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Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
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O Pronaf completou 30 anos e mudou muito. Exceto numa coisa: boa parte do dinheiro vai para commodities, e não alimentos. No terceiro episódio da série “Agronegocinho”, adentramos o labirinto do crédito rural para entender como mais uma política pensada para o pequeno agricultor acaba por beneficiar o agronegócio. E nos deparamos com a história de uma visita inusitada à Esplanada dos Ministérios. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
O crime financeiro mudou de escala, de velocidade e de território. Ataques cibernéticos, criptomoedas, casas de aposta, operações de câmbio massificadas e pagamentos instantâneos criaram um cenário em que o dinheiro ilícito cruza fronteiras em segundos. Nesse novo ambiente, os modelos tradicionais de prevenção já não acompanham a sofisticação das organizações criminosas e a resposta do sistema financeiro precisa evoluir.Neste episódio especial de Febraban Podcast, especialistas do setor financeiro e regulatório que estiveram no 15.º Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, realizado pela Febraban, em São Paulo, revelam como o crime digital financeiro se estrutura hoje e quais são os principais desafios para bancos, reguladores e instituições no enfrentamento à lavagem de dinheiro no século XXI.Ao longo da conversa, você vai entender:Como o crime financeiro passou a operar com lógica empresarial, escala global e alta tecnologia;Por que ataques cibernéticos, criptoativos e meios de pagamento instantâneos redesenharam o risco financeiro;Os limites do modelo tradicional de PLDFT diante de um ambiente digital e interconectado;O papel da integração entre dados, tecnologia e cooperação institucional no combate ao crime;Por que prevenção precisa ser tão rápida, sofisticada e transnacional quanto os crimes que busca enfrentar.Com Valdir Assef Jr. (Febraban), Eduardo Guerrero (Caixa), Jaqueline Goya (Bradesco), Antonio Juan Ferreira Cunha (Banco Central), Kelly Gallego Massaro (ABRACAM) e Paulo Carreiro (Bradesco). A apresentação é da jornalista Mona Dorf, diretora‑adjunta de Conteúdo Digital da Febraban.Ouça agora e entenda por que o combate ao crime financeiro exige novas estratégias, novos modelos e atuação integrada.Ficha técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris Arruda Gravação: Supernova Cinematográfica
O financiamento pode ser decisivo para fechar uma venda de energia solar. Neste episódio do Papo Solar, vamos discutir métodos de financiamento de energia para integradores, mostrando como estruturar propostas mais claras, reduzir objeções do cliente e transformar crédito em estratégia comercial.
Marcelo Branco - Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação - Programa Casa Paulista
O deputado cassado Eduardo Bolsonaro admitiu ter assinado contrato com poderes de gestão financeira sobre o filme Dark Horse, que contará a história de Jair Bolsonaro. A declaração contradiz fala anterior do parlamentar, que havia negado participação na gestão do projeto. Segundo o The Intercept Brasil, Eduardo atuou como produtor-executivo ao lado de Mario Frias.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Intercept Brasil revelou o contrato assinado por Eduardo Bolsonaro que desmente sua versão oficial.Ele não apenas cedeu a imagem: o deputado cassado assinou como produtor-executivo, tendo controle direto sobre o orçamento milionário financiado pelo dono do Banco Master. Entenda as consequências jurídicas.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #EduardoBolsonaro #DarkHorse #TheInterceptBrasil #ContratoVazado #Investigacao #PF #FilmeBolsonaro #BastidoresDaPolitica #Noticias #PodcastBrasil #PoliticaNacional #EUA #DinheiroPublico #Transparencia #FlavioBolsonaro
Financiamento visa apoiar população afetada pela violência e por desastres climáticos no país africano de língua portuguesa; são necessários US$ 534 milhões para alcançar 1,7 milhão de pessoas.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
