Podcasts about olha

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Minha Estante Colorida
Pare de ler notícias!

Minha Estante Colorida

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 26:15


[Psicologia] [Psicologia] Resenha do livro “Stop reading the news: a manifesto for a happier, calmer and wiser life” (tradução livre: “Pare de ler notícias: um manifesto por uma vida mais feliz, calma e sábia”), de Dolf Robelli. O texto escrito está nesse link.A proposta de Rolf Dobelli é radical: simplesmente parar de ler notícias. Ele já faz isso desde 2009 e garante que funciona. No livro, ele descreve como ele conseguiu e o porquê ele acredita que isso é tão necessário (e que todos deviam aderir).O que eu achei da ideia e do livro? Olha, só ouvindo mesmo.Vou deixar aqui o link do livro anterior dele (que eu uso praticamente como um manual), A arte de pensar claramente, e do volume em questão, Stop reading the news (não tem tradução em português ainda).

Pet Doc Cast
A Lei olha para a raça ou para o comportamento? Pets em condomínio. Com a Adv. Giovana Poker

Pet Doc Cast

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 44:47


Ter pet em condomínio é um direito, mas exige responsabilidade. De forma geral, o condomínio não pode proibir animais de maneira genérica, principalmente quando não há risco à segurança, à saúde ou ao sossego dos moradores. A convenção condominial tem mais força que o regimento interno, mas nenhuma regra pode contrariar a lei. O que vale não é a raça ou o porte do animal, e sim o seu comportamento.Os conflitos mais comuns envolvem circulação nas áreas comuns, uso de elevador, latidos, sujeira e exigência de focinheira. Multas e advertências só são válidas quando previstas nas normas e aplicadas com direito de defesa. Antes de transformar a situação em processo judicial, o diálogo e a mediação costumam ser os melhores caminhos.No fim, o direito do tutor precisa conviver com o direito do vizinho. Conhecer as regras, investir em manejo comportamental e agir com bom senso evita grande parte dos problemas. Convivência saudável é equilíbrio entre direitos e deveres.Hosts: @patricia.mosko | @rebecabacchiBicho é bicho, gente é gente... mas bicho e gente é família! ❤️Estamos aqui para acolher e auxiliar responsáveis, alunos recém-formados, profissionais atuantes na veterinária e todos os apaixonados por pets.Afinal, eles são mais do que animais de estimação — são parte da nossa família. É essa paixão que nos move todos os dias na missão de levar informação, cuidado e amor aos lares multiespécie.

Dois Analógicos
E se a gente fizer o Prêmio 2 Analógicos de videogame?

Dois Analógicos

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 14:45


Olha só, descobri que tinha falhado Em uma anotação do Notion Eu tinha esquecido de registrar o Doki Doki Literature Club que sim, é outros 5 estrelas do ano, viu Então, feito aí o reparo, feito aí a emenda Foram 4 jogos que eu considerei Essas 5 estrelas e entram aí no meu especial de 2025 Se é que vai ser nesse formato, se é que vai ser assim Vocês por favor definam aí E a gente segue, claro E agora cá estou a jogar Dark Souls Remastered Sim, pela primeira vez estou no Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli⁠Dois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree

Resposta Pronta
Jorge Marques: "CML não olha para as Juntas como parceiros"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 6:48


Jorge Marques, presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, é um dos 12 autarcas que assinam a carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal, Carlos Moedas, a pedir um "diálogo institucional sério".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Medo e Delírio em Brasília
II – 2026.13 – A reforma trabalhista do Milei

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 67:28


Olha o tamanho da merda! Curso da Gabriela Biló “Fazer Foto” no seiva.com.br. CUPOM: “DELIRIO10”! Livro “Querido Professor Ivanovic”, de Alessandro Mendonça, da Insígnia Editorial! Festa do Medo e Delírio em BH na Autentica. Ingressos no sympla! O post II – 2026.13 – A reforma trabalhista do Milei apareceu primeiro em Central 3.

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
"Olha o pesado": ambulantes e foliões disputam espaço no carnaval de rua do Rio de Janeiro

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 6:48


Sem organização por parte do poder público, o comércio ambulante, sobretudo de bebidas, foi motivo de discórdia entre a população carioca durante o carnaval 2026. O problema não é novo. Nossa repórter circulou pela cidade e conversou com as partes envolvidas sobre a experiência nos blocos. Maria de Lourdes, coordenadora do Movimento Unido dos Camelôs (Muca), denunciou a falta de apoio aos trabalhadores no processo de credenciamento da Prefeitura.Reportagem: Lara MansurEdição: Vinicius Piedade

Vida em França
"Foi aí que começou tudo”: Lélia recorda instante que mudou a vida de Sebastião Salgado

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 9:42


Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Tensão no Irã movimenta mercado do petróleo, que também olha para OPEP+

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 16:59


Organização decidirá política de oferta , com previsão de manutenção de elevação na produção

Mensagens do Meeting Point
07 A Caminho com Jesus 

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 2:14


Devocional Quaresma Depois disso, Jesus, acompanhado pelos discípulos , foi para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: «Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali mais adiante orar.» Levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu. Nisto, começou a sentir-se angustiado e cheio de aflição, e exclamou: «Sinto uma tristeza de morte! Fiquem aqui e estejam atentos.»  Mateus 26:36-38 A cena na passagem de hoje muda do Cenáculo para o Jardim do Getsêmani. O clima fica mais pesado e sombrio. Jesus chama três dos Seus discípulos mais próximos e convida-os a orar com Ele. Embora eu já tenha refletido sobre a tribulação de Jesus no jardim, nunca me detive no facto de que Ele convidou os Seus amigos para chorar com Ele e orar com Ele. Não é como se o Deus deste universo precisasse deles. Não é como se Ele não soubesse que eles iriam dormir em vez de orar. No entanto, ao partilhar a Sua tristeza com eles, Jesus estava a demonstrar claramente que é normal partilhar os fardos do coração com os outros. Só porque tens Deus na tua vida não significa que tenhas de ser sereno, estoico e invulnerável. É normal dizer: «Olha, importas-te de vir comigo para isto?» e dar a outra pessoa a oportunidade de orar contigo e por ti. Jesus demonstrou uma bela abertura ao convidar os Seus discípulos mais próximos para acompanhá-lo. Não dependemos inteiramente dos nossos entes queridos. Nem agimos como se a fé os apagasse do quadro. A caminho de casa
 Com que estou a lidar sozinho hoje? Deus mostra-me pessoas específicas com quem posso partilhar as minhas dores e os meus sonhos? Estou disposto a ser convidado a partilhar o fardo de outra pessoa, mesmo que isso signifique sacrificar o meu tempo e os meus interesses? Oração
 Pai Celestial, ajuda-me a compreender que pedir ajuda ou pedir oração não diminui a minha fé. Ajuda-me a ser humilde o suficiente para convidar pessoas em quem confio a acompanhar-me na minha caminhada de fé. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

Radiožurnál
Seriál Radiožurnálu: „Nemusím pracovat od rána do noci.“ Docentka z Ukrajiny v Česku uklízela, dnes je psycholožkou

Radiožurnál

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 3:36


Bezprostředně po začátku ruské invaze utekla Olha Shukalova se dvěma dětmi z Charkova do Česka a začala pracovat jako uklízečka v karlovarských hotelech. Její vedoucí si však všimla jejích diplomů z univerzity a doporučila jí práci ve školství. Olha, docentka psychologie s bohatou praxí, měla odvahu začít znovu – dnes pracuje na Karlovarsku jako psycholožka a vede tým psychoterapeutů.

Musique matin
"Elle est vraiment remarquable" : l'Ukrainienne Olha Dondyk, 22 ans, étoile montante de la direction musicale

Musique matin

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 6:16


durée : 00:06:16 - Portrait d'Olha Dondyk, cheffe d'orchestre - par : Louis-Valentin Lopez - La jeune cheffe ukrainienne a été demi-finaliste du concours La Maestra, en 2024. Rencontre à la Philharmonie de Paris, où elle est cheffe assistante depuis le 1er janvier. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Seriál Radiožurnálu
„Nemusím pracovat od rána do noci.“ Docentka z Ukrajiny v Česku uklízela, dnes je psycholožkou

Seriál Radiožurnálu

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 4:01


Bezprostředně po začátku ruské invaze utekla Olha Shukalova se dvěma dětmi z Charkova do Česka a začala pracovat jako uklízečka v karlovarských hotelech. Její vedoucí si však všimla jejích diplomů z univerzity a doporučila jí práci ve školství. Olha, docentka psychologie s bohatou praxí, měla odvahu začít znovu – dnes pracuje na Karlovarsku jako psycholožka a vede tým psychoterapeutů.Všechny díly podcastu Seriál Radiožurnálu můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

Arauto Repórter UNISC
Retome a posse da sua história

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 3:15


Sabe esse peso que às vezes a gente sente nos ombros?Essa sensação de acordar, lutar… e mesmo assim achar que não sai do lugar?Respira…Talvez a culpa não seja sua.Mas a partir de hoje, a responsabilidade pode ser.Quando você nasceu, você era um livro em branco.Sem medo. Sem rótulos. Sem limites.Mas a vida foi escrevendo capítulos apressados…Te ensinaram a ter medo antes mesmo de te ensinarem a sonhar.Disseram quem você deveria ser… quanto você deveria ganhar… até como deveria sofrer.E sem perceber, a gente vai guardando o nosso próprio livro na gaveta…e deixa que as dores, os erros dos outros e as decepções escrevam por nós.Só que tem uma verdade libertadora:a felicidade que a gente cobra da vidaé a mesma que a gente precisa começar a cultivar todos os dias.Se hoje parece deserto…talvez seja só um tempo de plantar diferente.Olha pra você com carinho.Não é sobre destruir quem você foi…é sobre agradecer essa versão por ter te trazido até aquie permitir que uma nova história comece.Porque você não é o que fizeram de você.Você é o que decide ser a partir de agora.Ainda existe um capítulo em branco esperando pela sua coragem.E a vida…a vida começa a mudarquando você retoma, com amor, a posse de si mesmo.

Assunto Nosso
Retome a posse da sua história

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 3:15


Sabe esse peso que às vezes a gente sente nos ombros?Essa sensação de acordar, lutar… e mesmo assim achar que não sai do lugar?Respira…Talvez a culpa não seja sua.Mas a partir de hoje, a responsabilidade pode ser.Quando você nasceu, você era um livro em branco.Sem medo. Sem rótulos. Sem limites.Mas a vida foi escrevendo capítulos apressados…Te ensinaram a ter medo antes mesmo de te ensinarem a sonhar.Disseram quem você deveria ser… quanto você deveria ganhar… até como deveria sofrer.E sem perceber, a gente vai guardando o nosso próprio livro na gaveta…e deixa que as dores, os erros dos outros e as decepções escrevam por nós.Só que tem uma verdade libertadora:a felicidade que a gente cobra da vidaé a mesma que a gente precisa começar a cultivar todos os dias.Se hoje parece deserto…talvez seja só um tempo de plantar diferente.Olha pra você com carinho.Não é sobre destruir quem você foi…é sobre agradecer essa versão por ter te trazido até aquie permitir que uma nova história comece.Porque você não é o que fizeram de você.Você é o que decide ser a partir de agora.Ainda existe um capítulo em branco esperando pela sua coragem.E a vida…a vida começa a mudarquando você retoma, com amor, a posse de si mesmo.

Urdin Euskal Herri Irratia euskaraz / Les chroniques en basque de France Bleu
Bankan, OLHA heren gunea sortzen hasiak dira, obrak aintzinatzen dira

Urdin Euskal Herri Irratia euskaraz / Les chroniques en basque de France Bleu

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 58:43


durée : 00:58:43 - Bankan, OLHA heren gunea sortzen hasiak dira, obrak aintzinatzen dira - Aldudeko ibarrean herritarrek amestu eta galdetu zuten kanerako gunea sortzen ari da : AIBA elkarteak bultzatu dinamikatik ideia agertu zen, Euskal Hirigune Elkargoak proiektua gauzatzen du. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Magazine en Euskara France Bleu Pays Basque
Bankan, OLHA heren gunea sortzen hasiak dira, obrak aintzinatzen dira

Magazine en Euskara France Bleu Pays Basque

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 58:43


durée : 00:58:43 - Bankan, OLHA heren gunea sortzen hasiak dira, obrak aintzinatzen dira - Aldudeko ibarrean herritarrek amestu eta galdetu zuten kanerako gunea sortzen ari da : AIBA elkarteak bultzatu dinamikatik ideia agertu zen, Euskal Hirigune Elkargoak proiektua gauzatzen du. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Mensagens do Meeting Point
Pausa A Caminho com Jesus

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 1:50


Domingo | Pausa no caminho Hoje não avançamos. Paramos. “A Caminho com Jesus” não é uma corrida. É presença. Ao sétimo dia, abranda. Olha para trás… O que viste em Jesus esta semana? Que palavras ficaram contigo? Que atitudes te confrontaram? Onde sentiste resistência? Onde sentiste paz? Revê os textos dos últimos dias. Procura ligações. Repara nos detalhes. Pergunta-te: O que está Jesus a formar em mim? Fala com Deus Não compliques. Louva-O pelo que viste n'Ele esta semana. Confessa o que precisas de entregar. Agradece o perdão que recebeste em Jesus. Entrega as tuas preocupações concretas. Diz nomes. Diz situações. Pede direção para a próxima semana de caminho. Fica em silêncio alguns minutos. Não guardes só para ti Partilha com alguém: Um versículo que te marcou. Uma pergunta que ficou a ecoar. Uma decisão que precisas de tomar. Caminhamos juntos. Onde estás hoje, no teu caminho com Jesus?

Comentário Final com Ricardo Spinosa
COMENTÁRIO FINAL RS: Olha a Paiquerê FM 98.9 aí, gente!

Comentário Final com Ricardo Spinosa

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 3:37


No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa manda um recado direto neste Carnaval em Londrina: alegria sim, mas com respeito, responsabilidade e consciência. Porque festa boa é aquela que termina bem — e o seu direito termina onde começa o do outro.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #carnaval #consciencia #Londrina

Fala Messina
ABRI MEU GUARDA-ROUPA E PROCUREI POR UM TEMPERO | Fala Messina Podcast

Fala Messina

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 28:15


Falar de moda não é a minha praia, mas eu cheguei à reflexão deste episódio a partir de um vestido florido, que foi se completando com um aniversário de criança e um porto-riquenho famoso cheio de Sazón. Olha, eu estava ENTALADA com este assunto, mas não havia percebido. Que delícia colocar pra fora um incômodo que não era meu, mas era sobre mim, até me fazer acreditar que eu era o problema. Bem-vinda de volta mais uma parte de mim. E na real, espero resgatar um pedaço de você também!Roteiro e apresentação: Bruna MessinaTrilhas: Sunburned, Honeycuts/Epidemic Sound | The Good Vibe/DHD MusicContato: contato.r12estudio@gmail.comProdução: R12 EstúdiosSiga no Instagram: @falamessina

Magickando
Tomamos Ayahuasca e olha no que deu | Magickando 276

Magickando

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 101:06


Voltamoswww.penumbralivros.com.brapoia.se/magickando

Por Aí | Estadão
Por Aí Adara

Por Aí | Estadão

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 1:58


Não é fácil encontrar um bom queijo quente — daqueles grelhados com perfeição, com a proporção exata entre queijo e pão. Aqueles de capa de revista. Olha, eu achei um delicioso, o melhor que comi nos últimos tempos. É o queijo quente do Adara.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Naruhodo
Naruhodo #459 - O estoicismo melhora nossa qualidade de vida?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 58:47


Concentrar-se no que é controlável e aceitar o que é incontrolável. Essa á uma das máximas do pensamento estóico, criado pelo imperador romano Marco Aurélio e que voltou ao hype. Afinal, o que é - e, principalmente, o que não é - estoicismo?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 48s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERChegou fevereiro, ilustríssima ouvinte e ilustríssimo ouvinte do Naruhodo.É quando a rotina aperta de verdade: o calor pesa, os compromissos se acumulam, o corpo sente, o Carnaval se aproxima — e a vida real acontece sem pausa.E qual é a roupa que acompanha o seu ritmo?Ela mesma: INSIDER.Afinal, INSIDER é a escolha inteligente que aguenta o dia inteiro, aguenta o calor, aguenta o movimento, aguenta a rotina.Ou seja: sustenta seu ritmo com muito estilo.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto para clientes cadastrados e 20% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe Western origins of mindfulness therapy in ancient Romehttps://link.springer.com/article/10.1007/s10072-023-06651-wA Comparative Analysis of Stoicism and Cognitive Behavioural Therapy (CBT)http://albertinejournal.org/10%20A%20Comparative%20Analysis%20of%20Stoicism%20and%20Cognitive%20Behavioural%20Therapy%20(CBT).pdfWilliam James and the Impetus of Stoic Rhetorichttps://scholarlypublishingcollective.org/psup/p-n-r/article-abstract/45/3/246/290269/William-James-and-the-Impetus-of-Stoic-RhetoricThe Ancient Origins of Cognitive Therapy: The Reemergence of Stoicismhttps://www.proquest.com/openview/742f90a1c1e13c9085ce2a9c8d0410fe/1?pq-origsite=gscholar&cbl=28723Core Beliefs in Cognitive Behavioral Therapy and Stoicismhttps://muse.jhu.edu/pub/1/article/964183/summaryPatricia A. Rosenmeyer (2001). Ancient Epistolary Fictions: The Letter in Greek Literature. Cambridge University Press. p. 214. ISBN 978-0-521-80004-4.https://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/00041454.pdfA HISTORY OF CYNICISM https://www.holybooks.com/wp-content/uploads/A-History-of-Cynicism.pdfStoicism as a Panacea for Contemporary Problemshttps://www.proquest.com/openview/f128731c9d006eca833b90aa36167659/1?pq-origsite=gscholar&cbl=18750&diss=yThe Stoic Capitalist: Advice for the Exceptionally Ambitioushttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=VR1VEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP2&dq=stoicism+and+capitalism&ots=VuA23wsQ3C&sig=BUUMCHZI782I82BzPTwzSi6ui74&redir_esc=y#v=onepage&q=stoicism%20and%20capitalism&f=falsePopular Stoicism in the Face of Social Uncertaintyhttps://www.ceeol.com/search/article-detail?id=1075832Diógenes Laércio, Vidas e Doutrinas dos Filósofos Ilustreshttps://revistas.ufrj.br/index.php/FilosofiaClassica/article/download/40618/22230/110987Nietzsche contra stoicism: naturalism and value, suffering and amor fati https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0020174X.2019.1527547Stoicism and sensation seeking: Male vulnerabilities for the acquired capability for suicidehttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0092656612000530Can stoic training develop medical student empathy and resilience? A mixed-methods studyhttps://link.springer.com/article/10.1186/s12909-022-03391-xTroubling stoicism: Sociocultural influences and applications to health and illness behaviourhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1363459312451179Meditações - Marco Auréliohttps://masculinistaopressoroficial.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/06/meditac3a7c3b5es-marco-aurc3a9lio.pdfBig boys don't cry: An investigation of stoicism and its mental health outcomeshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886907004473Naruhodo #26 - Meditação faz bem pra saúde, segundo a ciência?https://www.youtube.com/watch?v=cqzZlXHtxjkNaruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #135 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fq-VjuiTOY0Naruhodo #136 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yRZkLKL6QH0Naruhodo #319 - O tempo passa mais rápido quando ficamos mais velhos?https://www.youtube.com/watch?v=8xgBvsN0b_INaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #186 - O que são as 4 causas de Aristóteles?https://www.youtube.com/watch?v=GQnAQGbMpXcNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNs*TEXTO MARCO AURÉLIOAo despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas das inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa. Isso é tudo o que sou: um pouco de carne, um breve fôlego vital e o guia interior. Deixe os livros! Não te distraias mais; não está permitido a ti. Mas que, na idéia de que já és um moribundo, despreza a carne: sangue e pó, ossos, fino tecido de nervos, de pequenas veias e artérias. Olha também em que consiste o fôlego vital: vento, e nem sempre o mesmo, pois em todo momento se expira e de novo se aspira. Em terceiro lugar, pois, te resta o guia interior. Reflete assim: és velho; não o consintas por mais tempo que seja escravo, nem que siga ainda arrastando-se como marionete por instintos egoístas, nem que maldigas o destino presente ou tenhas receio do futuro. Para qualquer parte da natureza, é bom aquilo que colabora com a natureza do conjunto e o que é capaz de preservá-la. E conservam o mundo tanto as transformações dos elementos simples como as dos compostos. Sejam suficientes para ti essas reflexões, se são princípios básicos. Afasta tua sede de livros, para não morrer amargurado, mas verdadeiramente resignado e grato de coração aos deuses. Não consumas a parte da vida que te resta fazendo conjecturas sobre outras pessoas, a não ser que teu objetivo aponte para o bem comum; porque certamente te privas de outra tarefa. Ao querer saber, ao imaginar o que faz fulano e por que, e o que pensa e o que trama e tantas coisas semelhantes que provocam teu raciocínio, tu te afastas da observação do teu guia interior. Convém, consequentemente, que, no encadear das tuas ideias, evites admitir o que é fruto do azar e supérfluo, mas muito mais o inútil e pernicioso. Deves também acostumar-te a ter unicamente aquelas ideias sobre as quais, se te perguntassem de súbito “em que pensas agora?”, com franqueza pudesses responder no mesmo instante “nisso e naquilo”, de maneira que no mesmo instante se manifestasse que tudo em ti é simples, benévolo e próprio de um ser isento de toda cobiça, inveja, receio ou qualquer outra paixão, da qual pudesses envergonhar-te ao reconhecer que a possui em teu pensamento. Porque o homem com essas características, que já não demora em situar-se entre os melhores, converte-se em sacerdote e servo dos deuses, posto ao serviço também da divindade que habita seu interior; tudo que o imuniza contra os prazeres, o faz invulnerável a toda dor, intocável a todo excesso, insensível a toda maldade, atleta da mais excelsa luta, luta que se entrava para não ser abatido por nenhuma paixão, impregnado a fundo de justiça, apegado, com toda a sua alma, aos acontecimentos e a tudo o que lhe tenha acontecido. E, raramente, a não ser por uma grande necessidade e tendo em vista o bem comum, cogita o que a outra pessoa diz, faz ou pensa. Colocará unicamente em prática aquelas coisas que lhe correspondem, e pensa sem cessar no que lhe pertence, o que foi alinhado ao conjunto. Enquanto, por um lado, cumpre o seu dever, por outro, está convencido de que é bom. Porque o destino designado a cada um está envolvido no conjunto e ao mesmo tempo o envolve. Tem também presente que todos os seres racionais têm parentesco e que preocupar-se com todos os homens está de acordo com a natureza humana Mas não deves considerar a opinião de todos, mas somente a opinião daqueles que vivem conforme a natureza. E, em relação aos que não vivem assim, prossegue recordando até o fim como são em casa e fora dela, pela noite e durante o dia, e com que classe de gente convivem. Consequentemente, não considera o elogio de tais homens que nem consigo mesmos estão satisfeitos.Na convicção de que pode sair da vida a qualquer momento, faça, fale e pense todas e cada uma das coisas em consonância com essa ideia. Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência? Mas sim, existem, e lhes importam as coisas humanas, e criaram todos os meios a seu alcance para que o homem não sucumba aos verdadeiros males. E se restar algum mal, também haveriam previsto, a fim de que contasse o homem com todos os meios para evitar cair nele. Mas o que não torna pior um homem, como isso poderia fazer pior a sua vida? Nem por ignorância nem conscientemente, mas por ser incapaz de prevenir ou corrigir esses defeitos, a natureza do conjunto o teria consentido. E, tampouco, por incapacidade ou inabilidade teria cometido um erro de tais dimensões como acontece aos bons e aos maus indistintamente, bens e males em partes iguais. Entretanto, morte e vida, glória e infâmia, dor e prazer, riqueza e penúria, tudo isso acontecem indistintamente ao homem bom e ao mal, pois não é nem belo nem feio, porque, efetivamente, não são bons nem maus.*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Pânico
Paulo Chaina | O chinês mais brasileiro que você vai conhecer

Pânico

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 125:47


O programa desta quinta (04) deve ser um negócio da China! Olha que estúdio internacional, hein?! A produção foi buscar o convidado lá na China! Até porque o chinês mais brasileiro que você vai conhecer vai entrar em Pânico, turma! Será que existe um programa de humor no país asiático que vai chamar o brasileiro mais chinês também? Paulo Chaina vai falar tudo sobre imigração, segurança, escala 6x1 e todos os tópicos que você vai encontrar em um programa com crise de identidade entre a comédia e a política.

Em directo da redacção
“Percursos Clandestinos Antifascistas”: A história de uma família que lutou contra a ditadura portuguesa

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 11:53


O livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que lutou contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram escritas por Gonçalo Ramos Rodrigues, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. “Este livro fala de um período em que eu vivi na clandestinidade”, começa por contar Gonçalo Ramos Rodrigues, na sua casa, na zona de Paris, pouco tempo depois de publicar “Percursos Clandestinos Antifascistas”. A conversa sobre este livro e a sua publicação estavam prometidas há quase dois anos, quando Gonçalo recebeu a RFI para nos contar a sua história, no âmbito dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que se dedicou totalmente à luta contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram sendo escritas por Gonçalo, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. A luta começou por ser feita em casas e tipografias clandestinas, pilares da luta do partido comunista, primeiro em família e depois separados e sem notícias uns dos outros para não comprometerem ninguém. O irmão viria a ter a sua própria tipografia clandestina, uma irmã viria a ser a locutora principal da Rádio Portugal Livre, a outra a voz da Radio Moscovo. Os pais acabariam denunciados e passariam anos nas prisões de Caxias e de Peniche, enquanto Gonçalo daria o salto para Paris. “Estes episódios foram escritos para que os meus netos, quando tivessem já idade de reflectir nestas coisas, pudessem saber que o avô também participou na luta pela liberdade em Portugal porque nunca foi minha intenção e não me passou pela cabeça ser publicado”, conta. O livro foi mesmo publicado com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, o concelho do Sul de Portugal de onde ele e a sua família são oriundos. O trabalho é também uma homenagem aos pais e à sua abnegação na luta pela liberdade. Gonçalo Ramos Rodrigues começa por contar que foi em 1951 que os pais entraram na clandestinidade com os seus quatro filhos, depois de terem vendido a casa construída com as poupanças feitas em França e de terem oferecido esse dinheiro ao Partido Comunista. Com os pais, passou 12 anos na clandestinidade, a viver em casas e tipografias clandestinas: editaram jornais do partido, como o “Avante”, o “Militante”, “A Terra”, o “Corticeiro”, e outros materiais; abrigaram camaradas e acolheram reuniões do partido proibido pela ditadura. Mais tarde, em 1963, quando já não estava com os pais, estes foram presos pela polícia política. Manuel, o pai, passou sete anos no Forte de Peniche. A mãe, Lucrécia, esteve seis anos e meio em Caxias. Foi só em 1966, já em Paris, que Gonçalo passou a conhecer o paradeiro dos pais, graças a um camarada do partido que conheceu nos bastidores da festa do jornal comunista Humanité. “Olha, os teus pais estão presos desde 1963. O teu pai está em Peniche e a tua mãe está em Caxias”, revelou-lhe o camarada. “Imagine-se o quanto este episódio me entristeceu e, ao mesmo tempo, me encorajou para lutar pelos ideais que os levaram à prisão”, recorda à RFI. O motivo de detenção de Manuel e Lucrécia era serem “membros e funcionários do PCP” e por exercerem as chamadas “actividades delituosas contra a segurança do Estado”. Ou seja, por imprimirem materiais com palavras de ordem para as lutas que os comunistas organizavam contra o regime de Salazar. Ao longo das páginas do seu livro, Gonçalo remonta aos tempos em que lutou com os pais, desde as casas que eram “pontos de apoio” para os camaradas comunistas na clandestinidade, às tipografias clandestinas. Descreve que “mentir era uma arte” num dia-a-dia em que se vivia com falsas identidades e se mudava constantemente de casa, em que de dia se trabalhava na quinta e à noite na tipografia. “Já tinha 14 anos e a minha irmã mais nova tinha nove. Os dois, mesmo crianças, éramos os principais, digamos, compositores. Chamava-se compor os textos com as letras de chumbo que depois eram inseridas no prelo para impressão (…) Era eu quem sabia melhor o português de todos os da casa porque o meu pai quase não sabia ler, a minha mãe só aprendeu a escrever na prisão de Caxias, quando esteve seis anos presa, e a minha irmã ainda menos sabia. Quem corrigia os textos, as gralhas, tudo o que havia, era o Gonçalo”, lembra, ainda, à RFI. A repressão e a detenção de camaradas obrigava a intensos “cuidados conspirativos” e Gonçalo foi depois viver sozinho em diferentes cidades. Aos 24 anos foi “a salto” para França, onde militou na Comissão de Solidariedade aos Presos Políticos e participou nas brigadas de distribuição de propaganda e de recolha de fundos para ajudar os que estavam nas cadeias da ditadura portuguesa. Em Paris, foi várias vezes interrogado por funcionários da então DST, Direcção de Segurança Territorial – equivalente aos serviços de informações – que conheciam o seu percurso de opositor político ao regime português. Por terras de França, a luta fez-se ao lado da esposa, Maria do Céu, com quem deveria ter casado em Maio de 68, mas as greves e manifestações históricas desse mês adiaram a boda que aconteceu em Junho, mas ainda com gases lacrimogéneo a apimentar a história. “Mesmo depois de chegar aqui, em Janeiro de 1966 até ao 25 de Abril de 1974, estivemos sempre na brecha, sempre na luta em tudo o que aqui se fazia contra o regime em Portugal. A minha companheira sempre me acompanhou durante todo este período, trabalhou muito mais do que devia porque eu estava sempre ocupado com reuniões infindáveis e quase diárias. Ela trabalhava também e tínhamos uma filha e ela carregava com o trabalho todo da casa e ainda quando podia, ela assistia a tudo o que era manifestações de rua e debates que se faziam aqui em França até ao 25 de Abril, até ao dia em que a gente acordou ainda sem saber se estávamos livres, mas já com uma grande esperança de estarmos livres.” Cinquenta e dois anos depois do 25 de Abril de 1974 e do fim da ditadura do Estado Novo, o livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” recorda os tempos sombrios da perseguição política, da miséria, da prisão e da tortura de quem lutava contra o fascismo e ansiava pela liberdade. O livro é também um alerta perante a subida histórica da extrema-direita meio século depois em Portugal.

Pânico
Nikolas Ferreira

Pânico

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 127:37


Aooooooo, minhas paniquetes e meus panicados, em Pânico! Olha só quem está de volta! Não, não é o dólar a R$ 4, nem ex inconveniente… é o programa tão assustador que vocês não sabem se choram ou se choram de rir! Esta segunda (26) deveria ser na primeira, porque o convidado é ninguém menos do que Nikolas Ferreira! A caminhada foi tão longa que o deputado federal decidiu dar uma passadinha na Paulista.

O Artista Broadway que nunca fui...
Episódio 36 - Bea Moreira

O Artista Broadway que nunca fui...

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 52:19


Olha o Ben, olha a Kristin, olha a Cher…!

Diplomatas
“Trump olha para a Europa e vê dois inimigos: a União Europeia e as democracias liberais”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 40:22


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como ponto de partida o primeiro ano volvido desde a tomada de posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos neste seu segundo mandato. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar olharam para os últimos capítulos da escalada da retórica e das ameaças norte-americanas à Gronelândia, ao statu quo da NATO e às relações transatlânticas e explicaram as prioridades de política externa definidas e implementadas pela Casa Branca nos últimos 12 meses. No plano interno, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA assinalaram duas importantes datas do calendário político dos EUA que se cumprem em 2026 – os 250 anos da Declaração de Independência (4 de Julho) e as eleições intercalares (3 de Novembro) – para reflectir sobre o estado da democracia no país e sobre a estratégia do Partido Republicano para se manter numa posição dominadora no Congresso. No final do programa, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas que quis saber como é que Portugal e os seus aliados devem defender o seu modo de vida e as suas democracias de actividades híbridas – como interferência eleitoral, ciberataques ou actos de sabotagem – protagonizadas pela Rússia e por outros actores externos. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Reportage International
Ukraine: à Mykolaiv, la viticulture résiste à la guerre

Reportage International

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 2:38


Dans le sud de l'Ukraine, la viticulture résiste. L'activité aurait pu s'effondrer dès 2014, lorsque l'annexion de la Crimée a fait disparaître plus de la moitié de la production nationale. Mais c'est l'inverse qui s'est produit : un réflexe patriotique a encouragé les Ukrainiens à boire local, faisant même émerger de nouveaux domaines. Et malgré l'invasion russe généralisée, la dynamique ne s'est pas brisée. Cerise Sudry-Ledu nous emmène dans le vignoble de Beykush, près de Mykolaïv, dans le sud du pays, qui continue à produire alors que les vignes sont situées à une dizaine de kilomètres des positions russes.  De notre correspondante à Mykolaïv, C'est sous escorte militaire et après avoir traversé plusieurs check-points qu'on atteint la propriété. Beykush s'étend sur plusieurs hectares, tout près de la mer Noire, et l'équipe nous accueille du côté production. Il est impossible de visiter les vignes aujourd'hui pour des questions de sécurité car, à une dizaine de kilomètres sur l'autre rive, les Russes lancent des attaques régulières. Pourtant, après le 24 février 2022, alors que Mykolaïv, la ville voisine, est en proie à d'intenses combats, la production ne s'arrête que pendant un mois. La cheffe vigneronne se souvient : « Au début de la guerre, le travail était la seule chose qui permettait de garder le moral. Il offrait de quoi se concentrer au lieu de penser au danger permanent. » L'or pour un vin orange du domaine Beykush Presque chaque soir et parfois en pleine journée, des drones russes survolent la zone, s'écrasant quelques kilomètres plus loin ou filant vers Odessa. Ils ne sont plus que quatre à assurer la production. Olha habite sur place, les autres salariés sont des voisins, tandis que les vendanges sont menées tambour battant avec l'aide des habitants. « Nous sommes en contact permanent avec l'armée. Pour la sécurité, nous leur faisons des dons. Certains QR codes sur nos bouteilles permettent par exemple de soutenir la rééducation des soldats », explique-t-elle. Beykush produit près de 19 000 bouteilles par an et la marque engrange de nombreuses médailles à l'international. « Voici par exemple une médaille obtenue cette année au concours le plus prestigieux de Londres. Un de nos vins dans la catégorie des vins orange à remporter l'or. Ils se vendent tellement bien que certains sont déjà épuisés », raconte fièrement la vigneronne. « Ce vin, c'est comme le sang de la région de Mykolaïv » À Mykolaïv, Vino Mania, la boutique de Marina, est l'une des seules de la ville. Pour la vendeuse, si, en 2022, la guerre a dynamisé des importateurs étrangers soucieux d'aider l'Ukraine, ce n'est plus le cas. Et les vignerons locaux entendent bien faire valoir leur savoir-faire. Elle désigne une étagère à l'entrée. « Ça, c'est seulement la section de Mykolaïv. Là-bas, il y a une étagère avec beaucoup d'autres vins ukrainiens. » Et c'est peu dire qu'ils ont du succès. Au fond du magasin, une salle a été aménagée pour des dégustations. Et un architecte de Mykolaïv a justement convié des collègues étrangers à venir déguster des vins du coin. « Vous, vous venez de France. Vous avez donc votre identité, votre personnalité. Pour notre vin, c'est la même chose. L'identité, c'est notre point fort. » Et son conseil est toujours le même. « Un Kara Kermen du domaine Beykush. Ce vin, c'est comme le sang de la région de Mykolaïv », vante-t-il fièrement. À l'extérieur, une alerte retentit. Mais ici, le petit groupe trinque comme pour dire : « Avec ce vin, on tient bon ! » À lire aussiBeykush, le vin ukrainien primé au concours Decanter à Londres

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PRONTO PARA A RESTAURAÇÃO DIVINA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 4:16


LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 80:1,7-14,19 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 18–19; MATEUS 6:1-18  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Meu amigo enviou-me fotos impressionantes! Mostravam um presente-surpresa para a esposa, um Ford Mustang 1965 restaurado: brilhante, exterior azul-escuro; aros cromados; interior preto estofado; e um motor para combinar com as outras atualizações. Havia também fotos do “antes” do mesmo veículo: amarelo opaco, gasto e inexpressivo. E mesmo sendo difícil imaginar, é provável que, quando o veículo original saiu da linha de montagem, chamou a atenção. O tempo, o desgaste e outros fatores tornaram-no apto para ser restaurado. Pronto para ser restaurado! Tal era a condição do povo de Deus no Salmo 80 com a frequente repetição: “Restaura-nos, ó Deus […]! Que a luz do teu rosto brilhe sobre nós; só então seremos salvos” (vv.3,7,19). Embora a história deles incluísse o resgate do Egito e mudança para uma terra de fartura (vv.8-11), os bons tempos vieram e se foram. Por causa da rebelião, experimentavam o julgamento divino (vv.12-13). Assim, imploraram: “Ó Deus dos Exércitos, suplicamos que voltes! Olha dos céus e vê a nossa aflição” (v.14). Você já se sentiu aborrecido, distante ou desconectado de Deus? A sua alma sente falta de alegria? Será que você precisa alinhar-se com Jesus e Seus propósitos? Deus ouve nossas orações por restauração (v.1). O que o impede de orar?  Por: ARTHUR JACKSON 

Receios Obscuros
CUIDADO COM QUEM DEVERIA TE PROTEGER - Terror da vida real

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 17:09


Fala pessoal, tudo bem? Olha quem tá de volta! Falei que colocaria um quadro fixo de terror da vida real e podem esperar que ele sempre aparece!

Entendendo a Notícia
#1037 - ELEIÇÃO NO CHILE: KAST DEFENDE PINOCHETISMO, ENQUANTO JARA OLHA PARA ALLENDE

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 28:07


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Pânico
André Marsiglia

Pânico

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 124:40


Olha só quem é o convidado em Pânico nesta segunda (08)! É o homem que só quer mostrar que toda regulação pode levar a uma “regulareação” e que todo combate à desinformação deve começar pela Resenha do programa! André Marsiglia vai estar no estúdio para analisar o futuro do Centrão — alguma saída pela tangente, tenho certeza —, avaliar o crescimento do populismo no mundo, a política, que está mais polarizada que óculos de grau que sai no sol, e o impacto da IA. A turma está tão automatizada que a abreviação vai significar “Inocência Autêntica”?É melhor assistir ao vídeo, ou vai ter que explicar o motivo de as reformas não estarem consertando nada no Brasil.

Pânico
Pilhado

Pânico

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 125:57


Olha só quem vai entrar em Pânico nesta sexta (05)! É o homem mais irrita… enfureci… mais Pilhado que a gente conhece! O Thiago, que é o craque das ruas, do asfalto e até do Asmar, vai participar do programa para falar sobre os títulos do Flamengo em cima do Palmeiras, a reta final do Brasileirão e a final da Libertadores — será que o Reginaldo vai meter o atestado?Ele ainda vai falar sobre suas expectativas para o sorteio da Copa do Mundo, a seleção de Ancelotti, se o menino Ney vai trazer o hexa ou se vai ter alguma farofa do Delari para ir, e muito mais… mas tudo sempre dentro das quatro linhas! Assista ao vídeo ou seu time vai ter que imitar o 13º salário e cair no final do ano.

Sociedade Primitiva
Emails sem arrependimentos - Número 334D

Sociedade Primitiva

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 275:20


Olha pra frente.Músicas: Riddim Park - PART 3

Pânico
Ricardo Nunes

Pânico

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 127:35


Olha o presente de Natal que o Pânico dá para a audiência! O programa desta quinta (04) conta com a presença do homem que mostra ao leão que, na selva de pedra, manda ele! O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, vai estar no estúdio para revelar se as festas de fim de ano vão ser mais iluminadas que o sorriso do Fuzil e falar tudo sobre a vigilância da cidade — se uma imagem vale mais do que mil palavras, o SmartSampa está valendo mais do que a coleção inteira do Sítio do Pica-Pau Amarelo?Ele ainda vai responder se vai apertar as calças e trocar a Prefeitura para tentar ser governador de SP. É melhor assistir, ou vai ter que me responder os três questionamentos da humanidade: qual o significado da vida, qual o significado da morte e por que sabonete rosa faz espuma branca?

The International Risk Podcast
Episode 294: Russian Culture War with Olha Mukha

The International Risk Podcast

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 49:10 Transcription Available


In this episode, we journey into the heart of a cultural battleground shaped by war, identity, and resistance with Olha Mukha. Our conversation unpacks how Ukraine's cultural resilience has become a force of national survival, even as attempts at cultural erasure intensify. We explore grassroots efforts to preserve language, art, and memory, alongside the quieter, yet powerful, ways communities refuse to let their heritage be rewritten.The discussion also turns to Russia, where artistic expression faces tightening suppression and where acts of creativity have become acts of rebellion. We trace surprising cultural parallels that surface amid conflict, the role of the Russian Orthodox Church in shaping wartime narratives, and the ways cultural diplomacy and propaganda intertwine on the global stage. Finally, we examine the long history of suppressing Ukrainian culture and look ahead: What might the future hold for Ukrainian society, identity, and artistic life once the war's dust settles? A thoughtful, far-reaching exploration of culture as both a battlefield and a beacon.Olha Mukha, PhD, is a cultural analyst and philosopher, cultural manager, curator and expert on international communication and human rights. Known for her extensive work in cultural diplomacy and human rights. She is Co-Founder and Programme Director of the Ukrainian Association of Cultural Studies - Lviv and Head of Educational and International Department of Memorial Museum “Territory of Terror”. Senior Strategist at strategic communications (IN2). She is an expert in crisis communication, creating participant journeys for sensitive topics, aesthetic perception, and memory studies, including oral history practices. The International Risk Podcast brings you conversations with global experts, frontline practitioners, and senior decision-makers who are shaping how we understand and respond to international risk. From geopolitical volatility and organised crime, to cybersecurity threats and hybrid warfare, each episode explores the forces transforming our world and what smart leaders must do to navigate them. Whether you're a board member, policymaker, or risk professional, The International Risk Podcast delivers actionable insights, sharp analysis, and real-world stories that matter.Dominic Bowen is the host of The International Risk Podcast and Europe's leading expert on international risk and crisis management. As Head of Strategic Advisory and Partner at one of Europe's leading risk management consulting firms, Dominic advises CEOs, boards, and senior executives across the continent on how to prepare for uncertainty and act with intent. He has spent decades working in war zones, advising multinational companies, and supporting Europe's business leaders. Dominic is the go-to business advisor for leaders navigating risk, crisis, and strategy; trusted for his clarity, calmness under pressure, and ability to turn volatility into competitive advantage. Dominic equips today's business leaders with the insight and confidence to lead through disruption and deliver sustained strategic advantage.The International Risk Podcast – Reducing risk by increasing knowledge.Follow us on LinkedIn and Subscribe for all our updates!Tell us what you liked!

Aprenda Inglês com música
Como dizer em inglês: "Olha onde eu vim parar!" #reviewaicm

Aprenda Inglês com música

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 1:59


Este é só um trecho da aula completa da música "Don't Start Now", com Dua Lipa, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?

Oxigênio
#206 – Traduzir a Antiguidade: memória e política nos textos greco-romanos

Oxigênio

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 41:07


Você já parou pra pensar quem traduz os livros que você lê e como esse trabalho molda a forma como entende o mundo? Neste episódio, Lívia Mendes e Lidia Torres irão nos conduzir em uma viagem no tempo para entendermos como os textos gregos e latinos chegam até nós. Vamos descobrir por que traduzir é sempre também interpretar, criar e disputar sentidos. Conversamos com Andrea Kouklanakis, professora permanente na Hunter College, Nova York, EUA, e Guilherme Gontijo Flores, professor da Universidade Federal do Paraná. Eles compartilharam suas trajetórias no estudo de línguas antigas, seus desafios e descobertas com o mundo da tradução e as questões políticas, históricas e estéticas que a prática e as teorias da tradução abarcam. Esse episódio faz parte do trabalho de divulgação científica que a Lívia Mendes desenvolve no Centro de Estudos Clássicos e Centro de Teoria da Filologia, vinculados ao Instituto de Estudos da Linguagem e ao Instituto de Estudos Avançados da Unicamp, financiado pelo projeto Mídia Ciência da FAPESP, a quem agradecemos pelo financiamento. O roteiro foi escrito por Lívia Mendes e a revisão é de Lidia Torres e Mayra Trinca. A edição é de Daniel Rangel. Se você gosta de literatura, história, tradução ou quer entender novas formas de aproximar o passado do presente, esse episódio é pra você. __________________________________________________________________ ROTEIRO [música, bg] Lívia: Quem traduziu o livro que você está lendo? Lívia: E se você tivesse que aprender todas as línguas dos clássicos que deseja ler? Aqueles livros escritos em russo, alemão ou qualquer outra língua diferente da sua? Lívia: E aqueles livros das literaturas que foram escritas em línguas que chamamos antigas, como o latim e o grego? Lidia: A verdade é que, na maioria das vezes, a gente não pensa muito sobre essas questões. Mas, no Brasil, boa parte dos livros que lemos, tanto literários quanto teóricos, não chegaria até a gente se não fossem os tradutores. Lidia: Essas obras, que fazem parte de todo um legado social, filosófico e cultural da nossa sociedade, só chegaram até nós por causa do trabalho cuidadoso de pesquisadores e tradutores dessas línguas, que estão tão distantes, mas ao mesmo tempo, tão próximas de nós. [música de transição] Lívia: Eu sou a Lívia Mendes. Lidia: E eu sou a Lidia Torres. Lívia: Você já conhece a gente aqui do Oxigênio e no episódio de hoje vamos explorar como traduzimos, interpretamos e recebemos textos da Antiguidade greco-romana. Lidia: E, também vamos pensar por que essas obras ainda hoje mobilizam debates políticos, culturais e estéticos. Lívia: Vem com a gente explorar o mundo da antiguidade greco-romana que segue tão presente na atualidade, especialmente por meio da tradução dos seus textos. [vinheta O2] Andrea [1:05-2:12]: Então, meu nome é Andrea Kouklanakis e, eu sou brasileira, nasci no Brasil e morei lá até 21 anos quando eu emigrei para cá. Lívia: O “cá” da Andrea é nos Estados Unidos, país que ela se mudou ainda em 1980, então faz um tempo que ela mora fora do Brasil. Mas mesmo antes de se mudar, ela já tinha uma experiência com o inglês. Andrea Kouklanakis: Quando eu vim pra cá, eu não tinha terminado faculdade ainda, eu tinha feito um ano e meio, quase dois anos na PUC de São Paulo. Ah, e mas chegou uma hora que não deu mais para arcar com a responsabilidade financeira de matrícula da PUC, de mensalidades, então eu passei um tempo trabalhando só, dei aulas de inglês numa dessas escolas assim de business, inglês pra business people e que foi até legal, porque eu era novinha, acho que eu tinha 18, 19 anos e é interessante que todo mundo era mais velho que eu, né? Os homens de negócios, as mulheres de negócio lá, mas foi uma experiência legal e que também, apesar de eu não poder estar na faculdade daquela época, é uma experiência que condiz muito com o meu trabalho com línguas desde pequena. Lívia: Essa que você ouviu é a nossa primeira entrevistada no episódio de hoje, a professora Andrea Kouklanakis. Como ela falou ali na apresentação, ela se mudou ainda jovem pros Estados Unidos. Lidia: E, como faz muito tempo que ela se comunica somente em inglês, em alguns momentos ela acaba esquecendo as palavras em português e substitui por uma palavra do inglês. Então, a conversa com a Andrea já é um início pra nossa experimentação linguística neste episódio. Andrea Kouklanakis: Eu sou professora associada da Hunter College, que faz parte da cidade universitária de Nova York, City University of New York. E eles têm vários campus e a minha home college é aqui na Hunter College, em Manhattan. Eh, eu sou agora professora permanente aqui. Lívia: A professora Andrea, que conversou com a gente por vídeo chamada lá de Nova Iorque, contou que já era interessada por línguas desde pequena. A mãe dela trabalhava na casa de uma professora de línguas, com quem ela fez as primeiras aulas. E ela aprendeu também algumas palavras da língua materna do seu pai, que é grego e mais tarde, estudou francês e russo na escola. Lidia: Mas, além de todas essas línguas, hoje ela trabalha com Latim e Grego.Como será que essas línguas antigas entraram na vida da Andrea? Andrea Kouklanakis: Então, quando eu comecei aqui na Hunter College, eu comecei a fazer latim porque, bom, quando você tem uma língua natal sua, você é isenta do requerimento de línguas, que todo mundo tem que ter um requerimento de língua estrangeira na faculdade aqui. Então, quando eu comecei aqui, eu fiquei sabendo, que eu não precisava da língua, porque eu tinha o português. Mas, eu falei: “É, mas eu peguei pensando a língua é o que eu quero, né?” Então, foi super assim por acaso, que eu tava olhando no catálogo de cursos oferecidos. Aí eu pensei: “Ah, Latim, OK. Why not?. Por que não, né? Uma língua antiga, OK. Lívia: A professora Andrea, relembrando essa escolha por cursar as disciplinas de Latim, quando chegou na Hunter College, percebeu que ela gostou bastante das aulas por um motivo afetivo e familiar com a maneira com que ela tinha aprendido a língua portuguesa aqui no Brasil, que era diferente da forma como seus colegas estadunidenses tinham aprendido o inglês, sem muita conexão com a gramática. Lidia: Ela gostava de estudar sintaxe, orações subordinadas e todas essas regras gramaticais, que são muito importantes pra quem quer estudar uma língua antiga e mais pra frente a gente vai entender bem o porquê. [som de ícone] Lívia: sintaxe, é a parte da gramática que estuda como as palavras se organizam dentro das frases pra formar sentidos. Ela explica quem é o sujeito, o que é o verbo, quais termos completam ou modificam outros, e assim por diante. [som de ícone]: Lívia: Oração subordinada é uma frase que depende de outra para ter sentido completo. Ela não “anda sozinha”: precisa da oração principal pra formar o significado total. [música de transição] Lidia: E, agora, você deve estar se perguntando, será que todo mundo que resolve estudar língua antiga faz escolhas parecidas com a da professora Andrea? Lidia: É isso que a gente perguntou pro nosso próximo entrevistado. Guilherme Gontijo: Eu sou atualmente professor de latim na UFPR, no Paraná, moro em Curitiba. Mas, eu fiz a minha graduação em letras português na UFES, na Federal do Espírito Santo. E lá quando eu tive que fazer as disciplinas obrigatórias de latim, eu tinha que escolher uma língua complementar, eu lembro que eu peguei italiano porque eu estudava francês fora da universidade e eu tinha que estudar o latim obrigatório. Estudei latim com Raimundo Carvalho. Lívia: Bom, parece que o Guilherme teve uma trajetória parecida com a da Andrea e gostar de estudar línguas é uma das premissas pra se tornar um estudioso de latim e de grego. Lidia: O professor Raimundo de Carvalho, que o Guilherme citou, foi professor de Latim da Federal do Espírito Santo. Desde a década de 80 ele escreve poesias e é um importante estudioso da língua latina. Ele quem traduziu a obra Bucólicas, do Vírgílio, um importante poeta romano, o autor da Eneida, que talvez você já deva ter ouvido falar. O professor Raimundo se aposentou recentemente, mas segue trabalhando na tradução de Metamorfoses, de outro poeta romano, o Ovídio. Lívia: O Guilherme contou o privilégio que foi ter tido a oportunidade de ser orientado de perto pelo professor Raimundo. Guilherme Gontijo: Eu lembro que eu era um aluno bastante correto, assim, eu achava muito interessante aprender latim, mas eu estudei latim pensando que ele teria algum uso linguístico pras pessoas que estudam literatura brasileira. E quando ele levou Catulo pra traduzir, eu lembro de ficar enlouquecido, assim, foi incrível e foi a primeira vez na minha vida que eu percebi que eu poderia traduzir um texto de poema como um poema. E isso foi insistivo pra mim, eu não tinha lido teoria nenhuma sobre tradução. Lívia: Um episódio sobre literatura antiga traz esses nomes diferentes, e a gente vai comentando e explicando. O Catulo, que o Guilherme citou, foi um poeta romano do século I a.C.. Ele é conhecido por escrever odes, que são poemas líricos que expressam admiração, elogio ou reflexão sobre alguém, algo ou uma ideia. A obra do Catulo é marcada pelos poemas que ele dedicou a Lésbia, figura central de muitos dos seus versos. Guilherme Gontijo: Eu fiz as duas disciplinas obrigatórias de latim, que é toda a minha formação oficial de latim, acaba aí. E passei a frequentar a casa do Raimundo Carvalho semanalmente, às vezes duas vezes por semana, passava a tarde inteira tendo aula de latim com ele, lendo poetas romanos ou prosa romana e estudava em casa e ele tirava minhas dúvidas. Então, graças à generosidade do Raimundo, eu me tornei latinista e eu não tinha ideia que eu, ainda por cima, teria ali um mestre, porque ele é poeta, é tradutor de poesia. Lidia: Essa conexão com a língua latina fez o Guilherme nunca mais abandonar a tradução. Ele disse que era uma forma natural de conseguir conciliar o seu interesse intelectual acadêmico e o lado criativo, já que desde o início da graduação ele já era um aspirante a poeta. Lívia: É importante a gente lembrar que o Guilherme tem uma vasta carreira como autor, poeta e tradutor e já vamos aproveitar pra deixar algumas dicas dos livros autorais e dos autores que ele traduziu. Lívia: Guilherme é autor dos poemas de carvão :: capim (2018), Todos os nomes que talvez tivéssemos (2020), Arcano 13 em parceria com Marcelo Ariel. Ele também escreveu o romance História de Joia (2019) e os livros de ensaios Algo infiel: corpo performance tradução (2017) em parceria com Rodrigo Gonçalves e A mulher ventriloquada: o limite da linguagem em Arquíloco (2018). Se aventurou pelo infanto-juvenil com os livros A Mancha (2020) e o Coestelário (2021), ambos em parceria com Daniel Kondo. E traduziu autores como Safo, Propércio, Catulo, Horácio, Rabelais e Whitman. Lidia: Os poetas Rabelais e Whitman são autores modernos, viveram nos séculos XVI e XIX, já os outros poetas são da antiguidade romana, aquele período aproximadamente entre o século IV a.C. e o século V d.C. Lívia: Então, o Guilherme traduz tanto textos de línguas modernas quanto de línguas antigas. E, a gente perguntou pra ele se existe alguma diferença no trabalho do tradutor quando vai traduzir um texto de uma língua moderna, que está mais próxima de nós no tempo, e quando vai traduzir do latim ou do grego, que são línguas mais distantes temporalmente. Lívia: O Guilherme falou que quando ele vai traduzir de uma língua moderna pra outra língua moderna existem duas possibilidades: traduzir diacronicamente, que é quando o tradutor escreve o texto na língua produzida como se fosse da época mesmo que ele foi escrito. E a outra possibilidade é traduzir deslocando o autor temporalmente, e fazendo a linguagem do texto conversar com a linguagem contemporânea. Lidia: Pode parecer um pouco confuso de início, mas ouve só o exemplo do Guilherme da experiência de tradução que ele teve com o Rimbaud, que é um autor francês. Guilherme Gontijo: Por exemplo, fui traduzir Rimbaud, o Rimbaud do século XIX. Quando eu vou traduzir, eu posso tentar traduzir pensando diacronicamente e aí eu vou tentar traduzir o Rimbaud pra ele parecer um poeta do século XIX em português. E aí eu vou dar essa sensação de espaço temporal pro leitor contemporâneo agora. É, o Guilherme de Almeida fez um experimento genial assim, traduzindo o poeta francês François Villon para uma espécie de pastiche de galego-português, botando a linha temporal de modo que é isso, Villon é difícil para um francês ler hoje, que a língua francesa já sofreu tanta alteração que muitas vezes eles leem numa espécie de edição bilíngue, francês antigo, francês moderno. A gente também tem um pouco essa dificuldade com o galego-português, que é a língua literária da Península ali pra gente, né? Ah, então essa é uma abordagem. Outra abordagem, eu acho que a gente faz com muito menos frequência, é tentar deslocar a relação da temporalidade, ou seja, traduzir Rimbaud, não para produzir um equivalente do Rimbaud, século XIX no Brasil, mas pra talvez criar o efeito que ele poderia criar nos seus contemporâneos imediatos. Lívia: Ou seja, a ideia aqui seria escrever um texto da maneira como se escreve hoje em dia, meio que transpondo a história no tempo. Lidia: Pra quem não conhece, fica aqui mais uma dica de leitura: o poeta francês Arthur Rimbaud, que o Guilherme citou, viveu entre 1854 e 1891 e escreveu quase toda sua obra ainda adolescente. Ele renovou a poesia moderna com imagens ousadas, experimentação formal e uma vida marcada pela rebeldia. Abandonou a literatura muito jovem e passou o resto da vida viajando e trabalhando na África. Lívia: Mas, e pra traduzir da língua antiga, será que esse dois caminhos também são possíveis? Guilherme Gontijo: Quando eu vou traduzir do latim, por exemplo, eu não tenho esse equivalente. Não existe o português equivalente de Propércio. O português equivalente de Propércio como língua literária é o próprio latim. Lívia: Ou seja, o que o Guilherme quis dizer é que não existe uma possibilidade de traduzir um texto latino como ele soava na antiguidade, porque o latim é a língua que originou as línguas modernas latinas, e a língua portuguesa é uma delas, junto com o espanhol, o francês e o italiano. Lidia: Mas, o que pode acontecer é uma classicização dos textos antigos e o Guilherme enfatizou que acontece muito nas traduções que a gente tem disponível do latim pro português. A classicização, nesses casos, é traduzir os textos da antiguidade com o português do século XVIII ou XIX, transformando esses textos em clássicos também pra nós. Guilherme Gontijo:Curiosamente, a gente, quando estuda os clássicos, a gente sempre fala: “Não, mas isso é moderno demais. Será que ele falaria assim?” Acho curioso, quando, na verdade, a gente vendo que os clássicos tão falando sobre literatura, eles parecem não ter esses pudores. Aliás, eles são bem menos arqueológicos ou museológicos do que nós. Eles derrubavam um templo e botavam outro templo em cima sem pensar duas vezes enquanto nós temos muito mais pudores. Então, a minha abordagem atual de traduzir os clássicos é muito tentar usar as possibilidades do português brasileiro, isso é muito marcado pra mim, uma das variedades do português brasileiro, que é a minha, né? De modo ativo. Lívia: Só pra dar um exemplo do que faz a língua soar clássica, seria o uso do pronome “tu” ao invés de “você”, ou, os pronomes oblíquos como “eu te disse” ou “eu te amo”, porque ninguém fala “eu lhe amo” no dia a dia. Lidia: E esse é justamente o ponto quando a gente fala de tradução do texto antigo. Eles não vão ter um equivalente, e a gente não tem como traduzir por algo da mesma época. Guilherme Gontijo: Então, a gente precisa fazer um exercício especulativo, experimental, pra imaginar os possíveis efeitos daqueles textos no seu mundo de partida, né? A gente nunca vai saber o sabor exato de um texto grego ou romano, porque por mais que a gente tenha dicionário e gramática, a gente não tem o afeto, aquele afeto minucioso da língua que a gente tem na nossa. Lívia: Essas questões de escolhas de tradução, que podem aproximar ou afastar a língua da qual vai se traduzir pra língua que será traduzida se aproximam das questões sociais e políticas que são intrínsecas à linguagem. [música de transição] Lidia: Assim como qualquer outro texto, os escritos em latim ou grego nunca serão neutros. Mesmo fazendo parte de um mundo tão distante da gente, eles reproduzem projetos políticos e identitários tanto da antiguidade quanto dos atuais. Andrea Kouklanakis: Eu acho que esse aspecto político e histórico dos estudos clássicos é interessante porque é uma coisa quando você tá fazendo faculdade, quando eu fiz pelo menos, a gente não tinha muita ideia, né? Você tava completamente sempre perdida no nível microscópico da gramática, né? De tentar a tradução, essas coisas, você tá só, completamente submersa nos seus livros, no seu trabalho de aula em aula, tentando sobreviver ao Cícero. Lívia: Como a Andrea explicou, os estudos que chamamos de filológicos, soam como uma ciência objetiva. Eles tentam achar a gênese de um texto correto, como uma origem e acabam transformando os estudos clássicos em um modelo de programa de império ou de colonização. Andrea Kouklanakis: Então, por exemplo, agora quando eu dou aula sobre o legado dos estudos clássicos na América Latina Agora eu sei disso, então com os meus alunos a gente lê vários textos primários, né, e secundários, que envolvem discurso de construção de nação, de construção de império, de construção do outro, que são tecidos com os discursos clássicos, né, que é essa constante volta a Atenas, a Roma, é, o prestígio dos estudos clássicos, né? Então, a minha pesquisa se desenvolveu nesse sentido de como que esses latino afro brasileiros, esses escritores de várias áreas, como que eles lidaram na evolução intelectual deles, na história intelectual deles, como que eles lidaram com um ramo de conhecimento que é o centro do prestígio. Eles mesmo incorporando a falta de prestígio completa. O próprio corpo deles significa ausência total de prestígio e como que eles então interagem com uma área que é o centro do prestígio, sabe? Lidia: Então, como você percebeu, a Andrea investiga como os escritores afro-latino-americanos negociaram essa tradição clássica, símbolo máximo de prestígio, com suas histórias incorporadas a um lugar sem prestígio, marcadas em seus corpos pelo tom de pele. Lívia: Esse exercício que a professora Andrea tem feito com seus alunos na Hunter College tem sido uma prática cada vez mais presente nos Estudos Clássicos da América Latina e aqui no Brasil. É um exercício de colocar um olhar crítico pro mundo antigo e não apenas como uma forma de simplesmente celebrar uma antiguidade hierarquicamente superior a nós e a nossa história. Lidia: Nesse ponto, é importante a gente pontuar que a professora Andrea fala de um lugar muito particular, porque ela é uma mulher negra, brasileira, atuando em uma universidade nos Estados Unidos e em uma área de estudos historicamente tradicional. Lívia: Ela relatou pra gente um pouco da sua experiência como uma das primeiras mulheres negras a se doutorar em Estudos Clássicos em Harvard. Andrea Kouklanakis: Eu também não queria deixar de dizer que, politicamente, o meu entendimento como classista foi mais ou menos imposto de fora pra mim, sobre mim como uma mulher de cor nos estudos clássicos, porque eu estava exatamente na década de final de 90, meio final de 90, quando eu comecei a fazer os estudos clássicos na Harvard e foi coincidentemente ali quando também saiu, acho que o segundo ou terceiro volume do Black Athena, do Bernal. E, infelizmente, então, coincidiu com eu estar lá, né? Fazendo o meu doutorado nessa época. E na época existiam esses chat rooms, você podia entrar no computador e é uma coisa estranha, as pessoas interagiam ali, né? O nível de antipatia e posso até dizer ódio mesmo que muitas pessoas expressavam pela ideia de que poderia existir uma conexão entre a Grécia e a África, sabe? A mera ideia. Era uma coisa tão forte sabe, eu não tinha a experiência ou a preparação psicológica de receber esse tipo de resposta que era com tantos ânimos, sabe? Lidia: Com esse relato, a professora Andrea revelou pra gente como o preconceito com a população negra é tão explícita nos Estados Unidos e como ela, mesmo tendo passado a infância e a adolescência no Brasil, sentiu mais os impactos disso por lá. Lívia: Mas, fora o preconceito racial, historicamente construído pelas nossas raízes de colonização e escravização da população negra, como estudiosa de Estudos Clássicos, foi nessa época que a Andrea percebeu que existia esse tipo de discussão e que ainda não estava sendo apresentada pra ela na faculdade. Andrea Kouklanakis: Depois que eu me formei, eu entrei em contato com a mulher que era diretora de admissão de alunos e ela confirmou pra mim que é eu acho que eu sou a primeira pessoa de cor a ter um doutorado da Harvard nos Estudos Clássicos. E eu acho que mesmo que eu não seja a primeira pessoa de cor fazendo doutorado lá, provavelmente eu sou a primeira mulher de cor. Lidia: Vamos destacar agora, alguns pontos significativos do relato da professora Andrea. [som de ícone] Lívia: O livro que ela citou é o Black Athena, do estudioso de história política Martin Bernal. A teoria criada pelo autor afirmava que a civilização clássica grega na realidade se originou de culturas da região do Crescente Fértil, Egito, Fenícia e Mesopotâmia, ao invés de ter surgido de forma completamente independente, como tradicionalmente é colocado pelos historiadores germânicos. [som de ícone] Lívia: Ao propor uma hipótese alternativa sobre as origens da Grécia antiga e da civilização clássica, o livro fomentou discussões relevantes nos estudos da área, gerando controvérsias científicas, ideológicas e raciais. [som de ícone] Lidia: Em contrapartida às concepções racistas vinda de pesquisadores, historiadores e classicistas conservadores, a professora Andrea citou também um aluno negro de Harvard, o historiador e classicista Frank Snowden Jr.. [som de ícone] Lívia: Entre seus diversos estudos sobre a relação de brancos e negros na antiguidade, está o livro Before Color Prejudice: The Ancient View of Black, em português, Antes do Preconceito Racial: A Visão Antiga dos Negros. Um aprofundamento de suas investigações sobre as relações entre africanos e as civilizações clássicas de Roma e da Grécia e demonstra que os antigos não discriminavam os negros por causa de sua cor. [som de ícone] Lidia: O livro lança luz pra um debate importantíssimo, que é a diferença de atitudes dos brancos em relação aos negros nas sociedades antigas e modernas, além de observar que muitas das representações artísticas desses povos se assemelham aos afro-americanos da atualidade. Andrea Kouklanakis: Mas, então é isso, então essa coisa política é uma coisa que foi imposta, mas a imposição foi até legal porque aí me levou a conhecer e descobrir e pesquisar essa área inteira, que agora é uma coisa que eu me dedico muito, que é olhar qual que é a implicação dos estudos clássicos na política, na raça, na história e continuando dando as minhas aulas e traduzindo, fazendo tradução, eu adoro tradução, então, esse aspecto do estudo clássico, eu sempre gostei. [música de transição] Lívia: O Guilherme também falou pra gente sobre essa questão política e histórica dos Estudos Clássicos, de que ficar olhando pro passado como objeto desvinculado, nos impede de poder articular essas discussões com a política do presente. Guilherme Gontijo: E acho que o resultado quando a gente faz isso é muitas vezes colocar os clássicos como defensores do status quo, que é o que o um certo império brasileiro fez no período de Dom Pedro, é o que Mussolini fez também. Quer dizer, vira propaganda de estado. Lidia: Mas, ao contrário, quando a gente usa os clássicos pra pensar as angústias do presente, a gente percebe que é uma área de estudos que pode ser super relevante e super viva pra qualquer conversa do presente. Lívia: E, na tradução e na recepção desses textos antigos, como será que essas questões aparecem? O Guilherme deu um exemplo pra gente, de uma tradução que ele fez do poeta romano Horácio. [som de ícone] Lidia: Horácio foi um poeta romano do século I a.C., famoso por escrever poesias nos formatos de Odes, Sátiras e Epístolas, e defendia a ideia do “justo meio” — evitar excessos e buscar a medida certa na vida. Guilherme Gontijo: Tô lembrando aqui de uma ode de Horácio, acho que esse exemplo vai ser bom. Em que ele termina o poema oferecendo um vai matar um cabrito pra uma fonte, vai oferendar um cabrito para uma fonte. E quando eu tava traduzindo, vários comentadores lembravam de como essa imagem chocou violentamente o século XIX na recepção. Os comentadores sempre assim: “Como assim, Horácio, um homem tão refinado vai fazer um ato tão brutal, tão irracional?” Quer dizer, isso diz muito mais sobre a recepção do XIX e do começo do XX, do que sobre Horácio. Porque, assim, é óbvio que Horácio sacrificaria um cabrito para uma fonte. E nisso, ele não está escapando em nada do resto da sua cultura. Agora, é curioso como, por exemplo, o nosso modelo estatal coloca a área de clássicas no centro, por exemplo, dos cursos de Letras, mas acha que práticas do Candomblé, que são análogas, por exemplo, você pode oferecer animais para divindades ou mesmo para águas, seriam práticas não não não racionais ou não razoáveis ou sujas ou qualquer coisa do tipo, como quiserem. Né? Então, eu acho que a gente pode e esse é o nosso lugar, talvez seja nossa missão mesmo. Lívia: Como o Guilherme explicou, nós no Brasil e na América Latina temos influência do Atlântico Negro, das línguas bantas, do candomblé, da umbanda e temos um aporte, tanto teórico quanto afetivo, pra pensar os clássicos, a partir dessas tradições tão próximas, que a própria tradição europeia tem que fazer um esforço gigantesco pra chegar perto, enquanto pra gente é natural. Lidia: E não podemos nos esquecer também da nossa convivência com várias etnias indígenas, que possuem comparações muito fortes entre essas culturas. Guilherme Gontijo: Eu diria, eu entendo muito melhor o sentido de um hino arcaico, grego, ouvindo uma cantiga de terreiro no Brasil, do que só comparando com literatura. Eu acho que é relevante para a área de clássicas, não é uma mera curiosidade, sabe? Então, eu tenho cada vez mais lido gregos e romanos à luz da antropologia moderna, contemporaneíssima, sabe? Eu acho que muitos frutos aparecem de modo mais exemplar ou mais óbvio quando a gente faz essa comparação, porque a gente aí tira de fato os clássicos do lugar de clássicos que lhes é dado. [música de transição] Lívia: Pra além dessas discussões teóricas e políticas, a tradução é também um ato estético e existem algumas formas de repensar a presença da poesia antiga no mundo contemporâneo a partir de uma estética aplicada na linguagem e nos modos de traduzir. Lidia: No caso do Guilherme, ele vem trabalhando há um tempo com a tradução como performance. Guilherme Gontijo: E aí eu pensei: “Não, eu poderia traduzir Horácio para cantar”. Eu vou aprender a cantar esses metros antigos e vou cantar a tradução na mesmíssima melodia. Quer dizer, ao invés de eu pensar em metro no sentido do papel, eu vou pensar em metro no sentido de uma vocalidade. E foi isso que eu fiz. Foi o meu o meu doutorado, isso acabou rendendo a tradução de Safo. Lívia: Além das traduções publicadas em livros e artigos, o Guilherme também coloca essas performances na rua com o grupo Pecora Loca, que desde 2015 se propõe a fazer performances de poemas antigos, medievais e, às vezes, modernos, como um modo de ação poética. Lidia: Inclusive a trilha sonora que você ouviu ali no início deste trecho é uma das performances realizada pelo grupo, nesse caso do poema da Ode 34 de Horácio, com tradução do próprio Guilherme e música de Guilherme Bernardes, que o grupo gentilmente nos passou. Guilherme Gontijo: Isso pra mim foi um aprendizado teórico também muito grande, porque você percebe que um poema vocal, ele demanda pra valorizar a sua ou valorar a sua qualidade, também a performance. Quer dizer, o poema não é só um texto no papel, mas ele depende de quem canta, como canta, qual instrumento canta. Lívia: O Guilherme explicou que no início eles usavam instrumentos antigos como tímpano, címbalo, lira e até uma espécie de aulos. Mas, como, na verdade, não temos informações precisas sobre como era a musicalidade antiga, eles resolveram afirmar o anacronismo e a forma síncrona de poesia e performance, e, atualmente, incorporaram instrumentos modernos ao grupo como a guitarra elétrica, o baixo elétrico, o teclado e a bateria. Guilherme Gontijo: Então, a gente tem feito isso e eu acho que tem um gesto político, porque é muito curioso que a gente vai tocar num bar e às vezes tem alguém desavisado e gosta de Anacreonte. Olha, caramba, adorei Anacreonte. É, é, e ela percebe que Anacreonte, ela ouviu a letra e a letra é basicamente: “Traga um vinho para mim que eu quero encher a cara”. Então ela percebe que poesia antiga não é algo elevado, para poucos eleitos capazes de depreender a profundidade do saber grego. Ó, Anacreonte é poema de farra. Lidia: A partir da performance as pessoas se sentem autorizadas a tomar posse dessa herança cultural e a se relacionar com ela. O que cria uma forma de divulgar e difundir os Estudos Clássicos a partir de uma relação íntima, que é a linguagem musical. Guilherme Gontijo: E a experiência mais forte que eu tive nisso, ela é do passado e foi com o Guilherme Bernardes. Lembro que dei uma aula e mostrei a melodia do Carpe Diem, do Horácio. Da Ode. E tava lá mostrando o poema, sendo bem técnico ali, como é que explica o metro, como é que põe uma melodia, etc, etc. E uns três dias depois ele me mandou uma gravação que ele fez no Garage Band, totalmente sintética. De uma versão só instrumental, quer dizer, o que ele mais curtiu foi a melodia. E a gente às vezes esquece disso, quer dizer, um aspecto da poesia arcaica ou da poesia oral antiga romana é que alguém poderia adorar a melodia e nem prestar tanta atenção na letra. E que continuariam dizendo: “É um grande poeta”. Eu senti uma glória quando eu pensei: “Caraca, um asclepiadeu maior tocou uma pessoa como melodia”. A pessoa nem se preocupou tanto que é o poema do Carpe Diem, mas a melodia do asclepiadeu maior. [som de ícone] Lívia: Só por curiosidade, “asclepiadeu maior” é um tipo de verso poético greco-latino composto por um espondeu, dois coriambos e um iambo. Você não precisa saber como funcionam esses versos na teoria. Essa forma poética foi criada pelo poeta lírico grego Asclepíades de Samos, que viveu no século III a.C., por isso o nome, o mais importante é que foi o verso utilizado por Horácio em muitas de suas odes. [música de transição] Lidia: Agora, já encaminhando para o final do nosso episódio, não podemos ir embora sem falar sobre o trabalho de recepção e tradução realizado pela professora Andrea, lá na Hunter College, nos EUA. Lívia: Além do seu projeto sobre a presença dos clássicos nas obras de escritores afro-latino-americanos, com foco especial no Brasil, de autores como Lima Barreto, Luís Gama, Juliano Moreira e Auta de Sousa. A professora também publicou o livro Reis Imperfeitos: Pretendentes na Odisseia, Poética da Culpa e Sátira Irlandesa, pela Harvard University Press, em 2023, e as suas pesquisas abarcam a poesia homérica, a poética comparada e as teorias da tradução. Lidia: A professora Andrea faz um exercício muito importante de tradução de autores negros brasileiros pro inglês, não somente das obras literárias, mas também de seus pensamentos teóricos, pra que esses pensamentos sejam conhecidos fora do Brasil e alcance um público maior. Lívia: E é muito interessante como a relação com os estudos da tradução pra professora Andrea também tocam em um lugar muito íntimo e pessoal, assim como foi pro Guilherme nas suas traduções em performances. Lidia: E ela contou pra gente um pouco dessa história. Andrea Kouklanakis: Antes de falar da língua, é eu vou falar que, quando eu vejo a biografia deles, especialmente quando eu passei bastante tempo com o Luiz Gama. O que eu achei incrível é o nível de familiaridade de entendimento que eu tive da vida corriqueira deles. Por exemplo, Cruz e Souza, né? A família dele morava no fundo lá da casa, né? Esse tipo de coisa assim. O Luiz Gama também quando ele fala do aluno lá que estava na casa quando ele foi escravizado por um tempo, quando ele era criança, o cara que escravizou ele tinha basicamente uma pensão pra estudantes, que estavam fazendo advocacia, essas coisas, então na casa tinham residentes e um deles ensinou ele a ler, a escrever. O que eu achei interessantíssimo é que eu estou há 100 anos separada desse povo, mas a dinâmica social foi completamente familiar pra mim, né? A minha mãe, como eu te falei, ela sempre foi empregada doméstica, ela já se aposentou há muito tempo, mas a vida dela toda inteira ela trabalhou como empregada doméstica. E pra mim foi muito interessante ver como que as coisas não tinham mudado muito entre a infância de alguém como Cruz e Souza e a minha infância, né? Obviamente ninguém me adotou, nada disso, mas eu passei muito tempo dentro da casa de família. que era gente que tinha muito interesse em ajudar a gente, em dar, como se diz, a scholarship, né? O lugar que a minha mãe trabalhou mais tempo assim, continuamente por 10 anos, foi, aliás, na casa do ex-reitor da USP, na década de 70 e 80, o Dr. Orlando Marques de Paiva. Lívia: Ao contar essa história tão íntima, a Andrea explicou como ela tenta passar essa coincidência de vivências, separada por cem anos ou mais no tempo, mas que, apesar de todo avanço na luta contra desigualdades raciais, ainda hoje refletem na sua memória e ainda são muito estáticas. Lidia: Essa memória reflete na linguagem, porque, como ela explicou, esses autores utilizam muitas palavras que a gente não usa mais, porque são palavras lá do século XVIII e XIX, mas o contexto chega pra ela de uma forma muito íntima e ainda viva, por ela ter vivenciado essas questões. Andrea Kouklanakis: Eu não sou poeta, mas eu tô dando uma de poeta, sabe? E quando eu percebo que tem algum estilo assim, a Auta de vez em quando tem um certo estilo assim, ambrósia, não sei do quê, sabe? Eu sei que ela está querendo dizer perfume, não sei o quê, eu não vou mudar, especialmente palavras, porque eu também estou vindo da minha perspectiva é de quem sabe grego e latim, eu também estou interessada em palavras que são em português, mas são gregas. Então, eu preservo, sabe? Lívia: Então, pra Andrea, no seu trabalho tradutório ela procura mesclar essas duas questões, a sua relação íntima com os textos e também a sua formação como classicista, que pensa a etimologia das palavras e convive com essa multiplicidade de línguas e culturas, caminhando entre o grego, o latim, o inglês e o português. [música de transição] [bg] Lidia: Ao ouvir nossos convidados de hoje, a Andrea Koclanakis e o Guilherme Gontijo Flores, percebemos que traduzir textos clássicos é muito mais do que passar palavras de uma língua pra outra. É atravessar disputas políticas, revisitar o passado com olhos do presente, reconstruir memórias coloniais e imaginar novos modos de convivência com as tradições antigas. Lívia: A tradução é pesquisa, criação, crítica e também pode ser transformação. Agradecemos aos entrevistados e a você que nos acompanhou até aqui! [música de transição] [créditos] Livia: O roteiro desse episódio foi escrito por mim, Lívia Mendes, que também fiz a locução junto com a Lidia Torres. Lidia: A revisão foi feita por mim, Lidia Torres e pela Mayra Trinca. Lidia: Esse episódio faz parte do trabalho de divulgação científica que a Lívia Mendes desenvolve no Centro de Estudos Clássicos e Centro de Teoria da Filologia, vinculados ao Instituto de Estudos da Linguagem e ao Instituto de Estudos Avançados da Unicamp, financiado pelo projeto Mídia Ciência da FAPESP, a quem agradecemos pelo financiamento. Lívia: Os trabalhos técnicos são de Daniel Rangel. A trilha sonora é de Kevin MacLeod e também gentilmente cedida pelo grupo Pecora Loca. A vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. Lidia: O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido passear pelo mundo da antiguidade greco-romana e entender um pouco de como os textos antigos chegam até nós pela recepção e tradução. Você pode deixar um comentário, na sua plataforma de áudio favorita, contando o que achou. A gente vai adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta final]

Inteligência para a sua vida
#1437: OLHA ONDE JESUS SE COLOCOU POR VOCÊ

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 14:21


No Getsêmani, diante de Judas e dos oficiais que vieram prendê-Lo, Jesus tomou uma atitude que a maioria nunca percebeu.Um detalhe simples, mas profundo, que revela o quanto Ele se colocou entre você e o mal.Assista e entenda por que isso muda completamente a maneira de viver a fé e por que você não precisa terceirizar aquilo que só você pode fazer diante de Deus.

Pânico
Raul Ruffo

Pânico

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 123:38


Olha o Ruffão em Pânico nesta quinta (13)! Mas, dessa vez, ele só vai te deixar eletrizado com a sua música mesmo! Raul Ruffo é o convidado do programa para revelar as chaves do sucesso do universo sertanejo, abrir a Boate Azul com uma história milagrosa e mostrar que a saída pela direita pode ser música para certos ouvidos.Ele não é Seixas, mas a gente só pede para tocar Raul!

chá com rapadura
123 - sarapatel

chá com rapadura

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 63:09


Olha, a gente lavou a alma falando de tudo: das marmotas do COP30, dos gatinhos que roubaram o Louvre, passando pelo Will Smith Baiano, e chocadas com três latinhas de coca-cola (!!!)... Se ajeita aí, puxa a rede, que esse episódio tá pra matar de rir. E ó: se tu já é do time que nos apoia lá no Patreon, então se prepara porque hoje mesmo tu vai receber o um rapadurinha, viu? (O rapadurinha é um papo rapidinho que a gente grava antes do episódio começar... só pros apoiadores) ;)

Caso Bizarro
Especial Teorias da Conspiração exclusivo Amazon Music

Caso Bizarro

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 0:51


⚠️ ATENÇÃO ⚠️Alerta Halloween com episódios exclusivos do Amazon Music pra vocês!

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Selma Boragian - 13/10/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 58:50


La cantante, pianista y arreglista Selma Boragian ha grabado en los últimos dos años obras como 'Crystal silence' -composición de Chick Corea a la que puso letra Neville Potter- con el vibrafonista André Juarez, 'Beija-flor' -del guitarrista Garoto- con Edgard Poças, 'Tutu' -de Marcus Miller para Miles Davis- con el bajista y flautista Stefano Andreatta-, 'Three views of a secret' -de Jaco Pastorius- a dúo con el bajista Mark Egan y 'Olha pro céu' -que Antonio Carlos Jobim grabó en su disco de 1967 'Wave'- como invitada especial de Dan Fontaine & Orchestra. También la escuchamos en un disco de 2013, 'Setembro', para el que grabó 'A volta' de Menescal y Bôscoli y 'Fuga nº2' de Os Mutantes. Langendorf United, de la saxofonista sueca Lina Langendorf, tocando la pieza que da título al disco 'Undercover beast' y 'Cesaria'. Y en un nuevo volumen, el 24, de la serie Jazz is dead, Adrian Younge y Ali Shaheed Muhammed rescatan al octogenario pianista brasileño, pionero del samba-funk, Dom Salvador con grabaciones hechas en el momento de 'Os ancestrais', 'Não podemos o amor parar' o 'Safira'.Escuchar audio

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Producciones Arnaldo De Souteiro - 02/10/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 58:49


Descubrimos algunas de las últimas producciones de Arnaldo De Souteiro: grabaciones de Pingarilho & Ithamara Koorax ('Samba do dom natural' -con Eumir Deodato-), Ithamara Koorax ('Feel like makin´love' -con Deodato y el grupo Azymuth-), Ithamara Koorax & Eumir Deodato ('Spirit of summer'), Dan Fontaine & Orchestra con Selma Boragian ('Olha pro céu') y Elisabeth Melander ('In summer' adaptación al inglés de 'Estate' con letra de Jon Hendricks-). Del disco del guitarrista Luiz Bonfá, 'The Bonfá magic', que Souteiro produjo en 1991, 'Subtle samba', 'Fat tuesday´s theme', 'Sofisticada' y 'Menina flor'. Y de un disco que produjo en 1996 de Nelson Ângelo con Toninho Horta, Raul de Souza o Novelli, 'Tiro cruzado', que no se ha publicado hasta hace cuatro meses, 'Recife' y 'The red blouse'.Escuchar audio

Boa Noite Internet

O mundo do trabalho mudou — e quem lidera precisa mudar junto. Neste episódio do Boa Noite Internet, a psicóloga e escritora Mariana Clark, especialista em lutos corporativos, fala sobre um novo jeito de exercer liderança: menos “controle e comando”, mais “escuta e cuidado”.A gente cresceu achando que trabalho era lugar de performance. Que quem lidera tem que dar exemplo de força, segurar as pontas e “resolver”. Mas e quando alguém do time está passando por uma perda? Quando não tem resposta pronta? Quando o silêncio pesa mais que qualquer planilha?Por isso, Clark propõe uma mudança de postura: não é ter que virar terapeuta, é reconhecer a humanidade do outro — e a sua também. Acolher não é “passar pano” nem “baixar a régua”. É criar espaços seguros onde as pessoas possam ser inteiras, mesmo quando estão quebradas.Falamos de saúde mental, de escuta ativa, de como o modelo tradicional de liderança já não dá conta do que a vida real exige. Também conversamos sobre as novas gerações que rejeitam a lógica do “aguenta firme” e sobre como construir ambientes de trabalho que cuidam — sem perder a entrega. Além de analisar pessoas usando IA como terapeuta e até para resolver seus lutos.Uma conversa pra quem lidera, pra quem quer liderar e pra quem acredita que trabalho não precisa ser sinônimo de sofrimento calado.Nova turma do meu cursoAgora em outubro começa a nova turma do meu curso, Apresentashow: Como fazer apresentações corporativas que são um espetáculo.É um curso ao vivo onde, durante 3 dias, vou te ensinar tudo que aprendi sobre como contar histórias no ambiente de trabalho. Vamos muito além do “slide bonito”: é um curso sobre narrativas e como encontrar sua história, um método anti-ansiedade para vencer o desespero da página em branco e o medo do palco (nem que seja na tela da videoconferência).Técnicas, inclusive, que usei para preparar a Mariana Clark (entre outros) para falar no TEDxBlumenau!Até o fim desta semana, o curso está com 20% de desconto então vem logo que você vai curtir. Olha o que quem já fez o curso tem a dizer:“Me inscrevi no curso com o objetivo de melhorar minhas apresentações, mas, na verdade, aprendi a aprimorar minha comunicação de forma geral. Percebi que tudo o que comunicamos é, de certa forma, uma apresentação, independentemente de usarmos slides ou não. Essa mudança de perspectiva ampliou minha visão sobre diferentes formas de transmitir ideias. O curso foi realmente valioso!”— Luciana Sombrio Soares“Eu quis fazer o curso para conseguir entender melhor quais são as técnicas usadas para construir uma boa apresentação. Saí sabendo isso e muito mais, porque o curso não se limitou apenas ao PPT: o Cris abordou outros temas super relevantes, como a construção de narrativas, a entender o público e como engajá-lo, além de boas práticas na hora de apresentar.”— Paulo Koja, Product Manager“Saí do curso com ferramentas práticas, como o leave behind e as dicas de design para não designers, entre outras - mas também com um conhecimento mais aprofundado e estratégico sobre estrutura, impacto emocional, conexão com o público, e outros elementos essenciais para uma boa apresentação. Assistir as aulas do Apresentashow foi um prazer.”— Barbara Axt, Especialista em comunicação"Foi então que me deparei com o curso APRESENTASHOW, do amigo Cris Dias, que dispensa apresentações. O título já diz tudo: 'Como fazer apresentações corporativas que são um espetáculo'. Era exatamente o que eu precisava, e o curso superou todas as minhas expectativas. O conteúdo não foi só útil, mas extremamente prático. Consegui aplicar imediatamente o que aprendi, e os resultados foram impressionantes."— Alexandre Kavinski, AI & Innovation Lead @ WPP This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Café Brasil Podcast
Café Brasil 996 - O Alienista - O preço dos rótulos

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 30:24


Olha: eu andava ressabiado aí com um certo clima de vigilância que tomou conta da internet brasileira. Sabe como é que é? Acho que você também, né? E eu fui alertado pra ir atrás de um VPN. Procurei, encontrei a NordVPN e com ele eu acabei achando mais que um VPN, cara. O Nord VPN oferece proteção contra ameaças, ele bloqueia rastreadores malwares e anúncios indesejados. Com o Nord VPN o meu IP fica oculto, tornando quase impossível para hackers acessarem o meu dispositivo. E tem mais. Tudo que eu envio é criptografado, perfeito para apps móveis, especialmente quando a gente não sabe se o app usa HTTPS, sabe? Isso significa uma coisa só: liberdade. Usando o Nord VPN você pode conectar até seis dispositivos ao mesmo tempo. E se encontrar um site restrito a certas regiões do mundo ele permite que você mude, entre aspas, de local. E acesse conteúdos como se estivesse em outro país. Esportes, filmes, programas de TV que não estão disponíveis no Brasil! Eu já assisti séries da Netflix que não tem aqui. E não se preocupe. O NordVPN tem recursos pra proteger a sua privacidade se você esquecer de ativá-lo. Seu verdadeiro endereço IP e localização jamais serão expostos. Acesse nordvpn.com/cafebrasil, e ganhe um super desconto no seu plano. Além de quatro meses grátis. Ah, você quer mais, é? Se não gostar, o reembolso é total em até 30 dias. Então não perca. Visite nordvpn.com/cafebrasil e navegue com segurança hoje mesmo. Em O Alienista - o preço dos rótulos, exploramos a genialidade de Machado de Assis e o experimento de Rosenhan para mostrar como a linha entre sanidade e loucura pode ser apenas uma questão de rótulo. Da Casa Verde às redes sociais, vivemos num manicômio moderno onde etiquetas decidem destinos, matam debates e alimentam intolerâncias. Prepare-se para uma reflexão sombria e atual sobre quem tem o poder de definir o que é normal. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Aquela que olha para a direita e pisca pisca!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 4:28


Um Duarte que nasceu e um Homem Que Mordeu o Cão diferente.

Café Brasil Podcast
Café Brasil 994 – O abismo - Fé, estratégia e travessia

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 31:42


Olha: eu andava ressabiado aí com um certo clima de vigilância que tomou conta da internet brasileira. Sabe como é que é? Acho que você também, né? E eu fui alertado pra ir atrás de um VPN. Procurei, encontrei a NordVPN e com ele eu acabei achando mais que um VPN, cara. O Nord VPN oferece proteção contra ameaças, ele bloqueia rastreadores malwares e anúncios indesejados. Com o Nord VPN o meu IP fica oculto, tornando quase impossível para hackers acessarem o meu dispositivo. E tem mais. Tudo que eu envio é criptografado, perfeito para apps móveis, especialmente quando a gente não sabe se o app usa HTTPS, sabe? Isso significa uma coisa só: liberdade. Usando o Nord VPN você pode conectar até seis dispositivos ao mesmo tempo. E se encontrar um site restrito a certas regiões do mundo ele permite que você mude, entre aspas, de local. E acesse conteúdos como se estivesse em outro país. Esportes, filmes, programas de TV que não estão disponíveis no Brasil! Eu já assisti séries da Netflix que não tem aqui. E não se preocupe. O NordVPN tem recursos pra proteger a sua privacidade se você esquecer de ativá-lo. Seu verdadeiro endereço IP e localização jamais serão expostos. Acesse nordvpn.com/cafebrasil, e ganhe um super desconto no seu plano. Além de quatro meses grátis. Ah, você quer mais, é? Se não gostar, o reembolso é total em até 30 dias. Então não perca. Visite nordvpn.com/cafebrasil e navegue com segurança hoje mesmo. Indiana Jones diante do abismo invisível é a metáfora perfeita para falar de inovação, política e até da vida. Ideias geniais, startups promissoras e movimentos empolgantes morrem quando não conseguem atravessar o vazio entre o entusiasmo dos visionários e a adesão da maioria. O segredo não é discurso ou paixão, é construir a ponte que ninguém vê — pedra por pedra, prova por prova. Neste episódio, vamos refletir: qual é o seu abismo? E que ponte você está erguendo para atravessá-lo? O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................

NerdCast
Caneca de Mamicas 192 - Guia prático contra manipuladores

NerdCast

Play Episode Listen Later May 17, 2025 88:34


“Você tá louca?” “Sem mim você não é ninguém…” “Olha o que você me obriga a fazer” “Culpa sua, sempre foi…” Quem nunca ouviu uma frase assim ou até mesmo usou uma delas? Gaslighting, tratamento de silêncio, transferência de culpa… esses são apenas alguns exemplos de ferramentas usadas na arte da manipulação… E é por isso que no programa de hoje vamos destrinchar item por item desse assunto pra você ficar preparado e se prevenir contra esse problema e também saber identificar se você mesmo sem querer está usando uma dessas táticas! ESTANTE VIRTUAL Garanta sua próxima leitura na Estante Virtual: https://mamicas.page.link/Estante_Virtual_Caneca_de_Mamicas REDES SOCIAIS Taynara Barreto - @taynarabarreto Pati Mafra - @patimafra1 Andreia Pazos - @deiaduboc Agatha Ottoni - @agathaottoni ARTE DA VITRINE: Felipe Camêlo Baixe Versão Wallpaper da Vitrine CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: canecademamicas@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD:Google Play Store | Apple App Store

Scouting for Growth
Ivan and Olha Pylypchuk: Unlocking the Power of Agentic AI

Scouting for Growth

Play Episode Listen Later Apr 23, 2025 52:54


On this episode of the Scouting For Growth podcast, Sabine VdL talks to Ivan Pylypchuk, the CEO of Softblues, and Olha Pylypchuk, the company’s COO. In today’s discussion, we’ll explore: What Agentic AI is and why it’s poised to disrupt traditional business processes, how Ivan and Olha are leveraging multi-agent systems to solve domain-specific challenges and deliver business transformation, and the future of AI agents and their role in shaping the workplace of tomorrow. KEY TAKEAWAYS If you talk about traditional AI systems, they can handle one simple, specific task, such as image recognition, data classification, content generation. Agentic AI is more autonomous and capable of complex decision making across multiple steps. Our approach is focussed on controlled, multi-agent systems. The biggest challenge companies face is collecting data and putting it together. Often, companies have their valuable data spread across different systems and departments, like customer databases, email records, business software. These don’t always talk to each other. To have an effective AI implementation, you must make sure that all this data is collected neatly and accurately. Surprisingly, some companies don’t know how their people work. When you observe their processes sometimes, they miss important details about their daily operations which can create a lot of wasted investment when we rectify these mistakes afterwards. That’s why we invest a lot of time work with and talking to the businesses about how their workflows move from point A to B. Then we can enhance them with the help of AI. How team members embrace this technology is very important. Even a perfect solution will fail it teams don’t use it. We create simple interfaces and make sure our systems explain their recommendations in plain language. This approach improves the understanding of how AI works dramatically and build trust. BEST MOMENTS ‘Agentic AI gives us scalability in different domains, explainability to understand what it’s doing, so we can provide the exact information that is needed across an organisation.’ ‘It’s important to start very small, on a piece of a project so the AI can show clearly its quick results. After the goal has been demonstrated, then we scale the solution.’ ‘Our recruitment solution help reduced time to hire by 60% and provided an increase in the quality of hires by 40%.’ ‘It gives you more time to do strategic work that brings more value to the business than managing this data.’ ABOUT THE GUEST Ivan Pylypchuk is the CEO and AI Solution Architect at Softblues, a company specializing in building multi-agent AI systems to tackle real-world business challenges. LinkedIn Olha Pylypchuk is the Co-founder and Chief Operating Officer of Softblues, where she drives operational excellence and spearheads AI-driven business automation initiatives. LinkedIn ABOUT THE HOST Sabine is a corporate strategist turned entrepreneur. She is the CEO and Managing Partner of Alchemy Crew a venture lab that accelerates the curation, validation, & commercialization of new tech business models. Sabine is renowned within the insurance sector for building some of the most renowned tech startup accelerators around the world working with over 30 corporate insurers, accelerated over 100 startup ventures. Sabine is the co-editor of the bestseller The INSURTECH Book, a top 50 Women in Tech, a FinTech and InsurTech Influencer, an investor & multi-award winner. Twitter LinkedIn Instagram Facebook TikTok Email Website