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Lewis Hamilton se lembra quem sempre foi e VENCE o GP da Catalunha!!!A Ferrari supreendentemente acerta a estratégia e com um pouco de sorte no abandono de Alonso vence, corta distância para Antonelli e sonha alto. Russell segue no calvário.Agora o Pagode está em vídeo! Acompanhe pelo YouTube, pelo Spotify e os cortes no nosso Instagram e TikTok.Produção: Claudomiro Carvalho Neto e André LicksRoteiro: Claudomiro Carvalho NetoEdição: Maiara Ribeiro
Baixe o material deste episódio: https://forms.gle/WhCqamCYu7Lr8VLV7Seja bem-vindo ao Geopolítica em Campo, o podcast dedicado a analisar o mundo através das quatro linhas.Por aqui, geopolítica, história, cultura e atualidades são exploradas a fundo, revelando as relações de poder que movem o planeta.Se você deseja uma visão ainda mais aprofundada sobre a geopolítica mundial e assuntos da atualidade – seja você estudante, educador, professor ou entusiasta – considere apoiar o nosso trabalho. Nossos assinantes têm acesso a aulas e materiais exclusivos dentro do curso Geopolítica e Atualidades, um conteúdo riquíssimo e aprofundado.Acesse https://pay.hotmart.com/P104984502P?checkoutMode=10 e junte-se a nós!Neste episódio...A nossa equipe embarca na análise do Grupo H para desvendar as seleções: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde. Começamos abrindo o tabuleiro geopolítico espanhol, conectando a rica simbologia do brasão de armas da seleção com a história de seus antigos reinos e a força dos movimentos separatistas atuais na Catalunha, Galícia e País Basco. Você vai entender como as tensões regionais, a herança do franquismo e o debate sobre imigração moldam o futebol do país e transformam clássicos como Real Madrid e Barcelona em verdadeiros embates de nações. Além de analisar os destaques da Furia, como as joias Lamine Yamal, Nico Williams e o volante Rodri, cruzamos o Atlântico rumo à América do Sul para entender o Uruguai, a famosa "Ilha da Estabilidade" que combina uma sólida reputação política com a sua histórica potência nos gramados. Aperte os cintos e venha decolar com a gente!Bom episódio!
Episódio 128, de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Durante as próximas semanas, em modo veraneante, trazemos textos que podem levar para longe, sem sair do lugar. A proposta de hoje, para além da viagem à Catalunha e à sua Língua tantas vezes fora da nossa rota, é um caminho dos sentidos pela memória. A escolha e leitura deste poema de Joan Marguerit é de Enric Vives-Rubio. A tradução é de Rita Custódio e Àlex Tarradellas. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Design de Catarina Ribeiro. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt. Procure os poemas lidos e muitos outros, adquirindo livros através da ReLi, Rede Independente de Livrarias (https://www.reli.pt) e apoie assim o sector livreiro em Portugal.
Bernardo Figueiredo, César Teixeira e Érica Rocha comentam as incidências do Grande Prémio da Catalunha, vencido por Fabio Di Giannantonio e marcado por vários incidentes, dois dos quais mais graves, que envolveram Álex Márquez e Johann Zarco. Podem apoiar o podcast em https://www.patreon.com/c/vff1
Gilles Bertin cantava numa banda punk, assaltou um banco em França, enamorou-se na Catalunha, abriu uma loja de discos em Lisboa e escreveu um livro, já depois de ter dois filhos. Paulo André Cecílio é o jornalista da Blitz que escreve esta história na revista e é com ele que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em parceria com o governo da Catalunha, a Livraria da Travessa de Ipanema celebrou o 23 de abril com distribuição de rosas, contação de histórias e bate-papo com editores.Trabalho realizado na disciplina Laboratório de Áudio, do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação da UFRJ.Reportagem: Carla DiasEdição: Alexandre Fifo Nascimento
Pedro Sanches e Lula da Silva querem mobilizar a esquerda para vencer a vergonha que parece existir em ser de esquerda. Criaram o movimento “Mobilização Global de Progressistas” e assumem a polarização como forma de passar a vergonha para o lado da extrema-direita e da direita que com ela alinha. Juntaram-se numa convenção em Barcelona, com gente de todos os continentes, e esperam que dali saia um caminho para os progressistas. Liliana Valente, a coordenadora de política do Expresso, esteve na capital da Catalunha e é com ela que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Investigadores da Catalunha publicaram um artigo no Microbiome em que explicam como o azeite extra virgem influencia positivamente o cérebro através da microbiota intestinal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto de Oliveira Martins foi um anónimo que se deixou levar pelos ventos da história e que, no final da sua vida, decidiu contar o que viveu com a ajuda de uma velha máquina de escrever que o filho lhe ofereceu. Alberto nasceu em Portugal durante a Primeira Guerra Mundial, viveu a chegada da ditadura, combateu o franquismo na guerra civil de Espanha, foi preso num campo de internamento em França na Segunda Guerra Mundial e esteve detido nas prisões salazaristas em Portugal. Tudo isso escreveu nas suas memórias no final dos anos 80. Quarenta anos depois, o seu filho, Joaquim, partilhou o texto com o historiador Victor Pereira que foi à procura dos rastos desta história invulgar. O resultado é um livro intitulado “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” [“Os Cadernos de Alberto. Do Porto à Guerra de Espanha”] que vai ser publicado em Maio em França, pela editora Chandeigne & Lima, e sobre o qual estivemos à conversa com Victor Pereira. RFI: Do que fala o livro “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” ? Victor Pereira, Autor e historiador: “Há mais de um ano, Joaquim de Oliveira Martins veio ter comigo dizendo que o pai tinha combatido durante a Guerra de Espanha e que tinha combatido na coluna Durruti, uma coluna dirigida pelo próprio Durruti, que foi um dos mais célebres anarquistas espanhóis. Disse-me que o pai dele tinha combatido lá e que no fim da vida, isto é, no fim dos anos 80, ele tinha escrito não propriamente um livro, mas umas Memórias que, depois, ele me emprestou para eu ler. É um relato fantástico de uma vida que começa em 1915 no Porto e cujas Memórias acabam em 1943,1944, quando regressa a Portugal. O que eu fiz foi convencer - e não foi muito difícil -a Anne Lima da editora Chandeigne & Lima para publicar este texto, que é inédito e há muito poucas obras sobre a participação de portugueses na Guerra de Espanha. O que eu fiz foi ir aos arquivos em Portugal, em Espanha e em França para tentar encontrar rastos da vida dele, pensando que ele tinha vivido várias aventuras pouco comuns. Encontrei documentos, nomeadamente no Arquivo da Guerra Civil de Espanha, em Salamanca, e fui encontrando várias coisas sobre ele. Muitas vezes, eram coisas que não parecem importantes, como recibos de consulados portugueses em Espanha, e fui conseguindo conferir o que ele dizia porque ele escreveu 40, 50 anos depois e a memória distorce um pouco os eventos. Então, o livro é feito das memórias dele e de uma introdução minha que é bastante longa que é uma introdução biográfica com o que eu consegui encontrar nos arquivos nos vários países para compreender o percurso pouco comum dele.” Há dois textos no mesmo livro: o texto de Alberto de Oliveira Martins, que ele escreveu como testemunho autobiográfico, e a investigação do historiador Vítor Pereira sobre este anónimo... “É isso mesmo. São dois textos. Começa com o meu, mais ou menos 200 páginas, baseado no texto dele, nos arquivos, nas memórias de pessoas que combateram na Guerra de Espanha. Ele combateu numa frente em Aragão, com milicianos que vinham de Barcelona. Li muitas coisas sobre esse combate à volta de Saragoça, onde ele esteve mais. Depois, ele tem o que aconteceu com milhares de espanhóis quando os republicanos foram perdendo a guerra e houve a Retirada, isto é, a entrada de 475.000 pessoas que atravessaram a fronteira entre a Catalunha espanhola e a francesa. Ele faz parte desse milhares de pessoas e é internado num campo de internamento em França. Depois regressa a Portugal e é preso no Aljube. Então, eu vou também contando a história dele, a história de outras pessoas, nomeadamente portugueses, que combateram na Guerra de Espanha e também das pessoas que foram presas durante os anos 1940, 41 em Portugal - no Aljube e em Caxias. Depois, há o texto dele, que começa na infância até quando ele tem mais ou menos 30 anos.” A história de Alberto de Oliveira Martins também ilustra um ângulo morto da História? A história dos portugueses que lutaram na guerra civil de Espanha não é uma história muito conhecida, pois não? “Não é muito conhecida. Foram menos de dez portugueses que escreveram sobre a guerra que eles fizeram e, muitas vezes, são Memórias muito politizadas, o que é bastante normal. Há Memórias de um comunista, há Memórias de um anarquista, alguns textos biográficos de pessoas republicanas. São pessoas mais cultas que contam isto do ponto de vista da mobilização política.” Pode dizer-nos nomes? “Por exemplo, o anarquista Manuel Firmo, o comunista Francisco Ferreira, o Jaime Cortesão, o Jaime de Morais. Foram textos que foram publicados desde os anos 70 até há pouco tempo, como o texto de Jaime de Morais que foi publicado pela Cristina Clímaco e Heloísa Paulo. Mas, no caso de Alberto, ele já está em Espanha e é bastante por acaso que ele vai começar a guerra. Então, ele não tem uma visão muito politizada e, por exemplo, quando se compara com outros textos de memórias de espanhóis, franceses ou de outras pessoas que combateram na guerra, eles têm uma visão muito ideológica. Alberto conta muito a vida quotidiana dos combatentes, o esforço para comer não muito mal, as brincadeiras entre soldados, como eles ouviam a rádio. É o relato da guerra por um homem, isto é, ele não faz um grande discurso sobre a guerra, ele conta o seu quotidiano de combatente. Então, são muito poucos os relatos [de portugueses] sobre esta guerra, ainda menos por pessoas não politizadas e que não estão a tentar legitimar o que eles fizeram ou não fizeram. É um relato do quotidiano.” Na introdução, o Victor Pereira escreve que “ele não parte para Espanha em nome de um ideal antifascista”, mas “é apanhado pela guerra quando já está em Espanha”. Por outro lado, quando está na guerra, ele não faz dos soldados heróis e até fala da confraternização com soldados do campo adversário. Isto vai ao encontro do que acaba de dizer, não é? “Sim, sim. Muitas vezes há muito essa imagem da Guerra de Espanha que foi uma guerra que mobilizou as opiniões públicas ocidentais em França, Portugal. Na minha introdução, falo sobre como é que a Guerra de Espanha também foi uma guerra quase interna a Portugal. Podemos realçar quando, em Julho de 1937, há uma tentativa de atentado a Salazar que falha e o objectivo das pessoas que tentaram matar Salazar era para tentar enfraquecer o campo nacionalista espanhol porque Salazar foi um grande apoio desde o início aos insurrectos espanhóis e a Franco. O Alberto de Oliveira Martins não tem essa visão politizada. Por exemplo, há uma parte onde ele escreve que quando começou a guerra civil, havia uma aldeia que estava do lado nacionalista e a aldeia ao lado estava do lado republicano e os combatentes dos dois lados conheciam-se pessoalmente. Por vezes, odiavam-se há vários anos, até há várias décadas, mas o que ele conta é que, por vezes, há jovens soldados que estavam muito perto uns dos outros e o que eles fizeram foram pactos dizendo: ‘Olha, não vamos matar ninguém. Vamos atirar para o ar. Assim, os nossos oficiais pensam que nós estamos a combater'. Às vezes, até falavam uns com os outros e faziam estes pactos de paz muito localizados. Isso não aparece tanto nos outros textos porque o que aparece é uma luta de vida e de morte entre o fascismo e antifascismo. Então, ele foca coisas que muitas vezes não são focadas nas memórias da Guerra de Espanha.” Mas de que lado lutou Alberto de Oliveira Martins? “No início, quando ele está em Espanha, ele não tem sorte, como aconteceu a milhares de pessoas. Ele encontra-se num comboio que vai até Saragoça. Saragoça foi tomada pelos militares rebeldes que depois vamos chamar os franquistas. Eles querem imobilizá-lo no campo dos franquistas e ele foge. Algumas semanas depois, ele encontra-se com o próprio Durruti, um dos chefes dos anarquistas que impediu os militares de tomarem o poder em Barcelona. Em 19 e 20 de Julho de 1936 há luta nas ruas de Barcelona, o Durruti e outros camaradas da CNT (do Movimento Anarquista) conseguem domar a tentativa de golpe de Estado e, a partir de 24 de Julho vão milhares de catalães e anarquistas até Saragoça para tentar libertar Saragoça, que tinha sido ocupado pelos militares. Ora, ele estava numa aldeia onde chega o Durruti e o Durruti dá-lhe uma arma e ele vai seguir e vai combater durante quase três anos. A coluna Durruti vai ser uma das mais conhecidas da guerra de Espanha e ele vai combater durante três anos em Aragão, depois na Catalunha. Como é um jovem de 1m80, bastante esperto, bastante ágil, que toda a gente considera que espanhol, ele vai participar em acções de sabotagem no curso de guerrilhas. Então, ele vai combatendo, ainda que ele não tenha ido para combater. Foi a guerra que foi ter com ele. Estando na guerra, ele combate até ao fim, até Janeiro de 1939.” Temos noção de quantos portugueses participaram nesta Guerra Civil Espanhola? “Isso é muito difícil. Há, desde os anos 80, alguns estudos, nomeadamente do César Oliveira, também de Cristina Clímaco sobre o exílio português em França e em Espanha. Há vários números, por vezes 500, vai subindo até 2.000, alguns estudos até falam em mais, e estou a falar do lado dos republicanos, aqueles que ajudaram a República espanhola a lutar contra as tropas franquistas. Muitas vezes fala-se em alguns milhares, 2.000, talvez mais. Um dos grandes problemas - como no caso do Alberto que nunca é referido como português e o nome dele aparece em castelhano nos arquivos - nas listas de nomes ninguém pode saber se são portugueses. Talvez muitos mais portugueses tenham combatido durante a Guerra de Espanha, mas eram considerados espanhóis e havia antes da guerra mais de 20.000 até 30.000 portugueses que estavam a trabalhar na Galiza, na Extremadura, na Andaluzia, sobretudo. Então, houve provavelmente muitos portugueses que combateram e nós não sabemos. Depois temos os portugueses que estão em Espanha, os voluntários que foram combater do lado do Franco. São os chamados ‘Viriatos' e na literatura histórica aparece que foram 8.000, 10.000, alguns até dizem 20.000. Há alguns anos, um militar português, Varela Gomes, disse que provavelmente não eram assim tantos, provavelmente eram 2.500. Por isso, o problema da quantificação é um problema ainda em aberto. Imagino que vão ser precisos muitos anos para saber melhor.” Falou na busca de de arquivos, na recolha de rastos, de memórias. Eu suponho que tenha sido um processo rico em surpresas. Como é que foi esse percurso que o levou a viajar entre a França, a Espanha e Portugal? “Então, foi como um detective, como um polícia. Eu tinha o texto dele, eu sabia que ele foi preso duas vezes nos anos 30, em Espanha, que foi expulso uma vez para Portugal em 1934. Eu sabia que ele tinha sido preso pela PVDE, isto é, a polícia política portuguesa antes da PIDE, e a partir daí fui procurando arquivos de documentação. O mais óbvio era o processo dele no arquivo da PIDE, na Torre do Tombo, em Lisboa, o que era um processo complicado no sentido que ele é preso quando regressa a Portugal em 1940 e, obviamente, ele não vai dizer a verdade à polícia política porque se dissesse a verdade seria enviado para o Tarrafal, o campo de internamento que foi criado em 1936 e para onde foram enviados opositores republicanos, opositores comunistas, anarquistas. A partir de 1930 e 1940, todos os portugueses que foram presos e que tinham combatido na Guerra de Espanha foram enviados para o Tarrafal em condições muito difíceis e alguns morreram em Cabo Verde. Então, obviamente que ele mente e, para mim, era uma fonte complicada, porque eu sei à partida que ele vai mentir. O que ele diz nas Memórias permite compreender isto. Depois, ele conta que em 1932 e 1936 ele vive em Espanha, faz uns biscates, vai mudando muitas vezes de sítio e isso foi uma missão que foi muito demorada. Vi toda a documentação sobre os consulados portugueses em Barcelona, em Sevilha, em Córdoba, em sítios onde eu sabia que ele tinha passado. Para mim, foi uma grande alegria quando, um dia, vendo um conjunto de recibos que eram as ajudas que os consulados portugueses davam a portugueses indigentes ou com poucos meios, reconheci a assinatura dele no recibo! Depois fui vendo vários recibos e, muitas vezes, eram recibos de cinco pesetas, 12 pesetas, o que era bastante pouco dinheiro, mas consegui saber onde ele estava e em que dia. Em Espanha, estive também no arquivo mais importante para qualquer historiador da Guerra Civil que é o Arquivo de Salamanca, que agora se chama o Centro de Documentação da Memória Histórica de Salamanca. O que se passou é que quando as tropas de Franco chegavam a uma cidade ou a uma aldeia, eles iam logo buscar os arquivos dos sindicatos, dos partidos políticos, das câmaras e quando as câmaras eram de esquerda, republicanas, ficavam com toda a documentação e depois enviavam para Salamanca. Em Salamanca, havia pessoas, muitas vezes militares e outros, que liam toda a documentação e faziam fichas: ‘um tal foi chefe do sindicato da CNT, outro foi socialista e foi presidente da Câmara tal, combateu em tal milícia'. Fizeram fichas que depois permitiam às forças de repressão do Franco encontrarem as pessoas quando estavam em Espanha, julgá-las, prendê-las e, às vezes, executִá-las. Nós não podemos esquecer que o Franco organizou uma repressão duríssima durante a guerra e, ainda depois da guerra, houve dezenas de milhares de espanhóis que foram mortos. Foi ali que encontrei, por exemplo, as notas da Coluna Durruti sobre os milicianos que eram pagos e encontrei várias vezes o nome dele [Alberto de Oliveira Martins]. Depois fui a Córdoba, onde ele tinha sido preso, fui a Valência e encontrei documentos, em alguns sítios não encontrei nada, mas pelo menos tentei. Ele também esteve em França num campo de internamento e, em França, encontrei algumas coisas sobre o internamento dele. Muitas vezes, quando se faz uma biografia, faz-se uma biografia de uma pessoa conhecida que deixa muitos documentos ou deixa muitos rastos. Neste caso, foi ter alguma imaginação para encontrar um rasto dele em documentos que podem parecer pouco importantes, mas que se tornaram muito importantes e pertinentes para compreender a trajectória dele.” Na introdução, fala sobre o texto como “raro e precioso”, “único” até. O que é que este relato de Alberto de Oliveira Martins tem de tão especial para o fascinar ao ponto de lhe dedicar vários meses de investigação? “Em primeiro, é que temos muito poucos relatos de portugueses que combateram na Guerra de Espanha, apesar da importância que foi a Guerra de Espanha e da importância que teve em Portugal. Só isto é importante. Depois, o Alberto de Oliveira Martins emigrou para Espanha e quase não conhecemos nada sobre a emigração dos portugueses em Espanha, quando os portugueses, eram 30.000 em 1930. Havia muita emigração temporária, sazonal, de pessoas do Alentejo, do Algarve, que iam para Espanha. É uma coisa que conhecemos muito mal. Ele também participou numa campanha das vindimas em França em 1934 e eu nunca tinha lido nada sobre portugueses em França nas vindimas. O que é muito importante é que, muitas vezes, quando conhecemos essa história dos emigrantes ou dos combatentes, muitas vezes temos a visão do Estado quando há pessoas que são presas, julgadas, temos relatos do polícia, do juiz, do cônsul. Para mim era muito rico porque era uma pessoa que falava da vida dele na primeira pessoa. Eu podia saber o que ele pensava, porque é que ele tinha feito isto, tinha feito aquilo. É o que nós chamamos, em História, a história dos subalternos, dos pobres, dos operários, das mulheres pobres, dos migrantes. Temos muito poucos relatos na primeira pessoa porque as pessoas não escrevem e muitas pessoas não sabiam escrever. Este é um caso raro de um português nascido em 1915, que emigra, que combate, que está em França no início da Segunda Guerra Mundial e que é um dos raros a escrever e nós conseguimos ter um rasto desse documento.” É resgatar a voz histórica de um anónimo? “Sim, ele é um anónimo e, muitas vezes, a História é feita com reis, rainhas, Salazar, Marcello Caetano, Mário Soares, Álvaro Cunhal. O que me interessou muito foi escrever a vida de um anónimo. Nas minhas próprias investigações sobre a emigração portuguesa em França, eu já tinha visto o nome dele numa lista que eu tinha encontrado no arquivo da PIDE sobre os portugueses presos que se encontravam em campos de concentração em França em 1940. Eu vi dezenas de nomes e quando comecei a leitura apercebi-me que esse nome me dizia qualquer coisa. Para mim é muito importante porque é um anónimo que fala na primeira pessoa. Não são outras pessoas que falam por ele, que escrevem sobre a vida dele. Por isso, foi muito importante para mim, para a editora e para o filho que me deu o texto que nós pudéssemos publicar o texto dele.”
Bora falar mais um pouco de ciclismo? Edição Extra do Gregario Radio com a participação do Fabio Mollica. Ele está na Bélgica, de onde acompanhou in loco a Gent-Wevelgem. Ops...In The Flandres Field!Lorena Wiebes e Jasper Philipsen foram os grandes vencedores, mas tem muita resenha para colocar em dia. E ainda tem o Jonas Vingegaard na Catalunha!O Fabio chega junto com uma boa notícia. A empresa dele, Fabio.naEstrada será nossa parceira, anunciando suas viagens pelo melhor do ciclismo no mundo ao longo dos próximos programas.Temos certeza que você vai curtir!Conheça mais sobre o Fabio.naEstrada
Bernardo Figueiredo, Miguel Deodato e André Santos analisam o Grande Prémio da Catalunha, vencido de forma surpreendente com Álex Márquez, numa corrida em que a KTM se mostrou competitiva, a Aprilia teve dificuldades e pilotos como Fabio Quartararo, Enea Bastianini, Luca Marini e Miguel Oliveira tiveram prestações positivas. Onde falamos apaixonadamente de MotoGP! Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/EF59oLULRLJ10HUI6YtPiA
Martim Sousa Tavares leva-nos à Catalunha com “O Canto dos Pássaros”, peça melancólica imortalizada por Pablo Casals e transformada em hino da paz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Martim Sousa Tavares leva-nos à Catalunha com “O Canto dos Pássaros”, peça melancólica imortalizada por Pablo Casals e transformada em hino da paz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com mais de 20 anos de carreira como fotógrafo esportivo e quase 600 mil seguidores nas redes sociais, o brasileiro Ricardo Nogueira ajuda a contar a história do espetáculo do futebol. À beira do gramado, suas lentes já capturaram grandes jogadores do cenário internacional, como Messi, Mbappé, Vinicius Junior, Raphinha, entre outros. Renan Tolentino, da RFI, em Paris São anos acompanhando tantos gênios da bola que o olhar do fotógrafo já está treinado para perpetuar a imprevisibilidade de cada lance dentro de campo. "Assim como dizem que o craque consegue antever os movimentos da partida (...) o fotógrafo, de tanto conhecer o jogo, de tanto conhecer o jogador, consegue às vezes antever o movimento. Ele sabe, se o cara pega a bola em determinado lugar do campo, o que ele vai fazer, para onde vai virar, se vai lançar, se vai tocar curto. Então, o conhecimento do jogo e a prática constante da fotografia do futebol te faz ser um fotógrafo melhor. É nisso que eu penso no jogo", explica Ricardo. Baseado em Madri desde 2019, ele está acostumado a cobrir grandes eventos e compartilhar nas redes a rotina de um fotógrafo esportivo, entre viagens, jogos e, claro, muitos de seus cliques. “Minha rotina hoje se baseia principalmente na cobertura dos clubes na Espanha, como Real Madrid e Barcelona. Então, acaba envolvendo muitas viagens, para cobrir jogos dentro da Espanha e fora, quando começa a Liga dos Campeões. Também faço a cobertura da Seleção Brasileira, então tenho que viajar constantemente para a América do Sul, principalmente na época de eliminatórias de Copa”, conta. Mundial de Clubes e Champions na rota O fotógrafo brasileiro já visitou 42 países em coberturas esportivas e, recentemente, esteve nos Estados Unidos para registrar a primeira Copa do Mundo de Clubes da Fifa, vencida pelo Chelsea. "Foi uma boa cobertura, apesar de ter sido em um país tão grande como os Estados Unidos, o que às vezes prejudica um pouco essa nossa logística", explica. "Cobri jogos do Real Madrid, do Flamengo e do Palmeiras. Como foi a primeira [Copa do Mundo de Clubes], funciona como um teste para ver se tem um bom nível de aceitação e de interesse. Mas acho que veio para ficar", avalia o brasileiro. Ao longo de um mês de competição, Ricardo passou por seis cidades-sedes e percorreu cerca de 6 mil km no território norte-americano, registrando a mobilização das torcidas dentro e fora dos estádios, e os passos dos jogadores em campo. O fotógrafo conta que as longas distâncias e o forte calor foram adversários duros a serem driblados. Este ano, ele também esteve presente na final da Liga dos Campeões, que terminou com o Paris Saint-Germain conquistando o título pela primeira vez em sua história. “Essa foi a minha quarta final de Champions, desde que me mudei aqui para a Europa, em 2019. Posso dizer que foi a final que mais me surpreendeu", ressalta. "Todas as finais que fiz anteriormente tiveram jogos muito parelhos, definidos no detalhe. Mas essa foi uma final que logo no começo do jogo estava quase tudo definido", compara o fotógrafo. "Posso dizer que foi uma final mais tranquila de fazer a cobertura, porque quando o placar se define rápido, o fotógrafo também tem uma vida mais tranquila na hora de fazer sua edição, na hora de trabalhar durante o jogo”, recorda. Dos primeiros cliques às Olimpíadas Ricardo começou sua carreira em 2003 em Santos, no litoral de São Paulo. Inicialmente, a fotografia não estava nos planos, mas o brasileiro conta que o jogo virou depois que deu seus primeiros cliques, ainda na faculdade de jornalismo. “A princípio, não tinha interesse em fotografar, nunca pensei em ser fotógrafo. Na verdade, meu sonho sempre foi ser jogador de futebol. Acabei optando pelo jornalismo. Nos últimos anos da faculdade, estavam precisando de um fotógrafo no jornal laboratório do curso e me ofereci. Me entregaram uma câmera, dessas bem antigas, totalmente manual. E foi com ela que fiz os primeiros cliques. Aí despertou uma coisa em mim, percebi que seria uma área interessante para seguir”. Hoje, com quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas no currículo, ele contabiliza também momentos históricos em outros esportes além do futebol. Em Jogos Olímpicos, por exemplo, teve a oportunidade de registrar os últimos passos de duas lendas, o corredor Usain Bolt e o nadador Michael Phelps. "Cobri as Olimpíadas de 2016, no Rio, e agora fiz essas últimas Olimpíadas de 2024, em Paris. Você tem a possibilidade de ter contato com pessoas, fotógrafos e esportistas do mundo inteiro. Na Copa do Mundo, a gente se limitaria a 32 nacionalidades que você vai cobrir, mas nas Olimpíadas são mais de 100", reflete Ricardo. "Poder registrar alguns destes feitos foi sensacional. Tive a chance de fotografar a última corrida do Usain Bolt e a última Olimpíada do Michael Phelps", se orgulha o brasileiro. Depois de décadas de profissão e inúmeros atletas capturados por suas lentes, inovar se torna um desafio a cada jogo. Entretanto, hoje mais experiente, Ricardo tem uma boa tática para superar esse obstáculo. “Gosto de usar o lema: ‘faça diferente'. Tentar registrar o que ninguém viu. Em teoria, como a fotografia é algo muito subjetivo, eu gosto de fazer uma que tenha o meu olhar, que tenha a minha característica. Depois de tanto tempo no mercado, acho que fazer diferente ainda é a melhor forma de atrair a atenção das pessoas para o seu trabalho”, destaca o brasileiro. Assim como os atletas, agora Ricardo Nogueira se prepara para o início da temporada 2025-2026. No dia 10 de agosto, ele estará na Catalunha para o jogo entre Barcelona e Como, da Itália, pelo troféu Joan Gamper, e no dia 13, fotografa a decisão da Supercopa da Uefa, entre PSG e Tottenham.
O Dauphiné reuniu alguns dos maiores ciclistas da atualidade e a primeira etapa neste domingo rendeu muitas surpresas e uma obviedade: vitóra de Tadej Pogacar. Vingegaard atacou, Pogacar responde, MVDP pegou a ponta e Remco conseguiu saltar depois...tava todo mundo ali e um pelotão sedento para neutralizar a fuga. Não deu. Vamos falar disso e sobre o domínio da FDJ. Se antes Demi Vollering era o centro das atenções, essa semana a equipe francesa se mostrou bem mais do que uma banda de uma música só. Levaram a Volta da Catalunha e o Tour of Britain. Tem também os destaques brasileiros, com a etapa da Copa do Mundo de MTB, Avancini na Eslôvenia e muito mais. Chegue junto.
Neste domingo, GP da Espanha de F1, em Barcelona. Por isso, o Podcast Motorsport.com chega no YouTube com o PÓDIO, no qual Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) recebem convidados para debater tudo da Catalunha. Reportagens de Isa Fernandes na Mit Cup!Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual: https://bit.ly/425ErVa
Nesta quarta-feira, o Podcast Motorsport.com Brasil chega com o TELEMETRIA, que dá o pontapé à cobertura do GP da Espanha de F1 e traz Rico Penteado, ex-chefe de motores da Renault na F1, para detalhar tudo sobre a etapa de Barcelona. A nova diretriz técnica da FIA sobre as asas dianteiras vai mudar a ordem de forças na Catalunha? Isso e muito mais o engenheiro brasileiro debate com Carlos Costa (@ocarlos_costa) ao vivo!Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual: https://bit.ly/425ErVa
Episódio gravado ao vivo no “Policy Fest”, organizado pelo Instituto de Políticas Públicas da Nova SBE. Simone Tulumello é geógrafo e investigador no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. É membro fundador da Rede H – Rede Nacional de Estudos sobre Habitação e autor do livro *Habitação para além da "crise": Políticas, conflito, direito* (Tigre de Papel, 2024). Vera Gouveia Barros é economista e investigadora, licenciada pela Nova SBE e doutorada pelo ISEG. Tem investigado nas áreas da Economia da Habitação e do Turismo, sendo autora de estudos com o position paper *A Situação da Habitação em Portugal*, publicado pela SEDES, onde integra o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras, e coautora do estudo *O Mercado Imobiliário em Portugal* (FFMS). _______________ Índice: (0:00) Introdução (4:48) Início: Os principais factos da Crise da Habitação. | Taxa de sobrecarga das famílias em despesas em habitação | Barómetro da Habitação (FFMS) | Estudo Banco de Portugal: porque não desceram os preços quando os bancos centrais subiram as taxas de juro? (27:49) Mercado da habitação: falhas (37:50) Como aumentar a oferta de casas. Dados da OCDE | Precisamos de mais oferta pública? (50:07) Controlo de rendas? | Artigo: Digital Socialism, de Evgeny Morozov | O caso da Catalunha (58:40) Medidas para ajudar quem precisa a comprar casa. (1:04:26) Proprietários: a riqueza de milhões de portugueses aumentou nos últimos 10 anos | Quem compra vs quem arrenda | Quem mais sofre com a Crise são os mais pobres | O regresso das barracas (1:11:28) Precisamos de mais habitação pública? ______________ Esta conversa teve a sonoplastia de Hugo OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 720! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana revoltados com a justiça espanhola. E neste programa comentamos a absolvição de Daniel Alves (por enquanto, porque o Ministério Público da Catalunha já está recorrendo), falamos sobre Neymar que já passou um terço do seu contrato com o Santos longe dos gramados, debatemos o futuro da seleção brasileira após a demissão de Dorival Júnior, além de muito mais. E não se esqueça de usar as Hashtags: #VIDANETAMANDUÁ #PROFESSORBUÇA Entre em nosso site! https://peladananet.com.brSiga nosso Bluesky! @peladananet.com.brSiga nosso Twitter! @PeladaNETSiga nosso Instagram! @PeladaNaNetParticipe do nosso grupo no TELEGRAM! https://t.me/padegostosodemaisCompre nossos produtos na Podcast Store! Temos camisetas, canecas, ímãs, pôsteres, bottons e ecobags disponíveis! Titulares:Fernando Maidana – Twitter / Instagram / BlueskyVictor “Show do Vitinho” Raphael – Twitter / Instagram / BlueskyVitor “Príncipe Vidane” Faglioni Rossi – Twitter / Instagram / Bluesky Projetos paralelos:Jovem NerdMau Acompanhado – no Jovem NerdFeed do Mau Acompanhado no SpotifyDentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineCanal do Versão Brasihueira no YouTubePauta Livre NewsCanal do Victinho no YoutubeRede ChorumeFábrica de FilmesLegião dos HeróisNoites com Maidana Ouça também:Frango FinoPapo DelasRadiofobiaThe Dark One – PodtrashVortex – com Kat Barcelos Contribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonOu através da nossa chave pix: podcast@peladananet.com.br Colaboradores de Fevereiro/2025!Fica aqui o nosso agradecimento pelo carinho, dedicação e investimento aos queridos: Adriana Cristina Alves Pinto Gioielli | Adriano Nazário | André Vinícius De Carvalho Costa | Arthur Henrique Franceli Dos Santos | Fellipe Miranda | Gabriel Machado De Freitas | Guilherme Rezende Soria | Gustavo Henrique Rossini | Heverton Coneglian De Freitas | Higor Nunes Resende | Higor Pêgas Rosa De Faria | Igor Leite Da Silva | Ítalo Leandro Freire De Albuquerque | João Paulo Lobo Marins | Joao Pedro Barros Barbosa | Leonardo Delefrate | Lucas De Mattos Millan | Luis Henrique Santos | Luiz Guilherme Borges Silva | Messias Feitosa Santana | Pedro Marcelo Rocha Gomes | Rafael Brandão Brasil | Rena Marcon | Thais Cristine Cavalcanti | Vanessa Fontana | André Stábile | Arthur Takeshi Gonçalves Murakawa | Brayan Ksenhuck | Bruno Burkart | Caio Mandolesi | Concílio Silva | Daniel Lucas Martins Lacerda | Davi Andrade | Fabio Simoes | Filipi Froufe | Flavio Barbosa | George Alfradique | Gustavo Marques Leite | Heitor Dias | Igor Trusz | Jhonathan Romão | João Gabriel Paduan Tristante | Josué Solano De Barros | Julio Henrique Balielo | Leonardo Lachi Manetti | Lucas Freitas | Luis Alberto De Seixas Buttes | Matheus De Sales Freitas | Pedro Lauria | Rafael Gomes Da Silva | Robson De Sousa | Rodrigo Pimentel | Tio Patux | Vander Alvas | Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinicius Renan Lauermann Moreira | Thiago Lins | Diego Santos | Hassan Jorge | Felipe Avelar | Leonardo Motta | Felipe Pastor | Bruno Franzini | Adryel Romeiro | Antonino Firmino Da Silva Neto | Antonio Augusto Mendes Rodrigues | Bruno Kellton | Bruno Marques Monteiro | Carlos Eduardo Ardigo | Daniel Pandeló Corrêa | Elisnei Menezes De Oliveira | Evilasio Costa Junior | Felipe Brasil | Felipe Duarte | Fernando Bilhiere | Fernando De Araujo Brandão Filho | Gabriel Frizzo | Gabriel Lecomte | Gabriel Lopes Dos Santos | Jailson Gomes | João Pedro Machareth | Jose Wellington De Moura Melo | Leonardo Giehl | Luan Germano | Luca Vianna | Lucas De Oliveira Andrade | Marcelo São Martinho Cabral | Marco Antônio Maassen Da Silva | Marianna Feitosa | Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Pollyana Bruno | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Rodrigo Dias Garcia | Rodrigo Oliveira Porto | Stéfano Bellote | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vitor Motta Vigerelli | Wladimir Araújo Neto | David Gilvan | Luiz Strina | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Fernando Pereira | Leonardo Pimentel | Bruno Macedo | Danilo Da Silva Pereira | Henrique Zani | Pedro Henrique De Paula Lemos | Victor Rodrigues | Raphael Pini Bubinick | Daniel Moreira | Lucas Penetra | Lucas, O Fofo | Albert José | Raphael De Souza | Thiago Goncales | Daniel Ferreira De Lima Vilha | Felipe Artemio | Gian Luca Barbosa Mainini | Tatiane Oliveira Ferreira | Bruno Vieira Silva | Itallo Rossi Lucas | Isabelle Zacara Obrigado por acreditarem em nós! Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente no post do Instagram com a capa deste episódio!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A desaprovação do presidente Lula cresceu e chegou a 56% dos eleitores brasileiros. Segundo a pesquisa Quaest, esse é o pior índice desde o início do mandato e a primeira vez que ele passa de 50%. A aprovação do presidente caiu para 41%, o menor patamar desde o início do mandato.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O ex-jogador Daniel Alves foi absolvido pelo Tribunal de Justiça da Catalunha da acusação de agressão sexual contra uma mulher na Espanha. A decisão foi unânime, anulando a sentença anterior por considerar que as provas apresentadas não eram suficientes para manter a condenação. O que motivou essa decisão? A acusação ainda pode recorrer ou o caso está encerrado? Quais podem ser as implicações para casos semelhantes no futuro? Giovanna Risardo e a correspondente da Record na Europa, Ana Paula Gomes, conversam com Maristela Basso, professora de Direito Internacional da Universidade de São Paulo (USP).
A decisão da justiça espanhola de revogar a condenação em primeira instância de Daniel Alves tem causado repercussão internacional e impactado a imprensa e a sociedade espanhola nos últimos dias. O jogador, que havia sido considerado culpado de agredir sexualmente uma jovem numa boate em Barcelona no fim de 2022, agora foi oficialmente absolvido. Em dois dos principais jornais espanhóis, o assunto ocupou lugar de destaque. Sábado (29), na capa do periódico El País, a manchete ressaltava que a absolvição de Alves se deu porque a denúncia não foi considerada confiável. Já o jornal El Mundo relacionou a decisão da justiça com a “inconsistência” da lei de garantia integral do consentimento sexual, conhecida como “Solo sí es sí”.Repercussão políticaDiante da notícia da absolvição do jogador brasileiro, Irene Montero, eurodeputada e ex-ministra da Igualdade da Espanha, além de uma das principais impulsionadoras da lei “Solo sí es sí”, manifestou indignação. Segundo disse em vídeo publicado nas redes sociais, a sentença coloca a responsabilidade sobre a vítima e dá a entender que ela não é confiável.“É uma sentença que é um claro exemplo de violência institucional e de justiça patriarcal, que desprotege as vítimas, as revitimiza e mantém, como diz a ONU, a cultura da impunidade dos agressores”, avaliou.A ministra espanhola da Igualdade, Ana Redondo, também se pronunciou. Em uma publicação feita no X, lembrou das diversas versões contraditórias apresentadas por Daniel Alves e disse que “de novo se questiona a vítima e, de novo, a palavra de um homem prevalece sobre a de uma mulher”. Redondo afirmou que a sentença lança uma mensagem errada à população e que “as mulheres têm que poder denunciar e saber que sua voz é confiável nos tribunais”.María Jesús Montero, secretária-geral do Partido Socialista Operário Espanhol e ministra da Fazenda, aproveitou sua intervenção em um congresso do partido ao qual pertence para expressar que considera a decisão da justiça uma “vergonha”.A socialista deixou também uma mensagem de apoio à jovem que acusa Daniel Alves de tê-la violentado. “Estamos com todas aquelas que enfrentam gigantes para reivindicar a dignidade que está na sua palavra, na sua voz, na dignidade de todas nós. E você não está sozinha. Estamos aqui com você”, exclamou Montero.Leia tambémJustiça espanhola anula condenação de Daniel Alves por agressão sexualRevogação por unanimidadeInicialmente condenado por agressão sexual, Daniel Alves foi absolvido na última sexta-feira (28) e todas as medidas cautelares adotadas no caso foram revogadas. A seção de apelações do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha acatou por unanimidade o recurso apresentado pela defesa do jogador, tornando nulos os efeitos da condenação em primeira instância. O Ministério Público espanhol e a acusação particular também tinham recorrido, pedindo o aumento da pena inicial, mas tiveram suas solicitações negadas.Agora, como afirmam diferentes meios da imprensa espanhola, Alves deve receber de volta a fiança que pagou em março do ano passado para obter liberdade provisória. 1 milhão de euros, cerca de R$ 6 milhões. Também existe a possibilidade de que o jogador seja indenizado pelo tempo que passou na prisão.Possibilidade de recursoAs partes envolvidas no processo ainda podem recorrer. É o que provavelmente fará a advogada da denunciante, Ester García. Ela falou com a imprensa no dia em que foi anunciada a decisão a e declarou que deve apresentar recurso, mas que, em primeiro lugar, tem que verificar como está o estado mental da sua cliente.Além de classificar a nova sentença como um retrocesso que pode desencorajar outras mulheres a denunciar, García falou sobre as gravações feitas na boate, que apresentariam contradições em relação à versão da denunciante, segundo a justiça. Para a jurista, afirmar que o “sentimento de insegurança” não existe, a partir de imagens gravadas em uma zona escura, como a do ambiente de festa, é inconcebível.“Me parece um debate que, nos dias de hoje, não deveria nem existir, porque os fatos analisados no processo não são se ela estava dançando ou não antes e sim o que aconteceu dentro de um banheiro”, declarou.De acordo com a imprensa espanhola, o Ministério Público ainda estaria investigando a possibilidade de recorrer.Reviravolta jurídicaEntre os motivos para estabelecer a nova decisão, os magistrados da seção de apelações do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha mencionaram lacunas, imprecisões e contradições na análise anterior dos acontecimentos.Os juízes também destacaram que o depoimento da vítima não poderia ser considerado suficientemente confiável, uma vez que partes da sua versão dos fatos não foram confirmadas por outras provas periciais, ou registros de câmeras de segurança.Tendo permanecido mais de um ano em prisão preventiva, Daniel Alves tinha sido sentenciado a 4 anos e 6 meses de reclusão por agressão sexual. Em março de 2024, obteve liberdade provisória após pagar uma fiança milionária. Segundo a decisão inicial, ele ainda teria que cumprir mais de dois anos de prisão.No mundo do futebolEm entrevista à RFI, o jornalista esportivo Joe Brennan, do Diário AS, disse que vê complicada a possibilidade de que Daniel Alves volte a jogar: “Com a idade que ele tem, com o tempo que ficou fora e com tudo o que envolve o nome dele agora, não sei se haverá um clube que vai querer vincular seu nome ao de Dani Alves”.O jornalista ressaltou o forte impacto que as notícias relacionadas ao processo em questão tiveram na sociedade espanhola. Ele conta que, na Espanha, existe uma resposta massiva de apoio à vítima. “Estamos falando de Daniel Alves, mas há uma vítima nisto”.Para Brennan, há um “entendimento muito forte na Espanha de que o sistema judicial que temos hoje não é totalmente adequado para proteger a vítima”. Ele cita que há muitos exemplos na opinião popular e, inclusive, de representantes políticos que sustentam essa ideia.“E até muita gente do Barça, porque já sabemos como é o mundo do futebol, sempre apoiando os seus, seu clube, seus jogadores e, claro, suas lendas como Dani Alves. Mas, neste caso, a sensação é diferente”, reflete o jornalista.Joe Brennan ressalta que, apesar da recente decisão da justiça espanhola, o episódio relacionado à denúncia de agressão sexual marcou a biografia do jogador. "Ele se tornou um ídolo para o Sevilla, para o Barça e para muitos outros times. Para o povo brasileiro também, imagino, com a seleção brasileira. Mas sempre vai existir essa sensação de dificuldade ao reavaliar a vida dele dentro de campo”.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Justiça da Espanha anulou a condenação por estupro do ex-jogador brasileiro Daniel Alves. A decisão foi do Tribunal Superior da Catalunha, que alegou que as provas são insuficientes para uma condenação. Daniel Alves havia sido condenado a quatro anos e meio de prisão. E ainda: STF começa a julgar recurso da defesa do ex-jogador Robinho, preso por estupro.
Benfica na Liga dos Campeões e Rúben Amorim safa-se na Premier League.
What's up everyone! This week, Justin and Erika look into Hawaii's theatre scene! Awesome regional theatre, University of Hawaii research and a deep dive on the man who has been the voice of Hawaii playwriting for years and the woman who is taking the baton.SOME BUSINESS: Thank you to the two playwrights we featured in this episode! You can find some of their plays in the links below. Erika's play, Kill The Bird, can be found on her New Play Exchange and you can purchase and produce Justin's plays, Community Garden and Cabin Chronicles, through his publisher, Playscripts. Finally, you can check out Justin's YouTube channel for more longform theatre content! For any more information, check out Justin's website and Erika's website for more cool stuff!Some Links from Hawaii:Perscription: Murder with PAT SAJAKManoa Valley TheatreEdward SakamotoLee CatalunaIf you like the show, feel free to subscribe and give us a five star review! Also, follow us on instagram @justinborak and @actualerikakuhn and Justin on TikTok for any news and notes on upcoming episodes and more theatre reccomendations!
Eles estão de volta à estrada, com o apoio da Antena 3. "Passa-Montanhas", é novo disco, totalmente feito na Catalunha, com o produtor Santi Garcia.
Fenomenal é o audiodocumentário do podcast Matraquilhos que recorda a inacreditável época que Ronaldo Luiz Nazário de Lima passou em Camp Nou em 1996/97. Contratado por Bobby Robson no ponto zero da era pós-Cruijff, mostrou-se nos Jogos Olímpicos e não precisou de adaptação para conquistar Catalunha, Espanha, Península Ibérica, a Europa e o mundo inteiro. Com a colaboração especial de Pedro Barata, Nuno Gomes, Miguel Lourenço Pereira, Nuno Madureira, Luís Cristóvão, Rui Miguel Tovar, Pedro Fragoso, João Tiago Figueiredo, João Tiago Araújo, Lídia Paralta Gomes, Manuel Neves, Sérgio Oliveira, Aires Gouveia, Miguel Paim, Sergio Vilariño e Blessing Lumueno.
Na nossa reportagem especial, das mais ouvidas, re apresentamos a entrevista com o embaixador do Brasil na Austrália Fred Arruda, que trata de questões como vistos, voos diretos, e apoio à diáspora científica. Em Lisboa, a santa padroeira de Alijó tem uma nova estátua impressa com tecnologia 3D. O concurso para eleger o maior 'castelo humano', na Catalunha, onde homens mais fortes se reúnem no formato de um grande círculo que serve como uma escada para quem for subir e compor os andares do castelo. A fadista Teresinha Landeiro apresenta o novo disco "Para Dançar e Para Chorar". A jornalista brasileira Patrícia Azevedo fala sobre suas experiências e desafios na Antártida.
O jogador Bruno Henrique, do Flamengo, foi alvo de uma operação do Ministério Público com apoio da Polícia Federal. A investigação envolve suspeitas de manipulação em um jogo do Campeonato Brasileiro realizado no ano passado. E ainda: Depois das enchentes em Valência, na Espanha, chuva causa alagamentos na Catalunha.
Depois de Valência, agora a Catalunha. Barcelona em alerta vermelho devido a chuvas torrenciais
Puigdemont reapareceu na Catalunha e voltou a desaparecer no dia em que o novo presidente da Generalitat era empossado. Apenas mais um desafio ao Estado de Direito ou um xeque-mate ao Estado espanhol?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Diogo Noivo explica que Puigdemont regressa para reivindicar a liderança independentista na Catalunha. Jorge Fernandes garante que o Junts não quer perder o controlo da narrativa mediática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual a relação entre o festival musical e a política internacional? Recebemos o professor Ricardo Rios para responder isso.Matias Pinto e Sylvia Colombo dão aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo a retrógrada lei peruana sobre pessoas trans e as prévias das eleições mexicanas.Nossa dupla de apresentadores dá uma volta pelo velho continente, puxando a capivara do novo ministro de Defesa da Rússia, tentativa de assassinato do premiê da Eslováquia e as eleições regionais na Catalunha.E esse programa conta com o apoio da Alura, garanta agora a sua matrícula com 15% de desconto!https://alura.tv/xadrezverbal
O Partido Socialista da Catalunha ganhou de forma clara as eleições antecipadas e os independentistas perderam a maioria. Formar governo com uma maioria na Catalunha parece impossível, a partir do momento em que a Esquerda Republicana e o Junts se mostraram indisponíveis. Que caminho pode ser seguido? Neste episódio, conversamos com Lourenço Pereira Coutinho, historiador e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você consegue vislumbrar um futuro em que feminismo e antipunitivismo caminham juntos? Nesse episódio, gravado no contexto do 8 março de 2024, a gente provoca uma conversa sobre o futuro que nós, mulheres das lutas feministas, queremos ou estamos buscando construir. Te convidamos a escutar esse papo de coração aberto e a ficar até o final para seguir a reflexão por completo. Porém se em algum momento você sentir que deve interromper a escuta por algum gatilho, não hesite em parar. Pra falar desse assunto, convidamos duas femigrantes que trabalham cotidianamente na linha de frente do atendimento a mulheres e imigrantes em situação de vulnerabilidade: - Mariana Araujo, advogada formada pela Universidade Federal de Juiz Fora, com mestrado em Migrações contemporâneas e RI, e pós-graduação em direitos e integração social, especialista em violência de gênero e proteção internacional. Atualmente trabalha como técnica de moradia do programa de Proteção Internacional do Ministério de Migrações da Espanha, e milita em diversos coletivos, como o "Tanquem els CIE" (coletivo contra os centros de internamento de estrangeiros da Catalunha). - Mairê Carli, nossa co-host, que é também indignada e defensora de direitos humanos. Trabalha como advogada na ONG Fundació Àmbit Prevenció com problemáticas sobre migração, violências machistas e institucionais, através de atenção direta ou projetos de incidência política. Se formou em direito na Universidade Mackenzie, tem mestrado em Cooperação internacional pela Universidade de Barcelona e especialização em estudos de gênero pela Universidade Autònoma de Barcelona. Coordena também um site que oferece atenção especializada em temas de violência machista (siemprevivas.org). ***** CRÉDITOS: Apresentação e roteiro: Lilian Moreira e Natalie Rios Estratégia de mídias: Mairê Carli, Patrícia Kuniyasi e Beatriz Moraes Design: Patrícia Kuniyasi Edição e sonorização: Gabriel Duponto e Mairê Carli
O governador Eduardo Leite decidiu adiar por trinta dias o início da vigência dos decretos que revisam benefícios fiscais. A taxa de desemprego no Brasil subiu para 7,8% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul afirma ter apreendido, em Montenegro, a maior carga de crack já encontrada de uma única vez na história da corporação. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul publicou a relação de leituras obrigatórias para o vestibular 2025. O jogador Daniel Alves compareceu ao Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, em Barcelona, pela primeira vez desde que saiu da prisão.
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O que teria sido de Evaristo se tivesse jogado a Copa de 58, liberado pelo Barcelona? Essa pergunta não tem resposta, mas Paulo e Leandro contam a história do versátil e goleador jogador revelado pelo Madureira. Separamos cinco temporadas de Evaristo, campeão pelo Flamengo, brilhante na Seleção, transferido ao Barcelona e convertido em ídolo na Catalunha. Grande Evaristo!
Conversamos com o diretor Igor Bastos sobre "Placa-Mãe", longa de animação que conta uma história de ficção científica situada no interior de Minas - ou, como diz a própria descrição, um filme "sci-fi da roça!" - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No filme "Placa-Mãe", a famosa Metropolis, do clássico sci-fi de Fritz Lang, dá lugar a Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro. A cidade é também a terra-natal do diretor e roteirista Igor Bastos. Na tela, ele conta uma história que se passa no futuro, quando uma andróide decide adotar duas crianças órfãs -- algo inédito na sociedade até então. Mas apesar da boa intenção dela, um político reacionário faz de tudo para impedir a formação da nova família. Antes de chegar ao circuito comercial, “Placa-Mãe” circulou por vários festivais, inclusive fora do país. A animação foi selecionada, por exemplo, para o renomado Sitges - Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha, e para a 24ª Semana Internacional do Cine Fantástico de Costa del Sol, também na Espanha, além de festivais no Equador, México, Portugal e Estados Unidos. No Brasil, o filme foi selecionado para a 17ª CineBH e para o 13º ANIMAGE - Festival Internacional de Animação de Pernambuco. Igor Bastos tem formação em cinema de animação pela Escola de Belas Artes da UFMG. “Placa-Mãe” foi produzido pela Espacial Filmes e Flash Minas, com uma equipe totalmente mineira. A distribuição é da O2 Play. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
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As emoções e revoltas dos jogos da 1ª liga de futebol deste fim de semana, Miguel Oliveira no Moto GP da Catalunha, o record de Max Verstappen
Na manhã deste domingo, foi realizado o GP da Espanha, sétima de 22 etapas da Fórmula 1 em 2023. E quem ficou com a vitória foi o holandês Max Verstappen, que liderou do início ao fim após conquistar a pole position em Barcelona, fazendo um Grand Chelem na Catalunha.
A Fórmula 1 chegou em Barcelona, que vive às voltas com o retorno da Alonsomanía. Fernando Alonso conquistou em Mônaco o seu melhor resultado na temporada 2023 ao terminar em segundo lugar, e o circuito da Catalunha ainda resolveu dar mais um indício de que a vitória 33 pode estar perto, colocando o espanhol no box… 33. Só que a realidade mostra que a Red Bull ainda está bem à frente, então as atualizações deste final de semana serão importantes para ver se, sim, a equipe de Silverstone tem chances no ano. Do outro lado, Mercedes terá a prova dos 9 com o seu W14 repaginado, enquanto a Ferrari também prepara atualizações e precisa dar um basta na imagem de equipe desorganizada, que ficou ainda mais escancarada em Mônaco. Será que vai? Tudo isso no WGP, o programa que é comandado pelo time feminino do GRANDE PRÊMIO. Luana Marino apresenta, com comentários de Ana Paula Cerveira e Juliana Tesser. Na produção, Pedro Prado. Confira!
“Mar calmo não faz bom marinheiro”. Este é o título do mais recente livro do ex-ator Max Fercondini, que conta as experiências que viveu durante os cinco anos navegando sozinho pelo mar Mediterrâneo e Atlântico a bordo do seu veleiro, Eileen. Ancorado em Lisboa, o autor recebeu a RFI no barco que também é a sua casa. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em LisboaNeste segundo livro, que também foi lançado em Portugal, Max compartilha os motivos que o levaram a deixar o Brasil e embarcar nesta aventura. Foram mais de 30 mil quilômetros passando por dezenas de destinos pela Europa, entre eles, França, Inglaterra, Itália e Espanha.“Eu começo o meu livro com [a pergunta] 'vai ajudar na separação?' Essa foi a irônica mensagem que meu amigo Fábio me enviou quando soube que eu estava na Espanha justamente quando a Catalunha pedia a separação do restante do país e, na mesma época, eu já tinha me separado da minha ex-mulher. Essa frase me marcou. Eu ainda [estava] no Brasil quando decidi que queria fazer esta terceira expedição. Naquela situação de perda, que todo mundo que já passou por uma separação e sabe como é, eu queria mudar e fazer algo inusitado”, explica Fercondini.Eileen: amor à primeira vistaDepois da separação com a atriz Amanda Ritcher e longe das novelas, Max decidiu mudar de vida e de país. Segundo ele, a necessidade de se reencontrar e parar para reflexão o motivou bastante. “Eu tinha os meus projetos, meus planos e decidi que não ia deixar de fazer as minhas expedições porque já não tinha mais a minha companheira das aventuras”. A ex-mulher tinha o acompanhado nas duas primeiras viagens, mas Max não deixou que isso o impedisse de ir atrás dos seus sonhos. “Acordei de manhã um dia, ainda no Brasil, com aquela sensação de falta de alguma coisa e decidi que ia para Barcelona comprar um barco. Eu nunca tinha ido a Espanha, não conhecia nada, mas decidi que era isso que queria fazer”, recorda o ex-ator.Foi na Espanha que Fercondini encontrou o veleiro certo para a nova expedição. “A Eileen é o meu barco e foi amor à primeira vista. Eu acredito que muitas coisas que são duradouras e são positivas para a gente são amor à primeira vista. Costumo dizer que devemos seguir muito a nossa intuição. A intuição que eu tinha com este barco e a intuição de seguir meus projetos pessoais à frente dos profissionais falou muito forte eu senti que precisava escutar”, resume.O diário de bordo foi essencialmente escrito durante as travessias em alto-mar. Mas o livro vai muito além dos detalhes da navegação. Autobiográfica, a publicação é um convite a embarcar nesta aventura que, segundo o autor, “foi transformadora”. Fercondini compartilha as dificuldades, fala da solidão, da busca pelo autoconhecimento e dos momentos inesquecíveis em alto-mar. “Eu estava dentro do barco descansando e o veleiro no piloto automático e escutei o cabo no mastro fazendo um barulho. Fui lá fora para arrumar e me deparei com uns golfinhos se aproximando do barco para nadar junto do veleiro. Foi o momento certo e cinematográfico. Parece que fui chamado para ver aquilo. Nunca mais vou esquecer! “, conta.“A resposta não está na superfície”Segundo o autor, o título do livro reflete o momento turbulento que o autor estava vivendo. “Foi uma sorte eu conseguir esta frase 'Mar calmo não faz bom marinheiro'. É uma metáfora que a gente traz do universo náutico e que funciona para o nosso cotidiano. Tive muita sorte com esse título, pois ele reflete o momento que eu estava vivendo. A rescisão do meu contrato na televisão em 2014 foi o que me fez seguir nas minhas primeiras expedições e depois o término do meu relacionamento em 2017, que também foram águas turbulentas, enfrentando um mar difícil. Fazia todo o sentido que fosse esse o título do livro”, afirma Max.São vários os trechos do livro que falam dos aprendizados que o autor viveu ao longo das travessias pelo oceano. “A vida pode ser resumida a uma gota no oceano, mas só quem conhece a profundidade do mar sabe que a resposta não está na superfície. E isto também pode ser uma metáfora para o nosso cotidiano. Por isso muita gente se identificou com o livro e recebi muitos comentários sobre esta frase que escrevi no barco. A gente precisa mergulhar dentro de nós mesmos para descobrir o que realmente faz sentido e a resposta não está na superfície”.Max não é nenhum novato quando o assunto é aventuras. Antes de decidir velejar pelo mundo, viveu outros desafios ao longo da carreira na televisão. “Eu já fiz três expedições pelo céu, pela terra e agora pelo mar. As duas primeiras expedições eu coloquei no livro 'América do Sul sobre rodas: relatos, guias e dicas', onde percorri 21 mil quilômetros pelas estradas de seis países da América do Sul. Foram seis meses viajando em um motorhome. Já tinha feito o céu, a terra e decidi que o próximo capítulo seria o mar”, comenta.A vida a bordo em PortugalSegundo o autor, ele não tinha planos de morar a bordo do Eileen, em Portugal, por um período tão longo. “Eu imaginava morar no barco por um ano ou dois anos, no máximo, e já lá vão cinco anos. Eu realmente me encantei por esse estilo de vida. Mesmo com todas as dificuldades que às vezes preciso enfrentar quando algo no barco quebra ou me sinto sozinho, por exemplo, eu paro e penso o quão grato eu sou por essa vida que escolhi. Fico imaginando se eu estivesse parado num trânsito no Rio ou São Paulo e vejo o quão feliz eu estou com a minha escolha. Quando a gente faz o que ama, fica mais fácil superar os problemas”.A decisão de morar em Portugal acabou surgindo naturalmente, segundo Max. “Acho que Portugal me escolheu. A ideia de vir para Lisboa surgiu porque eu queria navegar no rio Tejo. Portugal é o berço dos grandes navegadores, da era de ouro dos descobrimentos. Então eu tinha um desejo muito grande de absorver um pouco desta cultura náutica dos portugueses. Quando eu cheguei aqui encontrei muitos amigos, fiz muitos amigos brasileiros e portugueses e acabei ficando mais tempo e me sinto em casa aqui.”.Fercondini já tem em mente um novo projeto literário. “Quero lançar esta sequência de histórias ligadas a aventuras. Já pensei em um nome provisório: “As aventuras de mini Max”. Tenho uma vontade muito grande de partilhar estas histórias com o público infantil e tentar despertar na criança, no adolescente e no jovem o olhar para o mundo fora da tela do telefone e do computador e se conectar com o espírito de aventura e da curiosidade”.
A Catalunha recuperou boa parte da autoestima perdida, e este domingo vai robustecer a tradição do Sant Jordi - o Dia dos Livros e das Rosas. A crónica de Francisco Sena Santos.
O GREGARIO RADIO é um oferecimento de Session Brasil (@sessionbrasil). We Make you Faster. Visite o site: http://www.sessionbrasil.com.brA comemoração pós-vitória na E3 Saxo Classic não deixa dúvida. Wout Van Aert estava engasgado com os últimos embates nas clássicas contra Tadej Pogacar e, principalmente, Mathieu Van der Poel.Depois de ser superado no Mundial de Ciclocross e na Milão-São Remo, sua vitória (perfeita taticamente) embala a rivalidade para o grande embate desta semana na Monumental Volta de Flandres.Sem os rivais na Gent-Wevelgen, o belga voltou a dar show e - muito mais atacante, conduziu seu companheiro de equipe Christoph Laporte para a vitória que escapou dele em 2022. Enquanto a temporada de clássicas pega fogo, o clima não é melhor entre Remco Evenepoel e Primoz Roglic, que duelaram guidão a guidão pela Volta da Catalunha. Roglic levou a melhor, mas essa rivalidade terá seu ápice no Giro, em maio.Assista ao Radio dessa semana onde falamos disso e muito mais!! Confira os pontos de destaque: 00:00 A temporada de Clássicas é um oferecimento Session03:20 Resultados e calendário da semana06:28 Nico resume o clima do ciclismo na Bélgica14:45 Pressão sobre a Bora e as vitórias por equipes16:30 Flandres é a hora do Pogacar22:48 Wout entrega a vitória ao companheiro Laporte25:33 A importante vitória na E3 - Wout não virou freguês28:08 Remco e Roglic iniciam o Giro d'Itália na Catalunha34:05 Um embate mental36:55 O top10 da Tota Magalhães39:07 Pan do Panamá em Abril (sonho de Paris2024)40:14 Cape Epic campeões e a presença de Vincenzo NibaliThis podcast uses the following third-party services for analysis: Chartable - https://chartable.com/privacy
O GREGARIO RADIO é um oferecimento de Session Brasil (@sessionbrasil). We Make you Faster. Visite o site: http://www.sessionbrasil.com.brA comemoração pós-vitória na E3 Saxo Classic não deixa dúvida. Wout Van Aert estava engasgado com os últimos embates nas clássicas contra Tadej Pogacar e, principalmente, Mathieu Van der Poel.Depois de ser superado no Mundial de Ciclocross e na Milão-São Remo, sua vitória (perfeita taticamente) embala a rivalidade para o grande embate desta semana na Monumental Volta de Flandres.Sem os rivais na Gent-Wevelgen, o belga voltou a dar show e - muito mais atacante, conduziu seu companheiro de equipe Christoph Laporte para a vitória que escapou dele em 2022. Enquanto a temporada de clássicas pega fogo, o clima não é melhor entre Remco Evenepoel e Primoz Roglic, que duelaram guidão a guidão pela Volta da Catalunha. Roglic levou a melhor, mas essa rivalidade terá seu ápice no Giro, em maio.Assista ao Radio dessa semana onde falamos disso e muito mais!! Confira os pontos de destaque: 00:00 A temporada de Clássicas é um oferecimento Session03:20 Resultados e calendário da semana06:28 Nico resume o clima do ciclismo na Bélgica14:45 Pressão sobre a Bora e as vitórias por equipes16:30 Flandres é a hora do Pogacar22:48 Wout entrega a vitória ao companheiro Laporte25:33 A importante vitória na E3 - Wout não virou freguês28:08 Remco e Roglic iniciam o Giro d'Itália na Catalunha34:05 Um embate mental36:55 O top10 da Tota Magalhães39:07 Pan do Panamá em Abril (sonho de Paris2024)40:14 Cape Epic campeões e a presença de Vincenzo NibaliThis podcast uses the following third-party services for analysis: Chartable - https://chartable.com/privacy
O Petit Journal volta ao MyNews, para mais uma gravação do seu Bate-Papo, e hoje traz como temas principais a conversa de cerca de duas horas entre Zé Biden e Xi Jinping, sobre a possibilidade de a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, visitar Taiwan. Além disso, falamos também sobre a recessão nos Estados Unidos, sobre a continuidade da crise na Argentina, a reviravolta histórica da história espanhola - ou Castela - frente a Catalunha, a visita de MBS a Paris, além da Polônia querendo ser potência e de Montenegro agindo contra os oligarcas russos (mas só dois deles) Quer conhecer nossos cursos e aulas gratuitas? Acesse www.petitcursos.com.br Se você quiser contribuir com o nosso projeto em reais, acesse: https://escute.orelo.audio/petit/apoios Se você vive no exterior: https://www.patreon.com/petitjournal Prefere fazer o Pix? A chave é o e-mail: petitjournal.pj@gmail.com Que tal um PicPay? Link: picpay.me/daniel.henrique.sousa Quer apoiar pelo Youtube? Clique em “Valeu”, logo abaixo do vídeo e deixe seu apoio Aos nossos apoiadores, nosso muitíssimo obrigado!