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Primer garbeo por la huerta ibérica de la temporada. Disco favorito del día para Oscar Avendaño y Reposado, con esa estupenda colección de canciones que encontramos en “El huevo de la serpiente”. Entre las novedades suenan adelantos de Los Estanques, Pladür o Mad Martin Trío. Y recordamos a tres figuras caídas en el mes de agosto; Jam Albarracín (Farmacia de Guardia), Felipe Lipe (Tequila) y Víctor Coyote (Los Coyotes).Playlist;(sintonía) BIODRAMINA MOOD “A buenas horas twist”OSCAR AVENDAÑO “Nuremberg”OSCAR AVENDAÑO “A todos mis amigos”OSCAR AVENDAÑO “La estrella fugaz”MAD MARTIN TRIO “Hot as hell”TUMBA SWING “Agua turbia”LOS ESTANQUES “Ya te vale”FARMACIA DE GUARDIA “Cazadora de cuero”TEQUILA “Me vuelvo loco”VÍCTOR COYOTE “Yo que creo en el diablo”PLADÜR “Tortilla espanhola fóra da Galiza”LOS REVELATORS “Summer basket”BANANI “Gato”MOTOHARU OKAMURA “Cerca de las estrellas”Escuchar audio
Sponsored by ASofronas Marketing Services Watch this episode on YouTube! I sat down with Barbara Galiza, co-founder of Propel, to unpack why marketing attribution is broken, and what to do about it. We dig into why MMM has a monopoly on budget decisions, why direct mail keeps getting undervalued, and how out-of-box attribution tools miss the context that actually drives business outcomes. Along the way: a matchback brain teaser involving apartment numbers, why attribution is really just politics, how Apple's ATT changes destroyed mobile measurement, and whether we should flip the data ecosystem so consumers hold the power. If you've ever fought to prove a channel's worth, this one's for you.
Día da Galiza Mártir: Carmela Galego Marante, historiadora da arte e integrante da presidencia da Agrupación Cultural Alexandre Bóveda
Día da Galiza Mártir: Carmela Galego Marante, historiadora da arte e integrante da presidencia da Agrupación Cultural Alexandre Bóveda
Último programa da temporada emitido o sábado 11 de xullo en @sants3radio Tivemos As Novas, Movendo Marcos, e o Deporte Galego. Rematamos con música de TAB, e Baiuca & Carlangas.
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais que se emitiu en Sants3radio.cat o sábado 4 de xullo de 2026
Programa emitido o sábaod 27 de xuño dende @sants3radio, contamos co grupo galaico-catalá VENTURA. Tamén as novas, movendo marcos e o deporte galego.
Programa de radio en galego "Galiza Algo Máis" que se emitiu en Sants3radio.cat o sábado 20 de Xuño de 2026
Programa emitido o sábado 13 de xuño dende Sants 3 Ràdio. Tivemos As Novas, Movendo Marcos, e o Deporte Galego. Tamén música de De Ninghures e de Baiuca & Mondra.
Programa de radio Galiza Algo Máis emitido o sábado 6 de xuño en Sants3radio.cat
Programa emitido o sábado 30 de maio en Sants 3 Radio. Tivemos ao debuxante e músico vigués Andrés Magán. Tamén tivemos As Novas, Movendo Marcos e o Deporte Galego.
Programa de radio en galeo Galiza Algo Mais que se emitiu en Sants3radio.cat o sábado 23-05
Programa emitido o sábado 16 en directo dende a rúa en Sants, no marco do Fira Entitats. Tivemos Cultura, Novas e Deporte!
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais emitido o sábado 16-05, véspera das Letras Galegas, no espazo do Fireentitats de Sants3radio.cat
Está xustificado para unha persoa de fóra da Galiza aprender galego?E se deciden facelo, hai recursos para aprender galego?É a chegada de xente foránea, especialmente estranxeira, a responsable da caída no uso do galego?Como é a calidade do galego das persoas neofalantes?De todo isto, e algunha cousa máis, falamos neste programa con Leticia, unha arquitecta e deseñadora gráfica, residente en Zaragoza e orgullosa neofalante.
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais do sábado 09-05 coa entrevista a Anxo Baranga para falamos do Primavera Son
A música do António Variações abre unha nova edición do Grandes Vozes do Nosso Mundo. A seguir: o melhor do panorama musical da Galiza e o conxunto de países de raiz galega.
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais que se emitiu o sábado 25 de abril en Sants3radio.cat
Programa de radio en galego, Galiza Algo Mais, que se emitiu en Sants3radio.cat o sábado 18-04-2026
Programa emitido o sábado 11 de abril dende Sants 3 Radio. Contamos coas Novas, A Fresadora, Movendo Marcos e o Deporte Galego.
Coa nova música da Laura Lamontagne abrimos unha nova edición do Grandes Vozes do Nosso Mundo. A seguir, o mellor da música da Galiza e do conxunto dos países de raíz galega.
Alberto de Oliveira Martins foi um anónimo que se deixou levar pelos ventos da história e que, no final da sua vida, decidiu contar o que viveu com a ajuda de uma velha máquina de escrever que o filho lhe ofereceu. Alberto nasceu em Portugal durante a Primeira Guerra Mundial, viveu a chegada da ditadura, combateu o franquismo na guerra civil de Espanha, foi preso num campo de internamento em França na Segunda Guerra Mundial e esteve detido nas prisões salazaristas em Portugal. Tudo isso escreveu nas suas memórias no final dos anos 80. Quarenta anos depois, o seu filho, Joaquim, partilhou o texto com o historiador Victor Pereira que foi à procura dos rastos desta história invulgar. O resultado é um livro intitulado “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” [“Os Cadernos de Alberto. Do Porto à Guerra de Espanha”] que vai ser publicado em Maio em França, pela editora Chandeigne & Lima, e sobre o qual estivemos à conversa com Victor Pereira. RFI: Do que fala o livro “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” ? Victor Pereira, Autor e historiador: “Há mais de um ano, Joaquim de Oliveira Martins veio ter comigo dizendo que o pai tinha combatido durante a Guerra de Espanha e que tinha combatido na coluna Durruti, uma coluna dirigida pelo próprio Durruti, que foi um dos mais célebres anarquistas espanhóis. Disse-me que o pai dele tinha combatido lá e que no fim da vida, isto é, no fim dos anos 80, ele tinha escrito não propriamente um livro, mas umas Memórias que, depois, ele me emprestou para eu ler. É um relato fantástico de uma vida que começa em 1915 no Porto e cujas Memórias acabam em 1943,1944, quando regressa a Portugal. O que eu fiz foi convencer - e não foi muito difícil -a Anne Lima da editora Chandeigne & Lima para publicar este texto, que é inédito e há muito poucas obras sobre a participação de portugueses na Guerra de Espanha. O que eu fiz foi ir aos arquivos em Portugal, em Espanha e em França para tentar encontrar rastos da vida dele, pensando que ele tinha vivido várias aventuras pouco comuns. Encontrei documentos, nomeadamente no Arquivo da Guerra Civil de Espanha, em Salamanca, e fui encontrando várias coisas sobre ele. Muitas vezes, eram coisas que não parecem importantes, como recibos de consulados portugueses em Espanha, e fui conseguindo conferir o que ele dizia porque ele escreveu 40, 50 anos depois e a memória distorce um pouco os eventos. Então, o livro é feito das memórias dele e de uma introdução minha que é bastante longa que é uma introdução biográfica com o que eu consegui encontrar nos arquivos nos vários países para compreender o percurso pouco comum dele.” Há dois textos no mesmo livro: o texto de Alberto de Oliveira Martins, que ele escreveu como testemunho autobiográfico, e a investigação do historiador Vítor Pereira sobre este anónimo... “É isso mesmo. São dois textos. Começa com o meu, mais ou menos 200 páginas, baseado no texto dele, nos arquivos, nas memórias de pessoas que combateram na Guerra de Espanha. Ele combateu numa frente em Aragão, com milicianos que vinham de Barcelona. Li muitas coisas sobre esse combate à volta de Saragoça, onde ele esteve mais. Depois, ele tem o que aconteceu com milhares de espanhóis quando os republicanos foram perdendo a guerra e houve a Retirada, isto é, a entrada de 475.000 pessoas que atravessaram a fronteira entre a Catalunha espanhola e a francesa. Ele faz parte desse milhares de pessoas e é internado num campo de internamento em França. Depois regressa a Portugal e é preso no Aljube. Então, eu vou também contando a história dele, a história de outras pessoas, nomeadamente portugueses, que combateram na Guerra de Espanha e também das pessoas que foram presas durante os anos 1940, 41 em Portugal - no Aljube e em Caxias. Depois, há o texto dele, que começa na infância até quando ele tem mais ou menos 30 anos.” A história de Alberto de Oliveira Martins também ilustra um ângulo morto da História? A história dos portugueses que lutaram na guerra civil de Espanha não é uma história muito conhecida, pois não? “Não é muito conhecida. Foram menos de dez portugueses que escreveram sobre a guerra que eles fizeram e, muitas vezes, são Memórias muito politizadas, o que é bastante normal. Há Memórias de um comunista, há Memórias de um anarquista, alguns textos biográficos de pessoas republicanas. São pessoas mais cultas que contam isto do ponto de vista da mobilização política.” Pode dizer-nos nomes? “Por exemplo, o anarquista Manuel Firmo, o comunista Francisco Ferreira, o Jaime Cortesão, o Jaime de Morais. Foram textos que foram publicados desde os anos 70 até há pouco tempo, como o texto de Jaime de Morais que foi publicado pela Cristina Clímaco e Heloísa Paulo. Mas, no caso de Alberto, ele já está em Espanha e é bastante por acaso que ele vai começar a guerra. Então, ele não tem uma visão muito politizada e, por exemplo, quando se compara com outros textos de memórias de espanhóis, franceses ou de outras pessoas que combateram na guerra, eles têm uma visão muito ideológica. Alberto conta muito a vida quotidiana dos combatentes, o esforço para comer não muito mal, as brincadeiras entre soldados, como eles ouviam a rádio. É o relato da guerra por um homem, isto é, ele não faz um grande discurso sobre a guerra, ele conta o seu quotidiano de combatente. Então, são muito poucos os relatos [de portugueses] sobre esta guerra, ainda menos por pessoas não politizadas e que não estão a tentar legitimar o que eles fizeram ou não fizeram. É um relato do quotidiano.” Na introdução, o Victor Pereira escreve que “ele não parte para Espanha em nome de um ideal antifascista”, mas “é apanhado pela guerra quando já está em Espanha”. Por outro lado, quando está na guerra, ele não faz dos soldados heróis e até fala da confraternização com soldados do campo adversário. Isto vai ao encontro do que acaba de dizer, não é? “Sim, sim. Muitas vezes há muito essa imagem da Guerra de Espanha que foi uma guerra que mobilizou as opiniões públicas ocidentais em França, Portugal. Na minha introdução, falo sobre como é que a Guerra de Espanha também foi uma guerra quase interna a Portugal. Podemos realçar quando, em Julho de 1937, há uma tentativa de atentado a Salazar que falha e o objectivo das pessoas que tentaram matar Salazar era para tentar enfraquecer o campo nacionalista espanhol porque Salazar foi um grande apoio desde o início aos insurrectos espanhóis e a Franco. O Alberto de Oliveira Martins não tem essa visão politizada. Por exemplo, há uma parte onde ele escreve que quando começou a guerra civil, havia uma aldeia que estava do lado nacionalista e a aldeia ao lado estava do lado republicano e os combatentes dos dois lados conheciam-se pessoalmente. Por vezes, odiavam-se há vários anos, até há várias décadas, mas o que ele conta é que, por vezes, há jovens soldados que estavam muito perto uns dos outros e o que eles fizeram foram pactos dizendo: ‘Olha, não vamos matar