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Neste podcast: Reunião do Clube do Livro do Dados Críticos sobre o livro Os Sete, de André Vianco. Discutimos na reunião o que achamos da leitura dos livros, além de abordar pontos da escrita, construção de mundo o outras críticas.Aviso: Contém Spoilers!Participantes:Carol Canellas:@carolcanellas.artFelipe Moura: @felipemourasousaIgor Teuri:@dadoscriticosEssa reunião aconteceu em Junho de 2025.Compre o livro pelo link de afiliado: https://amzn.to/4tE41MzEnvie sua história, sugestão, dúvida, crítica para o email:Email e PIX: dadoscriticos@email.comASSINE O APOIA.SE:https://apoia.se/dadoscriticosREDES SOCIAIS:https://linktr.ee/dadoscriticosNÃO CLIQUE AQUI!https://cutt.ly/faleipranaoclicarCaixa Postal:Igor Téuri - Dados CríticosCaixa Postal 5078 - CEP: 31611-970Belo Horizonte - MGMusic by► Streambeats► Vindsvept
Nestas ultimas semanas, São Tomé e Príncipe tem vivido ao ritmo de sobressaltos políticos que começaram em Janeiro, quando o Tribunal Constitucional considerou anticonstitucional o decreto do Presidente Vila Nova que demitiu há um pouco mais de um ano o governo então encabeçado por Patrice Trovoada, do mesmo partido que ele. Seguiu-se o anúncio de uma moção de censura por iniciativa da ala do ADI fiel a Patrice Trovoada, moção essa que acabou por ser retirada, sem que diminuísse a tensão política, apesar de entretanto o Presidente da Republica ter marcado as presidenciais para 19 de Julho e as legislativas para 27 de Setembro. A seguir a estes primeiros episódios, no dia 2 de Fevereiro, uma maioria de 29 deputados da oposição e alguns eleitos do ADI da ala presidencial, reuniram-se em sessão plenária e adoptaram a destituição da então Presidente do parlamento, Celmira Sacramento, a revogação da lei interpretativa, a exoneração dos cinco juízes do Tribunal Constitucional, e elegeram o presidente da Comissão Eleitoral. Esta plenária e as decisões daí decorrentes foram consideradas "ilegais" pelo Tribunal Constitucional, ao qual a presidente do parlamento destituída também disse que iria recorrer. Entretanto, na semana passada, Abnildo de Oliveira, antigo membro do ADI foi eleito novo Presidente do Parlamento. Tudo isto em poucas semanas, quando faltam já escassos meses para os são-tomenses serem chamados às urnas e renovarem os órgãos e instituições que os representam. Sobre esta situação, os pontos de vista são altamente divergentes. Patrice Trovoada considera que "houve um golpe palaciano" e que "a democracia está em perigo" no seu país. O actual chefe do governo, Américo Ramos, considera por seu lado que "é uma questão resolvida" e que "o Parlamento, como representante do povo, permitiu evitar uma situação de crise política e levar o Governo até às eleições". Foi neste âmbito que a RFI conversou com o sociólogo são-tomense Olívio Diogo que analisou este momento particular da vida política do arquipélago. RFI: Como é que se pode analisar toda esta sucessão de sobressaltos? Olívio Diogo: Para analisarmos tudo isso que está a acontecer agora em São Tomé e Príncipe, é preciso nós fazermos uma pequena retrospectiva daquilo que aconteceu a partir do momento que este partido chegou ao poder com o Patrice Trovoada. E foi com a entrada de Patrice Trovoada que se constituiu o novo Tribunal Constitucional. E é preciso dizer que foi também através de Patrice Trovoada que os juízes do Supremo Tribunal de Justiça foram jubilados antecipadamente, nomeadamente o Juiz Frederico da Glória, o Juiz José Bandeira. Portanto são um conjunto de acções que foram acontecendo quando Patrice Trovoada chegou ao poder. Passando esta fase, o que acontece com o Presidente da República? Exonerou o primeiro-ministro há mais de um ano. E para surpresa de todos, um ano depois, o Tribunal Constitucional dá o ar da sua graça, dizendo que esta decisão é inconstitucional. Mas este Tribunal Constitucional, que é o Tribunal Constitucional que tomou posse através das acções do antigo primeiro-ministro Patrice Trovoada, toma estas medidas num ano em que nós sabemos que haveria as eleições. É justamente neste ano em que o Presidente da República marca a data das eleições, que o Tribunal Constitucional vem dizer que é inconstitucional a demissão do primeiro-ministro. No ano de eleição, para ver que a tramóia é completa. A Assembleia Nacional, que é um órgão colegial, decidiu voltar a reunir-se para tomar deicisões porque a senhora presidente da Assembleia que estava em função decidiu tomar uma série de medidas que tornou a sua presença completamente vexatória diante dos outros deputados. 29 deputados pediram a exoneração da senhora presidente da Assembleia e fizeram eleição de novos órgãos para dirigir a Assembleia. Uma das decisões desta nova maioria na Assembleia foi destituir este Tribunal Constitucional. E mais, há um elemento a que não fez referência, que é a nomeação do novo presidente da Comissão Eleitoral Nacional. RFI: Para tentarmos perceber: o que é que está por detrás da exoneração de Celmira Sacramento do cargo de presidente do Parlamento de São Tomé e Príncipe? Olívio Diogo: Para qualquer cidadão atento, como é o meu caso, a atitude da Celmira passou a ser muito deficitária. A senhora quis que alguns deputados tomassem posse quando eles não tinham criado as condições para tomarem posse. Dentro destes elementos todos, há um outro elemento importante. É que o ADI, a franja de Patrice Trovoada, meteu uma moção de censura na Assembleia e decidiu ir discutir essa moção de censura. A Presidente tomou posições que fragilizaram a sua situação. Ela impediu que tomassem posse três deputados que foram eleitos. Celmira tentou inviabilizar isso e, mais adiante, tentou permitir que alguns deputados tomassem posse quando eles não tinham a legitimidade para tal. A situação tornou-se bastante complicada para que ela continuasse a exercer funções. E é preciso dizer qualquer coisa muito importante em relação a isso: é que Celmira Sacramento está consciente. Ela deixou o cargo, passou para o cargo de deputada porque ela percebeu que ela não foi de forma nenhuma destituída de forma ilegal, como tem-se tentado passar. RFI: Relativamente a outro aspecto, a nomeação da Comissão Eleitoral, isto quando falta poucos meses para pleitos eleitorais, as legislativas e, antes disso, as presidenciais. A nomeação dessa comissão eleitoral era também um ponto fulcral e aparentemente, também é algo problemático em todo este imbróglio. Olívio Diogo: A nomeação do presidente da Comissão Eleitoral é uma acção que já vem sendo desencadeada há algum tempo a esta parte. Portanto, já se estava a preparar este processo. Tanto é que a identificação do elemento da ala de Patrice Trovoada para esta função, a Isabel Domingos, já tinha sido identificada há muito tempo. Só que esta nova maioria, para além da Isabel Domingos, também indigitou um outro elemento e esse elemento foi votado. E é uma eleição, naturalmente, que é um acto da Assembleia. A Assembleia nomeou normalmente o novo presidente para a Assembleia, e para a comissão eleitoral. E é preciso dizer claramente, as pessoas, os deputados e ex-governantes deste país já perceberam uma coisa: é que estas acções são decorrentes de acções de outros indivíduos. Tudo o que está acontecendo hoje é o que já aconteceu no passado. Tem que se dizer claramente: esta é uma acção desencadeada por Patrice Trovoada única e exclusivamente. Patrice Trovoada tem promovido todo este debate, tem promovido toda esta situação que hoje nós vivemos. É preciso dizer que o ADI ganhou com maioria absoluta na Assembleia, o ADI elegeu o Presidente da República. Portanto, ali tinha tudo para governar e tudo isso com a liderança de Patrice Trovoada. E Patrice Trovoada conseguiu desentender-se com o Presidente da República, conseguiu desentender-se com o vice-presidente da Assembleia, Abnildo de Oliveira. É preciso perceber que Patrice Trovoada desencadeou um conjunto de acções, criando anticorpos para si próprio. RFI: Lá está, o calendário em que tudo isto acontece, estamos a poucos meses das eleições presidenciais e também das eleições legislativas. Qual é o interesse de haver toda esta confusão quando falta pouco tempo para os respectivos mandatos do Presidente e também do Governo terminarem? Olívio Diogo: Ora, lá está, isto é importante nós percebemos. É verdade que o mandato do Presidente da República está na fase final. Nós sabemos que o Presidente da República perde o seu mandato a partir de Junho, naturalmente. Mas o que é importante dizer é que é neste ano e que todos os partidos políticos têm que entrar em acção para esclarecer a sua posição. É uma questão de posicionamento, porque, repare, quando o presidente Vila Nova demitiu o primeiro-ministro Patrice Trovoada, o que aconteceu foi o seguinte: ele demitiu o primeiro-ministro e ele nomeou um elemento do ADI para continuar a governar. Neste momento, cada um dos partidos políticos, o ADI do Patrice Trovoada e ala do Américo Ramos, estão a tentar reunir condições para estar em melhores condições para ir às eleições. Mas é preciso dizer que a situação é sempre definida pelo povo, a não ser que eles tentem alterar isso. Os governantes são-tomenses sempre assumiram e aceitaram o resultado eleitoral. Eu acho que dessa vez não será ao contrário. O que está a acontecer é apenas expedientes para se posicionar em relação àquilo que será as eleições. RFI: Como é que a população são-tomense olha para tudo isto? Olívio Diogo: A população são-tomense não está envolvida neste problema. Está completamente fora disso. Ouvem, comentam naturalmente nos bares, nos cafés, nos mercados. Há sempre comentários em relação às acções políticas. Mas vou dar um exemplo. Nós temos uma população que está com uma crise energética há mais de quatro ou cinco meses em que nós continuamos. Não há convulsão, não há nada. A população não sai à rua para entrar em confusões desgovernadas. A população está, nesta fase do processo, a definir qual será a sua posição em caso de uma eleição. Estamos em Fevereiro. A eleição presidencial está marcada para Julho. Ainda não conhecemos o candidato a não ser o Carlos Vila Nova, que será candidato à sua própria sucessão. Portanto, é para perceber que nós temos um país completamente assimétrico. O povo resguarda a sua posição e só sairá para ir votar. RFI: Qual é a situação neste momento da população? Falou nomeadamente dos cortes de energia. Como é que estamos neste momento? Olívio Diogo: É uma situação crónica que nós vivemos. Nós tínhamos um fornecedor de energia que é a Tesla (empresa turca Tesla STP), que tinha sido contratada pelo anterior primeiro-ministro Patrice Trovoada. Este governo entendeu que o contrato com a Tesla não é o contrato mais adequado para o país. Decidiu não revogar o contrato, mas sim rever o contrato. Não houve entendimento com a Tesla. A Tesla saiu e apanhou este governo em contrapé. A situação da água também continua bastante complexa. A situação de vida das populações continua também com muitas dificuldades, apesar de algumas melhorias a que o país tem vindo a assistir. Mas a melhoria da vida da população ainda não se atingiu. Nós continuamos aqui convencidos de que haverá dias melhores para todos os são-tomenses. RFI: Para concluirmos, portanto, temos por um lado Patrice Trovoada a dizer que "a democracia em São Tomé e Príncipe está em perigo" devido àquilo que ele chama um "golpe palaciano" e "decisões contrárias à Constituição". E por outro lado, temos um primeiro-ministro, Américo Ramos, que diz que "não há crise em São Tomé e Príncipe" e que "tudo isto foi sanado com a designação do presidente do Parlamento". Em que ponto é que se situa de facto a situação política são-tomense? Olívio Diogo: Neste momento não tenho a posição nem do primeiro-ministro nem tenho a posição do Patrice Trovoada. O que é certo é que as instituições estão a funcionar. Quando se diz que a "democracia são-tomense está em risco", não se vê a democracia em risco. Nós temos uma democracia que está a funcionar com os seus níveis altos e baixos, mas a democracia está a funcionar. Repare, já temos a data das eleições. Vai acontecer eleições. Patrice Trovoada diz que a democracia não está a funcionar, porquê? Porque foi substituído o Presidente da Assembleia. Há quanto tempo estamos a espera para eleger um vice-presidente para a Assembleia? Porque Patrice Trovoada não queria designar este vice-presidente da Assembleia. Portanto, hoje o Patrice diz que a democracia está em causa. Tudo bem porque ele está fora do processo. Patrice Trovoada tem que perceber que este é um processo que vai-se alterando, vão entrando novos actores e novos actores vão saindo. E eu digo mais: não há dúvidas de se vai criar as condições para que ele venha às eleições. O país continua aqui. Nós estamos aqui. Não acredito que alguém o vá prender de forma ilegal. Se houver um processo na Justiça, isso é outra coisa. Será um processo normal. Mas neste preciso momento, ninguém está impedindo Patrice Trovoada de vir a São Tomé e aliás a divisão que existe neste momento é uma divisão interna do seu partido. Mais nada. Ele era o líder do partido. Ele deixou de continuar a controlar o partido. Isto está a desencadear toda essa atitude que nós estamos a ver. O Américo Ramos é do ADI, o Levy Nazaré sempre foi do ADI. Abnildo de Oliveira sempre foi, o Carlos Vila Nova, foi ministro de Patrice Trovoada. A democracia não está em causa. Nós vamos ter umas eleições e as instituições vão continuar a funcionar.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora Lídia Jorge revela qual o seu caminho seguinte, o que lhe falta dizer por escrito e lê um excerto de um texto do escritor e amigo João de Melo para refletir sobre os enganos da fugacidade da fama. Apesar de se revelar grata pelos tantos prémios, afirma que os títulos só lhe tocam a sombra, porque o seu lugar e ofício é outro. A escritora chega mesmo a revelar ter sido convidada para se candidatar à Presidência da República, mas que não hesitou em recusar. E recorda o que mais a espantou nos ecos ao seu discurso do 10 de Junho. Lídia lembra ainda a sua infância em Boliqueime, no Algarve, quando era uma contadora de histórias a transformar os finais fatalistas dos livros em caminhos felizes. E conta o momento em que decidiu batizar todos os animais da quinta ou a altura em que se convenceu que Fernando Pessoa escrevera um poema dedicado a si, por incluir o seu nome. Perto do final, partilha algumas das músicas que a acompanham, lê um excerto do seu livro “Misericórdia” e deixa a sugestão de um filme. Para depois referir em que ponto está o seu futuro romance. Boas escutas! Leitura: “A Nuvem no Olhar”, de João de Melo, pela D. Quixote Músicas: “A Bela Moleira”, de Schubert “With God On Our Side”, na versão de Johan Baez “Por nos darem tanto”, por Ana Bacalhau “Senhora da Noite”, Mísia Filme: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner MouraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma das vozes mais relevantes e notáveis da literatura portuguesa contemporânea. Foi a primeira mulher escritora distinguida com o Prémio Pessoa 2025 e é o primeiro nome da língua portuguesa a receber o prestigiado Médicis Étranger. Autora de 13 romances, prepara-se para lançar em abril um novo livro, “O Céu Cairá Sobre Nós - 30 Crónicas e um Discurso”, com textos publicados no El País e o célebre discurso do 10 de Junho, com uma importante lição de História, decência e humanidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Dia dos Namorados está chegando! Bem, não é o nosso 12 de Junho, mas em vários lugares do mundo, é no 14 de Fevereiro, Dia de São Valentim, que os namorados comemoram, e é claro que a gente não ia ficar de fora!! ✅ Procurando um curso de inglês passo a passo? VENHA PARA O CURSO INTENSIVO
No ano da sua morte, 1988, António José Forte lembrava, numa entrevista que deu a Ernesto Sampaio para o “Diário de Lisboa”, a frase que por aqueles dias ainda podia ler-se num muro da Avenida de Berna: “Não vos inquieteis, é a realidade que se engana”. Tinha 57 anos feitos naquele mês de Fevereiro, dava-se como vivo a pouco mais de nove meses do fim, e garantia que não se inquietava. Tinha a confiança daqueles dois olhos grandes, que sabiam ler bem como só poucos alguma vez foram capazes. E não se inquietava porque há muito se apercebera de que a realidade não era senão outra aparência, um acordo de bestas que o poeta deve repudiar. Por isso mesmo, logo na sua primeira intervenção escrita – “Quase 3 Discursos Quase Veementes” –, no segundo número da revista “Pirâmide”, em Junho de 1959, vincava: “Não estranheis os sinais, não estranheis este povo que oculta a cabeça nas entranhas dos mortos. Fazei todo o mal que puderdes e passai depressa.” Hoje ainda vamos falando muito de realidade, das suas espécies ou diferentes níveis, mas isto não passa há muito de uma forma de jactância e soberba, pois há muito que vamos abrindo mão desses acentos mais agudos ou extremos que procuram engrenar aquela capacidade de nos devolver ao assombro inaugural dos efeitos de nomeação. Num mundo cada vez mais virtual, a pergunta que Baudrillard ia fazendo é: haverá um além do virtual? A gramática e o léxico deixaram de ser uma membrana viva e há muito se foram cristalizando a ponto de impedirem a intervenção de novas formas de sensibilidade, assim, e através da frequência dos clichés, dos símiles mecânicos e dos automatismos, condenamo-nos a um registo cada vez mais esclerosado desse plano onde os nossos sentidos e alcance se exprimem. Para nos servirmos da articulação de Steiner, tornamo-nos prisioneiros de um traçado linguístico que se volve cada vez mais inerte, emurchecido, incapaz de desposar a paisagem cambiante dos factos, servindo apenas para formalizar as reacções humanas ao invés de as estimular. Assim, na senda de Kraus, também aquele crítico literário indagou sobre a possibilidade de a língua recair num embolorecimento, sobrecarregando-se de uma fraseologia hierática e imutável, deixando de assegurar um modelo disponível e gerador de realidade. “As palavras, esses guardiões do sentido, não são imortais, do mesmo modo que não são também invulneráveis", escrevia Adamov nos seus cadernos, em 1938. Embora algumas vão sobrevivendo, outras são atingidas de um modo incurável. Quando a guerra rebentou, ele acrescentava: “Gastas, transparentes, corroídas, as palavras tornaram-se cadáveres de palavras, palavras-fantasma; mascamo-las, regurgitamos o seu som, sem convicção, entre os maxilares.” Há muito que Kraus havia pressagiado uma “era glacial para o espírito”, sendo que, para ele “o verdadeiro fim do mundo é o aniquilamento do espírito”. Em seu entender, o acto adâmico da nomeação tinha-se constituído por fidelidade a uma origem essencial em virtude da qual natureza e linguagem se entreteciam para constituir um livro da criação. E era em atenção a esta dignidade ontológica outorgada por ele à linguagem, que Kraus entendia como ao embrutecê-la era a própria vida que se embrutecia. Por isso dedicou todos os seus esforços a preservar a harmonia da palavra enquanto combate moral. Não concebia separação alguma entre o que um homem é e o que diz, nem entre o que diz e a sua forma de o dizer: se alguém pecasse contra a lei cristalizada na linguagem, pecava contra a verdade. Para ele, todo o erro transporta uma culpa: “a má arte e a vida degradada são espelhos uma da outra e comprovam uma identidade atroz”. Em seu entender, por efeito dos rituais que diariamente vulgarizam a linguagem, e sobretudo por acção da imprensa, o que passara a determinar o tempo presente eram os clichés, os quais trabalhavam já autonomamente. Assim, devia ser assumida pelos homens de espírito a tarefa sagrada de cuidar e proteger as palavras atingidas pela doença, procurando restaurar uma certa pureza originária, uma precisão etimológica. Desde o primeiro número de A Torcha (Die Fackel), o seu anti-jornal, Kraus dispôs-se a confrontar a realidade da sua época com uma “lei de fogo”, produzindo uma desesperada antítese a esse tempo presente consumido pelos “átomos da trivialidade” e que tanto o repugnava. Sabendo que toda a letra se pode transformar em catástrofe, ele quis submergir-se no “pântano da fraseologia” de modo a levar a cabo a sua dissecação. Steiner reforça a ideia de que a linguagem é o principal aparelho de apreensão da realidade, e nota como “no Livro de Isaías, a gramática dos profetas dá corpo a um profundo escândalo metafísico – a intervenção do tempo futuro que expande a linguagem no tempo”. Por sua vez, diz-nos ele, “a obra de Tucídides é habitada por uma descoberta contrária – Tucídides é o primeiro a compreender bem que o passado é uma construção linguística, que a única garantia da história é o tempo passado dos versos. A vivacidade prodigiosa dos diálogos platónicos, a adopção da dialéctica como método de investigação intelectual, é inseparável da descoberta de que as palavras, uma vez postas à prova, e podendo afrontar-se numa batalha ou articular-se numa dança, abrem caminho a novas formas do entendimento.” Por sua vez, Eduardo Brito em “Procura Nada” vem interrogar a estrutura da verdade como ficção, celebrando a teoria da relatividade e, ao mesmo tempo, fornecendo também “uma espécie de loa ao mais elegante tempo verbal, o futur antérieur, que em português tem o nome de futuro composto e perde, na poesia, o que ganha em rigor terminológico: o futuro do verbo auxiliar avoir ou être e o particípio passado do verbo principal, a anterioridade em relação a um momento determinado de algo indeterminado, como se fosse tudo assim tão relativo como o tempo: quando partir, já terei voltado.” Trata-se, portanto, de investigar os processos que nos alertam para a heterogeneidade neste mundo, contra a homogeneização e a uni-dimensionalidade. Corroendo as lógicas unívocas, esta narrativa mostra-se capaz de infectar o próprio decurso da história, como se a vontade fosse capaz de lhe alterar o desfecho, atingindo o sentido de fatalidade que associamos ao passado. A certa altura, e num dos momentos mais instigantes deste livro, Brito fala-nos de alguns velejadores que, em 1968, participaram na mítica regata promovida pelo jornal inglês The Sunday Times. Os oito marinheiros foram desafiados a circum-navegarem o globo, partindo de Inglaterra, e seguindo o caminho que quisessem, desde que o fizessem solitariamente. Se, dos oito, quatro desistiram pouco depois do começo, e um quinto abandonou a prova a meio, por naufrágio, Brito não perde tempo com aquele que ganhou, mas foca-se nos dois que poderiam ter ganhado a corrida, mas que por razões diferentes não o fizeram: o velejador francês Bernard Moitessier e Donald Crowhurst. Este engenheiro eletrotécnico embarcara na prova sem qualquer experiência enquanto navegador, e depois de forjar uma rota que não chegou a percorrer, veio a aportar secretamente o seu trimarã na Argentina, onde deixou passar o tempo que julgou suficiente para ficar em último lugar, acabando por retomar a corrida numa altura em que estava a caminho de se tornar vencedor, mas, receando ser exposto pela sua fraude, acabou por enlouquecer e se suicidar. Quem também ficou cativada por Crowhurst foi a artista visual Tacita Dean, que reconstituiu aquele período final da sua vida, as semanas em que já não sabia onde se encontrava. “Tinha perdido completamente a noção do tempo e desenvolvido uma relação obsessiva com o seu cronómetro avariado, o instrumento que mede o Tempo Médio de Greenwich a bordo. Começou a sofrer de ‘loucura do tempo', um problema familiar aos marinheiros cuja única forma de localizar a sua posição depende de uma observância rigorosa do tempo. Quando o seu sentido do tempo se distorceu, deixou de ter qualquer ponto de referência na massa mutável do oceano cinzento. Oprimido pela enormidade do seu engano e pela ofensa ao princípio sagrado da verdade — aquilo que acreditava ser o seu ‘Pecado da Ocultação' — Crowhurst ‘abandonou o jogo' e tudo indica que se terá lançado ao mar com o seu cronómetro, a apenas algumas centenas de milhas da costa da Grã-Bretanha.” Hoje, muitos de nós estamos também devastados por esta incapacidade de nos situarmos, incapazes de nos reconhecermos nos elementos cada vez mais deslassados e inconstantes da crónica que vamos fazendo, e, por essa razão, estamos a sofrer também os sintomas de uma loucura do tempo. A linguagem adoecida serve-nos cada vez de menos, e se considerarmos, como anota Steiner, que mesmo a história não passa de um acto de discurso, um uso selectivo do tempo passado, e que, sem essa ficção verdadeira da história, sem a animação ininterrupta de um passado escolhido, não passamos de sombras vazias, começa a ficar claro como nos destinamos a uma deriva na massa mutável do oceano cinzento, desses desertos nos quais não somos capazes de nos guiar por nenhum elemento constante. “Os vestígios, como os monumentos e lugares históricos, por mais concretos que sejam”, lembra Steiner, “têm também de ser ‘lidos', quer dizer, situados num contexto de reconhecimento verbal, a fim de adquirirem uma presença real”… Então, a pergunta que Steiner formula é: “de que realidade palpável dispõe a história fora da linguagem e da nossa crença reflexiva em testemunhos que são de ordem fundamentalmente linguística?” E entre os principais elementos de erosão do sentido, além das pragas, dos vermes e dos incêndios que são capazes de danar parcialmente os arquivos, há ainda a pressão dos regimes totalitário, que trabalham para destruir não apenas esses testemunhos, mas degradar a consciência do passado e até aquilo que nos permite a todo deslocarmo-nos na dimensão temporal, esse livro da criação, essa linguagem que visa a ressonância da construção de um passado.
Fluent Fiction - Korean: Fusion of Tradition: Seollal's Cultural Renaissance Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2026-02-04-08-38-20-ko Story Transcript:Ko: 민지는 겨울 시골 풍경을 바라보며 깊은 숨을 내쉬었다.En: Minji took a deep breath as she gazed at the winter countryside landscape.Ko: 눈이 땅을 포근하게 덮고, 나무 가지에는 성에가 반짝였다.En: The snow gently covered the ground, and frost gleamed on the tree branches.Ko: 시골 마을은 조용했지만 설날 준비로 바쁘게 움직이고 있었다.En: The rural village was quiet but bustling with activity in preparation for Seollal.Ko: 민지는 도시에서 오래 지냈지만, 이제 고향으로 돌아왔다.En: Minji had lived in the city for a long time but had now returned to her hometown.Ko: 그녀는 전통을 배우고 잊혀진 느낌을 채우고 싶었다.En: She wanted to learn about traditions and fill the void of forgotten feelings.Ko: 하지만 그녀는 걱정했다.En: However, she was worried.Ko: 자신이 이곳에 잘 어울릴 수 있을지, 사람들이 그녀를 어떻게 받아들일지 알 수 없었다.En: She wasn't sure if she would fit in well here or how people would accept her.Ko: 설날 준비로 마을은 활기찼다.En: In preparation for Seollal, the village was lively.Ko: 조상님들께 올릴 음식을 만들고 해서 작은 일이라도 거들고 싶었다.En: She wanted to lend a hand, even in small ways, by helping to make the food offerings for the ancestors.Ko: 마을 중앙에는 빨간 등불이 달려있었고, 해가 지면 등불이 빛나 마을을 아름답게 비췄다.En: Red lanterns were hung in the center of the village, and when the sun set, they illuminated the village beautifully.Ko: 준호는 가족의 전통 농장을 관리해 왔다.En: Junho had been managing his family's traditional farm.Ko: 그는 마을에서 남아 전통을 지킨 친구였다.En: He was a friend who stayed in the village to preserve traditions.Ko: 친구와의 재회는 반가웠지만, 준호는 걱정했다.En: While he was glad to reunite with his friend, Junho was worried.Ko: 민지의 현대적인 아이디어가 전통을 해칠까 봐 고민이었다.En: He was concerned that Minji's modern ideas might harm the traditions.Ko: 어느 날, 민지는 준호에게 말했다. "이번 설날, 젊은 사람들도 함께 즐길 수 있는 프로그램이 있었으면 좋겠어.En: One day, Minji said to Junho, "This Seollal, it would be great if there were programs that young people could enjoy too.Ko: 예를 들어, 전통 놀이와 함께 현대 춤도 더하면 어떨까?" 준호는 잠시 생각에 잠겼다.En: For example, how about combining traditional games with modern dances?" Junho pondered for a moment.Ko: 민지가 제안한 아이디어는 신선하지만 너무 새로운 것 같았다.En: The idea proposed by Minji was fresh but seemed too new.Ko: 하지만 민지는 열심히 설명했다. "이렇게 하면 젊은 사람들도 전통을 더 좋아하게 될 거야."En: However, Minji explained enthusiastically, "This way, young people will grow more fond of traditions."Ko: 준호는 고민 끝에 민지의 제안을 받아들이기로 했다.En: After much consideration, Junho decided to accept Minji's proposal.Ko: 하지만 그러던 중, 준비하던 날에 큰 눈보라가 몰아쳤다.En: But during the preparations, a heavy snowstorm hit.Ko: 마을의 설날 준비가 다 엉망이 되는 듯했다.En: It seemed as if all the village's Seollal preparations were falling apart.Ko: 민지와 준호는 함께 노력했다.En: Minji and Junho worked together.Ko: 전통적인 음식을 준비하는 동안, 지붕에 쌓인 눈을 치우고 전통 등을 복구했다.En: While preparing traditional food, they cleared the snow off the roofs and restored the traditional lanterns.Ko: 민지는 빠르게 상황을 파악하고, 젊은 사람들과 함께 힘을 합쳐 창고를 개조해 임시 행사장을 만들었다.En: Minji quickly assessed the situation and, with the help of the young people, converted a warehouse into a temporary event venue.Ko: 준호는 이런 모습에 감동했다.En: Junho was moved by this sight.Ko: 추운 날씨에도 민지의 노력과 열정이 따뜻하게 느껴졌다.En: Despite the cold weather, Minji's effort and passion felt warm.Ko: 결국, 설날 축제는 성공적이었다.En: In the end, the Seollal festival was a success.Ko: 전통과 현대가 조화롭게 어우러져 모두가 즐길 수 있는 행사가 되었다.En: Tradition and modernity harmoniously blended, creating an event everyone could enjoy.Ko: 민지는 이 경험을 통해 고향의 전통과 뿌리에 대한 깊은 감사를 느꼈다.En: Through this experience, Minji felt a profound gratitude for her hometown's traditions and roots.Ko: 준호도 변화의 필요성을 깨달았다.En: Junho also realized the need for change.Ko: 이렇게 둘은 서로를 이해하고, 시골의 겨울에 새로운 의미를 더했다.En: In this way, they came to understand each other and added new meaning to the countryside winter.Ko: 설날의 따뜻함은 눈 속에서도 사람들의 마음을 녹여주었다.En: The warmth of Seollal melted people's hearts even in the snow.Ko: 마을을 가득 채운 웃음과 노래 소리가 한 해의 시작을 밝게 비췄다.En: The laughter and songs that filled the village brightly illuminated the start of a new year. Vocabulary Words:gazed: 바라보며countryside: 시골gleamed: 반짝였다rural: 시골fill the void: 느낌을 채우고fit in: 잘 어울릴lend a hand: 거들고offerings: 올릴 음식illuminated: 비췄다manage: 관리해preserve: 지키다harm: 해칠pondered: 생각에enthusiastically: 열심히proposal: 제안consideration: 고민snowstorm: 눈보라assessed: 파악하고converted: 개조해temporary: 임시venue: 행사장passion: 열정harmoniously: 조화롭게profound: 깊은gratitude: 감사realized: 깨달았다understand: 이해하고added: 더했다warmth: 따뜻함laughter: 웃음
O livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que lutou contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram escritas por Gonçalo Ramos Rodrigues, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. “Este livro fala de um período em que eu vivi na clandestinidade”, começa por contar Gonçalo Ramos Rodrigues, na sua casa, na zona de Paris, pouco tempo depois de publicar “Percursos Clandestinos Antifascistas”. A conversa sobre este livro e a sua publicação estavam prometidas há quase dois anos, quando Gonçalo recebeu a RFI para nos contar a sua história, no âmbito dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que se dedicou totalmente à luta contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram sendo escritas por Gonçalo, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. A luta começou por ser feita em casas e tipografias clandestinas, pilares da luta do partido comunista, primeiro em família e depois separados e sem notícias uns dos outros para não comprometerem ninguém. O irmão viria a ter a sua própria tipografia clandestina, uma irmã viria a ser a locutora principal da Rádio Portugal Livre, a outra a voz da Radio Moscovo. Os pais acabariam denunciados e passariam anos nas prisões de Caxias e de Peniche, enquanto Gonçalo daria o salto para Paris. “Estes episódios foram escritos para que os meus netos, quando tivessem já idade de reflectir nestas coisas, pudessem saber que o avô também participou na luta pela liberdade em Portugal porque nunca foi minha intenção e não me passou pela cabeça ser publicado”, conta. O livro foi mesmo publicado com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, o concelho do Sul de Portugal de onde ele e a sua família são oriundos. O trabalho é também uma homenagem aos pais e à sua abnegação na luta pela liberdade. Gonçalo Ramos Rodrigues começa por contar que foi em 1951 que os pais entraram na clandestinidade com os seus quatro filhos, depois de terem vendido a casa construída com as poupanças feitas em França e de terem oferecido esse dinheiro ao Partido Comunista. Com os pais, passou 12 anos na clandestinidade, a viver em casas e tipografias clandestinas: editaram jornais do partido, como o “Avante”, o “Militante”, “A Terra”, o “Corticeiro”, e outros materiais; abrigaram camaradas e acolheram reuniões do partido proibido pela ditadura. Mais tarde, em 1963, quando já não estava com os pais, estes foram presos pela polícia política. Manuel, o pai, passou sete anos no Forte de Peniche. A mãe, Lucrécia, esteve seis anos e meio em Caxias. Foi só em 1966, já em Paris, que Gonçalo passou a conhecer o paradeiro dos pais, graças a um camarada do partido que conheceu nos bastidores da festa do jornal comunista Humanité. “Olha, os teus pais estão presos desde 1963. O teu pai está em Peniche e a tua mãe está em Caxias”, revelou-lhe o camarada. “Imagine-se o quanto este episódio me entristeceu e, ao mesmo tempo, me encorajou para lutar pelos ideais que os levaram à prisão”, recorda à RFI. O motivo de detenção de Manuel e Lucrécia era serem “membros e funcionários do PCP” e por exercerem as chamadas “actividades delituosas contra a segurança do Estado”. Ou seja, por imprimirem materiais com palavras de ordem para as lutas que os comunistas organizavam contra o regime de Salazar. Ao longo das páginas do seu livro, Gonçalo remonta aos tempos em que lutou com os pais, desde as casas que eram “pontos de apoio” para os camaradas comunistas na clandestinidade, às tipografias clandestinas. Descreve que “mentir era uma arte” num dia-a-dia em que se vivia com falsas identidades e se mudava constantemente de casa, em que de dia se trabalhava na quinta e à noite na tipografia. “Já tinha 14 anos e a minha irmã mais nova tinha nove. Os dois, mesmo crianças, éramos os principais, digamos, compositores. Chamava-se compor os textos com as letras de chumbo que depois eram inseridas no prelo para impressão (…) Era eu quem sabia melhor o português de todos os da casa porque o meu pai quase não sabia ler, a minha mãe só aprendeu a escrever na prisão de Caxias, quando esteve seis anos presa, e a minha irmã ainda menos sabia. Quem corrigia os textos, as gralhas, tudo o que havia, era o Gonçalo”, lembra, ainda, à RFI. A repressão e a detenção de camaradas obrigava a intensos “cuidados conspirativos” e Gonçalo foi depois viver sozinho em diferentes cidades. Aos 24 anos foi “a salto” para França, onde militou na Comissão de Solidariedade aos Presos Políticos e participou nas brigadas de distribuição de propaganda e de recolha de fundos para ajudar os que estavam nas cadeias da ditadura portuguesa. Em Paris, foi várias vezes interrogado por funcionários da então DST, Direcção de Segurança Territorial – equivalente aos serviços de informações – que conheciam o seu percurso de opositor político ao regime português. Por terras de França, a luta fez-se ao lado da esposa, Maria do Céu, com quem deveria ter casado em Maio de 68, mas as greves e manifestações históricas desse mês adiaram a boda que aconteceu em Junho, mas ainda com gases lacrimogéneo a apimentar a história. “Mesmo depois de chegar aqui, em Janeiro de 1966 até ao 25 de Abril de 1974, estivemos sempre na brecha, sempre na luta em tudo o que aqui se fazia contra o regime em Portugal. A minha companheira sempre me acompanhou durante todo este período, trabalhou muito mais do que devia porque eu estava sempre ocupado com reuniões infindáveis e quase diárias. Ela trabalhava também e tínhamos uma filha e ela carregava com o trabalho todo da casa e ainda quando podia, ela assistia a tudo o que era manifestações de rua e debates que se faziam aqui em França até ao 25 de Abril, até ao dia em que a gente acordou ainda sem saber se estávamos livres, mas já com uma grande esperança de estarmos livres.” Cinquenta e dois anos depois do 25 de Abril de 1974 e do fim da ditadura do Estado Novo, o livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” recorda os tempos sombrios da perseguição política, da miséria, da prisão e da tortura de quem lutava contra o fascismo e ansiava pela liberdade. O livro é também um alerta perante a subida histórica da extrema-direita meio século depois em Portugal.
Neste episódio, Ygor Martins corre nas matas e Thiago Tartaro é hipnotizado por todos os Curupiras que já deixaram seus rastros invertidos na arena do Bumbódromo.É mais um Megazord de Lendas!Roteiro: Thiago TartaroGravação: Ygor Martins e Thiago TartaroEdição: Tio HélioApoie-nos em apoia.se/papodetoadaTorne-se membro de nosso canal no Youtube e tenha acesso antecipado aos episódios inéditos.OBS:O Megazord é um quadro que busca compilar e analisar todas as vezes que um momento de item 17 ou item 04 já apareceu na arena, em um determinado recorte de tempo.Fontes de pesquisa:BURTON, Adrian. Who's afraid of the Curupira? In: Frontiers in Ecology and the Environment. V 16. Junho de 2018. CASCUDO, Luis da Camara. Dicionario do Folclore Brasileiro. São Paulo. Global. 2012.NETO, Eraldo Medeiros Costa. Curupira e Caipora: o papel dos seres elementais como guardiões da natureza. In: Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi de Ciências Humanas. 18 (1). 2023.SANTOS, Antonio Rogerio dos e outr. Os Apurinã, Tenetehara, Kambeba, Huni Kui, Maragua, Tikuna e Krenak gritam: cuidado, o curupira vai te pegar! In: Revista Tabuleiro de Letras. V 16 N 1. Jan-Jun 2022. Araújo, G. dos S. (2023). Curupira: configuración del mito en las narraciones orales de los pueblos de la selva. Muiraquitã: Revista De Letras E Humanidades.
E chegou a hora de tentar adivinhar o sucesso ou o fracasso dos filmes que irão estrear em 2026 de Janeiro a Junho no Cinema! Com a participação mega especial do nosso querido MATHEUS FELIPE, o @LoadingSeries E cada filme será classificado em Obra Prima, Vale o ingresso, Ninguém se importa ou Lixo!!!!Aumenta o volume para saber o que precisa colocar na agenda e também do que tem que correr!✅ Faça parte do CLUBE NERDVERSO: https://linktr.ee/clubenerdverso
Dando continuidade ao calendário de vacinação estipulado pela Resolução SAA nº 78/24 e pelas Portarias 33/24 e 34/24, começou no dia 1º de janeiro a primeira etapa de 2026 da Campanha de vacinação contra a Brucelose no estado de São Paulo. A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), reforça que durante a etapa, que vai até 30 de junho, devem ser imunizadas as bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
É uma das figuras mais reconhecidas da filosofia em Portugal, conciliando a vida académica, com uma presença notável no debate público. É o caso das conferências que Caeiro tem conduzido com casa cheia, no CCB. Este ano prossegue o ciclo “A verdade da mentira”, com sessões que se estendem até Junho, uma espécie de aula de filosofia aberta que se apresenta como uma resistência à pandemia da mentira e crescente proliferação da desinformação. Como podemos mudar o paradigma de uma sociedade que parece, por vezes, abdicar de pensar para se sentir mais segura? Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fluent Fiction - Korean: Lost & Found: A Ring, Redemption, and Rekindled Love Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2026-01-01-08-38-20-ko Story Transcript:Ko: 서울의 새해 첫날, 눈이 소복이 쌓인 거리엔 고요함이 감돌았다.En: On the first day of the New Year in Seoul, the streets, blanketed with snow, were wrapped in silence.Ko: 하지만 경찰서는 그와는 대조적으로 바쁜 모습이었다.En: In stark contrast, the police station was bustling with activity.Ko: 사람들은 민원을 제기하느라 분주했고, 몇몇은 실수로 주차 위반을 했다고 항의하고 있었다.En: People were busy filing complaints, and some were arguing over mistaken parking violations.Ko: 준호는 초조한 마음으로 경찰서에 들어섰다.En: Junho entered the police station with an anxious heart.Ko: 그의 손은 차갑게 떨렸고, 심장이 두근거렸다.En: His hands trembled with cold, and his heart pounded.Ko: 그는 탐정 김을 찾아가 무슨 말을 해야 할지 머릿속에서 되뇌었다.En: He kept rehearsing in his mind what he would say to Detective Kim.Ko: 약혼 반지가 도둑맞았다는 사실이 부끄럽기만 했다.En: He felt embarrassed about the fact that his engagement ring had been stolen.Ko: 하지만 중요한 건 반지를 되찾는 것이었다.En: However, the important thing was reclaiming the ring.Ko: 탐정 김은 친절한 얼굴로 준호를 맞았다.En: Detective Kim greeted Junho with a kind face.Ko: "안녕하세요, 무엇을 도와드릴까요?"라고 물었다.En: "Hello, how can I assist you?" he asked.Ko: 준호는 떨리는 목소리로 설명했다. "며칠 전 약혼 반지를 잃어버렸어요.En: With a trembling voice, Junho explained, "I lost my engagement ring a few days ago.Ko: 제 여자친구가 곧 그 사실을 알게 될까봐 걱정이에요."En: I'm worried that my girlfriend will soon find out."Ko: 김 탐정은 고개를 끄덕이며 상황을 이해했다.En: Detective Kim nodded, understanding the situation.Ko: "어디서 잃어버렸는지 아세요?"En: "Do you know where you lost it?"Ko: 준호는 어리둥절한 눈빛으로 대답했다. "식당에서 손을 잠깐 씻으러 갔는데, 그사이에 사라진 것 같아요."En: Junho replied with a confused look, "I went to wash my hands briefly at a restaurant, and it seems to have disappeared in the meantime."Ko: 탐정 김은 메모를 하며 말했다. "알겠습니다.En: Detective Kim took notes and said, "I see.Ko: 현재 몇몇 지문을 조사 중인 사건이 있는데, 그 중 하나가 비슷한 범인의 소행일 가능성이 있습니다."En: We're currently investigating several cases involving fingerprints, and one of them might have been committed by a similar perpetrator."Ko: 준호의 마음이 조그만 희망으로 가득찼다.En: Junho's heart was filled with a sliver of hope.Ko: 그는 그동안 안절부절못했던 자신이 놀라웠다.En: He was surprised at how restless he had been.Ko: 몇 시간 후, 김 탐정이 다시 와서 말했다. "좋은 소식입니다.En: A few hours later, Detective Kim returned and said, "Good news.Ko: 우리 팀이 반지를 찾았습니다."En: Our team has found the ring."Ko: 준호는 기쁨과 안도를 동시에 느끼며 감사를 표했다.En: Junho felt both joy and relief as he expressed his gratitude.Ko: "정말 감사합니다!"En: "Thank you so much!"Ko: 김 탐정은 미소를 지었다. "정말 소중한 물건이네요.En: Detective Kim smiled. "It's a really precious item.Ko: 앞으로는 꼭 지켜주세요."En: Please make sure to take care of it from now on."Ko: 준호는 고개를 깊이 숙였고, 경찰서를 나서며 결심했다.En: Junho bowed deeply and left the police station, making a decision.Ko: 그는 소라에게 모든 것을 솔직히 말하고 이번 일을 계기로 더 솔직히 대화하기로 했다.En: He decided to be honest with Sora and use this experience as an opportunity to communicate more openly.Ko: 맑고 찬 겨울 공기 속에서도 준호의 마음은 따뜻하게 느껴졌다.En: Despite the clear and cold winter air, Junho's heart felt warm.Ko: 그날 밤, 준호는 소라에게 모든 이야기를 털어놓았고, 그녀는 그의 정직함에 대해 이해하고 고마워했다.En: That night, Junho shared everything with Sora, and she understood and appreciated his honesty.Ko: 그렇게 준호는 중요한 것을 배웠다. 신뢰와 소통이 사랑을 지탱한다는 것을.En: Thus, Junho learned something important: that trust and communication sustain love. Vocabulary Words:blanketed: 소복이 쌓인silence: 고요함bustling: 바쁜complaints: 민원mistaken: 실수로anxious: 초조한trembled: 떨렸고embarrassed: 부끄럽기만 했다reclaiming: 되찾는sliver: 조그만restless: 안절부절못했던precious: 소중한opportunity: 계기communicate: 대화하기hope: 희망grateful: 감사를 표했다kind: 친절한disappeared: 사라진perpetrator: 범인astonished: 놀라웠다filing: 제기하느라fingerprints: 지문despite: 에도 불구하고sustain: 지탱한다gratitude: 감사engagement: 약혼frozen: 차갑게acknowledged: 이해했다resolve: 결심했다understanding: 이해하고
Pendant les fêtes, Passages prend des vacances, mais on vous propose de découvrir cet épisode du podcast Il était une première fois, le podcast d'histoires d'amour du Elle. Quand Enzo Reads rencontre Junho sur une appli, il n'envisage rien sur le long terme. Il ne cherche pas le grand amour, et puis cet étudiant coréen en échange à Paris n'est que de passage... Mais on ne décide pas de ses sentiments. Au bout de quelques mois, les deux hommes ne peuvent plus s'imaginer l'un sans l'autre, alors que le retour de Junho en Corée approche. Comment continuer à se projeter dans une relation à durée déterminée ?Il était une (première) fois, un podcast d'histoires vraies qui explore la naissance des sentiments. À notre micro, des amoureuses et des amoureux vous racontent leur histoire d'amour : leurs premiers pas, leurs premiers baisers, et la force extraordinaire de leur lien tissé au fil du temps. ⭐⭐⭐ N'hésitez pas à vous abonner pour ne rien rater et si ce podcast vous plaît, parlez-en autour de vous, en partageant le lien de l'épisode.
A luta de libertação é uma história contada e cantada pelas mulheres da família Araújo. Amélia era uma das principais vozes da Rádio Libertação. A sua filha, Teresa, era bebé quando entrou na luta e cresceu na Escola-Piloto de Conacry. Kady, neta de Amélia e filha de Teresa, diz que a luta continua e é por isso que também usa a voz como uma arma. Falámos com as três em Paris e na Praia. A 5 de Julho de 2025, Paris também festejou os 50 anos da independência de Cabo Verde. Entre os artistas, convidados pelo músico Dino d'Santiago para subirem ao palco do Théâtre de la Ville, estava a cantora cabo-verdiana Kady, vestida com uma t-shirt com a fotografia da avó, Amélia Araújo, uma voz da luta de libertação. Meses depois, Kady regressou à capital francesa, novamente convidada por Dino d'Santiago, para actuar no Festival Lisboa Nu Bai Paris, desta vez na sala La Gaîté Lyrique. Kady usa a voz como uma arma, tal como a avó o fez, outrora, ao microfone da Rádio Libertação. “É como se estivesse a dar continuidade ao legado da minha avó e de todos os combatentes, mas especialmente da minha avó porque a arma dela foi a voz e é a arma também que eu uso, entre aspas, para tentar trazer mais luz, mais emancipação intelectual porque acho que ainda temos um longo caminho para andar, apesar de já ter sido bem pavimentado. Eu sinto que é dar continuidade e honrar esse legado”, contou Kady à RFI, no final do concerto de 8 de Novembro. Kady, Terezinha e Amélia são três mulheres que representam a própria história de Cabo Verde. A luta passou de geração em geração, primeiro com a pioneira Amélia Araújo, que lutou pela libertação; depois com a sua filha, a cantora Terezinha, cujo talento foi estimulado pelo próprio Amílcar Cabral, o líder das independências de Cabo Verde e da Guiné-Bissau; e agora com Kady, neta da revolução. “A luta continua”, lembra a mais jovem das mulheres Araújo aqui entrevistadas. Amélia Araújo era uma das vozes mais ouvidas da luta, a locutora das emissões em português da Rádio Libertação. No final de Maio, ela falou com a RFI, na sua casa na Praia, para recordar os tempos em que a rádio que dirigia era uma poderosa arma de guerra psicológica, descrita por Amílcar Cabral como o “canhão de boca” da luta de libertação. O líder do PAIGC era também um colaborador frequente da rádio que levava as mensagens da revolução aos povos guineense e cabo-verdiano. “A Rádio Libertação foi um instrumento que nos ajudou a transmitir as nossas opções, os nossos princípios e aquilo que nós queríamos para nós, para os nossos países: liberdade, independência. Nós fazíamos cópias dos programas e mandávamos para Dakar, para o Gana e para Angola também. Era muito divulgado e deu o seu contributo para a luta de libertação da Guiné-Bissau e Cabo Verde”, conta. Foi a 16 de Julho de 1967 que a Rádio Libertação começou a emitir, a partir de Conacri. As primeiras experiências tinham começado em 1964, mas o emissor era muito fraco. Em 1966, Amélia e outros companheiros foram enviados para uma formação de alguns meses em Moscovo e regressam a Conacri com um emissor portátil oferecido pelos russos. Mas a rádio era ainda pouco ouvida devido à fraca potência e, em 1967, a Suécia oferece-lhes um estúdio e um emissor moderno. Começavam as emissões que seriam em português, crioulo, balanta, fula, mandinga e beafada. Amélia Araújo trabalhava nas emissões em português e os soldados portugueses chamavam-na “Maria Turra”. “Turra” era o termo usado pelos portugueses para designar os guerrilheiros independentistas. O “Comunicado de Guerra” e o “Programa do Soldado Português” eram as produções mais ouvidas. O “Comunicado de Guerra” anunciava diariamente os combates ocorridos nas várias frentes e divulgava a lista dos soldados portugueses mortos, lida de uma forma propositadamente lenta. O “Programa do Soldado Português” incitava os militares à resistência e à revolta contra uma guerra que não era deles. A Rádio Libertação foi a arma principal de Amélia Araújo, mas a luta tinha começado muito antes. Em Luanda, onde nasceu - filha de mae angolana e pai cabo-verdiano - Amélia apaixonou-se por José Araújo, futuro dirigente do PAIGC, e quando ele foi estudar direito em Portugal, acabaria por segui-lo. Em 1960, casam em Lisboa e a filha Teresa nasce em Fevereiro de 1961. Apenas três meses depois, dá-se aquela que ficou conhecida como a Fuga dos Cem, quando dezenas de nacionalistas angolanos, cabo-verdianos, moçambicanos e são-tomenses deixam Portugal para irem participar nas lutas de libertação dos seus países, incluindo José Araújo. Amélia tinha 28 anos e uma bébé ao colo, pelo que elas não integraram o grupo por questões de segurança, mas conseguiram chegar a Paris e juntar-se a José. Uns tempos depois também deixam a capital francesa para se juntarem à luta de libertação. Em Conacri, aderem ao Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde (PAIGC), liderado por Amílcar Cabral, uma das personalidades mais importantes da luta anticolonial e arquitecto da queda do Império português. José Araujo viria a ser dirigente do PAIGC, responsável de propaganda, comissário político na Frente Sul e colaborador da Rádio Libertação e do boletim em francês "PAIGC Actualités". Amélia Araújo chegou a trabalhar no secretariado do MPLA, depois no secretariado do PAIGC até 1967, quando assumiu a função de directora da Rádio Libertação e se tornou na voz principal da luta e de combate ao colonialismo. Por isso, o berço de Teresa, conhecida como Terezinha, foi a luta de libertação. Em pequenina, andou na Escola-Piloto de Conacri, onde estudavam os filhos dos combatentes e que tinha como professores os próprios guerrilheiros, nomeadamente os seus pais. Vários alunos da Escola-Piloto animaram o programa de rádio "Blufo", dirigido a crianças e jovens. Seguindo as pisadas da mãe, Terezinha era uma das locutoras. “O programa era para os outros alunos das outras escolas e internatos espalhados nas zonas libertadas. Contávamos a história do que nós fazíamos e também recebíamos alguns depoimentos de alunos do interior da Guiné das zonas libertadas. Também contávamos os episódios que se passavam e nas datas comemorativas, como 1 de Junho, 19 de Setembro, também por altura do Natal, datas de final do ano, fazíamos programas alusivos a essas datas. No início, nós tivemos que ser preparados pela minha mãe, a dicção correcta, como falar para a rádio e aprendemos bastante. Foi muito interessante”, conta Teresa Araújo. Perante o trabalho intensivo da mãe no secretariado-geral do PAIGC junto a Amílcar Cabral e também na rádio, Terezinha passa a interna na Escola-Piloto juntamente com a irmã, até aos 12 anos. Foi aֵí que começou a cantar, a partir de uma audição em que interpretou “Fidju Magoado” – que viria a saber, mais tarde, ser a morna favorita de Amílcar Cabral. O líder das lutas testemunhou e até estimulou o talento de Terezinha que, anos mais tarde, se tornou numa das vozes incontornáveis de Cabo Verde com o grupo Simentera. A morna “Fidju Magoado” aparece novamente em 2004 no disco “Nôs Riqueza”, com mornas do pai, José Araújo, que também compunha e tocava viola. No fundo, foi na Escola-Piloto que os palcos se abriram para Terezinha, com as crianças a levarem a mensagem a outros países da luta contra o colonialismo e pela libertação. Com o grupo de teatro de crianças e jovens, em que cantava, dançava e fazia teatro, ela actuou, em 1970, no Palácio do Povo em Conacri, tendo na primeira fila a cantora sul-africana Miriam Makeba. Em 1971,72, o grupo vai em digressão a Dacar, Ziguinchor e Teranga, no Senegal, Banjul, na Gâmbia, Nouakchot, Nouadibou e Attar, na Mauritânia. Em 1973, as crianças ficam três meses na Escola-Piloto de Teranga a prepararem a participação no 10° Festival Internacional da Juventude e Estudantes, em Berlim, onde Terezinha canta ao lado de Miriam Makeba. Findo o ciclo de estudos na Escola-Piloto, aos 12 anos, Terezinha foi para a Escola Internato Internacional Elena Dimitrievna Stásova, na cidade de Yvanovo, a uns 300 quilómetros de Moscovo. Aí também continuou a representar a escola em Foruns Internacionais que decorriam em Moscovo. Dos tempos da luta, é Amílcar Cabral e a Escola-Piloto que recorda com mais ternura. “A Escola-Piloto era a menina dos olhos dele [Amílcar Cabral], era a referência. Então, ele levava sempre à Escola-Piloto delegações que vinham visitar o PAIGC. Além disso, a presença dele era diária. Só mesmo quando não pudesse ir, por causa de algum trabalho, é que não ia. Ia cedo de manhã e assistia à nossa preparação física e, às vezes, entrava mesmo na competição. Nós tínhamos um jogo do lenço e ele nunca perdia. Ele era muito bom! Ele aproveitava esses momentos também para nos ensinar outros jogos. Escutava os alunos, perguntava às crianças se estavam a ser bem tratadas, se estavam a ter comida boa. Ele queria mesmo verificar que as crianças estavam a ser bem tratadas, porque, como ele dizia, as crianças eram as flores da revolução e a razão da luta”, recorda, nostálgica, a cantora.
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Fluent Fiction - Korean: Fusion: Finding Inspiration in Gyeongbokgung's Hanbok Shop Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-12-21-23-34-02-ko Story Transcript:Ko: 경복궁에 첫눈이 내린 아침, 준호는 한복을 사러 가는 친구 민지를 따라 나섰다.En: On a morning when the first snow fell on Gyeongbokgung, Junho followed his friend Minji to buy a hanbok.Ko: 화가는 영감을 찾으려 노력했지만, 여전히 마음속은 얼어붙은채였다.En: The artist was trying to find inspiration, but his heart remained frozen.Ko: 민지는 설날을 맞아 특별한 한복을 찾고 싶었다.En: Minji wanted to find a special hanbok for the New Year.Ko: 한옥으로 이루어진 상점가에 있는 해진의 한복 가게는 작았지만 명성이 높았다.En: hanok-style shopping streets housed Haejin's hanbok shop, which was small but had a great reputation.Ko: 하지만 추운 겨울 날씨로 인해 손님이 줄어들었다.En: However, the cold winter weather caused a decline in customers.Ko: 해진은 손님이 아닌 사람들이 가게에 머무는 것을 꺼렸다.En: Haejin disliked having people in the shop who weren't customers.Ko: 준호와 민지가 가게에 들어서자 따뜻한 공기가 그들을 맞이했다.En: As Junho and Minji entered the shop, warm air greeted them.Ko: 선반에는 다채로운 색상의 한복들이 전시되어 있었다.En: The shelves were lined with hanboks of various vibrant colors.Ko: 벽에는 오랜 역사를 담고 있는 흑백 사진들이 걸려 있었다.En: Black-and-white photos that carried long histories adorned the walls.Ko: 민지는 아무것도 놓치지 않으려는 듯한 눈빛으로 한복을 둘러보았다.En: Minji surveyed the hanboks with eyes that seemed intent on missing nothing.Ko: "최고의 한복을 찾았으면 좋겠어," 민지는 속삭였다.En: "I hope I find the best hanbok," Minji whispered.Ko: 준호는 처음에는 가게에 머무는 것이 미안했지만, 곧 스케치북을 꺼내 들었다.En: Junho initially felt sorry for staying in the shop, but soon he took out his sketchbook.Ko: 그는 한복의 복잡한 무늬를 살펴보며 그림을 그리기 시작했다.En: He began drawing as he examined the intricate patterns of the hanboks.Ko: 점차 가게의 분위기가 그의 마음을 사로잡았다.En: Gradually, the atmosphere of the shop captivated him.Ko: 그때, 민지가 특별한 한복을 찾아냈다.En: At that moment, Minji found a special hanbok.Ko: "이 한복은 조선 시대 문인이 입던 거랍니다," 해진이 자랑스럽게 설명했다.En: "This hanbok was worn by a scholar during the Joseon Dynasty," Haejin proudly explained.Ko: 준호는 그 한복을 바라보다가 갑자기 영감이 샘솟았다.En: As Junho looked at the hanbok, inspiration suddenly welled up in him.Ko: 그는 문화와 현대의 융합을 떠올리며 그림에 몰두했다.En: He became absorbed in his drawing, thinking of the fusion of culture and modernity.Ko: 준호가 그림을 완성할 즈음, 민지는 구매를 완료했다.En: By the time Junho finished his drawing, Minji had completed her purchase.Ko: 해진은 준호가 그린 스케치를 보고 놀라워했다.En: Haejin was amazed by the sketch Junho had drawn.Ko: "다시 오세요.En: "Please come back.Ko: 영감을 더 얻으실 수 있을 거예요," 해진이 말했다.En: You might find more inspiration," said Haejin.Ko: 그 날 이후, 준호는 다시 그림에 열정을 쏟고, 민지는 준호의 재능을 새롭게 인식한 채로 한복을 입고 활짝 웃었다.En: After that day, Junho regained his passion for drawing, and Minji recognized Junho's talent anew as she wore her hanbok with a bright smile.Ko: 해진 또한 창작을 통해 고객과의 새로운 연결점을 발견하며 희망을 얻었다.En: Haejin also found hope by discovering a new connection with customers through creativity.Ko: 경복궁의 설경 속에서 그들은 다시 한번 전통과 현대가 조화롭게 어우러짐을 느꼈다.En: Amid the snowy scenery of Gyeongbokgung, they felt once again the harmonious blend of tradition and modernity. Vocabulary Words:frozen: 얼어붙은inspiration: 영감scholar: 문인fusion: 융합harmony: 조화passion: 열정intent: 의도vibrant: 다채로운intricate: 복잡한blend: 어우러짐captivated: 사로잡힌absorb: 몰두하다decline: 줄어들다harmonious: 조화로운enthused: 활짝intent: 놓치지 않으려는adorned: 걸려 있는discovering: 발견하다contemplated: 바라보다examine: 살펴보다sketch: 스케치customer: 손님greeted: 맞이하다purchase: 구매regain: 다시 얻다surveyed: 둘러보다immortalize: 담다modernity: 현대initially: 처음에는wellspring: 샘
No festivo mês de junho, o Posto Emissor teve como convidada uma cantora omnipresente em festas e arraiais: Rosinha. Do duplo sentido das suas canções às memórias de momentos inusitados em concertos, a intérprete de tantos êxitos ‘marotos’ da música popular falou-nos ainda sobre a dor provocada pela morte do pai e a fotossensibilidade que a obriga a usar sempre óculos escuros. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
2PM Junho Gains Attention For Gentlemanly Behavior towards IVE Wonyoung
Junho já passou pelo SantoFlow, mas hoje retorna vivendo um dos momentos mais marcantes de sua missão. Depois de descobrir a música católica brasileira através de um vídeo do Frei Gilson — que o tocou profundamente e o fez cantar seu primeiro louvor em português — sua história tomou um rumo que nem ele imaginava. O próprio Frei Gilson compartilhou seus vídeos, lançou desafios, e pouco tempo depois Junho estava aqui no Brasil, rezando ao lado dele e percebendo que Deus o chamava para algo maior neste país.No episódio de hoje, ele conta como foi esse encontro com a Igreja Católica no Brasil, a decisão de deixar sua vida na Coreia para evangelizar entre nós e como nasceu seu novo projeto, Entre as Nações, que já chegou nas plataformas no dia 21/11 com o lançamento do Vol. 1 — Ao Vivo em São Paulo, marcando o início de uma etapa especial da sua missão.Uma conversa profunda sobre vocação, missão e sobre como Deus cruza caminhos para alcançar almas no mundo inteiro.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Fluent Fiction - Korean: Warmth Beyond the Cold: A Community's Triumph Over Winter Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-11-27-23-34-01-ko Story Transcript:Ko: 선선한 가을 바람이 불고 있는 야전 병원.En: A field hospital with a cool autumn breeze blowing.Ko: 병원 tent들은 바람에 살짝 흔들리고 있었다.En: The hospital tents were slightly swaying in the wind.Ko: 이 곳에서 미소 가득한 간호사 민지는 환자들을 돌보며 바쁘게 지내고 있었다.En: In this place, nurse Minji with a smile on her face was busily taking care of the patients.Ko: 날씨가 차가워지면서 민지는 환자들이 따뜻하게 겨울을 보낼 수 있도록 옷을 모으고 싶었다.En: As the weather was getting colder, Minji wanted to collect clothes so that the patients could spend the winter warmly.Ko: "우리가 조금 더 도와줄 수 있을 것 같아," 민지는 점심 시간에 은서와 준호에게 말했다.En: "I think we can help a bit more," Minji said to Eunseo and Junho during lunchtime.Ko: 동료들은 그의 진심을 알 수 있었고, 고개를 끄덕이며 동의했다.En: Her colleagues could sense her sincerity and nodded in agreement.Ko: 그러나 시간이 없었다.En: However, there was no time.Ko: 병원은 늘 바쁘고, 사람 손은 부족했다.En: The hospital was always busy and there were not enough hands.Ko: 은서는 걱정스러운 얼굴을 하고 있었다.En: Eunseo had a worried look on her face.Ko: "민지야, 우리가 다 할 수 있을까?"En: "Minji, can we really do it all?"Ko: 그러나 민지는 희망을 잃지 않았다.En: But Minji didn't lose hope.Ko: "작은 행동이 큰 변화를 만들 수 있어," 민지가 자신감을 북돋았다.En: "Small actions can make a big change," she encouraged herself.Ko: 팀은 함께 아이디어를 내고, 메시지를 병원 직원에게 보내기로 했다.En: The team came up with ideas together and decided to send a message to the hospital staff.Ko: 은서의 가족과 준호의 지역 사회 네트워크도 도움을 주기로 약속했다.En: Eunseo's family and Junho's community network promised to help as well.Ko: 시간이 흘러, 날씨는 점점 더 추워졌고, 일기예보에서 갑작스러운 한파 소식이 전해졌다.En: Time passed, and the weather grew colder; a sudden cold snap was forecasted on the news.Ko: 민지는 걱정이 되었다.En: Minji was worried.Ko: 옷이 충분하지 않았다.En: There weren't enough clothes.Ko: "더 이상 시간이 없어," 민지가 힘없이 말했다.En: "We have no more time," Minji said helplessly.Ko: 그러나 그 순간, 은서의 가족들과 준호의 친구들이 짐을 잔뜩 실은 차를 몰고 병원으로 도착했다.En: But at that moment, Eunseo's family and Junho's friends arrived at the hospital with cars loaded with supplies.Ko: 차량에는 두툼한 겨울 옷과 담요들이 가득 차 있었다.En: The vehicles were full of thick winter clothes and blankets.Ko: 모든 사람들이 함께 힘을 모아 옷을 나누어주었다.En: Everyone worked together to distribute the clothes.Ko: 환자들의 얼굴에 미소가 피어났다.En: Smiles bloomed on the patients' faces.Ko: 그들은 새 옷을 입고 따뜻한 행복을 느낄 수 있었다.En: They could feel warm happiness wearing the new clothes.Ko: 민지는 눈물을 글썽이며 말했다. "우리가 해냈어."En: With tears in her eyes, Minji said, "We did it."Ko: 팀은 서로 기쁨을 나누었다.En: The team shared their joy with each other.Ko: 이 경험을 통해 민지는 공동체의 힘을 알게 되었다.En: Through this experience, Minji learned about the power of community.Ko: 작은 마음이 모여 큰 힘이 된다는 것을 깨달았다.En: She realized that small hearts coming together can create great strength.Ko: 병원 텐트 바깥에는 이제 더 이상 차가운 바람이 느껴지지 않았다.En: Outside the hospital tents, the cold wind could no longer be felt.Ko: 모든 사람의 마음 속에는 따뜻한 온기가 자리 잡고 있었다.En: A warm warmth settled in everyone's hearts.Ko: 그리고 민지는 동료들과 더욱 가까워졌다.En: And Minji grew even closer with her colleagues.Ko: 그 가을은 서로의 진정한 온기를 느낄 수 있었던 특별한 계절이었다.En: That autumn was a special season where they could feel each other's true warmth. Vocabulary Words:breeze: 바람swaying: 흔들리고busily: 바쁘게sincerity: 진심helplessly: 힘없이forecasted: 예보에서distributed: 나누어주었다encouraged: 북돋았다snap: 한파colleague: 동료bloomed: 피어났다bloated: 글썽이며vehicles: 차량load: 짐community: 공동체supply: 물품vicinity: 지역 사회gather: 모으고realize: 깨달았다network: 네트워크naturally: 자연스럽게compassionate: 따뜻한unite: 모아assured: 안심settled: 자리 잡고promised: 약속했다experience: 경험shelter: 병원contemplate: 생각하게significance: 중요성
Fluent Fiction - Korean: Finding Connections and Memories in a Winter Wonderland Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ko/episode/2025-11-24-08-38-20-ko Story Transcript:Ko: 강원도의 겨울은 마치 동화 속 장면 같았다.En: Winter in Gangwon-do was like a scene from a fairy tale.Ko: 눈 덮인 산들은 밝고, 깨끗한 하늘을 배경으로 우뚝 솟아 있었다.En: The snow-covered mountains rose majestically against the bright, clear sky.Ko: 스키장은 열정적으로 즐기는 사람들로 가득 찼고, 그중에는 준호와 그의 친구들도 있었다.En: The ski resort was bustling with people enjoying themselves enthusiastically, among them Junho and his friends.Ko: 준호는 소프트웨어 엔지니어로, 친구들이 마련한 휴가에 조심스럽게 합류했다.En: Junho, a software engineer, cautiously joined the vacation that his friends planned.Ko: 그는 보통 모임을 피했지만, 이번 성탄절은 특별해지고 싶었다.En: He usually avoided gatherings, but he wanted this Christmas to be special.Ko: 준호의 목표는 소중한 추억을 만들고, 새로운 인연을 찾아보는 것이었다.En: Junho's goal was to create precious memories and perhaps find new connections.Ko: 그 스키 리조트에는 민지도 있었다. 그녀는 활기 넘치는 여행 블로거로서, 새로운 사람을 만나는 것을 좋아했다.En: At the ski resort was also Minji, a lively travel blogger who loved meeting new people.Ko: 민지의 카메라는 항상 손에 들려 있었고, 아름다운 겨울 풍경을 영상으로 담고 있었다.En: Minji's camera was always in her hand, capturing the beautiful winter scenery on video.Ko: 첫날, 준호는 큰 창문이 있는 따뜻한 라운지에서 눈 밖으로 내리는 눈을 지켜보았다.En: On the first day, Junho watched the snow falling outside from a warm lounge with large windows.Ko: 그의 시선은 자연스럽게 밖에서 신나게 사진을 찍고 있는 민지에게로 갔다.En: His gaze naturally fell on Minji, who was excitedly taking pictures outside.Ko: 그녀의 열정적인 모습에 끌렸지만, 준호는 다가가는 것이 쉽지 않았다.En: He was attracted to her passionate demeanor, but approaching her wasn't easy for him.Ko: 민지도 사람들의 관심을 많이 받는 게 익숙했다.En: Minji was used to receiving a lot of attention from people.Ko: 그래서 누군가가 블로그 이상의 그녀를 알아주길 늘 바랐다.En: She always wished someone would recognize her for more than just her blog.Ko: 그날 밤, 민지는 사진을 찍는 대신, 불길 앞에 앉아 따뜻한 음료를 마시기로 결심했다. 그녀는 그 속에서 눈과 별들이 뿌려진 듯한 크리스마스 장식들을 감상했다.En: That night, instead of taking photos, she decided to sit by the fire with a warm drink and appreciate the Christmas decorations that looked as if they were sprinkled with snow and stars.Ko: 갑작스러운 눈보라가 몰아치고, 스키 활동이 일시 중단되었다.En: A sudden snowstorm swept in, temporarily halting skiing activities.Ko: 이 기회에 준호는 결국 민지에게 다가가기로 했다.En: Taking this opportunity, Junho finally decided to approach Minji.Ko: 그는 불가에 다가가 조용히 앉았다. 용기를 내어 말을 걸었다.En: He quietly sat by the fire and mustered the courage to speak.Ko: "눈 속에서 사진 찍던 모습이 인상적이었어요." 민지는 부드럽게 웃으며 그를 반겼다.En: "Your photo-taking in the snow was impressive." Minji greeted him with a gentle smile.Ko: 그들은 서로의 이야기들을 나누기 시작했다.En: They began sharing their stories with each other.Ko: 민지는 여행 중 겪은 모험을 이야기했고, 준호는 그의 취미와 소소한 일상 이야기를 전했다.En: Minji talked about the adventures she experienced during her travels, and Junho shared his hobbies and snippets of his daily life.Ko: 대화는 자연스럽게 이어졌고, 서로의 관심사를 공유하면서 둘은 더 가까워졌다.En: The conversation flowed naturally, and as they shared their interests, they grew closer.Ko: 눈보라가 잠잠해진 다음 날, 리조트는 다시 활기를 되찾았다.En: The next day, when the snowstorm had subsided, the resort regained its vibrancy.Ko: 이번 휴가의 마지막 날, 준호는 민지와 연락처를 교환했다.En: On the final day of the vacation, Junho exchanged contact information with Minji.Ko: 그들은 다시 만날 것을 약속하며, 아쉬운 마음으로 헤어졌다.En: They promised to meet again, parting ways with some reluctance.Ko: 그 후 민지는 자신의 블로그에 이번 여정을 올렸다. 중요한 것은 추억보다, 그 안에서 만난 진실한 사람이라고.En: Afterwards, Minji posted about this journey on her blog, stating that what's more important than memories is the genuine people you meet along the way.Ko: 준호도 더 자신감을 느꼈고, 사람들과의 관계를 더욱 소중히 여기게 되었다.En: Junho also felt more confident and began to cherish his relationships with others more deeply.Ko: 크리스마스의 마법은 사람들 사이에서 피어났다.En: The magic of Christmas blossomed between people. Vocabulary Words:majestic: 우뚝 솟아 있는bustling: 가득 찬enthusiastically: 열정적으로cautiously: 조심스럽게precious: 소중한demeanor: 모습recognize: 알아주다appreciate: 감상하다swept: 몰아치다mustered: 용기를 내다impressive: 인상적이다vibrancy: 활기reluctance: 아쉬움cherished: 소중히 여기다blossomed: 피어나다fairy tale: 동화gaze: 시선sparkled: 뿌려진halted: 중단되다temporarily: 일시connections: 인연lounge: 라운지snippets: 소소한 일상 이야기capturing: 담다engaged: 합류하다adventurous: 모험scenery: 풍경contact information: 연락처parting ways: 헤어짐memories: 추억
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 740! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana fazendo um boletim de ocorrência contra um torcedor.E neste programa falamos sobre a polêmica expulsão de Léo Jardim por cera, falamos da briga do Neymar com um torcedor que expôs uma crise no Santos, debatemos o favoritismo do Flamengo que se reforçou pra brigar forte no Brasileirão, avaliamos a rodada da Copa do Brasil, exaltamos a seleção brasileira que está na final da Copa América de futebol feminino, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#BIPE #SURPRESADECEBOLAsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Fernando Pereira | Albert José | Yan Andrade | Raphael De Souza | Thiago Goncales | Alvaro Modesto | Daniel Ferreira De Lima Vilha | Felipe Artemio | Leandro José De Souza | Tatiane Oliveira Ferreira | Bruno Vieira Silva | Leonardo Pimentel | Itallo Rossi Lucas | Maicon Feldhaus | Lucas Pereira De Aguiar Afonso | Bruna Almeida | Isabelle Zacara | Caio Fonseca | Felipe Duarte | Pombo AladoObrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 739! E hoje temos o Príncipe Vidane e Maidana recebendo o ouvinte Felipe Duarte (@felipedu.arte) e mandando mensagens no grupo de zap dos idosos.E neste programa falamos sobre a demissão de Runco do Flamengo após ter mensagem vazada em que expunha uma lesão crônica de De La Cruz, comentamos o Brasil que já é semifinalista da Copa América de Futebol Feminino, avaliamos o Brasileirão liderado pelo Cruzeirão Cabuloso, debatemos como melhorar o calendário do futebol brasileiro, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#SHOWDEVIDANE #BONECADEYVERSONsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vinicius Verissimo Lopes | Vitor Motta Vigerelli | Wendel Ferreira Santiago | Wladimir Araújo Neto | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Danilo Da Silva Pereira | Henrique Zani | Pedro Henrique De Paula Lemos | Rodrigo Marques Fernandes | Victor Rodrigues | Bruno Macedo | Daniel Moreira | Lucas, O Fofo | Luis Beça | Ryan Smallman [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para mais um intervalo! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana com as fofocas mais quentes do território paranaense.E neste intervalo falamos sobre a polêmica envolvendo a mãe da Marília Mendonça, comentamos a fofoca paranaense do chá-revelação de traição conjugal, discutimos o novo filme do Superman, reclamamos sobre obras que não acabam nunca, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#TIAGOARMMA #JACKSNYDER #AS3COSTUREIRASDEMAISsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)Adryel Romeiro | Aline Aparecida Matias | Antonino Firmino Da Silva Neto | Arthur Meister Wistuba | Bruno Kellton | Bruno Marques Monteiro | Bruno Padula Morilla | Carlos Eduardo Ardigo | Daniel Pandeló Corrêa | Débora Mazetto | Elisnei Menezes De Oliveira | Evilasio Costa Junior | Fabio Simoes | Felipe Brasil | Felipe De Amorim Prestes | Gabriel Frizzo | Gabriel Lecomte | Gabriel Lopes Dos Santos | Gabriel Matte De Moura | George Alfradique | Gian Luca Barbosa Mainini | Guilherme Da Hora | Gustavo Henrique Rossini | Jailson Gomes | João Pedro Machareth | Luan Germano | Luca Vianna | Lucas De Oliveira Andrade | Marcelo São Martinho Cabral | Marcio Leandro Lima Dos Santos | Marco Antônio Maassen Da Silva | Marianna Feitosa | Mario Peixoto | Matheus Andion De Souza Vitorino | Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Raphael Pini Bubinick | Rodrigo Oliveira Porto | Stéfano Bellote | Thiago De Souza Cabral | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 737! E hoje temos o Príncipe Vidane e Maidana recebendo o ouvinte Pedro Estrella (@pedroestrella) e ficando chocados com o esculacho do treinador do Flamengo.E neste programa falamos sobre o Chelsea que foi campeão da Copa de Mundo de Clubes com um passeio pra cima do atual campeão europeu - o Paris Saint-Germain. Também comentamos o esculacho público de Filipe Luís pra cima de Pedro que deu nova página na crise do relacionamento entre o rubro-negro e o atacante, avaliamos o início do Brasil na Copa América de Futebol Feminino, proibimos a Kelly Key de ser presidente de um clube de futebol angolano, falamos do torcedor bilionário do Grêmio que comprou o estádio e doou ao clube, além de muito mais!IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#KELLYKUAIsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vinicius Verissimo Lopes | Vitor Motta Vigerelli | Wendel Ferreira Santiago | Wladimir Araújo Neto | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Danilo Da Silva Pereira | Henrique Zani | Pedro Henrique De Paula Lemos | Rodrigo Marques Fernandes | Victor Rodrigues | Bruno Macedo | Daniel Moreira | Lucas, O Fofo | Luis Beça | Ryan Smallman | Fernando Pereira | Albert José | Yan Andrade | Raphael De Souza | Thiago Goncales | Alvaro Modesto | Daniel Ferreira De Lima Vilha | Felipe Artemio | Leandro José De Souza | Tatiane Oliveira Ferreira | Bruno Vieira Silva | Leonardo Pimentel | Itallo Rossi Lucas | Maicon Feldhaus | Lucas Pereira De Aguiar Afonso | Bruna Almeida | Isabelle Zacara | Caio Fonseca | Felipe Duarte | Pombo AladoObrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 736! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana lamentando uma final entre europeus.E neste programa falamos sobre as semifinais da Copa de Mundo de Clubes nas quais o Fluminense terminou sua heroica jornada ao perder pro Chelsea e o Real Madrid foi obliterado por um Paris Saint-Germain avassalador. Também comentamos a tatuagem da maior fã do Thiago Galhardo, falamos sobre o suposto desejo do Flamengo de se desfazer de Pedro, debatemos a condenação fiscal de Carlo Ancelotti, além de muito mais!ORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramIRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#MÃONÃOÉMAISMÃOsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Adryel Romeiro | Aline Aparecida Matias | Antonino Firmino Da Silva Neto | Arthur Meister Wistuba | Bruno Kellton | Bruno Marques Monteiro | Bruno Padula Morilla | Carlos Eduardo Ardigo | Daniel Pandeló Corrêa | Débora Mazetto | Elisnei Menezes De Oliveira | Evilasio Costa Junior | Fabio Simoes | Felipe Brasil | Felipe De Amorim Prestes | Gabriel Frizzo | Gabriel Lecomte | Gabriel Lopes Dos Santos | Gabriel Matte De Moura | George Alfradique | Gian Luca Barbosa Mainini | Guilherme Da Hora | Gustavo Henrique Rossini | Jailson Gomes | João Pedro Machareth | Luan Germano | Luca Vianna | Lucas De Oliveira Andrade | Marcelo São Martinho Cabral | Marcio Leandro Lima Dos Santos | Marco Antônio Maassen Da Silva | Marianna Feitosa | Mario Peixoto | Matheus Andion De Souza Vitorino | Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Raphael Pini Bubinick | Rodrigo Oliveira Porto | Stéfano Bellote | Thiago De Souza Cabral | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 735! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana torcendo pros europeus perderem.E neste programa falamos sobre o fim das oitavas da Copa de Mundo de Clubes na qual o Palmeiras mandou o Botafogo pra casa, o Flamengo caiu pro Bayern, o Fluminense foi heroico e superou a Inter de Milão (atual vice campeã da Champions), o Al-Hilal chocou o mundo e derrotou o Manchester City, além de muito mais!ORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramIRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!#OLHAPRACIMAEABREABOCA #PSJÔsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Junho/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)Adriana Cristina Alves Pinto Gioielli | Adriano Marin Da Silva | Adriano Nazário | Bruno Lima | Fellipe Miranda | Fernando Costa Campos | Gabriel Machado De Freitas | Guilherme Drigo | Guilherme Rezende Soria | Heverton Coneglian De Freitas | Higor Nunes Resende | Higor Pêgas Rosa De Faria | Igor Leite Da Silva | Ítalo Leandro Freire De Albuquerque | João Paulo Lobo Marins | Joao Pedro Barros Barbosa | Leonardo Delefrate | Luis Henrique Santos | Luiz Guilherme Borges Silva | Messias Feitosa Santana | Pedro Marcelo Rocha Gomes | Rafael Brandão Brasil | Renato Grigoli Pereira | Thais Cristine Cavalcanti | Vanessa Fontana | Vinicius De Saraiva Chagas | André Stábile | Arthur Takeshi Gonçalves Murakawa | Brayan Ksenhuck | Bruno Burkart | Concílio Silva | Cristiane Cardoso Avolio Gomes | Daniel Lucas Martins Lacerda | Davi Andrade | Filipi Froufe | Heitor Dias | Igor Trusz | Jhonathan Romão | João Gabriel Paduan Tristante | Josué Solano De Barros | Khayan Joaquim Macedo Lima | Leonardo Lachi Manetti | Listen2urs2 (Listen Tchu Iór Rârrtchi)) | Luan Silva Rodrigues | Lucas Freitas | Luis Alberto De Seixas Buttes | Matheus De Sales Freitas | Paulo Vitor Nogueira Sales | Pedro Lauria | Rafael Gomes Da Silva | Robson De Sousa | Tio Patux | Vinícius Nogueira Cavalcanti | Vinicius Renan Lauermann Moreira | Thiago Lins | Hassan Jorge | Diego Santos | Felipe Avelar | Leonardo Motta | Luis Alexandre Dalposso | Felipe Pastor | Bruno Franzini | David Gilvan | Luiz Strina [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Kenner Terra Celebração Ibab AO VIVO 18h | www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Kenner Terra Verdades e mentiras sobre Adão e Eva | Gn 2.18-25 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Mensagem do dia 29 de Junho de 2025 por Ed René Kivitz Caim e Abel | Genesis 4.1-24 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Palavra Ministrada na Videira Florida29 de Junho de 2025Canal Oficial do Pastor Marcio AlvesPor onde a palavra for, gerará frutos para a Glória de Deus!Support the show
WASHINGTON, 1989 - Em junho de 2013, duas mães decidiram levar seus filhos a um parque aquático. Enquanto os filhos brincavam, as duas mulheres começaram a conversar. Por terem estudado no mesmo colegial, elas compartilharam memórias da época e também lembraram de uma tragédia bem conhecida pro povo de seu condado: O assassinato de Mandy Stavik, jovem de 18 anos que havia também frequentado o mesmo colegial. Elas comentaram continuar incrédulas com o fato de que esse caso ainda não tinha resolução, mais de duas décadas depois. E então, as duas ficam em silêncio. Não porque o assunto acabou e sim porque ambas não sabiam se podiam dizer o que queriam em voz alta sem o devido cuidado. Mas uma delas toma coragem e diz: Eu sei quem matou Mandy. Para sua surpresa, a outra mulher respondeu: Eu também. --- SE TORNE UM APOIADOR DO SEM RASTROS! Este episódio contém apenas um trechinho do caso. Para ouvir o episódio inteiro, se torne apoiador do Sem Rastros! É possível apoiar diretamente pelo Spotify, via Patreon (ou diretamente pelo Patreon). Recentemente, a Orelo também lançou uma nova ferramenta onde é possível ouvir aos podcasts apoiados por lá, pelo Spotify! Instagram | Grupo no Telegram | Youtube Para fontes de pesquisa, acesse o Website. Email: semrastrospodcast@gmail.com
Venha escutar esse papo gostoso sobre o estudo de Doutrina e Convênios através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.
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