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todavia

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Steve Pinto Podcast
Sal y Luz – Parte 3: Los Sabios Todavia lo Buscan

Steve Pinto Podcast

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 58:25


Serie de Sermones: Sal y Luz – Parte #3Una serie de sermones basada en el Evangelio de Mateo. En esta serie, el Pastor Steve analiza cada capítulo del Evangelio de Mateo y explica las enseñanzas de Dios para su pueblo, para que puedan ser verdaderamente la sal y la luz en el mundo de hoy.

WGospel.com
Uma alegria duradoura!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 5:27


TEMPO DE REFLETIR 01842 – 31 de julho de 2026 Habacuque 3:18 – Todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. Quando Habacuque escreveu essas palavras, o povo de Judá estava em profunda apostasia. O profeta lamentava os pecados de seus compatriotas e, ao mesmo tempo, estava convicto de que mereciam o castigo que Deus havia anunciado. Ele também lamentava a prosperidade dos orgulhosos caldeus, cujos exércitos seriam usados para punir o povo que deveria ser a cabeça e não a cauda. Deus, contudo, não permitiu que Habacuque se fragmentasse emocionalmente. O profeta entendeu o plano divino, humilhou-se diante do Senhor e recebeu a gloriosa revelação de que Deus estava no controle de tudo, com o propósito de salvar Seus filhos fiéis. A confiança do profeta foi restaurada, e ele afirmou: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3:17 e 18). Nestes dias de insegurança, dúvida e perplexidade, a experiência de Habacuque serve de estímulo e exemplo para o povo de Deus. Como sabemos, os governantes, tanto dos países ricos quanto dos países pobres, estão preocupados com a instabilidade da economia, com o coronavirus e tantas outras coisas mais. Hoje em dia, qualquer pessoa sabe que as bolsas de valores determinam o ritmo da vida. Enquanto isso, as reservas ecológicas estão em rápido processo de extinção. A violência grassa nas cidades e nos campos. O materialismo leva o homem moderno a zombar de toda e qualquer ideia sobre a necessidade de Deus no Universo e na vida. Nesse ambiente sem rumo, aumenta o número de pessoas angustiadas e perplexas, vítimas do vazio existencial de nosso tempo. Quem não tem a palavra de Deus como escudo, é condicionado a esperar o caos. E, mesmo entre o povo de Deus, algumas pessoas se inclinam a duvidar de que o barco da igreja esteja viajando na rota certa. São os profetas do caos, os anunciadores de pragas e flagelos. Qual deve ser a nossa atitude em meio a tudo isso? Sem dúvida alguma, a mesma do profeta Habacuque. Ainda que as nações se desentendam; ainda que o materialismo aumente; ainda que os céticos zombem dos que constroem a arca da salvação; ainda que muitos entrem em apostasia, nós, todavia, continuamos estribados na Rocha dos séculos, Jesus Cristo. Nosso coração exulta de alegria, pois a nossa salvação está próxima. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Mesmo em meio a dor, ó Pai; mesmo em meio ao medo e a preocupação; mesmo quando todas as coisas parecem se acabar; eu quero continuar crendo, confiando e louvando o Teu nome. Por Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

IBPG - Igreja Batista Palavra da Graça

A Cruz de Cristo é o divisor da humanidade, a partir da Sua Ressurreição, o Espírito Santo está formando o novo povo de Deus, em todas as raças e nações, o povo que reinará para sempre com Cristo. Todavia, a Cruz de Cristo atua diariamente em nosso viver! Como Ela atua? Qual transformação diária que estamos sofrendo? Qual o propósito de Deus por detrás disso tudo? Como afeta nossas vidas?

IBPG - Igreja Batista Palavra da Graça

Vocês (Meus discípulos) são Luz do Mundo! Outra declaração bombástica de Jesus Cristo no Sermão do Monte! Não eram e nem serão, são luz agora, feitos para brilhar em qualquer ambiente de trevas! É a nossa identidade espiritual! Todavia, neste mesmo Sermão do Monte, o Senhor Jesus alerta sobre nosso olhar que se não for luz, será de grandes trevas, não há meio termo! Como podemos dirigir nossa vida para não perder a condição de luz? Qual consequência desse olhar de trevas para o viver agora e para nosso futuro?

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Com laços de amor e carinho, Eu os trouxe para perto de Mim... - Meditação Matinal 26/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 26:48


"Todavia, Eu ensinei a andar a Efraim; tomando-os pelos seus braços, mas não entenderam que Eu os curava.Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e lhes dei mantimento." Oseias 11:3-4"Disse-lhe Jesus: Eu Sou o Caminho, e a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim." João 14:6

Devocionais Diarias
9 DE JULHO DE 2026| DEVOCIONAL DIÁRIO| REV PAULO ADRIANO.

Devocionais Diarias

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 3:30


Bom dia, Irmãos Graça e Paz da parte do SENHOR Jesus Cristo! Todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma.Hebreus 10:38Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17

Devocional Diário
Você consegue imaginar o que Deus preparou para aqueles que o amam?

Devocional Diário

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 2:14


“Todavia, como está escrito: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”;” 1 Coríntios 2:9 NVI Você consegue imaginar o que Deus preparou para aqueles que o amam?Não há como conhecer verdadeiramente a Deus sem não amá-lo, pois Ele é o próprio Amor. Neste versículo temos a Sua promessa de saber que suas benção vão além da nossa compreensão, assim como é seu próprio amor.Ainda que na vida, não tenhamos perspectiva de futuro, aquele que nos ama e que também podemos amá-lo, nos da a promessa de nos surpreender com seu amor e desejo em nos abençoar.““Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado.” Jó 42:2 NVI Que possamos conhecer, amar e confiar nos planos de Deus para nossa vida, sabendo que Ele cuida de nós e sempre nos surpreende em seus propósitos.Pensamento do dia:Qual é o nível de seu conhecimento de Deus?Oração: Senhor muito obrigado por nos amar de forma tão intensa, nos ajude a conhecê-lo cada dia mais sentindo e vivendo seu amor por nós.Em nome de Jesus, Amém !Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #EleMeAma#AmorInimaginavel #QueroTeConhecer#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio

Artes
Colectivo de Rappers guineenses ‘Fartudibos' lança 1° álbum intitulado 'Sissoco Na Kai'

Artes

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 27:10


O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1

Presente Diário
A quem obedecer?

Presente Diário

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 3:24


Devocional do dia 15/06/2026 com o tema: A quem obedecer? Na leitura de hoje, Pedro e João foram presos e, depois, levados ao Sinédrio, uma espécie de tribunal, porque estavam pregando a ressurreição de Cristo. Todavia, aquelas autoridades não aceitavam essa mensagem. Os fariseus estavam tão enraizados na tradição religiosa que, mesmo vendo sinais da ressurreição e poder de Jesus, não se rendiam. LEITURA BÍBLICA: Atos 4.1-37 Pedro e João, porém, responderam: Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores em vez de obedecer a ele (At 4.19).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Betlehem Podcast
O MISTÉRIO DE SE ALEGRAR EM DEUS

Betlehem Podcast

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 6:23


Imagina a cena: você passa a noite “se divertindo”, volta de manhã, dorme até tarde, acorda com fome, cara amassada… e lá dentro um peso, um vazio que você não sabe explicar.Aí vem alguém que te ama de verdade – uma mãe, um pai, um amigo – e pergunta:“Se você tava se divertindo tanto… por que está tão triste?”Essa é a verdade sobre a alegria do mundo:ela depende de circunstâncias – dinheiro, companhia, likes, balada, bebida, crush, dopamina rápida –mas, quando a música acaba, sobra o vazio, o medo, o buraco.E o sistema é feito pra sugar tudo: tempo, saúde, dinheiro, amizades, oportunidades… até te empurrar pra depressão, pro cansaço, pro “não aguento mais”.A Bíblia já tinha resumido isso:“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir;eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” (Jo 10.10)Existe uma ALEGRIA que este mundo não conhece.Uma alegria que não vem da balada, mas da presença do Espírito Santo.O dia em que o Espírito Santo enche alguém de verdade, essa pessoa sabe:eu posso até não lembrar de todos os detalhes do dia…mas eu nunca vou esquecer a sensação de ser tomado por uma alegria limpa, profunda, que faz você chorar e rir ao mesmo tempo, cantar no carro sozinho, como se fosse voar.Essa alegria não ignora os problemas, mas vem de OUTRA FONTE.Paulo, preso, escreveu:“ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR; outra vez digo: alegrai-vos.” (Fp 4.4)Ele não disse:“Alegrai-vos quando tudo estiver bem”;Ele disse: “no SENHOR”.A base da alegria verdadeira não é o que você TEM nem o que está ACONTECENDO,é QUEM ESTÁ COM VOCÊ.Por isso a ordem é:– Não se alegre na conta bancária,– não se alegre só quando a saúde está boa,– não se alegre apenas quando a família tá perfeita…ALEGRAR-SE NO SENHOR é encontrar prazer, descanso e segurança na presença dEle, mesmo quando tudo ao redor está balançando.Habacuque entendeu isso no pior cenário possível:“Ainda que a figueira não floresça,nem haja fruto na vide;o produto da oliveira minta,os campos não produzam mantimento,as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco,e nos currais não haja gado,TODAVIA, EU ME ALEGRAREI NO SENHOR,exultarei no Deus da minha salvação.” (Hc 3.17–18)Talvez hoje, o seu “ainda que” seja:– ainda que o casamento esteja difícil,– ainda que o filho esteja longe,– ainda que a porta do emprego não tenha se aberto,– ainda que a doença ainda não tenha ido embora… Deus está dizendo:ESSAS COISAS SÃO PASSAGEIRAS.Meu amor por você, não.Minha presença, não.Minha salvação, não.Meu cuidado, não.“Porque a nossa leve e momentânea tribulaçãoproduz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem;porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.” (2 Co 4.17–18)Onde está a PLENITUDE dessa alegria?“Na TUA PRESENÇA há plenitude de alegria;à Tua destra, delícias perpetuamente.” (Sl 16.11)A presença de Deus hoje não é um lugar físico;é o encontro real com Ele na oração, na Palavra, na adoração, na comunhão.Quanto mais espaço você dá pra Deus, mais essa alegria começa a encher os vazios que o mundo não consegue ocupar.A tristeza segundo o mundo leva à paralisia, isolamento, morte por dentro.Mas quando a alma quer afundar, o salmista nos ensina a falar com nós mesmos:“Por que estás abatida, ó minha alma?Por que te perturbas dentro de mim?ESPERA EM DEUS, pois ainda o louvarei,a Ele, meu auxílio e Deus meu.” (Sl 43.5)E o segredo é:“AGRADA-TE DO SENHOR,e Ele satisfará os desejos do teu coração.ENTREGA o teu caminho ao Senhor,CONFIA nele, e o mais Ele fará.” (Sl 37.4–5)Não é negar a dor. É escolher, em meio a ela, onde você vai fincar a sua esperança.

First United Pentecostal Church's Podcast
2026-05-31 | Domingo Primer Servicio 10AM: "Por Fe: Aunque Murio, Habla Todavia" Parte 2 - Obispo James Jackson

First United Pentecostal Church's Podcast

Play Episode Listen Later May 31, 2026 96:17


Podcast do PublishNews
423 - A Feira do livro 2026 - Paulo Werneck e Mariana Salomão Carrara

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later May 26, 2026 65:00


No episódio do Podcast do PublishNews desta semana falamos sobre a quinta edição d'A Feira do Livro, que começa no próxima sábado, dia 30 de maio até 7 de junho, reunindo 107 autores e autoras em 120 atividades gratuitas, na praça Charles Miller, no Pacaembu em São Paulo, E Temos duas partes deste podcast: uma conversando sobre a Feira em si, com seu diretor geral, Paulo Werneck e na segunda parte falamos com uma das autoras convidadas, Mariana Salomão Carrara.Com Paulo, falamos sobre a evolução da Feira do Livro de São Paulo, seus desafios logísticos, estratégias de sustentabilidade e tendências do mercado editorial. Já com Mariana, ela compartilha sua trajetória como escritora e defensora, explorando a relação entre leitura, escrita, linguagem e sua experiência com literatura e justiça e a expectativa do lançamento do seu novo livro: Claudia Vera Feliz Natal pela Todavia.O podcast é oferecimento MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro e Nielsen BookDataIndicações:Livro: Doce Tóquio, de Durian Sukegawa - Tradução de ​​Sandra Keika (Morro Branco)Livro: Guia da Copa Falha de Cobertura - Caíto Mainier, Daniel Furlan e Pedro Leite (Record)Audiolivro: Laços - Domenico Starnone - Narrado por Paulo Betti (Todavia)Audiolivro: A Uruguaia - Pedro Mairal - Narrado por Paulo Betti (Todavia)Audiolivro: Não fossem as sílabas do sábado - Mariana Salomão Carrara - Narrado por Mariana Salomão Carrara (Todavia)Audiolivro: Se deus me chamar não vou - Mariana Salomão Carrara - Narrado por Lorena Comparato (Supersônica)Livro: Cláudia Vera Feliz Natal - Mariana Salomão Carrara (Todavia)Livro: O sol é para todos - Harper Lee - Tradução: Beatriz Horta (Record)Audiolivro: A morte de Ivan Ilitch - Lev Tolstói - Tradução: Irineu Franco Perpétuo e Paulo Henrique Pompermaier - Narrado por Alberto EloyEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade.https://cbl.org.br

Convidado
“Há uma falta de esperança total”: o outro lado da retoma do gás em Cabo Delgado

Convidado

Play Episode Listen Later May 26, 2026 8:10


A retoma do projecto de gás natural liderado pela empresa francesa TotalEnergies, em Cabo Delgado, Moçambique, continua a ser apresentada como sinal de estabilização da província devastada pela violência armada. Todavia, para Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong Justiça Ambiental, a realidade no terreno está longe dessa narrativa. “Não me parece, porque se assim fosse, não haveria necessidade de termos escolta militar no percurso entre Pemba e Palma”, garante Kete Fumo acaba de regressar de Cabo Delgado. “Não teríamos os reports (relatórios) de ataques ao longo da via”, acrescenta. Kete Fumo, coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental, que falou em Paris nas instalações da parceira francesa CCFD-Terre Solidaire, recorda o ataque de 21 de Fevereiro ocorrido na estrada entre Pemba e Palma, sublinhando que continuam a existir incidentes em distritos como Macomia: “Dizermos que a segurança está restabelecida não corresponde à realidade, porque continuamos a registar o aumento do número de mortos”. Segundo Kete Fumo, a sensação de segurança promovida pelas autoridades e pelas empresas concentra-se sobretudo em torno das infra-estruturas dos projectos de gás. A presença militar ruandesa no terreno “está mais à volta do projecto [da TotalEnergies], protegendo mais as infra-estruturas do projecto e as pessoas que lá trabalham”, explica. Nas comunidades, acrescenta, permanece sobretudo a presença das forças moçambicanas e dos postos de controlo militares. No terreno, as consequências sociais dos megaprojectos continuam a marcar profundamente a vida das populações reassentadas. Kete Fumo refere o caso das 643 famílias deslocadas para a vila de Catunda, muitas das quais continuam sem acesso adequado a terras agrícolas ou ao mar. “Estas famílias nem todas receberam terra de substituição para as suas machambas, para a produção da sua comida, e o acesso ao mar continua a ser bastante deficitário”. Além disso, as áreas atribuídas estão fortemente militarizadas: “Eles não sentem uma verdadeira liberdade de desenvolver as suas actividades naquela área.” A situação agrava-se, segundo a activista, pela ausência de compensações claras e pela insegurança em torno da posse das casas entregues às famílias reassentadas. “Isto mostra a falta de confiança que as comunidades têm com o próprio projecto”, afirma. “Elas dizem: ‘Será que esta casa é mesmo nossa?'” Kete Fumo relata ainda conflitos relacionados com as parcelas para agricultura de subsistência atribuídas às famílias deslocadas. Em alguns casos, os antigos proprietários recusam-se a permitir o uso das terras por alegarem nunca ter recebido compensações adequadas. Também a nível ambiental os impactos já são visíveis, sustenta a coordenadora nacional da campanha “Say No To Gas” da ong moçambicana Justiça Ambiental. “O que nós podemos ver é o alto nível de destruição de zonas de floresta”, diz, referindo a abertura de estradas, novas áreas agrícolas e infra-estruturas ligadas aos projectos de gás. No mar, aponta para o aumento da circulação de navios e para os riscos associados à descarga de águas de lastro e a eventuais derrames de combustível. “As comunidades já têm reclamado do desaparecimento de algumas espécies locais que costumavam ter acesso e que diminuíram bastante.” Kete Fumo alerta ainda para os impactos climáticos cumulativos dos vários projectos previstos para a região: “O estudo de impacto ambiental que foi realizado não considera os impactos cumulativos de cada um dos projectos”, critica. “Ao combinarmos os impactos de cada um destes projectos, é só imaginar o nível de emissões que vamos ter num país que é extremamente vulnerável.” De regresso de Cabo Delgado, Kete Fumo dá conta do sentimento de abandono das comunidades e diz ter encontrado uma população sem expectativas: “Há uma falta de esperança total (...) As pessoas perderam a esperança de que alguma coisa possa ser feita”. Segundo explica, muitas famílias viram desaparecer os meios de subsistência sem que as promessas iniciais fossem cumpridas: “Antes tinha uma machamba para produzir a sua comidinha, tinha o mar para tirar o peixe, mas agora não tem nem isso.” E acrescenta que a sensação de injustiça aumenta à medida que os trabalhos avançam: “As pessoas vêem que as actividades da Total avançam a cada dia, sendo que as suas vidas ficaram paradas no mesmo ponto ou pior.” Para a coordenadora da campanha “Say No To Gas”, tanto as empresas como o Estado moçambicano têm responsabilidades no processo: “Eles trabalham em parceria”. Apesar das denúncias feitas por organizações da sociedade civil às autoridades locais e nacionais, Kete Fumo diz não ver respostas concretas: “As próprias comunidades sentem que o governo está mais a proteger o projecto do que os interesses das comunidades. (...) Daí esta falta de confiança e de esperança sobre algum tipo de desenvolvimento que as possa beneficiar”.

Evangelho Puro e Simples
Salmo 44 - Em Deus nos gloriamos

Evangelho Puro e Simples

Play Episode Listen Later May 25, 2026 11:05


¹ Com os nossos próprios ouvidos ouvimos, ó Deus; os nossos antepassados nos contaram os feitos que realizaste no tempo deles, nos dias da antigüidade.² Com a tua própria mão expulsaste as nações para estabelecer os nossos antepassados; arruinaste povos e fizeste prosperar os nossos antepassados.³ Não foi pela espada que conquistaram a terra, nem pela força do braço que alcançaram a vitória; foi pela tua mão direita, pelo teu braço, e pela luz do teu rosto, por causa do teu amor para com eles.⁴ És tu, meu Rei e meu Deus! Tu decretas vitórias para Jacó!⁵ Contigo pomos em fuga os nossos adversários; pelo teu nome pisoteamos os que nos atacam.⁶ Não confio em meu arco, minha espada não me concede a vitória;⁷ mas tu nos concedes a vitória sobre os nossos adversários e humilhas os que nos odeiam.⁸ Em Deus nos gloriamos o tempo todo, e louvaremos o teu nome para sempre. Pausa⁹ Mas agora nos rejeitaste e nos humilhaste; já não sais com os nossos exércitos.¹⁰ Diante dos nossos adversários fizeste-nos bater em retirada, e os que nos odeiam nos saquearam.¹¹ Tu nos entregaste para sermos devorados como ovelhas e nos dispersaste entre as nações.¹² Vendeste o teu povo por uma ninharia, nada lucrando com a sua venda.¹³ Tu nos fizeste objeto de vergonha dos nossos vizinhos, de zombaria e menosprezo dos que nos rodeiam.¹⁴ Fizeste de nós um provérbio entre as nações; os povos meneiam a cabeça quando nos vêem.¹⁵ Sofro humilhação o tempo todo, e o meu rosto está coberto de vergonha¹⁶ por causa da zombaria dos que me censuram e me provocam, por causa do inimigo, que busca vingança.¹⁷ Tudo isso aconteceu conosco, sem que nos tivéssemos esquecido de ti, nem tivéssemos traído a tua aliança.¹⁸ Nossos corações não voltaram atrás, nem os nossos pés se desviaram da tua vereda.¹⁹ Todavia, tu nos esmagaste e fizeste de nós um covil de chacais e de densas trevas nos cobriste.²⁰ Se tivéssemos esquecido o nome do nosso Deus e tivéssemos estendido as nossas mãos a um deus estrangeiro,²¹ Deus não o teria descoberto? Pois ele conhece os segredos do coração!²² Contudo, por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro.²³ Desperta, Senhor! Por que dormes? Levanta-te! Não nos rejeites para sempre.²⁴ Por que escondes o teu rosto e esqueces o nosso sofrimento e a nossa aflição?²⁵ Fomos humilhados até o pó; nossos corpos se apegam ao chão.²⁶ Levanta-te! Socorre-nos! Resgata-nos por causa da tua fidelidade Salmos 44:1-26Youtube: youtube.com/c/PrRomuloPereiraInstagram: @PrRomuloPereiraFacebook: facebook.com/PrRomuloPereiraSpotify: Evangelho Puro e Simpleshttps://podcasters.spotify.com/pod/show/PrRomuloPereira

First United Pentecostal Church's Podcast
2026-05-24 | Domingo Primer Servicio 10AM: "Por Fe: Aunque Murio Habla Todavia" - Obispo James Jackson

First United Pentecostal Church's Podcast

Play Episode Listen Later May 24, 2026 59:48


IBPG - Igreja Batista Palavra da Graça

Ser Mãe! É a atividade mais complexa para um ser humano, educar, cuidar e liberar para vida um filho sadio, espiritualmente e emocionalmente, exige conhecimentos diversos para cada idade de um filho, e Deus conta com as mães! Todavia, tamanha complexidade e responsabilidade pode se tornar em fonte de conflitos, de dores e de separação! O exemplo de Maria, a mãe de Jesus, é super atual, como mãe que superou dores e provas para que seu Filho crescesse em graça e sabedoria! Como seu exemplo pode trazer lições preciosas para os dias de hoje para tantas famílias que estão se desintegrando em crises diversas?

Vozes de Cristo
Devocional #117 – Beleza e Esplendor

Vozes de Cristo

Play Episode Listen Later May 12, 2026 6:30


Todavia, as parteiras temeram a Deus e não obedeceram às ordens do rei do Egito; deixaram viver os meninos. Êxodo 1:17 “Sede fecundos e multiplicai-vos” foi benção dada por Deus à sua criação em Gn.1:28, especificamente à nação de Israel, a bênção que passou de geração a geração, dada inicialmente [...]

Convidado
Estreito de Ormuz:"propostas de paz são compassos de espera antes de confronto a breve trecho"

Convidado

Play Episode Listen Later May 4, 2026 21:42


No fim-de-semana, o Irão apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, Teerão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, que se levantem as sanções internacionais, que sejam pagas compensações de guerra e que um acordo de paz abranja o Líbano, actualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento, Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o Presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no Estreito de Ormuz. De acordo com o comando militar americano na região, esta operação denominada "Project Freedom" - "Projecto Liberdade", mobiliza 15 mil militares, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, bem como navios de guerra e drones. O Irão que ainda hoje apelou os Estados Unidos para que "adoptem uma abordagem razoável" e "abandonem as exigências excessivas", proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Ormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no sector sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo, avisou que em caso de obstáculo à sua operação que descreve como um "gesto humanitário", ele "teria recurso à força". Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução concertada, perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major General Carlos Branco. RFI: Como se apresenta actualmente o panorama no Estreito de Ormuz? Major General Carlos Branco: Há duas questões. Começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês, para depois ser apresentada aos Estados Unidos, essa proposta em 14 pontos não apresenta nada de inovador. Do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido. Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram, naturalmente, ao Presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis. Um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito. E o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências pura e simplesmente. Consideram que, para já, não deve ser discutido, porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isto depende do dispositivo naval que o presidente Trump colocar na região. Se mantiver o actual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos que vai deixar passar muitas embarcações, que é aliás, o que tem acontecido até agora. Há de facto algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos. Mas a esmagadora maioria não é. E não é Porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande. E, por outro lado, porque muito desse trânsito marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana. E ao deslocarem-se nesta zona, acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano. O que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se eles se aproximam da costa, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis antinavios iranianos. E, portanto, até este momento, não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco. RFI: Neste domingo, o Irão desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um "mau acordo" ou então uma "operação militar impossível". Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso? Major General Carlos Branco: Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar e então auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar evitar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver. Para já, o que me parece importante debater, são as opções que estão à frente dos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição, por um lado, dos israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interrogações sobre isso. E a questão é sempre a mesma e é o tema que temos discutido desde o início destes combates: o que é que se pretende atingir com uma operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatollahs por um outro regime que nós não conseguimos identificar. O que nesta altura poderia ser uma alternativa, a alternativa monárquica (Reza Pahlavi, herdeiro do trono iraniano, actualmente no exílio), não reúne consenso, nem do lado iraniano, nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e, deste modo, pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objectivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade. E o que é um facto, é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vá alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade, do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quando eu digo caro, não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político. E há uma vontade do Presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções, soluções à Trump, é daquelas do expediente do último minuto, que é "bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações, vamos obliterá-las. Aliás, obliteramos várias vezes. Portanto, tivemos várias vitórias. Mas essas vitórias, pois, obrigam sempre a que se continuem os combates. Vamos embora e declaro vitória e a minha imagem internamente não será afectada". Isto sou eu a especular. E fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas, coloco este problema com algumas interrogações. Nomeadamente, relativamente ao dispositivo militar norte -americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse sim está obliterado, está destruído. Nalguns casos completamente destruídos, noutros com a sua operacionalidade significativamente afectada. Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz. Mas ainda não chegámos lá. Será numa fase mais avançada. Para já, é aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Estas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos. É que não vão resolver nada. Não vão conduzir a uma solução política. São apenas compassos de espera em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá. Do meu ponto de vista, a breve trecho. RFI: Precisamente numa altura em que há fortes sinais de que as hostilidades poderiam recomeçar, os Estados Unidos anunciaram nestes dias que iriam retirar 5 mil militares americanos da Alemanha, que é um dos parceiros estratégicos dos Estados Unidos a nível militar, no seio da NATO e no seio da Europa. Isto não será, no fundo, também dar um tiro no pé? Major General Carlos Branco: Será um tiro no pé se os Estados Unidos implementarem essa decisão. É uma interrogação que nós temos, antes de mais, de colocar. Será que isso é apenas uma ameaça ou se vai concretizar? Mas vamos partir do princípio que se vai concretizar. Eu penso que a comunicação social e muitos políticos na Europa estão a reagir de forma exagerada a esse anúncio, porque sabemos perfeitamente que os Estados Unidos nunca vão abdicar da sua presença na Europa, apesar de se dizer isso de vez em quando e muito menos na Alemanha. A Alemanha é o local onde as forças americanas têm uma presença mais efectiva no teatro europeu. A maior base aérea norte-americana fora dos Estados Unidos é na Alemanha. é na Alemanha que estão uma série de estruturas de comando: o quartel-general do comando das forças norte-americanas na Europa, o comando das forças norte-americanas do AFRICOM e muitos outros. Por exemplo, um grande hospital militar próximo da base de Ramstein (sudoeste do país), onde são canalizados os feridos dos diferentes combates que os Estados Unidos têm travado, nomeadamente agora do Irão, há algumas dezenas, senão centenas de peritos que se têm dirigido a este hospital na Alemanha. Portanto, a Alemanha representa um nó de apoio logístico e de sustentação das forças que os Estados Unidos têm vindo a empregar e provavelmente continuarão a fazê-lo no Médio Oriente, na Ásia. E sabemos o que é que aconteceu desde o Iraque e desde os diferentes envolvimentos do Iraque ao Afeganistão. Portanto, estamos a falar de um assunto que, do meu ponto de vista, não é assunto. Para além disso, esses 5 mil soldados são marginais relativamente ao efectivo que os norte-americanos têm na Europa. Segundo uma autorização do ano passado, que foi aprovada no Congresso, os Estados Unidos têm que ter na Europa permanentemente um mínimo de 76 mil soldados. Nesta altura tem 68 mil. Estão autorizados a baixar esse número por um período de 45 dias. Depois tem que ser reposto. Nesta altura, 68 mil são os que se encontram na Alemanha. Aliás, no teatro europeu, partindo do princípio que este número não está subestimado, porque há uma série de presenças norte-americanas em vários locais que me levam a concluir que este número, nesta altura, é um número avaliado por defeito. Mas assumindo que é um número correcto, 5% representa menos de 10% desse total. E volto a dizer, há uma reacção exagerada, desproporcional relativamente às consequências que esta decisão, se for implementada, pode vir a provocar. RFI: Mas a nível da Alemanha, o governo tem apelado fortemente a rearmar a Europa, o que era uma posição que tradicionalmente a Alemanha nunca assumia. Era mais à França que defendia um sistema europeu autónomo em matéria de defesa. Por outro lado, outros parceiros tradicionais dos Estados Unidos parecem também ter tomado consciência de que precisam ter alguma segurança autónoma. Estou a referir-me, por exemplo, ao Japão, que pondera a hipótese de se rearmar e de, inclusivamente, mudar a sua Constituição para não pôr de parte completamente a sua capacidade de defesa autónoma. Major General Carlos Branco: Sim, temos dois assuntos distintos, embora eles tenham uma raiz comum. É um facto que houve uma alteração significativa na política externa norte-americana. Os Estados Unidos nunca abdicaram do seu projecto hegemónico. Essa afirmação dessa hegemonia, dessa liderança mundial, teria que ser feita recorrendo a aliados e, portanto, para recorrer a aliados teria que haver uma operação de captação das suas vontades, que não pode ser o que acontece nesta altura com o presidente Trump. O presidente Trump acha que pode concretizar esse projecto de liderança global, hostilizando tudo e todos, hostilizando os seus aliados. Falando primeiro dos europeus, a questão dos europeus tem aqui uma outra envolvente que se prende com o medo, do meu ponto de vista, sem justificação e mais uma vez exagerado de uma operação militar russa em território europeu. Em primeiro lugar, a Europa tem que decidir para que é que se quer armar. Eu percebo que a Europa se tenha que armar. Sou apologista dessa opção. Mas primeiro, tem que se explicar para quê? Se é para criar uma capacidade de dissuasão relativamente a outros pólos que se possam transformar numa ameaça. E, neste caso concreto, a Rússia. Pois claro, que a Europa tem que ter essa capacidade. Isso é absolutamente indiscutível. Outra coisa é a Europa querer armar-se, não para ter uma capacidade de dissuasão, mas para adquirir capacidade para atacar a Rússia e envolver-se numa confrontação com a Rússia. São necessários outros meios e envolventes políticas que são igualmente distintas e, portanto, ninguém ainda hoje na Europa foi capaz de clarificar exactamente esta questão. Há, de facto, muito discurso, muita narrativa, muita retórica sobre a ameaça russa. E nós sabemos que a Europa se está a armar. Mas convinha esclarecer isto. Eu, nesta altura começo a ficar preocupado, porque esse rearmamento da Europa não parece configurar-se no âmbito de criar capacidade de dissuasão, mas para a outra alternativa, e isso é algo que merece uma análise diferente, porque as consequências vão ser completamente distintas. Aliás, eu recordo que os europeus parecem ter memória curta e não perceberam ainda que guerras na Europa têm-se saldado sempre por resultados de soma negativa. E os europeus têm perdido sempre com estas guerras fratricidas no velho Continente e como é que isso contribuiu para reduzir a importância geoestratégica da Europa. Relativamente ao Japão, a situação tem que ser analisada numa primeira parte, coincidente com aquilo que eu já disse. Ou seja, os Estados Unidos têm hostilizado desnecessariamente os seus aliados. Mas há aqui outra componente, porque os aliados norte-americanos na Ásia, depois do que aconteceu no Médio Oriente, se calhar pensaram duas vezes. Ou seja, os norte-americanos provaram a sua incapacidade de honrar os seus compromissos securitários com os países do Médio Oriente. Por exemplo, relativamente a Arábia Saudita, os Estados Unidos não foram capazes de honrar os compromissos securitários, nem tiveram capacidade para defender as suas próprias bases, os seus navios saíram do Golfo Pérsico. Ou seja, não conseguiram sequer garantir a liberdade de navegação. Estamos a falar até agora no Médio Oriente. Imagine o que é que estará a passar na cabeça dos aliados na Ásia. E daí eu perceber que haverá uma preocupação acrescida no domínio da segurança desses países. Agora, há uma coisa que merece ser discutida: é se as alterações que querem introduzir nas suas arquitecturas de segurança serão as mais adequadas. E nós sabemos que o Japão, e isto não é de agora, está a alterar a sua narrativa e nomeadamente relativamente a Taiwan. Considera Taiwan como um Estado e considera que uma acção chinesa em Taiwan deveria ser considerada como um ataque também ao Japão. Portanto, isto é um outro tema que merece uma outra abordagem, mas que é extremamente preocupante, sobretudo porque a China de hoje não é a China de há dez anos e muito menos de há vinte anos. E isso tem que ser levado em consideração quando se fazem determinados cálculos estratégicos, porque erros de cálculo estratégico é o que tem prevalecido nas últimas décadas. O Afeganistão, mais uma vez, o Iraque, a Líbia, etc. E seria bom que se parasse, se respirasse e se pensasse antes de optar pela via bélica. Provavelmente, haverá outras alternativas do foro político e do foro diplomático que poderão resolver estes problemas. Isto transporta-nos para um outro tema que é o dilema da segurança. E isso conduz normalmente à conflitos, muitas das vezes quando eles não são desejados e os dirigentes políticos actuam exclusivamente com a necessidade de salvar a face. RFI: Voltando ao Médio Oriente e, mais concretamente, desta vez ao Líbano. Apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de Abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto, saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que abranja também a situação do Líbano. Como é que ficamos? Major General Carlos Branco: A haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar e eu diria não só meses, mas se calhar anos. Porque há muitas questões de natureza técnica que têm de ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossier nuclear, isto é um dado importante antes de falar do Líbano. No Líbano, não há cessar-fogo. Os combates continuam. Mais uma vez, houve um erro de cálculo estratégico da parte de Israel, porque, aliás, isso é devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exactamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas chefias. Aliás, um pouco como o Irão o fez também. Depois, temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Eu não consigo perceber o que é que os dirigentes israelitas viram agora de novo, que alteração qualitativa eles identificaram que vá fazer com que a história seja escrita de forma diferente. É que os israelitas, que andam já há mais de 40 anos a tentar estabelecer uma presença permanente no Líbano e que se tem saldado sistematicamente em derrotas. O que é que é agora novo e diferente? Que vai fazer com que possam sair vitoriosos para além daquilo que têm feito, que é uma coisa absolutamente inaceitável. Há regiões no sul do Líbano que se equiparam muito às de Gaza, completamente destruídas, e acho que a comunidade internacional já devia ter tomado uma posição mais assertiva relativamente a estes desenvolvimentos. Parece que há muita gente anestesiada. Mas, independentemente dos aspectos relacionados com condenações do que os israelitas estão a fazer no sul do Líbano, o que se coloca aqui no debate é saber se isto tem possibilidade de ser vitorioso, saldar-se por uma presença permanente de Israel no sul do Líbano. Recorrendo à história, diria que não, que é mais uma tentativa gorada ao fracasso. Mas isso, daqui a uns meses nós poderemos fazer um saldo definitivo destes desenlaces e procurar perceber até que ponto o que estou a dizer, tem fundamento ou não.

O Homem Que Comia Tudo
A pizza mais deliciosa de Portugal não fica nem em Lisboa, nem no Porto

O Homem Que Comia Tudo

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 6:15


A pizzaria parece ser a mina de ouro do restaurador: baixo preço do produto, pouca mão de obra, muito potencial para o Instagram. É natural que, tal como a febre das hamburguerias, existam pizzas em todas as esquinas do país mas só algumas pizzarias é que se podem dar ao luxo de serem verdadeiramente as melhores. A partir do excelente restaurante Paneólio pizzabar de Beniamin Bilali, localizado nas Caldas da Raínha, Ricardo Felner traça um perfil das pizzarias de Portugal, com forno a lenha, e da febre do “artesanal”, que parece ser apenas um chavão que é utilizado para dar prestígio. Todavia, nunca o artesanal esteve tanto em vias de extinção como agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Arauto Repórter UNISC
A arte de raciocinar

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 4:34


Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós.Mas, e o que é raciocinar? Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar. De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões.Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo.Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão.Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa.Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois. Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem.Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso. Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da plateia até chegarem às portas de saída.Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais. Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais.Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação.Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos.Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão. Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros. Quando suas vistas contemplarem as densas nuvens cinzentas que pairam há apenas alguns metros de altura, ouça com atenção a voz da razão a lhe dizer, com toda segurança que logo acima brilha o sol, soberano, que vencerá as trevas em pouco tempo.

Assunto Nosso
A arte de raciocinar

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 4:34


Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós.Mas, e o que é raciocinar? Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar. De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões.Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo.Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão.Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa.Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois. Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem.Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso. Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da plateia até chegarem às portas de saída.Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais. Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais.Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação.Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos.Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão. Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros. Quando suas vistas contemplarem as densas nuvens cinzentas que pairam há apenas alguns metros de altura, ouça com atenção a voz da razão a lhe dizer, com toda segurança que logo acima brilha o sol, soberano, que vencerá as trevas em pouco tempo.

Podcast do PublishNews
416 - Editores e IA: limites éticos

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 36:18


No podcast do PublishNews desta semana falamos sobre sobre a Inteligência Artificial no mercado editorial e o seu uso ética. A IA veio com a promessa de revolucionar como nós trabalhamos. Mas a realidade é que estamos vivendo entre o entusiasmo pela eficiência e a ameaça desta automatização. Ouvimos alguns editores sobre este tópico bem sensível: João Varella da Lote 42, Samuel Coto da HarperCollins Brasil, Rafaella Machado da Record, André Fonseca da Citadel, Mario Santin Frugiuele da Todavia e Daniel Lameira, da Seiva.O romance de suspense "Shy Girl", da autora Mia Ballard, teve sua publicação cancelada nos Estados Unidos e descontinuada no Reino Unido pela Hachette Book Group. A retirada da obra ocorreu após o jornal The New York Times apresentar fortes evidências de que o texto continha indícios de IA generativa, o que levou a retirada do título nas plataformas online de venda.Embora a autora tenha negado o uso direto, atribuindo a falha a um editor terceirizado, críticos apontaram erros superficiais de escrita que sugerem uma falta de lapidação e o uso de ferramentas automáticas sem o devido cuidado editorial. Esse episódio não é apenas um escândalo isolado; ele é um ponto de partida para discutirmos: como as editoras podem se precaver? Onde termina a ferramenta e começa a "traição" ao leitor?A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).|As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br

Política internacional para apressados
Uma noite interminável

Política internacional para apressados

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 19:22


Todas as atenções estão voltadas para o Oriente Médio. O Estreito de Ormuz nunca foi tão comentado em redes nacionais e internacionais. Todavia, o mundo não se resume somente àquela para passagem.No Caribe, uma ilha que já foi diplomatica e economicamente muito próxima do Brasil, vem implodindo.

Podcast Rabiscos
Tratado da misoginia: violência cotidiana - com Bruno Ribeiro

Podcast Rabiscos

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 60:08


No Rabiscos desta semana, recebemos o escritor e jornalista Bruno Ribeiro para uma conversa sobre o seu livro de não-ficção: Era apenas um presente para o meu irmão (Todavia).   Na obra, Bruno reconstrói a Barbárie de Queimadas, crime ocorrido na Paraíba em 2012, quando um grupo de homens atraiu mulheres para uma falsa festa e as submeteu a uma violência extrema, que resultou no assassinato de duas delas.   Entre jornalismo investigativo e literatura, o episódio discute feminicídio, cultura da violência e o papel dos homens diante dessa realidade.   Um episódio necessário. Incômodo. E impossível de ignorar.   Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129  CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG   Acompanhe, curta, compartilhe!   Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |  

Enterrados no Jardim
Ler livros de história num bordel em Alexandria. Uma conversa com José Luís Costa

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 286:40


“Daqui por mil anos não restará nada/ de quanto foi escrito neste século./ Hão-de ler-se frases soltas, pegadas/ de mulheres perdidas,/ fragmentos de crianças imóveis,/ os teus olhos lentos e verdes/ simplesmente não existirão./ Será como a Antologia Grega,/ ainda mais distante,/ como uma praia no inverno/ para outro assombro e outra indiferença”, escreve Bolaño, ditando essa perspectiva que, estranhamente, não deixa de nos agradar muitíssimo. Perdidas todas as batalhas, poderemos encantar-nos com o sabor daquilo que não tem a obrigação de perdurar. “Seremos pasto de tumbas ignoradas”, adianta Juana Bignozzi, poderemos colher ideias frescas nas oficinas esquecidas, poderemos esquecer o prestígio ridículo dos inventores e entregarmo-nos aos anseios desses grandes coleccionadores, aproveitando o desdém generalizado pelo que teve o seu tempo e, se lhe fosse dada a escolha, não regressaria a este mundo. Neste eterno crepúsculo com cadências de silêncios, o próprio tempo parece uma matéria que só nos é permitido revisitar em velhas gravações, murmúrios indisciplinados vertidos entre línguas que caíram em desuso, variações mais e menos audíveis que vamos ponderando a partir de algum rumor medieval. Nesse percurso solitário daqueles que se entregam aos prazeres da derrota entre o vaivém das fronteiras, vemo-los fumar de olhos semicerrados, recitar bardos provençais, e a distância parece já ser a única linguagem poética. Seja para diante, com a pouca inteligência que nos resta, seja na direcção que nos dá mais escolhas, a que se desdobra atrás de nós, terão cessado esses reclames luminosos que remexem e tornam intragáveis as noites, esse ar cheio do zumbido de nomes que ficaremos aliviados por não mais termos de pronunciar, e, então, redescobrir-se-á os sinais desse deus da estranheza de que fala um poeta alemão que se acolheu brevemente entre nós por estes dias, essa espécie de trégua que nos aguarda depois de todo o desencanto moral com a época, uma desistência que nos leva à lembrança de outros mortos. Há muito que aquele velho nos advertira sobre um enredo intransitável como a pior forma de compreensão da vida, a perda do fascínio num mundo que não seria mais que a sombra de velhas destruições, as quais se foram tornando ilegíveis para nós, e, portanto, incompreensíveis. Com essa indiferente soberania que passou a dominar a relação com o passado, não saberíamos mais o que nos motivou, e, em breve, mesmo o desejo não escaparia já às “pérfidas emboscadas pavlovianas” (Bolaño). O transporte dos deuses teria de ser feito na alma, teriam de ser recriados por cada um na sua mente, trazendo de volta a raiva e outras paixões, condimentando-as com inebriantes especiarias de toda a espécie. Tudo o que nos ensinam é a vergonha e o desprezo por um mundo no qual a raça surge nas suas variações mais urgentes, misturando subtileza e sobressalto, pequenos gestos nessa escala epigramática que poderá ainda gerar em nós a ânsia de nos libertarmos de uma época sem a menor promessa, “imbuída de um sentido medíocre de autopreservação que é afinal uma forma de cobardia e de fechamento intelectual” (Tatiana Faia). Nestes dias em que tudo o que diz respeito à humanidade parece depender da nossa memória, o furor logo transforma em olhar histórico o nosso modo de encadear os signos e detalhes empenhados em evadir-se dos constrangimentos de um presente sem saída. “Se os mitos, os relatos, os livros ‘são' a nossa infância”, lembra José Emilio Pacheco, isto deve-se a ser com eles que “aprendemos a conhecer o mundo, pois, como acreditava Cesare Pavese, ninguém admira uma paisagem antes de que a arte, a poesia – até uma simples palavra – lhe tenham aberto os olhos”. Numa época que não parece estar interessada noutra coisa senão em abandonar-nos às convicções mais grotescas, limitando-se a garantir o direito das pessoas de se comerem umas às outras (infelizmente, apenas e só no pior dos sentidos), quando vemos toda essa carga de desdém em que a poesia ou reverte para as lógicas de publicidade e competição ou é ignorada, em que vemos o corpus tradicional da cultura desfazer-se instantaneamente em pó, como um cadáver num túmulo aberto depois de passar muito tempo selado, o poeta vê-se obrigado a fechar-se com o passado que possa salvar, cultivando o seu estilo áspero e tenso, e nem por isso devastado, mas consciente, sensual, capaz de se debruçar sobre episódios históricos e adivinhar as fendas eróticas, tentando escavar uma saída face a este tempo que serve de morada aos malditos filisteus para quem o mundo não passa de um saco de ossos. É neste género onde se acolhem uma imaginação e desejo tão hábeis no modo de se ocultar e aguardar o momento propício para se deixarem revelar, que Kaváfis provou ser o mais sagaz dos cicerones, abrindo passagens, revelando percursos secretos, as cidades que se abrem soprando o pó… “Aquilo que, em estudante, a medo imaginou,/ ei-lo aberto e patente à sua frente. E vagueia, pouco dorme/ deixa-se levar. Tal como convém à nossa arte,/ rejubila o prazer em/ seu sangue novo e quente. Vence seu corpo/ a ilícita embriaguez erótica; a esta se entregam/ os seus jovens membros.” Porque todo o desejo vai no sentido da ilicitude, porque o tempo só pode ser lido contra a luz desse clandestino desejo da carne. Porque a história e as estátuas não estão fixas, mas mudam de sítio e fazem outros gestos por dentro dos nossos sonhos, mas mantêm aquele vigor, testemunham pelo prazer, por esse rigor de quem sempre detestou qualquer deleite de amor rotineiro. “Tanto a beleza contemplei/ que toda dela se tornou minha visão.// Linhas do corpo. Vermelhos lábios. Voluptuosos membros./ Cabelos quase roubados a estátuas helénicas:/ sempre belos, embora desgrenhados; recaem ao de leve sobre faces brancas./ Rostos do amor, tal como os quis/ a minha poesia…… No interior das noites da minha juventude,/ nas minhas noites, escondidos, encontrados……” Neste episódio, como intermediário nestas lides vergonhosas, tivemos connosco o tradutor que, depois de Sena e da dupla Magalhães/Pratsinis, depois de Manuel Resende, se implicou no temerário esforço de verter para português a poesia completa de Kaváfis. José Luís Costa tinha compartilhado já a responsabilidade por um dos mais assombrosos e pungentes livros publicados entre nós nos últimos anos – Diário do Exílio, de Yánnis Rítsos –, tendo assinado também uma série de outras traduções a partir do grego moderno de autores como Katerína Gógou, Dimítris Lyácos e Yánnis Stíggas. Com alguns livros de poesia publicados também em seu nome, juntou-se a nós para nos ajudar a reaver um percurso entre visões anacrónicas e cada vez mais instigantes, e discutir a sábia função profética de um ser que, se nunca deixou de reconhecer as suas limitações, também nunca se resignou a elas: “Tenho consciência de que sou um fraco, incapaz de agir. Limito-me, por isso, a falar. Todavia não considero que as minhas palavras sejam supérfluas. Outro agirá. Mas todas as declarações que eu faça – eu, o fraco –, facilitar-lhe-ão a passagem à acção. Limpam o terreno.”

Podcast do PublishNews
413 - TikTok e as transformações do mercado editorial

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 54:06


No episódio do podcast do PublishNews desta semana, falamos sobre o Tiktok e o impacto no mercado editorial. Conversamos com Gabriel Mattos, autor de Entre livros e likes: O fenômeno do BookTok, a leitura algorítmica e a mediação literária no TikTok (da editora Maplab). Ele revela como o Booktok, uma comunidade digital está transformando hábitos de leitura, influenciando vendas e até a escrita dos livros e criando uma nova geração de leitores engajados e muito ativos. Gabriel é mestre em Economia Criativa, Estratégia e Inovação pela ESPM-RJ e professor convidado dos programas de MBA do IBMEC e da ESPM-RJ e sócio da agência TwoCom.Indicações:Filme: O agente secreto (Netflix), Livro: O agente secreto (Amarcord), de Kleber Mendonça FilhoFilme: O cidadão ilustre (HBO Max)Série: Meu querido zelador (Disney+)Livro: O perigo de estar lúcida (Todavia) de Rosa Montero e tradução de Mariana SanchezLivro: Escrever é humano (Companhia das Letras), de Sérgio Rodrigues Livro: Do que eu falo quando falo de corrida (Companhia das Letras), de Haruki Murakami, tradução de Cássio de Arantes LeiteA Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda.http://umlivro.com.br

451 MHz
#179 Pé na crítica — José Falero

451 MHz

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 52:17


Quem define o que é literatura? Este episódio recebe o escritor gaúcho José Falero, uma voz dissonante no debate atual sobre a crítica literária, que tem movimentado o meio editorial brasileiro. Autor da coletânea de contos Vila Sapo e dos romances Os Supridores e Vera, todos pela Todavia, Falero colocou um pé na crítica ao publicar na revista Piauí um ensaio que parte da polêmica envolvendo o predomínio do conteúdo sobre a forma em obras contemporâneas, instaurada pela professora da USP Aurora Bernardini em entrevista à Folha de S.Paulo. Na conversa, ele aprofunda a discussão e aponta como a crítica pode aprimorar o trabalho dos autores. Apoio: Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | IDENTIFICANDO PONTOS DE ESPERANÇA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 3:16


LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 33:6-9, 12-22 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 7–9; MATEUS 3   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira 

WGospel.com
Saiba que em breve vai acontecer!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 4:52


TEMPO DE REFLETIR 01620 – 21 de dezembro de 2025 Apocalipse 22:6 – Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Estas palavras seguem imediatamente a visão de João, da Nova Terra. Enquanto esteve em Patmos ele aprendeu quão bem as coisas poderiam ir e quão mal também poderiam ir. Tinha visto o esplêndido início do evangelho em Jerusalém. Em seguida tinha visto as garras de ferro de Roma esmagarem a vida das igrejas e dos crentes. Domiciano reinava e procurou o aniquilamento dos perturbadores cristãos. De dentro da igreja novas ameaças à fé assaltavam o verdadeiro evangelho. O cativeiro em Patmos trouxe visões que tomavam o trauma e desencorajamentos de seus dias e os projetavam na arena cósmica. O que suas igrejas estavam sofrendo, o tempo traria sobre a Igreja como um todo. Contudo, as mesmas visões traziam esperança e alegria. As vastas multidões ao redor do trono, os cânticos de vitórias sobre o mar de vidro, o Cordeiro sobre o Monte de Sião mostravam-lhe quão temporárias eram a presente crise e dificuldade. Deus conduziria à vitória final e ele partilharia daquele triunfo. João aprendeu que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou da situação difícil das igrejas que ele amava. Todavia, ele também aprendeu que os perseguidos, os apóstatas e os fiéis estão todos projetados na tela do futuro. Perseguição como em Pérgamo é a sorte da igreja em todos os tempos. A apostasia, vista tão claramente em Tiatira tinha assumido dimensões cósmicas. Fidelidade como a de Filadélfia salvaria um povo para o reino. Sabia quão preciosa era a comunhão que ele e outros haviam partilhado com Jesus. As visões da Nova Jerusalém tomavam essa íntima e doce comunhão e faziam dela o governo da Nova Terra. A morte e a enfermidade tinham fugido de diante do Filho de Deus. Desapareceriam da Terra para sempre. João poderia estar surpreso de que ainda aguardamos as coisas que em breve devem acontecer. Mas ele não estaria surpreso ante a alegria que enche o nosso coração ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Ele se lembraria da comunhão com Jesus. Lembrar-se-ia da visão do futuro.  E nos estimularia a orar: “Vem, Senhor Jesus!” Vamos fazer isso agora? Pai, ansiamos pela volta de Cristo Jesus! Ansiamos pelo cumprimento da promessa do regresso contida em Tua Palavra. Ajuda-nos em nosso preparo, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | COMUNIDADE EM CRISTO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 3:09


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 2:38-47 PLANO DE LEITURA ANUAL: AMÓS 4–6; APOCALIPSE 7  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Nas Bahamas, há um pedaço de terra chamado Ragged Island que no século 19 era uma salina. Todavia, com o declínio dessa indústria de sal, muitos emigraram para ilhas próximas. Em 2016, menos de 80 pessoas viviam lá, e a ilha tinha três denominações religiosas; no entanto, todos se reuniam em um só lugar para adoração e comunhão semanal. Com tão poucos residentes no local, o senso de comunidade era importante para eles. As pessoas da igreja primitiva também tinham a necessidade crucial e desejo de comunhão. Eles sentiam-se encorajados em sua fé recém-descoberta, que se tornara possível pela morte e ressurreição de Jesus. Sabiam também que Ele não estava mais fisicamente com eles, e que precisavam uns dos outros. Os novos cristãos se dedicaram aos ensinamentos dos apóstolos, à companhia e à comunhão (ATOS 2:42), reunindo-se em casas para adoração, refeições e cuidando das necessidades do próximo. A igreja é descrita assim: “Todos os que creram estavam unidos em coração e mente” (4:32). Cheios do Espírito Santo, louvaram a Deus continuamente e trouxeram as necessidades da igreja a Ele em oração. A comunidade é essencial para o nosso crescimento e apoio, não tente fazer tudo sozinho. Deus desenvolverá esse senso de comunidade à medida que compartilharmos lutas e alegrias uns com os outros e nos aproximarmos dele.  Por: ANNE CETAS 

30:MIN - Literatura - Ano 7
561: Livros para ler em 2026

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 61:38


Neste episódio especial Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon se reúnem para compartilhar as leituras do próximo ano. Eles compartilham alguns títulos que desejam ler em 2026… mas também o momento mais aguardado!! A apresentação oficial da seleção de livros que comporão o Clube de Leitura 30:MIN de 2026!Então, aperta o play e conta pra gente: o que vocês vão ler em 2026?---Livros citadosLavínia, de Ursula K. Le Guin (ed. Morro Branco, trad. Helena Coutinho)Sobre o cálculo do volume, de Solvej Baelle (ed. Todavia, trad. Guilherme da Silva Braga)Raul Seixas: Não diga que a canção está perdida, de Jotabê Medeiros (ed. Todavia)Alerta Vermelho, Condição Artificial & Protocolo Rebelde (série Diário do robô-assassino), de Martha Wells (ed. Aleph, trad. Laura Pohl)Tress, a garota do Mar Esmeralda, de Brandon Sanderson (ed. Trama, trad. Pedro Ribeiro)Contos Completos & O lugar sem limites, de José Donoso (ed. Mundaréu, trad. Bruno Colbachini Mattos/Lucas Lazzaretti)---Clube do Livro 30:MIN 2026Janeiro - Meu ano de descanso e relaxamento, de Ottessa Moshfegh (ed. Todavia, trad. Juliana Cunha)Fevereiro - Kitchen, de Banana Yoshimoto (ed. Estação Liberdade, trad. Lica Hashimoto, Fabio Saldanha & Lui Navarro)Março - Berg, de Ann Quinn (ed. DBA, trad. Gisele Eberspächer)Abril - Os pescadores, de Chigozie Obioma (ed. Globo Livros, trad. Claudio Carina)Maio - Feito Bestas, de Violaine Bérot (ed. Mundaréu, trad. Letícia Mei)Junho - Erva brava, de Paulliny Tort (ed. Fósforo)Julho - Te dei os olhos e olhaste as trevas, de Irene Solà (ed. Mundaréu, trad. Luis Reyes Gil)Agosto - Kim Jiyoung, nascida em 1982, de Cho Nam-Joo (ed. Intrínseca, trad. Alessandra Esteche)Setembro - Carva viva, de Ana Rüsche (ed. Rocco)Outubro - República luminosa, de Andrés Barba (ed. Todavia, trad. Antonio Xerxenesky)Novembro - Memórias do cacique, de Raoni Metyktire (ed. Cia. das Letras)Dezembro - Porrada, de Rita Bullwinkel (ed. Todavia, trad. Marcela Lanius)---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Palavra Amiga do Bispo Macedo
A vinda do Espírito Santo não é para se conquistar o reino do mundo... - Meditação Matinal 03/12/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 25:24


"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-Lo enviarei. E, quando Ele vier, CONVENCERÁ O MUNDO DO PECADO, E DA JUSTIÇA E DO JUÍZO.Do pecado, porque não creem em Mim;Da Justiça, porque vou para Meu Pai, e não Me vereis mais; E do Juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado." João 16:7-11

Bilingual Christian Church
Episode 387: I Ain't Done With You Yet | Todavia No Termino Contigo

Bilingual Christian Church

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 54:58


11-30-2025 This message was brought to you by Pastor Hector Sanitago. www.1bcchbg.com

El Chiquilín Todas Las Mañanas Te Va A Dejar Con La Boca Abierta
Fatima cree que su esposo anda con su exesposa todavia

El Chiquilín Todas Las Mañanas Te Va A Dejar Con La Boca Abierta

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 14:03


Fatima cree que su esposo anda con su exesposa todavia full 843 Tue, 18 Nov 2025 13:01:05 +0000 eIkCUhgrLPaCdB5ZSGOtw4ss5Z11wzSJ comedy,music,news El Chiquilín Sin Filtro comedy,music,news Fatima cree que su esposo anda con su exesposa todavia Chiquilin and team will share news, entertainment, and some of the best features from their show in this on-demand podcast. The podcast will include everything from exclusive interviews with artists, pranks, and segments where the team is engaging with their listeners.  2024 © 2021 Audacy, Inc. Comedy Music News False https://player.amperwavepodcasting.com

Estação Brasil
081 - 50 anos sem Vladimir Herzog: vida, lutas e legado

Estação Brasil

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 75:28


Olá, ouvintes! Neste episódio do Estação Brasil, aproveitamos a efeméride dos 50 anos da morte do jornalista e militante Vladimir Herzog para refletir não somente sobre a sua morte, mas, em especial, sobre a sua vida. A violenta, criminosa e trágica morte de Herzog, ocorrida em 25 de outubro de 1975, nos porões do DOI-CODI do II Exército, é um dos episódios mais traumáticos da história contemporânea do Brasil. Todavia, a proposta deste episódio é olhar para além da tragédia — pensar a vida de Herzog em toda a sua dimensão humana, profissional e política. Com esse objetivo, decidimos contar também a história de sua companheira, Clarice Herzog, cuja força e determinação foram fundamentais na busca por justiça e memória. No primeiro bloco, revisitamos a trajetória de Vlado como imigrante, estudante e jornalista no Brasil, acompanhando a construção de sua carreira e de sua vida ao lado de Clarice. No segundo bloco, discutimos as repercussões de seu assassinato e como esse crime mobilizou importantes movimentos de resistência à ditadura, com destaque para a atuação incansável de Clarice na luta por verdade e justiça. Encerramos o episódio com um bloco inteiramente dedicado a homenagear a extraordinária Clarice Herzog — sua relevância na luta contra a ditadura e seu ativismo em defesa dos direitos humanos desde a redemocratização, tendo o Instituto Vladimir Herzog como um dos maiores legados dessa trajetória.Achou interessante? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: ⁠⁠⁠⁠estacaobrasilfm@gmail.com⁠⁠⁠⁠Torne-se membro: ⁠⁠⁠apoia.se/estacaobrasilfm⁠⁠⁠

451 MHz
#171 Machado, ontem e hoje — Hélio de Seixas Guimarães

451 MHz

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 68:38


Neste episódio, Hélio de Seixas Guimarães fala sobre as incríveis transformações nas leituras da obra de Machado de Assis (1839-1908): de escritor considerado alheio às questões nacionais a grande intérprete da sociedade brasileira. Organizador das reedições dos 26 livros de Machado publicadas pela Todavia, o professor da USP fala das interpretações que mudaram a visão sobre Dom Casmurro e das que ainda tentam compreender como o Rio de Janeiro luso-afro-brasileiro da época ressoa na obra machadiana. A conversa com a jornalista e editora Yasmin Santos aconteceu em 21 de junho, data de aniversário do escritor, durante A Feira do Livro 2025. Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais  Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451  -Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451  

Gama Revista
Chico Felitti: Cachorros e amor

Gama Revista

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 20:48


Se tem uma coisa que o jornalista, roteirista e escritor Chico Felitti, gosta de falar é de cachorros. Esse é um tema tão forte que ele até criou "A História do Cão", uma conta de instagram que traz casos emocionantes e relatos de amor incondicional entre cachorros e tutores.Chico Felitti é autor do podcast "A Mulher da Casa Abanonada", lançado em 2022 e líder em rankings de audiência. E ele encontrou essa história justamente por causa dos cachorros da casa que interagiam com os seus. Foi aí que tudo começou.Na conversa com Gama ele fala das diferentes maneiras de adotar e das mudanças que observou na sua vida desde a chegada das cachorras Feia, Pachorra e, mais recentemente, Vera Fischer na sua vida.Felitti é autor dos livros "Ricardo e Vânia" (Todavia, 2019), "Rainhas da Noite" (Companhia das Letras, 2022), entre outros. E acaba de lançar o podcast "Vítima da Moda", a história do assassinato do estilista brasileiro Amaury Veras, que aconteceu no Rio de Janeiro em 2004, e sobre o qual ele fala também neste episódio do Podcast da Semana, da Gama.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

La Cultureta
La Cultureta Gran Reserva: El ingenio de tejer palabras

La Cultureta

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 89:58


Todavia con resaca del Premio Planeta, los culturetas exploran nuestra los engranajes de nuestra lengua de la mano de Carlota de Benito y su nuevo libro, El ingenio de tejer palabras. Ademas han visto la nueva serie de Disney+, La suerte. Con Ruben Amon, Isabel Vazquez, Rosa Belmonte, Guillermo Altares y Sergio del Molino.

Soundcheck
Spanish-born Pablopablo, Bending Latin Music Traditions

Soundcheck

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 32:09


The Spanish-born singer, songwriter and producer Pablopablo recently released his debut LP, but he'd already built up an impressive array of writing and producing credits, winning Latin Grammys back in 2022 under his given name, Pablo Drexler. Those awards were for his work on a collaboration between his father, the popular Uruguayan-born musician Jorge Drexler, and the Spanish superstar C. Tangana. And collaboration is an important part of Pablopablo's music as well, as you'll hear on his record, Canciones En Mi. Pablopablo plays solo, and with guest musician Macario Martinez, in-studio.  Set list: 1. Todavia 2. Vida Nueva 3. Ojos de Ajonjoli

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | MOTIVOS PARA TEMER

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 2:44


Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 118:1-7 Plano De Leitura Anual: CÂNTICO DOS CÂNTICOS 6–8; GÁLATAS 4  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Quando eu era garoto, o pátio da escola era onde os valentões empurravam crianças como eu, sofríamos bullying com o mínimo de protesto. Enquanto nos encolhíamos de medo diante de nossos algozes, havia algo ainda pior: suas provocações de “Você está com medo? Medo de mim, não é? Não há ninguém aqui para te proteger!”. Na verdade, na maioria das vezes, eu estava realmente com medo e com razão. Eu tinha levado um soco no passado e sabia que não queria passar por aquilo novamente. Então, o que poderia fazer e em quem poderia confiar ao sentir medo? Quando você tem 8 anos e sofre bullying de uma criança mais velha, maior e mais forte, o medo é legítimo. Quando o salmista enfrentou ataques, ele respondeu com confiança ao invés de medo, porque sabia que não enfrentava essas ameaças sozinho. Ele escreveu: “O Senhor está comigo, portanto não temerei; o que me podem fazer os simples mortais?” (SALMO 118:6). Quando menino, não tenho certeza se eu seria capaz de entender o nível de confiança dele. No entanto, como adulto, aprendi com os anos de caminhada com Cristo que Ele é maior do que qualquer ameaça indutora de medo. As ameaças que enfrentamos na vida são verdadeiras. Todavia, não precisamos temer. O Criador do Universo está conosco e Ele é mais do que suficiente.  Por: BILL CROWDER 

Bom dia, Obvious
#311/ coisa de rica, com Michel Alcoforado

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 62:28


O que é ser rico no Brasil? E mais: o que é parecer rico? Dos bordões eternizados por Caco Antibes em Sai de Baixo às tiradas ácidas de Odete Roitman em Vale Tudo, a cultura da riqueza sempre deixou escapar códigos invisíveis — gestos, expressões e formas de viver que dividem muito mais do que classes sociais: dividem linguagens, estilos de vida e até a maneira de enxergar o mundo.O episódio #311 do Bom Dia, Obvious é com o antropólogo Michel Alcoforado, autor do livro "Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros" (Todavia). Uma investigação profunda sobre os símbolos que determinam quem pode atravessar o tapete vermelho e quem fica na rampa.Referência citada neste episódio:Livro "Uma história da desigualdade", Pedro Ferreira de SouzaNos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Michel Alcoforado no Instagram: https://www.instagram.com/michelalcoforado/Livro "Coisa de rico: a vida dos endinheirados brasileiros": https://a.co/d/imX8NWGLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOw

Gama Revista
Michel Alcoforado: Como vivem os ricos

Gama Revista

Play Episode Listen Later Aug 24, 2025 33:41


Como vivem, como se vestem, por onde circulam os ricos brasileiros. E quem são essas pessoas, já que boa parte dos endinheirados brasileiros não se consideram ricos, segundo pesquisa do antropólogo Michel Alcoforado, entrevistado deste episódio. “Rico é sempre o outro”, diz a Gama.  É que sempre haverá o argumento de que é o outro que tem mais dinheiro, mais pompa, mais patrimônio. Até porque, em um país desigual como o Brasil, os 10% mais ricos formam um grupo em torno de 21 milhões de pessoas. Não é pouca gente. Para o seu livro que já é best-seller, “Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros” (Todavia, 2025), Alcoforado escolheu falar com aqueles que ganham mais de 50 mil reais por mês.“E quando eu converso com essas pessoas elas dizem ‘a gente não é rico, rico é fulano que ganha 100 mil por mês'”, diz em entrevista ao Podcast da Semana, da Gama. “Até o momento que eu chego nas listas dos bilionários brasileiros, que também não conseguiam se considerar como ricos.”O convidado deste episódio é doutor em Antropologia Social e há anos se dedica a pesquisar o impacto do consumo na vida dos brasileiros. Isso por meio do grupo Consumoteca, um hub de empresas de pesquisa de mercado e consultoria de tendências. Alcoforado é comentarista de cultura da radio CBN e host do podcast É Tudo Cupa da Cultura.Na conversa com Gama, o convidado deste episódio fala do perfil dos ricos brasileiros, revela o que descobriu na sua tentativa de adentrar esse mundo para sua pesquisa, fala de desigualdade e concentração de renda e ainda traça que tipo de rica é Odete Roitiman e a Tia Celina, da novela “Vale Tudo”, da Globo.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

30:MIN - Literatura - Ano 7
537: Contra Fogo, de Pablo L.C. Casella

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Jun 20, 2025 81:51


Neste episódio do Clube de Leitura 30:MIN, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon analisam "Contra Fogo" (Ed. Todavia), romance de estreia de Pablo L.C. Casella.A discussão aborda as escolhas narrativas do autor: a oralidade da prosa, o desenvolvimento da trama e a construção dos personagens. Os participantes examinam como o livro articula a trama e os personagens.Por fim, refletem sobre as questões ecológicas apresentadas na obra e suas conexões com o contexto brasileiro.Aviso para o próximo mês: em junho, o Clube debate "Floresta é o Nome do Mundo", de Ursula K. Le Guin (Ed. Morro Branco).Aperta o play e contra pra gente: quais outros livros você conhece que dialoga com a crise ambiental?---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Arquivo Misterio
M4T0U a namorada com mais de 30 F4C4D4S | Morgan McCaffery

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 18:26


Palavra Amiga do Bispo Macedo
Sem arrependimento não há Salvação... - Meditação Matinal 03/06/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 33:02


"Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-lo enviarei.E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo." João 16:7-8."Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque Eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento." Mateus 9:13"E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento." Marcos 2:17

Palavra Amiga do Bispo Macedo
A Visão da Fé para o tempo determinado... Se tardar, espera-O, porque virá, não tardará - Meditação Matinal 28/05/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later May 28, 2025 31:20


"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;TODAVIA eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no DEUS da minha salvação. O SENHOR DEUS é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas." Habacuque 3:17-19

30:MIN - Literatura - Ano 7
531: Onde vivem as monstras, de Aoko Matsuda

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later May 9, 2025 75:08


É a hora de mergulhar no livro do Clube de Leitura 30:MIN de abril de 2025! Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e AJ Oliveira discutem Onde vivem as monstras, da autora japonesa Aoko Matsuda (ed. Gutenberg, trad. Rita Kohl).A coletânea de contos reconta histórias tradicionais do Japão, dando voz a mulheres que das narrativas originais. Matsuda escreve a partir das narrativas populares e histórias narrativas que refletem sobre papéis de gênero. No papo, o trio analisa a estrutura da coletânea, a habilidade da autora ao ressignificar o folclore e a roupagem adotada pelo elemento fantástico nessa leitura. Então, aperta o play e já se prepara para o próximo livro: Contra Fogo, de Pablo L. C. Casella (ed. Todavia)!

Devocionales Cristianos para Mujeres
Devocional Cristiano para Mujeres | AMANECER CON JESÚS - Todavia no es la hora parte I | 2025-03-31

Devocionales Cristianos para Mujeres

Play Episode Listen Later Mar 30, 2025 5:24


Fecha: 31-03-2025 Título: Todavia no es la hora parte I Autor: Sayli Guardado Locución: Analía Hein http://evangelike.com/devocionales-cristianos-para-mujeres/

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Ainda que a figueira não floresça... Todavia eu me alegrarei no Senhor... - Meditação Matinal 01/03/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Mar 1, 2025 35:57


"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação." Habacuque 3:17-18

Patabajo El Podcast
LOS LAKERS TODAVIA PUEDEN GANAR UN CAMPEONATO? BUTLER SUSPENDIDO -TIEMPO EXTRA LIVE #26

Patabajo El Podcast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2025 107:16


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