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Mais uma edição dos "Embalos de Sábado à Noite do ECK" chega neste dia 30 de maio. Com Júlia Schultz (SC) e Alexandre Ferreira (SP), vamos compreender as conexões ou concordâncias entre os fundamentos espíritas (trazidos por Allan Kardec, na segunda metade do século XIX) e as informações que as ciências físicas apresentam a respeito dos astros e dos números. Isto com a moderação de Marcelo Henrique (SC), como de costume."Números, Astros e Espíritos: Concordâncias em Espírito e Verdade" é a proposta desta live no canal "Espiritismo COM Kardec".De pronto, é possível perquirir:1) Considerando o Universo como obra divina, qual a importância e a função dos astros?2) O Sol, a Lua e os Astros do nosso sistema solar influenciam a vida dos Espíritos encarnados na Terra? Em que medidas ou alcances?3) Os signos, enquanto conceitos e representações, são condicionantes das características da personalidade dos indivíduos? Até que ponto?4) Qual o significado dos números para a vida individual e coletiva dos seres humanos? 5) Existem números melhores ou piores, favoráveis ou desfavoráveis? O que dizer da sorte ou do azar atribuído a determinados números?6) Kardec chegou a abordar a influência dos astros na vida planetária e, também, na vida individual ou coletiva? Que pontos importantes neste sentido constam de suas obras?7) O Espiritismo, assim como a Numerologia e a Astrologia seguem sendo tratados, quase sempre, como temas místicos?
As eleições locais britânicas revelaram o colapso da estratégia moderada dos trabalhistas, o avanço da extrema direita de Nigel Farage e o fortalecimento de forças regionalistas que colocam em xeque a própria unidade do Reino Unido. Thomás Zicman de Barros, analista político Menos de dois anos separam o momento de consagração de Keir Starmer, ainda primeiro-ministro trabalhista da Grã-Bretanha, daquele que pode marcar sua danação política. As eleições locais realizadas na última quinta-feira na Inglaterra, Escócia e País de Gales poderiam passar despercebidas fora desta ilha do norte, não fosse a dimensão da derrota trabalhista.Já há vozes pedindo a renúncia do premiê. Se não mudar de rumo, Starmer pode entrar para a história como o homem que abriu as portas do poder para a extrema direita britânica, ao mesmo tempo em que fortaleceu forças regionalistas que ameaçam a própria unidade do Reino Unido. Há menos de dois anos, os trabalhistas comemoravam uma vitória histórica. Após catorze anos na oposição, conquistaram uma supermaioria em Westminster, o parlamento britânico, e voltaram ao poder sob a liderança de Starmer. Na quinta-feira passada, porém, o partido perdeu mais de 1.400 conselheiros locais nas eleições regionais inglesas e sofreu graves reveses na Escócia e em Gales, em uma das piores derrotas desde a sua fundação. Starmer chegou à liderança do Partido Trabalhista após derrubar Jeremy Corbyn do comando da legenda. Corbyn, representante da ala esquerda do partido, era um líder que mobilizava multidões, mas acusado pelos adversários internos de ser radical demais e, por isso, incapaz de reconduzir os trabalhistas ao poder. Starmer representa o oposto. Muito mais moderado, entusiasmou menos eleitores, mas venceu graças ao desgaste dos conservadores e à fragmentação da direita britânica, já dividida pelo avanço do partido de extrema direita Reform UK, de Nigel Farage. Como não há segundo turno no sistema britânico, os trabalhistas colheram os frutos da cizânia direitista. Uma vez no poder, porém, a extrema moderação de Starmer cobrou seu preço. Apesar da ampla maioria parlamentar, o governo manteve a austeridade herdada dos conservadores. Para tentar conter o crescimento da extrema direita, Starmer chegou a evocar discursos racistas contra imigrantes. A frustração não demorou a aparecer, e os trabalhistas passaram a despencar nas pesquisas. A grande beneficiária desse processo não foi a direita conservadora tradicional, ela própria mergulhada em crises internas, mas sim a extrema direita do Reform UK. O partido de Farage conquistou 1.450 cadeiras locais na Inglaterra, além de tornar-se a segunda força na Escócia e sobretudo em Gales. Hoje, lidera com folga boa parte das pesquisas nacionais.Farage já havia transformado a política britânica dez anos atrás ao impor a agenda do Brexit, mesmo quando tinha apenas um único deputado em Westminster. Agora, pela primeira vez, sua extrema direita parece próxima de açambarcar a política institucional do país. Ao mesmo tempo, parte do eleitorado trabalhista parece buscar à esquerda a radicalidade perdida. O Partido Verde, frequentemente apresentado como uma esquerda mais radical e combativa, teve bons resultados e segue consolidando presença em regiões urbanas e universitárias. Ainda assim, talvez o aspecto mais impressionante das eleições locais da semana passada tenha sido o avanço das forças regionalistas e nacionalistas fora da Inglaterra. Na Escócia, o independentista Partido Nacional Escocês, de centro-esquerda, continua sendo a principal força política local e permanece à frente do governo regional. A surpresa maior veio do País de Gales, antigo bastião trabalhista onde o nacionalismo galês historicamente teve menos força. Nas eleições da semana passada, o partido independentista Plaid Cymru, também de linha progressista, alcançou seu melhor desempenho eleitoral em um século, chegando às portas do poder. Considerando que a Irlanda do Norte já é governada pelo Sinn Féin, defensor da reunificação da ilha sob a bandeira da República da Irlanda, o quadro que emerge é inédito: enquanto a Inglaterra parece cada vez mais dominada pelo nacionalismo inglês e pela extrema direita, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte aprofundam movimentos centrífugos. A desunião parece se tornar o traço dominante da política britânica. Os trabalhistas seguem com sua supermaioria em Westminster, o que lhes garante estabilidade para governar até 2029. A permanência de Starmer na liderança do partido e do governo, porém, já é menos evidente. Sem reatar com a radicalidade perdida, os trabalhistas correm o risco de assistir a um duplo desaparecimento: o seu, no horizonte político britânico, e o do próprio país que ainda governam.
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo - “Considerando a mediunidade”- do livro “No portal da Luz”, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
El programa 2867 de Radiogeek, les habló de varios temas importantes. El Pentágono consolida su alianza con gigantes tecnológicos para el uso de inteligencia artificial; ¡No caigas en la trampa! Guía para comprar y vender seguro en Facebook Marketplace; Instagram está probando etiquetas opcionales de "creador de IA"; Apple no puede satisfacer la demanda del Mac Mini, así que acaba de eliminar el modelo básico; El último fallo de YouTube está consumiendo tu RAM y congelando todo tu PC; La aplicación Google Gemini se renueva; El protocolo RCS cifrado entre Android y iPhone se lanzará con iOS 26.5; y por último La Casa Blanca está considerando una regulación más estricta de los nuevos modelos de IA. Toda esta información la pueden encontrar desde nuestra web www.infosertec.com.ar o bien desde el canal de Telegram/Whastapp, o Instagram. Esperamos sus comentarios.
Virando a Chave - O podcast que impulsiona a comunidade de corretores
O sucesso no mercado imobiliário exige muito mais do que bater metas. Exige equilíbrio emocional e clareza mental. Como inovar na sua rotina e manter a alta performance sem se perder na ansiedade do dia a dia?Neste episódio, Thiago Ely https://www.instagram.com/othiagoely/ recebe Bianca Solléro https://www.instagram.com/biancasollero/, Psicóloga especialista em produtividade e performance humana, para discutir como lidar com a ansiedade, equilibrar produtividade e bem-estar, e o papel da autorresponsabilidade na construção de uma carreira sólida e saudável.Acesse o podcast na sua plataforma de áudio preferida: https://www.mrveco.com.br/virando-a-chaveVenha ser um corretor de imóveis MRV: https://mrv.vc/querovender-vac00:00 Introdução01:22 Lidando com a ansiedade do corretor03:07 Curtindo a jornada com brilho nos olhos04:39 Muito além da meta: quando a relação humana agrega mais07:53 Como equilibrar plenitude e produtividade11:22 Autoconhecimento: como recarregar as energias psíquica e relacional12:54 Dicas para sair do piloto automático17:10 E o líder? lidando com cuidado, limites e autonomia23:12 Insaciável: lidando com a frustração inerente27:19 "Esse é o meu jeito!". Mudar é possível?29:36 Considerando a realidade: inteligência para se adaptar30:46 O que é o mimimi? Vitimismo e autorresponsabilização33:40 E a parte física? Como encontrar o equilíbrio físico36:38 Qual é o valor do propósito?40:41 Encerramento#VirandoaChavePodcast #podcastdaMRV #podcastparacorretor #corretordeimóveis #ThiagoEly #BiancaSolléro #AltaPerformance #SaúdeMental
En este episodio de Código Tumoral, la Dra. Julieta Gómez, oncóloga médica de México, conversa con el Dr. Sergio Cifuentes, oncólogo médico del Instituto de Cancerología Las Américas Auna en Medellín, Colombia. La dinámica del episodio se centra en una discusión reflexiva sobre la incertidumbre en la práctica oncológica, abordando cómo los oncólogos enfrentan preguntas sin respuesta absoluta, la toma de decisiones compartida y la necesidad de replantear la formación médica.Durante la conversación, se exploran experiencias clínicas reales que ilustran la complejidad de comunicar pronóstico, recurrencia y decisiones terapéuticas en escenarios no curativos. Se destaca el valor de reconocer la incertidumbre como parte inherente de la oncología, promoviendo una relación médico-paciente basada en transparencia y acompañamiento. Asimismo, se discuten limitaciones estructurales en la formación de oncólogos —como la falta de mentoría, liderazgo e investigación— y la necesidad de fortalecer estos pilares para mejorar la práctica clínica y el impacto regional.Preguntas realizadas durante la grabación:¿Cómo aprender a trabajar con la incertidumbre en la práctica oncológica?¿Deberíamos aprender a decir “no sé” como médicos?Desde tu experiencia en iniciativas dirigidas a oncólogos jóvenes, ¿qué herramientas y competencias consideras indispensables incorporar en el currículo de oncología y en la educación médica continua?¿Qué estrategias pueden ayudar a traducir datos clínicos complejos en decisiones para pacientes?Considerando la importancia del acompañamiento en la toma de decisiones, ¿cómo construir una comunicación más honesta y empática en escenarios de alta incertidumbre clínica? Este episodio fue inspirado en el artículo The Power of “I Don't Know” de la Dra. Sondos Zayed; le invitamos a consultarlo aquí y profundizar en el tema.Fecha de grabación: 09 de abril de 2026.Referencia:Este contenido se basa en la interpretación crítica de la evidencia científica disponible, así como en la experiencia clínica del o los ponentes como profesionales de la salud en instituciones de referencia.Para profundizar en los conceptos discutidos, se recomienda al profesional de la salud consultar literatura científica vigente, guías clínicas internacionales y la normatividad aplicable en su país.
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8505GLI EQUIVOCI PIU' INGANNEVOLI SULLA RELIGIONEdi Don Stefano Bimbi Poniamoci una domanda importante per la nostra vita: cos'è la religione? Non dal punto di vista etimologico, teologico o sociologico. Ci chiediamo semplicemente: cosa vuol dire essere religiosi? Non lo si può certo chiedere a un ateo, uno dei tanti "padri spirituali" che sui media ci subissano di consigli e "verità" parziali. Sarebbe come chiedere a un cieco come sono i colori o a un sordo com'è la musica. Ma purtroppo, a volte, anche tra i cristiani, perfino tra quelli praticanti, ci possono essere delle visioni riduttive della religione. Considerando sotto un solo aspetto la religione vera, cioè il cristianesimo, questo diventa una caricatura di se stesso. Facciamo tre esempi.1) LA RELIGIONE RIDOTTA AI SOLI ATTI DI CULTOIl primo esempio è la religione ridotta a semplici atti di culto: aver detto le preghiere, fatto il segno di croce e la genuflessione, recitato il Rosario, ecc. La religione ridotta agli atti di culto, che evidentemente ci devono pur essere, ma non sono l'unica cosa. Non basta andare a Messa per essere poi a posto con Dio per tutta la settimana. Quando vado a portare la comunione alle persone inferme per prima cosa le confesso (cosa che non possono fare i ministri straordinari della comunione). Ebbene durante la confessione mi capita spesso di sentir dire: "non sono più una buona cristiana". Allora chiedo: "perché signora non si sente di essere una buona cristiana?". "Perché non vengo più alla Messa!" è l'immancabile risposta. Allora provo a dire che lei non può venire alla Messa essendo bloccata a letto. Cerco di spiegare che nel suo caso il precetto non obbliga, che offrire le preghiere nella sua situazione e soprattutto le sofferenze sono altrettanto, se non ancora di più, gradite al Signore rispetto a quando riusciva a venire a Messa. Niente, non riesco mai a convincerle. Evidentemente sentirsi manchevole non potendo fare gli atti di culto a cui era abituata vuol dire aver ridotto la religione al solo compimento di quegli atti.Stesso errore lo compie chi, ad esempio, dice: "Non mi aspettavo che quella signora ricorresse alla fecondazione artificiale: eppure viene sempre a Messa, la vedo dire il Rosario, indossa perfino il crocifisso al collo". Anche in questo caso si considera la persona come religiosa per aver semplicemente praticato gli atti esterni di culto. Quando una condotta di vita contraddice gravemente l'insegnamento morale della Chiesa non ci si deve stupire che quella stessa persona ci sembrasse religiosa, ma che avevamo giudicato quella persona come religiosa per il solo compimento degli atti esterni di culto. Ridurre la religione solo a questo ci fa dimenticare che la religione è molto di più. Perché se consistesse solo in atti di culto, una volta che ci si annoia di tali pratiche, non si vede il motivo per continuare a farle ed anzi si cercherà di fuggire da tutto ciò. Accade ad esempio che in vacanza ci si "dimentichi" di andare a Messa. Oppure che un giovane che ha appena ha fatto la cresima non si veda più in parrocchia. Come dargli torto se è passato il concetto che la religione è solo un atto di culto?2) LA RELIGIONE RIDOTTA A OBBLIGHI E DIVIETICome è chiaro nel punto precedente che gli atti di culto esterni ci debbano essere, altrettanto chiaro è che rispettare i Comandamenti è doveroso, ma di nuovo ridurre la religione solo a questo, fa sì che si pensi che la religione sia solo fare o non fare determinate cose. Questo errore si vede ad esempio in chi chiede al sacerdote se una certa cosa è peccato mortale o veniale. La questione è interessante ed è importante saper distinguere, almeno per sapere se si può fare la comunione oppure no. Del resto il Concilio di Trento invita i parroci a far presente ai fedeli che accostarsi all'eucaristia rimette i peccati veniali. Ma a volte si ha l'impressione che le persone siano interessate alla distinzione per poter poi dire: "Vabbè, se è solo peccato veniale lo posso fare, tanto non vado all'inferno per quello". A parte il fatto che reiterare i peccati veniali predispone al peccato mortale, è proprio il concetto di fondo che è sbagliato. Non si può ridurre la vita cristiana al non compiere i peccati mortali. Questo è il primo gradino di un cammino spirituale, ma non ci si può fermare lì. Non basta dire "Non faccio niente di male", ma occorre chiedersi se si è fatto tutto il bene possibile.L'idea che la religione sia limitata a quello che è obbligatorio e poi per il resto si è a posto è molto limitativa. È considerare la religione come pagare le tasse, ci si attiene al minimo obbligatorio e lo si fa pure malvolentieri. Nessun commercialista si sente dire da un cliente di lasciare allo Stato cento euro in più di quello che deve per legge. Non si pagano le tasse per amore dello Stato, ma perché si è costretti.Un altro esempio di religione ridotta a obblighi e divieti è la domanda che fanno spesso i giovani cristiani fin dove possano spingersi in campo sessuale durante il fidanzamento. La risposta che mi sembra migliore è che possono fare ciò che farebbero davanti ai loro genitori. Ovviamente questa non è la risposta che volevano. Allora si allontanano dalla confessione, limitandola ad appena prima di accostarsi alla comunione. Così pensano di aver adempiuto agli obblighi: "Faccio i peccati che voglio, ma tanto poi mi confesso". Un po' come pagare la multa per eccesso di velocità e poter così continuare a guidare l'auto.Insomma anche ridurre la religione a divieti ed obblighi porta la conseguenza che appena posso evado da essi, come sogniamo di fare con le tasse.3) LA RELIGIONE RIDOTTA A FARE DEL BENEUn'ultima visione riduttiva della religione, molto diffusa, è che questa sia soltanto fare del bene. L'importante è voler bene agli altri, rispettare tutti, non far male a nessuno. Chi pensa questo quando passo per la benedizione delle case si giustifica dicendo: "Non mi vede alla Messa, però faccio tanto del bene, ad esempio ho accudito mia mamma fino alla morte". Ovviamente rispondo che ha fatto bene, del resto è bello prendersi cura della mamma. Lei ci cambiava il pannolino da piccoli, adesso si invertono i ruoli. Ma pensare di essere a posto con Dio perché si è fatto del bene è aver ridotto la religione solo a questo.Un altro esempio è quello delle signore che frequentano la chiesa, ma il cui marito pur dicendosi cristiano, non è praticante. Un po' come se uno dicesse di essere un paracadutista, ma senza essere praticante, cioè senza mai buttarsi da un aereo. Un non-senso. Le signore in questione dicono che è vero che il marito non viene alla Messa, però è un brav'uomo, generoso e buono. Anche in questo caso si riduce la religione al compiere degli atti buoni. Fatti questi si è a posto. E pazienza, si fa per dire, se uno non viene mai a Messa violando così il precetto domenicale, non si confessa mai nonostante la Chiesa dica di confessarsi almeno una volta l'anno, è rimasto alle conoscenze del catechismo imparato da piccolo senza approfondire i temi legati alla Fede, non si sforza di abbandonare i vizi nei quali è immerso, ecc. Ma se l'unica cosa che conta è "fare del bene", allora faccio sempre del bene, almeno secondo me, e penserò sempre di essere a posto. Però così ho ridotto la religione ai miei parametri, non mi sono elevato a Dio.CONCLUSIONE: COS'È LA RELIGIONE?Purtroppo le tre riduzioni che abbiamo considerato portano a pensare di essere religiosi, anche se non lo si è. Cos'è allora la religione? Lo ha spiegato Gesù nel Vangelo indicando a modello - rispetto ai ricchi che davano del superfluo come offerta al tempio - la vedova che non dà del superfluo, ma del necessario (Mc 12,41-44). Aveva due spiccioli e li dà tutti e due. Poteva darne uno solo e tenersi l'altro. Invece la vedova, che già era nella miseria, dona tutto quello che aveva per vivere. Cos'è dunque la religione? È quell'atto di donazione totale della vedova e dunque è una questione di amore. E chi è che può dare tutto a Dio? Può dare tutto a Dio solo chi si è sentito amare da Lui così tanto da riconoscere che il nostro è solo un restituirgli quello che ci ha dato. Se Dio ci ama così tanto da mandare suo Figlio in croce, evidentemente anche noi lo dobbiamo riamare.Quindi in conclusione non ci si può ricordare di Dio solo quando le cose vanno male e quando invece va tutto bene ce ne dimentichiamo. Oppure, al contrario, lo lodiamo quando tutto va bene, ma poi quando qualcosa va male imputiamo a Lui di averci abbandonato o punito e allora ci allontaniamo dalla religione. Non è giusto fare così. Non si può tener conto di Dio quando siamo piccoli e andiamo al catechismo per poi abbandonarlo quando iniziamo a vivere la nostra vita nel mondo. Oppure ce ne ricordiamo quando ormai siamo anziani e avendo poche cose da fare si può andare alla Messa, magari tutti i giorni. Non si può dare a Dio gli spiccioli, il superfluo. A Dio bisogna dare tutta la nostra vita: le gioie e i dolori, la malattia e la salute, le cose belle e quelle brutte. Tutto dobbiamo riferire a Dio, ringraziarlo per ogni cosa: perché c'è il sole e perché c'è la pioggia, perché ho da mangiare e perché oggi invece non ho da mangiare, per quando sto bene e per quando invece sono a letto infermo. La vita, ma anche la morte, tutto deve rendere gloria a Dio.La scoperta dell'amore di Dio cambia radicalmente la vita. Non si tratta di compiere pratiche esterne, di rispettare regole o di fare beneficenza: si tratta di amare Dio con tutto il cuore, tutta l'anima, tutta la mente e tutta la forza.
Considerando lo que Cristo está presentando en estos pocos versos, es sumamente espantoso pensar en pasar tiempo sin reconciliarte.
No Insights de hoje vamos conhecer o trabalho da Flying Rivers Capital, uma gestora dedicada exclusivamente a negócios que envolvem a temática do clima. A conversa é com Luciana Antonini Ribeiro, fundadora e CEO da companhia. Considerando que o Brasil tem um papel estratégico na transição energética global, a Flying Rivers tem como foco a transformação do conhecimento técnico em modelos de negócio inovadores, para acelerar a economia verde. Outra missão da Flying Rivers, como explica Luciana, é atrair o capital estrangeiro, já que a América do Sul recebe apenas de 2% a 3% dos investimentos globais em clima. Os investimentos na economia verde estão sendo aprimorados e estão adquirindo cada vez mais expertise própria para o setor. O bate-papo é com o superintendente sênior de negócios do Bradesco Corporate, Eduardo Guido e, Fabiana Costa, superintendente de Sustentabilidade do Bradesco. Acompanhe! O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco. #flyingRivers #ESG #mudançasclimáticas #ecoinvest #sustentabilidade #meioambienteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Considerando che questa settimana abbiamo saputo del ritorno (animato) di un cult amatissimo come Firefly, ma anche dell'annullamento del progetto di reboot di Buffy, non so dire quale sia la posizione del nostro nostalgiometro, se volge al bello o se invece minaccia tempesta.Intanto però parliamo di un bel po' di serie in arrivo, di quel vecchio volpone di Taylor Sheridan, e del fatto che si sono dimenticati James Van der Beek e Eric Dane agli Oscar.(00:00:00) IntroduzioneCommentino agli Oscar e alla mia vita da videogiocatore(00:06:24) Le serie in arrivoVenerdì 20 marzo-Peaky Blinders: The Immortal Man (Netflix)Domenica 22 marzo-The Comeback (HBO MAX)-The Faithful: Women of the Bible (FOX)Lunedì 23 marzo-Lucky Luke (Disney+)Martedì 24 marzo-Daredevil: Born Again (Disney+)Mercoledì 25 marzo-Bait (Prime Video)-Scrubs (Disney+)Giovedì 26 marzo-Jo Nesbø's Detective Hole (Netflix)-Something Very Bad Is Going to Happen (Netflix)(00:14:56) Le newsCi hanno bocciato Buffy(00:19:46) Le recensioni no spoiler-Scarpetta (Prime Video)-Star Trek Starfleet Academy (Paramount+)-The Madison (Paramount+) (00:35:38) La CommunityLe diverse opinioni su One PieceLe recensioni spoiler(00:55:37) Love Story 1x07 (Disney+)(00:57:47) DTF St. Louis 1x03 (HBO MAX)(00:59:08) Rooster 1x02 (HBO MAX)(01:00:25) Shrinking 2x08 (Apple TV)(01:02:33) Portobello 1x04 (HBO MAX)(01:03:56) Paradise 2x06 (Disney+)
Pela segunda vez nesta semana, Pedro Passos Coelho voltou aos "incentivos" ao Governo. Nesta sexta-feira, o antigo primeiro-ministro avisou que é "muito importante" que não se perca a oportunidade de "andar para a frente" e fazer as mudanças necessárias. Considerando que é tempo de o executivo pôr em marcha as promessas que levaram o PSD a governar, insistiu em que é preciso "não perder mais tempo" e levar ao Parlamento reformas. Já em entrevista à SIC Notícias, André Ventura já ambiciona com um Governo feito com Passos Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Podcast del programa Imagen Empresarial transmitido originalmente el 19 de febrero del 2026. Conduce Rodrigo Pacheco. Los entrevistados de hoy: Entrevistado: Rosa María Rubio Kantun, analista económico en Monex Tema: -Se esperan las cifras preliminares del PIB al 4T-25 ¿La economía estadounidense sigue mostrando resiliencia en la actividad o comienzan a observarse señales más claras de desaceleración? -Considerando la resiliencia de la actividad y la persistencia inflacionaria, ¿qué podrían revelar las minutas de la Fed sobre la postura monetaria hacia adelante? -¿Qué se espera de las minutas del Banco de México ante la reciente revisión al alza en las expectativas de inflación? ¿Cómo podría impactar este entorno inflacionario en la trayectoria de la tasa de referencia hacia adelante? Entrevista: Óscar del Cueto, presidente de CPKC de México (Canadian Pacific Kansas City de Mexico) Tema: Misión Comercial de Canadá en México
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA , o uso da IA na produção de leite e os resultados obtidos pelo projeto MONITORE da Frísia
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Cruzeiro x América-MGEscalação.Análise do jogo.Considerando as condições, o desempenho foi bom.Gerson fez uma partida boa.Devemos destacar a partida do Arroyo, João Marcelo, Fabrício Bruno e outros.Gol do Kaio Jorge não estava impedido, mas o impacto está na falta de querência da Federação/Confederação resolver.Espero que o Tite entenda o que encontrou e mantenha as coisas.Situação de tabela.Portais de notícias: Globo Esporte — Cruzeiro Deus me Dibre — Cruzeiro No Ataque — Cruzeiro Itatiaia — Cruzeiro O Tempo — Cruzeiro SamucaTV Central da Toca FB TVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste Instagram da coleção/podcast: @varalceleste
María Luisa Valdés explicó que los cambios en el periodo de retorno de las lluvias han generado un mayor colapso al sistema. Conduce Rodrigo Vergara.
"Considerando la excelenecia del misterio de la redención, debemos esforzarnos mucho más y persverar aún más"
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo sobre dois titãs dos jogos de luta: "Street Fighter" e "Mortal Kombat". Apesar de pertencerem ao mesmo gênero, eles tem filosofias bem diferentes, quase como dois jeitos opostos de entender um bom game de porradaria."Street Fighter" (Capcom, Japão) nasceu nos Arcades no fim dos anos 80 e ajudou a definir as regras dos jogos de luta modernos. Ele é mais técnico, focado em precisão, leitura do adversário e domínio de comandos. Já "Mortal Kombat" (Midway / NetherRealm, EUA) surgiu no começo dos anos 90 com a intenção de quebrar padrões: personagens digitalizados, violência explícita e um tom mais sombrio e cinematográfico. Considerando as duas franquias, quem se saiu melhor? Na geração 16bits quem dominou? Quem tem os personagems mais icônicos? Qual a melhor trilha sonora? Como jogo, quem fez melhor no passar dos anos?Essa é mais uma edição da série Versus!=- MAIS DESCONTO NA ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 26% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas
Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.
Uma estratégia de cibersegurança é definida, muitas vezes, com base em uma equação bastante complexa. Leva em conta variáveis como: 1. Quais ativos devem ser priorizados (e aqui, certamente, há muitos deles); 2. E qual montante dos recursos (já limitado) deve ser direcionado à defesa desses ativos; 3. Considerando, ainda, que não existe “zero risco” e que o cenário de ameaças cresce em volume e sofisticação a cada dia. Neste episódio, nosso CEO, Eduardo Lopes, conversou com os CISOs Cassio Menezes (Grupo Amil) e Humberto Guimarães (Banco BMG) sobre como montar essa estratégia de defesa eficaz equilibrando os desafios e as metas do negócio.
O Nintendo DS ainda é, ao menos oficialmente, o videogame mais vendido da história da Nintendo, e o segundo dentre todos, tendo vendido cerca de 155 milhões de unidades pelo mundo. Com tamanho sucesso, inevitavelmente a plataforma recebeu uma quantidade enorme de jogos, para todos os gostos e estilos. Considerando suas capacidades (até então) únicas, o jeito de jogar videogames era bem diferente na época. Será que esse novo jeito se sustenta até hoje? Vamos citar alguns jogos que ainda valem a pena jogar no Nintendo DS.Edição por Alecsander Oliveira.
Ao longo dos séculos quantos terão contemplado as possibilidades de se livrarem dos seus perversos corpos? Eles mais pelo desejo de que se sentiam adoecer, elas por se verem encurraladas, sendo-lhes dito que os seus corpos carregavam esse ambíguo poder (graça e maldição), enfeitiçando-os a eles. Talvez muito pudesse ter sido diferente se em vez de interrogar o que as mulheres querem, a pergunta fosse feita na negativa: o que não querem? Mas acatar de vez uma recusa é desde logo mais doloroso, e a insistência, o cerco, o acosso, fundou esse prestígio de um sedutor rapace, daquele que entende que é sempre possível negociar um não, criar condições para que este se torne um sim. “Falar, narrar, fabular, assim como lamber, chupar e sugar exigem uma aprendizagem subtil e interminável” (Eliane Robert Moraes), e falar delas é o primeiro dos privilégios do macho, a possibilidade do assalto que começa por pô-lo em palavras, descrevê-las e o que lhes faria, a fazer as rondas, a tocar com os passos esse instrumento chuvoso, para que a língua dê uma volta na fechadura de uma beleza hermética, começando pelo contorno, por alguns traços, da melena lisa com todos os matizes do negro, a “uma pele que é como o fim de uma raça ou o princípio de outra”, “um corpo de criada filipina e adolescente que saiu estilizada dos cruzamentos de raças, de sangue, de toda essa cultura dos sexos, que ignoramos”… Não faltam mitos sobre as fazedoras de chuva, essas figuras cheias de uma deliciosa intimidade feminina, daquele maternal cansaço de amante. Não se livram desse olhar, dessa avaliação, e também por isso Maria Galíndo insiste em fazer notar como há uma continuidade fundadora entre puta e não puta. Mas reivindica esta palavra: “A palavra puta é essencial e representa-nos, abrange do trabalho sexual até à liberdade sexual; a expressão trabalho sexual é também essencial porque obriga-nos a colocar a prostituição na análise histórica dos trabalhos das mulheres”… “Sem trabalhadoras do sexo não há feminismo”, adianta. “Não estou a falar de uma forma de inclusão ‘caridosa', para as ‘salvar', mas sim precisamente o contrário: ela, a puta, tem o bastão para remover sexualidades, quebrar mitos, diluir as estruturas de todas as mulheres e é, por isto, um sujeito imprescindível." Explica ainda que, “tal como em qualquer actividade de subsistência, neste trabalho desenvolve-se um conjunto de saberes; a cozinheira, a padeira, a peixeira, a vendedora ambulante, todas desenvolvem saberes próprios do seu ofício, a trabalhadora do sexo faz o mesmo. O negócio não é simplesmente cobrar por sexo”. E prossegue: “A perigosidade e a importância dos seus saberes, o lugar que ocupam na sua relação com o universo masculino, é o que realmente não se quer discutir quando se fala de trabalho sexual. Os saberes das trabalhadoras do sexo têm um carácter explosivo.” Ora, é isto que, segundo Galíndo, faz da puta a “anfitriã da mudança social e uma protagonista central do questionamento da norma patriarcal em torno do corpo e da sexualidade”. Considerando que está em processo uma guerra contra as mulheres, com o aumento da violência machista, sendo que “as trabalhadoras sexuais estão a funcionar como dique, como parede de primeiro impacto dessas violências, como lugar onde essas violências se apresentam como legítimas”, para esta anarco-feminista boliviana a puta é uma peça chave uma vez que “ela acumula, mais do que qualquer outra mulher, mais que a esposa, mais que a amante, uma quantidade de conhecimentos sobre a afectividade, a sexualidade, o corpo, as dolências e os complexos do macho”. Seria um desperdício tentar usar da galanteria e do latim para intrujar ou converter uma puta numa amante solícita. Ela já ouviu tudo, e, a qualquer combinação de palavras formulada por um príncipe a cavalo no próprio tesão, prefere antes que lhe paguem o preço acordado. Em vez de um elogio, mais vale outra nota. Talvez seja mesmo de preferir que ele se cale. Uma puta dispensa o homem de todo aquele teatro, de toda a falsificação amorosa. Se isso for importante, se ajudar a que se venha de uma vez, fingirá, e, por um preço, fará todos os papéis, irá bater texto, dar-lhe-á as deixas, contribuirá no que for preciso para que ele se comova consigo mesmo, com os seus sentimentos e intenções, com a imagem que julga que pinta. Tem infinitos recursos, a puta. E podemos mesmo antecipar que a tal ficção da “mulher”, dentro de mais uns anos, só venha a ser sustentada pelas prostitutas, isto num momento em que o capitalismo já reconheceu que, para os seus fins, interessa mais uma força de trabalho sem género. Como assinala Silvia Federici, “as áreas de trabalho em que o modelo da feminilidade celebrado (por exemplo) na década de 1950 ainda é requerido estão rapidamente a desaparecer. Do ponto de vista do trabalho, já vivemos num mundo de género fluído, em que se espera que sejamos femininas e masculinas em simultâneo.” Há uma urgência em diluir os géneros por questões de eficácia, e, em breve, a nostalgia do macho possante de outrora será uma dessas fantasias que apenas as putas satisfarão. Mas, por agora, e como assinala Federici, o mais importante é reconhecer que há maneiras de ganhar um salário bem mais degradantes do que a prostituição. “Vender os nossos cérebros poderá ser mais perigoso e degradante do que vender o acesso às nossas vaginas.” Mas para esta como para outras noções, a audiência prefere ainda agarrar-se ao efeito moral, representando para si mesma, e ignorando o que nos foi dizendo Merteuil, a marquesa que teve a morte de uma prostituta, sobre como isso da mulher como esta sociedade a faz foi sempre o pior dos papéis, a mais sufocante das prisões. “Abrirei as minhas veias como um livro que não foi lido. Haveis de aprender a lê-lo, Valmont, depois de mim. Farei isso como uma tesoura, porque sou mulher. Cada profissão tem o seu jeito. Podeis com o meu sangue renovar a vossa maquilhagem. Procurarei um caminho para o meu coração através da minha carne que não haveis encontrado, Valmont, porque sois um homem, porque vazio é o vosso peito e dentre de vós cresce o nada. O vosso corpo é o corpo da vossa morte, Valmont. Uma mulher tem muitos corpos. Se quiserdes ver sangue, tereis que o tirar vós próprio. Ou então uns aos outros. Tendes inveja do leite do nosso peito, o que vos torna carniceiros. Se pudésseis parir. Lamento, Valmont, que devido a uma lei da natureza difícil de compreender vos seja inacessível esta experiência, proibido este jardim. Daríeis a melhor parte de vós mesmo se soubésseis o que vos escapa e a natureza vos desse razão. (…) É bom ser mulher, Valmont, e não um vencedor. (…) Quereis saber mais. Sou uma enciclopédia agonizante, cada palavra um coágulo de sangue.” Neste episódio, parecendo que não, nunca nos afastámos muito da actualidade, mas para escapar aos convulsivos desarranjos e equívocos para os quais nos empurra a mediocracia, quisemos assaltar aquela margem abandonada dos discursos que não abriram mão de um verdadeiro projecto de transformação social. E para irmos seguindo esse fio de lã e não ficarmos perdidos no labirinto, contámos desta vez com a inteligência e graça de Carmo Afonso, advogada que tem empenhado o seu tempo e os seus conhecimentos para defender mulheres que são alvo da perseguição e enxovalhamento do enredo patriarcal.
Considerando el contenido de este capitulo, es fácil concluir que estamos en el equipo ganador.
Hagamos de éste un verdadero Holy Day COMPARTIENDO del amor de Dios, CONSIDERANDO el mensaje de Jesús desde su nacimiento y REFLEXIONANDO sobre el gran amor con que nos amó.
O que exatamente significa estar só? Como podemos superar – ou pelo menos mitigar – nossa solidão? Considerando que às vezes desejamos estar sozinhos, podemos dizer que a solidão é sempre algo ruim?
Considerando que una película siempre es hija del tiempo y el contexto en que se filman y se estrenan, ¿en qué medida se puede decir que La Ola es una cinta que llegó "tarde" a su público? Porque ese es el primer impulso a la hora de intentar encuadrar y comprender su fracaso en la cartelera: la audiencia ya habría dejado atrás la lógica de la protesta y el estallido social y, políticamente, se ubica en el otro extremo de lo que dio origen a la revuelta. El punto es que es demasiado fácil encasillarla en esos términos, sobre todo cuando se toma distancia y se observa con atención el relato de una alumna universitaria que queda atrapado en el torbellino público y emocional que —tanto en la película como en la vida real— atrapó a buena parte de su generación. En su primera película filmada en chile después de Una mujer fantástica, Sebastián Lelio parece menos preocupado de dar cuenta de la contingencia que de ofrecer una mirada larga, una que se sostenga para el momento y en el tiempo. La tarea no es fácil: el realizador no sale indemne del esfuerzo, pero consigue algo que suele echarse de menos en el cine chileno: filmar la historia, la pública y la personal. De eso y más se habla en este podcast.
Matteo Moretto ha fatto chiarezza sul possibile approdo diSergio Ramos al Milan a caccia di un difensore d'esperienzaDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-rossonera--2355694/support.
Muchas personas deciden comprar un automóvil nuevo durante dias festivos como parte de empezar un nuevo año, pero desafortunadamente, no vemos los problemas que estamos causando a nosotros mismos a largo plazo. El capitalismo siempre necesita vendernos cosas que muchas veces no podemos comprar y crea formas de llevarnos a justificar una compra que no nos beneficia. El día de hoy proveeremos información que esperamos le apoye en decidir si ya esta listo o lista para una compra de un vehículo nuevo. #california #sonomacounty #podcast #familia #navidad #navidad2025 #diadegracias #thanksgiving #migrantes #inmigrantes #hijos #hijas #escuelas #carros #camionetas4x4 #camionetasford #camionetaschevy #latoxica #eltoxico
Considerando os dados de outubro, quando foram gerados 85.147 postos de trabalho no mês, o crescimento chega a 3,8% Sonora:
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia del miércoles 05 de noviembre de 2025 a las dos de la tarde.
En la edición de hoy de Radar Empresarial, ponemos el foco en Louis Vuitton, cuyos resultados recientes impulsaron una de las mayores subidas bursátiles del año: sus acciones repuntaron más de un 12%. Este avance se explica principalmente por el crecimiento en sus ingresos, que aumentaron un 1% hasta superar los 18.000 millones de dólares. Un factor clave ha sido la recuperación del mercado chino, donde la empresa afirmó que las ventas volvieron a ser positivas y que los consumidores han respondido de forma favorable a las nuevas experiencias en tienda. Esta mejora es especialmente relevante tras un 2024 complicado para el sector del lujo, en el que Louis Vuitton cayó un 15% en bolsa, Hermès retrocedió un 20% y Kering perdió un 39% de su valor. China fue uno de los principales focos de preocupación, ya que el mercado del lujo en el país se redujo más del 18% el año pasado, quedando en torno a los 350.000 millones de yuanes (unos 48.000 millones de dólares). Considerando que cerca del 28% de la facturación global de Louis Vuitton (excluyendo Japón) proviene de Asia, la marca decidió reaccionar con rapidez. Según José Manuel Amor, socio director de Afi, el impulso chino ha sido clave en los resultados. Parte de esta recuperación se debe a una estrategia innovadora: en junio abrieron "The Louis", una tienda conceptual que ofrece una experiencia inmersiva, con cafetería y espacios diseñados para redes sociales, reforzando el vínculo con nuevos públicos. Esta nueva apuesta se alinea con la tendencia en el sector del lujo de ofrecer vivencias más exclusivas a sus clientes. Además, Louis Vuitton ha incursionado en la inteligencia artificial. Junto a Alibaba Cloud, organizó un concurso de innovación enfocado en el desarrollo de agentes inteligentes para el comercio minorista, con el objetivo de mejorar la experiencia de compra. No obstante, Alberto Matellán, director general de La Financière Responsable, advierte que estos buenos resultados aún no se pueden extrapolar al conjunto del sector, que sigue enfrentando desafíos importantes. Entre los puntos débiles del balance de Louis Vuitton, destaca la caída del 2% en las ventas de su división estrella: moda y artículos de cuero, si bien muestra una recuperación respecto al segundo trimestre, donde la caída fue del 9%. La presión del entorno sigue pesando: el aumento de aranceles ha encarecido productos y la competencia de Coach, marca perteneciente a Tapestry, ha ganado terreno. Aun así, la firma podría recibir un impulso inesperado desde Italia: en el testamento de Giorgio Armani figuran como posibles compradores de su marca tres grandes nombres, entre ellos Louis Vuitton, junto con L'Oréal y EssilorLuxottica.
En la vida social de nuestro tiempo cada vez es más frecuente la proliferación del extremismo y la violencia política, y especialmente el fenómeno de la desinformación se ha convertido en uno de los principales desafíos para el funcionamiento de las democracias. Si bien la manipulación informativa no es un fenómeno nuevo, su impacto y proliferación se ha intensificado en las últimas décadas debido a la expansión de las redes sociales y la fragmentación de los espacios de debate público. La complejidad de la desinformación no se limita a la difusión de noticias falsas, sino que involucra también la tergiversación de datos ciertos, el uso selectivo de la información y la amplificación de narrativas polarizantes que erosionan la confianza ciudadana en las instituciones.Y es en ese contexto social, en el que la información que alimenta el debate público se contamina por noticias engañosas. Los ciudadanos enfrentan serias dificultades para evaluar opciones políticas, formarse un criterio propio y participar con confianza en la vida pública. Y es que la desinformación condiciona la acción colectiva, debilita los consensos básicos y lamentablemente fomenta la radicalización ideológica, como lo hemos evaluado en episodios anteriores. Considerando además, que las redes sociales han sido diseñadas para maximizar el tiempo de uso, terminan favoreciendo la propagación de mensajes sensacionalistas o polarizantes por encima de contenidos verificados y contrastados. Creándose consigo un ambiente comunicacional en el que las emociones y las percepciones tienden a imponerse sobre los hechos, favoreciendo la creación de burbujas informativas en las que los usuarios quedan expuestos principalmente a aquello que refuerza sus creencias previas. Fomentando consigo una mayor fragmentación social y restringiéndose la posibilidad de establecer un debate democrático abierto, plural y constructivo.Para examinar cuáles pudieran ser las mejores prácticas para navegar esta desinformación, nos acompañó en este episodio Raisa Urribarri. Periodista e investigadora venezolana en el CIEPS, cofundadora del capítulo local de Internet Society. Con su apoyo analítico, intentaremos entender los orígenes y alcances de este fenómeno social y en especial como fortalecer la educación digital de los ciudadanos y construir espacios de deliberación democrática.Analistas:Manuel Alcántara SáezMaría Puerta RieraInvitada especial:Raisa UrribarriEdición y Conducción:Xavier Rodríguez Franco
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o foco foi a inflação nos EUA: o CPI de agosto veio próximo ao esperado, mas mostrando repasse menor na parte de bens. Considerando-se ainda o PPI, as projeções de PCE foram revisadas para baixo ao longo da semana. O Payroll passou por forte revisão negativa preliminar. Na Europa, o ECB manteve os juros inalterados, com revisão baixista das projeções de inflação subjacente, mas tom hawkish pela Lagarde. Já na geopolítica, a tensão se elevou com novos ataques e invasões aéreas envolvendo Rússia, Ucrânia e Polônia. No Brasil, os dados de comércio vieram um pouco abaixo do esperado, enquanto os dados de serviço vieram em linha. Já o IPCA de agosto, apesar de negativo, veio acima do esperado, com composição um pouco pior. No campo político, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à prisão, o que reacendeu debates sobre a anistia articulada por Tarcísio de Freitas. Além dessa, outras agendas seguem sob atenção no Congresso, como a isenção de IR e tributação dos isentos. Por fim, novas pesquisas divulgadas mostraram melhora de popularidade do atual governo. No mercado de crédito, o ambiente continuou construtivo: os principais índices apresentaram leve abertura, mas o segmento incentivado seguiu com fechamento marginal, refletindo demanda forte. No mercado primário, as empresas aproveitaram o apetite para alongar prazos das emissões. O volume semanal foi robusto, com R$7,5 bi em novas ofertas, sendo 65% em debêntures tradicionais e 35% incentivadas. Nos EUA, os juros curtos tiveram leve abertura, enquanto os juros longos tiveram leve fechamento, e as bolsas desempenharam positivamente (S&P 500 +1,59%). No Brasil, a direção dos movimentos de juros foi similar a dos EUA; o Ibovespa caiu 0,26% e o real subiu 1,09%. Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais americano, brasileiro, inglês e canadense, além da divulgação das vendas no varejo nos EUA. Não deixe de conferir!
