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Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data aponta que a maior parte dos brasileiros desaprova a possível indicação da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para presidir a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. De acordo com o levantamento, 84% se posicionam contra sua condução no colegiado. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CamaraDosDeputados #Politica2026 #DireitosDasMulheres #Psol #MulheresNaPolitica #Representatividade #Brasil2026 #NoticiasPolitica
A linha entre a proteção de direitos e o cerceamento da fala está cada vez mais tênue. Neste episódio, mergulhamos no polêmico debate sobre a criminalização da misoginia e por que muitos especialistas e vozes femininas alertam que essa medida pode se tornar um "efeito bumerangue", servindo como ferramenta para censurar as próprias mulheres.Discutimos as brechas jurídicas, os perigos da subjetividade na lei e como o Estado pode usar pautas legítimas para controlar o debate público. Afinal, quem define o que é ofensivo? E qual o preço da nossa liberdade de expressão hoje?Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CamaraDosDeputados #PoliticaBrasileira #ChrisTonietto #DireitosDasMulheres #DebatePolitico
As deputadas federais de direita resolveram ir para o enfrentamento com a colega parlamenta Erika Hilton, que presidia a Comissão das Mulheres nesta quarta (18).Além dos gritos, acusações de bate-boca, houve manifestações por parte das deputadas do PL contestando a presenta de Hilton na cadeira da presidênica.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CongressoNacional #Urgente #PoliticaBrasileira #DireitosDasMulheres
Parlamentar do PSOL é questionada por mulheres por assumir Comissão de Mulheres da Câmara dos Deputados.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ConselhoDeEtica #PoliticaBrasil #CamaraDosDeputados #Noticias
¿Estamos priorizando el éxito equivocado?
O que nos sustenta quando o chão parece faltar? Talvez não seja uma base sólida, mas a força dos fios que insistimos em tecer. No episódio de hoje, partimos do poetexto da Bru Almeida, "Fios por te(SER)", para conversar sobre como o patriarcado molda nossos corpos e estrangula nossas existências, do lar à empresa, do sutil ao literal.ParticipantesBru AlmeidaRafa DornellasRafael LauroLinksTexto lidoMailingOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Bru AlmeidaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Onceavo episodio dedicado a la banda Female smegma quienes desde Irán posicionan un mensaje crítico y contestatario sobre la eliminación del patriarcado y el sistema teocrático de la República de Irán. Goregrind con sello feminista y anticapitalista.
El 8 de marzo no es una fecha cualquiera. Muchas mujeres marchan por historias personales, por injusticias que siguen presentes y por la necesidad de que ciertas realidades dejen de ser normales. En este episodio, Chayo Busquets reflexiona sobre los distintos motivos que llevan a miles de mujeres a salir a las calles: desde exigir justicia hasta cuestionar actitudes que aún persisten en la sociedad.
Rosana Laviada analiza con Pablo Planas, Ignacia de Pano y Dieter Brandau el 8M y entrevista a José Ángel Antelo, exlíder de Vox en Murcia.
Rosana Laviada comenta el cambio de líder en Irán y cómo las feministas callan ante los atropellos del régimen contra las mujeres.
Rosana Laviada comenta la jornada del 8M y cómo Pedro Sánchez ha fracasado al intentar contaminarlo.
La atrocidades contra los derechos humanos -especialmente contra las mujeres- por parte del gobierno de Irán provocó la muerte de decenas de miles de personas. Pero... ¿quienes atacan Irán utilizan los derechos humanos y el feminismo como coartada para sus ofensivas? Sobre este tema hablamos con María López Belloso, investigadora y profesora de la Universidad de Deusto.
Rosana Laviada analiza con Pablo Planas, Ignacia de Pano y Dieter Brandau el 8M y entrevista a José Ángel Antelo, exlíder de Vox en Murcia.
El mundo se ha contado siempre desde la mirada masculina, ignorando a la otra mitad de la población, pero el feminismo lleva siglos luchando por cambiar la narrativa. Desde las sufragistas hasta el movimiento #MeToo, el feminismo ha recorrido un largo camino marcado por conquistas, debates internos y reacciones en su contra. En este episodio repasamos las cuatro olas del feminismo, sus principales corrientes y su influencia en el análisis de las relaciones internacionales. También abordamos los retos del presente: la regresión en derechos como el aborto en Estados Unidos, el auge de los discursos antifeministas y la creciente brecha ideológica entre hombres y mujeres jóvenes. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de la historia del feminismo. Este episodio ha sido realizado gracias a la beca europea GenEU. Libros y películas mencionados: Feminisms, a global history - Lucy Delap (Pelican books) Bananas, beaches and bases. Making feminist sense of international politics - Cynthia Enloe (University California Press) Criptoprofetas. Hipermasculinidad y nueva derecha - Paula C. Chang y Andrea G. Galarreta (Bauplan books) La vegetariana - Hang Kang (Penguin) Las sufragistas (2015) Hiroshima, mon amour (1959)
Pilar Eyre, Joana Bonet, Raquel Martos, Concha Monje, Arantxa Tirado, Laura del Val y Alba Leiva se unen a Julia Otero en una tertulia especial por el Día de la Mujer en Julia en la onda.
Manuel Llamas señala la hipocresía socialista al celebrar el Día Internacional de la Mujer mientras defiende las atrocidades del régimen iraní
El equipo de La Trinchera repasa las últimas novedades de la Guerra en Irán en el Día Internacional de la Mujer y evidencia la hipocresía del PSOE
Hoy en la tertulia con María Jamardo, Miguel ángel Pérez y Rosa Reigía para tratar la hipocresía con el feminismo y las mujeres iraníes
Domingo en La Trinchera tras la primera semana desde la caída del líder de los ayatolás y las movilizaciones feministas del 8M
La profesora de la Universidad de La Rioja, Eva Tobías, analiza en Radio Rioja los retos actuales del feminismo y la percepción de la violencia de género entre la juventud con motivo del 8M.
Con el historiador Jaime Aznar
Más de 40.000 mujeres forman parte actualmente de las Fuerzas Armadas ucranianas, alrededor del 7 % del total del personal y unas 5.000 ocupan puestos de combate, según cifras oficiales. A pesar de estos avances, ellas siguen luchando por el espacio que les corresponde en el Ejército, un reflejo de lo que ocurre en la mayoría de las fuerzas armadas del mundo. En tiempos de conflictos, el papel femenino sigue siendo un tabú. Por ello, Escala en París pone el foco en el papel de las mujeres en la guerra.
Ferrol acollerá este 8 de marzo unha manifestación con motivo do Día Internacional das Mulleres Traballadoras. A mobilización, convocada pola Marcha Mundial das Mulleres, partirá ás 19.00 horas da Praza de Amada García baixo o lema “Feminismo é revolución: terra viva, pobos libres, vidas dignas”. A convocatoria enmárcase nun contexto que as organizadoras cualifican de crise global do sistema capitalista, con aumento do militarismo, das desigualdades e da precariedade. Desde o movemento feminista denuncian que o incremento do gasto militar e as políticas económicas actuais conviven coa falta de investimento en servizos públicos, afectando especialmente ás mulleres. Tamén sinalan a situación de Galicia nun modelo económico dependente, que precariza o emprego e intensifica a explotación do territorio. A crise do custo da vida, a sobrecarga dos coidados e a defensa da soberanía alimentar e do territorio serán outros eixos centrais da mobilización. A Marcha Mundial das Mulleres defende un feminismo internacionalista, antirracista e popular que aposta por transformar o sistema para garantir igualdade real, dereitos sociais e vidas dignas.
Escríbenos un MensajeRecomendaciones de la Semana;
El feminismo reúne distintas corrientes que buscan la igualdad de derechos y oportunidades entre mujeres y hombres.A lo largo del tiempo ha impulsado cambios sociales y legales que impactan la vida cotidiana.En este programa revisaremos sus principales enfoques y aportaciones, con el objetivo de promover una conversación informada y respetuosa.
Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. Sin embargo, siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército como es el caso de la mayoría de las fuerzas armadas del mundo. Pensar a la mujer como una actriz de la violencia sigue siendo un gran tabú. En tiempos bélicos, ‘Escala en París' pone el foco en las mujeres en la guerra. Primero, una evidencia: las mujeres siempre han estado presentes en contextos de guerra, ya sea acompañando a sus maridos en el campo de batalla o unos pasos atrás en la logística necesaria para sostener el combate o como soldados irregulares. Pero, sin importar la latitud o la naturaleza del conflicto, hasta hace poco el denominador común era la invisibilización de su papel. En ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra', la socióloga Camille Boutron explora todas las facetas de su participación desde hace siglos como reproductoras, claro, pero también “en un uso estratégico contra el adversario para atemorizar, en tareas de inteligencia, como trabajadoras sexuales. No siempre hubo esa frontera tan clara entre el mundo militar y el mundo civil”. Hace un siglo aproximadamente cuando los ejércitos occidentales comienzan a “profecionalizarse” las mujeres se van borrando hasta en las lavanderías donde compartían el día a día de los soldados. Pero no desaparecen, solo son apartadas del relato. “Porque pone en cuestión muchas de las luchas feministas, por ejemplo, que reivindican el reconocimiento de los tipos de abusos que tienen que enfrentar las mujeres en situación de guerra y que son enormes. Hay otro debate en el feminismo que se pregunta si las mujeres que hacen la guerra pueden ser realmente feministas porque cuando tú miras las trayectorias de las mujeres que contribuyen al esfuerzo de guerra es una manera de reforzar lo contrario de la perspectiva feminista”, analiza Boutron La primera etapa de la visibilización se hace, entonces, en el debate científico y luego entra en el debate público: “Una cosa es pensar las mujeres en la guerra y otra cosa es pensar el vínculo de las mujeres con la violencia. Me di cuenta trabajando sobre el ejército francés, por ejemplo, que pensar las mujeres en las fuerzas armadas francesas, para la mayoría de la gente no era pensar su relación con la violencia, con su capacidad de contribuir al homicidio colectivo, que es la guerra. El mayor tabú es la violencia, no tanto la guerra”. Camille Boutron, que ha asesorado numerosos organismos como el Instituto por la Paz e inclusive la OTAN en cuestiones de defensa y género, conoce como la palma de su mano dos conflictos armados, el de Colombia y Perú. Para Boutron, la participación de las mujeres en la guerrilla de las FARC y su papel durante las negociaciones de los acuerdos de paz ya hace diez años es algo “único” con la creación de la subcomisión de género. Esa proyección efectivamente rompió barreras, pero reprodujo esquemas. “Lo que fue nuevo es que las mujeres de las FARC que se encontraron dentro de la delegación y en esa subcomisión de género entendieron muy rápido y fueron estratégicas porque sabían que iban a sufrir al momento de regresar a la vida civil y que tenían que construirse una identidad no solamente como excombatientes sino como mujeres”, explica. Fue como forjaron un “feminismo insurgente” para no enterrar su pasado, revolucionarse y proyectarse hacia una vida en el espacio público. Pero en la paz como en la guerra nada es blanco o negro. Las mujeres en la guerra no son solo víctimas o verdugos, pueden ser ambas. Y en este proceso de salir de las sombras de los cuarteles se ha vertido en una visibilización estratégica como en Ucrania. Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. En uno de los conflictos actuales más visibilizados y discutidos en la arena internacional donde las mujeres siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército. Sin embargo, Kiev no duda en promocionar la feminización de su fuerza militar, que se inscribe en una estrategia de feminización de los ejércitos. Lo que no quiere decir que puedan acceder a los máximos puestos de combate. Si bien Francia forma parte de los países que han levantado todas las barreras para combatir, los obstáculos siguen vigentes: “las mujeres pueden combatir, ir al frente, en teoría. Pero cuando ves los mandos, no los intermediarios o los altos mandos de los que están con el presidente en el sótano durante una operación especial ahí están los obstáculos. Sigue siendo un mundo de puros hombres”. Para la socióloga francesa es indispensable mirar de cerca el poder político de las mujeres que integran los ejércitos. “Lo que observamos es que está directamente vinculado al hecho de experimentar el combate y al hecho de quién decide cuándo empieza y cuando acaba una guerra”. Y esto sigue siendo un atributo masculino en una guerra regular o en un conflicto armado. ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra' editorial Les Pérégrines #EscalaenParís también está en redes sociales
Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. Sin embargo, siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército como es el caso de la mayoría de las fuerzas armadas del mundo. Pensar a la mujer como una actriz de la violencia sigue siendo un gran tabú. En tiempos bélicos, ‘Escala en París' pone el foco en las mujeres en la guerra. Primero, una evidencia: las mujeres siempre han estado presentes en contextos de guerra, ya sea acompañando a sus maridos en el campo de batalla o unos pasos atrás en la logística necesaria para sostener el combate o como soldados irregulares. Pero, sin importar la latitud o la naturaleza del conflicto, hasta hace poco el denominador común era la invisibilización de su papel. En ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra', la socióloga Camille Boutron explora todas las facetas de su participación desde hace siglos como reproductoras, claro, pero también “en un uso estratégico contra el adversario para atemorizar, en tareas de inteligencia, como trabajadoras sexuales. No siempre hubo esa frontera tan clara entre el mundo militar y el mundo civil”. Hace un siglo aproximadamente cuando los ejércitos occidentales comienzan a “profecionalizarse” las mujeres se van borrando hasta en las lavanderías donde compartían el día a día de los soldados. Pero no desaparecen, solo son apartadas del relato. “Porque pone en cuestión muchas de las luchas feministas, por ejemplo, que reivindican el reconocimiento de los tipos de abusos que tienen que enfrentar las mujeres en situación de guerra y que son enormes. Hay otro debate en el feminismo que se pregunta si las mujeres que hacen la guerra pueden ser realmente feministas porque cuando tú miras las trayectorias de las mujeres que contribuyen al esfuerzo de guerra es una manera de reforzar lo contrario de la perspectiva feminista”, analiza Boutron La primera etapa de la visibilización se hace, entonces, en el debate científico y luego entra en el debate público: “Una cosa es pensar las mujeres en la guerra y otra cosa es pensar el vínculo de las mujeres con la violencia. Me di cuenta trabajando sobre el ejército francés, por ejemplo, que pensar las mujeres en las fuerzas armadas francesas, para la mayoría de la gente no era pensar su relación con la violencia, con su capacidad de contribuir al homicidio colectivo, que es la guerra. El mayor tabú es la violencia, no tanto la guerra”. Camille Boutron, que ha asesorado numerosos organismos como el Instituto por la Paz e inclusive la OTAN en cuestiones de defensa y género, conoce como la palma de su mano dos conflictos armados, el de Colombia y Perú. Para Boutron, la participación de las mujeres en la guerrilla de las FARC y su papel durante las negociaciones de los acuerdos de paz ya hace diez años es algo “único” con la creación de la subcomisión de género. Esa proyección efectivamente rompió barreras, pero reprodujo esquemas. “Lo que fue nuevo es que las mujeres de las FARC que se encontraron dentro de la delegación y en esa subcomisión de género entendieron muy rápido y fueron estratégicas porque sabían que iban a sufrir al momento de regresar a la vida civil y que tenían que construirse una identidad no solamente como excombatientes sino como mujeres”, explica. Fue como forjaron un “feminismo insurgente” para no enterrar su pasado, revolucionarse y proyectarse hacia una vida en el espacio público. Pero en la paz como en la guerra nada es blanco o negro. Las mujeres en la guerra no son solo víctimas o verdugos, pueden ser ambas. Y en este proceso de salir de las sombras de los cuarteles se ha vertido en una visibilización estratégica como en Ucrania. Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. En uno de los conflictos actuales más visibilizados y discutidos en la arena internacional donde las mujeres siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército. Sin embargo, Kiev no duda en promocionar la feminización de su fuerza militar, que se inscribe en una estrategia de feminización de los ejércitos. Lo que no quiere decir que puedan acceder a los máximos puestos de combate. Si bien Francia forma parte de los países que han levantado todas las barreras para combatir, los obstáculos siguen vigentes: “las mujeres pueden combatir, ir al frente, en teoría. Pero cuando ves los mandos, no los intermediarios o los altos mandos de los que están con el presidente en el sótano durante una operación especial ahí están los obstáculos. Sigue siendo un mundo de puros hombres”. Para la socióloga francesa es indispensable mirar de cerca el poder político de las mujeres que integran los ejércitos. “Lo que observamos es que está directamente vinculado al hecho de experimentar el combate y al hecho de quién decide cuándo empieza y cuando acaba una guerra”. Y esto sigue siendo un atributo masculino en una guerra regular o en un conflicto armado. ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra' editorial Les Pérégrines #EscalaenParís también está en redes sociales
Alberto Gonçalves comenta as declarações de Isabel Moreira contra "a instrumentalização das iranianas".See omnystudio.com/listener for privacy information.
En la antesala de una nueva jornada reivindicativa del 8 de marzo, Día Internacional de la Mujer, recibimos en "Hoy por Hoy León" a una representación de la comisión del 8-M para conocer en detalle el programa de actividad, así como los desafíos y objetivos que tiene ante sí el feminismo leonés. Bajo esa premisa, charlamos con Yolanda Rodríguez y Elena Blasco como portavoces de este colectivo, que ultima la organización de una manifestación prevista para el mediodía de este próximo domingo.
El Ayuntamiento pone en marcha una nueva campaña con diversas actividades para celebrar y reivindicar el Día Internacional de las Mujeres.
La periodista de Más de uno ha destacado el contraste entre el contenido que las redes sociales ofrecen a las chicas jóvenes, autolesiones y métodos de adelgazamiento y el de los hombres, misoginia y violencia.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
Las mujeres serán las primeras en pagar la factura de la reforma laboral del gobierno de Javier Milei, advierten colectivos feministas argentinos. Mientras el Congreso debate sobre la ley, se preparan las movilizaciones del 8 de marzo. Una nueva figura busca afirmarse en el 8M: las autodenominadas feministas mileistas. "Aviso que para mí el aborto es un asesinato agravado por el vínculo" ha dicho Javier Milei sin ambages. El Aborto, pilar de la lucha feminista en todo en mundo, se legalizó en Argentina en 2020. Años después, ha surgido en el país una figura sui generis: militantes libertarias y mileistas, que se reivindican feministas. Escuchar aquí la entrevista completa: Dos investigadoras argentinas, Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras del libro Sin padre, sin marido y sin Estado, disecaron para RFI estos perfiles para determinar si era algo más que un oxímoron: Melina Vázquez: "¿Quiénes eran? ¿por qué estaban ahí? si las figuras públicas del mileismo, como la actual vicepresidenta Victoria Villarruel o algunas de las diputadas que empezaron a surgir con mucha visibilidad pública, que tienen posiciones muy abiertamente antifeministas, expresaban la totalidad del activismo femenino". Carolina Spataro: "Sobre todo en la campaña presidencial de Javier Milei del 2023, bueno, que si había mujeres dentro del mileísmo iban a ser retratadas y o eran pensadas como mujeres tradicionales de su hogar, con muchos hijos y religiosas." La óptica de Javier Milei ha sido el desfinanciar programas sociales o de prevención reproductiva, y ayudas a las mujeres víctimas de violencia. Melina Vázquez: "Sobre el Aborto, ellas tienen posiciones muy desencontradas, algunas están a favor, otras están en contra. Algunas están en contra pero creen que debe ser una ley y también las posiciones que tienen sobre el aborto están muy permeadas, están más permeadas de alguna manera por la inscripción generacional. Carolina Spataro: "Otras en el extremo opuesto llevaron el pañuelo verde que es el símbolo de la lucha por la legalización del aborto en la Argentina desde hace 20 años. Pero sin duda, en el caso por ejemplo de la violencia hacia las mujeres, en Argentina existe un sistema de atención telefónica que se llama el 144 y en el gobierno de Javier Milei ese programa tuvo recortes y se achicó, y algunas de ellas de todos modos siguen difundiendo esa línea de atención para, por ejemplo, el 8 de marzo." Sin fondos para políticas públicas feministas, ¿se puede hablar igual de feminismo? Fue una pregunta que se hicieron Melina Vásquez y Carolina Spataro. Carolina Spataro: "Sí militan porque las mujeres, en este caso en particular, puedan tener autonomía económica en su inserción en el mercado laboral privado, no en el Estado y que con ese dinero y con esa autonomía puedan resolverse los problemas que las aquejan. Melina Vázquez: "Bueno, reponer los términos en los cuales los actores, las actrices, los grupos se presentan públicamente y poner éso en discusión. El (nuestro) libro es una discusión sobre cuál es la frontera del feminismo, si este feminismo cae adentro, cae afuera. Entrevistadas: Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras de "Sin padre, sin marido y sin Estado: Feministas de las nuevas derechas", publicado por la Editorial Siglo XXI.
Hoy con Luis Fernando Quintero, Óscar Rivas y Fran Carrillo para analizar el escándalo del DAO y la polémica por el uso del burka y el niqab
Programa completo para analizar la incompetencia de Marlaska con el DAO y cómo la izquierda feminista defiende el uso del burka
Las mujeres serán las primeras en pagar la factura de la reforma laboral del gobierno de Javier Milei, advierten colectivos feministas argentinos. Mientras el Congreso debate sobre la ley, se preparan las movilizaciones del 8 de marzo. Una nueva figura busca afirmarse en el 8M: las autodenominadas feministas mileistas. "Aviso que para mí el aborto es un asesinato agravado por el vínculo" ha dicho Javier Milei sin ambages. El Aborto, pilar de la lucha feminista en todo en mundo, se legalizó en Argentina en 2020. Años después, ha surgido en el país una figura sui generis: militantes libertarias y mileistas, que se reivindican feministas. Escuchar aquí la entrevista completa: Dos investigadoras argentinas, Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras del libro Sin padre, sin marido y sin Estado, disecaron para RFI estos perfiles para determinar si era algo más que un oxímoron: Melina Vázquez: "¿Quiénes eran? ¿por qué estaban ahí? si las figuras públicas del mileismo, como la actual vicepresidenta Victoria Villarruel o algunas de las diputadas que empezaron a surgir con mucha visibilidad pública, que tienen posiciones muy abiertamente antifeministas, expresaban la totalidad del activismo femenino". Carolina Spataro: "Sobre todo en la campaña presidencial de Javier Milei del 2023, bueno, que si había mujeres dentro del mileísmo iban a ser retratadas y o eran pensadas como mujeres tradicionales de su hogar, con muchos hijos y religiosas." La óptica de Javier Milei ha sido el desfinanciar programas sociales o de prevención reproductiva, y ayudas a las mujeres víctimas de violencia. Melina Vázquez: "Sobre el Aborto, ellas tienen posiciones muy desencontradas, algunas están a favor, otras están en contra. Algunas están en contra pero creen que debe ser una ley y también las posiciones que tienen sobre el aborto están muy permeadas, están más permeadas de alguna manera por la inscripción generacional. Carolina Spataro: "Otras en el extremo opuesto llevaron el pañuelo verde que es el símbolo de la lucha por la legalización del aborto en la Argentina desde hace 20 años. Pero sin duda, en el caso por ejemplo de la violencia hacia las mujeres, en Argentina existe un sistema de atención telefónica que se llama el 144 y en el gobierno de Javier Milei ese programa tuvo recortes y se achicó, y algunas de ellas de todos modos siguen difundiendo esa línea de atención para, por ejemplo, el 8 de marzo." Sin fondos para políticas públicas feministas, ¿se puede hablar igual de feminismo? Fue una pregunta que se hicieron Melina Vásquez y Carolina Spataro. Carolina Spataro: "Sí militan porque las mujeres, en este caso en particular, puedan tener autonomía económica en su inserción en el mercado laboral privado, no en el Estado y que con ese dinero y con esa autonomía puedan resolverse los problemas que las aquejan. Melina Vázquez: "Bueno, reponer los términos en los cuales los actores, las actrices, los grupos se presentan públicamente y poner éso en discusión. El (nuestro) libro es una discusión sobre cuál es la frontera del feminismo, si este feminismo cae adentro, cae afuera. Entrevistadas: Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras de "Sin padre, sin marido y sin Estado: Feministas de las nuevas derechas", publicado por la Editorial Siglo XXI.
Se retoma el tráfico de la alta velocidad y del resto de trenes entre Madrid y Andalucía casi un mes después del accidente de Adamuz. El PP secunda la iniciativa de Vox de prohibir el burka y el niqab en espacios públicos mientras Génova reprende a María Guardiola por compartir "el feminismo de Vox". Y el Gobierno pedirá a la Fiscalía investigar a X, Meta y TikTok por crear y difundir porno infantil con sus inteligencias artificiales.
Las polarizaciones políticas de los últimos tiempos han propiciado que se utilice la agenda social del feminismo como excusa para atacar al propio feminismo
No Desculpa Alguma Coisa desta semana, Tati Bernardi recebe a chef Bel Coelho.
Feminismo ajuda ou atrapalha a esquerda? - Carolline Sardá - Programa 20 Minutos
Sandra León desgrana el dinero que gasta el Gobierno en publicidad, más de 160 millones, destinando un 9 % a igualdad y solo un 0,69 % a ciencia.
Prémio Camões 2025 e primeira angolana distinguida, Ana Paula Tavares fala à DW sobre uma Angola marcada pela inflação, greves e desalento. Reflete ainda sobre feminismo e esperança no futuro.
Federico desmonta el falso feminismo de la izquierda que guarda silencio con lo que ocurre en Irán o los abusos sexuales en sus partidos.
Alberto Gonçalves comenta o caso da acusação de assédio a João Cotrim Figueiredo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No sólo ocurre en EEUU. Santiago Navajas nos explica (y nos alerta) cómo el progresismo intolerante se ha hecho fuerte en España. Santiago Navajas visita Economía Para Quedarte Sin Amigos para comentar "Mitos progres. Por qué tantas ideas del progresismo actual se aceptan como verdades sagradas y adónde nos están llevando", de Michael Huemer. Hablaremos de wokismo, de sesgos, de la distancia entre la imagen que prevalece en la opinión pública y la realidad, de la cultura de la cancelación y de por qué no quieren que se debatan ciertos temas. Y sí, aunque pensábamos que era un problema esencialmente americano, en España hace tiempo que sufrimos situaciones muy similares.Música Esta semana, el protagonista de nuestra selección musical es el cantante Billy Joel Y estos son los temas que hemos escuchado: "Uptown girl" "We Didn't Start The Fire" "She's Always a Woman" "Piano man"
******Support the channel******Patreon: https://www.patreon.com/thedissenterPayPal: paypal.me/thedissenterPayPal Subscription 1 Dollar: https://tinyurl.com/yb3acuuyPayPal Subscription 3 Dollars: https://tinyurl.com/ybn6bg9lPayPal Subscription 5 Dollars: https://tinyurl.com/ycmr9gpzPayPal Subscription 10 Dollars: https://tinyurl.com/y9r3fc9mPayPal Subscription 20 Dollars: https://tinyurl.com/y95uvkao ******Follow me on******Website: https://www.thedissenter.net/The Dissenter Goodreads list: https://shorturl.at/7BMoBFacebook: https://www.facebook.com/thedissenteryt/Twitter: https://x.com/TheDissenterYT This show is sponsored by Enlites, Learning & Development done differently. Check the website here: http://enlites.com/ THIS INTERVIEW IS IN PORTUGUESE.A Kah Dantas é escritora, dona do canal do YouTube Conta, Kah! e criadora de conteúdo adulto. Neste episódio, falamos sobre trabalho sexual, marxismo e feminismo. Começamos por discutir o que é trabalho sexual, os seus prós e contras, a moralização do trabalho sexual, e abordagens marxistas ao mesmo. Falamos também sobre feminismo, diferentes abordagens feministas ao trabalho sexual e as feministas que são contra o trabalho sexual. Abordamos vários mitos sobre trabalho sexual, incluindo o “vício em pornografia”, a ideia de que as trabalhadoras sexuais provocam decadência social e civilizacional, a ideia de que trabalho sexual afeta relações amorosas, entre outros. Falamos sobre acusações e hipocrisia de pessoas religiosas. Discutimos também a importância da solidariedade entre trabalhadoras sexuais, o feminismo liberal e as feministas que se aliam com conservadores e a extrema-direita. Falamos sobre movimentos red pill e violência contra mulheres, assim como a oposição ao trabalho sexual como tentativa de controlar a sexualidade feminina. Por fim, falamos um pouco sobre a política do One Piece.--A HUGE THANK YOU TO MY PATRONS/SUPPORTERS: PER HELGE LARSEN, BERNARDO SEIXAS, ADAM KESSEL, MATTHEW WHITINGBIRD, ARNAUD WOLFF, TIM HOLLOSY, HENRIK AHLENIUS, ROBERT WINDHAGER, RUI INACIO, ZOOP, MARCO NEVES, COLIN HOLBROOK, PHIL KAVANAGH, SAMUEL ANDREEFF, FRANCIS FORDE, TIAGO NUNES, FERGAL CUSSEN, HAL HERZOG, NUNO MACHADO, JONATHAN LEIBRANT, JOÃO LINHARES, STANTON T, SAMUEL CORREA, ERIK HAINES, MARK SMITH, JOÃO EIRA, TOM HUMMEL, SARDUS FRANCE, DAVID SLOAN WILSON, YACILA DEZA-ARAUJO, ROMAIN ROCH, YANICK PUNTER, CHARLOTTE BLEASE, NICOLE BARBARO, ADAM HUNT, PAWEL OSTASZEWSKI, NELLEKE BAK, GUY MADISON, GARY G HELLMANN, SAIMA AFZAL, ADRIAN JAEGGI, PAULO TOLENTINO, JOÃO BARBOSA, JULIAN PRICE, HEDIN BRØNNER, FRANCA BORTOLOTTI, GABRIEL PONS CORTÈS, URSULA LITZCKE, SCOTT, ZACHARY FISH, TIM DUFFY, SUNNY SMITH, JON WISMAN, WILLIAM BUCKNER, LUKE GLOWACKI, GEORGIOS THEOPHANOUS, CHRIS WILLIAMSON, PETER WOLOSZYN, DAVID WILLIAMS, DIOGO COSTA, ALEX CHAU, CORALIE CHEVALLIER, BANGALORE ATHEISTS, LARRY D. LEE JR., OLD HERRINGBONE, MICHAEL BAILEY, DAN SPERBER, ROBERT GRESSIS, JEFF MCMAHAN, JAKE ZUEHL, MARK CAMPBELL, TOMAS DAUBNER, LUKE NISSEN, KIMBERLY JOHNSON, JESSICA NOWICKI, LINDA BRANDIN, VALENTIN STEINMANN, ALEXANDER HUBBARD, BR, JONAS HERTNER, URSULA GOODENOUGH, DAVID PINSOF, SEAN NELSON, MIKE LAVIGNE, JOS KNECHT, LUCY, MANVIR SINGH, PETRA WEIMANN, CAROLA FEEST, MAURO JÚNIOR, TONY BARRETT, NIKOLAI VISHNEVSKY, STEVEN GANGESTAD, TED FARRIS, HUGO B., JAMES, JORDAN MANSFIELD, CHARLOTTE ALLEN, PETER STOYKO, DAVID TONNER, LEE BECK, PATRICK DALTON-HOLMES, NICK KRASNEY, RACHEL ZAK, DENNIS XAVIER, CHINMAYA BHAT, RHYS, AND ALEX MACLEOD!A SPECIAL THANKS TO MY PRODUCERS, YZAR WEHBE, JIM FRANK, ŁUKASZ STAFINIAK, TOM VANEGDOM, BERNARD HUGUENEY, CURTIS DIXON, BENEDIKT MUELLER, THOMAS TRUMBLE, KATHRINE AND PATRICK TOBIN, JONCARLO MONTENEGRO, NICK GOLDEN, CHRISTINE GLASS, IGOR NIKIFOROVSKI, AND PER KRAULIS!AND TO MY EXECUTIVE PRODUCERS, MATTHEW LAVENDER,SERGIU CODREANU, AND GREGORY HASTINGS!
Federico analiza con Rosana Laviada, Bieito Rubido y Rubén Arranz cómo las feministas del PSOE ocultan lo sucedido con Paco Salazar.