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Você consegue se visualizar daqui 10 anos? Tem certeza de como tudo será? Bem, eu não. Acho provável que você também não, porque, afinal, os caminhos possíveis são infinitos. E o papo do episódio de hoje é sobre isso! :)O livro de mensagens diárias que cito é “O ano da mudança", da Brianna Wiest.Você pode vir comigo aqui também, oh:— Instagram da Clarice— Newsletter Cadernos & Ideias— Ebook Reconectar-se Através da Escrita— Workshop Diálogo Interno CompassivoSe esse episódio iluminou algo para você, compartilhe e apoie o podcast ajudando a levar esse conteúdo para mais pessoas, por favor! ♡Um super abraço e até o próximo episódio,Clarice
Tanya 19 Adar Cap 35 Parte 4 -Através da Torá,a divindade paira sobre pensamento e fala
Tanya 20 Adar Cap 35 Parte 5 A shechina revela através das Mitsvot mesmo que alma animal não elevou
Você já sentiu que é "demais" para o mundo? Que sua intensidade, sua alegria ou até sua tristeza não cabem nos moldes apressados do dia a dia? Se você já pediu desculpas por sentir profundamente, este episódio é o seu refúgio.Neste episódio do Entre Abacaxis e Versos, mergulhamos na literatura sensível e acolhedora de Roseana Murray. Através de uma curadoria de poemas que tocam a alma, fazemos um convite para você baixar o volume do caos externo e sintonizar na sua própria frequência.Esqueça o relógio. Respire fundo. É hora de validar sua essência e descobrir que a sua sensibilidade não é um erro, mas o seu maior poder.
Onde se detalham doze dimensões fundamentais para cultivar a autonomia e a autorregulação nos estudantes, integrando teoria académica com estratégias práticas de sala de aula. O autor explora competências essenciais como o autoconhecimento metacognitivo, a definição de metas realistas e a gestão eficiente do tempo para melhorar o rendimento escolar. É dada uma ênfase especial à importância da retroalimentação constante, da resiliência perante o erro e da transição para uma motivação intrínseca duradoura. Através de exemplos detalhados, o texto demonstra como a tomada de decisões e a responsabilidade partilhada transformam os alunos em aprendizes mais conscientes. O guia serve como um roteiro pedagógico para que docentes promovam a independência intelectual e a persistência nos seus alunos.
Tanya 17 Adar Cap 35 Parte 2 -Por que a divindade so paira sobre a pessoa através de Mitsvot
Os Milagres Sobrenaturais da Fé - Provoque milagres por meio da sua fé!
ELAINNE OURIVES - DNA DA COCRIAÇÃO - POCKET HERTZ - SINTONIZE SUA VIBRAÇÃO
O guia Vibe Coding 2026 apresenta uma abordagem revolucionária na criação de software, permitindo que qualquer pessoa desenvolva aplicações funcionais utilizando apenas linguagem natural e inteligência artificial. Através da plataforma Google AI Studio, o utilizador descreve as suas ideias e a tecnologia encarrega-se de gerar a lógica e o design sem a necessidade de escrever código manual. O documento enfatiza um processo iterativo, onde a clareza na comunicação com a IA é fundamental para refinar protótipos e converter conceitos em produtos reais. Estão incluídos exemplos práticos, como gestores de tarefas e calculadoras de orçamentos, que demonstram a versatilidade desta metodologia para iniciantes. Em suma, estas fontes ensinam a transformar a tecnologia numa colaboradora invisível, focando-se mais nos resultados e fluxos do que na sintaxe técnica tradicional.
O guia Vibe Coding 2026 apresenta uma abordagem revolucionária na criação de software, permitindo que qualquer pessoa desenvolva aplicações funcionais utilizando apenas linguagem natural e inteligência artificial. Através da plataforma Google AI Studio, o utilizador descreve as suas ideias e a tecnologia encarrega-se de gerar a lógica e o design sem a necessidade de escrever código manual. O documento enfatiza um processo iterativo, onde a clareza na comunicação com a IA é fundamental para refinar protótipos e converter conceitos em produtos reais. Estão incluídos exemplos práticos, como gestores de tarefas e calculadoras de orçamentos, que demonstram a versatilidade desta metodologia para iniciantes. Em suma, estas fontes ensinam a transformar a tecnologia numa colaboradora invisível, focando-se mais nos resultados e fluxos do que na sintaxe técnica tradicional.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Tanya 15 Adar Cap 34 Parte 2 -Hospedar a Shechina através de Tzedaka.
Você acredita que toma decisões racionais, mas a neurociência prova que você é o resultado de testes feitos na sua infância e adolescência. Neste episódio, William Borghetti revela a verdade brutal: as empresas não são lideradas por adultos, mas por crianças e adolescentes em corpos envelhecidos que ainda buscam aprovação e fogem da rejeição. Através de uma jornada pessoal emocionante da superação de uma infância de abusos ao impacto devastador do suicídio de seu pai, William desconstrói o tabu do silêncio masculino . Aprenda como a neuroplasticidade molda quem você é e por que entender sua "criança interna" é a única forma de se tornar um líder de alta performance no mundo real.Disponível no Spotify:Link: https://open.spotify.com/episode/0nornpzZmlZNFEcDfCJe0n00:00:11 - William Borghetti: A voz da neurociência na adolescência. 00:02:08 - O impacto brutal: A perda do pai e o tabu do suicídio. 00:13:23 - A lista do abuso: Como sobreviver a uma infância desgraçada. 00:19:20 - De Mauá para o mundo: O apoio que cria pilotos de A380. 00:27:39 - O que é neuroplasticidade e por que ela nunca para. 00:43:03 - O sequestro do racional pelo emocional no adolescente. 00:53:54 - Gestão e Liderança: Você não lidera adultos. 01:06:58 - Por que os homens morrem mais? A eficácia do método violento.Siga o William no Instagram:https://www.instagram.com/william.borghetti/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
A Quebra da Maldição Hereditária. Esta não é apenas uma oração, é um decreto de liberdade fundamentado na autoridade do Criador. Através do sangue de Jesus, vamos identificar, renunciar e cancelar toda herança negativa que tem tentado paralisar a sua casa e os seus descendentePara selar esta oração e fortalecer a corrente de fé, faça o seguinte: 1️⃣ INSCREVA-SE no canal para não perder nenhum dos 7 dias desta jornada.2️⃣ COMENTE: "Minha família é livre e abençoada pelo Criador" (Isso firma o seu decreto!). 3️⃣ COMPARTILHE com aquela pessoa da sua família que também precisa romper essas cadeias. O bem se multiplica quando é dividido se multiplica.Olá, tudo bem?
Conselho de Segurança debateu “Crianças, Tecnologia e Educação em Conflito”; primeira-dama americana diz crer no fim da divisão tecnológica empoderando a todos para alcançar totalmente seu potencial; um quinto das crianças do mundo vive em zona de conflito ou está em situação de deslocamento.
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Olá, bio-ouvintes! Neste episódio iremos pegar a estrada do tempo. Retornaremos dez anos atrás quando aconteceu o desabamento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, e discutir sobre o crime ambiental acontecido e conversar sobre novos estudos que levantam os impactos biológicos ocasionados pelo derramamento dos resíduos no ambiente. Para discutir sobre o assunto teremos como convidada a Hemily Batista, graduada em biomedicina, mestre e doutora em bioquímica, irá compartilhar seu estudo sobre os Impactos Biológicos, físico-químicos e sociais decorrentes do rompimento da barragem de Fundão. Através da pesquisa, o episódio irá falar como a tragédia afetou a região e as consequências dos impactos ambientais e sociais. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay! CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Hemily Batista. Locução e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 222 - 10 anos do rompimento da barragem do fundão. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Hemily Batista da Silva. Locução e edição: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 26 de fevereiro de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/222-10-anos-do-rompimento-da-barragem-do-fundao/.
Nesta aula, mergulhamos no confronto espiritual entre Haman e Mordechai, revelando que não se trata apenas de dois personagens históricos, mas de duas forças internas que vivem dentro de cada um de nós.Haman representa o ego inflado, a necessidade de honra e reconhecimento — um orgulho que nunca se satisfaz e que acaba levando à autodestruição. Já Mordechai simboliza o bitul, a humildade verdadeira, a firmeza espiritual que não depende de aplausos externos.Através da leitura mística da Livro de Ester, entendemos por que o orgulho é a raiz da queda e como a humildade é o canal da salvação.Purim nos ensina que quando anulamos o ego, revelamos a presença oculta de D'us e transformamos decretos em milagres.Uma aula sobre ego, fé e a verdadeira grandeza.CURTIU A AULA?FAÇA UM PIX RABINOELIPIX@GMAIL.COM E NOS AJUDE A DARMOS SEQUÊNCIA!#meguilatester #mordechai #ester #haman #chassidut #mistica #judaismo #purim #meguila #achashverosh #judeus #amalek #antissemitismo #adar #medrash #midrashim #meamloez #historiajudaica #vashti #judeu #bigtan #teresh #rainhaester #esterrainha #reiassuero #kabala #cabala #persia
Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto de 24 de Janeiro de 2026 | Ezequiel 17 nos convida a refletir sobre a inclinação do nosso coração em buscar "saídas" próprias em vez de confiar nos planos soberanos de Deus. Através da história do rei Zedequias e das invasões babilônicas, somos confrontados com o perigo da ambiguidade espiritual e da confiança depositada em estruturas humanas. A pergunta central é: onde está a nossa segurança quando as crises se aproximam?. Que possamos retirar o "Egito" do lugar de destaque em nossos corações e aprender a descansar na providência do Senhor, lembrando que nada é capaz de substituir uma confiança pura e sincera nAquele que governa a história. No fim, o maior plano para nossa vida continua sendo o chamado para ir e fazer discípulos, vivendo de forma que agrade ao Senhor.
O Escritor de Viagem Através dos Séculos - BMOKB#90 Bruno Tavares & Luciano Klein
Sobre o guia publicado pela associação Acesso Cultura que oferece orientações essenciais para profissionais de comunicação e jornalistas sobre como abordar a deficiência de forma ética e rigorosa. O texto promove a transição do modelo médico para o modelo social, defendendo que a exclusão resulta das barreiras impostas pela sociedade e não de limitações individuais. Através da desconstrução de mitos e estereótipos, o documento desencoraja narrativas sensacionalistas de "superação" ou "piedade", focando-se na dignidade humana e no respeito pela autonomia. São fornecidas estratégias práticas para interações interpessoais e recomendações precisas sobre o uso de terminologia inclusiva e correta. O objetivo central é capacitar o setor cultural para comunicar com sensibilidade, garantindo que as pessoas com deficiência sejam representadas como cidadãos de pleno direito. Esta publicação funciona como uma ferramenta vital para quebrar o paradigma do capacitismo na esfera pública portuguesa.
O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
O documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
Onde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
Tanya 2 adar 2 Hospedar a shechiná através do estudo da Torá
Ao romper o dia, Jesus estava na praia, mas os discípulos não reconheceram que era ele. João 21:4 Feliz Páscoa! Através do sacrifício de Jesus e sua ressurreição podemos trocar o choro de uma vida fadados ao sentimento de que nunca seríamos completos pela alegria de contemplar a vitória de [...]
O estudo investigou como o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM) afeta a compreensão de leitura e a retenção de memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores compararam a eficácia da inteligência artificial face ao método tradicional de tirar notas. Os resultados demonstram que o ato de escrever notas superou o uso isolado de IA em todos os testes de aprendizagem. Embora os estudantes prefiram a IA por reduzir o esforço cognitivo e facilitar o entendimento inicial, a interação passiva com a tecnologia prejudicou a memorização a longo prazo. O relatório conclui que a combinação de métodos tradicionais com ferramentas digitais é a estratégia mais eficaz para o sucesso educativo. Portanto, a IA deve ser utilizada como um parceiro de pensamento e não como um substituto para o envolvimento cognitivo profundo.
Onde se investiga como a utilização de Inteligência Artificial (IA) e a tomada de notas tradicional influenciam a compreensão e a memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores descobriram que escrever notas à mão ou combiná-las com IA resultou numa melhor retenção de informação do que usar apenas modelos de linguagem. Embora os estudantes tenham preferido a facilidade e interatividade da IA, esta ferramenta isolada tendeu a promover uma aprendizagem mais superficial. Os resultados indicam que a IA é valiosa para esclarecer dúvidas e reduzir o esforço cognitivo inicial, mas não substitui o processamento profundo exigido pelos métodos clássicos. Assim, os autores sugerem que o sucesso educativo depende da integração equilibrada destas novas tecnologias com estratégias de estudo ativas.#ticeweb
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Onde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
Através da história de José em Gênesis 45, entendemos que muitas vezes somos enviados à frente não para sofrer mais, mas para preservar vidas e cumprir um propósito maior. Deus nos leva por fases — profecia, processo e realidade — moldando nosso caráter, fortalecendo nossa identidade e nos ensinando dependência. O que parece atraso é treinamento. O que parece silêncio é Deus nos formando para algo eterno.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
Ari Pérez, traductor de japonés y autor de Fantasías peligrosas, se une a la conversación para desglosar las tensiones entre la utopía tecnológica y la pérdida de la individualidad. A través del análisis de su obra publicada en Colectivero, Pérez reflexiona sobre cómo el minimalismo cultural y el desapego material podrían ser las claves para la supervivencia humana en un futuro dominado por autómatas. La charla profundiza en las tendencias actuales de la literatura de género en México, destacando el auge del terror y la importancia de que los autores emergentes conozcan la tradición literaria para innovar en el mercado editorial contemporáneo. CHAPTERS / TIMESTAMPS00:00 Introducción: Ari Pérez y su trayectoria en traducción y edición06:10 ¿Optimismo tecnológico? El futuro de la medicina vs. la irrelevancia humana12:45 Antología Fantasías peligrosas: Violencia, muerte y el homenaje a Harlan Ellison19:30 Labor editorial: La identidad local en autores mexicanos y la "ceguera" histórica26:45 El trabajo de traducción de manga y el futuro de la ficción especulativa en editoriales grandes33:00 Nuevos proyectos: Ciencia ficción erótica y convocatoria sobre el futuro de México FAQ ¿Quién es Ari Pérez? Es un traductor, editor de la revista Rocambolesca y autor de la colección de cuentos Fantasías peligrosas. ¿De qué trata su cuento en Colectivero? Es una historia futurista sobre un personaje llamado Marlow que despierta del letargo en una sociedad controlada por robots. ¿Qué tendencias observa en la literatura mexicana actual? Existe un predominio del género de terror, aunque a menudo se recurre a fórmulas repetitivas sobre lo no humano. ¿Qué consejo da a los nuevos escritores? Recomienda dominar la técnica gramatical y estudiar la historia del género para evitar redundancias creativas. // Ari Pérez, tradutor de japonês e autor de Fantasías peligrosas, compartilha sua visão sobre como a tecnologia extrema pode levar ao tédio existencial e à perda da identidade individual. Através de uma análise inspirada em H.G. Wells e na cultura pop, Pérez explora a simbiose entre humanos e autômatos, sugerindo que as sociedades menos materialistas terão maior capacidade de adaptação no futuro. A conversa também aborda o mercado editorial no México, destacando a importância de novas antologias de ficção científica erótica e a necessidade de os autores estudarem a tradição do gênero para evitar clichês e fórmulas repetitivas. FAQQuem é Ari Pérez? É tradutor, editor da revista Rocambolesca e autor do livro Fantasías peligrosas. Qual é o tema do seu conto em Colectivero? A história foca em Marlow, um homem que desperta em uma utopia tecnológica onde os robôs são os verdadeiros guardiões da humanidade. Quais tendências ele observa na literatura mexicana atual? O gênero de terror é o mais popular, frequentemente explorando temas como a maternidade sob uma ótica não humana. Qual conselho ele dá para novos escritores? Ele recomenda o domínio da gramática e o estudo da história do gênero para criar obras autênticas. // Ari Pérez, a Japanese translator and author of Dangerous Fantasies, explores the philosophical depth of modern science fiction and its relationship with artificial intelligence. By examining his short story "Even in Paradise, They Don't Sing All the Time," Pérez discusses the concept of a "hive mind" resulting from absolute economic equality and the decline of intellectual pursuit. This episode provides a professional look at the Mexican literary landscape, identifying the prevalence of horror tropes and the necessity for emerging voices to engage with historical genre foundations to create truly unique narratives in the global market. FAQWho is Ari Pérez? He is a translator, editor of Rocambolesca magazine, and author of the short story collection Dangerous Fantasies.What is the theme of his story in Colectivero? It features a future where humans live in a tech-induced trance and robots have gained autonomy and control. What are the current trends in Mexican speculative fiction? There is a high volume of horror stories, particularly focusing on dark themes of motherhood and non-human entities. What advice does he offer to new writers? He emphasizes learning grammar rules and reading the history of one's genre to ensure originality. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Trechos do livro “Finding Rest in the Nature of the Mind”, de Longchenpa.Longchen Rabjam Drimé Özer ou Longchenpa (1308 - 1364), foi um importante professor do Budismo Tibetano da linhagem Ningma.Longchenpa nasceu em uma vila no Vale Dra em Yuru, no Tibete. Aos onze anos, foi ordenado pela primeira vez, ávido por conhecimento e com grande capacidade de memória, Longchenpa estudou extensivamente com o Terceiro Karmapa Rangjung Dorje e com muitos dos grandes professores de sua época. Ele recebeu não apenas os ensinamentos da linhagem Nyingma de sua familia, mas também recebeu ensinamentos e transmissões de diferentes tradições budistas tibetanas.Em 1332, Longchenpa entrou em um período de retiro de oito meses. Posteriormente, conheceu seu professor principal, Ngagpa Rigdzin Kumaradza, de quem recebeu ensinamentos Dzogchen enquanto viajava de vale em vale, com um grupo nômade de cerca de setenta estudantes. Diz-se que Longchenpa viveu em grande pobreza durante este período, dormindo em um saco e comendo apenas cevada.Após 1350, Longchenpa fugiu para Bumthang (Butão), onde renunciou aos votos monásticos, casou-se e teve uma filha e um filho. Ele também fundou uma série de pequenos mosteiros no Butão, incluindo Tharpa Ling, sua residência principal.Longchenpa não era apenas um estudioso, mas também um praticante dedicado. Ele alcançou níveis profundos de realização através da meditação e da experiência direta, que integrou em seus ensinamentos.Através do seu intelecto radiante e da sua realização meditativa, tanto nos seus ensinamentos como nos trabalhos escritos, Longchenpa foi capaz de reconciliar as aparentes discrepâncias e contradições entre as várias apresentações da visão e o caminho dentro das muitas linhagens de transmissão. Suas obras escritas também são famosas por serem capazes de transferir verdadeiras bênçãos apenas lendo ou ouvindo suas palavras iluminadas.O trabalho de Longchenpa desempenhou um papel crucial na preservação e codificação dos ensinamentos da tradição Nyingma. Ele enfatizou os ensinamentos Dzogchen, que enfocam a natureza da mente e o caminho direto para a iluminação.Os escritos e ensinamentos de Longchenpa continuam a ser estudados e reverenciados no Budismo Tibetano. Ele é considerado uma das figuras mais influentes da escola Nyingma e da tradição budista tibetana mais ampla.
Este relatório da rede EU Kids Online (EUKO) apresenta um estudo abrangente sobre a interação de crianças europeias com a Inteligência Artificial Generativa em 2026. Através de dados de 17 países, a investigação analisa como jovens entre os 9 e os 16 anos utilizam estas ferramentas para fins escolares, criativos e sociais. O documento destaca os benefícios pedagógicos e o potencial de inspiração, ao mesmo tempo que aborda preocupações com a privacidade, desinformação e a possível perda de autonomia intelectual. Adicionalmente, o texto explora as perspetivas das crianças sobre a necessidade de regulamentação e o papel das empresas tecnológicas na proteção dos utilizadores. Conclui-se que, embora a tecnologia ofereça conveniência, existe um apelo urgente por escolhas seguras e responsáveis no ambiente digital moderno.
Sobre um manual da UNESCO e da OMS serve como um guia estratégico para integrar a saúde e o bem-estar no planeamento do setor educativo a nível global. O texto destaca que alunos saudáveis e bem nutridos apresentam um melhor desempenho académico, defendendo a criação de escolas seguras, inclusivas e promotoras de hábitos de vida positivos. A obra detalha metodologias para analisar carências nutricionais, combater a violência escolar e implementar infraestruturas de saneamento adequadas, especialmente para raparigas. Através de diversas ferramentas de diagnóstico e estudos de caso, o documento orienta os decisores políticos na formulação de orçamentos e na monitorização de programas de saúde escolar. O foco central reside na convicção de que a educação e a saúde são pilares interdependentes para o desenvolvimento sustentável e o sucesso dos jovens. Esta abordagem visa transformar as instituições de ensino em ecossistemas que apoiam tanto o crescimento intelectual como a saúde mental e física.
Shakyamuni Buda (563 - 483 a.C.) foi Sidarta Gautama, integrante de uma rica família da Índia, com uma vida repleta de luxo e segurança até seus 29 anos, quando teve seu primeiro contato com a miséria, a doença e o sofrimento humano, então, Sidarta teria dito algo como:“Se o destino final do homem é o sofrimento e a morte, minha vida não faz sentido”. Então, decidiu mudar radicalmente sua vida. Saiu de seu palácio e passou a buscar explicações e soluções para o sofrimento.Através da meditação, ele encontrou a explicação para todas as suas dúvidas e, assim, entendeu o que é a vida. As escrituras dizem que Sidarta apenas permaneceu imóvel diante as investidas de Mara (a ilusão), e então, alcançou a iluminação.Na meditação busca-se cessar a atividade mental ininterrupta, na qual pensamentos e fantasias bloqueiam a experiência direta e intuitiva.Na maior parte do tempo alimentamos pensamentos que podem nos deixar ansiosos, frustrados, com mágoa, raiva, ressentimento ou medo.Tragada por esse vórtice de sensações, nossa atenção perde o foco. É por isso que, muitas vezes, comemos sem sentir o sabor, e olhamos uma pessoa sem vê-la de fato.Por quase meio século, Buda viveu cercado de multidões às quais receitava antídotos para essa dispersão, como a chamada “atenção plena”, prática que consiste em dispensar o máximo de atenção a tudo o que se faz, e que está na base de várias técnicas meditativas.
Esta obra de José Pacheco explora a centralidade dos valores éticos na construção da existência humana e na transformação dos modelos educativos tradicionais. Através de uma compilação de relatos biográficos, fábulas e críticas sociais, o autor reflete sobre conceitos fundamentais como a autonomia, a gratidão e a justiça. O texto denuncia o impacto negativo do consumismo desenfreado e da corrupção, contrastando-os com exemplos de integridade e solidariedade quotidiana. Pacheco defende uma educação baseada na subjetividade comunitária, onde o indivíduo se desenvolve de forma livre mas consciente das suas responsabilidades sociais. Em última análise, o autor utiliza a esperança e o otimismo como ferramentas para superar a crise de valores da sociedade contemporânea.
Veja o vídeo de Rodrigo, o herói de nove anos que salvou a mãe através do 112876d1981-7
Neste episódio, Luiz Gasparetto faz um dos ataques mais frontais ao infantilismo emocional e à mania de adiar decisões já tomadas. Através de atendimentos ao vivo e comentários incisivos, ele expõe como a maioria das pessoas já sabe o que quer, já sentiu o que precisa fazer, mas se enrola por medo, preguiça emocional e dependência de aprovação.Gasparetto fala sobre ação, empenho e responsabilidade adulta, mostrando que sofrimento prolongado não é destino nem azar, mas consequência direta da falta de atitude. Ele critica a busca por colo, a dependência afetiva, o vitimismo e a necessidade constante de apoio externo, reforçando que ninguém vive bem enquanto não assume o próprio caminho. Um episódio duro, provocador e profundamente educativo sobre parar de se sabotar, sair da manha e bancar a própria vida.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Tanya 13 shvat Cap 23 Parte 3 -O elevado temor a DUs despertado através do estudo da Torá
Neste episódio profundo e tocante, Pr. @Juanribe nos leva a refletir sobre os desafios da vida e as lições que surgem dos nossos arrependimentos.
Aí sim! O esoterismo é um campo vasto de estudos. Há múltiplos sistemas mágicos possíveis, e diferentes vertentes e linhagens para cada abordagem. O estudante que trilha a senda oculta, entretanto, pode ter a certeza de que em algum momento ele vai se deparar com a chamada Magia Astrológica. Esse tipo de operação existe desde a antiguidade e opera em conformidade com as circunstâncias tempo espaciais. Através da observação dos marcos celestes & terrestres é possível estabelecer uma conexão que utiliza desses poderes para a manifestação de qualidades antes potenciais. A magia astrológica permeia a maioria dos sistemas mágicos ocidentais, mesmo que muitas vezes ela não esteja tão explícita nos currículos de estudo das organizações. O que é interessante entender, e que será explicado nesse episódio, é que cada tipo de operação mágica possui uma frequência específica. E essas frequências têm seus bônus & ônus. Essas classificações nos ajudam a compreender melhor as dinâmicas sutis por trás do ato mágico e a nos preparar melhor para sua execução. Vem de play que a gente te explica! --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #50 – 06/02 às 20:00 [Magia Financeira] --- Envie seu relato!
É uma das melhores compositoras musicais da atualidade. Em 2022 venceu o Festival RTP da Canção e conquistou o 9º lugar na final da Eurovisão em Turim, na Itália. Nos últimos anos, MARO colaborou com Eric Clapton, andou em digressão com Jacob Collier e Shawn Mendes e foi representada pelo empresário Quincy Jones (o afamado produtor musical de “Thriller”, de Michael Jackson). No próximo dia 27 de janeiro lança o novo álbum “So Much Has Changed”, que traduz uma fase de transformação, optimismo e luz, apesar das tantas escuridões da atualidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ver jogo da NBA como se estivesse no pavilhão através das Apple Vision Pro com o apoio da iServices https://iservices.pt/ Toda a informação do Podcast em https://ahoradamaca.wordpress.com/ Escreva-nos para horadamaca@icloud.com
Tanya-1 Tevet Cap 5 Parte 2 -A grandeza espiritual efetuada através do conhecimento da Torá
Tanya-30 kislev Cap 5 Parte 1 -A unificação da alma com Dus,através da Tora
Baseado no filme Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau, 2011), o episódio promove uma profunda reflexão filosófica sobre a dualidade entre destino e livre-arbítrio. Através da história do político David Norris e sua luta para viver um amor que desafia um plano supostamente traçado por misteriosos "agentes do destino", os professores abordam temas fundamentais como Dharma, Karma, intuição, vontade, provas da vida e o papel da consciência nas escolhas humanas. Inspirados por tradições filosóficas do Oriente e do Ocidente, como o estoicismo, o idealismo kantiano e os ensinamentos de Helena Blavatsky, a conversa propõe que o ser humano, ao desenvolver sua consciência, pode deixar de ser um simples cumpridor de ordens e passar a construir o próprio caminho — não em oposição às leis da Natureza, mas em harmonia com elas. A importância da audácia, da perseverança e da busca pelo sentido mais profundo da vida está presente em toda a narrativa do episódio, que convida o ouvinte a olhar para os sinais do cotidiano com mais atenção, e a reconhecer que a liberdade não se resume à ausência de limites, mas à capacidade de responder com sabedoria, justiça e amor aos desafios da existência. Participantes: Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes Trilha Sonora: Romeu e Julieta, de Tchaikovsky