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No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.
Devocional do dia 01/02/2026 com o Tema: Boa companhia Em meu Instagram, tenho um limitador de uso diário de 15 minutos. Considero esse tempo suficiente para gastar com o aplicativo. Todavia, surpreendo-me com a rapidez com que vem o aviso de que meu limite está terminando. Leitura Bíblica: Marcos 1.35-39 Jesus, porém, retirava-se para lugares solitários e orava (Lc 5.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todavia me alegrarei | O Auto do Reino - Musical de Natal by Verbo da Vida Sede
Os Estados Unidos completam, esta terça-feira, 20 de Janeiro, um ano desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca para um segundo mandato. Uma presidência marcada por um «desinteresse pelo continente africano», segundo o economista angolano Osvaldo Mboco, que aponta a adopção de políticas restritivas e o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). “Um balanço negativo” e com “grandes implicações nas questões económicas e sociais dos próprios Estados africanos”, reconhece o economista angolano, Osvaldo Mboco, sobre os doze meses do Presidente dos EUA. Desde que chegou ao poder, Donald Trump desmantelou grande parte do trabalho da Agência de Desenvolvimento dos Estados Unidos, reduzindo as ajudas destinadas aos países africanos. Para Osvaldo Mboco esta decisão demonstra que Donald Trump está a levar em linha de consideração os interesses nacionais dos Estados Unidos, interesses que estão, de alguma forma, a contribuir para o agravamento “das condições sociais dos Estados africanos". Ainda assim, o economista angolano lembra que o continente africano não pode continuar a ser o parente pobre do sistema internacional, realçando que "os próprios governos devem trabalhar no sentido de melhorar as condições económicas e sociais dos próprios Estados, para não estarem dependentes da ajuda externa”. Taxas alfandegárias pesadas O primeiro ano de Donald Trump na Casa Braca fica marcado pela adopção de pesadas taxas alfandegárias, a vários países, nomeadamente africanos, que acabaram por abalar os laços comerciais entre Washington e o continente. Todavia, não há, até ao momento, qualquer visão para que o Presidente Donald Trump possa descontinuar o AGOA -Acordo de Crescimento e Oportunidades para África. Osvaldo Mboco defende que o AGOA representa a base dos interesses americanos, nomeadamente do ponto de vista das matéria-prima, uma oportunidade que deve ser explorada pelos Estados Africanos. “O AGOA constitui uma alavanca fundamental para os produtos africanos entrarem no mercado americano, um grande mercado”, refere. Política de portas fechadas aos imigrantes Depois de anunciar o pagamento de uma caução até 15 mil dólares para turistas de 38 nacionalidades para obterem visto, medida que diz respeito nomeadamente a Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, Washington decidiu suspender vistos para 75 países, incluindo Cabo Verde, medida que passa a ser efectiva a partir de 21 de Janeiro. A política de portas fechadas aos imigrantes, traduz, na opinião do economista angolano, a importância dada às questões de segurança nacional e ao impacto que o processo migratório, admitindo porém que a medida isola ainda mais o continente africano. “Cada Estado tem legitimidade para definir os critérios de entrada e permanência de cidadãos estrangeiros no seu território. No entanto, no caso africano, estas medidas são percepcionadas como discriminatórias, criando constrangimentos significativos à mobilidade para os Estados Unidos. As restrições afectam não apenas o turismo, mas também o intercâmbio académico, a circulação de estudantes, investigadores e empresários, bem como a participação em fóruns internacionais. Este cenário poderá agravar as dificuldades de acesso e conduzir a um crescente isolamento do continente africano", nota. No caso da suspensão de visto para Cabo Verde, o economista acrescenta que para além das implicações sociais, esta decisão pode estar ligada às rotas de droga feitas a partir de Cabo Verde para chegar até aos Estados Unidos. Donald Trump anunciou recentemente que qualquer país envolvido no tráfico de drogas para os Estados Unidos poderia ser alvo de ataque. O economista angolano considera que o passo seguinte passará pelo estabelecimento de contactos entre as autoridades africanas e o Governo norte-americano, com vista à discussão dos pontos mais sensíveis. O objectivo será reforçar a cooperação, clarificar critérios e ultrapassar fragilidades identificadas, num processo que poderá permitir, a curto prazo, o regresso da mobilidade aos níveis anteriores. Trump quer recriar figura de Napoleão Bonaparte Osvaldo Mboco acredita que o Presidente Donald Trump está a redefinir a política externa dos Estados Unidos com uma visão estratégica de longo prazo, mais orientada para o posicionamento do país nas próximas décadas do que para interesses imediatos. Segundo o economista angolano, Washington procura preservar o estatuto de potência dominante no sistema internacional, num contexto marcado pela crescente afirmação da China. “Os Estados Unidos querem manter a posição de Estado-gendarme do sistema”, sustenta, sublinhando que as medidas adoptadas pela administração norte-americana respondem, por um lado, a preocupações de segurança nacional e, por outro, à defesa de interesses económicos estratégicos que lhes permitam continuar a desempenhar um papel director na ordem mundial. No quadro da disputa de influência entre Washington e Pequim, Mboco recorda a intervenção norte-americana no conflito no Leste da República Democrática do Congo, sublinhando que "esta esteve fortemente ligada aos interesses nacionais dos Estados Unidos, nomeadamente ao acesso a recursos estratégicos como as terras raras", alertando que “os espaços deixados pelos Estados Unidos acabam por ser rapidamente ocupados pela presença chinesa”. Para o economista, Donald Trump procura ainda projectar uma imagem de poder absoluto no plano internacional. “Há uma tentativa de fazer transparecer a figura de um novo Napoleão Bonaparte, de um novo imperador”, afirma, defendendo que esta postura visa legitimar uma lógica de expansão neocolonial e impor decisões unilaterais no sistema internacional.
Está previsto decorrer na Guiné-Bissau um projecto clínico que está a suscitar polémica e a levantar muitas questões. Trata-se de um estudo, financiado por fundos americanos - 1,600 milhões de dólares pagos pelo Centro de Controlo das Doenças americano (CDC) - sobre os efeitos não específicos da vacina contra a Hepatite B. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo, alerta para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais. O estudo, liderado pelo Projecto de Saúde de Bandim, pretende acompanhar 14.000 recém-nascidos ao longo de cinco anos, comparando dois grupos: um que recebe a vacina contra a Hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e outro que segue a prática actual do país, recebendo a vacina apenas a partir das seis semanas de idade. E assim estudar os efeitos associados à vacinação contra a Hepatite B em função da data de administração da vacina. As recomendações da Organização Mundial da Saúde são claras: a vacina contra a Hepatite B é segura, sem efeitos adversos, e é mais eficaz quando administrada à nascença, sobretudo num país como a Guiné-Bissau, onde a prevalência da Hepatite B é elevada (18% da população está infectada). Actualmente, a Guiné-Bissau não administra a vacina contra a Hepatite B à nascença. No entanto, o Governo decidiu adoptar a vacinação universal de recém-nascidos a partir de 2028, em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo os investigadores do Projecto de Saúde de Bandim, esta transição cria uma “janela de oportunidade” para comparar a política actual com a futura política já decidida, mas ainda não implementada. Durante o ensaio, todas as crianças recebem a vacina contra a Hepatite B às 6, 10 e 14 semanas, respeitando o plano nacional de vacinação. Metade, 7.000 recém-nascidos, vão receber uma dose adicional nas primeiras 24h de vida. Para alguns elementos da comunidade médica internacional, o interesse deste ensaio clínico é mais político do que sanitário, como demonstra o financiamento americano de 1,6 milhões de dólares, numa altura em que o secretário norte-americano da Saúde, Robert Kennedy, é conhecido pelas suas posições antivacinação. O Centro Africano de Controlo das Doenças anunciou, na semana passada, o cancelamento do ensaio clínico com base nas questões éticas. Todavia, a equipa que se encontra a liderar a investigação, contactada pela RFI, desmente o cancelamento ou a suspensão. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo proposto pelo Projecto de Saúde de Bandim, alertando para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais que podem ter consequências negativas duradouras na confiança da população nas vacinas. Segundo a ex-governante, o Comité de Ética da Guiné Bissau terá analisado o protocolo “com a maior das boas vontades”, mas condicionado por uma relação histórica de proximidade com o Projecto de Saúde de Bandim, que actua no país há cerca de 45 anos. Essa proximidade poderá, na sua opinião, ter limitado uma avaliação mais crítica e abrangente do impacto do estudo. Para Magda Robalo, faltou ao Comité de Ética uma análise da “dimensão externa” do protocolo, nomeadamente do seu alcance internacional e da real necessidade científica de testar uma vacina amplamente utilizada. “Estamos a falar de uma vacina contra a Hepatite B que é utilizada há 40 anos e que não precisa de ser testada nos recém-nascidos da Guiné-Bissau”, afirma. A antiga ministra acrescenta que a eficácia da vacina administrada à nascença está solidamente comprovada e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Num país onde se estima que 18% da população esteja infectada com Hepatite B e onde cerca de 11% das crianças já estejam infectadas aos 18 meses, Magda Robalo considera que o estudo pode ter um efeito contraproducente. “O grande efeito nefasto deste estudo é exactamente criar na mente das populações, nomeadamente das mães, a desconfiança relativamente a esta vacina.” A ex-ministra relata que já ouviu no terreno perguntas que revelam esse receio: “Mas porque é que nós vamos introduzir uma vacina que nunca foi testada na Guiné-Bissau?”. A resposta é clara: “Várias vacinas, se não todas, que estão a ser administradas na Guiné-Bissau, nunca foram testadas particularmente na Guiné-Bissau. Não precisam de ser testadas na Guiné-Bissau, porque foram testadas em vários outros países e em populações muito maiores.” Magda Robalo insiste que as recomendações da OMS resultam sempre de estudos alargados e da avaliação de múltiplos peritos, antes de serem integradas nas políticas de saúde pública. Ainda assim, alerta para o perigo de as mães se sentirem usadas como “cobaias”, o que pode levar à rejeição da vacina. “É o risco que nós corremos, que as mães pensem que não se deve dar esta vacina às crianças”, afirma. Outra questão que se levanta prende-se com o processo de consentimento informado, num contexto de fraca literacia em saúde. “Na Guiné-Bissau, o consentimento informado é problemático”, garante Magda Robalo, lembrando que 14 mil mães teriam de ser esclarecidas no âmbito do estudo. Na sua opinião, é pouco provável que a maioria compreenda plenamente as diferenças entre os grupos e as implicações da decisão. “Posso arriscar a dizer que a maior parte das mães não irá perceber exactamente o que é que se passa”, esclarece. Em resposta escrita à RFI, Isaquel da Silva e Frederik Schaltz-Buchholzer, investigadores responsáveis pelo estudo no Projecto de Saúde de Bandim, salientam que o ensaio “não retira vacinas dos participantes, pelo contrário, metade dos participantes receberá uma vacina que, de outra forma, não teria recebido”. Explicam que se trata de “um ensaio clínico para avaliar os efeitos não específicos das vacinas administradas no período neonatal. (...) O estudo não questiona a eficácia da vacina contra Hepatite B na prevenção da doença. A lacuna científica está nos efeitos não específicos das vacinas - impactos sobre mortalidade geral, resistência a outras infecções e saúde global da criança. Há evidências de que o momento da vacinação pode influenciar esses efeitos, mas faltam dados robustos em contextos africanos.” Os investigadores acrescentam que “o ensaio resultará num maior número de recém-nascidos vacinados (e protegidos) contra a Hepatite B” e ressalvam que “o estudo segue protocolos éticos e científicos, foi aprovado pelo Comissão de Ética na Saúde de Guiné-Bissau, e vai responder perguntas importantes antes da implementação universal”. Questionados sobre as críticas éticas levantadas por alguns especialistas, explicam que essas críticas estão baseadas “mal-entendidos e em informação incompleta.” Apesar do Centro Africano de Controlo das Doenças ter anunciado o cancelamento do ensaio clínico, a equipa do Projecto de Saúde de Bandim desmente o cancelamento ou suspensão e reitera que os preparativos continuam e que será feito um anúncio aquando do arranque do projecto.
Quem define o que é literatura? Este episódio recebe o escritor gaúcho José Falero, uma voz dissonante no debate atual sobre a crítica literária, que tem movimentado o meio editorial brasileiro. Autor da coletânea de contos Vila Sapo e dos romances Os Supridores e Vera, todos pela Todavia, Falero colocou um pé na crítica ao publicar na revista Piauí um ensaio que parte da polêmica envolvendo o predomínio do conteúdo sobre a forma em obras contemporâneas, instaurada pela professora da USP Aurora Bernardini em entrevista à Folha de S.Paulo. Na conversa, ele aprofunda a discussão e aponta como a crítica pode aprimorar o trabalho dos autores. Apoio: Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Devocional do dia 07/01/2026 com o Tema: A criação Você tem visto o agir de Deus no seu dia a dia? Talvez a resposta dependa muito do momento pelo qual esteja passando. Quando tudo vai bem, afirmamos perceber o agir e a presença do Senhor em nossa vida. Todavia, quando as circunstâncias estão mais difíceis,tendemos a achar que Deus está ausente e não está cuidando de nós. Leitura Bíblica: Jó 12.7-10 Desde a criação do mundo, os atributos invisíveis de Deus o seu eterno poder e a sua natureza divina têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas (Rm 1.20a).See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 33:6-9, 12-22 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 7–9; MATEUS 3 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
Cheio de raiva no coração porque seu melhor amigo havia cometido uma injustiça, o neto vai ao encontro do avô e chora suas mágoas.O velho diz:- Deixe-me contar-lhe uma história. Muitas vezes senti grande ódio daqueles que me "aprontaram" , especialmente quando percebia a maldade ou quando eles não se arrependiam. Todavia, com o tempo, aprendi que o ódio nos corrói, mas não fere nosso inimigo. É como tomar veneno e desejar que o inimigo morra. Passei a lutar contra estes sentimentos.E o experiente homem continuou:- Tenho a sensação de que existem dois lobos dentro de mim. Um dos lobos é bom, só quer o bem e não magoa ninguém. Este lobo vive em harmonia, não se ofende, não se irrita. Este lobo só luta quando é certo lutar e, quando luta, o faz da maneira correta. Mas, ah! o outro lobo é cheio de raiva. Mesmo pequeninas coisas provocam sua ira!Ele briga com todos, o tempo todo, sem motivo. Não consegue nem pensar porque sua raiva e seu ódio são tão grandes que gastam toda sua energia mental. E uma raiva inútil porque não mudará o mundo!Às vezes, é difícil conviver com os dois lobos dentro de mim, porque ambos tentam dominar meu espírito.O garoto - atento - olhou intensamente nos olhos do avô e, carinhosamente, perguntou-lhe:- Qual deles vence, vovô?O avô sorriu e respondeu baixinho:- Aquele que eu alimentar!
Cheio de raiva no coração porque seu melhor amigo havia cometido uma injustiça, o neto vai ao encontro do avô e chora suas mágoas.O velho diz:- Deixe-me contar-lhe uma história. Muitas vezes senti grande ódio daqueles que me "aprontaram" , especialmente quando percebia a maldade ou quando eles não se arrependiam. Todavia, com o tempo, aprendi que o ódio nos corrói, mas não fere nosso inimigo. É como tomar veneno e desejar que o inimigo morra. Passei a lutar contra estes sentimentos.E o experiente homem continuou:- Tenho a sensação de que existem dois lobos dentro de mim. Um dos lobos é bom, só quer o bem e não magoa ninguém. Este lobo vive em harmonia, não se ofende, não se irrita. Este lobo só luta quando é certo lutar e, quando luta, o faz da maneira correta. Mas, ah! o outro lobo é cheio de raiva. Mesmo pequeninas coisas provocam sua ira!Ele briga com todos, o tempo todo, sem motivo. Não consegue nem pensar porque sua raiva e seu ódio são tão grandes que gastam toda sua energia mental. E uma raiva inútil porque não mudará o mundo!Às vezes, é difícil conviver com os dois lobos dentro de mim, porque ambos tentam dominar meu espírito.O garoto - atento - olhou intensamente nos olhos do avô e, carinhosamente, perguntou-lhe:- Qual deles vence, vovô?O avô sorriu e respondeu baixinho:- Aquele que eu alimentar!
TEMPO DE REFLETIR 01620 – 21 de dezembro de 2025 Apocalipse 22:6 – Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Estas palavras seguem imediatamente a visão de João, da Nova Terra. Enquanto esteve em Patmos ele aprendeu quão bem as coisas poderiam ir e quão mal também poderiam ir. Tinha visto o esplêndido início do evangelho em Jerusalém. Em seguida tinha visto as garras de ferro de Roma esmagarem a vida das igrejas e dos crentes. Domiciano reinava e procurou o aniquilamento dos perturbadores cristãos. De dentro da igreja novas ameaças à fé assaltavam o verdadeiro evangelho. O cativeiro em Patmos trouxe visões que tomavam o trauma e desencorajamentos de seus dias e os projetavam na arena cósmica. O que suas igrejas estavam sofrendo, o tempo traria sobre a Igreja como um todo. Contudo, as mesmas visões traziam esperança e alegria. As vastas multidões ao redor do trono, os cânticos de vitórias sobre o mar de vidro, o Cordeiro sobre o Monte de Sião mostravam-lhe quão temporárias eram a presente crise e dificuldade. Deus conduziria à vitória final e ele partilharia daquele triunfo. João aprendeu que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou da situação difícil das igrejas que ele amava. Todavia, ele também aprendeu que os perseguidos, os apóstatas e os fiéis estão todos projetados na tela do futuro. Perseguição como em Pérgamo é a sorte da igreja em todos os tempos. A apostasia, vista tão claramente em Tiatira tinha assumido dimensões cósmicas. Fidelidade como a de Filadélfia salvaria um povo para o reino. Sabia quão preciosa era a comunhão que ele e outros haviam partilhado com Jesus. As visões da Nova Jerusalém tomavam essa íntima e doce comunhão e faziam dela o governo da Nova Terra. A morte e a enfermidade tinham fugido de diante do Filho de Deus. Desapareceriam da Terra para sempre. João poderia estar surpreso de que ainda aguardamos as coisas que em breve devem acontecer. Mas ele não estaria surpreso ante a alegria que enche o nosso coração ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Ele se lembraria da comunhão com Jesus. Lembrar-se-ia da visão do futuro. E nos estimularia a orar: “Vem, Senhor Jesus!” Vamos fazer isso agora? Pai, ansiamos pela volta de Cristo Jesus! Ansiamos pelo cumprimento da promessa do regresso contida em Tua Palavra. Ajuda-nos em nosso preparo, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 2:38-47 PLANO DE LEITURA ANUAL: AMÓS 4–6; APOCALIPSE 7 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Nas Bahamas, há um pedaço de terra chamado Ragged Island que no século 19 era uma salina. Todavia, com o declínio dessa indústria de sal, muitos emigraram para ilhas próximas. Em 2016, menos de 80 pessoas viviam lá, e a ilha tinha três denominações religiosas; no entanto, todos se reuniam em um só lugar para adoração e comunhão semanal. Com tão poucos residentes no local, o senso de comunidade era importante para eles. As pessoas da igreja primitiva também tinham a necessidade crucial e desejo de comunhão. Eles sentiam-se encorajados em sua fé recém-descoberta, que se tornara possível pela morte e ressurreição de Jesus. Sabiam também que Ele não estava mais fisicamente com eles, e que precisavam uns dos outros. Os novos cristãos se dedicaram aos ensinamentos dos apóstolos, à companhia e à comunhão (ATOS 2:42), reunindo-se em casas para adoração, refeições e cuidando das necessidades do próximo. A igreja é descrita assim: “Todos os que creram estavam unidos em coração e mente” (4:32). Cheios do Espírito Santo, louvaram a Deus continuamente e trouxeram as necessidades da igreja a Ele em oração. A comunidade é essencial para o nosso crescimento e apoio, não tente fazer tudo sozinho. Deus desenvolverá esse senso de comunidade à medida que compartilharmos lutas e alegrias uns com os outros e nos aproximarmos dele. Por: ANNE CETAS
VII Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Quarta LiveQuarto dia da sétima edição do LiPE do ECK. No dia 13 de dezembro (sábado), às 19h00, teremos "Os muitos movimentos espíritas! - A dialógica e a dialética necessária entre os espíritas". Na bancada, Márcio Sales Saraiva (RJ), Marcus Braga (DF) e Marcelo Henrique (SC).O Espiritismo, enquanto proposta teórico-filosófica é materializado na forma de ações de indivíduos, grupos e instituições que se adjetivam como espíritas. Todavia, da observação do contexto existente no chamado "meio espírita", há um sem-número de tipos de Espiritismos e/ou de espíritas, os quais praticam a Filosofia Espírita de modo bastante diverso, em termos de atividades e realizações.Assim, é de se perguntar:1) Kardec já teria afirmado a existência destes "muitos Espiritismos"? O que ele teria dito a respeito?2) Por que se entende de modo tão diverso e plural o que seja Espiritismo?3) Os "diversos Espiritismos" são antagônicos e inconciliáveis entre si?4) De que modo pode ser realizada a dialética entre pessoas/grupos/instituições tão distintas, sendo todas autodenominadas espíritas?5) Como tais segmentos espíritas estão dialogando na Sociedade, com outras filosofias, religiões ou movimentos culturais?
Neste episódio especial Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon se reúnem para compartilhar as leituras do próximo ano. Eles compartilham alguns títulos que desejam ler em 2026… mas também o momento mais aguardado!! A apresentação oficial da seleção de livros que comporão o Clube de Leitura 30:MIN de 2026!Então, aperta o play e conta pra gente: o que vocês vão ler em 2026?---Livros citadosLavínia, de Ursula K. Le Guin (ed. Morro Branco, trad. Helena Coutinho)Sobre o cálculo do volume, de Solvej Baelle (ed. Todavia, trad. Guilherme da Silva Braga)Raul Seixas: Não diga que a canção está perdida, de Jotabê Medeiros (ed. Todavia)Alerta Vermelho, Condição Artificial & Protocolo Rebelde (série Diário do robô-assassino), de Martha Wells (ed. Aleph, trad. Laura Pohl)Tress, a garota do Mar Esmeralda, de Brandon Sanderson (ed. Trama, trad. Pedro Ribeiro)Contos Completos & O lugar sem limites, de José Donoso (ed. Mundaréu, trad. Bruno Colbachini Mattos/Lucas Lazzaretti)---Clube do Livro 30:MIN 2026Janeiro - Meu ano de descanso e relaxamento, de Ottessa Moshfegh (ed. Todavia, trad. Juliana Cunha)Fevereiro - Kitchen, de Banana Yoshimoto (ed. Estação Liberdade, trad. Lica Hashimoto, Fabio Saldanha & Lui Navarro)Março - Berg, de Ann Quinn (ed. DBA, trad. Gisele Eberspächer)Abril - Os pescadores, de Chigozie Obioma (ed. Globo Livros, trad. Claudio Carina)Maio - Feito Bestas, de Violaine Bérot (ed. Mundaréu, trad. Letícia Mei)Junho - Erva brava, de Paulliny Tort (ed. Fósforo)Julho - Te dei os olhos e olhaste as trevas, de Irene Solà (ed. Mundaréu, trad. Luis Reyes Gil)Agosto - Kim Jiyoung, nascida em 1982, de Cho Nam-Joo (ed. Intrínseca, trad. Alessandra Esteche)Setembro - Carva viva, de Ana Rüsche (ed. Rocco)Outubro - República luminosa, de Andrés Barba (ed. Todavia, trad. Antonio Xerxenesky)Novembro - Memórias do cacique, de Raoni Metyktire (ed. Cia. das Letras)Dezembro - Porrada, de Rita Bullwinkel (ed. Todavia, trad. Marcela Lanius)---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-Lo enviarei. E, quando Ele vier, CONVENCERÁ O MUNDO DO PECADO, E DA JUSTIÇA E DO JUÍZO.Do pecado, porque não creem em Mim;Da Justiça, porque vou para Meu Pai, e não Me vereis mais; E do Juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado." João 16:7-11
O livro de Apocalipse normalmente desperta em nós curiosidade e certo receio por abordar aquilo que há de vir. Todavia, o livro, para além da visão escatológica, nos serve como esperança em momentos de adversidades, diante do senhorio de Deus e do Cordeiro. Jesus, através da carta enviada à igreja em Filadélfia, confirma sua autoridade e poder como sendo Santo, verdadeiro e o detentor da Chave de Davi. Ele é aquele que abre uma porta que ninguém pode fechar, ou fecha e ninguém abre. Diante da fidelidade da igreja de Filadélfia (guardar a Palavra e não negar o Seu nome), Cristo colocou uma porta aberta diante dela, nos apresentando o tipo de igreja que Ele deseja. Para estes, há uma promessa de serem colunas no templo de Deus, de receberem a escrita do nome de Deus, do nome da nova Jerusalém e também do Seu (Cristo) novo nome. Finalmente, seremos guardados por Jesus no momento da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/8WM_8NIlAacPara acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro
11-30-2025 This message was brought to you by Pastor Hector Sanitago. www.1bcchbg.com
En esta ocasión exploramos la importancia de la capacidad de postergar la gratificación para: la vida, la salud, las finanzas y muchas áreas mas. Lo bueno se toma su tiempo, y postergar el placer muchas veces paga el doble
A COP30 encerrou, neste sábado, 22 de Novembro, com um acordo modesto sobre a acção climática e sem plano para abandonar as energias fósseis. O Brasil, que acolheu a cimeira do clima em plena Amazónia, esperava mostrar que a cooperação climática não estava morta e “infligir uma nova derrota aos negacionistas”, como prometeu o presidente basileiro José Inácio Lula da Silva no início da conferência, mas não conseguiu convencer os países petrolíferos do Norte e do Sul, nem as economias emergentes, a enviarem uma mensagem colectiva ambiciosa para acelerar o abandono das energias fósseis. O texto adoptado por consenso pelos 194 países membros do Acordo de Paris e pela União Europeia faz apenas uma referência não explícita à saída das energias fósseis, recordando a decisão da COP28 no Dubai, Emirados Árabes Unidos. Os países em desenvolvimento obtiveram um apelo para triplicar a ajuda financeira destinada à adaptação a um clima mais violento até 2035. “Não vencemos em todas as frentes, mas obtivemos o triplo dos financiamentos para a adaptação até 2035. Era a nossa prioridade, tínhamo-la estabelecido como linha vermelha”, declarou Evans Njewa, representante do grupo dos 44 países menos avançados do mundo. O presidente brasileiro da COP30, André Corrêa do Lago, anunciou entretanto a intenção de lançar uma iniciativa própria sobre o abandono gradual das energias fósseis, bem como outra contra a desflorestação, para os países voluntários. Todavia, não se trata de uma decisão geral dos países da COP. Acho que uma das grandes coisas que vai nos animar nos próximos meses vai ser esse exercício de desenvolver um mapa do caminho sobre a redução da dependência de combustíveis fósseis e também de como é que nós vamos acelerar o combate ao desmatamento. A presidente da delegação do Parlamento Europeu à 30.ª Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, Lídia Pereira, saudou o acordo alcançado, sublinhou que a "Europa conseguiu garantir avanços concretos e evitou um não-acordo, que seria desastroso para o clima e para o multilateralismo a nível global". A União Europeia voltou a enfrentar um bloco muito coeso, os BRICS, o grupo do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e, também, dos países árabes e, ao mesmo tempo, uma presidência brasileira pouco diligente em propor ou aceitar novas propostas em particular na área da mitigação, ou seja, nos compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Que, aliás, foi sempre a nossa prioridade número um. Apesar de tudo, a União Europeia conseguiu alguns resultados importantes. Por exemplo, no pilar da mitigação houve finalmente um reconhecimento claro do défice que existe entre aquilo que está prometido e acordado e o que é realmente necessário para manter 1,5°C, dentro do quadro do Acordo de Paris. O texto final inclui uma referência ao Consenso dos Emirados Árabes Unidos da COP28, no Dubai. Foi também lançada uma iniciativa bilateral para a transição no abandono dos combustíveis fósseis. Não é a solução ideal. Não é aquilo que pretendíamos, mas é um passo relevante no pilar da adaptação. O financiamento fica protegido dentro daquilo que foi definido nas COP's anteriores. E há uma novidade é que os países recomendaram, pelo menos, triplicar o financiamento até 2035. ONG ambientalistas denunciaram a ausência de um roteiro concreto para a saída dos combustíveis fósseis, “mais uma vez continuou a falhar o essencial”, referem as ong's portuguesas Zero, Oikos e FEC - Fundação Fé e Cooperação. Francisco Ferreira, presidente da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, sublinha que a conferência ficou “muito aquém daquilo que aqui se esperava”. Esta era, supostamente, a COP da verdade e da implementação. E no que diz respeito à verdade, continuamos, infelizmente, numa trajectória de aquecimento de 2,5°C em relação à era pré-industrial. No que respeita à implementação, aí é talvez a maior desilusão, porque a queima de combustíveis fósseis - onde está a principal responsabilidade pelo aquecimento da atmosfera - e daqui tinha que sair um roteiro, que agora é apenas uma promessa fora da convenção por parte da presidência brasileira para os próximos meses. Quando a mitigação é crucial para garantir que alteramos esta trajectória de aquecimento, esta conferência está longe realmente da acção da implementação prometida. Como balanço final feito pela ZERO, Oikos e FEC, termos aqui, em Belém, conseguido aprovar textos e o Mutirão, o grande documento-chave com um conjunto de linhas orientadoras, nomeadamente um acelerador global de implementação, são avanços, mas esta COP30 falhou naquilo que era essencial. Acabou por valer a pena, sem dúvida, mas é sempre triste chegarmos ao fim e percebermos que as necessidades do planeta e dos compromissos, principalmente dos países desenvolvidos, ficaram muito aquém daquilo que aqui se esperava. A Amnistia Internacional acusa os líderes mundiais de serem “incapazes de colocar as pessoas à frente dos lucros”. André Julião, Coordenador Editorial e Assessor de Imprensa da Amnistia Internacional Portugal mostra-se ainda chocado com a presença e participação dos lobistas do sector petrolífero no encontro. Houve aqui questões que ficaram muito abaixo das expectativas. Desde logo, porque os líderes da COP30 não conseguiram chegar a um acordo para colocar as pessoas acima dos lucros. Houve uma enorme falta de unidade, responsabilidade e transparência. Isso prejudicou a implementação de medidas climáticas urgentes. A principal decisão da COP30 evitou qualquer menção aos combustíveis fósseis, que são, como se sabe, o principal motor das alterações climáticas. Como agravante, houve um número recorde de lobistas de combustíveis fósseis. Esses lobistas tiveram acesso às negociações, nomeadamente através dos Estados que os representam e, portanto, deixaram a humanidade à mercê das consequências mortais dos seus planos de continuar a expansão dos combustíveis fósseis. O Brasil, porém, cumpriu a palavra: a sua COP30 foi a COP “dos povos”. Dezenas de milhares de militantes do clima, indígenas, sindicalistas e outros simpatizantes manifestaram-se pacificamente nas ruas de Belém. A sociedade civil não o fazia desde Glasgow, em 2021.
El Chiquilín Todas Las Mañanas Te Va A Dejar Con La Boca Abierta
Fatima cree que su esposo anda con su exesposa todavia full 843 Tue, 18 Nov 2025 13:01:05 +0000 eIkCUhgrLPaCdB5ZSGOtw4ss5Z11wzSJ comedy,music,news El Chiquilín Sin Filtro comedy,music,news Fatima cree que su esposo anda con su exesposa todavia Chiquilin and team will share news, entertainment, and some of the best features from their show in this on-demand podcast. The podcast will include everything from exclusive interviews with artists, pranks, and segments where the team is engaging with their listeners. 2024 © 2021 Audacy, Inc. Comedy Music News False https://player.amperwavepodcasting.com
Mensagem gravada em 09/11/2025Pastor Rodrigo FreitasMesmo quando os olhos não veem1 Coríntios 2:6-10 NVI[6] Entretanto, falamos de sabedoria entre os que já têm maturidade, mas não da sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a nada. [7] Ao contrário, falamos da sabedoria de Deus, do mistério que estava oculto, o qual Deus preordenou, antes do princípio das eras, para a nossa glória. [8] Nenhum dos poderosos desta era o entendeu, pois, se o tivessem entendido, não teriam crucificado o Senhor da glória. [9] Todavia, como está escrito: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”; [10] mas Deus o revelou a nós por meio do Espírito. O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus.https://bible.com/bible/129/1co.2.6-10.NVIGênesis 39:1-4 NVI[1] José havia sido levado para o Egito, onde o egípcio Potifar, oficial do faraó e capitão da guarda, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado para lá. [2] O Senhor estava com José, de modo que este prosperou e passou a morar na casa do seu senhor egípcio. [3] Quando este percebeu que o Senhor estava com ele e que o fazia prosperar em tudo o que realizava, [4] agradou-se de José e tornou-o administrador de seus bens. Potifar deixou a seu cuidado a sua casa e lhe confiou tudo o que possuía.https://bible.com/bible/129/gen.39.1-4.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4Culto online todos os domingos no YouTube!
Olá, ouvintes! Neste episódio do Estação Brasil, aproveitamos a efeméride dos 50 anos da morte do jornalista e militante Vladimir Herzog para refletir não somente sobre a sua morte, mas, em especial, sobre a sua vida. A violenta, criminosa e trágica morte de Herzog, ocorrida em 25 de outubro de 1975, nos porões do DOI-CODI do II Exército, é um dos episódios mais traumáticos da história contemporânea do Brasil. Todavia, a proposta deste episódio é olhar para além da tragédia — pensar a vida de Herzog em toda a sua dimensão humana, profissional e política. Com esse objetivo, decidimos contar também a história de sua companheira, Clarice Herzog, cuja força e determinação foram fundamentais na busca por justiça e memória. No primeiro bloco, revisitamos a trajetória de Vlado como imigrante, estudante e jornalista no Brasil, acompanhando a construção de sua carreira e de sua vida ao lado de Clarice. No segundo bloco, discutimos as repercussões de seu assassinato e como esse crime mobilizou importantes movimentos de resistência à ditadura, com destaque para a atuação incansável de Clarice na luta por verdade e justiça. Encerramos o episódio com um bloco inteiramente dedicado a homenagear a extraordinária Clarice Herzog — sua relevância na luta contra a ditadura e seu ativismo em defesa dos direitos humanos desde a redemocratização, tendo o Instituto Vladimir Herzog como um dos maiores legados dessa trajetória.Achou interessante? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: estacaobrasilfm@gmail.comTorne-se membro: apoia.se/estacaobrasilfm
Neste episódio, Hélio de Seixas Guimarães fala sobre as incríveis transformações nas leituras da obra de Machado de Assis (1839-1908): de escritor considerado alheio às questões nacionais a grande intérprete da sociedade brasileira. Organizador das reedições dos 26 livros de Machado publicadas pela Todavia, o professor da USP fala das interpretações que mudaram a visão sobre Dom Casmurro e das que ainda tentam compreender como o Rio de Janeiro luso-afro-brasileiro da época ressoa na obra machadiana. A conversa com a jornalista e editora Yasmin Santos aconteceu em 21 de junho, data de aniversário do escritor, durante A Feira do Livro 2025. Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 -Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Se tem uma coisa que o jornalista, roteirista e escritor Chico Felitti, gosta de falar é de cachorros. Esse é um tema tão forte que ele até criou "A História do Cão", uma conta de instagram que traz casos emocionantes e relatos de amor incondicional entre cachorros e tutores.Chico Felitti é autor do podcast "A Mulher da Casa Abanonada", lançado em 2022 e líder em rankings de audiência. E ele encontrou essa história justamente por causa dos cachorros da casa que interagiam com os seus. Foi aí que tudo começou.Na conversa com Gama ele fala das diferentes maneiras de adotar e das mudanças que observou na sua vida desde a chegada das cachorras Feia, Pachorra e, mais recentemente, Vera Fischer na sua vida.Felitti é autor dos livros "Ricardo e Vânia" (Todavia, 2019), "Rainhas da Noite" (Companhia das Letras, 2022), entre outros. E acaba de lançar o podcast "Vítima da Moda", a história do assassinato do estilista brasileiro Amaury Veras, que aconteceu no Rio de Janeiro em 2004, e sobre o qual ele fala também neste episódio do Podcast da Semana, da Gama.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Houve uma tentativa de cessar-fogo, mas que logo foi violada por ambos os lados. Todavia, durante esse período de cessão de tiros entre Israel x Hamas, um dos grupos milicianos palestinos já entrou em confronto com o Hamas, podendo esse confronto ter sido uma prévia do que se pode acontecer em uma sociedade sem lei e liderança.
Todavia con resaca del Premio Planeta, los culturetas exploran nuestra los engranajes de nuestra lengua de la mano de Carlota de Benito y su nuevo libro, El ingenio de tejer palabras. Ademas han visto la nueva serie de Disney+, La suerte. Con Ruben Amon, Isabel Vazquez, Rosa Belmonte, Guillermo Altares y Sergio del Molino.
The Spanish-born singer, songwriter and producer Pablopablo recently released his debut LP, but he'd already built up an impressive array of writing and producing credits, winning Latin Grammys back in 2022 under his given name, Pablo Drexler. Those awards were for his work on a collaboration between his father, the popular Uruguayan-born musician Jorge Drexler, and the Spanish superstar C. Tangana. And collaboration is an important part of Pablopablo's music as well, as you'll hear on his record, Canciones En Mi. Pablopablo plays solo, and with guest musician Macario Martinez, in-studio. Set list: 1. Todavia 2. Vida Nueva 3. Ojos de Ajonjoli
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 118:1-7 Plano De Leitura Anual: CÂNTICO DOS CÂNTICOS 6–8; GÁLATAS 4 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando eu era garoto, o pátio da escola era onde os valentões empurravam crianças como eu, sofríamos bullying com o mínimo de protesto. Enquanto nos encolhíamos de medo diante de nossos algozes, havia algo ainda pior: suas provocações de “Você está com medo? Medo de mim, não é? Não há ninguém aqui para te proteger!”. Na verdade, na maioria das vezes, eu estava realmente com medo e com razão. Eu tinha levado um soco no passado e sabia que não queria passar por aquilo novamente. Então, o que poderia fazer e em quem poderia confiar ao sentir medo? Quando você tem 8 anos e sofre bullying de uma criança mais velha, maior e mais forte, o medo é legítimo. Quando o salmista enfrentou ataques, ele respondeu com confiança ao invés de medo, porque sabia que não enfrentava essas ameaças sozinho. Ele escreveu: “O Senhor está comigo, portanto não temerei; o que me podem fazer os simples mortais?” (SALMO 118:6). Quando menino, não tenho certeza se eu seria capaz de entender o nível de confiança dele. No entanto, como adulto, aprendi com os anos de caminhada com Cristo que Ele é maior do que qualquer ameaça indutora de medo. As ameaças que enfrentamos na vida são verdadeiras. Todavia, não precisamos temer. O Criador do Universo está conosco e Ele é mais do que suficiente. Por: BILL CROWDER
O que é ser rico no Brasil? E mais: o que é parecer rico? Dos bordões eternizados por Caco Antibes em Sai de Baixo às tiradas ácidas de Odete Roitman em Vale Tudo, a cultura da riqueza sempre deixou escapar códigos invisíveis — gestos, expressões e formas de viver que dividem muito mais do que classes sociais: dividem linguagens, estilos de vida e até a maneira de enxergar o mundo.O episódio #311 do Bom Dia, Obvious é com o antropólogo Michel Alcoforado, autor do livro "Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros" (Todavia). Uma investigação profunda sobre os símbolos que determinam quem pode atravessar o tapete vermelho e quem fica na rampa.Referência citada neste episódio:Livro "Uma história da desigualdade", Pedro Ferreira de SouzaNos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Michel Alcoforado no Instagram: https://www.instagram.com/michelalcoforado/Livro "Coisa de rico: a vida dos endinheirados brasileiros": https://a.co/d/imX8NWGLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOw
Como vivem, como se vestem, por onde circulam os ricos brasileiros. E quem são essas pessoas, já que boa parte dos endinheirados brasileiros não se consideram ricos, segundo pesquisa do antropólogo Michel Alcoforado, entrevistado deste episódio. “Rico é sempre o outro”, diz a Gama. É que sempre haverá o argumento de que é o outro que tem mais dinheiro, mais pompa, mais patrimônio. Até porque, em um país desigual como o Brasil, os 10% mais ricos formam um grupo em torno de 21 milhões de pessoas. Não é pouca gente. Para o seu livro que já é best-seller, “Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros” (Todavia, 2025), Alcoforado escolheu falar com aqueles que ganham mais de 50 mil reais por mês.“E quando eu converso com essas pessoas elas dizem ‘a gente não é rico, rico é fulano que ganha 100 mil por mês'”, diz em entrevista ao Podcast da Semana, da Gama. “Até o momento que eu chego nas listas dos bilionários brasileiros, que também não conseguiam se considerar como ricos.”O convidado deste episódio é doutor em Antropologia Social e há anos se dedica a pesquisar o impacto do consumo na vida dos brasileiros. Isso por meio do grupo Consumoteca, um hub de empresas de pesquisa de mercado e consultoria de tendências. Alcoforado é comentarista de cultura da radio CBN e host do podcast É Tudo Cupa da Cultura.Na conversa com Gama, o convidado deste episódio fala do perfil dos ricos brasileiros, revela o que descobriu na sua tentativa de adentrar esse mundo para sua pesquisa, fala de desigualdade e concentração de renda e ainda traça que tipo de rica é Odete Roitiman e a Tia Celina, da novela “Vale Tudo”, da Globo.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
No podcast do PublishNews desta semana temos: Monica Ramalho (apresentadora do podcast Um Oceano Delas), Simone Magno (apresentadora do Casa do Livro, da Record), Tatiany Leite (apresentadora do Quarta capa, da Todavia, e criadora do projeto Vá Ler um Livro, e Prêmio Jovens Talentos da Indústria do Livro 2025) e com a mediação: Laura Capelhuchnik (editora-assistente de podcasts do UOL), discutem suas experiências e desafios no mundo dos podcasts literários. Elas compartilham como se encantaram pelo formato, suas trajetórias pessoais, e como a produção de conteúdo em áudio se entrelaça com a literatura. A conversa também aborda a relação entre rádio e podcast, a importância do formato para a difusão da literatura, e a interação com o público. Foi gravada na casa PN na FLIP 2025.A casa PN teve o Patrocínio Master: CBL, MVB e Transpo Express;Patrocínio: Abrelivros, Alta Books, Antroposófica, Bookwire, Disal, Gráfica Viena, Labrador, Skeelo, S2 Consultoria e UmLivro;Apoio: Edições Sesc e SNEL;Oferecimento de Happy Hours: MVB, Disal, CBL e Skeelo.O podcast é oferecimento MVB América Latina Um livro e Câmara Brasileira do LivroEste é um episódio 384 do Podcast do PublishNews do dia 18 de agosto de 2025 gravado no dia 30 de julho na Casa PublishNews. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: Monica Ramalho, Simone Magno, Tatiany Leite e Laura CapelhuchnikEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
No Podcast do PublishNews desta semana, gravamos diretamente da Casa PublishNews, na Flip 2025, onde estamos recebendo a Lilia Guerra, escritora que foi uma das convidadas do programa principal da Festa.Lilia Guerra nasceu em São Paulo, em 1976. Prosadora, publicou em 2014 seu primeiro livro, Amor avenida. É autora da compilação de contos Perifobia (reeditado agora pela Todavia em 2025), finalista do Prêmio Rio de Literatura, bem como de outros três livros publicados pela editora Patuá: o romance Rua do Larguinho, a coletânea Crônicas para colorir a cidade, e as Novelas que escrevi para o rádio. Em 2023, a Lilia Guerra foi contemplada com o Prêmio Carolina Maria de Jesus pelo livro de contos Cavaco do ofício, ainda inédito, e, em 2024, seu romance mais recente, O céu para os bastardos, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Além de escritora, também é auxiliar de enfermagem, atuando no Sistema Único de Saúde (SUS), e trabalha na promoção de ações de incentivo à leitura e à escrita, sobretudo nas periferias da cidade de São Paulo.Este é o episódio 382 do Podcast do PublishNews, do dia 4 de agosto de 2025, gravado ao vivo da Casa PublishNews na Flip 2025 no dia 1º. Eu sou Guilherme Sobota e este episódio tem a participação de Beatriz Sardinha. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: Lilia Guerra.O 4º Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos está chegando e as inscrições estão esgotando rápido! Serão 3 dias de programação com especialistas renomados em um ambiente propicio para networking entre grandes profissionais do setor. O evento acontece de 20 a 22 de agosto, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, Guarujá, São Paulo. Acesse o Sympla e busque pelo nome do evento: Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos 2025 ou entre no site www.cbl.org.br e clique no banner do evento.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br
Dalton Trevisan se foi no dia 9 de dezembro do ano passado, apenas alguns meses antes de chegar aos cem anos. O Vampiro de Curitiba, como ficou conhecido, é um autor central na literatura brasileira do século 20. São dele livros como “Novelas Nada Exemplares”, “Cemitério de Elefantes” e “A Polaquinha”, que começaram a ser reeditados pela Todavia. É a mesma casa que lançará, com previsão para o segundo semestre deste ano, uma biografia de Dalton que vem sendo escrita pelo escritor, tradutor e jornalista Christian Schwartz. É um livro que começou a tomar contornos míticos conforme o biógrafo tinha acesso à intimidade de um autor famoso pela sua reclusão. Christian pode vasculhar, por exemplo, milhares de cartas, diários e parte da biblioteca do curitibano. No papo a seguir, Christian fala de um Dalton cheio de nuances, não reduzível a clichês que costumam ser reproduzidos por aí. Isso vale para o escritor e também vale para a literatura que deixou. Antes do papo, um aviso. Em certo momento eu falo sobre uma biografia de Carlos Dummond de Andrade. Não lembrava do nome nem do autor do livro, então deixo aqui a referência correta: se trata de “Os Sapatos de Orfeu”, de José Maria Cançado. ** A foto usada na arte do podcast é de Dérson Trevisan/ Acervo Dalton Trevisan * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ÊXODO 16:4-7,13-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 34–35; ATOS 15:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Os suíços foram surpreendidos por uma chuva de raspas de chocolate que cobriram a cidade. O sistema de ventilação da fábrica de chocolate próxima estava defeituoso e espalhou e polvilhou a área com o cacau. Um verdadeiro sonho para os chocólatras! Todavia, o chocolate não satisfaz adequadamente as necessidades nutricionais de uma pessoa. No contexto dos israelitas, Deus proveu o Seu povo com chuvas celestiais que os supriam. Ao andarem pelo deserto, eles reclamavam da variedade de alimentos que haviam deixado no Egito. Mas Deus lhes disse que faria “chover pão do céu” para sustentá-los (ÊXODO 16:4 NVI). A cada dia, quando o orvalho da manhã secava, um floco fino de alimento permanecia. Quase 2 milhões de israelitas foram instruídos a reunir o alimento necessário para o dia. Durante 40 anos de peregrinação pelo deserto, eles foram alimentados pela provisão sobrenatural de Deus em forma de maná. Sabemos muito pouco sobre o maná, exceto que era “branco como a semente de coentro e tinha gosto de massa folhada de mel” (v.31). Talvez o maná pudesse não parecer tão atrativo quanto uma dieta à base de chocolate, porém a doçura da provisão divina para o Seu povo foi clara. O maná nos aponta para Jesus, que se descreveu como o “pão da vida” (JOÃO 6:48) que nos sustenta diariamente e nos assegura a vida eterna (v.51). Por: KIRSTEN HOLMBERG
Neste episódio do Clube de Leitura 30:MIN, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon analisam "Contra Fogo" (Ed. Todavia), romance de estreia de Pablo L.C. Casella.A discussão aborda as escolhas narrativas do autor: a oralidade da prosa, o desenvolvimento da trama e a construção dos personagens. Os participantes examinam como o livro articula a trama e os personagens.Por fim, refletem sobre as questões ecológicas apresentadas na obra e suas conexões com o contexto brasileiro.Aviso para o próximo mês: em junho, o Clube debate "Floresta é o Nome do Mundo", de Ursula K. Le Guin (Ed. Morro Branco).Aperta o play e contra pra gente: quais outros livros você conhece que dialoga com a crise ambiental?---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-lo enviarei.E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo." João 16:7-8."Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque Eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento." Mateus 9:13"E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento." Marcos 2:17
"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;TODAVIA eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no DEUS da minha salvação. O SENHOR DEUS é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas." Habacuque 3:17-19
La semana pasada les conte que Mozilla habia decido cerrar en julio la aplicacion Pocket, y de forma automatica tuve que salir a buscar una opcion, la encontre y es mucho mejor, ademas; Muy flojo el rendimiento del Galaxy Z Flip 7 con el micro Exynos 2500 se queda atrás de sus rivales; Trump dice que Samsung y Apple enfrentará un arancel del 25% sobre los teléfonos vendidos en EE.UU. y como todos los días les solicitamos sus comentarios. Muy flojo el rendimiento del Galaxy Z Flip 7 con el micro Exynos 2500 se queda atrás de sus rivales https://x.com/yabhishekhd/status/1926798057980453024 Una investigación de Google muestra que las computadoras cuánticas podrían romper el cifrado RSA antes de lo esperado https://security.googleblog.com/2025/05/tracking-cost-of-quantum-factori.html El CEO de Duolingo da marcha atrás en el impulso a la IA y dice que aún se necesitan trabajadores humanos https://www.techspot.com/news/108054-duolingo-ceo-backtracks-ai-push-after-outcry-human.html Trump dice que Samsung y Apple enfrentará un arancel del 25% sobre los teléfonos vendidos en EE.UU. https://www.sammobile.com/news/trump-says-samsung-to-face-25-tariff-on-phones-sold-in-the-us/ El sabado pasado X está caída o dando problemas en todo el mundo https://techcrunch.com/2025/05/23/x-continues-to-suffer-bugs-following-thursday-outage/ Xring O1 de Xiaomi: la revolucionaria joya en 3 nm que redefine el rendimiento móvil https://gizchina.es/2025/05/23/xiaomi-presenta-xring-o1-procesador-propio-independencia-tecnologica/ Te recomiendo raindrop.io para reemplazar Pocket!!! raindrop.io Video del día en las redes https://www.instagram.com/p/DKItvITgAhw/ ESPERAMOS TUS COMENTARIOS...
Leitura Bíblica Do Dia: Colossenses 3:15-24 Plano De Leitura Anual: 1 Crônicas 25–27; João 9:1-23 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando Júlio tinha 14 anos, sua mãe o levou para o show de um cantor famoso. Como era muito comum na época, o artista havia se enredado em um estilo de vida autodestrutivo durante suas turnês. Todavia, quando o artista e sua esposa se tornaram seguidores de Jesus, tudo mudou radicalmente na vida deles. Na noite do concerto, a apresentação começou e o público estava empolgado. Depois de ter apresentado alguns dos seus sucessos, um homem gritou da plateia: “Ei, cante uma para Jesus!”, ao que o cantor respondeu sem pestanejar: “Eu acabei de cantar quatro canções para Ele”. Isso já faz algumas décadas, mas Júlio jamais se esqueceu daquele momento em que entendeu que tudo o que fazemos deve ser para Jesus, mesmo o que alguns consideram “não religioso”. Às vezes, sentimo-nos propensos a separar o que fazemos na vida. Ler a Bíblia, testemunhar sobre como fomos salvos por Cristo, cantar um hino como sendo coisas sagradas. Mas cortar a grama, correr no parque, cantar uma música comum como coisas seculares. Paulo nos lembra, em Colossenses 3:16, que a mensagem de Cristo permeia as nossas atividades, como ensinar, cantar e dar graças. Mas o verso 17 vai ainda além enfatizando que, como filhos de Deus, “tudo que [fizermos] ou [dissermos], [façamos] em nome do Senhor Jesus”. Tudo o que fazemos é para Ele. Por: CINDY HESS KASPER
É a hora de mergulhar no livro do Clube de Leitura 30:MIN de abril de 2025! Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e AJ Oliveira discutem Onde vivem as monstras, da autora japonesa Aoko Matsuda (ed. Gutenberg, trad. Rita Kohl).A coletânea de contos reconta histórias tradicionais do Japão, dando voz a mulheres que das narrativas originais. Matsuda escreve a partir das narrativas populares e histórias narrativas que refletem sobre papéis de gênero. No papo, o trio analisa a estrutura da coletânea, a habilidade da autora ao ressignificar o folclore e a roupagem adotada pelo elemento fantástico nessa leitura. Então, aperta o play e já se prepara para o próximo livro: Contra Fogo, de Pablo L. C. Casella (ed. Todavia)!
Fecha: 31-03-2025 Título: Todavia no es la hora parte I Autor: Sayli Guardado Locución: Analía Hein http://evangelike.com/devocionales-cristianos-para-mujeres/
Fecha: 30-03-2025 Título: Todavia no es la hora parte 1 Autor: Sayli Guardado Locución: Analía Hein http://evangelike.com/devocionales-cristianos-para-mujeres/
As Escrituras Sagradas trazem em várias passagens referente à analogia do povo de Deus ser comparado com as ovelhas e Deus e O Nosso Pai, como o Pastor de Seu Povo. Todavia, é em Cristo, conforme explicado no Capítulo 10 do Evangelho de João, e que se chega à Revelação máxima, ser o Bom Pastor, ao mesmo tempo traz revelações importantes sobre personagens malignos, como sendo o lobo e o pastor mercenário que tem como objetivo de minar a nossa fé! Como o Bom Pastor, o lobo e o mercenário atuam hoje na vida do cristão?Convido você a assistir o vídeo desta mensagem no Youtube, se inscrever no canal da IBPG, ativar o sininho, e compartilhar com seus amigos para que a Palavra de Deus possa abençoar vidas, assim fazendo permite que a Mensagem do Evangelho exposta no canal da Igreja alcance mais pessoas.----Igreja Batista Palavra da GraçaVisite nosso site: https://www.ibpg.org.br/
"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação." Habacuque 3:17-18
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"Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos Meus Estatutos, e não os guardastes; TORNAI-VOS PARA MIM, E EU ME TORNAREI PARA VÓS, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Roubará o homem a Deus? Todavia vós Me roubais, e dizeis: Em que Te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim Me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro, para que haja mantimento na Minha Casa, E DEPOIS FAZEI PROVA DE MIM NISTO, diz o Senhor dos Exércitos, Se Eu não vos abrir as janelas do Céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes." Malaquias 3:7-10