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Pendant les fêtes, Passages prend des vacances, mais on vous propose de découvrir cet épisode du podcast Il était une première fois, le podcast d'histoires d'amour du Elle. Quand Enzo Reads rencontre Junho sur une appli, il n'envisage rien sur le long terme. Il ne cherche pas le grand amour, et puis cet étudiant coréen en échange à Paris n'est que de passage... Mais on ne décide pas de ses sentiments. Au bout de quelques mois, les deux hommes ne peuvent plus s'imaginer l'un sans l'autre, alors que le retour de Junho en Corée approche. Comment continuer à se projeter dans une relation à durée déterminée ?Il était une (première) fois, un podcast d'histoires vraies qui explore la naissance des sentiments. À notre micro, des amoureuses et des amoureux vous racontent leur histoire d'amour : leurs premiers pas, leurs premiers baisers, et la force extraordinaire de leur lien tissé au fil du temps. ⭐⭐⭐ N'hésitez pas à vous abonner pour ne rien rater et si ce podcast vous plaît, parlez-en autour de vous, en partageant le lien de l'épisode.
A luta de libertação é uma história contada e cantada pelas mulheres da família Araújo. Amélia era uma das principais vozes da Rádio Libertação. A sua filha, Teresa, era bebé quando entrou na luta e cresceu na Escola-Piloto de Conacry. Kady, neta de Amélia e filha de Teresa, diz que a luta continua e é por isso que também usa a voz como uma arma. Falámos com as três em Paris e na Praia. A 5 de Julho de 2025, Paris também festejou os 50 anos da independência de Cabo Verde. Entre os artistas, convidados pelo músico Dino d'Santiago para subirem ao palco do Théâtre de la Ville, estava a cantora cabo-verdiana Kady, vestida com uma t-shirt com a fotografia da avó, Amélia Araújo, uma voz da luta de libertação. Meses depois, Kady regressou à capital francesa, novamente convidada por Dino d'Santiago, para actuar no Festival Lisboa Nu Bai Paris, desta vez na sala La Gaîté Lyrique. Kady usa a voz como uma arma, tal como a avó o fez, outrora, ao microfone da Rádio Libertação. “É como se estivesse a dar continuidade ao legado da minha avó e de todos os combatentes, mas especialmente da minha avó porque a arma dela foi a voz e é a arma também que eu uso, entre aspas, para tentar trazer mais luz, mais emancipação intelectual porque acho que ainda temos um longo caminho para andar, apesar de já ter sido bem pavimentado. Eu sinto que é dar continuidade e honrar esse legado”, contou Kady à RFI, no final do concerto de 8 de Novembro. Kady, Terezinha e Amélia são três mulheres que representam a própria história de Cabo Verde. A luta passou de geração em geração, primeiro com a pioneira Amélia Araújo, que lutou pela libertação; depois com a sua filha, a cantora Terezinha, cujo talento foi estimulado pelo próprio Amílcar Cabral, o líder das independências de Cabo Verde e da Guiné-Bissau; e agora com Kady, neta da revolução. “A luta continua”, lembra a mais jovem das mulheres Araújo aqui entrevistadas. Amélia Araújo era uma das vozes mais ouvidas da luta, a locutora das emissões em português da Rádio Libertação. No final de Maio, ela falou com a RFI, na sua casa na Praia, para recordar os tempos em que a rádio que dirigia era uma poderosa arma de guerra psicológica, descrita por Amílcar Cabral como o “canhão de boca” da luta de libertação. O líder do PAIGC era também um colaborador frequente da rádio que levava as mensagens da revolução aos povos guineense e cabo-verdiano. “A Rádio Libertação foi um instrumento que nos ajudou a transmitir as nossas opções, os nossos princípios e aquilo que nós queríamos para nós, para os nossos países: liberdade, independência. Nós fazíamos cópias dos programas e mandávamos para Dakar, para o Gana e para Angola também. Era muito divulgado e deu o seu contributo para a luta de libertação da Guiné-Bissau e Cabo Verde”, conta. Foi a 16 de Julho de 1967 que a Rádio Libertação começou a emitir, a partir de Conacri. As primeiras experiências tinham começado em 1964, mas o emissor era muito fraco. Em 1966, Amélia e outros companheiros foram enviados para uma formação de alguns meses em Moscovo e regressam a Conacri com um emissor portátil oferecido pelos russos. Mas a rádio era ainda pouco ouvida devido à fraca potência e, em 1967, a Suécia oferece-lhes um estúdio e um emissor moderno. Começavam as emissões que seriam em português, crioulo, balanta, fula, mandinga e beafada. Amélia Araújo trabalhava nas emissões em português e os soldados portugueses chamavam-na “Maria Turra”. “Turra” era o termo usado pelos portugueses para designar os guerrilheiros independentistas. O “Comunicado de Guerra” e o “Programa do Soldado Português” eram as produções mais ouvidas. O “Comunicado de Guerra” anunciava diariamente os combates ocorridos nas várias frentes e divulgava a lista dos soldados portugueses mortos, lida de uma forma propositadamente lenta. O “Programa do Soldado Português” incitava os militares à resistência e à revolta contra uma guerra que não era deles. A Rádio Libertação foi a arma principal de Amélia Araújo, mas a luta tinha começado muito antes. Em Luanda, onde nasceu - filha de mae angolana e pai cabo-verdiano - Amélia apaixonou-se por José Araújo, futuro dirigente do PAIGC, e quando ele foi estudar direito em Portugal, acabaria por segui-lo. Em 1960, casam em Lisboa e a filha Teresa nasce em Fevereiro de 1961. Apenas três meses depois, dá-se aquela que ficou conhecida como a Fuga dos Cem, quando dezenas de nacionalistas angolanos, cabo-verdianos, moçambicanos e são-tomenses deixam Portugal para irem participar nas lutas de libertação dos seus países, incluindo José Araújo. Amélia tinha 28 anos e uma bébé ao colo, pelo que elas não integraram o grupo por questões de segurança, mas conseguiram chegar a Paris e juntar-se a José. Uns tempos depois também deixam a capital francesa para se juntarem à luta de libertação. Em Conacri, aderem ao Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde (PAIGC), liderado por Amílcar Cabral, uma das personalidades mais importantes da luta anticolonial e arquitecto da queda do Império português. José Araujo viria a ser dirigente do PAIGC, responsável de propaganda, comissário político na Frente Sul e colaborador da Rádio Libertação e do boletim em francês "PAIGC Actualités". Amélia Araújo chegou a trabalhar no secretariado do MPLA, depois no secretariado do PAIGC até 1967, quando assumiu a função de directora da Rádio Libertação e se tornou na voz principal da luta e de combate ao colonialismo. Por isso, o berço de Teresa, conhecida como