1939–1945 global conflict between the Axis and the Allies
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Alan Turing, matemático británico y precursor de la informática moderna, lidera durante la Segunda Guerra Mundial el equipo de Bletchley Park. Allí descifra los complejos códigos de la máquina Enigma nazi. Enigma, con claves diarias, es un desafío formidable. Tras el descubrimiento de su mecanismo, Turing desarrolla las "bombes", máquinas que, al explotar patrones de comunicación humana, leen los mensajes enemigos. Esta inteligencia, "Ultra", acorta la guerra y salva vidas, aunque a veces exige permitir ataques menores para preservar el secreto. Turing también concibe la máquina universal, fundamento del ordenador actual, y propone el Test de Turing, que evalúa la competencia conversacional de una máquina para distinguirla de un humano. La criptografía moderna hereda su legado. Pese a su genialidad, Turing es perseguido en 1952 por su homosexualidad, sometido a castración química y pierde su autorización de seguridad. Fallece a los 41 años, probablemente por suicidio. El mundo actual, ...
Durante a Segunda Guerra Mundial o Raj Britânico, atualmente correspondendo a basicamente à Índia, viveu uma das maiores catástrofes de sua história com milhões morrendo de fome. Pra muitos, a responsabilidade não só foi do Reino Unido, mas também pessoalmente de Winston Churchill. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Fome de 1943 em Bengala-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- SEN, Amartya. Poverty and Famines: An Essay on Entitlement and Deprivation. Oxford: Oxford University Press, 1981.- MUKERJEE, Madhusree. Churchill's Secret War: The British Empire and the Ravaging of India during World War II. New York: Basic Books, 2010.- DAVIS, Mike. Holocaustos Coloniais: Clima, Fome e Imperialismo na Formação do Terceiro Mundo. Tradução de Alda Porto. Rio de Janeiro: Record, 2002.- TAUGER, Mark B. 'Entitlement, Shortage and the 1943 Bengal Famine: Another Look.' The Journal of Peasant Studies, v. 31, n. 1, 2003, p. 45-72.
Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues conduz a edição dos 80 anos em meio a um contexto dominado pela urgência de garantir acesso democrático à cultura. Com uma programação majoritariamente feminina, que inclui Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, ele destaca a força da cena brasileira e propõe novas alianças. O diretor português afirma que o futuro de Avignon depende das perguntas que ainda precisamos formular e convida o Brasil ao debate. Márcia Bechara, enviada especial a Avignon A programação deste ano, pela primeira vez majoritariamente feminina, inclui três artistas brasileiras em posições centrais: Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, lançada por Avignon em 2023. Para Tiago, essa presença não é apenas simbólica, mas um componente estrutural da presença brasileira no festival. “Eu considero que o Brasil tem grandes artistas, e isso é o essencial. Mais do que definir o que é o teatro brasileiro ou o que é a dança brasileira, eu acho que há enormes artistas brasileiros”. Ele destaca Carolina Bianchi como “uma artista imensa de teatro, de performance, uma grande autora de teatro, uma grande escritora, uma poeta da cena”. A diversidade brasileira, segundo ele, é decisiva para o futuro das artes cênicas. “Carolina Bianchi é um exemplo dessas singularidades que podemos encontrar no teatro brasileiro, porque a cultura brasileira é de uma enorme diversidade. Também podemos encontrar no teatro brasileiro a anti-Carolina Bianchi.” Para Tiago, essa amplitude estética e intelectual precisa ainda ser “cuidada, acolhida, promovida”, sobretudo porque “grupos invisibilizados e oprimidos não tiveram ainda a oportunidade de chegar às ferramentas da criação”. Leia tambémChristiane Jatahy leva Ibsen ao tribunal de Avignon em debate sobre verdade ao lado de Wagner Moura A edição de 2026 marca também a primeira colaboração teatral entre Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo. O projeto parte de uma ideia que, segundo Tiago, “nos seduziu muito – justamente por não ser uma adaptação, mas uma continuação”. Ele explica: “O que acontece depois do fim de Um Inimigo do Povo, de Ibsen?” A estreia mundial em Salvador, seguida por apresentações no Rio de Janeiro (e posteriormente em Lisboa e Amsterdã), reforça a intenção de fortalecer a circulação da obra de Jatahy no Brasil. “Os parceiros europeus de Christiane Jatahy desejaram também contribuir para que seu trabalho estivesse mais presente no Brasil, e que [o espetáculo] fosse criado no Brasil”, afirma o diretor, que também destaca o interesse de festivais como Edimburgo e Holland Festival, coprodutores da peça, na ideia de "coesão social por meio das artes". Uma diretiva que, para ele, não se constrói por consenso, mas pela contraposição de ideias. “Como podemos reunir pessoas em torno das artes e ajudar na coesão social? Mas colocando perguntas, sem exigir pensamento único, sem exigir que todos concordem – e, assim, iniciar um debate?” O ponto de interrogação e os próximos 80 anos O ponto de interrogação que domina toda a comunicação gráfica do festival sintetiza essa postura. Tiago o escolheu como símbolo das perguntas que ele considera essenciais para os próximos 80 anos de Avignon. “Uma multidão de questões”, diz. Ele começa pelas mais urgentes: “Será que o Festival de Avignon vai poder existir ainda por 80 anos com este calor, com este clima, com a crise climática? O que vamos fazer para continuar vivendo festivais como Avignon, em meio ao calor provocado pelas mudanças climáticas? O que nos leva a nos fascinar, mesmo nós, artistas, pela questão do mal, pelos déspotas, pelos violentos? Que fascinação é essa pelo mal?”. A reflexão se estende ao tema do suicídio assistido: “Como pode a sociedade se organizar para acompanhar aqueles que decidem pôr fim à própria vida porque acham que a vida deve terminar – porque estão doentes, porque estão em sofrimento? Como podemos, socialmente, humanamente, mas também juridicamente, acompanhar essa decisão?”, questiona Rodrigues. As questões propostas por Christiane Jatahy e Wagner Moura também interpelam o festival. “Nesta sociedade da opinião pública rápida, que condena publicamente, qual é o lugar da justiça naquilo que são as nossas vidas? E como podemos participar dessa justiça e nos dar o tempo de reflexão que a justiça merece?”, sublinha o diretor. Leia tambémLia Rodrigues conduz jovens artistas em formação e amplia escuta pela diversidade em Avignon Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues afirma que a história do evento impõe uma responsabilidade que não pode ser negociada. Ele lembra que o festival nasceu em 1947, no pós-guerra, criado por Jean Vilar e por antigos resistentes à ocupação nazista, e que essa origem define o presente. "O código genético deste festival, fundado em 1947 depois da Segunda Guerra Mundial por Jean Vilar, com ajuda de antigos resistentes contra a ocupação nazista. Seria uma traição à responsabilidade histórica deste festival e aos seus valores colaborar com a extrema direita. Esse é o meu entendimento, e é a minha responsabilidade tomar essa decisão enquanto diretor de um festival que é progressista, republicano, democrático e, portanto, nos dias de hoje, ecologista, feminista, antirracista, antifascista.” O Festival de Avignon segue em cartaz no sul da França até 25 de julho.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/qXzfrn3XuOQ +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ n este programa junto a Raúl José Martín Palma, autor de "Bestias de Acero" ** https://amzn.to/4dCb9lB **, recorremos las operaciones militares decisivas que marcaron el curso del conflicto más traumático de nuestra historia reciente: - Defensa y asedio de Madrid (noviembre 1936) - Batalla del Jarama (febrero 1937) y la llegada de las Brigadas Internacionales - Batalla de Guadalajara (marzo 1937) – el primer gran revés de las tropas italianas - Frente del Norte y la caída de Bilbao y Santander (1937) - Brunete (julio 1937) – la gran contraofensiva republicana - Ofensiva sobre Zaragoza y Belchite (agosto-septiembre 1937) - Teruel (invierno 1937-38) – la batalla más fría y sangrienta - Ofensiva de Aragón y Campaña de Levante (1938) - La gran Batalla del Ebro (julio-noviembre 1938) – el esfuerzo supremo republicano - Campaña de Cataluña y el final de la guerra A través de mapas, testimonios y análisis riguroso, Raúl nos explica cómo la introducción de armas modernas (tanques, aviación, artillería pesada), la intervención extranjera (Alemania, Italia, URSS) y las decisiones estratégicas de ambos bandos configuraron un conflicto que fue laboratorio de la Segunda Guerra Mundial. Sin mitos, sin edulcorantes y con total honestidad histórica: errores, aciertos, heroicidades y horrores de una guerra que sigue marcando la memoria colectiva de España y cuyas lecciones sobre guerra moderna, logística y moral de combate siguen vigentes. Un episodio imprescindible para entender cómo se libra una guerra civil en el siglo XX y por qué su desenlace reconfiguró el mapa geopolítico europeo. #HistoriaMilitar #GuerraCivilEspañola #BatallasClave #Madrid1936 #BatallaDelEbro #Teruel #Brunete #Belchite #Bellumartis Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669
Inmediatamente después del fin de la Segunda Guerra Mundial, se reanudaron las emisiones al exterior de Radio Praga. Al principio, en los principales idiomas y en checo para los checoslovacos en el extranjero. Así, durante un breve periodo de tiempo, una Checoslovaquia libre volvió a emitir su voz al mundo. A principios de 1947, Radio Praga llegaba a todo el planeta en 18 idiomas. Si antes de la guerra la música había predominado en las emisiones, ahora la palabra era la protagonista. Pero poco después, las emisiones al extranjero se convirtieron en una herramienta de propaganda comunista, lo que se mantuvo hasta la Revolución de Noviembre de 1989.
Documental que analiza el papel fundamental del primer ministro británico Winston Churchill durante la Segunda Guerra Mundial, así como los acontecimientos que lo convirtieron en un líder y un personaje clave en la liberación del mundo del fascismo.
Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, judeus americanos espalham o terror entre o terceiro Reich. Ao mesmo tempo, Shosanna, uma judia que fugiu dos nazistas, planeja vingança quando um evento em seu cinema reunirá os líderes do partido. Então aperte o play e venha caçar nazistas com a gente! RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDO. Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br Contato para a criação do seu site A HQ biográfica de Quentin Tarantino pode ser adquirida em uma das plataformas abaixo. AMAZON Site Editora Tábula - (use o cupom GRUPO e ganhe 25% off) Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! E-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.com A ufologia levada a sério! Revista Fenômeno OVNI - Referência em Ufologia See omnystudio.com/listener for privacy information.
En esta entrega, recuperamos la vida y la obra de un físico teórico francés muy activo en los años treinta del siglo pasado, cercano a los grandes debates de la física cuántica europea, militante político antifascista y comunista, que había quedado prácticamente en el olvido. Se trata de Jacques Solomon. Esto es posible gracias a las investigaciones de la física e historiadora colombiana Martha Cecilia Bustamante de la Ossa. Astrofísica e investigadora colombiana, nacida en Calarcá, Quindío, Martha Cecilia Bustamante de la Ossa ha dedicado décadas al estudio de la historia de la ciencia, en especial a los orígenes de la teoría cuántica en Francia. Su trabajo ha sido reconocido por la Academia de Ciencias de Francia gracias a su libro "En los albores de la teoría cuántica" y acaba de publicar en francés una obra monumental, tanto por su amplitud como por la relevancia de sus hallazgos: "Jacques Solomon. El destino trágico de un físico comprometido. Una maleta de manuscritos en la clandestinidad." Una biografía científica, intelectual y política de este físico comunista francés fusilado durante la Segunda Guerra Mundial. Una maleta "impactante" "Es un personaje bastante olvidado en la historia política y científica en Francia. Pero yo tuve la oportunidad de empezar a conocerlo cuando me encontré con su familia. Entrevisté a su esposa, Hélène, la hija del físico Paul Langevin, amigo privado de Einstein y a otros miembros de su familia", cuenta la autora. Estos archivos circularon hasta llegar a la sobrina nieta de Hélène Langevin-Joliot, esposa de Jacques Solomon. Fue quien le confió tres cajas con documentos inéditos, con una maleta muy "impactante". Estaba llena de documentos que "él produjo en la clandestinidad entre 1940 y 1942, cuando estaba organizando la resistencia universitaria y siempre iba con su una maleta con los documentos que iba trabajando. Esto me sorprendió muchísimo porque era un militante comunista, pero al mismo tiempo no dejó de ser investigador", recuerda la científica colombiana, que tardó 30 años en darle forma a este trabajo. La maleta muestra que Solomon investigaba temas especialmente relacionados con las matemáticas "porque él quería corregir ciertos problemas de teoría cuántica, la teoría cuántica relativista. Y él estaba haciéndose muchas preguntas sobre la cuantificación de la relatividad. Entonces él exploraba matemáticamente eso y también trabajó en física nuclear." Un científico que se quedó sin ecuación Si bien no hay una ecuación Solomon o una teoría Solomon, Martha Cecilia Bustamante recuerda que son los cuestionamientos que planteó los que destacan. Por ejemplo, "fue uno de los pocos que durante los años 30 se hizo preguntas sobre la posibilidad de cuantificar la gravitación." Si el científico y militante comunista quedó relegado, es porque murió muy joven y no le dio tiempo de cimentar una teoría o una ecuación que hubiera pasado a la historia. Su compromiso político no ayudó tampoco, según Bustamante de la Ossa. Es muy reveladora la amistad que tuvo con el profesor de filosofía Georges Politzer, "con el que se sentía muy identificado porque además tenían como lugares comunes, eran ambos judíos y originarios de Europa Central o del Este, Hungría y Rumanía." Al conocerlo, Politzer ya era miembro del partido Comunista y es así como Solomon pudo integrarlo. Lo que influenció también su manera de pensar la física, es decir, a la luz del materialismo dialéctico, el marco intelectual comunista. Fueron precisamente sus amigos comunistas que recuperaron estos archivos y los conservaron cuando fue capturado y fusilado por los nazis en 1942. Judío y antifascista, fue arrestado por las "Brigadas especiales" que perseguían a los militantes comunistas tras haber sido denunciado. "Destino trágico" de Jacques Solomon, hijo de un padre que huyó del antisemitismo en Rumanía y que siguió investigando "hasta el final" Unos 84 años después de su asesinato, hay que leer esta biografía como una crónica de nuestra época, que ha reanudado con "la gramática de los años 30". "Es muy importante mostrar eso y mostrar hasta dónde nos puede llevar la guerra. Fue trágico en la época de Solomon y es trágico para nosotros." #EscalaenParís también está en las redes sociales Un programa coordinado por Florencia Valdés, Julia Courtois, realizado por Hadrien Toureaud y Stéphane Défossez.
En esta entrega, recuperamos la vida y la obra de un físico teórico francés muy activo en los años treinta del siglo pasado, cercano a los grandes debates de la física cuántica europea, militante político antifascista y comunista, que había quedado prácticamente en el olvido. Se trata de Jacques Solomon. Esto es posible gracias a las investigaciones de la física e historiadora colombiana Martha Cecilia Bustamante de la Ossa. Astrofísica e investigadora colombiana, nacida en Calarcá, Quindío, Martha Cecilia Bustamante de la Ossa ha dedicado décadas al estudio de la historia de la ciencia, en especial a los orígenes de la teoría cuántica en Francia. Su trabajo ha sido reconocido por la Academia de Ciencias de Francia gracias a su libro "En los albores de la teoría cuántica" y acaba de publicar en francés una obra monumental, tanto por su amplitud como por la relevancia de sus hallazgos: "Jacques Solomon. El destino trágico de un físico comprometido. Una maleta de manuscritos en la clandestinidad." Una biografía científica, intelectual y política de este físico comunista francés fusilado durante la Segunda Guerra Mundial. Una maleta "impactante" "Es un personaje bastante olvidado en la historia política y científica en Francia. Pero yo tuve la oportunidad de empezar a conocerlo cuando me encontré con su familia. Entrevisté a su esposa, Hélène, la hija del físico Paul Langevin, amigo privado de Einstein y a otros miembros de su familia", cuenta la autora. Estos archivos circularon hasta llegar a la sobrina nieta de Hélène Langevin-Joliot, esposa de Jacques Solomon. Fue quien le confió tres cajas con documentos inéditos, con una maleta muy "impactante". Estaba llena de documentos que "él produjo en la clandestinidad entre 1940 y 1942, cuando estaba organizando la resistencia universitaria y siempre iba con su una maleta con los documentos que iba trabajando. Esto me sorprendió muchísimo porque era un militante comunista, pero al mismo tiempo no dejó de ser investigador", recuerda la científica colombiana, que tardó 30 años en darle forma a este trabajo. La maleta muestra que Solomon investigaba temas especialmente relacionados con las matemáticas "porque él quería corregir ciertos problemas de teoría cuántica, la teoría cuántica relativista. Y él estaba haciéndose muchas preguntas sobre la cuantificación de la relatividad. Entonces él exploraba matemáticamente eso y también trabajó en física nuclear." Un científico que se quedó sin ecuación Si bien no hay una ecuación Solomon o una teoría Solomon, Martha Cecilia Bustamante recuerda que son los cuestionamientos que planteó los que destacan. Por ejemplo, "fue uno de los pocos que durante los años 30 se hizo preguntas sobre la posibilidad de cuantificar la gravitación." Si el científico y militante comunista quedó relegado, es porque murió muy joven y no le dio tiempo de cimentar una teoría o una ecuación que hubiera pasado a la historia. Su compromiso político no ayudó tampoco, según Bustamante de la Ossa. Es muy reveladora la amistad que tuvo con el profesor de filosofía Georges Politzer, "con el que se sentía muy identificado porque además tenían como lugares comunes, eran ambos judíos y originarios de Europa Central o del Este, Hungría y Rumanía." Al conocerlo, Politzer ya era miembro del partido Comunista y es así como Solomon pudo integrarlo. Lo que influenció también su manera de pensar la física, es decir, a la luz del materialismo dialéctico, el marco intelectual comunista. Fueron precisamente sus amigos comunistas que recuperaron estos archivos y los conservaron cuando fue capturado y fusilado por los nazis en 1942. Judío y antifascista, fue arrestado por las "Brigadas especiales" que perseguían a los militantes comunistas tras haber sido denunciado. "Destino trágico" de Jacques Solomon, hijo de un padre que huyó del antisemitismo en Rumanía y que siguió investigando "hasta el final" Unos 84 años después de su asesinato, hay que leer esta biografía como una crónica de nuestra época, que ha reanudado con "la gramática de los años 30". "Es muy importante mostrar eso y mostrar hasta dónde nos puede llevar la guerra. Fue trágico en la época de Solomon y es trágico para nosotros." #EscalaenParís también está en las redes sociales Un programa coordinado por Florencia Valdés, Julia Courtois, realizado por Hadrien Toureaud y Stéphane Défossez.
Documental que analiza el papel fundamental del primer ministro británico Winston Churchill durante la Segunda Guerra Mundial, así como los acontecimientos que lo convirtieron en un líder y un personaje clave en la liberación del mundo del fascismo.
A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!Um dos jogos antepassados do atual futebol era disputado em Florença, o Calcio Fiorentino (ou Storico), e neste nono episódio te contaremos um pouco não apenas da modalidade medieval, mas da História desta cidade e da região da Toscana!Desde os tempos etruscos até os partisanos da Segunda Guerra Mundial, passando pela Renascença e pelos grandes artistas que inspiraram as Tartarugas Ninja!Tudo com muita leveza, cultura e informação, além da coluna O Livro, do nosso amigo Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no primeiro mês do plano de saúde do seu pet na Petlove!*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, cupom válido até 31/07/2026. Não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.
Como um país que já perdeu dois terços do seu território se tornou uma das vozes mais nacionalistas da Europa? A resposta está em uma história marcada pela ocupação otomana, pelo domínio austríaco, pelo trauma do Tratado de Trianon e pela escolha de lutar ao lado do Eixo na Segunda Guerra Mundial. Gravado em julho de 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos. mondru.com/loja mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan
Durante a Segunda Guerra Mundial, os serviços de inteligência desempenharam papel decisivo nas operações de resistência e espionagem realizadas nos territórios ocupados pela Alemanha nazista. Entre os agentes que atuaram nesse cenário, Virginia Hall destacou-se por sua participação em missões clandestinas na França, organizando redes de resistência, coordenando sabotagens, transmitindo informações estratégicas e auxiliando na preparação de operações aliadas. Mesmo após perder parte de uma das pernas em um acidente antes da guerra, Hall conduziu algumas das mais arriscadas missões do conflito, tornando-se uma das agentes mais procuradas pela Gestapo. Sua trajetória evidencia a importância das atividades de inteligência para o esforço de guerra e o papel frequentemente invisibilizado de mulheres que atuaram em operações secretas durante o conflito. Convidamos Clara Schettini para analisar a atuação de Virginia Hall na resistência francesa, o funcionamento das redes de espionagem aliadas, os desafios enfrentados pelos agentes em território ocupado e o legado de uma das mais importantes espiãs da Segunda Guerra Mundial.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoria
La "Enciclopedia Oculta" de Guillermo Díaz explora planes extravagantes de la Guerra Fría. El espionaje y la obsesión por el enemigo generan proyectos insólitos que demuestran la realidad supera la ficción. La Operación Northwood (1962) desvela la propuesta de los Jefes del Estado Mayor de EE. UU. de ataques de falsa bandera en suelo americano para invadir Cuba, rechazada por Kennedy. El Proyecto Stargate de la CIA invierte 23 años y 20 millones de dólares entrenando psíquicos para espiar instalaciones soviéticas; se considera inútil. En la Segunda Guerra Mundial, Skinner propone misiles guiados por palomas. El prototipo funciona, pero el ejército lo rechaza por falta de credibilidad. El Proyecto X-Ray busca usar murciélagos con bombas incendiarias para atacar ciudades japonesas, cancelado por la bomba atómica. En los 60, la CIA lanza el Proyecto Acoustic Kitty, implantando un micrófono en un gato para espiar la embajada soviética. Durante la prueba, un taxi atropella al gato, ...
No dia 18 de Julho de 1956 foram aprovados os estatutos da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) pelo Decreto-Lei nº 40 690. Uma investigação das jornalistas do Expresso Christiana Martins e Luciana Martins, sobre os bastidores da criação desta fundação, revela um braço-de-ferro que acabou por ser vencido pela dupla Salazar/Azeredo Perdigão. Sempre houve duas maneiras de interpretar a vontade deixada em testamento por Gulbenkian e o certo é que, ao comemorar os 70 anos, a administração da FCG não tem ninguém da família do filantropo arménio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy, en Hora América, seguimos el rastro de uno de los capítulos más oscuros de la historia argentina: la llegada y el refugio de criminales nazis tras la Segunda Guerra Mundial. Adolf Eichmann, Josef Mengele y otros verdugos encontraron una segunda vida al otro lado del Atlántico, protegidos por redes de complicidades, documentos falsos y silencios que se prolongaron durante décadas. Hablamos de memoria, heridas, secretos y de la responsabilidad de quienes ayudaron, callaron o prefirieron no preguntar. Lo hacemos con la escritora argentina Viviana Rivero, que presenta Secretos de sangre, una historia que indaga en los vínculos entre una familia judía argentina y el nazismo. Viajamos también a México para conocer la vida de los feriantes y el valor cultural, económico y comunitario de las ferias patronales. Y cerramos recuperando la extraordinaria historia del Winnipeg, el barco fletado en 1939 gracias a Pablo Neruda para llevar a miles de refugiados republicanos españoles hasta Chile, una epopeya que ahora llega al cine de animación.Escuchar audio
Creadores: Emprendimiento | Negocios Digitales | Inversiones | Optimización Humana
En este episodio de Creadores Podcast, nos acompaña el reconocido especialista en biotipos y relaciones, Rodrigo García Platas, para desglosar la profunda crisis de identidad que afecta a hombres y mujeres en la actualidad. Shownotes00:00 - La verdad sobre las parejas hoy: ¿Por qué elegimos desde el trauma?02:10 - Por qué se volvieron virales las respuestas sin filtros de Rodrigo García Platas04:14 - Qué es la compatibilidad traumática y cómo arruina tu matrimonio05:54 - Cómo frenar la polarización extrema entre hombres y mujeres09:33 - El error de buscar satisfacción: Por qué una relación es sacrificio11:39 - Qué es el amor real: El absoluto regocijo por la existencia del otro15:10 - Los errores de la psicología deportiva: Expectativa vs. Compromiso real17:35 - Cómo hackear tu cerebro con dopamina para cumplir tus metas20:20 - Por qué no debes entrar a una relación esperando un pago transaccional24:42 - La crisis actual: La verdad sobre la destrucción de la masculinidad y feminidad28:16 - El origen histórico: Cómo la Segunda Guerra Mundial cambió los roles de género31:13 - La guía de la buena esposa (The Good Wives Guide): Lecciones del pasado33:28 - Tipos de amor biológico: El hombre hace cosas, la mujer habla35:36 - Por qué convencieron a las mujeres de que su magia no era relevante37:34 - Datos duros: Por qué las mujeres controlan el 80% del gasto mundial39:07 - Qué hacer cuando te tratan como hombre en el mundo corporativo41:59 - El secreto para volverte un titán: Cómo recibir la nutrición femenina43:58 - La dura realidad: A los hombres no se les respeta por ser inofensivos45:15 - Por qué la creación de la masculinidad es un proceso extremadamente solitario47:20 - Cómo sanar tu brújula interior: Mata a tu propio lobo arquetípico50:01 - Lista de pasos para crear estatus real (y por qué no depende del dinero)53:54 - Qué hacer para no perder tu dulzura si eres una mujer líder56:14 - La danza del masculino y el femenino: Las reglas de un baile de roles58:59 - Ejemplo real de polaridad: El día que construí la casita de mis hijos1:01:34 - Por qué las mujeres masculinas terminan teniendo hijos en lugar de parejas1:05:44 - Crianza inteligente: Cómo enseñar a tus hijos a procesar el dolor emocional1:09:25 - Cómo funciona la disonancia cognitiva en las relaciones tóxicas1:13:28 - La verdad sobre por qué las parejas heridas terminan casadas por 25 años1:16:17 - Qué hacer cuando te sientes solo en tu relación: El examen de conciencia profundo1:19:17 - Cómo pedir ayuda a tu pareja desde la vulnerabilidad y no desde el reclamo1:21:23 - El cierre: Por qué las parejas que crecen juntas se quedan juntas para siempre- Recibe 5% de descuento en tu suscripción de los mejores suplementos utilizando el código CREADORES en https://belevels.com/- Recibe acceso gratuito a mi lista de los 100 libros que transformarán tu vida aquí: https://www.creadores.co/newsletter-
Sabia que a democracia só ganhou a conotação positiva que hoje lhe atribuímos a partir da Segunda Guerra Mundial? Atualmente, cerca de 60% dos países vivem em regimes democráticos, mas será mesmo assim? No último episódio de Pedro Magalhães, o politólogo analisa as origens, os significados e o estado de saúde da democracia contemporânea.Embora a definição de democracia continue a não ser universal, existem condições mínimas a reunir para que um regime seja considerado democrático: eleições livres e competitivas, sufrágio universal e alternância de poder. Para muitos especialistas, há outros aspetos a ter em conta - tribunais independentes, liberdade de imprensa, direitos e liberdades de grupos minoritários são alguns deles.Neste episódio, abordam-se ainda outras questões: para que servem as eleições em regimes autoritários? E de que forma a polarização ou a desigualdade económica podem contribuir para o fim deste regime?Porque é importante estarmos atentos aos sinais de erosão democrática, e aos desafios que enfrentamos, não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISMøller, J., & Skaaning, S. E. «Seven Myths about Democracy» (Abingdon: Taylor & Francis, 2026) Nord, M., Altman, D., Fernandes, T., God, A. G., & Lindberg, S. I. «Democracy Report 2026: Unraveling The Democratic Era» (University of Gothenburg: V-Dem Institute, 2026) Dahl, R. A. «On democracy» (New Haven: Yale University Press, 1998) BIOSPedro MagalhãesInvestigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em Ciência Política pela Ohio State University, estuda e tem publicado livros e artigos sobre temas como a opinião pública e eleições, entre outros. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».
Europa ha vivido muy bien mientras Estados Unidos se hacía cargo de su protección. Con la Segunda Guerra Mundial, una gran parte quedó devastada y hubo millones de muertos y heridos. Los viejos imperios vivieron un proceso de descolonización y fue imposible avanzar en una defensa europea. Nuestra gran riqueza, que es la diversidad e historia, ha sido un factor que ha dificultado lograr una unidad de acción en temas militares o de política exterior. El interés de cada Estado ha acabado primando por encima de otras consideraciones.
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
Mucho se ha escrito sobre el final militar de la Segunda Guerra Mundial, pero poco sobre el laberinto protocolario y político que supuso la rendición incondicional alemana. Desde el cuartel general de Eisenhower hasta la pequeña Escuela Roja de Reims, revivimos los momentos clave que marcaron el fin del conflicto en Europa. Un relato sobre plumas estilográficas, mapas desfasados y oficiales que aún creían poder negociar su destino. ◼️ Edición Limitada Versus Vol.1 👉 https://go.ivoox.com/sq/3153351 ◼️ Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://casusbelli.top 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod 🎵 La música que aparece en este episodio está cubiertas por licencias privadas de Epidemic Sound, Jamendo, SUNO o SGAE SGAERRDDD/4/1074/1012, o están compuestos por Dani CarAn bajo Licencia Creative Commons Atribución – No Comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0) https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.es ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Diego Santilli evitó confirmar una candidatura a gobernador y afirmó que cree en “los proyectos colectivos”. Y explicó: “El proyecto es que la Argentina no vuelva atrás. Y para que la Argentina no vuelva atrás, yo estoy convencido de que el presidente tiene que reelegir”. Además, sostuvo: “Me apasiona la provincia, me encanta la provincia, tengo toda la vocación del mundo, pero es un proyecto colectivo”.Ignacio “Nacho” Torres se refirió a la posibilidad de incorporar colectoras y afirmó: “A mí no me transmitió nadie la posibilidad de tratar un proyecto que incorpore colectoras”. Y agregó: “Eventualmente lo vamos a discutir en el marco del bloque del PRO a nivel nacional. Creo que es importante que el PRO empiece a tener posiciones unificadas y no contradecirse según las diferencias que podamos tener de un distrito a otro”.Guillermo Viñuales analizó el recorrido político de Martín Insaurralde y afirmó: “Eso tiene dos cuestiones: la farándula y La Cámpora. Esto lo podemos resumir en el mundo de Jessica Cirio y Tinelli, y en el de Máximo Kirchner”. Y agregó: “Cuando Insaurralde fue a hablar con Máximo fue una rendición incondicional y ahí aparece todo el tema de Lotería. Ese es el punto clave cuando es designado jefe de Gabinete de la provincia de Buenos Aires”.Eduardo Gómez Naar, presidente de la Unión Industrial de Salta, advirtió sobre la situación del suministro de gas y afirmó: “Estamos con serios problemas, corte a cero en este momento en algunas industrias”. Y agregó: “Sabíamos que íbamos a tener un invierno difícil, pero pasaron de pagar alrededor de tres dólares el millón de BTU a más de veinte. Les es imposible. Están muy preocupados porque no tienen la previsibilidad de cuánto tiempo va a durar esto”.Donald Trump advirtió sobre el comunismo durante el acto por los 250 años de la independencia de Estados Unidos y afirmó: “El comunismo representa una amenaza mortal para la libertad estadounidense”. Y agregó: “Es la mayor amenaza que ha enfrentado nuestro país, superando incluso a la Primera y Segunda Guerra Mundial, a Pearl Harbor o al propio 11 de septiembre”. Concluyó: “No vamos a permitir que esto nos suceda”.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Un mesías convertido en villano, cazadores de fantasmas armados con detectores de última generación, un fondo marino convertido en polvorín químico de la Segunda Guerra Mundial y un acelerador de partículas que se apaga entre teorías de portales dimensionales. En esta tercera hora de Días Extraños viajamos de la Casa Blanca al Báltico, pasando por un acorazado encantado en Massachusetts y los túneles del CERN, para preguntarnos por qué cada vez más gente prefiere creer en lo increíble antes que confiar en lo establecido. Y cerramos, como siempre, con una rareza que conecta el pop de los 70 con una leyenda islandesa. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Cómo es posible que el imperio más sofisticado del mundo se dejara engañar durante décadas por un puñado de universitarios refinados? En este nuevo episodio de Antena Historia, nos adentramos en las brumosas calles de Cambridge, en los salones de té victorianos de Whitehall y en los pasillos de las cancillerías de la Guerra Fría para desentrañar la conspiración de espionaje más elegante, devastadora y fascinante del siglo XX: Los Cinco de Cambridge. Para el oyente español, educado en una tradición histórica donde las traiciones y los pronunciamientos solían ser ruidosos y de uniforme militar (como analizamos en su día en La Sanjurjada y el ruido de sables (1932)_8), el caso de esta red de agentes soviéticos nos resulta asombroso por su sutilidad de salón. No eran mercenarios ni vulgares delincuentes; eran la aristocracia intelectual de Gran Bretaña. Jóvenes privilegiados que, horrorizados por el colapso del capitalismo durante la Gran Depresión y la inacción de Occidente ante el auge del fascismo, decidieron entregar sus vidas y su patria a la mística del ideal comunista de Stalin. De la mano de Antonio Cruz Medina, analizamos la psicología, los triunfos estratégicos y el trágico ocaso de cinco personajes inolvidables: Harold "Kim" Philby: El cerebro imperturbable, el hombre que llegó a dirigir la sección antisoviética del propio MI6 mientras reportaba directamente al Kremlin. Donald Maclean: El diplomático brillante del Foreign Office, torturado por el peso de su doble vida y el alcohol. Guy Burgess: El torbellino caótico e impredecible que utilizó la indiscreción y la bohemia como el camuflaje perfecto. Anthony Blunt: El distinguido historiador del arte, primo de la reina madre, que guardó los secretos del Palacio de Buckingham. John Cairncross: El "quinto hombre", el brillante matemático de origen humilde cuyo resentimiento de clase lo convirtió en el espía más productivo de la Segunda Guerra Mundial. ------------------------------------------------------------------------------------ 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
El 5 de julio de 1950 murió Salvatore Giuliano, un bandolero e independentista siciliano, que ganó notoriedad en el desorden propiciado por la invasión de las fuerzas aliadas, en septiembre de 1943, durante la Segunda Guerra Mundial.
¿Cómo es posible que el imperio más sofisticado del mundo se dejara engañar durante décadas por un puñado de universitarios refinados? En este nuevo episodio de Antena Historia, nos adentramos en las brumosas calles de Cambridge, en los salones de té victorianos de Whitehall y en los pasillos de las cancillerías de la Guerra Fría para desentrañar la conspiración de espionaje más elegante, devastadora y fascinante del siglo XX: Los Cinco de Cambridge. Para el oyente español, educado en una tradición histórica donde las traiciones y los pronunciamientos solían ser ruidosos y de uniforme militar (como analizamos en su día en La Sanjurjada y el ruido de sables (1932)_8), el caso de esta red de agentes soviéticos nos resulta asombroso por su sutilidad de salón. No eran mercenarios ni vulgares delincuentes; eran la aristocracia intelectual de Gran Bretaña. Jóvenes privilegiados que, horrorizados por el colapso del capitalismo durante la Gran Depresión y la inacción de Occidente ante el auge del fascismo, decidieron entregar sus vidas y su patria a la mística del ideal comunista de Stalin. De la mano de Antonio Cruz Medina, analizamos la psicología, los triunfos estratégicos y el trágico ocaso de cinco personajes inolvidables: Harold "Kim" Philby: El cerebro imperturbable, el hombre que llegó a dirigir la sección antisoviética del propio MI6 mientras reportaba directamente al Kremlin. Donald Maclean: El diplomático brillante del Foreign Office, torturado por el peso de su doble vida y el alcohol. Guy Burgess: El torbellino caótico e impredecible que utilizó la indiscreción y la bohemia como el camuflaje perfecto. Anthony Blunt: El distinguido historiador del arte, primo de la reina madre, que guardó los secretos del Palacio de Buckingham. John Cairncross: El "quinto hombre", el brillante matemático de origen humilde cuyo resentimiento de clase lo convirtió en el espía más productivo de la Segunda Guerra Mundial. ------------------------------------------------------------------------------------ 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Cuando se observa la historia fuera del marco habitual que impone la hegemonía occidental, en ocasiones se puede uno encontrar con un relato sorprendentemente distinto. Es el caso de la Segunda Guerra Mundial. Para muchos la imagen más habitual que encontramos es la del conflicto europeo y principalmente centrado en la pugna entre Ingleses y Americanos contra Hitler. Ya vimos en su momento cómo esa especie de frente secundario que apenas se nombra en el cine y que se inició con la llamada Operación Barbarrossa, en realidad fue el mayor teatro de operaciones y el lugar donde realmente se decidió la suerte del tercer Reich. Pero hoy vamos más allá, vamos a desmontar quizá la idea de que la Segunda Guerra Mundial arrancó con la invasión alemana de Polonia. Nos vamos al extremo oriente donde los protagonistas de esta guerra comenzaron su historia mucho antes de Pearl Harbour, pero también incluso antes del ascenso de Hitler al poder en Alemania. Pero es más, vamos a poner sobre la mesa un elemento que hunde sus raíces mucho más profundamente en la historia. El motor último de esta terrible guerra que transformó las sociedades de todo el mundo y que une por desgracia inexorablemente a casi todos los contendientes: el racismo. Episodio remasterizado el 5 de julio de 2026. Emitido originalmente el 13 de octubre de 2019. Accede a más contenidos extra y haz posible la producción de El Abrazo del Oso pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! www.elabrazodeloso.es www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/el-abrazo-del-oso-podcast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Leitura Bíblica Do Dia: ROMANOS 8:12-21 Plano De Leitura Anual: JÓ 28–29; ATOS 13:1-25 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Minutos após Harry Truman, ex-presidente dos EUA, anunciar o fim da Segunda Guerra Mundial, um telefone tocou em um casebre de madeira, no Missouri. Uma mulher de 92 anos pediu licença para atendê-lo. Seu convidado a ouviu dizer: “Olá, sim, estou bem. Sim, ouvi o rádio. Agora venha me ver, quando puder, tchau”. Ela voltou-se ao seu convidado, dizendo: “Era o meu filho Harry. Ele é um homem maravilhoso, sabia que ele ligaria, pois sempre me liga no final de um grande momento”. Não importa o quanto tenhamos feito ou quantos anos se passaram, ansiamos por falar com nossos pais terrenos e ouvir suas palavras de afirmação: “Muito bem!” Podemos ser extrema mente bem-sucedidos, mas sempre seremos seus filhos ou filhas. Infelizmente, nem todos têm bom relacionamento com os pais terrenos. Mas, por meio de Jesus, podemos ter Deus como nosso Pai. Nós, cristãos, somos adotados na família de Deus, pois “o Espírito de Deus, [nos] adotou como seus próprios filhos” (ROMANOS 8:15). Somos agora herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (v.17). Não falamos com Deus como escravos, mas com a liberdade de usar o nome familiar que Jesus usou em Sua hora de necessidade: “Aba, Pai” (v.15; Marcos 14:36). Você tem boas notícias ou necessidades? Clame ao seu Pai celestial. Por: MIKE WITTMER Que notícias ou necessidades você deseja compartilhar com seus pais terrenos? O que contar ao seu Pai eterno? Deus o ouve!
Un cuerpo sin vida, una identidad inventada y un plan tan absurdo que parecía imposible que funcionara. En plena Segunda Guerra Mundial, los aliados apostaron por una mentira que podía cambiarlo todo. Y lo más inquietante no es que colara, es hasta qué punto seguimos sin conocer todos los detalles. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Silverstone no es solo un circuito… es el lugar donde comenzó la historia de la Formula 1. En este nuevo episodio de Más Allá del Paddock, Pia Ramos te lleva a descubrir por qué este trazado es considerado la cuna del Gran Circo y uno de los escenarios más emblemáticos del automovilismo.Desde sus orígenes como un aeródromo de la Segunda Guerra Mundial hasta convertirse en el hogar de curvas legendarias, récords históricos y el corazón de la Motorsport Valley, aquí encontrarás todo lo que necesitas saber antes del Gran Premio de Gran Bretaña.Además, te contamos datos que pocos conocen, los secretos de Silverstone y hasta qué llevar si algún día tienes la oportunidad de vivir este fin de semana en persona. ¡Prepárate para disfrutar una de las carreras más especiales de toda la temporada!
¿Sabes exactamente qué es un “One-Hit-Wonder”? Seguramente estés muy familiarizado con este término en la industria musical. Se trata de ese artista o grupo que, casi por arte de magia, alcanza un éxito brutal a nivel mundial con un único tema que suena en todas las emisoras, pero que nunca jamás logra repetir ese nivel de popularidad en el resto de su carrera. Pasan a la historia por una sola obra y luego desaparecen. Pero, ¿crees que en el mundo tan técnico y complejo del diseño del automóvil existen también los “One-Hit-Wonders”? La respuesta es un rotundo sí. ¿Cómo es posible que alguien trace una línea perfecta y luego se hunda en la absoluta intrascendencia? Hoy vamos a rescatar a esos genios que, tras tocar el cielo con un solo coche, terminaron diseñando objetos mundanos. En la historia del automóvil todos conocemos de sobra a los grandes titanes del diseño: Bertone, Gandini, Giugiaro, Pininfarina. Son creadores inagotables con listas de éxitos larguísimas. Sin embargo, existe otra estirpe muy peculiar de diseñadores. En el sector del motor esto es especialmente cruel. Diseñar un coche no es solo dibujar algo bonito; es una pelea a muerte con la física, con los costes de producción y con los ingenieros. Pasar de diseñar el superdeportivo más codiciado del planeta a terminar trazando el frontal de un coche económico o electrodomésticos tiene que ser un golpe al ego dificilísimo de digerir. Nuestra historia de genialidades fugaces comienza justo después de la Segunda Guerra Mundial. Estados Unidos quería el "Coche del Mañana", y Preston Tucker encargó a George S. Lawson envolver un chasis demencial. Lawson diseñó para el Tucker 48 una carrocería con un coeficiente aerodinámico asombroso de 0.27, integrando el mítico "ojo de cíclope" direccional y medidas de seguridad impensables en aquella época. Tras peleas internas, abandonó el proyecto y su rastro se perdió. El hombre que aterrorizó a Detroit no volvió a pisar la élite automotriz. Años más tarde, BMW bordeaba la quiebra y necesitaba un milagro. El conde alemán Albrecht von Goertz fue el elegido para trazar el legendario BMW 507. Goertz concibió una obra de artesanía en aluminio de una belleza tan arrebatadora que obligaba a moldear cada panel a mano. El resultado era espectacular, pero sus inmensos costes de producción casi hunden a la marca. Tras este innegable éxito estético absoluto, Goertz terminó diseñando pianos Steinway, cámaras fotográficas y hasta mobiliario de oficina. El diseño japonés también tiene sus propios héroes. En 1967, Satoru Nozaki demostró que Japón no solo copiaba a Occidente creando el brillante Toyota 2000GT. Nozaki diseñó una silueta extremadamente baja y fluida, logrando que un coche japonés fuera considerado por primera vez una verdadera obra de arte a nivel global. Sin embargo, tras firmar este hito histórico, Nozaki fue absorbido por la gigantesca jerarquía corporativa de Toyota y nunca volvió a firmar una obra maestra con su nombre propio. En 1970, el futurismo extremo tomó forma gracias a Paolo Martin, trabajando para Pininfarina. Usando el chasis de un Ferrari de carreras, creó el asombroso Ferrari Modulo. No era un coche, era una declaración de guerra a cualquier convención: sin puertas convencionales, con un techo completo que se deslizaba hacia adelante y ruedas totalmente carenadas. Está también el caso de la cumbre técnica: el McLaren F1 de 1992. Gordon Murray fue el indudable padre intelectual, pero Peter Stevens fue quien esculpió su perfecta carrocería de materiales aeroespaciales para ser estable a 390 kilómetros por hora sin grandes alerones. Tras tocar el techo absoluto de la automoción, el cruel destino industrial llevó a Stevens a trabajar en el restyling de la decadente MG Rover, intentando poner faldones modernos a coches ya desfasados. Y no podemos olvidar a Ken Okuyama. En el año 2004 logró lo impensable: ser el primer diseñador no italiano en liderar la creación de un Ferrari de serie. Rompió con las curvas clásicas y apostó por la funcionalidad aerodinámica extrema para crear el Ferrari Enzo, un verdadero shock visual. Aunque posteriormente fundó su propia firma de diseño, su gran impacto en la cultura popular global quedó congelado en aquel preciso e irrepetible instante. En definitiva, estos fascinantes relatos nos enseñan que, en el diseño de coches, a veces los astros se alinean con un presupuesto generoso, una marca audaz y un artista inspirado. Lo verdaderamente difícil en este despiadado sector no es llegar a la cima una vez, sino conseguir quedarse en ella cuando la industria exige dejar de soñar y empezar a hacer números. Estos nombres ya tienen su lugar eterno en el olimpo, aunque solo haya sido por el destello de un solo coche.
El RMS Nova Scotia se hundió en plena Segunda Guerra Mundial tras ser torpedeado en el océano Índico, pero la tragedia no terminó bajo el agua. Cientos de supervivientes quedaron a la deriva durante horas, expuestos al sol y al miedo. Lo que ocurrió después convirtió aquel naufragio en uno de los episodios más estremecedores de la historia marítima. Sharkfest vuelve a National Geographic con una programación especial dedicada al gran depredador del océano. Nuevos documentales, imágenes impactantes y expertos nos acercan a un animal fascinante y todavía lleno de misterios. Domingos, a partir del 5 de julio, a las 18.00h, en National Geographic WILD, con una selección especial disponible también en NG NOW. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Mucho antes de la Segunda Guerra Mundial, de hecho durante la Primera Guerra Mundial, Alemania inició la primera campaña de bombardeo estratégico del mundo. En un intento de desmoralizar al pueblo de Gran Bretaña, a principios de 1915, un dirigible zepelín alemán arrojó bombas sobre la ciudad de Great Yarmouth, en Norfolk. Fue el comienzo de una campaña que duró dos años y medio y en la que murieron 1.500 personas. Timewatch reexamina el olvidado Blitz.
Hay películas bélicas. Hay películas de Tarantino. Y luego está Inglourious Basterds, una obra que coge la Segunda Guerra Mundial, la mete en una coctelera cargada de tensión, humor negro, violencia estilizada y diálogos imposiblemente buenos... y la convierte en algo completamente único. En este programa nos adentramos en una de las películas más aclamadas de la filmografía de Quentin Tarantino. Analizamos su peculiar estructura narrativa, sus inolvidables escenas de suspense y la forma en la que reescribe la historia con una mezcla de descaro, cinefilia y absoluto talento. Por supuesto, dedicamos buena parte del programa a uno de los villanos más fascinantes de la historia del cine: el coronel Hans Landa. La interpretación de Christoph Waltz sigue siendo una auténtica lección de interpretación, capaz de resultar encantador y aterrador en la misma frase. También hablamos de los Bastardos liderados por Aldo Raine, del carisma de Shosanna, de la importancia del lenguaje dentro de la película, de sus referencias cinematográficas y de cómo Tarantino consigue mantener al espectador pegado a la pantalla durante secuencias larguísimas donde, aparentemente, solo hay gente hablando... hasta que deja de haber solo gente hablando. Debatimos sobre su lugar dentro de la filmografía del director, sobre su controvertida revisión histórica y sobre por qué, más de quince años después, sigue siendo una de las películas más queridas y revisadas por los aficionados al cine. Junto a Tony, Antonio Alcaide y el Mamado Lidel, repasamos cada detalle de esta explosiva carta de amor al séptimo arte, en una charla llena de análisis, curiosidades, risas y mucho cine. Porque pocas películas pueden presumir de contener algunas de las mejores escenas de tensión jamás rodadas... y al mismo tiempo una de las venganzas más satisfactorias de la historia del cine. Au revoir, Shosanna. Mas plataformas https://bio.link/laguaridadelsith
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 26:30–27:8 Plano De Leitura Anual: ESTER 6–8; ATOS 6 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando a Câmara dos Comuns do Reino Unido foi bombardeada na Segunda Guerra Mundial, o primeiro-ministro Winston Churchill disse ao Parlamento que deviam reconstruir conforme o projeto original. A planta devia permitir que os políticos se movimentassem pelo centro, permitindo que a Esquerda e Direita se olhassem face a face, exigindo cuidadosa reflexão antes de seus pronunciamentos. Churchill concluiu: “Nós moldamos os nossos edifícios e, depois, eles nos moldam”. Deus parece concordar. Sete capítulos de Êxodo (25–31) instruem sobre a construção do tabernáculo, e mais seis (35–40) descrevem como Israel o fez. Deus se importava com a adoração deles. Quando o povo entrava no pátio, era deslumbrado pelo ouro reluzente e as cortinas coloridas do tabernáculo (26:1,31-37). O altar do holocausto (27:1-8) e a bacia de água (30:17-21) lembravam-lhes o custo do perdão. O tabernáculo tinha um candelabro (25:31-40), uma mesa com pão (25:23-30), um altar de incenso (30:1-6) e a arca da aliança (25:10-22). Cada item com grande significado. Deus não fornece instruções detalhadas para o local da nossa adoração como fez com Israel, mas a adoração hoje não é menos importante. Nosso corpo é o templo separado para a Sua habitação. Que tudo o que fizermos lembre-nos de quem Ele é e o que Ele faz. Por: MIKE WITTMER
A Taça Jules Rimet não era apenas um troféu de ouro; ela representava o ápice do orgulho esportivo global e o sonho de cooperação internacional por meio do futebol. Concebida em 1928 pelo presidente da FIFA, Jules Rimet, e esculpida por Abel Lafleur, a estatueta de ouro maciço e pedras semipreciosas enfrentou uma trajetória incomum, marcada por episódios de perseguição policial e geopolítica. Durante a Segunda Guerra Mundial, o troféu foi ocultado da Gestapo pelo dirigente italiano Ottorino Barassi dentro de uma caixa de sapatos sob sua própria cama. Décadas mais tarde, em 1966, foi furtada em Londres e recuperada de forma impressionante pelo cão Pickles em um jardim residencial. Contudo, após o Brasil conquistar a posse definitiva com o tricampeonato em 1970, o pior cenário se concretizou em solo carioca. Em dezembro de 1983, criminosos invadiram a sede da CBF no Rio de Janeiro e subtraíram a relíquia através de uma vulnerabilidade na estrutura traseira da vitrine. As investigações policiais indicaram que o troféu foi derretido em uma fundição clandestina, extinguindo o símbolo físico da maior conquista do futebol nacional. Neste vídeo, a Brasil Paralelo detalha os bastidores históricos, as falhas de segurança e o destino obscuro dos envolvidos em um dos crimes mais marcantes do esporte mundial.
Durante la Segunda Guerra Mundial, Jack Churchill combatió en el frente con un arco largo, una espada y su inseparable gaita, desafiando cualquier lógica militar de la época. Participó en operaciones reales contra las tropas nazis y está considerado la única persona con una baja confirmada con arco en ese conflicto. Su figura, a medio camino entre lo insólito y lo histórico, rompe con la imagen convencional de la guerra moderna. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/QQWsulCfhc4 +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ En el Programa con Héctor Soler DE @CurioseaHistoria3 analizamos la increíble historia real de Richard Sorge, nombre en clave “Ramsay”, uno de los mejores espías de todos los tiempos. Oficial del GRU soviético de origen germano-ruso, se infiltró en la embajada alemana de Tokio como periodista “nazi” del Frankfurter Zeitung. Gracias a su red de informantes, advirtió con precisión milimétrica la fecha de la Operación Barbarroja y confirmó que Japón NO atacaría Siberia. Esa información permitió a Stalin trasladar 18 divisiones siberianas de élite que detuvieron a los alemanes a las puertas de Moscú en diciembre de 1941. Sin Sorge, la capital soviética habría caído y la Segunda Guerra Mundial habría tenido un curso muy distinto. A pesar de sus servicios decisivos, Stalin lo abandonó por completo. La policía secreta japonesa (Kempeitai) lo detuvo en octubre de 1941 y fue ahorcado el 7 de noviembre de 1944. Solo en 1964 la URSS le concedió póstumamente el título de Héroe de la Unión Soviética. En este programa junto a Héctor Soler desmontamos mitos, contamos la historia sin adornos y sacamos las lecciones que siguen vigentes hoy: la buena inteligencia sigue decidiendo guerras. Lo vimos en 1941 y lo seguimos viendo en los campos de batalla de Ucrania, donde la diferencia entre victoria y derrota muchas veces no está en los tanques, sino en quién sabe primero lo que va a hacer el enemigo. ¿Crees que un solo agente puede cambiar el curso de una guerra? Cuéntame en comentarios. SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis #RichardSorge #EspíaDelSiglo #SalvóMoscú #ProgramaConHéctorSoler #HéctorSoler #HistoriaMilitar #SegundaGuerraMundial #Espionaje #InteligenciaMilitar #Bellumartis #Ucrania #Geopolitica #HistoriaReal #ConflictoActual Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669
Neste episódio Prof.Vítor Soares e Alexandre Nickel explicam de forma clara e descontraída a impressionante transformação do Japão após a Segunda Guerra Mundial. O debate gira em torno de como o país, após sofrer a devastação das bombas atômicas e o colapso de sua ideologia imperialista, conseguiu se reerguer e mudar completamente sua imagem global. Longe de ser um plano friamente calculado, a ascensão japonesa é analisada sob a ótica da forte influência geopolítica e do suporte financeiro dos Estados Unidos durante o contexto da Guerra Fria.Não esqueçam de dar uma passadelas lá no nosso apoia.se/historiaprosbrother !
Fue una de las estrategias más épicas de la URSS en la Segunda Guerra Mundial, y no se pegó un tiro. El traslado a los Urales, a Siberia o a la frontera china, fue una operación de proporciones gigantescas que intuía una guerra larga donde la producción industrial sería la que apoyaría la resistencia soviética durante el 41 y el 42, y las grandes batallas ofensivas que solo pararían una vez conquistado Berlín. Esaú R. y Dani CarAn te cuentan cómo se organizó , como se transportó, y como se reconstruyeron complejos fabriles enteros que fueron desmontados y transportados en unas sobrecargadas líneas de ferrocarril. ◼️ Edición Limitada Versus Vol.1 👉 https://go.ivoox.com/sq/3153351 ◼️ Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://casusbelli.top 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod 🎵 La música que aparece en este episodio está cubiertas por licencias privadas de Epidemic Sound, Jamendo, SUNO o SGAE SGAERRDDD/4/1074/1012, o están compuestos por Dani CarAn bajo Licencia Creative Commons Atribución – No Comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0) https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.es ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÁLATAS 5:13-18 PLANO DE LEITURA ANUAL: NEEMIAS 1–3; ATOS 2:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Meu tio Evandro foi consistentemente homenageado e reconhecido por seu amor a Deus e por servir aos outros. Em nenhum lugar isso se tornou mais óbvio do que durante o serviço militar na Segunda Guerra Mundial, onde ele serviu como oficial médico que vai à batalha sem portar armas. Ele recebeu altas honras militares por sua bravura, mas foi mais lembrado por sua compaixão, durante e após a guerra. A abnegação dele personificou o desafio de Paulo aos gálatas quando lhes disse: “vocês, irmãos, foram chamados para viver em liberdade. Não a usem, porém, para satisfazer sua natureza humana. Ao contrário, usem-na para servir uns aos outros em amor” (GÁLATAS 5:13). Mas como? Em nossa fragilidade, tendemos a nos colocar em primeiro lugar, e não os outros. De onde vem esse altruísmo contrário à natureza humana? O apóstolo Paulo nos encoraja: “Tenham a mesma atitude demonstrada por Cristo Jesus” (FILIPENSES 2:5). Paulo descreve a disposição de Cristo de até mesmo experimentar a morte na cruz por causa do Seu grande amor por nós. Somente à medida que o Seu Espírito produz a mente de Cristo em nós é que somos separados e capacitados a nos sacrificar pelos outros, correspondendo ao sublime sacrifício de Jesus quando se entregou por nós. Que possamos ceder à obra do Espírito em nós. Por: BILL CROWDER
Hay un libro que Knut Hamsun escribió para demostrar que no estaba loco (en un manicomio). Se trata de Por senderos que la maleza oculta. Lo escribe Hamsun en el manicomio donde lo recluyen tras la Segunda Guerra Mundial, castigado por apoyar a los nazis que han invadido su país, Noruega. Hamsun tenía más de 80 años. Era premio Nobel de Literatura y el intelectual más admirado de Noruega, hasta que su apoyo al invasor lo convirtió en un traidor. El Estado noruego intentó perdonarlo haciendo creer a la gente que estaba senil, y él, para demostrar que no, escribió en los márgenes de los periódicos una obra maravillosa. Durante los cien años siguientes, sus obras «desaparecían» de las librerías. Todo el país lo leía, aunque nadie lo admitía de cara al público. Amado y odiado al mismo tiempo. Nos lo cuenta el escritor Juan Soto Ivars. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Hoy hablaremos de la gelatina, ese postre tembloroso que va de los banquetes antiguos a las fiestas infantiles; hablaremos de Carl Jung, sus sueños, símbolos, arquetipos y sombras interiores; conmemoraremos el desembarco de Normandía que cambió el rumbo de la Segunda Guerra Mundial; y recorreremos la historia del fútbol, desde juegos antiguos como el episkyros y el harpastum hasta el fútbol moderno.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante la Segunda Guerra Mundial, Nancy Wake operó dentro de la Resistencia francesa y se convirtió en uno de los objetivos prioritarios de la Gestapo. Su capacidad para moverse en territorio ocupado y coordinar acciones clave la consolidó como una de las agentes más eficaces del bando aliado. Su historia refleja el papel decisivo del espionaje en contextos de guerra. Y descubre más secretos del mundo que no imaginabas en National Geographic y Disney+. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Edgar Cayce, conocido como el profeta durmiente, afirma utilizar estados hipnóticos para curar a los enfermos y ver el futuro. Se dice que Cayce predijo el crack bursátil de Wall Street de 1929, la Segunda Guerra Mundial y el asesinato de JFK. Su aura aviva el miedo en torno a su predicción más aterradora de todas: el fin del mundo. En la Antigua Grecia, el Oráculo de Delfos es el principal profeta del mundo antiguo.
Tras un naufragio en la Polinesia, un billete de diez dólares no sirve de nada; el chocolate o el Spam de tus raciones de emergencia sí. En el frente de la Segunda Guerra Mundial, el desabastecimiento convirtió a los nutrientes en la verdadera divisa. Con raciones de arroz y carne seca, el ejército estadounidense podía reclutar a cientos de locales para construir infraestructuras críticas, como los aeródromos de los bombarderos B-29. El dinero no lo es todo, especialmente cuando la comida es escasa. ◼️ Edición Limitada Versus Vol.1 👉 https://go.ivoox.com/sq/3153351 ◼️ Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://casusbelli.top 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod 🎵 La música que aparece en este episodio está cubiertas por licencias privadas de Epidemic Sound, Jamendo, SUNO o SGAE SGAERRDDD/4/1074/1012, o están compuestos por Dani CarAn bajo Licencia Creative Commons Atribución – No Comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0) https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.es ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! ¿Qué ocurre cuando la mayor maquinaria de guerra naval de la historia se vuelve innecesaria de la noche a la mañana? En este episodio de Antena Historia, nos sumergimos en el colosal dilema al que se enfrentó Estados Unidos tras la Segunda Guerra Mundial: desmovilizar una armada de miles de barcos, incluidos sus 25 míticos acorazados supervivientes. Analizamos la asombrosa logística de este "gran desguace", desde los buques condenados a fundirse como chatarra y los secretos químicos de la "flota en naftalina" (cocooning), hasta el trágico y espectacular destino de los colosos de acero que fueron sacrificados bajo el fuego de las bombas atómicas en las pruebas de Bikini. Una historia de nostalgia, ingeniería extrema y el nacimiento de la era nuclear que cambió las reglas del juego para siempre. ¡Dale al play y leva anclas con nosotros! -------------------------------------------------------------------------------------- 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Descubre en este podcast el mayor secreto vasco de la Segunda Guerra Mundial: el Proyecto Airedale o Comando Rothschild. La OSS de Estados Unidos (agencia precursora de la actual CIA) adiestró a una fuerza paramilitar de élite formada por gudaris del Batallón Gernika, tras un pacto secreto del PNV y el lehendakari José Antonio Aguirre. En el castillo de Rothschild cerca de París, aprendieron contrainsurgencia, sabotaje, manejo de explosivos y técnicas de "muerte silenciosa" con armas como la Welrod y el instructor William E. Fairbairn. Analizamos cómo la incipiente Guerra Fría salvó al dictador Franco y cómo este entrenamiento táctico norteamericano terminó instruyendo, de forma involuntaria, a los primeros comandos embrionarios de ETA
A Batalha de Stalingrado, travada entre 1942 e 1943, foi um dos confrontos mais decisivos e sangrentos da Segunda Guerra Mundial. Inserida na ofensiva alemã em direção ao sul da União Soviética, a campanha tinha como objetivo garantir o controle de importantes recursos estratégicos e interromper as linhas de abastecimento soviéticas. O que começou como uma tentativa de captura rápida da cidade transformou-se em uma prolongada guerra de atrito marcada por combates urbanos intensos, enormes perdas humanas e condições extremas para soldados e civis. A resistência soviética, seguida pela Operação Urano e pelo cerco do 6º Exército alemão, alterou profundamente o curso da guerra na Frente Oriental, representando uma derrota estratégica da Alemanha nazista e abrindo caminho para uma série de ofensivas soviéticas que avançariam em direção a Berlim. Convidamos Vinicius Moraes para analisar o contexto militar e político da Batalha de Stalingrado, as estratégias adotadas por ambos os lados, a experiência dos combatentes em um dos cenários mais brutais do conflito e o significado dessa batalha para os rumos da Segunda Guerra Mundial.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaDe 03/06 a 07/06 sua compra no PIX te dá 5% de desconto a mais e você ganha brindes cumulativos. Compras acima de 399 têm frete grátis. Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore