POPULARITY
Categories
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#305 – Aprendizados práticos para resultados concretos com IA”. Nele, Reinaldo Sima, CTO da MRV, revela como a empresa conseguiu aplicar tecnologias avançadas de forma prática, reduzindo tarefas que levavam meses para apenas algumas horas. Ele compartilha o caminho para equilibrar a visão de futuro com ganhos imediatos que justificam o investimento em inovação. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Transformação digital na MRV com IA; Análise rápida de 150 mil contratos; Agentes especializados por área; IA self-service para usuários de negócio; Automação de processos corporativos; Equilíbrio entre visão e resultados imediatos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#310 – Cogna: O efeito da IA descentralizada na eficiência operacional”. Nele, Igor Freitas, VP de Tecnologia na Cogna Educação, mostra como criar regras claras para usar IA nos negócios, evitando a abordagem do "deixa rolar". Ele explica por que esperar demais para implementar essa tecnologia pode deixar sua empresa dois anos atrás da concorrência e como assumir riscos calculados para obter resultados reais. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Modelos de IA: centralizado x descentralizado; Framework mínimo de governança; Infraestrutura de dados para IA; Impacto da demora na adoção; Riscos calculados em IA; Erros comuns de implementação. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Será que o seu site JavaScript está otimizado para os mecanismos de busca? Neste Snippet, Filipe Guimarães, Tech Lead na dti digital, revela como as diferentes estratégias de renderização do Next.js podem transformar a indexação do seu conteúdo. Descubra por que o SEO deixou de ser apenas responsabilidade do marketing e como desenvolvedores podem utilizar ferramentas nativas para otimização automática. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: SEO para desenvolvedores; Como buscadores indexam e priorizam HTML; Estratégias de renderização: SSG, SSR e CSR; API Routes para cache e segurança; Otimização automática com Next/Image; Implementação da Metadata API. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#311 – Bradesco: Maturidade tecnológica que virou eficiência”. Nele, Cristiane Vagas, Superintendente Executiva no Bradesco, revela como a instituição criou um ambiente que prioriza iniciativas de IA com base nas necessidades reais dos clientes. Ela compartilha a jornada de transformação que habilitou colaboradores a experimentar e contribuir com novas ideias, enquanto equilibra inovação com desenvolvimento de pessoas. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Ambientes favoráveis à inovação; Priorização de IA baseada no cliente; OKRs e alinhamento estratégico; IA transformando experiência do cliente; Tecnologia alinhada ao valor corporativo. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#232 n8n na prática: benefícios e automações funcionais”. Nele, Givaldo Moreira, Tech Manager, e José Victor Machuca, Analista de Desenvolvimento Sênior, ambos da dti digital, discutem quando usar automação visual para agilizar entregas e quando o código se torna crucial para soluções mais robustas, sem esquecer os desafios das ferramentas de IA em constante mudança. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: n8n vs. IDEs de IA (Cursor, Copilot); n8n para automações simples e MVPs; Pro-code para lógicas complexas; Instabilidade de frameworks de IA; n8n: primeiro passo em automação de IA; Decisão de ferramentas para desenvolvedores; Manutenção de projetos com ferramentas de IA; Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Para si que não tem assunto de conversa com alguns dos seus parentes, nós ajudamos com trivia e curiosidades de Natal - os famosos desbloqueadores de conversa do Bruno Aleixo!
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#315 – TikTok: Decifrando a jornada hiperpersonalizada do consumidor digital”. Nele, Silvia Belluzzo, Diretora de Marketing Latam no TikTok, revela como o comércio digital está migrando rapidamente de interfaces frias para jornadas imersivas e engajadoras. Além disso, ela compartilha insights sobre como o Live Commerce e a compra por entretenimento estão transformando a maneira como as marcas se conectam com seus consumidores, criando comunidades em vez de apenas vendas. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Live Commerce e suas tendências Do e-commerce tradicional às experiências imersivas TikTok Shop como disruptor digital Shoptainment: comércio com entretenimento Hiperpersonalização de audiências Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quanto do seu tempo como desenvolvedor é desperdiçado em tarefas repetitivas? Neste Snippet, Luis Diniz, Product Manager na dti digital, compartilha insights valiosos sobre como a IA pode automatizar atividades manuais para dar prioridade aos trabalhos mais estratégicas. Ele também compartilha exemplos práticos para utilizar a inteligência artificial como amplificadora de capacidades técnicas. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Automação de tarefas técnicas repetitivas; IA na geração de documentação técnica; Síntese de discussões arquiteturais; IA como agente de síntese técnica; Análise contextual de sistemas complexos; Otimização de performance via IA; Identificação de padrões anômalos; Análise de riscos arquiteturais. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 26/12/2025*
Como decidir entre demandas técnicas e de negócio na hora da priorização? Neste Enzimas, Adine Dário, Especialista em Produto na Alelo, questiona a separação rígida entre estas demandas e compartilha como alinhar o roadmap à estratégia corporativa. Ela aborda como iniciativas técnicas como segurança e migrações impactam diretamente os resultados, apresentando caminhos para um balanceamento mais eficiente dos recursos. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Desmistificação da separação técnico x negócio; Impacto estratégico das demandas técnicas; Tradução de requisitos técnicos em valor mensurável; Alinhamento do roadmap à estratégia corporativa; Balanceamento entre melhoria contínua e inovação. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#309 – dti digital: como priorizar esforços em IA que impactam o ROI”. Nele, Fernanda Vieira, Head de Engenharia, e Francisco Malaguth, Cientista de Dados Sênior, ambos da dti digital, revelam como estabelecer uma ambição estratégica clara para os investimentos em inteligência artificial. Eles compartilham insights sobre como avaliar a prontidão da organização para criar um roadmap que conecte tecnologia a resultados tangíveis de negócio. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Estratégia clara para investimentos em IA; Avaliação de AI readiness; Quick wins em projetos de IA; IA para clientes x IA interna; Gestão de risco em inovação. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#251 Carreira em tecnologia: habilidades essenciais para se desenvolver”. Nele, nossos hosts discutem a redefinição da senioridade na era da inteligência artificial e por que as empresas estão priorizando a contratação de desenvolvedores seniores apesar da automação crescente. Eles também refletem sobre como a bagagem técnica e o olhar crítico se tornaram diferenciais valiosos e o paradoxo na formação da próxima geração de desenvolvedores que estão se aproximando cada vez mais da função de arquiteto. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Senioridade na era da IA; Revisão crítica como diferencial sênior; Desafios de juniores com código-IA; Valor da experiência em codificação manual; Alta demanda por seniores no mercado. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Você está se perguntando como se destacar quando a IA já consegue escrever tanto código? Neste episódio, nossos hosts discutem a transformação na estrutura das carreiras tecnológicas diante da automação e inteligência artificial. Eles revelam quais habilidades farão a diferença para desenvolvedores a partir de agora. Além disso, eles falam sobre a evolução do papel do engenheiro de dados e como a crescente importância da cibersegurança pode abrir novos caminhos na jornada profissional. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Escassez de devs sênior x falta de vagas júnior; Transformação da pirâmide de carreira pela automação; Novas habilidades para desenvolvedores na era da IA; Pensamento crítico na revisão de código-IA; Conceitos fundamentais para novos desenvolvedores; O engenheiro de dados como habilitador de IA; Cibersegurança como área promissora; Governança de dados e sua relevância crescente; Adaptação às transformações do setor tech. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#326 – Tendências em produto e design: inteligência estratégica além da artificial”. Nele, Alexandre Loriggio, Gerente de Produtos, e Sofia Orsini, Designer Líder, ambos da dti digital, exploram como a capacidade humana se torna crucial para validar e direcionar seus multiagentes, garantindo que a tecnologia sirva ao contexto do seu negócio. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Contexto humano e limites da IA; Gestão de riscos em multiagentes; Papel de POs e Designers na era da IA; Tradução de conhecimento para multiagentes; Metodologias de experimentação com IA. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você tem sentido dificuldade em amar? Já se decepcionou, se feriu ou quis desistir de demonstrar amor?A Palavra de Deus nos chama a algo maior em Efésios 5:1–2: “Sede imitadores de Deus… e andai em amor.”Neste devocional, vamos falar sobre a coragem para amar como Cristo nos amou, com entrega, verdade e profundidade.Aqui você vai receber uma palavra que cura, restaura e renova seu coração para amar novamente — com sabedoria, graça e fé.Assuntos abordados: • O que significa imitar a Deus como filhos amados • Como Cristo nos dá o modelo perfeito de amor • Por que amar exige coragem • Como desenvolver coragem para amar na prática • Oração final de restauração
Suas métricas técnicas estão gerando impacto ou apenas ruído para os executivos? Neste Enzimas, Jonathan Santos, Executivo de TI na Vivo, explica por que termos muito nichados não convencem a diretoria e mostra como transformar o diagnóstico técnico em linguagem de resultados de negócio. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Por que TI é vista como centro de custo; Desconexão entre métricas técnicas e linguagem executiva; O erro de apresentar diagnóstico em vez de impacto; O líder de tecnologia como tradutor de valor. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#250 DORA Metrics: avaliando a construção do código com IA”. Nele, nossos hosts fazem suas apostas para o DORA 2026, olhando para as métricas realmente necessárias, o futuro da integração de IA nos pipelines e os novos desafios de segurança que estão surgindo. Descubra o que especialistas estão apostando para o próximo relatório e como isso pode transformar o desenvolvimento de software. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Evolução DORA 2025-2026; Métricas absolutas; IA nos pipelines; Segurança na era da IA; Processos x ferramentas; Ferramentas emergente. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Seu time realmente está mais produtivo com IA ou isso é apenas uma percepção enganosa? Neste episódio, nossos hosts discutem o relatório DORA 2025, revelando a surpreendente disparidade entre a percepção dos desenvolvedores sobre sua produtividade e os resultados reais medidos. Entenda por que a inteligência artificial pode estar amplificando problemas existentes em vez de resolvê-los e como as métricas estão mudando na era da IA. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Métricas DORA 2025; IA: velocidade x estabilidade nas entregas; Percepção x realidade na produtividade; Arquétipos de equipes na era da IA; Desigualdade na adoção tecnológica; Novas habilidades para desenvolvedores; Impacto social da IA no desenvolvimento; Previsões para DORA 2026; IA e segurança no código. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Como a computação quântica poderá gerar valor no mercado de negócios? Neste episódio, Pedro Dantas, Head de Cibersegurança na dti digital, explica como esta tecnologia transformadora vai além da computação clássica e por que as organizações precisam entender seus impactos na cibersegurança e nos processos de negócio. Além disso, ele ainda explica quando é o momento certo para uma empresa começar a olhar para esta nova era tecnológica. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Diferenças entre computação quântica e clássica; O conceito de superposição quântica; Aplicações na bioinformática e medicina; Avanços recentes: o chip Majorana 1; Otimização de processos empresariais; Edge Computing e suas aplicações imediatas; Cibersegurança na era pós-quântica; Preparação de lideranças para a revolução quântica; Migração de sistemas criptográficos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Sala de Redação dessa segunda-feira (8) falou sobre a última rodada do Campeonato Brasileiro, e repercutiu a vitória do Inter sobre o Bragantino. O programa falou sobre os motivos da temporada do Internacional ter sido tão decepcionante, e quais mudanças são necessárias para 2026. Além disso, Odorico Roman assume o Grêmio nessa segunda-feira, e o Sala falou sobre o que esperar do clube nesse novo ciclo.
E se as suas decisões mais importantes estiverem sendo sabotadas pelo seu próprio cérebro? Neste Enzimas, Thays Rodrigues Faria, Gerente de Projetos na MCIO Brasil, revela como vieses inconscientes comprometem projetos, aumentando custos e prazos. Ela também compartilha rituais práticos para neutralizar esses sabotadores mentais antes que afetem os resultados. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Vieses inconscientes como sabotadores; O "piloto automático" do cérebro; Ancoragem em estimativas e suas consequências; Viés de confirmação: ignorando evidências contrárias; Otimismo de planejamento e subestimação de riscos; O risco de persistir em projetos inviáveis; Identificação de sinais de alerta de vieses; Rituais práticos para decisões melhores; Critérios para abandonar projetos que não performam. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Bets fazem patrocínios de camisas do Brasileirão saltarem 125% em 2 anos e superarem R$ 1 bilhão. Prisão de Bacellar complica vida de Cláudio Castro no TSE. Acidente com barra de supino: como impacto forte no tórax pode levar a morte rápida. Mundial de Clubes, Preta Gil e Labubu: os assuntos que mais estiveram em alta no Google em 2025.
Thiago Gobbo - Diretor de Assuntos de Regulação Fundiária do ITESP - Títulos entregues by Governo do Estado de São Paulo
Thiago Gobbo - Diretor de Assuntos de Regulação Fundiária do ITESP - Comprovação de função social by Governo do Estado de São Paulo
Thiago Gobbo - Diretor de Assuntos de Regulação Fundiária do ITESP - Processos de regularização by Governo do Estado de São Paulo
Thiago Gobbo - Diretor de Assuntos de Regulação Fundiária do ITESP - Critérios para análise by Governo do Estado de São Paulo
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#249 Tendências tecnológicas: maturidade digital como prioridade”. Nele, nossos hosts, juntamente com Samuel Paiva, d'Os Agilistas, listam os desafios da transição de arquiteturas monolíticas para sistemas multiagentes e compartilham insights valiosos sobre como desenvolvedores podem gerenciar essa complexidade crescente. Eles também mostram como essa mudança impacta diretamente o trabalho do desenvolvedor e quais habilidades serão essenciais para o futuro. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Transição de sistemas monolíticos para multiagentes; Paralelos entre microsserviços e sistemas multiagentes; Benefícios da especialização de agentes; Segurança e isolamento de dados; Otimização de custos em infraestrutura; Governança e maturidade organizacional; Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Thiago Gobbo - Diretor de Assuntos de Regulação Fundiária do ITESP - Como funcionam os acordos by Governo do Estado de São Paulo
Sua empresa está investindo em tendências tecnológicas que nunca trarão resultados reais para o negócio? Neste episódio especial de tendências, Fernanda Vieira e Igor Castro, ambos da dti digital e hosts do Entre Chaves, debatem sobre a chamada "bolha de IA" e como distinguir entre as expectativas elevadas e os projetos que realmente chegam à produção. Eles compartilham insights sobre como executivos podem avaliar investimentos em tecnologia e construir uma fundação sólida antes de avançar para soluções mais complexas. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Bolha de IA e expectativas de mercado; Tendências tecnológicas do Gartner; Transformação nos times de desenvolvimento; Modelos de linguagem e multiagentes; Segurança em desenvolvimento de software; Sistemas legados e cibersegurança; Maturidade tecnológica para executivos; Fundações para adoção de IA; Treinamento de IA com dados proprietários; Visão crítica sobre uso de inteligência artificial. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual é o verdadeiro custo de uma plataforma fora do ar para o seu negócio? Neste Enzimas, Mirella Garcia, Coordenadora de Sustentação na Natura &Co, compartilha estratégias essenciais para detectar, diagnosticar e conter falhas técnicas que podem comprometer a experiência do cliente e a reputação da marca. Ela reflete sobre como a estabilidade de plataformas digitais transcende questões técnicas e se torna um indicador-chave da confiabilidade do negócio. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: O custo real da indisponibilidade de plataformas; Causas comuns de falhas em e-commerce; Os 5 pilares para gestão de incidentes críticos; Estratégias de detecção e diagnóstico rápido; Monitoramento como ferramenta estratégica; Responsabilidade compartilhada entre áreas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ainda há tempo para experimentar IA sem um objetivo claro? Neste episódio, Alexandre Loriggio, Gerente de Produtos, e Sofia Orsini, Designer Líder, ambos da dti digital, refletem sobre como a inteligência artificial está transformando o design e desenvolvimento de produtos, mas alertam para os riscos de implementação sem direcionamento estratégico. Além disso, eles falam da importância da governança balanceada, o valor das soft skills na era da IA e como evitar as multas bilionárias por erros de implementação. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Soft skills na era da IA; IA com propósito estratégico; Governança em IA sem inibir inovação; Design systems para produtos AI First; Automação de tarefas repetitivas; Expertise humana x capacidades da IA; Contexto adequado para resultados da IA; Capacitação de times para diretrizes de IA; Foco no usuário antes da IA; A "bolha de IA" e o futuro dos produtos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando o nosso grupo monta acampamento para descansar das aventuras, é hora de conversa séria. Assuntos importantíssimos que podem decidir o futuro da humanidade. Ouça! É bem rapidinho.
O que você não está enxergando sobre a experiência que oferece aos seus clientes? Neste Enzimas, Ana Clara Ferraz Andrade, Designer de Experiência do Usuário na dti digital, traz estratégias para capturar insights valiosos dos clientes nos momentos mais críticos da jornada. Ela apresenta diferentes tipos de feedback e momentos estratégicos para evitar a perda silenciosa de negócios. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: O impacto do cliente insatisfeito e silencioso; Feedback proativo e retenção de clientes; Momentos estratégicos para coleta de feedback; Tipos de feedback do cliente; Canais eficientes para feedback espontâneo; Análise de métricas comportamentais; Estratégias de e-mail para aumentar respostas; Implementação de pop-ups não invasivos; Identificação de sinais de abandono de clientes; Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
E se você pudesse acelerar a modernização de sistemas legados com IA e economizar milhões com licenças? Neste conteúdo, Francis Costa, Arquiteto de Software na dti digital, compartilha como seu time enfrentou o desafio de substituir um sistema crítico de compliance em tempo recorde, adotando o Cursor como parceiro de desenvolvimento. Isso não só impactou os resultados de negócio, mas também a produtividade interna da equipe. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Modernização de sistemas legados; IA no desenvolvimento de software; Implementação da ferramenta Cursor; Planejamento estratégico em 3 etapas; Métricas de desenvolvimento; Superação da resistência cultural sobre uso da IA; Learning loops e boas práticas; Otimização de custos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Sua empresa está perdendo talentos valiosos e você não sabe como reverter essa situação? Neste episódio, recebemos Fernanda Camargos, Head de Pessoas, e Angela Duarte, Head de Operações, ambas da dti digital, para discutir o impacto do alto turnover nas organizações. Elas compartilham insights sobre como a transparência, o diálogo aberto e os diferentes formatos de trabalho afetam a retenção de talentos no atual cenário profissional. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Alta rotatividade no mercado brasileiro; Impactos na produtividade dos times; Novas expectativas dos profissionais; Transparência e diálogo na retenção; Trabalho remoto x presencial; O que os talentos buscam nas empresas; Comunicação e alinhamento de expectativas; Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você sente que está sempre esgotado ao final do dia, mesmo sem ter feito nada de diferente? Neste Enzimas, Rebeca Cândido, PO e Liderança dos Podcasts da dti digital, reflete sobre como as pequenas escolhas diárias moldam silenciosamente a cultura de uma organização e o desempenho dos times. Ela compartilha estratégias práticas para transformar o excesso de decisões em uma vantagem competitiva para líderes sobrecarregados. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados Impacto das microdecisões na liderança; Construção de cultura através de escolhas diárias; Liderança intencional x reativa; Microdecisões intencionais; Redução de sobrecarga decisória; Olhar de produto na gestão de pessoas; Bloqueio de tempo para foco; Delegação para autonomia dos times. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Sala de Redação desta quinta-feira (13) debateu a luta do Inter contra o rebaixamento. O programa também projetou o futuro do Grêmio, com novo presidente.
