, capitão.06:20 - Liderança no Futebol10:10 - Henry talento à primeira vista13:00 - Creparia com Henry e Trezeguet14:10 - Trezeguet e finalização nos treinos15:24 - A experiência de dias no Valência23:15 - A confusão de fato a chegar ao Mónaco24:25 - Treinador a roupeiro25:00 - Confiança nos treinos 27:05 - O "Turista"28:55 - Expectativas de treino30:55 - Jogo posicional do Costinha e Mourinho33:20 - Porto e a vitória da Champions35:20 - Mourinho atual vs Mourinho do passado41:50 - Memória curta com os treinadores42:20 - Futuro de Ruben Amorim43:40 - Costinha e regresso ao banco47:10 - Rumores de transferências para o Sporting49:02 - Reforços leoninos de Costinha51:00 - A função do Diretor desportivo55:20 - Leaks e invenções noticiosas55:46 - Previsões para a Primeira Liga58:30 - Portugal e jogadores que fazem a diferença59:37 - Costinha mal vestido, acontece?1:01:35 - Referências de moda1:03:05 - Apostas da semana1:09:13 - Huntelaar perto do Sporting#jogopelojogo #podcast #futebol
Três pessoas morreram à espera de socorro, que tardou a chegar. De quem é a culpa sobre o estado a que chegou a Saúde em Portugal? Este é o tema do Crime e Castigo desta semana um podcast com Paulo João Santos e Francisca Laranjo, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Nuno Carvalho.
14 Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15 "O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!" 16 E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17 Jesus lhes disse: "Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens". 18 E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19 Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20 e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
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Verso para memorizar“Mas, se vocês não quiserem servir o Senhor, escolham hoje a quem vão servir [...]. Eu e a minha casa serviremos o Senhor” (Js 24:15).
A paulista Julia Nagy passeava sozinha pela praia quando os tiros começaram, e afirma ter consolado um homem em estado de choque que lhe indicava ter visto um parente ser baleado; A capixaba Luenda Vettorazzo colocava o filho na cadeirinha do carro quando avistou um dos atiradores sobre a ponte do estacionamento. Elas contam o que testemunharam no segundo maior atentado com armas da história da Austrália.
Felício Ramuth - Vice Governador do Estado de São Paulo.
Estavam a dormir durante a cerimónia dos Grammys Latinos? Calma, que a Marta Rocha está cá para ajudar!
O Vilela vai bater um papo com vários policiais que participaram da Operação Contenção, e eles vão contar como foi estar no meio de toda a confusão.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Dezenovebrasileiros, que estavam presos em uma estrada no Chile, foram resgatados. Ao todo, um grupo de mais de 30 pessoas ficou isolado dentro de um ônibus na rodovia depois de uma forte nevasca, na região do Atacama. A operação de resgate durou cerca de 12 horas. Por causa do acúmulo de neve na pista e de um acidente na quarta-feira, todos ficaram sem ter como deixar o local. Durante a nevasca, as temperaturas chegaram a sete graus negativos. Todos passam bem. Eainda: Governo federal assina acordo com a família de Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar.
O cenário do pesadelo é o seguinte: a inteligência americana e israelense está errada, ainda existe um laboratório secreto de enriquecimento de urânio no Irã e eles têm uma arma nuclear em menos de um mês. Estavam perto de ter essa arma. É um cenário improvável, mas não impossível.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É bem ruim a notícia trazida pela última edição da pesquisa Atlas para o governo Lula. E para o presidente Lula, também, se ele deseja a reeleição. Sua aprovação está no pior momento em 15 meses, 53,7% dos brasileiros o reprovam pessoalmente. É cinco pontos mais do que a pesquisa realizada em março. Se o segundo turno de 2022 ocorresse hoje, Bolsonaro venceria com quase 47% dos votos contra 44% de Lula. E por que isso? Corrupção.Os números principais são os seguintes. Em outubro do ano passado, 51% dos brasileiros consideravam corrupção o maior problema do país. Subiu para 60% em março e se manteve no mesmo lugar, agora. 59%, mas na margem de erro. O número é o mesmo.Em 2023 e 24, os principais problemas que os brasileiros enxergavam no país, nas várias pesquisas, eram economia e saúde. Estavam acontecendo filas gigantes no SUS para cirurgias e consultas, coisa que o governo conseguiu resolver. Tudo aquilo que não deu para fazer durante a pandemia acumulou e demorou para tirar o gargalo. Teve um surto feio de dengue, no ano passado, um surto histórico, para não falar dos reajustes altos dos planos de saúde e Covid longa. Muita gente lidando com isso tudo fez Saúde disparar como problema. E teve inflação, juros altos. O governo jogou muita grana na economia, o que dá uns picos de crescimento de PIB mas também desorganiza mercados e gera inflação. É aquele tipo de crescimento que as pessoas não sentem na vida cotidiana porque o que veem são os preços subindo toda hora no supermercado.Só que, nesses primeiros meses do ano, saúde foi sumindo como problema grande, a economia não está nos eixos mas a inflação aperta menos. E aí estourou o escândalo do INSS.Para Lula, o pior tema que pode estar no topo das preocupações dos brasileiros é corrupção. É onde ele não consegue ganhar. Veja, a popularidade do presidente estava baixa, mas ela vinha subindo lentamente desde o primeiro semestre do ano passado. Entrou a coisa do INSS, abateu.Quer entender a natureza do problema? Então pensa só nesse número: 68% dos brasileiros julgam ou muito provável ou provável que “revelações sobre grandes fraudes ou esquemas de corrupção” aconteçam nos próximos seis meses. O impressionante deste número, quase 70%, é que ele vai muito além dos eleitores de direita. Isso quer dizer que pelo menos metade das pessoas que votariam em Lula para a presidência acham que é inevitável um escândalo grande nos próximos meses.Essa ideia de que um governo Lula é, necessariamente, um governo corrupto é uma que até quem vota no presidente compra como fato. Os governos do PT são percebidos como muito corruptos inclusive pelos eleitores petistas. E esse é um tema sobre o qual a gente não fala o suficiente. Até porque a responsabilidade desta percepção não é só do PT. Entender isso é importante porque esta percepção de que corrupção é o maior problema do país, se ela se mantém no ano que vem, derruba Lula e elege a oposição.Vamos começar por ideologia? Muita gente pensa em ideologia como uma escolha racional que as pessoas fazem. Raramente é. Ideologia costuma ser fruto natural de nossas predisposições internas, da nossa personalidade. Tem mais a ver com psicanálise e genética do que tem a ver com pensamento frio. A gente que racionaliza nossos valores a posteriori. E a mente conservadora, antes de tudo, percebe o mundo como um caos que precisa ser controlado. O conservador vê o mundo como ameaçador. O papel do Estado, para ele, é controlar essas ameaças. É um papel de força para a ordem. Então a relação do conservador com Justiça tende a ser punitivista, mesmo. Impor pelo receio de prisão, de punição, os limites a estes bichos selvagens que nós humanos somos.A cabeça liberal é bem diferente. Prum liberal, o instinto é que, se houver dúvida a respeito da culpa, melhor não prender, não condenar. O liberal prefere um Estado parcimonioso. Não pode ser ausente, porque sem Estado o forte se impõe ao fraco e liberal, liberal de verdade, quer que as pessoas estejam livres de qualquer opressão. Do Estado mas também de gente, de empresas. Não importa de onde vem. O socialista tem um terceiro caminho. Ele, como o conservador, quer um Estado forte. Mas é por outra razão. É um Estado para fazer Justiça social, se impor sobre os ricos, distribuir os recursos da sociedade. Ter esse guia sobre as três ideologias ajuda a explicar muita coisa.O conservador não lida bem com o jeito como a Lava Jato acabou. Os muitos problemas de rito da Justiça, a maneira como o juiz de primeira instância em Curitiba atravessou suas atribuições, para a cabeça conservadora isso é firula, é bobagem, tudo desculpa pra tirar a punição de corruptos. Para um liberal, os ritos da Justiça são a essência da garantia de que ninguém terá suas liberdades cerceadas sem o devido processo legal. Para os socialistas, a corrupção meio que não importa. O Estado brasileiro é corrupto mesmo, mas como o importante é que as pessoas em seu comando estejam fazendo Justiça social, se alguma corrupção for necessária, manda ver. É uma versão de esquerda do rouba mas faz, percebe?Cerca um petista, qualquer um, e pergunta se ele acha que nunca houve corrupção bárbara na Petrobras. Ninguém vai dizer isso. Eles só não acham tão relevante assim. Tem uma tese de doutorado do cientista político Thiago Barbosa, que ganhou prêmio da Capes em 2020, mostrando outra coisa. Se você é de esquerda, você tende a diminuir a percepção de corrupção da sua turma e aumentar a dos outros. Se você é de direita, idem.Entender o componente ideológico ajuda a explicar um pouco um mistério: por que a direita não liga pras muitas evidências de corrupção do ex-presidente Jair Bolsonaro? O fato de ser corrupção pessoal pode ajudar a explicar. É na física. É pra botar no bolso. Isso é pouco relevante porque, afinal, ele é durão, põe ordem no país. Isso que é importante. O PT, por sua vez, rouba da Petrobras, rouba do Estado, rouba em volumes muito maiores. Isso faz sentido