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Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Escritor de Viagem Através dos Séculos - BMOKB#90 Bruno Tavares & Luciano Klein
Culto de 24 de Janeiro de 2026 | Ezequiel 17 nos convida a refletir sobre a inclinação do nosso coração em buscar "saídas" próprias em vez de confiar nos planos soberanos de Deus. Através da história do rei Zedequias e das invasões babilônicas, somos confrontados com o perigo da ambiguidade espiritual e da confiança depositada em estruturas humanas. A pergunta central é: onde está a nossa segurança quando as crises se aproximam?. Que possamos retirar o "Egito" do lugar de destaque em nossos corações e aprender a descansar na providência do Senhor, lembrando que nada é capaz de substituir uma confiança pura e sincera nAquele que governa a história. No fim, o maior plano para nossa vida continua sendo o chamado para ir e fazer discípulos, vivendo de forma que agrade ao Senhor.
Sobre o guia publicado pela associação Acesso Cultura que oferece orientações essenciais para profissionais de comunicação e jornalistas sobre como abordar a deficiência de forma ética e rigorosa. O texto promove a transição do modelo médico para o modelo social, defendendo que a exclusão resulta das barreiras impostas pela sociedade e não de limitações individuais. Através da desconstrução de mitos e estereótipos, o documento desencoraja narrativas sensacionalistas de "superação" ou "piedade", focando-se na dignidade humana e no respeito pela autonomia. São fornecidas estratégias práticas para interações interpessoais e recomendações precisas sobre o uso de terminologia inclusiva e correta. O objetivo central é capacitar o setor cultural para comunicar com sensibilidade, garantindo que as pessoas com deficiência sejam representadas como cidadãos de pleno direito. Esta publicação funciona como uma ferramenta vital para quebrar o paradigma do capacitismo na esfera pública portuguesa.
O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
Tanya 2 adar 2 Hospedar a shechiná através do estudo da Torá
Ao romper o dia, Jesus estava na praia, mas os discípulos não reconheceram que era ele. João 21:4 Feliz Páscoa! Através do sacrifício de Jesus e sua ressurreição podemos trocar o choro de uma vida fadados ao sentimento de que nunca seríamos completos pela alegria de contemplar a vitória de [...]
Onde se investiga como a utilização de Inteligência Artificial (IA) e a tomada de notas tradicional influenciam a compreensão e a memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores descobriram que escrever notas à mão ou combiná-las com IA resultou numa melhor retenção de informação do que usar apenas modelos de linguagem. Embora os estudantes tenham preferido a facilidade e interatividade da IA, esta ferramenta isolada tendeu a promover uma aprendizagem mais superficial. Os resultados indicam que a IA é valiosa para esclarecer dúvidas e reduzir o esforço cognitivo inicial, mas não substitui o processamento profundo exigido pelos métodos clássicos. Assim, os autores sugerem que o sucesso educativo depende da integração equilibrada destas novas tecnologias com estratégias de estudo ativas.#ticeweb
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
O estudo investigou como o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM) afeta a compreensão de leitura e a retenção de memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores compararam a eficácia da inteligência artificial face ao método tradicional de tirar notas. Os resultados demonstram que o ato de escrever notas superou o uso isolado de IA em todos os testes de aprendizagem. Embora os estudantes prefiram a IA por reduzir o esforço cognitivo e facilitar o entendimento inicial, a interação passiva com a tecnologia prejudicou a memorização a longo prazo. O relatório conclui que a combinação de métodos tradicionais com ferramentas digitais é a estratégia mais eficaz para o sucesso educativo. Portanto, a IA deve ser utilizada como um parceiro de pensamento e não como um substituto para o envolvimento cognitivo profundo.
Através da história de José em Gênesis 45, entendemos que muitas vezes somos enviados à frente não para sofrer mais, mas para preservar vidas e cumprir um propósito maior. Deus nos leva por fases — profecia, processo e realidade — moldando nosso caráter, fortalecendo nossa identidade e nos ensinando dependência. O que parece atraso é treinamento. O que parece silêncio é Deus nos formando para algo eterno.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
Ari Pérez, traductor de japonés y autor de Fantasías peligrosas, se une a la conversación para desglosar las tensiones entre la utopía tecnológica y la pérdida de la individualidad. A través del análisis de su obra publicada en Colectivero, Pérez reflexiona sobre cómo el minimalismo cultural y el desapego material podrían ser las claves para la supervivencia humana en un futuro dominado por autómatas. La charla profundiza en las tendencias actuales de la literatura de género en México, destacando el auge del terror y la importancia de que los autores emergentes conozcan la tradición literaria para innovar en el mercado editorial contemporáneo. CHAPTERS / TIMESTAMPS00:00 Introducción: Ari Pérez y su trayectoria en traducción y edición06:10 ¿Optimismo tecnológico? El futuro de la medicina vs. la irrelevancia humana12:45 Antología Fantasías peligrosas: Violencia, muerte y el homenaje a Harlan Ellison19:30 Labor editorial: La identidad local en autores mexicanos y la "ceguera" histórica26:45 El trabajo de traducción de manga y el futuro de la ficción especulativa en editoriales grandes33:00 Nuevos proyectos: Ciencia ficción erótica y convocatoria sobre el futuro de México FAQ ¿Quién es Ari Pérez? Es un traductor, editor de la revista Rocambolesca y autor de la colección de cuentos Fantasías peligrosas. ¿De qué trata su cuento en Colectivero? Es una historia futurista sobre un personaje llamado Marlow que despierta del letargo en una sociedad controlada por robots. ¿Qué tendencias observa en la literatura mexicana actual? Existe un predominio del género de terror, aunque a menudo se recurre a fórmulas repetitivas sobre lo no humano. ¿Qué consejo da a los nuevos escritores? Recomienda dominar la técnica gramatical y estudiar la historia del género para evitar redundancias creativas. // Ari Pérez, tradutor de japonês e autor de Fantasías peligrosas, compartilha sua visão sobre como a tecnologia extrema pode levar ao tédio existencial e à perda da identidade individual. Através de uma análise inspirada em H.G. Wells e na cultura pop, Pérez explora a simbiose entre humanos e autômatos, sugerindo que as sociedades menos materialistas terão maior capacidade de adaptação no futuro. A conversa também aborda o mercado editorial no México, destacando a importância de novas antologias de ficção científica erótica e a necessidade de os autores estudarem a tradição do gênero para evitar clichês e fórmulas repetitivas. FAQQuem é Ari Pérez? É tradutor, editor da revista Rocambolesca e autor do livro Fantasías peligrosas. Qual é o tema do seu conto em Colectivero? A história foca em Marlow, um homem que desperta em uma utopia tecnológica onde os robôs são os verdadeiros guardiões da humanidade. Quais tendências ele observa na literatura mexicana atual? O gênero de terror é o mais popular, frequentemente explorando temas como a maternidade sob uma ótica não humana. Qual conselho ele dá para novos escritores? Ele recomenda o domínio da gramática e o estudo da história do gênero para criar obras autênticas. // Ari Pérez, a Japanese translator and author of Dangerous Fantasies, explores the philosophical depth of modern science fiction and its relationship with artificial intelligence. By examining his short story "Even in Paradise, They Don't Sing All the Time," Pérez discusses the concept of a "hive mind" resulting from absolute economic equality and the decline of intellectual pursuit. This episode provides a professional look at the Mexican literary landscape, identifying the prevalence of horror tropes and the necessity for emerging voices to engage with historical genre foundations to create truly unique narratives in the global market. FAQWho is Ari Pérez? He is a translator, editor of Rocambolesca magazine, and author of the short story collection Dangerous Fantasies.What is the theme of his story in Colectivero? It features a future where humans live in a tech-induced trance and robots have gained autonomy and control. What are the current trends in Mexican speculative fiction? There is a high volume of horror stories, particularly focusing on dark themes of motherhood and non-human entities. What advice does he offer to new writers? He emphasizes learning grammar rules and reading the history of one's genre to ensure originality. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Trechos do livro “Finding Rest in the Nature of the Mind”, de Longchenpa.Longchen Rabjam Drimé Özer ou Longchenpa (1308 - 1364), foi um importante professor do Budismo Tibetano da linhagem Ningma.Longchenpa nasceu em uma vila no Vale Dra em Yuru, no Tibete. Aos onze anos, foi ordenado pela primeira vez, ávido por conhecimento e com grande capacidade de memória, Longchenpa estudou extensivamente com o Terceiro Karmapa Rangjung Dorje e com muitos dos grandes professores de sua época. Ele recebeu não apenas os ensinamentos da linhagem Nyingma de sua familia, mas também recebeu ensinamentos e transmissões de diferentes tradições budistas tibetanas.Em 1332, Longchenpa entrou em um período de retiro de oito meses. Posteriormente, conheceu seu professor principal, Ngagpa Rigdzin Kumaradza, de quem recebeu ensinamentos Dzogchen enquanto viajava de vale em vale, com um grupo nômade de cerca de setenta estudantes. Diz-se que Longchenpa viveu em grande pobreza durante este período, dormindo em um saco e comendo apenas cevada.Após 1350, Longchenpa fugiu para Bumthang (Butão), onde renunciou aos votos monásticos, casou-se e teve uma filha e um filho. Ele também fundou uma série de pequenos mosteiros no Butão, incluindo Tharpa Ling, sua residência principal.Longchenpa não era apenas um estudioso, mas também um praticante dedicado. Ele alcançou níveis profundos de realização através da meditação e da experiência direta, que integrou em seus ensinamentos.Através do seu intelecto radiante e da sua realização meditativa, tanto nos seus ensinamentos como nos trabalhos escritos, Longchenpa foi capaz de reconciliar as aparentes discrepâncias e contradições entre as várias apresentações da visão e o caminho dentro das muitas linhagens de transmissão. Suas obras escritas também são famosas por serem capazes de transferir verdadeiras bênçãos apenas lendo ou ouvindo suas palavras iluminadas.O trabalho de Longchenpa desempenhou um papel crucial na preservação e codificação dos ensinamentos da tradição Nyingma. Ele enfatizou os ensinamentos Dzogchen, que enfocam a natureza da mente e o caminho direto para a iluminação.Os escritos e ensinamentos de Longchenpa continuam a ser estudados e reverenciados no Budismo Tibetano. Ele é considerado uma das figuras mais influentes da escola Nyingma e da tradição budista tibetana mais ampla.
Este relatório da rede EU Kids Online (EUKO) apresenta um estudo abrangente sobre a interação de crianças europeias com a Inteligência Artificial Generativa em 2026. Através de dados de 17 países, a investigação analisa como jovens entre os 9 e os 16 anos utilizam estas ferramentas para fins escolares, criativos e sociais. O documento destaca os benefícios pedagógicos e o potencial de inspiração, ao mesmo tempo que aborda preocupações com a privacidade, desinformação e a possível perda de autonomia intelectual. Adicionalmente, o texto explora as perspetivas das crianças sobre a necessidade de regulamentação e o papel das empresas tecnológicas na proteção dos utilizadores. Conclui-se que, embora a tecnologia ofereça conveniência, existe um apelo urgente por escolhas seguras e responsáveis no ambiente digital moderno.
Sobre um manual da UNESCO e da OMS serve como um guia estratégico para integrar a saúde e o bem-estar no planeamento do setor educativo a nível global. O texto destaca que alunos saudáveis e bem nutridos apresentam um melhor desempenho académico, defendendo a criação de escolas seguras, inclusivas e promotoras de hábitos de vida positivos. A obra detalha metodologias para analisar carências nutricionais, combater a violência escolar e implementar infraestruturas de saneamento adequadas, especialmente para raparigas. Através de diversas ferramentas de diagnóstico e estudos de caso, o documento orienta os decisores políticos na formulação de orçamentos e na monitorização de programas de saúde escolar. O foco central reside na convicção de que a educação e a saúde são pilares interdependentes para o desenvolvimento sustentável e o sucesso dos jovens. Esta abordagem visa transformar as instituições de ensino em ecossistemas que apoiam tanto o crescimento intelectual como a saúde mental e física.
Shakyamuni Buda (563 - 483 a.C.) foi Sidarta Gautama, integrante de uma rica família da Índia, com uma vida repleta de luxo e segurança até seus 29 anos, quando teve seu primeiro contato com a miséria, a doença e o sofrimento humano, então, Sidarta teria dito algo como:“Se o destino final do homem é o sofrimento e a morte, minha vida não faz sentido”. Então, decidiu mudar radicalmente sua vida. Saiu de seu palácio e passou a buscar explicações e soluções para o sofrimento.Através da meditação, ele encontrou a explicação para todas as suas dúvidas e, assim, entendeu o que é a vida. As escrituras dizem que Sidarta apenas permaneceu imóvel diante as investidas de Mara (a ilusão), e então, alcançou a iluminação.Na meditação busca-se cessar a atividade mental ininterrupta, na qual pensamentos e fantasias bloqueiam a experiência direta e intuitiva.Na maior parte do tempo alimentamos pensamentos que podem nos deixar ansiosos, frustrados, com mágoa, raiva, ressentimento ou medo.Tragada por esse vórtice de sensações, nossa atenção perde o foco. É por isso que, muitas vezes, comemos sem sentir o sabor, e olhamos uma pessoa sem vê-la de fato.Por quase meio século, Buda viveu cercado de multidões às quais receitava antídotos para essa dispersão, como a chamada “atenção plena”, prática que consiste em dispensar o máximo de atenção a tudo o que se faz, e que está na base de várias técnicas meditativas.
Esta obra de José Pacheco explora a centralidade dos valores éticos na construção da existência humana e na transformação dos modelos educativos tradicionais. Através de uma compilação de relatos biográficos, fábulas e críticas sociais, o autor reflete sobre conceitos fundamentais como a autonomia, a gratidão e a justiça. O texto denuncia o impacto negativo do consumismo desenfreado e da corrupção, contrastando-os com exemplos de integridade e solidariedade quotidiana. Pacheco defende uma educação baseada na subjetividade comunitária, onde o indivíduo se desenvolve de forma livre mas consciente das suas responsabilidades sociais. Em última análise, o autor utiliza a esperança e o otimismo como ferramentas para superar a crise de valores da sociedade contemporânea.
Veja o vídeo de Rodrigo, o herói de nove anos que salvou a mãe através do 112876d1981-7
A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.
Culto de 17 de Janeiro de 2026Em 2 Coríntios 3, o texto nos ensina que a verdadeira espiritualidade não nasce da obediência rígida à letra da Lei, que por si só mata, mas da dependência do Espírito que vivifica. Através da metáfora do véu de Moisés, vemos que somente em Cristo o entendimento é plenamente restaurado, removendo a cegueira espiritual que nos impede de enxergar a glória de Deus. Somos desafiados a viver um processo de transformação gradual, "de glória em glória", pautando a vida em um coração humilde e na liberdade de quem foi liberto de velhos hábitos para refletir a face de Cristo todos os dias.
Nas reflexões sobre as Reformas Protestantes, aprendemos que a vida cristã deve ser marcada por um arrependimento contínuo e por um amor a Deus que vai além do intelecto. Através do legado dos reformadores e de advertências bíblicas, somos confrontados com o perigo de uma teologia meramente teórica, que não transforma o coração. Somos desafiados a não tratar a fé como uma "moda" ou "grife", mas a buscar nas Escrituras a direção prática para andar com Cristo, lembrando que o verdadeiro milagre está em viver a Palavra de forma genuína todos os dias.
Em Jonas, a história nos ensina que a graça de Deus é frequentemente escandalosa e alcança até aqueles que julgamos não merecer. Através da resistência do profeta, vemos o contraste entre o ódio humano e a misericórdia divina, que utiliza até uma pregação relutante para transformar uma nação inteira. Somos desafiados a confrontar a dureza do nosso próprio coração e a não fugir do chamado de Deus, lembrando que Ele nos usa apesar de nossas falhas para manifestar Sua compaixão ao mundo.
Em Ester, a história nos ensina que existe um propósito divino para todas as coisas, mesmo quando não conseguimos perceber sentido imediato nas circunstâncias. Através da confiança de Mordecai, vemos que Deus é o centro de absolutamente todos os momentos, agindo soberanamente para trazer livramento mesmo quando Seu nome não é mencionado explicitamente. Somos desafiados a reconhecer que nada é desperdiçado nas mãos de Deus e a refletir se não fomos colocados exatamente onde estamos para cumprir os desígnios do Seu plano.
Neste episódio, Luiz Gasparetto faz um dos ataques mais frontais ao infantilismo emocional e à mania de adiar decisões já tomadas. Através de atendimentos ao vivo e comentários incisivos, ele expõe como a maioria das pessoas já sabe o que quer, já sentiu o que precisa fazer, mas se enrola por medo, preguiça emocional e dependência de aprovação.Gasparetto fala sobre ação, empenho e responsabilidade adulta, mostrando que sofrimento prolongado não é destino nem azar, mas consequência direta da falta de atitude. Ele critica a busca por colo, a dependência afetiva, o vitimismo e a necessidade constante de apoio externo, reforçando que ninguém vive bem enquanto não assume o próprio caminho. Um episódio duro, provocador e profundamente educativo sobre parar de se sabotar, sair da manha e bancar a própria vida.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Eldorado” é o novo trabalho do autor brasileiro de banda desenhada Marcello Quintanilha, lançado em Janeiro pela editora belga Le Lombard. Através da história de dois irmãos, a BD esboça um retrato social do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, ritmado pela paixão do futebol, pela música, pelas desigualdades sociais, pela criminalidade e por uma política autoritária. Poderá o sonho da bola sobreviver à dureza do terreno fora das quatro linhas ou estará destinado a ficar fora de jogo num Brasil sem ilusões? “Eldorado” cruza o destino de dois irmãos, Hélcio e Luís Alberto: um sonha com uma carreira de futebol profissional e o outro é apanhado nas malhas da delinquência. Através deles, é a própria história do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, que acompanhamos. A música é omnipresente, numa banda desenhada marcada pelo movimento, planos cinematográficos, um espectro de cores nostálgicas e uma palete de emoções que pinta a complexidade das personagens. “Esse livro recupera o mito do filho pródigo inserido no contexto da classe trabalhadora brasileira da metade do século XX e é uma história de erros, é uma história de afrontar os erros, é uma história de repensar os erros e de tentar solucionar tudo aquilo que dissemos, tudo aquilo que fizemos e que não pode mais ser refeito a não ser ser compreendido e ser um ponto de partida para um novo futuro”, conta Marcello Quintanilha à RFI. “Eldorado” começa com uma introdução sobre a história do Brasil, a preto e branco, inspirada nas gravuras dos folhetos de cordel do nordeste do país. Aí se conta como o futebol, introduzido no país como um desporto de ricos, foi tomado pelas classes populares e se tornou numa revolução silenciosa com uma “faceta jovem, igualitária, impetuosa e transgressiva”. Aí também se conta como, ao longo do século XX, a criminalidade se alimentou da ausência de políticas públicas de inclusão e das desigualdades económicas e sociais e como o contexto político e histórico agravou essas mesmas desigualdades e mergulhou o país numa crise que continua a ameaçar a democracia brasileira até hoje. Nesta obra descrita como um policial neo-realista, as personagens de Hélcio e Luís Alberto vão incarnar a complexidade desse Brasil, entre os anos 50 e 70, na cidade de Caxias, na região do Rio de Janeiro. Esta é também uma história que se inspira no pai de Marcello Quintanilha, um antigo jogador profissional que teve de parar de jogar muito jovem, o que levou a que o tema do futebol fosse, durante muito tempo, um tabu na família. “Metade do livro é baseada na história real dele e a outra metade do livro é uma história ficcional, policial, que serve como espelho entre as duas vertentes: a real e a ficcional”, explica o autor. A influência do pai e a personagem de Hélcio já apareciam noutro trabalho de Marcello Quintanilha, "Luzes de Niterói" (2018). O lado humano das personagens é uma linha de força da obra do autor, em que o passar do tempo, a arquitectura e o próprio Brasil são também personagens. “Eu acho que os meus livros tratam de coisas que eu considero muito humanas. Acho que é, por isso, que o meu trabalho vem despertando tanto interesse fora do Brasil, porque eu trato dos personagens de uma maneira muito humana e a condição humana é algo compartilhado universalmente. Então, Eldorado insere-se no mesmo contexto, na mesma concepção de personagens, na mesma concepção do mundo”, acrescenta. Uma concepção do mundo que tem conquistado o mercado editorial de banda desenhada na Europa, nomeadamente o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, em França. Aí venceu, em 2022, o prémio de melhor álbum, Fauve d'Or, com “Escuta, formosa Márcia” e também ganhou, em 2016, na categoria de melhor história policial com “Tungsténio”, uma BD que também foi adaptada a filme. Nascido em Niterói, no Brasil, em 1971, Marcello Quintanilha passou de autodidacta a um dos maiores autores da BD brasileira contemporânea. Começou a trabalhar para uma editora aos 16 anos e publicou em 1999 a sua primeira novela gráfica, "Fealdade de Fabiano Gorila", que já se inspirava na vida do pai. Instalou-se em Barcelona há 23 anos, graças à série "Sept balles pour Oxford", da editora Le Lombard, com argumento do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo, e fez ilustração para jornais espanhóis como El País e La Vanguardia. Desde então, não parou de desenhar, escrever e publicar. Editou "Salvador" (2005), "Sábado dos meus amores" (2009), "Almas públicas" (2011), "O ateneu" (2012), "Tungsténio" (2014), "Talco de vidro" (2015), "Hinário nacional" (2016), "Luzes de Niterói" (2018), "Escuta, formosa Márcia" (2021) e, agora, “Eldorado”. Em 2020, Marcello Quintanilha estreou-se na ficção com "Desereama".
Nesta semana analisamos alguns sinais concretos da evolução recente do ecossistema tecnológico, com foco em AI, plataformas e infraestrutura.Começamos pelas redes sociais. A Moltbook, uma plataforma pensada para interação entre agentes de inteligência artificial — e não para humanos — serve como ponto de partida para discutir experiências emergentes em torno de AI-to-AI interaction e o que isso pode significar para o futuro das plataformas digitais.Passamos depois para a dimensão estratégica e de capital. Através de artigos do Financial Times e do Wall Street Journal, exploramos como investimentos em infraestrutura crítica — incluindo comunicações, espaço e compute — estão cada vez mais ligados à expansão de sistemas de AI. O caso da SpaceX ilustra como tecnologia espacial, dados e poder estratégico começam a convergir de forma mais explícita.Fechamos com uma leitura integrada: mais do que produtos isolados, a AI está a tornar-se um elemento estrutural de novas plataformas e de grandes decisões de investimento, com impactos graduais — mas relevantes — na arquitetura da internet e no equilíbrio de poder tecnológico.Entre outros temas.Links:Redes sociais e AI (FT):https://www.ft.com/content/e581b7a4-455c-48e6-a87c-c39bb9c62a12https://www.ft.com/content/48ec5657-c2e7-4111-a236-24a96a8d49e7SpaceX e infraestrutura estratégica (WSJ):https://www.wsj.com/tech/ai/the-out-of-this-world-reasons-for-elon-musks-spacex-deal-7c075951?mod=tech_lead_storyMoltbook e redes sociais para AI (NYT):https://www.nytimes.com/2026/02/02/technology/moltbook-ai-social-media.html?smid=nytcore-ios-share
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
Se o plano de Deus é que sejamos como Jesus, precisamos primeiro conhecer Jesus. E como conhecemos alguém? Através das histórias sobre essa pessoa, de suas palavras, de seus atos. É exatamente isso que a Palavra de Deus faz: ela nos apresenta Jesus. Nas páginas das Escrituras, vemos como Jesus amou os rejeitados, perdoou os pecadores, confrontou os religiosos, serviu os necessitados, obedeceu ao Pai mesmo quando isso custou tudo. A Bíblia não é um manual de regras, mas o retrato vivo de Jesus. Quanto mais mergulhamos nessas histórias, mais entendemos quem Ele é. E quanto mais O conhecemos, mais somos transformados à Sua imagem. A Palavra nos ensina não apenas sobre Jesus, mas nos ensina a ser como Jesus.
Aprender a ler e a escrever não é um mero processo mecânico de memorização de sílabas; é um ato de libertação e de conquista de autonomia. As motivações dos alunos revelam o peso da exclusão histórica e o desejo profundo de recuperar a dignidade:A busca pela independência total, para não ter de perguntar nada a ninguém dentro da própria casa.A vontade de se deslocar de forma autónoma, como o sonho de caminhar sozinha pelo Rio de Janeiro sem depender de guias ou de favores.A necessidade prática e emocional de ler a sua própria correspondência e de identificar o nome das flores numa revista.A superação do medo de “não saber nada”, evoluindo para a segurança de conseguir assinar o nome e ler o letreiro de um autocarro.O momento em que a técnica encontra a vida produz uma carga simbólica avassaladora, como se observa no relato sobre o aluno Joaquim ao escrever o nome da sua companheira:“Foi aqui nesta sala que um Joaquim se levantou durante o processo da pesquisa, foi ao quadro negro, apanhou o giz e escreveu Nina. Quando acabou de escrever, deu uma gargalhada nervosa… Ele olhou para mim e disse: ‘Puxa, Dina é o nome de minha mulher'. Eu percebia nos olhos deles uma espécie de alívio centenário, como se tivessem sacudido para fora uma pedra que há séculos repousava sobre os seus ombros.”
Achatamento METAFÍSICO - Gödel e Turing Esse meu vídeo irá analisar as fronteiras ontológicas que distinguem a inteligência humana do processamento computacional, fundamentando-se nos limites lógicos/matemáticos estabelecidos por Gödel e Turing. Veremos também, apoiado em Roger Penrose, que a mente transcende algoritmos formais por possuir uma compreensão semântica e uma inteligência sentiente que as máquinas não podem replicar. Através da filosofia de Xavier Zubiri e a teoria ecológica de Gibson, tentarei contestar o modelo representacional do cérebro, propondo que a percepção humana é uma apreensão direta do real e não uma mera representação de captações de coisas incognocíveis. Por fim, a discussão integra metafísica e física quântica para sustentar uma visão realista, onde a consciência e o livre-arbítrio operam em uma hierarquia ontológica superior à causalidade mecânica de sistemas formais. Disto, estabelece-se que a diferença entre homens e máquinas é de natureza estrutural, não meramente quantitativa, definindo o ser humano por sua abertura viva ao mundo em contraste com o confinamento abstrato da computação em mera linguagem.Autores e Obras Citados nas Fontes• Alan Turing: Citado pelo seu modelo conceitual da Máquina de Turing, uma abstração matemática que define o que significa calcular e que serve de base para toda a computação moderna.• Charles Sanders Peirce: Referenciado por sua Semiótica, na qual o signo é uma mediação entre o sujeito e a realidade. Suas obras sobre semiótica e pragmatismo possuem diversas edições no Brasil, frequentemente sob o título Semiótica.• David Chalmers: Mencionado pelo problema dos Qualia e pela dimensão subjetiva da consciência ("como é" a experiência). Sua obra mais influente, A Mente Consciente, trata extensivamente desses temas e está disponível em português.• Gottfried Wilhelm Leibniz: Citado pelo conceito de Compossível e sua teoria dos mundos possíveis, que integra leis naturais e decisões livres.• James J. Gibson: Autor da Teoria Ecológica da Percepção e crítico do modelo representacional da mente. Sua obra principal, The Ecological Approach to Visual Perception, é a base dessas discussões.• Kurt Gödel: Citado pelos seus Teoremas da Incompletude, que demonstraram limites estruturais na matemática formal e na computação.• Luis de Molina: Criador do Molinismo, citado por sua doutrina sobre o conhecimento médio de Deus e os contrafactuais da liberdade.• Roger Penrose: Citado por sua crítica à redução da mente humana a sistemas algorítmicos, inspirada em Gödel. Penrose argumenta que o pensamento humano possui uma apreensão semântica da verdade que máquinas não possuem. Obras como A Mente Nova do Rei e O Microcosmo da Mente abordam esses temas e estão disponíveis em português.• Tomás de Aquino: Referenciado por sua Metafísica Tomista e pelas Cinco Vias, especificamente a via da contingência, que trata de Deus como causa necessária e vertical. Sua obra magna, a Suma Teológica, está amplamente disponível em português.• Wolfgang Smith: Autor do livro O Enigma Quântico (citado explicitamente com o título em português), onde propõe uma estrutura tripartida da realidade para explicar o colapso da função de onda.• Xavier Zubiri: Citado pela sua obra e conceito de Inteligência Sentiente, que defende a unidade entre sensação e intelecção como uma apreensão direta do real. O livro Inteligência Sentiente possui tradução para o português - editora É Realizações.Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
Tanya 13 shvat Cap 23 Parte 3 -O elevado temor a DUs despertado através do estudo da Torá
Onde se explora como a inteligência artificial generativa está a transformar o trabalho dos designers instrucionais, facilitando tarefas desde o planeamento de cursos até à criação de conteúdos multimédia e acessibilidade digital. Embora a tecnologia promova uma maior eficiência e ajude na dinamização de tarefas repetitivas, o texto alerta para riscos críticos como a erosão da criatividade, a persistência de preconceitos e questões éticas relativas a direitos de autor. Através da análise de vários estudos, observa-se que os profissionais oscilam entre o otimismo pela inovação e o receio da desprofissionalização da área. O autor defende que, no futuro, as competências humanas essenciais residirão na gestão de contextos complexos e na liderança estratégica, elementos que a automação ainda não consegue replicar com precisão. Em última análise, a ferramenta deve ser vista como um suporte modular que exige supervisão humana constante para garantir a qualidade pedagógica.
LET THEM. Deixa eles irem.Nesta mensagem somos confrontados a encarar nossas fraquezas, fracassos e relações que nos paralisam. Através da vida de homens como Moisés, Gideão e Pedro aprendemos que Deus não descarta os imperfeitos, Ele os aperfeiçoa. Hoje é dia de dizer basta à estagnação da alma, às derrotas repetidas e a tudo aquilo que impede o avanço. Se não te impulsiona, let them. Deus ainda não terminou a obra em você.
Enquanto governos investem fortunas em consultorias de imagem, arquivos pixelados de 100kb estão redesenhando o mapa do poder global. Esta investigação revela a ciência oculta por trás do scroll: como a política deixou de ser exercida por decretos para ser codificada em "vírus da mente". Através da semiótica de Roland Barthes e das teorias de Stuart Hall, desvendamos como o público abandonou a passividade para se tornar editor em tempo real da realidade. O eleitor racional deu lugar ao cidadão que decodifica o mundo entre memes, cinismo e batalhas de capital cultural. Afinal, em uma guerra de narrativas, quem domina o pixel domina a percepção. Você está apenas rindo da piada ou sendo recrutado por ela?
Fala Carlão conversa com Shaul Rachmani, COO da PerMe, direto da CES 2026 em Las Vegas, para apresentar uma inovação que une biotecnologia e cuidado pessoal. O executivo detalhou o funcionamento do produto que utiliza a análise do DNA para identificar quais compostos são ideais para cada indivíduo. Essa tecnologia permite que o usuário descubra com precisão quais itens de beleza e saúde realmente funcionam para a sua pele, o que elimina o desperdício com escolhas erradas e produtos ineficazes. Shaul explicou que a solução da PerMe foca na personalização extrema e utiliza os dados genéticos como o guia definitivo para o bem-estar. Fala aí, Shaul!Apoio:Turista ProfissionalRevista AgroRevendaPublique AgroAgênciaRealização:Grupo PubliqueAgradecimentos:John Deere
Neste episódio profundo e tocante, Pr. @Juanribe nos leva a refletir sobre os desafios da vida e as lições que surgem dos nossos arrependimentos.
Aí sim! O esoterismo é um campo vasto de estudos. Há múltiplos sistemas mágicos possíveis, e diferentes vertentes e linhagens para cada abordagem. O estudante que trilha a senda oculta, entretanto, pode ter a certeza de que em algum momento ele vai se deparar com a chamada Magia Astrológica. Esse tipo de operação existe desde a antiguidade e opera em conformidade com as circunstâncias tempo espaciais. Através da observação dos marcos celestes & terrestres é possível estabelecer uma conexão que utiliza desses poderes para a manifestação de qualidades antes potenciais. A magia astrológica permeia a maioria dos sistemas mágicos ocidentais, mesmo que muitas vezes ela não esteja tão explícita nos currículos de estudo das organizações. O que é interessante entender, e que será explicado nesse episódio, é que cada tipo de operação mágica possui uma frequência específica. E essas frequências têm seus bônus & ônus. Essas classificações nos ajudam a compreender melhor as dinâmicas sutis por trás do ato mágico e a nos preparar melhor para sua execução. Vem de play que a gente te explica! --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #50 – 06/02 às 20:00 [Magia Financeira] --- Envie seu relato!
A evolução e o futuro dos gestores de referências bibliográficas, destacando a transição de ferramentas de arquivo estáticas para sistemas integrados com inteligência artificial. Através de uma entrevista com William Gunn, o texto analisa como as inovações tecnológicas, desde o surgimento do Mendeley até aos atuais modelos de linguagem, alteraram a forma como os académicos descobrem e organizam o conhecimento. O autor defende que a IA deve automatizar tarefas enfadonhas, como a extração de metadados e a formatação, sem substituir o esforço intelectual crítico do investigador. Sublinha-se a importância da colaboração social e da transparência no processo de revisão da literatura para garantir a fiabilidade dos dados científicos. Em última análise, o artigo sugere que o sucesso das novas ferramentas depende da sua capacidade de se adaptarem aos fluxos de trabalho reais dos investigadores, protegendo a integridade académica contra as alucinações da tecnologia.
É uma das melhores compositoras musicais da atualidade. Em 2022 venceu o Festival RTP da Canção e conquistou o 9º lugar na final da Eurovisão em Turim, na Itália. Nos últimos anos, MARO colaborou com Eric Clapton, andou em digressão com Jacob Collier e Shawn Mendes e foi representada pelo empresário Quincy Jones (o afamado produtor musical de “Thriller”, de Michael Jackson). No próximo dia 27 de janeiro lança o novo álbum “So Much Has Changed”, que traduz uma fase de transformação, optimismo e luz, apesar das tantas escuridões da atualidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ver jogo da NBA como se estivesse no pavilhão através das Apple Vision Pro com o apoio da iServices https://iservices.pt/ Toda a informação do Podcast em https://ahoradamaca.wordpress.com/ Escreva-nos para horadamaca@icloud.com
Acordar com um desejo é uma coisa; ter a coragem de realizá-lo é outra. Neste episódio, eu conto como decidi transformar uma fantasia ousada em realidade. Através do Sexlog, recrutei cinco homens para uma tarde inesquecível em um motel. A adrenalina de ser o centro das atenções de todos eles ao mesmo tempo... o resultado? Você só descobre dando o play. Prepare os fones.Locução: @ouveamalu
Tanya-1 Tevet Cap 5 Parte 2 -A grandeza espiritual efetuada através do conhecimento da Torá
Tanya-30 kislev Cap 5 Parte 1 -A unificação da alma com Dus,através da Tora
Tanya 14 Kislev Cap 6 Parte 1 -A vitalidade do mundo atraída através da Torá e mitsvot
Baseado no filme Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau, 2011), o episódio promove uma profunda reflexão filosófica sobre a dualidade entre destino e livre-arbítrio. Através da história do político David Norris e sua luta para viver um amor que desafia um plano supostamente traçado por misteriosos "agentes do destino", os professores abordam temas fundamentais como Dharma, Karma, intuição, vontade, provas da vida e o papel da consciência nas escolhas humanas. Inspirados por tradições filosóficas do Oriente e do Ocidente, como o estoicismo, o idealismo kantiano e os ensinamentos de Helena Blavatsky, a conversa propõe que o ser humano, ao desenvolver sua consciência, pode deixar de ser um simples cumpridor de ordens e passar a construir o próprio caminho — não em oposição às leis da Natureza, mas em harmonia com elas. A importância da audácia, da perseverança e da busca pelo sentido mais profundo da vida está presente em toda a narrativa do episódio, que convida o ouvinte a olhar para os sinais do cotidiano com mais atenção, e a reconhecer que a liberdade não se resume à ausência de limites, mas à capacidade de responder com sabedoria, justiça e amor aos desafios da existência. Participantes: Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes Trilha Sonora: Romeu e Julieta, de Tchaikovsky