Dal prossimo 15 settembre, con il pagamento del corrispettivo dell’opas, Mediobanca diventerà controllata del Monte dei Paschi. Durante il periodo di adesione sono state consegnate 506,6 milioni di azioni, pari al 62,29% del capitale, e tra il 16 e il 22 settembre Siena potrebbe superare la soglia del 66,7% necessaria per il delisting e la fusione. Questo permetterebbe di accelerare le sinergie promesse da 700 milioni e sfruttare 2,9 miliardi di crediti fiscali in sei anni. Delfin e Caltagirone hanno aderito con il loro 30%, mentre il ritocco cash di 0,9 euro ha convinto casse di previdenza, Benetton, Amundi, Anima, Tages, Unicredit e grandi fondi come Vanguard, Fidelity e Blackrock. Anche alcune famiglie pattiste, come Tortora e Doris, hanno deciso di partecipare. Ora il consiglio del 18 settembre prenderà atto del cambio di controllo, e l’uscita di Nagel e del cda è attesa per l’assemblea del 28 ottobre. Si lavora a una lista di maggioranza Mps, con i nomi di Palermo e Morelli per la carica di ceo e di Grilli e De Vecchi per la presidenza. La nuova stagione segna la fine dell’autonomia storica di Mediobanca e apre scenari anche su Generali, dove Mps erediterà il 13,1% del Leone da Piazzetta Cuccia, in sinergia con Delfin e Caltagirone. Per Donnet e il cda di Generali si prospettano mesi difficili, con lo stop al progetto di fusione con Natixis. Intanto De Agostini ha completato la cessione delle sue quote, segno dei tempi nuovi. Ne parliamo con Luca Davi, Il Sole 24Ore.Le prospettive del Pnrr a un anno dalla scadenzaA un anno dalla scadenza del Pnrr, le difficoltà nell’attuazione emergono in tutta l’Unione europea, ma l’Italia resta tra i paesi più avanti. La Francia guida con l’82% delle scadenze già completate, seguita da Danimarca (57%), Germania (54%) ed Estonia (49%), mentre Italia e Lussemburgo si attestano al 43%. Considerando i traguardi del secondo semestre 2024, l’Italia salirebbe al 54%. Finora Roma ha ricevuto 122 miliardi su 194,4 complessivi, pari al 62,7%, e la Commissione ha dato il via libera alla settima rata da 18,3 miliardi, mentre è stata presentata la richiesta per l’ottava da 12,8 miliardi. L’Italia è quindi tra i paesi con la quota più alta di risorse già incassate, anche se il ministro con delega al Pnrr Tommaso Foti, ha annunciato per l’autunno una nuova revisione del piano. Interviene Carlo Altomonte, Associate Dean e Direttore PNRR Lab, SDA Bocconi, e membro CD Fondazione M&M.Rapporto Coop, 'italiani al risparmio, è l'era del deconsumismo'Secondo il Rapporto Coop 2025, il risparmio è il driver primario per il 42% degli italiani, segno che la società dei consumi lascia spazio al deconsumismo. La spesa delle famiglie cresce solo dello 0,5% rispetto a cinque anni fa, ma oltre la metà è assorbita da spese obbligate come abitazione, utenze, trasporti e cibo. I consumatori acquistano solo l’indispensabile, si orientano sul second hand, preferiscono riparare anziché sostituire e, quando spendono in tecnologia, cercano utilità più che gratificazione. Crescono le vendite di piccoli e grandi elettrodomestici, mentre calano gli acquisti di smartphone. Nei primi sei mesi del 2025 si registra una ripresa nei carrelli della spesa, con vendite in crescita del 3,8% a valore e del 2% a volume, trainate da frutta e verdura. Al contrario cala la spesa nella ristorazione fuori casa (-2,2%), con un terzo degli italiani che intende ridurla ulteriormente. La ricerca di convenienza resta alta: i discount crescono dell’1,8%, meno dei supermercati che segnano +2,7% grazie a promozioni e prodotti a marchio del distributore, oggi percepiti come equilibrio tra qualità e risparmio. Il commento è di Albino Russo, direttore generale Ancc-Coop (Associazione Nazionale Cooperative Consumatori), e curatore del Rapporto.Infermieri, fuga dalla laurea, ci sono più posti che candidatiGli infermieri restano l’emergenza numero uno della sanità italiana, con una carenza stimata di almeno 70mila unità. Per la prima volta però, al test di ammissione alla laurea triennale ci sono stati meno candidati rispetto ai posti disponibili: 19.298 domande contro 20.699 posti, con immatricolazioni effettive destinate a essere inferiori. Nei 41 atenei pubblici le domande sono scese da 19.421 a 17.215 su 18.918 posti, segnando un calo dell’11% in un anno, con punte oltre il 30% a Roma. Una parziale compensazione potrebbe arrivare dai corsi di Medicina: dopo la riforma del test di ingresso gli iscritti sono scesi a 54mila, ma il 20% ha indicato Infermieristica come alternativa nel caso di esclusione. Potrebbe quindi esserci un recupero, ma intanto la carenza di infermieri mette a rischio ospedali e avvio della sanità territoriale con le Case di comunità. Facciamo il punto con Marzio Bartoloni, Il Sole 24 Ore.
Como cualquier pasión, el futbol, con la chispa incorrecta puede convertirse en tragedia. Se combinan todos los elementos, masividad, fanatismo, ira y terror. Considerando esta peligrosa combinación, hay estadios que vibran con cantos y goles… y otros que han quedado marcados por el horror. Historias que comenzaron con un partido y terminaron con vidas perdidas. En este episodio, vamos a recorrer cinco de los capítulos más dolorosos en las gradas de los estadios.
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Inscrições do Data Hackers Challenge 2025Live de AberturaConheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmeDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
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Eterna Cenerentola dei dibattiti sull'energia rinnovabile, la geotermia sta finalmente vivendo un momento di grande trasformazione ed evoluzione tecnologica. L'obiettivo è duplice: da un lato, esplorare forme evolute grazie allo sviluppo di nuove tecnologie e approcci innovativi come la geotermia a ciclo chiuso; dall'altro, rivalutare gli 8.000 pozzi esauriti per l'estrazione di gas e petrolio presenti solo in Italia, convertendoli in pozzi geotermici.Considerando che circa il 40% dei costi e gran parte dei rischi imprenditoriali di un progetto geotermico sono legati proprio alle attività di perforazione, il riutilizzo di questi pozzi abbandonati rappresenta un'opportunità enorme. Dopo averne parlato in una puntata precedente, torniamo sull'argomento presentando alcune delle più interessanti case history che stanno prendendo forma nel nostro paese, con applicazioni sia in ambito civile che industriale.Ne parliamo con Antonio Galgaro, professore di Geofisica dell'Università di Padova.
En el episodio de hoy de VG Daily, Valentina Orduz y Andre Dos Santos abren la conversación analizando la reciente aprobación en el Senado de Estados Unidos de la ley de stablecoins, un hito que podría transformar el panorama regulatorio de las criptomonedas en el país y abrir la puerta a una nueva ola de innovación financiera. Se discuten los puntos clave de la legislación, como los requisitos de respaldo, auditorías y las implicaciones para bancos y grandes empresas tecnológicas.Luego, el episodio se sumerge en el competitivo mundo de la inteligencia artificial, abordando la noticia de que Meta está ofreciendo bonos millonarios para atraer talento de OpenAI, en una guerra por los mejores investigadores del sector. Además, se analiza la situación financiera de xAI, la startup de Elon Musk, que enfrenta enormes pérdidas mensuales y busca levantar capital y deuda para sostener su ambiciosa apuesta en IA.Para cerrar, Andre y Valentina ofrecen una actualización detallada sobre la escalada del conflicto entre Israel e Irán, repasando los últimos movimientos militares, la postura de Estados Unidos y el impacto humanitario de la crisis, brindando contexto y análisis sobre cómo estos eventos están redefiniendo la geopolítica de la región.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (16/06/2025): A pressão sobre o Orçamento em razão das despesas obrigatórias, com as sobras em disputa entre o governo e o Congresso, tem asfixiado as agências reguladoras. Com a escassez de recursos, multiplicam-se as filas para registro de medicamentos. Fiscalizações estão enfraquecidas e as certificações, paralisadas. As exportações atrasaram. Levantamento do Estadão/Broadcast com dados do Ministério do Planejamento – que, em nota, disse que não comentaria o assunto – mostra que em 2016, com dez agências, foram liberados R$ 6,4 bilhões no Orçamento, em valores corrigidos pela inflação. Neste ano, com uma reguladora a mais, os recursos somam R$ 5,4 bilhões. Considerando as despesas fixas com servidores, a redução de verbas no quadro geral chega a 41%. A falta de caixa encontra, de maneira direta e indireta, o bolso da população. E mais: Economia: Orçamento reduzido prejudica fiscalização e serviços, diz Aneel Política: Governo ignora alerta sobre ‘ambiente propício a desvios’ em regra para ONGs Internacional: Trump vetou ataque a líder do Irã; ataques aéreos ficam mais intensos Metrópole: Parque do Bexiga vai encolher, antes de ficar pronto, para Metrô usar área Esportes: Palmeiras empilha chances, para no goleiro do Porto e empata na estreia See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio de Peras y Manzanas, Valeria Moy invita a Oscar Ocampo, director de Desarrollo Económico del IMCO, para hablar sobre el producto insignia del IMCO, el Indice de Competitividad Estatal o como mejor se conoce, el ICE. Comienzan revisando, ¿qué es, qué mide y para qué sirve? Considerando que funciona como un ranking, mencionan qué estados están en los extremos de esta edición, con algunos ejemplos de casos de éxito. También, durante el episodio hablan sobre las grandes diferencias entre las regiones del país y qué se necesitaría hacer en cada una, ya que no hay una solución de desarrollo única. ¡No te pierdas este diálogo sobre los resultados del ICE 2025 aquí en Peras y Manzanas!
Podcast del programa Imagen Empresarial transmitido originalmente el 25 de abril del 2025. Conduce Rodrigo Pacheco. Los entrevistados de hoy: Entrevista: Kevin Louis Castro, analista Económico en Monex Tema: Inflación y política monetaria en México La inflación repuntó en la 1Q de abril, pero se mantuvo en el rango de variabilidad de Banxico por octava quincena consecutiva. La no subyacente exhibió menores presiones y la subyacente podría caer considerando la desaceleración económica actual. Considerando esto, esperamos que Banxico continúe recortando su tasa (-50 pb en mayo). Entrevista: Gerardo Solís, Presidente de la Cámara de Comercio Peruano Mexicana Tema: Comercio entre México y Perú
Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás sulfeto de dimetila – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um exoplaneta a 124 anos-luz de distância. Em 17 de abril de 2025, cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, anunciaram ter encontrado o gás novamente com o Telescópio Espacial Webb , mas desta vez com um sinal mais forte. Eles afirmaram que o sulfeto de dimetila parece ser milhares de vezes mais abundante em K2-18b do que na Terra. No entanto, mais dados são necessários para confirmar completamente sua presença e se ele está conectado à vida... ou não. E muitos cientistas ainda estão céticos.K2-18b é um mundo super-Terra ou sub-Netuno , orbitando na zona habitável – onde poderia existir água líquida – de sua estrela. Sua classificação exata também ainda é motivo de debate entre os cientistas, o que tem grande influência na descoberta relatada. Ele tem cerca de 8,6 vezes mais massa e 2,6 vezes mais massa que a Terra, e orbita uma estrela anã vermelha a cerca de 124 anos-luz de distância.Quando os cientistas anunciaram a possível detecção de sulfeto de dimetila (DMS) em setembro de 2023, usando o Telescópio Espacial Webb, a notícia gerou muita discussão. Foi uma descoberta potencialmente empolgante, sem dúvida. O gás é uma bioassinatura em potencial , um traço químico, molecular ou de outra natureza de vida biológica. Mas a detecção foi fraca e longe de ser conclusiva. Os astrônomos precisariam observar o planeta novamente com o Webb para tentar determinar se o gás realmente estava lá ou não.Nikku Madhusudhan , astrofísico da Universidade de Cambridge, participou da pesquisa anterior e é o autor principal do artigo sobre as descobertas mais recentes.Uma grande surpresa dos resultados é a quantidade aparente de sulfeto de dimetila na atmosfera do planeta. Se os resultados forem precisos – e ainda precisam ser confirmados – então o K2-18b tem milhares de vezes mais gás em sua atmosfera do que a Terra. Na Terra, é menos de uma parte por bilhão. Mas no K2-18b, estima-se que seja de 10 partes por milhão.As novas observações revelaram a existência provisória de um gás semelhante, o dissulfeto de dimetila . Ambas as moléculas pertencem à mesma família química e podem ser potenciais bioassinaturas.Na Terra, organismos marinhos como o plâncton produzem quase todo o sulfeto de dimetila. Mas ele também pode se formar sem vida e foi detectado em cometas e nuvens de gás no espaço. Portanto, sua presença, por si só, não é garantia de vida. Pelo menos ainda não.Alguns estudos sugerem que K2-18b é um mundo Hiceano , um planeta rochoso coberto por um oceano global, mas com uma atmosfera de hidrogênio. Poderia ser semelhante à Terra em alguns aspectos, mas também completamente alienígena. Como Madhusudhan observou:Trabalhos teóricos anteriores previram a possibilidade de altos níveis de gases à base de enxofre, como sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila, em planetas hiceanos. E agora observamos isso, em linha com o que foi previsto.Mas mesmo isso ainda é motivo de debate entre os cientistas. Outros estudos afirmam que ele pode ter um oceano de magma quente, ou ser mais como um subnetuno, com uma atmosfera profunda e densa, sem superfície sólida ou oceano. Qualquer que seja o cenário correto, é claro, tem implicações diretas para a possibilidade de vida em K2-18b.Madhusudhan fez uma declaração forte no comunicado de imprensa de Cambridge, dizendo:Considerando tudo o que sabemos sobre este planeta, um mundo Hiceano com um oceano repleto de vida é o cenário que melhor se ajusta aos dados que temos.Mas, ao mesmo tempo, ele reconhece que mesmo os novos resultados são preliminares e estão abertos ao debate, dizendo:É importante que sejamos profundamente céticos em relação aos nossos próprios resultados, porque só testando e testando novamente conseguiremos chegar ao ponto em que tenhamos confiança neles. É assim que a ciência tem que funcionar.
Nos últimos anos, algumas empresas ao redor do mundo adotaram estratégias ousadas com Bitcoin, não apenas colocando-o no centro do negócio, mas também emitindo dívida para comprar mais da criptomoeda. Esse foi o caso da Microstrategy, que começou a comprar bitcoins em 2020, quando a empresa valia US$ 500 milhões, e hoje vale US$ 80 bilhões, possuindo mais de 500 mil unidades da moeda laranja.Enquanto isso, no Brasil, o movimento está começando a ecoar: um dos primeiros passos concretos veio da Méliuz, que anunciou em março deste ano a compra de 45,72 Bitcoins (cerca de 4 milhões de dólares). Embora em menor escala, a decisão indica um alinhamento com a visão do Bitcoin não apenas como proteção, mas como peça estratégica no modelo de negócio. Mas o que levou a Méliuz a tomar essa decisão agora? Considerando a volatilidade, vale a pena colocar o Bitcoin no centro do negócio, inclusive emitindo dívida para isso? Quais os principais riscos envolvidos? Que resultados podem ser obtidos no curto, médio e longo prazo? Será que outras empresa brasileiras serão influenciadas a algo parecido?Para responder estas perguntas e entender o que está por trás dessa escolha, o que ela pode sinalizar para o futuro das empresas brasileiras e o movimento transformacional envolvido, convidamos Israel Salmen, Diego Kolling e Tiago Almeida para o episódio 239 do podcast Os Sócios. Ele será transmitido nesta quinta-feira (17/04), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidados: Israel Salmen, Diego Kolling e Tiago Almeida @meliuzoficial
NOTAS DE ELENAMaterial complementario de la escuela Sabática para adultosNarrado por: Patty CuyanDesde: California, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES, 01 DE ABRIL"DANIEL, CIERRA LAS PALABRAS"A medida que nos acercamos al término de la historia de este mundo, las profecías registradas por Daniel exigen nuestra atención especial, puesto que se relacionan con el tiempo mismo en que estamos viviendo. Con ellas deben vincularse las enseñanzas del último libro del Nuevo Testamento. Satanás ha inducido a muchos a creer que las porciones proféticas de los escritos de Daniel y de Juan el revelador no pueden comprenderse. Pero se ha prometido claramente que una bendición especial acompañará el estudio de esas profecías. "Entenderán los entendidos" (Daniel 12:10), fue dicho acerca de las visiones de Daniel cuyo sello iba a ser quitado en los últimos días; y acerca de la revelación que Cristo dio a su siervo Juan para guiar al pueblo de Dios a través de los siglos, se prometió: "Bienaventurado el que lee, y los que oyen las palabras de esta profecía, y guardan las cosas en ella escritas". Apocalipsis 1:3... Un estudio cuidadoso de cómo se cumple el propósito de Dios en la historia de las naciones y en la revelación de las cosas venideras, nos ayudará a estimar en su verdadero valor las cosas que se ven y las que no se ven, y a comprender cuál es el verdadero objeto de la vida. Considerando así las cosas de este tiempo a la luz de la eternidad, podremos, como Daniel y sus compañeros, vivir por lo que es verdadero, noble y perdurable. Y al aprender en esta vida a reconocer los principios del reino de nuestro Señor y Salvador, el reino bienaventurado que ha de durar para siempre, podemos ser preparados para entrar con él a poseerlo cuando venga (Profetas y reyes, pp. 402, 403). El estudio del Apocalipsis nos lleva a las profecías de Daniel, y ambos libros contienen enseñanzas de suma importancia, dadas por Dios a los hombres, acerca de los acontecimientos que han de desarrollarse al fin de la historia de este mundo (El conflicto de los siglos, p. 340). Mientras los hombres le honraban confiándole las responsabilidades del estado y los secretos de reinos que ejercían dominio universal, Daniel fue honrado por Dios como su embajador, y le fueron dadas muchas revelaciones de los misterios referentes a los siglos venideros. Sus admirables profecías, como las registradas en los capítulos siete a doce del libro que lleva su nombre, no fueron comprendidas plenamente ni siquiera por el profeta mismo; pero antes que terminaran las labores de su vida, recibió la bienaventurada promesa de que "hasta el tiempo del fin" —en el plazo final de la historia de este mundo— se le permitiría ocupar otra vez su lugar. No le fue dado comprender todo lo que Dios había revelado acerca del propósito divino, sino que se le ordenó acerca de sus escritos proféticos: "Tú empero, Daniel, cierra las palabras y sella el libro", pues esos escritos debían quedar sellados "hasta el tiempo del fin"... "Y tú irás al fin, y reposarás, y te levantarás en tu suerte al fin de los días". Daniel 12:4, 9, 13.
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Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«El ladrón no viene sino para hurtar, matar y destruir; yo he venido para que tengan vida, y para que la tengan en abundancia». (Juan 10:10) Considerando cuánto odia el diablo a la gente y cuán decidido está en querer destruirla, no es una sorpresa para nosotros que exista tanta calamidad y tragedia en el mundo. En realidad, es asombroso que no veamos ¡una mayor cantidad! Una vez le pregunté al Señor acerca de ese a ese asunto, y me dijo que al mundo de las tinieblas le lleva mucho tiempo maquinar los grandes desastres. Por ejemplo: tomemos el caso de la industria aeronáutica. Este sector tiene muchos reglamentos y está constantemente en guardia porque la seguridad es lo primordial. Por eso, al diablo le es mucho más difícil causar desastres en un sector tan regulado como ese. Satanás no puede entrar rugiendo y arrasar con todo en cualquier momento que se le antoje. Si pudiera, se pasaría la noche entera derribando aviones. Pero no puede hacerlo. ¿Por qué no? Porque está atado. La Biblia dice que el diablo está ligado a cosas que son comunes al hombre. Él tiene que alinear ciertas cosas en el ámbito natural —humano—, antes de que pueda poner un dedo sobre alguien, y debe valerse de personas para llevar a cabo su trabajo. Pero, bendito sea el Señor, no estamos atados a lo que es común al hombre. Somos libres de usar ¡lo que es común para Dios! Nuestras armas no son comunes. ¿Qué significa eso? Quiere decir que deberíamos agarrar al diablo, meterlo en una bolsa, coserla, envolverla y colocarle un moño. El diablo no puede arruinar tu vida, a menos que le des lugar. Él no puede entrar, y empezar a destruir y a robar, a menos que él pueda hacerte caer en pecado, duda o desobediencia. Así que, si él ha estado dándote problemas, pídele al Espíritu Santo que te muestre en cuál de esos aspectos le has dado lugar. Luego, arrepiéntete y deshazte de ello. Una vez que lo hayas hecho, saca las armas que Dios te ha dado y dispara con ambos cañones. Saca el arma de la Palabra. Saca el arma de la oración. Toma la fe y utilízala para atar al diablo. Aprovecha el poder extraordinario de Dios para mantenerlo atado, y éste no podrá venir en tu contra. Lectura bíblica: Efesios 6:10-18 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Sinopsis Las nuevas tecnologías científicas de la imagen nos proporcionan una visión inédita de la anatomía humana y nos permiten realizar un fantástico viaje por nuestro cuerpo, explorar el origen de nuestros órganos y comprender lo que compartimos con otras especies. Considerando que nuestro cuerpo es una máquina del tiempo, un espejo de la historia de los seres vivos, científicos de todo el mundo desvelan en dos capítulos los mecanismos que han dado forma a nuestros órganos y nos han hecho pasar del estado de criaturas acuáticas a humanos bípedos al adaptarnos a los cambios en el entorno y en el estilo de vida. "Bajo el agua", título del primer capítulo, cuenta nuestro remoto pasado acuático, donde aparecieron los órganos que hoy nos permiten ver, tocar y reproducirnos. Para comprender el proceso de conversión en lo que hoy somos, tenemos que retroceder 200 millones de años, cuando aparecieron los primeros mamíferos, y es en Australia donde están los indicios
En este episodio muy especial de Songmess, continuamos repasando los increíbles lanzamientos del 2024, esta vez junto a nuestro amigo y colega Javier Rodríguez-Camacho, autor de la biblia indie Testigos del Fin del Mundo. Considerando nuestras sensibilidades para la música rara y pegajosa, decidimos armar un episodio explotando ese contraste con un playlist de pop y música experimental. Desde himnos rockers y baladas melosas hasta terrorismo sonoro y memes soundclouderos, este episodio de Songmess llega cargado de joyas propositivas. Playlist: Aleroj - “Caperuputa y el lobo culión” Julián Mayorga - El Trabajo Yo Para Qué lo Quiero? ha$lopablito, Rap Bang Club, husa - “Con Tu Tía En El Club” PJ Sin Suela, Chuwi - “Escúchame” MONKYMATIK - “Ardido” Letelefono - “Ultra Bonella” Cime - “Diyusa” nudo - “soñando jales” San Pedro Bonfim - “De Terciopelo Negro' Paul Higgs - “Otra Vez de Nuevo” Alucinaciones en Familia - “El Árbol de los Anzuelos” El Culto Casero, Isla de Caras - “Solo” Mujeres, SVPER - “Un Final Ideal” Mi Amigo invencible - “Caballos” Lisa Scha - “Egoísta” Poder Fantasma - “Kawaii Muy Tierna” Qmayb - “sáquenme de Bolivia” Adios Cometa, Asimov, Lumtz - “Las Torres” Gubia - “Fe Ecuánime” Dame Area - “Si No Eres Nada Puedes Ser Todo” Jup do Bairro, Maria Alcina, Pagode da 27 - “Amor de Carnaval” Javier Rodríguez-Camacho Instagram: www.instagram.com/javier_rodriguez_c/ Javier Rodríguez-Camacho Twitter / X: twitter.com/TFMjrodriguez6 Testigos Del Fin Del Mundo x El Cuervo: www.instagram.com/elcuervoeditorial/ Richard Villegas Instagram: www.instagram.com/rixinyc/?hl=en Songmess Instagram: www.instagram.com/songmess/?hl=es-la Songmess Facebook: www.facebook.com/songmess/?ref=settings Songmess Twitter / X: twitter.com/songmess Songmess Merch: via DM #BOPS Playlist: open.spotify.com/playlist/2sdavi0…08113592399148fa Subscribe to Songmess on Spotify, Apple Podcasts, Stitcher, Google Play or SoundCloud, find us on Facebook, Twitter and Instagram, and contact us at songmessmusic@gmail.com.