A poucos meses do fim do Plano de Recuperação e Resiliência, cerca de um terço dos investimentos analisados está em situação preocupante ou crítica, segundo a comissão de acompanhamento, que alerta para dificuldades na execução e para casos em que os projetos ainda não estão a funcionar no terrenoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na ensolarada Califórnia, uma junção de Universitários Brilhantes, Laboratórios Industriais e o Financiamento do Exército Americano deu origem a um ecossistema carregado de diversidade de pensamentos, comportamentos e invenções, eventualmente se espalhando por toda costa oeste e que alteraram o curso da Comunicação mundial. Entenda as contradições, as histórias de inovação, as traições e toda a tecnologia que transformou o Vale do Silício num berço de talentos sem paralelo em lugar nenhum do mundo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha Citação ABNT: Scicast #685: História do Vale do Silício. Locução: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha. [S.l.] Portal Deviante, 22/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-685 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: The Man Behind the Microchip: Robert Noyce and the Invention of Silicon Valley - Leslie Berlin (2005) Broken Genius: The Rise and Fall of William Shockley - Joel N. Shurkin (2006) Blank, Steve. "The Secret History of Silicon Valley." Steve Blank, steveblank.com/category/secret-history-of-silicon-valley. Doctorow, Cory. "The Traitorous Eight and the Battle of Germanium Valley." Pluralistic, 24 Oct. 2021, pluralistic.net/2021/10/24/the-traitorous-eight-and-the-battle-of-germanium-valley. "Fairchild Semiconductor founders." Computer History Museum, www.computerhistory.org/revolution/digital-logic/12/275. "Fred Terman: Father of Silicon Valley." Hewlett-Packard History, www.hewlettpackardhistory.com/item/the-father-of-silicon-valley. "Stanford and Silicon Valley." Best Practices in State and Regional Innovation Initiatives: Competing in the 21st Century, National Academies Press, www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK158815. "The “Traitorous Eight” and the Rise of Fairchild Semiconductor." All About Circuits, 28 Feb. 2022, www.allaboutcircuits.com/news/the-traitorous-eight-and-the-rise-of-fairchild-semiconductor. "The Origins of Silicon Valley: Why and How It Happened." Stanford Digital Repository, Stanford University, purl.stanford.edu/dw901gv8707. "The suburban office park that launched Silicon Valley." The Hustle, 25 Apr. 2025, thehustle.co/originals/the-suburban-office-park-that-launched-silicon-valley. "The Traitorous 8 and Birth of Silicon Valley." Investing Caffeine, 13 Mar. 2016, investingcaffeine.com/2016/03/13/the-traitorous-8-and-birth-of-silicon-valley. "The Traitorous Eight Traitorously Leave Shockley Semiconductor." PBS, www.pbs.org/transistor/album1/eight/index.html. “William Shockley — accidental inventor of Silicon Valley." Engelsberg Ideas, 11 Jun. 2022, engelsbergideas.com/portraits/william-shockley-accidental-inventor-of-silicon-valley. Sugestões de filmes: Silicon Valley - https://www.imdb.com/title/tt2547530/ Jobs (2013) dirigido por Joshua Michael Stern - https://www.imdb.com/title/tt2357129/ Piratas do Vale do Silicio - https://www.imdb.com/title/tt0168122/ Triunfo dos Nerds - https://www.imdb.com/title/tt0115398/ Sugestões de vídeos: Documentário que detalha a criação do Transistor: https://www.youtube.com/watch?v=Y0hEFafx7Eg Vídeo detalhando o quanto o Altair 8800 foi revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=cwEmnfy2BhI Sugestões de links: Código fonte em Assembly que deu origem a Microsoft: https://l1nq.com/Wkrso See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na ensolarada Califórnia, uma junção de Universitários Brilhantes, Laboratórios Industriais e o Financiamento do Exército Americano deu origem a um ecossistema carregado de diversidade de pensamentos, comportamentos e invenções, eventualmente se espalhando por toda costa oeste e que alteraram o curso da Comunicação mundial. Entenda as contradições, as histórias de inovação, as traições e toda a tecnologia que transformou o Vale do Silício num berço de talentos sem paralelo em lugar nenhum do mundo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha, Cezar Antônio Citação ABNT: Scicast #685: História do Vale do Silício. Locução: Fernando Malta, Marcelo de Matos, Gabriela Reciputti, Gustavo Rebelo, Roberto Spinelli, Marcos Sorrilha, Cezar Antônio. [S.l.] Portal Deviante, 22/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-685 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: The Man Behind the Microchip: Robert Noyce and the Invention of Silicon Valley – Leslie Berlin (2005) Broken Genius: The Rise and Fall of William Shockley – Joel N. Shurkin (2006) Blank, Steve. “The Secret History of Silicon Valley.” Steve Blank, steveblank.com/category/secret-history-of-silicon-valley. Doctorow, Cory. “The Traitorous Eight and the Battle of Germanium Valley.” Pluralistic, 24 Oct. 2021, pluralistic.net/2021/10/24/the-traitorous-eight-and-the-battle-of-germanium-valley. “Fairchild Semiconductor founders.” Computer History Museum, www.computerhistory.org/revolution/digital-logic/12/275. “Fred Terman: Father of Silicon Valley.” Hewlett-Packard History, www.hewlettpackardhistory.com/item/the-father-of-silicon-valley. “Stanford and Silicon Valley.” Best Practices in State and Regional Innovation Initiatives: Competing in the 21st Century, National Academies Press, www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK158815. “The “Traitorous Eight” and the Rise of Fairchild Semiconductor.” All About Circuits, 28 Feb. 2022, www.allaboutcircuits.com/news/the-traitorous-eight-and-the-rise-of-fairchild-semiconductor. “The Origins of Silicon Valley: Why and How It Happened.” Stanford Digital Repository, Stanford University, purl.stanford.edu/dw901gv8707. “The suburban office park that launched Silicon Valley.” The Hustle, 25 Apr. 2025, thehustle.co/originals/the-suburban-office-park-that-launched-silicon-valley. “The Traitorous 8 and Birth of Silicon Valley.” Investing Caffeine, 13 Mar. 2016, investingcaffeine.com/2016/03/13/the-traitorous-8-and-birth-of-silicon-valley. “The Traitorous Eight Traitorously Leave Shockley Semiconductor.” PBS, www.pbs.org/transistor/album1/eight/index.html. “William Shockley — accidental inventor of Silicon Valley.” Engelsberg Ideas, 11 Jun. 2022, engelsbergideas.com/portraits/william-shockley-accidental-inventor-of-silicon-valley. Sugestões de filmes: Silicon Valley – https://www.imdb.com/title/tt2547530/ Jobs (2013) dirigido por Joshua Michael Stern – https://www.imdb.com/title/tt2357129/ Piratas do Vale do Silicio – https://www.imdb.com/title/tt0168122/ Triunfo dos Nerds – https://www.imdb.com/title/tt0115398/ Sugestões de vídeos: Documentário que detalha a criação do Transistor: https://www.youtube.com/watch?v=Y0hEFafx7Eg Vídeo detalhando o quanto o Altair 8800 foi revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=cwEmnfy2BhI Sugestões de links: Código fonte em Assembly que deu origem a Microsoft: https://l1nq.com/Wkrso
Neste episódio do podcast Foco no Agronegócio, Bruno Fonseca recebe Maria Julia França, do Rabobank, e Matheus Azevedo, da Bayer, para uma conversa aprofundada sobre os desafios do crédito no agro e as soluções financeiras que estão viabilizando o financiamento das safras. O papo passa pelo cenário atual do produtor rural, pelo uso de FIAGRO/FIDC, estruturas dolarizadas e pela parceria Rabobank-Bayer como exemplo de inovação e sustentabilidade financeira para toda a cadeia do agronegócio. Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Produtor rural precisa olhar para novas fontes de financiamento — e entender como o mercado de capitais está entrando de vez no campo.
Rui Rio critica mudança no financiamento partidárioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante mais de 20 anos, em Portugal, foi possível saber quem financiava os partidos políticos e as campanhas eleitorais. Essa informação esteve disponível em nome da transparência e do escrutínio democrático. Mas isso acaba de mudar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Podcast aborda o desenvolvimento de polímeros à base de madeira, mandioca, açaí e resíduos agrícolas em universidades e empresas brasileiras. E mais: curiosidade científica; agências de fomento; biomarcadores
Relatório da ONU revela divisões geopolíticas e comerciais; todos os indicadores estão em queda, inclusive investimento privado; mas investimentos em combustíveis fósseis dobram e comércio Sul-Sul quadruplica.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (2ª Parte): Dificuldade em aceder a financiamento por empresas inovadoras na UE Inteligência Artificial Projecto da 28ª jurisdição Custos da energia mais altos na Europa Transição climática Impacto de maior integração nos países / regiões periféricas Portugal: impacto do salário mínimo na coesão territorialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A sustentabilidade do sistema de Segurança Social é um dos principais desafios intergeracionais em Portugal. Ausente dos debates do mais recente ciclo de eleições, o tema exige reflexão permanente face aos desequilíbrios demográficos e à necessidade de diversificação das fontes de financiamento.Quais são as decisões urgentes a tomar para prevenir impactos negativos futuros no sistema? A sustentabilidade financeira do sistema está garantida? Estamos cada vez mais dependentes das contribuições dos imigrantes? A despesa social tem de aumentar de forma significativa?Para debater estas e outras questões são convidados Amílcar Moreira, especialista em Políticas Sociais, e Gabriel Rodrigues Bastos, ex-secretário de Estado da Segurança Social.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença
A publicação, organizada pela líder do PT, Augusta Brito, é um roteiro prático e jurídico num cenário em que ainda existe profunda desigualdade de gênero e raça.Sonora:
O PL, do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, foi o maior beneficiado pela janela de troca partidária no último mês na Câmara, conforme levantamento parcial do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A janela marca um período de 30 dias, que durou do dia 5 de março a 3 de abril, em que deputados federais podem trocar de partido sem serem cassados por infidelidade e disputar as próximas eleições. O número final só deve ser conhecido nesta segunda-feira. Segundo a apuração parcial, o PL aumentou em 12 o número deputados federais na janela, com a entrada de 20 novos parlamentares e a saída de oito. No total, a legenda ficou com 97 parlamentares na Câmara. O PSD, que lançou o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato a presidente, foi o segundo colocado, com saldo positivo de mais sete deputados federais. O União Brasil, de onde Caiado saiu, foi o partido que mais perdeu deputados nos últimos 30 dias, com 17 integrantes a menos, resultado líquido da entrada de cinco e da desfiliação de 22 deputados. O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não filiou nenhum deputado federal na janela partidária e perdeu uma integrante, com a saída da deputada cearense Luiziane Lins para a Rede. O PDT, também da base mais próxima do governo Lula, foi o segundo partido que mais perdeu, com seis deputados federais a menos. Em entrevista à Rádio Eldorado, o cientista político Bruno Silva, um dos diretores do Movimento Voto Consciente, avaliou que as mudanças, em grande parte, passam por estratégias que envolvem as disputas estaduais. Para ele, outro fator para as trocas de partido foi o financeiro. “O PL foi aquele que mais acabou se beneficiando por duas razões. Primeira delas, é o partido que vai acabar abocanhando a maior fatia do chamado Fundo Partidário, que é aquele recurso distribuído normalmente para os partidos em 12 parcelas. E também é o partido que, neste ano, que é um ano de eleição, vai acabar abocanhando a maior fatia do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que é aquele recurso dentro da casa dos 5 bilhões de reais que vai financiar efetivamente as campanhas. Então tem um fator financeiro aí que é de extrema importância, pensando no custo dessas campanhas”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As regras do jogo estão mudando — e depressa. Em 2026, saber usar capital, dados e reputação de forma combinada será o verdadeiro divisor entre quem cresce e quem fica espectador da revolução tecnológica.O novo episódio do podcast traz uma conversa intensa sobre a construção dessa “máquina híbrida”: uma mistura de repertório de trincheira, inteligência artificial aplicada e estratégia de captação pública.Felipe, fundador da Capivara, explica como empresas de base tecnológica podem crescer sem vender participação societária. Em vez de buscar investimento de risco, ele usa a política pública de subvenção econômica — aquelas linhas de fomento que financiam inovação, P&D e automação sem diluir o capital dos fundadores. Entender a lógica desses editais (da FAPESP ao BNDES) é destravar um tipo de combustível pouco explorado: dinheiro não diluído, cercado por transparência e seleção técnica, mas com alto impacto no caixa da startup.Essa visão vem acompanhada de um valor humano raro. Victor e Felipe discutem como reposicionar a vida profissional para conciliar ambição e família, substituindo o glamour corporativo pela fluidez entre projetos e tempo pessoal. A autonomia não é apenas financeira; é existencial.Ao longo da conversa, o diálogo se alarga para o campo da inteligência artificial. Ambos descrevem o sentimento de viver uma ruptura comparável à revolução industrial: enquanto alguns enxergam a IA como ameaça, outros a encaram como extensão das próprias capacidades cognitivas. Em 2026, o uso de agentes de IA autônomos — sistemas capazes de executar fluxos inteiros de trabalho e tomar decisões com base em dados históricos — cresce acima de 100% ano a ano, transformando departamentos inteiros em redes automáticas de execução.Esses agentes e ferramentas low-code/no-code vêm democratizando a criação tecnológica. Pequenas e médias empresas agora automatizam processos, constroem dashboards e otimizam atendimento com custo quase zero. Casos práticos citados no episódio mostram clientes que substituíram softwares caros por soluções criadas no Google Workspace com o apoio da Capivara. É um retrato de como a eficiência pragmática supera a complexidade e como o diferencial competitivo se migra para a velocidade de execução.Mas nem tudo é técnica. Por trás do código há uma tese de comunicação e presença. Felipe decidiu adotar uma estratégia de conteúdo estruturada: grava em bloco, posta com consistência e assume uma persona opinativa no LinkedIn para tensionar discussões e atrair clientes alinhados. O podcast e o YouTube entram como núcleo dessa engrenagem, alimentando todas as outras frentes de autoridade.O raciocínio lembra as táticas de marca pessoal usadas por profissionais de tecnologia bem-sucedidos no exterior — um modelo de “influência baseada em entrega”, que se apoia em conhecimento técnico real, mas se expressa em linguagem acessível. Nesse sentido, produzir conteúdo deixou de ser vaidade; virou função estratégica de aquisição de cliente.O episódio também mergulha no futuro próximo do trabalho. Se os agentes autônomos multiplicam produtividade, eles também deslocam postos tradicionais. Daí a urgência da requalificação profissional: quem aprender a interagir, programar e supervisionar sistemas de IA manterá relevância; quem insistir em tarefas repetitivas, não. Empresas estão redesenhando equipes e papéis. O impacto será tão amplo que discussões como a da renda básica universal — citada brevemente pelos anfitriões — começam a sair do campo teórico para o planejamento macroeconômico real kodekrafters.pt.A longo prazo, essa convergência afeta até a geopolítica. Países que organizarem seus dados agora definirão sua capacidade de inovação na próxima década kodekrafters.pt. O Brasil, por exemplo, ainda opera com baixa integração de bases públicas, mas já há iniciativas que cruzam dados do IBGE com CRMs empresariais, como o projeto Ghostcore de Victor, citado no final da conversa. É o prenúncio de um modelo em que a fronteira entre dado público e inteligência privada se torna motor de desenvolvimento local.Tudo isso aponta para um mesmo destino: empresas menores com mentalidade de Estado — disciplina, governança e captação contínua — e indivíduos com mentalidade de startup — experimentação, narrativa e domínio técnico. Os que unem os dois mundos constroem vantagem assimétrica.O episódio conclui com uma mensagem prática: vender bem, pensar de forma estruturada e ler diariamente são hábitos tão essenciais quanto dominar a IA. A tecnologia não substitui estratégia; amplia quem já a possui.Em última instância, o podcast é um convite para repensar três eixos do crescimento profissional no Brasil atual:* Financiamento inteligente, dominando os mecanismos de fomento público.* Operação automatizada, adotando IA e agentes autônomos como parte natural da rotina empresarial.* Narrativa de autoridade, comunicando valor e experiência de modo consistente e humano.Juntos, esses pilares desenham uma nova elite produtiva: profissionais que sabem combinar capital, código e comunicação.Como diria um analista da ScanSource em seu último relatório sobre tendências de IA, “2026 definirá o futuro das empresas que organizarem seus dados hoje”. O podcast mostra quem está, na prática, preparando essa virada.Escute o episódio completo, extraia ideias e, principalmente, escolha em qual dessas frentes você vai construir o seu diferencial antes que se torne padrão de mercado.Em uma frase:Enquanto uns esperam a próxima rodada de investimento, outros aprendem a usar a IA para gerar fomento, escalar entregas e criar autoridade. O futuro pertence a quem sincroniza as três linguagens — capital, automação e conteúdo. To hear more, visit victormignone.substack.com
Após a devastação causada pelas sucessivas tempestades, que afetaram principalmente a região Centro do país, ainda há muitas famílias que precisam do apoio do Estado para recuperar dos estragos. O ministro da Economia, Castro Almeida, admitiu que os apoios para a reconstrução de casas não estão a correr bem e colocou o ónus nos autarcas. Este passa culpas é injusto? A análise de José Eduardo Martins e Pedro Delgados Alves, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A recente hecatombe climática que assolou Portugal, marcada por chuvas torrenciais, ventos devastadores e tempestades sem precedentes, expôs fragilidades estruturais, económicas e sociais do país. Neste episódio do Expresso da Meia-Noite, uma colaboração entre a SIC Notícias e o semanário Expresso, reuniu ministros, ex-ministros e especialistas para debater os caminhos da reconstrução nacional. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Violência das gangues, deslocamentos em massa e fome generalizada levam o país caribenho a enfrentar uma das situações mais graves do mundo; ONU estima que 6 milhões de pessoas necessitarão de assistência neste ano; no início de fevereiro, menos de 4% do Plano de Resposta Humanitária para 2026 estava financiado.
Moçambique tem pouca margem para decidir como aplicar o financiamento dos doadores, diz analista. Ainda em Moçambique, partidos da oposição denunciam terem sido impedidos de prestar ajuda às vítimas das cheias. Xi Jinping investiga corrupção no exército chinês.
Guiné-Bissau: Jurista acusa o Alto Comando Militar de "forçar uma realidade" ao povo. Colapso da democracia na Guiné-Bissau só pode ser revertido com intervenção da comunidade internacional, defende ex-ministra guineense. Será que terminou "o sonho americano" para os angolanos e cabo-verdianos com as elevadas cauções impostas por Washington para o acesso ao visto?
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (21): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Davos nesta quarta-feira (21) para participar do Fórum Econômico Mundial, em meio ao desgaste nas relações com aliados europeus e às tensões globais. A viagem foi marcada por um problema técnico no Air Force One, que obrigou a aeronave presidencial a retornar aos Estados Unidos logo após a decolagem. O discurso de Trump no evento é aguardado com expectativa. Na coletiva que marcou um ano de seu segundo mandato, Trump comentou a relação com o Brasil. Ao ser questionado por uma repórter brasileira, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá papel no Conselho da Paz, nova iniciativa de mediação global. “Eu gosto dele”, declarou o presidente americano ao destacar a importância do líder brasileiro no projeto. O Congresso Nacional se prepara para discutir a regulamentação de aplicativos de transporte e entrega após a conclusão do relatório do grupo de trabalho criado pelo governo para tratar do tema. Coordenado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, o GT deve apresentar suas propostas em até 10 dias, depois de reunião realizada no Palácio do Planalto. O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecida como Will Bank, instituição que integra o conglomerado do Banco Master. O Will Bank operava sob Regime Especial de Administração Temporária após a liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo BC em 18 de novembro de 2025. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros, afirmou que o colegiado vai acompanhar de perto as investigações sobre o colapso do Banco Master. Segundo ele, está prevista uma rodada de visitas institucionais, que deve começar com um encontro com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, após a retomada dos trabalhos legislativos, no início de fevereiro. Parlamentares europeus passaram a defender que as seleções de futebol de seus países não participem da Copa do Mundo de 2026, que terá jogos nos Estados Unidos. A proposta de boicote surge como reação à escalada do discurso do presidente Donald Trump sobre a anexação da Groenlândia, território do Ártico que pertence à Dinamarca. A China anunciou o fim do embargo à carne de frango do Rio Grande do Sul, em vigor há mais de um ano após um surto da Doença de Newcastle. A decisão, divulgada na sexta-feira (16), encerra a última restrição mantida ao Brasil, já que o país se declarou livre da gripe aviária em junho de 2025 e o bloqueio ao restante do território havia sido suspenso em novembro. A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (21) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando as intenções de voto pela reeleição em todos os cenários analisados. O levantamento, no entanto, mostra um crescimento expressivo do senador Flávio Bolsonaro, que avançou mais de dez pontos percentuais nos últimos dois meses e passou a reduzir a distância em relação ao primeiro colocado. Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manteve desempenho estável em comparação com a pesquisa anterior e aparece na segunda posição ao lado de Flávio, porém ainda mais distante de Lula. Cerca de 20 ministros do governo Lula devem deixar seus cargos para disputar eleições nos estados e fortalecer a base política do presidente durante o período eleitoral. A movimentação inclui ministros e parlamentares licenciados que precisam se afastar para viabilizar candidaturas e apoio local. Com isso, Lula pode perder parte de seu núcleo duro na campanha, incluindo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que deixará o cargo para concorrer ao Senado pelo Paraná. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
As novas diretrizes para o financiamento de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida começaram a valer nesta sexta-feira (2). As mudanças visam beneficiar famílias com renda mensal de até R$ 4.700, oferecendo juros mais baixos e prazos estendidos para facilitar a aquisição da casa própria. O valor máximo dos imóveis financiáveis agora varia entre R$ 255 mil e R$270 mil, dependendo do tamanho da cidade. Segundo o governo federal, as mudanças devem injetar mais de R$ 100 bilhões na economia neste ano.Veja ainda que São Paulo enfrenta um alerta meteorológico devido à previsão de tempestades com ventos que podem atingir até 100 km/h nos próximos dias, segundo a Defesa Civil. Já Rio de Janeiro e Espírito Santo devem enfrentar precipitações abaixo da média neste início de ano.Em Belo Horizonte, um temporal causou alagamentos e quedas de árvores após uma noite quente com temperaturas próximas aos 35ºC. Os ventos chegaram a cerca de 100 km/h. Apesar dos transtornos registrados pela Defesa Civil local durante as duas horas intensas de chuva — que representaram mais de 10% do volume esperado para janeiro — não houve feridos relatados na capital mineira.
00:00 A armadilha dos 30 anos 00:20 O Erro: Por que sua dívida nunca diminui01:17 A Verdade sobre os Juros02:55 O Segredo da Amortização (Como funciona) 04:21 ALERTA: Reduzir Prazo vs. Reduzir Prestação 05:48 Estratégia da Classe Média Inteligente (De onde tirar dinheiro?) 07:19 O Poder do FGTS na Amortização 07:58 Regra de Segurança e Próximos Passos (RC Club e RC Wealth)
Quase um mês depois do golpe de Estado na Guiné-Bissau, diversas figuras políticas da oposição e ativistas continuam detidos. Apesar das promessas, dívidas do Estado moçambicano a profissionais da saúde e educação continuam por liquidar. União Europeia vai conceder apoio de 90 mil milhões de euros à Ucrânia para os próximos dois anos.
Podcast discute o alcance de novas estratégias para enfrentar a doença: uma vacina de dose única e uma fábrica de mosquitos que não espalham o vírus. E mais: ciência chinesa; robôs submersíveis; flores tropicais
O tema abriu o debate no seminário nacional sobre segurança pública, nesta segunda (1º), promovido pelo PT, no Rio de Janeiro. José Dirceu, Benedito Mariano, Marivaldo Pereira e Tarso Genro apresentaram diagnósticos e propostas para enfrentar o crime organizado, reduzir a violência estatal e fortalecer uma política nacional cidadã, democrática e integrada. O boletim traz sonoras exclusivas, com trechos reais e completos dos participantes.Sonoras:
Alerta é da economista-sênior da Unctad que defende reforma estrutural de estruturas internacionais; custos elevados, fragmentação e desigualdade de poder agravam quadros pelo globo.
Organização Mundial da Saúde, OMS, indica êxitos moderados no combate à doença, mas adverte sobre nova fase de escassez financeira, que ameaça comprometer os objetivos de erradicação até 2030.
Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre e da COP-30 - evento que discute ações de combate às mudanças climáticas e este ano ocorre em Belém, no Pará. A coluna vai ao ar às 2ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma em cada três organizações suspendeu ou encerrou programas de enfrentamento do problema devido à falta de recursos; mais de 40% reduziram serviços essenciais como abrigos e apoio jurídico; agência alerta que décadas de progresso estão em risco.
Em abril de 1961, um grupo de exilados cubanos anticastristas, treinados e apoiados pela CIA, tentou invadir Cuba pela Baía dos Porcos, no que ficou conhecido como uma das mais emblemáticas derrotas militares da Guerra Fria. A operação, lançada poucos meses após John F. Kennedy assumir a presidência dos Estados Unidos, pretendia derrubar o governo socialista de Fidel Castro, mas terminou em fracasso após apenas três dias de combates. As forças cubanas, preparadas e armadas pelo Bloco do Leste, rapidamente derrotaram os invasores, consolidando o poder da Revolução Cubana e ampliando as tensões entre Washington e Havana. Convidamos Vitor Soares para explicar como se deu a Invasão da Baía dos Porcos, seus desdobramentos políticos e o impacto desse episódio na consolidação do regime de Fidel Castro e no acirramento da Guerra Fria na América Latina.Financiamento coletivo do jogo Imperialismo: América CLICANDO AQUIAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaCalor chegando, hora de usar INSIDER! Adquira com 12% de desconto com o cupom HISTORIAFM ou pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Neste episódio do Canary Cast, Marcos Toledo, cofundador e General Partner do Canary, conversa com Allan Paladino, cofundador e CEO da Lastro, empresa fundada em 2021 que está reinventando as transações imobiliárias no Brasil com a Laís — sua “primeira funcionária digital” construída sobre o WhatsApp. A Laís já atende mais de 1.000 imobiliárias, engajando clientes 24/7, qualificando leads, marcando visitas, gerando conexões e respondendo dúvidas em tempo real. O resultado é um aumento de até 60% na conversão de leads em visitas, redução do tempo médio de resposta de 6 horas para 15 segundos e uma nova forma de corretores trabalharem com mais eficiência. No episódio, Allan compartilha sua trajetória do mercado financeiro ao empreendedorismo, o pivot estratégico que levou à criação da Laís e como a Lastro está transformando um dos setores mais fragmentados do país em um ecossistema mais inteligente, eficiente e humano.Convidado: Allan PaladinoAllan Paladino é cofundador e CEO da Lastro. Economista formado pela USP, iniciou sua carreira no Credit Suisse, foi CFO e sócio de uma operação de coworking e, em 2021, fundou a Lastro ao lado de José Thomaz. Hoje lidera a expansão da Laís, agente de AI que já conversa com centenas de milhares de brasileiros todos os meses.Host: Marcos ToledoMarcos Toledo é cofundador e General Partner do Canary, um dos principais fundos de venture capital no Brasil. Antes do Canary, Marcos construiu uma sólida carreira no mercado financeiro, iniciando no JP Morgan e depois cofundando a M Square Investimentos, gestora de ativos líder no país.Highlights do episódio:00:00 – 03:00 Boas-vindas e apresentação 03:01 – 08:30 Início da trajetória profissional do Allan08:31 – 13:50 Primeira experiência empreendedora e entrada no mercado imobiliário13:51 – 18:30 Formação da Lastro: encontro com o co-founder, José Thomaz e a tese inicial18:31 – 23:00 Primeiros sinais de PMF, desafios para atingir escala e decisão de pivot23:01 – 28:20 O impacto da chegada da AI generativa e a virada estratégica para criar a Laís28:21 – 33:00 A Laís como “primeira funcionária digital” das imobiliárias: proposta de valor e casos de uso33:01 – 37:00 O impacto da Laís em números 37:01 – 41:00 A diferença entre vender software e “sell work”: a Laís como funcionária que executa tarefas41:01 – 44:30 Implementação e confiança: como convencer imobiliárias a adotarem AI em suas operações44:31 – 48:00 Roadmap de futuro48:01 – 50:30 Aprendizados: erros, acertos e conselhos para empreendedores em busca de product-market fit50:31 – 52:00 Casos curiosos com a LaísGlossário de termos mencionados ao longo do episódio: Pivot — Mudança estratégica relevante no produto/modelo de negócioAI (Artificial Intelligence) — Inteligência artificial; aqui, tecnologia utilizada para automatizar conversas, tarefas e decisões.Generative AI — IA generativa; modelos que produzem texto/áudio/imagem, usados para dialogar e responder clientes.LLM (Large Language Model) — é um tipo de inteligência artificial (IA) projetado para compreender, gerar e interagir com a linguagem humana. Esses modelos são treinados com um volume massivo de textos e dados da internet, o que lhes permite aprender padrões, relações e contextos para executar diversas tarefas linguísticas.Agentic AI — Abordagem em que “agentes” de IA executam tarefas de ponta a ponta (ex.: qualificar lead, agendar visita).ChatGPT — Aplicativo popular baseado em LLM, citado como marco de adoção em massa de IA.OpenAI — Organização por trás de modelos como GPT; o “Playground” foi citado como ambiente de testes.Playground — Interface web que permite a desenvolvedores e usuários testar, experimentar e interagir diretamente com os modelos de linguagem da OpenAI, como o GPT, sem a necessidade de escrever código. Ele funciona como um "laboratório" onde é possível explorar as capacidades e os limites dos modelos, ajustando parâmetros e visualizando os resultados em tempo real.WhatsApp — Canal principal de comunicação/atendimento no Brasil; a Laís opera nele 24/7.Lead — Potencial cliente que demonstra interesse (ex.: pergunta por um imóvel).Lead Qualification — Qualificação do lead; filtrar/priorizar conforme intenção e perfil.Conversion Rate — Taxa de conversão (ex.: de lead para visita ao imóvel).Cold Lead — Lead “frio”, com baixa intenção ou pouca resposta; a IA ajuda a filtrar/evitar gasto de tempo.B2B (Business-to-Business) — Vendas entre empresas; no caso, Lastro → imobiliárias.Onboarding — Processo de implementação/integração inicial da solução no cliente.CRM (Customer Relationship Management) — Sistema de gestão do relacionamento com clientes; integrações recebem resumos das conversas da Laís.API (Application Programming Interface) — Interface para integrações entre sistemas (site, CRM, portais).Product–Market Fit (PMF) — Ajuste produto–mercado; momento em que o produto resolve uma dor crítica e “vende sozinho”.Founder–Market Fit — Aderência entre a experiência/interesse do fundador e o mercado/problema atacado.Selling Work — Em vez de “vender software”, vender a execução de trabalho (a Laís atua como “funcionária digital”).Vertical / Horizontal — Estratégias de foco. Vertical: resolver profundamente um setor (imobiliário). Horizontal: atender vários setores com a mesma solução.Dashboard — Painel com métricas/insights (ex.: bairros mais demandados, canais com melhor retorno).Roadmap — Cronograma de evolução do produtoScale / Scaling — Escalar; crescer com eficiência Pre-IPO / IPO — Financiamento pré-IPO e oferta pública inicial; citados no histórico do convidado.Slack — Ferramenta de comunicação interna; usada para alertas sobre conversas marcantes da Laís.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Café Brasil, Luciano Pires faz um convite incômodo: olhar no espelho e refletir sobre por que “não vai dar certo” enquanto não houver retribuição e compromisso real. Ao som da ácida “Não Vai Dar Certo”, de Pedro e Celso Viáfora, discutimos a cultura do jeitinho, da opinião vazia e da omissão coletiva. Quer mudança? Comece por você. Ouça e venha para o jogo: mundocafebrasil.com. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................