racional? Nenhum. Primeiro porque não sabemos muito sobre a corrupção no governo Bolsonaro. Segundo porque, legalmente, todo dinheiro desviado é do Estado. Se foi pra comprar deputado ou apartamento, não tem qualquer relevância.Mas a gente vê isso no discurso público a toda hora. Porque não é só com Flávio Bolsonaro comprando casa de seis milhões de reais em dinheiro. A direita brasileira se joga em horda contra a ideia do julgamento da tentativa de golpe de Estado. E faz sentido. Afinal, a ordem pela força mesmo que fora da Constituição, é o lugar para onde escorrega todo conservador extremista. Botar ordem que é importante. E, neste rumo, a gente descobre como alguns conservadores vão parar nessa de defender ditadura.Nós, no fim, ficamos entre essas duas pressões. Um quer a força do Estado para reorganizar toda a sociedade. O outro quer a força do Estado para mexer o menos possível na sociedade. Essa, aliás, já era a tese de outro cientista político, bastante mais conhecido, André Singer, no livro Esquerda e Direita no Eleitorado Brasileiro. São essas forças que desembocam na percepção que um e outro têm da corrupção dos seus e dos outros.Fato é que a turma da direita ou não acredita nas rachadinhas do Bolsonaro, ou acha que não são relevantes. Afinal, ele é de direita e melhor que haja um governante de direita. A turma da esquerda sabe que o governo petista foi corrupto mas não acha relevante. Afinal, ele é de esquerda e melhor que haja um governante de esquerda. Uma turma quer ordem a todo custo, a outra distribuição das riquezas a todo custo.No meio disso fica o Brasil. Fica um Poder Judiciário que vai e volta, que hesita, que um ano pensa uma coisa e, no outro, pensa outra. E isso mina sua credibilidade. Numa democracia liberal, o ideal, ideal mesmo, é que tivéssemos leis claras, bem construídas, e um Judiciário que fosse capaz de normatizar a maneira como julga. Previsibilidade. A gente avançou nesse sentido, mas grandes decisões pelo Supremo ao longo dos últimos dez anos matam qualquer percepção de que a Justiça esteja melhor. E, sim, gente demais, entre esquerda e direita, acha que quando a Justiça julga a favor dos seus, ela é justa. Quando julga contra os seus, é injusta.É difícil, hein? O fato é o seguinte: os brasileiros acham que a direita lida melhor com corrupção do que a esquerda. Se isso é verdade? Não há qualquer indício de que seja. A percepção do brasileiro sobre o que é corrupção que deve ser punida muda de acordo com classe econômica e muda de acordo com preferências ideológicas. O resultado, no fim das contas, é que todo mundo acha o PT corrupto, uns não ligam. Nem todo mundo acha Bolsonaro corrupto.O governo Lula poderia escolher pegar este caso do INSS e transformar num exemplo, fazer umas demissões estrondosas, tocar barulho, fazer pose, quem sabe até promover uma grande investigação pública para trazer transparência ao que houve. Ia trazer a público até parte da corrupção no governo Bolsonaro. Mas isso ninguém de esquerda parece querer fazer. A esquerda, afinal, não liga pra corrupção. Mas devia. Se não porque corrupção é crime, é desviar dinheiro do Estado e, portando, de gente que precisa, pelo menos porque quem se dá mau quando há corrupção não é a direita. É a própria esquerda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estavam com saudades dos nossos Chicopapos? Hoje é dia de entrevistar a Roxy/Roxanne, que faz parte da equipe do Chicotadas e vocês conhecem bem, sobre as experiências dela vivendo uma relação D/s que tem transitado entre presencial e à distância ao longo dos anos, com um dono que mora em outro país. Como fazer essa dinâmica funcionar? Quais foram os melhores e piores momentos, desafios e aprendizados? Quais são as nossas dicas para você que quer viver relações de dominação e submissão mais saudáveis ou que está querendo estabelecer uma dinâmica à distância? Vem escutar e participar dessa conversa! Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylustVoz da vinheta: @thegeekswitch de Florianópolis Aviso de gatilho (crises depressivas): de 42m12 até 44m12 (todo o trecho sobre saúde mental e depressão: 39:38 a 44:12) Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadasNossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte na nova identidade visual do Chicotadas. Com fundo preto, as letras, imagens e detalhes são em amarelo claro, vermelho e lilás. Ao centro, na parte superior, a palavra “Chicopapo”, com corações nas duas letras “o”, e o nome da entrevistada, Roxy/Roxanne. Abaixo do título, duas fotos da Roxy, com filtro avermelhado sobre fundo amarelo. Em uma das fotos, ela sorri de olhos quase fechados enquanto a mão de seu dono segura seu rosto e, na outra, olha para a câmera enquanto usa uma coleira. É possível ver a nova logo do Chicotadas, o desenho de um chicote longo posicionado de forma a lembrar uma onda sonora, e o subtítulo do episódio: D/s à distância e D/s presencial: como fazer funcionar? Desafios, aprendizados e possibilidades ao manter uma dinâmica de dominação e submissão morando longe da parceria. Minutagens:1:07 Introdução do episódio 2:07 Mais sobre a Roxy, sua trajetória e relacionamentos dentro do BDSM, práticas favoritas, relações D/s e play partners anteriores, dificuldades para estabelecer uma D/s dentro do BDSM.História em quadrinhos “Sunstone” (Stjepan Šeji)Citadas: fear play, CNC, dominação e submissão, sensation play, edging, spanking, shibari, wax play. 13:01 Como eles se conheceram? Como a iniciaram as dinâmicas e jogos até o estabelecimento de uma D/s? D/s e sessões dentro do navio, dinâmica e limites. Negociação e dinâmica atual da relação. Citados: PPE (troca parcial de poder), TPE (troca total de poder). 28:46 Recado do Apoia.se https://apoia.se/chicotadas 30:45 Dinâmica presencial e transição para dinâmica à distância. Como foi? Quais foram as maiores dificuldades? Como fizeram para manter a dinâmica à distância? Regras, reforços de dinâmica, ferramentas e estratégias. Crises, questões de saúde mental, cuidado, autonomia, decisão e controle.Aviso de gatilho: de 42:12 até 44:12 (todo o trecho sobre saúde mental e depressão: 39:38 a 44:12)Citado: “a grande regra do submisso”, da Mollena Williams-Haas (Submissive's Prime Directive: Take Care of the Property) 45:09 Reencontro e retorno para a dinâmica TPE presencial por três meses. Como foi essa viagem e reencontro? Quais foram os melhores momentos da dinâmica? Regras, rituais, sessões e dia a dia. 59:01 E agora? Quais os planos para o futuro? 1:02:06 Últimas dicas e conselhos para quem quer começar uma D/s em geral ou estabelecer uma dinâmica que transite entre à distância e presencial. Quais pontos merecem mais atenção para ter a relação saudável? 1:08:01 Aftercare1:09:55 @thegeekswitch de Florianópolis e bloopers Nossos links: https://chicotadas.com.br/
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, Cenipa, apura as causas da queda do avião que atingiu um ônibus em uma avenida em São Paulo. O modelo não possui caixa preta, mas tem equipamentos que registram de forma detalhada o funcionamento da aeronave. A conversa entre o piloto e a torre de controle também ficou gravada. Estavam a bordo o advogado Marcio Louzada Carpena, de 49 anos, e o piloto Gustavo Medeiros, de 44 anos. Os corpos deles foram levados para o Instituto Médico Legal, identificados e liberados. Outras seis pessoas ficaram feridas. E ainda: avião é localizado no Alasca.
No dia da tomada de posse de Donald Trump como o 47º Presidente dos Estados Unidos da América, Clara Ferreira Alves faz a análise em direto dos discursos e promessas da nova "Idade de Ouro", na companhia de Ricardo Costa. O papel de JD Vance na nova direita americana, o discurso de Trump e as suas implicações políticas, a questão do canal do Panamá nas relações internacionais e a dinâmica política dos democratas sob a liderança de Biden. A conversa explora a ressurreição política de Donald Trump e os desafios enfrentados pelo Partido Democrata. Este painel foi emitido na SIC Notícias a 20 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agência da ONU para Refugiados, Acnur, estima que, no total, pelo menos 51 mil sírios voltaram à casa desde o mês passado; número de cidadãos acolhidos na Turquia que cruzou a fronteira foi informado por autoridades turcas que monitoram a passagem de Jaber-Nassib.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, um general reformado, ex-integrante do governo Jair Bolsonaro, três agentes das Forças Especiais, conhecidos como “kids pretos”, e um policial federal. O grupo supostamente planejava um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Lula e “restringir o livre exercício do Poder Judiciário”. As diligências fazem parte da Operação Contragolpe, que identificou um detalhado planejamento operacional chamado “Punhal Verde e Amarelo”, previsto para ser executado em 15 de dezembro de 2022. O plano tinha como objetivo o assassinato de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Também incluía a execução do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, que era monitorado continuamente, caso o golpe fosse consumado. "Isso não é o Exército Brasileiro. Isso é o joio do Exército Brasileiro. E a reunião em que foi celada a decisão e a execução do plano para executar o ministro Alexandre de Moraes ocorreu na casa do Ministro da Defesa do governo Bolsonaro, Braga Neto. É estarrecedor; eles estavam a postos para matar o Alexandre de Moraes", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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