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Uma desoladora mistificação do nosso tempo opera-se pelo colapso da responsabilidade, como um processo de recitação em que o ser se expurgasse daquela impiedade no juízo que faz de si mesmo, deixando de reconhecer como a consciência só alcança um limiar sagrado no momento em que cada um de nós admite que o “sermos responsáveis pelos nossos actos até ao fim dos tempos é o verdadeiro juízo final com que temos de nos confrontar” (Steiner). Suponha-se, então, que nos seria possível construir uma excepção que revertesse aquele sentido de responsabilidade absoluta de que falava Dostoievski em Os Irmãos Karamazov (“Todos somos culpados de tudo, culpados por todos diante de todos, eu mais do que os outros.”), construindo-se um efeito de expiação automática de qualquer pecado, em que a culpa não implica já que nos refaçamos dos nossos erros, mas que estes sejam atribuídos ao regime de dissociação geral em curso. Podemos hoje reconhecer como se tem procedido a uma espécie de morbidez da projecção, em que, por um lado, os homens entram num transe, num confessionalismo constante das suas fraquezas, exprimindo aquele desgosto por si mesmos que parte então em busca de causas mais gerais, por outro, tornando-se especialistas em narrar a sua queda, superam assim qualquer transtorno e retiram até um gozo perverso de se verem a actuar como possuídos, como se o próprio céu não passasse de uma ficção infernal, um modo de antecipar a culpa, justificar-se enquanto se encarna os piores defeitos que se poderia reconhecer de fora, sendo este o supremo gozo estético. Seria uma forma de dispor intimamente dessa intuição que guiou Benjamin ao reconhecer como a humanidade, que antigamente, com Homero, foi objecto de contemplação para os deuses olímpicos, veio a tornar-se objecto de contemplação para si própria, e até de forma cada vez mais obsessiva. Ele notava que a alienação de si própria atingiu tal grau que lhe permite viver a sua própria aniquilação como um prazer estético de primeira ordem. De algum modo isto explica como cada um tomou a seu cargo esse movimento de queda para lá de qualquer possibilidade de redenção, em que os seres se deliciam com a possibilidade de enfrentar o juízo final com uma insolência desmedida, com tal desdém pela realidade, que os seus gestos estariam consagrados à produção e reprodução da destruição do mundo, apreciando essa simetria entre a sua devastação íntima e a degradação sucessiva dos planos exteriores, como se o Antropoceno fosse uma projecção de ordem quase libidinal, uma forma de reclamar, pela posse violenta, toda a vida e todo o espaço, revirá-los, cometer contra eles o acto mais infame, realizando assim as nossas fantasias despóticas. E isto porque chegamos a um tal estado de amputação sensível que não conseguimos retirar verdadeiro gozo de uma relação de proximidade e de dependência dos elementos, de tudo aquilo que revelava a nossa fragilidade intrínseca, essa ânsia de ligação. “Compreendo que Nietzsche tenha perdido os sentidos ao ver espancar um cavalo”, diz Steiner. “Trazemos a condenação dentro de nós. Caso contrário, porque teríamos destruído o planeta?” Talvez tenhamos encontrado um meio de vingar-nos da morte, sendo certo que todo o anseio e o terror que esta nos provoca é o resultado de vidas que não sabem cumprir-se. Assim, produz-se esse golpe desesperado que faz do mundo um imenso cadáver de modo a ser-nos mais fácil passar por cima dele, fazer da nossa morte um triunfo. Conseguimos reconhecer esta forma de buscar a própria catarse no lixo, a forma depravada de encontrar esse corpo que corresponde inteiramente aos nossos excessos, à dedicação de todas essas descargas ofensivas, não sendo já possível a ninguém escapar a esta encarnação doentia. Os nossos actos ganhariam assim esse prestígio do horror, como se participassem de uma profecia obscena, traduzindo esse horizonte cor de carne, como as costas de um moribundo… “Demos graças pela nossa violência, disse ele, mesmo que ela seja estéril/ como um fantasma, embora não nos leve a lado nenhum,/ porque estes caminhos não levam a lugar algum” (Bolaño). O lixo torna-se a condição necessário de toda a lógica de acumulação, e acaba por representar a verdadeira herança e o próprio destino que melhor exprime os anseios de um ser que adoptou nas suas rotinas um princípio de indiferença face aos efeitos que produz, sentindo-se desalojado da própria mente, desalojado daquele sonho que antes nos aproximava, sendo que agora todos os sonhos implicam a degradação dos outros, e até quando tenta transmitir aquilo que deseja, só é capaz de produzir um discurso em que todas as palavras se tornam medonhas. “E viajava de um lugar a outro/ dos sonhos/ qual verme da terra/ arrastando o seu desespero/ comendo-o”… Ninguém estranha assim toda esta raiva, e alguns põem-se a fantasiar com um suicídio planetário, sendo hoje mais fácil imaginar o fim do mundo do que a possibilidade deste mundo prosseguir sem eles, com a frieza com que hoje nos despedimos seja de quem for. A destruição do planeta torna-se assim uma espécie de ilustração do estupor de um ser que faz a escolha de transformar o ultraje dos anos, a consciência do fim. É como se os vivos já não pudessem senão acreditar nessa cumplicidade que liga aqueles que estão obcecados com a sua morte, esses que conspiram para dar a morte à morte. Só que, como nos faz ver Michael Marder, “a morte da morte deteriora fatalmente a vida”, e, assim, “os restos descarregados no vazadouro das nossas loucas aspirações à incorruptilidade, à preservação estática, acabando por interferir nos estreitos parâmetros da vitalidade. Perecemos devido aos nossos anseios de imortalidade perversamente realizados e arrastamos connosco grande parte da biosfera.” A vida que se serve como esse deplorável espectáculo entrou numa decomposição angustiante há algumas décadas, e isto dá-nos uma sensação de ver realizar-se o projecto de um mundo submetido a um contágio em que vemos os mortos continuar entre os vivos. “Custa-lhes mudar os costumes, renunciar ao tabaco, ao prestígio de violadores de mulheres”, lê-se em A invenção de Morel. E se até certa altura a humanidade odiava aqueles seres que se dispunham a ter uma relação virada para o livro, o pensamento e a ética, e que lhe lembravam de que esta não era ainda verdadeiramente humana, se Steiner diz que essa era a verdadeira fonte de todo o ódio contra o judeu, esse que nos vinha exigir uma coisa que sabemos ser justa, mas que nos obrigava a dominar os nossos impulso e desejos, a certa altura, parece que a humanidade quis libertar-se dessas aspirações, e ela mesma realizou-se através de uma imortalidade pútrida, esta lixeira que significa a produção de uma realidade alinhada com o niilismo que por fim nos desobriga de qualquer obrigação moral para com este mundo. Neste episódio, Marder, que acaba de ver publicado entre nós Filosofia no Lixo – Uma Fenomenologia da Devastação, com selo da VS, veio orientar-nos neste confronto com esse monturo crescente de resíduos que sufoca, fende e diminui as regiões habitáveis do planeta, ao mesmo tempo que penetra a própria fibra do ser e exprime materialmente essa fantasia metafísica da economia capitalista que no seu crescimento monstruoso e sem trégua produziu um pesadelo de que não parece haver saída.
Feuilletöne - Der Podcast mit wöchentlichem Wohlsein, der den Ohren schmeckt
Da rufen wir euch doch mal wieder ein herzhaftes Moin zu und hören diesmal 'Optimism' von Digitalism und 'No Ritmo da Terra' von Antropoceno. Im Anschluss daran reden wir über die Wiederholung und verkosten das Gold Export von der Zötler Brauerei.
Sebastián es arquitecto y artista visual. Creció en Vitoria-Gasteiz, donde tuvo su primer contacto con el mundo del arte en la Escuela de Artes y Oficios y en el Centro Cultural Montehermoso. En 2008 se traslada a Madrid para cursar estudios de Arquitectura en la Universidad CEU San Pablo, donde se gradúa con el Premio Extraordinario de su promoción. Durante la carrera es co-fundador del colectivo Micras, desde el cual desarrolla instalaciones y performances centradas en la dimensión sensible y corporal del espacio arquitectónico. Tras finalizar sus estudios, trabaja en Londres como arquitecto en el estudio Tonkin Liu Architects, y es allí donde comienza su trayectoria artística expositiva en 2016, con la muestra “Expressions” en la Crown House Gallery. A su regreso a España inicia una producción sostenida que equilibra su faceta profesional como arquitecto con su práctica artística, que complementa con estudios de Grado Superior en Técnicas Escultóricas en la Escuela de Arte La Palma. Entre sus proyectos artísticos más recientes destaca la propuesta UTOPÍA, prohibido el paso, ganadora del concurso Onsite Mugak/, en el marco de la quinta Bienal de Arquitectura de Euskadi, así como la exposición individual “Márgenes” (2025) en el Colegio Oficial de Arquitectos de Vitoria-Gasteiz, y su participación en la muestra colectiva “Stop Drawing” en el Museo MAXXI de Roma, en colaboración con la diseñadora y artista Raquel Buj. En 2024 fue finalista en los Premios AD Creators, y resultó ganador en la convocatoria “Pensar la Ciudad” (plataforma AUR) con su obra “Antropoceno”. Actualmente dirige el estudio de diseño Nooba y colabora como coordinador de proyectos el taller Métrica Mínima, al mismo tiempo que continúa desarrollando una obra coherente y expandida en los márgenes entre arte, diseño y arquitectura.
Jesus Bermejo Duarte es un diseñador español, cofundador de la agencia de diseño MuakStudio y director de LAAND — Laboratory of Anthropocenic Narratives & Design, un espacio de investigación y práctica centrado en el diseño crítico, la design fiction y la construcción de imaginarios post-naturales. En esta entrevista hablamos de un juego inspirado en el libro Bestiario del Antropoceno y de colaboraciones. Esta entrevista es parte de las listas: España y diseño, Educación en diseño, Inteligencia Artificial, Investigación en diseño y Juegos y diseño. Jesús nos recomienda: Bestiario del Antropoceno de Nicolas Nova & Disnovation.org The Thing from the future de Stuart Candy y Jeff WatsoModos de existir. Más allá de la inteligencia humana de James Bridle. Atlas de IA, de Kate Crawford. La llegada, una película y su banda sonoraGarth Stevenson- música con ballenas jorobadasArrival, música de Johan Johansson
Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Isadora Almeida (@almeidadora), Renan Guerra (@_renanguerra) e Nik Silva (@niksilva) conversam sobre artistas que não tiveram um bom desempenho no primeiro álbum de estúdio, mas acertaram em cheio no segundo.Apoie a gente: https://apoia.se/podcastvfsmNão Paro De Ouvir➜ Ítallo https://tinyurl.com/h49h9ktw➜ Papangu https://tinyurl.com/33n64u93➜ Kelsey Lu https://tinyurl.com/bdhpb3r6➜ Grace Ives https://tinyurl.com/z2p38jwm➜ Avalon Emerson & The Charm https://tinyurl.com/jsj4x6bw➜ Underscores https://tinyurl.com/54jxrjk5➜ Antropoceno https://tinyurl.com/ydrh54vx➜ Zopelar https://tinyurl.com/5y3zdxvz➜ Frimes https://tinyurl.com/2p9khrtu➜ Annahstasia https://tinyurl.com/544smjyx➜ Angine de Poitrine https://tinyurl.com/54th4dtz➜ Laura Misch https://tinyurl.com/333jj62n ➜ CFCF https://tinyurl.com/kfsaxfr4 Você Precisa Ouvir Isso➜ Lollapalooza Brasil 2026➜ Rio, 40 graus, de Nelson Pereira dos Santos.➜ Magnum (Disney+)➜ Black Clover (Netflix)Playlist Seleção VFSM: https://bit.ly/3ETG7oEContato: sobremusicavamosfalar@gmail.com
La masa de todo lo que hemos fabricado —edificios, carreteras, móviles, zapatillas de deporte— ya supera a la de todos los seres vivos del planeta. Cada semana se producen, por cada persona, el doble de su peso en objetos artificiales. Hay más plástico en el mundo que masa de todos los animales terrestres y marinos juntos. Y donde hace 10.000 años los animales salvajes eran el 99% de los mamíferos y aves, hoy apenas son el 1%. Repasamos las cifras más impactantes del Antropoceno, la era en la que el ser humano —que apenas representa el 0,01% de la biomasa— se ha convertido en la fuerza dominante sobre la faz de la Tierra. Bienvenidos a la madre de todas las macrogranjas. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Neste episódio, Filipe Mendonça recebe Gustavo Lagares para discutir como a crise ecológica atual afeta não apenas instituições e economias, mas também a vida subjetiva das pessoas. A conversa apresenta conceitos como Holoceno, Antropoceno, capitaloceno, ansiedade climática, luto ecológico, luto geológico e geofilia, explorando como a perda da estabilidade planetária gera sofrimento, desorientação e novas formas de vínculo com a Terra. Enquanto a COP30 domina a agenda internacional, o episódio ilumina um campo marginal, porém essencial: o impacto emocional e existencial da crise climática e a busca por modos regenerativos de habitar o mundo. The post Luto Geológico e Ansiedade Climática appeared first on Chutando a Escada.
Esta spooky season, Librero Sonoro invoca al Kraken con el episodio 13: El horror y el Antropoceno: Relict, de D.T. Neal. ⚓️
Lua Viana contou sobre seu projeto musical, o Antropoceno, ela afirmou que surgiu da necessidade de um movimento artístico que toque na ansiedade climática
O Brasil vive um paradoxo na política ambiental: de um lado, a aprovação do “PL da Devastação” no Senado; de outro, a realização da COP 30 em Belém. Em paralelo, o Rio Grande do Sul enfrenta as consequências do maior desastre climático do Brasil, a enchente de maio de 2024.Neste episódio do #ConversaHumanista, as repórteres Dominique Monticelli e Victória Armando recebem os jornalistas Sílvia Marcuzzo e Luciano Velleda para discutir o avanço da desinformação climática, os desafios do jornalismo ambiental e o papel do Brasil na diplomacia climática global. O assunto é essencial para pensar o Antropoceno, a situação do meio ambiente, o papel da comunicação e os direitos humanos em tempos de emergência climática e crise de confiança na ciência.
(Traficantes de Sueños) Con Jason W. Moore. Acompañado de Marta Iñiguez de Heredia Sunyé (investigadora del GERI-UAM), Yoan Molinero Gerbeau (Investigador Senior, IUEM-Comillas e investigador del GERI-UAM), Rebeca Giménez González (investigadora del GERI-UAM), e Isidro López (Zona de Estrategia). Moore es uno de los acuñadores del término Capitaloceno frente al Antropoceno que iguala a todos los humanos en sus impactos sobre el planeta, y de los concepto de las "naturalezas baratas" y de la "frontera de la apropiación/mercantilización" como base de la acumulación capitalista. Es enormemente crítico con el "ecologismo de los ricos" que no confronta el capitalismo: la crisis climática es un momento de la lucha de clases. * Traducción a cargo de la cooperativa Zenobia: traducciones de la conferencia y presentación del libro de Jason Moore. https://zenobiatraducciones.com/
Alô, Alô! Você já parou pra pensar em como nós, seres humanos, interferimos na evolução de outras espécies? É com essa pergunta em mente que estamos de volta com a temporada "Nós na Evolução", série narrativa de seis episódios com uma pitada de causos, relatos pessoais e entrevistas, na qual vamos passear por temas como defaunação, domesticação de cachorros e de plantas, evolução urbana, superbactérias e mudanças climáticas. Nesse episódio, Amanda Guedes conversa com Felipe Elias e Mauro Galetti sobre a influência dos seres humanos nas extinções do passado e o que olhar para trás nos ensina sobre a conservação da vida selvagem nos dias de hoje. Assuntos abordados:00:00 - Intro: Visita ao Museu01:39 - Extinção das preguiças-gigantes08:02 - Humanos: predadores implacáveis14:12 - O Antropoceno20:58 - O balanço de vida na Terra25:03 - Floresta vazia, defaunação e refaunação33:47 - Adiando o fim do mundo: o que eu tenho a ver?Referências e links: O livro “Um naturalista no Antropoceno: um biólogo em busca do selvagem”, de Mauro Galetti, foi a principal inspiração para esse episódio. Vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico em 2024, o livro traz uma narrativa leve e descontraída, que reúne os relatos do Mauro, um dos cientistas mais citados do mundo, sobre sua trajetória acadêmica, suas viagens e pesquisas pelo mundo e também sobre as reflexões a respeito do papel dos seres humanos no planeta Terra. O livro é um convite a pensar em como nós impactamos a natureza e discute maneiras de como podemos sobreviver ao Antropoceno. A versão digital do livro é gratuita e a versão física está disponível para venda no site da Editora Unesp (@unespeditora). Extra! Apoiadores do Alô vão concorrer ao sorteio de dois exemplares do livro. Fique atento ao Alô no Instagram! Livro: Os Mastodontes de Barriga Cheia e Outras Histórias. Crônicas de Biologia e Conservação da Natureza (Fernando Fernandez) Vanishing Fauna (Science) Wild Mammals make up only a few percent of the world's mammals (Our World in Data) The Empty Forest - Kent Redford This Is Martha, the World's Last-Known Passenger Pigeon (Smithsonian) Defaunation in the Antropocene (Science) Vídeo: O que as extinções do final do Quaternário podem nos ensinar sobre o presente? (Fernando Fernandez) https://www.youtube.com/watch?v=GKZJD16DPgw&ab_channel=FernandoFernandez
Kas yra antropoceno vaikai? Ką tikro galime pasakyti apie jaunus žmones gyvenančius byrančio pasaulio akivaizdoje?Kas yra posthumanistinis ugdymas? Kaip ši mąstymo kryptis susiformavo? Kuo ji skiriasi nuo humanizmo? Ką posthumanizmas gali duoti antropoceno vaikams? Koks asmuo turėtų būti ugdomas remiantis posthumanistinėmis idėjomis ir vertybėmis?Pokalbis su Vilniaus universiteto Filosofijos fakulteto Ugdymo mokslų instituto mokslininkėmis, prof. dr. Lilija Duobliene ir doc. dr. Sandra Kaire.Ved. Aurimas Švedas
Você viajaria para Bornéu para se aventurar na natureza? A ilha asiática foi apenas um entre tantos destinos selvagens desbravados pelo biólogo Mauro Galetti, pesquisador e professor da Unesp em Rio Claro. No local ele recebeu a missão de estudar de perto o calau-rinoceronte (Buceros rhinoceros), uma ave robusta que chama atenção pela aparência e também pelo som que emite.Durante a construção da carreira ele explorou ainda destinos como Bahamas, Fernando de Noronha e Galápagos. Após tantas expedições inóspitas, Mauro decidiu escrever sobre essas aventuras, desafios e lições que aprendeu em sua jornada como cientista até os dias atuais. O resultado desse trabalho se tornou a obra: "Um naturalista no Antropoceno - um biólogo em busca do selvagem". Em 2024 o livro foi o vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico. Nesse bate-papo, Galetti divide com a equipe do Sons da Terra a emoção de ter ganhado nessa categoria, além de compartilhar as experiências e bastidores do trabalho de um cientista brasileiro pelo mundo afora. Quer saber mais? Confira o episódio completo!
Estamos de volta! Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Isadora Almeida (@almeidadora), Renan Guerra (@_renanguerra) e Nik Silva (@niksilva) começam o ano listando os discos mais aguardados de 2025. Apoie a gente: https://apoia.se/podcastvfsm Não Paro De Ouvir ➜ FKA Twigs https://tinyurl.com/8rmbcfje➜ Luedji Luna https://tinyurl.com/2vcf6azs➜ Enme & Uana https://tinyurl.com/bv4e55ar➜ Deafheaven https://tinyurl.com/3b2f8uu7➜ Tom Misch https://tinyurl.com/3pk2jcyv➜ Lambrini Girls https://tinyurl.com/2vy574cu➜ Brown Spirits https://tinyurl.com/yeym3bm6➜ Skinner https://tinyurl.com/572afeya➜ Terraplana https://tinyurl.com/2s4a7asy➜ MC Morena https://tinyurl.com/msa2uffd➜ Quickly, Quickly https://tinyurl.com/2s3va84t➜ Babidi https://tinyurl.com/435v8hsr➜ Ela Minus https://tinyurl.com/mry6e7b2➜ Clara Ribeiro https://tinyurl.com/228eej3z➜ Antropoceno https://tinyurl.com/mry2euav➜ BaianaSystem https://tinyurl.com/2nu785sv Você Precisa Ouvir Isso ➜ Churchill em Guerra (Netflix)➜ Kubrusly: mistério sempre há de pintar por aí (Globoplay)➜ Exposição Racionais MC's: O Quinto Elemento➜ Visite o Pará!➜ Arcane (Netflix) Playlist Seleção VFSM: https://bit.ly/3ETG7oEContato: sobremusicavamosfalar@gmail.com
Hace más de medio siglo, pocos sospechaban que el profuso empleo del plástico nos iba a conducir a uno de los problemas de contaminación medioambiental más graves del planeta: la invasión de los microplásticos. Nunca nada tan minúsculo ha generado un problema tan enorme. Podemos decir que sí, que nos encontramos en la era del «plásticoceno», por homología con, por ejemplo, el holoceno, o el Antropoceno, u otras eras geológicas, pero también podemos decir que nos encontramos en la era del «plásticocomo», porque, además de cenarlo, también nos lo estamos comiendo todos los días. Ahora, para ayudar a solucionar el problema, un grupo de científicos propone utilizar materiales naturales elaborados con celulosa extraída del algodón y quitina obtenida del calamar para crear filtros a gran escala que capturen micro y nanoplásticos.
Hace más de medio siglo, pocos sospechaban que el profuso empleo del plástico nos iba a conducir a uno de los problemas de contaminación medioambiental más graves del planeta: la invasión de los microplásticos. Nunca nada tan minúsculo ha generado un problema tan enorme. Podemos decir que sí, que nos encontramos en la era del «plásticoceno», por homología con, por ejemplo, el holoceno, o el Antropoceno, u otras eras geológicas, pero también podemos decir que nos encontramos en la era del «plásticocomo», porque, además de cenarlo, también nos lo estamos comiendo todos los días. Ahora, para ayudar a solucionar el problema, un grupo de científicos propone utilizar materiales naturales elaborados con celulosa extraída del algodón y quitina obtenida del calamar para crear filtros a gran escala que capturen micro y nanoplásticos.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Somos como especie los responsables de vivir en una época única para el planeta tierra, una época en la que uno solo de los habitantes del globo, el ser humano, está siendo capaz de cambiar la faz del mismo de forma rápida y espectacular. En el breve espacio de tiempo en términos geológicos en el que hicimos aparición hemos dejado una huella impresionante que deslumbra a la vez que preocupa. En El Abrazo del Oso sabemos que no somos la única especie capaz de determinar la orografía de nuestro planeta, recordad aquel programa que hicimos sobre las bacterias, pero no está de más preguntarse, como ha hecho en las últimas décadas la propia comunidad científica, si estamos siendo capaces de cambiar tanto la historia de nuestro mundo como para darle nombre incluso a una época geológica. Vamos a analizarlo hoy en El Abrazo del Oso. Colaboran: Sara Robisco y Adrián González Dirección y producción: Eduardo Moreno Navarro Para acceder a más contenidos extra puedes ayudarnos pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! www.elabrazodeloso.es Tertulia para mecenas publicada originalmente el 4 de septiembre de 2024. www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Podcast aborda a mobilização de pesquisadores para enfrentar fake news sobre vacinas e temas relacionados à ciência. E mais: Antropoceno; vibrações; desmatamento
Recientemente se registró la muerte masiva de monos aulladores en varios estados de la República Mexicana. Gabriel Ramos nos acompaña para revelar qué fue lo que sucedió y explorar cómo se encuentran los primates a estas alturas del Antropoceno.
Nacida en El Salvador pero radicada en Seattle, Claudia Castro Luna es una poeta de la naturaleza y de la mujer. Poeta laureada de su estado, porta con orgullo su amor por los ríos y el bosque. Sus libros Cipota Under de Moon y One River. A Thousand Voices son ejemplo de su compromiso con, desde la literatura, preservar la naturaleza. Hoy la académica y escritora argentina, Gisela Heffes, le hace tres preguntas sobre sus ideas sobre el impacto del hombre en la era del Antropoceno
Parece que la Ciencia, el consenso de los científicos, finalmente no reconoce el denominado ‘Antropoceno' como una nueva era geológica. ¿Qué significa realmente esto? Ágora se lo pregunta a José Luis Granados, investigador en la Universidad de Cambridge, y a las investigadoras del Instituto Pirenaico de Ecología Ana Moreno y Penélope González. Pero…, ¿cambia algo realmente? Además, Clara Savirón trae al programa la biografía de su padre, José María Savirón, toda una referencia en Aragón y en España de los estudios, la investigación y la transferencia de la Física. Le acompaña el Catedrático Manuel Tello León.
Parece que la Ciencia, el consenso de los científicos, finalmente no reconoce el denominado ‘Antropoceno' como una nueva era geológica. ¿Qué significa realmente esto? Ágora se lo pregunta a José Luis Granados, investigador en la Universidad de Cambridge, y a las investigadoras del Instituto Pirenaico de Ecología Ana Moreno y Penélope González. Pero…, ¿cambia algo realmente? Además, Clara Savirón trae al programa la biografía de su padre, José María Savirón, toda una referencia en Aragón y en España de los estudios, la investigación y la transferencia de la Física. Le acompaña el Catedrático Manuel Tello León.
Howdy! Estamos de volta com um episódio inédito com uma entrevista SENSACIONAL com o grande cientista, Prof. Dr. Mauro Galetti! Mauro Galetti é um renomado cientista brasileiro, reconhecido internacionalmente por suas contribuições significativas no campo da ecologia e biodiversidade. Sua trajetória acadêmica e profissional é marcada por uma busca incessante pelo entendimento dos impactos humanos na fauna e nos ecossistemas naturais. Graduou-se em Biologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 1991, dando início a uma jornada que o levaria a se destacar como uma das principais mentes científicas do país. Logo após sua graduação, em 1992, concluiu o mestrado em Ecologia também pela UNICAMP, consolidando sua base acadêmica. Sua busca por conhecimento o levou além das fronteiras brasileiras, rumo à Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde obteve seu Ph.D. em Ciências Biológicas entre os anos de 1992 e 1996. Como pós-doc, ainda em Cambridge, teve a oportunidade de trabalhar na Ilha de Bornéu, na Indonésia, enriquecendo sua experiência com a biodiversidade global. Retornou ao Brasil como bolsista Jovem Pesquisador da FAPESP, iniciando uma fase prolífica em sua carreira científica. Sua expertise e paixão pela pesquisa o levaram a colaborar com instituições de renome mundial, como o Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) em Sevilha, Espanha, e o Center for Latin American Studies na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Ao longo dos anos, Mauro Galetti demonstrou sua versatilidade como pesquisador, atuando como professor visitante em universidades ao redor do mundo, incluindo a Aarhus Universitet, na Dinamarca, e a Universidade de Miami, nos Estados Unidos, onde exerceu o cargo de professor associado e diretor do Gifford Arboretum. Em sua terra natal, contribuiu significativamente para o avanço da pesquisa científica como um dos diretores do Centro de Dinâmica da Biodiversidade e Mudanças Climáticas (CEPID) e como curador do maior banco de dados de biodiversidade da Mata Atlântica, o Atlantic Data Papers. Como bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e um dos cientistas brasileiros mais citados na área de Ecologia e Evolução, Mauro Galetti tem deixado uma marca indelével no cenário científico nacional e internacional. Sua influência vai além das publicações em periódicos renomados, estendendo-se às suas palestras como keynote speaker em diversas universidades ao redor do mundo. Além de sua atuação como pesquisador, Galetti é também um dedicado divulgador científico, tendo participado de programas de TV, podcasts e contribuído para jornais, compartilhando sua paixão pela natureza e pelo conhecimento científico. Em 2023, lançou seu primeiro livro, "Um Naturalista no Antropoceno", uma obra que reflete não apenas sua formação como biólogo, mas também suas experiências em alguns dos lugares mais selvagens do planeta, destacando sua preocupação com os desafios ambientais enfrentados pela humanidade neste século. Mauro Galetti continua a ser uma figura proeminente no campo da ecologia e biodiversidade, inspirando estudantes e colegas com seu compromisso inabalável com a ciência e sua incansável busca por respostas para os desafios ambientais do nosso tempo. Baixe o ebook ou compre a edição impressa do livro "Um naturalista no Antropoceno: um biólogo em busca do selvagem": https://editoraunesp.com.br/catalogo/9786557144541,um-naturalista-no-antropoceno Siga o perfil do Prof. Mauro nas redes sociais: @dr.mauro_galetti Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais:
A pesar de que el Antropoceno fue descartado como unidad formal en la escala de tiempo geológico, expertos señalan que sigue siendo una descripción invaluable del impacto humano en los sistemas de la Tierra.
La Comisión Internacional de Estratigrafía ha rechazado considerar el Antropoceno como una era geológica del planeta, pero sí admiten la influencia del comportamiento humano y su impacto global sobre la Tierra. El astrofísico y divulgador Carlos Pobes entrevista a la Investigadora del Instituto Pirenaico de Ecología (IPE), Graciela Gil Romera
Antropoceno es un término que en los últimos 20 años se ha venido utilizando con profusión en libros, artículos y medios de comunicación. Fue creado en la década de 1980 por el biólogo estadounidense Eugene Stoermer para designar un nuevo intervalo de tiempo geológico caracterizado por el impacto de las actividades humanas en el planeta, aunque sería el premio nobel de química Paul Crutzen quien lo popularizó en el año 2.000. Ahora, un panel de expertos de la Unión Internacional de Ciencias Geológicas ha rechazado la propuesta para declararlo oficialmente como el inicio de una época geológica. Hemos entrevistado a Juan Carlos Gutiérrez Marco, investigador del Instituto de Geociencias. José Antonio López Guerrero nos ha comentado un proyecto de la Fundación Bill y Melinda Gates para infestar a los mosquitos Aedes con una bacteria del género Wolbachia que impide la transmisión de virus como el Zika, el Dengue o la Fiebre amarilla. Eva Rodríguez nos ha informado de un estudio de la universidad de Princeton que ha constatado que la mayoría de los mamíferos machos no son más grandes que las hembras; y de cómo el cerebro procesa el miedo. Con Carlos Briones hemos celebrado el centenario de la publicación del libro "El origen de la vida", del bioquímico ruso Alexander Oparin, la primera obra sobre este tema tan apasionante. Javier Cacho participa en la expedición "Into the Aurora II" y nos ha contado como intentarán grabar auroras boreales en Finlandia, a 30 km de altitud, con la ayuda de un globo aerostático. Escuchar audio
Nuestros ministros de ciencia y tecnología, Nuño Domínguez y Jaime García Cantero comentan las últimas novedades en torno a Worldcoin y recuerdan la importancia de la precariedad económica de los ciudadanos en el éxito que ha tenido en España la empresa que te escanea el iris a cambio de su propia criptomoneda. La Agencia Española de Protección de Datos ha prohibido cautelarmente a la empresa seguir con su actividad y compartir los datos que ya ha recopilado. Además, Nuño explica la polémica entre geólogos sobre si deben cambiar de época, del Holoceno al Antropoceno y se produce un crossover entre La Lista de Bob y el Ministerio, cuando los ministros responden a la tesis de Bob de que los humanos cada vez pensamos más como máquinas.
Las dos alternativas metafísicas de la filosofía del siglo XXI — la que nos lleva a especular sobre un universo auténticamente inhumano, absoluta- mente indiferente a nosotros, como la que nos hace considerar a la especie humana como una fuerza geofísica mayor en la época del Antropoceno y de Gaia— coinciden en situarnos en la perspectiva del «fin del mundo». Si nos parece un poco exagerada esta singularidad profetizada por la vanguardia californiana, podemos simplemente quedarnos con la más modesta filosofía ecomodernista del centro de investigación ambiental también californiano Breakthrough Institute, que afirma que el perfeccionamiento del dispositivo técnico de la civilización capitalista será capaz de convertir en productivas las consecuencias destructivas que ella misma produce en el camino. Utiliza el código CIENCIADIGITAL y obtén tu descuento en Muy Interesante, sigue con este link https://bit.ly/3TYwx9a Déjanos tu comentario en Ivoox o Spotify, o escríbenos a podcast@zinetmedia.es ¿Nos ayudas? Comparte nuestro contenido en redes sociales . Texto: Rodrigo Menchón Dirección, locución y producción: Iván Patxi Gómez Gallego @ivanpatxi Contacto de publicidad en podcast: podcast@zinetmedia.es
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Las dos alternativas metafísicas de la filosofía del siglo XXI — la que nos lleva a especular sobre un universo auténticamente inhumano, absoluta- mente indiferente a nosotros, como la que nos hace considerar a la especie humana como una fuerza geofísica mayor en la época del Antropoceno y de Gaia— coinciden en situarnos en la perspectiva del «fin del mundo». Si nos parece un poco exagerada esta singularidad profetizada por la vanguardia californiana, podemos simplemente quedarnos con la más modesta filosofía ecomodernista del centro de investigación ambiental también californiano Breakthrough Institute, que afirma que el perfeccionamiento del dispositivo técnico de la civilización capitalista será capaz de convertir en productivas las consecuencias destructivas que ella misma produce en el camino. Utiliza el código CIENCIADIGITAL y obtén tu descuento en Muy Interesante, sigue con este link https://bit.ly/3TYwx9a Déjanos tu comentario en Ivoox o Spotify, o escríbenos a podcast@zinetmedia.es ¿Nos ayudas? Comparte nuestro contenido en redes sociales 😍. Texto: Rodrigo Menchón Dirección, locución y producción: Iván Patxi Gómez Gallego @ivanpatxi Contacto de publicidad en podcast: podcast@zinetmedia.es
Los libros de Valeria Correa Fiz nos hacen reflexionar sobre cómo vemos actualmente a la naturaleza "como un ente opuesto a la cultura y externo a lo humano" y cómo es que podríamos cambiar esos paradigmas. Hoy Gisela Heffes, en su sección "Estéticas del antropoceno" le hace tres preguntas sobre este tema. Venga a escuchar a esta escritora nacida en Argentina y autora de libros como La condición animal (Páginas de espuma, 2016) y Hubo un jardín (Páginas de espuma, 2022) y no se pierdan las recomendaciones de libros que nos hace.
Nesse episódio, Rafinha (@rafaverdasca) e Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Alice Freyesleben conversam sobre o conceito de Antropoceno na história. Texto – “O Clima da história: quatro teses” http://www.culturaebarbarie.org/sopro/n91s.pdf Canal do YouTube do História Pirata: https://www.youtube.com/@historiapirata Picpay do História Pirata: https://picpay.me/historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: https://www.editoracontexto.com.br/produto/revolucao-francesa/5105603 Esse episódio foi editado por: Gabriel Campos (@_grcampos)
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En esta edición compartimos fragmentos del libro "Economía para un planeta abarrotado" del gran economista norteamericano Jeffrey Sachs, donde habla sobre la propuesta de estudiar una nueva era geológica con el nombre de "Antropoceno" para describir el periodo actual de la tierra donde el ser humano ha impactado brutalmente al medioambiente. Espero sus comentarios. Explora más programas en nuestra categorías: Entrevistas Narrativa y narradores Poesía y Poetas Literatura y Música Historia Radio teatro Ensayo y Crítica Apoya este podcast convirtiéndote en patrocinante a través de Patreon https://patreon.com/libreriaradio. Respalda este Podcast con una pequeña donación mensual para ayudarnos a mantener el programa al aire en medio de la dura crisis que vivimos en Venezuela: obtén recompensas por su nivel de patrocinio. Con tu apoyo haremos que la literatura llegue mucho más lejos y con contenido de calidad. Escucha nuevos programas de lunes a viernes de 9 a 10 pm en los siguientes diales, todos pertenecientes, a emisoras de Fe y Alegría en Venezuela: 1390 AM y 105.7 FM en Caracas 94.3 FM en San Juan de los Morros 106.1 FM en El Nula 101.1 FM en Guasdualito 103.7 FM en San Fernando de Apure 105.5 FM en Ciudad Bolívar 103.1 FM en Ciudad Guayana 98.3 FM en Tumeremo 92.1 FM en Tucupita 105.9 FM en Maturín 92.1 FM en Cumaná 101.3 FM en Puerto La Cruz 103.9 FM en Anaco 91.3 FM en Pariaguán 940 AM y 91.7 FM en El Tigre 95.7 FM en San Cristóbal 97.5 FM en Barquisimeto 92.3 FM en Paraguaipoa 105.5 FM en Machiques 105.9 FM en Mérida 88.1 FM en Maracaibo Escucha todos los programas anteriores en nuestra página web https://libreriaradio.org Sin publicidad tu marca o negocio está en desventaja frente a miles de emprendedores que si hacen uso de los medios para dar a conocer sus productos. @LibreriaRadio te ofrece el mejor paquete publicitario para tu empresa: un anuncio #midrol (en mitad del programa) de 30 segundos, menciones en #twitter e #Instagram; emisiones diarias en las 21 emisoras de la Red Nacional Radio Fe y Alegría en Venezuela, más la presencia en 15 plataformas de #podcast a nivel mundial. Además colgaremos un anuncio permanente en nuestra página web. Únete a nuestro selecto grupo de patrocinantes y garantiza que tu marca o negocio tenga presencia diaria y constante ante miles de personas. . INVIERTE EN PUBLICIDAD EN RADIO con Puerto de Libros – Librería Radiofónica. Consulta nuestras tarifas al +584246723597 --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/libreriaradio/message Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/libreriaradio/support
Recuerde que tiene hasta el 26 de agosto para inscribirse a la pensión del Bienestar El mundo vive nueva era geológica llamada Antropoceno, alerta la UNAM
Las noticias científicas más importantes de esta semana en Uruguay y el mundo. Semana del 18 al 25 de julio. Uruguayo premiado en Alemania, mejora el agua en Montevideo, cáncer y aspartamo e inicio del antropoceno
Mario Viciosa en Divulga que algo queda hablamos del Antropoceno y de la evidencia geológica del impacto humano en el lago Crawford, en Canadá.
Earth and Moon seen from Mars https://www.esa.int/Science_Exploration/Space_Science/Mars_Express/Earth_and_Moon_seen_from_Mars Scientists discover 36-million-year geological cycle that drives biodiversity https://youtu.be/15tM3EgN4KM THE WELLHow your brain creates reality, explained by a neuroscientist https://bigthink.com/the-well/what-is-reality/?utm_source=pocket_saves The Anthropocene: Canadian lake mud ‘symbolic of human changes to Earth' https://www.bbc.co.uk/news/science-environment-66132769 Scientists have found part of the brain that triggers out-of-body experiences https://www.wvxu.org/2023-07-06/scientists-have-found-part-of-the-brain-that-triggers-out-of-body-experiences The Human Age Has ... Read more
"Creo que la ficción lee hacia atrás y actualiza el pasado como forma de predecir, si es que se lo propone, el futuro", dice Clara Obligado en su reflexión sobre desde donde la literatura responde a los cambios que el hombre está causando en los tiempos del Antropoceno. Escuchemos y leamos las respuestas a las tres preguntas que Gisela Heffes le hace a esta interesante cuentista argentino-española. Vengan a www.hablemosescritoras.org a leer y a shopescritoras.com a comprar los libros de esta magnífica escritora.
Hacerle tres preguntas a Maricela Guerrero nos pemite escuchar y leer sus visiones sobre el papel de la literatura y el arte con el Capitaloceno, sobre cómo sus libros la llevan a reconectar con los árboles de su infancia, de cuando observaba una célula en un aula de escuela, de sus conversaciones como amigos como Mónica Nepote. Sus reflexiones, como lo es toda su obra, tiene esa dulzura poderosa, su gran emoción y pasión al momento de ver la vida. Gracias a Gisela Heffes porque nos lleva a Maricela y nos permite conocerla un poco más. Vengan a escucharla y a leerla a www.hablemosescritoras.org y a comprar sus libros a www.shopescritoras.com.
Desde el arte visual, Verónica Gerber Bicecci nos ha mostrado que el lenguaje puede llevarse a los límites y que decodificar es proponer otras formas de lectura. Con una formación en la icónica escuela La Esmeralda de la CDMX, ha coordinado programas como el Seminario de producción fotográfica y ha sido parte del equipo docente de SOMA. Ha expuesto en algunos de los centros artísticos más importantes de México y en países como España, Alemania y Uruguay. La compañía (Almadía, 2019) y "La máquina distópica", un oráculo web que trabajó en colaboración con Canek Zapata y Carlos Bergen. Es parte del libro Tsunami, editado por Gabriela Jauregui, en donde interviene el poema que se considera tal vez como el primer poema misógino en occidente. Los invitamos a escuchar a Gisela Heffes quien la entrevista para nuestra sección "Estéticas del Antropoceno", Episodio 350 y visitar su página web.
Cuando Gisela Heffes le hace tres preguntas a Solange Rodríguez Pappe sobre su visión del impacto que el hombre hace en el planeta y cómo la literatura y el arte lo refleja, le contesta que ella es "alguien que no puede mirar ingenuamente la literatura". Dice que es "la voz del mito la que habla por nosotras, la voz del novum americano que nos recuerda que la humanidad está de paso pero la tierra permanece". No se pierdan escuchar y leer en www.hablemosescritoras.com las interesantes y reflexivas respuestas de esta fascinante autora de libros como: La primera vez que vi un fantasma (Candaya, 2018), Levitaciones (Micrópolis, 2019), Sumergir la ciudad: Apocalipsis y destrucción de Guayaquil (Múltiples editoriales, 2019).
Neste mês no BTCast ABC2 vamos falar sobre a criação e o cultivo de uma comunidade intelectual. Rodrigo Bibo recebe Tiago Pereira e Luiz Adriano para conversar sobre como o homem pode tratar melhor a Terra e também entender de que forma a diferença pode ser feita com suas ações cotidianas. Estamos no período do fim? […] O conteúdo de O antropoceno e a igreja – BTCast ABC2 044 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Neste mês no BTCast ABC2 vamos falar sobre a criação e o cultivo de uma comunidade intelectual. Rodrigo Bibo recebe Tiago Pereira e Luiz Adriano para conversar sobre como o homem pode tratar melhor a Terra e também entender de que forma a diferença pode ser feita com suas ações cotidianas. Estamos no período do fim? […] O conteúdo de O antropoceno e a igreja – BTCast ABC2 044 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
¿Estamos expuestos a vivir la sexta extinción humana? La vida en la tierra ha estado a punto de extinguirse en cinco ocasiones. La más reconocida se vivo hace más de sesenta millones de años, cuando un asteroide cayó sobre el Golfo de México, provocando la desaparición de los dinosaurios y muchas otras especies. Este suceso se ha catalogado entre las cinco extinciones masivas. Estas alertas indican que estamos a punto de vivir la sexta extinción, ¿Sobreviviremos?. Los seres humanos somos los culpables, poco a poco estamos terminando con miles de especies animales; así mismo, con los océanos y los bosques, de modo que el ritmo de extinción actual puede ser mucho más rápido que los anteriores. Un tema que nos interesa a todos, por eso si quieres saber sobre esto y mucho más ¡no te pierdas este episodio!.00:00:00 Cuando la vida se extinguió00:08:16 David Tovar, geólogo y científico. Extinciones masivas.00:09:26 La era Antropoceno, la huella que deja el ser humano en la tierra. 00:16:31 Primera evidencia de micro plásticos en los mares de Antártida y otros datos.00:20:47 Correlación entre el ser humano y los cambios de la tierra00:25:54 ¿Qué es Permafrost?00:29:33 ¿Por qué hay una mayor afectación en el océano antártico?00:34:22 Sexta extinción masiva.00:37:51 ¿El cambio climático como proceso irreversible?00:57:10 Cinco extinciones masivas. 01:03:57 Hipótesis "La Supernova"01:06:29 Extinción masiva del "Devónico"01:10:46 Extinción masiva, Pérmico Triásico01:15:48 Extinción masiva, Triásico-Jurásico. 01:18:32 El asteroide que puso fin a la era de los dinosaurios.01:23:03 ConclusionesPódcast de Caracol en redes sociales:- Facebook: https://www.facebook.com/CaracolPodcast/- Instagram: https://www.instagram.com/caracolpodcast/- Twitter: https://twitter.com/CaracolPodcastContáctenos: podcast@caracol.com.co
La artista y escritora Verónica Gerber Bicecci nos ha invitado continuamente a repensar la relación entre arte y literatura, literatura y arte. Hoy en nuestra sección "Estéticas del antopoceno" nos dice "que una escritura que se cuestiona a sí misma puede ser un buen comienzo." Es este cuestionamiento el que mueven las tres preguntas que Gisela Heffes le hace sobre el daño del hombre al medio ambiente y ella responde con la respuesta del oráculo de la www.lamaquinadistopica.xyz. Los invitamos a escuchar y leer todo el texto en www.hablemosescritoras.com
La obra y trayectoria de la escritora Gabriela Cabezón Cámara refleja su pensamiento crítico sobre lo que vivimos como humanidad en un sistema impregnado de capitalismo y explotación. Hoy tenemos las 3 preguntas que le hace Gisela Heffes sobre su visión de la literatura dentro esto en la era del "Antropoceno". Los invitamos a que visiten www.hablemosescritoras.com para escuchar y leer las respuestas de esta lucida y puntual escritora.
El agua hace que la tierra sea única. Toda la vida depende de ella y los seres humanos la utilizan de muchas formas. Sin embargo, también lo contaminan, transformando paisajes enteros e interviniendo así en ciclos importantes. La capacidad del agua para asumir tres estados agregados es una garantía para el ciclo del agua que hace posible la vida en la tierra. Esto permite que haya agua dulce disponible en todo momento. Pero el enriquecimiento con CO2 convierte la lluvia en lluvia ácida, lo que causa problemas a los bosques y los mares.
Desde el sedentismo, hemos alterado tanto la tierra que cada vez más científicos dicen que se requiere un nuevo nombre para esta era geológica: el antropoceno, la época humana. Sin la atmósfera terrestre, la vida en la tierra sería imposible. Sin embargo, los seres humanos intervenimos en los ciclos atmosféricos y estamos acelerando el cambio climático mediante la emisión de gases. Cada vez que quemamos madera, carbono, petróleo o gas natural, se forma dióxido de carbono y la ganadería industrial también contribuye significativamente a la producción de gases de efecto invernadero.
Desde el sedentismo, hemos alterado tanto la tierra que cada vez más científicos dicen que se requiere un nuevo nombre para esta era geológica: el antropoceno, la época humana. Durante el transcurso de los milenios, la base de nuestra nutrición se convirtió cada vez más en la agricultura, en detrimento del suelo. La agricultura industrializada y la migración de plantas provocada por los seres humanos han provocado cambios notables en la naturaleza que están teniendo graves consecuencias.
"El rol de la literatura y el arte, es des-escribirse dentro de la lógica del capitalismo" dice Yásnaya Aguilar (México, 1981) para las preguntas de Gisela Heffes en nuestra sección Estéticas del Antropoceno. Escuchen y lean sus respuestas y su podcast y perfil en https://www.hablemosescritoras.com/writers/239