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Durante muito tempo assumiu-se que estudar homens seria suficiente para entender o corpo humano, hoje sabemos que o sexo e o género influenciam o risco de doenças, a resposta a medicamentos e até aquilo que acontece no consultório médico. Neste episódio especial de Consulta Aberta gravado ao vivo no festival Vodafone Paredes de Coura, Margarida Graça Santos convida a sexóloga Mafalda Cruz pra falar sobre misoginia e as suas consequências para a saúde da mulher no diagnóstico e tratamento. Porque é que não existe uma pílula masculina e porque é não existe um viagra feminino? Porque é que as dores de período intensas e incapacitantes demoraram tanto tempo a ter um diagnóstico? E porque é que só em 2005 é que o clitóris surge nos livros de anatomia? Com muita descontração, ao som das margens do rio na Praia Fluvial do Taboão, com alguns aplausos e latidos pelo meio, as especialista respondem a todas estas perguntas. E destacam ainda a importância da cultura e da educação para que estes temas não sejam esquecidos. “Celebramos 21 anos de clitóris”, recorda, entre risos, a autora do podcast. Ouça aqui o episódio especial. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Humor, energia e cognição. Três eixos que organizam mais de um século de descrição clínica e que sustentam tudo o que vem nas próximas aulas.Neste episódio:- A diferença entre humor, sentimento e emoção, com o humor no lugar do clima e não do tempo- Como a depressão altera a percepção da realidade, a ponto de o pensamento negativo ser previsível- Culpa, desmotivação e baixa autoestima dentro do eixo do humor- Depressão sem tristeza: fadiga, hipersonia e alteração de apetite formando o quadro inteiro- Por que a queda de concentração e memória durante a depressão é confundida com TDAH e com demência- Disfunção executiva e o impacto direto no trabalho e no estudoConteúdo novo sobre transtornos de humor toda semana no Instagram @drrenatosilva.O livro Bipolar Sem Mistérios está na Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B0FS98JQXC
O transtorno bipolar não começa no dia do diagnóstico. Ele começa anos antes, com sinais que quase sempre são atribuídos a outra coisa. Esta aula mapeia a idade de início e o que costuma aparecer primeiro.Neste episódio:- Noturnicidade, o pródromo mais frequente descrito pela força tarefa da ISBD- Por que 60 a 70% dos quadros abrem como depressão, e o atraso que isso gera no diagnóstico- As faixas etárias de abertura, com 24% dos casos concentrados entre 15 e 19 anos- O custo de abrir o quadro cedo: ensino médio, vestibular, faculdade, relacionamentos- Álcool e maconha na adolescência antecipando o primeiro episódio em mais de dez anos- Os estágios do transtorno bipolar e por que a visão de filme funciona melhor que a de fotografiaO aplicativo Estabiliza acompanha esses sinais no dia a dia, que é onde eles aparecem primeiro.O livro Bipolar Sem Mistérios está na Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B0FS98JQXC
Skin in the game que se diz. Dra Bárbara Gabriela é Nutrologa, Médica Endocrina, atleta com 14x maratonas, algumas ultras e provas de natação. Se tem alguém que vive e aplica p que ensina é ela. E hoje, nossos doutores Paulo e Marilia tiram diversas duvidas sobre a diferença dos sintomas de Menopausa e Overtraining.Dra Barbara Gabrielahttps://www.instagram.com/drabarbarasilva/---------------------------------------------O Academy Talks é um programa idealizado para compartilhar conteúdos técnicos sobre saúde e performance de forma prática e aplicável no dia a dia, para enriquecer ainda mais as discussões e a prática profissional. Novos episódios toda sexta feira.Dra Marilia Andradehttps://www.instagram.com/marilia.andrade.10Dr Paulo Puccinellihttps://www.instagram.com/paulo.puccinelli---------------------------------------------#academytalks #z2performance #z2talks #meudoc #meudocacademy #podcast #alwayschasing
Comecei a ter sintomas estranhos que iam e vinham: palpitações, TPM mais forte, troca de palavras, rinite. E me peguei pensando: será que estou ficando doida? Fui pesquisar e caí na perimenopausa. Uma fase que vai muito além dos calorões e que pode começar anos antes da menopausa de verdade.Nesse vídeo eu compartilho 10 sintomas que podem indicar que você está na perimenopausa, e te conto quais eu tive, quais eu não tive, e o que aprendi sobre cada um.LINK DO VÍDEO MENCIONADO:youtube.com/watch?is=j9Vc2hHrTk191ycQ&v=_GARgwujfUM&feature=youtu.beRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganasecco☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
O lúpus é uma doença autoimune crônica com sintomas que impactam o cotidiano. Ele é confundido com frequência com outras patologias, o que atrasa o diagnóstico. O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma das formas mais comuns e pode afetar a pele, as articulações, os rins, os pulmões, o coração e o cérebro, causando sintomas como cansaço, dores articulares, febre, manchas na pele e sensibilidade à luz solar. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico passa a atacar células e tecidos saudáveis do próprio organismo. No caso do lúpus, esse processo gera inflamações que podem atingir diferentes órgãos e sistemas. De acordo com a reumatologista Luciana Seguro, integrante da Comissão de Lúpus da Sociedade Brasileira de Reumatologia e do Grupo Latino-Americano de Estudo do Lúpus, especialistas defendem que a patologia não seja considerada uma única doença, mas uma síndrome. “Cada paciente apresenta manifestações diferentes. Essa compreensão também reforça a necessidade de uma abordagem individualizada. O paciente deve ser avaliado para receber um tratamento personalizado”, diz a especialista. O lúpus erimatoso cutâneo ocorre com mais frequência em mulheres entre 20 e 40 anos. “É muito comum haver inflamação na pele. Existem pacientes que apresentam apenas a forma cutânea da doença. Essa manifestação pode ocorrer de forma isolada ou estar associada ao lúpus eritematoso sistêmico”, explica Luciana Seguro. Mas a doença pode afetar qualquer órgão e se manifestar de diversas maneiras, provocando queda de cabelo, inflamação nos pulmões, convulsões, formigamentos e, mais raramente, manifestações intestinais, como diarreia. Também são comuns anemia e redução das taxas de glóbulos brancos e plaquetas no sangue, diz a reumatologista. A mineira Katiuscia Francieli, de Indianópolis (MG), começou a sentir os primeiros sintomas da doença há 14 anos, aos 24 anos. As dores eram intensas, e ela passou a ter dificuldades para realizar movimentos simples. Após consultar um reumatologista e realizar exames, descobriu que tinha um distúrbio de coagulação sanguínea, mas não tinha lúpus, de acordo com a avaliação dos especialistas na época. “Continuei sentindo muita dor, e isso passou a limitar minha rotina e as atividades do dia a dia, inclusive os cuidados com a casa. As crises eram intensas e frequentes, o que me levou a procurar atendimento hospitalar várias vezes para receber medicação", diz. Com o tempo, alguns médicos passaram a sugerir que os seus sintomas tinham "origem emocional", conta. "Em determinado momento, acabei acreditando nisso também: que tudo poderia estar relacionado ao meu estado emocional ou até ser algo da minha cabeça”, descreve Katiusca. “Foram anos vivendo essa situação, voltando com frequência ao hospital, sem uma explicação definitiva para o que estava acontecendo.” Os sintomas pioraram e, além das dores nas articulações, ela passou a perder cabelo e ter manchas roxas na pele. Suas dores também ficaram cada vez mais intensas. “Tinha muitas limitações. Quando eu ia pedalar, colocava o pé no chão e caía. Minha mão não conseguia mais segurar as coisas. Eu não tinha mais nenhuma destreza nos movimentos.” Após novas consultas, o diagnóstico foi confirmado em dezembro de 2024. Com o início do tratamento, ela melhorou e agora leva uma vida normal. “Hoje eu tenho qualidade de vida, convivo muito bem com o tratamento. Recuperei minha massa muscular, que havia perdido durante os períodos mais graves da doença, e recobrei a força que não tinha”, conta. O que provoca lúpus? As pesquisas ainda não identificaram os gatilhos da doença. No entanto, predisposição genética, fatores hormonais e ambientais, como tabagismo e exposição solar, estão associados ao desenvolvimento do lúpus. “O paciente tende a apresentar novamente os tipos de inflamação que já teve antes. Por isso o diagnóstico precoce é importante, para dar início, rapidamente, a um tratamento adequado. De modo geral, é nos primeiros cinco anos que podem aparecer novas manifestações do lúpus. Depois disso, quando a doença volta, o mais comum é que ela se apresente da mesma forma que ocorreu inicialmente.” O lúpus pode ser controlado com diagnóstico precoce, que requer exames como o FAN (fator antinuclear). O teste ajuda a identificar a presença de autoanticorpos, produzidos pelo organismo contra estruturas das próprias células. A avaliação do quadro clínico do paciente também é essencial. “O diagnóstico do lúpus depende da combinação entre um quadro clínico sugestivo e a identificação de autoanticorpos, já que se trata de uma doença autoimune”, resume a reumatologista. “Nessa condição, o organismo produz anticorpos contra estruturas do próprio corpo, em vez de direcioná-los apenas à defesa contra agentes externos. O exame de FAN é utilizado como teste de triagem e está positivo em praticamente todos os pacientes com lúpus eritematoso sistêmico”, diz. Mas seu resultado isolado não é suficiente para confirmar o diagnóstico: uma parcela da população sem lúpus também pode apresentar FAN positivo, o que torna fundamental a interpretação do exame em conjunto com os sinais clínicos e outros testes laboratoriais, como a dosagem do complemento, especialmente C3 e C4”, explica a médica. Já existem pesquisas que investigam os efeitos do tratamento na fase pré-clínica da doença, ou seja, antes do aparecimento dos sintomas. “Alguns grupos de pesquisa estudam justamente a fase pré-clínica do lúpus, quando o paciente apresenta alterações imunológicas e autoanticorpos, mas ainda não desenvolveu sintomas da doença", esclarece a reumatologista. "Não há evidências conclusivas de que o tratamento nessa fase modifique a evolução do quadro, mas essa é uma hipótese que vem sendo investigada”, aponta a médica. O tratamento para controlar a doença inclui o uso de corticoides, imunossupressores e outras moléculas.
A criança percebe muito mais do que consegue explicar.Ela sente o clima da casa, o estado emocional dos adultos, as tensões, as mágoas, os medos e as cargas presentes no ambiente. E, como o corpo energético ainda está em formação, essa sensibilidade pode ser muito mais intensa do que os pais imaginam.Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim aprofunda a relação entre mediunidade, infância, ambiente familiar, chakras, emoções e saúde.A criança não nasce energeticamente pronta. Assim como o corpo físico continua se desenvolvendo após o nascimento, o corpo etérico e os chakras também passam por um processo de formação. Por isso, principalmente nos primeiros anos, a criança tende a permanecer mais aberta, mais sensível e mais vulnerável ao campo emocional e energético dos adultos que cuidam dela.O episódio mostra que o acoplamento áurico entre a criança e seus cuidadores pode transmitir calma, segurança e vitalidade, mas também ansiedade, tensão, raiva, medo, tristeza e sensação de invasão.Marcello explica como esse ambiente pode favorecer:• infecções recorrentes;• baixa imunidade;• febres frequentes;• problemas respiratórios;• bronquite, asma e rinite;• bloqueios de garganta;• terror noturno;• insônia;• medo constante;• carência e insegurança emocional;• sobrecarga energética precoce.A criança não deve ser transformada em cuidadora dos pais, responsável pelos irmãos ou reguladora emocional da casa.Quando uma infância é marcada por cobrança, crítica, conflito, tensão e excesso de responsabilidade, a criança aprende a doar energia demais. Ela pode crescer acreditando que precisa agradar, servir, sustentar os outros e abandonar a própria vitalidade para merecer amor.Marcello também mostra que proteger uma criança não significa apenas realizar uma prática espiritual isolada. Proteção exige equilíbrio emocional dos adultos, cuidado energético do ambiente, educação adequada, rotina saudável, liberdade para brincar, contato com a natureza e práticas simples de purificação e fortalecimento bioenergético.A mediunidade não deve ser tratada como um problema.O problema é deixar a criança aberta, sobrecarregada e sem orientação.Este conteúdo apresenta uma visão espiritualista e metafísica, complementar ao acompanhamento médico e psicológico. Sintomas físicos, emocionais ou alterações persistentes no sono e no comportamento devem ser avaliados por profissionais qualificados.Comece suas Meditações Espiritualistas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/Conheça os cursos e eventos de Marcello Cotrim:https://www.lojamotivacional.com.brInscreva-se no canal, compartilhe este episódio e envie para pais, mães, educadores e adultos que desejam compreender melhor a própria infância.
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci conversa com neurocientista italiana Lisa Mosconi sobre o papel das oscilações hormonais da menopausa na saúde cognitiva feminina e sobre prevenção.
O serviço de teleconsulta em BH oferece atendimento médico remoto para casos leves, reduzindo deslocamentos e a sobrecarga nas unidades presenciais durante o inverno.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os sintomas de AVC (acidente vascular cerebral) geralmente são percebidos rapidamente, já que o problema provoca alterações neurológicas súbitas — ou seja, a pessoa estava bem e, de repente, passa a apresentar sinais de que há algo errado, como dificuldade para falar e perda de força de um lado do corpo. O Brasil enfrenta uma crise silenciosa de saúde pública. Entre janeiro e outubro de 2025, 64.471 brasileiros morreram em decorrência de acidente vascular cerebral, o AVC, o equivalente a uma morte a cada seis minutos. O ritmo elevado consolida a doença como a segunda principal causa de óbito no país, superando o infarto agudo do miocárdio e todas as formas de violência registradas no território nacional. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o médico intensivista do Hospital Jayme da Fonte, Rafael Walfrido, no Canal Saúde desta terça-feira (7)
Chegamos ao Diário da Gravidez de 5 meses! Estou concluindo o quinto mês da minha quarta gestação e vivendo uma fase que eu só consigo resumir em uma palavra: alívio.Depois de um primeiro trimestre cheio de medo, insegurança e muitos sintomas, finalmente sinto que meu corpo e meu coração encontraram um novo ritmo. Neste episódio compartilho como está sendo viver o segundo trimestre da gravidez aos 40 anos, o que mudou na minha rotina, como estão os movimentos da Lila, meus treinos, alimentação, hidratação, sono, corpo, autoestima e tudo o que tenho aprendido nesse processo.Também conto como tenho preparado meu corpo para o parto, por que continuo treinando durante a gestação com acompanhamento profissional, a importância da força, da fé e das pequenas escolhas diárias para viver uma gravidez com mais saúde e consciência.Se você está grávida, tentando engravidar ou simplesmente gosta de acompanhar essa jornada com sinceridade, espero que esse episódio faça companhia ao seu coração.✨ Neste episódio você vai acompanhar:• Como estou vivendo o 5º mês de gestação.• As mudanças do segundo trimestre.• Sintomas que passaram e novos desafios.• Alimentação vegana na gravidez.• Hidratação e rotina de autocuidado.• Exercícios físicos e treino para gestantes.• Movimentos da bebê e desenvolvimento fetal.• Corpo, autoestima e gravidez aos 40 anos.• Maternidade, fé e protagonismo.Obrigada por acompanhar mais um capítulo desse Diário da Gravidez. Que essa troca possa acolher você, onde quer que esteja na sua jornada.
O aumento dos casos de meningite no Brasil acendeu um alerta para a importância da vacinação e do diagnóstico precoce da doença. Segundo o ministério da saúde, o país registrou cerca de 2 mil casos nos primeiros meses de 2026. A doença, considerada grave, pode evoluir rapidamente e exige atenção imediata. Neste Podcast Informativo, conversamos com o médico infectologista Allan Calsavara, que é professor da Escola de Medicina da UFOP, para entender os riscos envolvidos e as formas de prevenção disponíveis pelo SUS. Acesse nosso site ou Spotify e confira!Ficha TécnicaProdução: Manuela ResendeEdição de Texto:Elis Cristina e Wasington Reis Edição de áudio e sonoplastia: Luis Otávio Xavier
Divisões por lideranças humanas, orgulho diante do erro e a incapacidade de resolver conflitos internos entre os irmãos. Os problemas que Paulo combateu em Corinto continuam sendo alertas urgentes para nós. A igreja não é um clube de preferências, mas a habitação do Espírito Santo.Onde o mundo vê tribunal e partidarismo, a igreja deve manifestar sabedoria e reconciliação.#PalavraDeDeus #EstudoBiblico #VidaNoEspirito #IgrejaSaudavel #TeologiaPratica
A diretriz brasileira de hipogonadismo traz orientações cruciais sobre a avaliação clínica inicial desses pacientes. Neste vídeo, detalhamos como classificar os sinais e sintomas do hipogonadismo masculino para garantir um diagnóstico mais preciso e seguro no consultório.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
A ansiedade na adolescência pode se manifestar por meio de preocupações excessivas, dificuldades de concentração, medo de errar, desconforto social e outros sinais que impactam a rotina e o desenvolvimento do jovem.Neste conteúdo, você vai compreender os principais sintomas, conhecer estratégias de apoio familiar e entender a importância da identificação precoce e do acompanhamento adequado.Um conteúdo indispensável para famílias e educadores que desejam promover mais acolhimento, diálogo e desenvolvimento emocional na adolescência.
Dor abdominal persistente, mudanças no funcionamento do intestino, perda de peso e anemia podem indicar problemas mais graves do que um desconforto momentâneo. As doenças inflamatórias intestinais muitas vezes evoluem de forma silenciosa, tornando o diagnóstico precoce essencial para evitar complicações e preservar a qualidade de vida dos pacientes. No JR 15 Minutos, a doutora Roberta Lages, coloproctologista do Hospital Moriah, explica os principais sinais de alerta, os desafios para identificar essas doenças e os tratamentos disponíveis.
