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Verão 2025/2026 começa no domingo e deve registrar temperaturas acima da média. Redução nos preços do tomate é explicada pela maior oferta do produto, impulsionada pela maturação mais acelerada diante das temperaturas elevadas. Conab aponta queda nos preços da cenoura, com recuo de 9,68% na média ponderada. Safra de cereais de inverno encerra o ciclo com desafios para o trigo e oportunidades para a aveia e a cevada em Santa Catarina. Micronutrientes ganham protagonismo no avanço do milho safrinha; manejo adequado do boro é apontado como decisivo para a produtividade em cenários de clima irregular. Tempo: temporais ganham força nas regiões Sudeste e Nordeste.
Entre os fosfatados, atenção ao Super Simples, que caiu 30% de junho a setembro, dando chances importantes ao produtor. De outro lado, enxofre - matéria-prima básica para os fosfatados - teve alta de 175% no ano. Custos com logística deve impactar margens e decisões.
Entre 2021 e 2025, Arco Norte quase dobrou a entrada de adubos, de 3,5 para 7 milhões de t, e ampliou a fatia nas exportações de soja e milho. No Paraná, portos cresceram 6,2%, com farelo de soja e açúcar liderando; meta é superar 70 milhões de t em 2025. Milho inicia 2025/26 pressionado pela ampla oferta, enquanto etanol e ração sustentam preços. Mudanças climáticas já preocupam 86% dos produtores, e clima segue desafiador, com chuvas fortes no Matopiba e calor de 35 °C em outras regiões.
Com custos elevados e atuais patamares de preços deixam produtores cautelosos para realizar a comercialização da soja
Com o plantio da soja iniciado há apenas sete dias após melhores volumes de chuva, a cultura avança fora da janela ideal e inviabiliza o investimento no milho safrinha.
Comercialização segue lenta em função dos preços mais baixos e pouca disposição dos produtores em negociar
Produtores da região devem direcionar investimentos para culturas alternativas, como o milheto.
Regiões que registraram 200 mm de precipitações em outubro/24 tiveram apenas 69 mm em 2025
Previsões ainda indicam poucas chuvas, o que deve manter as preocupações
Produtores de Jataí enfrentam atraso no desenvolvimento da soja, infestação de cascudinhos e aumento nos custos, enquanto esperam regularização das chuvas para retomar o ritmo da safra.
Estado sofre com clima adverso para a produção agrícola já há quatro anos e não deverá se recompor nesta temporada. Clima daqui em diante, futuro das dívidas e financiamento dos produtores são as próximas batalhas.
Neste episódio do "Agro em Pauta", Lígia Pedrini recebe Nilson Caldas para uma conversa profunda sobre produtividade agrícola, estratégias de manejo e o papel do CESB no desenvolvimento da sojicultura brasileira. Nilson compartilha sua trajetória como filho de produtor rural, sua formação em agronomia e sua atuação no CESB, destacando o impacto do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja como ferramenta de inovação aberta. FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Nilson CaldasEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do "Agro em Pauta", Lígia Pedrini recebe Nilson Caldas para uma conversa profunda sobre produtividade agrícola, estratégias de manejo e o papel do CESB no desenvolvimento da sojicultura brasileira. Nilson compartilha sua trajetória como filho de produtor rural, sua formação em agronomia e sua atuação no CESB, destacando o impacto do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja como ferramenta de inovação aberta. FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Nilson CaldasEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em nova projeção da produção de grãos divulgada no dia 10 de julho, a Conab fez uma nova correção positiva para o milho safrinha a ser colhido em 2025. Agora são mais de 104 milhões de toneladas previstas. O que muitos perguntam é se vai sobrar ou faltar o cereal para as negociações internas e externas. Vlamir Brandalizze explica que, ainda que haja aumento na produtividade, fatores como China e Irã recorrendo ao Brasil e aumento do etanol na gasolina devem contribuir para que toda a safra seja negociada.
Safrinha pressiona milho, que atinge menor preço do ano; colheita acelerada e baixa paridade de exportação derrubam saca abaixo de R$ 65 em Campinas e seguem puxando queda em praças produtoras. Avicultura, com mais de 2,5 milhões de toneladas exportadas e quase US$ 5 bi em receita, projeta recuperação no 2º semestre após impacto da gripe aviária. Porto de Santos terá R$ 6,45 bi em nova concessão para ampliar calado, receber navios maiores e acelerar escoamento de grãos, carnes e insumos. Turismo rural cresce e conecta campo e cidade; no Paraná, Rota da Lavanda já movimenta milhões. Tempo: frio segue no Sul e em áreas costeiras do Sudeste.
Markets with Aaron Edwards, Santos Springs; farm bill talk with Gary Schnitkey, University of Illinois ACES
A terceira semana de junho se encerrou com negociações arrastadas para o milho em todo o Brasil. Ainda não há forte desvalorização das cotações que é esperada em meio à entrada da safrinha. Afinal de contas, qual será o tamanho da queda nos preços durante o pico da colheita? O agente autônomo de investimentos João Santaella Neto explica que dois fundamentos podem segurar quedas bruscas. O primeiro é a exportação. Se a produção interna for escoada, menor será a desvalorização. Outro ponto que já tem ajudado a segurar os preços é o atraso na colheita.
A segunda quinzena de junho chegou e ainda com lentidão para os negócios envolvendo o milho. No mercado doméstico, compradores dos setores de ração e etanol aguardam a chegada definitiva da safrinha para adquirirem novos lotes. Vlamir Brandalizze destaca que as chuvas registradas ao longo de maio deixaram o solo úmido. Sendo assim, a partir do dia 25 deste mês, os trabalhos de colheita da safrinha devem se intensificar. As exportações devem ganhar impulso em agosto.
Os preços do milho abriram o mês de junho em patamares semelhantes aos do mês passado. A chegada da segunda safra limita fortes altas para o cereal. A safrinha está chegando aos poucos no mercado brasileiro, no entanto, ainda em ritmo lento. Cerca de 3% das lavouras foram colhidas até então. Vlamir Brandalizze explica que as fortes chuvas registradas tanto no Paraná quanto no Mato Grosso limitaram os trabalhos nos milharais.
Apesar de altas nesta semana em Chicago, mercado internacional também sente peso da safra dos EUA
Joe's Premium Subscription: www.standardgrain.comGrain Markets and Other Stuff Links-Apple PodcastsSpotifyTikTokYouTubeFutures and options trading involves risk of loss and is not suitable for everyone.0:00 Weather3:39 "Mr. NICE GUY"8:11 Export Sales9:24 Brazil Corn Harvest10:26 The Funds11:27 Flash Sales
Conab estima 100 milhões de toneladas de milho apenas na segunda safra. Sistema de frente fria atinge região Sul e avança para o Norte do país. Tempo: madrugadas prometem ser mais geladas a partir desta quinta-feira. Brasil se consolida como maior exportador mundial de algodão e consolida liderança nas exportações globais da pluma.Canola terá híbridos tropicais com potencial para segunda safra, novo modelo genético adaptado ao clima do Brasil.
O mercado do milho fechou a penúltima semana de maio com pressão de alta em Chicago. O principal motivo é o frio, em especial na Europa, que pode trazer desfalque na oferta do cereal. Vlamir Brandalizze destaca que esse movimento ajudou a segurar as cotações em bons níveis na B3 mesmo com a forte entrada da safrinha.
Segundo semestre terá demanda aquecida por transporte de safras e insumos
O avanço do milho safrinha no Brasil levanta questionamentos entre os produtores quanto às melhores janelas de negociação. Vlamir Brandalizze explica que as exportações devem atingir o picom de agosto em diante, quando haverá maior demanda externa pelo cereal.
Cotações do milho acumulam perdas no Brasil e devem seguir pressionadas durante a colheita da segunda safra
Ritmo de negócios é mais lento agora, com pressão no Brasil que vem também da baixa do dólar
Volta das chuvas salvou milho no MS, Goiás espera uma das melhores safras da história e Santa Catarina deve ter mais produção de soja, milho e arroz do que o projetado
Neste episódio do "Agro em Pauta", Lígia Pedrini conversa com Carla Borges, produtora rural e administradora apaixonada pelo setor agro, trazendo insights e experiências valiosas, especialmente sobre o cultivo de gergelim.
B3 testou altas e baixas nos últimos dias, porém, segue ainda muito descolada nos preços do físico, que refletem a escassez do grão no país. Em Chicago, mercado ansioso pelo USDA de 2ª feira.
Neste primeiro episódio do "Agro em Pauta", com apresentação de Lígia Pedrini, a convidada especial é Simone Dameto, engenheira agrônoma, produtora rural e influenciadora digital. O bate-papo traz insights valiosos sobre o cultivo de girassol e os desafios e oportunidades dessa cultura no agronegócio brasileiro. Simone compartilha sua trajetória no agro e revela como a paixão pelas flores a levou a apostar no girassol como cultura alternativa em Goiás.
Em Chicago, atenção será voltada para plantio nos EUA, que pode ter influência climática
Em Chicago, volatilidade está grande e deve seguir assim diante das incertezas com as tarifações dos EUA
Técnicas de manejo podem mitigar efeitos negativos do clima e aumentar proteção contra pragas e doenças
Why has the corn and soybean markets sold off since last week? Do you think the Acres and yield info coming out the of USDA Ag Outlook has caused the corn and soybean markets to go lower? What is the latest on tariffs? How are conditions in Argentina? How is harvest going in Brazil? What is the pace of planting like for Safrinha corn? Are there any adjustments that need to be made to our marketing plan?
Mundo está de olho agora no possível aumento de área nos EUA, que pode ser substancial. Porém, desequilíbrio entre oferta e demanda globais ainda dá suporte aos preços do cereal em todo mundo
Em MT, excesso de chuvas compromete colheita da soja e plantio da safrinha; na BA, primeiro caso de ferrugem identificado na safra 24/25
Produtores sofrerem para avançar com a comercialização diante das incertezas que ainda permeiam os campos. Logística é outro ponto de preocupação
Região sofre também com preços pressionados e dificuldade na comercialização. Safrinha de milho também está em xeque por conta do clima e dos custos
Estado teve safra bastante favorecida pelas condições climática, tem bons níveis de produtividade, porém, negócios novos estão travados.
Estoques de passagem baixos, demanda interna crescente e bom potencial de exportação devem trazer bons momentos de comercialização para o produtor brasileiro
Regiões produtoras pagam R$ 10,00 a mais por saca do que há um ano e produtor pode apostar mais no milho 2ª safra
Produtor segurando vendas e forte demanda interna estão sustentado as cotações; Chicago emenda sequência de altas com grandes exportações dos EUA
Na região de Rio Verde, somando Montividiu, Mineiros e Jataí, diretor do Sindicato Rural estima 50% das áreas semeadas
Analista destaca demanda forte no mercado interno e incertezas para plantio em 2025
Segundo produtora local, quando as chuvas vierem, plantio será generalizado, o que pode causar gargalo logístico na colheita
De acordo dom produtor rural local, não chove com constância no Município há mais de 5 meses
Vice-presidente da Aprosoja - PA também aponta que os preparativos para a safra de soja então preocupando produtores, com dificuldade de acesso a crédito
The CommStock Report: Wednesday, March 27th 2024. To get the full report, please sign up using the link below: https://commstock.com/membership-account/membership-levelsStay Connectedhttps://www.commstock.com/https://www.facebook.com/CommStockInvestments/https://www.youtube.com/channel/UClP8BeFK278ZJ05NNoFk5Fghttps://www.linkedin.com/company/commstock-investments/
2-9-24 *What did you think of the Brazilian corn and soybean production adjustments difference between CONAB and USDA? *Why are we continuing to see weakness in the corn market? *Is it too early to start trading concerns on the Safrinha corn crop? *How does the soybean market look to you? *What is it going to take to turn the corn and soybean markets higher?