O Café PT desta quarta-feira (12) recebeu a coordenadora do Setorial Nacional de Assuntos Indígenas do PT, Tani Rose, que falou sobre as articulações e principais pautas apresentadas por populações indígenas na COP30.
O medo de vazamentos de dados está atrasando seus processos de auditoria? Neste conteúdo, Robson Freitas, PO na dti digital, compartilha como a inteligência artificial automatiza o tarjamento de informações em documentos e acelera a conformidade com a LGPD. Descubra como transformar um processo que levava dias de revisão em minutos, liberando times para atividades estratégicas enquanto garante maior precisão na proteção de informações críticas. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: IA para proteção de dados sensíveis; Conformidade com a LGPD; Automação de processos manuais; Identificação precisa de dados sensíveis; Equilíbrio entre privacidade e transparência; Proteção eficaz de informações críticas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Seu time de produto passa mais tempo em tarefas operacionais do que na criação de valor estratégico? Neste episódio, Sofia Orsini, Designer Líder na dti digital, reflete sobre o papel importante do Product Ops em ser a ponte para transformar visão em execução eficiente. Descubra práticas que resolvem a perda de disciplina operacional e eliminam trabalhos duplicados entre times, permitindo uma visão mais holística do produto. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Definição e propósito do Product Ops; Os pilares do Product Ops; Implementação em diferentes escalas; Liberando PMs de tarefas administrativas; Paradoxo da produtividade operacional; Desafios na estruturação de dados; IA como ferramenta no Product Ops; Gestão da mudança e resistências; MVP para operação de produto. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Seu produto não está entregando os resultados esperados, mesmo com novas funcionalidades? Neste Enzimas, Luiz Alvaro Wienc, Gerente de Portfólio e Governança de TI na Vivo, compartilha dicas práticas e insights valiosos para você identificar se é hora de ajustar o rumo do seu produto. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Diagnóstico de eficiência do produto; Métricas estagnadas e KPIs; Feedback do cliente; Backlog e OKRs; Jornada e experiência do cliente; Benchmarking e diferenciação; Experimentação; Visão estratégica de produto. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quanto tempo você perde esperando relatórios de dados desatualizados para tomar decisões? Neste conteúdo, recebemos Angela Duarte, Head de Operações, e Raquel Wittig, Tech Manager, ambas da dti digital. Elas revelam como a acessibilidade de dados usando IA está acelerando a tomada de decisão nas empresas, eliminando barreiras entre executivos e informações estratégicas, além de criar uma cultura verdadeiramente data-driven nas organizações. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Falta de acessibilidade de dados; Assistentes de IA para interpretação de informações; Processos de implementação e integração de dados; Qualidade e confiabilidade em análises com IA; Redução do tempo de acesso a dados; Democratização do acesso a dados para gestores; Dados como motor de decisões inteligentes; Integração de múltiplas fontes em ambiente único. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como transformar uma indústria altamente regulada em uma plataforma de serviços digitais? Neste episódio, Vitor Garcia, CIO, e César Ortolani Marcondes de Castro, Head of Digital Services & Solutions, ambos da Embraer, revelam os bastidores da jornada de modernização tecnológica e como isso impacta o setor aeronáutico. Eles compartilham como a empresa está simplificando a experiência do cliente, aumentando a eficiência operacional e reduzindo custos em um ambiente onde segurança é inegociável. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Propósito da Embraer Digital Platform; Inovação em setor altamente regulado; Transformação cultural para inovação; Princípio "Safety First, Quality Always"; Engajamento do cliente no desenvolvimento; IA na manutenção preditiva; De produto para plataforma de serviços; Hiperpersonalização por dados; Tecnologia para redução de custos; O futuro digital da aviação. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O quanto as instituições financeiras perdem ao ignorar os dados transacionais? Neste Enzimas, Iago Oselieri, CEO da InvestPlay, reflete sobre como instituições financeiras podem utilizar dados transacionais para criar experiências hiperpersonalizadas que geram resultados tangíveis. Ele compartilha insights sobre como identificar padrões nos hábitos de consumo dos clientes e transformá-los em ofertas personalizadas que aumentam significativamente métricas de negócio. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Dados inteligentes e relações com consumidores; IA no mercado financeiro Uso atual da IA em instituições financeiras; Potencial dos dados transacionais; Identificação de hábitos de consumo; Personalização de ofertas financeiras; Hiperpersonalização em produtos de crédito. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do ator, diretor e pesquisador, com bacharelado em Artes Cênicas, mestrado em Comunicação e Semiótica e doutorado em Artes Cênicas, Gustavo Sol.Só vem!>> OUÇA (154min 45s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Gustavo Garcia da Palma, que se autodenomina Gustavo Sol, é performer, ator, diretor e pesquisador, atuando também como professor de teatro e preparador de atores para cinema, teatro e dança.Pesquisa a relação entre computação, neurociência e performatividade, utilizando técnicas de biosensoriamento como Near Infrared Espectroscopy (NIRS), Eletroencefalografia (EEG), Eletrocardiografia (ECG), Eletromiografia (EMG), Resistência Galvânica da Pele (GSR) entre outras, para coletar dados durante a performance como interface cérebro máquina em ambientes poéticos multimídia.É Pós Doutorando pela UFABC, Programa de Neurociência e Cognição, no Laboratório de Neurociências Aplicadas, sob a supervisão de João Ricardo Sato.É Doutor pela ECA/USP (2013 - 2017 - bolsa CAPES), sob orientação do Dr. Luiz Fernando Ramos. Fez Doutorado Sanduíche na Universidade Paul-Valery Montpellier III, em 2016, com curso em Berlim (Alemanha) sobre Dramaturgia Digital com a equipe criadora do software Isadora (Troika Tronix), além de estágio no Centro de Epilepsia de Zurique (EPI Klinik, Zurich, Suíça, 2016). Ainda em 2016, elaborou residência artística junto com Daniel Romero, artista multimídia e diretor do Laboratório de Artes e Tecnologia no hTh - CND, Montpellier, França. Seu trabalho performático "Objeto Descontínuo" (2013) utiliza um equipamento de EEG como interface cérebro computador para interagir com os elementos multimídia (sons e vídeos) através do sensoriamento neuronal ao vivo. Assuntos que marcam seu processo criativo são as narrativas e memórias autobiográficas e ficcionais associadas à situações de alteração de consciência como procedimentos para uma dramaturgia digital (DDL). É Mestre pela PUC/SP, (Orient. Helena Katz, 2008), e sua dissertação leva o título de Estados Alterados de Consciência em Artemídia: o papel do corpo no trabalho do ator.Fez Bacharelado em Artes Cênicas na UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas (2000), foi orientado por Eusébio Lobo e Luiz Monteiro Jr.Atualmente é pesquisador colaborador do Laboratório de Pesquisas em Robótica e Reabilitação (LABORE), do Instituto Federal de São Paulo que tem parcerias com a Escola de Engenharia de São Carlos da USP, com a Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD) e com a Imperial College London, Londres, UK.Possui trabalhos em Cinema, destacando-se como ator em Instruções Para Matar Maíra (2011), dose única (2007), O Pracinha de Odessa (2013 - gravado em Russo) e Popókas (2009 - ganhador do prêmio de melhor ator no Aruanda Fest e também gravado em Russo).Lattes: http://lattes.cnpq.br/1414652576334230Site Pessoal: https://www.gustavosol.com.br/*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo