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¿Qué ocurre cuando un libro no solo cuenta una historia, sino que cuestiona la forma en que imaginamos el mundo? En El Ojo Crítico recuperamos Las guerrilleras, la obra de la escritora francesa Monique Wittig, considerada uno de los textos fundamentales del pensamiento feminista y lésbico contemporáneo. Publicada en 1969 y reeditada ahora en España en su versión íntegra, la obra propone una revolución literaria y política a través de un lenguaje que sitúa a las mujeres en el centro del relato y desafía las estructuras tradicionales de poder.Nuestra colaboradora Elena Rosillo se acerca a esta obra inclasificable —a medio camino entre la novela, el poema épico y el manifiesto— para explorar la influencia de Wittig en el feminismo contemporáneo, la teoría queer y los debates sobre lenguaje, representación y poder.El programa reflexiona también sobre cómo la tecnología y el mercado están transformando nuestra vida emocional a partir de Tecnologías de los sentimientos, el ensayo de la socióloga Eva Illouz que inspira la nueva composición de nuestro colaborador Jonay Armas. Una mirada a la forma en que el tecnocapitalismo influye en las emociones, las relaciones personales y la construcción de la intimidad, convertida en música para El Ojo Crítico.La actualidad cultural se completa con los estrenos cinematográficos de la semana junto a Conxita Casanovas, entre ellos Viva, el debut en el largometraje de Aina Clotet; el thriller francés Caso 137; la comedia El placer es mío; Dreams (Sueños), de Michel Franco; Bajo el mismo sol, de Ulises Porra; y la llegada a los cines de Toy Story 5. Además, analizamos la pérdida de competitividad de España para atraer rodajes internacionales y nos acercamos al proceso de restauración de Venus y Cupido, una de las obras más emblemáticas de Rubens, en el Museo Thyssen-Bornemisza.Escuchar audio
No sétimo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e ativista antirracista que dedicou sua vida à luta por igualdade, respeito e um mundo mais justo para todos. Com o tema Por igualdade, respeito e um mundo inteiro!, a narrativa convida as crianças a descobrirem a importância de defender os direitos de todos e a construir uma sociedade onde a diversidade seja celebrada.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como identidade, resistência, memória e cidadania. Ao contar a história, destaca-se a importância de reconhecer e combater o racismo e o sexismo, valorizando a diversidade e a inclusão como elementos fundamentais para a construção de um país mais justo e equitativo. Sueli Carneiro é fundadora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, uma organização que atua na defesa dos direitos de mulheres e pessoas negras, e sua atuação é um exemplo inspirador de como a filosofia e o ativismo podem transformar a sociedade.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No oitavo episódio, o podcast Conta pra Gente apresenta a obra A pele que eu tenho, da escritora e pensadora bell hooks. Com o tema Respeito e valorização da diferença, a narrativa convida as crianças a mergulharem em uma história que celebra a identidade e a diversidade de forma poética e acolhedora.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
¿Quién fue realmente Lupe Rivas Cacho? Mucho antes de que figuras como María Félix o Dolores del Río dominaran la pantalla, ella ya era una estrella que desafiaba las reglas de su tiempo. Su vida estuvo marcada por romances apasionados, polémicas políticas, censura, escándalos religiosos y una tragedia que cambió su destino para siempre. Fue vinculada sentimentalmente con Diego Rivera, enfrentó al poder, conquistó escenarios internacionales y vivió uno de los episodios más impactantes de la historia del espectáculo mexicano. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Feminismo punk, a fama que Santa Catarina ganhou, produção punk de discos, técnicos de som FDP, vocal rasgado, bandas "femininas", metal Mandrake, gravar em SP e vício em Guitar Hero foram alguns dos assuntos deste episódio do Troca Fitas, onde recebemos Sofia Lichtenberg e Kae, da banda punk Cacofonia, de Joinville!Abertura por AletrixApoio: Mutante Radio
La gestación subrogada mueve millones de dólares en todo el mundo y Colombia se ha convertido en uno de los principales destinos de esta industria en América Latina. Sin embargo, el país sigue operando en un vacío legal: aunque la práctica solo está permitida con fines altruistas, agencias intermediarias, clínicas y bufetes de abogados han construido un mercado que puede alcanzar los 100.000 dólares por proceso. Mientras parejas extranjeras viajan al país en busca de tratamientos más accesibles y menos restricciones que en otras naciones, cada vez más mujeres colombianas encuentran en la gestación subrogada una fuente de ingresos en medio de la precariedad económica. Quince años después de que la Corte Constitucional advirtiera la necesidad de regular esta actividad, persisten las dudas sobre quién se beneficia realmente del negocio, qué derechos tienen las mujeres gestantes y cuáles son los límites éticos de una industria en plena expansión. Reportaje de Herminia Fernández y Julián Ramírez Castro para France 24.
Viviana Cordero ha convertido en novela una reflexión sobre la vejez, la libertad y los comienzos tardíos. En “Tres pasos de baile”, la autora ecuatoriana narra la historia de Jacinta, una mujer que, tras enviudar a los 72 años, no se sumerge en el luto sino que experimenta una inesperada sensación de liberación y emprende un proceso de revisión de su vida. Presentada recientemente en la Semana de América Latina y el Caribe en París. Conversamos con la autora en Escala en París sobre el origen de esta historia, la aceptación de los lectores y el proceso de construcción del personaje.
Um coletivo feminino de rap vindo da Índia começa a romper uma das barreiras mais persistentes da música urbana no país: o domínio masculino. Com cinco vozes em cinco línguas, o Wild Wild Women transforma a experiências de exclusão em matéria artística e projeta, inclusive fora da Ásia, um movimento ainda raro por lá — o de mulheres que não pedem espaço, mas o ocupam. Com informações de José Marinho, enviado especial da RFI à Ilha da Reunião Em um país onde o hip-hop por muito tempo permaneceu um espaço masculino, elas escolheram ocupar o microfone. Wild Wild Women, “as mulheres indomáveis”, chegam da Índia com cinco vozes, cinco trajetórias e cinco línguas. Hindi, marathi, tâmil, canarês e inglês: o rap delas atravessa fronteiras ao mesmo tempo em que desafia estereótipos. O hindi é a língua mais falada do país. O marathi marca a região de Mumbai, onde o grupo nasceu. O tâmil e o canarês vêm do sul da Índia, com identidades culturais muito próprias. E o inglês funciona como ponte das garotas com o mundo. Grande revelação da 22ª edição do Sakifo — festival internacional realizado na Ilha da Reunião, território francês no oceano Índico, próximo à África —, essas artistas de 24 a 32 anos formam o primeiro coletivo feminino de rap indiano. A poucas horas do encerramento do evento, no sábado (7), elas transformaram o microfone em território de conquista. Leia tambémNova geração de mulheres do rap francês rouba a cena com 'feminismo pop' Revelação Revelação do festival, elas representam um movimento ainda emergente na Índia, onde a cena do rap se expandiu rapidamente nas últimas duas décadas, mas continua marcada por desigualdades de gênero. É difícil acreditar ao vê-las empolgar o público na cidade de Saint-Pierre, no sul da ilha. E, no entanto, o Wild Wild Women existe há apenas alguns anos. Por trás da energia explosiva e da segurança exibida no palco, existe uma história de resistência. É o que lembra Pratika: “Quando íamos a batalhas de rap e eventos de hip-hop na Índia, havia muito poucas mulheres no palco. E as que estavam lá não eram levadas a sério. Todas enfrentavam alguma forma de exclusão vinda dos homens. Então, em vez de esperar que nos dessem um espaço, nós ocupamos o nosso. Foi assim que nasceu o nosso coletivo feminino, o Wild Wild Women.” “Nossas músicas contam essa realidade” O grupo nasceu em Mumbai, capital econômica da Índia e megacidade com mais de 12 milhões de habitantes. "Uma cidade de promessas, mas não para todos", explica Hashtag Preeti.“Mumbai é a cidade dos sonhos onde convivem diferentes culturas. Mas, para jovens mulheres como nós, a liberdade muitas vezes vem acompanhada de problemas", disse à RFI. "Desde a infância, precisamos negociar nosso espaço, nossa aparência, nossa liberdade com os homens. Nossas músicas contam essa realidade: resiliência, pressão familiar, o corpo feminino, segurança, identidade feminina. Mas, ao mesmo tempo, colocamos humor e alegria em nosso sofrimento para mostrar a mulher indiana de outra forma, não apenas como vítima ou em luta constante”, explica a artista. Wild Wild Women abre caminho para outras mulheres No palco e fora dele, o Wild Wild Women desafia uma ordem estabelecida que até então as excluía. Um sintoma que revela muito sobre os preconceitos ainda presentes na Índia, segundo MC Mahila, “a reação dos homens ao nosso grupo foi mista". Leia tambémJuste Shani consolida ascensão no rap francês com técnica e feminismo "Mas também encontramos aliados no hip-hop indiano", sublinha a MC. "A música nos permitiu enxergar os desafios que as mulheres enfrentam em ambientes muito patriarcais. Como somos uma novidade feminina no universo do rap indiano, nosso sari rosa e nosso visual com tênis às vezes chamam mais atenção do que nossas músicas. Não tem problema. Todas essas histórias se tornam material valioso para nossas composições. E estamos avançando. Hoje há mais mulheres interessadas em hip-hop do que antes. Ainda há muito a fazer, claro. Mas vir a um palco internacional para levar a voz das mulheres indianas já é um pequeno sinal de mudança”, conclui. O festival terminou em 7 de junho de 2026. Mas algumas vozes continuam ecoando, dentro e fora da cena do rap mundial, como as das meninas selvagens de Mumbai.
A coletiva das artistas Ayla de Oliveira, Carla Duncan, Dayane Tropicaos, Elisa Arruda, iahra, Maria Lynch, Marina Quintanilha e Marlene Stamm esteve em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Nitérói. Na reportagem, a curadora Luiza Testa fala sobre o papel social das mulheres na perspectiva de “Um Teto” e a visitante Caroline Vitória comenta sobre o que mais a impressionou na mostra.Reportagem: Julie DrummondEdição: Thiago Kropf
En esta edición de Esquina Balderas, conversamos con Natalia Lane, activista y sobreviviente de un intento de transfeminicidio en 2022, cuya lucha contra la impunidad marcó un precedente judicial en México. Natalia relata cómo, desde la precariedad y el trabajo sexual, se convirtió en una defensora de los derechos humanos y coautora de la Ley Paola Buenrostro, que tipifica el transfeminicidio en la Ciudad de México. Además, analizamos la reconfiguración criminal en las ciudades, las fallas del sistema de justicia frente a las víctimas de crímenes de odio y los desafíos que enfrenta la comunidad trans para acceder a una justicia digna. Finalmente, nos presenta La Casa Cualquiera, un proyecto de refugio y formación para trabajadoras sexuales en la zona de Chabacano. ¿El sistema de justicia mexicano protege realmente a los grupos vulnerables o sigue siendo una deuda pendiente con las víctimas? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #CasoHenryBorel #MoniqueMedeiros #PodcastBrasil #Debate #Patriarcado #Polêmica #Justiça #CrimeReal #TrueCrimeBrasil #Análise #Opinião #Discussão #Atualidades #Sociedade #Repercussão #Mídia #Tribunal #Feminismo #Notícias #Podcast
En esta edición de Esquina Balderas, conversamos con Natalia Lane, activista y sobreviviente de un intento de transfeminicidio en 2022, cuya lucha contra la impunidad marcó un precedente judicial en México. Natalia relata cómo, desde la precariedad y el trabajo sexual, se convirtió en una defensora de los derechos humanos y coautora de la Ley Paola Buenrostro, que tipifica el transfeminicidio en la Ciudad de México. Además, analizamos la reconfiguración criminal en las ciudades, las fallas del sistema de justicia frente a las víctimas de crímenes de odio y los desafíos que enfrenta la comunidad trans para acceder a una justicia digna. Finalmente, nos presenta La Casa Cualquiera, un proyecto de refugio y formación para trabajadoras sexuales en la zona de Chabacano. ¿El sistema de justicia mexicano protege realmente a los grupos vulnerables o sigue siendo una deuda pendiente con las víctimas? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. Como um avanço pode andar tão devagar enquanto o retrocesso corre?É sobre isso que este episódio se debruça: o paradoxo de um cinema que celebra diversidade nos discursos de premiação mas mantém sets hostis, etarismo estrutural, mulheres negras praticamente invisíveis nos cargos de tomada de decisão e a direção de fotografia como lugar quase inalcançável. Por que a Noruega conseguiu elevar de 20% para 62% a proporção de diretoras em apenas um ano, e o Brasil ainda engatinha? E o que a "fábrica de empatia" do Roger Ebert tem a ver com o movimento Red Pill?Rafael Arinelli recebe Luísa Pécora e Carissa Vieira para mergulhar nos números reais, nas políticas públicas que funcionaram, nos festivais que viram vitrine de diversidade, e na pergunta que ninguém quer responder: será que o Oscar muda alguma coisa além do ciclo de notícias?A resposta vai incomodar. E precisa incomodar.• 04m56: Pauta Principal• 1h21m54: Plano Detalhe• 1h36m16: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Mostra: Mestras do Macabro• (Carissa): Filme: Em Minha Pele (2002)• (Luísa): Filme: Rapper aos 40• (Rafa): Álbum: Dominguinhos 2.0Edição: ISSOaí
Feminismo y equidad de género en el Chile de hoy. Invitada: Sindy Salazar. Conduce: Karen Muñoz G.
Marion Reimers, periodista deportiva, me contó porqué el deporte sigue siendo un espacio profundamente masculinizado y cómo sobrevivirlo exitosamente, el episodio de acoso que le cambió la vida y carrera, la diferencia entre ser víctima y “vivir victimizada”, la presión constante sobre el cuerpo, la imagen y la “aceptación”, cómo internet y las redes sociales se han convertido en métodos de castigo, cómo separar tu valor personal de tu desempeño profesional, el problema invisibilizado del tráfico s3xual y la explotación infantil durante los mundiales y cómo reconstruirte cuando aquello que más amas se convierte en tu peor pesadilla. ¡Cuéntame en los comentarios qué te pareció! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Marion Reimers, periodista deportiva, me contó porqué el deporte sigue siendo un espacio profundamente masculinizado y cómo sobrevivirlo exitosamente, el episodio de acoso que le cambió la vida y carrera, la diferencia entre ser víctima y “vivir victimizada”, la presión constante sobre el cuerpo, la imagen y la “aceptación”, cómo internet y las redes sociales se han convertido en métodos de castigo, cómo separar tu valor personal de tu desempeño profesional, el problema invisibilizado del tráfico s3xual y la explotación infantil durante los mundiales y cómo reconstruirte cuando aquello que más amas se convierte en tu peor pesadilla. ¡Cuéntame en los comentarios qué te pareció! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Juste Shani é uma jovem musicista, compositora e intérprete, considerada uma das novas representantes do rap na França. A artista ganhou notoriedade ao ancorar suas composições em um rap técnico, com influências afro-urbanas e letras feministas — algo que ela descreve como “natural” em um meio por muito tempo dominado por homens. Daniella Franco, da RFI Nascida em uma cidade da periferia de Paris, de origem congolesa e senegalesa, Juste Shani descobriu a música ainda na infância e mergulhou no universo do R'n'B antes de se apaixonar pelo rap. Paralelamente, se aventurou nos esportes, chegando a jogar por alguns anos em um pequeno clube parisiense. Muito distante do estereótipo do rapper, Juste Shani também investiu nos estudos de comércio e marketing, assumindo cargos executivos durante alguns anos, ao mesmo tempo em que participava de concursos musicais. Depois de abrir o show do célebre grupo IAM no Olympia, em Paris, em 2021, sua carreira deslanchou. Hoje, com dois EPs lançados, cresce a expectativa por seu primeiro álbum. Seu novo single, “Tout Schuss”, é um sinal de que o disco pode estar prestes a sair do forno. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
En Cajón de Sastre, Xelena Niedbala entrevista a Clara de La Lá, autora de "Feminismo irreverente"
Invito hoy al sofá de ManchaPod para un nuevo "Hermosuras" (2 es tradición) al bueno de Víctor Gabriel "Hermes Argifonte" (del megapodcast "Argifonte", que incluye las secciones "Diario de Argifonte", "Argifontech" y "Toffee: Paseando una Idea"; además de lo de "Sobrepensar"), que nos hablará sobre un vestido muy truculento, y a la buena de Toñi Martínez (querida compañera en "Heroínas o Malvadas" y gran referente en "Perretes"), que nos comentará lo que opina sobre la manipulación informativa y nos hará pasar una prueba.La promo de hoy: El Interpodcast.Promos bonus: Asociación Podcast y ASESPOD.Come cosas buenas, bebe mucha agua y manda comentarios.— · — · — · — · — · — · — · — · — · — · — · — · — · — · Y ya tú me comentas qué te ha parecido:Entra a nuestro grupo de Telegram t.me/manchapod Manda un Audio por Speakpipe a speakpipe.com/manchapodEscribe un correo a manchapod@gmail.comBúscame en Mastodon (@manchapod@masto.nu) u otras redes sociales (@ManchaPod)Escribe una carta o postal (te doy las señas por privado)"Cuéntame, Hermosura" es un podcast de la red ManchaPod con podcasts de conocimiento y entretenmimiento en castellano, catalán y esperanto.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (11): O ministro do STF Alexandre de Moraes acatou um pedido do Psol e da Rede Sustentabilidade para barrar a aplicação da Lei da Dosimetria. O texto, que foi aprovado pelo Congresso Nacional na semana passada, prevê a diminuição de penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023. A oposição se articula para garantir a aplicação da lei. Políticos da direita paulista se movimentam nos bastidores para definir quem serão os candidatos ao Senado Federal. André do Prado (PL), Ricardo Salles (NOVO) e Delegado Palumbo (MDB) disputam a indicação da família Bolsonaro ao cargo. A entrevistada de hoje no Morning Show, deputada estadual Ana Campagnolo (PL - SC), comenta a fala de Flávio Bolsonaro (PL - RJ) em relação à reeleição para a Presidência da República, a retirada dos alunos grevistas da Reitoria da USP e sobre o movimento feminista. O ativista brasileiro, Thiago Ávila, que estava preso em Israel desde o dia 29 de abril, foi deportado para o Egito e deve retornar ao Brasil ainda nesta segunda-feira (11). Ávila foi preso pela segunda vez ao tentar furar o bloqueio israelense na Faixa de Gaza a bordo de um barco com militantes pró-Palestina através do Mar Mediterrâneo. O presidente americano, Donald Trump, informou em entrevista na Casa Branca neste domingo (10), que o Irã está “militarmente derrotado”. O conflito entre os EUA e o país persa já dura mais de dois meses e passa por negociações de paz, enquantoTrump vê que uma resolução pode acontecer nas próximas semanas. O governo do estado do Rio de Janeiro desistiu de realizar a compra de um helicóptero para a Polícia Militar. A aeronave de R$ 70 milhões era vendida como nova, mas na verdade já havia sido utilizada anteriormente. O influenciador conhecido como “Luan Lennon” foi preso após pagar R$ 30,00 para um pedestre fingir que estava roubando seu celular, no intuíto de “denunciar” o furto em suas redes sociais. O jovem de 23 anos produz vídeos de denúncias no Rio e soma mais de um milhão de seguidores nas redes sociais. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro explicou em suas redes sociais a polêmica envolvendo a contratação de uma funcionária do PL como cozinheira particular. Segundo Michelle, a funcionária trabalha por fora e não é paga com dinheiro do partido. A Influenciadora Malévola revelou lucro com a polêmica envolvendo a cantora Jojo "Todynho" Maronttinni. Segundo a famosa, a divulgação da luta em casas de apostas rendeu R$ 1 milhão. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O cinema de terror valia 128 bilhões de dólares em 2025 e deve chegar a 224 bilhões até 2035. Como um gênero que era "cinema B" nas madrugadas virou a salvação econômica de Hollywood?A resposta envolve Skinamarink (feito com 15 mil dólares, viralizou no TikTok e faturou 2,1 milhões), Invocação do Mal (oito filmes, 2 bilhões de lucro com orçamento total de 180 milhões), e youtubers virando diretores. Os irmãos Philippou fizeram Fale Comigo com 4,5 milhões e embolsaram 90 milhões. Um garoto de 16 anos criou The Backrooms no YouTube e agora está virando longa.Mas tem um lado sombrio: a Netflix investe 17 bilhões em conteúdo, mas "pasteuriza" tudo com filtro de Stranger Things. As janelas de cinema encolheram para 45 dias, e roteiros estão sendo "tiktokerizados" para prender quem assiste mexendo no celular.Rafael Arinelli, Sil Perez (Rainhas do Grito), Cal Cruz e Fábio Franzoni (Terror sem Medo) debatem por que fãs de terror sofreram menos na pandemia (dark copers treinam o cérebro para catástrofes), o terror social feminino em alta, e se Corra! e Hereditário provam que horror é o gênero mais politicamente honesto de todos.• 04m46: Pauta Principal• 1h16m05: Plano Detalhe• 1h29m25: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Sil): Filme: Corrente do Mal• (Sil): Filme: A Camisinha Assassina• (Sil): Filme: Vagina Dentada• (Fabio): Série: The Boys• (Cal): Jogo: Conga Master• (Rafa): Dicas: Apoia.se Cinemação• (Rafa): Canal Youtube: Cameron Das RacingEdição: ISSOaí
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Cómo sanamos las heridas del patriarcado sin replicar su violencia? En esta charla, Natalia Vargas (Nat Varam) nos invita a transitar de la rabia necesaria hacia una política del cuidado y la compasión. Exploramos cómo la lucha feminista evoluciona para abrazar la vulnerabilidad como una forma de resistencia colectiva.
Denuncian uso de recursos públicos para Congreso de MasculinidadesProtestas en Gaza por prisioneros palestinos Más información en nuestro Podcast#grc
No episódio #599 do Narrativas, Madeleine Lacsko analisa as recentes falas do presidente Lula, questionando o tom machista de certas declarações e o silêncio — ou a seletividade — de setores do movimento feminista diante desses episódios.Um debate franco sobre coerência política, o peso das palavras no cargo mais alto do país e como as narrativas são moldadas na internet brasileira. Assuntos deste episódio:As declarações polêmicas de Lula e seus reflexos.O papel da militância feminista frente ao governo.A análise política ácida e necessária de Madeleine Lacsko.Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #Machismo #Feminismo #MadeleineLacsko #Narrativas #Política #Brasil #Esquerda #DireitosDasMulheres #Jornalismo #Opinião #PodcastBrasil #Debate #Atualidades #Polêmica #GovernoLula #Crítica #Sociedade #MulheresNaPolitica #Democracia
No Papo Antagonista desta terça-feira, 14, entrevistamos a feminista Isabella Cepa, que precisou de asilo na Europa após perseguição da deputada Érika Hilton.Também conversamos com o professor do departamento de história da UFBA, Rodrigo Perez, sobre a liberdade acadêmica no Brasil.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #feminismo #isabellacepa #asilo #europa #liberdadeacademica #paponantagonista #censura #politica #direitoshumanos #academia #jornalismo #debate #liberdadedespressao #exilio #geopolitica #atualidades #podcastbrasil #noticias #sociedade #direitos
Entrevistamos nesta edição do Papo Antogonista Isabella Cêpa, que atualmente vive fora do Brasil e afirma estar enfrentando um processo de exílio devido a desdobramentos jurídicos e políticos envolvendo a deputada federal Érika Hilton.Entenda os bastidores dessa disputa que levanta debates sobre liberdade de expressão, perseguição política e os limites da atuação parlamentar no Judiciário. Isabella detalha como sua rotina mudou, as motivações por trás das ações e o que ela descreve como uma tentativa de silenciamento.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #exclusivo #isabellacepa #erikahilton #entrevista #exilio #perseguição #europa #politica #justiça #feminismo #polemica #liberdade #denuncia #bastidores #debate #opiniao #jornalismo #noticias #atualidades #podcastbr
El Papa nos ha advertido mucho sobre no caer en ideologías, ya que no nacen de la verdad sino de una mentira. El feminismo actual otorga una gran mentira cuando menciona "autohacerse" a la mujer, despreciando la verdad sobre la esencia humana que recibe la vida del Creador, además de descartar la complementación entre hombres y mujeres. Aprendamos más sobre este tema sólo aquí en Enamórate con Lupita Venegas. ¡No te lo pierdas!
O Comitê Olímpico Internacional (COI) estabeleceu novas regras de elegibilidade para as competições femininas. A partir de agora, a participação será limitada a mulheres biológicas, com a comprovação realizada através do teste do gene SRY, marcador científico do desenvolvimento sexual masculino.A medida foi endossada pela relatora especial da ONU sobre Violência contra Mulheres, Reem Alsalem. Segundo a relatora, a decisão é baseada em fatos e na ciência, sendo essencial para garantir a segurança física, a equidade e a dignidade das atletas e jovens esportistas. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #COI #Mulheres #Esporte #ONU #Biologia #Olimpíadas #Justiça #Categorias #Inclusão #Equidade #Direitos #Notícia #Atualidade #Podcast #Debate #Regras #Competição #Gênero #Feminismo #Sociedade
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PLdaMisoginia, #Janja, #NikolasFerreira, #CongressoNacional, #DireitosDasMulheres, #PoliticaBrasileira, #NoticiasPoliticas, #SenadoFederal, #DebatePolitico, #Misoginia
Sheinbaum ve avance en revisión del T-MECInauguran murales feministas en la GuerreroEU destruye lancha ligada al narcotráficoMás información en nuestro Podcast#grc
O Papo Antagonista conversou com Clarice Saad, que é diretora da Matria, que é uma Organização em prol da Defesa dos direitos de mulheres e crianças frente aos impactos do conceito de "identidade de gênero". Vamos entender o trabalho da Matria e como este trabalho vem sendo alvo da deputada Erika Hilton.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton, #AssociaçãoMatria, #Matria, #Brasília, #CongressoNacional, #CâmaraDosDeputados #AssédioMoral, #Denúncia, #Polêmica, #DireitosDasMulheres, #Urgente, #Notícias
La periodista Carla La Lá habla muy claro sobre el feminismo liberal en su obra "Feminismo irreverente" publicado en la Esfera de los libros donde expone sus ideas sobre el victimismo y ciertos dogmas que perjudican a las mujeres y también a los hombres.
Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data aponta que a maior parte dos brasileiros desaprova a possível indicação da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para presidir a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. De acordo com o levantamento, 84% se posicionam contra sua condução no colegiado. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CamaraDosDeputados #Politica2026 #DireitosDasMulheres #Psol #MulheresNaPolitica #Representatividade #Brasil2026 #NoticiasPolitica
A linha entre a proteção de direitos e o cerceamento da fala está cada vez mais tênue. Neste episódio, mergulhamos no polêmico debate sobre a criminalização da misoginia e por que muitos especialistas e vozes femininas alertam que essa medida pode se tornar um "efeito bumerangue", servindo como ferramenta para censurar as próprias mulheres.Discutimos as brechas jurídicas, os perigos da subjetividade na lei e como o Estado pode usar pautas legítimas para controlar o debate público. Afinal, quem define o que é ofensivo? E qual o preço da nossa liberdade de expressão hoje?Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CamaraDosDeputados #PoliticaBrasileira #ChrisTonietto #DireitosDasMulheres #DebatePolitico
As deputadas federais de direita resolveram ir para o enfrentamento com a colega parlamenta Erika Hilton, que presidia a Comissão das Mulheres nesta quarta (18).Além dos gritos, acusações de bate-boca, houve manifestações por parte das deputadas do PL contestando a presenta de Hilton na cadeira da presidênica.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #CongressoNacional #Urgente #PoliticaBrasileira #DireitosDasMulheres
Parlamentar do PSOL é questionada por mulheres por assumir Comissão de Mulheres da Câmara dos Deputados.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ConselhoDeEtica #PoliticaBrasil #CamaraDosDeputados #Noticias
¿Estamos priorizando el éxito equivocado?
O que nos sustenta quando o chão parece faltar? Talvez não seja uma base sólida, mas a força dos fios que insistimos em tecer. No episódio de hoje, partimos do poetexto da Bru Almeida, "Fios por te(SER)", para conversar sobre como o patriarcado molda nossos corpos e estrangula nossas existências, do lar à empresa, do sutil ao literal.ParticipantesBru AlmeidaRafa DornellasRafael LauroLinksTexto lidoMailingOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Bru AlmeidaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
¿Sabías que Sor Juana Inés de la Cruz firmó su rendición con su propia sangre, que Violeta Parra llevó sus bordados al Louvre cuando nadie creía que una mujer latinoamericana podía estar ahí, o que Nina Simone compuso su canción más rabiosa en respuesta a un asesinato racial? En este Jueves de Biografías, exploramos las historias reales, y muchas veces silenciadas, de mujeres que transformaron la música, el cine, la literatura y la cultura popular a puro talento y valentía. Mujeres que no esperaron que les abrieran la puerta, que pagaron un precio por atreverse, y cuyas historias siguen siendo más urgentes que nunca. Un episodio sobre arte, feminismo, resistencia y cultura que no querrás perderte.
El 8 de marzo no es una fecha cualquiera. Muchas mujeres marchan por historias personales, por injusticias que siguen presentes y por la necesidad de que ciertas realidades dejen de ser normales. En este episodio, Chayo Busquets reflexiona sobre los distintos motivos que llevan a miles de mujeres a salir a las calles: desde exigir justicia hasta cuestionar actitudes que aún persisten en la sociedad.
Rosana Laviada comenta el cambio de líder en Irán y cómo las feministas callan ante los atropellos del régimen contra las mujeres.
Rosana Laviada analiza con Pablo Planas, Ignacia de Pano y Dieter Brandau el 8M y entrevista a José Ángel Antelo, exlíder de Vox en Murcia.
Rosana Laviada comenta la jornada del 8M y cómo Pedro Sánchez ha fracasado al intentar contaminarlo.
La atrocidades contra los derechos humanos -especialmente contra las mujeres- por parte del gobierno de Irán provocó la muerte de decenas de miles de personas. Pero... ¿quienes atacan Irán utilizan los derechos humanos y el feminismo como coartada para sus ofensivas? Sobre este tema hablamos con María López Belloso, investigadora y profesora de la Universidad de Deusto.
Rosana Laviada analiza con Pablo Planas, Ignacia de Pano y Dieter Brandau el 8M y entrevista a José Ángel Antelo, exlíder de Vox en Murcia.
Pilar Eyre, Joana Bonet, Raquel Martos, Concha Monje, Arantxa Tirado, Laura del Val y Alba Leiva se unen a Julia Otero en una tertulia especial por el Día de la Mujer en Julia en la onda.
Escríbenos un MensajeRecomendaciones de la Semana;
Las mujeres serán las primeras en pagar la factura de la reforma laboral del gobierno de Javier Milei, advierten colectivos feministas argentinos. Mientras el Congreso debate sobre la ley, se preparan las movilizaciones del 8 de marzo. Una nueva figura busca afirmarse en el 8M: las autodenominadas feministas mileistas. "Aviso que para mí el aborto es un asesinato agravado por el vínculo" ha dicho Javier Milei sin ambages. El Aborto, pilar de la lucha feminista en todo en mundo, se legalizó en Argentina en 2020. Años después, ha surgido en el país una figura sui generis: militantes libertarias y mileistas, que se reivindican feministas. Escuchar aquí la entrevista completa: Dos investigadoras argentinas, Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras del libro Sin padre, sin marido y sin Estado, disecaron para RFI estos perfiles para determinar si era algo más que un oxímoron: Melina Vázquez: "¿Quiénes eran? ¿por qué estaban ahí? si las figuras públicas del mileismo, como la actual vicepresidenta Victoria Villarruel o algunas de las diputadas que empezaron a surgir con mucha visibilidad pública, que tienen posiciones muy abiertamente antifeministas, expresaban la totalidad del activismo femenino". Carolina Spataro: "Sobre todo en la campaña presidencial de Javier Milei del 2023, bueno, que si había mujeres dentro del mileísmo iban a ser retratadas y o eran pensadas como mujeres tradicionales de su hogar, con muchos hijos y religiosas." La óptica de Javier Milei ha sido el desfinanciar programas sociales o de prevención reproductiva, y ayudas a las mujeres víctimas de violencia. Melina Vázquez: "Sobre el Aborto, ellas tienen posiciones muy desencontradas, algunas están a favor, otras están en contra. Algunas están en contra pero creen que debe ser una ley y también las posiciones que tienen sobre el aborto están muy permeadas, están más permeadas de alguna manera por la inscripción generacional. Carolina Spataro: "Otras en el extremo opuesto llevaron el pañuelo verde que es el símbolo de la lucha por la legalización del aborto en la Argentina desde hace 20 años. Pero sin duda, en el caso por ejemplo de la violencia hacia las mujeres, en Argentina existe un sistema de atención telefónica que se llama el 144 y en el gobierno de Javier Milei ese programa tuvo recortes y se achicó, y algunas de ellas de todos modos siguen difundiendo esa línea de atención para, por ejemplo, el 8 de marzo." Sin fondos para políticas públicas feministas, ¿se puede hablar igual de feminismo? Fue una pregunta que se hicieron Melina Vásquez y Carolina Spataro. Carolina Spataro: "Sí militan porque las mujeres, en este caso en particular, puedan tener autonomía económica en su inserción en el mercado laboral privado, no en el Estado y que con ese dinero y con esa autonomía puedan resolverse los problemas que las aquejan. Melina Vázquez: "Bueno, reponer los términos en los cuales los actores, las actrices, los grupos se presentan públicamente y poner éso en discusión. El (nuestro) libro es una discusión sobre cuál es la frontera del feminismo, si este feminismo cae adentro, cae afuera. Entrevistadas: Melina Vázquez y Carolina Spataro, autoras de "Sin padre, sin marido y sin Estado: Feministas de las nuevas derechas", publicado por la Editorial Siglo XXI.
Federico desmonta el falso feminismo de la izquierda que guarda silencio con lo que ocurre en Irán o los abusos sexuales en sus partidos.