Terezinha, foi a luta de libertação. Em pequenina, andou na Escola-Piloto de Conacri, onde estudavam os filhos dos combatentes e que tinha como professores os próprios guerrilheiros, nomeadamente os seus pais. Vários alunos da Escola-Piloto animaram o programa de rádio "Blufo", dirigido a crianças e jovens. Seguindo as pisadas da mãe, Terezinha era uma das locutoras. “O programa era para os outros alunos das outras escolas e internatos espalhados nas zonas libertadas. Contávamos a história do que nós fazíamos e também recebíamos alguns depoimentos de alunos do interior da Guiné das zonas libertadas. Também contávamos os episódios que se passavam e nas datas comemorativas, como 1 de Junho, 19 de Setembro, também por altura do Natal, datas de final do ano, fazíamos programas alusivos a essas datas. No início, nós tivemos que ser preparados pela minha mãe, a dicção correcta, como falar para a rádio e aprendemos bastante. Foi muito interessante”, conta Teresa Araújo. Perante o trabalho intensivo da mãe no secretariado-geral do PAIGC junto a Amílcar Cabral e também na rádio, Terezinha passa a interna na Escola-Piloto juntamente com a irmã, até aos 12 anos. Foi aֵí que começou a cantar, a partir de uma audição em que interpretou “Fidju Magoado” – que viria a saber, mais tarde, ser a morna favorita de Amílcar Cabral. O líder das lutas testemunhou e até estimulou o talento de Terezinha que, anos mais tarde, se tornou numa das vozes incontornáveis de Cabo Verde com o grupo Simentera. A morna “Fidju Magoado” aparece novamente em 2004 no disco “Nôs Riqueza”, com mornas do pai, José Araújo, que também compunha e tocava viola. No fundo, foi na Escola-Piloto que os palcos se abriram para Terezinha, com as crianças a levarem a mensagem a outros países da luta contra o colonialismo e pela libertação. Com o grupo de teatro de crianças e jovens, em que cantava, dançava e fazia teatro, ela actuou, em 1970, no Palácio do Povo em Conacri, tendo na primeira fila a cantora sul-africana Miriam Makeba. Em 1971,72, o grupo vai em digressão a Dacar, Ziguinchor e Teranga, no Senegal, Banjul, na Gâmbia, Nouakchot, Nouadibou e Attar, na Mauritânia. Em 1973, as crianças ficam três meses na Escola-Piloto de Teranga a prepararem a participação no 10° Festival Internacional da Juventude e Estudantes, em Berlim, onde Terezinha canta ao lado de Miriam Makeba. Findo o ciclo de estudos na Escola-Piloto, aos 12 anos, Terezinha foi para a Escola Internato Internacional Elena Dimitrievna Stásova, na cidade de Yvanovo, a uns 300 quilómetros de Moscovo. Aí também continuou a representar a escola em Foruns Internacionais que decorriam em Moscovo. Dos tempos da luta, é Amílcar Cabral e a Escola-Piloto que recorda com mais ternura. “A Escola-Piloto era a menina dos olhos dele [Amílcar Cabral], era a referência. Então, ele levava sempre à Escola-Piloto delegações que vinham visitar o PAIGC. Além disso, a presença dele era diária. Só mesmo quando não pudesse ir, por causa de algum trabalho, é que não ia. Ia cedo de manhã e assistia à nossa preparação física e, às vezes, entrava mesmo na competição. Nós tínhamos um jogo do lenço e ele nunca perdia. Ele era muito bom! Ele aproveitava esses momentos também para nos ensinar outros jogos. Escutava os alunos, perguntava às crianças se estavam a ser bem tratadas, se estavam a ter comida boa. Ele queria mesmo verificar que as crianças estavam a ser bem tratadas, porque, como ele dizia, as crianças eram as flores da revolução e a razão da luta”, recorda, nostálgica, a cantora.
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Fluent Fiction - Korean: Fusion: Finding Inspiration in Gyeongbokgung's Hanbok Shop Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-12-21-23-34-02-ko Story Transcript:Ko: 경복궁에 첫눈이 내린 아침, 준호는 한복을 사러 가는 친구 민지를 따라 나섰다.En: On a morning when the first snow fell on Gyeongbokgung, Junho followed his friend Minji to buy a hanbok.Ko: 화가는 영감을 찾으려 노력했지만, 여전히 마음속은 얼어붙은채였다.En: The artist was trying to find inspiration, but his heart remained frozen.Ko: 민지는 설날을 맞아 특별한 한복을 찾고 싶었다.En: Minji wanted to find a special hanbok for the New Year.Ko: 한옥으로 이루어진 상점가에 있는 해진의 한복 가게는 작았지만 명성이 높았다.En: hanok-style shopping streets housed Haejin's hanbok shop, which was small but had a great reputation.Ko: 하지만 추운 겨울 날씨로 인해 손님이 줄어들었다.En: However, the cold winter weather caused a decline in customers.Ko: 해진은 손님이 아닌 사람들이 가게에 머무는 것을 꺼렸다.En: Haejin disliked having people in the shop who weren't customers.Ko: 준호와 민지가 가게에 들어서자 따뜻한 공기가 그들을 맞이했다.En: As Junho and Minji entered the shop, warm air greeted them.Ko: 선반에는 다채로운 색상의 한복들이 전시되어 있었다.En: The shelves were lined with hanboks of various vibrant colors.Ko: 벽에는 오랜 역사를 담고 있는 흑백 사진들이 걸려 있었다.En: Black-and-white photos that carried long histories adorned the walls.Ko: 민지는 아무것도 놓치지 않으려는 듯한 눈빛으로 한복을 둘러보았다.En: Minji surveyed the hanboks with eyes that seemed intent on missing nothing.Ko: "최고의 한복을 찾았으면 좋겠어," 민지는 속삭였다.En: "I hope I find the best hanbok," Minji whispered.Ko: 준호는 처음에는 가게에 머무는 것이 미안했지만, 곧 스케치북을 꺼내 들었다.En: Junho initially felt sorry for staying in the shop, but soon he took out his sketchbook.Ko: 그는 한복의 복잡한 무늬를 살펴보며 그림을 그리기 시작했다.En: He began drawing as he examined the intricate patterns of the hanboks.Ko: 점차 가게의 분위기가 그의 마음을 사로잡았다.En: Gradually, the atmosphere of the shop captivated him.Ko: 그때, 민지가 특별한 한복을 찾아냈다.En: At that moment, Minji found a special hanbok.Ko: "이 한복은 조선 시대 문인이 입던 거랍니다," 해진이 자랑스럽게 설명했다.En: "This hanbok was worn by a scholar during the Joseon Dynasty," Haejin proudly explained.Ko: 준호는 그 한복을 바라보다가 갑자기 영감이 샘솟았다.En: As Junho looked at the hanbok, inspiration suddenly welled up in him.Ko: 그는 문화와 현대의 융합을 떠올리며 그림에 몰두했다.En: He became absorbed in his drawing, thinking of the fusion of culture and modernity.Ko: 준호가 그림을 완성할 즈음, 민지는 구매를 완료했다.En: By the time Junho finished his drawing, Minji had completed her purchase.Ko: 해진은 준호가 그린 스케치를 보고 놀라워했다.En: Haejin was amazed by the sketch Junho had drawn.Ko: "다시 오세요.En: "Please come back.Ko: 영감을 더 얻으실 수 있을 거예요," 해진이 말했다.En: You might find more inspiration," said Haejin.Ko: 그 날 이후, 준호는 다시 그림에 열정을 쏟고, 민지는 준호의 재능을 새롭게 인식한 채로 한복을 입고 활짝 웃었다.En: After that day, Junho regained his passion for drawing, and Minji recognized Junho's talent anew as she wore her hanbok with a bright smile.Ko: 해진 또한 창작을 통해 고객과의 새로운 연결점을 발견하며 희망을 얻었다.En: Haejin also found hope by discovering a new connection with customers through creativity.Ko: 경복궁의 설경 속에서 그들은 다시 한번 전통과 현대가 조화롭게 어우러짐을 느꼈다.En: Amid the snowy scenery of Gyeongbokgung, they felt once again the harmonious blend of tradition and modernity. Vocabulary Words:frozen: 얼어붙은inspiration: 영감scholar: 문인fusion: 융합harmony: 조화passion: 열정intent: 의도vibrant: 다채로운intricate: 복잡한blend: 어우러짐captivated: 사로잡힌absorb: 몰두하다decline: 줄어들다harmonious: 조화로운enthused: 활짝intent: 놓치지 않으려는adorned: 걸려 있는discovering: 발견하다contemplated: 바라보다examine: 살펴보다sketch: 스케치customer: 손님greeted: 맞이하다purchase: 구매regain: 다시 얻다surveyed: 둘러보다immortalize: 담다modernity: 현대initially: 처음에는wellspring: 샘
No festivo mês de junho, o Posto Emissor teve como convidada uma cantora omnipresente em festas e arraiais: Rosinha. Do duplo sentido das suas canções às memórias de momentos inusitados em concertos, a intérprete de tantos êxitos ‘marotos’ da música popular falou-nos ainda sobre a dor provocada pela morte do pai e a fotossensibilidade que a obriga a usar sempre óculos escuros. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
2PM Junho Gains Attention For Gentlemanly Behavior towards IVE Wonyoung
Junho já passou pelo SantoFlow, mas hoje retorna vivendo um dos momentos mais marcantes de sua missão. Depois de descobrir a música católica brasileira através de um vídeo do Frei Gilson — que o tocou profundamente e o fez cantar seu primeiro louvor em português — sua história tomou um rumo que nem ele imaginava. O próprio Frei Gilson compartilhou seus vídeos, lançou desafios, e pouco tempo depois Junho estava aqui no Brasil, rezando ao lado dele e percebendo que Deus o chamava para algo maior neste país.No episódio de hoje, ele conta como foi esse encontro com a Igreja Católica no Brasil, a decisão de deixar sua vida na Coreia para evangelizar entre nós e como nasceu seu novo projeto, Entre as Nações, que já chegou nas plataformas no dia 21/11 com o lançamento do Vol. 1 — Ao Vivo em São Paulo, marcando o início de uma etapa especial da sua missão.Uma conversa profunda sobre vocação, missão e sobre como Deus cruza caminhos para alcançar almas no mundo inteiro.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
O músico a compositor brasileiro Ricardo Vilas regressa com "Vilas Maravilha", álbum gravado em Luanda ao lado da histórica Banda Maravilha. Resultado de mais de uma década de encontros, o disco funde semba, samba e memórias atlânticas num gesto de pertença e diálogo cultural. Com arranjos angolanos e composições próprias, Ricardo Vilas celebra uma África contemporânea. Ricardo Vilas, figura singular da música brasileira e estudioso das ligações culturais no Atlântico Sul, regressa aos discos com Vilas Maravilha, um trabalho gravado em Luanda e construído em parceria com a histórica Banda Maravilha. O músico descreve o álbum como “um gesto de pertença, de deslocamento e de identidade”, recusando “o ruído da actualidade” e privilegiando “o tempo lento dos encontros”. O projecto nasce da relação iniciada em 2012, quando Ricardo Vilas realizou uma pesquisa de campo em Angola para o seu doutoramento sobre a circulação musical entre os dois países. “A minha história com Angola vem de antes”, recorda. “Comecei a pesquisar música africana e particularmente música angolana e aprendi muitas coisas.” Foi nesse período que conheceu músicos centrais na formação da moderna música angolana, entre os quais Elias dia Kimuezo e Carlos Lamartine, além do grupo Maravilha, com quem a afinidade artística foi imediata. “A identificação foi rápida e a amizade foi crescendo”, afirma. Ao longo de anos de viagens e colaborações esporádicas, amadureceu a ideia de gravar em disco este diálogo musical. “Em 2024 decidimos registar esse encontro. Daí nasceu a ideia de Vilas Maravilha”, explica Ricardo Vilas. Gravado em Junho, o álbum reúne 12 faixas, seis delas compostas pelo músico brasileiro. As restantes incluem temas tradicionais e composições de autores angolanos como Paulo Flores, David Zé e o próprio Carlos Lamartine. Para Ricardo Vilas, a Banda Maravilha tem “um papel central” na identidade do projecto: “São tecnicamente perfeitos, têm ideias excelentes de instrumentação e reflectem sobre o trabalho. Chamam-se a si próprios ‘os embaixadores do semba' porque têm consciência da importância de preservar essa bagagem cultural.” A estética do disco é marcada pela sonoridade angolana. “O Brasil conhece quase nada de Angola, e Angola conhece muito do Brasil”, observa. Em Angola, o projecto foi recebido “de forma total”, com grande atenção da imprensa e do público: “O nosso trabalho foi super bem recebido.” Já no Brasil, admite, a recepção tem sido “mais difícil”, consequência de um desconhecimento generalizado sobre a música angolana contemporânea. A expectativa agora é apresentar o álbum em Portugal, onde Ricardo Vilas acredita que encontrará “uma boa receptividade”. A relação histórica entre o semba angolano e o samba brasileiro é um dos pontos que o músico estudou academicamente e que atravessa sub-conscientemente o álbum. “O samba foi assim baptizado em 1917. O semba surge nos anos 50. As temporalidades são muito diferentes”, sublinha, rejeitando a ideia de uma relação directa de filiação. “São irmãos, mas não há quem vem antes e quem vem depois. Há dois desenvolvimentos paralelos que se encontram e encontram-se neste disco.” Ainda assim, Vilas Maravilha acaba por ter, segundo o autor, “muito mais de música angolana do que de música brasileira”, uma vez que os arranjos são integralmente assinados pela Banda Maravilha. A dimensão linguística do projecto reforça esse encontro. Entre sambas, sembas e ritmos atlânticos, o álbum inclui também uma versão em umbundo, fruto de uma proposta da própria banda. “Fiquei muito feliz. Mostra essa vontade de encontro, sem imposição, uma verdadeira troca de experiências”, afirma. Para Ricardo Vilas, este gesto está longe de qualquer exotização: “Eles adoraram. E acho que evidencia a decisão de construir uma ponte verdadeira.” O músico brasileiro reconhece que, no espaço lusófono, Angola vive uma nova afirmação cultural. “Há uma desigualdade evidente: Angola importa muito do Brasil, e o Brasil pouco sabe de Angola”, aponta. “A visão brasileira da África é ancestral e mítica, não contemporânea. É a África do candomblé e da capoeira que é, aliás, uma invenção brasileira.” Com Vilas Maravilha, Ricardo Vilas quer contribuir para alterar essa percepção: “Uma das ambições do disco é mostrar que existe uma África contemporânea, criativa e extremamente interessante.” Aos ouvintes angolanos, deixa uma mensagem de proximidade: “Em Angola sinto-me em casa. Falamos a mesma linguagem, não só a língua. Somos super bem recebidos e a nossa música tem sido acolhida com muito carinho.” E termina, reafirmando o espírito que orienta todo o projecto: “Estamos juntos.”
Fluent Fiction - Korean: Warmth Beyond the Cold: A Community's Triumph Over Winter Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-11-27-23-34-01-ko Story Transcript:Ko: 선선한 가을 바람이 불고 있는 야전 병원.En: A field hospital with a cool autumn breeze blowing.Ko: 병원 tent들은 바람에 살짝 흔들리고 있었다.En: The hospital tents were slightly swaying in the wind.Ko: 이 곳에서 미소 가득한 간호사 민지는 환자들을 돌보며 바쁘게 지내고 있었다.En: In this place, nurse Minji with a smile on her face was busily taking care of the patients.Ko: 날씨가 차가워지면서 민지는 환자들이 따뜻하게 겨울을 보낼 수 있도록 옷을 모으고 싶었다.En: As the weather was getting colder, Minji wanted to collect clothes so that the patients could spend the winter warmly.Ko: "우리가 조금 더 도와줄 수 있을 것 같아," 민지는 점심 시간에 은서와 준호에게 말했다.En: "I think we can help a bit more," Minji said to Eunseo and Junho during lunchtime.Ko: 동료들은 그의 진심을 알 수 있었고, 고개를 끄덕이며 동의했다.En: Her colleagues could sense her sincerity and nodded in agreement.Ko: 그러나 시간이 없었다.En: However, there was no time.Ko: 병원은 늘 바쁘고, 사람 손은 부족했다.En: The hospital was always busy and there were not enough hands.Ko: 은서는 걱정스러운 얼굴을 하고 있었다.En: Eunseo had a worried look on her face.Ko: "민지야, 우리가 다 할 수 있을까?"En: "Minji, can we really do it all?"Ko: 그러나 민지는 희망을 잃지 않았다.En: But Minji didn't lose hope.Ko: "작은 행동이 큰 변화를 만들 수 있어," 민지가 자신감을 북돋았다.En: "Small actions can make a big change," she encouraged herself.Ko: 팀은 함께 아이디어를 내고, 메시지를 병원 직원에게 보내기로 했다.En: The team came up with ideas together and decided to send a message to the hospital staff.Ko: 은서의 가족과 준호의 지역 사회 네트워크도 도움을 주기로 약속했다.En: Eunseo's family and Junho's community network promised to help as well.Ko: 시간이 흘러, 날씨는 점점 더 추워졌고, 일기예보에서 갑작스러운 한파 소식이 전해졌다.En: Time passed, and the weather grew colder; a sudden cold snap was forecasted on the news.Ko: 민지는 걱정이 되었다.En: Minji was worried.Ko: 옷이 충분하지 않았다.En: There weren't enough clothes.Ko: "더 이상 시간이 없어," 민지가 힘없이 말했다.En: "We have no more time," Minji said helplessly.Ko: 그러나 그 순간, 은서의 가족들과 준호의 친구들이 짐을 잔뜩 실은 차를 몰고 병원으로 도착했다.En: But at that moment, Eunseo's family and Junho's friends arrived at the hospital with cars loaded with supplies.Ko: 차량에는 두툼한 겨울 옷과 담요들이 가득 차 있었다.En: The vehicles were full of thick winter clothes and blankets.Ko: 모든 사람들이 함께 힘을 모아 옷을 나누어주었다.En: Everyone worked together to distribute the clothes.Ko: 환자들의 얼굴에 미소가 피어났다.En: Smiles bloomed on the patients' faces.Ko: 그들은 새 옷을 입고 따뜻한 행복을 느낄 수 있었다.En: They could feel warm happiness wearing the new clothes.Ko: 민지는 눈물을 글썽이며 말했다. "우리가 해냈어."En: With tears in her eyes, Minji said, "We did it."Ko: 팀은 서로 기쁨을 나누었다.En: The team shared their joy with each other.Ko: 이 경험을 통해 민지는 공동체의 힘을 알게 되었다.En: Through this experience, Minji learned about the power of community.Ko: 작은 마음이 모여 큰 힘이 된다는 것을 깨달았다.En: She realized that small hearts coming together can create great strength.Ko: 병원 텐트 바깥에는 이제 더 이상 차가운 바람이 느껴지지 않았다.En: Outside the hospital tents, the cold wind could no longer be felt.Ko: 모든 사람의 마음 속에는 따뜻한 온기가 자리 잡고 있었다.En: A warm warmth settled in everyone's hearts.Ko: 그리고 민지는 동료들과 더욱 가까워졌다.En: And Minji grew even closer with her colleagues.Ko: 그 가을은 서로의 진정한 온기를 느낄 수 있었던 특별한 계절이었다.En: That autumn was a special season where they could feel each other's true warmth. Vocabulary Words:breeze: 바람swaying: 흔들리고busily: 바쁘게sincerity: 진심helplessly: 힘없이forecasted: 예보에서distributed: 나누어주었다encouraged: 북돋았다snap: 한파colleague: 동료bloomed: 피어났다bloated: 글썽이며vehicles: 차량load: 짐community: 공동체supply: 물품vicinity: 지역 사회gather: 모으고realize: 깨달았다network: 네트워크naturally: 자연스럽게compassionate: 따뜻한unite: 모아assured: 안심settled: 자리 잡고promised: 약속했다experience: 경험shelter: 병원contemplate: 생각하게significance: 중요성
Fluent Fiction - Korean: Finding Connections and Memories in a Winter Wonderland Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-11-24-08-38-20-ko Story Transcript:Ko: 강원도의 겨울은 마치 동화 속 장면 같았다.En: Winter in Gangwon-do was like a scene from a fairy tale.Ko: 눈 덮인 산들은 밝고, 깨끗한 하늘을 배경으로 우뚝 솟아 있었다.En: The snow-covered mountains rose majestically against the bright, clear sky.Ko: 스키장은 열정적으로 즐기는 사람들로 가득 찼고, 그중에는 준호와 그의 친구들도 있었다.En: The ski resort was bustling with people enjoying themselves enthusiastically, among them Junho and his friends.Ko: 준호는 소프트웨어 엔지니어로, 친구들이 마련한 휴가에 조심스럽게 합류했다.En: Junho, a software engineer, cautiously joined the vacation that his friends planned.Ko: 그는 보통 모임을 피했지만, 이번 성탄절은 특별해지고 싶었다.En: He usually avoided gatherings, but he wanted this Christmas to be special.Ko: 준호의 목표는 소중한 추억을 만들고, 새로운 인연을 찾아보는 것이었다.En: Junho's goal was to create precious memories and perhaps find new connections.Ko: 그 스키 리조트에는 민지도 있었다. 그녀는 활기 넘치는 여행 블로거로서, 새로운 사람을 만나는 것을 좋아했다.En: At the ski resort was also Minji, a lively travel blogger who loved meeting new people.Ko: 민지의 카메라는 항상 손에 들려 있었고, 아름다운 겨울 풍경을 영상으로 담고 있었다.En: Minji's camera was always in her hand, capturing the beautiful winter scenery on video.Ko: 첫날, 준호는 큰 창문이 있는 따뜻한 라운지에서 눈 밖으로 내리는 눈을 지켜보았다.En: On the first day, Junho watched the snow falling outside from a warm lounge with large windows.Ko: 그의 시선은 자연스럽게 밖에서 신나게 사진을 찍고 있는 민지에게로 갔다.En: His gaze naturally fell on Minji, who was excitedly taking pictures outside.Ko: 그녀의 열정적인 모습에 끌렸지만, 준호는 다가가는 것이 쉽지 않았다.En: He was attracted to her passionate demeanor, but approaching her wasn't easy for him.Ko: 민지도 사람들의 관심을 많이 받는 게 익숙했다.En: Minji was used to receiving a lot of attention from people.Ko: 그래서 누군가가 블로그 이상의 그녀를 알아주길 늘 바랐다.En: She always wished someone would recognize her for more than just her blog.Ko: 그날 밤, 민지는 사진을 찍는 대신, 불길 앞에 앉아 따뜻한 음료를 마시기로 결심했다. 