Sente-se sempre cansado? Fazer desporto deixa-o exausto? Ao subir as escadas tem de parar? Um estudo recente mostra que a anemia afeta até 20% da população, mas que 84% destes não sabe do diagnóstico. Afinal, o que é a anemia? Porque é que é tão subdiagnosticado? E como é que a podemos prevenir e tratar? Esta semana, falamos com Christopher Saunders, hematologista no IPO e na CUF oncologia. “A anemia não é uma doença. Chateiem os vossos médicos até à exaustão para vos explicarem porquê”, pede o especialista. E é o que fazemos neste episódio de Consulta Aberta. Ouça aqui o podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A propagação inicial de um foco epidémico de Ébola deve-se em parte à semelhança dos sintomas iniciais com os de doenças comuns em África, como a Malária. Nesta edição de Ciência, o Dr. Eusébio Manuel explica-nos as dificuldades nessa etapa da epidemia e como o combate se torna mais eficaz uma vez identificado o contágio por Ébola. O actual surto de Ébola no leste da República Democrática do Congo foi considerado uma emergência de saúde pública de âmbito internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS sublinhou, no entanto, que não responde aos critérios de uma pandemia. Neste magazine de Ciência, conversámos com o Dr. Eusébio Manuel, chefe do Departamento de Higiene e Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde de Angola que, afirmou, "estamos atentos e alertas em acompanhar a situação que ocorre na República Democrática do Congo." Relativamente à variante Bundibugyo, explica que "o vírus Ébola é o mesmo, independentemente do género, (...) a letalidade é sempre a mesma. Os sinais-sintomas são os mesmos, portanto, não há muita diferença em relação a outra estirpe de Ébola, apesar de este ter já uma alta letalidade, não há nenhuma diferença em termos de sinais-sintomas." Numa fase inicial da epidemia, a detecção de infecções por Ébola é difícil porque não há casos registados e os primeiros diagnósticos confundem-se com os de outras doenças comuns em África: "Um dos principais sintomas é febre. Muitas das vezes cruzamos nos nossos países, onde a malária é a primeira causa de morte e de doença, suspeitamos sempre como seja malária, mas depois os sintomas secundários vão aparecendo, dias depois. As pessoas apresentam sinais de febre e essa febre pode cruzar-se com astenia, dores musculares, mas são sinais-sintomas que vêm a posteriori. O sinal principal para reconhecimento é a febre. E depois vamos fazendo outros diagnósticos diferenciados. As hemorragias aparecem no quinto, sétimo dia, mas aí é onde ocorre o maior perigo, em que a pessoa esquece-se que está frente a uma doença altamente contagiosa como a doença hemorrágica. Mas nesta fase a pessoa já se envolveu com o doente. Por isso o contágio é muito frequente." Quando se passa a uma fase testagem já a epidemia está em curso porque nestes primeiros dias há muitos contactos. E depois, há falta de recursos laboratoriais. Em Angola "nós temos um laboratório de referência, que é o Instituto Nacional de Investigação em Saúde, que faz o diagnóstico primário. Mas caso haja evidências claras de que se trata de uma febre hemorrágica, temos que mandar as amostras ao Instituto Pasteur de Dacar [Senegal] ou Camarões, que são os únicos laboratórios que nós temos de referência em relação às doenças hemorrágicas." O diagnóstico de uma febre hemorrágica dá-se muitas vezes da forma mais dolorosa, como sublinha o Dr. Eusébio Manuel: "O sinal muito fatal de reconhecimento daquilo que nós chamamos o sinal de gatilho, ou gatilho para reconhecer a doença hemorrágica, é quando começam a falecer, a morrer ou apanhar a mesma doença, as pessoas que estiveram a manipular essa pessoa, os enfermeiros, médicos, familiares que estiveram em contacto, começam a apresentar os mesmos sinais-sintomas. Aí nós percebemos que essa doença é altamente contagiosa." Na fase actual, em que há o reconhecimento de uma epidemia em curso e um alerta internacional, o estado de preparação é outro: "Nós estamos numa fase de alerta máximo. Significa que a situação está a ocorrer no país vizinho e nós daqui estamos num estado de preparação para que isso não se introduza em Angola. Estando já a doença identificada no país, aí as condições de profilaxia e as condições de segurança já são máximas: evita-se a cumprimentar, seja qualquer pessoa, e todo e qualquer doente com sinal, síndrome febril, é considerado um doente. Tendo em conta, claro, o seu perfil, sua condição e se ele esteve em contacto com pessoas, essas pessoas devem ser isoladas imediatamente." 60 por cento dos casos suspeitos foram detectados em mulheres que estão um pouco mais expostas às condições de contágio, refere o Dr. Eusébio Manuel: "Primeiro, o que é uma zoonose? É uma doença que é transmitida pelo contacto com animais infectados. Se nós repararmos, na região africana, maioritariamente quem vão, quem trabalham nas lavras, são o sexo feminino. Enquanto os homens às vezes ficam vendendo na praça ou noutros sítios. (...) Se bem que há homens também. A proporção de homens, sobretudo os que lidam com caça, e a caça é o homem, mas quem prepara é a mulher. Mas o que justifica isto é mesmo envolvimento das mulheres nas aldeias, nas áreas de maior risco. Os rituais fúnebres, os que fazem muitos homens e mulheres quando morre alguém? São as mulheres que estão à volta do óbito. Fazem aqueles rituais todos. Então, a probabilidade delas se contaminarem é muito maior em relação aos homens."
O que está dentro de você pode estar silenciosamente afetando a sua saúde, e você tem o direito de saber. Neste episódio, eu mostro, sem julgamentos e cheia de informação: tudo o que quem tem prótese mamária (ou está pensando em colocar) precisa entender para cuidar do próprio corpo com consciência e autonomia. Resumo do episódio:• Próteses mamárias não são dispositivos vitalícios, o próprio FDA emitiu alertas formais sobre isso• O risco de ruptura aumenta progressivamente: 1-2% após 5 anos, 10% após 10 anos e 20% após 15 anos• O fenômeno "gel bleed" (suor do silicone) existe mesmo sem ruptura, e é mais preocupante em implantes anteriores a 2000• Implantes lisos x texturizados têm riscos diferentes: contratura capsular x BIA-ALCL (linfoma raro, mas real)• A síndrome ASIA (autoimune induzida por adjuvantes) pode explicar sintomas como fadiga, névoa mental, dores articulares e queda de cabelo• Biofilme bacteriano pode se formar na superfície do implante e causar inflamação crônica • Rupturas de silicone são silenciosas, sem dor, sem mudança visual imediata, por isso o monitoramento com imagem é essencial • Como fazer o explante corretamente: capsulectomia total e remoção em bloco • Protocolo de vigilância sugerido: autoexame, mamografia anual, ultrassom ou ressonância Site: www.isabelafortes.com.br/protese-de-silicone-riscos-monitoramento-e-quando-tirar
Já ouviu falar em hemorroidas? Qual é a diferença entre hemorroidas e doença hemorroidária? E se afeta tanta gente em Portugal, porque continua a ser um tema tão difícil de abordar em consulta? “As pessoas sofrem imenso em silêncio e demoram anos a chegar à nossa consulta por causa desta vergonha”, garante o convidado desta semana de Consulta Aberta. Para descomplicar o tema, Margarida Graça Santos recebe o Dr. Pedro Botelho, cirurgião geral no Hospital CUF Tejo e na ULS São José. “Dependendo do tipo de hemorroidas, é possível tratá-las. Muitas vezes, basta mudanças no estilo de vida”, explica o especialista. Não levar o telefone para a casa de banho, comer fibras, beber muita água são algumas das sugestões que deixa. Neste episódio, falamos sobre sintomas, mitos, prevenção e as melhores estratégias de tratamento para este problema de saúde tão comum (mas ainda tão tabu). Ouça aqui o podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Voltar com o Diário da Gravidez depois de tantos anos… tem um significado diferente dessa vez.Neste episódio, eu compartilho como foi viver o primeiro trimestre dessa gestação aos 40 anos — atravessada por uma perda recente, muitos sentimentos e uma nova forma de olhar pra tudo isso.Falo sobre os medos silenciosos, a fé que sustenta, as mudanças no corpo, os sintomas, a rotina com dois filhos, o sono, os desafios e também os momentos de presença que transformam tudo.Trago uma reflexão sobre prender a confiar, mesmo quando o coração ainda carrega memórias difíceis e sobre viver um dia de cada vez.Se você está grávida, já passou por isso ou simplesmente quer se sentir acompanhada nesse processo… esse episódio é pra você.
Representante da OMS no país conta que agência enviou equipes médicas a bordo; evacuação dos últimos casos sintomáticos foi concluída; navio segue viagem levando suprimentos e profissionais que vão responder a eventuais notificações.
A dengue em crianças é preocupante porque não apresenta sintomas. Mas algumas apresentam irritabilidade, febre alta, muita sonolência, manchas vermelhas na pele e ficam sem apetite. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O câncer de pênis levou a mais de 2.900 amputações no Brasil entre 2021 e 2025, segundo dados do Ministério da Saúde compilados pela SBU (Sociedade Brasileira de Urologia). O levantamento oficial registra também 2.300 mortes pela doença no período. As regiões Norte e Nordeste concentram os casos mais graves e os maiores índices de mortalidade devido ao acesso limitado à informação e aos serviços de saúde. Para falar sobre as causas, sintomas e tratamento do câncer de pênis, o âncora Neneo de Carvalho conversa com o urologista do Hospital Jayme da Fonte, Benhur Lima, no Canal Saúde desta segunda-feira (27).
Tatiana Lang D´´agostini - Diretora do CVE da Secretaria da Saúde - Casos de influenza/gripe, febre amarela, chicungunya e a importância da vacinação
A tontura é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode estar associada a diferentes causas, desde alterações simples até doenças mais complexas. O Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados (NICE) estima que a prevalência varia amplamente de acordo com a heterogeneidade da 'tontura' como sintoma, tendo uma prevalência estimada entre 17% a 30% e a vertigem verdadeira entre 3% a 10% da população, sendo mais frequente em idosos. Para falar sobre o assunto, o âncora Neneo de Carvalho conversa com a Otorrinolaringologista, especialista em Tontura, Lívia Noleto, no Canal Saúde desta quinta-feira (16).
Dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que o Brasil registra quase 40 mil novos casos de câncer de cabeça e pescoço por ano. Muitas vezes silenciosa, a doença avança sem sinais claros e compromete as chances de tratamento quando descoberta tardiamente. Sintomas aparentemente simples, como rouquidão persistente ou feridas que não cicatrizam, podem ser alertas importantes. Para explicar os principais riscos, sinais e os avanços no tratamento, o JR 15 Minutos conversa com o cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Moriah, Jonathan Ghetler.
A perda de massa óssea é uma condição normal do processo de envelhecimento. Em situações mais graves, essa perda ocasiona a osteoporose — uma doença crônica, degenerativa e para a qual não existe cura. No entanto, existe uma condição pré-osteoporose, denominada osteopenia, que consiste na redução da massa óssea em níveis que ainda podem ser revertidos. Para ter uma ideia clara do que significa a osteopenia, podemos pensá-la como uma condição intermediária. Ou seja, ela ocorre quando seus ossos não estão tão saudáveis quanto deveriam — portanto, mais frágeis do que o normal. Mas não estão tão fracos — e sujeitos a fraturas — como nos casos de osteoporose. Para falar sobre o assunto, o âncora Neneo de Carvalho conversa com o Ortopedista do Hospital Jayme da Fonte, Marcelo Albuquerque, no Canal Saúde desta terça-feira (14).
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Causada pelo Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch, a tuberculose é uma doença infecciosa transmitida por via respiratória.A condição pode ser extremamente grave para adultos imunossuprimidos, sendo uma das principais causas de morte entre pessoas que vivem com HIV.Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella e a pneumologista Margareth Dalcolmo falam sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce no tratamento da tuberculose.Conteúdo produzido em parceria com a QIAGEN.Veja também: Sintomas iniciais da tuberculose que você deve prestar atenção
Esquecer onde deixou a chave do carro é comum, mas o cérebro começa a emitir sinais de socorro muito antes do diagnóstico de Alzheimer. Estudos recentes da University College London (UCL) e relatórios publicados em fevereiro de 2026 na revista The Lancet Psychiatry revelam que os primeiros sintomas de demência podem aparecer até 20 anos antes das falhas de memória. Neste vídeo, detalhamos os seis sintomas psicológicos específicos que surgem na meia-idade — entre os 40 e 60 anos — e que servem como "bandeiras vermelhas" para a saúde cognitiva. Entenda como a perda de autoconfiança, o nervosismo constante e o distanciamento emocional podem ser, na verdade, manifestações precoces de neurodegeneração. Abordamos também os 14 fatores de risco modificáveis, como o colesterol LDL elevado e a perda visual, e como a construção de uma "Reserva Cognitiva" pode evitar ou retardar até 45% dos casos de demência. Aprenda a decifrar os avisos do seu cérebro enquanto ainda há tempo de agir.
Programa Viagem Espiritual com Wagner BorgesRadio Vibe Mundial Fm 95.7 – 12/mar//2026***-LIVRO DO PROFESSOR WAGNER BORGES: https://amzn.to/4cJMrxE– @CortesWagnerBorges– @canaldiegoroque?https://diegoroque.com/– Livros gratuitos para ler online e/ou baixar: http://www.ippb.org.br/multimidia/liv…– Textos Periódicos: http://www.ippb.org.br/textos/textos-…
Neste vídeo, você vai entender quais são os últimos sintomas do comodismo espiritual e por que eles são tão perigosos para a sua fé.O sexto sintoma é começar a fazer concessões às próprias vontades. A batalha entre carne e espírito é constante, mas após uma vitória muitos relaxam. A alma pede uma pausa, sugere que “não tem problema”, e é justamente nesse momento que o risco começa.Quando essas pequenas concessões se tornam frequentes, surge o sétimo sintoma: abandonar os sacrifícios que a fé exige. Negar a própria vontade, tomar a cruz, dar a outra face, tudo isso começa a parecer pesado demais. E assim, a fé sem renúncia acaba esfriando.Este é o último capítulo da série, assista até o fim e descubra o antídoto para sair do comodismo espiritual.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Na Parte 3 da série sobre os 7 sintomas do comodismo espiritual, vamos falar sobre o quinto sintoma, quando começamos a nos defender com frases como “Deus sabe” ou “não é bem assim”, tentando aliviar o peso da própria consciência.Não é sobre apontar o dedo, é sobre perceber como, aos poucos, podemos nos acostumar a explicar o erro em vez de corrigi-lo. Às vezes fazemos isso sem perceber, para não encarar uma mudança que sabemos que precisamos fazer.Se você já se viu justificando atitudes, suavizando decisões erradas ou buscando argumentos para se sentir melhor, este vídeo é um convite ao autoexame, sem culpa, mas com sinceridade.Assista até o final e permita que Deus mostre o que precisa ser ajustado.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Neste vídeo, você vai conhecer mais um dos 7 sintomas do comodismo espiritual, sinais claros de que algo está esfriando por dentro, mesmo quando, por fora, tudo parece normal.Se você tem adiado decisões, perdido o temor, evitado o sacrifício ou se acostumado com uma fé sem esforço, este conteúdo é um alerta para todos nós.Assista até o final e se examine.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Neste vídeo, você vai entender por que o momento mais perigoso não é a crise, mas o sucesso.Assim como no futebol, o time fica mais vulnerável logo após o gol, na vida espiritual o risco aumenta quando surge a sensação de bem-estar.Na turbulência, até quem diz não crer ora.Mas e quando tudo parece estável?Assista até o fim e avalie se você está em alerta… ou apenas confortável.Amanhã tem a continuação deste tema. Não perca.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
SSa alertan por síntomas comunes del sarampión Papa León XIV llama a no excluir a los más vulnerables En el 2030 México tendrá más adultos mayores que niños Más información en nuestro podcast
Identifica los síntomas clave de la influenza AH3N2 Decomisan 85 kilos de metanfetamina en Sonora; hay cinco detenidosOrión, la constelación que une mitos griegos, egipcios y latinoamericanosMás información en nuestro podcast
In an age of instant information, many people search their symptoms online often leading to more fear than clarity. This rising pattern, known as cyberchondria, can trigger unnecessary anxiety and mistaken self-diagnosis says Specialist GP Angelica Logarta-Scott. - Sa panahon ng mabilisang impormasyon, marami ang nagse-search ng kanilang mga sintomas online na kadalasan ay nagdudulot ng takot. Ang pattern na ito, na tinatawag na cyberchondria, ay maaring magdulot ng labis na pag-aalala at maling pag-aakalang may malubhang sakit ayon sa Specialist GP na si Dr. Angelica Logarta-Scott.
Por que, mesmo doendo, a gente continua no mesmo lugar? Na mesma relação? Os conflitos entre esperar por uma recompensa e ter, de fato, autenticidade para escolher ficar são comuns em relacionamentos em que a mensagem não é clara. Marcela Ceribelli conversa com a médica e criadora de conteúdo Ana Caroline Santana sobre esses temas, com um papo norteado também pelo livro de Marcela, "Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou".Ingressos para Obvious no Divã, em Porto AlegrePara a bibliografia do episódio, assine a newsletter da ObviousReferências citadas neste episódio:Instagram do pesquisador Garbo MatéLivro “Comporte-se”, Robert SapolskyLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela CeribelliNos acompanhe também:Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliAna Caroline Santana no Instagram: @acarolanalisaPodcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: Livro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli Site ONG Fluxo sem TabuFluxo sem Tabu no Instagram: @fluxosemtabu
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um dos diagnósticos mais discutidos atualmente, especialmente entre jovens e adolescentes. Sintomas como dificuldade de concentração, esquecimento frequente e inquietação podem interferir nos estudos, no trabalho e até nas relações pessoais.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella e o criador de conteúdo Felca conversam sobre os desafios de viver com TDAH em meio à superexposição às redes sociais. Eles abordam como o uso excessivo da internet pode intensificar os sintomas, o caminho até o diagnóstico, estratégias de cuidado e a importância do acompanhamento psicológico e psiquiátrico.A informação presente neste vídeo é correta na data do upload 30/09/2025. Conteúdo apenas para fins informativos. Consulte uma autoridade de saúde ou aconselhamento profissional.Esse material foi produzido com a ajuda da consultoria de Karen Scavacini, psicóloga e CEO do Vita Alere, instituto focado na prevenção e posvenção do suicídio.Veja também: Dificuldade de concentração não é o único sintoma do TDAH
¿Conoces realmente el origen de las enfermedades que padeces o sólo tratas los síntomas? ¿Te gustaría ser protagonista de tu bienestar cambiando tu estilo de vida? Si es así, este programa es para ti. En esta emisión de Conócete con el Eneagrama, Andrea Vargas y Adelaida Harrison conversan con el Dr. Alexander Krouham, endocrinólogo y médico funcional, sobre su libro Medicina Funcional: de paciente a protagonista. Escucha esta interesante plática en la que descubrirás cómo entender tu cuerpo y asumir un papel activo en tu salud, entender las causas profundas de las enfermedades y aplicar un enfoque integral para prevenir y sanar. Un episodio que te invita a tomar el control de tu bienestar físico, emocional y mental. Dale play y recuerda que puedes escuchar este programa los sábados a las 12:00 y la repetición los lunes a las 21:00 horas por MVS 102.5. Únete a la comunidad Conócete de WhatApp donde compartiremos contigo más del ENEAGRAMA: https://chat.whatsapp.com/KsIo1X6MVemFNkzolFQXa9 Instagram: https://www.instagram.com/eneagramaconoceteoficial/ Facebook: https://www.facebook.com/EneagramaConocete/ TikTok: https://www.tiktok.com/@eneagramaconocete3 WhatsApp: https://wa.link/3g4w85 Web: www.eneagramaconocete.com Enneagram Coaching Center +525618499663 Descubre tu tipo de personalidad en nuestros cursos y diplomado de Eneagrama: info@eneagramaconocete.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Fazendo reposição mas não obtendo os resultados que imaginou? Nesse episódio destrinchamos a progesterona.A progesterona pode ser a melhor amiga de algumas mulheres — e a vilã para outras. Vou explicar quando usar, como identificar sinais de intolerância, quais ajustes podem ajudar e as alternativas possíveis para quem sofre com efeitos colaterais. Uma conversa franca, repleta de ciência e prática clínica, para você entender melhor o papel desse hormônio e tomar decisões mais seguras junto ao seu médico.No episódio, você vai ouvir sobre:- O que é progesterona e quando ela é indicada- Diferença entre uso cíclico e uso contínuo- Sintomas físicos e psicológicos de intolerância- Por que ela pode causar distúrbios gástricos- Efeito sedativo esperado vs. efeito paradoxal (agitação, ansiedade, insônia)- Alternativas e ajustes para melhorar a tolerância- Quando considerar DIU hormonal ou progestágenos sintéticos- Estratégias de estilo de vida e suplementação para reduzir sintomasEntre na lista de espera da imersão sobre Terapia de reposição hormonal: https://reset.isabelafortes.com.br/trh Patrocínio Yorgus:Eu AMO os produtos da Yorgus! Meus favoritos são o Cottagy (o melhor queijo cottage que já provei, e sem lactose!), o iogurte grego — ótimo para bater a meta proteica — e o kefir reggula, perfeito para quem precisa regular o intestino.Experimente com desconto usando o cupom ISABELA15 no site: nuviofoods.com.brO lançamento do meu livro PERIMENOQUÊ? com a Editora Intrínseca está chegando! Garanta já o seu exemplar no site: intrinseca.com.br/livro/perimenoqueSite do Podcast: https://isabelafortes.com.br/ Entendendo-Progesterona-efeitos- colaterais-intolerância-uso-cíclico-contínuo Episódios Relacionados: EP 104 | Como saber se a terapia hormonal está funcionando, quanto tempo demora para fazer efeito, quais os possíveis efeitos colateriais e o que fazer nesses casos. – Isabela Fortes EP 63 | Quando começar a Terapia para menopausa e outras dúvidas hormonais – Isabela FortesEP 20 | Progesterona, a fada madrinha Tudo o que você precisa entender sobre esse incrível hormônio feminino – Isabela FortesEp 100 | Terapia Hormonal: Tudo o que você precisa saber para começar – Isabela Fortes EP 02 | Hormônios Femininos: Como entender o ciclo que impacta todos os aspectos de nossas vidas mensalmente – Isabela Fortes EP 18 | SOS HORMÔNIOS. PQP… O que está acontecendo comigo? – Isabela Fortes EP 60 | Despedaçada…Mas meus exames estão “normais” – Isabela FortesInstagram: https://www.instagram.com/fortes_isabela/
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci e Maria Scodeler conversam com Poliana Abritta, que fez uma série de duas reportagens especiais sobre esse período da vida da mulher para o Show da Vida, e com a Dra. Fabiane Berta, ginecologista e especialista em menopausa.
Episódio Especial: Tati Pilão entrevista Isabela Fortes Isabela Fortes, pesquisadora em medicina funcional, professora de yoga e meditação, compartilha sua visão única sobre a saúde da mulher madura. Neste episódio, ela mergulha em temas essenciais para a qualidade de vida feminina, com dicas práticas, resultados reais e muito acolhimento.NESSE EPISÓDIO: Aprenda a lidar de forma natural com os desafios da menopausa, como secura vaginal, ondas de calor e alterações hormonais.Descubra a alimentação adequada para nutrir o corpo e reduzir sintomas comuns.Veja como práticas como pompoarismo podem transformar sua vida íntima e trazer bem-estar. Sintomas mais comuns e como identificá-losAlimentos aliados na regulação hormonalNutrientes que fazem a diferençaSoluções não-hormonais para ressecamento vaginalO papel dos exercícios de pompoarismoCasos de sucesso: alívio significativo dos sintomasIntegração de yoga, meditação e autocuidadoComo adotar pequenas mudanças com grande impactoO conhecimento como ferramenta de autonomiaA importância da informação científica para decisões conscientesConvite:Se você é uma mulher madura em busca de orientação prática, sem julgamentos, com base em ciência e experiência, este episódio é para você.O Soul Bela está disponível em todas as plataformas de podcast – venha descobrir como viver esta fase com energia, conforto e confiança!Escute, curta e compartilhe com quem puder se beneficiar.Site do Podcast: https://isabelafortes.com.br/ep-116-Tati-Pilão-entrevista-Isabela-FortesEpisódios Relacionados: EP 72 | Entrevista Tati Pilão: Podcast Pod Falar – Isabela Fortes Instagram: https://www.instagram.com/fortes_isabela/
#297 | Sintomas de Um Coração Ferido | Pr. Carlos Melo
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, a convite de Brutal Fruit, Elisama Santos se junta a Marcela Ceribelli para falar sobre o impacto da socialização feminina que diz que mulheres precisam pedir licença para existir — e, principalmente, sobre como romper com ela.A conversa é sobre coragem emocional, de se arriscar e sobre se celebrar por inteira. Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/ TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.cc Chapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/ Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2 Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Elisama Santos no Instagram: https://www.instagram.com/elisamasantosc/Livro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://www.amazon.com.br/Sintomas-aprendi-decepcionou-Marcela-Ceribelli/dp/6555116900Marcela veste:Vestido @animalebrasilbrincos @carlospenna.design anéis @shop_nour_salto @arezzoBEBA COM MODERAÇÃO
No SciCast dessa semana exploramos a leishmaniose: uma doença tropical negligenciada que afeta humanos e cães. Saiba mais sobre sua história, formas clínicas (visceral e tegumentar), ciclo de transmissão pelo mosquito-palha (spoiler: não é um mosquito) e como prevenir essa ameaça à saúde pública Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Anderson Costa , Bruno Saito, Crhisllane Vasconcelos Citação ABNT: Scicast #648: Leishmaniose. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Anderson Costa , Bruno Saito, Crhisllane Vasconcelos. [S.l.] Portal Deviante, 14/06/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-648 Imagem de capa: Leishmaniasis is caused by parasites, pictured above, that are transmitted through the bite of an infected female sand fly. (Image credit: Shutterstock) Para apoiar o Pirulla, use o Pix abaixo: pirula1408@gmail.com Em nome de Marcos Siqueira (primo do Pirulla) [caption id="attachment_65160" align="aligncenter" width="300"] QR code PIX[/caption] https://www.youtube.com/watch?v=BecoooBM7ME&t=2170s Site: https://www.pirulla.com.br/ Carta colaborativa: ciência pela integridade da informaçãoFormulário para indicação de apoio Referências e Indicações ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS/OMS). Leishmaniose: desafios nas Américas. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/leishmaniose MINISTÉRIO DA SAÚDE. Situação epidemiológica da leishmaniose visceral no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/l/leishmaniose-visceral ENCICLOPÉDIA BIOSFERA. Diagnóstico ao tratamento da leishmaniose. Disponível em: https://www.conhecer.org.br/enciclop/2013a/miltidisciplinar/leishmaniose.pdf CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE SÃO PAULO (CRMV-SP). Prevenção veterinária contra a leishmaniose. Disponível em: https://crmvsp.gov.br/semana-de-combate-a-leishmaniose-saiba-como-prevenir/ AGÊNCIA FIOCRUZ DE NOTÍCIAS. Estratégias de controle e manejo ambiental para a leishmaniose. Disponível em: https://agencia.fiocruz.br/leishmaniose SECRETARIA DE SAÚDE DO PARANÁ. Ciclo epidemiológico da leishmaniose visceral canina. Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Leishmanioses ROYAL CANIN. Guia sobre desafios veterinários relacionados à leishmaniose canina. Disponível em: https://portalvet.royalcanin.com.br/guia-de-doencas/leishmaniose-canina/ REVISTA ELETRÔNICA DE COMUNICAÇÃO, INFORMAÇÃO & INOVAÇÃO EM SAÚDE (RECIIS). Estigmatização social pela leishmaniose cutânea no estado do Rio de Janeiro. REVISTA ELETRÔNICA ENFERMAGEM. Qualidade de vida relacionada à saúde em pessoas com Leishmaniose Tegumentar Americana. FIOCRUZ. Leishmaniose visceral no Brasil: avaliação econômica dos tratamentos. Disponível em: https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/9808 FIOCRUZ. Leishmaniose permanece como doença infectocontagiosa de grande impacto no Brasil. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/leishmaniose-permanece-como-doenca-infectocontagiosa-de-grande-impacto REVISTA CONTRIBUCIONES CIENTÍFICAS Y SOCIALES (RCCS). Impacto da Leishmaniose Visceral na saúde pública: desafios e custos relacionados ao tratamento e controle da doença no Brasil. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESPÍRITO SANTO (CRMV-ES). Por que a Leishmaniose é questão de Saúde Pública? Disponível em: https://www.crmves.org.br/por-que-a-leishmaniose-e-questao-de-saude-publica/ MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL (MS). Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral, 2ª edição revisada e ampliada, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_controle_leishmaniose_visceral.pdf CAFÉ HISTÓRIA – Por uma história social das doenças: o caso da leishmaniose. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/historia-social-da-leishmaniose/ SECRETARIA DE SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO – Leishmanioses. Disponível em: https://saude.es.gov.br/Media/sesa/NEVE/LLEISHMANIOSES.pdf LEISHVET – Diretrizes sobre Diagnóstico e Tratamento da Leishmaniose Canina. Disponível em: https://www.leishvet.org/wp-content/uploads/2018/09/PO-Guidelines.pdf BIO FIOCRUZ – Sintomas, Transmissão e Prevenção da Leishmaniose Canina. Disponível em: https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/sintomas-transmissao-e-prevencao-leishmaniose-canina-dpp. Acesso em: 19 fev. 2025. CRMV-SP – Semana de Combate à Leishmaniose: Saiba como Prevenir. Disponível em: https://crmvsp.gov.br/semana-de-combate-a-leishmaniose-saiba-como-prevenir/ COSTA, Graciele Pereira; SILVA, Danielle Pereira Costa; ROCHA, Diana de Oliveira Azevedo Carvalho; TEIXEIRA, Paulo Henrique Gomes. Métodos de diagnóstico da leishmaniose canina: revisão de literatura. Revista Científica de Medicina Veterinária, Guanambi-BA, 2020. Disponível em: https://ppl-ai-file-upload.s3.amazonaws.com/web/direct-files/8584495/6ea346b3-340c-445d-b2ec-866142ca256f/1497-61-3276-1-10-20210525.pdf MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO (MAPA). MAPA suspende fabricação e venda e determina o recolhimento de lotes de vacina contra leishmaniose após fiscalização. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-suspende-fabricacao-e-venda-e-determina-o-recolhimento-de-lotes-de-vacina-contra-leishmaniose-apos-fiscalizacao. See omnystudio.com/listener for privacy information.