ninguém. Vamos atirar para o ar. Assim, os nossos oficiais pensam que nós estamos a combater'. Às vezes, até falavam uns com os outros e faziam estes pactos de paz muito localizados. Isso não aparece tanto nos outros textos porque o que aparece é uma luta de vida e de morte entre o fascismo e antifascismo. Então, ele foca coisas que muitas vezes não são focadas nas memórias da Guerra de Espanha.” Mas de que lado lutou Alberto de Oliveira Martins? “No início, quando ele está em Espanha, ele não tem sorte, como aconteceu a milhares de pessoas. Ele encontra-se num comboio que vai até Saragoça. Saragoça foi tomada pelos militares rebeldes que depois vamos chamar os franquistas. Eles querem imobilizá-lo no campo dos franquistas e ele foge. Algumas semanas depois, ele encontra-se com o próprio Durruti, um dos chefes dos anarquistas que impediu os militares de tomarem o poder em Barcelona. Em 19 e 20 de Julho de 1936 há luta nas ruas de Barcelona, o Durruti e outros camaradas da CNT (do Movimento Anarquista) conseguem domar a tentativa de golpe de Estado e, a partir de 24 de Julho vão milhares de catalães e anarquistas até Saragoça para tentar libertar Saragoça, que tinha sido ocupado pelos militares. Ora, ele estava numa aldeia onde chega o Durruti e o Durruti dá-lhe uma arma e ele vai seguir e vai combater durante quase três anos. A coluna Durruti vai ser uma das mais conhecidas da guerra de Espanha e ele vai combater durante três anos em Aragão, depois na Catalunha. Como é um jovem de 1m80, bastante esperto, bastante ágil, que toda a gente considera que espanhol, ele vai participar em acções de sabotagem no curso de guerrilhas. Então, ele vai combatendo, ainda que ele não tenha ido para combater. Foi a guerra que foi ter com ele. Estando na guerra, ele combate até ao fim, até Janeiro de 1939.” Temos noção de quantos portugueses participaram nesta Guerra Civil Espanhola? “Isso é muito difícil. Há, desde os anos 80, alguns estudos, nomeadamente do César Oliveira, também de Cristina Clímaco sobre o exílio português em França e em Espanha. Há vários números, por vezes 500, vai subindo até 2.000, alguns estudos até falam em mais, e estou a falar do lado dos republicanos, aqueles que ajudaram a República espanhola a lutar contra as tropas franquistas. Muitas vezes fala-se em alguns milhares, 2.000, talvez mais. Um dos grandes problemas - como no caso do Alberto que nunca é referido como português e o nome dele aparece em castelhano nos arquivos - nas listas de nomes ninguém pode saber se são portugueses. Talvez muitos mais portugueses tenham combatido durante a Guerra de Espanha, mas eram considerados espanhóis e havia antes da guerra mais de 20.000 até 30.000 portugueses que estavam a trabalhar na Galiza, na Extremadura, na Andaluzia, sobretudo. Então, houve provavelmente muitos portugueses que combateram e nós não sabemos. Depois temos os portugueses que estão em Espanha, os voluntários que foram combater do lado do Franco. São os chamados ‘Viriatos' e na literatura histórica aparece que foram 8.000, 10.000, alguns até dizem 20.000. Há alguns anos, um militar português, Varela Gomes, disse que provavelmente não eram assim tantos, provavelmente eram 2.500. Por isso, o problema da quantificação é um problema ainda em aberto. Imagino que vão ser precisos muitos anos para saber melhor.” Falou na busca de de arquivos, na recolha de rastos, de memórias. Eu suponho que tenha sido um processo rico em surpresas. Como é que foi esse percurso que o levou a viajar entre a França, a Espanha e Portugal? “Então, foi como um detective, como um polícia. Eu tinha o texto dele, eu sabia que ele foi preso duas vezes nos anos 30, em Espanha, que foi expulso uma vez para Portugal em 1934. Eu sabia que ele tinha sido preso pela PVDE, isto é, a polícia política portuguesa antes da PIDE, e a partir daí fui procurando arquivos de documentação. O mais óbvio era o processo dele no arquivo da PIDE, na Torre do Tombo, em Lisboa, o que era um processo complicado no sentido que ele é preso quando regressa a Portugal em 1940 e, obviamente, ele não vai dizer a verdade à polícia política porque se dissesse a verdade seria enviado para o Tarrafal, o campo de internamento que foi criado em 1936 e para onde foram enviados opositores republicanos, opositores comunistas, anarquistas. A partir de 1930 e 1940, todos os portugueses que foram presos e que tinham combatido na Guerra de Espanha foram enviados para o Tarrafal em condições muito difíceis e alguns morreram em Cabo Verde. Então, obviamente que ele mente e, para mim, era uma fonte complicada, porque eu sei à partida que ele vai mentir. O que ele diz nas Memórias permite compreender isto. Depois, ele conta que em 1932 e 1936 ele vive em Espanha, faz uns biscates, vai mudando muitas vezes de sítio e isso foi uma missão que foi muito demorada. Vi toda a documentação sobre os consulados portugueses em Barcelona, em Sevilha, em Córdoba, em sítios onde eu sabia que ele tinha passado. Para mim, foi uma grande alegria quando, um dia, vendo um conjunto de recibos que eram as ajudas que os consulados portugueses davam a portugueses indigentes ou com poucos meios, reconheci a assinatura dele no recibo! Depois fui vendo vários recibos e, muitas vezes, eram recibos de cinco pesetas, 12 pesetas, o que era bastante pouco dinheiro, mas consegui saber onde ele estava e em que dia. Em Espanha, estive também no arquivo mais importante para qualquer historiador da Guerra Civil que é o Arquivo de Salamanca, que agora se chama o Centro de Documentação da Memória Histórica de Salamanca. O que se passou é que quando as tropas de Franco chegavam a uma cidade ou a uma aldeia, eles iam logo buscar os arquivos dos sindicatos, dos partidos políticos, das câmaras e quando as câmaras eram de esquerda, republicanas, ficavam com toda a documentação e depois enviavam para Salamanca. Em Salamanca, havia pessoas, muitas vezes militares e outros, que liam toda a documentação e faziam fichas: ‘um tal foi chefe do sindicato da CNT, outro foi socialista e foi presidente da Câmara tal, combateu em tal milícia'. Fizeram fichas que depois permitiam às forças de repressão do Franco encontrarem as pessoas quando estavam em Espanha, julgá-las, prendê-las e, às vezes, executִá-las. Nós não podemos esquecer que o Franco organizou uma repressão duríssima durante a guerra e, ainda depois da guerra, houve dezenas de milhares de espanhóis que foram mortos. Foi ali que encontrei, por exemplo, as notas da Coluna Durruti sobre os milicianos que eram pagos e encontrei várias vezes o nome dele [Alberto de Oliveira Martins]. Depois fui a Córdoba, onde ele tinha sido preso, fui a Valência e encontrei documentos, em alguns sítios não encontrei nada, mas pelo menos tentei. Ele também esteve em França num campo de internamento e, em França, encontrei algumas coisas sobre o internamento dele. Muitas vezes, quando se faz uma biografia, faz-se uma biografia de uma pessoa conhecida que deixa muitos documentos ou deixa muitos rastos. Neste caso, foi ter alguma imaginação para encontrar um rasto dele em documentos que podem parecer pouco importantes, mas que se tornaram muito importantes e pertinentes para compreender a trajectória dele.” Na introdução, fala sobre o texto como “raro e precioso”, “único” até. O que é que este relato de Alberto de Oliveira Martins tem de tão especial para o fascinar ao ponto de lhe dedicar vários meses de investigação? “Em primeiro, é que temos muito poucos relatos de portugueses que combateram na Guerra de Espanha, apesar da importância que foi a Guerra de Espanha e da importância que teve em Portugal. Só isto é importante. Depois, o Alberto de Oliveira Martins emigrou para Espanha e quase não conhecemos nada sobre a emigração dos portugueses em Espanha, quando os portugueses, eram 30.000 em 1930. Havia muita emigração temporária, sazonal, de pessoas do Alentejo, do Algarve, que iam para Espanha. É uma coisa que conhecemos muito mal. Ele também participou numa campanha das vindimas em França em 1934 e eu nunca tinha lido nada sobre portugueses em França nas vindimas. O que é muito importante é que, muitas vezes, quando conhecemos essa história dos emigrantes ou dos combatentes, muitas vezes temos a visão do Estado quando há pessoas que são presas, julgadas, temos relatos do polícia, do juiz, do cônsul. Para mim era muito rico porque era uma pessoa que falava da vida dele na primeira pessoa. Eu podia saber o que ele pensava, porque é que ele tinha feito isto, tinha feito aquilo. É o que nós chamamos, em História, a história dos subalternos, dos pobres, dos operários, das mulheres pobres, dos migrantes. Temos muito poucos relatos na primeira pessoa porque as pessoas não escrevem e muitas pessoas não sabiam escrever. Este é um caso raro de um português nascido em 1915, que emigra, que combate, que está em França no início da Segunda Guerra Mundial e que é um dos raros a escrever e nós conseguimos ter um rasto desse documento.” É resgatar a voz histórica de um anónimo? “Sim, ele é um anónimo e, muitas vezes, a História é feita com reis, rainhas, Salazar, Marcello Caetano, Mário Soares, Álvaro Cunhal. O que me interessou muito foi escrever a vida de um anónimo. Nas minhas próprias investigações sobre a emigração portuguesa em França, eu já tinha visto o nome dele numa lista que eu tinha encontrado no arquivo da PIDE sobre os portugueses presos que se encontravam em campos de concentração em França em 1940. Eu vi dezenas de nomes e quando comecei a leitura apercebi-me que esse nome me dizia qualquer coisa. Para mim é muito importante porque é um anónimo que fala na primeira pessoa. Não são outras pessoas que falam por ele, que escrevem sobre a vida dele. Por isso, foi muito importante para mim, para a editora e para o filho que me deu o texto que nós pudéssemos publicar o texto dele.”
Progama emitido o sábado 28 de marzo dende @sants3radio Tivemos as novas, A Fresadora, O Deporte Galego e música.
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais que se emitiu o sábado 21 de marzo e que contén a entrevista a Vicente Vázquez, impulsor do proxecto Cortello das Estrelas no Cumial (Cervantes)
Programa emitido o sábado 14 de marzo dende Sants 3 Radio. Tivemos As Novas, Movendo Marcos, O Deporte Galego e entrevistamos ao deseñador Rubén Prol.
Programa de radio en galego, Galiza Algo Mais, que se emitiu en Sants3radio o sábado 07-03-2026
Programa emitido o sábado 28 de febreiro dende Sants 3 Ràdio. Tivemos con nós ao músico galego Aeronave Adolescente. Tamén tivemos As Novas, un novo capítulo da Fresadora e O Deporte Galego.
O secretário geral do Eixo Atlântico acusa o presidente do Governo da Galiza de dizer asneiras e mentiras ao anunciar 2038 como nova data para a conclusão da linha do TGV Porto-Galiza. Edição de Cláudia Costa
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais emitido en Sants3radio.cat o sábado 21 de febreiro de 2026
Programa emitido o sábado 7 de febreiro. Contamos cos DJs galegos afincados en Catalunya: Mëther & Zacker! Moitas anécdotas e música neste programa.
Programa de radio en galego Galiza Algo Máis que se emitiu o sábado 31 de xaneiro de 2026 en Sant3radio.cat
Programa emitido o sábado 24 de xaneiro en Sants 3 Radio. Tivemos As Novas da semana; A Fresadora; Movendo Marcos e O Deporte Galego. Tamén música de ZAVALA.
Programa de radio Galiza Algo Mais do sábado 17-01-2026 que contén a entrevista a Isabel García Díaz que publicou os relatos breves de Barcelona- Galicia
Programa emitido o sábado 10 de xaneiro en Sants 3 Radio. Contamos coas Novas da semana, Movendo Marcos, o Deporte Galego e unha entrevista ao músico e produtor Eloi Caldeiro, do grupo galego Brath.
Programa de radio Galiza Algo Mais do sábado 20-12-2025 coa entrevista a Antón Fernández sobre a presentación do número 5-6-7 de reNOVAGZ
Programa emitido o sábado 13 de decembro. Tivemos As Novas, Movendo Marcos e O Deporte Galego. Tamén música dos Diplomáticos de Monte Alto con Mercedes Peón!
Programa de radio Galiza algo máis que se emitiu en Sants3radio o sábado 22 de novembro e que contén entrevista a Roberto Mera
Programa emitido o sábado 15 de novembro dende Sants 3 Radio. Tivemos as Novas da semana, A Fresadora, Movendo Marcos e o Deporte Galego.
Na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, um grupo de investigadores está envolvido num laboratório para a promoção da vinha e do olival entre Portugal e a Galiza.
Neste episódio do Emílias Podcast, Ingrid Mendes e Adolfo Neto conversam com Laura Castro, professora na Universidade da Corunha (UDC), Espanha. Laura é titular da Cátedra CICAS, um projeto colaborativo entre a UDC e a empresa Singular voltado para o fortalecimento da Ciência Aberta por meio de software livre e tecnologias inovadoras. Atualmente, também atua como diretora do CEXEF (Centro de Estudos de Gênero e Feminismo da UDC), onde impulsiona pesquisas interdisciplinares sobre gênero, ciência e tecnologia. Ativa na comunidade BEAM e na Erlang Ecosystem Foundation, Laura combina expertise técnica em linguagens funcionais com um forte compromisso com a equidade e a diversidade no ambiente acadêmico e tecnológico. Além disso, é integrante da AMIT-GAL, Associação de Mulheres Investigadoras e Tecnólogas, que promove a visibilidade das mulheres na ciência na Galiza.Página de Laura Castro: https://lauramcastro.github.io/Laura Castro no Bluesky: https://bsky.app/profile/lauramcastro.bsky.social Palestra de Laura Castro sobre Property-Based Testing: https://www.youtube.com/watch?v=6gu9EXRraG8 ChatGPT e o nesgo de automatización(em galego) https://archive.is/NJIqn(em português - tradução) https://gist.github.com/adolfont/95b683c508293f06bc997e67d2a0f68d Diário de um magohttps://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788584390700/o-diario-de-um-magoErlang Ecosystem Foundation GPTs for learning Elixir, Erlang and OTP https://www.youtube.com/watch?v=598UwaGVOk0 12 anos apoiando o ensino de Arquitetura de Software com a BEAM, por Laura M. Castro #FnConf 2025 https://www.youtube.com/watch?v=Rmrp8Ej85gQIndicações:Algorithms of Oppression - Algoritmos da opressão, Safiya Umoja Noble https://amzn.to/3M0Mxsg Automating Inequality: How High-Tech Tools Profile, Police, and Punish the Poor, Virginia Eubanks https://amzn.to/4pf8eDD The Age of Surveillance Capitalism - A Era do Capitalismo de Vigilância, Shoshana Zuboff https://amzn.to/4qZyQtS Cracking the Digital Ceiling: Women in Computing Around the World, Carol Frieze e Jeria L. Quesenberry https://amzn.to/4nTkmcg Série Halt and Catch Fire https://pt.wikipedia.org/wiki/Halt_and_Catch_Fire_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o) Indicação Adolfo: The AI Con: How to Fight Big Tech's Hype and Create the Future We Want https://amzn.to/3KzvVaz https://thecon.ai/ “The AI Con and Brazil - a conversation with Emily M. Bender and Alex Hanna about the dangers of ‘AI'” https://youtu.be/lgvpUH7bc-g?si=TkmN7tWVDHQc14s6 Editor: Adolfo Neto https://adolfoneto.elixiremfoco.com/ Episódio 130 do Emílias Podcast.O Emílias Podcast é um projeto de extensão da UTFPR Curitiba que faz parte da Rede Emílias de Podcasts https://fronteirases.github.io/redeemilias. Descubra tudo sobre o programa Emílias - Armação em Bits em https://linktr.ee/Emilias #podcast #EMILIAS
Nós servimos o chá e os ouvintes fazem o bolo. As vossas músicas preferidas para o lanche perfeito!
Programa de radio en galego Galiza Algo Mais que se emitiu en Sants3radio.cat o sábado 08-11-2025
Programa fet per la Irmandade a Nosa Galiza de Mollet. Recull l'activitat de l'entitat i l'actualitat de Galícia i de la comunitat gallega a Catalunya. podcast recorded with enacast.com
Reino de Leão. Reino de Castela. Reino de Navarra. Reino de Aragão. Reino da Galiza. Reino de Granada. Todos estes reinos acabaram absorvidos num país chamado Espanha. Como é que Portugal escapou?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moderación: Laura Lesta García (Middlebury College) e Daniel Amarelo (Universitat Oberta de Catalunya).Participantes: Daniel Amarelo (Universitat Oberta de Catalunya), Alba Díaz Geada (Universidade de Santiago de Compostela), Laura Lesta García (Middlebury College), María Reimóndez (investigadora independente), Reyes Rodríguez Rodríguez (Investigadora colaboradora do Instituto da Lingua Galega, Universidade de Santiago de Compostela).- Uma história pequena da Galiza rural (1939-1982) (Através Editora2024), Autora: Alba Díaz Geada.- Beyond Sentidiño: New Diasporic Reflections on Galician Culture (Routledge 2024). Editoras: Daniel Amarelo e Laura Lesta García.- A casa do amo. Unha análise do discurso colonial e racista na literatura galega (Xerais 2024). Autora: María Reimóndez.- A Limia Baixa. Onde o mundo se chama en galego ( U Vigo 2024). Autora: Reyes Rodríguez Rodríguez.
O que pode pesar um nome um pouco ridículo na vida de um fidalgo de entre a Galiza e o Minho? A grande ironia de um autor a redescobrir.
Imagens de satélite mostram fumo dos incêndios a chegar à Galizac5a2f713-ef75-ef11-
Today we have another episode of Better Done Than Perfect. Listen in as we talk to Barbara Galiza, a growth and marketing analytics consultant. You'll learn about the three types of campaign performance metrics, how to manage attribution via multiple data sources, how companies are adapting to the recent focus on data privacy, and more.Please head over to the episode page for the detailed recap and key takeaways.Show notesData Discrepancies in Marketing SourcesSnowplow, Segment – data platformsDecoding Marketing Mix Modeling: A Complete GuideGeoLift, Holdout – types of testsMeasuring the ROI of Email with Claudiu MurariuThe consequences of privacy features and regulations for consumers021 NewsletterFollow Barbara on LinkedInThanks for listening! If you found the episode useful, please spread the word about this new show on Twitter mentioning @userlist, or leave us a review on iTunes.SponsorThis show is brought to you by Userlist — an email automation platform for SaaS companies. Onboard, engage, and nurture your customers, as well as marketing leads. To follow the best practices, download our free printable email planning worksheets at userlist.com/worksheets.Interested in sponsoring an episode? Learn more here.Leave a ReviewReviews are hugely important because they help new people discover this podcast. If you enjoyed listening to this episode, please leave a review on iTunes. Here's how.
How do you measure the effectiveness of your paid media campaigns? In this episode, we talk to Barbara Galiza, a growth and marketing analytics consultant. You'll learn about the three types of campaign performance metrics, how to manage attribution via multiple data sources, how companies are adapting to the recent focus on data privacy, and more.Visit our website for the detailed episode recap with key learnings.Data Discrepancies in Marketing SourcesSnowplow, Segment – data platformsDecoding Marketing Mix Modeling: A Complete GuideGeoLift, Holdout – types of testsMeasuring the ROI of Email with Claudiu MurariuThe consequences of privacy features and regulations for consumers021 NewsletterFollow Barbara on LinkedInThanks for listening! If you found the episode useful, please spread the word about the show on Twitter mentioning @userlist, or leave us a review on iTunes.SponsorThis show is brought to you by Userlist — an email automation platform for SaaS companies. Onboard, engage, and nurture your customers, as well as marketing leads. To follow the best practices, download our free printable email planning worksheets at userlist.com/worksheets.
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