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    Mañanas BLU con Néstor Morales
    Fico Gutiérrez sobre vía al mar: “De La Espriella ya hizo algo que no hizo Petro en cuatro años”

    Mañanas BLU con Néstor Morales

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 15:26


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    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    1) Generación: La espiritualidad pasa por muchos momentos, más cuando llevas adelante una enfermedad. Incluso me animo a decirte que hay momentos de pérdida de fe, el llegar a decir “Estoy solo y estás dejando que me muera, Señor”, pero eso después fortalece la fe. Cuando me pongo a analizar mi vida veo que nunca estuve solo. He tenido amor, me quieren, me siento contenido por familia y amigos y ahí comprendo que siempre hay alguien en mi vida. También aprendí que, luego que pasa algo malo en la vida, aparece algo bueno. Por ejemplo, yo perdí un padre y al momento ya me apareció otro papá para ayudarme, personas que generan una paternidad en mí. Aprendí a ver que Dios no quita, sino que da. Puedo llegar a decirte que hay mucha gente buena en el camino que me ayudó y que estoy seguro que te va a ayudar a salir adelante. 2) Días: También hay veces que pensamos que lo importante es tener un buen coche, quién tiene más poder o quién tiene más dinero y nos olvidamos que dependemos de una arteria muy pequeña que es la coronaria, tan pequeña y que, si se obstruye, te morís. A esta sociedad en crisis, que se particulariza en cada persona, la podemos ayudar llevándole principios, valores y creencias que antes mantenía un equilibrio y ahora son insuficientes. Puedo decirte que hoy la sociedad está rota y por eso debemos trabajar día a día para ser mejor persona, para mejorar esta sociedad que no encuentra salida más que en un clonazepam.3) Salomón: Hay veces que estamos con ganas de lanzar proyectos y cosas, pero también aparece la procrastinación y empezás a dejar de lado para hacer otras cosas, y pateas para otro día y para otro día. Aprende a empezar las cosas cuando las empezás a soñar. El segundo momento para empezar algo es ahora. Así que deja de patear las cosas y empezá por hacer las cosas que quieres hacer por vos. Algo bueno está por venir.

    O Mundo Agora
    Espanha e Argentina recolocam o racismo no centro do debate no futebol

    O Mundo Agora

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 5:01


    Entre Espanha e Argentina, o futebol mostrou, mais uma vez, que nunca se separa da política. As acusações de racismo contra os dois países não devem deixar esquecer que o esporte deve ser também um espaço de resistência. Thomás Zicman de Barros, analista político Apesar de só ter marcado no final da prorrogação, não há dúvida de que a Espanha dominou a final da Copa do Mundo contra a Argentina. Muita gente no Brasil comemorou a derrota dos nossos vizinhos. Para além da rivalidade e do futebol ruim apresentado pela alviceleste, muitos justificavam a torcida por motivos políticos. Como disse antes mesmo do início do torneio, política e futebol são inseparáveis. Para alguns, torcer pela Argentina significaria legitimar o racismo que marca o país. Houve até quem transformasse essa escolha numa forma conveniente de expiar o racismo brasileiro, apontando o dedo para os outros. A Argentina convive, sim, com um grave problema de racismo. Os episódios se repetem nas arquibancadas, nas redes sociais e, por vezes, entre os próprios jogadores. O silêncio de muitos de seus principais atletas diante desse fenômeno também é eloquente. Como se diz hoje, não basta não ser racista: é preciso ser antirracista. Neste aspecto, porém, a Espanha também leva cartão vermelho. Trata-se do país onde Vini Jr. foi alvo de uma escancarada campanha racista, que no entanto tentaram apagar. Até mesmo Javier Tebas, presidente da La Liga, em vez de enfrentar o racismo que se abatia contra o jogador, insinuou que era Vinicius que provocava as torcidas. Fenômeno atravessa séculos O racismo espanhol e argentino vem de longa data. A Espanha foi uma das grandes potências coloniais da era moderna. Ainda que tenha perdido esse protagonismo ao longo do século XX, enfrentando décadas de decadência, conservou por muito tempo uma imagem de si mesma como centro civilizador. A Argentina percorreu uma história diferente, mas chegou a um lugar parecido. Desde o século XIX, parte das elites de Buenos Aires procurou apresentar o país como uma espécie de Europa transplantada para a América do Sul. Domingo Faustino Sarmiento, intelectual que viria a ser presidente do país, resumiu esse projeto na fórmula que atravessou gerações: "civilização ou barbárie". A civilização era a Europa. A barbárie eram os povos indígenas, os mestiços, os gaúchos, todos aqueles que não cabiam no ideal de uma nação branca e europeia. Mas há algo curioso nessa frase. Se Sarmiento precisou opor civilização e barbárie é porque a chamada “barbárie” não branca existia e resistia. E isso vale para os dois finalistas desta Copa do Mundo. A Espanha nunca foi apenas Madri. É, na prática, uma comunidade plurinacional, onde catalães, bascos, galegos e tantos outros disputam há séculos diferentes maneiras de entender o próprio país. Foi também nessas periferias que se organizaram algumas das resistências mais duradouras ao franquismo. E a Espanha do século XXI tampouco é a Espanha sonhada pelos nacionalistas. É um país profundamente transformado pela imigração. Basta olhar para Lamine Yamal, prodígio da seleção espanhola, para perceber isso. Ele é o filho de imigrantes que mostra que a Espanha real é muito mais diversa do que o imaginário construído pelos supremacistas. Algo parecido se vê na Argentina. Por trás da fantasia de uma nação exclusivamente europeia sempre existiu outro país: indígena, mestiço, popular. A Argentina dos chamados cabecitas negras, mobilizados pelo peronismo contra as elites portenhas. Uma Argentina que nunca aceitou desaparecer. Maradona: a Argentina que resiste Maradona talvez tenha sido seu símbolo mais poderoso. Reivindicava sua origem guarani, fazia questão de afirmar sua identidade latino-americana, abraçava causas anti-imperialistas quando isso podia custar muito caro. Era, talvez sem o dizer, a revanche daquela Argentina que Sarmiento havia chamado de “barbárie”. É curioso notar que os jogadores argentinos de hoje, tão omissos quando o assunto é racismo, tenham encontrado tanta convicção para defender a soberania argentina sobre as Malvinas. Depois da vitória sobre a Inglaterra, exibiram uma faixa reafirmando a reivindicação do arquipélago. O gesto lembrava algo que Hannah Arendt observou ao analisar o imperialismo moderno: as hierarquias raciais e a lógica imperial nasceram da mesma visão de mundo. Não é possível combater uma e ignorar completamente a outra. Nada disso transforma a Argentina em exemplo de antirracismo. Nem absolve a Espanha de sua dificuldade em enfrentar o preconceito arraigado. Agora, se política e futebol são inseparáveis, é preciso celebrar os momentos de resistência. O futebol continuará sendo um campo de disputa. Que seja também um espaço de luta antirracista.

    Oxygen Church
    #424 - CONSEQUÊNCIAS DE UMA VIDA SOBRENATURAL. | 19.07.2026 | Pr.Rudi Oliveira | VIDA SOBRENATURAL

    Oxygen Church

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 53:25


    SOBRE A OXYGEN CHURCH Uma Igreja Irresistível Em obediência a uma palavra especifica do Espírito Santo, depois de um tempo de busca da presença de Deus, nossos pastores receberam uma direção clara. Comece aqui em Marília a Oxygen Church, hoje entregam nas mãos de vocês a chave de algo grandioso que irá acontecer em Marilia. Algo grandioso começará desta cidade para as nações. Foi quando começamos as reuniões em uma casa com apenas 20 pessoas.ENCONTRE-NOS NA MÍDIA SOCIALSite: https://oxygenchurch.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/aoxygenglobal Instagram: https://www.instagram.com/aoxygenglobalTiktok: https://www.tiktok.com/@oxygenglobal

    Se Habla Español
    Español con noticias 93: El basurero del Everest - Episodio exclusivo para mecenas

    Se Habla Español

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 27:59


    Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va el mes de julio? Por aquí ya solo nos quedan unos días de trabajo más intenso, porque a partir de la última semana de este mes todo se tranquiliza. Así fue los dos veranos anteriores y parece que no va a haber cambios en ese sentido. Casi todo el mundo estará de vacaciones, cada uno haciendo lo que más le guste. Unos irán a la playa, otros harán visitas culturales y quizá algunos vayan a relajarse a la montaña. Digo a relajarse porque hay personas que no van precisamente con ese objetivo, sino con otro más ambicioso, más complicado. Me refiero a los amantes del alpinismo, a los amantes de subir hasta lo más alto de las grandes montañas del planeta. Y es que la noticia de hoy trata precisamente de eso. Pero antes de escucharla, creo que tenemos que situarnos un poco. Cuando hablamos de montañas altas, hay un grupo muy especial que se conoce como los ochomiles. Son las montañas que superan los ocho mil metros de altura. En todo el mundo hay catorce… y todas están en una misma zona: entre Nepal, China y Pakistán. La más famosa de todas es, claro, el Everest, con 8.849 metros. Es la más alta del planeta, lo que muchos llaman el techo del mundo. Pero no es la única. Llegar a estas montañas no es solo cuestión de fuerza física. Es un desafío extremo. A esa altura hay muy poco oxígeno, las temperaturas pueden bajar muchísimo y el cuerpo humano empieza a fallar. Por eso, durante muchos años, subir un ochomil era algo reservado a muy pocas personas. Y ahí entran los grandes escaladores de la historia. Durante décadas, estos alpinistas eran vistos casi como exploradores. Personas que se enfrentaban a la montaña con muy pocos medios, arriesgando la vida en cada expedición. Por ejemplo, Reinhold Messner, uno de los nombres más importantes del alpinismo. Fue el primero en subir los catorce ochomiles sin oxígeno artificial. Eso significa que lo hizo en condiciones muchísimo más difíciles que la mayoría. También podríamos hablar de Edmund Hillary y Tenzing Norgay, que fueron los primeros en llegar a la cima del Everest en 1953. Ese momento marcó un antes y un después en la historia del alpinismo. Y si nos vamos a tiempos más recientes, encontramos a escaladores que siguen buscando retos extremos, rutas nuevas, o formas más puras de subir, sin ayudas externas. Pero aquí viene lo interesante… y lo que conecta directamente con la noticia que vamos a escuchar. Porque lo que antes era un desafío reservado a unos pocos… hoy se ha abierto a muchas más personas. Con dinero, con guías, con oxígeno y con apoyo logístico, subir al Everest es algo más accesible que hace treinta o cuarenta años. Y eso ha cambiado completamente la forma de entender estas montañas. Así que, con esta idea en la cabeza, vamos a escuchar ahora lo que está pasando hoy en el Everest. La noticia pertenece, como casi siempre, a Radio Nacional de España. “Colas, Sandra, para subir al Everest, la cima más alta del mundo. 274 escaladores en un solo día, un récord absoluto. Aurora Moreno, buenas tardes. Buenas tardes. Sí, el último récord en 2019 estaba en 223 escaladores. Nepal ha dado este año 494 permisos, cada uno de ellos a 15.000 dólares para intentar ascender al techo del mundo. Convertido en una aventura comercial, lamentan los grandes alpinistas como Miguel Ángel García Gallego, uno de los mayores especialistas en alpinismo de dificultad. La gente que va ahí, o sea, digamos que coge un taxi para subir al Everest. No está a la altura ni psicológica, ni habitualmente física y mental para hacer una ascensión, digamos con unos medios proporcionados y no recurrir a este tipo de artificios para volver a casa diciendo que te has subido al techo del mundo. Los serpas preparan previamente los tramos más peligrosos y cargan con el oxígeno que llevarán sus clientes. Aún así suele haber víctimas mortales por las bajas temperaturas, las tormentas y cualquiera de las muchas dificultades naturales de una montaña que alcanza los 8.849 metros. El ansia de negocio y de ganar dinero, pues implica coger gente que no está a la altura técnicamente de aquello en lo que se mete y se traduce al final con frecuencia en problemas y en tragedias. Una expedición puede tener un coste entre 50.000 y 200.000 dólares. En esa cifra está incluido el precio de retirar la basura de estas escaladas. Pero ni el gobierno nepalí ni los serpas terminan por hacerlo, con lo que el Everest se está convirtiendo en un basurero cubierto de nieve y hielo.” Qué pena, ¿verdad? El ser humano está acabando con todo, está contaminando todo: los océanos, las montañas e, incluso, el espacio, porque cada vez hay más satélites por ahí arriba. Bueno, vamos a seguir con lo nuestro, que es explicar las palabras y expresiones más complicadas. -Colas: una fila de personas que esperan su turno para hacer algo. -“Había una cola larguísima para entrar al museo”. - “Siempre hay colas en el aeropuerto en verano”. -Cima: es la parte más alta de una montaña o, en sentido general, el punto máximo de algo. -“Llegaron a la cima después de muchas horas de caminata”. -“Ese proyecto fue la cima de su carrera profesional”. -Techo del mundo: es una expresión que se usa para referirse al punto más alto del planeta, especialmente al Everest. Es una metáfora. -“Muchos sueñan con llegar al techo del mundo algún día”. -“Ese lugar parece el techo del mundo por las vistas que tiene”. -Lamentar: significa expresar tristeza, pena o arrepentimiento por algo. -“Lamentó no haber estudiado más cuando era joven”. -“La empresa lamentó los errores cometidos”. -Estar a la altura: significa estar preparado o tener el nivel necesario para una situación. -“No estaba a la altura del desafío”. -“Confío en que estarás a la altura del trabajo”. -Recurrir (a): significa utilizar algo como solución o ayuda. -“Tuve que recurrir a un diccionario para entender el texto”. -“Recurren a un abogado cuando tienen problemas legales”. -Artificios: los artificios son medios o recursos artificiales que se usan para facilitar algo o aparentar algo. -“Ganó el concurso con artificios, no con talento real”. -“La película abusa de los artificios tecnológicos”. -Sherpas (serpas): son guías de montaña del Himalaya, muy experimentados en el alpinismo. -“Los sherpas conocen la montaña mejor que nadie”. -“Sin la ayuda de los sherpas, la expedición no habría sido posible”. -Tramos peligrosos: son partes de un recorrido que implican riesgo o dificultad. -“Hay tramos peligrosos en esta carretera de montaña”. -“Durante la ruta encontramos varios tramos peligrosos con hielo”. -Ansia: el ansia es un deseo muy fuerte, a veces excesivo. -“Tenía ansia de éxito desde muy joven”. -“Su ansia por ganar le hizo cometer errores”. -Basurero: es un lugar donde se acumula basura. -“La playa se ha convertido en un basurero”. -“No dejes el parque hecho un basurero”. “Colas, Sandra, para subir al Everest, la cima más alta del mundo. 274 escaladores en un solo día, un récord absoluto. Aurora Moreno, buenas tardes. Buenas tardes. Sí, el último récord en 2019 estaba en 223 escaladores. Nepal ha dado este año 494 permisos, cada uno de ellos a 15.000 dólares para intentar ascender al techo del mundo. Convertido en una aventura comercial, lamentan los grandes alpinistas como Miguel Ángel García Gallego, uno de los mayores especialistas en alpinismo de dificultad. La gente que va ahí, o sea, digamos que coge un taxi para subir al Everest. No está a la altura ni psicológica, ni habitualmente física y mental para hacer una ascensión, digamos con unos medios proporcionados y no recurrir a este tipo de artificios para volver a casa diciendo que te has subido al techo del mundo. Los serpas preparan previamente los tramos más peligrosos y cargan con el oxígeno que llevarán sus clientes. Aún así suele haber víctimas mortales por las bajas temperaturas, las tormentas y cualquiera de las muchas dificultades naturales de una montaña que alcanza los 8.849 metros. El ansia de negocio y de ganar dinero, pues implica coger gente que no está a la altura técnicamente de aquello en lo que se mete y se traduce al final con frecuencia en problemas y en tragedias. Una expedición puede tener un coste entre 50.000 y 200.000 dólares. En esa cifra está incluido el precio de retirar la basura de estas escaladas. Pero ni el gobierno nepalí ni los serpas terminan por hacerlo, con lo que el Everest se está convirtiendo en un basurero cubierto de nieve y hielo.” Muy bien. Ahora vamos a explicar lo que cuenta esta noticia, pero con otras palabras. Lo que están diciendo es que en el Everest, la montaña más alta del planeta, se están formando auténticas filas de personas para llegar a la cumbre. Imagínate la escena: alpinistas esperando su turno, como si estuvieran en una cola. En un solo día llegaron a subir 274 personas, lo que supone el número más alto registrado hasta ahora. El récord anterior era menor, así que estamos hablando de una cifra realmente llamativa. ¿Y por qué está pasando esto? Bueno, uno de los motivos es que Nepal ha autorizado este año a casi 500 personas para intentar la ascensión. Y cada permiso cuesta unos 15.000 dólares, así que hablamos de un negocio muy importante. De hecho, muchos expertos dicen que el Everest se ha convertido en una actividad muy comercial. Algunos alpinistas experimentados critican esta situación y dicen que hoy en día hay personas que suben casi sin esfuerzo propio, como si alguien les facilitara todo el camino. Según ellos, mucha gente que intenta llegar a la cima no tiene la preparación necesaria, ni a nivel físico ni mental. Es decir, no están realmente preparados para un desafío tan extremo. Además, utilizan ayudas externas. Por ejemplo, los sherpas, que son los guías de montaña, preparan antes las zonas más complicadas del recorrido, colocan cuerdas y transportan el oxígeno que utilizan los clientes. Aun así, el peligro sigue siendo muy alto. Las temperaturas son extremas, puede haber tormentas en cualquier momento y la falta de oxígeno hace que cualquier error sea muy grave. Por eso, cada año hay personas que pierden la vida. Otro aspecto importante es la presión económica. Las empresas que organizan estas expediciones quieren ganar dinero, y eso hace que acepten a personas que quizá no tienen el nivel suficiente. Y esto, al final, puede provocar situaciones muy peligrosas e incluso tragedias. Y hay un último problema del que también se habla mucho: la contaminación. Subir al Everest puede costar entre 50.000 y 200.000 dólares, y en ese precio se incluye, en teoría, la limpieza de residuos. Pero en la práctica no siempre se recoge toda la basura. Como consecuencia, la montaña se está llenando de desechos y poco a poco se está convirtiendo en un lugar sucio, cubierto de nieve… pero también de residuos. Como te decía hace unos minutos, una verdadera pena. Venga, escuchamos la noticia por última vez y seguimos con más cosas interesantes. “Colas, Sandra, para subir al Everest, la cima más alta del mundo. 274 escaladores en un solo día, un récord absoluto. Aurora Moreno, buenas tardes. Buenas tardes. Sí, el último récord en 2019 estaba en 223 escaladores. Nepal ha dado este año 494 permisos, cada uno de ellos a 15.000 dólares para intentar ascender al techo del mundo. Convertido en una aventura comercial, lamentan los grandes alpinistas como Miguel Ángel García Gallego, uno de los mayores especialistas en alpinismo de dificultad. La gente que va ahí, o sea, digamos que coge un taxi para subir al Everest. No está a la altura ni psicológica, ni habitualmente física y mental para hacer una ascensión, digamos con unos medios proporcionados y no recurrir a este tipo de artificios para volver a casa diciendo que te has subido al techo del mundo. Los serpas preparan previamente los tramos más peligrosos y cargan con el oxígeno que llevarán sus clientes. Aún así suele haber víctimas mortales por las bajas temperaturas, las tormentas y cualquiera de las muchas dificultades naturales de una montaña que alcanza los 8.849 metros. El ansia de negocio y de ganar dinero, pues implica coger gente que no está a la altura técnicamente de aquello en lo que se mete y se traduce al final con frecuencia en problemas y en tragedias. Una expedición puede tener un coste entre 50.000 y 200.000 dólares. En esa cifra está incluido el precio de retirar la basura de estas escaladas. Pero ni el gobierno nepalí ni los serpas terminan por hacerlo, con lo que el Everest se está convirtiendo en un basurero cubierto de nieve y hielo.” Lo que está pasando en el Everest no es un caso aislado. Forma parte de algo más grande: una tendencia muy actual, que tiene que ver con los retos personales. Cada vez más gente se plantea objetivos exigentes. Subir una montaña, correr una maratón, hacer un Ironman, cruzar un país en bici, o incluso cosas como bañarse en agua helada o participar en pruebas de resistencia extrema. Si lo piensas, todos estos retos tienen algo en común: son difíciles, requieren esfuerzo y, de alguna manera, te obligan a salir de tu zona de confort. Y eso, en principio, es algo positivo. Ponerse objetivos, superarse, mejorar… todo eso forma parte del crecimiento personal. Pero también hay otra cara. A veces, esos retos dejan de ser algo personal y se convierten en algo que hay que mostrar. Algo que hay que contar, compartir, enseñar. Como si no fuera suficiente hacerlo… sino que además hay que demostrarlo. Y ahí es donde la línea se vuelve un poco difusa. Porque una cosa es querer superarte, y otra es hacerlo por presión, por comparación o por la necesidad de validación externa. En el caso del Everest, esta idea se ve muy clara. Para algunas personas, llegar a la cima es un sueño auténtico. Pero para otras, quizá se convierte en una especie de meta simbólica: “he estado allí”, “lo he conseguido”, “puedo decirlo”. Y la pregunta que podemos hacernos es: ¿por qué? ¿Por la experiencia? ¿por el reto en sí? ¿o por lo que representa a los ojos de los demás? Y esto no solo pasa con el alpinismo. Pasa con muchos otros ámbitos de la vida. Al final, el reto no está tanto en lo que haces… sino en entender para qué lo haces. Bien, si te parece, terminamos con el repaso a las palabras y expresiones que hemos aprendido hoy. -Colas: una fila de personas que esperan su turno para hacer algo. -Cima: es la parte más alta de una montaña o, en sentido general, el punto máximo de algo. -Techo del mundo: es una expresión que se usa para referirse al punto más alto del planeta, especialmente al Everest. -Lamentar: significa expresar tristeza, pena o arrepentimiento por algo. -Estar a la altura: significa estar preparado o tener el nivel necesario para una situación. -Recurrir (a): significa utilizar algo como solución o ayuda. -Artificios: los artificios son medios o recursos artificiales que se usan para facilitar algo o aparentar algo. -Sherpas (serpas): son guías de montaña del Himalaya, muy experimentados en el alpinismo. -Tramos peligrosos: son partes de un recorrido que implican riesgo o dificultad. -Ansia: el ansia es un deseo muy fuerte, a veces excesivo. -Basurero: es un lugar donde se acumula basura. 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    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
    Mateo 13, 24-43: Propuso a la gente

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 2:57


    1) Sembró: Venimos sin nada y nos vamos sin nada. Dejamos familia, amigos, todos los grandes éxitos, fama, riqueza y poder o dominio que hemos luchado y malgastado en nuestra vida. Y llega el momento determinado que morirse es fácil físicamente, pero lo que nos fortalece la vida y el corazón es asumir quienes somos. Cuando te das cuenta que la vida no pasa por tener o por placer, sino por quien soy y saberme bajo las manos de Dios, mi vida cambia y la de los que me rodean también. 2) Enemigos: Momentos determinados de placer o de dopamina siempre tendremos, pero es algo momentáneo, como cuando te subís a una montaña rusa o cuando ves una película que te gusta. Pero la felicidad es más produnda, es lo que conocemos como la serotonina, porque es la convicción del corazón. Es saber que incluso, cuando paso algo mal, o algún momento malo, puedo salir adelante porque sé que Dios está en mí, que la fuerza está en mí. Eso ningún enemigo me lo puede quitar. La libertad depende del carácter y el carácter es algo que vamos formando con lo que nos sucede en la vida misma y el aprendizaje que vamos sacando de todo, incluso de lo malo. En estas últimas semanas me tocó atender a mucha gente que deseaba morir y que intentó matarse; y cuando les pregunto qué les apasiona no saben qué decir. Por eso, hoy te planteo que tu gran enemigo es tu propia desilusión y el cansarte de vos. Por eso, aprende a soñar en grande y ver a Dios en todo.3) Peones: Nunca tomes decisiones cuando estés cansado, de mal humor o bajo presión. Espera siempre que la tormenta pase. Regálate el “déjamelo pensar”. No prometas cuando estés eufórico, no contestes cuando estás enojado y no tomes decisiones cuando estás exhausto. El agotamiento mental genera serios problemas emocionales. Es ahí donde empezamos a pensar: no me gusta mi trabajo, ni mi matrimonio, no me gusta mi vida ni me gusto a mí mismo, etc. Hasta llegas a sentirte enojado con Dios, incluso a culparlo. Esto nos pasa a todos y hasta a mí me pasa que, cuando estoy exhausto, no pienso claramente. Algo peor a esto es no pedir ayuda y siempre somos más vulnerables cuando estamos solos. Necesitamos el apoyo de personas que nos quieran y nos conduzcan y nos conozcan de verdad. Déjate ayudar por los peones de la vida que te pone el mismo Dios. Algo bueno está por venir.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
    Mateo 12, 14-21: Se confabularon

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 3:25


    1) Enterarse: Todo no se puede y no se puede todo el tiempo tenerlo todo. Por eso, en una relación (de lo que sea: noviazgo, hijos, amigos o padres) tenemos que tener en claro,y la madurez, para aceptar que el otro no siempre puede estar para mí como yo quiero. A veces cometemos la injusticia de juzgar algo solo por el minuto final y es necesario saber mirar el contexto de la realidad que toca pasar. Capaz que estás enojado o enojada con alguien y no viste que está pasando un mal momento o una situación compleja.2) Curó: Algo que decimos habitualmente es que “En este mundo hay lugar para todos”, pero creo que sería mejor decir: “Tenés que adaptarte a todos”. Por eso, cuando uno no consigue adaptarse a este mundo tiene dos opciones: “Cambiar quién uno es para que el mundo lo acepte” o la otra “Dejar un mundo nuevo”. El cristianismo trató de hacer lo segundo, pero al principio te pasará lo que les pasó a los primeros cristianos: te quedarás solo. Y si te planteas cuánto va a durar esta soledad entonces no estás preparado para vivir y crear este nuevo mundo. Quien crea un mundo no lo hace para que entre gente, sino que lo hace porque ya no puede seguir viviendo en el anterior disfrazado. Me animo a decirte que muchos ya se disfrazaron para tratar de encajar y agradar. Uno no está equivocado en estar en un lugar por ser diferente, simplemente uno está intentando encajar en un lugar que nunca fue construido para él o para ella. Yo, que soy medio solitario, te puedo decir que cuando uno vive y hace de su lugar algo auténtico siempre acaba encontrando a quienes llevaban toda la vida buscándolo. 3) Caña: Todos sufrimos en alguna temporada de la vida. No hay solo veranos, sino también inviernos. Alguien te va a romper el corazón, alguna enfermedad te va a tocar, pero lo feo de esto es que aparezca un cura o un integrante de la iglesia que te diga: “Te pasa esto porque te falta fe”. Hay un gran error de atribuir todo sufrimiento a Dios, y a todo lo que me pasa decir es “castigo del Señor”. Y el segundo error es “suponer que una vida con Dios nunca incluye el sufrimiento”. El sufrimiento es parte. Sino, mira la cruz. Algo bueno está por venir.

    Brasil-Mundo
    Brenda Liz, uma brasileira em um restaurante 3 estrelas Michelin em Hollywood

    Brasil-Mundo

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:04


    Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."

    Amorosidade Estrela da Manhã
    CARMA, É A MANEIRA COMO AQUELE PERCEBE ALGO. ENTÃO, SE AQUELE NÃO TEM CONFIANÇA EM DEUS, TALVEZ PEDIU POR ESSA PROVA ANTES DE ENCARNAR, PARA DEMONSTRAR QUE TERIA MESMO RECEBENDO, A QUASE TODO O...

    Amorosidade Estrela da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 2:00


    Brasil-Mundo
    Brenda Liz, uma brasileira em um restaurante 3 estrelas Michelin em Hollywood

    Brasil-Mundo

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:04


    Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    1) Atravesaba: Lo que voy aprendiendo, tanto en mi vida como en mi sacerdocio, es comprender que lo mejor que puede hacer uno es trabajar por uno mismo. Es desarrollarse, buscar tiempo para orar, hacer deporte, leer y hasta para estudiar. Lo mejor que podés hacer es trabajar en vos mismo, porque al desarrollarte y conectar con la presencia de Dios, con cuidar tu espiritualidad, se fortalece la vida. Buscá tu espacio. Atravesá esto de la culpa y de estar siempre a la expectativa del otro, y empezá a mirarte a vos.2) Fariseos: El verdadero crecimiento en la vida es cuando dejamos de ver a las personas como buenas o malas, como tóxicas o saludables. Cada persona está en su propia lucha y en su propio desafío, pero lo que nos enseña Jesús es que no podemos actuar como los fariseos viendo a la gente si son buenas o malas, lo que vos tenés que ver es si vos te disponés, estás atento a participar de la vida de ellas o no. 3) Comprendiendo: Es sano también aprender a asumir y aceptar los fracasos. La vida tiene fracasos. No tengas miedo de que las cosas no funcionen. Es importante que te animes también a fracasar, pero la clave es que te animes a intentar y a volver a luchar por lo que vos querés y vos amas. Porque Jesús siempre da herramientas para que cumplas la voluntad que Él te propone. Jesús siempre va a estar a tu lado. Hay veces que no nos animamos a hacerlo, lo dejamos, pero te propongo que intentes. El primer paso para hacer algo lindo por tu vida es aprender. Cuando me ordené sacerdote no te imaginas el miedo que me dio, y cuando asumí la parroquia, también, no sabes cuánto me costó, hasta que aprendí que es aprender día a día. Ahora te cambio el concepto de fracaso. Para mí fracaso es andar con culpa los intentos de tu corazón. Deja de cargar con culpa y sé un intentador serial de tu vida. Seamos fracasados, pero contentos. Algo bueno está por venir.

    Micro Mundos
    Claudia Peiró: "Los ingleses defienden hasta el último de sus piratas"

    Micro Mundos

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 54:07


    Claudia Peiró —periodista, historiadora y editora de Infobae— visita Micro Mundos para analizar la polémica por la bandera de Malvinas que desplegó la Selección Argentina después del triunfo ante Inglaterra."No fue una provocación: los ingleses ya se habían ido, el partido había terminado."Peiró plantea una discusión más profunda: "Hace 60 años que los ingleses desacatan una resolución de Naciones Unidas que les dice que se tienen que sentar a negociar con la Argentina por Malvinas. Eso no lo mencionó nadie."¿Qué es más grave: una bandera que dice "Las Malvinas son Argentinas" o desacatar una decisión de Naciones Unidas? La periodista cuestiona la reacción de la dirigencia política argentina y analiza la importancia de mantener viva la cultura del reclamo: "Estos chicos hicieron eso porque les transmitieron una herencia nuestra. Algo de dignidad nos queda."Además: la batalla cultural del gobierno de Javier Milei, la discusión por la ESI, la caída de Manuel Adorni, el presente del peronismo y el verdadero legado del papa Francisco.Un diálogo sobre historia, política e identidad argentina en Micro Mundos.☕ Apoyá Micro Mundos → https://cafecito.app/micromundosMicro Mundos es independiente: sin pauta, sin ataduras y gratis para todos. Si un episodio te hizo pensar o te dio algo que no escuchaste en otro lado, un cafecito nos ayuda a seguir produciendo, mejorar la calidad y sumar nuevas voces.

    Finect Talks
    "No Inviertas en algo que No Conozcas” | Consejos para Empezar a Invertir #1

    Finect Talks

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:59


    ¡La octava temporada de Finect Talks ya está en marcha! Y arrancaremos por todo lo alto con un evento presencial muy especial: una cita que reunirá a algunas de las voces más potentes de la inversión en España. Jueves 17 de septiembre ⏰ 18:00 - 21:00 Espacio Caleido, Madrid Reserva tu plaza GRATIS aquí: https://luma.com/xycek6s5?utm_source=mencionIvoox ¿Quieres empezar a invertir pero no sabes por dónde empezar? En este primer recopilatorio de la temporada, olvídate de "comprar esta acción" o "mirar aquel sector". La clave real para invertir con éxito reside en el autoconocimiento, la formación estratégica y saber cuándo confiar en un profesional. Descubre las megatendencias que mueven el mundo y cómo proteger tu capital desde el primer día. Descubre los episodios completos aquí: ️ Paz Gómez: https://youtu.be/MCQNdW3TMs8 ️ Elizabeth Wakefield: https://youtu.be/sCNFjvIm7IM ️ Juan Enrique Cadiñanos: https://youtu.be/kjblnNR5hhA ️ Alfredo Echevarría: https://youtu.be/CbbQkpPD2Nc ️ Oriol Blanch: https://youtu.be/dTHluAzVRME ️ Cristina Carrascosa: https://youtu.be/PN2X_JfwYnQ ️ Silvia Martín: https://youtu.be/yQKcuYnYzmY Participa y danos tu opinión en comentarios de iVoox o Spotify, o por WhatsApp: 663 160 194. Este contenido se ha elaborado bajo un criterio editorial y no constituye una recomendación ni propuesta de inversión. La inversión contiene riesgos. Las rentabilidades pasadas no son garantía de rentabilidades futuras.

    Enterrados no Jardim
    A flotilha, os refugiados, a Odisseia e o marisco. Uma conversa com Miguel C. Duarte

    Enterrados no Jardim

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 252:23


    Vulgarizamo-nos ao sermos forçados a explicar de todas as vezes os elementos decisivos das nossas vidas. Abandonada a paixão, limitados a uma frieza racional, de modo a bater certo com os critérios desse espírito mediano, esse que se abstém diariamente de qualquer ímpeto ou febre que possa obrigá-lo a fugir de si mesmo. Que dificuldade em chegar perto daquele lado perverso que torna alguns homens seres quase inenarráveis, por não serem só uma coisa, mas tantas, capazes do melhor e do pior, de acordo com aquilo que as circunstâncias lhes exijam. Como sentimos falta daqueles pesquisadores do impossível, aqueles capazes de o seguirem para lá de todas as coordenadas lógicas, plausíveis, mimando desde sempre uma suspeita ou desdém por ideologias, abstracções, antes guiando-se pela luz estelar das experiências concretas, expressas com um fulgor capaz de renascer de cada vez e a cada boca, e de lançar a sua voz além deste mundo desencantado. Alguns não querem recordar nada que se tenha passado neste mundo que não lhes diga respeito, e do mesmo modo se esquecem que uma “vida verdadeira”, como a ambicionava a criança delirante, está tantas vezes mais perto do insólito, do acidental, dos elementos da catástrofe e até do aberrante do que entre aquilo que é frequente, uniforme e regular. A experiência, nas suas dimensões irracionais, seja sensória, afectiva ou imaginativa, tem o seu próprio enredo de evidências e puxa-nos para um contacto com uma realidade encantadora e selvagem, bem mais rica do que aquelas que nos promete a razão. «De tais poderes ou seres tão grandiosos poderá haver uma sobrevivência concebível… uma sobrevivência de um período extremamente remoto quando a consciência se manifestava, talvez, sob formas e figuras desaparecidas muito antes da maré da evolução humana… formas das quais somente a poesia e a lenda retiveram uma memória esvoaçante e lhes chamaram deuses, monstros, seres míticos de todas as espécies (…)», anotava Algernon Blackwood à cabeceira de Lovecraft. Mas de que nos pode valer hoje esse impulso de entoar os tão antigos versos, buscar essas formas, suplicar encostando tanto quanto possível esta língua ao grego…? «Canta em mim, Musa, e através de mim conta a história/ desse homem hábil em todas as formas de luta,/ o viajante, perseguido durante anos a fio,/ depois de ter saqueado a sagrada cidadela/ erguida no altivo cimo de Tróia»… De que adianta, hoje, quando não acreditamos nas nossas próprias palavras, não as levamos tão a sério que elas sejam o nosso mais incisivo reflexo, a imagem que não se esbate, mas fica na memória dos demais, e ali produz a sua vertigem inesquecível, de que adianta procurarmos como reflexo um rosto vivo, atento, capaz de atravessar igualmente o que foi ou será? O que diz toda esta hesitação sobre os laços e pactos que tentamos forjar? Não seremos hoje meros ladrões de sentido, disputando bagatelas, numa tagarelice de frívolos intriguistas, incapazes de um curso perturbador ou de um gesto altivo, reverente ao mais largo dos tempos, e de um ritmo irado aqui, ali doce, que teça a expansão de um outro mundo? E quanto às palavras, o que ocorre nelas se não captam mais que a flutuação de um instante e se desfazem como areia mal nos deixam a boca? Que deserto se estende no tanto que é dito apenas para adiar a acção? Consumidos pela ironia e o desdém, no terror da nossa perdida inocência, não é verdade que nem sabemos já coser novas e velhas canções, restabelecer o selo quebrado? Meia-noite e meia… é a hora naquele poema de Roger Wolf, em que ele se acha a resvalar para mais outra insónia, dizendo: «e eis-me aqui/ a fumar até que me mate/ em frente a uma tela negra/ suja de manchas/ verdes.// Aí fora, em alguma/ parte, em todas,/ ensaios de cadáver/ arrastam-se até ser manhã/ na esteira de outra/ noite vazia.// Pergunto-me/ o que teria dito/ Homero.» O título do poema é: «Algo mais épico com certeza.» Afundados num tom baixo, até os piores crimes, os efeitos mais letais não deixam nunca de ser reles, resultado de seres que alcançam a infâmia do lado da sordidez, e que lamuriosos então ainda são eles... E não escapamos a esse gemido literário de obras que vão saindo em série de um vazio de experiência que nada tem a ver com a altissonante grandeza daquilo que nos é narrado nos relatos da antiguidade. É evidente que um Homero, hoje, servir-se-ia de outras linguagens, e o mais certo é que quisesse dominar a arte que a todas as pudesse coser num fôlego assombroso: do sopro e do ínfimo detalhe até à torrente avassaladora, da menor à mais desafiadora das escalas, devolvendo-nos à intimidade de heróis com e sem aspas, às suas contendas num mundo cheio de deuses. Foi isso o que Nolan conseguiu com a sua tradução. Ao recompor nos nossos dias a grande tradição épica, fá-la reflectir uma época que se reconhece nas palavras de José Emilio Pacheco: «Ninguém viveu como nós a experiência da evanescência. Pela primeira vez desde que se instalou a ideia de progresso, sentimos o porvir como uma ameaça. Perdemos tudo: ideias, crenças, costumes, cidades, afectos.» De algum modo, nunca o real nos foi mais estranho, e se cada vez mais nos conformamos com a norma, é natural que nos esquivemos à misteriosa condição que foi a dos homens num passado que nos surge como um enigma tão perturbador como o futuro. Mesmo na arte, as ditas criações limitam-se a acumular juros sobre o que já é conhecido, de tal modo que somos prisioneiros de sequelas cada vez mais inócuas do que foi feito antes. Maldiney diz-nos que só é real o inimaginável, ou seja, que devemos procurá-lo naquilo que não esperávamos. Assim, a verdadeira arte é tudo aquilo que procure realizar esse paradoxo que passa por preencher o inesperado. «A arte expõe-nos àquilo que há de menos provável, àquilo que, de súbito, trazendo consigo o instante da sua surpresa, se mostra nesse instante como estando ali desde sempre.» Hoje, é preciso unir a juventude à velhice. Aquela, na sua tempestuosa ingenuidade e fervor, poderá regenerar em nós o ímpeto da acção, ao passo que a idade, essa que poucos prazeres deixa aos homens, afia neles o sentido do gosto, uma inclemência diante das criações que só servem para antecipar o vazio. Como nos diz Agamben, «para o velho, todos os tempos são contemporâneos, e nesse inebriamento cada momento sai do seu contexto, tornando-se simultâneo, isto é, similar a qualquer outro. Todos os rostos são restituídos à sua semelhança, todos os gestos exultam e acenam, chamam-se uns aos outros, como os pássaros quando apanhados no visco. A memória – o visco – do velho não é cronológica, não conhece o tempo – somente o evo, a criança que joga o seu jogo, fazendo dele o seu reinado.» Foi isto o que fez Nolan, traduzir para a contemporaneidade, trazer as mitologias como um fôlego que devolverá vida a esta carne. Então, veremos o que temos diante de nós, agora que mesmo as estrelas parecem infectadas, e os venenos da terra infectam o sangue recebido dos imortais. É evidente que não sabemos falar como eles, não porque não tenhamos as mesmas ou outras palavras similares, mas porque na nossa boca esse sopro já não transporta tanta vida, nem admite aquela ânsia de espiar a utopia. Frequentámos por demasiado tempo este inferno a baixa temperatura, e fomo-nos deixando cozinhar nos seus vapores, de tal modo que não saberíamos dizer em que direcção correm essas brisas subtis que apontam para o paraíso. Uma prova da ignorância dos fisiologistas, diz-nos Ceronetti, é que não consideram a boca um órgão sexual. Ora, a boca é não só o principal órgão sexual, como a fala tem o poder de engravidar homens e mulheres através dos séculos. Mas percebe-se logo na entoação se aquilo que é dito transporta no hálito a gravidade capaz de sustentar a órbita do que é dito. Isaac Babel, Red Cavalry: «Consigo ver as feridas do teu deus a destilarem sémen, um veneno perfumado para intoxicar virgens.» Hoje só conhecemos a cópula oral na sua feição mais devastadora… «No auge das suas exaltações oratórias, Hitler ejaculava; era esse o momento em que a Multidão se encontrava inteiramente sob o seu domínio. Realizava uma cópula monstruosa, um incesto desconhecido das leis sagradas. A Multidão era fecundada por demónios, que pouco depois saíam do seu ventre. Assim se explica como um só homem pôde ser o pai de tanto mal.» (Ceronetti). Antes de irmos para férias, e para tomarmos o pulso às existências que tudo arriscam e que estão do outro lado da aura de destruição controlada deste tempo, contámos com a orientação de Miguel C. Duarte, activista que passou a última década ligado a missões civis de resgate de migrantes no Mar Mediterrâneo, e que esteve sob a mira da nossa fachoesfera caseira pela participação, em 2025, na Flotilha Global Sumud que partiu em missão humanitária com destino a Gaza.

    Primero Lo Primero
    Algo oscuro se está creando en España

    Primero Lo Primero

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 10:13


    España aprobó la inscripción de un partido que ha dado muchísimo de qué hablar.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
    Mateo 11, 28-30: Aliviados en Él

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 3:18


    1) Vengan: Una pregunta importante que tenemos que hacernos es “¿Soy quien quiero ser?” En esto Víctor Frankl les hacía la pregunta a sus pacientes. Les decía: “¿Qué pasa si te mueres hoy?”, y eso a la gente la interrogaba… porque ayudaba a ver que cada uno tenía un motivo diferente de vivir. No siempre el sentido de la vida es algo de trabajo o en una sociedad empresarial. Muchas veces el sentido es poder reírte más o simplemente estar cerca de quien amas. Cuando leo el libro “El hombre en búsqueda de sentido” da cuenta de algo aterrador: de la crueldad a la que es capaz de llegar el hombre. Los seres humanos tenemos la capacidad de llegar a una crueldad inexistente y nos muestra que somos capaz de hacer sufrir a alguien solo por hacerlo sufrir. La especie humana inventó la tortura, los campos de concentración, la desigualdad, etc. Por eso, ser buena persona es resistir a la especie a la que pertenecemos. 2) Agobiados: La inseguridad, y el ser una persona insegura en la vida y en las relaciones con los demás, te va convirtiendo en una persona difícil, porque vas arrastrando situaciones en cada relación. Hay veces que somos buscadores delirantes, porque constantemente buscamos un error en los otros o en el otro, para generarme más inseguridad en mí mismo y eso nos lleva a un agobio. Existe “el delirio de interpretación”, cuando vos mismo te agobias con tu cabeza y das interpretación a cosas que no existen y que no van. Cuando solo alimentas tu agobio con un mal interpretar, sumado a la imaginación. También se suma meterte en la intimidad del otro. Es como que todos somos veedores de la vida del otro y hasta nos creemos opinólogos de lo que los otros hacen o no. Estamos en un mundo donde opinamos de todo lo que pasa en las redes sociales. Hay veces que el agobio es por buscar controlar lo que otros hacen. Controlarlo todo y saberlo todo te lleva a un grado de inseguridad que hace que vivas agobiado o agobiada en cada relación con los demás, de novio, novia, esposo, esposa, amigo, amiga, incluso de feligrés y cura. Todo no se puede. No se puede saberlo y controlarlo todo. 3) Corazón: Tenemos tendencia a atribuir nuestros propios fracasos a causas externas. Pero los fracasos de las demás personas son evidencia de defectos de su carácter. Uno se juzga por sí mismo, por las motivaciones, y juzga a los demás por sus acciones. Nadie reconoce su propio error, pero el tema de fondo es que evitamos el encuentro con nosotros mismos. Ese encuentro conmigo lo evitamos, siempre nos comparamos con quien creemos que está peor que nosotros, para no tener que mirar hacia nosotros. Hoy la tarea capaz que sea mirar tu corazón. Algo bueno está por venir.

    IB Atitude
    Os desafios não nos destroem, eles nos preparam para algo maior | Pr. Josué Valandro Jr.

    IB Atitude

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 46:58


    Os desafios não nos destroem, eles nos preparam para algo maior | Pr. Josué Valandro Jr. by Atitude Podcast

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
    Mateo 11, 25-27: Te alabo, Padre

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 1:45


    1) Ocultado: Dicen que querer es poder, a lo que Einstein decía: “Pero uno no hace lo que quiere, sino lo que puede”. Ahí afirmé que uno no hace siempre lo que quiere, sino lo que puede. Claro que,, si uno todos los días hace lo que puede va a lograr más y mejorar más… Detrás del querer está el poder y detrás del poder hay mucho esfuerzo y perfeccionar horas y horas la habilidad. No siempre vamos a ser los mejores, pero podemos aspirar a nuestra mejor versión. 2) Prudentes: La vida es demasiado corta para pasarla enojados, creo que me tocó ver mucha gente morir enojada y cuando veo eso me digo que no quiero eso para mí. Pero si uno no se siente amado no puede amar. ¿Alguna vez dejaste que Dios te ame? Pensá con prudencia la respuesta… porque así como una persona herida hiere, así también una persona que sabe amar es porque se supo amada. 3) Revelar: Hay gente que me cuenta y dice: “Tal es un tóxica. Tal otra persona es tóxica”, pero lo tóxico no es esa persona, sino más bien lo tóxico es que vos sigas pegado a esa relación o a esa persona. Esa situación y relación es la que tenés que sanar. Por tanto, revela con la luz tu relación y que tus relaciones revelen quien verdaderamente eres vos. Algo bueno está por venir.

    El Atole
    ALGO ESTÁ PASANDO EN EL CERRO DEL AJUSCO

    El Atole

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 20:27 Transcription Available


    Este 12 de julio se cumplió un año de la desaparición de Ana Amelí García Gámez en las inmediaciones del Pico del Aguila del Parque Nacional Cumbres del Ajusco. ¿Una realidad que nos quieren ocultar? Escucha el episodio.

    Cuéntale Al Podcast
    269. Algo que te haya pasado TRABAJANDO CON AMIG@S (Ft. Carmen, Emily & Flor)

    Cuéntale Al Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 70:02 Transcription Available


    Por lo general en los trabajos uno se hace amigo de con quien hizo mas click, pero nadie habla cuando AMIG@S forman su propia empresa y emprenden juntos. Ese fue el caso de Carmen & Flor cuando crearon ‘'Stylist Depot'', una empresa que solo trabaja para la DGII

    Me Quiero Volver Chango
    ¿VAMOS A VER ALGO DIFERENTE EN SEMIS? | Reflexiones Mundialistas

    Me Quiero Volver Chango

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 40:30


    00:00 Reviví03:21 El principio del fin de la Copa del Mundo08:43 ¿Hasta cuándo veremos a la novena?16:14 La posible revancha20:59 El peso de la historia23:19 Son campeones, pero no siempre llegan hasta aquí25:45 El segundo mejor equipo de América en el Mundial27:44 Se fueron los países invictos del Mundial28:56 ¿A qué va a jugar Francia?37:22 ¿Cómo vamos con el podcast?

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    1) Milagros: La humildad nada tiene que ver con la pobreza. Yo conozco mucha gente pobre que es totalmente orgullosa, pedante y hasta me animo a decir “insoportable”. Son personas que no tienen casi nada, pero se presentan como que el mundo les debe todo. Así también conozco gente que tiene mucho dinero que es muy sencilla, muy simple, porque, si siempre tuvo dinero, nadie se da cuenta. También están esas personas que de un día para el otro tienen dinero, que antes no tenían que ponerse y ahora tienen anillos de oro en sus dedos para que todo el mundo les vea. El problema es que pensamos que no amamos las riquezas. La avaricia y el materialismo, que son los pecados unidos al dinero, nos hacen comparar con las personas de un mismo nivel. No dejes que el orgullo te tome. No dejes que la humildad sea medida por los que te envidian. 2) Conviértanse: Para herir a un narcisista no le grites, no le rogués, no intentes que entienda tu lado, porque no le interesa. Hacé lo único que puede dolerle a un narcisista: el silencio. Por eso, no lo persigas ni le ruegues, mucho menos le pidas un “cierre”, porque no te lo va a dar. Simplemente deja de darle acceso a vos y a tu atención, menos a tus reacciones. Porque el narcisista se alimenta de tu reacción y, mientras reaccionas, tiene poder sobre vos, pero cuando te volvés indiferente y dejas de pelear y justificar o esperar algo de él, entonces ahí se queda sin nada para manejar. Con un narcisista “el silencio es tu poder” y el desapego es tu mejor revancha, porque nada le duele más al ego que ser ignorado por alguien que creía controlar. 3) Sodoma: A veces la vida se puede dar tan oscura, que parece que estuviéramos encerrados y perdidos como Sodoma y, quizás sí, quizás somos esa semilla que está ahí en la tierra bien enterrado o enterrada, pero a punto de emerger a lo nuevo. Algo que esté pariéndose dentro nuestro para ese cambio que está viniendo y que necesita que sigamos empujando, porque más allá de la tierra hay florecimiento. Por eso, el tema es seguir adelante y confiar, buscar en dónde apoyarse y buscar lo que te nutre y no quedarte ahí estancado, porque te aseguro que este no es el último paso de tu vida. Algo bueno está por venir.

    El Emprendedor Espiritual
    357 - Reflexión EE-10 mins: Detrás de cada queja de tu pareja hay algo que pide ser visto

    El Emprendedor Espiritual

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 10:11


    En este episodio reflexionamos sobre cómo muchas veces las quejas de la pareja no son solo reclamos, sino señales de algo más profundo que necesita atención, presencia y comprensión. Hablamos de cómo el cansancio, la desconexión, la falta de tiempo o la sensación de no ser prioridad pueden expresarse como molestia, pero en el fondo revelar una necesidad emocional que no ha sido vista. Una reflexión para dejar de reaccionar a la defensiva, escuchar con más conciencia y empezar a mirar qué hay detrás de cada queja para recuperar conexión, empatía y cercanía en la relación. Agenda ahora mismo y toma acción inmediata en el crecimiento de tu empresa! Esta evaluación te hará saber si eres candidato para nuestra membresía, la cual te ayudara a implementar todas nuestras herramientas probadas en tiempo record de la mano de un coach certificado. Si tienes más de 10 colaboradores en tu empresa...¡Aprovecha esta extraordinaria oportunidad! AGENDA AQUÍ    Descarga GRATIS en nuestra página web el libro "Estimado Emprendedor", una guía empresarial y espiritual / alta consciencia para lograr ser un emprendedor dueño de pequeña y mediana empresa exitoso y pleno: https://helpimentoring.com/ Si te está gustando el podcast te pido tu apoyo para suscribirte y dejar un buen review de (5 estrellitas), servirían mucho para que más emprendedores dueños de pequeñas/medianas empresas como tú puedan tener acceso. Sígueme en redes sociales para que me hagas tus comentarios sobre los episodios ¿qué te gustó?, ¿qué no te gustó?, ¿qué te llamó la atención?, para seguir ayudándote y seguir mejorando el podcast. INSTAGRAM: https://www.instagram.com/helpimentoring.com   FACEBOOK: https://www.facebook.com/helpimentoring   Aprovecha toda la ayuda que podemos darte en helpi Mentoring: 1. Con nuestros Master Class virtuales gratis. Por este medio y en Facebook podrás enterarte de los temas, días y horas. Hacemos 4 Master Class al mes. 2. Con nuestros Facebook Live gratis de Lunes a Jueves. https://www.facebook.com/helpimentoring 3. Con nuestro blog que publicamos en nuestra página de Internet: https://helpimentoring.com/blog/ En todos los formatos mencionados anteriormente compartimos herramientas exclusivas de nuestro programa que incluye muchas de las mejores herramientas y metodologías especializadas en pequeñas/medianas empresas a nivel mundial como EMyth (de Michael E. Gerber), Pumpkin Plan (de Mike Michalowicz), Profit First de Mike Michalowicz), Duct Tape Marketing (de Jhon Hantsch), etc. de diferentes áreas (operaciones, finanzas, Capital Humano, Marketing, Ventas, etc.). Mantente positivo y busca ayuda.

    Chente Ydrach
    HOY VIENE ALGO DE BAD BUNNY

    Chente Ydrach

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 90:31


    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
    Mateo 10, 34-42. 11, 1: Traer la paz genera guerra

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 2:46


    1) Piensen: Nos esforzamos por arreglar las circunstancias de la vida para descubrir que no podemos vencer muchas cosas que nos pasan. No podemos cambiar un cáncer, un cónyuge infiel. No podemos cambiar un mal carácter de un hijo o de un padre. Siempre digo que hay gente que vive para el fin de semana; incluso gente que vive para que sea sábado y encontrar maneras de escapar, de bailar, de irse a algún lado, a jugar al fútbol o esperar a que lleguen los nietos, o hasta incluso tirarse al alcohol o la droga o la pornografia, porque viven pequeños ratitos de felicidad. Hay veces que obtenemos lo que quisimos, pero tampoco eso nos hace sentir bien. Hay gente que tiene la cuenta del banco llena, pero aún sigue sintiéndose vacío. Ahí es donde uno se pregunta por la razón de seguir viviendo. 2) Hombre: El nivel de crecimiento personal que sos capaz de alcanzar está atado al nivel de verdad que sos capaz de aceptar de vos mismo.3) Partió: Hay un amigo que dice: “Siempre me falta cinco para el peso”. Y yo le digo: “Es que la clave es aprender a vivir con 95”. El desafío es ese, porque a todos nos falta algo para llegar a ese supuesto punto de felicidad plena. Conozco gente grosa grosa que vienen a mi parroquia a misa e incluso son personas que son capaces de dar conferencias en estadios, pero cuando vienen a hablar conmigo las veo sufrir y angustiarse. Ahí comprendo que nadie lo tiene todo y todos somos humanos. Soportamos la presión. Hay momentos de vacío donde esa soledad existencial te agarra y en esos momentos lo peor que te puede pasar es creer que van a desaparecer. Porque cuando tengas una pareja, hijos y dinero en el banco y te des cuenta que la angustia y el vacío siguen, no sé qué vas a pensar. En algún momento hay que asumir y aprender a vivir incluso con ausencias. Algo bueno está por venir.

    El Larguero
    Entrevista | Rafael Louzán: "La entrada más barata para la final del Mundial empieza en 4.000€, es algo que no se puede permitir"

    El Larguero

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 32:35


    El presidente de la RFEF, antes de la semifinal, asegura en 'El Larguero' especial desde la Casa España en Dallas que Francia "hubiera preferido otro rival" y que "España es el único equipo que puede ganarles". 

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Semillas que cayeron 1) Orilla: Si vos me traicionaste y yo te traiciono, mi traición no habla de tu actitud, sino de la mía. Trata de no perder nunca de vista eso, porque hasta justifican diciendo “Se lo merecía” y hasta usan el famoso “Quien roba a un ladrón tiene cien años de perdón” y no, quien roba a un ladrón es un ladrón. Capaz que vos te mereces que te traicione, pero ¿yo merezco ser un traidor? ¿Quiero vivir siendo un traidor? ¿Yo quiero ser eso solo porque vos lo fuiste? Cruzar a la otra orilla es aprender a ver más allá de mi vida y no hacer lo que otros me hagan.2) Multitud: Aunque mucho nos cueste entenderlo, no podemos sanar en el mismo ambiente donde nos enfermamos. Por eso hay que aprender de Jesús que sabe alejarse de esa multitud enfermiza, la multitud de cosas que haces o la multitud de gente con que te juntas. No sigas en la multitud que te enferma, porque esa multitud no te va a sanar, porque lo que te enferma no te sana. Llama a esa multitud como quieras: nombre de persona, gente, trabajo, tiempo, etc.3) Espinas: Las actitudes no deben estar a la altura del que las recibe, sino más bien de quien las da. Se cuenta una anécdota de Alejandro Magno, quien, yendo en uno de sus grandes viajes, se estaba muriendo de hambre. Fue recibido por una familia muy pobre, muy humilde, que lo alimentó y dio algo de tomar. Él les terminó agradeciendo regalándoles un imperio. El hombre de la casa le agradeció, pero le dijo “Es un regalo muy grande para nosotros” a lo cual Alejandro contestó “Pero yo no quiero agradecer de una manera más chica que esa, porque las actitudes hablan más de quien las da que de quien las recibe”. Así que los frutos son producto de nuestro corazón y no podemos conseguir grandes frutos de la vida y en la vida si no dejamos que la semilla de Dios entre en lo que le da sentido a nuestras vidas. Algo bueno está por venir.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    El discípulo no es más que el maestro1) Dueño: Si cualquier pequeño problema te amarga el día, el problema no es el mundo, sino más bien tu forma de gestionarlo. Las personas maduras no reaccionan a pequeños contratiempos: que si te traen mal tu pedido de comida o se retrasa el vuelo o hay una fila larga. Si hay algo que voy aprendiendo estos últimos años por lo menos es que, cuando uno vive en “modo supervivencia”, tu margen de tolerancia se reduce. Uno aprende que el problema es pequeño, pero no grave, pero las reacciones hay veces que se hacen gigantes. Las emociones son como el dinero, me decía un amigo mío: “Si las gastas todas, acabas en bancarrota”. Las personas emocionalmente abundantes no luchan todas las batallas, sino que eligen dónde pondrán toda su energía. Hay una regla que sigo y me ayuda mucho: “Si está en tu poder solucionarlo hazlo, si no depende de ti… déjalo ir”. La verdadera riqueza de la salud mental es dejar pasar las pequeñas cosas sin que te alteren. 2) Alto: La vergüenza y el ego siempre te van a llevar a fingir. El estar ocupado hoy parece que te hace decir que sos una persona importante. Es algo que pasa incluso también dentro del catolicismo y esto es un gran error que creo que nos pasa a todos, pero especialmente podemos alimentar curas y hasta obispos, porque tenemos cristianos que están todo el día haciendo actividades parroquiales o de movimiento, casi entrando a un fanatismo, más que a un activismo; que es como rendir cuentas todo el tiempo y, en lugar de rendir cuentas a Jesús, se terminan alejando, porque sienten que la institución, en lugar de enviarlos a Jesús, los asfixia. Mucha gente que estaba súper involucrada con la fe se alejó, no por falta de testimonio o por las circunstancias de la vida, sino por el hartazgo, por el cansancio de un activismo sin espacio a lo espiritual y al silencio, en donde verdaderamente uno ahí encuentra a Jesús.3) Repítanlo: El hacer las cosas “a mi manera”, sin escuchar lo que Dios propone, te puede hacer más dura la vida y llevarte a dar vueltas en cosas que no son de Dios, pero por las cuales luego le echamos la culpa a Dios. Hay cosas que son producto de nuestro capricho, de nuestra dureza en el vivir. Hoy pedí a Jesús que te de la capacidad de ver por dónde ir y no ir por donde el capricho de uno te hace sumergir, en vez de vivir. Algo bueno está por venir.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Ovejas en medio de lobos1) Astutos: “Si alguien se afana por alguna preocupación de la vida, dese una vuelta por el cementerio” así decía algún amigo cura por ahí. Es el mejor paseo que ubica a los patitos de la cabeza. Porque cuando uno ve la lápida y gente rica, gente pobre, gente reconocida y gente que nadie sabe, uno ahí ve que la vida es un guión entre dos fechas. Ahí es donde uno dice “¿De verdad me preocupo por esta tontera?” Ahí te das cuenta que no tenés que preocuparte por el rayón que tiene tu vehículo o por qué no tenés el último TV plasma. Esto nos permite no solo soportar el viaje de nuestra vida, sino también disfrutarlo. Acordate que nuestro dolor tiene un propósito y un sentido, Dios nos regala este alerta de spoiler. 2) Azotarán: Cuando una mamá toma de rehén a su hijo y no lo deja madurar y el hijo, cada vez que quiere hacer algo, tiene que remitirse a su mamá o a su papá, y ya tiene 30 o 40 años y lo tiene como rehén mental o emocional, no es sano. Ese hombre o esa mujer nunca tendrán individualidad o personalidad. Por eso su apego no será normal, no va a ser saludable, sería que tiene que “amar a su secuestradora o secuestrador” un estilo al síndrome de Estocolmo. No hay nada más “azotante” que tener prisionero o rehén emocional a mi esposo, a mi esposa o a mis hijos y no dejarlos salir, controlar por el celular donde están y viendo hasta último horario el estado de conexión que tienen. Eso no es saludable. Dios nos separó de sí mismo para que individualmente lo eligiéramos. El objetivo de Dios es nuestro carácter, no nuestra inocencia, porque la inocencia significa que todavía no hicimos nada malo, pero el carácter es que yo decido y que yo ya sé lo que debo y lo que no debo hacer. Los bebés son inocentes y los santos tienen carácter, por eso los adultos de carácter sólido y maduro pueden generar una relación sana tanto con Dios como con los demás.3) Persigan: Hay veces que nos permitimos cualquier licencia de murmuración y comentarios disfrazados de “celo santo” o “de corrección fraterna”, porque se nos da la regalada gana, a fin de convertir a la gente en “los otros”, “en los demás”, “en los del otro lado”, “en la secta” o hasta incluso “en los cismáticos”. Creo que en estos 14 años de cura estoy aprendido a llorar con los que piensan distinto y a ofrecer menos consejos si no me lo piden, porque no me toca convencer a los demás que están equivocados y que yo soy el que está en lo correcto. No por ser el cura del pueblo siempre tengo la razón de todo. Yo no soy el Espíritu Santo y no tengo la última palabra. A veces somos tan soberbios que creemos que “Yo voy a cambiar tu vida” o “A mí me toca convertirlo”. En eso hasta somos groseros de decir “Yo tengo que salvar su alma”. Nosotros estamos invitados a amar y mostrar la misericordia de Dios en nosotros, y desde nosotros a los demás. Lo demás lo obra Dios en su Espíritu. Algo bueno está por venir.

    Nueva Dimensión Radio
    ND (27x26) - Ellos - El hombre del avión - Costas mortales

    Nueva Dimensión Radio

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 120:43


    - Ellos - La novelista Lena Valenti nos lleva a conocer lo que para muchos es una realidad. Y es que "ellos" ya están entre nosotros, se han puesto en contacto y pronto puede que haya una noticia que lo cambie todo. - El hombre del avión - Una impactante imagen tomada de casualidad reveló la caída de un hombre de un avión. ¿Quién era? ¿Cómo paso? Algo aterrador que ocurre de manera más frecuente de lo que imaginamos. Los Pablo Tresgallo nos lo cuenta. Ver menos

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Proclamen 1) Curen: Los cristianos creemos que el estrés, la ansiedad o la depresión son problemas que se arreglan con una oración rápida o con una visita al Santísimo. Hay un respetado psiquiatra católico que dijo “Nuestro mayor problema es que pusimos a las enfermedades mentales en las categorías de las luchas espirituales”. Uno no tendría que poner una enfermedad del corazón en la categorías de las luchas espirituales. Siempre ocultamos la depresión o la ansiedad. Es como que nos da vergüenza. Pero es importante dejarse ayudar y poder ver el todo de nuestro caminar hacia Dios, comprendiendo que hay cosas que sí debo orar, pero también dejarme ayudar. 2) Muertos: Hace 1600 años un hombre brillante escribió “Nos hiciste, Señor, para ti y nuestros corazones no descansan hasta llegar a ti”. Su nombre era Agustín y era de Hipona. Su historia es la nuestra ya que Agustín buscó su identidad exactamente donde la cultura nos enseña a buscarla: en el placer, en los logros y en los deseos. Agustín llegó a ser el mejor orador del imperio romano, tenía los puestos más altos de su época, dinero y mujeres, pero, con todo eso, seguía vacío. Escribió “aminaba en tinieblas y te buscaba fuera de mi”. Sentir algo con intensidad no significa que eso te define. Ningún deseo por profundo que sea tiene la autoridad de decirte quién eres en la última instancia. Esa autoridad le pertenece a quien te creó. Tu identidad no se creó ni cuando naciste, ni cuando triunfaste, ni cuando fallaste, sino cuando Dios te pensó. Agustín soltó el yo que había construido con tanto esfuerzo durante 30 años y, al soltarlo, se encontró con el auténtico Agustín y no al que se había inventado. Por lo tanto, la identidad que andas buscando no está en tus logros ni en tus deseos, ni en las etiquetas que el mundo te pone, está en quien te hizo. 3) Gratuitamente: En el ajedrez no se habla nunca. Jamás un jugador anticipa la próxima jugada porque el otro le puede ganar. Ambos están en silencio y en el único momento que se habla es para decir “jaque mate”. En mi caso aprendí con mucho dolor que hay que comprar en silencio, ahorrar en silencio y, eso sí, después inaugurar públicamente con toda la fiesta que quieras. Por eso, aprende a solo hablar en tu jaque mate. No cuentes tus sueños, no cuentes tus proyectos, porque cuando cuentas lo que vas a hacer van a odiar tu túnica de colores, como le pasó a José del Antiguo Testamento. Te van a vender, te van a hacer esclavo, te van a tirar. Creo que la mayoría de los dolores que yo he pasado en estos años fue por contar lo que iba a hacer, porque cuando uno cuenta lo que se le puede venir, se le vienen las envidias, Porque uno cree que todos se van a alegrar con nosotros y no, no todos ríen con los que ríen. Me animo a decirte que la gente está más dispuesta a llorar con los que lloran que a reír con los que ríen. Cuida tu corazón, cuida tu interior y cuida tu silencio. Algo bueno está por venir.

    Enigmas sin resolver
    La tragedia de David Reimer: El macabro experimento John /Joan

    Enigmas sin resolver

    Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 19:00


    El 27 de abril de 1966, un bebé de ocho meses entró a quirófano para una circuncisión de rutina. El procedimiento usaba corriente eléctrica. Algo salió mal. Sus padres encontraron un nombre: John Money, de Johns Hopkins. Money tenía una teoría y un grupo de control perfecto: el hermano gemelo idéntico. Les propuso criar al bebé como una niña, cambiarle el nombre y no contarle jamás la verdad.  Durante años, los informes científicos celebraron el éxito. Pero la persona que vivía dentro del experimento nunca se sintió como describían esos informes. A los catorce años le contaron la verdad. Eligió llamarse David. Construyó una vida.  El 4 de mayo de 2004, se quitó la vida. Tenía treinta y ocho años. El experimento más citado del siglo XX había sido, desde el principio, una mentira.

    Podcast de El Radio
    La historia continúa. El Radio 3.248

    Podcast de El Radio

    Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 71:43


    Dos Mundiales seguidos y la misma sospecha, por no decir la misma certeza. Algo huele podrido en la FIFA cuando se trata de la selección de Leo Messi, ni tan siquiera de la selección de Argentina, no, la de Messi. Se vieron cosas extrañas en Qatar, se están viendo cosas extrañas en el Mundial de Estados Unidos, México y Canadá, y la tostada siempre cae por el lado de la mantequilla para aquellas selecciones que se enfrentan a Messi. Pero no hay que tenerlo en cuenta, porque se trata de un genio, del mejor jugador de la historia del universo. Min. 01 Seg. 53 – Intro Min. 08 Seg. 13 - La última bala Min. 13 Seg. 17 - Está todo preparado Min. 25 Seg. 22 - Una proeza con un poco de polémica Min. 29 Seg. 58 - Todo les favoreció Min. 37 Seg. 06 - Cosas graves que vienen del pasado Min. 44 Seg. 41 - Las decisiones cayeron siempre del mismo lado Min. 50 Seg. 21 - Hay que separar el arbitraje del genio Min. 55 Seg. 16 - Un mal arbitraje, pero bueno para el fútbol Min. 59 Seg. 27 - Quejarse ahora o callar para siempre Min. 65 Seg. 41 - Despedida Van Morrison (Bremen 17/06/2026) Madame Butterfly Blues Goin' Down Geneva Snatch It Back And Hold It Ain't Gonna Moan No More Wild Night Moondance Haven't Lost My Sense Of Wonder Enlightenment Northern Muse (Solid Ground) Real Real Gone Jim Croce - I'll Have To Say I Love You In A Song (Cleveland, OH 15/11/1972)

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Convocó a sus discípulos 1) El poder: El enemigo natural del amor no es el odio, sino el miedo. Uno ama porque ha decidido ser de esa manera y no espera que los demás se lo devuelvan. Una vez leí algo que me llamó la atención “El árbol no se plantea cuándo da oxígeno, si el que está abajo se lo merece o no y mucho menos se plantea cuando alguien busca su sombra para descansar y evitar el sol. El árbol es así”. Cuando Dios nos da el poder de amar y ser amor, entonces el miedo desaparece. Es ahí cuando el amor tiene un poder transformador, porque no hay nadie que pueda resistir esa forma de amar. Eso lo entendieron muy bien los santos. 2) Curar: Nuestro pasado no tiene por qué predecir nuestro futuro, porque si una persona quiere cambiar cómo va a vivir, la forma de vivir, lo puede hacer. Pero necesita algunos ingredientes: un verdadero entusiasmo, también una motivación que le genere compromiso, una estrategia que sea razonable y una práctica constante, para que al final no haya nada para creer, porque ya uno mismo lo verifica. 3) Vayan: Dicen que estaba Luis haciendo punterías tirando piedras, pero el problema es que una piedra que tiró le pegó al pato de la abuela y lo mató. Al ver esto lo escondió. Su hermana lo vio todo. La hermana lo empezó a hostigar, chantajear y le hizo que lavara los platos todos los días, si no, le contaba a la abuela, que tendiera la cama, en fin. Un día Luis ya no dio más y fue a enfrentar a la abuela. Prefería eso a que su hermana se siguiera aprovechando de todo esto. La abuela lo escuchó y le dijo “Luis, yo ya sabía todo, si yo misma te vi, pero estaba esperando que vengas a decírmelo y ver hasta dónde aguantabas lo que te hacía tu hermana”. La abuela lo había perdonado, pero Luis pensaba él que era culpable, porque prestó atención más a la palabra de la acusadora. A vos como a mí nos acusan a diario: nos acusan de mentir, de inmoralidad, de codicia, de ira, de arrogancia y, en cada momento, el acusador presenta cargo contra nosotros. Hasta gente de dentro de la iglesia, en tu trabajo, donde sea, anota cada error que cometemos, cada desliz y estos “fiscales espirituales o de tu trabajo, de tu zona” actúan de oficio y no tienen otro objetivo que llevarnos a juicio y presentarnos con acusaciones y hasta me animo a decirte que trabajan 24 horas. Pero Jesús murió para que nadie pueda acusarnos, por eso, no dejes que te extorsionen y mucho menos que manipulen tu conciencia. Cuando alguien te diga esto, recordá el pato. Nunca más te tienes que dejar extorsionar. Sé libre en la presencia de Dios. Algo bueno está por venir.

    Cuéntale Al Podcast
    268. Algo que te haya pasado por tomar MALAS DECISIONES (Ft. María Angélica & Edward)

    Cuéntale Al Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 75:58 Transcription Available


    Hay amistades y HAY AMISTADES, porque esta es muy particular

    idearVlog
    OpenAI propone algo histórico contra la UE y Apple queda atrapada en la guerra tecnológica

    idearVlog

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 16:59 Transcription Available


    Curiosinautas, esta semana el mundo tecnológico volvió a demostrar que la inteligencia artificial ya no es solo una herramienta: es una batalla global por poder, chips, datos, infraestructura y soberanía digital. Portugal presenta Amalia, su modelo de IA open source; OpenAI propone aportar un 5% a un fondo soberano tecnológico en Estados Unidos; Apple sigue atrapada entre iOS 27, Siri y las reglas de la Unión Europea; y China, Estados Unidos y Europa compiten por controlar el futuro del silicio. Pero eso es solo el comienzo: hablamos del supuesto smartphone de Elon Musk y SpaceX, la polémica decisión de PlayStation de abandonar cada vez más el formato físico, la reencarnación digital con IA, robots autónomos patrullando fronteras, campañas inquietantes en redes sociales, cápsulas de supervivencia y exoesqueletos que podrían cambiar la vida de muchas personas. Un episodio cargado de noticias, análisis y una pregunta que vuelve una y otra vez: ¿qué podría salir mal?00:00 La IA entra en una nueva guerra global01:05 OpenAI y la propuesta que sacude a Estados Unidos02:05 Apple, iOS 27 y el bloqueo europeo03:00 El supuesto smartphone de Elon Musk04:10 Menos recuerdos digitales, más experiencias reales05:10 Europa, China y Estados Unidos pelean por los chips06:30 PlayStation y el problema de no ser dueño de nada07:50 ¿Qué podría salir mal? Robots, IA emocional y fronteras autónomas11:25 Meta, publicidad peligrosa y moderación fallida13:05 Tecnología para sobrevivir y mejorar la vida inteligencia artificial, IA, OpenAI, Apple, iOS 27, Siri, Unión Europea, chips, soberanía digital, China, Estados Unidos, SpaceX, Elon Musk, PlayStation, formato físico, robots autónomos, robots humanoides, Meta, Instagram, tecnología, CuriosiMartes, idearVlog, noticias tech, Amalia IA, exoesqueleto, Polaroid, IA generativa#CuriosiMartes #InteligenciaArtificial #OpenAI #Apple #iOS27 #Siri #UnionEuropea #ElonMusk #SpaceX #PlayStation #Robots #Tecnologia #NoticiasTech #idearVlog

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Un mudo1) Demonio: Todos podemos entender las causas del estrés y el infierno que uno puede llevar en su interior. Hay emociones y sentimientos que son lógicos por lo que me pasa. En la cabeza creemos que mi problema viene de afuera y hasta algunos creen que hay gente que te quiere complicar la vida, pero sin embargo, uno empieza a reconocer que el origen de ese infierno que llevas viene de adentro. Cuando entiendes esto te das cuenta de lo que decía don Ortega y Gasset “Yo soy yo y mis circunstancias”. Sí, porque mis circunstancias cuentan, pero también estoy yo. Entonces, ante este planteo, te propongo que veas qué vas a hacer para estar equilibrado y qué vas a hacer para estar bien. Aquí está el trabajo de ir tomando responsabilidad para no caer en un victimismo de tu vida. A mí me ha ayudado mucho salir de la queja y entrar en el concepto de responsabilidad, pero no desde la culpabilidad, sino como capacidad de respuesta. Acordate que libre no es quien reacciona, sino que libre es quien responde. Recuerda que la reacción es una acción sin pensar, mientras que la respuesta es una acción producto de tu decisión. Esto, si lo tienes en claro, ayuda a evitar que vivas en un infierno. La gran conquista del ser humano es la libertad interior.2) Admirada: Hay una diferencia entre el discernimiento y el vivir juzgando. La clave es hacer amplio uso del primero y poco uso del segundo. Sería mucho discernimiento y poco “juzga miento”. Pero, a menudo, cuando encontramos a alguien que piensa diferente a nosotros de inmediato uno levanta barreras y eso es muy del ser humano. Todo lo hacemos menos Jesús, porque uno trata de protegerse de gente que es diferente o que no piensa igual a mí pero la pregunta que me hice es “¿A qué le tengo tanto miedo?”. Porque me di cuenta que siempre buscaba rodearme con gente que esté en la misma línea conmigo por una gran falta de seguridad personal y me di cuenta que hasta le tenía miedo al debate o a que alguien me discuta o me diga “No comparto lo que me dices”. Pero el objetivo de Dios es el mismo, que amemos a las personas que están cerca de nosotros y que amemos a quienes mantenemos distanciados. 3) Fatigados: Creo que hay veces que queremos hacer de Jesús alguien que no es, y hasta queremos hacer del evangelio algo que no es. Porque el evangelio es tolerar, amar, tratar de entender al otro y hasta diría “El evangelio es ayudarme a entender qué se siente ser tú”. Porque antes de condenar y excluir creo que debemos entender qué se siente ser el otro. Hay veces que primero etiquetamos y condenamos en vez de mirar y ver qué se siente por lo que ha pasado. Algo que aprendí este tiempo es que escuchar sana heridas. Algo bueno está por venir.

    La Órbita De Endor - podcast-
    LODE 16x42 – OBSESSION

    La Órbita De Endor - podcast-

    Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 238:24


    OBSESSION es la película de la que todo el mundo está hablando en el momento en que se publica este programa. La locura se ha desatado en redes sociales, donde el fandom le ha hecho la mejor campaña de publicidad posible, un boca a boca arrollador. Algo que para una producción que se ha hecho con poco más de setecientos mil dólares (ni siquiera un millón) de presupuesto y que lleva ganados en estos instantes cuatrocientos millones, supone el mayor éxito comercial del milenio, como poco. Hoy hablaremos del asunto de las relaciones tóxicas y del complicado mundo de la pareja, así como de la historia de esta producción, además de efectuar un análisis sesudo y exhaustivo de esta historia que parece tener más mandanga de lo que parece. Junto a Lord Pelayo y Antonio Runa, atrévete a pedir un deseo y a cargar con las consecuencias o… morir. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Acaba de morir 1) Siguió: El otro día escuché esto y me llamó mucho la atención: El billonario en un jet privado echa de menos su juventud, el millonario en primera clase, sueña con tener un jet; el empresario en un coche deportivo quiere ser millonario; el empleado en un coche viejo, quiere un súper deportivo; el ciclista desempleado solo quiere un trabajo y un coche; y el peatón desearía tener una bicicleta; el hombre en sillas de ruedas daría cualquier cosa por volver a caminar. Siempre hay otro nivel y otra cosa que perseguir. Hay gente que dice “Cuando tenga eso seré feliz”. La felicidad está en lo que no tenemos porque si nunca aprendes a apreciar lo que ya tienes pasarás tu vida persiguiendo lo que sigue, porque la felicidad no está en conseguir más, sino más bien en estar agradecido por lo que ya Dios te dio y está en seguir andando en el camino. 2) Hemorragias: La otra vez un alumno del colegio me dijo que quería ser influencer. Y me dice “es porque lo hace todo el mundo”. Le dije: “Parece que los que salen en la pantalla son los protagonistas del cine, pero no, no hace falta que todos seamos influencers. Porque alguien tiene que curar enfermos, alguien tiene que enseñar a los niños, alguien tiene que conducir un taxi, alguien tiene que escribir libros, y no son personajes secundarios sino que son la razón para que la película funcione. Yo hago videos, pero no lo hago para que me conozca la gente o por tener más seguidores, sino que los hago porque me apasiona”. Los hacía cuando no había aplausos ni el like ni siquiera de mi mamá, lo que quiero decir con esto es que, si mañana desaparece el millón de seguidores me levantaré al día siguiente siendo el mismo y con las mismas ganas de hacer cosas, por el simple hecho que me apasiona y es propósito como así también vocación. El propósito es traicionero, porque no siempre te lleva donde va todo el mundo, a veces te lleva en la dirección opuesta. Por eso, deja de sangrar con tu vida por cosas que no tienes o que no te salieron o que te quitaron, porque podés aportar mucho en la vida de los demás. Hay profesores que nadie reconoce, pero 20 años después un alumno lo para por la calle, porque sigue acordándose de él y sus clases. Hay médicos cuyo nombre no sale en ningún periódico, pero hay familias que existen gracias a ellos. Capaz que nadie los conoce, pero les da igual, porque ellos saben quiénes son y eso vale más que un millón de seguidores. Sería muy triste que te conociera todo el mundo por hacer algo que ni siquiera vos te lo crees, pero sería maravilloso que te conocieran solo unas pocas personas, por hacer exactamente aquello para lo que naciste. 3) Duerme: Los momentos difíciles pueden hacer que una persona cambie y que lo que era declarado algo muerto por una crisis puede convertirte en un paso. Date la oportunidad de dar un paso y no declararte muerto ante la dificultad. Algo bueno está por venir.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Agobiados1) Alabo: Hay muchas personas que en tu vida te pueden tener atrapado en tu pasado y tienes que estar dispuesto a soltar para avanzar hacia tu futuro. El pasado es algo más que lo que hemos hecho, que dónde hemos estado y hasta incluso quiénes somos. Cada día vas a tener que escoger, o vivir en el pasado (que es lo que conoces) o crear un futuro con el Señor. El gran peligro radica en el camino fácil, porque aferrarte a lo que conoces, aferrarte a lo que tienes y hacer del futuro una extensión del pasado te puede llevar a no alabar a Dios, sino a contrariarte en Dios. Es entregar todo lo que tenemos con la promesa de un futuro que no conocemos. He visto a mucha gente vivir en la gloria de sus éxitos pasados. Hay hasta curas que viven atrapados en el ‘86 o en el '98 y dicen: “¿Te acordás lo que era la parroquia?”, pero ya estamos en el 2026. Es momento de avanzar a un futuro nuevo, pero hay una diferencia entre prender fuego al pasado y quemar puentes. Nunca subestimes al pastor de ovejas de hoy, porque mañana puede ser tu rey (David). Para ello hay que tener cuidado, porque puede que estés hablando demasiado y no escuchando lo suficiente.2) Dado: Alguien dijo una vez: “Si persigues dos conejos, ambos se te van a escapar”. Uno no puede perseguir dos conejos por la vida, por eso la gente más sabia y exitosa que conocí son aquellos quienes aprendieron a decir “no” a casi todo. Los que se permiten el no, sin importarle el qué dirán y quitándose de encima el “no quiero ofender a nadie”, son quienes alcanzan la efectividad en su asignación. Sin embargo, los que dicen sí a todo (y me pongo como ejemplo, porque es un gran error mío) son aquellos que se meten en problemas, asisten a reuniones que no querían asistir, pierden tiempo en cosas que no son necesarias. Por eso la clave de ver a Dios es saber tener capacidad de poner límites al tiempo que dedicas a cada cosa, porque un “No” para algo es un “Sí” para alguien.3) Vengan: Cuando se descubrió petróleo en Dubai, allá por el 60, su Emir dijo: “Mi abuelo montaba en camello, mi padre montaba en camello, yo conduzco un Mercedes, mi hijo un Land Rover, su hijo conducirá un Land Rover, pero el hijo de mi hijo volverá a montar un camello”. Obvio que le preguntaron por qué, y aquí viene lo interesante: “Los tiempos difíciles crean hombres fuertes, los hombres fuertes crean tiempos fáciles, los tiempos fáciles crean hombres débiles, los hombres débiles crean tiempos difíciles”. Algo bueno está por venir.

    Nova Acrópole Palestras Filosóficas
    #732 - AULÃO sobre CRIATIVIDADE: Algo que só você pode trazer ao mundo - Lúcia Helena Galvão, Nova Acrópole

    Nova Acrópole Palestras Filosóficas

    Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 80:54


    CRIATIVIDADE parece significar algo muito além do que se costuma acreditar. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão, apresenta uma visão mais profunda sobre o que é verdadeiramente CRIAR, à luz da Filosofia atemporal. E detalha sete dos principais elementos para sermos mais criativos: 1. Combater o automatismo e medo de errar2. Treinar concentração e observação3. Aprender a relacionar ideias4. Perguntar o porquê das coisas5. Ser eclético, evitar dogmatismo6. Humildade, saber sobre sua própria ignorância7. Querer crescer como Ser Humano 

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Ayunan 1) Respondió: El amor no es lo que uno espera conseguir, sino lo que uno da sin esperar. Una vez escuché una anécdota de una artista reconocida: cuenta la historia que estaba María ansiosa por ir al circo. Su papá la llevó y, mientras esperaban para sacar los boletos, entre la boletería y ellos había una familia. Estaba el papá, la mamá y 8 niños, los hijos. Mientras esperaban los niños hablaban con ilusión del circo y de lo que iban a ver: los payasos, los artistas. Se veía que eran de condición humilde. El papá pidió al boletero 10 boletos, 8 para niños y dos para grandes. Cuando el boletero le dijo el precio, el señor se desfiguró y se puso nervioso y también triste. En ese momento el papá de esta actriz, que estaba atrás, vio la situación, vio a los niños, a la pareja y en ese momento, con mucha picardía, hizo caer un billete de 50 dólares al piso. Se agachó y le dijo: “Señor, señor, se le cayó el billete. Tome, así paga.”. Al darle, el señor lo miró emocionado a los ojos y le dijo: “No sabe lo que significa lo que está haciendo para mí y mi familia”. Luego de ello pagó las entradas y entró con los niños. Mientras el hombre entraba, estaba llorando. El papá de la actriz con la actriz, María, no entraron al circo, pero fueron a la casa contentos, felices, cantando ambos. La actriz cuenta que nunca se va a olvidar ese gesto de su papá, porque el amor es eso: no se espera nada. La verdadera felicidad está en dar más que en recibir, diría san Pablo.2) Esposo: Una vez un cura me dijo: “¡Cuidado, Luis, que la gente es como una esponja!”, porque yo asumía la parroquia más grande de la arquidiócesis de Tucumán, “Llega un momento que la gente no absorbe más”. La única forma de restaurar la absorbencia es estrujarla. Y la Iglesia puede perder la capacidad de absorber: si dejamos de servir, si dejamos de salir, si dejamos de decir, “esto es la Iglesia” dejamos de crecer. No podremos absorber más verdad hasta que no nos estrujemos, entonces recuperamos nuestra absorbencia. Pero, cuando se terminan las vasijas, se termina el aceite, y esto se extiende a otros aspectos de la vida. Hay veces que tenemos miedo de dejar la rutina. Hasta a mí me pasa, que preparo charlas o temas, pero no me dedico a meditar la palabra de Dios o a estar una hora frente al sagrario.3) Género: El amor de hermano no siempre es perfecto: discutimos, fallamos, nos herimos, pero, cuando la vida golpea, ahí estamos. Un hermano conoce tu peor versión y aún así se queda. En las buenas celebra contigo y en las malas se convierte en tu refugio. No me refiero a los hermanos de sangre tan solo, sino a los que tienen lealtad con vos, los que resisten tormentas. Es ese abrazo que no pide permiso y esa mano que no te suelta cuando el mundo se oscurece. Eso es hermandad: “amor que no se rinde”. Algo bueno está por venir.

    MUNDO BABEL
    Un Lugar al Sol

    MUNDO BABEL

    Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 62:07


    El sol , estrella del sistema planetario en el que el planeta se ubica.. Un lugar en el que la ambición, la impostura, el amor o la muerte transcurren como si de ua película se tratara. Una pelicula francesa de los 60 con Alain Delon como protagonista, por ejemplo. “A plein Soleil”, o “A Summer Place” o una de esas canciones que resuenan cuando el "cerrado por vacaciones” o “balance" cuelga en cada esquina. De todos los lugares del mundo este el lugar elegido. Algo debe querer decir.. Puedes hacerte socio del Club Babel y apoyar este podcast: mundobabel.com/club Si te gusta Mundo Babel puedes colaborar a que llegue a más oyentes compartiendo en tus redes sociales y dejar una valoración de 5 estrellas en Apple Podcast o un comentario en Ivoox. Para anunciarte en este podcast, ponte en contacto con: mundobabelpodcast@gmail.com.

    Hablando Crypto
    Bitcoin... están VENDIENDO TODO ¿se viene algo gordo? | Ep 282

    Hablando Crypto

    Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 28:58


    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Santo Tomás 1) Sobrenombre: Te voy a compartir una técnica que me han enseñado y en algún momento me ha servido. Imagínate que alguien habla mal de vos, una persona que está encarnizada y habla todo el tiempo mal de ti a tus espaldas. Si lo enfrentas, le estás validando su hablar, por lo que te recomiendo “una disonancia cognitiva”. Empieza a hablar muy bien de él o a ella a sus espaldas, porque tarde o temprano le llegará. En el momento que le llegue que vos hablas muy bien de esa persona, no hay ningún daño que vos puedas hacer a esa persona superior al daño que se puede hacer a sí mismo, porque se dirá “Qué mala persona que soy”. He visto gente quebrarse por ello.2) Visto: No puede ser que todo te de lo mismo. Porque, si no deseas nada, es porque no hay motivación. Mira, cualquier brindis puede ser el último; por eso, mirémonos, porque puede ser que no nos veamos nunca más. Hay momentos que tenemos que volver a trascender y saber que todo se valora desde lo cotidiano.3) Dedo: La fe es lo que nos fortalece y es por ello que debemos caminar hacia la verdad. La fe ayuda a vivir y a la vida con fe se la ve distinta. Esto que decían los Padres de la Iglesia: “Entiendo para creer y creo para entender”. Algo bueno está por venir.

    Daily
    Preparando mi MacBook Pro 16 para venderlo

    Daily

    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 10:44 Transcription Available


    Algo se muere en el alma cuando un Mac se va, pero aun así hay que prepararlo para que se marche con honores. Te lo cuento en este capítulo 2999.¿Quieres más de Emilcar Daily? Suscríbete a Emilcar Daily Premium desde https://emilcar.fm/daily y disfruta de capítulos exclusivos los lunes y viernes, además de sonido en HD, acceso anticipado y sin publicidad. Todo esto en tu aplicación de podcasts favorita.

    Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

    Paralítico 1) Tendido: Una vez estaba escuchando un reportaje por la radio, entre un periodista y un psicólogo. El periodista le preguntó al psicólogo cómo se hacía para perdonar a los padres. El psicólogo le contestó: “No tienes que perdonarlos, tienes que agradecerles”; y le dijo: “¿Por qué llegaste a ser un gran periodista, tienes premios, me estás entrevistando, etc.?”, y le tiró otra pregunta: “¿Tus hijos tienen eso?”. El periodista le dijo que sus hijos no habían logrado eso. El periodista le replicó: “Entonces tus padres vienen ganando, ¿eh?”. Quizás lo que no te dieron o no reconocieron o lo que te quitaron fue lo que te hizo resiliente y te trajo hasta acá, si tus hijos no lograron lo que tú vienes ganando. Eso me dejó pensando. Hay algo en vos y en mi que tenemos que seguir trabajando en nuestro interior. Creo que hay cosas que también mis padres vienen ganando. 2) Confianza: Conozco sacerdotes y religiosas que han leído la biblia por años, llegando a leerla ya de manera profesional más que devocionalmente. Son como “dueños de huerta” que levantan la cosecha o el fruto para darle de comer a los demás y ellos se mueren de inanición. Por eso, más allá de que escuches estos audios, te invito a que medites la palabra de Dios y reflexiones lo que te dice a vos un versículo. Porque no necesitas estos audios, sino a Dios. Muchas veces ese es el problema de tu agotamiento, necesitas experimentar la presencia de Dios, su paz. Necesitas que su gracia renueve tu alma cansada y que su gracia actúe en tu debilidad. Hay veces que uno se pierde a sí mismo y pierde su dirección, es algo que me pasa muy seguido también a mí. Dios no se encuentra en lo extraordinario, sino en lo ordinario. Dios está en la calma, por eso busca estar quieto. Dios te habla en los lugares más comunes: conduciendo, cocinando o cambiando el pañal al bebé. Dios susurra, porque quiere que nos acerquemos a Él. Si estás al borde del agotamiento busca el susurro en la tranquilidad. Dios promete la paz perfecta, no la paz circunstancial. La paz perfecta es la paz cuando todo es imperfecto a tu alrededor. Encontrá a Dios enfocándote en Dios.3) Perdonados: Es saber que muchas veces lo que nos paraliza y no nos deja caminar en la vida es el sentimiento de culpa. Esa culpa que nos lleva a la vergüenza, la vergüenza que nos lleva a la tristeza. Por eso, hoy pedí a Dios mirar tu vida desde su perdón y misericordia, y no desde tu legalismo, que te hace imaginar un dios que no es Dios. Algo bueno está por venir.

    No Ficción Guatemala
    Angélica Serech: "Una rama torcida, pero puedo sostener algo hermoso"

    No Ficción Guatemala

    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 29:23


    En este episodio del pódcast “Artistas y cultura en los territorios”, nos adentramos en el legado de la artista kaqchikel Angélica Serech, a quien escuchábamos hace un momento, una mujer que ha dedicado más de 36 años de su vida a hilar historias por medio de su obra. 

    El Bueno, la Mala y el Feo
    Piqué se puso serio y le pidió algo a Clara Chia

    El Bueno, la Mala y el Feo

    Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 25:53


    Mientras Shakira sigue facturando millones gracias al Mundial, su ex Gerard Piqué se puso serio con el Casio de Clara Chia. Escucha la curiosa petición. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.