그녀는 그 속에서 눈과 별들이 뿌려진 듯한 크리스마스 장식들을 감상했다.En: That night, instead of taking photos, she decided to sit by the fire with a warm drink and appreciate the Christmas decorations that looked as if they were sprinkled with snow and stars.Ko: 갑작스러운 눈보라가 몰아치고, 스키 활동이 일시 중단되었다.En: A sudden snowstorm swept in, temporarily halting skiing activities.Ko: 이 기회에 준호는 결국 민지에게 다가가기로 했다.En: Taking this opportunity, Junho finally decided to approach Minji.Ko: 그는 불가에 다가가 조용히 앉았다. 용기를 내어 말을 걸었다.En: He quietly sat by the fire and mustered the courage to speak.Ko: "눈 속에서 사진 찍던 모습이 인상적이었어요." 민지는 부드럽게 웃으며 그를 반겼다.En: "Your photo-taking in the snow was impressive." Minji greeted him with a gentle smile.Ko: 그들은 서로의 이야기들을 나누기 시작했다.En: They began sharing their stories with each other.Ko: 민지는 여행 중 겪은 모험을 이야기했고, 준호는 그의 취미와 소소한 일상 이야기를 전했다.En: Minji talked about the adventures she experienced during her travels, and Junho shared his hobbies and snippets of his daily life.Ko: 대화는 자연스럽게 이어졌고, 서로의 관심사를 공유하면서 둘은 더 가까워졌다.En: The conversation flowed naturally, and as they shared their interests, they grew closer.Ko: 눈보라가 잠잠해진 다음 날, 리조트는 다시 활기를 되찾았다.En: The next day, when the snowstorm had subsided, the resort regained its vibrancy.Ko: 이번 휴가의 마지막 날, 준호는 민지와 연락처를 교환했다.En: On the final day of the vacation, Junho exchanged contact information with Minji.Ko: 그들은 다시 만날 것을 약속하며, 아쉬운 마음으로 헤어졌다.En: They promised to meet again, parting ways with some reluctance.Ko: 그 후 민지는 자신의 블로그에 이번 여정을 올렸다. 중요한 것은 추억보다, 그 안에서 만난 진실한 사람이라고.En: Afterwards, Minji posted about this journey on her blog, stating that what's more important than memories is the genuine people you meet along the way.Ko: 준호도 더 자신감을 느꼈고, 사람들과의 관계를 더욱 소중히 여기게 되었다.En: Junho also felt more confident and began to cherish his relationships with others more deeply.Ko: 크리스마스의 마법은 사람들 사이에서 피어났다.En: The magic of Christmas blossomed between people. Vocabulary Words:majestic: 우뚝 솟아 있는bustling: 가득 찬enthusiastically: 열정적으로cautiously: 조심스럽게precious: 소중한demeanor: 모습recognize: 알아주다appreciate: 감상하다swept: 몰아치다mustered: 용기를 내다impressive: 인상적이다vibrancy: 활기reluctance: 아쉬움cherished: 소중히 여기다blossomed: 피어나다fairy tale: 동화gaze: 시선sparkled: 뿌려진halted: 중단되다temporarily: 일시connections: 인연lounge: 라운지snippets: 소소한 일상 이야기capturing: 담다engaged: 합류하다adventurous: 모험scenery: 풍경contact information: 연락처parting ways: 헤어짐memories: 추억
22 de Junho 2025 | Igreja Manaim Mooca
29 de Junho 2025 | Igreja Manaim Mooca
15 de Junho 2025 | Igreja Manaim Mooca
01 de Junho 2025 | Igreja Manaim Mooca
08 de Junho 2025 | Igreja Manaim Mooca
Foi apresentada, esta segunda-feira, 17 de Novembro, uma queixa-crime contra a multinacional francesa TotalEnergies, junto do Ministério Público francês. A queixa refere factos de “cumplicidade em crimes de guerra, tortura e desaparecimentos forçados” em Moçambique e foi apresentada pela organização não-governamental Centro Europeu para os Direitos Constitucionais e Humanos (ECCHR). Esta é a segunda ação judicial, em França, contra a operação moçambicana da Total em 2025. O novo processo, segundo a ong, refere-se a factos ocorridos entre Junho e Setembro de 2021, quando dezenas de homens, que fugiam com as suas famílias da milícia Al-Shabab, foram sequestrados e mantidos em contentores metálicos à entrada do complexo da TotalEnergies, na península de Afungi, em Cabo Delgado. Aí, permaneceram famintos, espancados e torturados, segundo testemunhos corroborados por vídeos e imagens de satélite. A segurança do local estava a cargo da Joint Task Force (JTF), uma unidade militar criada através de um acordo entre Moçambique e o gigante francês. Esses soldados, sob o pretexto da missão de protecção, cometeram actos de violência e barbárie. Na sequência dos acontecimentos, a TotalEnergies é acusada de ter “financiado directamente e apoiado materialmente” a unidade militar que teria “detido arbitrariamente em contentores, torturado e matado dezenas de civis”. A empresa fornecia alojamento, alimentação e equipamento à JTF. A ECCHR considera que a TotalEnergies “sabia” que as forças de segurança moçambicanas, incluindo a JTF, eram acusadas de actos violentos contra civis, mesmo antes do “massacres dos contentores” e, por isso, estava consciente dos riscos de lhes delegar a segurança do campo. A cooperação com o exército prolongou-se até Outubro de 2023. Em declarações à RFI, Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, sublinha que existem relatos de violações de direitos humanos no terreno e que o trabalho de documentação destes casos é complexo e arriscado. “As vítimas estão a pedir justiça pelo que sofreram. O nosso papel é apoiar e garantir que jornalistas e instituições credíveis possam levar estes casos para frente”. Sobre esta nova queixa com a gigante francesa, Daniel Ribeiro explicou que “a Total exigiu a Moçambique para melhorar a segurança do seu projecto. O problema é que quando se pede a um país com recursos limitados para melhorar a segurança, isso implica, normalmente, que focam todos os seus poucos recursos para proteger o projecto. A consequência é a falta de protecção das comunidades”. O especialista sublinhou a necessidade de esclarecer o apoio financeiro prestado pela empresa francesa às forças de segurança: “a Total estava a dar apoio financeiro, alojamento, comidas e bónus aos soldados. Nós temos que perceber melhor essa ligação. Ver se essa ligação justifica a cumplicidade com as acções das Forças Armadas”. Além disso, refere que a “Total sabia que as forças de segurança no local estavam a cometer violações de direitos humanos. Regularmente comunicaram isso a certos fornecedores. Temos que perceber se sabiam deste caso específico ou não. São preocupações e informações importantes e preocupantes que é preciso investigar”. Daniel Ribeiro reforça a necessidade de investigação sobre a responsabilidade da TotalEnergies na protecção das comunidades locais e na actuação das forças de segurança em Moçambique. Acrescentando que “esse assunto foi publicado já no ano passado e a Total e o Estado” em vez de admitirem o problema “fugiram da responsabilidade”. Caso contrário teriam “avançado com uma investigação”, conclui. Esta acção judicial surge num momento delicado para a TotalEnergies, após o levantamento do “estado de força maior” no campo de Afungi e antes do relançamento do projecto Mozambique LMG, suspenso durante quatro anos. Até ao momento, a TotalEnergies não comentou esta queixa apresentada pelo Centro Europeu para os Direitos Constitucionais e Humanos. .
O luso-belga Joseph Figueira Martin foi condenado a 4 de Novembro de 2025 pela justiça da República centro-africana a 10 anos de trabalhos forçados e ao pagamento de 50 milhões de francos CFA num caso de suposto atentado contra a segurança interna e organização criminosa. E isto após ter sido raptado em Maio do ano passado no leste da RCA por supostas milícias russas Wagner, numa área onde actuavam grupos rebeldes, e posteriormente ter sido encarcerado. A defesa apresentou recurso da sentença deste antropólogo luso-belga, que na altura trabalhava para a ong americana Family Health International 360. A família insurge-se contra esta decisão do Tribunal de Bangui de 4 de Novembro: Georges Martin é irmão de Joseph Figueira Martin, ele denuncia um julgamento que considera injusto, denunciando supostas provas forjadas e a tortura que o irmão teria sofrido. Eu gostaria de, num primeiro momento, expressar a mais profunda indignação da família inteira em relação à sentença de dez anos de trabalhos forçados. O Joseph está sendo acusado de conspiração criminosa e de tentativa de desestabilização do governo centro-africano, enquanto as suas interações com grupos armados apoiaram indiretamente as acções da ONU e da sua missão de paz. Então, todos os esforços do Joseph foram no sentido de promoção da paz na República Centro-Africana e a condenação dele é inteiramente injusta. Conseguiu falar com ele? Como é que ele está? Como é que ele se sente, depois do choque da condenação? Infelizmente, ainda não pudemos, não foi possível conversar diretamente com ele. Conseguimos novamente mensagens através das autoridades presentes na República Centro-Africana, que são os cônsules honorários de Portugal e esperamos que seja possível libertar ele o mais rapidamente possível. E as autoridades da Bélgica, de Portugal, da União Europeia: estão cientes do que está a acontecer ? Acredita que eles vão poder agir? Sim, sim. A família tem estado em contato constante com as autoridades da Bélgica e esperamos que eles, em conjunto com o Parlamento Europeu e com o Conselho Europeu, consigam elaborar uma intervenção urgente para que o Joseph seja libertado. Em relação a Portugal, infelizmente não tivemos apoio nenhum por parte das autoridades portuguesas e esperamos que eles se envolvam também em libertar um cidadão português que está preso injustamente na República Centro-Africana. Gostaria também de destacar que o julgamento é completamente injusto e ele está repleto de falhas processuais. As provas usadas contra o meu irmão foram obtidas sob a ameaça de armas de calibre militar apontadas para o seu rosto. E todas essas supostas provas deveriam ser consideradas inadmissíveis em juízo, porque elas violam os princípios da justiça. Então o Joseph tem sido uma vítima de um processo inteiramente injusto e esperamos que todos os esforços possam ser redobrados por parte dos governos da Bélgica, de Portugal e da Comissão Europeia para que uma solução seja encontrada da maneira mais rápida possível. Tentei contactar o Ministério Português dos Negócios Estrangeiros. Disseram-nos que não seria possível conseguir uma reacção do ministro. A família também não entende a postura de Portugal no sentido. Fizemos diversas tentativas de contacto com eles para poder entender o que eles estariam fazendo para ajudar o Joseph a voltar para casa e até ao momento não obtivemos resposta. Então também gostaríamos de entender de que maneira Portugal se posiciona para com que um cidadão português seja libertado. Porque ele, antes de ir para a República Centro-Africana, ele morava em Tavira, no Algarve, é isso ? Exactamente. Ele mora em Portugal há alguns anos já. E a família, a maior parte da família, mora em Portugal também, então não entendemos a ausência de Portugal nesse caso. De realçar que em Julho passado o Parlamento Europeu aprovou uma resolução denunciando "a detenção arbitrária e a tortura de Joseph Figueira Martin» e apelado a sanções contra os responsáveis de tais actos contra este trabalhador humanitário. Num comunicado emitido a 6 de Junho a ONG Protect Humanitarians « condena esta sentença e apela à libertação incondicional" de Joseph Figueira Martin. Trata-se de um antropólogo luso-belga, especialista em transumância, que estava em Maio de 2024 no sudeste da RCA, região palco de rebeliões armadas. Ele tinha sido acusado de uma série de crimes, incluindo espionagem, a pena máxima que ele se arriscava a cumprir era prisão perpétua.
Edição de 11 Junho 2025
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 740! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana fazendo um boletim de ocorrência contra um torcedor.E neste programa falamos sobre a polêmica expulsão de Léo Jardim por cera, falamos da briga do Neymar com um torcedor que expôs uma crise no Santos, debatemos o favoritismo do Flamengo que se reforçou pra brigar forte no Brasileirão, avaliamos a rodada da Copa do Brasil, exaltamos a seleção brasileira que está na final da Copa América de futebol feminino, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#BIPE #SURPRESADECEBOLAsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Fernando Pereira | Albert José | Yan Andrade | Raphael De Souza | Thiago Goncales | Alvaro Modesto | Daniel Ferreira De Lima Vilha | Felipe Artemio | Leandro José De Souza | Tatiane Oliveira Ferreira | Bruno Vieira Silva | Leonardo Pimentel | Itallo Rossi Lucas | Maicon Feldhaus | Lucas Pereira De Aguiar Afonso | Bruna Almeida | Isabelle Zacara | Caio Fonseca | Felipe Duarte | Pombo AladoObrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 739! E hoje temos o Príncipe Vidane e Maidana recebendo o ouvinte Felipe Duarte (@felipedu.arte) e mandando mensagens no grupo de zap dos idosos.E neste programa falamos sobre a demissão de Runco do Flamengo após ter mensagem vazada em que expunha uma lesão crônica de De La Cruz, comentamos o Brasil que já é semifinalista da Copa América de Futebol Feminino, avaliamos o Brasileirão liderado pelo Cruzeirão Cabuloso, debatemos como melhorar o calendário do futebol brasileiro, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#SHOWDEVIDANE #BONECADEYVERSONsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vinicius Verissimo Lopes | Vitor Motta Vigerelli | Wendel Ferreira Santiago | Wladimir Araújo Neto | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Danilo Da Silva Pereira | Henrique Zani | Pedro Henrique De Paula Lemos | Rodrigo Marques Fernandes | Victor Rodrigues | Bruno Macedo | Daniel Moreira | Lucas, O Fofo | Luis Beça | Ryan Smallman [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para mais um intervalo! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana com as fofocas mais quentes do território paranaense.E neste intervalo falamos sobre a polêmica envolvendo a mãe da Marília Mendonça, comentamos a fofoca paranaense do chá-revelação de traição conjugal, discutimos o novo filme do Superman, reclamamos sobre obras que não acabam nunca, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#TIAGOARMMA #JACKSNYDER #AS3COSTUREIRASDEMAISsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)Adryel Romeiro | Aline Aparecida Matias | Antonino Firmino Da Silva Neto | Arthur Meister Wistuba | Bruno Kellton | Bruno Marques Monteiro | Bruno Padula Morilla | Carlos Eduardo Ardigo | Daniel Pandeló Corrêa | Débora Mazetto | Elisnei Menezes De Oliveira | Evilasio Costa Junior | Fabio Simoes | Felipe Brasil | Felipe De Amorim Prestes | Gabriel Frizzo | Gabriel Lecomte | Gabriel Lopes Dos Santos | Gabriel Matte De Moura | George Alfradique | Gian Luca Barbosa Mainini | Guilherme Da Hora | Gustavo Henrique Rossini | Jailson Gomes | João Pedro Machareth | Luan Germano | Luca Vianna | Lucas De Oliveira Andrade | Marcelo São Martinho Cabral | Marcio Leandro Lima Dos Santos | Marco Antônio Maassen Da Silva | Marianna Feitosa | Mario Peixoto | Matheus Andion De Souza Vitorino | Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Raphael Pini Bubinick | Rodrigo Oliveira Porto | Stéfano Bellote | Thiago De Souza Cabral | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 737! E hoje temos o Príncipe Vidane e Maidana recebendo o ouvinte Pedro Estrella (@pedroestrella) e ficando chocados com o esculacho do treinador do Flamengo.E neste programa falamos sobre o Chelsea que foi campeão da Copa de Mundo de Clubes com um passeio pra cima do atual campeão europeu - o Paris Saint-Germain. Também comentamos o esculacho público de Filipe Luís pra cima de Pedro que deu nova página na crise do relacionamento entre o rubro-negro e o atacante, avaliamos o início do Brasil na Copa América de Futebol Feminino, proibimos a Kelly Key de ser presidente de um clube de futebol angolano, falamos do torcedor bilionário do Grêmio que comprou o estádio e doou ao clube, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#KELLYKUAIsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vinicius Verissimo Lopes | Vitor Motta Vigerelli | Wendel Ferreira Santiago | Wladimir Araújo Neto | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Danilo Da Silva Pereira | Henrique Zani | Pedro Henrique De Paula Lemos | Rodrigo Marques Fernandes | Victor Rodrigues | Bruno Macedo | Daniel Moreira | Lucas, O Fofo | Luis Beça | Ryan Smallman | Fernando Pereira | Albert José | Yan Andrade | Raphael De Souza | Thiago Goncales | Alvaro Modesto | Daniel Ferreira De Lima Vilha | Felipe Artemio | Leandro José De Souza | Tatiane Oliveira Ferreira | Bruno Vieira Silva | Leonardo Pimentel | Itallo Rossi Lucas | Maicon Feldhaus | Lucas Pereira De Aguiar Afonso | Bruna Almeida | Isabelle Zacara | Caio Fonseca | Felipe Duarte | Pombo AladoObrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 736! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana lamentando uma final entre europeus.E neste programa falamos sobre as semifinais da Copa de Mundo de Clubes nas quais o Fluminense terminou sua heroica jornada ao perder pro Chelsea e o Real Madrid foi obliterado por um Paris Saint-Germain avassalador. Também comentamos a tatuagem da maior fã do Thiago Galhardo, falamos sobre o suposto desejo do Flamengo de se desfazer de Pedro, debatemos a condenação fiscal de Carlo Ancelotti, além de muito mais!ORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramIRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#MÃONÃOÉMAISMÃOsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Adryel Romeiro | Aline Aparecida Matias | Antonino Firmino Da Silva Neto | Arthur Meister Wistuba | Bruno Kellton | Bruno Marques Monteiro | Bruno Padula Morilla | Carlos Eduardo Ardigo | Daniel Pandeló Corrêa | Débora Mazetto | Elisnei Menezes De Oliveira | Evilasio Costa Junior | Fabio Simoes | Felipe Brasil | Felipe De Amorim Prestes | Gabriel Frizzo | Gabriel Lecomte | Gabriel Lopes Dos Santos | Gabriel Matte De Moura | George Alfradique | Gian Luca Barbosa Mainini | Guilherme Da Hora | Gustavo Henrique Rossini | Jailson Gomes | João Pedro Machareth | Luan Germano | Luca Vianna | Lucas De Oliveira Andrade | Marcelo São Martinho Cabral | Marcio Leandro Lima Dos Santos | Marco Antônio Maassen Da Silva | Marianna Feitosa | Mario Peixoto | Matheus Andion De Souza Vitorino | Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Raphael Pini Bubinick | Rodrigo Oliveira Porto | Stéfano Bellote | Thiago De Souza Cabral | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 735! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana torcendo pros europeus perderem.E neste programa falamos sobre o fim das oitavas da Copa de Mundo de Clubes na qual o Palmeiras mandou o Botafogo pra casa, o Flamengo caiu pro Bayern, o Fluminense foi heroico e superou a Inter de Milão (atual vice campeã da Champions), o Al-Hilal chocou o mundo e derrotou o Manchester City, além de muito mais!ORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramIRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#OLHAPRACIMAEABREABOCA #PSJÔsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)Adriana Cristina Alves Pinto Gioielli | Adriano Marin Da Silva | Adriano Nazário | Bruno Lima | Fellipe Miranda | Fernando Costa Campos | Gabriel Machado De Freitas | Guilherme Drigo | Guilherme Rezende Soria | Heverton Coneglian De Freitas | Higor Nunes Resende | Higor Pêgas Rosa De Faria | Igor Leite Da Silva | Ítalo Leandro Freire De Albuquerque | João Paulo Lobo Marins | Joao Pedro Barros Barbosa | Leonardo Delefrate | Luis Henrique Santos | Luiz Guilherme Borges Silva | Messias Feitosa Santana | Pedro Marcelo Rocha Gomes | Rafael Brandão Brasil | Renato Grigoli Pereira | Thais Cristine Cavalcanti | Vanessa Fontana | Vinicius De Saraiva Chagas | André Stábile | Arthur Takeshi Gonçalves Murakawa | Brayan Ksenhuck | Bruno Burkart | Concílio Silva | Cristiane Cardoso Avolio Gomes | Daniel Lucas Martins Lacerda | Davi Andrade | Filipi Froufe | Heitor Dias | Igor Trusz | Jhonathan Romão | João Gabriel Paduan Tristante | Josué Solano De Barros | Khayan Joaquim Macedo Lima | Leonardo Lachi Manetti | Listen2urs2 (Listen Tchu Iór Rârrtchi)) | Luan Silva Rodrigues | Lucas Freitas | Luis Alberto De Seixas Buttes | Matheus De Sales Freitas | Paulo Vitor Nogueira Sales | Pedro Lauria | Rafael Gomes Da Silva | Robson De Sousa | Tio Patux | Vinícius Nogueira Cavalcanti | Vinicius Renan Lauermann Moreira | Thiago Lins | Hassan Jorge | Diego Santos | Felipe Avelar | Leonardo Motta | Luis Alexandre Dalposso | Felipe Pastor | Bruno Franzini | David Gilvan | Luiz Strina [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Kenner Terra Celebração Ibab AO VIVO 18h | www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Ed René Kivitz Caim e Abel | Genesis 4.1-24 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Kenner Terra Verdades e mentiras sobre Adão e Eva | Gn 2.18-25 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Palavra Ministrada na Videira Florida29 de Junho de 2025Canal Oficial do Pastor Marcio AlvesPor onde a palavra for, gerará frutos para a Glória de Deus!Support the show
WASHINGTON, 1989 - Em junho de 2013, duas mães decidiram levar seus filhos a um parque aquático. Enquanto os filhos brincavam, as duas mulheres começaram a conversar. Por terem estudado no mesmo colegial, elas compartilharam memórias da época e também lembraram de uma tragédia bem conhecida pro povo de seu condado: O assassinato de Mandy Stavik, jovem de 18 anos que havia também frequentado o mesmo colegial. Elas comentaram continuar incrédulas com o fato de que esse caso ainda não tinha resolução, mais de duas décadas depois. E então, as duas ficam em silêncio. Não porque o assunto acabou e sim porque ambas não sabiam se podiam dizer o que queriam em voz alta sem o devido cuidado. Mas uma delas toma coragem e diz: Eu sei quem matou Mandy. Para sua surpresa, a outra mulher respondeu: Eu também. --- SE TORNE UM APOIADOR DO SEM RASTROS! Este episódio contém apenas um trechinho do caso. Para ouvir o episódio inteiro, se torne apoiador do Sem Rastros! É possível apoiar diretamente pelo Spotify, via Patreon (ou diretamente pelo Patreon). Recentemente, a Orelo também lançou uma nova ferramenta onde é possível ouvir aos podcasts apoiados por lá, pelo Spotify! Instagram | Grupo no Telegram | Youtube Para fontes de pesquisa, acesse o Website. Email: semrastrospodcast@gmail.com
Mensagem compartilhada na noite do dia 29 de Junho de 2025 pela pastora Rennielli Rulli Gomes na Nova Igreja Ipanema.
Venha escutar esse papo gostoso sobre o estudo de Doutrina e Convênios através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.
Mensagem compartilhada na manhã do dia 29 de Junho de 2025 pelo pastor Timóteo Gomes na Nova Igreja Ipanema.
Mensagem compartilhada na noite do dia 29 de Junho de 2025 pela Samara Gomes na Nova Igreja Ipanema.
Mensagem do dia 22 de Junho de 2025 por René August www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
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Palavra Ministrada na Videira Florida22 de Junho de 2025Canal Oficial do Pastor Marcio AlvesPor onde a palavra for, gerará frutos para a Glória de Deus!Support the show
Mensagem do dia 15 de Junho de 2025 por Ed René Kivitz Imago Dei | Gênesis 1.26,27 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 15 de Junho de 2025 por Robinson Jacintho Pare de viver a história errada | Gênesis 1:26-28 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 15 de Junho de 2025 por Kenner Terra Entre Darwin e o Deus da criação | Gn 1.1-8 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Venha escutar esse papo gostoso sobre o estudo de Doutrina e Convênios através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.
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Mensagem do dia 01 de Junho de 2025 por Ed René Kivitz O mistério oculto no pão e vinho | Gênesis 14.18-20 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 01 de Junho de 2025 por Cláudio Manhães O Jesus do João | João 1.29-39 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Palavra Ministrada na Videira Florida01 de Junho de 2025Canal Oficial do Pastor Marcio AlvesPor onde a palavra for, gerará frutos para a Glória de Deus!Support the show