POPULARITY
Nesta edição do "Saúde Com Ciência", a comentarista Ethel Maciel traz como destaque uma pesquisa que revela que 62,3% dos brasileiros que precisaram de atendimento médico na Atenção Primária à Saúde (APS) no último ano, não buscaram ajuda profissional. A informação integra o primeiro módulo do programa "Mais Dados Mais Saúde", conduzido pelas organizações Vital Strategies e Umane, com parceria técnica da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e apoio do Instituto Devive e da organização internacional Resolve to Save Lives.Segundo a pesquisa, entre os motivos para não buscar atendimento, a superlotação e a demora no atendimento corresponderam a 46,9% das respostas, seguido por burocracia no encaminhamento (39,2%), a prática da automedicação (35,1%) e a crença de que o problema não é grave (34,6%), entre outros.
A partir desta segunda (10), a CBN Vitória inicia uma série de entrevistas especiais para relembrar a instauração da pandemia, há cinco anos. Para iniciar as conversas, recebemos duas personalidades importantes do período: a cientista, enfermeira e doutora em Epidemiologia, atual Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, e o médico infectologista Lauro Ferreira Pinto.Durante a conversa, eles relembram os principais desafios enfrentados na época e como a ciência foi essencial para combater o medo e a resistência à vacinação. Além dos problemas na saúde pública, a pandemia também pressionou os sistemas de saúde, impactou as interações sociais e mudou até formatos de trabalho. Ouça a conversa completa e entenda!
O Brasil tem, agora, quatro mortes por Febre Oropouche. As vítimas são duas mulheres jovens na Bahia; um óbito fetal em Pernambuco; e uma mulher de 61 anos, no Espírito Santo, moradora da cidade de Fundão. O país ainda tem outros óbitos em investigação, inclusive um no estado capixaba. O Espírito Santo já tem 4 mil casos confirmados da doença em áreas urbanas e rurais de apenas dez municípios e só em Alfredo Chaves são mais de 1.300 registros. Os números atualizados são da secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel. Em entrevista à CBN Vitória, ele abordou a preocupação dos órgãos de Saúde do Brasil não só com a doença mas também em documentar e entender melhor o que se sabe até agora. Ouça a conversa completa!
O Ministério da Saúde atualizou a estratégia de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. O informe técnico que traz as mudanças foi divulgado pela pasta nesta semana. Segundo o ministério, as novas orientações já foram enviadas para as secretarias de saúde de todos os estados. Entre as principais alterações está a entrada do imunizante no Calendário Nacional de Vacinação de rotina de gestantes e idosos. Em janeiro, o ministério já havia inserido a proteção contra o coronavírus no calendário infantil. Além disso, houve a inclusão de uma nova vacina no país, desenvolvida pelo laboratório Novavax. Em entrevista à CBN Vitória, a secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Durante a maior parte deste ano, a variante JN.1 do coronavírus representou a maioria avassaladora dos casos de Covid. Mas agora, uma variante derivada, chamada KP.2, está ganhando força. A cepa, que representava apenas 1% por cento dos casos nos Estados Unidos em meados de março, agora corresponde a mais de um 4%. As informações são de "O Globo". No Brasil, na última semana, o Ministério da Saúde enviou doses da nova vacina da covid-19, desenvolvida pela farmacêutica americana Moderna e destinada a uma variante mais recente do vírus, a XBB. Desde janeiro deste ano, o Ministério incluiu a imunização contra a Covid-19 no Calendário Nacional de Vacinação das crianças de seis meses a menores de cinco anos. Além disso, a pasta passou a recomendar uma dose anual ou semestral para grupos prioritários com cinco anos ou mais. Aqueles com maior risco de desenvolver formas graves da doença, independentemente do número de doses aplicadas anteriormente, também podem se vacinar. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
A convidada do JR Entrevista desta quinta-feira (21) é a secretária de Vigilância em Saúde do ministério da Saúde, Ethel Maciel. Ao jornalista Luiz Fara Monteiro, ela disse que o aumento de casos de dengue no Brasil estava previsto. "Já superamos o pior ano que foi o ano passado, com mais de 1.600 casos. Agora, em 2024, nós estamos observando também um aumento de gravidade dos casos porque nós temos sorotipos diferentes da dengue", alertou. A secretária afirmou que há atualmente quatro sorotipos de dengue circulando no Brasil.
A primeira campanha nacional de imunização contra a dengue começou em fevereiro. A expectativa era imunizar crianças entre 10 e 11 anos até o fim de março - mas o que se vê até aqui é uma baixa adesão: menos de 15% do público-alvo está vacinado. As doses usadas no SUS são da QDenga, produzidas pelo laboratório japonês Takeda - é com esta fabricante que a Fiocruz negocia para iniciar a produção nacional, único meio de o país ter uma campanha de imunização em massa. Para falar da campanha de vacinação em curso e explicar a estratégia do Ministério da Saúde, Julia Duailibi conversa com Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, e com Gonzalo Vecina, um dos fundadores da Anvisa e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP. Ethel diz que a estratégia do ministério com a atual campanha é de “médio prazo” e detalha a previsão de chegada de novas doses da QDenga. Gonzalo explica os processos envolvidos na transferência de tecnologia para a produção de doses no Brasil e as lacunas que fizeram o imunizante desenvolvido pelo Butantan atrasar.
A partir de 2024, a vacinação contra a Covid passará a ser anual para crianças e grupos prioritários. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde. De acordo com o Ministério, a recomendação vai priorizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos e os grupos com maior risco de desenvolver as formas graves da doença: idosos, imunocomprometidos, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores, pessoas com deficiência permanente, pessoas privadas de liberdade maiores de 18 anos, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, funcionários do sistema de privação de liberdade e pessoas em situação de rua. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Os casos de covid voltaram a crescer em todo o mundo. O aumento é explicado pela circulação da variante EG.5 do coronavírus, responsável por 20,6% dos casos da doença nos Estados Unidos em agosto, segundo estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, o primeiro caso relacionado à cepa foi notificado no dia 17. Trata-se de uma paciente do sexo feminino, com 71 anos de idade, do estado de São Paulo. Segundo o Ministério da Saúde, "a recomendação da vacinação como principal medida de combate à covid se torna cada vez mais importante, com atualização das doses de reforço para prevenção da doença. Desde o fim da emergência, decretado pela OMS em maio deste ano, ainda se mantém a recomendação para que os grupos de maior risco de agravamento pela doença continuem a seguir as medidas de prevenção e controle não farmacológicas, incluindo o uso de máscaras em locais fechados, mal ventilados ou aglomerações, além do isolamento de pacientes infectados com o vírus SARS-CoV-2. A recomendação também vale para pessoas com sintomas gripais". Além disso, a pasta ressalta que está disponível em toda a rede do SUS, gratuitamente, o antiviral nirmatrelvir/ritonavir para ser utilizado no tratamento da infecção pelo vírus logo que os sintomas aparecerem e houver confirmação de teste positivo. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, esclarece dúvidas sobre risco de contágio por novas subvariantes e medidas para combater a doença. Ouça a conversa completa!
Hoje, é comemorado o Dia Mundial da Imunização, e para destacar essa data o @estadao criou a #ViradadaVacina. Profissionais da saúde e artistas deram o seu recado sobre a importância da vacinação. Neste episódio, a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel, fala sobre o movimento Nacional pela vacinação. As entrevistas com as personalidades também podem ser conferidas no nosso portal (estadao.com), na programação da Rádio Eldorado (radioeldorado.com.br), nas redes sociais do @estadao, e na nossa versão impressa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais uma onda de infecções de covid-19 ameaça a China. Há a previsão de que pode chegar a 65 milhões de novos casos por semana. O recrudescimento da doença ocorre seis meses após o gigante asiático acabar com a política de tolerância zero à covid-19. A medida incluía quarentenas severas e testes em massas. A variante da Ômicron, XBB, é a responsável pelo ressurgimento da doença no país. Dados do governo local mostram que a nova onda começou em abril, quando a covid-19 voltou a superar a gripe como a doença com mais infectados na China. Previsões divulgadas indicam que a marca de 40 milhões de infecções semanais será registrada no fim deste mês. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, fala sobre o assunto.
O Ministério da Saúde anunciou esta semana a ampliação da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda população acima de 18 anos de idade. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão ser vacinados. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação vale para quem já recebeu, pelo menos, duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca, Pfizer ou Janssen) como esquema primário ou como dose de reforço, respeitando um intervalo de quatro meses da última dose. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, esclarece as dúvidas sobre a vacinação. “A vacinação é fundamental para minimizar a carga e prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença”, explica.
O Ministério da Saúde lançou, na última semana, o Movimento Nacional pela Vacinação com o objetivo de retomar as altas coberturas vacinais do Brasil. Com a mensagem “Vacina é vida. Vacina é para todos”, a mobilização inclui vacinação contra a covid e outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação em várias etapas. Na primeira etapa, a vacinação será com doses de reforço bivalentes contra a covid em pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença. Em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, a epidemiologista Ethel Maciel, fala sobre o assunto. De acordo com ela, a importância dessa imunização é gerar um reforço ainda maior contra a doença, ainda mais para grupos prioritários. A ideia, segundo Ethel, é mobilizar a população, inclusive levando a vacina em grandes pontos de concentração, como escolas. Neste primeiro momento, serão vacinadas pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença: idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Em seguida, conforme o avanço da campanha, outros grupos prioritários serão imunizados e devem ficar atentos às informações de seus municípios para saber o momento de procurar uma unidade de saúde.
Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) mostram que a taxa de testes positivos para a Covid-19 cresceu 524% no último mês nos laboratórios do país. Com isso, no momento, cerca de 20% dos testes feitos nas unidades confirmam um diagnóstico para a doença, percentual que chegou a ser inferior a 7% há pouco tempo, ainda no início de outubro. O cenário de aumento da positividade já acende um alerta? Tema para Ethel Maciel, nesta edição do "CBN Ciência e Saúde".
Amazonas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já detectaram os primeiros caso do Brasil da subvariante Ômicron BQ.1. A sublinhagem está associada ao aumento recente de casos de Covid-19 na Europa. “Nossas vacinas continuam protegendo de casos graves e os sintomas têm se mostrado leves”, alerta epidemiologista e professora Titular da UFES, Ethel Maciel. Em entrevista à Rádio Eldorado, a especialista reforça o apelo para que as pessoas procurem os postos para tomarem as doses de reforço do calendário em vigor. Maciel afirma que um dos sintomas característicos da sublinhagem é a afonia. “As pessoas estão perdendo a voz, ficando roucas”, esclarece.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério da Saúde liberou a aplicação de vacinas da Pfizer contra a covid-19 em crianças de 6 meses a 4 anos de idade que tenham comorbidades. A pasta ainda não divulgou quando o imunizante vai chegar nem o total de vacinas para esse público. A Anvisa aprovou, no mês passado, a ampliação do uso da vacina da Pfizer para crianças de 6 meses a 4 anos de idade. Não será necessário o ministério fazer novos contratos. As doses para essa faixa etária podem ser compradas a partir do contrato já assinado com a farmacêutica. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do CBN Ciência e Saúde. Ouça a conversa completa!
A vacinação é uma das medidas de saúde pública mais importantes na história da humanidade. Por se tratar de uma intervenção que traz grande benefício coletivo, vacinar amplamente a população deveria ser um dos pilares das políticas públicas de saúde.No entanto, com o crescimento dos movimentos antivacina e ascensão de ideologias alinhadas a esses movimentos, temos visto uma queda na cobertura vacinal preocupante. O retorno de doenças, até então controladas, acende um alerta na saúde pública. E por isso, não podemos ficar parados diante desse cenário preocupante.Casos de poliomielite em países que já haviam eliminado a doença já estão ocorrendo, baixa cobertura vacinal aqui no Brasil, falta de campanhas que incentivem a vacinação, circulação de notícias falsas...Aqui nesse episódio, recebemos uma convidada muito especial para falar sobre esse assunto, a Professora Dra. Ethel Maciel. Escuta essa conversa muito esclarecedora que tivemos sobre a queda na cobertura vacinal e o retorno da poliomielite! Busque informações, compartilhe o episódio!Escuta a Ciência!E não se esqueça de colocar a #VacinaEmDiaQuer apoiar o Escuta a Ciência! e ajudar a ampliar o nosso trabalho?Nesse link, você pode ajudar a gente com valores a partir de 2 reais e ainda terá recompensas por isso!A ciência precisa ser escutada! na APOIA.se!Siga o Escuta a Ciência! no Twitter e no Instagram @escutaacienciaSiga o Julio no Twitter @jasonptoddSiga a Letícia no Twitter @LeSarturiP #PraCegoVerNa capa do episódio 106, há uma imagem de um gráfico de linhas com pontos que decrescem formando uma linha decrescente. No canto superior esquerdo, há o nome do episódio: Queda na cobertura vacinal e a poliomielite, seguido pelo número do episódio 106 abaixo do nome. No canto inferior direito, há a logo do podcast.
Na Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação um importante alerta mundial. A região das Américas está ameaçada por quatro emergências em saúde, alertou a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS). São elas a cólera, a poliomielite, a Covid-19 e a varíola dos macacos. Este é o alerta do “CBN Ciência e Saúde”, com Ethel Maciel.
O Ministério da Saúde informou até 12 de outubro um total de 8.521 casos de monkeypox. Estamos com seis óbitos pela doença no Brasil. Eram cinco até a terça-feira (11), e na quarta (12) foi confirmada a primeira morte em São Paulo. Ainda que todos os óbitos até o momento tivessem outras doenças debilitantes, o vírus da monkeypox é a causa do óbito e isso é preocupante. Este é o alerta de Ethel Maciel, nesta edição do CBN Ciência e Saúde. Ouça a conversa completa!
Desde 2015, o Brasil não cumpre a meta de vacinar 95% das crianças menores de cinco anos contra a poliomielite. A cobertura vacinal atualmente é de 63% das crianças entre 1 a 5 anos, segundo o Ministério da Saúde. Bem abaixo da meta, então, que é de 95%. A grande preocupação das autoridades em saúde é com a volta de doenças já erradicadas no país. Até a última sexta-feira (7), 62,50% das crianças entre um e menores de cinco anos foram imunizadas contra a poliomielite, de acordo com os dados da plataforma LocalizaSUS. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do "CBN Ciência e Saúde".
Nesta edição do CBN Ciência e Saúde a comentarista Ethel Maciel responde a um questionamento comum por parte dos ouvintes: mesmo já não sendo obrigatório, em que situações ainda é recomendável o uso de máscaras de proteção contra a covid-19? Quais são os grupos que devem reavaliar o seu uso? A epidemiologista responde. Ouça as explicações completas!
Nesta edição do CBN Ciência e Saúde, Ethel Maciel fala sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. O objetivo é reforçar as coberturas vacinais contra a pólio e outras doenças que podem ser prevenidas, além de evitar a reintrodução de vírus que já foram eliminados do país. A campanha, que começou no dia 8 de agosto e seria encerrada em 9 de setembro, chegou a ser prorrogada pelo Ministério da Saúde por conta da baixa adesão. A meta é imunizar, contra a pólio, 95% do público-alvo, formado por 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos. Ouça a conversa completa!
A Anvisa aprovou no último dia 16, a autorização de uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 6 meses a 4 anos. O Ministério da Saúde ainda não divulgou quando o imunizante estará disponível para a população. Até então, o uso da vacina da Pfizer só era permitido em crianças com mais de 5 anos no Brasil. A partir dos 3 anos, as crianças já podiam receber a vacina CoronaVac. Imunizar os bebês é fundamental, como destaca nossa comentarista Ethel Maciel
A queda progressiva nos índices de vacinação está sendo acompanhada por um aumento de casos de meningite no Espírito Santo. De janeiro a setembro deste ano, foram registrados 158 casos da doença, com 41 mortes, entre infecções dos tipos viral, bacteriana e fúngica no Estado. Esse número de casos é 90% maior do que o registrado em todo o ano de 2021, quando houve 83 registros de meningite no Estado. E a quantidade de mortes pela doença mais do que dobrou em relação ao ano passado, que teve 19 óbitos — o aumento, então, foi de 115%. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do CBN Ciência e Saúde. Ouça a conversa completa!
O Estado de Nova York, nos Estados Unidos, declarou estado de emergência após detectar a presença do vírus da poliomielite nas águas do esgoto do condado de Nassau. Desde abril, já foram identificadas amostras do patógeno também em quatro outros locais da região: no condado de Rockland, de Orange, de Sullivan e na cidade de Nova York. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do “CBN Ciência e Saúde”.
Especialistas e entidades médicas têm alertado para o cenário de escassez da vacina BCG no país, que protege contra a tuberculose. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai inspecionar, entre os dias 13 e 15 deste mês, a única fábrica no país autorizada a produzir a vacina. A fábrica, localizada na zona norte do Rio de Janeiro, está interditada há dez meses para se adequar às normas sanitárias. Reportagem do portal "G1" aponta que enquanto isso, o governo já repassou quase R$ 30 milhões para a construção de uma nova fábrica, na Baixada Fluminense, que garantiria a autossuficiência do Brasil na produção da vacina contra a tuberculose. Só que a obra já dura anos, sem que nenhuma dose do imunizante tenha saído de lá. Enquanto isso, a cobertura vacinal da BCG, que já vem caindo desde 2019, este ano está em 62% do público-alvo, que são as crianças de até 1 ano. O ideal, segundo os especialistas, é vacinar 95% do público-alvo. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do "CBN Ciência e Saúde". A epidemiologista também preside a Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB). Ouça a conversa completa!
O Ministério da Saúde incluiu a monkeypox na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública. Com isso, profissionais de estabelecimentos públicos e privados ficam obrigados a informar às autoridades, em até 24 horas, sobre os casos confirmados da doença. Assinada pelo ministro Marcelo Queiroga, a norma estabelece que os casos devem ser relatados diretamente ao Ministério da Saúde. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do CBN Ciência e Saúde. Ouça a conversa completa!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana - por unanimidade -, em Brasília, a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde (MS) importe e utilize no Brasil a vacina Jynneos/Imvanex contra a varíola dos macacos. Em outra decisão unânime, a Anvisa autorizou a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde importe e use no Brasil o medicamento Tecovirimat, para tratamento da mesma doença. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do CBN Vitória Especial Coronavírus. Ouça as explicações completas!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, na sexta-feira (19), a dispensa de registro para importação de medicamentos e vacinas destinados à prevenção ou ao tratamento da varíola dos macacos. Na prática, a resolução simplificará a análise documental e facilitará o acesso da população brasileira aos medicamentos ou vacinas para tratamento ou prevenção da doença, diante da situação de emergência de saúde pública de importância internacional declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A medida não dispensa de fato o registro, mas estabelece uma forma de autorizar produtos para monkeypox de forma mais rápida no país. Tema para análise da comentarista Ethel Maciel!
Nesta edição do CBN Vitória Especial Coronavírus, Ethel Maciel esclarece as dúvidas dos ouvintes com relação ao monkeypox. Qualquer pessoa pode pegar o vírus? Que grupos são mais vulneráveis a quadros graves da doença? Ouça as explicações completas!
Nos registros da literatura médica, as lesões causadas pela varíola dos macacos (Monkeypox) aparecem como pápulas, marcas sólidas e pouco elevadas que frequentemente evoluem para pústulas, com pus em seu interior, ou para vesículas, bolhas repletas de líquido que, rompidas, se tornam feridas. Com o aumento do número de casos no surto atual da doença, no entanto, outras manifestações clínicas dessas lesões têm sido analisadas por estudos e percebidas por profissionais da saúde. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do CBN Vitória Especial Coronavírus. Em destaque, como a doença é transmitida e seus principais sintomas. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do CBN Vitória Especial Coronavírus, Ethel Maciel traz as últimas atualizações com relação a pandemia da Covid-19. E mais: também destaca informações com relação ao registro da primeira morte por varíola dos macacos. O paciente, um homem de 41 anos com graves problemas de imunidade, estava internado no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, informou o Ministério da Saúde. Ouça a conversa completa!
Novas variantes vêm tornando cada vez mais difícil distinguir doença provocada pelo coronavírus da influenza. Especialistas alertam que as taxas de infecção continuam muito altas entre a população e que, embora as vacinas impeçam o desenvolvimento de um quadro grave de covid entre os imunizados, as pessoas mais vulneráveis, como os maiores de 65 anos ou imunossuprimidos, continuam em risco. Longe do que muitos podem pensar nos dias de hoje, o fato de os sintomas da covid tornarem quase impossível distinguir essa doença de outras causadas por vírus respiratórios como a gripe, não significa que devemos deixar de nos preocupar ou proteger os mais vulneráveis. Como, então, distinguir a covid da gripe? Tema para Ethel Maciel, nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus".
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta semana, que já foi notificada de 14.533 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox) no mundo, incluindo 5 mortes. Os dados foram divulgados durante a segunda reunião do Comitê de Emergência da Varíola dos Macacos. Tema para Ethel Maciel, nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus". Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus", além de responder as dúvidas sobre o tema Covid-19, aborda que em menos de dois meses há um aumento exponencial de casos de varíola dos macacos. São, até o momento, 351 casos confirmados e 94 suspeitos. No Espírito Santo, são dois casos. Ouça a conversa completa com Ethel Maciel!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na quarta-feira (13) a aplicação da vacina Coronavac, contra a Covid-19, em crianças de 3 a 5 anos de idade. Nesta edição do CBN Vitória Especial Coronavírus, Ethel Maciel esclarece as principais dúvidas que existem sobre a vacinação.
Nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus", Ethel Maciel traz como destaque a informação de que desde o início da pandemia de Covid-19, mais de 670 mil pessoas perderam a vida para a doença no Brasil. No Espírito Santo, foram mais de 14 mil óbitos, muitos deles prematuramente, antes da expectativa de vida média atual. Uma pesquisa foi realizada no Estado para avaliar esses anos perdidos de vida de forma prematura por causa da pandemia. "Considerando os óbitos ocorridos no Estado até 22 de julho de 2021, quando contabilizávamos 11.786 mortes, foram 154.843 anos de vida perdidos devido às mortes prematuras por Covid-19. É importante ressaltar que esse é um resultado muito triste. Identificamos que, em média, cada pessoa que morreu por Covid-19 perdeu 17 anos de vida, chegando a 77 anos de vida perdidos a cada morte de uma criança", explica.
Nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus", Ethel Maciel esclarece as dúvidas mais comuns que ainda persistem com relação a Covid-19. No cenário de aumento de casos, o Brasil subiu de posição no ranking mundial de interesse pela doença. Na primeira semana de junho, por exemplo, o país foi o 11º país a mais buscar pela covid-19 no ranking mundial. A pedido da "BBC News Brasil", o Google compilou as perguntas mais recentes buscadas sobre a covid-19 no Brasil.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama das preocupações com o quadro da Covid-19 no Brasil, diante de dados que apontam um aumento do número de casos e mortes pela doença no país. Os níveis de transmissão do coronavírus entre a população brasileira voltaram a crescer nas últimas semanas, e as autoridades sanitárias registraram o maior número de novas infecções de Covid-19 no Brasil desde março, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A alta dos casos levou algumas cidades a rever a flexibilização das medidas sanitárias de segurança, e municípios em estados como São Paulo e Minas Gerais retomaram a recomendação do uso de máscara em locais fechados. Ao mesmo tempo, a vacinação contra Covid-19 no país da sinais de passar por um período de estagnação. Para descrever quais os caminhos para combater novas altas na transmissão da doença no Brasil, participam deste episódio o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do serviço de monitoramento InfoGripe, da Fiocruz, e a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama das reações e impactos da decisão do Ministério da Saúde de encerrar o período de emergência sanitária para a Covid-19 no Brasil. O anúncio do fim do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) marca o término de uma fase de 26 meses em que medidas extraordinárias de combate à doença puderam ser colocadas em prática para conter a transmissão do coronavírus. Com a decisão, mais de 2 mil atos administrativos ligados à pandemia precisarão passar por uma revisão. O Ministério da Saúde atribuiu a mudança à queda do número de mortes e novos casos de Covid-19 no país e ao avanço da vacinação, com uma taxa de mais de 73% de brasileiros imunizados. De acordo com o governo, não haverá interrupção de políticas em curso, e o fim da emergência sanitária será conduzido por meio de uma transição gradual. Para descrever os efeitos desta decisão e as dúvidas sobre o atual cenário do combate à doença no Brasil e no mundo, participam deste episódio o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz, e a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
No último domingo, 17, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 no País. A decisão marca o fim de medidas impostas ainda no início da pandemia, mas não o fim da pandemia em si, essa é de responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro atribuiu a decisão à queda nos índices da doença e à vacinação no País, que alcançou 73% da população. O estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 foi instaurado em fevereiro de 2020. Desde então, foram publicadas mais de 2000 normas em todo País sobre a pandemia, que autorizam por exemplo a possibilidade de comprar medicamentos e insumos médicos sem licitação. A pasta deve editar um ato regulamentando a decisão ainda esta semana e também deverá estabelecer um prazo de 30 dias de transição para que os órgãos públicos se adaptem. Outra mudança anunciada por Queiroga é em relação ao uso da vacina Coronavac, que deverá ser restrito somente a crianças e adolescentes de 5 a 18 anos. No episódio do podcast desta terça-feira, vamos falar sobre estas mudanças no status do país em relação ao combate a pandemia com a epidemiologista Ethel Maciel, Professora da Universidade Federal do Espírito Santo, com pós-doutorado pela universidade Johns Hopkins. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos Valério See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um balanço da decisão do governo de avançar na redução de medidas de combate à propagação da Covid-19 e de como isso afeta a vida dos brasileiros. O Ministério da Saúde decidiu manter, por enquanto, o status de "Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional" para a Covid-19, já que isso permite a vigência de 240 normas que só se mantém em vigor enquanto for mantido o atual status sanitário do país. A aplicação de vacinas como a Coronavac, que ainda não têm registro definitivo em território nacional, por exemplo, só é possível porque está em uma das normas. Nesse contexto, o governo optou por acelerar o processo de extinção de medidas restritivas como a exigência de exame e de quarentena de visitantes internacionais. Para descrever as mudanças no cenário do combate à Covid-19 e os riscos de abolir medidas sanitárias em meio às preocupações com novas variantes, Carol Nogueira conversa com o infectologista Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, e a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
Em março de 2020, a OMS conferiu à doença provocada pelo então “novo” coronavírus o status que ela tem até hoje. O mundo acumula mais de 6 milhões de mortes e quase 500 milhões de casos conhecidos de Covid, mas a curva descendente dos indicadores no Brasil, depois do arrastão produzido pela variante ômicron, faz com que muita gente desconsidere duas realidades. Primeiro, a de que ainda morrem, em média, mais de 400 pessoas por dia da doença no país. Segundo, a escalada de contágio que se vê no momento em regiões da Europa e da Ásia - sobretudo na China. A esta altura, está claro que “o vírus vai ficar entre nós”, afirma a epidemiologista Ethel Maciel, e que precisamos agir para “reduzir os danos”. Em entrevista a Renata Lo Prete, a professora da Universidade Federal do Espírito Santo aponta as principais omissões do governo brasileiro nessa tarefa: ausência, até hoje, de um programa consistente de testagem e falta de medicamentos eficazes contra a Covid (e já aprovados pela Anvisa) no SUS. Fora a “intensa campanha de desinformação”, liderada pelo presidente e pelo ministro da Saúde, contra a vacina pediátrica. Tudo somado, e derrubada a maioria das medidas de restrição, resta ao brasileiro analisar por si “como se comportar”. No caso específico das máscaras, Ethel recomenda usar em pelo menos 3 situações, mesmo sem a obrigatoriedade: ambientes pouco ventilados, aglomerações e na presença de pessoas pertencentes a um dos grupos de maior vulnerabilidade.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um balanço do período de dois anos desde que o primeiro caso de Covid-19 foi confirmado no Brasil, em 26 de fevereiro de 2020. O combate ao coronavírus passou pela morte de mais de 600 mil pessoas no país, que ainda busca reduzir os números de novos casos e mortes. Desde as primeiras medidas de prevenção adotadas para evitar a propagação do vírus, o Brasil teve dificuldades para lidar com a Covid, mas o avanço da vacinação alimenta a expectativa de que o país esteja perto de conseguir controlar a doença. Entre erros e acertos, a rejeição de parte da população à vacina ainda representa um obstáculo para a imunização, mas a experiência da pandemia levou a maioria dos brasileiros a valorizar o papel da ciência e do sistema público de saúde no enfrentamento ao coronavírus. Para descrever as lições desses dois anos de Covid-19 e o que falta para o controle da doença no Brasil, participam deste episódio a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emilio Ribas. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.
Passando a Limpo: No programa desta quinta-feira(27), o ministro da Saúde afirmou que o Brasil pode enfrentar nova alta de casos de Covid-19, o que levaria à necessidade de ação de restrições por parte dos municípios para conter o avanço da doença. Marcelo Queiroga pontou que essa terceira onda pode ser provocada pelo avanço no país de uma nova cepa do coronavírus. A bancada composta por Ivanildo Sampaio, Mirella Martins, Romoaldo de Souza e Wagner Gomes, debate o assunto com a epidemiologista Ethel Maciel.
Passando a Limpo:No programa desta quarta-feira(21), os medicamentos são de uso restrito a hospitais, o que que significa que não são vendidos em farmácia. A Anvisa espera que o coquetel contra a Covid-19 possa reduzir significativamente o índice de internações e mortes. A bancada composta por Mirella Martins, Romoaldo de Souza e Wagner Gomes, debate o assunto com a epidemiologista Ethel Maciel.
Passando a Limpo: No programa desta quarta-feira (10), as vacinas compradas pelo Ministério da Saúde por meio da Covax Facility estão dispensadas da exigência de registro e de autorização temporária de uso emergencial. A bancada composta por Igor Maciel , Fernando Castilho e Wagner Gomes, debate o assunto com a epidemiologista, Ethel Maciel.
Passando a Limpo: No programa desta segunda-feira (18), a bancada do Passando a Limpo composta por Geraldo Freire, Maria Luiza Borges, Jamildo Melo e Ivanildo Sampaio, conversou com a epidemiologista Ethel Maciel sobre o início da vacinação contra a covid-19 no Brasil. O programa contou ainda com uma entrevista com o Advogado especializado em privacidade e proteção de dados e fundador da Privacy Academy, Marcílio Braz Jr, sobre as novas regras de política de privacidade do Whatsapp.
Passando a Limpo: Saúde, economia e política no programa desta sexta-feira (08). O anúncio de eficácia da Coronavac em São Paulo; a experiência de quem já tomou a vacina na Rússia; o recorde da movimentação de cargas no Porto de Suape; e a suspensão de aquisições de imóveis pela secretaria de educação do Recife. Geraldo Freire, Romoaldo de Souza, Maria Luiza Borges e Jamildo Melo, conversam com o estudante de medicina na Rússia, André Vieira, a epidemiologista, Ethel Maciel, o Procurador do Ministério Público de Contas de Pernambuco, Cirstiano Pimentel e oPresidente do Porto de Suape, Leonardo Cerquinho.
Passando a Limpo: A farmacêutica AstraZeneca, que desenvolve uma das vacinas experimentais contra Covid-19 em paceria com a Universidade Oxford, afirmou ter encontrado a "fórmula vencedora" sem falhas na eficácia contra as formas graves da doença causada pelo coronavírus (Sars-CoV-2). A bancada desta segunda-feira (28) - composta por Igor Maciel, Ivanildo Sampaio e Jamildo Melo - debateu o assunto com a epidemiologista Ethel Maciel.