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PEIXE, CHAOS E BALBOA FALANDO SOBRE A COPA DO MUNDO 2026
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos encerrou esta fase da temporada com uma importante vitória por 3 a 1 sobre o Vitória na Vila Belmiro. Um resultado fundamental que tirou o Peixe da zona de rebaixamento e garante um período de pausa mais tranquilo durante a Copa do Mundo. Nem tudo, porém, foi positivo. O jogo ficou marcado pela expulsão infantil de Gabigol, após um gesto obsceno na comemoração de seu gol. Uma atitude desnecessária que quase comprometeu uma partida que o Santos controlava e que reacendeu discussões sobre maturidade e responsabilidade dentro de campo. Neste episódio, Adriano Alves e Julio Alves analisam a vitória, o impacto da saída do Z-4 e o que o clube precisa fazer para aproveitar bem a pausa da competição. Também comentamos o que esperar da Copa do Mundo, possíveis reforços e movimentações no mercado, além de um panorama sobre o desempenho das categorias de base e do futebol feminino.
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos viveu mais uma sequência de altos e baixos na temporada. Pela Sul-Americana, o Peixe empatou em 2 a 2 contra o San Lorenzo na Vila, em um jogo cheio de emoções e oportunidades desperdiçadas. Já pelo Brasileirão, veio mais uma frustração: derrota de virada por 3 a 2 fora de casa para o Grêmio, em uma partida que parecia controlada, mas terminou com erros defensivos custando caro novamente. Mas a resposta veio no momento decisivo. Na Vila Belmiro, o Santos venceu o Deportivo Cuenca por 3 a 0, garantindo a classificação para os play-offs da Sul-Americana na segunda colocação do grupo. Agora, o Peixe terá pela frente um confronto eliminatório contra um dos terceiros colocados vindos da Libertadores. Neste episódio, Guilherme Mateus, Adriano Alves e Julio Alves analisam os jogos, o desempenho irregular da equipe e também comentam brevemente sobre a situação do sub-20 e do futebol feminino. Além disso, projetamos o último compromisso antes da pausa para a Copa do Mundo: o duelo contra o Vitória, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.
Temas da Semana: - Joana Marques em Sede Própria (10:00) - Half Man (18:10) - Rabo de Peixe s03 (21:55) - Beef s02 (28:50)
O programa desta semana aborda o empate contra o San Lorenzo (ARG), pela Copa Sul-Americana e a situação difícil do Peixe para conseguir avançar para a próxima fase da competição. Técnico Cuca adota tom pessimista e pede por reforços para poder atuar em três frentes. Além disso, a convocação de Neymar para a Copa do Mundo e os problemas do Santos para confronto direto contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro. Episódio com Bruno Gutierrez, José Edgar de Matos e Nagila Luz, a “Voz da Torcida”.
Uma receita de muqueca é o ponto de partida para este episódio do podcast “O Homem Que Comia Tudo”, onde Ricardo Felner nos fala sobre a sustentabilidade do peixe que comemos em Portugal. A coluna toca Dorival Caymmi, os ingredientes são cortados e colocados dentro do tacho, tudo é feito no momento, tudo é fluído. É assim que se prepara uma boa muqueca, com o cheiro do verão no ar. Com cação, que fica sempre bem neste prato. Mas talvez não deva usar cação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
O programa desta semana debate a vitória sobre o Coritiba e a classificação do Peixe para as oitavas de final da Copa do Brasil. Com um futebol objetivo, o Santos do técnico Cuca chegou ao sétimo jogo invicto na temporada. Além disso, a expectativa pela possível convocação de Neymar para a disputa da Copa do Mundo, e o início da votação da reforma do estatuto social do clube no Conselho Deliberativo. Episódio com Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nagila Luz, a “Voz da Torcida”.
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos viveu mais uma semana de altos e baixos. Pela Sul-Americana, o Peixe deixou a vitória escapar em um empate decepcionante fora de casa contra o Deportivo Recoleta, em um jogo que parecia controlado, mas terminou com gosto amargo. Mas a resposta veio na Vila Belmiro: boa vitória por 2 a 0 sobre o RB Bragantino, em uma atuação mais segura e convincente da equipe, dando sinais de recuperação e alívio para a torcida. Neste episódio, Guilherme Mateus, Adriano Alves e Julio Alves analisam a oscilação do time, o que melhorou na vitória em casa e o que ainda preocupa para a sequência da temporada. Também projetamos a partida decisiva pela Copa do Brasil contra o Coritiba, fora de casa, e o reencontro contra o mesmo adversário no fim de semana pelo Brasileirão, desta vez na Neo Química Arena.
Anderson Fagundes e Helder Peixe, guardas municipais em Santa Cruz, participaram do programa Direto ao Ponto comentando as ações de conscientização realizadas durante a campanha Maio Amarelo.
Anderson Fagundes e Helder Peixe, guardas municipais em Santa Cruz, participaram do programa Direto ao Ponto comentando as ações de conscientização realizadas durante a campanha Maio Amarelo.
O programa desta semana debate o empate contra o Recoleta (PAR), que impediu a reação do Santos na Copa Sul-Americana. Peixe contou com empate do San Lorenzo (ARG) na outra partida do grupo para se manter vivo na disputa pela vaga direta. Além disso, o desfecho da briga entre Neymar e Robinho Jr. A situação pode diminuir as chances de Carlo Ancelotti convocar o craque para a Copa? Episódio com Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nagila Luz, a “Voz da Torcida”.
Graciano de Sousa Fernandes-Viana do CasteloSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos somou dois empates fora de casa que, pelo contexto, trazem sinais mistos. Pela Sul-Americana, ficou no 1 a 1 contra o San Lorenzo, em um resultado importante, mas que poderia ter sido melhor. Já no clássico contra o Palmeiras, o Peixe fez um bom jogo e arrancou um empate que teve gosto de oportunidade de vitória perdida, pelo que produziu em campo. Neste episódio, Guilherme Mateus, Adriano Alves e Julio Alves analisam a evolução da equipe fora de casa, o que ainda falta para transformar boas atuações em vitórias e também a repercussão da briga entre Neymar e Robinho Jr., que movimentou os bastidores e levantou questionamentos sobre o ambiente interno do clube.
Wandering Works for Us PodcastDate: 2 May 2026Title: Day Trips Beyond Lisbon: Cascais, Santa Cruz, Vimeiro, LourinhãSummary of EpisodeAfter three years of living in Portugal, Shelley and Beth are still discovering new corners of the country, and this episode is proof. In part one of their day trips series, they wander through the upscale-but-welcoming coastal town of Cascais (including a stunning seafood platter at Baía de Peixe), explore the charming beach town of Santa Cruz, uncover the little-known Napoleonic battlefield at Vimeiro, geek out over dinosaur fossils in Lourinhã, and sing the praises of Areia Branca, one of their favourite beaches on the Silver Coast. Lesser-known doesn't mean less worth visiting. Grab your car keys.Key Topics[03:10] Why Cascais deserves more than a half-day stop — and why Shelley and Beth almost missed it after three years of living in Portugal[04:35] Getting to Cascais: driving vs. the commuter train from Lisbon (both about 40 minutes)[05:40] The best bakery find in Cascais: Padaria Brunch & Specialty Coffee[06:15] Walking the Cascais waterfront — the ocean path, Boca do Inferno rock arch, and what they'd do differently next time[08:40] Museu Condes de Castro Guimarães and the gorgeous Parque Marechal Carmona (peacocks, turtles, and chickens who ignore the "do not feed" signs)[11:18] The Citadel of Cascais — repurposed as galleries, restaurants, and shops, Fortress of Our Lady of Light and the statue of King Carlos I at the marina[13:50] Lunch at Baía de Peixe: a seafood platter for two at €35 per person that was worth every euro[19:10] Santa Cruz: a beach town with great cliffs, a walkable waterfront, a Saturday market, and a small chapel worth stepping into[23:30] The accidental discovery — the river trail to Porto Novo beach that led them straight to a Virgin Mary statue on the cliffs[26:45] Vimeiro and the Battle of Vimeiro Interpretation Center: the first major Napoleonic battle in Portugal and Wellington's first significant victory [32:30] Lourinhã's surprising dinosaur heritage — and why they recommend the Museu da Lourinhã over the Dino Park (unless you have kids)[35:30] Areia Branca: one of their favourite local beaches, with restaurant recommendations including West 23 by Chakall, Alta, and Ansom BreweryImportant Links To follow all of our antics and adventures, please visit our social media pages and our website at wwforus.com! You can send us a message at any of these places, and feel free to email us at wandering@wwforus.comLike what we are doing? Buy us a gin and tonic and help us keep going!InstagramFacebookTiktokYouTubeLooking for a tour guide in Portugal? I have a whole list!Check out our travel guides! WWforus.comThanks to Everyone who has been so supportive!Special thanks to all of you who have listened, subscribed, followed us on social media and just took the time to say hello and tell us how much you enjoy our podcast and blog. YOU GUYS ARE THE BEST!!RESOURCES & LINKSLooking to plan your next trip to Portugal? We can help! Check out our guides and Itineraries at wwforus.comFree Lisbon ItineraryPacking ListEssentials for every tripRenting a car in PortugalLooking for a tour guide in Portugal? I have a whole list!
A partir da História da Loucura de Michel Foucault, conversamos sobre o círculo antopolígico, isto é, sobre o pensamento moderno como uma armadilha que, ao tentar compreender o mundo, acaba sempre encontrando um reflexo de homem. Como seria um pensamento que não busca o homem como medida de todas as coisas? É possível escapar dessa dobra onde o sujeito e o objeto se confundem em uma busca incessante por uma "essência" que talvez não passe de uma invenção histórica? Partimos da análise arqueológica para entender que o "fim do homem" não é um apocalipse, mas a condição de possibilidade para que novas formas de vida e novos saberes possam, finalmente, respirar fora do círculo.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
A viagem pela carreira de João Peixe entra na PARTE II. Passa pela Serra da Estrela, pelo Marco de Canavezes e encontra uma certa acalmia nos Açores. Uma falsa serenidade, na verdade, pois a noite de Ponta Delgada esconde perigos traiçoeiros. «Ia a pé numa daquelas ruas estreitinhas e vejo dois chavalos, dois rapazes meio... indrominados. Meio bêbedos, meio drogados.» Não corre bem, claro. Mas João recorda tudo de bom humor e peito cheio, feliz por tudo o que conquistou em cima da relva. Mesmo a passagem pela Grécia, e do temor imposto pelo truculento Oleg Blokhin, merece-lhe sorrisos e bonomia. Venha daí para mais um episódio do DESTINO: SAUDADE com este campeão da Europa de sub18.
Sou apologista de ensinar a pescar e não dar o peixe, aliás, se puder ensinar a construir a cana e utilizar outros métodos alternativos - essa é sempre a minha opção!
Chaos, Nando, Peixe e João na área
Especialidades clínicas confundem-se com jogadores do União de Santarém. Ainda Ronaldinho Gaucho... e uma má notícia para o mais mediático ciclista português.
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos segue sem vencer e acumulando decepções. Pela Copa do Brasil, ficou no 0 a 0 contra o Coritiba, em mais uma atuação sem criatividade e pouca efetividade ofensiva. Já pelo Brasileirão, o cenário foi ainda mais frustrante: o Peixe chegou a abrir 2 a 0 fora de casa, mas cedeu o empate em 2 a 2, mostrando novamente fragilidade defensiva e falta de controle emocional ao longo da partida. Neste episódio, Guilherme Mateus e Adriano Alves analisam mais essa sequência negativa, os erros que seguem se repetindo e a dificuldade do time em sustentar resultados. Também projetamos os próximos desafios: o confronto fora de casa contra o San Lorenzo pela Sulamericana e o clássico fora diante do Palmeiras, dois jogos que prometem aumentar ainda mais a pressão sobre o elenco.
O Bahia até arrancou um empate com o Santos na última rodada do Campeonato Brasileiro, mas ainda não conseguiu "estancar a sangria", como queria o técnico Rogério Ceni. Edição debate atuação contra o Peixe, mas também as feridas abertas no Tricolor, que não vence há três jogos. Temporada do time é de campanha consistente no Brasileiro, título estadual, mas frustração na Libertadores e preocupação na Copa do Brasil.
A carreira de João Peixe é capaz de dar um bom filme. E a vida? Uma série, várias temporadas. Por falar em temporadas, como é que o craque goleador da formação do Benfica, campeão da Europa de sub18, só faz uma na I Liga? E logo aos 19 anos, no primeiro ano de sénior. O que se passou depois? É isso que Peixe, o nazareno, explica na visita ao DESTINO: SAUDADE. Simpatia, memória perfeita e uma coleção invejável de camisolas, todas usadas oficialmente. Quantas? 27, veja bem, todas usadas entre 1992 e 2012, 20 anos resumidos nesta conversa na sala de estar do zerozero - com todas (!) as camisolas ao nosso lado.
Vous avez dit "bizarre" ? C'est bien normal. Voici la première série de Baleine sous Gravillon consacrée à des espèces animales extraordinairement étranges.Dans cette troisième série "Bizarres", Marc et Marie-Juliette se penchent sur 5 animaux au développement étrange : au moins une étape de leur existence possède des caractéristiques insolites, de la gestation à la fin de vie, en passant par la reproduction...Pour terminer cette série en beauté, voici un des plus étranges poissons qui soit, et un emblème de l'écosystème BSG car il a déjà fait l'objet de plusieurs émissions dans Nomen et PPDP : le Poisson-lune.Il est aussi appelé la “môle” en français, qui vient du latin mola, "la meule" ; mot que l'on retrouve dans son nom scientifique, Mola sp, chez 4 des 5 espèces. Le Poisson-lune porte le même nom dans d'autres langues: pesce luna en italien, pez luna en espagnol, Peixe-lua en portugais, Mondfisch en allemand. Ce nom est dû à sa forme ronde et à sa couleur grise à blanchâtre, rappelant la lune.Évidemment, si l'on parle encore de lui aujourd'hui, c'est qu'il est détenteur de plusieurs records et spécialiste des habitudes cheloues :C'est le plus gros poisson osseux du monde : en 2021, un spécimen mort de Poisson-lune à bosse (Mola alexandrini) a été retrouvé mort près des Açores. Ce géant pesait pas moins de 2744 kg. On est quand même très loin du Requin baleine, un placide mangeur de plancton cartilagineux de... 20 tonnes.Ce poisson est souvent proche de la surface. N'ayant pas d'écailles, il a beaucoup de parasites sur la peau, une cinquantaine d'espèces ! Pour s'en débarrasser, la Môle “fait la planche” à la surface de l'eau pour inviter les oiseaux à les picorer. C'est le seul exemple connu d'interaction positive et mutuellement bénéfique entre un poisson et un oiseau !Ce gros mangeur de méduses, n'a pas de queue, et nage donc en godillant. D'où son surnom à Taïwan de "Poisson-mambo", car son dandinement a rappelé aux habitants de cet état la fameuse danse.Enfin, sa femelle détient le record du nombre d'œufs pondus en une fois par un vertébré : 300 à 350 millions ! Ces œufs donnent ensuite naissance à des larves de seulement 2,5 mm (contre 2 à 3m pour l'adulte !) qui pour la plupart ne survivront pas avant d'atteindre l'âge adulte. Ce dernier point est l'occasion de se poser la question suivante : pourquoi les Poissons-lunes (et maintes autres espèces) produisent-ils une descendance aussi importante si ce n'est que pour que seulement quelques enfants puissent se reproduire à leur tour ? L'occasion rêvée pour parler d'une théorie des années 60 qui oppose deux grands types d'organismes, d'un côté ceux qui se reproduisent beaucoup mais qui engendrent des petits fragiles et de l'autre ceux qui se reproduisent peu mais qui font naître des petits plus viables : c'est "le modèle évolutif r/K"...___SOURCES :Vignette : Larve de Mola alexandrini, une des 5 espèces de Poissons-lunes (©Kerryn Parkinson)Extraits :03'41 : Léonard Bernstein -"Mambo", issu de la comédie musicale West Side Story, créée avec Arthur Laurents et Stephen Sondheim, 1957. Interprétation par l'Orchestre Philharmonique de Berlin (℗ Berliner Philharmoniker).11'26 : Le Monde de Nemo, Andrew Stanton & Lee Unkrich, 2003 (©Pixar)19'43: "heartbeat" (Pixabay)Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
O Santos foi derrotado pelo Fluminense por 3 a 2, pelo Campeonato Brasileiro. Após estar na frente do placar por duas vezes, o Peixe permitiu a virada e não conseguiu decolar no Brasileirão. Neste episódio, Bruno Gutierrez e Nágila Luz comentam a queda no desempenho defensivo do time e a pressão pela necessidade de resultados, apesar da melhora desde a chegada de Cuca. Além disso, mais uma polêmica envolvendo Neymar e a expectativa para o duelo contra o Coritiba, pela Copa do Brasil. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
Entre no grupo de devocionais no WhatsApp:https://chat.whatsapp.com/F5x2IMHDCj4AwHidGXzf2kExistem coisas que entram na nossa vida e ficam presas dentro de nós. Situações, palavras, dores ou até escolhas que pareciam boas no começo, mas hoje só impedem você de viver com leveza.Assim como aquele peixe, muitas vezes a gente se vê engasgado com algo que não consegue digerir nem colocar para fora. Isso afeta a forma como você pensa, sente e vive, travando áreas da sua vida sem que você perceba totalmente.Mas Deus sabe exatamente onde você está e o que você carrega. Nada passa despercebido. E o processo de cura começa quando você reconhece isso e decide entregar nas mãos certas aquilo que você não consegue resolver sozinho.
Ficamos acorrentados na escolha desta semana e decidimos ver um filme com dois títulos: ‘Good Boy' e ‘Heel'. Neste episódio, falamos de notícias, o que andamos a ver, fazemos a review do filme 'Good Boy / Heel' e terminamos com spoilers.NOTÍCIASLázaro fala sobre a sequela de ‘Lord Of War' (URL);Erick fala sobre uma má notícia da Disney (URL), um projeto abandonado de Steven Spielberg (URL) e o cancelamento do projeto ‘Redwall' (URL).O QUE ANDAMOS A VER?LázaroTrap House (2025)Anaconda (2025)Spotlight (2015)LuísPizza Movie (2026)Jury Duty (2ª Temporada)Hoppers (2026)ErickOutcome (2026)Rabo de Peixe (3ª Temporada)S4: The Bob Lazar Story (2026)The Drama (2026)Para a semana vamos fazer review da série 'Long Way Home'.Até lá, bons filmes.**Música Original produzida por António Capelo (https://capelo.me)Sigam-nos em:https://twitter.com/peliculapodcasthttps://instagram.com/peliculapodcasthttps://facebook.com/peliculapodcast
Salve, salve, alvinegros da Vila Belmiro! O Santos estreou com derrota na Sul-Americana ao perder por 1 a 0 para o Deportivo Cuenca, em um jogo marcado por muitas chances desperdiçadas e uma falha do goleiro Brazão. Um resultado que poderia ter sido bem diferente pelo volume ofensivo apresentado. Mas a resposta veio rápida: no sábado, o Peixe fez uma grande atuação e venceu o Atlético-MG por 1 a 0, em uma partida onde o placar ficou barato diante da superioridade demonstrada em campo. Neste episódio, Guilherme Mateus, Adriano Alves e Julio Alves analisam essa gangorra de resultados, celebram também os 114 anos do Santos Futebol Clube, e projetam uma sequência decisiva em casa: o confronto pela Sul-Americana contra o Deportivo Recoleta e, pelo Brasileirão, o duelo diante do Fluminense. Uma sequência que, se bem aproveitada, pode mudar completamente o rumo da temporada.
Chaos, Casão, Peixe e Hugo Coelho falando muito de Brasileirão
Em semana de estreia da terceira temporada de Rabo de Peixe, José Jorge Condessa e Kelly Maria Bailey passam pelo estúdio de watch para restabelecerem a sua amizade. Aproveitam para falar sobre serem rivais de dança, a escolha do nome dos filhos, porquê ligar e não mandar mensagens, gostar de mangostão e ter saudades do Hi5.(00:00) Intro(00:23) Recordar Ponto de Encontro(02:03) Facebook e Hi5 deviam voltar?(03:34) Fotografias de Facebook(09:50) Zé e Kelly são sempre par romântico(11:38) Zé e Kelly rivais em Dança com as Estrelas(14:07) Dança com as Estrela devia ser um reality show(14:49) Zé e Kelly revelam como se conheceram(17:59) Saber valorizar o presente(21:59) Perspetiva e diferenças da 1ª. para a 3ª. temporada(26:02) Shoutout ao realizador Augusto Fraga(29:55) Relação com a população de Rabo de Peixe(35:06) Ver ou não episódios antes de saírem para o público geral?(38:37) Preparação física pré-gravações(41:15) Valorização por fazer projetos internacionais?(45:15) Não ver trailers nem ler sinopses(47:13) Empenho de Salvador Martinha em Rabo de Peixe(50:55) O que é que Eduardo e a Bruna faziam se tivessem ganho o dinheiro da droga?(52:21) Ter espaço para mudar partes da história(56:09) Próximo filho de Kelly e Lourenço Ortigão já tem nome?(59:29) Que nome Zé Condessa vai dar ao seu filho?(1:01:56) Descobrimos o verdadeiro nome de Kelly Bailey(1:05:41) Colocar Blue no nome de todos os filhos(1:07:26) Idas para Nisa(1:09:53) Como surge a ligação a Nisa?(1:13:34) De onde surge ligação de PTM com Trás-os-Montes?(1:14:57) Fazer 400 quilómetros num dia para ir jogar futebol(1:16:28) Importância de fazer retiro para desligar(1:20:47) Relação tóxica com o telemóvel(1:24:56) Falar por chamada vs áudios de whatsapp(1:31:55) Desejos de grávida são reais?(1:34:19) Variedade de snacks em estúdio(1:38:02) Zé Condessa novo embaixador do Mangostão?(1:40:49) PTM partilha experiência de fazer aula de respiração guiada(1:42:53) Truque para respirar melhor enquanto se corre(1:44:06) Episódios de séries devem sair todos de uma vez ou semanalmente?
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
O Santos foi derrotado pelo Flamengo por 3 a 1, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. No entanto, a situação financeira e a questão política ofuscam o Peixe em campo. Neste episódio, Bruno Gutierrez e Nagila Luz debatem a estratégia de Cuca para tentar superar o Rubro-Negro e as falhas individuais que custaram pontos no Rio de Janeiro. Além disso, a aprovação das contas da gestão Marcelo Teixeira de 2025, a cobrança da torcida em cima do presidente e o polêmico contrato de aditamento envolvendo o clube e Neymar. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
O mar liso, o sol entre nuvens.Eurídice e Outros Poemas - H.D. (Circulo de Poemas, Ed.Fósforo) - tradução Camila de Mourafullgás - poesia reunida - Antonio Cícero (Companhia das Letras)O Coração Pronto Para Roubo - Manoel António Pina (ed.34) seleção e posfácio Leonardo GandolfiNoite Devorada - Mar Becker (Circulo de Poemas, Ed. Fósforo) Poesia Completa - Samuel Beckett (ed.Relicário) tradução de Gabriela Vescovi e Marcos SiscarMemorando Maximin - Ricardo Domeneck (ed.Ercolano)Poesia Completa -Gilka Machado (Circulo de Poemas, ed. Fósforo)Borda - Mais Alguma Poesia - Flávia Souza Lima (ed.Numa)
Após mais uma derrota em casa, Juan Pablo Vojvoda não suportou a pressão e foi mandado embora do Peixe. De forma rápida o clube optou pela contratação de Cuca. Neste episódio, João Pedro Brandão, Ana Canhedo, José Edgar de Matos e Nagila Luz explicam toda a trajetória da longa noite e madrugada na Vila Belmiro que culminou na troca do comando técnico da equipe. Dá o play!
Nesta quarta-feira (18), nossos comentaristas repercutiram a noite de jogos pela 7ª rodada do Brasileirão e o momento turbulento do Peixe na temporada. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Você deve conhecer a história de Jonas em que ele engolido por um grande peixe, você sabe o que aconteceu depois? Então você precisa ouvir essa história.@venhamamimpodcastMusica: Are We Loose Yet by Blue Dot Sessions
O Santos empatou com o Corinthians por 1 a 1, na Vila Belmiro, com o retorno de Neymar, uma nova escalação, mas problemas antigos dentro das quatro linhas. Neste episódio, João Pedro Brandão, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nagila Luz analisam o clássico, a pressão sobre Vojvoda e debatem sobre qual é a melhor escalação para o Peixe. Gabigol tem sido mais importante para o time que Neymar? Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
A nova era em Belém, com o Presidente António José Seguro, e o impacto das intervenções de Passos Coelho no PSD foram os temas da Vichyssoise. O convidado foi o antigo dirigente do PS, Ascenso Simões. See omnystudio.com/listener for privacy information.
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/a-dor-de-dente-vem-de-um-peixe My first science video in 3 years https://youtu.be/B3m3AMRlYfc?si=WpGMbLON27uEE3CL (via Perplexity) is it true that some american generals are telling their troops that Trump is in a sacred mission that will bring the Armaggedon and with it the return of Jesus? https://www.perplexity.ai/search/is-it-true-that-some-american-jKKvMRrLQ9WaohAaGmOaoQ Why Evolution Made Your Teeth Hurt https://youtu.be/miPIUijJHdo?si=9YNyhV_OxBy86T2Y The Evolutionary Basis of Autism https://youtu.be/0mffmUA7d_4?si=Cyp8KX0-zb9ipcyG U.S. Abandons Citizens Across Middle East | Trump: The Big One Is Coming | Iran War Is “God’s Plan” https://youtu.be/UnupeA5oGRs?si=iuD5njRRPILw4zHL a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
Com direito a um Neymar decisivo, o Santos venceu o Vasco por 2 a 1 e se recuperou no Campeonato Brasileiro. O resultado trouxe alívio para o técnico Juan Pablo Vojvoda, pressionado após a queda no Campeonato Paulista. Neste episódio, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nagila Luz analisam o desempenho do Peixe em campo, as mudanças feitas pelo comandante do Peixe e a atuação de Neymar, que mantém vivo o sonho de disputar a Copa do Mundo. Além disso, fim do transfer ban e a nova patrocinadora master. Dá o play!
O Santos foi derrotado pelo Novorizontino por 2 a 1 - com um gol nos acréscimos do segundo tempo - e acabou eliminado nas quartas de final do Campeonato Paulista. Neste episódio, João Pedro Brandão, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nagila Luz analisam o momento vivido pelo Peixe, os motivos que culminam na falta de um bom futebol apresentado e debatem sobre o quanto Vojvoda está pressionado e se uma derrota contra o Vasco poderá lhe custar o emprego. Dá o play!
O Santos perdeu para o Athletico por 2 a 1, com direito a falhas individuais e coletivas, e vê a crise não ter fim. O resultado voltou a colocar a equipe em xeque depois da vitória sobre o Noroeste. A pressão sobre Juan Pablo Vojvoda e a diretoria aumenta às vésperas do retorno de Neymar. Afinal, qual pode ser o efeito do camisa 10 no coletivo? Ele sozinho pode mudar tudo? Confira análise, informação e debate no programa com José Edgar de Matos, Bruno Gutierrez e Nágila Luz, a “Voz da Torcida” do Peixe.
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O presidente executivo da PeixeBR, Francisco Medeiros, analisa como foi o ano de 2025 para o mercado da Tilápia, após o tarifaço e as importações do Vietnã. E projeta um 2026 melhor.
Não muito tempo atrás, comer salmão era um privilégio de ocasiões raras no ano. O preço alto de um produto nobre, pescado em águas distantes e geladas, não permitia que fosse de outra forma. Mas hoje, nas grandes cidades ocidentais, há quem se dê este luxo várias vezes por semana, apesar do alto custo social e ambiental de uma indústria que parece fora de controle. O salmão encontrado nos supermercados em 2026 tem pouco a ver com as espécies selvagens que eram degustadas até os anos 1980. Nos últimos 40 anos, o consumo mundial do peixe triplicou graças à expansão da criação em cativeiro nos principais países produtores, Chile, Escócia e Noruega. Na maioria das fazendas marinhas, os salmões vivem confinados aos milhares em espaços limitados por gaiolas. Privados de seus hábitos naturais, podem se atacar uns aos outros e são presas fáceis para parasitas, explica Maxime Carsel, autor de um livro que acaba de ser publicado na França: Un poisson nommé saumon : enquête sur une industrie dévastatrice (Um peixe chamado salmão: investigação sobre uma indústria devastadora, em tradução livre). A obra traz imagens impressionantes sobre as condições dos cativeiros e é publicada no momento em que a multinacional Pure Salmon planeja expandir sua produção para oito países, entre eles a França. O projeto, contestado por organizações ambientalistas, visa construir a maior fazenda do peixe do planeta, na região de Gironda. “Há fazendas de salmão onde os peixes se comem uns aos outros, morrem e ou são devorados vivos pelos piolhos-do-mar, que são pequenos crustáceos encontrados nos oceanos que se alimentam do muco dos peixes”, disse ao autor, em entrevista à RFI. “Os salmões ficam então como zumbis – tem peixes que perderam a mandíbula, os olhos, as nadadeiras, mas ainda estão vivos. Esses são os peixes que, no final da cadeia alimentar, podem acabar no seu prato.” Coquetel de agrotóxicos Para enfrentar a proliferação dos parasitas, os produtores utilizam um coquetel de agrotóxicos como deltametrina, azametifos e benzoato de emamectina, que as correntes marítimas espalham para outros lugares. O salmão em si também é fonte de contaminação, ao levar consigo os resíduos químicos até o prato do consumidor. Não à toa, as autoridades sanitárias da Noruega emitiram uma recomendação para as famílias limitarem a ingestão do peixe, apesar de o país ser o líder mundial da produção. Os maiores consumidores são potências desenvolvidas: Japão, Rússia, Estados Unidos e França. Mas para dar conta do apetite europeu, americano e asiático, as empresas recorrem aos países do sul, e até à África. O salmão é um peixe carnívoro que, em cativeiro, costuma ser alimentado com um composto de farinha animal e soja. Em média, são necessários de 1 a 2 quilos de outros peixe para cada quilo de salmão produzido em cativeiro. Peixe para alimentar salmão, e não populações Foi assim que, na costa africana, multiplicaram-se nos últimos anos as usinas de fabricação do alimento, com pescados da região – e em detrimento da população local, denuncia Aliou Ba, diretor de campanhas de pesca do Greenpeace África. “Eles usam, a cada ano, 500 mil toneladas de peixe para produzir farinha e óleo de peixe. Meio milhão de toneladas de peixe poderia alimentar aproximadamente 40 milhões de pessoas na África”, salienta. “Portanto, isso representa um problema sério e constitui o lado obscuro, a outra face dessa indústria de criação de salmão, que prejudica profundamente comunidades e países. Tem um impacto realmente negativo na África Ocidental.” Em países como Mauritânia, Senegal e Gambia, pescadores artesanais não conseguem mais encontrar cardumes de sardinhas como antes. O impacto no setor levou os governos locais a restringirem o uso dos peixes para a produção de farinha – mas os navios pesqueiros agora se deslocam mais ao sul. “Alguns estão se estabelecendo na Guiné-Bissau. Uma coisa é certa: enquanto eles não pararem de explorar excessivamente nossos recursos, deixando nossas mulheres e pescadores desempregados e destruindo nossos ecossistemas marinhos, nós também não vamos parar de lutar contra eles”, garante Aliou Ba. Mortes de trabalhadores no Chile Em seu livro, o jornalista francês Maxime Carsel também aborda o aspecto social da exploração excessiva do salmão. No Chile, catapultado a segundo maior produtor graças aos cativeiros, as condições de trabalho nestas fazendas são bem diferentes da Europa, constata ele. “Pessoas perderam dedos e mãos. Há também aqueles mergulhadores cujo trabalho é limpar as gaiolas de salmão e que morrem porque os cabos caem sobre eles”, aponta. “Perto de cem mergulhadores morreram no Chile nos últimos anos.” Maxime Carsel avalia que um dos poucos freios para reverter este cenário seria a tomada de consciência dos consumidores. No que depender da indústria, a tendência é de crescimento ainda maior do setor. A norueguesa Mowi, líder mundial da produção de salmão, planeja passar dos atuais 520 mil toneladas ao ano para 600 mil toneladas até 2029. A China, onde a demanda é exponencial, está se lançando na produção e até Dubai amplia as duas fazendas de salmão, em pleno deserto.
A estreia do Santos no Brasileiro foi com derrota para a Chapecoense por 4 a 2, na Arena Condá. Neste episódio, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nágila Luz comentam sobre a derrota, projetam a sequência do Peixe na temporada, os próximos compromissos e a movimentação no mercado. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
Em uma noita sem brilho em campo, o Santos arrancou um empate nos minutos finais contra o Corinthians, na Vila Belmiro. Com o resultado, o Peixe segue patinando no Campeonato Paulista, sem conseguir deslanchar. Já são três jogos sem vitória. Neste episódio, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e Nágila Luz analisam a partida e comentam sobre os problemas apresentados pela equipe no clássico. O trio ainda debate a necessidade de reforços, os problemas no planejamento do Peixe e a possibilidade do técnico Juan Pablo Vojvoda dar mais espaço aos jovens do elenco antes da estreia no Campeonato Brasileiro. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
Com um gol sofrido no último minuto do jogo, o Peixe empatou com o Guarani em 1 a 1 e perdeu a chance de subir na tabela do Campeonato Paulista. Neste episódio, Ana Canhedo, Bruno Gutierrez e José Edgar de Matos analisam a partida e comentam sobre as falhas individuais, que custaram pontos neste início de temporada. Além disso, o trio debate o uso dos Meninos da Vila no estadual, a negociação com Michael e o que esperar do Peixe para o clássico contra o Corinthians, quinta-feira, na Vila Belmiro. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 5: Dar o peixe ou ensinar a pescar? Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão.No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann e Luiza MiguezProdução Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre PotascheffGravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo NeumannGerente - Luiza Miguez Desenvolvimento e Aquisição - Claudia EstevesAquisição - Camila LemeCoordenação - Giovana GarcezProdução - Fernando Schaer e Tim WarnerEstagiária de conteúdo - Ingrid Felix Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike CharzukLíder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals