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Em 8 de junho de 1985, um garoto de 15 anos entrou numa montanha de 2.400 metros e nunca mais saiu. Marco Aurélio estava prestes a se tornar escoteiro sênior quando desapareceu no Pico dos Marins. Durante 28 dias, mais de 300 pessoas reviraram cada pedra daquela serra. Helicópteros, soldados, cães farejadores, até videntes. Quarenta anos depois, o pai ainda procura. #597
A guerra durou quarenta dias. O cessar-fogo está de pé. As negociações seguem. Parece que acabou.Não acabou.Os EUA e Israel tinham alguns objetivos no conflito, como desmantelar o programa nuclear iraniano, mudar o regime e reabrir o Estreito de Hormuz. Quarenta e oito dias depois, o regime sobreviveu, o programa nuclear continua em pé e o estreito — que estava aberto antes da guerra — só fechou porque a guerra começou.O Irã saiu militarmente enfraquecido, mas politicamente radicalizado. A liderança que emergiu do conflito é mais extrema do que a que existia antes. E enquanto diplomatas negociam no Paquistão, o cessar-fogo é usado para reposicionar peças no tabuleiro.Hoje na live, vou fazer um panorama completo do conflito: o que a guerra produziu, o que o cessar-fogo resolve — e o que ele deixa sem resposta.
Alberto de Oliveira Martins foi um anónimo que se deixou levar pelos ventos da história e que, no final da sua vida, decidiu contar o que viveu com a ajuda de uma velha máquina de escrever que o filho lhe ofereceu. Alberto nasceu em Portugal durante a Primeira Guerra Mundial, viveu a chegada da ditadura, combateu o franquismo na guerra civil de Espanha, foi preso num campo de internamento em França na Segunda Guerra Mundial e esteve detido nas prisões salazaristas em Portugal. Tudo isso escreveu nas suas memórias no final dos anos 80. Quarenta anos depois, o seu filho, Joaquim, partilhou o texto com o historiador Victor Pereira que foi à procura dos rastos desta história invulgar. O resultado é um livro intitulado “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” [“Os Cadernos de Alberto. Do Porto à Guerra de Espanha”] que vai ser publicado em Maio em França, pela editora Chandeigne & Lima, e sobre o qual estivemos à conversa com Victor Pereira. RFI: Do que fala o livro “Les Carnets d'Alberto. De Porto à la guerre d'Espagne” ? Victor Pereira, Autor e historiador: “Há mais de um ano, Joaquim de Oliveira Martins veio ter comigo dizendo que o pai tinha combatido durante a Guerra de Espanha e que tinha combatido na coluna Durruti, uma coluna dirigida pelo próprio Durruti, que foi um dos mais célebres anarquistas espanhóis. Disse-me que o pai dele tinha combatido lá e que no fim da vida, isto é, no fim dos anos 80, ele tinha escrito não propriamente um livro, mas umas Memórias que, depois, ele me emprestou para eu ler. É um relato fantástico de uma vida que começa em 1915 no Porto e cujas Memórias acabam em 1943,1944, quando regressa a Portugal. O que eu fiz foi convencer - e não foi muito difícil -a Anne Lima da editora Chandeigne & Lima para publicar este texto, que é inédito e há muito poucas obras sobre a participação de portugueses na Guerra de Espanha. O que eu fiz foi ir aos arquivos em Portugal, em Espanha e em França para tentar encontrar rastos da vida dele, pensando que ele tinha vivido várias aventuras pouco comuns. Encontrei documentos, nomeadamente no Arquivo da Guerra Civil de Espanha, em Salamanca, e fui encontrando várias coisas sobre ele. Muitas vezes, eram coisas que não parecem importantes, como recibos de consulados portugueses em Espanha, e fui conseguindo conferir o que ele dizia porque ele escreveu 40, 50 anos depois e a memória distorce um pouco os eventos. Então, o livro é feito das memórias dele e de uma introdução minha que é bastante longa que é uma introdução biográfica com o que eu consegui encontrar nos arquivos nos vários países para compreender o percurso pouco comum dele.” Há dois textos no mesmo livro: o texto de Alberto de Oliveira Martins, que ele escreveu como testemunho autobiográfico, e a investigação do historiador Vítor Pereira sobre este anónimo... “É isso mesmo. São dois textos. Começa com o meu, mais ou menos 200 páginas, baseado no texto dele, nos arquivos, nas memórias de pessoas que combateram na Guerra de Espanha. Ele combateu numa frente em Aragão, com milicianos que vinham de Barcelona. Li muitas coisas sobre esse combate à volta de Saragoça, onde ele esteve mais. Depois, ele tem o que aconteceu com milhares de espanhóis quando os republicanos foram perdendo a guerra e houve a Retirada, isto é, a entrada de 475.000 pessoas que atravessaram a fronteira entre a Catalunha espanhola e a francesa. Ele faz parte desse milhares de pessoas e é internado num campo de internamento em França. Depois regressa a Portugal e é preso no Aljube. Então, eu vou também contando a história dele, a história de outras pessoas, nomeadamente portugueses, que combateram na Guerra de Espanha e também das pessoas que foram presas durante os anos 1940, 41 em Portugal - no Aljube e em Caxias. Depois, há o texto dele, que começa na infância até quando ele tem mais ou menos 30 anos.” A história de Alberto de Oliveira Martins também ilustra um ângulo morto da História? A história dos portugueses que lutaram na guerra civil de Espanha não é uma história muito conhecida, pois não? “Não é muito conhecida. Foram menos de dez portugueses que escreveram sobre a guerra que eles fizeram e, muitas vezes, são Memórias muito politizadas, o que é bastante normal. Há Memórias de um comunista, há Memórias de um anarquista, alguns textos biográficos de pessoas republicanas. São pessoas mais cultas que contam isto do ponto de vista da mobilização política.” Pode dizer-nos nomes? “Por exemplo, o anarquista Manuel Firmo, o comunista Francisco Ferreira, o Jaime Cortesão, o Jaime de Morais. Foram textos que foram publicados desde os anos 70 até há pouco tempo, como o texto de Jaime de Morais que foi publicado pela Cristina Clímaco e Heloísa Paulo. Mas, no caso de Alberto, ele já está em Espanha e é bastante por acaso que ele vai começar a guerra. Então, ele não tem uma visão muito politizada e, por exemplo, quando se compara com outros textos de memórias de espanhóis, franceses ou de outras pessoas que combateram na guerra, eles têm uma visão muito ideológica. Alberto conta muito a vida quotidiana dos combatentes, o esforço para comer não muito mal, as brincadeiras entre soldados, como eles ouviam a rádio. É o relato da guerra por um homem, isto é, ele não faz um grande discurso sobre a guerra, ele conta o seu quotidiano de combatente. Então, são muito poucos os relatos [de portugueses] sobre esta guerra, ainda menos por pessoas não politizadas e que não estão a tentar legitimar o que eles fizeram ou não fizeram. É um relato do quotidiano.” Na introdução, o Victor Pereira escreve que “ele não parte para Espanha em nome de um ideal antifascista”, mas “é apanhado pela guerra quando já está em Espanha”. Por outro lado, quando está na guerra, ele não faz dos soldados heróis e até fala da confraternização com soldados do campo adversário. Isto vai ao encontro do que acaba de dizer, não é? “Sim, sim. Muitas vezes há muito essa imagem da Guerra de Espanha que foi uma guerra que mobilizou as opiniões públicas ocidentais em França, Portugal. Na minha introdução, falo sobre como é que a Guerra de Espanha também foi uma guerra quase interna a Portugal. Podemos realçar quando, em Julho de 1937, há uma tentativa de atentado a Salazar que falha e o objectivo das pessoas que tentaram matar Salazar era para tentar enfraquecer o campo nacionalista espanhol porque Salazar foi um grande apoio desde o início aos insurrectos espanhóis e a Franco. O Alberto de Oliveira Martins não tem essa visão politizada. Por exemplo, há uma parte onde ele escreve que quando começou a guerra civil, havia uma aldeia que estava do lado nacionalista e a aldeia ao lado estava do lado republicano e os combatentes dos dois lados conheciam-se pessoalmente. Por vezes, odiavam-se há vários anos, até há várias décadas, mas o que ele conta é que, por vezes, há jovens soldados que estavam muito perto uns dos outros e o que eles fizeram foram pactos dizendo: ‘Olha, não vamos matar ninguém. Vamos atirar para o ar. Assim, os nossos oficiais pensam que nós estamos a combater'. Às vezes, até falavam uns com os outros e faziam estes pactos de paz muito localizados. Isso não aparece tanto nos outros textos porque o que aparece é uma luta de vida e de morte entre o fascismo e antifascismo. Então, ele foca coisas que muitas vezes não são focadas nas memórias da Guerra de Espanha.” Mas de que lado lutou Alberto de Oliveira Martins? “No início, quando ele está em Espanha, ele não tem sorte, como aconteceu a milhares de pessoas. Ele encontra-se num comboio que vai até Saragoça. Saragoça foi tomada pelos militares rebeldes que depois vamos chamar os franquistas. Eles querem imobilizá-lo no campo dos franquistas e ele foge. Algumas semanas depois, ele encontra-se com o próprio Durruti, um dos chefes dos anarquistas que impediu os militares de tomarem o poder em Barcelona. Em 19 e 20 de Julho de 1936 há luta nas ruas de Barcelona, o Durruti e outros camaradas da CNT (do Movimento Anarquista) conseguem domar a tentativa de golpe de Estado e, a partir de 24 de Julho vão milhares de catalães e anarquistas até Saragoça para tentar libertar Saragoça, que tinha sido ocupado pelos militares. Ora, ele estava numa aldeia onde chega o Durruti e o Durruti dá-lhe uma arma e ele vai seguir e vai combater durante quase três anos. A coluna Durruti vai ser uma das mais conhecidas da guerra de Espanha e ele vai combater durante três anos em Aragão, depois na Catalunha. Como é um jovem de 1m80, bastante esperto, bastante ágil, que toda a gente considera que espanhol, ele vai participar em acções de sabotagem no curso de guerrilhas. Então, ele vai combatendo, ainda que ele não tenha ido para combater. Foi a guerra que foi ter com ele. Estando na guerra, ele combate até ao fim, até Janeiro de 1939.” Temos noção de quantos portugueses participaram nesta Guerra Civil Espanhola? “Isso é muito difícil. Há, desde os anos 80, alguns estudos, nomeadamente do César Oliveira, também de Cristina Clímaco sobre o exílio português em França e em Espanha. Há vários números, por vezes 500, vai subindo até 2.000, alguns estudos até falam em mais, e estou a falar do lado dos republicanos, aqueles que ajudaram a República espanhola a lutar contra as tropas franquistas. Muitas vezes fala-se em alguns milhares, 2.000, talvez mais. Um dos grandes problemas - como no caso do Alberto que nunca é referido como português e o nome dele aparece em castelhano nos arquivos - nas listas de nomes ninguém pode saber se são portugueses. Talvez muitos mais portugueses tenham combatido durante a Guerra de Espanha, mas eram considerados espanhóis e havia antes da guerra mais de 20.000 até 30.000 portugueses que estavam a trabalhar na Galiza, na Extremadura, na Andaluzia, sobretudo. Então, houve provavelmente muitos portugueses que combateram e nós não sabemos. Depois temos os portugueses que estão em Espanha, os voluntários que foram combater do lado do Franco. São os chamados ‘Viriatos' e na literatura histórica aparece que foram 8.000, 10.000, alguns até dizem 20.000. Há alguns anos, um militar português, Varela Gomes, disse que provavelmente não eram assim tantos, provavelmente eram 2.500. Por isso, o problema da quantificação é um problema ainda em aberto. Imagino que vão ser precisos muitos anos para saber melhor.” Falou na busca de de arquivos, na recolha de rastos, de memórias. Eu suponho que tenha sido um processo rico em surpresas. Como é que foi esse percurso que o levou a viajar entre a França, a Espanha e Portugal? “Então, foi como um detective, como um polícia. Eu tinha o texto dele, eu sabia que ele foi preso duas vezes nos anos 30, em Espanha, que foi expulso uma vez para Portugal em 1934. Eu sabia que ele tinha sido preso pela PVDE, isto é, a polícia política portuguesa antes da PIDE, e a partir daí fui procurando arquivos de documentação. O mais óbvio era o processo dele no arquivo da PIDE, na Torre do Tombo, em Lisboa, o que era um processo complicado no sentido que ele é preso quando regressa a Portugal em 1940 e, obviamente, ele não vai dizer a verdade à polícia política porque se dissesse a verdade seria enviado para o Tarrafal, o campo de internamento que foi criado em 1936 e para onde foram enviados opositores republicanos, opositores comunistas, anarquistas. A partir de 1930 e 1940, todos os portugueses que foram presos e que tinham combatido na Guerra de Espanha foram enviados para o Tarrafal em condições muito difíceis e alguns morreram em Cabo Verde. Então, obviamente que ele mente e, para mim, era uma fonte complicada, porque eu sei à partida que ele vai mentir. O que ele diz nas Memórias permite compreender isto. Depois, ele conta que em 1932 e 1936 ele vive em Espanha, faz uns biscates, vai mudando muitas vezes de sítio e isso foi uma missão que foi muito demorada. Vi toda a documentação sobre os consulados portugueses em Barcelona, em Sevilha, em Córdoba, em sítios onde eu sabia que ele tinha passado. Para mim, foi uma grande alegria quando, um dia, vendo um conjunto de recibos que eram as ajudas que os consulados portugueses davam a portugueses indigentes ou com poucos meios, reconheci a assinatura dele no recibo! Depois fui vendo vários recibos e, muitas vezes, eram recibos de cinco pesetas, 12 pesetas, o que era bastante pouco dinheiro, mas consegui saber onde ele estava e em que dia. Em Espanha, estive também no arquivo mais importante para qualquer historiador da Guerra Civil que é o Arquivo de Salamanca, que agora se chama o Centro de Documentação da Memória Histórica de Salamanca. O que se passou é que quando as tropas de Franco chegavam a uma cidade ou a uma aldeia, eles iam logo buscar os arquivos dos sindicatos, dos partidos políticos, das câmaras e quando as câmaras eram de esquerda, republicanas, ficavam com toda a documentação e depois enviavam para Salamanca. Em Salamanca, havia pessoas, muitas vezes militares e outros, que liam toda a documentação e faziam fichas: ‘um tal foi chefe do sindicato da CNT, outro foi socialista e foi presidente da Câmara tal, combateu em tal milícia'. Fizeram fichas que depois permitiam às forças de repressão do Franco encontrarem as pessoas quando estavam em Espanha, julgá-las, prendê-las e, às vezes, executִá-las. Nós não podemos esquecer que o Franco organizou uma repressão duríssima durante a guerra e, ainda depois da guerra, houve dezenas de milhares de espanhóis que foram mortos. Foi ali que encontrei, por exemplo, as notas da Coluna Durruti sobre os milicianos que eram pagos e encontrei várias vezes o nome dele [Alberto de Oliveira Martins]. Depois fui a Córdoba, onde ele tinha sido preso, fui a Valência e encontrei documentos, em alguns sítios não encontrei nada, mas pelo menos tentei. Ele também esteve em França num campo de internamento e, em França, encontrei algumas coisas sobre o internamento dele. Muitas vezes, quando se faz uma biografia, faz-se uma biografia de uma pessoa conhecida que deixa muitos documentos ou deixa muitos rastos. Neste caso, foi ter alguma imaginação para encontrar um rasto dele em documentos que podem parecer pouco importantes, mas que se tornaram muito importantes e pertinentes para compreender a trajectória dele.” Na introdução, fala sobre o texto como “raro e precioso”, “único” até. O que é que este relato de Alberto de Oliveira Martins tem de tão especial para o fascinar ao ponto de lhe dedicar vários meses de investigação? “Em primeiro, é que temos muito poucos relatos de portugueses que combateram na Guerra de Espanha, apesar da importância que foi a Guerra de Espanha e da importância que teve em Portugal. Só isto é importante. Depois, o Alberto de Oliveira Martins emigrou para Espanha e quase não conhecemos nada sobre a emigração dos portugueses em Espanha, quando os portugueses, eram 30.000 em 1930. Havia muita emigração temporária, sazonal, de pessoas do Alentejo, do Algarve, que iam para Espanha. É uma coisa que conhecemos muito mal. Ele também participou numa campanha das vindimas em França em 1934 e eu nunca tinha lido nada sobre portugueses em França nas vindimas. O que é muito importante é que, muitas vezes, quando conhecemos essa história dos emigrantes ou dos combatentes, muitas vezes temos a visão do Estado quando há pessoas que são presas, julgadas, temos relatos do polícia, do juiz, do cônsul. Para mim era muito rico porque era uma pessoa que falava da vida dele na primeira pessoa. Eu podia saber o que ele pensava, porque é que ele tinha feito isto, tinha feito aquilo. É o que nós chamamos, em História, a história dos subalternos, dos pobres, dos operários, das mulheres pobres, dos migrantes. Temos muito poucos relatos na primeira pessoa porque as pessoas não escrevem e muitas pessoas não sabiam escrever. Este é um caso raro de um português nascido em 1915, que emigra, que combate, que está em França no início da Segunda Guerra Mundial e que é um dos raros a escrever e nós conseguimos ter um rasto desse documento.” É resgatar a voz histórica de um anónimo? “Sim, ele é um anónimo e, muitas vezes, a História é feita com reis, rainhas, Salazar, Marcello Caetano, Mário Soares, Álvaro Cunhal. O que me interessou muito foi escrever a vida de um anónimo. Nas minhas próprias investigações sobre a emigração portuguesa em França, eu já tinha visto o nome dele numa lista que eu tinha encontrado no arquivo da PIDE sobre os portugueses presos que se encontravam em campos de concentração em França em 1940. Eu vi dezenas de nomes e quando comecei a leitura apercebi-me que esse nome me dizia qualquer coisa. Para mim é muito importante porque é um anónimo que fala na primeira pessoa. Não são outras pessoas que falam por ele, que escrevem sobre a vida dele. Por isso, foi muito importante para mim, para a editora e para o filho que me deu o texto que nós pudéssemos publicar o texto dele.”
Agora que passam quatro décadas da adesão ao projeto europeu, as expectativas foram cumpridas? E como será o futuro? Uma conversa com Henrique Burnay, especialista em assuntos europeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre "De Volta para o Futuro". O filme acabou de completar 40 anos em 2025, quatro décadas desde que Marty McFly acelerou um DeLorean a 88 milhas por hora e entrou definitivamente para o imaginário coletivo. Poucos filmes conseguem atravessar gerações com tanta força, mantendo relevância, frescor e um senso de magia que parece impossível de replicar. Mas "Back to the Future" não apenas se mantém vivo: ele moldou a cultura pop de maneiras profundas. Como ele virou um ícone cultural? O DeLorean é o carro mais famoso da história do cinema?A influência do filme é sentida em obras modernas como "Stranger Things" e "Rick and Morty". Celebrar seus 40 anos é celebrar também uma ideia poderosa: a de que o passado pode ser revisitado, mas são as nossas escolhas no presente que moldam o futuro. Quarenta anos depois, Marty e Doc Brown ainda viajam com a gente. E continuarão viajando por muito tempo.- BLACK FRIDAY!!! ASSINE O SALA VIP ATÉ O DIA 7 DE DEZEMBRO!- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Homilia Padre Jonas Magno, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 2,13-22Estava próxima a Páscoa dos judeuse Jesus subiu a Jerusalém.No Templo,encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombase os cambistas que estavam aí sentados.Fez então um chicote de cordase expulsou todos do Templo,junto com as ovelhas e os bois;espalhou as moedase derrubou as mesas dos cambistas.E disse aos que vendiam pombas:"Tirai isto daqui!Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!"Seus discípulos lembraram-se, mais tarde,que a Escritura diz:"O zelo por tua casa me consumirá".Então os judeus perguntaram a Jesus:"Que sinal nos mostras para agir assim?"Ele respondeu:"Destruí, este Templo,e em três dias o levantarei".Os judeus disseram:"Quarenta e seis anos foram precisos para a construçãodeste santuário e tu o levantarás em três dias?"Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo.Quando Jesus ressuscitou,os discípulos lembraram-se do que ele tinha ditoe acreditaram na Escritura e na palavra dele.Palavra da Salvação.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a condenação de Jair Bolsonaro e outros seis réus da trama golpista. A decisão foi unânime. Lideranças indígenas cobraram dos três poderes da República mais punição contra o garimpo ilegal na Terra Yanomami. Um ciclone extratropical atinge três estados brasileiros, e a meteorologia emitiu um alerta para a região Sul do país. A Cúpula do Clima em Belém: em tempos em que mudanças climáticas prouzem cenários de guerra, o Brasil se prepara para socorrer tragédias com equipamentos de defesa, O Fundo de Florestas do Brasil ganhou mais um reforço. A Alemanha quer participar, mas não anunciou quanto vai investir. A COP além dos corredores e das salas de reunião: em Belém, a Conferência do Clima está em toda parte. Quarenta países se reuniram para a foto oficial. E, na série especial, um desafio sem precedentes na história da humanidade: o impacto que o consumo de inteligência artificial exige do meio ambiente.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo, o destaque são as Unidades de Conservação (UCs), áreas delimitadas pelo poder público para proteger a natureza e a biodiversidade. O comentarista explica que as Unidades de Conservação são áreas naturais criadas pelo poder público com o objetivo de preservar a biodiversidade, os recursos hídricos e o equilíbrio ecológico, garantindo também oportunidades de pesquisa, educação ambiental e turismo sustentável. Elas representam um dos instrumentos mais importantes da Política Nacional de Meio Ambiente, prevista na Lei nº 6.938/1981.Localmente, o Espírito Santo celebrou 40 anos da criação do Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, localizado entre Alegre e Ibitirama, a primeira Unidade de Conservação estadual. Criado em 1985, o parque protege cerca de 27 km² de florestas, nascentes e quedas d'água, incluindo a imponente Cachoeira da Fumaça, com mais de 140 metros de altura. Além de sua beleza cênica, o parque tem papel estratégico na conservação da Mata Atlântica e dos recursos hídricos do Caparaó, sendo também um símbolo da história da conservação capixaba. Quem participa da conversa é o doutor e mestre em Ciência Florestal, Luiz Fernando Schettino. "Quarenta anos depois, o legado do Parque da Cachoeira da Fumaça reforça a importância de ampliar e consolidar as unidades de conservação como pilares de sustentabilidade, adaptação climática e qualidade de vida para as presentes e futuras gerações", explica o comentarista. Ouça a conversa completa!
Atenção senhoras e senhores ouvintes! O nosso voo acabou de decolar! E o comando desse episódio foi a integrante Beatriz Paranhos. Neste voo abordamos as notícias sobre Setur aumenta número de voos com destinos baianos no verão, edição 2025 da Flica estima ultrapassar o número de visitantes da edição anterior, governo da Bahia propõe quarenta mil exames de mamografia no mês de outubro, e o projeto de lei em prol da gratuidade dos estacionamentos em salvador está tramitação. A nossa torre de controle, no comando de Webster Santana, trouxe uma dica cultura muito interessante! Neste domingo dia 19 de outubro, acontece mais uma edição do cine clube Glauber Rocha. O filme exibido da vez é o "O Mágico de OZ (1935)", onde após a exibição do longa, o programa proporcionará um debate ao público. O evento irá acontecer no cine Glauber Rocha, localizado na praça Castro Alves, no centro de Salvador, com ingressos a preço único, no valor de R$10,00, sendo disponíveis na bilheteira do cinema! Então, aperte o play e confiram notícias!
Luciana de Fátima Ferreira, graduada em Letras pela UFOP e mestre na área, lança seu novo livro Descápitas, uma narrativa distópica que une crítica social e imaginação literária. A obra amplia a produção da escritora, que já publicou Mulher Alienígena (2017) pela Editora UFOP e Quarenta (2021) pela Editora IFMG. Neste Podcast Informativo, a autora nos conta sobre o processo criativo, suas inspirações, a importância da formação acadêmica em sua trajetória e os desafios de ser escritora independente no Brasil.Ficha TécnicaProdução: Maria Julia MouraEdição de Texto: Elis CristinaEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Setenta e duas horas para o início do tarifaço de Donald Trump, e o secretário de Comércio dos Estados Unidos falou em zerar taxas de importação de alimentos que os americanos não produzam — café, por exemplo. O governo brasileiro adotou um discurso mais otimista. O ministro Fernando Haddad disse que há sinais de interesse do governo dos Estados Unidos em negociar. Quarenta milhões de brasileiros são trabalhadores informais, e economistas demonstram como o planejamento das finanças é fundamental. A polícia da Itália prendeu Carla Zambelli, deputada do PL condenada a dez anos de prisão no Brasil. A defesa do delator Mauro Cid apresentou as alegações finais na ação sobre a tentativa de golpe. A ONU defendeu a solução de dois Estados para o fim do conflito entre israelenses e palestinos.
Começa hoje e vai até quarta-feira, em Balneário Camboriú, a Exposuper, maior feira de negócios dos supermercadistas de Santa Catarina. Quarenta empreendimentos da agricultura familiar vão poder mostrar seus produtos para os compradores e fechar negócios. No episódio de hoje, Telma Koene, da Epagri, diz quais são os principais produtos que serão expostos.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O poder de compra dos portugueses mais do que duplicou desde 1985. Em Portugal, esse valor passou de cerca de 10.500 euros em 1985 para 22.200 euros em 2024, por habitante em paridade de poder de compras, segundo dados da Comissão EuropeiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O caso estourou no dia 6 de junho de 2005, quando o então deputado federal Roberto Jefferson deu uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, afirmando que o PT pagou 30 mil reais, por mês, a vários parlamentares para conseguir a aprovação de projetos de interesse do Governo Lula na Câmara.O dinheiro era desviado de empresas estatais e direcionado a políticos por meio de intermediários. O esquema envolveu ministros do Governo, parlamentares, publicitários e empresários.Quarenta pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal. No Supremo, o julgamento do Mensalão resultou na condenação de 24.Entre os envolvidos, vários são mineiros, principalmente publicitários. O mais conhecido, Marcos Valério, foi condenado por ser considerado o operador do Mensalão.Para avaliar o que mudou na política brasileira, na relação do Governo com o Congresso e na liberação de recursos para parlamentares, Eustáquio Ramos e Kátia Pereira, estão recebendo no Palavra Aberta o cientista político, doutor em Ciência Política, professor da Fundação Dom Cabral, Rodrigo Lopes. O Podcast estará recebendo também o advogado, doutor em Direito Público e professor de Direito Administrativo, Murilo Melo. Sobre o podcastO podcast Palavra Aberta vai ao ar todos os sábados, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios anteriores nas plataformas de áudio, e no YouTube da Rádio de Minas.
No episódio de hoje de QueIssoAssim, Brunão e Baconzitos capricham no topete, dão aquela tunada no possante, enchem o cantil de água e partem para enfrentar o deserto da Wasteland australiana e comemoram os QUARENTA anos de Mad Max: Além da Cúpula do Trovão (Mad Max: Beyond Thunderdome) de 1985. Neste programa descubra porque o filme tem uma barrigada extrema, grite frases de efeitos, lute pela sua vida e cante com a Tina que a gente não precisa de outro herói!
Você já se deu conta de quanta coisa de plástico tem ao seu redor? E já pensou em como esse plástico chegou até você, de onde ele veio? Pior ainda, o que é que vai acontecer com esses plásticos no futuro? É sobre os plásticos e principalmente o efeitos dos microplásticos à saúde humana que o Podcast da Semana fala com a médica patologista e pesquisadora Thaís Mauad, doutora pela Faculdade de Medicina da USP.Líder do estudo que identificou fibras e partículas de microplásticos no bulbo olfatório, região do sistema nervoso central responsável por processar odores, Mauad aponta para o risco de problemas cardiovasculares. “Estamos expostos a muitos tipos de plástico em muitas situações. Nossa roupa é de material polimérico, a nossa comida vem embalada em plástico. Mas não dá para saber o quanto tem dentro da gente, no futuro saberemos”, afirma a pesquisadora ao Podcast da SemanaPodemos tentar evitar o uso do plástico principalmente na cozinha porque, além do microplástico, existe um outro problema muito grave que são os aditivos. São 13 mil substâncias que podem ser adicionadas, das quais só 4 mil são estudadas. E 1.500 delas sabe-se que tem efeito cancerígeno ou disruptor endógeno”, afirma.Mauad é autora de outra pesquisa que já tinha detectado partículas de microplásticos no pulmão humano e conta que sua pesquisa foi um caminho natural do seu ativismo. Há mais de 20 anos estuda poluição e ressalta que os microplásticos estão até no ar.“Temos que lutar para acabar com o uso de plástico. Quarenta por cento do que está no mar é plástico não essencial”, afirma a pesquisadora que diz que única saída é reduzir consumo.Na entrevista, Mauad fala sobre as pesquisas que conduz na USP, sobre os efeitos desses materiais na saúde humana, o que podemos fazer para nos proteger e da necessidade de políticas públicas que proíbam a fabricação e a utilização de plásticos não essenciais.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
- Te fiz esperar muito?- Quarenta anos.(Toca Fascinação).Nesta segunda parte, continuamos comentando os grandes sucessos da carreira de Lauro César Muniz e também os fracassos mais notórios, entre 1975 até 1989.Apoie o podcast e ganhe episódios exclusivos: apoia.se/criteriosdeprogramacao.Você encontra os links das nossas redes sociais e das plataformas de streaming onde estamos disponíveis no nosso Linktree: https://linktr.ee/criteriosdeprogramacaoRoteiro, Pesquisa e Direção Criativa: Fábio SousaEdição e Montagem: João DantasParticipação Especial: Elder Paes
No episódio de hoje, Pedro Pacífico (@bookster) conversa com escritora e educadora Maria Valéria Rezende. Autora vencedora do prêmio Jabuti pelo romance "Quarenta dias", Maria Valéria Rezende, que já deu quatro voltas ao mundo, compartilha a paixão pela literatura e suas inspirações literárias. Apresentação: Pedro Pacífico.Preparação: Michel Campos.
Fernando Alvim conversa com Bagão Félix sobre - "Quarenta Árvores em Discurso Direto". Está preparado para ouvir o que as àrvores têm para lhe dizer?
Andreas Kisser e Paulo Xisto foram entrevistados ao vivo no g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1, nesta terça-feira (25). Os dois falaram da decisão de encerrar a trajetória da banda que completou quatro décadas. Durante a conversa, Kisser falou da saída de Max Cavalera. "A gente estava com 'Roots', o álbum de mais sucesso da época, mas desestruturado. Era um queijo suíço, cheio de falha", diz Kisser. Ele também falou da saída de Eloy Casagrande, semanas antes de estrearem a turnê de despedida e a entrada de Greyson Nekrutman.
O dólar atingiu o menor valor em quatro meses, com estímulos à economia chinesa e dados positivos no Brasil. Quarenta e seis milhões de contribuintes devem declarar Imposto de Renda este ano. É possível encontrar 115 mil vagas de emprego por meio da Carteira de Trabalho digital. Bandidos atacam empresas provedoras de internet na região metropolitana de Fortaleza. A Justiça de São Paulo tornou réus os seis acusados pela execução do delator do PCC. Donald Trump deportou para El Salvador imigrantes venezuelanos acusados de crimes. O presidente americano subiu o tom nas ameaças ao Irã e disse que vai tratar de Ucrânia por telefone com Vladimir Putin. A Seleção se apresentou em Brasília para disputar duas partidas pelas eliminatórias da Copa.
quarenta do Ronaldo, ver televisão, falar com chatgpt
Gracyanne Barbosa que me desculpe, mas comer quarenta ovos por dia é para causar polêmica, sim! Eu acho ovo uma delícia, a maioria das pessoas também. Mas... Quarenta! Mesmo variando o preparo: cozido, pochet, mexido, omelete... É muito ovo! E ainda fica aquela dúvida: será que esse excesso faz mal à saúde? É verdade que aumenta o colesterol? E se comer só a clara, tem problema? Branco, caipira, orgânico: tem um tipo mais saudável que o outro? No podcast de hoje a gente vai falar sobre as propriedades do ovo, um alimento cheio de nutrientes. Vai explicar também que outros alimentos podem substituir o ovo em quantidade de proteína. Quem está com a gente é a nutricionista Wanessa Natividade, da Fiocruz.
Sera que existe um momento certo para ser mãe? Até os 40 anos, Paola não tinha certeza se queria ser mãe. Editora de beleza, primeira mulher negra a ocupar o cargo em revistas de grande circulação no Brasil, Paola mergulhava no trabalho. Mas quando engravidou aos 42 anos, ela estava pronta para acolher essa nova vida e viver o ritmo da maternidade. Ela conta aqui a sua relação ao tempo, a síndrome de Hellp que a pegou de surpresa, a cesárea e o nascimento prematuro da Maya. Paola lembra desse encontrou com a sua bebe de apenas um kilo e meio, das semanas na UTI e do puerpério coletivo que as mães vivem nessa unidade neonatal. Ouvindo Paola, lembrei que na mitologia grega tem Chronos, o Deus do tempo cronológico, e Kairos, o Deus do tempo certo, do momento oportuno - um é relativo à quantidade, o outro à qualidade. Não há tempo objetivo para ser mãe, e sim um momento oportuno, diferente para cada mulher. Obrigada Paola pela sua confiança.
Nem o Ratinho esperava por tantos exames de DNA feitos pra descobrir quem é o pai. Um mistério não resolvido até os dias de hoje... QUER RECEBER UMA LIGAÇÃO DA BANCADA DO MOÍDACAST E CONTAR SUA HISTÓRIA PRA GENTE NO PROGRAMA? ENVIE NO NOSSO SITE! http://moidacast.com.br/ // SEJA NOSSO APOIADOR: – Sorteios exclusivos, seu nome citado nos programas, acesso ao nosso grupo secreto do Discord pra falar com a gente por vídeo e assistir filmes com nois! http://moidacast.com.br // ANUNCIE NO MOÍDACAST: carnemoidacast@gmail.com ///////////////////////////////////////// // NOSSAS REDES SOCIAIS: – Site Oficial – Twitch – Instagram – Twitter – TikTok // OS ESPECIALISTAS EM P0RR4 NENHUMA: – Klaus Aires – Kleber Tanide – Letícia Godoy – Rafa Longhini – Silas Ravani EQUIPE:// LOCUÇÃO: – Will LongPlay4u// PAUTA e CAPA:– Letícia Godoy// EDIÇÃO:– Silas RavaniSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Último episódio. Ao fim de várias décadas, a terceira parte do segredo de Fátima é finalmente revelada no ano 2000, durante a terceira e última visita de João Paulo II a Portugal. A mensagem que o Vaticano revela não é nada daquilo que Juan Fernández Krohn imaginava, e que o tinha levado a tentar matar o papa em Fátima. No sexto e último episódio, o desfecho do julgamento de Krohn e a vida após a tentativa de atentado que o levou a ser conhecido em todo o mundo. Quarenta e dois anos depois, quem é Krohn hoje em dia, onde está e como olha para o ato radical que teve em Fátima?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Último episódio. Ao fim de várias décadas, a terceira parte do segredo de Fátima é finalmente revelada no ano 2000, durante a terceira e última visita de João Paulo II a Portugal. A mensagem que o Vaticano revela não é nada daquilo que Juan Fernández Krohn imaginava, e que o tinha levado a tentar matar o papa em Fátima. No sexto e último episódio, o desfecho do julgamento de Krohn e a vida após a tentativa de atentado que o levou a ser conhecido em todo o mundo. Quarenta e dois anos depois, quem é Krohn hoje em dia, onde está e como olha para o ato radical que teve em Fátima?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Último episódio. Ao fim de várias décadas, a terceira parte do segredo de Fátima é finalmente revelada no ano 2000, durante a terceira e última visita de João Paulo II a Portugal. A mensagem que o Vaticano revela não é nada daquilo que Juan Fernández Krohn imaginava, e que o tinha levado a tentar matar o papa em Fátima. No sexto e último episódio, o desfecho do julgamento de Krohn e a vida após a tentativa de atentado que o levou a ser conhecido em todo o mundo. Quarenta e dois anos depois, quem é Krohn hoje em dia, onde está e como olha para o ato radical que teve em Fátima?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quarenta anos após o nascimento do primeiro "bebê de proveta" no Brasil, a técnica da reprodução assistida passou por uma evolução científica e social. No início, tinha como objetivo atender à famílias que não podiam ter filhos em virtude da infertilidade. Com o passar do tempo e o aprimoramento do método, os tratamentos passaram a atender também pessoas com mais idade, gestantes independentes e casais homoafetivos. No Opinião dessa semana, vamos falar sobre os tipos de reprodução assistida e como a legislação brasileira enxerga cada uma delas. Dúvidas em relação a congelamento e doação de óvulos, barriga de solidária e resoluções ligadas às questões éticas serão respondidas pelos nossos convidados. Farão parte desse bate-papo a médica ginecologista e obstetra especializada em reprodução humana, Thais Domigues, e coordenador do Setor Integrado de Reprodução Humana da UNIFESP, Renato Fraietta.
Aos quarenta anos dá tempo de ter novos sonhos ou realizar aqueles que já tínhamos? Tem coisa que a vida adulta faz a gente ter menos tempo e tem aqueles que acham que sonhar certas coisas a essa altura do campeonato é falta de maturidade. Mas sonhar é sempre importante. E realizar também. O que dá para realizar agora? --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Se a gente costumava querer romper com os valores familiares na nossa adolescência e começo da vida adulta, aos 40 anos já começamos a perceber que nossa família precisa da gente. Neste programa, o papo é como a gente ressignificou nossa relação com a família conforme ficamos mais velhos. --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Aos 20, parece que tá todo mundo desesperado para ser o namorado perfeito e encontrar alguém. 20 anos depois, a maturidade faz a gente olhar nossas relações de outra forma. Quem já está num relacionamento há um tempão percebe que existe muito mais numa relação do que coisas incríveis. Quem ainda está na pista começa a procurar alguém que te valorize também. Vamos falar sobre isso? --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Os quarenta anos chegam automaticamente com maturidade financeira? A gente tende a cuidar melhor do dinheiro depois que a gente já está há uns bons anos curtindo a nossa independência? Talvez sim, talvez não. Uma coisa é certeza: os planos de saúde ficam mais caros! --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
O surpreendente “Let It Be” marcou uma viragem no caminho para os Replacements, a banda de Minneapolis que se formou em 1979 — e que, assim, chegava ao terceiro álbum, em 1984. Com “canções mais sinceras”, diziam eles, na voz do frontman Paul Westerberg. Quarenta anos depois, estão no centro de mais um episódio da nossa reunião de família, guiada pela Beatriz Costa
A gente transa menos aos quarenta anos? Os boletos, filhos, casamento, responsabilidades deixam a gente com menos tempo para transar? Chegou a hora de falar sobre isso, porque como tudo o que temos comentado, o sexo também é beneficiado pela maturidade e pelas experiências que a gente acumulou até aqui, --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
Se tem um fato que não dá para negar e que começamos a perceber que nosso corpo mudou aos quarenta anos. E que nossos exames aumentaram! Sabendo disso, a gente corre atrás e não se desespera. Mas o quanto que a cobrança dos padrões estéticos nos impactam nesse momento de vida? O que é envelhecer saudável? Esse é o nosso papo de hoje! --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
A gente pensa na nossa carreira desde quando refletimos sobre o que queremos fazer na época da escola. Mas aos 40 anos, dá tempo de mudar a rota? Dá tempo de querer mais? Spoiler: sim! Neste episódio, pensamos no quanto nosso trabalho mudou para nós dois depois dos 40 e como enxergamos as mudanças nas dinâmicas de trabalho e profissão para discutir como a gente entra no meio de tudo isso. --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
No segundo episódio do nosso especial sobre os 40 anos, Bárbara e Thiago refletem sobre como as amizades podem mudar, acabar e até chegar através de novas pessoas. A gente ainda vai ser amigo de quem a gente conhece há décadas? O que acontece quando a pessoa que você foi amigo não combina mais com você? --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
A dupla está de volta com programa especial! Na série Quarenta, quem aguenta?, Bárbara e Thiago refletem sobre os primeiros aos dos 40 com vários temas, um por semana. Nessa abertura, desabafamos sobre vários tópicos que trazem as expectativas e a realidade dessa nova fase da vida. --------- PRA FICAR MELHOR FILME: Vidas Passadas INSTAGRAM: @possibilidades_maternas LIVRO: Quarto de Despejo --------- SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! Twitter: @estamosbempod | Instagram: @podcastestamosbem Bárbara dos Anjos: @dabarbara (Instagram) | @dabarbara (Twitter) Thiago Theodoro: @othiagotheodoro --------- COLABORE COM O PODCAST PELA ORELO! Na Orelo, além de ouvir o Estamos Bem?, você pode contribuir com nosso podcast e ganha acesso ao grupo do Telegram e um programa exclusivo toda terça-feira em que entrevisto convidados que já passaram por aqui. Bora? Acesse https://orelo.cc/podcast/5e7f01d761d8770ee8d20aa7?forum=false --------- MANDE O SEU CASO PARA A GENTE! E-MAIL: podcastestamosbem@gmail.com
D'us deu ao povo judeu os Dez Mandamentos. Quarenta anos depois, Moisés os repete, mas existem algumas diferenças entre os duas versões. Por que? #chassidut #mistica#judaismo #Parasha #tora #torah #Moises #Moshe #Yitro #Shemot #Medrash #Midrashim #marvermelho #egípcios #Egito #Yitro #yamsuf #Faraó #aberturamar #milagres #desafios #dezmandamentos #mandamentos #sinai #montesinai
O presidente Lula se reuniu nesta terça-feira com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, na capital Riade. A Polícia Federal realizou nesta terça-feira uma operação que apura possíveis crimes praticados por médicos contra o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre. A Justiça determinou a reintegração de duzentos e vinte e três trabalhadores demitidos do Instituto de Cardiologia de Porto Alegre. Quarenta e um operários que passaram dezessete dias em túnel que desabou foram resgatados nesta terça-feira no norte da Índia. O atleta do Grêmio Luis Suárez recebeu nesta terça-feira o título de cidadão de Porto Alegre durante sessão solene realizada na Câmara de Vereadores.
Do you want to join us in our weekly conversations? No long-term commitments, no contracts, just drop by and join us: https://portuguesewitheli.com/cah And here is the monologue for your benefit! Pelo que me contavam, minha avó era uma pessoa frugal. E como dizem que “filho de peixe, peixinho é”, era de se esperar que a cria dela saísse tal qual a forma. E em parte, saiu sim. Tem o caso da minha mãe e do meu tio. Minha mãe sempre foi gastadeira, mas ela também tinha sorte porque ganhava dinheiro muito rápido. Ela se virava como podia e, graças a Deus, nunca faltou nada na nossa mesa. Já na mesa do meu tio... faltava, mas não era por carência não. Era por avareza. Meu tio era tão econômico que, se você lhe desse um punhado de sabão em pó e pedisse que ele mergulhasse no mar, o sabão em pó saía seco. Na casa de meu tio, a televisão ainda é daquelas de tubo. Ele a comprou no final da década de 1990. Toda vida que a TV dava defeito, ele ia lá e fazia algum conserto. Até que a TV virou um Frankenstein: era parte de um, pedaço de outro... mesmo quando tiraram o sinal analógico de circulação, meu tio disse que não ia trocar de TV. Comprou um adaptador de segunda mão. A recepção era horrível e o sinal só pegava uma vez perdida. Mas quando pega, ele sorri triunfante e diz: “viu? Ela ainda tá novinha em folha”. Quanto ao carro que ele dirige, é uma lata velha da qual ele não abre mão. É possível saber que meu tio vem chegando de carro a uns quinhentos metros, porque o motor daquela velharia solta cada papoco que é de pensar que é um tiroteio. Um carro popular não é nem quinze mil reais, mas meu tio é tão apegado ao dinheiro dele que, se lhe oferecessem um veículo por um real, ele ainda pedia desconto. Além disso, meu tio tem outros hábitos deploráveis. Uma vez fui lavar as mãos no lavabo da casa dele e percebi que o sabonete era todo coloridinho. Achei engraçado, mas quando fui examinar, vi que eram vários restos de sabonetes grudados uns nos outros. Senti repulsa. Lavei minha mão só com água mesmo. Sabe lá onde aqueles sabonetes tinham andado? No banheiro dele tem um balde. Quando uma visita vai tomar banho, ele grita do lado de fora do banheiro: “tome banho em cima do balde e use a água para a descarga!” Diz ele que era por que a descarga estava defeituosa, mas a verdade era que ele era muito sovina e queria reaproveitar a água. Mas o auge foi mesmo no Natal do ano passado. Ele convidou todo mundo para a ceia de Natal na casa dele. No convite, ele disse que cada convidado trouxesse um prato feito e talheres e um rolo de papel higiênico. Disse que era por educação, porque com a fartura de comida que esperava ter, muito provavelmente o banheiro seria usado com frequência. E dado que os mercados perto de sua casa não tinham mais papel, era bom levar. Depois da festa, o filho da mãe estocou papel para durar um ano. É por essas e outras que não gosto do meu tio, mas tenho de admitir – a estratégia dele parece dar certo. Minha mãe só tem uma casa e olhe lá. Meu tio? Quarenta casas, e ainda empresta dinheiro a juros. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/portuguesewitheli/message
Quarenta e sete dias apos o assassinato dos estudantes Ethan, Xana, Maddison e Kaylee, o Departamento de Polícia de Moscow em Idaho colocou um ponto final em uma série de rumores infundados sobre o caso quando finalmente anunciou a prisão de um suspeito, que para a surpresa de todos não era nenhum dos especulados. Este episódio cobre em detalhes toda a declaração de causa provável apresentada à juíza Megan Marshall pelo oficial da Polícia de Moscow - Brett Payne. Produção: Crimes e Mistérios Brasil Narração: Tatiana Daignault Edição: Tatiana Daignault Pesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra em www.cafecrimechocolate.com/idaho O Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro, com pesquisas detalhadas e foco nas vítimas.
Quarenta e cinco anos depois da “Carta aos Brasileiros”, um documento com o mesmo espírito, igualmente nascido na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, reage à erosão de conquistas duramente alcançadas e às investidas golpistas do presidente da República. Para comparar as duas iniciativas e a conjuntura que as produziu, Renata Lo Prete recebe dois signatários da peça que começou a circular nesta terça-feira e já alcançou mais de 160 mil adesões - de empresários, intelectuais, artistas e quase uma dezena de ex-ministros do Supremo. O advogado criminalista José Carlos Dias, que foi ministro da Justiça e atualmente preside a Comissão Arns, fala com a experiência de quem teve papel decisivo na articulação da carta original. Ele a descreve como “um laudo” da ditadura militar, que contribuiu para galvanizar a sociedade civil e expor as arbitrariedades do regime. “Hoje, aos 83 anos, me vejo obrigado a continuar nesta luta", diz, emocionado. Participa também do episódio Conrado Hübner Mendes, professor de Direito Constitucional da USP. Ele destaca a rápida expansão do novo documento para além das fronteiras da comunidade jurídica, o que atribui à gravidade do momento. “A ficha está caindo tarde”, avalia. E “o alarme, soando muito alto”.