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Um estudo publicado na Revista Science estima que o fim da Moratória da Soja pode provocar o desmatamento de 1,4 milhão de hectares da Amazônia na próxima década. Os pesquisadores afirmam que o acordo reduziu a perda de florestas sem prejudicar a produção. O futuro da moratória também será discutido pelo STF em agosto.
En este episodio de #LaHoraArquine, conversamos con Felipe Orensanz y Marcel Sánchez Prieto sobre Villa Floresta | Transborder Living, una publicación que documenta historias arquitectónicas y urbanas surgidas en la frontera entre México y Estados Unidos.A través de proyectos, testimonios y reflexiones, el libro explora cómo este territorio en constante transformación redefine las formas de habitar, construir comunidad y entender la arquitectura más allá de los límites políticos. Una conversación sobre identidad, movilidad, vivienda y las múltiples realidades que configuran la vida transfronteriza.Escucha este episodio y descubre cómo la arquitectura puede revelar las dinámicas de uno de los territorios más complejos y fascinantes de América del Norte.
Trump anuncia bloqueio a navios iranianos no Estreito deOrmuz e afirma que EUA passarão a cobrar taxa de 20% sobre cargas que cruzarem a região, alegando custos com segurança e patrulhamento. E ainda:- Reportagem do New York Times revelou que Israel teria tentado convencer o ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad a assumir o poder após o início da guerra. Segundo autoridades iranianas ouvidas pelo jornal, oex-presidente está em prisão domiciliar após o governo descobrir as negociações- Na França, bombeiros combatem incêndio na floresta de Fontainebleau. Chamas já consumiram cerca de 800 hectares, forçaram a evacuação de 900 casas e levantaram suspeitas de incêndio criminoso- Encontrada em uma gigantesca nuvem de poeira e gás próxima ao centro da Via Láctea, a eritrulose, presente empequenas quantidades em framboesas e também usada em produtos autobronzeadores, pode se formar em minúsculos grãos de poeira cósmica Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Uma operação está sendo realizada nesta segunda-feira (13/7) na região parisiense para conter o fogo na floresta de Fontainebleau, incluindo duas aeronaves de combate a incêndios. O fogo já destruiu 900 hectares de uma das áreas mais famosas da França, a cerca de 60 km a sudeste de Paris. O avanço das chamas levou à retirada de aproximadamente 200 pessoas para lugares seguros.
森林的含义比较广泛,指涉的情感也更多元;与之相对,丛林往往属于热带,当提到丛林时,往往想到的是热情、奔放、回归自然、或者弱肉强食。在我们的好朋友要前往热带出差前,让我们先来一起预习一下属于热带的「丛林法则」。 本期嘉宾 一只钱鹿选送的是王力宏的《竹林深处》。 次光选送的是Kokia的《愛のメロディー》:「电影片尾曲。讲述人类改造植物基因失败引发森林觉醒暴走、人类文明受创的故事,是我的童年环保启蒙,听到这首歌就会想起大片大片绿色,林间洒下的阳光。歌曲开篇也以林间光斑意象切入,旋律温柔细腻,Kokia也唱得空灵而克制。」 尫仔选送的是灵与地Soulland的《达尔初任》:「据网易云评论是鄂伦春语的歌词,联想到小学音乐课本上的“高高的兴安岭一片大森林,森林里住着勇敢的鄂伦春”。」 半袖选送的是万芳的《迷惑森林》:「无论录音室版还是“万芳的房间剧场”版中,她都在反复追问“为什么爱人会寂寞”。谨以此歌祝林万芳小姐7月6日生日快乐,愿生活中的迷惑都在阳光照耀中烟消云散。」 本期歌单 1. 张艺兴 – 梦不落雨林 @ 梦不落雨林/NAMANANA (2018) 2. 王力宏 – 竹林深处 @ 心中的日月 (2004) 3. KOKIA – 愛のメロディー @ 愛のメロディー/調和 oto 〜with reflection〜 [Single] (2006) 4. 灵与地Soulland – 达尔初任 Patron Saint @ The Melody of Nature (2015) 5. Susumu Yokota – Song Of The Sleeping Forest @ Symbol (2004) 6. 万芳 – 迷惑森林 @ 这天 (2000) 7. Kool & The Gang – Jungle Boogie @ Wild And Peaceful (1973) 8. John Neschling: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Naomi Munakata: Male Voices of the Choir of the São Paulo Symphony Orchestra – Floresta do Amazonas: Ouverture @ Villa-lobos: Floresta do Amazonas (2010)
Julho chega trazendo uma energia profunda de conexão com a ancestralidade, cura emocional e transformação espiritual.Neste programa Revelações, a Bruxa Evani realiza a leitura do tarô para cada mês de nascimento, trazendo orientações, alertas e caminhos para você atravessar este período com mais consciência.✨ O que o tarô revela para o seu mês?✨ Quais energias estarão em movimento na sua vida?Assista até o final e descubra como alinhar suas escolhas com o fluxo espiritual de junho.
O que os astros reservam para Julho? Este mês traz mudanças intensas e oportunidades que podem transformar sua jornada!
O convidado de hoje é Marcelo Schmid, engenheiro florestal, advogado e especialista em transformar recursos naturais em negócios sustentáveis. Há mais de 25 anos, atua nos mercados de base florestal, liderando projetos de estratégia, investimentos, fusões e aquisições, serviços ambientais e créditos de carbono. À frente dessas áreas no Grupo Index, Marcelo também participa de fóruns nacionais e internacionais e leva sua experiência para a sala de aula. No LíderCast de hoje, vamos conhecer sua trajetória e entender como é possível conciliar preservação, desenvolvimento e valor econômico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado de hoje é Marcelo Schmid, engenheiro florestal, advogado e especialista em transformar recursos naturais em negócios sustentáveis. Há mais de 25 anos, atua nos mercados de base florestal, liderando projetos de estratégia, investimentos, fusões e aquisições, serviços ambientais e créditos de carbono. À frente dessas áreas no Grupo Index, Marcelo também participa de fóruns nacionais e internacionais e leva sua experiência para a sala de aula. No LíderCast de hoje, vamos conhecer sua trajetória e entender como é possível conciliar preservação, desenvolvimento e valor econômico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Keni, Martin Agazzi, es artista visual argentino cuya práctica abarca el muralismo de gran escala, la intervención urbana y la escultura en yeso, con un lenguaje propio que toma la ciudad como soporte y a sus habitantes como protagonistas.Nos habló de una infancia entre talleres y herramientas en el barrio de Floresta, de cómo el dibujo fue siempre una certeza antes de convertirse en oficio, y de su decisión de hacer de la calle su lugar de intervención. Hablamos de sus murales de fachada que retratan personas comunes de la vida cotidiana argentina, y del Fisu, su personaje de yeso de 25 centímetros que aparece pegado en los muros y rincones de Buenos Aires, esperando a quien sepa buscarlo. Una conversación sobre el arte que habita la ciudad y la gente que nadie retrata.Support the show
What happens when one of the world's most legendary tropical fruit hunters, permaculture pioneers, and community builders sits down to talk about plants, purpose, spirituality, and the future of humanity? In this deeply inspiring conversation, Darin Olien welcomes longtime friend, ethnobotanist, permaculture educator, and visionary community creator Stephen Brooks for a wide-ranging exploration of regenerative living, plant intelligence, community building, food systems, and humanity's forgotten relationship with nature. From the global success of Down to Earth with Zac Efron to the creation of the Church of Fruit, the evolution of permaculture, tropical fruit exploration, regenerative communities, and Stephen's newest visionary project in Costa Rica, this conversation is a powerful reminder that the solutions to many of humanity's biggest challenges may already exist within nature itself. The question is whether we are willing to listen. What You'll Learn How Down to Earth almost never made it to air The hidden challenge of translating complex ideas to mass audiences Why Stephen created the Church of Fruit How ritual, food, and community can fill a modern spiritual void What permaculture actually means beyond gardening Why perennial agriculture may be one of humanity's most important solutions How exotic fruit hunters are preserving genetic diversity around the world Why plants may be humanity's greatest teachers The future of regenerative communities and conscious living How technology is helping preserve indigenous wisdom Stephen's newest Costa Rican project: Eterna Why community, gathering, and real human connection matter more than ever Chapters 00:00:00 – Welcome to SuperLife 00:00:33 – Sponsor: Manna Vitality 00:02:27 – Introducing Stephen Brooks 00:02:51 – The Down to Earth connection 00:03:18 – Punta Mona, Alegría Village, and 30 years in Costa Rica 00:03:36 – Stephen's newest project: Eterna 00:03:53 – The rise of the Church of Fruit 00:04:19 – Reconnecting people through nature and ritual 00:04:59 – How Darin and Stephen first connected 00:06:02 – The creation of Down to Earth 00:07:26 – The challenges of bringing meaningful content to mainstream audiences 00:09:58 – Life off-grid and observing modern culture 00:11:42 – Why education works best through experience 00:11:55 – The spiritual purpose behind the Church of Fruit 00:12:53 – Addressing modern society's spiritual void 00:13:57 – Stephen as a bridge between humans and plants 00:14:32 – The language of plants 00:16:20 – Why humanity has become disconnected from nature 00:16:56 – The incredible world of exotic fruits 00:18:31 – Plant collectors, seed preservation, and biodiversity 00:20:25 – Discovering new fruits from around the world 00:22:18 – Indigenous wisdom and preserving plant knowledge 00:23:05 – The culture of radical sharing in the plant community 00:24:22 – Sponsor: Shakeology 00:25:59 – The importance of preserving rare genetics 00:30:14 – What permaculture actually means 00:31:12 – Regenerative agriculture and the future of food 00:32:29 – Why current food systems cannot continue 00:33:25 – The concept of the perennial diet 00:34:50 – Meeting human needs with less energy 00:36:07 – Permaculture as a decision-making framework 00:37:47 – Why annual agriculture is energy intensive 00:38:50 – Creating abundance through design 00:39:49 – Learning directly from nature 00:40:29 – How disconnected society has become 00:41:18 – Covid, collective behavior, and social change 00:42:05 – The role of education in transformation 00:42:56 – Building EcoTeach and online communities 00:43:27 – Becoming a "karmic billionaire" 00:44:08 – Why consumer demand is changing the food industry 00:45:23 – Signs humanity is waking up 00:46:26 – Stephen's vision for the future 00:47:19 – Eterna: regenerative living meets community 00:48:42 – Creating event spaces for transformation 00:49:29 – Educational hospitality and regenerative design 00:50:08 – Integrating local communities into development 00:51:30 – Building schools, programs, and shared resources 00:52:03 – Music, festivals, and creating meaningful culture 00:53:17 – Floresta and educational gatherings 00:54:22 – Why community matters more than ever 00:55:12 – Loneliness, connection, and finding your tribe 00:56:01 – Not Your Average Garden Club 00:56:56 – The future of farm schools and regenerative education 00:57:25 – Final reflections on purpose, plants, and possibility Thank You to Our Sponsors Manna Vitality: Go to mannavitality.com/ and use code DARIN12 for 12% off your order. Shakeology: Get 15% off with code DARINO1BODI at Shakeology.com. Join the SuperLife Community Get Darin's deeper wellness breakdowns — beyond social media restrictions: Weekly voice notes Ingredient deep dives Wellness challenges Energy + consciousness tools Community accountability Extended episodes Join for $7.49/month → https://patreon.com/darinolien Find More from Stephen Brooks Website: eterna.earth Education: Ecoversity Instagram: @stephenrbrooks Join the World's Largest Garden Club Here! Attend: The Church of Fruit Find More from Darin Olien: Website: darinolien.com Instagram: @darinolien Book: Fatal Conveniences Platform & Products: superlife.com New Show: Roadmap to Happiness Key Takeaway "Nature is not something separate from us—it is the original teacher, the original technology, and the original community. The more we align ourselves with the principles that forests, ecosystems, and living systems have been demonstrating for millions of years, the more abundance, connection, resilience, and purpose we create in our own lives. The future may not require inventing something entirely new—it may simply require remembering what nature has been trying to teach us all along."
Pensar o amanhã possível exige a coragem de nomear o presente pelo que ele é. A professora Edna Castro passou as últimas décadas provando que as respostas para adiar o fim do mundo não virão dos mercados de carbono, mas das racionalidades milenares que o poder colonial tentou apagar. No quinto episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe a socióloga Edna Castro, professora emérita da Universidade Federal do Pará (UFPA), doutora pela Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais em Paris, com pós-doutorado no Centro Nacional da Pesquisa Científica (CNRS). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo “Utopias Amazônicas: para ser possível amanhã”, um ensaio contundente que desconstrói as narrativas sedutoras do capitalismo verde para propor outras formas de imaginar o futuro a partir do chão da floresta. Conversamos sobre as temporalidades em disputa, o avanço do neoextrativismo 4.0, a captura mercadológica da bioeconomia de escala e a urgência de uma ciência pública e política capaz de decodificar o poder pós-COP30. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que o poder colonial tentou apagar, e que os povos da Amazônia, em sua tecelagem milenar de reexistências, nunca deixaram de habitar.
Junho chega trazendo uma energia profunda de conexão com a ancestralidade, cura emocional e transformação espiritual.Neste programa Revelações, a Bruxa Evani realiza a leitura do tarô para cada mês de nascimento, trazendo orientações, alertas e caminhos para você atravessar este período com mais consciência.✨ O que o tarô revela para o seu mês?✨ Quais energias estarão em movimento na sua vida?Assista até o final e descubra como alinhar suas escolhas com o fluxo espiritual de junho.
O que os astros reservam para Junho? Este mês traz mudanças intensas e oportunidades que podem transformar sua jornada!
Ep. #255 - A Floresta ProibidaEdição especial: Releitura de Harry Potter e a Pedra FilosofalMANDE SUA CORUJA PARA: mundopottercast@gmail.comRedes: @mpottercast @ithasant e @rodriguesphPIX: mundopottercast@gmail.comEdição: Itamar SantosRoteiro: Paulo RodriguesDesign de Capa: Pedro SantosApresentado por Itamar Santos e Paulo Rodrigues#harrypotter #AFlorestaProibida #PedraFilosofal
No terceiro episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos o professor Fernando Michelotti, doutor em Planejamento Urbano e Regional e docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá, onde atua no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Agrário e Regional. É também pesquisador das dinâmicas territoriais e dos conflitos agrários na Amazônia e coautor do livro Horizontes Amazônicos: Para Repensar o Brasil e o Mundo. No livro Utopias Amazônicas, o professor assina o artigo Agroecologia Amazônida: Conectando o Passado e o Futuro, um ensaio que subverte as visões dualísticas sobre a floresta e propõe a agroecologia não como mera técnica de plantio, mas como um paradigma produtivo e político de reexistência. Conversamos sobre a floresta antropogênica, o conceito de campesinato amazônico, a fratura metabólica do capital, o potencial alimentar da castanheira diante do latifúndio e as alianças de resistência que unificam o chão da floresta. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e para o qual precisamos caminhar.
No romance, Ethan Childs, um americano que ensina inglês em Tokyo há quatro anos, planeja escalar o monte Fuji com a namorada Mel e alguns amigos. Mas quando uma tempestade iminente impede o passeio, os turistas israelenses Ben e Nina convencem o grupo a se juntar a eles, em uma caminhada pela sinistra floresta vizinha ao monte. Não há sons de animais ou qualquer vestígio de vento. E o que começa como um ambiente inquietante, em pouco tempo dá lugar a ameaças sérias e concretas, quando uma tragédia acontece com um deles. Ethan e companhia logo se veem perdidos. Os estranhos ruídos que se propagam na floresta parecem confirmar existências fantasmagóricas ou, pior, podem indicar que o grupo está sendo observado e seguido há um bom tempo.Livro: https://amzn.to/4wvcovyTwitter e insta: @termineicast
27 de maio é "Dia Nacional da Mata Atlântica", uma das datas ambientais mais importantes do Brasil. Em Vitória, por exemplo, a comemoração ganha um significado especial com a realização da caminhada noturna “Conexão Mata Atlântica: a cidade sob o olhar noturno da floresta”, no Parque da Fonte Grande, uma das principais áreas verdes da capital. A atividade será realizada das 18h às 21h, com observação da fauna, trilhas, contemplação da cidade iluminada e observação do céu com apoio da equipe da prefeitura de Vitória.Mais do que uma programação comemorativa, essa iniciativa nos convida a refletir sobre a presença da natureza dentro das cidades. A Mata Atlântica não está distante de nós. Ela está nos parques, nos morros, nas nascentes, nos fragmentos florestais, nas áreas de preservação e também nos pequenos corredores verdes que ainda resistem ao avanço urbano. É sobre esse assunto que o comentarista Marco Bravo trata nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo.
O Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, foi criado em 2006 como forma de proteger parte da floresta amazônica que era alvo de desmatamento e grilagem de terras.
Proposta de mecanismo Tropical Forest Forever Facility, Tfff, quer inverter lógica da conservação: no lugar de financiar o combate ao desmatamento, ela remunera o sucesso; fundo atrai capital internacional para pagar países em desenvolvimento.
Maio chega trazendo uma energia profunda de conexão com a ancestralidade, cura emocional e transformação espiritual.Neste programa Revelações, a Bruxa Evani realiza a leitura do tarô para cada mês de nascimento, trazendo orientações, alertas e caminhos para você atravessar este período com mais consciência.✨ O que o tarô revela para o seu mês?✨ Quais energias estarão em movimento na sua vida?Assista até o final e descubra como alinhar suas escolhas com o fluxo espiritual de maio.
Seremos breves, disse Fidel antes de começar um dos seus discursos de 6 horas.O ataque brasileiro permanece inabalável em 2026.O domínio só não é maior porque Netuno tem um senso de humor pleno de sarcasmo.Eric Ribiere dividiu com o Boia suas impressões do segundo evento da temporada e Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler destrincharam o assunto com a minúcia de sempre.A trilha teve David Bowie com The Man Who Sold The World, João Bosco (Letra de Aldir Blanc) com A Nível de... e Summertime interpretada por Joni Mitchell.
98_ Bharata a caminho da floresta_Parte_2 by Gloria Arieira
Mark “Murch” Erhardt, Gustavo Flores Echaiz, and Mike Schmidt are joined by Remix7531 and Luis Schwab to discuss Newsletter #401.News● Discussion of using nested MuSig2 in the Lightning Network (34:05) ● Formal verification of secp256k1 modular scalar multiplication (01:10) Changes to services and client software● Coldcard 6.5.0 adds MuSig2 and miniscript (40:56) ● Frigate 1.4.0 released (41:46) ● Bitcoin Backbone updates (47:10) ● Utreexod 0.5 released (16:18) ● Floresta 0.9.0 released (19:41) Releases and release candidates● Bitcoin Core 31.0rc4 (48:01) ● Core Lightning 26.04rc3 (49:00) Notable code and documentation changes● Bitcoin Core #34401 (50:01) ● Bitcoin Core #35032 (51:51) ● Core Lightning #9021 (55:33) ● Core Lightning #9046 (56:53) ● LDK #4515 (58:25) ● LDK #4558 (59:51) ● LND #9985 (1:01:53) ● BTCPay Server #7250 (1:04:07) ● BIPs #2089 (1:07:28)
97_ Bharata a caminho da floresta_Parte_1 by Gloria Arieira
De 'Vila', el disco del guitarrista Fabiano do Nascimento, grabado con una orquesta de 16 músicos bajo la dirección del trombonista y arreglista Vittor Santos, 'O tempo (Foi o meu mestre)', 'Spring theme', 'Trenzinho imaginário', 'Valsa', 'Floresta dos sonhos' y 'Plateau'; del disco del que fuera miembro fundador del grupo Nação Zumbi con Chico Science, el baterista y productor Pupillo, 'Tropical exotica' -con Alberto Continentino-, 'Pifando', 'Fervendo o chão' -con Amaro Freitas-, 'O sopro' -con Gaslamp Killer-, 'Entrée' -con Rodrigo Amarante- y 'De chegada' -con Pedro Martins-. Para la despedida, Lisa Ono cantando 'Vivo sonhando' y 'Retrato em branco e preto' de Antonio Carlos Jobim. Escuchar audio
O Santa Cruz ficou no empate fora de casa em uma partida marcada por forte polêmica de arbitragem, com um pênalti claro não marcado e muita reclamação tricolor. Já o Bahia mostrou poder de reação, buscou uma grande virada longe de casa e somou três pontos importantes na Série A. Enquanto isso, o Vitória confirmou […]
Durante toda a semana, António José Seguro andará pela zona centro do país a mostrar o que foi feito e o que não foi feito para resolver os problemas causados pelo comboio de tempestades que destruiu habitações, empresas e infraestruturas. Rita Dinis chama a esta Presidência Aberta uma “vigilância activa” e nós falamos com a repórter do Expresso que acompanha o Chefe de Estado. Esta terça-feira, o primeiro-ministro vai a tomar para a habitual reunião de terça-feira com o Presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana, Talita Gantus conta sobre um novo projeto interdisciplinar em desenvolvimento pelo BI0S, na Unicamp. O CacauClima, como foi apelidado, alia técnicas de sensoriamento remoto, sistemas agroflorestais e ciência cidadã para investigar o cultivo de cacau e pensar como é possível melhorar essa prática. Participam do episódio Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, Jurandir Zullo Junior e Priscila Coltri, pesquisadores do CEPAGRI, e Claudia Pfeiffer, pesquisadora do Labeurb. ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Talita: No sul da Bahia, o cacau não cresce sozinho. Ele cresce junto a árvores altas, aproveitando sua sombra, e entre troncos centenários da Mata Atlântica. Cresce em sistemas que misturam floresta e cultivo. Cresce com a memória de quem aprendeu a ler o tempo olhando pro céu. Durante mais de um século, essa paisagem moldou a economia, a ciência agrícola e os modos de vida da região. Mas, ao longo do tempo, a busca por maior produtividade e por respostas mais rápidas do mercado foi transformando essa relação com a terra. Sistemas tradicionais, como o cacau que cresce sob a sombra da floresta, passaram a conviver com modelos de cultivo mais intensivos, que apostam na mecanização e no uso ampliado de fertilizantes e agrotóxicos. É uma mudança de ritmo e rendimento. As paisagens também mudam. E nos últimos anos, um novo fator entrou nessa equação: o clima. Secas mais longas, chuvas fora de época, ondas de calor mais intensas… Pra quem vive da terra, essas mudanças não aparecem somente em relatórios científicos. Elas aparecem na flor que não abriu, na doença que se espalhou, na produção que caiu. Ao mesmo tempo, satélites monitoram a superfície do planeta todos os dias. Modelos climáticos projetam cenários pra 2050, 2070, 2100. E algoritmos tentam traduzir o futuro em gráficos. Mas, como transformar informações sobre as imprevisíveis mudanças do clima em decisões concretas no campo hoje? E como fazer isso junto com quem cultiva o cacau todos os dias? Eu sou Talita Gantus, e nesse episódio do Oxigênio a gente vai conhecer o CacauClima – apelido do projeto Solução de Monitoramento Inteligente Climático nas Esferas Produtiva e Ambiental da Cacauicultura. A pesquisa acontece em fazendas de cacau no sul da Bahia, uma das regiões mais tradicionais da produção no Brasil. O objetivo é combinar sensoriamento remoto, modelagem climática e conhecimento dos próprios agricultores para entender como as mudanças do clima estão afetando os cacaueiros – e transformar esse conhecimento em recomendações práticas de manejo para tornar as lavouras mais resilientes. A urgência desse tipo de iniciativa ficou evidente nos últimos anos. Durante o evento de El Niño de 2015 e 2016, uma seca excepcional atingiu agroflorestas de cacau na região e causou cerca de 15% de mortalidade dos cacaueiros, além de uma queda de até 89% na produção, acompanhada pelo aumento de doenças como a vassoura-de-bruxa. Estudos recentes também indicam que sistemas agroflorestais como a cabruca, em que o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas, podem reduzir a vulnerabilidade das plantações frente ao clima quando comparados a cultivos a pleno sol. É nesse contexto que o CacauClima busca apoiar agricultores e técnicos a adaptar a produção – integrando ciência, tecnologia e conhecimento local para fortalecer a sustentabilidade da cacauicultura brasileira. [vinheta Oxigênio] Talita: No senso comum, foi cultivada a imagem de que as descobertas e os avanços científicos brotam da noite pro dia, acompanhado com um grito de “Eureka”! Mas, na verdade, a ciência começa como uma semente discreta, quase invisível, lançada à terra por muitas mãos, regada dia após dia, ano após ano. Assim como plantar, produzir ciência é um ofício que demanda seu próprio ritmo. Na maior parte das vezes, porém, o que chega até os leitores e ouvintes curiosos é só o instante em que essa árvore já está frondosa – o anúncio da descoberta, o “avanço revolucionário”, o rosto de um pesquisador transformado em protagonista solitário. Essa ideia reforça a aura de genialidade que esconde todo o sistema de raízes, insumos, tempo, trabalho e colaborações que tornam a ciência possível. A divulgação científica, quando assume seu papel de contar a história inteira, e não apenas o “grande momento”, abre uma trilha diferente. É nessa trilha que este episódio caminha: como um passeio guiado por uma agrofloresta em construção, em que cada edital aprovado, cada parceria firmada entre instituições, cada definição de método e cada visita de campo é mais uma semente plantada, e que só pode florescer de verdade quando todo mundo enxerga o processo desde a semeadura, e não apenas na colheita. Giovanni: A ideia surgiu, pra esse projeto especificamente, surgiu como uma resposta ao edital da FINEP. E era um desafio colocado nesse edital, que era aumentar a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas agroalimentares e da agricultura familiar. A gente já vem trabalhando há um tempo, esse mesmo grupo que tá agora conduzindo esse projeto, FITec, CEPAGRI, da UNICAMP, com o BI0S e a CEPLAC, em outras tentativas de submissão de projeto. E a gente foi amadurecendo ao longo dessas oportunidades. Talita: Esse que você acabou de escutar é o Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, um dos atores institucionais envolvidos na execução do CacauClima junto com o CEPAGRI, o BI0s e a CEPLAC. Sei que parece uma sopa de letrinhas todas essas siglas de instituições, mas a gente vai explicando cada uma ao longo do episódio. O projeto CacauClima foi selecionado em chamada pública lançada em 2024 e é financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos, a FINEP, uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa chamada está no escopo da linha de financiamento de pesquisas aplicadas, voltadas ao fortalecimento de cadeias produtivas da agricultura familiar. Por meio desse instrumento, a FINEP promove o desenvolvimento econômico e social do Brasil apoiando pesquisas em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Como parceiros executores do projeto estão 3 atores: a FITec (que é diferente da FINEP), o CEPAGRI e a CEPLAC, mencionados pelo Giovanni. A FITec é a Fundação para Inovações Tecnológicas de Campinas, responsável pela realização de todas as atividades típicas de um processo de pesquisa e desenvolvimento. Por exemplo, a modelagem de algoritmos de inteligência artificial, a gestão financeira do projeto, o levantamento do estado da arte,que é a revisão e sistematização de estudos anteriores sobre o tema e outras atividades. É na FITec que o Giovanni trabalha. Já o CEPAGRI é o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da UNICAMP. Dois pesquisadores do CEPAGRI vão dar as caras, ou melhor, as vozes, por aqui, o Jurandir e a Priscila. O terceiro e último ator que executa o projeto é a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, a CEPLAC, que foi criada em 1957 como um instituto governamental de pesquisa responsável pela produção de cacau no Brasil. A CEPLAC atua de forma descentralizada em diversos estados produtores, sendo reconhecida como referência mundial por sua expertise em sistemas agroflorestais. A CEPLAC contribui diretamente com os agricultores locais oferecendo apoio técnico nas práticas agrícolas. O projeto como um todo se integra ao BI0S, o Instituto Brasileiro de Ciência de Dados, que é um Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial sediado na UNICAMP. O BI0S nasceu de outro edital, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Talita: Em resumo, tem a FINEP e a FAPESP financiando o projeto, a FITec, o CEPAGRI e a CEPLAC executando a pesquisa. Além de todas essas instituições, têm também os produtores rurais locais colaborando com o desenvolvimento de uma solução piloto pra monitoramento climático em áreas de cultivo de cacau. Tá vendo como o desenvolvimento científico não se resume a um cientista solitário que geralmente aparece na capa de uma revista anunciando uma matéria sobre uma grande descoberta?! Foi o esforço coletivo em torno de um objetivo comum que uniu esses atores diversos na construção do CacauClima. O Giovanni aqui de volta… Giovanni: Em todo objeto de estudo que a gente vai avançando no tempo, a gente vai tendo mais elementos e vai colocando camadas em cima de camadas e ele vai ficando um pouco mais maduro. Então essa foi a ideia, trabalhar nesse sentido, trazendo o foco agora, também, além da questão da mudança climática, nós agregamos um outro pilar que até então não estava muito nítido nas iniciativas anteriores, que era da ciência cidadã (…) pra envolver ainda mais a participação e a colaboração dos agricultores na condução das tarefas. Talita: Daqui a pouco eu vou dar mais detalhes de como será essa participação dos agricultores locais na pesquisa. Antes, é importante destacar que o projeto surge de uma demanda social, colocada, justamente, por agricultores e técnicos agrícolas que buscam uma resolução para os problemas enfrentados nos últimos tempos no plantio de cacau. A pesquisa busca também atender uma demanda econômica e tecnológica apontada pelos órgãos públicos que buscam manter a produtividade dessa matéria-prima tão apreciada. Giovanni: A cultura do cacau tá precisando desse impulso tecnológico pra, inclusive, ela mudar de ponto. A CEPLAC, quando nos procurou, ela tinha isso muito claramente, que tava no momento de um salto tecnológico para a cultura do cacau. E, à medida que a gente ia formatando esse projeto, a gente ia vendo que tinha outros campos que precisavam ser incluídos, outros campos do saber, outras disciplinas e tudo mais. Talita: Ou seja, o projeto responde também a uma demanda científica. E, como diz Giovanni, o primeiro desafio posto em evidência foi a multidisciplinaridade. Giovanni: Era um projeto que, naturalmente, traz desafios em várias áreas de saber disciplinares. Um deles a gente viu logo de imediato que era a parte do sensoriamento remoto, que o sensoriamento remoto ia ter suas dificuldades, porque a gente está lidando com a produção em sistema de cabruca, é agroflorestal. Então, também vamos olhar a parte de cultura do cacau a pleno sol, inclusive pra fazer uma comparação das características em termos de mudança climática, tanto para quem tá trabalhando em regime de agroflorestal, quanto pra quem está trabalhando a pleno sol, fazendo as comparações entre os prós e contras de cada uma delas, as dificuldades de cada uma delas. Talita: Antes de seguir no assunto dos desafios científicos, eu preciso explicar uma coisa que o Giovanni comentou e que vai aparecer mais vezes por aqui: existem dois métodos de plantio em análise nesse projeto: o método cabruca, que é feito por meio de sistema agroflorestal, e o método a pleno sol. No pleno sol, as plantas ficam expostas diretamente ao sol e recebem irrigação e fertilizantes intensivos. Essa forma de plantio oferece alta produtividade, mas exige grande investimento em máquinas, adubos químicos e pesticidas; além de ser mais vulnerável, e aí doenças atacam mais facilmente, solos se esgotam rápido, e uma estiagem pode dizimar tudo. Na cabruca, método tradicional na Bahia, o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas da Mata Atlântica, preservando a biodiversidade e a fertilidade do solo. Esse sistema, cultivado há séculos pelas populações tradicionais, mantém até 70% da cobertura florestal intacta. Árvores nativas sombreiam as cacaueiras, protegendo-as das secas e de doenças, como a tão temida vassoura-de-bruxa. O cabruca é um método sustentável, com baixa necessidade de insumos, mas tem uma produtividade moderada. Giovanni: E uma das coisas que a gente viu é que o sistema agroflorestal, de certa forma, dificulta a visibilidade das imagens satelitais, por conta de que, às vezes, o cacau está abaixo na floresta, ele está sob a floresta. Então, isso é uma dificuldade, um desafio interessante que a gente pensou em enfrentar. Talita: Além desse desafio que o Giovanni mencionou, existem vários outros. E, pra responder a todas as demandas e perguntas levantadas pela pesquisa, o CacauClima foi estruturado em 4 pilares: o sensoriamento remoto; a modelagem climática; a percepção pública; e a ciência cidadã. Começando do começo: sensoriamento remoto é a técnica de adquirir informações sobre a Terra sem contato físico direto, usando sensores em plataformas, como satélites, drones ou aviões. Ele falou sobre o desafio de analisar “imagens satelitais” da vegetação em sistema agroflorestal. Esse desafio existe porque, diferentemente do cultivo de monocultura a pleno sol, a vegetação mais densa e diversa da agrofloresta pode confundir os pesquisadores na hora de interpretar as imagens. Mas, e como é que o sensoriamento remoto, por meio das imagens de satélite, pode ajudar os agricultores a lidarem com os efeitos das mudanças climáticas na produção de cacau? O Jurandir Zullo Junior, pesquisador da CEPAGRI, respondeu essa pergunta. Jurandir: Nós temos dois tipos de satélites: os meteorológicos e os de observação da Terra. Então, a ideia é utilizar esses dois tipos. Os meteorológicos, atualmente, eles geram uma quantidade muito grande de produtos que podem ajudar o agricultor na tomada de decisões. Com esses dados, que são dados de umidade, temperatura, são dados, às vezes, básicos, mas que ajudam muito a tomada de decisões e ajudam o manejo, porque o manejo da cultura é uma das formas de enfrentar as doenças. Uma forma é usar plantas resistentes, e outra é no manejo, nesse controle de poda, de colheita, plantio. Então, é aquela… aqueles tratos que são feitos com frequência, aquele dia a dia da agricultura. Outro grupo de satélites é o de observação da Terra. Então, fazer essa identificação. Basicamente, os trabalhos nessa linha são de procurar identificar a cultura e o estado da cultura via remota (…) Se você consegue identificar o plantio a pleno sol, se você consegue identificar o plantio cabruca com outras plantas ali juntas. E também identificar o estado dessa vegetação. Esse que é sempre o objetivo, de forma remota. Como vai ter sempre alguém no campo, isso vai ajudar esse desafio: “olha, está com algum problema aqui…” Daí nós estudamos se isso consegue aparecer na imagem, porque às vezes não aparece na imagem. Às vezes a imagem não registra uma doença, praga, deficiência hídrica, alguma deficiência de adubação. Talita: Por meio do sensoriamento remoto, vai sendo formado um repertório de imagens pra se construir um padrão de determinada cultura agrícola. E, a partir dele, identificar tanto plantas saudáveis quanto plantas doentes ou com alguma deficiência, seja de água ou de adubo. Com essas informações, os agricultores e técnicos locais conseguem tomar decisões mais assertivas e cientificamente embasadas. Jurandir: Isso ajuda bastante o acompanhamento, a tomada de decisões, tanto do agricultor como do setor; uma cooperativa, o país, o ministério quer tomar alguma decisão, acompanhar como está determinada cultura, ele pode fazer com esses dados. Como eu disse, isso é um grande desafio, porque é uma cultura que, até onde nós encontramos, não tem muita literatura, tanto no Brasil como no exterior. Talita: Junto com o sensoriamento remoto, o segundo pilar do projeto são os modelos climáticos. Esses modelos fazem projeções sobre o clima futuro, auxiliando nessa tomada de decisão sobre o plantio e o manejo do cacau. A Priscila Coltri, pesquisadora do CEPAGRI responsável pela frente de modelagem climática do projeto, explica como é isso. Priscila: A gente escuta muito sobre a mudança do clima, mas, normalmente, quando a gente escuta isso, né, a gente entende que a mudança do clima vai acontecer lá em 2070. E diversos estudos mostram que o clima já tá mudando em muitas regiões. Então, um primeiro passo é a gente identificar ali como é que o clima dessas regiões que já são cultivadas, né, ele vem mudando ao longo dos últimos anos. E aí, eu falo ao longo dos últimos anos, eu tô falando aí ao longo dos últimos 30, dos últimos 50 anos. Então, um primeiro passo é a gente saber se nessas regiões a temperatura já subiu… Se a mínima subiu mais, se a máxima subiu mais, se a gente tem chuvas como a gente tinha antes, se a gente tá tendo mais épocas de seca, se as secas estão mais longas. Então, um primeiro passo é a gente fazer essa identificação do clima local. E a gente quer fazer isso também porque a própria CEPLAC trouxe pra nós que eles já estão vendo algumas mudanças na produção da cultura, nas pragas e doenças que essa cultura tem. Talita: Nossa entrevistada também aborda a questão da diferença entre os dois modos de cultivo do cacau. Priscila: Um outro ponto que a gente quer responder também, verificando aí como que o clima vem mudando nos últimos anos, é a diferença entre o cultivo sombreado e o cultivo a pleno sol. A monocultura, em geral, é um sistema que sofre, entre aspas, sofre muito em relação ao clima. Então a gente tem que ter muitos aditivos pra que ela funcione. Então tem que ter adubos e defensivos agrícolas e assim vai. As culturas sombreadas acabam tendo uma relação muito boa, assim, lógico que tem todo um estudo que a gente tem que saber de qual que é a melhor cultura que sombreia a outra, qual cultura que não briga ali, entre aspas, ou por solo ou por nutriente ou por sombra, né? Então tem todo um estudo que tem que ser feito. Mas normalmente os cultivos sombreados são mais indicados em termos de mitigação e de adaptação às mudanças do clima. Então a gente quer ver de que forma a cultura, tanto a pleno sol quanto a sombreada, vai reagir nesses cenários futuros. Talita: A Priscila me explicou que o cenário de dados climáticos hoje é complexo. Os sensores instalados no campo – que medem temperatura, chuva, vento e radiação – são fundamentais pra entender o que acontece no clima local. Mas é difícil manter séries históricas longas só com esses dados: há falhas, trocas de equipamento e áreas sem cobertura de sensor. Ao mesmo tempo, nas últimas décadas cresceram os dados de satélites e modelos climáticos, que cobrem o planeta inteiro e oferecem séries mais longas. O problema é que nem sempre eles representam bem a realidade local – alguns superestimam, outros subestimam. Por isso, é preciso validar essas informações com as medições feitas no campo. Funciona assim: os modelos usam dados como temperatura e umidade pra simular o clima atual, validam com o que foi medido no território e, depois, projetam cenários futuros com base em diferentes trajetórias de emissão de gases de efeito estufa. Em resumo, os modelos ensaiam qual será o cenário se emitirmos mais gases, menos gases, ou se mantivermos as emissões atuais… A partir daí, é possível estimar como o clima pode mudar e como o cacau pode responder a essas mudanças. Priscila: A gente vai ter ajuda dos nossos agricultores ali. Eles vão ajudar a gente a ver esse dado e a contar um pouco se aquele dado que a gente tá vendo agora, ele tem se reproduzido nos últimos anos e o quê que ele tem sentido em relação ao clima daquele local. E isso é importantíssimo! Talita: É aí que entra o terceiro pilar do projeto: a percepção pública, que busca entender a percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas da CEPLAC sobre o cenário que vivenciam na prática de cultivo do cacau. Pra isso, o grupo de pesquisa irá aplicar a técnica do grupo focal, coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone, ambas pesquisadoras aqui do Nudecri. A Simone e a Claudia, que trabalham juntas em outro projeto, o Coffee Change, falaram sobre sua experiência com grupos focais realizados com agricultoras de café no episódio número 201 aqui do Oxigênio, em “Um bate-papo sobre café” muito interessante – e se você não escutou ainda, já anota a dica pra escutar quando acabar esse episódio aqui. E eu conversei com a Claudia pra ela contar um pouco como essa técnica irá colaborar com os estudos em sensoriamento remoto e em modelos climáticos do CacauClima. Claudia: É importante que a gente entenda que grupo focal é uma ferramenta que produz a possibilidade de pessoas que têm um determinado tipo de perfil similar, que é definido pelos organizadores do grupo focal, estejam juntos numa roda de conversa. Uma conversa que acontece a partir de um roteiro formulado previamente, com perguntas disparadoras, que têm objetivos específicos. Então, no nosso caso, o objetivo da percepção sobre as mudanças climáticas, mas não pressupondo de antemão o que sejam mudanças climáticas, justamente pra que haja uma abertura, pra que as pessoas possam significar do seu modo, a partir das suas histórias, da sua relação com o território, com as suas práticas agrícolas, os sentidos que elas atribuem àquilo que a ciência chama de mudanças climáticas. Então a expressão “mudanças climáticas” não deve comparecer diretamente nessas perguntas disparadoras. Você vai olhando isso, vai provocando isso por perguntas que de algum modo abordam questões que estão relacionadas pra ouvir como é que essas pessoas se relacionam com determinadas questões que são afetadas pelas mudanças climáticas. Talita: Segundo a Claudia, a percepção das pessoas sobre o que elas vivenciam, como vivenciam e sobre como percebem essa realidade vivida se manifesta no modo como se expressam, ou seja, em seus discursos. E esse discurso é o objeto de estudo extraído por meio dos grupos focais. Claudia: A maneira como uma sociedade indígena lida com a Terra e a maneira como alguma liderança do agronegócio lida com a Terra é absolutamente diferente. Porque é uma história absolutamente diferente da relação desses sujeitos com a Terra, como é que a terra significa e como é que você pratica as suas ações, as suas atividades na relação com a Terra. Talita: É essa análise da percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas que vai informar as pesquisadoras sobre como esses atores estão vivenciando as mudanças climáticas na sua prática cotidiana de cultivo do cacau. E esse conhecimento também vai contribuir com as pesquisas tanto em sensoriamento remoto quanto em modelagem climática, fornecendo informações sobre a mudança do clima, o plantio e as tecnologias usadas em suas práticas agrícolas. Os grupos focais também irão ajudar a compreender como as tecnologias de monitoramento climático, desenvolvidas ao longo do projeto, podem ser incorporadas à cacauicultura. Claudia: Porque no grupo focal a gente não vai olhar só pra mudanças climáticas, a gente vai olhar também para a percepção sobre as tecnologias e aí… Qual que é a importância do lugar de onde a gente fala, né… É que a gente não vai situar a tecnologia na formulação das perguntas disparadoras desse roteiro, simplesmente como as novas tecnologias. Tecnologia existe desde sempre. Toda prática humana na relação com o mundo, ela produz, ela é feita por meio de tecnologias e ela produz outras tecnologias, né. Então, a gente também vai trabalhar com a percepção sobre os diferentes sentidos de tecnologia, né. Não só de ferramentas palpáveis, mas justamente de percepções que são ancestrais, que dizem respeito a diferentes gerações, que podem não estar diretamente lá naquele território, mas trazem saberes sobre esse território que são praticados no modo como aquela prática agrícola acontece, né. Talita: O quarto e último pilar do projeto CacauClima, a ciência cidadã, é transversal a todos os outros três – lembra: o sensoriamento remoto, a modelagem climática e a percepção pública. A ciência cidadã consiste na participação ativa do público não acadêmico na pesquisa científica, colaborando com os cientistas na coleta, análise e interpretação de dados, e até na formulação dos estudos. E pra envolvê-los, o projeto conta com a parceria do Instituto Cabruca, que tem sua sede no Assentamento Terra Vista, no município de Arataca, na Bahia. O Giovanni explicou como os agricultores e as agricultoras do assentamento contribuirão pro piloto da solução que a pesquisa busca desenvolver. Giovanni: A participação deles envolve, primeiramente, a tutoria das estações de coleta de dados, dados meteorológicos de clima, temperatura, índice pluviométrico, ação atmosférica, a parte de radiação solar que é outra coisa importante que a gente precisa ver com o efeito extremo agora das mudanças climáticas, isso pode ter uma informação muito importante. Todas essas informações que fazem parte das condições climáticas da região. Eles vão tutorear o funcionamento dessas estações. Então, eles vão ajudar como os guardiões daquela miniestação meteorológica que vai ficar nas suas propriedades, ou na propriedade que ele tem acesso e que ele interage diretamente. Além disso, ele vai dar suporte, vamos colocar assim, a eventuais problemas que elas apresentem, a reportar, “olha, está tendo um problema aqui e parou de funcionar.” E a outra é na troca de saberes. Então, da mesma forma que os técnicos vão levar informações pra eles, baseado em todos os estudos que vão ser tratados no âmbito do projeto, eles vão também alimentar os analistas, alimentar o sistema com as informações riquíssimas que eles estão tendo ali do dia a dia. Eventos que só eles estão percebendo, por exemplo. Eventos que eles já percebem, eles têm inclusive a memória daquela região, então eles podem dizer no tempo do meu pai, no tempo da minha mãe, não era assim. No tempo dos meus ancestrais era muito diferente, é o que a gente ouve, agora tá tudo mudado. Esse tipo de informação é riquíssima pro projeto. Talita: No livro Uma outra ciência é possível – Manifesto por uma desaceleração da ciência, a filósofa Isabelle Stengers comenta em uma passagem que a ciência cidadã é um dispositivo que, quando eficaz, tem a função de oferecer resistência a hierarquias de pontos de vista. Pra autora, a ciência cidadã constitui aquilo que ela chama de “operador de horizontalização”, pois parte do princípio de que tanto o saber científico dos pesquisadores e técnicos quanto o saber comunitário dos agricultores estão no mesmo patamar, destituindo os cientistas da posição simbólica de “cérebros da sociedade”… Esse movimento mostra que a produção científica também é uma escolha política: envolve decidir quem participa, quais saberes são reconhecidos e como diferentes experiências entram na construção da ciência. E pesquisas assim são fundamentais, porque colocam a cabeça pra pensar onde o pé pisa. Nesse caso: na terra onde brota o cacau. No fim das contas, o CacauClima não é só sobre sensores, modelos ou algoritmos. É sobre como diferentes formas de conhecimento podem trabalhar juntas diante de um cenário de incerteza. É sobre usar satélites para enxergar melhor o que acontece no campo – e usar a experiência de quem vive do campo para interpretar melhor o que os satélites mostram. Entre o microclima da lavoura e o macroclima do planeta, entre a memória dos mais velhos e os cenários projetados pra 2050, o projeto constrói pontes. Pontes entre ciência e prática, entre tecnologia e território, entre futuro e história. E talvez seja assim que novas sementes possam germinar… Trecho de música: “no meu jardim de sementes valiosas / plantas tão maravilhosas podem germinar / no meu jardim água nova vai brotar / passarinhos vem voar abençoando a plantação (…)” Talita: Essa música que você ouviu por último foi gentilmente cedida por Beto Bina. Os créditos da música vão para a Rede de Apoio a Mulheres Agroflorestoras (RAMA), a Ecovila Iandê e a FarFarm. O @ deles tá lá no nosso Instagram. A gente agradece por cederem um trecho da música pra esse episódio, que tem tudo a ver com o trabalho que essa turma desenvolve. Vou dar uma dica aqui. Em 2019, a Camila Cunha produziu um episódio sobre Cacau. O título é À Sombra da Floresta. Trata da produção de cacau por agricultores familiares, do sistema cabruca e sobre a cadeia produtiva do chocolate. Ouve lá. Deixamos o link no site. https://www.oxigenio.comciencia.br/79-tematico-a-sombra-da-floresta/ Este episódio foi produzido e roteirizado por mim, Talita Gantus. A revisão é da Simone Pallone e da Mayra Trinca, coordenadoras do Oxigênio. Este material foi gerado como parte do projeto de divulgação científica do CacauClima, desenvolvido por mim e coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone. A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral, bolsista do Programa BAS da Diretoria Executiva de Apoio Estudantil. A vinheta do podcast foi criada pelo músico Elias Mendez.O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da UNICAMP e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da UNICAMP. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e também na sua plataforma de podcasts favorita. Procura a gente nas redes sociais: no Instagram e no Facebook você nos encontra como OxigenioPodcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio. Muito obrigada por escutar até aqui.
Abril se abre como um portal de revelações, escolhas e reposicionamentos.Neste episódio do Revelações, a Bruxa Evani traz a Previsão do Tarô de Abril, com uma leitura profunda e sensível signo a signo, revelando os movimentos energéticos que atuam em cada caminho.O tarô nos convida a observar ciclos que se encerram, oportunidades que se apresentam e atitudes que pedem consciência e verdade interior.Mais do que prever, este oráculo orienta, acolhe e desperta.
O que os astros reservam para Abril? Este mês traz mudanças intensas e oportunidades que podem transformar sua jornada!
'Utopia', el nuevo disco del compositor, arreglista, cantante y guitarrista Dori Caymmi, contiene canciones como 'Búzio azul' -con Boca Livre-, 'O nome da moça' -con Mônica Salmaso-, 'Sonho de nascença', 'Ninho de vespa' -con MPB-4- o 'Filigrana'. 'Vila' se titula el disco que el guitarrista y compositor Fabiano do Nascimento ha grabado con una orquesta de 16 músicos bajo la dirección del trombonista y arreglista Vittor Santos y piezas como 'O tempo (Foi o meu mestre)', 'Spring theme', 'Uirapuru', 'Valsa', 'Floresta dos sonhos' o 'Tema em harmônicos (no strings)'. Y dos canciones de Dora Morelenbaum: 'Caco y 'VW blue'. Abren Amilton Godoy y Gabriel Grossi, dúo de piano y armónica, con 'Frevo' de Gismonti y cierran Kenny Burrell y John Coltrane con 'Lyresto'. Escuchar audio
A Embrapa pesquisa as emissões e sequestros de Carbono da Pecuária há 12 anos. Os números mostram que pastagens bem manejadas podem acumular mais Carbono no solo do que a Floresta nativa.
El pianista italiano Antonio Faraò ha publicado su primer disco en solitario, 'Kind of...Piano solo', tras casi medio siglo de música: 'Gospello', 'Kind of...' y 'Sulle nuvole' de su autoría, 'O que será' de Chico Buarque y 'I didn´t know what time it was' de Rodgers y Hart. Del nuevo disco de Dori Caymmi, 'Utopia', sus canciones inéditas 'Búzio azul' -con el grupo Boca Livre-, 'O nome da moça' -con Mônica Salmaso-, 'Sozinho de nascença' y 'Navegação'. Dora Morelenbaum, con conciertos anunciados en Madrid y Barcelona, cantando 'Não vou te esquecer', 'Venha comigo', 'Caco', 'VW blue' y 'Petricor'. Despide el guitarrista Fabiano do Nascimento con la orquesta de Vittor Santos y 'Floresta dos sonhos'.Escuchar audio
Hace tres años que el compositor y cantante brasileño Antonio Villeroy, ahora residente en Portugal, editó 'Banquete' un disco inspirado en la obra del filósofo Platón: 'Floresta dos sonhos', 'As coisas do mundo' -con la fadista Joana Amendoeira-, 'Choro chorado' -dúo con Francis Hime-, 'Por Amsterdam', 'Between now and goodbye' -con la italiana Chiara Civello-, 'Canção da magnólia', 'Serena serenata' -con la italiana Mafalda Minozzi- y 'Mais uma vez' -con el brasileño Gelson Oliveira-. Y de un disco que publicó en 2019 con el título de 'Samboleria' recuperamos 'Germinal do samba' -dúo con Mart´nalia- y 'Uni duni tê' -con el añorado João Donato-. Abre el guitarrista brasileño Fabiano do Nascimento con 'Floresta dos sonhos' y cierra Pat Metheny con 'Risk and reward'.Escuchar audio
Ricardo Cardim, botânico e paisagista, apresenta análises e comentários sobre a agenda verde nas cidades. Quadro vai ao ar na Rádio Eldorado às quintas, ao vivo, às 07h45, no Jornal Eldorado; e em boletins às segundas e quartas, às 12h30 e 16h.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Il parlamento europeo approva un emendamento che impedisce la sorveglianza di massa dei messaggi prevista dalla normativa Chat Control: una grande vittoria per il diritto alla privacy dei cittadini europei.Inoltre: l'Iran paralizza il circuito bancario nel Paese, un giornalista tedesco totalmente debancarizzato dalla EU per avere denunciato le violazioni dei diritti umani nella Striscia di Gaza, in manette l'hacker delle cripto riserve USA John Daghita, cos'è il protocollo Floresta, e un nuovo paper di Cambridge analizza la risposta del network Bitcoin agli stress.It's showtime!
'Vila' se titula el disco que Fabiano do Nascimento, el guitarrista brasileño que vive en California, ha grabado con una orquesta de 16 músicos bajo la dirección del trombonista y arreglista Vittor Santos: 'O tempo (Foi o meu mestre)', 'Tema em harmônicos', 'Uirapuru', 'Trenzinho imaginário', 'Valsa' y 'Floresta dos sonhos'. Del disco 'Donateando. The music of João Donato', de Ramiro Pinheiro y Rodrigo Balduíno, publicado por el sello de Jordi Pujol, 'Vento no canavial' -con el trombón de Rita Payès-, 'Então, que tal', 'Nua idéia' -con Rita Payès y Mônica Salmaso- y 'Bluchaga'. Doble adelanto del próximo disco de la cantante sueca Elisabeth Melander, producido por Arnaldo de Souteiro, con 'Jardín botánico' de Michael Franks y la adaptación al inglés, 'In summer', de la canción italiana 'Estate'. Despedida con 'Don´t look down' del nuevo disco de Pat Metheny.Escuchar audio
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos #NOAR! Vitória bate o Galícia e avança ao mata-mata do Campeonato Baiano no 2º lugar. Já o Ceará atropela o Floresta, faz 7 a 0 no agregado e garante vaga na final do Campeonato Cearense. Vem acompanhar!
Estamos #NOAR! Ceará vence o Floresta e encaminha vaga na final do Campeonato Cearense. Vem acompanhar!
In this conversation, Stephan Livera and James O'Beirne discuss the implications of quantum computing on Bitcoin, exploring skepticism towards the perceived threats, the current state of quantum research, and the potential responses from Bitcoin developers. They delve into proposed solutions, the role of institutions like NIST, and the challenges of Bitcoin protocol development. The discussion also touches on user experience, self-custody, and the future of Bitcoin adoption amidst evolving technological landscapes.Takeaways:
Análise pós-jogo da partida Fortaleza x Floresta, válida pela 1ª rodada da fase de Disputa do Título do Campeonato Cearense. Em jogo morno, o Fortaleza bateu o Floresta pelo placar de 1 a 0. Bareiro de pênalti fez o gol da vitória do Laion no PV. Estão neste programa Celso Ishigami e Thiago Minhoca. Na […]
Estamos #NOAR! Time sub-20 do Ceará vence o Floresta na estreia do Campeonato Cearense, o Vitória estreia no Baianão 2026 empatando com o Atlético-BA. Vem acompanhar!
Ele nasceu e cresceu em São Conrado, entre a praia e a montanha. Favorecido por essa geografia, aproveitava ao máximo seus dias entre o futebol de areia, o futevôlei, o surfe e as trilhas da Floresta da Tijuca. Desenvolveu desde cedo uma ligação natural com o esporte e com a vida ao ar livre. Jogou futebol nos times de base do Botafogo, intercalando com a corrida. Ainda adolescente, ingressou no atletismo pela Universidade Gama Filho e, aos 18 anos, já conciliava os treinos com o serviço militar. Seguiu o caminho natural, passando por todas as categorias do atletismo. Quando deixou o Exército, especializou-se nas distâncias de 5 e 10 mil metros, onde chegou ao seu limite. Foi aconselhado pelo seu então técnico a voltar a se dedicar aos estudos e a pensar em uma alternativa de carreira. Ele acatou o conselho e enquanto concluía sua formação, migrou para as corridas de rua. Formado, encontrou um novo horizonte quando foi incentivado pelo amigo e lenda do triathlon brasileiro, Alexandre Ribeiro, a participar do El Cruce de Los Andes em 2011. Como havia previsto o amigo, aquela experiência o transformou e iniciou ali uma trajetória que determinaria o rumo da sua carreira. A partir de então, acumulou vitórias emblemáticas em provas de 50, 80 e 100 quilômetros no Brasil e na América do Sul e foi duas vezes vice-campeão no El Cruce. Em 2019, foi também vice-campeão na Tahoe 100milhas e, no ano seguinte, venceu a One Hundred Brasil. Depois de uma década, decidiu se reinventar novamente e encerrou sua carreira como ultramaratonista para se dedicar, como amador, às maratonas e a compartilhar conhecimento e experiência com seus alunos. Conosco aqui, o ex-paraquedista do Exército, ex-corredor profissional eleito o melhor atleta de trilhas de 2013 pela revista Go Outside, educador físico, proprietário do Time Iaza, escalador de pódios, criador da #deixasofrer, um carioca apaixonado pela corrida, Iazaldir Feitoza Santana. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
In this conversation, Davidson, a Bitcoin developer, discusses his project Floresta, which aims to provide a lightweight Bitcoin node solution that balances privacy, security, and usability. He explains the technical aspects of Floresta, including its architecture, the use of compact block filters, and its relationship with Utreexo. Davidson emphasizes the importance of making Bitcoin more accessible to non-technical users while maintaining security and privacy. The discussion also touches on the challenges of running Bitcoin nodes, the potential integration of Floresta with existing applications, and the future of Bitcoin technology.Takeaways: