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CNPC mantiene monitoreo sobre posible cilón en el GolfoEl consumo de alcohol provoca 2.6 millones de muertes al año: OPS La humedad influye en la sensación térmica Más información en nuestro podcast#grc
C'est l'histoire tragique d'un jeune couple qui a défrayé la chronique dans les années 90 : Florence Rey et Audry Maupin. L'histoire de deux étudiants amoureux qui se transforment le temps d'une soirée invraisemblable en Bonnie & Clyde parisiens… Amants… et militants 17 mars 1994. Les banderoles de l'UNEF flottent au-dessus du cortège qui défile dans les rues de la capitale. Audry et Florence reconnaissent parmi les membres du syndicat quelques étudiants de Nanterre. Ils se saluent de loin, d'un signe de la main. Mais les deux amoureux ne les rejoignent pas. Audry a tenu à défiler dans les rangs de la CNT, la confédération nationale du travail : une coalition révolutionnaire et anarcho-syndicaliste. Audry et Florence crient des slogans anticapitalistes et brandissent un panneau sur lequel est écrit en grosses lettres noires : "Le travail tue !" Un podcast Bababam Originals Ecriture : Claire Loup Voix : François Marion, Lucrèce Sassella Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hay momentos en la historia en los que un proyecto político deja de ser una promesa y empieza a ser puesto a prueba. Eso fue lo que ocurrió en España durante el primer bienio de la Segunda República. Tras la ilusión inicial de 1931, el gobierno presidido por Manuel Azaña se lanzó a una transformación profunda del país: reformas en la educación, en el Ejército, en la propiedad de la tierra, en las relaciones laborales y en la propia relación entre el Estado y la Iglesia. Era un intento ambicioso de modernizar España, de acercarla a las democracias europeas, pero también un proceso que tocaba intereses muy arraigados y que despertó resistencias en todos los frentes. Porque mientras el gobierno avanzaba en su programa reformista, la tensión crecía dentro y fuera de las instituciones. Desde sectores conservadores, monárquicos y parte del Ejército, se empezó a conspirar contra la República, culminando en el fallido golpe del general José Sanjurjo en 1932. Al mismo tiempo, desde la izquierda revolucionaria, organizaciones como la CNT cuestionaban el propio sistema republicano, protagonizando huelgas, insurrecciones y episodios dramáticos como los de Casas Viejas. España entraba así en una espiral de polarización, donde cada reforma generaba una respuesta, cada avance provocaba un conflicto y la joven República comenzaba a desgastarse en medio de una creciente lucha por definir su futuro.
Hay momentos en la historia en los que un proyecto político deja de ser una promesa y empieza a ser puesto a prueba. Eso fue lo que ocurrió en España durante el primer bienio de la Segunda República. Tras la ilusión inicial de 1931, el gobierno presidido por Manuel Azaña se lanzó a una transformación profunda del país: reformas en la educación, en el Ejército, en la propiedad de la tierra, en las relaciones laborales y en la propia relación entre el Estado y la Iglesia. Era un intento ambicioso de modernizar España, de acercarla a las democracias europeas, pero también un proceso que tocaba intereses muy arraigados y que despertó resistencias en todos los frentes.Porque mientras el gobierno avanzaba en su programa reformista, la tensión crecía dentro y fuera de las instituciones. Desde sectores conservadores, monárquicos y parte del Ejército, se empezó a conspirar contra la República, culminando en el fallido golpe del general José Sanjurjo en 1932. Al mismo tiempo, desde la izquierda revolucionaria, organizaciones como la CNT cuestionaban el propio sistema republicano, protagonizando huelgas, insurrecciones y episodios dramáticos como los de Casas Viejas. España entraba así en una espiral de polarización, donde cada reforma generaba una respuesta, cada avance provocaba un conflicto y la joven República comenzaba a desgastarse en medio de una creciente lucha por definir su futuro.
Scandale à la CNT : des pièces surfacturées jusqu'à 24 fois leur prix…« des sommes qui auraient pu acheter de nouveaux autobus », martèle le ministre Osman Mahomed by TOPFM MAURITIUS
Alberto de Oliveira Martins foi um anónimo que se deixou levar pelos ventos da história e que, no final da sua vida, decidiu contar o que viveu com a ajuda de uma velha máquina de escrever que o filho lhe ofereceu. Alberto nasceu em Portugal durante a Primeira Guerra Mundial, viveu a chegada da ditadura, combateu o franquismo na guerra civil de Espanha, foi preso num campo de internamento em França na Segunda Guerra Mundial e esteve detido nas prisões salazaristas em Portugal. Tudo isso escreveu nas suas memórias no final dos anos 80. Quarenta anos depois, o seu filho, Joaquim, partilhou o texto com o historiador Victor Pereira que foi à procura dos rastos desta história invulgar. O resultado é um livro intitulado “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” [“Os Cadernos de Alberto. Do Porto à Guerra de Espanha”] que vai ser publicado em Maio em França, pela editora Chandeigne & Lima, e sobre o qual estivemos à conversa com Victor Pereira. RFI: Do que fala o livro “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” ? Victor Pereira, Autor e historiador: “Há mais de um ano, Joaquim de Oliveira Martins veio ter comigo dizendo que o pai tinha combatido durante a Guerra de Espanha e que tinha combatido na coluna Durruti, uma coluna dirigida pelo próprio Durruti, que foi um dos mais célebres anarquistas espanhóis. Disse-me que o pai dele tinha combatido lá e que no fim da vida, isto é, no fim dos anos 80, ele tinha escrito não propriamente um livro, mas umas Memórias que, depois, ele me emprestou para eu ler. É um relato fantástico de uma vida que começa em 1915 no Porto e cujas Memórias acabam em 1943,1944, quando regressa a Portugal. O que eu fiz foi convencer - e não foi muito difícil -a Anne Lima da editora Chandeigne & Lima para publicar este texto, que é inédito e há muito poucas obras sobre a participação de portugueses na Guerra de Espanha. O que eu fiz foi ir aos arquivos em Portugal, em Espanha e em França para tentar encontrar rastos da vida dele, pensando que ele tinha vivido várias aventuras pouco comuns. Encontrei documentos, nomeadamente no Arquivo da Guerra Civil de Espanha, em Salamanca, e fui encontrando várias coisas sobre ele. Muitas vezes, eram coisas que não parecem importantes, como recibos de consulados portugueses em Espanha, e fui conseguindo conferir o que ele dizia porque ele escreveu 40, 50 anos depois e a memória distorce um pouco os eventos. Então, o livro é feito das memórias dele e de uma introdução minha que é bastante longa que é uma introdução biográfica com o que eu consegui encontrar nos arquivos nos vários países para compreender o percurso pouco comum dele.” Há dois textos no mesmo livro: o texto de Alberto de Oliveira Martins, que ele escreveu como testemunho autobiográfico, e a investigação do historiador Vítor Pereira sobre este anónimo... “É isso mesmo. São dois textos. Começa com o meu, mais ou menos 200 páginas, baseado no texto dele, nos arquivos, nas memórias de pessoas que combateram na Guerra de Espanha. Ele combateu numa frente em Aragão, com milicianos que vinham de Barcelona. Li muitas coisas sobre esse combate à volta de Saragoça, onde ele esteve mais. Depois, ele tem o que aconteceu com milhares de espanhóis quando os republicanos foram perdendo a guerra e houve a Retirada, isto é, a entrada de 475.000 pessoas que atravessaram a fronteira entre a Catalunha espanhola e a francesa. Ele faz parte desse milhares de pessoas e é internado num campo de internamento em França. Depois regressa a Portugal e é preso no Aljube. Então, eu vou também contando a história dele, a história de outras pessoas, nomeadamente portugueses, que combateram na Guerra de Espanha e também das pessoas que foram presas durante os anos 1940, 41 em Portugal - no Aljube e em Caxias. Depois, há o texto dele, que começa na infância até quando ele tem mais ou menos 30 anos.” A história de Alberto de Oliveira Martins também ilustra um ângulo morto da História? A história dos portugueses que lutaram na guerra civil de Espanha não é uma história muito conhecida, pois não? “Não é muito conhecida. Foram menos de dez portugueses que escreveram sobre a guerra que eles fizeram e, muitas vezes, são Memórias muito politizadas, o que é bastante normal. Há Memórias de um comunista, há Memórias de um anarquista, alguns textos biográficos de pessoas republicanas. São pessoas mais cultas que contam isto do ponto de vista da mobilização política.” Pode dizer-nos nomes? “Por exemplo, o anarquista Manuel Firmo, o comunista Francisco Ferreira, o Jaime Cortesão, o Jaime de Morais. Foram textos que foram publicados desde os anos 70 até há pouco tempo, como o texto de Jaime de Morais que foi publicado pela Cristina Clímaco e Heloísa Paulo. Mas, no caso de Alberto, ele já está em Espanha e é bastante por acaso que ele vai começar a guerra. Então, ele não tem uma visão muito politizada e, por exemplo, quando se compara com outros textos de memórias de espanhóis, franceses ou de outras pessoas que combateram na guerra, eles têm uma visão muito ideológica. Alberto conta muito a vida quotidiana dos combatentes, o esforço para comer não muito mal, as brincadeiras entre soldados, como eles ouviam a rádio. É o relato da guerra por um homem, isto é, ele não faz um grande discurso sobre a guerra, ele conta o seu quotidiano de combatente. Então, são muito poucos os relatos [de portugueses] sobre esta guerra, ainda menos por pessoas não politizadas e que não estão a tentar legitimar o que eles fizeram ou não fizeram. É um relato do quotidiano.” Na introdução, o Victor Pereira escreve que “ele não parte para Espanha em nome de um ideal antifascista”, mas “é apanhado pela guerra quando já está em Espanha”. Por outro lado, quando está na guerra, ele não faz dos soldados heróis e até fala da confraternização com soldados do campo adversário. Isto vai ao encontro do que acaba de dizer, não é? “Sim, sim. Muitas vezes há muito essa imagem da Guerra de Espanha que foi uma guerra que mobilizou as opiniões públicas ocidentais em França, Portugal. Na minha introdução, falo sobre como é que a Guerra de Espanha também foi uma guerra quase interna a Portugal. Podemos realçar quando, em Julho de 1937, há uma tentativa de atentado a Salazar que falha e o objectivo das pessoas que tentaram matar Salazar era para tentar enfraquecer o campo nacionalista espanhol porque Salazar foi um grande apoio desde o início aos insurrectos espanhóis e a Franco. O Alberto de Oliveira Martins não tem essa visão politizada. Por exemplo, há uma parte onde ele escreve que quando começou a guerra civil, havia uma aldeia que estava do lado nacionalista e a aldeia ao lado estava do lado republicano e os combatentes dos dois lados conheciam-se pessoalmente. Por vezes, odiavam-se há vários anos, até há várias décadas, mas o que ele conta é que, por vezes, há jovens soldados que estavam muito perto uns dos outros e o que eles fizeram foram pactos dizendo: ‘Olha, não vamos matar ninguém. Vamos atirar para o ar. Assim, os nossos oficiais pensam que nós estamos a combater'. Às vezes, até falavam uns com os outros e faziam estes pactos de paz muito localizados. Isso não aparece tanto nos outros textos porque o que aparece é uma luta de vida e de morte entre o fascismo e antifascismo. Então, ele foca coisas que muitas vezes não são focadas nas memórias da Guerra de Espanha.” Mas de que lado lutou Alberto de Oliveira Martins? “No início, quando ele está em Espanha, ele não tem sorte, como aconteceu a milhares de pessoas. Ele encontra-se num comboio que vai até Saragoça. Saragoça foi tomada pelos militares rebeldes que depois vamos chamar os franquistas. Eles querem imobilizá-lo no campo dos franquistas e ele foge. Algumas semanas depois, ele encontra-se com o próprio Durruti, um dos chefes dos anarquistas que impediu os militares de tomarem o poder em Barcelona. Em 19 e 20 de Julho de 1936 há luta nas ruas de Barcelona, o Durruti e outros camaradas da CNT (do Movimento Anarquista) conseguem domar a tentativa de golpe de Estado e, a partir de 24 de Julho vão milhares de catalães e anarquistas até Saragoça para tentar libertar Saragoça, que tinha sido ocupado pelos militares. Ora, ele estava numa aldeia onde chega o Durruti e o Durruti dá-lhe uma arma e ele vai seguir e vai combater durante quase três anos. A coluna Durruti vai ser uma das mais conhecidas da guerra de Espanha e ele vai combater durante três anos em Aragão, depois na Catalunha. Como é um jovem de 1m80, bastante esperto, bastante ágil, que toda a gente considera que espanhol, ele vai participar em acções de sabotagem no curso de guerrilhas. Então, ele vai combatendo, ainda que ele não tenha ido para combater. Foi a guerra que foi ter com ele. Estando na guerra, ele combate até ao fim, até Janeiro de 1939.” Temos noção de quantos portugueses participaram nesta Guerra Civil Espanhola? “Isso é muito difícil. Há, desde os anos 80, alguns estudos, nomeadamente do César Oliveira, também de Cristina Clímaco sobre o exílio português em França e em Espanha. Há vários números, por vezes 500, vai subindo até 2.000, alguns estudos até falam em mais, e estou a falar do lado dos republicanos, aqueles que ajudaram a República espanhola a lutar contra as tropas franquistas. Muitas vezes fala-se em alguns milhares, 2.000, talvez mais. Um dos grandes problemas - como no caso do Alberto que nunca é referido como português e o nome dele aparece em castelhano nos arquivos - nas listas de nomes ninguém pode saber se são portugueses. Talvez muitos mais portugueses tenham combatido durante a Guerra de Espanha, mas eram considerados espanhóis e havia antes da guerra mais de 20.000 até 30.000 portugueses que estavam a trabalhar na Galiza, na Extremadura, na Andaluzia, sobretudo. Então, houve provavelmente muitos portugueses que combateram e nós não sabemos. Depois temos os portugueses que estão em Espanha, os voluntários que foram combater do lado do Franco. São os chamados ‘Viriatos' e na literatura histórica aparece que foram 8.000, 10.000, alguns até dizem 20.000. Há alguns anos, um militar português, Varela Gomes, disse que provavelmente não eram assim tantos, provavelmente eram 2.500. Por isso, o problema da quantificação é um problema ainda em aberto. Imagino que vão ser precisos muitos anos para saber melhor.” Falou na busca de de arquivos, na recolha de rastos, de memórias. Eu suponho que tenha sido um processo rico em surpresas. Como é que foi esse percurso que o levou a viajar entre a França, a Espanha e Portugal? “Então, foi como um detective, como um polícia. Eu tinha o texto dele, eu sabia que ele foi preso duas vezes nos anos 30, em Espanha, que foi expulso uma vez para Portugal em 1934. Eu sabia que ele tinha sido preso pela PVDE, isto é, a polícia política portuguesa antes da PIDE, e a partir daí fui procurando arquivos de documentação. O mais óbvio era o processo dele no arquivo da PIDE, na Torre do Tombo, em Lisboa, o que era um processo complicado no sentido que ele é preso quando regressa a Portugal em 1940 e, obviamente, ele não vai dizer a verdade à polícia política porque se dissesse a verdade seria enviado para o Tarrafal, o campo de internamento que foi criado em 1936 e para onde foram enviados opositores republicanos, opositores comunistas, anarquistas. A partir de 1930 e 1940, todos os portugueses que foram presos e que tinham combatido na Guerra de Espanha foram enviados para o Tarrafal em condições muito difíceis e alguns morreram em Cabo Verde. Então, obviamente que ele mente e, para mim, era uma fonte complicada, porque eu sei à partida que ele vai mentir. O que ele diz nas Memórias permite compreender isto. Depois, ele conta que em 1932 e 1936 ele vive em Espanha, faz uns biscates, vai mudando muitas vezes de sítio e isso foi uma missão que foi muito demorada. Vi toda a documentação sobre os consulados portugueses em Barcelona, em Sevilha, em Córdoba, em sítios onde eu sabia que ele tinha passado. Para mim, foi uma grande alegria quando, um dia, vendo um conjunto de recibos que eram as ajudas que os consulados portugueses davam a portugueses indigentes ou com poucos meios, reconheci a assinatura dele no recibo! Depois fui vendo vários recibos e, muitas vezes, eram recibos de cinco pesetas, 12 pesetas, o que era bastante pouco dinheiro, mas consegui saber onde ele estava e em que dia. Em Espanha, estive também no arquivo mais importante para qualquer historiador da Guerra Civil que é o Arquivo de Salamanca, que agora se chama o Centro de Documentação da Memória Histórica de Salamanca. O que se passou é que quando as tropas de Franco chegavam a uma cidade ou a uma aldeia, eles iam logo buscar os arquivos dos sindicatos, dos partidos políticos, das câmaras e quando as câmaras eram de esquerda, republicanas, ficavam com toda a documentação e depois enviavam para Salamanca. Em Salamanca, havia pessoas, muitas vezes militares e outros, que liam toda a documentação e faziam fichas: ‘um tal foi chefe do sindicato da CNT, outro foi socialista e foi presidente da Câmara tal, combateu em tal milícia'. Fizeram fichas que depois permitiam às forças de repressão do Franco encontrarem as pessoas quando estavam em Espanha, julgá-las, prendê-las e, às vezes, executִá-las. Nós não podemos esquecer que o Franco organizou uma repressão duríssima durante a guerra e, ainda depois da guerra, houve dezenas de milhares de espanhóis que foram mortos. Foi ali que encontrei, por exemplo, as notas da Coluna Durruti sobre os milicianos que eram pagos e encontrei várias vezes o nome dele [Alberto de Oliveira Martins]. Depois fui a Córdoba, onde ele tinha sido preso, fui a Valência e encontrei documentos, em alguns sítios não encontrei nada, mas pelo menos tentei. Ele também esteve em França num campo de internamento e, em França, encontrei algumas coisas sobre o internamento dele. Muitas vezes, quando se faz uma biografia, faz-se uma biografia de uma pessoa conhecida que deixa muitos documentos ou deixa muitos rastos. Neste caso, foi ter alguma imaginação para encontrar um rasto dele em documentos que podem parecer pouco importantes, mas que se tornaram muito importantes e pertinentes para compreender a trajectória dele.” Na introdução, fala sobre o texto como “raro e precioso”, “único” até. O que é que este relato de Alberto de Oliveira Martins tem de tão especial para o fascinar ao ponto de lhe dedicar vários meses de investigação? “Em primeiro, é que temos muito poucos relatos de portugueses que combateram na Guerra de Espanha, apesar da importância que foi a Guerra de Espanha e da importância que teve em Portugal. Só isto é importante. Depois, o Alberto de Oliveira Martins emigrou para Espanha e quase não conhecemos nada sobre a emigração dos portugueses em Espanha, quando os portugueses, eram 30.000 em 1930. Havia muita emigração temporária, sazonal, de pessoas do Alentejo, do Algarve, que iam para Espanha. É uma coisa que conhecemos muito mal. Ele também participou numa campanha das vindimas em França em 1934 e eu nunca tinha lido nada sobre portugueses em França nas vindimas. O que é muito importante é que, muitas vezes, quando conhecemos essa história dos emigrantes ou dos combatentes, muitas vezes temos a visão do Estado quando há pessoas que são presas, julgadas, temos relatos do polícia, do juiz, do cônsul. Para mim era muito rico porque era uma pessoa que falava da vida dele na primeira pessoa. Eu podia saber o que ele pensava, porque é que ele tinha feito isto, tinha feito aquilo. É o que nós chamamos, em História, a história dos subalternos, dos pobres, dos operários, das mulheres pobres, dos migrantes. Temos muito poucos relatos na primeira pessoa porque as pessoas não escrevem e muitas pessoas não sabiam escrever. Este é um caso raro de um português nascido em 1915, que emigra, que combate, que está em França no início da Segunda Guerra Mundial e que é um dos raros a escrever e nós conseguimos ter um rasto desse documento.” É resgatar a voz histórica de um anónimo? “Sim, ele é um anónimo e, muitas vezes, a História é feita com reis, rainhas, Salazar, Marcello Caetano, Mário Soares, Álvaro Cunhal. O que me interessou muito foi escrever a vida de um anónimo. Nas minhas próprias investigações sobre a emigração portuguesa em França, eu já tinha visto o nome dele numa lista que eu tinha encontrado no arquivo da PIDE sobre os portugueses presos que se encontravam em campos de concentração em França em 1940. Eu vi dezenas de nomes e quando comecei a leitura apercebi-me que esse nome me dizia qualquer coisa. Para mim é muito importante porque é um anónimo que fala na primeira pessoa. Não são outras pessoas que falam por ele, que escrevem sobre a vida dele. Por isso, foi muito importante para mim, para a editora e para o filho que me deu o texto que nós pudéssemos publicar o texto dele.”
Pedro Fernández Barbadillo, Pedro Corral y Nuria Richart repasan cómo fue la rendición de Madrid, el final de la Guerra Civil española. El podcast de historia de Libertad Digital, Desmemoria Histórica, viaja al 26, 27 y 28 de marzo de 1939, a esos últimos días del Madrid republicano, escenario de luchas intestinas entre comunistas y casadistas, los republicanos opositores a Negrín, o donde actuaban sin tapujos los servicios secretos nacionales, el SIPM. Rememoramos ese acto militar extraoficial ante las ruinas del Hospital Clínico, en el que, en un minuto, los republicanos entregan la capital a las tropas nacionales. Acto militar de la rendición de Madrid Hay una escena con la que arranca este episodio de Desmemoria Histórica que lo resume todo y que está recogida en el libro La guerra encubierta. El teniente coronel Joaquín Zulueta, jefe del II Cuerpo del Ejército republicano, informa a su superior, el coronel Segismundo Casado, de que cientos de sus soldados están en tierra de nadie confraternizando con el enemigo. Guitarras, botas de vino y canciones populares. Zulueta ha ido a hablar con el jefe de las tropas nacionales del sector del Parque de la Bombilla para frenar aquella verbena. La respuesta del oficial nacional es lapidaria: es inútil intentarlo, "los soldados ya han hecho la paz". Casado, al recibir el parte, le dice a su subordinado: "Déjeles que sigan disfrutando, porque además nos están dando una lección". Era el 27 de marzo y cuatro días después se emitía el último parte de guerra.Por una rendición honrosa Ya en el otoño de 1938, tras la Batalla del Ebro, algunos militares republicanos saben que la guerra está perdida. Lo que viene a continuación es una sublevación militar contra el Gobierno de Juan Negrín. La noche del 5 al 6 de marzo de 1939 el coronel Segismundo Casado, jefe del Ejército de Centro, junto con el general Miaja, el socialista Julián Besteiro, sectores de la CNT y lo que quedaba de los partidos republicanos no alineados con la URSS se sublevan. Forman el Consejo Nacional de Defensa para conseguir "una paz honrosa". En una alocución en Unión Radio Besteiro dice: "El Consejo Nacional de Defensa quiere impedir que el Gobierno de la España republicana caiga definitivamente en poder del comunismo que tiraniza al pueblo".Republicanos contra comunistas Lo que sigue es algo que no encaja en la Memoria Democrática de Pedro Sánchez: la última batalla de la Guerra Civil no la libran republicanos contra franquistas, sino republicanos contra comunistas. Durante una semana, del 8 al 12 de marzo, Madrid se convierte en un cruento campo de batalla con casi 250 muertos, fusilamientos sumarísimos y heridos rematados. Los comunistas se hacen con el Parque del Capricho, la posición Jaca, detienen a tres tenientes coroneles del Estado Mayor de Casado y los fusilan en El Pardo. Los casadistas responden con cañonazos desde los altos del hipódromo contra Nuevos Ministerios, donde resiste el último reducto rojo. Mientras todo esto ocurre, Negrín y los dirigentes comunistas huyen en avión desde Monóvar.Besteiro se queda. Los demás, huyen Casado en colaboración con la Quinta Columna preparan la llegada de los sublevados a Madrid. Se disuelve el SIM y se abren las cárceles. Pero cuando las tropas nacionales entran en Madrid, Valencia, Ciudad Real y Albacete, a quienes se encuentran en las prisiones es a los comunistas. Ahí les deja el Consejo Nacional de Defensa que sí había liberado a los presos del otro bando. Luego serán juzgados y algunos condenados a muerte por Franco. Dice Pedro Corral: "Alguien debería explicarle esto a la Comisión de la Verdad presidida por el exjuez Baltasar Garzón. ¿En qué cajón de la Memoria Democrática encajan los comunistas fusilados encarcelados por los socialistas?" El 28 de marzo, el Consejo de Defensa abandona Madrid. Casado, Miaja y los suyos llegan a Valencia, pasan a Gandía y embarcan en un buque inglés rumbo a Marsella. Julián Besteiro, en un gesto que merece más reconocimiento del que recibe, se niega a marcharse. Sabe lo que le espera. Dos catedráticos de Derecho, quintacolumnistas, velan por él hasta que es detenido esa tarde. Morirá en la cárcel de Carmona en septiembre de 1940. Tenía casi setenta años y había dedicado su vida a frenar la deriva revolucionaria del PSOE de Largo Caballero. El 1 de abril de 1939 Franco firma el último parte de guerra en Burgos. Luego se mete en la cama una semana. Tenía gripe.
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
Our first guest this season is Lale Arikoglu, the Director of Special Projects at Condé Nast Traveler and host of the award-winning Women Who Travel podcast.Lale has been working as Condé Nast Traveler editor for the past ten years, and her reporting has taken her from horseback riding in Patagonia and hiking in the Andes to sailing down the Amazon River, chasing the Iditarod in Alaska, and clubbing in Kosovo.If you're interested in working with Condé Nast, don't miss this episode: Lale gives tips on how to pitch her, what she looks for in the pitch, and how the current moment informs the types of stories she's looking to champion at the magazine.This season, we want to hear from you! Send us a short note with your name, where you're calling in from, and an answer to two questions:What gives YOU hope in this moment in timeWhich place you are going to nextWe'll run your answers at the end of the season in our Community Voices episode! To participate, fill out this form OR send us a short audio clip (an iPhone voice recording is just fine!) to hello@goingplacesmedia.com by Monday, April 27.Going Places is an audience-supported platform. Today, I want to invite you to become a paid member, so that we can continue doing this work in the months to come.Join us for as little as $6 a month and get the perks like getting on a group call with Yulia every month to ask questions, get advice, and be in community with each other.Visit us at goingplacesmedia.com to learn more.Thanks to our Founding Members:RISE Travel Institute, a nonprofit with a mission to create a more just and equitable world through travel educationRadostina Boseva, a film wedding photographer with an editorial flair based in San FranciscoWhat you'll learn in this episode:What fuels Lale's reporting right nowWhat it was like for Lale crossing borders with her Turkish fatherWhat our show's concept (travel through a decolonial lens) means to LaleDiscussions inside the editors' room: borders, visa equity, and the privilege of travelWhat Lale learned from interviewing women like Tracee Ellis Ross & Brooke ShieldsLale's tips on how to pitch Condé Nast TravelerLale answers our listeners' questionsFeatured on the show:Follow Lale on Instagram: @lalehannahRead Lale's Istanbul article, In Charismatic Istanbul, the Past Still Shapes the PresentRead Yulia's article edited by Lale, In Okinawa, the Enduring Legacy of Bingata TextilesListen to the Women Who Travel podcastCheck out this Brooke Shields episode, this Antarctica episode with Preet Chandhi, and this episode where Lale interviewed YuliaCheck out CNT pitching guidelinesGoing Places is a reader-supported platform. Get membership perks like a monthly group call with Yulia at goingplacesmedia.com!For more BTS of this podcast follow @goingplacesmedia on Instagram and check out our videos on YouTube!Please head over to Apple Podcasts and SUBSCRIBE to the show. If you enjoy this conversation, please share it with others on social and don't forget to tag us @goingplacesmedia!And show us some love, if you have a minute, by rating Going Places or leaving us a review wherever you listen. You'll be helping us to bend the arc of algorithms towards our community — thank you!Going Places with Yulia Denisyuk is a show that sparks a better understanding of people and places near and far by fostering a space for real conversations to occur. Each week, we sit down with travelers, journalists, creators, and people living and working in destinations around the world. Hosted by Yulia Denisyuk, an award-winning travel journalist, photographer, and writer who's worked with National Geographic, The New York Times, BBC Travel, and more. Learn more about our show at goingplacesmedia.com.
Real Bitcoin was just sent to the Cardano blockchain as a native token — no bridge, no wrapping, no custodian. The Charms protocol uses recursive zero-knowledge proofs to “beam” assets between Bitcoin and Cardano trustlessly. On March 18, 2026, eBTC (Enchanted Bitcoin) landed on Cardano as a CNT. Weeks earlier, ADA, SNEK, and USDM were beamed from Cardano to Bitcoin.In this video, I break down exactly how Charms works, why Cardano's eUTXO model was the foundation for the protocol, and what this means for Bitcoin DeFi on Cardano. Plus updates on the Pyth Oracle hackathon, Strike perpetuals launch, and Midnight's mainnet launch week.
Ana Isabel Rojo Martin, responsable del sector de la limpieza en CNT, habla sobre las condiciones especialmente penosas del sector y su discriminación
Des « faits troublants » révélés dans un rapport interne à la CNT: le HR Manager suspendu…une enquête en cours, affirme le directeur Harvin Soonarane by TOPFM MAURITIUS
Dans cette émission de DégenréE on accueille des camarades de la FSU, de la CNT et de Solidaires. Iels sont organisé·e·s en intersyndicale féministe pour proposer une fois par an une formation syndicale sur la grève féministe. Le but de... Continue Reading →
Trois receveurs de la Compagnie Nationale de Transport (CNT) ont été suspendus à la suite de la diffusion d'une vidéo devenue virale sur les réseaux sociaux, les montrant endormis dans un lieu public. Les employés concernés contestent toutefois les accusations portées contre eux, selon lesquelles ils auraient consommé des substances illicites ou qu'ils auraient été sous l'influence de l'alcool. Faisant le point sur l'évolution du dossier, le directeur de la CNT, le Dr Harvin Soonarane, a indiqué que des charges provisoires ont été officiellement retenues contre les trois receveurs. Les lettres détaillant ces charges leur ont été remises hier. Conformément aux dispositions du Workers' Rights Act, ces receveurs disposent d'un délai légal pour soumettre leurs explications. Une fois ces éléments reçus, la direction procédera à une évaluation avant de décider de la marche à suivre, dans le respect des procédures et du cadre légal en vigueur.
Transport public – Malaise à la CNT : trois employés suspendus après une vidéo controversée by TOPFM MAURITIUS
Agression d'un receveur de la CNT : son épouse réclame justice by TOPFM MAURITIUS
Une nouvelle affaire de violence impliquant un employé du transport public ravive les inquiétudes autour de la sécurité des travailleurs du secteur. Une vidéo diffusée sur les réseaux sociaux montre l'agression physique d'un receveur de la Compagnie Nationale de Transport (CNT), qui aurait été violemment pris à partie par des parents d'une élève à la suite d'une altercation survenue plus tôt. Les faits se seraient produits à St-Julien d'Hotman, mercredi dernier, après les heures de classe. Cet incident s'inscrit dans un contexte déjà tendu après la diffusion d'une première vidéo montrant un différend verbal entre des collégiennes et le receveur. Au-delà de cet épisode précis, cette agression relance avec force le débat sur la protection des travailleurs du transport public, de plus en plus exposés à des actes de violence dans l'exercice de leurs fonctions. Du côté des employés, la tension est à son comble. Kishore Bhola, receveur et ancien représentant des travailleurs de la CNT, dénonce la recrudescence des agressions visant chauffeurs et receveurs. Il évoque plusieurs incidents récents et avertit que des actions de protestation pourraient être envisagées si aucune mesure concrète n'est prise pour garantir la sécurité des travailleurs. Même inquiétude au niveau syndical. L'Union of Bus Industry Workers (UBIW), par la voix de son secrétaire Alain Kistnen, affirme que la situation est devenue alarmante pour les employés du transport public. Il annonce la tenue, la semaine prochaine, d'une réunion regroupant les victimes et les travailleurs concernés, afin de décider des prochaines actions à entreprendre, qu'elles soient pacifiques ou syndicales, en l'absence de réponses claires des autorités. Réagissant à la situation, le directeur de la CNT, Harvin Soonarane, a exprimé l'espoir que le Bus Services Bill permette de renforcer le cadre légal et d'assurer une meilleure protection des travailleurs du transport public face aux agressions.
Receveur de la CNT agressé : il raconte sa version by TOPFM MAURITIUS
Occupational therapy in the NICU is one of the most specialized and sensitive practice areas in our profession. The transition from traditional clinical settings to the high-stakes, high-tech environment of neonatal care requires a fundamental shift in how we approach both assessment and intervention.Whether you are an OT looking to move into the NICU or a pediatric therapist wanting to better understand the early medical history of the infants on your caseload, this course will walk you through essential neuroprotective strategies that optimize long-term outcomes.You'll leave more confident in navigating the complexities of neonatal care—from performing specialized assessments to implementing interventions that protect the developing brain. Joining us for this course is neonatal therapist and lactation consultant, Nicole Bazinet, MS, OTR/L, IBCLC, CNT, NTMTC who will share hard-earned advice from her years in this setting.In this course, we will cover:OT assessmentCommon interventionsPartnering with parentsYou will leave this course empowered to support our tiniest patients and their families during this critical window of development.See full course details here:https://otpotential.com/ceu-podcast-courses/how-to-plan-a-great-ot-sessionSee all OT CEU courses here:https://otpotential.com/ceu-podcast-coursesSupport the show by using the OTPOTENTIAL Medbridge Code:https://otpotential.com/blog/promo-code-for-medbridgeTry 2 free OT Potential courses here:https://otpotential.com/free-ot-ceusSupport the show
Agression d'un receveur dans un bus de la CNT, « Si pena aksyon pou protez bann travayer, nou pou desann lor simin », avertit Kishore Bhola by TOPFM MAURITIUS
Incendie au garage de la CNT : le ministère annonce des mesures de sécurité by TOPFM MAURITIUS
Fue ejecutado en 1942 por pertenecer a la CNT y combatir con el ejército republicano
Guest: Kathryn (Kati) C. R. Knudsen, PT, MPT, CNT, PCS, DCS, CLEEarn 0.1 ASHA CEU for this episode with Speech Therapy PD: https://www.speechtherapypd.com/courses/pts-and-feeding-in-the-nicuDid you know Physical Therapists can play a vital role in feeding and PO readiness in the NICU? They sure can! If you're curious about the unique expertise they bring to the table, this episode is for you.Join Michelle Dawson, MS, CCC-SLP, CLC, BCS-S, as she chats with Kathryn C. R. Knudsen, PT, MPT, CNT, PCS, DCS, CLE—affectionately known as “Kati”—a NICU PT with more than 25 years of experience. Kati shares her journey into neonatal care, explores the specialized training PTs receive to support oral readiness, and offers insight into how they help caregivers who are learning to chest feed or bottle feed their little ones.You'll also hear about the effects of Neonatal Opioid Withdrawal Syndrome (NOWS) on feeding development and how collaborative care between SLPs and PTs can make a real difference. This episode is a powerful example of interprofessional teamwork, with the shared goal of helping babies and caregivers thrive.Show Notes:Find Local Assistance: https://www.findhelp.org"Welcome to Holland" Poem: https://www.emilyperlkingsley.com/welcome-to-hollandAbout the Guest: Kati Knudsen has practiced as a pediatric physical therapist since 1996 and as a therapist in the NICU since 1999. Kati served as lead therapist for two NICUs at sister hospitals in Portland, Oregon for 10 years, and continues to work per diem for these hospitals while serving as an account manager for Dr. Brown's Medical. She has obtained certifications in neonatal therapy, pediatric physical therapy, lactation education, neurodevelopmental treatment, infant massage, developmental care, and transportation of children with special needs to better support infants and families. Kati has published articles about support for preterm and medically fragile infants and spoken nationally and internationally on improving the care of infants in the NICU. Kati serves as the therapy representative on the Vermont Oxford Network Multidisciplinary Advisory Council and is a founding member, past co-chair, and past treasurer of the Neonatal Therapy Certification Board. Kati saw patients in NICU follow-up clinic for more than 25 years where she also helped to redesign care to make it more accessible to families. Kati's overall goal with her professional activities is to support improved long-term outcomes for medically fragile infants and their families.Follow First Bite: https://linktr.ee/FirstBitePodcast?utm_source=linktree_profile_share<sid=1571047e-c5cf-4d4a-8cc6-08ec5871aeb5Spotify: https://open.spotify.com/show/36kfA1xbU156vHPilALVoJ?si=c187e347d3984b45Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/first-bite/id1399630680
CNT : neuf ans sans comptes, selon Osman Mahomed by TOPFM MAURITIUS
Want more MTM Vegas? Check out our Patreon for access to our exclusive weekly aftershow! patreon.com/mtmvegas Want to work with us? Reach out! inquiries at mtmvegas dot com Episode Description This week Retro Escapes a massive "decades themed" park was announced for Las Vegas. While this new Vegas theme park project does not have land or solid investment, it has an experienced design team, tons of concept art and a dream. Is this project going to make it to the finish line or is just another Vegas "dream project" that will never happen? In other news the Las Vegas Aces have won their 3rd championship in four years. At the same time UNLV is already bowl eligible starting the season 6-0. This comes at a time when concession prices at Vegas sports venues are going down! We also discuss: a $5K ghost hunting casino competition, the best hotels in Vegas, an update on the Guitar Tower, No Doubt coming to the Sphere and why Golden Gate's open bar promotion is proving to be very popular. Episode Guide 0:00 Flooding again in Vegas 0:25 Best hotels in Las Vegas according to CNT 2:35 Cheaper food/drink prices at Vegas sports venues 4:17 UNLV's incredible season so far - Bowl eligible already! 5:48 Alien Conference coming to Pahrump 7:25 $5K ghost hunting giveaway at El Cortez 9:03 Golden Gate's open bar & free play plus juicy rumor 11:10 Las Vegas Aces are WNBA champions once again 13:00 Guitar Tower Update - This thing is HUGE 14:29 The views from Hard Rock's guitar tower 15:19 Retro Escapes - A new Vegas theme park? 17:21 Is Retro Escapes a project that could actually be built? 18:35 Sphere lands No Doubt 20:40 Has the Vegas Sphere finally hit its stride? Each week tens of thousands of people tune into our MtM Vegas news shows at http://www.YouTube.com/milestomemories. We do two news shows weekly on YouTube with this being the audio version. Never miss out on the latest happenings in and around Las Vegas! Enjoying the podcast? Please consider leaving us a positive review on your favorite podcast platform! You can also connect with us anytime at podcast@milestomemories.com. You can subscribe on Apple Podcasts, Google Podcasts, Spotify or by searching "MtM Vegas" or "Miles to Memories" in your favorite podcast app. Don't forget to check out our travel/miles/points podcast as well!
Hoje, Daniel Bayer e João Carvalho fazem uma singela homenagem aos 30 anos do jogo do Hugo no Brasil. No final acaba tendo um plot twist que ninguém poderia imaginar.FINANCIE ESTE VACILO:apoia.se/decrepitosAssine o plano BOGA VIVA e participe do nosso GRUPO SECRETO NO TELEGRAM!MANDA PIX:livepix.gg/decrepitosPARTICIPE PELO E-MAIL:ouvinte@decrepitos.comANUNCIE COM A GENTE:comercial@decrepitos.com
'Las Seis de La Suiza' amanecen hoy en la prisión de Asturias, seis sindicalistas de la Confederación Nacional del Trabajo (CNT) que han sido condenadas a tres años y medio de cárcel por obstrucción a la justicia y coacciones al dueño de una pastelería de Gijón (La Suiza) en 2017. Según detalla la sentencia, la empleada, tras la apertura de juicio oral contra su pareja, dejó su empleo y entró en contacto con el sindicato, quienes iniciaron "una campaña de presión sobre el empleador y su familia".El abogado de 'las seis de La Suiza', Evaristo Pérez Bango, ha visitado Las Mañanas de RNE . Relata que tras esas conversaciones se planteaba por parte del sindicato la retirada de la denuncia a la pareja de la trabajadora, "esa es la base del delito contra la Administración de Justicia, entienden que se coaccionaba al empresario para que retire la denuncia". Ha afirmado que "debería haberse suspendido la entrada en prisión", añade que "no tienen antecedentes penales y recogen todos los requisitos para que desde el principio se les dé el tercer grado", que ya lo han solicitado. La vicepresidenta segunda del Gobierno y ministra de Trabajo y Economía Social, Yolanda Díaz, ha adelantado que se pondrá "al servicio" de las sindicalistas condenadas para poder ayudarlas: "A través del comité federal de la CNT continúan hablando con Díaz para un posible indulto si las otras medidas no fuesen aceptadas", concluye. Escuchar audio
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur la succession du Dalaï-lama et la création du parti politique d'Elon Musk. Côte d'Ivoire : arrestation d'un membre influent du CNT malien Arrêté à Abidjan, Mamadou Awa Gassama, membre du Conseil national de transition du Mali, est accusé d'« outrage au chef de l'État » et « incitation à la haine ». Que lui reprochent les autorités ivoiriennes ? Avec Serge Daniel, correspondant régional de RFI sur le Sahel. Dalaï-lama : pourquoi la Chine veut s'immiscer dans sa succession ? À l'occasion de ses 90 ans, le Dalaï-lama, chef spirituel des bouddhistes tibétains, a réaffirmé son autorité exclusive sur le choix de son successeur, défiant frontalement Pékin qui revendique un droit de regard sur cette nomination. Pourquoi le Parti communiste chinois veut-il intervenir dans le processus de succession qui relève du domaine religieux ? Quelles sont les règles traditionnelles pour désigner le successeur du Dalaï-lama ? Avec Heike Schmidt, journaliste au service international de RFI. États-Unis : les ambitions politiques d'Elon Musk En rupture avec Donald Trump, Elon Musk a annoncé la création d'un nouveau mouvement politique : le Parti de l'Amérique. Sachant qu'il ne pourra pas se présenter à la présidentielle, quel est donc son objectif ? Le milliardaire a-t-il un programme politique ? États-Unis : Elon Musk peut-il casser le bipartisme politique américain ? « Nous vivons dans un système à parti unique, pas dans une démocratie », a déclaré Elon Musk sur son réseau social X en présentant son nouveau parti politique, le Parti de l'Amérique. Cette initiative peut-elle mettre fin au système bipartite américain ? Avec Françoise Coste, historienne et professeure d'études américaines à l'Université de Toulouse Jean-Jaurès.
L'exploitation des immenses réserves de fer des monts du Simandou pourrait marquer un tournant décisif pour l'économie guinéenne. Estimées à près de 8 milliards de tonnes de minerai, ces réserves font l'objet de discussions depuis trois décennies. Les autorités prévoient une entrée en production pour la fin de l'année 2025, présentant ce projet comme la vitrine de leur ambition économique. (Rediffusion) Face au manque de transparence, la population guinéenne, qui a connu les désillusions de l'exploitation de bauxite, oscille entre espoir et scepticisme. Sur le chantier du chemin de fer, la poussière et les boues envahissent les champs, rendant impossible toute culture. Mamoudou Youla, habitant du village de Sounganyia marche sur la terre craquelée qui a envahi sa rizière. « Tout ça, là, c'est le lieu de travail. Depuis que les sociétés minières sont arrivées il y a cinq ans, on ne travaille pas ici, rien, tout est gâté. », se lamente-t-il. Les dédommagements promis par les miniers ne suffisent pas à compenser les pertes subies par les agriculteurs. Mamaseta Camara, une autre habitante, exprime son désenchantement face aux promesses non tenues. « Quand les entreprises sont arrivées ici, j'étais contente, je me suis dit que c'était une opportunité pour nous. Mais ça ne s'est pas passé comme prévu. On subit de nombreux impacts. » Tout se fissure. Les murs des maisons, comme la confiance des habitants envers les sociétés. Il n'y aurait pas eu assez d'emploi pour les jeunes de Soungayah. La corruption autour du chantier est un autre sujet de préoccupation. « Quand vous allez sur le chantier pour du travail, il y a des intermédiaires qui vous demandent de l'argent. Environ 1 million et demi de francs guinéens », témoigne anonymement ce jeune homme. Il a le verbe haut et une profonde colère en lui. « À Conakry, on dit que nous sommes les boss. Qu'il y a un grand projet chez nous, le grand port de la Guinée, et donc qu'on est les rois, mais les gens ne savent pas ce qui se passe réellement ici. Pas d'emploi, pas d'eau, pas d'hôpital. J'en veux aux autorités guinéennes. Parce que depuis que le projet a commencé ici, personne ne s'est déplacé pour voir ce que nous traversons ici. Ils s'en foutent de nous ». Plus de 33 000 emplois ont déjà été créés sur le corridor, avançait Mamadi Doumbouya, le président de la transition, lors de ses derniers vœux à la nation. Des retombées XXL espérées pour l'économie guinéenne Initié en 1997, le projet Simandou a connu de nombreux rebondissements. D'abord attribués à Rio Tinto, les blocs 1 et 2 ont ensuite été confiés à BSGR, avant d'être réattribués à Winning Consortium Simandou en 2019, un partenariat sino-singapourien avec une participation guinéenne. Après le coup d'État en 2021, les travaux ont été interrompus par la junte. Puis, le géant de l'acier Baowu Steel a investi 6 milliards de dollars dans le projet, renforçant l'engagement de la Chine. Les espoirs sont énormes. Les autorités guinéennes misent sur des retombées économiques annuelles de 600 à 700 millions de dollars via des taxes et redevances. « Les ressources générées par les mines du projet Simandou et la transformation locale des minerais par la construction des raffineries nous ouvrent des perspectives heureuses d'avenir. », se réjouissait Mamadi Doumbouya. La construction d'une aciérie permettrait également de transformer une partie du fer sur place. « Nous osons espérer que cela soit la bonne cette fois, explique l'économiste Mohammed Camara. Pour un projet minier, l'important, c'est qu'est-ce qu'on en tire comme fiscalité, quels sont les impôts et taxes que ce projet va payer à l'État ? Il faut voir le projet sur du long terme et s'assurer de l'utilisation efficace des ressources. Le peu que l'on gagne, il faut l'investir où on peut impacter le plus. » Le « pont vers la prospérité » vanté par les autorités guinéennes n'est pas garanti. « Les autorités comptent beaucoup sur le Simandou parce que c'est un projet qui va doubler le produit intérieur brut du pays, mais attention, il ne faut pas croire que cela va régler tous les problèmes d'un seul coup », poursuit Mohammed Camara. Des contrats miniers toujours secrets D'autant qu'un doute subsiste sur les retombées économiques réelles. Les contrats signés entre l'État et les sociétés minières n'ont en effet pas été publiés. Ces trois conventions minières, ferroviaires et portuaires finalisées en 2023 ne sont connues que de quelques-uns dans le pays. « On se demande bien qui les a vues, c'est l'omerta la plus totale », témoigne un ancien proche du ministère des Mines. La publication des contrats est obligatoire selon le code minier guinéen. Or, ces conventions validées par la Cour suprême adoptées par le CNT – l'Assemblée nationale guinéenne – en février 2024 sont introuvables. Manque de transparence flagrant pour certains acteurs de la société civile. Incompréhension pour Oumar Totiya Barry de l'Observatoire des mines et métaux : « Officiellement, le Premier ministre parle de contrat stratégique, donc de secret d'État. Le ministre des Mines évoque le fait que le processus de négociation n'est pas terminé. Mais on sait quand même que ces documents sont passés au niveau du CNT et donc, que le processus est à son terme. On ne comprend pas pourquoi la Guinée ne rend pas encore public ces contrats. Cela aiderait aujourd'hui à améliorer le niveau de compréhension. » À lire aussiGuinée: de Sekou Touré à Mamadi Doumbouya, l'incroyable histoire du gisement de fer de Simandou Même du côté des sociétés minières, on peine à comprendre ce manque de transparence. Mais le gouvernement reste droit dans ses bottes sur cette question. « Quand on négocie avec quelqu'un, il y a toujours des clauses de confidentialité, explique le ministre du plan Ismaël Nabé. Nous sommes en train de discuter avec les partenaires industriels et on publiera au temps opportun. On renégocie parce que la Guinée était perdante. Nous sommes avec des partenaires et on doit avoir un commun accord, et respecter ce que l'on s'est dit. Si on est d'accord, ça sera publié. » Les éléments juridiques des conventions signées ont déjà été publiés dans un numéro spécial du Journal officiel qui n'a pas été rendu public, mais que RFI a pu se procurer. Certains y voient la preuve que tout est déjà négocié et que les autorités n'ont pas envie de dévoiler des contrats qui seraient défavorables à la Guinée. Un des négociateurs nous informe que la plupart des contrats de revente par lesquels les clients achètent le minerai produit ne sont pas encore signés. Le prix de revente du fer de Simandou – élément clé pour le calcul des recettes de l'État – ne serait pas fixé. Djiba Diakité, le président du comité stratégique de Simandou, a récemment expliqué dans une interview à Forbes Afrique que « si on mettait bout à bout tous les documents contractuels de Simandou... ça ferait 14 kilomètres ». Un train pour le minerai et pour les passagers ? La Guinée veut croire à la renaissance de son réseau ferroviaire grâce au gigantesque projet minier. Le gisement de fer, l'un des plus riches au monde, doit être relié au port de Moribayah par une ligne de chemin de fer de 650 kilomètres. Une infrastructure qui cristallise les espoirs de désenclavement de la Haute et Moyenne-Guinée. Pensée comme une double voie, cette ligne doit permettre non seulement l'acheminement du minerai vers la côte, mais aussi, à terme, le transport de marchandises et de passagers. « Le chemin de fer est multi-utilisateur. Une partie va servir aux miniers, une autre aux marchandises, mais aussi aux personnes. L'objectif est de développer plus de 2 000 km de voie ferrée dans le pays », déclare Ismaël Nabé, ministre du Plan à RFI. Cette ambition de désenclaver les régions agricoles, comme la zone de Kankan ou de N'zérékoré, suscite l'enthousiasme. Certains imaginent déjà des trains chargés d'ignames ou de bananes rejoindre plus facilement les marchés urbains. Mais sur le terrain, les observateurs sont plus prudents. « L'idée d'un train passager est séduisante, mais peu réaliste dans l'état actuel du tracé », estime Oumar Totiya Barry, directeur de l'Observatoire des mines et métaux. Selon lui, la ligne évite les grands centres urbains. « Il y a bien une quinzaine de gares prévues, mais elles sont souvent à des dizaines de kilomètres des villes. Madina Oula, par exemple, se trouve à plus de 80 km de Kindia. Pour Mamou, c'est le même problème avec la gare de Farenta. » En cause, une logique de tracé prioritairement industrielle. Le chemin de fer suit le chemin le plus court et le moins coûteux entre la mine et le port, au détriment d'une intégration fine au territoire. « Le mariage entre aménagement du territoire et conception du chemin de fer n'a pas suffisamment fonctionné », regrette Oumar Totiya Barry. À Kaloum, cœur battant de Conakry, certains commerçants restent sceptiques. Marqués par les promesses non tenues des précédents projets miniers, ils redoutent que Simandou ne soit qu'un mirage de plus. Dans les zones d'exploitation de la bauxite, comme à Boké, l'exploitation a certes rapporté des devises, mais elle a aussi laissé des séquelles : pollution de l'air, raréfaction de l'eau potable, routes dégradées. « Simandou, c'est du vent », tranche un commerçant, dénonçant une richesse qui ne profite toujours pas à la population. En attendant, Simandou creuse son sillon, porté par de grandes ambitions.
***Trauma-Informed Moment: This episode could trigger NICU warriors and survivors emotionally. As always, we choose joy and healing; however, we wanted to inform you in advance.***Full conversation with Casey Lewis, MS, CCC-SLP, BCS-S, CNT, CLC, NTMTC for "Sacred Space: Supporting Caregivers and SLPs in the NICU" an episode of the First Bite podcast.Hosted by: Michelle Dawson MS, CCC-SLP, CLC, BCS-SEarn 0.1 ASHA CEU for this episode with Speech Therapy PD: https://www.speechtherapypd.com/courses/sacred-spaceIn this episode, Michelle is joined by Casey Lewis, MS, CCC-SLP, BCS-S, CNT, CLC, NTMTC, a fiercely compassionate advocate for both caregivers in the NICU and NICU SLPs, as her life journey has had her walk in both footsteps. During this hour, Casey shares raw memories of both life experiences to help grow our colleagues' understanding of barriers that caregivers and clinicians encounter in this setting, all to see our smallest patients thrive. If you have ever wanted to work in the NICU or learn how to support a colleague or family member better while they brave their personal NICU journey, this is the hour for you.About the Guest(s): Casey Lewis, MS, CCC-SLP, BCS-S, CNT, CLC, NTMTC, is a Speech-Language Pathologist based in Dallas, Texas. She owns and operates TexScope, a mobile endoscopy company serving numerous Texas healthcare organizations. Casey's specialties include dysphagia across the lifespan as well as neonatal care. Casey is currently serving as an expert witness in a legal case, representing expertise in neonatal dysphagia. Most recently, Casey became a NICU Mom herself in 2023 after experiencing a placental abruption. Casey's experience of transitioning from clinician to caregiver in a space where she has built her career has strengthened her heart for advocacy, specifically in the fragile environment of the NICU.Watch on YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Vqs46JCmFPg
Guests: Lindsay Meyer Turner, PhD, CCC-SLP, CNT, IBCLC, RLC, NTMTC, Leena Sayed, MS, Inéz Esparza, MS, L-SLP, CCC-SLP, Megan Richmond, DHA, MS CCC-SLP, and Meredith McLain, MCD CCC-SLPHosted by: Michelle Dawson MS, CCC-SLP, CLC, BCS-SThis episode is worth 0.1 ASHA CEU and meets ASHA DEI certification requirement, enroll here: https://www.speechtherapypd.com/courses/pfd-and-deiaIn this episode, Michelle is joined by an all-star line-up of PFD advocates from across the nation: Lindsay Meyer Turner, PhD, CCC-SLP, CNT, IBCLC, RLC, NTMTC, Leena Sayed, MS, Inéz Esparza, MS, L-SLP, CCC-SLP, Megan Richmond, DHA, MS CCC-SLP, and Meredith McLain, MCD CCC-SLP to address DEIA within the framework of pediatric feeding disorder! United together, these women create a safe space to hold a crucial and intimate conversation about the unique challenges that our colleagues, patients, and caregivers are encountering on a daily basis. Yes, there are tears, yes there is laughter, and yes there are numerous evidence-based resources to support listeners in their walk as they stand up for improved access to care, fight racism, sexism, and ableism, and most importantly serve one another with humility, compassion, and an abundance of grace all in time to close out Pediatric Feeding Disorder and ARFID Awareness Month with unparalleled joy!
Clap three times and command the damn room because the legendary trans icon Ebony Lane is in the house! Ebony sits down with Delta to talk about mentoring the children, clipping bitches, and running her fabulous shop at the iconic Slauson Super Mall in Los Angeles. They also take a trip down memory lane to when they first met back in the late '90s. Plus, Delta goes off on Jack in the Box and their so-called “Large” drink. Let's be real - Jack, that's a Medium and you know it! This episode is giving CNT. Listen to Very Delta Ad-Free AND One Day Early on MOM Plus Send us an e-mail at readmedelta@gmail.com FOLLOW DELTA @deltawork VERY DELTA IS A FOREVER DOG AND MOGULS OF MEDIA (M.O.M.) PODCAST Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoicesSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Clap three times and command the damn room because the legendary trans icon Ebony Lane is in the house! Ebony sits down with Delta to talk about mentoring the children, clipping bitches, and running her fabulous shop at the iconic Slauson Super Mall in Los Angeles. They also take a trip down memory lane to when they first met back in the late '90s. Plus, Delta goes off on Jack in the Box and their so-called “Large” drink. Let's be real - Jack, that's a Medium and you know it! This episode is giving CNT. Listen to Very Delta Ad-Free AND One Day Early on MOM Plus Send us an e-mail at readmedelta@gmail.com FOLLOW DELTA @deltawork VERY DELTA IS A FOREVER DOG AND MOGULS OF MEDIA (M.O.M.) PODCAST Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
What does intentional care really look like in the NICU—and how does it shape outcomes for both infants and families?In this episode, we explore the importance of safe feeding practices, trauma-informed communication, and consistent caregiver support with Casey Lewis, MS, CCC-SLP, BCS-S, CNT, CLC, NTMTC, and Lisa Klein, MS, CCC-SLP, Director of Education at Dr. Brown's Medical.Together, we unpack the clinical and cultural challenges NICUs face—from inconsistent feeding plans and overlooked breastfeeding support to the emotional toll of desensitization at the bedside. Casey shares how her dual perspective as a neonatal therapist and NICU parent reshaped her approach to advocacy, while Lisa offers insight into how tools like the Infant-Driven Feeding® Program and the Dr. Brown's Zero-Resistance™ Bottle System are driving safer, more consistent outcomes. Whether you're a NICU provider, a nurse, hospital leader, or a parent, this episode offers powerful takeaways to help you reimagine what intentional, family-centered care can truly look like.Dr. Brown's Medical: https://www.drbrownsmedical.com Our NICU Roadmap: A Comprehensive NICU Journal: https://empoweringnicuparents.com/nicujournal/ NICU Mama Hats: https://empoweringnicuparents.com/hats/ NICU Milestone Cards: https://empoweringnicuparents.com/nicuproducts/ Newborn Holiday Cards: https://empoweringnicuparents.com/shop/ Empowering NICU Parents Show Notes: https://empoweringnicuparents.com/shownotes/ Episode 69 Show Notes: https://empoweringnicuparents.com/episode69 Empowering NICU Parents Instagram: https://www.instagram.com/empoweringnicuparents/ Empowering NICU Parents FB Group: https://www.facebook.com/groups/empoweringnicuparents Pinterest Page: https://pin.it/36MJjmH
L'exploitation des immenses réserves de fer des monts du Simandou pourrait marquer un tournant décisif pour l'économie guinéenne. Estimées à près de 8 milliards de tonnes de minerai, ces réserves font l'objet de discussions depuis trois décennies. Les autorités prévoient une entrée en production pour la fin de l'année 2025, présentant ce projet comme la vitrine de leur ambition économique. Face au manque de transparence, la population guinéenne, qui a connu les désillusions de l'exploitation de bauxite, oscille entre espoir et scepticisme. Sur le chantier du chemin de fer, la poussière et les boues envahissent les champs, rendant impossible toute culture. Mamoudou Youla, habitant du village de Sounganyia marche sur la terre craquelée qui a envahi sa rizière. « Tout ça, là, c'est le lieu de travail. Depuis que les sociétés minières sont arrivées il y a cinq ans, on ne travaille pas ici, rien, tout est gâté. », se lamente-t-il. Les dédommagements promis par les miniers ne suffisent pas à compenser les pertes subies par les agriculteurs. Mamaseta Camara, une autre habitante, exprime son désenchantement face aux promesses non tenues. « Quand les entreprises sont arrivées ici, j'étais contente, je me suis dit que c'était une opportunité pour nous. Mais ça ne s'est pas passé comme prévu. On subit de nombreux impacts. » Tout se fissure. Les murs des maisons, comme la confiance des habitants envers les sociétés.Il n'y aurait pas eu assez d'emploi pour les jeunes de Soungayah. La corruption autour du chantier est un autre sujet de préoccupation. « Quand vous allez sur le chantier pour du travail, il y a des intermédiaires qui vous demandent de l'argent. Environ 1 million et demi de francs guinéens », témoigne anonymement ce jeune homme. Il a le verbe haut et une profonde colère en lui. « À Conakry, on dit que nous sommes les boss. Qu'il y a un grand projet chez nous, le grand port de la Guinée, et donc qu'on est les rois, mais les gens ne savent pas ce qui se passe réellement ici. Pas d'emploi, pas d'eau, pas d'hôpital. J'en veux aux autorités guinéennes. Parce que depuis que le projet a commencé ici, personne ne s'est déplacé pour voir ce que nous traversons ici. Ils s'en foutent de nous ». Plus de 33 000 emplois ont déjà été créés sur le corridor, avançait Mamadi Doumbouya, le président de la transition, lors de ses derniers vœux à la nation.Des retombées XXL espérées pour l'économie guinéenneInitié en 1997, le projet Simandou a connu de nombreux rebondissements. D'abord attribués à Rio Tinto, les blocs 1 et 2 ont ensuite été confiés à BSGR, avant d'être réattribués à Winning Consortium Simandou en 2019, un partenariat sino-singapourien avec une participation guinéenne. Après le coup d'État en 2021, les travaux ont été interrompus par la junte. Puis, le géant de l'acier Baowu Steel a investi 6 milliards de dollars dans le projet, renforçant l'engagement de la Chine. Les espoirs sont énormes. Les autorités guinéennes misent sur des retombées économiques annuelles de 600 à 700 millions de dollars via des taxes et redevances. « Les ressources générées par les mines du projet Simandou et la transformation locale des minerais par la construction des raffineries nous ouvrent des perspectives heureuses d'avenir. », se réjouissait Mamadi Doumbouya. La construction d'une aciérie permettrait également de transformer une partie du fer sur place.« Nous osons espérer que cela soit la bonne cette fois, explique l'économiste Mohammed Camara. Pour un projet minier, l'important, c'est qu'est-ce qu'on en tire comme fiscalité, quels sont les impôts et taxes que ce projet va payer à l'État ? Il faut voir le projet sur du long terme et s'assurer de l'utilisation efficace des ressources. Le peu que l'on gagne, il faut l'investir où on peut impacter le plus. »Le « pont vers la prospérité » vanté par les autorités guinéennes n'est pas garanti. « Les autorités comptent beaucoup sur le Simandou parce que c'est un projet qui va doubler le produit intérieur brut du pays, mais attention, il ne faut pas croire que cela va régler tous les problèmes d'un seul coup », poursuit Mohammed Camara.Des contrats miniers toujours secretsD'autant qu'un doute subsiste sur les retombées économiques réelles. Les contrats signés entre l'État et les sociétés minières n'ont en effet pas été publiés. Ces trois conventions minières, ferroviaires et portuaires finalisées en 2023 ne sont connues que de quelques-uns dans le pays. « On se demande bien qui les a vues, c'est l'omerta la plus totale », témoigne un ancien proche du ministère des Mines.La publication des contrats est obligatoire selon le code minier guinéen. Or, ces conventions validées par la Cour suprême adoptées par le CNT – l'Assemblée nationale guinéenne – en février 2024 sont introuvables. Manque de transparence flagrant pour certains acteurs de la société civile. Incompréhension pour Oumar Totiya Barry de l'Observatoire des mines et métaux : « Officiellement, le Premier ministre parle de contrat stratégique, donc de secret d'État. Le ministre des Mines évoque le fait que le processus de négociation n'est pas terminé. Mais on sait quand même que ces documents sont passés au niveau du CNT et donc, que le processus est à son terme. On ne comprend pas pourquoi la Guinée ne rend pas encore public ces contrats. Cela aiderait aujourd'hui à améliorer le niveau de compréhension. »À lire aussiGuinée: de Sekou Touré à Mamadi Doumbouya, l'incroyable histoire du gisement de fer de SimandouMême du côté des sociétés minières, on peine à comprendre ce manque de transparence. Mais le gouvernement reste droit dans ses bottes sur cette question. « Quand on négocie avec quelqu'un, il y a toujours des clauses de confidentialité, explique le ministre du plan Ismaël Nabé. Nous sommes en train de discuter avec les partenaires industriels et on publiera au temps opportun. On renégocie parce que la Guinée était perdante. Nous sommes avec des partenaires et on doit avoir un commun accord, et respecter ce que l'on s'est dit. Si on est d'accord, ça sera publié. »Les éléments juridiques des conventions signées ont déjà été publiés dans un numéro spécial du Journal officiel qui n'a pas été rendu public, mais que RFI a pu se procurer. Certains y voient la preuve que tout est déjà négocié et que les autorités n'ont pas envie de dévoiler des contrats qui seraient défavorables à la Guinée. Un des négociateurs nous informe que la plupart des contrats de revente par lesquels les clients achètent le minerai produit ne sont pas encore signés. Le prix de revente du fer de Simandou – élément clé pour le calcul des recettes de l'État – ne serait pas fixé. Djiba Diakité, le président du comité stratégique de Simandou, a récemment expliqué dans une interview à Forbes Afrique que « si on mettait bout à bout tous les documents contractuels de Simandou... ça ferait 14 kilomètres ».Un train pour le minerai et pour les passagers ?La Guinée veut croire à la renaissance de son réseau ferroviaire grâce au gigantesque projet minier. Le gisement de fer, l'un des plus riches au monde, doit être relié au port de Moribayah par une ligne de chemin de fer de 650 kilomètres. Une infrastructure qui cristallise les espoirs de désenclavement de la Haute et Moyenne-Guinée. Pensée comme une double voie, cette ligne doit permettre non seulement l'acheminement du minerai vers la côte, mais aussi, à terme, le transport de marchandises et de passagers. « Le chemin de fer est multi-utilisateur. Une partie va servir aux miniers, une autre aux marchandises, mais aussi aux personnes. L'objectif est de développer plus de 2 000 km de voie ferrée dans le pays », déclare Ismaël Nabé, ministre du Plan à RFI.Cette ambition de désenclaver les régions agricoles, comme la zone de Kankan ou de N'zérékoré, suscite l'enthousiasme. Certains imaginent déjà des trains chargés d'ignames ou de bananes rejoindre plus facilement les marchés urbains. Mais sur le terrain, les observateurs sont plus prudents. « L'idée d'un train passager est séduisante, mais peu réaliste dans l'état actuel du tracé », estime Oumar Totiya Barry, directeur de l'Observatoire des mines et métaux. Selon lui, la ligne évite les grands centres urbains. « Il y a bien une quinzaine de gares prévues, mais elles sont souvent à des dizaines de kilomètres des villes. Madina Oula, par exemple, se trouve à plus de 80 km de Kindia. Pour Mamou, c'est le même problème avec la gare de Farenta. » En cause, une logique de tracé prioritairement industrielle. Le chemin de fer suit le chemin le plus court et le moins coûteux entre la mine et le port, au détriment d'une intégration fine au territoire. « Le mariage entre aménagement du territoire et conception du chemin de fer n'a pas suffisamment fonctionné », regrette Oumar Totiya Barry.À Kaloum, cœur battant de Conakry, certains commerçants restent sceptiques. Marqués par les promesses non tenues des précédents projets miniers, ils redoutent que Simandou ne soit qu'un mirage de plus. Dans les zones d'exploitation de la bauxite, comme à Boké, l'exploitation a certes rapporté des devises, mais elle a aussi laissé des séquelles : pollution de l'air, raréfaction de l'eau potable, routes dégradées. « Simandou, c'est du vent », tranche un commerçant, dénonçant une richesse qui ne profite toujours pas à la population. En attendant, Simandou creuse son sillon, porté par de grandes ambitions.
Guest: Tiffany Elliott, MS CCC-SLP, CNT, IBCLCEarn 0.1 ASHA CEU for this episode with Speech Therapy PD: https://www.speechtherapypd.com/course?name=Bridging-NICU-to-Home In this special birthday episode of First Byte, Michelle Dawson, a devoted therapist and mother, explores the intricate journey from NICU to home with expert Tiffany Elliott. They discuss practical strategies for caregivers in maintaining emotional wellbeing, the importance of neuroprotective care, and the Hospital to Home Systems Change project aimed at improving continuity of care for infants and their families. Elliott shares her insights from working in various NICUs, setting up essential support systems, and the critical role that emotional support plays in successful infant feeding. This episode is packed with valuable information for anyone interested in pediatric feeding, NICU professionals, and caregivers navigating early intervention services. Episode Timeline: 00:00 Welcome to First Bite00:29 A Day in the Life of a Pediatric Feeding Specialist01:31 University of Tennessee Lecture Experience04:11 Encouragement for Clinical Supervisors05:59 Introducing Tiffany Elliott06:41 Tiffany's Journey and NICU Experience19:09 Hospital to Home Systems Change23:39 Challenges in Early Intervention26:53 Barriers and Solutions in Washington State36:21 Personal and Professional Reflections40:12 Navigating Academia and Authenticity41:39 Balancing Productivity and Care in the NICU44:21 Challenges in Early Intervention Systems45:29 Continuity of Care and Billing Codes49:21 Training and Support for Caregivers51:59 Emotional Wellbeing and Feeding01:00:16 Practical Strategies for Caregiver Support01:11:38 Final Thoughts and Resources About the Guest(s): Tiffany Elliott, MS CCC-SLP, CNT, IBCLC, is a Speech-Language Pathologist (SLP) who specializes in pediatric feeding and swallowing disorders with a strong focus on preterm and medically complex infants and strengthening the caregiver-infant dyad. She is also an International Board Certified Lactation Consultant (IBCLC) and holds certifications in neonatal therapy (CNT) as well as neonatal touch and massage (NTMTC). She is currently a LEND trainee at the University of Washington. Tiffany is passionate about improving systems of care. She is a hospital-to-home systems change specialist with Northwest Center, where she partners with professionals across Washington state to enhance the hospital-to-home transition for infants and build community therapists' capacity. She also works on the infant feeding team at Seattle Children's Hospital, providing direct care for infants and their families. Before these positions, she co-founded the UW Medical Center's NICU SLP program and worked at Mary Bridge Children's Hospital.Watch this episode on YouTube: https://youtu.be/n7hXTJG_FJMMentioned in this episode:School of Speech is Back!!Season 2 of School of Speech has arrived! Every host Carolyn Dolby every Monday morning as she sits down with practicing SLPs, academic researchers, and leading experts to talk about all aspects of school-based speech-language pathology. Carolyn and her guests explore everyday topics, tackle tough situations, and share valuable insights to support school therapists in their daily practice. Find School of Speech on Spotify, Apple Podcasts and other podcast platforms.
In this episode of Critical Conversations in Transportation Planning, hosts Divya Gandhi and Em Hall interview Jacky Grimshaw and Nina Idemudia, AICP, from the Center for Neighborhood Technology (CNT) in Chicago. They discuss the evolution of transportation planning, the importance of community engagement, and the emergence of millennial leadership in the planning profession. Jacky shares her extensive experience in advocating for citizen participation in transportation planning, while Nina reflects on her journey from growing up in Detroit to serving as CNT's CEO, and emphasizes the need for planners to address structural inequities. Together, they highlight CNT's innovative approaches and ongoing efforts to create equitable and sustainable urban environments. Episode URL: https://planning.org/podcast/critical-conversations-in-transportation-planning-cnt-nina-idamudia-aicp-and-jacky-grimshaw/
Rudy joins Miguel Gómez, author of La CNT y la Nueva Economía: Del colectivismo empresarial a la planificación de la economía confederal (1936-1939) for a discussion on the most prominent Spanish anarchist union, the Confederación Nacional del Trabajo. We talk about the origins of the CNT, its base, its history under the Primo de Rivera dictatorship and its reactions to the formation of the Spanish Republic. We then talk about the currents within the CNT, and their ideas for what the economy should look like after the revolution, before turning to the time where they were able to put those ideas into practice during the Civil War. Finally, we discuss the intellectual highpoint of the CNT's economic program: the ideas about cooperative socialism proposed in 1938.
El episodio de esta semana lo comenzamos con un pequeño apunte de política internacional, ¿qué pasará ahora con Siria? ¿Quiénes son los rebeldes que han acabado con el régimen de Bashar al Assad? Ya os avanzamos que tendremos un monográfico en un futuro cercano. También ahondamos en la colectivización y los derechos laborales. ¿Cómo afectará el nuevo modelo laboral de Glovo a los repartidores? Para saberlo hablamos con Alberto, rider de la empresa y representante sindical de CNT que nos cuenta dónde está la diferencia entre lo que se cuenta y lo que se vive. La abogada Eva P. Nanclares nos pone en situación y, junto a ella, analizamos la investigación de la Fiscalía italiana que ha concluido que el ex marido de Juana Rivas maltrató a sus hijos y que por lo tanto no puede tener la patria potestad del pequeño, todavía menor de edad. Y sobre menores va nuestro tema del día, en concreto sobre esos menores convertidos en influencers por sus padres y cuyos rostros permanecen en internet desde prácticamente su nacimiento. ¿Cómo afecta el sharenting a los menores? ¿Qué papel juegan las redes sociales en todo esto?
Una foto icónica de la guerra civil. Nadie sabía el nombre del autor ni de la protagonista de la foto. El azar ha sido el que ha revelado la identidad de ambos. A los 20 años de la muerte del fotógrafo Antoni Campañà su familia encuentra en el garaje unas cajas rojas con más de 5 mil negativos de fotos de la guerra civil. Entre ellos la foto de la joven miliciana embarazada, sonriente sobre una barricada con la bandera de la CNT. Con ese material el nieto, Toni Monné Campañà, el periodista Plàcid Garcia-Planas y el historiador Arnau González-Vilalta montaron una gran exposición en 2021. El azar nuevamente hizo que una pareja francesa viese el cartel de esa exposición y se dieron cuenta que era su "tante Anita". La tía Anita Garbín. Una joven del Cabo de Gata que se fue, con su familia a Barcelona, y que se exilió en Francia tras la Guerra Civil. Más de 80 años después de esa foto los descendicentes de ambos se han conocido. Lo cuenta el documental "Anita. La miliciana tenía nombre"
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 13, fala sobre a PEC do fim da jornada deseis dias para um de folga. A proposta será protocolada nesta quarta-feira após conseguiro número mínimo de assinaturas dos deputados.Além disso, o programa também vai abordar a participação do bilionário Elon Musk no governo Donald Trump e a primeira pesquisa CNT com Pablo Marçal na disputa presidencial.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Apresentação Wilson Lima. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Otaviano Costa é apresentador, ator e radialista, já passou por emissoras como MTV, SBT, CNT, Band, Rede Record e Rede Globo. Na Globo, atuou nas novelas 'Caras & Bocas', 'Morde & Assopra' e 'Salve Jorge'. Apresentou o 'Vídeo Show', integrou o elenco da 'Escolinha do Professor Raimundo' e o programa 'Tá Brincando'
Become a Patron of Textual Healing: https://www.patreon.com/textualhealing Anoushka Warden is a writer for stage and screen and has recently had her first novel published. Her first play, My Mum's A Twt, was staged at the Royal Court Jerwood Theatre. Her second play My Dad's a Cnt won the Platform Presents Playwright's Prize . Her debut novel, I'm F*cking Amazing was released in the US with Doubleday Books and is available now online and in book stores. She is currently developing a film and TV scripts with BFI/Erebus Pictures/Fifth Season/The Bond Group. Anoushka is currently an Associate Artist at Pentabus Theatre. Anoushka is on instagram @made_by_noush and on Twitter @AnoushkaWarden Check out past episodes of Textual Healing on our website: https://textualpodcast.com/ Rate us on Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/textual-healing-with-mallory-smart/id1531379844 Follow us on Twitter: @PodHealing Take a look at Mallory's other work on her website: https://mallorysmart.com/ beats by God'Aryan
Episode 129 is about the importance of functional lab testing in identifying the root causes of chronic illness.In this episode, you'll meet Reed Davis, a board-certified holistic health practitioner (HHP), certified nutritional therapist (CNT), the founder of Functional Diagnostic Nutrition (FDN), and an expert in functional lab testing and holistic lifestyle medicine.He's also one of the authors of The Gap: Simple Steps to Reclaim Your Health and Reverse Most Chronic Diseases. This book is the missing link, the piece of the puzzle that holds the answers you've been searching for. It's the gap between chronic disease and your true recovery.Reed shares his journey into the field of holistic health and explains how functional lab testing differs from traditional blood work. He introduces the concept of H.I.D.D.E.N. (hormone, immune, digestion, detoxification, energy production, and nervous system balance) healing opportunities and discusses the significance of individualized approaches to diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation. He also emphasizes the importance of addressing hidden internal stressors, such as food sensitivities and imbalances in the microbiome, and discusses the concept of metabolic chaos and the importance of addressing multiple root causes of health issues. It's an incredible conversation on addressing hidden internal stressors for optimal well-being!Key Takeaways:For optimal health, an individualized approach to diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation is crucial. Addressing hidden internal stressors, such as food sensitivities and imbalances in the microbiome, can significantly reduce stress on the body and improve overall well-being.Functional lab testing offers a comprehensive and personalized approach to healthcare, focusing on the underlying causes rather than just treating symptoms. Metabolic chaos refers to the interconnectedness of multiple root causes of health issues, making it important to address all contributing factors. Personal longevity practices can include sauna use, taking supplements, and following the D.R.E.S.S. framework (diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation). Get the D.R.E.S.S. for Health Success Guidebook for FREE right here!More From Reed and FDN:WebsiteGet the D.R.E.S.S. for Health Success Guidebook for FREEThe Gap: Simple Steps to Reclaim Your Health and Reverse Most Chronic...
Episode 200 is about the importance of functional lab testing in identifying the root causes of chronic illness.In this episode, you'll meet Reed Davis, a board-certified holistic health practitioner (HHP), certified nutritional therapist (CNT), the founder of Functional Diagnostic Nutrition (FDN), and an expert in functional lab testing and holistic lifestyle medicine.He's also one of the authors of The Gap: Simple Steps to Reclaim Your Health and Reverse Most Chronic Diseases. This book is the missing link, the piece of the puzzle that holds the answers you've been searching for. It's the gap between chronic disease and your true recovery.Reed shares his journey into the field of holistic health and explains how functional lab testing differs from traditional blood work. He introduces the concept of HIDDEN (hormone, immune, digestion, detoxification, energy production, and nervous system balance) healing opportunities and discusses the significance of individualized approaches to diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation. He also emphasizes the importance of addressing hidden internal stressors, such as food sensitivities and imbalances in the microbiome, and discusses the concept of metabolic chaos and the importance of addressing multiple root causes of health issues. It's an incredible conversation on addressing hidden internal stressors for optimal well-being!Key Takeaways:For optimal health, an individualized approach to diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation is crucial. Addressing hidden internal stressors, such as food sensitivities and imbalances in the microbiome, can significantly reduce stress on the body and improve overall well-being.Functional lab testing offers a comprehensive and personalized approach to healthcare, focusing on the underlying causes rather than just treating symptoms. Metabolic chaos refers to the interconnectedness of multiple root causes of health issues, making it important to address all contributing factors. Personal longevity practices can include sauna use, taking supplements, and following the DRESS framework (diet, rest, exercise, stress reduction, and supplementation).More From Reed and FDN:WebsiteThe Gap: Simple Steps to Reclaim Your Health and Reverse Most Chronic Diseases on AmazonInstagramYouTube
Your Infinite Health: Anti Aging Biohacking, Regenerative Medicine and You
Reed Davis, HHP, CNT, LEHP is a Board-Certified Holistic Health Practitioner (HHP), Certified Nutritional Therapist (CNT), Licensed Environmental Health Practitioner (LEHP), best-selling author, and expert in functional lab testing and holistic lifestyle medicine. He is also an Environmental Paralegal and Conservationist, and the founder of the Functional Diagnostic Nutrition® (FDN) Certification Course with over 4,000 graduates in 50 countries.Today, Reed Davis shares his transformative journey from environmental law to holistic health, revealing how he developed FDN by recognizing critical health patterns while working at a Southern California wellness center.He illustrates the power of FDN with real-life success stories, such as helping a client shed excess weight by identifying an unexpected root cause related to medication. Reed Davis also discusses the importance of personal responsibility in health, the interconnections between stress, hormone imbalances, gut health, and the critical role of having a purpose in life for overall well-being.We'll also explore how to effectively use diet, rest, exercise, stress reduction, and supplements as part of a comprehensive health strategy. Stick around to learn more about Reed's methodology, the science behind FDN, and how you too can start your journey towards optimal health.---------------------------------This episode is Sponsored by AloeMoist Organics. Discover their advanced skincare products made from the finest organic and natural ingredients, designed to rejuvenate and enhance your skin's health. Check out their full range of products at https://www.aloemoistorganics.com/save/LeNae---------------------------------TakeawaysUncover and address root causes.Commit to lasting health changes.Use lab tests for personalized strategies.Connect with Reed Davis, HHP, CNT, LEHP:Facebook | YouTube | LinkedIn | Instagram | Instagram Websites: www.fdntraining.com/ashley | www.fdnthrive.com ConnectDr. Trip Goolsby & LeNae Goolsby are the co-founders of the Infinite Health Integrative Medicine Center, and are also the co-authors of the book “Think and Live Longer”.
O convidado do programa Pânico dessa terça-feira (25) é Celso Russomanno. Ele é jornalista e deputado federal. Iniciou sua carreira no rádio ainda cedo, em 1986, tendo trabalhado nas principais emissoras de São Paulo. Como jornalista, Celso briga pelos direitos do consumidor. Como repórter de telejornais em diversas emissoras de televisão, Celso Russomanno encontrou no microfone não apenas uma ferramenta para informar, mas um aliado em defender os direitos dos cidadãos. Foi repórter da Rádio Manchete, Rádio Record, Rádio Bandeirantes, Rádio Tupi, TV Gazeta, SBT, Rede Bandeirantes, Rede TV, Rede Brasil, CNT e Rede Record. Como jornalista, apresentou vários programas de TV, entre eles: Circuito Night and Day; Programa Night Clip; Aqui e Agora; Cidade Alerta; Prá Valer; e Programa Celso Russomanno. Atualmente apresenta o quadro Patrulha do Consumidor, nos Programas Hoje em Dia e Cidade Alerta – pela Record TV, veiculado em todo o Brasil e mais 160 países. Autor de várias obras sobre Direito do Consumidor, escreve para 23 veículos de comunicação. Como comentarista, o programa recebe a publicitária e modelo Desirée Rugani. Ela está em Israel e traz informações sobre a tensão ao norte entre Israel e o Hezbollah.
Esta semana termina la décima temporada de Carne Cruda como República Independiente de la Radio y queremos mirar a la calle, a esas luchas vecinales y sindicales que no hemos podido contar esta temporada. Del caso de acoso y abusos laborales de "Las 6 de La Suiza” en Gijón que contamos con el sindicato CNT; a la lucha de los trabajadores de la fábrica de Acerinox del Campo de Gibraltar que han estado en huelga desde el 5 de febrero; o la movilización de los vecinos en Galicia contra una macrofábrica de celulosa en el municipio lucense de Palas de Rei. De la organización vecinal contra la tala de árboles en las ciudades, con una parada en el movimiento "No a la tala" en Madrid, a las protestas en el territorio español contra el turismo masivo y la gentrificación con una parada especial en Tenerife. Nos despedimos contando el trabajo de la organización "Pallasos en Rebeldía" en Cirjordania. Más información aquí: https://bit.ly/Protestas1381 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
In this week's episode, Divia Thani, Global Editorial Director of Condé Nast Traveller, speaks with Melissa about how she found herself in what many would call their dream job. From growing up in former Bombay with a single, working mother during a time when such a thing was very uncommon, to attending university in the States, spending time in New York and returning to India only to fall deeply in love with her home-country again, Divia's journey has been a winding one. Listen in not only to hear her story, but also to understand her vision for CNT and how - through the highly regarded publication - she strives to elevate local voices, perspectives and stories. Plus, don't miss her recommendations for Mumbai and Goa, the latter of which she thinks is one of the most exciting cities for food right now. At the end of the episode, Melissa highlights summer in the Mediterranean, including some of Indagare's top restaurant and shopping recommendations as well as favorite new hotel openings across the region. Follow Divia Thani:Instagram: instagram.com/diviathaniFollow Condé Nast Traveller:Website: cntraveller.comCondé Nast Traveller India: cntraveller.inFollow Indagare:Website: Indagare.comInstagram: instagram.com/indagaretravelYoutube: youtube.com/@indagaretravelFollow Melissa on Instagram: instagram.com/indagarefounder
So you want to work in the NICU. First of all - cheers to that! You have a major goal to help some of the most fragile (but also resilient) tiny humans we can help, which is exciting and inspirational! But how the heck do you do it? What does the journey of a non-NICU SLP look like while becoming a NICU SLP? Khaki Brown, MS CCC-SLP, CNT is here to help! Khaki is an SLP and NICU infant feeding specialist who dedicates part of her time supporting new SLPs in their journey towards helping medically fragile infants through her business, Khaki Feeds Babies. In this episode of the Swallow Your Pride Podcast, you'll learn about the challenges and rewards of working in the NICU, the importance of continuing education, and the significance of building relationships within the field. Brown shares her journey from wanting to be a teacher to becoming an SLP and provides tips for those interested in working in the NICU. This episode leans hard into the importance of self-learning, mentorship, and understanding the developmental needs of infants in the NICU. Get the show notes at: https://syppodcast.com/308 Timestamps: Khaki's Journey to the NICU (00:02:27) Learning in the Externship (00:06:00) Tips for Getting into the NICU Setting (00:08:00) The importance of building connections with NICU professionals (00:09:18) Limited coursework on pediatric feeding in graduate programs (00:10:25) The multifaceted approach to feeding in the NICU (00:14:38) The importance of involving the entire team (00:17:58) Partnering with parents for feeding goals (00:19:12) Building rapport with nurses in the NICU (00:20:35) The importance of direct care in the NICU (00:27:32) Tips for breaking into the NICU (00:28:01) Closing remarks and call to action (00:28:17) The post 308 – Becoming a NICU SLP: Tips, Strategies, Suggestions, and More with Khaki Brown appeared first on Swallow Your Pride Podcast.